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Renda variável para iniciantes: como começar a investir

Ativos de renda variável são aqueles que podem dar maiores ganhos no mundo dos investimentos. Ao mesmo tempo que atrai mais investidores pelo rendimento, afasta os mais conservadores pelo grau de risco. Para iniciantes no mercado financeiro, aprender como começar a investir na renda varável pode gerar, além de confiança, ganhos significativos.

Primeiramente, você sabe o que é renda variável? É simples: esta categoria de investimento está exposta à oscilação do mercado, tanto para bem quanto para mal. Esta estratégia é mais indicada a investidores arrojados – aqueles que estão dispostos a correrem grandes riscos se isso significar maior rentabilidade.

renda variável
Aprenda o que é e como funciona a renda variável

Renda variável x Renda fixa

A renda variável é o oposto da renda fixa, investimento mais conhecido por ter retorno seguro. No instante da compra dos ativos de renda fixa, já se sabe exatamente como será o caminho da aplicação e quanto receberá ao final do prazo.

Os ativos de renda fixa podem ser pré-fixados e pós-fixados. O pré-fixado é aquele no qual já existe taxa de retorno exata no início do investimento. Já no pós-fixado, não se sabe a rentabilidade final, já que depende de outros fatores que influenciam no resultado.

Os investimentos em renda fixa, em quase sua totalidade, possuem proteção do Fundo Garantidor de Crédito (FGC), que garante a devolução do dinheiro investido em casos da instituição falir. O valor ressarcido é de até R$250 mil por pessoa ou empresa.

Confira alguns exemplos de investimentos em renda fixa:

• Tesouro Direto
• Poupança
• Títulos Públicos
• Debêntures
• Certificados de Depósito Bancário (CDB)
• Letras de Crédito Imobiliário (LCI)
• Letras de Crédito do Agronegócio (LCA)

Tipos de renda variável

Os tipos mais comuns de investimentos em renda variável são: de ações, de câmbio, no ouro e derivativos. Cada qual com sua peculiaridade, são opções para quem deseja investir e ganhar mais retorno, seja a longo ou a curto prazo.

Por não ser possível saber o valor exato a ser resgatado em renda variável, podendo ser igual, maior ou menor que o investido inicialmente. É indicado ter uma boa reserva de segurança antes de escolher este tipo de investimento. Por isso, fique atento às oscilações para manter a sua saúde financeira em dia.

Também é indicado sempre atualizar os conhecimentos por meio de cursos e leitura.

Fundos de ações

A principal característica do investimento em ações é a oscilação dos preços em negociação, sendo reconhecida como a forma mais simples de investir na bolsa de valores. Para isso, é necessário que se tenha uma conta em um banco ou corretora de investimentos.

No fundo de ações são cobradas algumas taxas, como a de administração e performance, além de regras de resgato e demais peculiaridades. Funciona assim: ao investir determinado valor em uma cota de ações, se ganha o direito de obter o lucro referentes a essa coleção. Esta cota do fundo de ações é como se fosse um grupo de empresas.

Uma das vantagens deste tipo de investimento é possibilidade de empregar menos recurso. Há grupos que pedem R$2 mil, mas também existem os de R$100. São muitas oportunidades disponíveis no mercado de ações em que se pode investir com, tecnicamente, pouco dinheiro.

O fato é que é necessário que o investidor se atente à diversificação de sua carteira. Isso fará com que se corra menos riscos, aumentando as chances de grande rentabilidade. O fundo de ações é um dos mais voláteis, por isso, escolha com cuidado qual grupo entrar.

Fundos cambiais

Com alta rentabilidade e maior grau de risco, o fundo cambial é uma opção interessante dentro dos investimentos em renda variável. São aplicações relacionadas às moedas internacionais, sendo normalmente calculado com base no dólar ou euro.

Os fundos cambiais, portanto, são os títulos que são relacionados às variações de determinada moeda ou em taxas de juros (cupom cambial). Para ser considerado cambial, é necessário que seja investido no mínimo 80% do patrimônio líquido em ativos de uma moeda estrangeira.

Este tipo de investimento é vantajoso exatamente pelas chances dos ganhos elevados. O cuidado, nesse caso, deve ser aplicar ativos da carteira também em renda fixa, garantindo alguma diminuição de riscos.

Investir em ouro

Sim, é possível investir no ouro e por meio de bancos ou corretora. Também é um investimento volátil, mas com grandes benefícios.

O ouro valoriza ou desvaloriza de acordo com diferentes fatores como: estabilidade econômica, cotação do dólar, clima e até pela demanda mundial pelo metal. Este tipo de ativo está ligado às empresas.

Funciona assim: por não ter valor em si, o ouro é valorizado por meio da inflação. Por exemplo, de a bolsa cai, o ouro tende a subir. Normalmente é investido por meio da Bolsa de Valores de São Paulo, sendo vendido em gramas.

As maneiras de se investir em ouro são diversas. As mais comuns são comprando o metal propriamente dito; através do mercado futuro (como é feito no Ibovespa e Dólar); fundos de capital protegido; e fundos de investimento em ouro. Além destes, há o mercado informal.

O ouro é ideal para quem consegue lidar com sua oscilação. De fato, sua valorização é a longo prazo, que não tem uma taxa fixa de juros. Por isso, é indicado para investidores moderados e agressivos.

Mercados de derivativos

Tem sido muito utilizado no país por conta da sua principal utilidade: proteção contra a variação. Os derivativos colaboram prevenindo o balanço das empresas em relação aos riscos de mercado e suas oscilações

Os valores dos derivativos dependem da variação de outros ativos, como uma ação, juros, moedas e outros. Existem vários tipos de derivativos em que é possível usar menos dinheiro para investir em certo ativo.

Há três grandes possibilidades dos derivativos: mercado a termo, onde se assume um compromisso de compra e venda de determinado produto, ou ativo em data futura. A segunda é o mercado futuro, que é muito semelhante ao anterior, mas é considerado mais acessível por uma série de fatores.

O último é o mercado de opções, em que o investidor compra ou vende ativos financeiros, porém sem obrigações de cumprir com o negócio. Caso não seja mais vantajoso para um dos lados, não é obrigatório concretizá-lo.

Um exemplo do uso dos derivativos é o de um produtor de trigo, que ao invés de esperar a colheita para vender seu produto, utiliza o contrato futuro para comercializar seu produto. Ele, portanto, diminuiu os riscos do valor do produto cair e perder estoque.







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