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5 aplicações indicadas para investidores iniciantes

Escrito por: Mateus Carvalho em 21 de agosto de 2019

Quem nunca pensou em aplicar o dinheiro e ter um bom rendimento? Se você é uma dessas pessoas mas ainda fica inseguro, calma.

Isso porque existem aplicações para os investidores iniciantes, ou seja, aqueles que estão começando a aprender mais sobre essa área.

Os objetivos dos investidores iniciantes são inúmeros, desde o desejo de fazer uma viagem de férias até mesmo para se preparar para a aposentadoria.

Porém, vale ressaltar que todas as aplicações têm a meta de fazer com que o dinheiro valorize com o passar do tempo.

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Os investidores iniciantes costumam ter dúvidas quando o assunto é aplicar o dinheiro. Algumas das perguntas que eles fazem são: Como começar a investir? Quais aplicações são indicadas para investidores iniciantes? 

Aplicações indicadas para investidores iniciantes

1) Certificado de Depósito Bancário (CDB)

O CDB é um investimento atrativo para os novos investidores. Isso porque ele é um título emitido pelos bancos para conseguirem dinheiro, com o intuito de financiar as suas atividades de crédito.

Sendo assim, o cliente realiza um empréstimo para a instituição financeira e recebe uma rentabilidade diária.

Existem três tipos diferentes de CDB:

-> Prefixado: modalidade em que os juros são firmados quando o cliente realiza o investimento;

-> Pós-fixado: baseia os valores em uma taxa de referência, que geralmente é próximo a taxa básica, a Selic;

-> Híbrido: modalidade que paga os juros de acordo com o valor da inflação.

Além disso, o Certificado de Depósito Bancário é considerado um investimento de baixo risco, tendo um valor mínimo para aplicação.

Este valor gira em torno de R$500 e tem prazo de resgate com intervalos mais variados do que a LCA.

Também é possível encontrar títulos que têm liquidez diária, porém apresentando uma remuneração inferior aos demais. Vale ressaltar que o CDB tem incidência regressiva de Imposto de Renda, sendo assim ele reduz de acordo com o tempo de aplicação.

2) Letra de Crédito do Agronegócio (LCA)

Este investimento é composto por títulos de crédito destinados ao agronegócio, que são garantidos por hipoteca. Sendo assim, a LCA é um empréstimo realizado pelo investidor a um banco. Este destina o valor para realização de financiamentos no setor agropecuário.

Quando o investidor aplica o dinheiro nestas letras de crédito, ele realiza um contrato com a instituição financeira. O que garante pagar juros sobre o montante em um determinado prazo. 

Vale lembrar que a LCA é um investimento de renda fixa e tem baixo risco e alta rentabilidade. E ela remunera de acordo com o CDI, que são títulos emitidos por instituições financeiras que lastreiam as operações interbancárias (entre bancos).

Além disso, ele tem atrativos como não possuir a incidência de impostos e contar com o Fundo Garantidor de Crédito. Porém, com valor mínimo para aplicação e prazo para resgate.

3) Letra de Câmbio (LC)

A Letra de Câmbio também é um título de renda fixa, sendo emitida por financeiras. E é o investidor que empresta dinheiro para ser utilizado como lastro de contratos de financiamento em troca do pagamento de juros. Este é feito em cima do montante aplicado.

As Letras de Câmbio são indexadas ao CDI, mas também podem ser pré-fixadas. Assim como os outros investimentos, este possui valor mínimo de aplicação e conta com o Fundo Garantidor de Crédito. 

Por ser parecida com o CDB, a LC também tem incidência regressiva de Imposto de Renda.

4) Fundos de Investimento

Para os investidores iniciantes, esta é uma boa opção. Isso porque a instituição financeira ou a consultoria contratada fica responsável por procurar as melhores aplicações.

E por ter uma taxa de tributação regressiva, quanto maior o tempo que o dinheiro ficar investido, menor será a taxa.

Sendo assim, este é uma boa opção de investimento para quem quer ter um bom rendimento em longo prazo. 

5) Tesouro Direto

Este é o único título público deste artigo, todos os outros são títulos privados. Ele tem como objetivo financiar os investimentos do Governo Federal em educação, infraestrutura e saúde, entre outros. 

O cliente compra títulos da dívida pública em troca de uma rentabilidade. No Tesouro Direto, ela só é garantida quando o resgate é realizado no vencimento. E esse investimento é considerado um dos mais seguros e com menor risco de mercado.

Vale ressaltar que ele não é coberto pelo Fundo Garantidor de Crédito, mas sim pelo próprio Tesouro Nacional. Cada título tem uma rentabilidade e um prazo diferente.

Os títulos ainda podem ser pré-fixados ou pós-fixados, tendo vencimentos que variam do ano de 2022 até 2050. Os títulos à venda podem ser verificados no site do Tesouro Direto.

Além disso, os valores de aplicação variam de acordo com a porcentagem do valor de um título, de 1% a 100%. Sendo que este deve respeitar o valor mínimo de R$30. Esta modalidade possui incidência de Imposto de Renda.

Mateus Carvalho

Jornalista formado pela Unicarioca. Atualmente, repórter da Folha Dirigida e produtor de conteúdo no FinanceOne. Já fui colaborador do Torcedores.com.

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