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Neon lança ferramenta para estimular clientes a investir

Escrito por: Bruna Somma em 17 de julho de 2019

Já pensou se os centavos quebrados das suas compras no débito se transformassem em investimento? A conta digital Neon já tornou isso uma realidade.

Por meio da opção “arredondar meus centavos”, o usuário pode ter um novo estímulo para investir.

O sistema está em funcionamento desde junho. Ao fazer compras com o cartão de débito físico ou virtual da Neon, o cliente pode arredondar os valores para cima.

E, assim, aplicar a diferença de forma automática em um Certificado de Depósito Bancário (CDB).

Conta digital Neon lança a opção "arrendondar os centavos"
Conta digital Neon lança a opção “arredondar os centavos”

A Neon permite mudar o valor de uma compra no cartão para aplicar alguns centavos. Vamos supor que a total da compra seja de R$24,70. A função sugere que a cobrança seja de R$25.

Dessa forma, os R$0,30 de troco ficam reservados para um CDB de forma automática. A empresa, por outro lado, só começa os investimentos quando o usuário acumula o mínimo de R$10.

Antes de atingir esse limite, os centavos não rendem e são possíveis de consulta no aplicativo da Neon.

Após chegar ao valor mínimo, eles são incluídos automaticamente em um investimento.

A opção “arredondar meus centavos” funciona como aqueles cofrinhos da poupança de antigamente. Porém, hoje, tudo ocorre de forma automatizada e digital.

Para começar a fazer essas aplicações automáticas, é preciso habilitar a função no aplicativo da Neon no celular.

E o melhor, os ganhos têm liquidez diária e podem ser resgatados a qualquer momento.

A ideia da marca, portanto, é difundir que todos podem ser investidores se pouparem um pouquinho a cada dia. E tornar as aplicações um hábito cotidiano.

Fator multiplicador

A Neon ainda permite que o cliente escolha um fator multiplicador de 1x, 2x, 5x ou 10x.

Na prática, isso significa que se o cliente arredondou a compra em R$0,75, esse valor pode aumentar em até R$7,50. E, após isso, ser investido em CDB.

Caso a pessoa queira resgatar os valores arredondados antes da aplicação, é necessário apenas desativar a função no app.

Em seguida, os valores que não foram alvo de investimentos serão creditados de novo na conta corrente, por exemplo.

Quanto aos riscos, segundo a Neon, todos os CDBs têm o seguro de depósito do Fundo Garantidor de Créditos (FGC).

Ele cobre o prejuízo em caso de quebra da instituição financeira com o limite de R$250 mil por CPF. Os CDBs são oferecidos pelo Banco Votorantim, parceiro da fintech Neon.

“Todo mundo pode se tornar um investidor se poupar um pouquinho por dia, por menor que seja o valor. Queremos incentivar as pessoas a alcançarem seus objetivos financeiros mais rapidamente, fazendo do investimento um hábito cotidiano”, disse, em nota, o dretor de negócios da Neon, Guilherme Lorensini.

Dois modelos de investimento

A Neon também explica que, ao aplicar no mercado pelo aplicativo, é permitido escolher entre dois modelos de investimentos em CDB: o livre ou o objetivo.

Em ambos os casos, há liquidez diária e rendimento progressivo, cujas porcentagens variam de 95 a 101% do CDI.

No primeiro modelo, por exemplo, o usuário pode investir qualquer quantia a partir de R$10 e a qualquer hora.

Por outro lado, no segundo modelo, o cliente estabelece um valor que deseja atingir. Além de informar o tempo para a meta financeira e se pretende aplicar todos os dias ou mensalmente.

O aplicativo, por sua vez, transfere de forma automática da conte corrente para os investimentos os valores necessários para atingir a meta.

Sobre a Neon

Desde sua fundação em 2016, a Neon já atraiu cerca de 2 milhões de usuários em sua base. Esses dados foram divulgados pela própria empresa.

Ela se propõe, por exemplo, a ser uma conta 100% digital, em que disponibiliza serviços diretamente pelo aplicativo. Ainda não cobra mensalidade nem anuidade.

A Neon busca oferecer serviços financeiros sem agências, sem filas, com menos tarifas desnecessárias.

O primeiro saque, transferência e boleto do mês, de acordo com a empresa, são gratuitos.

Depois, as tarifas são cobradas apenas sobre o uso. Ou seja, o cliente só paga pelos serviços que usar.

Bruna Somma

Jornalista formada pela UFRRJ, com passagens por redações de jornais, sites e Assessoria de Comunicação.

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