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Cuidados ao optar pelo débito automático

Escrito por: Bruna Somma em 3 de outubro de 2019

O débito automático traz a praticidade de não precisar ir ao banco, todos os meses, para pagar as faturas.

Uma vez que o valor é debitado automaticamente da conta, no dia da cobrança. Para os esquecidos, essa tende a ser uma boa opção.

Assim como para os que têm a rotina agida e sem tempo para ir ao banco ou uma lotérica mais próxima.

As faturas são pagas na data de vencimento, sem acréscimo de juros.  Mas, o débito automático pode trazer problemas para quem não tem controle financeiro.

Sem dinheiro na conta, as faturas não são pagas e os altos juros são aplicados.  E assim sucessivamente. É um ciclo vicioso.

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Pagamento em débito automático pode ser vantajoso para os esquecidos

Portanto, tal alternativa de pagamento é recomendada apenas para aqueles que sabem organizar e gerir as finanças.

De modo a não deixar nenhuma dívida sem pagar e entrar no vermelho. Ou até mesmo cair no cheque especial.

É preciso estar sempre atento ao saldo da sua conta e quantas faturas e parcelas tem a pagar. Para isso, a dica é ter organização das finanças.

Tenha uma planilha para anotar os rendimentos mensais e o valor de cada conta.

Dessa forma, terá noção se terá quantia suficiente para pagar a fatura pelo débito automático.

A seguir, confira outros cuidados ao escolher por essa forma de pagamento:

Não caia no cheque especial

Caso a pessoa opte por débito automático e não tenha dinheiro na conta podem acontecer duas situações.

A primeira delas é que a conta não será paga e o consumidor terá problemas de inadimplência até quitar os devidos.

Por outro lado, o banco pode fazer, também de forma automática, um empréstimo.

A instituição bancária empresta dinheiro ao consumidor para que possa pagar sua fatura.

O empréstimo que o banco fez tem um custo alto e se chama cheque especial. Os juros são altos e beiram os 300%. Por isso, tenha dinheiro em conta para pagar a fatura.

Se perceber que não terá quantia suficiente, tire o pagamento do débito automático. Assim, você corre menos risco de cair no cheque especial.

O ideal é que você estabeleça um intervalo de tolerância entre o dia do pagamento e do débito.

Uma vez que podem ocorrer imprevistos, como atraso nos salários ou até desemprego.

Dessa forma, estipule a data do débito automático para quatro ou cinco dias depois do pagamento.

Se, por exemplo, receber seu salário no dia 3 de cada mês, não cadastrar o débito nessa data.

A recomendação é colocar no dia 7 ou 8 do mês.

Verifique o valor da fatura

Outro cuidado necessário com o débito automático é verificar frequentemente o valor da sua fatura.

Isso porque os bancos ou empresas podem lançar valores indevidos ou errados. Caso não tenha atenção, pode pagar por um valor acima do que deveria.

Ou por serviços que sequer utilizou. É importante também verificar se na conta cadastrada está inserida a informação “conta em débito automático”.

Em situações de troca de agência, banco ou conta, a instituição bancária e os fornecedores devem ser avisados. Para que os dados sejam atualizados. 

Os bancos não devem cobrar pelo débito automático. Pelo contrário, podem dar descontos por essa forma de pagamento. Fique de olho!

Essa forma de pagamento também não deve ser imposta pelas instituições financeiras. Ela deve ser apenas uma das possibilidades.

Da mesma forma que pagar as contas tradicionalmente, em uma agência bancária ou em estabelecimentos habilitados.

Para ativar o débito automático é bem simples: basta entrar em contato com o banco ou fornecedor desse serviço.

O cancelamento dessa opção é feito da mesma maneira. Ao constatar uma falha, a primeira opção deve ser contatar o banco.

Se o problema persistir, a recomendação é consultar o órgão de defesa do consumidor mais próximo.

Bruna Somma

Jornalista formada pela UFRRJ, com passagens por redações de jornais, sites e Assessoria de Comunicação.

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