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    Criptomoeda: entenda o que é, para que serve e como investir com segurança

    4.3
    (224)

    O que você entende de criptomoedas? Sabe para que elas são usadas? Sabe como conseguir as suas?

    Neste artigo nós esclarecemos tudo sobre as moedas digitais para você entender como funciona todo esse universo. Veja algumas coisas que você vai aprender ao longo do conteúdo:

    O que é criptomoeda?

    Criptomoeda é um sistema de pagamento digital que não depende de bancos para confirmar as transações. É um sistema ponto a ponto que permite que qualquer pessoa envie e receba pagamentos de qualquer lugar.

    Em vez do dinheiro físico que é transportado e trocado no mundo real, os pagamentos em criptomoeda existem unicamente como entradas digitais em um banco de dados on-line que descreve as transações específicas.

    Ou seja, quando você transfere fundos de criptomoeda, as transações são registradas em um livro contábil público. Você armazena suas criptomoedas em uma carteira digital.

    A criptomoeda tem esse nome porque usa a criptografia para confirmar as transações.
    Isso significa que uma codificação avançada está envolvida no armazenamento e na transmissão de dados de criptomoeda entre as carteiras e os livros contábeis públicos. O objetivo da criptografia é oferecer segurança e proteção.

    Como funciona a criptomoeda?

    A cotação, compra e venda acontece anonimamente pela internet. A moeda digital é armazenada em uma carteira e administrada em um computador pessoal ou dispositivo móvel.

    A inovação tecnológica por trás da criptomoeda é conhecida como blockchain ou “protocolo da confiança”.

    Isso consiste em bases de registros e dados compartilhados, tendo como principal medida de segurança a descentralização.

    No blockchain, cria-se um índice global para todas as transações dentro do mesmo mercado. É uma espécie de livro-razão, totalmente público e compartilhado.

    A ausência da mediação de terceiros cria o senso de confiança na comunicação direta entre as partes da transação.

    A moeda virtual já é uma realidade de investimento de grandes players como a Microsoft e a IBM. Além de governos como os Emirados Árabes, Estônia e Singapura.

    Muitos julgam a criptomoeda como uma onda passageira. Porém, os dados mostram que ela pode ter chegado para ficar.

    Para que serve a criptomoeda?

    A lógica da moeda digital é a mesma do dinheiro em espécie. Por isso, sua função é, basicamente, permitir transações de compra e venda de bens e serviços.

    Grandes empresas, como WordPress, DELL e Soundcloud, já estão aceitando o pagamento em criptomoeda.

    Outra possibilidade é a transferência de valores pela internet, sem a necessidade de taxas cobradas por instituições financeiras e bancárias.

    Na prática, os termos criptomoeda, moeda virtual e moeda digital têm o mesmo significado.

    O primeiro refere-se à criptografia, enquanto as expressões “digital” e “virtual” remetem ao caráter intangível e abstrato do dinheiro online.

    Como comprar e vender moedas virtuais?

    Não existe um banco para retirar as criptomoedas. O trâmite para emissão e repasse é totalmente digital. Nenhum país ou região emite essas moedas.

    A compra e venda é bem simples, pela internet. No mercado brasileiro das criptomoedas, chamado ecoins, uma das principais plataformas de negociação é o Bit2me.

    É só criar uma conta gratuitamente e informar o valor em reais ou a quantidade de moedas virtuais desejada para comprar ou vender.

    O Bit2me está entre as 50 exchanges (corretoras de criptomoedas) mais confiáveis do mundo, segundo o Blockchain Transparency Institute (BTI).

    Pessoa segurando um Bitcoin
    Bitcoin é uma das criptomoedas mais populares do mundo

    Como funciona o processo de mineração das moedas?

    Para entender melhor como funciona o processo de mineração das moedas, vamos fazer uma comparação. Primeiro, imagine que você tem uma carteira virtual. Ela só permite que sejam guardadas moedas digitais, como por exemplo, os bitcoins, Ethereum ou Ripple.

    Para ter uma dessas moedas, você tem que trabalhar. É esse trabalho que é conhecido como mineração.

    O procedimento, em tese, é simples: o usuário deve resolver um problema com cálculos matemáticos complexos em seu computador.

    De dez em dez minutos, é adicionado um novo problema a blockchain para que a pessoa possa resolver.

    Quem consegue resolver o problema, envia a solução à blockchain. Se estiver certo, o usuário ganha unidades de criptomoedas pelo trabalho. Tais usuários são conhecidos como mineradores.

    Em resumo, mineração de criptomoedas é encontrar a chave que criptografa os blocos, chamada de “hash”.

    No caso do bitcoin, toda vez que um minerador encontra um bloco válido, ele é recompensado com 12,5 bitcoins. Contudo, esse trabalho requer esforço e custo computacional.

