A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) adicionou o teste para varíola dos macacos na lista de procedimentos que devem ser cobertos pelos planos de saúde. A decisão foi aprovada na última segunda-feira, dia 19 de setembro, de forma extraordinária.
“A partir da publicação da Resolução Normativa que atualiza o rol, os beneficiários de planos de saúde que apresentarem indicação médica, conforme definição do Ministério da Saúde, poderão realizar o teste para a detecção do vírus monkeypox [varíola dos macacos] por biologia molecular”, explicou a ANS.
Vale destacar que a decisão ocorre após o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) enviar ofício, em 31 de agosto, à ANS.
O órgão solicitou com urgência a inclusão de testes de diagnósticos e tratamento da varíola dos macacos no rol de procedimentos de cobertura obrigatória.
Todavia, a ANS chama atenção para o fato de a inclusão ter sido feita de forma extraordinária e acrescenta que “esta é a 12ª atualização da lista de coberturas obrigatórias em 2022, que incluíram 11 procedimentos e 20 medicamentos somente neste ano”.
Para obter a cobertura do exame, o paciente precisa apresentar uma indicação médica
Teste para varíola dos macacos é a 12ª atualização do rol de procedimentos
A entrada do teste para varíola dos macacos é a 12ª atualização da lista de coberturas obrigatórias em 2022, que incluíram 11 procedimentos e 20 medicamentos somente neste ano.
Uma das últimas atualizações foi a suspensão dos limites para consultas e sessões de psicologia, fonoaudiologia, terapia ocupacional e fisioterapia, desde que sob indicação médica.
No Brasil, existem oito laboratórios que realizam o diagnóstico da varíola dos macacos de forma gratuita. Além desses, laboratórios privados também têm capacidade de processar as amostras de pessoas suspeitas da infecção.
O aumento da demanda pelos exames já estava sendo registrado no Brasil. Um exemplo é da produtora Thermo Fisher Scientific que, em julho, observou o aumento de três vezes maior do uso de testes comparado ao mês anterior.
Entretanto, para obter a cobertura do exame, o paciente precisa apresentar uma indicação médica.
Conhecida internacionalmente como monkeypox, a varíola dos macacos é endêmica em regiões da África e se tornou uma preocupação sanitária devido a sua disseminação por diversos países desde maio.
No Brasil, já são 7.019 casos e duas mortes, segundo dados divulgados recentes pelo Ministério da Saúde. O primeiro falecimento foi registrado em Minas Gerais, em julho. O segundo no Rio de Janeiro, em agosto.
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Quem quer empreender com franquias no ramo de alimentação tem uma infinidade de possibilidades e nichos. O mercado de cafeterias, por exemplo, são boas pedidas e uma das mais famosas é a franquia Havanna.
Este estabelecimento pode concorrer tanto com outras cafeterias quanto confeitarias e lojas de chocolates. Isso porque o cardápio é variado e não só o café leva a fama, os alfajores da marca também são bastante famosos, por exemplo.
A Havanna se apresenta com a proposta de oferecer comidas típicas argentinas. Existem dois modelos de negócio, um menor com atendimento só para viagem e a loja maior com mesas.
A própria marca se descreve como um “mix de cafeteria completo, aliado ao mix de presentes e produtos, tanto tradicionais, quanto sazonais”.
A Havanna é líder de mercado na Argentina, tem mais de 80 anos no mercado internacional e está presente em mais de 2.500 pontos de venda em mais de 12 países, como: Argentina, Estados Unidos, Colômbia, Peru, Bolívia, Paraguai, Chile, Uruguai, Venezuela, México e Espanha.
Há ainda lojas em Duty Frees nos Aeroportos da Argentina, Chile, Brasil, USA, Uruguai, República Dominicana, além da distribuição para os Estados Unidos, Itália, França, Países Nórdicos e Inglaterra.
No Brasil, onde atua desde 2006, são mais de 200 unidades em funcionamento. Mas a expansão com o sistema de franquias só começou mesmo em 2014.
A empresa vende anualmente mais de 120 milhões de alfajores, sendo 15% de sua produção destinada ao exterior.
Como funciona a franquia Havanna?
A franquia Havanna tem duas possibilidades de modelos de negócio atualmente: as lojinhas do tipo “To Go”, que basicamente são focadas em venda para a viagem, e as lojas no modelo tradicional, com mesas, nos formatos quiosque e loja.
Os dois tipos de modelos podem ser abertos em shoppings, galerias, centros comerciais, aeroportos, faculdades, hospitais e ruas com alto fluxo de pessoas. O que diferencia mesmo é o tipo de atendimento.
Estabelecimentos do tipo To Go, são especializadas em rápido atendimento possibilitando o cliente a levar o pedido para viagem. Enquanto as tradicionais têm abordagem mais clássica, e requerem maior infraestrutura.
O modelo To Go tem as seguintes características:
Metragem: A partir de 12m² + área de mesas
Investimento: A partir de R$249 mil
Locais para abertura: Shoppings, galerias, centros comerciais, aeroportos, faculdades, hospitais e ruas com alto fluxo de pessoas
Tradicional:
Metragem: A partir de 16m² + área de mesas e cadeiras
Investimento: A partir de R$340 mil
Locais para abertura: Shoppings, galerias, centros comerciais, aeroportos, faculdades, hospitais e ruas com alto fluxo de pessoas
Franquia Havanna pode custar a partir de R$249 mil
Qual o valor da franquia Havanna e como abrir?
