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    O Bitcoin morreu?

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    Quem vem acompanhando as recentes notícias do mercado cripto não vem encontrando muita coisa positiva nas manchetes. O mercado das criptomoedas vem sofrendo sua maior queda dos últimos dois anos.

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    O universo cripto não está sofrendo sozinho, as ações brasileiras e globais também vem sofrendo com um mercado de baixa, ou bear market, que para desespero dos investidores, parece não ter fim!

    Os conflitos globais e os resultados das restrições econômicas dos últimos dois anos tem impacto direto na economia real e também nos investimentos. Mas muito cuidado com o pânico, em momentos de preocupação no mercado, o melhor a fazer é não fazer nada.

    Previsões apocalípticas sobre o Bitcoin

    É muito comum nestes momentos de crise e pânico que investidores iniciantes e até gurus do mercado comecem a realizar previsões apocalípticas sobre o futuro do mercado de ações, mas principalmente sobre o mercado cripto que ainda é muito novo.

    Perante um ativo de apenas 13 anos como o Bitcoin, não se pode duvidar de nada.

    Em uma coluna no início do ano eu avisei, a entrada no período de adolescência do Bitcoin aos 13 anos seria bastante rebelde, porém um período também de amadurecimento, criação de caráter e consolidação.

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    Ser investidor de criptomoedas demanda estômago para suportar as quedas bruscas que ocorrem de forma constante, além dos períodos de baixa que podem se estender por meses e até anos, conhecidos como inverno cripto.

    Bitcoinisdead.org

    Não importa se está valendo 1 centavo de dólar ou 65 mil dólares, o Bitcoin é dado como morto por algum especialista ou guru do mercado quase todos os meses. A história do Bitcoin não pode ser contada sem a inclusão de seus crentes e descrentes mais fortes.

    O ceticismo é saudável para uma tecnologia revolucionária, pois acelera o desenvolvimento e a adoção destas novas tecnologias. Pensando nisso, o americando Jerry Feng criou “Bitcoin Is Dead” na esperança de contar a parte mais cética da história do cripto ativo, rastreando seus céticos mais notáveis ​​e documentando seus artigos pessimistas a respeito do Bitcoin.

    Com a sua criação em outubro de 2010, o site já contou aproximadamente 377 artigos de especialistas afirmando que o Bitcoin estava morto. O último artigo, é de maio de 2022, ou seja, há 12 anos o Bitcoin vem sendo declarado como morto, mas também por outro lado, também vem batendo recordes históricos de valorização.

    O futuro do Bitcoin

    A priori podemos concluir que os céticos estão tendo provas e mais provas de que estão errados. Ninguém pode prever o que vai acontecer com o Bitcoin, mas até o momento o ativo vem se provando forte, resistente e o ativo de maior valorização e proteção de capital sob pressão inflacionária da última década.

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    Apesar do período de dificuldade momentâneo do Bitcoin perante os acontecimentos globais, o ativo não mudou nenhum de seus fundamentos.

    Bitcoin em gráfico de queda
    Bitcoin é um investimento a longo prazo e apresenta quedas e subidas

    Se as pessoas gostavam do Bitcoin quando o ativo valia 65 mil dólares, elas deveriam gostar ainda mais aos 30 mil dólares, porém o fator emocional confunde os investidores. 

    O investidor deve aproveitar estes momentos de baixa para estudar melhor os fundamentos do Bitcoin e entender quais qualidades o ativo tem ou não, assim decidindo se este é um ativo que deve fazer parte de sua carteira de investimentos ou não. A melhor hora para adquirir qualquer coisa, é em períodos de desconto.

    Menção honrosa ao Bitcoin Pizza Day (22/05/2010)

    Nesta semana o Bitcoin Pizza Day faz 12 anos!

    Este dia ficou conhecido pela primeira transação de Bitcoin como moeda de troca em toda a história do ativo. Um programador da Flórida pagou 10 mil Bitcoins, que hoje valeriam mais de 300 milhões de dólares em duas pizzas. Isso mesmo, 300 milhões de dólares em duas pizzas. Atualmente, os 10 mil Bitcoins comprariam 46 milhões de pizzas.

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    O Pizza Day é uma lição valiosa para aprendermos com o erro dos outros, investir em cripto é um jogo de longo prazo e muita paciência!