    Qualquer um pode tentar achar as hashs. Mas, somente poucas pessoas conseguem chegar à solução.

    Isso porque demanda um grande investimento de capital em servidores e computadores que sejam potentes para desempenhar esse tipo de trabalho.

    Por esse motivo, é mais fácil comprar uma criptomoeda de quem já tem uma delas.

    Qual o perfil do investidor em criptomoedas?

    É comum que as criptomoedas sofram com oscilações de valor, já que a tendência é que isso reduza à medida que a mineração de moedas for acabando. Por isso, o perfil indicado para investir nesse tipo de aplicação é bem restrito.

    Isso porque não é toda pessoa que consegue ver o patrimônio sofrendo reduções ou aumento maiores do que 50% em menos de dois meses.

    Sendo assim, existem dois perfis de investidores que podem se dar bem com as criptomoedas: os mais agressivos e as pessoas orientadas politicamente para perspectivas mais liberais.

    Para te ajudar a entender em qual dos dois perfis você se encaixa, vamos conhecer cada um deles:

    Investidores agressivos

    O investimento em criptomoedas é bastante atrativo para os investidores com o perfil agressivo. Isso acontece devido às altas possibilidades de ganho e o risco de perdas.

    Esse investidor pode aproveitar o crescimento das moedas virtuais para expandir o patrimônio. Além disso, existem moedas menos famosas e que são mais arriscadas e, consequentemente, com maior possibilidade de ganhos.

    Porém, elas devem ser analisadas com calma antes de investir o dinheiro. Isso irá evitar que você tenha um grande prejuízo.

    E para quem gosta de investir e não sofre com as oscilações do próprio capital, essa pode ser uma alternativa para seguir a regra de investimento. Que é “quanto mais arriscado é uma aplicação, maior é a sua rentabilidade”.

    Pessoas com perspectiva política liberal

    Esse perfil é para quem tem convicções econômicas e políticas que sejam favoráveis ao investimento de criptomoedas.

    Isso porque ao comprar esse tipo de moeda, você faz com que o seu dinheiro seja controlado somente por você. 

    Sendo assim, nem o governo e nem os bancos poderão cobrar taxas do seu patrimônio.

    Como investir em criptomoedas?

    Existem algumas formas de investir em criptomoedas. É possível comprar cotas de fundos de criptomoedas, negociá-las diretamente em uma corretora especializada (também conhecida como exchange), aceitando as moedas digitais como pagamento em algum negócio ou ainda minerando.

    Além disso, estar atento às oscilações dessa moeda, com quedas e altas diárias, e não investir mais do que 5% do patrimônio são algumas dicas de especialistas na área.

    Caso opte pelo serviço de uma corretora, que faça o intermédio dessas transações, você vai precisar atender a requisitos geralmente cobrados no mercado financeiro comum.

    Infográfico sobre como investir em criptomoedas

    Criptomoedas mais conhecidas

    Agora que você já sabe o que é, como funciona, como comprar e como usar, deve estar se perguntando quais as melhores criptomoedas para investir. Preparamos uma lista com as principais e mais valorizadas. Conheça!

    Bitcoin – Considerada a primeira moeda digital (Criptomoeda) descentralizada do mundo, foi apresentada em 2008 por um programador de pseudônimo Satoshi Nakamoto.

    Litecoin – Conhecido como irmão mais novo do bitcoin, tem as mesmas características, porém com menor tempo de transação, devido a uma taxa menor de bloqueio e mais acessibilidade. A tendência é de um maior crescimento graças à familiaridade com o bitcoin.

    Ethereum – Foi apresentado em 2014 por Vitalik Buterin, financiado como um projeto de crowdfunding, o terceiro maior já financiado dessa forma.

    Ripple – Também conhecido como XRP, é um pouco diferente das outras criptomoedas, pois traduz tanto uma moeda digital quanto uma rede de pagamento aberta, com menores taxas e atrasos de processamento.

    @financeonebr

    Chega de investir às cegas! Manda esse vídeo praquele seu amigo que compra criptomoeda sem estudo 😉 #cripto #criptomoedas #btc #eth #altcoin #doge

    ♬ BARELY BREATHING – Grant Averill

    Outros exemplos de criptomoedas

    Monero – Usa o código aberto CrytoNote, codificado a partir do zero. Entre suas características estão transações e pagamentos ocultos.

    A diferença básica entre ela e o bitcoin é que ela cria um endereço único para cada transação, adotando uma senha privada que possibilita que as informações completas do processo sejam vistas apenas pela pessoa que recebeu o depósito ou por quem possuir a senha.

    Dash – Operações com essa moeda têm confirmação praticamente instantânea, pela rede Masternodes (diferente do bitcoin). E é essa rede que permite que as transações sejam anônimas, caracterizando a dash pela privacidade dos seus usuários.