O valor da franquia Havanna depende do modelo de negócio. As lojas do tipo To Go, que são menores, têm investimento inicial a partir de R$249 mil. Já lojas e quiosques tradicionais custam a partir de R$340 mil.
Além desse capital inicial, o empreendedor precisa ter atenção a outros custos, como royalties, fundo de propaganda. Esses também variam de acordo com o modelo do negócio, assim como as estimativas de prazo de retorno. Veja:
To go – a partir de R$249 mil:
Royalties: 4% do faturamento bruto
Fundo de Propaganda: 1% do faturamento bruto
Lucratividade: de 15 a 18%
Retorno de investimento: 18 a 24 meses
Tradicional – a partir de R$340 mil:
Royalties: 5% do faturamento bruto
Fundo de Propaganda: 2% do faturamento bruto
Lucratividade: de 15 a 18%
Retorno de investimento: 24 a 30 meses
Para o franqueado, a Havanna oferece o projeto arquitetônico personalizado, análise de viabilidade do ponto comercial, apoio na implantação da unidade, treinamento e capacitação, apoio de marketing e trade marketing, além de suporte operacional.
Neste pacote também está inclusa uma consultoria de campo, um Serviço de Atendimento ao Franqueado (SAF) e o empreendedor também tem acesso a um software de gestão.
Como abrir uma franquia da marca?
Para abrir uma franquia Havanna é necessário fazer o cadastro no site da marca, na página Seja um Franqueado. Lá está o formulário que deve ser preenchido com alguns dados pessoais como:
nome
e-mail
celular
estado e cidade de interesse
Além disso, é necessário informar à empresa qual é o capital disponível que o empreendedor possui (de R$500 a R$450 mil), e também qual a fonte (se é financiamento ou capital próprio).
Depois de preencher todos os dados, verifique se todas as informações pessoais e os dados de contato foram digitados corretamente e clique em “enviar”. Então é necessário aguardar o retorno da franqueadora para obter mais informações e a Circular de Oferta.
De acordo com a marca, existe a possibilidade de abertura de franquia em todo o território nacional.
Todo brasileiro que tem um veículo sabe da importância de ter um seguro de carro. Afinal, ninguém quer colocar tanto dinheiro em um bem que possa sofrer danos em acidentes ou até roubos e furtos.
Por esse motivo, contratar uma seguradora é um dos principais pontos levantados por quem adquire o tão sonhado carro. Porém, o preço do seguro de carro é variável conforme a operadora e os serviços incluídos.
O modelo do automóvel e conservação também são levados em consideração. Assim como idade, sexo, estado civil e histórico na direção do motorista.
Todos esses dados são cruzados de maneira a chegar a um valor final. Dessa forma, é preciso saber que o preço do seguro de carro nunca é o mesmo.
Em geral, as seguradoras estabelecem os valores de acordo com a seguinte regra: quanto maior o risco, maior será o custo para o proprietário.
Mas quais fatores influenciam o valor oferecido pelas seguradoras? A 123Seguro, plataforma digital de seguros, separou algumas informações que as companhias analisam antes de fechar a conta do motorista.
Os fatores que influenciam nos preços dos seguros automobilísticos são:
9 fatores que influenciam no preço do seguro de carro
Se você ainda não sabe quais são os fatores que influenciam no preço do seguro de carro, veja a lista que a 123Seguro preparou.
Idade do condutor e de seus familiares
O fator mais conhecido e que mais afeta a decisão das seguradoras é a idade do motorista. Pessoas entre 18 e 25 anos tendem a ser inexperientes com seus veículos, então, o índice de acidentes acaba sendo maior.
Por esse motivo, os indivíduos nessa faixa etária acabam pagando mais caro pelo seguro em comparação com os motoristas mais velhos.
Mas não é apenas quem contrata a seguradora que é analisado. A faixa etária das pessoas que moram junto do motorista também é colocada na conta.
Uma vez que, mesmo não sendo motoristas habituais do veículo, a seguradora compreende que eles possam pegar a direção. Ainda que seja para uma emergência, o que eleva o risco de acidentes.
Normalmente, não é apenas um condutor que utiliza o carro, se a pessoa tiver um filho jovem, por exemplo, ele também entrará na decisão da seguradora.
Isso porque caso um roubo ou acidente ocorra com ele ao volante, o seguro não está coberto por completo.
Por isso, a dica é: se seu filho for usar o carro, após tirar a Carteira Nacional de Habilitação (CNH), inclua como dependente. O sinistro, portanto, poderá ser acionado em acidentes ou assaltos, em que ele esteja ao volante.
Gênero
O fato de ser mulher pode ser determinante para o preço do seguro de carro. Você sabia?
De acordo com levantamentos, as mulheres se envolvem em menos acidentes de trânsitopor serem mais atentas e cautelosas que os homens.
Diante disso, muitas optam por não dirigir à noite, horário em que os assaltos e colisões são mais frequentes.
Existem diversos fatores que influenciam no preço do seguro do carro
O seguro para as mulheres, dessa maneira, tende a ser mais barato que para os homens.
Conforme a regra de que quanto maior o risco para seguradora, maior o custo para o proprietário.
Uso do automóvel
Com que frequência você utiliza seu carro? Motoristas que utilizam o veículo esporadicamente, apenas para fins de semana ou pequenas movimentações diárias, conquistam seguros mais baratos do que os condutores que trabalham com os automóveis, por exemplo.
