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    Compras nos EUA: confira como calcular se vale a pena

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    No início dos anos 2000, era muito vantajoso fazer compras nos EUA. Com o dólar baixo, os produtos saíam com o preço em conta em relação ao Brasil. Mas, será que ainda vale a pena?

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    Sim, é possível comprar produtos nos Estados Unidos com o preço menor. O aumento no dólar, chegando até R$4, ainda não inviabilizou a compra pelos turistas.

    Sobretudo nos itens mais procurados, como eletrônicos e para enxoval. Por outro lado, o dólar apresenta queda desde março de 2019. No dia 19 de julho, por exemplo, estava em R$3,75.

    Com a chegada das férias do meio do ano, a empolgação por comprar em viagens aumenta. Porém, é preciso estar atento as taxas que são cobradas em alguns itens.

    E calcular se realmente vale a pena. O preço nas prateleiras chama a atenção.

    Mas, nele não estão explícitas todas as taxas cobradas.

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    Comprar nos EUA pode ser vantajoso, mas é preciso se atentar as taxas cobradas
    Comprar nos EUA pode ser vantajoso, mas é preciso se atentar às taxas cobradas

    O limite do percentual de imposto sob a compra, que é permitido pela lei nos EUA, é de no máximo 9,5%.

    Essa porcentagem é aplicada ao valor da compra ao final do pagamento. Isto é, o preço do produto na vitrine não é o valor final cobrado.

    Para calcular, é simples. Acrescente a alíquota de 6,38% sob a compra, caso o pagamento seja feito com cartão de crédito.

    A conversão do valor para reais não usa o dólar comercial e sim o dólar turismo, que é mais caro.

    Por isso, sempre dê preferência a trocar o dinheiro e pagar com as cédulas. A economia, portanto, será ainda maior.

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    Taxas de compras

    Cada cidade norte-americana tem sua própria taxa sobre venda produtos. Ela é chamada, por sua vez, de sales tax.

    Abaixo, confira as taxas cobradas nos principais destinos visitados pelos brasileiros nos Estados Unidos.

    Orlando, FL: 6,5%;

    Nova York, NY: 8,875% (para roupas. Nesse caso, o imposto só passa a vigorar em compras acima de US$110);

    Miami, FL: 7%;

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    Los Angeles, CA: 8,7%;

    Las Vegas, NE: 8,25%.

    Para as compras em dinheiro em espécie, o cálculo deve ser de:

    (Valor do produto em US$ + Imposto local) X (Cotação do dólar em reais +1,1%).

    Já no cartão de crédito, a equação é de:

    (Valor do produto em US$ + Imposto Local) X (Cotação do dólar em reais + 6,38%).

    Vamos supor que você queira comprar um Iphone Xs com tela de 6,5 polegadas e memória de 512GB.

    Para fins de dólar a R$3,89, por exemplo, os valores ficam em:

    Preço no Brasil: R$9.999,00
    Preço Estados Unidos: US$1.499,00
    Conversão para real (pagando em dinheiro): R$6.413,87
    Conversão para real (pagando em cartão): R$6.740,28

    Dessa forma, é possível ter uma noção de que ainda é vantajoso comprar nos EUA.

    Variáveis além do preço

    Além do preço, outros pontos devem ser levados em consideração na hora de fazer compras nos EUA. Como por exemplo, a disponibilidade do produto em estoque entre os países.

    Assim como verificar se o benefício se estende para abrangência no Brasil.

    Aqui, também é possível parcelar as compras. O que pode ser uma solução para quem não pode trocar uma boa quantia em dólar.

    Nos Estados Unidos, por sua vez, é utilizado um sistema de medidas diferente do que no Brasil.

    Os tamanhos de roupa e volume de produtos líquidos não são os mesmos daqui.

    Mas, atenção! Quem viaja de avião para o exterior só pode gastar, no máximo, US$500 em compras. Caso contrário, terá que pagar uma multa de 50% sobre o valor excedente.

    A boa notícia é que, desde outubro de 2010, roupas, sapatos, cosméticos, celulares e máquinas fotográficas não precisam ser declarados.

    As bebidas, cigarros e lentes fotográficas entram na cota dos US$500. Por isso, não exagere.

    Para saber se vale a pena fazer compras nos EUA, tenha sempre em mente com o valor do dólar.

    Aqui no FinanceOne, você consegue ter acesso as cotações diárias do dólar e de outras moedas internacionais, como euro, libras e pesos argentinos. Não deixe de conferir!