    Siacon – Essa é considerada a moeda mais promissora quando o quesito é a tecnologia blockchain. Ela não exige grandes processadores para serem mineradas.

    Os usuários disponibilizam um espaço no computador para que as transações sejam processadas. Em troca, as pessoas recebem unidades da criptomoeda.

    ICOs se tornam alternativas para investimentos

    Uma ICO (Initial Coin Offering) é uma oferta inicial pública de venda de uma criptomoeda. Criadas como alternativas ao Bitcoin, as chamadas moedas altcoins vêm se multiplicando em ritmo acelerado.

    Contudo, uma ICO não se limita apenas à distribuição de uma nova altcoin. ICOs também podem servir muito bem como uma ferramenta de captação de recursos para qualquer tipo de projeto.

    Diversas empresas e startups já estão usando as ICOs para levantarem capital e se financiarem.

    Além da ausência de burocracia, lançar um projeto por meio de uma ICO é mais seguro e prático do que as alternativas tradicionais de captação de investimento.

    A dinâmica de uma ICO pode variar de moeda para moeda. Mas, normalmente, a sua composição é formada pelas seguintes etapas:

    – Divulgação do lançamento;
    – Arrecadação de recursos;
    – Distribuição dos tokens aos compradores.

    Vantagens das ICOs:

    1 – Menos burocracia

    Os meios tradicionais de captação de recursos têm regulamentação mais rígida e formalidades que não estão presentes em uma ICO. Por isso, o processo é mais simples, rápido e dinâmico.

    2 – Alto potencial de lucro

    O grande incentivo dos investimentos é o lucro alto. Obviamente, o projeto também é importante, mas os apoiadores geralmente estão dispostos a fazer aplicações de maior risco diante da promessa de alto retorno.

    Como investir em ICO?

    O primeiro passo para investir nas ICOs é escolher uma plataforma de negociação online. Pesquise os termos e condições de uso, bem como as ferramentas e funcionalidades oferecidas para facilitar as suas operações.

    O próximo passo é fazer o cadastro. Preencha o formulário digital. Mas, lembre-se que esse momento não deve ser feito às pressas. Quando o acesso estiver liberado, o próximo passo é a transferência de recursos.

    Nessa etapa, você deve transferir o dinheiro que pretende utilizar para investir em uma ou mais contas bancárias e/ou os bitcoins de uma ou mais carteiras.

    Assim que as transferências forem verificadas, os valores aparecerão disponíveis para negociação na sua conta.

    Conheça o Halving: evento que promete alto lucro com criptomoedas

    A cada quatro anos ocorre o halving, evento que promete alto lucro com criptomoedas. Ele tem como finalidade a diminuição da oferta de moedas digitais, dando início a uma nova onda de valorização dos ativos.

    O evento deste ano ocorreu em maio. Quando um halving acontece significa que o número de moedas tende a cair pela metade.

    Isso significa que se a cada dez minutos um bitcoin estiver em 12,5 ele vai baixar para 6,25 bitcoins no dia do evento. Assim, com uma decaída da oferta e demanda cada vez maior pelo ativo, o fenômeno halving é um verdadeiro gatilho para a alta da moeda.

    O evento, portanto, é uma boa alternativa para quem quer lucrar investindo em criptomoedas. A crise econômica —  que cresceu ainda mais com a pandemia do coronavírus —  também pode acelerar a consideração do bitcoin como forma de investimento.

    Confira outros conteúdos sobre criptomoedas:

    + Tudo o que você precisa saber sobre criptomoeda!
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     Como identificar fraudes com criptomoedas 
    + 10 criptomoedas além do Bitcoin que você precisa conhecer
    + Com criptomoedas em alta, aprenda a investir em Bitcoin
    + Criptomoedas: quem são os 10 mais ricos do mundo
    + 14 livros sobre Bitcoin, Blockchain e Criptomoedas que você precisa conhecer

    Quais as vantagens e os riscos de investir em criptomoedas?

    A principal vantagem de se investir em criptomoedas é a possibilidade de lucro, muitas delas, têm rendimentos maiores que muitas aplicações tradicionais.

    Aliado a isso, as moedas digitais permitem que o investidor diversifique sua carteira. Com base nessa estratégia, o investidor possui inúmeras moedas digitais para aplicar seu dinheiro.

    Outro ponto que vale destacar é que as criptomoedas não são controladas e taxadas por governos ou instituições financeiras, sendo reguladas apenas pela oferta e demanda.

    E, cada vez mais, grandes empresas passaram a aceitar pagamentos com moeda digital, aumentando assim a sua credibilidade de forma automática, o que leva a um consequente aumento generalizado da sua utilização.

    Dentre as desvantagens, a principal é que as criptomoedas possuem alta volatilidade, o que pode levar a grandes ganhos, mas também a enormes perdas. Quem perde também não tem possibilidade de consesuir reembolso.

