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Pix: confira 7 erros que você não deve cometer

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Pix, sistema de pagamentos instantâneo lançado pelo Banco Central do Brasil permite transferências 24 horas por dia e sete dias da semana. Ele está em vigor desde o dia 16 de novembro.

Uma das promessas com a chegada do Pix é modernizar e agilizar as transferências no Brasil. De acordo com o BC, as transferências são feitas em até dez segundos e sem restrição de data ou horário.

O funcionamento do sistema, no entanto, ainda gera dúvidas entre usuários. Isso porque, embora traga vantagens, o serviço apresenta alguns aspectos dos modelos DOC e TED.

A seguir, separamos sete erros que você não deve cometer ao utilizar o Pix. Confira quais são:

+ PIX: confira 7 perguntas e respostas

1. Cadastrar chaves Pix iguais em bancos diferentes

Uma mesma chave não pode ser cadastrada em diferentes bancos. Ou seja, se o consumidor quiser utilizar uma chave já cadastrada em outra instituição, por exemplo, é necessário realizar a portabilidade.

+ Qual melhor chave PIX para cadastrar?

Para realizar a portabilidade, o procedimento deve ser iniciado no aplicativo do banco. Em seguida, será enviado um código de confirmação por telefone ou e-mail, além da autenticação na instituição original.

É possível, no entanto, cadastrar várias chaves do mesmo tipo em um único banco, desde que elas sejam diferentes.

Usuários que têm mais de uma linha telefônica ou vários endereços de e-mail, por exemplo, não são impedidos de registrar todos eles no mesmo banco. Vale lembrar que uma única instituição pode acumular o máximo de cinco chaves de qualquer tipo por cliente.

2. Não verificar o cadastro do banco ou instituição financeira

Os bancos tradicionais não são os únicos que podem oferecer o Pix. As Instituições Financeiras e também as Instituições de Pagamento, incluindo fintechs, também podem ofertar aos clientes o novo sistema.

Para algumas, as com mais de 500 mil contas de clientes ativas, a adesão é obrigatória. Para as demais, é facultativa.

No entanto, caso optem por oferecer o Pix, elas serão consideradas integrantes do Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB) e estarão sujeitas a uma regulação mínima.

Portanto, antes de fazer o seu cadastro e disponibilizar seus dados pessoais, tenha certeza de que a empresa está registrada no Banco Central para oferecer o serviço. A lista completa está disponível no site do BC.

3. Fornecer chaves com dados pessoais a desconhecidos

Além de CPF, e-mail e número de telefone, a chave do Pix pode ser um código gerado aleatoriamente.

Essa modalidade é mais indicada para quem precisa receber transferências de desconhecidos e não deseja compartilhar informações pessoais para não comprometer a privacidade e a segurança.

golpes com Pix
Pix realiza transferências instantâneas entre contas

Vale lembrar que, caso não queira utilizar a chave aleatória gerada no aplicativo do banco, o consumidor tem a opção de criar e-mails alternativos para fornecer a pessoas fora de seu círculo de confiança.

4. Não conferir os dados de quem vai receber o Pix antes de enviar o dinheiro

Como o Pix é uma transferência instantânea, o dinheiro será depositado para o recebedor em cerca de dez segundos, de acordo com o BC.

Isso quer dizer que é rápido demais. Por isso, antes de finalizar a operação, confirme se todos os dados estão certos.

Se a chave Pix for um telefone, por exemplo, e você errar um dígito, o dinheiro vai cair para outra pessoa, e não será possível recuperá-lo.

+ Pix é seguro? Conheça as camadas de proteção do sistema

5. Usar aplicativos de terceiros

Todo e qualquer pagamento com Pix, seja uma transferência ou uma conta pro QR Code, tem que ser feito diretamente pelos canais oferecidos pelo banco ou instituição financeira. Ou seja, para sua segurança, não utilize aplicativos de terceiros.

6. Não leia QR Codes suspeitos

A leitura de QR Code para fazer um Pix pode ser usada como iscas por golpistas. Na hora de pagar com leitura de código QR, é preciso se certificar de que a pessoa ou estabelecimento é confiável.

Use sempre o aplicativo do banco para pagar e desconfie, por exemplo, se o celular pedir para abrir um link fora do aplicativo da instituição. A leitura do código também não deve resultar no download de nenhum arquivo no aparelho.

7. Não é necessário fornecer a senha

Para que façam uma transferência para você, só é necessário passar a chave Pix. Portanto, não informe a senha do internet banking, por exemplo, tampouco do cartão de crédito ou débito, nem a do aplicativo bancário.

Esses dados são pessoais e não devem ser disponibilizados a terceiros. Lembre-se que chave é diferente de senha: a chave pode ser compartilhada, mas a senha nunca!

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2 COMENTÁRIOS

  1. Item.4 contém informação errada… pois o PIX e um QR CODE onde ninguem vai digitar o telefone de alguem para que este receba … pois o PIX e uma.chave ja cadastrada com os dados.criptografados e validados pelo banco. logo quem vai pagar ,.pagara apenas um QR.CODE criptografado com oa dados ja validados pelo banco na ocasiao do cadastro da chave PIX,.logo NAO ha possibilidade de o dinheiro cair na conta de outro por conta de erro de digitação.!

    • Olá, Rogério. Tudo bem?
      O QR Code é apenas uma forma de usar o Pix. Você também pode digitar manualmente a chave da pessoa que deseja transferir o dinheiro.
      Caso opte por essa última alternativa, é preciso ficar atento para colocar os dados corretamente. De forma a não correr risco que o valor caia na conta de outra pessoa.

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