Isso porque o veículo fica menos tempo na rua. Ou seja, tem menos risco de sofrer colisões ou ser roubado.
Caso a utilização seja diária, os riscos aumentam. Em consequência, o valor do seguro também.
Endereço da residência
Outro fator é o local de residência do motorista. Se o apartamento ou casa tiver garagem, por exemplo, o carro terá maior segurança.
E, assim, estará em situação menos vulnerável que na rua. A proteção do veículo fará com que o seguro fique mais barato.
Até mesmo os bairros em que os motoristas moram podem influenciar no preço do seguro.
As seguradoras levam em consideração a média de assaltos da localidade.
E as metrópoles, onde há um grande número de acidentes, roubos e furtos, são classificadas pelas seguradoras como locais de maiores riscos de danos aos veículos. Então, as empresas oferecem um preço maior.
Onde você guarda seu carro?
Além do endereço do condutor, as empresas também analisam se há uma garagem para manter o veículo. Se a resposta for não e o automóvel pernoitar na rua, o valor proposto pela seguradora também será alterado.
Estado civil
O estado civil doa condutores também não passa despercebido
no momento do preço do seguro de carro.
Da mesma forma que as mulheres, os motoristas casados também
são vistos como cautelosos e mais atenciosos.
Isso ocorre porque, em tese, eles não têm uma vida social
agitada como os solteiros.
Além de, muitas vezes, dirigirem na presença da família. O
que redobra a atenção.
Os motoristas com filhos também tendem a pegar menos que os solteiros. Já que quem leva os filhos no automóvel costuma dirigir com mais calma.
Histórico de direção
A seguradora ainda pode levar em consideração o histórico de direção do motorista.
Por isso, caso ele tenha muitas infrações de trânsito e pontos na carteira, o preço será elevado.
Em contrapartida, aqueles que respeitam as leis de trânsito e não têm pontos na carteira levam vantagem.
Podem até mesmo garantir um desconto no seguro, a depender do serviço contratado.
O histórico de sinistros também conta.
Se o proprietário já tiver se envolvido em outras ocorrências de trânsito antes, como por exemplo, acidentes, roubos sem seguro, o preço pode aumentar.
Tipo de carro
Os modelos de veículos mais visados por ladrões em uma
determinada localidade podem representar um custo maior no seguro.
Esse valor também tende a aumentar em veículos que apresentam peças caras, que devem ser importadas. Isto é, que representem muitas despesas para a seguradora.
O que também vale, por exemplo, para os carros antigos ou fora de linha. Tendo em vista que é mais difícil encontrar as peças.
Quando isso ocorre, o preço do seguro de carro tem o costume de ser elevado. O ano de fabricação também não sai ileso.
Os carros mais novos apresentam reposição mais cara.
Por isso, o valor do seguro poderá ser maior. Por outro lado, ter alarmes, bloqueadores e rastreadores no veículo pode representar descontos.
Uma vez que esses equipamentos colaboram na prevenção a furtos
e roubos.
Modelos de cobertura
A depender do plano automobilístico escolhido e dos serviços
que estão incluídos, os preços também podem variar.
As coberturas mais completas, por exemplo, tendem a ter valor mais elevado. Quanto menor a franquia, maior o preço do seguro auto.
Vale destacar que os fatores que influenciam no preço do
seguro de carro são variáveis de uma seguradora para outro. Não necessariamente
todos serão aplicados.
De qualquer forma, é importante conhecer esses fatores para saber negociar o valor ao assinar o contrato.
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Depois do sucesso doPix no Brasil, diversos países passaram a enxergar o meio de pagamento como um modelo de sucesso a ser copiado mundialmente. Graças à adesão e rápida aceitação entre os brasileiros, a tecnologia é agora um modelo para a criação do Nexus, projeto internacional de iniciativa do Bank Of International Settlements (BIS).
O Pix internacional ainda está em fase de estudos, mas permitirá transferências entre mais de 60 países de maneira prática e sem burocracias. Conheça mais do projeto e saiba quais são as nações que já adotam pagamentos instantâneos.
O que é o Nexus?
O Pix internacional já tem nome: o Nexus é uma iniciativa do Banco Central de Compensações Internacionais (BIS, na sigla em inglês). Em fase de desenvolvimento, o projeto é inspirado no meio de pagamento brasileiro e deve abranger mais de 60 países.
O objetivo é integrar todos os países que já têm sistemas instantâneos de pagamento e reduzir as taxas cambiais paratransferências internacionais. Assim como o nosso Pix, a funcionalidade deve trazer mais facilidades e menos burocracias para as transações entre pessoas físicas e jurídicas.
Apesar da alta expectativa, o Nexus ainda não tem data de lançamento e está em fase de testes na sede do BIS na Suíça. De acordo com o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, a decisão pelo Pix internacional foi tomada com base no sucesso do sistema nacional.
Modalidade de pagamento instantâneo deve facilitar as transferências e reduzir taxas. (Fonte: Divulgação)
Com apenas um ano em funcionamento, o Pix já supera os cartões de crédito e as transferências por TED e DOC no Brasil.
Como dito anteriormente, o projeto Nexus ainda está em fase de estudos, mas deve reunir mais de 60 países parceiros do Banco Central de Compensações Internacionais. Atualmente, há testes ocorrendo na Malásia, em Cingapura e na Zona do Euro, pelo Banco da Itália.