    Por fim, não podemos deixar de destacar que apesar de seguras, o mercado cripto sofre constantetemente com ação de hackers e de golpistas.

    4 mitos que você já pode ter escutado sobre a criptomoeda

    Sempre que surge algo novo no mercado, seja ele qual for, junto vem os mitos sobre determinado assunto. Com as criptomoedas não foi diferente e, por isso, é bem provável que você já tenha caído em algumas delas.

    Quer saber se você já contou ou caiu em algum mito sobre a criptomoeda? Confira uma lista com 5 mitos abaixo!

    1) Bitcoin é ilegal no Brasil

    Esse é um dos maiores mitos. No Brasil, a validade das criptomoedas, como o Bitcoin, já são reconhecidas. E uma prova disso é que quem compra precisa declarar as criptomoedas no Imposto de Renda. Quer saber mais detalhes? Publicamos um conteúdo que fala sobre a legalidade das criptomoedas no Brasil. Acesse!

    2) Criptomoedas não são seguras

    Pelo contrário, as criptomoedas são bastante seguras e essa é uma das suas grandes vantagens. Isso porque as moedas virtuais são uma nova forma de você realizar transações e guardar informações.

    Por esse motivo, as técnicas de segurança são tão inovadoras quanto essas transações. Além disso, muitas instituições financeiras estão buscando essa tecnologia para implementar nos bancos.

    3) Não é possível comprar nada com as moedas virtuais

    Outro mito que muitas pessoas falam, mas que não é verdade. Existem alguns sites que permitem que você compre viagens, produtos eletrônicos, roupas e acessórios e até mesmo alimentos.

    4) As moedas virtuais são 100% anônimas

    As criptomoedas são seguras, mas não são 100% anônimas. As transações de bitcoin, por exemplo, podem ser rastreadas por meio de técnicas já conhecidas, como investigar e-mails e tráfego de informação digital.

    Como declarar Bitcoin e criptomoedas à Receita Federal?

    Parte importante da contabilidade de Bitcoins e criptomoedas, o modo como esses ativos devem ser declarados no Imposto de Renda é um ponto que merece bastante atenção dos empreendedores.

    É fundamental considerar que praticamente todas as transações realizadas com esses ativos digitais, tais como compra, venda e troca, devem ser informadas à Receita Federal.

    Estão livres dessa regra apenas as transações de compra e venda realizadas por meio de corretoras estrangeiras, ou as realizadas entre pessoas físicas, cujos valores são inferiores a R$30 mil por mês.

    Se esse não for o seu caso, ao realizar a Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física, é preciso declarar as criptomoedas na aba “Bens e Direitos” no Programa de IR, utilizando o código correspondente, que pode ser:

    • 81: Criptoativo Bitcoin – BTC
    • 82: outros criptoativos, do tipo moeda digital (altcoins), tais como Ether (ETH), XRP (Ripple) e Litecoin (LTC)
    • 89: demais criptoativos não considerados criptomoedas, por exemplo, payment tokens.

    Criptomoedas no Brasil

    Atualmente, no Brasil, muitas corretoras tentam desmistificar a imagem de que as moedas digitais são utilizadas para operações especulativas e ilegais, aproximando-as do dia a dia das pessoas.

    Para isso, a grande aposta vai para o uso das criptomoedas para operações de câmbio e remessa de recurso para o exterior.

    Mas é inegável que a volatilidade das criptomoedas é uma barreira que dificulta a maior aceitação do bitcoin. Por isso, as corretoras estão elaborando ferramentas para garantir o valor de venda dos produtos comprados com criptomoedas.

    Existem ainda algumas tentativas de regulamentar o segmento, o que tornaria o mercado mais popular. Porém, no Brasil, ainda há uma grande resistência dos segmentos financeiros tradicionais.

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    Redação
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    41 COMENTÁRIOS

      • Olá, Júlio. Tudo bem?
        Agradecemos seu contato. A criptomoeda funciona como uma moeda digital. Sua negociação se dá pela internet, sem burocracias e intermediários, caracterizada pela ausência de um sistema monetário regulamentado — por exemplo, o Banco Central do Brasil.

    1. Já ouvi falar das criptomoedas há alguns anos atrás, porem não dei muita importância. Hoje vejo o tanto que cresceu e acredito que seja o futuro digital. Estou estudando mais a fundo para poder investir. Gostei muito da explicação de vocês e me ajudou muito.

    2. Acho enteressante da cryptomoeda mas como começar , a onde se dirigir para o inicio e o que garantia que me dao se eu investir o meu dinheiro ai?

