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Google Wallet chega ao Brasil: veja como acessar e como funciona

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interface do Google Wallet

Você tem o costume de usar o Google Wallet ou qualquer outra carteira digital? Essas plataformas permitem que você possa realizar compras, seja online ou em loja física, sem a necessidade de ter o seu cartão em mãos.

Além disso, o Google Wallet ganhou ainda mais destaque após o Rock in Rio anunciar que os ingressos do festival deveriam ser baixados dentro da plataforma.

Mas se engana quem pensa que o Google Wallet  e as carteiras digitais só começaram a ser utilizadas agora por conta do festival. Elas já vem conquistando a confiança dos brasileiros há um tempo.

De acordo com a Pesquisa Global Insights da Experian, 87% dos brasileiros entrevistados consideram a ferramenta segura. Já quando olhamos para os consumidores globais, o número cai para 72%.

Carteiras digitais já são utilizadas por mais da metade da população mundial

É isso mesmo que você leu, mais da metade da população mundial já usa as carteiras digitais, são 62% dos consumidores que falaram que usaram esse meio de pagamento nos últimos seis meses. Já aqui no Brasil, o número é maior, ele chega a 67%.

De acordo com a pesquisa, esse resultado mostra que as pessoas acreditam na segurança e valorizam a velocidade dessas carteiras digitais. E estão começando a usar com a mesma frequência que os próprios cartões de crédito.

Mas vale ressaltar que apesar disso, o cartão de crédito ainda é o meio de pagamento mais lembrado pelas pessoas. Para se ter uma ideia, 90% dos entrevistados brasileiros falaram isso, enquanto 80% foram consumidores mundiais.

A pesquisa também mostrou que 87% dos brasileiros confiam nos aplicativos  de e-commerces para realizar compras onlines. Mas quando comparado com a população mundial, esse número cai para 65%.

interface do Google Wallet
O Google Wallet é uma carteira digital para enviar e receber dinheiro

E acha que acabou? Não, a pesquisa também trouxe dados de confiança dos usuários em realizar pagamentos por QR Code. Somente aqui no Brasil 82% das pessoas dizem se sentirem seguras em relação a essa forma de pagamento.

Porém, a média nos demais países é de somente 65%.

Como funciona o Google Wallet?

Como dito acima, o Google Wallet é uma conta virtual em espécie de carteira que funciona para enviar e receber dinheiro de maneira bem fácil.

Ela possibilita que os clientes paguem por serviços ou produtos através do cartão de débito ou crédito diretamente de seus smartphones. Dessa forma, não é necessário ter o cartão mãos.

E como funciona o pagamento? Ele é pelo método de aproximação.

A novidade chegou aos brasileiros no último dia 20 de julho. Esse tipo de pagamento será permitido em diversos estabelecimentos. 

E, para possibilitar essa novidade tecnológica, foi feito uma parceria entre a Big Tech, criadora do Google Wallet, e diversas instituições são elas:

  • Neon
  • Next
  • Mastercard
  • Visa
  • XP
  • Banco do Brasil
  • Bradesco
  • BTG
  • C6Bank
  • Caixa
  • Digio
  • Elo
  • Inter

Como utilizar a carteira digital da Google Wallet?

Para utilizar, basta fazer o download do aplicativo que está disponível para usuários Android e Wear OS.

Feito isso, abra o app e escolha a opção que deseja adicionar para os pagamentos futuros.

O aplicativo facilita a vida dos usuários e permite que os dados sejam preenchidos manualmente ou então que fotografe o cartão e os dados sejam pegos automaticamente.

Vale mencionar que o pagamento só vai funcionar se o seu aparelho telefônico tiver a tecnologia NFC, que é a comunicação por proximidade. Essa função está habilitada na maioria dos celulares mais recentes.

Ativadas todas essas funções e etapas, basta aproximar o seu celular na maquininha e realizar os pagamentos. Pronto!

Gostou da novidade? Então compartilhe com o seu amigo que precisa saber desse dispositivo que vai facilitar os pagamentos com cartão.