Os membros do BIS que devem se beneficiar com o projeto do Pix internacional são:
Banco da Algeria
Banco Central da Argentina
Banco de Reserva da Austrália
Banco Central da República da Áustria
Banco Nacional da Bélgica
Banco Central da Bósnia e Herzegovina
Banco Central do Brasil
Banco Nacional da Bulgária
Banco do Canadá
Banco Central do Chile
Banco das Pessoas da China
Banco Central da Colômbia
Banco Central da Croácia
Banco Nacional da República Tcheca
Banco Nacional da Dinamarca
Banco da Estônia
Banco Central da Europa
Banco da Finlândia
Banco da França
Banco Central da Alemanha
Banco da Grécia
Autoridade Monetária de Hong Kong
Banco Magyar Nemzeti (da Hungria)
Banco Central da Islândia
Banco de Reserva da Índia
Banco da Indonésia
Banco Central da Irlanda
Banco de Israel
Banco da Itália
Banco do Japão
Banco da Coréia
Banco Central de Kuwait
Banco da Letônia
Banco da Lituânia
Banco Central de Luxemburgo
Banco Central da Malásia
Banco do México
Banco Al-Maghrib (do Marrocos)
Banco Central dos Países Baixos
Banco Central da Nova Zelândia
Banco Central da Noruega
Banco Nacional da República de Macedonia do norte
Banco de Reserva do Peru
Banco Central das Filipinas
Banco Narodowy (da Polônia)
Banco de Portugal
Banco Nacional da România
Banco Central da Federação Russa
Banco Central Saudita (Arábia Saudita)
Banco Nacional da Sérvia
Autoridade Monetária de Singapura
Banco Nacional da Eslováquia
Banco da Eslovênia
Banco da Reserva da África do Sul
Banco da Espanha
Sveriges Riksbank (da Suécia)
Banco Nacional da Suíça
Banco da Tailândia
Banco Central da República da Turquia
Banco Central dos Emirados Árabes Unidos
Banco da Inglaterra
Banco Central dos Estados Unidos (FED)
Banco de Estado do Vietnam
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Roger Federer é considerado um dos maiores jogadores de tênis e esportistas de todos os tempos. Além de ser um monstro nas quadras, ele sempre passou a impressão de jogar com classe, compostura e tranquilidade durante os jogos.
Este comportamento gerou a Federer diversos contratos publicitários com as maiores marcas do mundo, entre elas Nike, Wilson, Rolex, Mercedes-Benz, Moet & Chandon, Barilla, Lindt, Credit Suisse e até o governo da Suíça.
As premiações esportivas somadas aos contratos publicitários, renderam ao tenista estimados 1 bilhão de dólares até o momento.
A carreira de tenista se encerra agora, porém Roger provavelmente continuará realizando campanhas publicitárias. Seu patrimônio estimado de Roger é de 500 milhões de dólares.
Aposentar com meio bilhão no bolso?
Considerando que sua carreira terminasse de fato agora, Roger teria iniciado profissionalmente aos 17 anos e se aposentando aos 41 anos, ou seja, ao final de 24 anos de trabalho ele chegou a um patrimônio de meio bilhão de dólares.
Será que nós, meros mortais, conseguimos o mesmo feito?
Para deixar claro desde o início, é muito, muito raro que uma pessoa chegue a um patrimônio deste tamanho, especialmente aos 41 anos.
Patrimônios de 9 e 10 dígitos são raridade e normalmente levam muitas décadas para serem construídos, basta olhar a lista de bilionários da Forbes, a maioria tem cabelos brancos.
Cenários possíveis para chegar próximo ao patrimônio de Federer
Os cenários construídos já são bastante agressivos nos valores e nos rendimentos. O primeiro deles, vamos supor que o investidor consiga investir 10 mil reais por mês durante os 24 anos, isso significa que o investidor precisa colocar de lado 120.000 reais por ano e investir muito bem a grana a uma taxa de 15% ao ano, que se trata de uma taxa difícil, porém possível.
Na tabela abaixo podemos ver os valores:
Tabela 1 – Cenário 15% ao ano
(Tabela elaborada pelo autor)
Neste cenário, já considerado extremamente otimista, o investidor conseguiria chegar ao valor de patrimônio de 26 milhões ao final dos 24 anos. Nada mal, certo?
Apesar de 26 milhões de reais oferecerem um conforto enorme para uma pessoa de 41 anos se aposentar, o valor não chega nem perto do patrimônio adquirido por Roger. 26 milhões se colocados em uma renda fixa ou um fundo de investimento imobiliário que pague 10% ao ano, gerariam ao investidor aproximadamente 216 mil reais por mês, um baita salário.
Em segundo cenário, vamos imaginar que o investidor consiga investir os mesmos 10 mil por mês, porém desta vez ele acertou nos investimentos e conseguiu uma rentabilidade de 20% ao ano.
Lembrando que 20% ao ano é a média de retorno de Warren Buffet, considerado o melhor investidor do mundo, ou seja, também é possível, mas bastante desafiador chegar aos 20% ao ano.
Vamos à tabela:
Tabela 2 – Cenário 20% ao ano
(Tabela elaborada pelo autor)
Como podemos ver, ainda com uma estratégia de investimentos bastante agressiva e certeira, o investidor também não chega nem perto do patrimônio de Federer. Porém, o valor final também é bastante generoso, de quase 60 milhões de reais.
Moral da história
É muito difícil construir um patrimônio semelhante ao de um atleta de ponta. O investidor precisaria alcançar uma média de 50% ao ano para chegar próximo ao valor que Federer possui.