      • Oi, Rodrigues! Tudo bem?
        Primeiro de tudo, é importante ter em mente que as criptos são investimentos de risco, por serem muito voláteis. Ou seja, não há garantias. Então o primeiro passo é saber se esse tipo de aplicação condiz com seus objetivos financeiros e se está disposto a correr riscos. Fora isso, sugerimos nosso e-book gratuito sobre o tema, a leitura te ajudará bastante: Criptomoedas – Guia completo para você começar a investir

      • Oi, Rodrigues! Tudo bem?
        É importante ter em mente que as criptos são investimentos de risco, por serem muito voláteis. Ou seja, não há garantias. Então o primeiro passo é saber se esse tipo de aplicação condiz com seus objetivos financeiros e se está disposto a correr riscos. Fora isso, sugerimos nosso e-book gratuito sobre o tema, a leitura te ajudará bastante: Criptomoedas – Guia completo para você começar a investir

    3. Desculpe, eu gosto de uma explicação mais prática. Supondo que eu compre R$30,00 em criptomoedas e não compre mais nenhuma, esse valor vai rendendo e eu posso depois resgatsr esse lucro?Se rende quanto tempo levaria? Desculpe a ignorância.

      • Oi, Manoel! Tudo bem?
        Não necessariamente esses R$30 vão render. As criptomoedas são voláteis, então elas podem valorizar ou desvalorizar. Um exemplo simplificado: se você compra R$30 de Bitcoin em um dia, no dia seguinte esse mesmo montante pode estar valendo R$50 ou R$10. É um investimento de risco, portanto sugerimos que pesquise a fundo antes de entrar nesse mercado. Confira nosso Guia completo para você começar a investir em criptomoedas.

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    Criptomoeda: entenda o que é, para que serve e como investir com segurança

    4.3
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    O que você entende de criptomoedas? Sabe para que elas são usadas? Sabe como conseguir as suas?

    Neste artigo nós esclarecemos tudo sobre as moedas digitais para você entender como funciona todo esse universo. Veja algumas coisas que você vai aprender ao longo do conteúdo:

    O que é criptomoeda?

    Criptomoeda é um sistema de pagamento digital que não depende de bancos para confirmar as transações. É um sistema ponto a ponto que permite que qualquer pessoa envie e receba pagamentos de qualquer lugar.

    Em vez do dinheiro físico que é transportado e trocado no mundo real, os pagamentos em criptomoeda existem unicamente como entradas digitais em um banco de dados on-line que descreve as transações específicas.

    Ou seja, quando você transfere fundos de criptomoeda, as transações são registradas em um livro contábil público. Você armazena suas criptomoedas em uma carteira digital.

    A criptomoeda tem esse nome porque usa a criptografia para confirmar as transações.
    Isso significa que uma codificação avançada está envolvida no armazenamento e na transmissão de dados de criptomoeda entre as carteiras e os livros contábeis públicos. O objetivo da criptografia é oferecer segurança e proteção.

    Como funciona a criptomoeda?

    A cotação, compra e venda acontece anonimamente pela internet. A moeda digital é armazenada em uma carteira e administrada em um computador pessoal ou dispositivo móvel.

    A inovação tecnológica por trás da criptomoeda é conhecida como blockchain ou “protocolo da confiança”.

    Isso consiste em bases de registros e dados compartilhados, tendo como principal medida de segurança a descentralização.

    No blockchain, cria-se um índice global para todas as transações dentro do mesmo mercado. É uma espécie de livro-razão, totalmente público e compartilhado.

    A ausência da mediação de terceiros cria o senso de confiança na comunicação direta entre as partes da transação.

    A moeda virtual já é uma realidade de investimento de grandes players como a Microsoft e a IBM. Além de governos como os Emirados Árabes, Estônia e Singapura.

    Muitos julgam a criptomoeda como uma onda passageira. Porém, os dados mostram que ela pode ter chegado para ficar.

    Para que serve a criptomoeda?

    A lógica da moeda digital é a mesma do dinheiro em espécie. Por isso, sua função é, basicamente, permitir transações de compra e venda de bens e serviços.

    Grandes empresas, como WordPress, DELL e Soundcloud, já estão aceitando o pagamento em criptomoeda.

    Outra possibilidade é a transferência de valores pela internet, sem a necessidade de taxas cobradas por instituições financeiras e bancárias.

    Na prática, os termos criptomoeda, moeda virtual e moeda digital têm o mesmo significado.

    O primeiro refere-se à criptografia, enquanto as expressões “digital” e “virtual” remetem ao caráter intangível e abstrato do dinheiro online.

    Como comprar e vender moedas virtuais?

    Não existe um banco para retirar as criptomoedas. O trâmite para emissão e repasse é totalmente digital. Nenhum país ou região emite essas moedas.

    A compra e venda é bem simples, pela internet. No mercado brasileiro das criptomoedas, chamado ecoins, uma das principais plataformas de negociação é o Bit2me.

    É só criar uma conta gratuitamente e informar o valor em reais ou a quantidade de moedas virtuais desejada para comprar ou vender.

