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Copa do Mundo vai movimentar R$1,5 bilhão no varejo

Vai começar a Copa do Mundo! Apesar de o clima não ser como o das edições anteriores, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) revela que o evento vai movimentar R$ 1,5 bilhão no varejo brasileiro.

Confirmada a previsão, mesmo com alto número de desempregados, haverá um aumento de 7,9% em relação às vendas registradas na Copa do Mundo de 2014. Vale ressaltar que naquele ano, quando a Copa do Mundo aconteceu por aqui, 50,1% dos brasileiros fizeram alguma compra com o objetivo de aproveitar melhor os jogos.

Na ocasião, o varejo nacional contabilizou um faturamento de R$ 1,39 bilhão.

A pesquisa revela ainda que apenas 24% das famílias brasileiras têm intenção de consumir itens relacionados ao evento esportivo. A maioria (51,6%) deve gastar pelo menos R$ 200, sendo que 39,2% declararam intenções de consumir mais de R$ 300.

Os números estão de acordo com outro estudo realizado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). Nela, apenas 60 milhões de consumidores devem realizar gastos com produtos ou serviços relacionados à Copa do Mundo.

O SPC Brasil revela ainda que três em cada dez (33%) micro e pequenos empresários dos ramos do comércio e serviços estimam que as vendas vão crescer no período dos jogos.

Outros 19% enxergam uma queda no volume de vendas. Enquanto 47% acham que o torneio não terá impacto no resultado dos segmentos.

Entre os que projetam crescimento nas vendas da própria empresa (20%), a estimativa é de que o volume médio de vendas seja 27% superior ao mês anterior do mundial.

Copa do Mundo

Expectativa de faturamento do varejo por unidade da federação

copa do mundo
Intenções de consumo segundo produtos e faixas de rendimento médio mensal (% de famílias) – CNC

Doze Estados concentrarão 86% da receita gerada pelas vendas no varejo, diz a pesquisa da CNC. São Paulo (34,7%), Rio de Janeiro (8,5%) e Minas Gerais (8,3%) estão no topo da lista.

Entretanto, quando comparado ao Mundial de 2014, as maiores taxas de crescimento deverão ser verificadas em Santa Catarina (+24,8%) e no Rio Grande do Sul (+20,9%).

Entre as famílias com renda mensal superior a dez salários mínimos, o gasto médio acima de R$ 300 representa mais da metade (50,6%) do universo pesquisado. As famílias desta faixa de renda, entretanto, correspondem a menos de 16% do universo pesquisado.

São Paulo – R$ 523,50 milhões

Outros – R$ 212,60 milhões

Rio de Janeiro – R$ 127,90 milhões

Minas Gerais – R$ 125,60 milhões

Rio Grande do Sul – R$ 121,30 milhões

Paraná – R$ 106,10 milhões

Santa Catarina – R$ 76 milhões

Bahia – R$ 63 milhões

Goiás – R$ 39,60 milhões

Espírito Santo – R$ 30,20 milhões

Distrito Federal – R$ 28,50 milhões

Pernambuco – R$ 27,80 milhões

Ceará – R$ 25,10 milhões

Comida e cerveja: um clássico da Copa do Mundo

copa do mundo

A pesquisa da CNC aponta que a maior parte dos torcedores brasileiros (53,2%) estão propensos a efetuar esses gastos em seu domicílio. Contra 18,8% das intenções voltadas para o consumo em bares e restaurantes.

Já para 28% não haverá diferença significativa quanto ao local de consumo de alimentos e bebidas.

Do ponto de vista regional, o estudo da CNC diz que os consumidores de Porto Alegre (72,7%), Macapá (72,5%) e Palmas (70,5%) apresentaram as maiores propensões a consumir alimentos e bebidas no domicílio.

Enquanto os de Belém (31,3%), Curitiba (24,9%) e Salvador (24,6%) tendem a se destacar no consumo fora do domicílio.

Já uma pesquisa do site Tindeo, que divulga ofertas e catálogos online geolocalizados, revela que os brasileiros consumirão uma média de 58 latas de cervejas por pessoa durante a Copa do Mundo de 2018. Isso representa um número surpreendente de mais de 9 bilhões de latas de cerveja consumidas no período.

Já com relação às pizzas, estima-se um consumo de 38 pedaços de pizza por pessoa ao decorrer da Copa do Mundo. Isso representa um total de mais de 552 milhões de pizzas devoradas.

Snacks também ocupam o espaço de protagonistas: a média é de 14 pacotes de salgadinho por pessoa durante o evento, atingindo um total de 1,5 bilhão de pacotes consumidos.

E, finalmente, os amantes de refrigerantes: calcula-se uma média de 27 latas por pessoa durante a Copa do Mundo. Isso representa mais de 3 bilhões de latas de refrigerantes durante toda a competição.

E a camisa amarela da seleção?

Copa do MundoA camisa da seleção brasileira parece ter perdido o posto das maiores paixões nacionais e motivo de orgulho. A insatisfação dos torcedores com a política vai até trazer tons diferentes para a torcida brasileira durante a Copa do Mundo.

Muito por isso, a camisa azul da França é um dos uniformes de seleção mais vendidos no mundo no ano da Copa. O chefe da Federação Francesa afirmou que camisas do time estão esgotadas em diversas lojas.

Já no site da loja Netshoes, a camisa amarela da Seleção Brasileira comanda as vendas. Em seguida, aparece a Argentina e a Alemanha.

O Japão aparece em um improvável quarto lugar, superando a Espanha. A Itália, mesmo fora da Copa, tem a quinta camisa mais vendida.

Ainda segundo a loja virtual, de janeiro para cá, as buscas pela camisa da Seleção Brasileira aumentaram 600%.

As camisas mais vendidas de 2018 no site da Netshoes:

1 – Brasil
2 – Argentina
3 – Alemanha
4 – Japão
5 – Itália
6 – Bélgica
7 – Espanha
8 – Uruguai
9 – Rússia
10 – México

Política ou Copa do Mundo?

Desanimados com o desemprego, a corrupção e as eleições, muitos brasileiros ainda não decidiram como torcer na Copa do Mundo.

De acordo com estudo da Diretoria de Análise de Política da Fundação Getulio Vargas (FGV), desde o fim do mês passado, temas como desemprego, corrupção, eleições e a greve dos caminhoneiros tiveram mais atenção nas redes sociais do que a Seleção.

Nos últimos 12 dias, foram 2,3 milhões de menções nas redes à Seleção Brasileira e à Copa. Enquanto 4,8 milhões de postagens tratavam de temas políticos.

Nas redes sociais, os debates sobre o apoio ao time brasileiro (ainda que em segundo plano) são calorosos e movimentam muitos torcedores às vésperas do Mundial.







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