Os investimentos são um caminho para a riqueza e o aumento de patrimônio, mas o que de fato enriquece é o trabalho e a dedicação. Você concorda ou discorda?
Conheça Renato Carvalho, colunista do FinanceOne
Com vasto conhecimento sobre o mercado de moedas digitais, Renato Carvalho é colunista do FinanceOne. Semanalmente, ele traz informações importantes sobre criptomoedas e investimentos. Fique de olho!
Renato é administrador com experiência como executivo do setor de educação internacional e empresas de consultoria empresarial e auditoria “BIG 4”.
Investidor de renda variável desde sua adolescência, produz conteúdo de educação financeira, mostrando o que faz com o seu próprio dinheiro “skin in the game”. Especialista em criptoativos e negócios disruptivos.
É Bacharel em Administração pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e Université Libre de Bruxelles (Bélgica) e mestre em Administração pela Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC).
Confira outros textos de Renato Carvalho, colunista do FinanceOne:
A morte da rainha Elizabeth II não mexeu somente com os títulos de parte da família Real, mas também com a riqueza e os bens dos membros da realeza. Um exemplo é a fortuna do rei Charles III, você sabe de quanto é agora?
Não dá para negar que sempre que o assunto é a família Real, existe muita curiosidade sobre como eles vivem e o que de fato fazem. E é claro que com a nova fortuna do rei Charles III muitas especulações surgiram.
Diferentemente de como muitas pessoas recebem heranças após a morte de um ente querido, a da família Real será distribuída de acordo com a hierarquia. Sendo assim, cada membro terá direito a um conjunto de propriedades.
Seja por curiosidade ou não, muitos querem saber qual é o valor da fortuna do novo rei da Inglaterra.
Qual é a fortuna do rei Charles III?
A primeira coisa que o rei Charles III herdou da mãe foi o trono e, como soberano da Inglaterra passou a ter uma pequena parcela de renda da maior entidade de investimentos ligado à monarquia.
Além de ter direito a todo o patrimônio da Coroa, o novo rei também pode usufruir a partir de agora dos rendimentos de uma entidade privada, que é o Ducado de Lancaster.
De acordo com a Bloomberg, o patrimônio da Coroa já está avaliado em cerca de 18,2 euros, o que seria equivalente a R$109 bilhões. É importante destacar que todo esse patrimônio teve uma valorização de aproximadamente 70%.
Está achando muito dinheiro? E se te contarmos que o rei Charles III está isento do imposto sucessório sobre todos os bens que ele recebeu no testamento? Sim, e o documento está em sigilo por 90 anos.
Mas vale frisar que tanto o rei quanto a rainha Elizabeth II pagavam o imposto de renda e os ganhos de capital sobre fundos. E se você acha que a fortuna do rei Charles III acabou, está muito enganado.
A herança deixada pela rainha Elizabeth II é de R$102 bilhões ativos
Para se ter uma ideia, os bens supervisionados pelo rei estão estimados em US$42 bilhões em ativos da ex-rainha, o que seria cerca de R$167 bilhões. Mas esse valor continua sob custódia para o reino.
O mesmo acontece com os US$500 milhões em ativos pessoais, que é equivalente a aproximadamente em R$2,6 bilhões.
Qual é o atual patrimônio de cada um?
Além do rei Charles III, quem também vai usufruir é o seu filho mais velho, William (40 anos), que herdou o Ducado da Cornualha. Além disso, ele vai suceder Charles como príncipe de Gales e será o próximo na linha de sucessão ao trono.
O Rei Charles III ainda herdou, além do patrimônio da Coroa, os rendimentos de uma entidade privada: o Ducado de Lancaster.
Veja a seguir os ativos de cada um:
Patrimônio da Coroa: tem £17 bilhões (R$102 bilhões) em ativos. As propriedades mais famosas são a Regent Street, o centro de Londres, os direitos sobre o solo oceânico do Reino Unido, o palácio St.James.
Ducado da Cornualha: patrimônio avaliado em £1 bilhão (R$6 bilhões), sendo dono do Oval (estádio de críquete) da zona ao sul do Rio Tâmisa em Londres (South London) e da prisão de Dartmoor.
Ducado de Lancaster: £653 milhões em bens (R$3,9 bilhões). Entre os ativos estão o Castelo de Lancaster e terras rurais na Inglaterra e no País de Gales.
Vale lembrar que essas três são entidades que sustentam a família britânica, sendo a primeira pública.
Rei Charles III terá imposto na herança?
Outra dúvida é se o valor a ser recebido pelo novo monarca terá cobrança de impostos e taxas. E a resposta é não.
O rei Charles III fica isento de imposto sucessório sobre todos os bens que receber no testamento da rainha Elizabeth, sua mãe.
É válido mencionar que ele e a rainha pagam imposto de renda e ganhos de capital sobre fundos das propriedades. Porém, eles só começaram a ser cobrados há duas décadas, após acordo britânico.
Além disso, mais detalhes do destino da fortuna pessoal da rainha não devem ser revelados e ficarão sob sigilo. Inclusive, há diversos envelopes com testamentos de membros da família real britânica guardados há mais de um século e não revelados.
O consórcio imobiliário se tornou uma das modalidades de aquisição de imóveis mais utilizadas por quem deseja realizar o sonho ter a sua casa própria.
Contudo, antes de investir nesse tipo de financiamento, é preciso entender como ele funciona. Você sabe o que é um consórcio imobiliário? Leia mais e entenda!