    O Bit2me está entre as 50 exchanges (corretoras de criptomoedas) mais confiáveis do mundo, segundo o Blockchain Transparency Institute (BTI).

    Pessoa segurando um Bitcoin
    Bitcoin é uma das criptomoedas mais populares do mundo

    Como funciona o processo de mineração das moedas?

    Para entender melhor como funciona o processo de mineração das moedas, vamos fazer uma comparação. Primeiro, imagine que você tem uma carteira virtual. Ela só permite que sejam guardadas moedas digitais, como por exemplo, os bitcoins, Ethereum ou Ripple.

    Para ter uma dessas moedas, você tem que trabalhar. É esse trabalho que é conhecido como mineração.

    O procedimento, em tese, é simples: o usuário deve resolver um problema com cálculos matemáticos complexos em seu computador.

    De dez em dez minutos, é adicionado um novo problema a blockchain para que a pessoa possa resolver.

    Quem consegue resolver o problema, envia a solução à blockchain. Se estiver certo, o usuário ganha unidades de criptomoedas pelo trabalho. Tais usuários são conhecidos como mineradores.

    Em resumo, mineração de criptomoedas é encontrar a chave que criptografa os blocos, chamada de “hash”.

    No caso do bitcoin, toda vez que um minerador encontra um bloco válido, ele é recompensado com 12,5 bitcoins. Contudo, esse trabalho requer esforço e custo computacional.

    Qualquer um pode tentar achar as hashs. Mas, somente poucas pessoas conseguem chegar à solução.

    Isso porque demanda um grande investimento de capital em servidores e computadores que sejam potentes para desempenhar esse tipo de trabalho.

    Por esse motivo, é mais fácil comprar uma criptomoeda de quem já tem uma delas.

    Qual o perfil do investidor em criptomoedas?

    É comum que as criptomoedas sofram com oscilações de valor, já que a tendência é que isso reduza à medida que a mineração de moedas for acabando. Por isso, o perfil indicado para investir nesse tipo de aplicação é bem restrito.

    Isso porque não é toda pessoa que consegue ver o patrimônio sofrendo reduções ou aumento maiores do que 50% em menos de dois meses.

    Sendo assim, existem dois perfis de investidores que podem se dar bem com as criptomoedas: os mais agressivos e as pessoas orientadas politicamente para perspectivas mais liberais.

    Para te ajudar a entender em qual dos dois perfis você se encaixa, vamos conhecer cada um deles:

    Investidores agressivos

    O investimento em criptomoedas é bastante atrativo para os investidores com o perfil agressivo. Isso acontece devido às altas possibilidades de ganho e o risco de perdas.

    Esse investidor pode aproveitar o crescimento das moedas virtuais para expandir o patrimônio. Além disso, existem moedas menos famosas e que são mais arriscadas e, consequentemente, com maior possibilidade de ganhos.

    Porém, elas devem ser analisadas com calma antes de investir o dinheiro. Isso irá evitar que você tenha um grande prejuízo.

    E para quem gosta de investir e não sofre com as oscilações do próprio capital, essa pode ser uma alternativa para seguir a regra de investimento. Que é “quanto mais arriscado é uma aplicação, maior é a sua rentabilidade”.

    Pessoas com perspectiva política liberal

    Esse perfil é para quem tem convicções econômicas e políticas que sejam favoráveis ao investimento de criptomoedas.

    Isso porque ao comprar esse tipo de moeda, você faz com que o seu dinheiro seja controlado somente por você. 

    Sendo assim, nem o governo e nem os bancos poderão cobrar taxas do seu patrimônio.

    Como investir em criptomoedas?

    Existem algumas formas de investir em criptomoedas. É possível comprar cotas de fundos de criptomoedas, negociá-las diretamente em uma corretora especializada (também conhecida como exchange), aceitando as moedas digitais como pagamento em algum negócio ou ainda minerando.

    Além disso, estar atento às oscilações dessa moeda, com quedas e altas diárias, e não investir mais do que 5% do patrimônio são algumas dicas de especialistas na área.

    Caso opte pelo serviço de uma corretora, que faça o intermédio dessas transações, você vai precisar atender a requisitos geralmente cobrados no mercado financeiro comum.

    Infográfico sobre como investir em criptomoedas

    Criptomoedas mais conhecidas

    Agora que você já sabe o que é, como funciona, como comprar e como usar, deve estar se perguntando quais as melhores criptomoedas para investir. Preparamos uma lista com as principais e mais valorizadas. Conheça!

    Bitcoin – Considerada a primeira moeda digital (Criptomoeda) descentralizada do mundo, foi apresentada em 2008 por um programador de pseudônimo Satoshi Nakamoto.