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    Bruna Somma
    Bruna Somma
    Jornalista formada pela UFRRJ, com passagens por redações de jornais, sites e Assessoria de Comunicação.

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    No início dos anos 2000, era muito vantajoso fazer compras nos EUA. Com o dólar baixo, os produtos saíam com o preço em conta em relação ao Brasil. Mas, será que ainda vale a pena?

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    Sim, é possível comprar produtos nos Estados Unidos com o preço menor. O aumento no dólar, chegando até R$4, ainda não inviabilizou a compra pelos turistas.

    Sobretudo nos itens mais procurados, como eletrônicos e para enxoval. Por outro lado, o dólar apresenta queda desde março de 2019. No dia 19 de julho, por exemplo, estava em R$3,75.

    Com a chegada das férias do meio do ano, a empolgação por comprar em viagens aumenta. Porém, é preciso estar atento as taxas que são cobradas em alguns itens.

    E calcular se realmente vale a pena. O preço nas prateleiras chama a atenção.

    Mas, nele não estão explícitas todas as taxas cobradas.

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    Comprar nos EUA pode ser vantajoso, mas é preciso se atentar as taxas cobradas
    Comprar nos EUA pode ser vantajoso, mas é preciso se atentar às taxas cobradas

    O limite do percentual de imposto sob a compra, que é permitido pela lei nos EUA, é de no máximo 9,5%.

    Essa porcentagem é aplicada ao valor da compra ao final do pagamento. Isto é, o preço do produto na vitrine não é o valor final cobrado.

    Para calcular, é simples. Acrescente a alíquota de 6,38% sob a compra, caso o pagamento seja feito com cartão de crédito.

    A conversão do valor para reais não usa o dólar comercial e sim o dólar turismo, que é mais caro.

    Por isso, sempre dê preferência a trocar o dinheiro e pagar com as cédulas. A economia, portanto, será ainda maior.

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    Cada cidade norte-americana tem sua própria taxa sobre venda produtos. Ela é chamada, por sua vez, de sales tax.

    Abaixo, confira as taxas cobradas nos principais destinos visitados pelos brasileiros nos Estados Unidos.

    Orlando, FL: 6,5%;

    Nova York, NY: 8,875% (para roupas. Nesse caso, o imposto só passa a vigorar em compras acima de US$110);

    Miami, FL: 7%;

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    Los Angeles, CA: 8,7%;

    Las Vegas, NE: 8,25%.

    Para as compras em dinheiro em espécie, o cálculo deve ser de:

    (Valor do produto em US$ + Imposto local) X (Cotação do dólar em reais +1,1%).

    Já no cartão de crédito, a equação é de:

    (Valor do produto em US$ + Imposto Local) X (Cotação do dólar em reais + 6,38%).

    Vamos supor que você queira comprar um Iphone Xs com tela de 6,5 polegadas e memória de 512GB.

    Para fins de dólar a R$3,89, por exemplo, os valores ficam em:

    Preço no Brasil: R$9.999,00
    Preço Estados Unidos: US$1.499,00
    Conversão para real (pagando em dinheiro): R$6.413,87
    Conversão para real (pagando em cartão): R$6.740,28

    Dessa forma, é possível ter uma noção de que ainda é vantajoso comprar nos EUA.

    Variáveis além do preço

    Além do preço, outros pontos devem ser levados em consideração na hora de fazer compras nos EUA. Como por exemplo, a disponibilidade do produto em estoque entre os países.

    Assim como verificar se o benefício se estende para abrangência no Brasil.

    Aqui, também é possível parcelar as compras. O que pode ser uma solução para quem não pode trocar uma boa quantia em dólar.

    Nos Estados Unidos, por sua vez, é utilizado um sistema de medidas diferente do que no Brasil.

    Os tamanhos de roupa e volume de produtos líquidos não são os mesmos daqui.

    Mas, atenção! Quem viaja de avião para o exterior só pode gastar, no máximo, US$500 em compras. Caso contrário, terá que pagar uma multa de 50% sobre o valor excedente.

    A boa notícia é que, desde outubro de 2010, roupas, sapatos, cosméticos, celulares e máquinas fotográficas não precisam ser declarados.

    As bebidas, cigarros e lentes fotográficas entram na cota dos US$500. Por isso, não exagere.

    Para saber se vale a pena fazer compras nos EUA, tenha sempre em mente com o valor do dólar.

    Aqui no FinanceOne, você consegue ter acesso as cotações diárias do dólar e de outras moedas internacionais, como euro, libras e pesos argentinos. Não deixe de conferir!

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