Em primeiro lugar, o consórcio é a união de um grupo de pessoas (físicas ou jurídicas) que se juntam para adquirir um bem de alto valor. No caso do consórcio imobiliário, os bens pleiteados são imóveis.
Então, mensalmente, os integrantes desse grupo pagarão uma parcela referente à aquisição do item que pretendem adquirir. Uma instituição financeira fica responsável por administrar o consórcio e, para isso, cobra uma taxa de administração dos participantes.
A cada mês, um item é sorteado e o contemplado recebe uma carta de crédito. Se desejar, o consorciado pode ofertar um lance, antecipando o valor das prestações.
Assim, o que fizer o maior lance fica com a carta de crédito. Mas, você deve estar se perguntando: o que é essa tal carta de crédito?
A carta de créditofunciona como uma espécie de vale compras e é um documento entregue pela administradora do consórcio ao contemplado. Nela consta o valor total do item que ela deseja para que ela possa adquirir seu bem.
Um exemplo de como funciona:
Vamos supor que você esteja participando de um consórcio de imóveis com o objetivo de conseguir uma casa no valor de R$150 mil.
Se sorteado ou selecionado pelo melhor lance, você recebe uma carta de crédito com o valor de R$150 mil. Essa carta vai permitir que compre o imóvel à vista.
Tipos de lances em um consórcio imobiliário
Caso o consorciado queria ofertar lances para antecipar o recebimento da carta de crédito, pode fazer isso de duas maneiras: através de lances livres ou fixos. Entenda abaixo:
Lance livre: Modalidade em que o consorciado oferece o valor que desejar. Fica com a carta de crédito quem der o maior lance. Em caso de empate, cabe a administradora do consórcio criar um critério de desempate, mas muitas optam pelo sorteio.
Lance fixo: Nessa modalidade, o valor se estabelece por meio de um contrato. E você adquire a carta de crédito, caso sua oferta seja a maior.
Quais as vantagens de um consórcio imobiliário?
A princípio, é sempre importante lembrar que um consórcio exige disciplina e muito planejamento financeiro.
Afinal é um investimento de médio a longo prazo. Por isso, leve em consideração que o pagamento das parcelas pode sobrecarregar seu orçamento.
Ainda assim, o consórcio imobiliário apresenta algumas vantagens em relação a outros. Conheça algumas delas:
Acessibilidade
Muitos financiamentos se tornam extremamente burocráticos porque exigem comprovações detalhadas de renda, dentre outras limitações, o que não acontece em um consórcio.
Custo
Um dos principais atrativos de um consórcio é o fato de não ter juros, o que diminui custos em comparação a outros tipos de financiamento.
De todo modo, se você pretende optar por essa modalidade, fique atento à taxa de administração cobrada.
Parcelamento
Em um consórcio imobiliário não é preciso pagar nenhum valor de entrada, diferentemente dos financiamentos habitacionais, que exigem o pagamento de uma quantia à vista.
Responsabilidade
Esse é um tipo de investimento que apresenta vantagens que vão além do ponto de vista econômico.
Ou seja, durante um consórcio o participante se vê na obrigação de economizar e manter em dia o pagamento das parcelas mensais.
Nesse sentido, se torna mais fácil controlar os gastos e usar o dinheiro de forma mais inteligente.
A carta de crédito é um documento entregue ao contemplado e funciona como um vale compras
Investimento em consórcios de imóveis cresce 26% em 2022
Dados da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (Abac) apontam que os investimentos em consórcios de imóveis cresceram 26% no primeiro semestre de 2022 em comparação ao mesmo período do ano passado.
O número de contemplações também cresceu 11% no mesmo período e os créditos disponibilizados atingiram um aumento de 5%.
De acordo com o especialista Fernando Lamounier, diretor de novos negócios da Multimarcas Consórcios, “o crescimento significativo da demanda por consórcios deve-se à imprevisibilidade da taxa de juros, o que faz dele uma opção viável à longo prazo para a aquisição de imóveis”.
Cuidados antes de contratar um consórcio
Para quem possui o interesse em participar de um consórcio imobiliário, é necessária muita atenção e cautela. Principalmente quanto ao risco de inadimplência.
Lembre-se que o consórcio é formado por um grupo de pessoas e que todos os membros devem estar comprometidos, sobretudo com o pagamento das parcelas e demais especificações presentes no contrato.
É preciso ser criterioso quanto à escolha da administradora. Em suma, a empresa deve ser autorizada e fiscalizada peloBanco Central do Brasil, órgão que regulamenta o setor.
Esteja atento, também, se o método usado pela administradora atenderá às suas necessidades. Além de verificar quais são os critérios da empresa em casos de inadimplência.
A dica é pesquisar bastante e saber das experiências de consorciados que já utilizam o serviço da administradora em questão, para enfim, fechar o seu negócio.
Leia atentamente o contrato de adesão e fique ciente das especificações de cada cláusula, afinal, você investirá tempo e dinheiro nessa opção de financiamento. Então, assegure-se de que o investimento é confiável.
Por fim, esteja atento a possíveis fraudes. Uma prática comum é a venda de cotas contempladas. A atividade não é ilegal, mas é arriscada.
Caso essa opção seja oferecida a você, confira com a sua administradora sobre a veracidade da carta de crédito antes de adquiri-la.
Após todas essas etapas, adquira seu imóvel e realize o sonho da casa própria!