    Litecoin – Conhecido como irmão mais novo do bitcoin, tem as mesmas características, porém com menor tempo de transação, devido a uma taxa menor de bloqueio e mais acessibilidade. A tendência é de um maior crescimento graças à familiaridade com o bitcoin.

    Ethereum – Foi apresentado em 2014 por Vitalik Buterin, financiado como um projeto de crowdfunding, o terceiro maior já financiado dessa forma.

    Ripple – Também conhecido como XRP, é um pouco diferente das outras criptomoedas, pois traduz tanto uma moeda digital quanto uma rede de pagamento aberta, com menores taxas e atrasos de processamento.

    @financeonebr

    Chega de investir às cegas! Manda esse vídeo praquele seu amigo que compra criptomoeda sem estudo 😉 #cripto #criptomoedas #btc #eth #altcoin #doge

    ♬ BARELY BREATHING – Grant Averill

    Outros exemplos de criptomoedas

    Monero – Usa o código aberto CrytoNote, codificado a partir do zero. Entre suas características estão transações e pagamentos ocultos.

    A diferença básica entre ela e o bitcoin é que ela cria um endereço único para cada transação, adotando uma senha privada que possibilita que as informações completas do processo sejam vistas apenas pela pessoa que recebeu o depósito ou por quem possuir a senha.

    Dash – Operações com essa moeda têm confirmação praticamente instantânea, pela rede Masternodes (diferente do bitcoin). E é essa rede que permite que as transações sejam anônimas, caracterizando a dash pela privacidade dos seus usuários.

    Siacon – Essa é considerada a moeda mais promissora quando o quesito é a tecnologia blockchain. Ela não exige grandes processadores para serem mineradas.

    Os usuários disponibilizam um espaço no computador para que as transações sejam processadas. Em troca, as pessoas recebem unidades da criptomoeda.

    ICOs se tornam alternativas para investimentos

    Uma ICO (Initial Coin Offering) é uma oferta inicial pública de venda de uma criptomoeda. Criadas como alternativas ao Bitcoin, as chamadas moedas altcoins vêm se multiplicando em ritmo acelerado.

    Contudo, uma ICO não se limita apenas à distribuição de uma nova altcoin. ICOs também podem servir muito bem como uma ferramenta de captação de recursos para qualquer tipo de projeto.

    Diversas empresas e startups já estão usando as ICOs para levantarem capital e se financiarem.

    Além da ausência de burocracia, lançar um projeto por meio de uma ICO é mais seguro e prático do que as alternativas tradicionais de captação de investimento.

    A dinâmica de uma ICO pode variar de moeda para moeda. Mas, normalmente, a sua composição é formada pelas seguintes etapas:

    – Divulgação do lançamento;
    – Arrecadação de recursos;
    – Distribuição dos tokens aos compradores.

    Vantagens das ICOs:

    1 – Menos burocracia

    Os meios tradicionais de captação de recursos têm regulamentação mais rígida e formalidades que não estão presentes em uma ICO. Por isso, o processo é mais simples, rápido e dinâmico.

    2 – Alto potencial de lucro

    O grande incentivo dos investimentos é o lucro alto. Obviamente, o projeto também é importante, mas os apoiadores geralmente estão dispostos a fazer aplicações de maior risco diante da promessa de alto retorno.

    Como investir em ICO?

    O primeiro passo para investir nas ICOs é escolher uma plataforma de negociação online. Pesquise os termos e condições de uso, bem como as ferramentas e funcionalidades oferecidas para facilitar as suas operações.

    O próximo passo é fazer o cadastro. Preencha o formulário digital. Mas, lembre-se que esse momento não deve ser feito às pressas. Quando o acesso estiver liberado, o próximo passo é a transferência de recursos.

    Nessa etapa, você deve transferir o dinheiro que pretende utilizar para investir em uma ou mais contas bancárias e/ou os bitcoins de uma ou mais carteiras.

    Assim que as transferências forem verificadas, os valores aparecerão disponíveis para negociação na sua conta.

    Conheça o Halving: evento que promete alto lucro com criptomoedas

    A cada quatro anos ocorre o halving, evento que promete alto lucro com criptomoedas. Ele tem como finalidade a diminuição da oferta de moedas digitais, dando início a uma nova onda de valorização dos ativos.

    O evento deste ano ocorreu em maio. Quando um halving acontece significa que o número de moedas tende a cair pela metade.

    Isso significa que se a cada dez minutos um bitcoin estiver em 12,5 ele vai baixar para 6,25 bitcoins no dia do evento. Assim, com uma decaída da oferta e demanda cada vez maior pelo ativo, o fenômeno halving é um verdadeiro gatilho para a alta da moeda.

    O evento, portanto, é uma boa alternativa para quem quer lucrar investindo em criptomoedas. A crise econômica —  que cresceu ainda mais com a pandemia do coronavírus —  também pode acelerar a consideração do bitcoin como forma de investimento.

