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O que é gig economy e como se beneficiar dela

Escrito por: Mateus Carvalho em 28 de novembro de 2018

A tecnologia mudou a forma como as pessoas se comunicam e interagem entre si. Ela também modificou o modo das pessoas trabalharem. Hoje elas podem fazer home office, por exemplo. E agora surge a gig economy, uma nova forma de trabalhar.

Gig economy nada mais é que uma economia baseada na contratação de funcionários temporários para um determinado projeto. A remuneração é realizada de acordo com os resultados que são apresentados para a empresa.

gig economy

É importante frisar que o termo gig economy não é novo, porém começou a se destacar mais recentemente. Isso ocorreu devido ao crescimento do número de startups adeptas dessa economia e de profissionais interessados nesse modelo.

Uma pesquisa realizada pela Intuit apontou que a tendência é que a demanda por esse tipo de serviço aumente cada vez mais, além de ganhar mais espaços nos próximos anos. De acordo com os dados, em 2020 mais de 40% dos profissionais nos Estados Unidos vão trabalhar de acordo com a gig economy.

As vantagens da gig economy para os profissionais

Agora que você já sabe o que é a gig economy e que ela é bem parecida com o freelancer, deve perceber que flexibilidade é uma das maiores vantagens desse tipo de contratação. Isso porque você pode escolher os projetos que mais lhe satisfazem e atendam às suas expectativas. Além de ser possível realizar atividades que tenham mais a ver com você.

Outra vantagem é que o profissional pode criar os seus próprios horários e administrar o ritmo de trabalho que irá exercer naquele determinado projeto.

Com o modelo da gig economy, os profissionais conseguem se adaptar aos projetos escolhidos. Já as empresas podem contratar especialistas específicos para aquela determinada necessidade. Dessa forma, é possível manter um nível alto de objetividade e produtividade dos funcionários.

Outro benefício é a possibilidade de trabalhar em home office, isso permite que os profissionais sejam mais produtivos em ambientes considerados menos corporativos. Além de trabalhar de casa, o empregado também pode fazer suas atividades em um local que estimule a criatividade e aumente o seu rendimento profissional.

Para aqueles que têm projetos pessoais, como um negócio por exemplo, a gig economy pode ajudar no gerenciamento do tempo, favorecendo a realização profissional. Além da diversidade de experiências, já que os profissionais podem escolher com o que querem trabalhar.

Como se beneficiar com a gig economy

A gig economy consegue beneficiar os profissionais que moram no interior do país, por exemplo, e que não conseguem se mudar para as capitais. Além deles, os jovens também são beneficiados devido à flexibilidade de horários que é atendida por essa mudança de comportamento da economia.

Isso acontece porque a geração mais nova tem uma maior facilidade de adaptação à troca de empresas e funções. Você deve estar se perguntando por que os mais jovens? Porque eles estão acostumados às constantes mudanças do mundo digital.

Estão buscando a satisfação pessoal, sem se limitar a uma estabilidade de emprego. Dessa forma, a nova geração prioriza projetos em que realmente tenham interesse em trabalhar.

E é essa última característica que vem ganhando as empresas, já que elas acreditam no comprometimento do trabalhador nos projetos com os quais eles preferem trabalhar. Otimizando assim os resultados das atividades propostas.

Já para as empresas é possível se beneficiar gastando menos. Com a gig economy, as organizações conseguem cortar gastos enquanto potencializam os seus funcionários. Dessa forma, com funcionários trabalhando de casa é possível que o escritório seja menor, reduzindo os impostos e custos.

Não esqueça de formalizar o seu trabalho

Em qualquer modelo, é importante que o profissional formalize seu trabalho, e existem diversos motivos para você realizar esse processo. O primeiro são os benefícios e as obrigações legais que você passará a ter. E em segundo está a possibilidade de oferecer os seus serviços para empresas e clientes que exijam nota fiscal.

A partir desses dois motivos, outras razões também vão aparecendo. Uma delas é a abertura de um leque maior de clientes, além de ter mais credibilidade ao concorrer a um projeto.

Agora você deve estar se perguntando: como se formalizar? Para isso, é necessário realizar o cadastro como Microempreendedor Individual (MEI).

Com o MEI você precisa pagar uma contribuição mensal que é reduzida, porém tem garantidos benefícios como a aposentadoria tradicional. Além das licenças que são regulamentadas pelos trabalhadores contratados por CLT.

Fique de olho: 5 negócios em alta para 2019

Se você pretende empreender no próximo ano, é necessário que já comece a se organizar. Mas antes de abrir o seu negócio é preciso entender um pouco sobre o setor no qual você irá empreender.

Caso ainda esteja em dúvida sobre que caminho seguir, confira a lista dos 5 negócios em alta para 2019 e explore novas possibilidades.

Mateus Carvalho

Jornalista formado pela Unicarioca. Atualmente, repórter da Folha Dirigida e produtor de conteúdo no FinanceOne. Já fui colaborador do Torcedores.com.

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