Já estão à venda os ingressos para a exposição imersiva ‘Oceano Sem Fronteiras’ no AquaRio. A proposta da atração é um “mergulho” no ecossistema marinho e pode ser visitada por pessoas de qualquer idade.
Oceano Sem Fronteiras ficará aberta para visitação até o dia 11 de dezembro no Aquário Marinho do Rio. A mostra propõe reflexões sobre a importância de garantir uma relação saudável com os mares.
A experiência imersiva permite ao visitante interagir com projeções com seres marinhos, a entender como é possível proteger o Oceano.
A exposição ocorre dentro da Década da Ciência Oceânica para o Desenvolvimento Sustentável, que iniciou em 2021 e vai até 2030, proposta pela Organização das Nações Unidas (ONU).
A iniciativa tem o objetivo de conscientizar a população em todo o mundo sobre a importância dos oceanos e mobilizar atores públicos, privados e sociedade civil para promover ações que favoreçam a sustentabilidade dos mares.
“Uma experiência lúdica que mostra a grandiosidade dos mares e suas profundezas, propondo reflexões sobre como podemos garantir uma relação sustentável e saudável com esse ecossistema único.”
Quanto custa o ingresso para a exposição imersiva no AquaRio?
O ingresso para a exposição imersiva ‘Oceano Sem Fronteiras’ no AquaRio custa a partir de R$10. Mas de acordo com o site da atração, o valor pode chegar a R$18, conforme critérios não informados.
A visitação fica disponível até o dia 11 de dezembro, todos os dias da semana, sendo das 9h às 17h em dias úteis e das 9h às 18h nos finais de semana.
A entrada pode ser adquirida por meio do site do aquário do Rio. É recomendado comprar com antecedência, pois as vagas são limitadas para cada sessão. Na hora da compra, o cliente escolhe a data e o horário.
Vale destacar também que o ingresso para a exposição imersiva não inclui o acesso ao aquário marinho. Quem quiser visitar os 28 tanques deve comprar entradas separadamente, elas custam de R$70 a R$140.
Com 26 mil m² de área construída e 4,5 milhões de litros de água, trata-se do maior aquário marinho da América do Sul e tem mais de 2 mil animais, de 350 espécies diferentes em exposição.
AquaRio recebe exposição imersiva do oceano até o dia 11 de dezembro
Como é a exposição?
Oceano Sem Fronteiras é uma exposição imersiva que passa por vários lugares e está no AquaRio até o dia 11 de dezembro. Projeções simulam o fundo do mar com todo o ecossistema marinho e o visitante pode interagir com os animais.
São 170 m² de exposição e são fornecidos mapas e painéis, cujos conteúdos têm a intenção de conscientizar as pessoas sobre como conservar a biodiversidade dos oceanos.
O visitante pode aprender sobre as consequências da pesca predatória e do acúmulo de plástico nos oceanos, por exemplo.
Também há painéis sobre a economia oceânica, o litoral brasileiro, a relação dos humanos com o mar e alertas para os problemas que afetam a biodiversidade, com consequências para a população global.
“Mais do que levar à nossa audiência arte, ciência e tecnologia, queremos engajar o público chamando-o à ação em relação à conservação do Oceano. Nossa ideia é que o visitante tenha diferentes sensações e reflexões em relação aos mares: seja por sua beleza e biodiversidade, por seus segredos e mistérios, por seus problemas e suas consequências – e buscando soluções para esses dois últimos temas”, disse Eduardo Carvalho, curador da exposição.
Com informações da Agência Brasil.
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Quem não conhece a loja Pernambucanas? A marca tem ganhado cada vez mais destaque no mercado. E, com isso, muitas pessoas estão começando a conhecer o cartão Pernambucanas, você já escutou falar nele?
Além disso, o cartão Pernambucanas torna-se mais uma opção para os consumidores que precisam de limite em loja e crédito fora. Além disso, quem é cliente da rede sempre conta com benefícios exclusivos por utilizar o cartão da marca.
Mas é comum ter dúvidas sobre como funciona o cartão, quem pode solicitar e quais as vantagens dele. Até porque ele precisa estar dentro da sua realidade financeira e também atender às suas necessidades.
Quer conhecer mais sobre o cartão Pernambucanas? Então continue lendo este artigo para saber tudo sobre o cartão.
Quais são os tipos de cartão Pernambucanas no mercado?
A primeira coisa que você precisa saber sobre o cartão Pernambucanas é que ele possui várias opções para que o cliente escolha a melhor para si. Cada uma delas atende a diferentes necessidades.
E esse é o principal diferencial do cartão Pernambucanas. E quais são os modelos disponíveis? Veja a lista abaixo!
Cartão Pernambucanas;
Cartão Flex;
Cartão Elo Mais;
Cartão Elo Grafite.
Mas vale ressaltar que os dois primeiros modelos são sem bandeira e aceitos somente nas lojas Pernambucanas. Já os demais podem ser usados em outros estabelecimentos.
Quais vantagens o cartão Pernambucanas oferece aos clientes?
É claro que, antes de solicitar um cartão de crédito, você precisa saber quais vantagens ele oferece, certo? E com o da Pernambucanas não é diferente.
Com o cartão Pernambucanas você tem desconto na primeira compra
Por isso, separamos uma lista das principais vantagens que você pode ter com esse cartão. Confira!