    Conheça Renato Carvalho, colunista do FinanceOne

    Com vasto conhecimento sobre o mercado de moedas digitais, Renato Carvalho é colunista do FinanceOne. Semanalmente, ele traz informações importantes sobre criptomoedas. Fique de olho!

    Renato é administrador com experiência como executivo do setor de educação internacional e empresas de consultoria empresarial e auditoria “BIG 4”.

    Investidor de renda variável desde sua adolescência, produz conteúdo de educação financeira, mostrando o que faz com o seu próprio dinheiro “skin in the game”. Especialista em criptoativos e negócios disruptivos.

    É Bacharel em Administração pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e Université Libre de Bruxelles (Bélgica) e mestre em Administração pela Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC).

    Confira outros textos de Renato Carvalho, colunista do FinanceOne:

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    Renato Carvalho
    Renato Carvalho
    Renato é administrador com experiência como executivo do setor de educação internacional e empresas de consultoria empresarial e auditoria “BIG 4”. Investidor de renda variável desde sua adolescência, produz conteúdo de educação financeira, mostrando o que faz com o seu próprio dinheiro “skin in the game”. Especialista em criptoativos e negócios disruptivos.

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    É muito comum nestes momentos de crise e pânico que investidores iniciantes e até gurus do mercado comecem a realizar previsões apocalípticas sobre o futuro do mercado de ações, mas principalmente sobre o mercado cripto que ainda é muito novo.

    Perante um ativo de apenas 13 anos como o Bitcoin, não se pode duvidar de nada.

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    Não importa se está valendo 1 centavo de dólar ou 65 mil dólares, o Bitcoin é dado como morto por algum especialista ou guru do mercado quase todos os meses. A história do Bitcoin não pode ser contada sem a inclusão de seus crentes e descrentes mais fortes.

    O ceticismo é saudável para uma tecnologia revolucionária, pois acelera o desenvolvimento e a adoção destas novas tecnologias. Pensando nisso, o americando Jerry Feng criou “Bitcoin Is Dead” na esperança de contar a parte mais cética da história do cripto ativo, rastreando seus céticos mais notáveis ​​e documentando seus artigos pessimistas a respeito do Bitcoin.

    Com a sua criação em outubro de 2010, o site já contou aproximadamente 377 artigos de especialistas afirmando que o Bitcoin estava morto. O último artigo, é de maio de 2022, ou seja, há 12 anos o Bitcoin vem sendo declarado como morto, mas também por outro lado, também vem batendo recordes históricos de valorização.

    O futuro do Bitcoin

    A priori podemos concluir que os céticos estão tendo provas e mais provas de que estão errados. Ninguém pode prever o que vai acontecer com o Bitcoin, mas até o momento o ativo vem se provando forte, resistente e o ativo de maior valorização e proteção de capital sob pressão inflacionária da última década.

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    O investidor deve aproveitar estes momentos de baixa para estudar melhor os fundamentos do Bitcoin e entender quais qualidades o ativo tem ou não, assim decidindo se este é um ativo que deve fazer parte de sua carteira de investimentos ou não. A melhor hora para adquirir qualquer coisa, é em períodos de desconto.

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    Nesta semana o Bitcoin Pizza Day faz 12 anos!

    Este dia ficou conhecido pela primeira transação de Bitcoin como moeda de troca em toda a história do ativo. Um programador da Flórida pagou 10 mil Bitcoins, que hoje valeriam mais de 300 milhões de dólares em duas pizzas. Isso mesmo, 300 milhões de dólares em duas pizzas. Atualmente, os 10 mil Bitcoins comprariam 46 milhões de pizzas.

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    Com vasto conhecimento sobre o mercado de moedas digitais, Renato Carvalho é colunista do FinanceOne. Semanalmente, ele traz informações importantes sobre criptomoedas. Fique de olho!

    Renato é administrador com experiência como executivo do setor de educação internacional e empresas de consultoria empresarial e auditoria “BIG 4”.

    Investidor de renda variável desde sua adolescência, produz conteúdo de educação financeira, mostrando o que faz com o seu próprio dinheiro “skin in the game”. Especialista em criptoativos e negócios disruptivos.

    É Bacharel em Administração pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e Université Libre de Bruxelles (Bélgica) e mestre em Administração pela Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC).

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