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Algumas dicas para não acumular contas quando desempregado

Escrito por: Bruna Somma em 14 de agosto de 2019

O desemprego pode levar ao descontrole financeiro e uma de suas principais consequências: acumular contas. Sem o salário, a pessoa não consegue se organizar para manter as despesas em dia.

Mas, calma existe solução para não acumular contas quando desempregado. O primeiro passo é saber os recursos que estarão disponíveis após o desligamento com a empresa.

Para os funcionários com carteira assinada, em geral, são disponibilizados o seguro-desemprego, o 13º salário proporcional, pagamento de férias.

Além do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), incluindo a multa. Essa quantia pode ser a única fonte de renda nos primeiros meses de desemprego.

Por isso, é preciso ter parcimônia ao usar o valor. Principalmente, para não deixar de pagar as contas ao final do mês.

Sem o salário, o profissional pode se enrolar com as contas e fazer dívidas
Sem o salário, o profissional pode se enrolar com as contas e fazer dívidas

O primeiro passo é fazer uma planilha com sua renda total e todos os seus gastos fixos. Se possível, anote também algumas despesas que podem acontecer na rotina e imprevistos.

Manter o controle das finanças é uma forma de evitar o endividamento decorrente do desemprego. A seguir, confira outras dicas para ajudar nesse processo:

Pague as contas com maiores juros

Depois de anotar todas as suas contas e orçamento mensal, dê preferência por pagar primeiro aquelas que têm os juros mais altos.

Assim, você corre menos risco de aumentar as despesas que colocou no papel. Isso porque se não pagar, terá que arcar com juros maiores no próximo mês.

E a situação pode virar uma bola de neve.

Evite o cartão de crédito

Sem emprego e a certeza do pagamento no mês seguinte, não é uma boa ideia acumular mais uma dívida. Por isso, tente evitar usar o cartão de crédito.

Caso não consiga pagar, os juros são altos e você pode se enrolar ainda mais com as despesas.

O propósito é não acumular contas, portanto, prefira pagar no débito ou em dinheiro.

A dica é verificar o quanto tem disponível para gastar à vista no cartão depois de pagar suas contas prioritárias, como luz, água, telefone e aluguel.

Corte despesas supérfluas

A prioridade, como dito acima, deve ser manter as contas da sua casa em dia. Dessa maneira, no desemprego, tente cortar as despesas que são supérfluas.

Como por exemplo, ir ao shopping todo final de semana, comprar itens sem necessidade, almoçar fora e usar o carro todos os dias.

Você pode economizar ao fazer as refeições em casa e usar transportes alternativos públicos. No último caso, sai mais em conta do que abastecer seu próprio veículo.

Outra recomendação é se exercitar ao ar livre e em parques para cortar os gastos com a academia. Para tudo, existe uma situação.

Invista em formas de ganhar renda extra

Para ter uma folga maior no orçamento mensal, que tal ganhar uma renda extra? Existem diversas maneiras de conseguir um dinheiro a mais no final do mês.

Você pode, por exemplo, oferecer seus serviços como freelancers. Na internet, há diversos portais que contratam serviços por tempo determinado.

Além disso, pode começar a vender doces e salgados para a vizinhança e amigos. Caso tenha um carro, é possível se tornar um motorista de aplicativo.

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Seja econômico

Por fim, para não acumular contas quando desempregado, a dica é ser econômico. No máximo que você conseguir.

Em casa, economize luz, diminua sua lista do supermercado ou tente substituir por itens que estejam mais em conta.

É muito importante não ter novas dívidas no período do desemprego e saber controlar as finanças que tem disponíveis.

Não pegue empréstimo pois a primeira parcela pode chegar antes de você conseguir outro emprego. Mas, não se acomode.

Comece a procurar novas alternativas no mercado, envie currículos ou comece uma das ideias de renda extra.

Seja econômico e controlado. Essa é a chave para não acumular dívidas no desemprego.

Bruna Somma

Jornalista formada pela UFRRJ, com passagens por redações de jornais, sites e Assessoria de Comunicação.

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