-> 10% off na primeira compra com o cartão nas lojas Pernambucanas;
-> Até seis datas de vencimento diferentes para escolher para a sua fatura;
-> Mais de 50 dias para pagar compras de moda e casa;
-> Você tem 30 dias para pagamento de eletrônicos;
-> Dois limites diferentes: compras á vista e parceladas;
-> Possibilidade de cartões sem anuidade.
Como solicitar um cartão Pernambucanas?
Se ficou interessado e deseja ter um cartão Pernambucanas, saiba que é bem fácil o processo para poder pedir o seu. Isso, inclusive, é possível ser feito online.
Vale destacar que a instituição não informa se há necessidade de comprovar renda mínima e, além disso, todos os cartões são emitidos na bandeira Elo.
Para solicitar, basta acessar o site da Pernambucanas, ir até a aba “cartões” e escolher o que melhor se adequa ao seu perfil e necessidade.
Depois, clique em “Peça agora” para iniciar o seu processo de solicitação, que é 100% gratuito, mas está sujeito à aprovação e análise de crédito.
Para solicitar, você vai precisar apenas de:
RG;
CPF;
CNH (se houver);
comprovante de endereço.
Vale destacar que também é possível solicitar comparecendo presencialmente em qualquer uma das unidades da Pernambucanas, que estão espalhadas pelo país.
Há anuidade no cartão Pernambucanas?
Sim! O cartão Pernambucanas conta com uma anuidade no valor de R$143,88, que é parcelado em 12 vezes pela empresa no cartão do cliente.
Uma outra vantagem é que o cliente terá aberta uma conta digital para poder movimentar e realizar transações com o cartão Pernambuco Abas, dentro e fora da loja.
Também será possível pagar por aproximação, com a possibilidade de pagar em crédito oui débito, além de descontos e lojas parceiras.
Gostou de saber mais sobre o cartão Pernambucanas? Continue lendo sobre as novidades do mercado financeiro aqui no FinanceOne.
Muitos trabalhadores ainda se perguntam qual é o prazo para fazer o saque extraordinário do FGTS. Embora os depósitos já tenham sido realizados, ainda é possível resgatar esse dinheiro.
O saque extraordinário do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço no valor de até R$1.000 foi depositado para o último lote de trabalhadores (os nascidos em dezembro) no mês de junho.
Quem nasceu entre os meses janeiro e novembro recebeu o dinheiro ainda antes disso, seguindo o calendário de pagamento do saque. Mas agora que os recursos estão disponíveis nas contas, até quando é possível sacar?
E o que acontecerá se o valor não for utilizado? Ele vai ficar na conta da Caixa para sempre? Não, existe um destino para o dinheiro que não for sacado no prazo e é sobre isso que falaremos neste artigo.
Qual é o prazo para o saque extraordinário do FGTS?
O prazo para o saque extraordinário do FGTS encerra no dia 15 de dezembro. Até lá, todos os trabalhadores que receberam o dinheiro na conta da Caixa podem sacar o valor quando bem entenderem.
O resgate do valor pode ser feito com o saque do dinheiro vivo ou via transferências. É possível:
transferir o valor para outras contas bancárias da Caixa ou de outro banco via TED ou DOC
transferir o valor via Pix
sacar o dinheiro nos terminais de autoatendimento da Caixa e nas casas lotéricas
Além disso, o trabalhador também pode utilizar o dinheiro para pagar boletos e contas por meio da própria conta da Caixa, ou utilizar o cartão de débito virtual e QR code do aplicativo para fazer compras em supermercados, farmácias e outros estabelecimentos.
O dinheiro não foi depositado para mim. O que aconteceu?
O prazo para fazer o saque extraordinário do FGTS ainda está correndo, mas o calendário de depósitos já foi finalizado. Isso significa que todos os trabalhadores que tinham direito ao valor liberado já receberam em suas contas da Caixa.
Todos os trabalhadores que possuem conta do FGTS, ativa ou inativa, com saldo disponível, tinham direito ao saque. O valor foi depositado de forma automática na conta do Caixa Tem, aberta automaticamente em nome do trabalhador.
Então, quem tem conta do Fundo de Garantia com saldo e não recebeu, pode estar com esse saldo bloqueado por algum motivo, como:
pedido de devolução de valor recolhido pelo empregador
e dados inconsistentes no banco de dados da Caixa.
Nestes casos em que os valores não tiverem caído automaticamente na conta, é necessário pedir a liberação dos recursos diretamente para a Caixa. Isso pode ser feito pelo aplicativo FGTS (Android eiOS) e nas agências da Caixa Econômica Federal.
Trabalhador pode sacar FGTS extraordinário até 15 de dezembro
O que acontece com o dinheiro se eu não sacar?
Se o prazo para fazer o saque extraordinário do FGTS é 15 de dezembro, o que acontece se o trabalhador não usar o dinheiro até lá?
É importante destacar que esse valor foi liberado pelo governo como uma forma de injetar mais dinheiro na economia e auxiliar trabalhadores. Porém, o saque não é obrigatório.
Depois que os R$1 mil já foram depositados na conta, o trabalhador que não quiser utilizá-los pode solicitar a reversão do crédito automático. Isso pode ser feito pelo aplicativo FGTS ou em uma das agências do banco, até o dia 10 de novembro.
Agora, caso o valor tenha sido depositado e o trabalhador não saque até 15 de dezembro, nem solicite a reversão de depósito, o dinheiro vai retornar à conta do FGTS na mesma data, devidamente corrigido.
Ao todo, 42 milhões de trabalhadores estavam aptos a receber saque extraordinário do FGTS, totalizando R$30 bilhões.