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    Quais as vantagens e os riscos de investir em criptomoedas?

    A principal vantagem de se investir em criptomoedas é a possibilidade de lucro, muitas delas, têm rendimentos maiores que muitas aplicações tradicionais.

    Aliado a isso, as moedas digitais permitem que o investidor diversifique sua carteira. Com base nessa estratégia, o investidor possui inúmeras moedas digitais para aplicar seu dinheiro.

    Outro ponto que vale destacar é que as criptomoedas não são controladas e taxadas por governos ou instituições financeiras, sendo reguladas apenas pela oferta e demanda.

    E, cada vez mais, grandes empresas passaram a aceitar pagamentos com moeda digital, aumentando assim a sua credibilidade de forma automática, o que leva a um consequente aumento generalizado da sua utilização.

    Dentre as desvantagens, a principal é que as criptomoedas possuem alta volatilidade, o que pode levar a grandes ganhos, mas também a enormes perdas. Quem perde também não tem possibilidade de consesuir reembolso.

    Por fim, não podemos deixar de destacar que apesar de seguras, o mercado cripto sofre constantetemente com ação de hackers e de golpistas.

    4 mitos que você já pode ter escutado sobre a criptomoeda

    Sempre que surge algo novo no mercado, seja ele qual for, junto vem os mitos sobre determinado assunto. Com as criptomoedas não foi diferente e, por isso, é bem provável que você já tenha caído em algumas delas.

    Quer saber se você já contou ou caiu em algum mito sobre a criptomoeda? Confira uma lista com 5 mitos abaixo!

    1) Bitcoin é ilegal no Brasil

    Esse é um dos maiores mitos. No Brasil, a validade das criptomoedas, como o Bitcoin, já são reconhecidas. E uma prova disso é que quem compra precisa declarar as criptomoedas no Imposto de Renda. Quer saber mais detalhes? Publicamos um conteúdo que fala sobre a legalidade das criptomoedas no Brasil. Acesse!

    2) Criptomoedas não são seguras

    Pelo contrário, as criptomoedas são bastante seguras e essa é uma das suas grandes vantagens. Isso porque as moedas virtuais são uma nova forma de você realizar transações e guardar informações.

    Por esse motivo, as técnicas de segurança são tão inovadoras quanto essas transações. Além disso, muitas instituições financeiras estão buscando essa tecnologia para implementar nos bancos.

    3) Não é possível comprar nada com as moedas virtuais

    Outro mito que muitas pessoas falam, mas que não é verdade. Existem alguns sites que permitem que você compre viagens, produtos eletrônicos, roupas e acessórios e até mesmo alimentos.

    4) As moedas virtuais são 100% anônimas

    As criptomoedas são seguras, mas não são 100% anônimas. As transações de bitcoin, por exemplo, podem ser rastreadas por meio de técnicas já conhecidas, como investigar e-mails e tráfego de informação digital.

    Como declarar Bitcoin e criptomoedas à Receita Federal?

    Parte importante da contabilidade de Bitcoins e criptomoedas, o modo como esses ativos devem ser declarados no Imposto de Renda é um ponto que merece bastante atenção dos empreendedores.

    É fundamental considerar que praticamente todas as transações realizadas com esses ativos digitais, tais como compra, venda e troca, devem ser informadas à Receita Federal.

    Estão livres dessa regra apenas as transações de compra e venda realizadas por meio de corretoras estrangeiras, ou as realizadas entre pessoas físicas, cujos valores são inferiores a R$30 mil por mês.

    Se esse não for o seu caso, ao realizar a Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física, é preciso declarar as criptomoedas na aba “Bens e Direitos” no Programa de IR, utilizando o código correspondente, que pode ser:

    • 81: Criptoativo Bitcoin – BTC
    • 82: outros criptoativos, do tipo moeda digital (altcoins), tais como Ether (ETH), XRP (Ripple) e Litecoin (LTC)
    • 89: demais criptoativos não considerados criptomoedas, por exemplo, payment tokens.

    Criptomoedas no Brasil

    Atualmente, no Brasil, muitas corretoras tentam desmistificar a imagem de que as moedas digitais são utilizadas para operações especulativas e ilegais, aproximando-as do dia a dia das pessoas.

    Para isso, a grande aposta vai para o uso das criptomoedas para operações de câmbio e remessa de recurso para o exterior.

    Mas é inegável que a volatilidade das criptomoedas é uma barreira que dificulta a maior aceitação do bitcoin. Por isso, as corretoras estão elaborando ferramentas para garantir o valor de venda dos produtos comprados com criptomoedas.

    Existem ainda algumas tentativas de regulamentar o segmento, o que tornaria o mercado mais popular. Porém, no Brasil, ainda há uma grande resistência dos segmentos financeiros tradicionais.

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