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Vale NFT do OpenSea: entenda o que é e como funciona

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sigla NFT

Quem investe em NFTs precisa estar mais atento do que nunca na hora de comprar ou adquirir um token não-tangível. Isso porque o novo recurso Vale NFT do OpenSea está causando muita confusão nas transações que estão mal categorizadas.

Com isso, golpes podem acontecer quando você tentar realizar uma transação por meio deste “vale-presente” como muitos estão chamando. 

O Vale NFT do OpenSea tem deixado a plataforma de transações instável, o que acaba permitindo que traders apliquem golpes nos investidores.

Mas como isso funciona? O que fazer para não cair em possíveis golpes? É o que você vai descobrir durante este artigo!

Como funciona o Vale NFT OpenSea?

Para evitar cair em golpes no mercado dos tokens não-tangíveis é necessário conhecê-los muito bem. Por isso, nós vamos te explicar como funciona o Vale NFT OpenSea para que você possa estar atento às transações de compras e vendas de tokens.

Com essa nova plataforma é possível enviar NFTs de forma direta para qualquer carteira durante o processo de compra no OpenSea. Mas o que isso muda ou significa?

Todos os traders podem realizar uma compra de token-não tangível com ether (ETH) de uma carteira. Porém, a NFT poderá ser enviada para outra carteira em uma única transação, o que acaba abrindo uma brecha para possíveis golpes. 

uma mão com o símbolo do NFT
OpenSea deixa brecha para que golpes aconteçam durante as transações

Isso porque existem rastreadores externos de carteiras, que ajudam a saber as aquisições realizadas por influenciadores e artistas, faz parecer que o remetente adquiriu o NFT para si.

Vale ressaltar que essa novidade do Vale NFT OpenSea foi lançada no último dia 29 de julho. E é justamente ele que está permitindo toda a confusão nas transações do mercado.

Além disso, ele já está sendo utilizado justamente para parecer que as celebridades estão realizando a compra de tokens não-tangíveis. O que, consequentemente, pode elevar o valor do token em questão.

OpenSea já gerou bugs no início do ano. Empresa se posiciona e dá justificativas!

Por conta do Vale NFT do OpenSea, muitos influenciadores compartilharam opiniões, indignação e, principalmente, preocupações com este novo recurso. Afinal, ele causou muita confusão e gerou a possibilidade de golpes.

Inclusive, um representante da empresa reconheceu a existência do problema em um e-mail que foi enviado ao Decrypt no último dia 1º. 

Entretanto, foi justificado que o que tem acontecido não chega a ser uma “vulnerabilidade”, mas sim destacaram o problema como uma má interpretação dos dados.

Vale destacar, ainda, que essa não é a primeira vez que a API do OpenSea apresenta problemas e deixa uma situação de vulnerabilidade entre os usuários. 

No início do ano, em janeiro, ocorreu um bug na interface de usuários. Isso permitiu que compradores “roubassem” NFTs com preços bem antigos já não mostrados no site.

Aprenda mais sobre o mercado de NFTs

Que tal ficar por dentro ainda mais sobre o mercado de NFTs e saber de tudo um pouco sobre esse investimento que tem se popularizado nos últimos anos?

FinanceOne preparou um super guia com as principais informações a respeito dos tokens não-tangíveis. Com ele, você entende o conceito, sabe como funciona e ainda se previne dos golpes.

Baixe agora gratuitamente e compartilhe essa novidade com um amigo!

Leia também no FinanceOne:

Santander: saiba como ver as faturas e tirar 2ª via

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pessoa olhando o aplicativo do Santander

Todo mundo alguma vez já precisou consultar a 2ª via da fatura do cartão de crédito. Afinal, com tantas contas a serem pagas, pode ser difícil lembrar do valores de todas elas. Se você é cliente Santander saiba que existem diversas formas de realizar a consulta.

Caso você não saiba como consultar o boleto de pagamento do Santander, saiba que isso é bem fácil e nós iremos te ajudar. A fatura pode ser acessada e consultada em diversos canais.

Além disso, a instituição financeira permite que você visualize tanto as faturas que já foram pagas nos meses anteriores quanto as do mês vigente e também as futuras. 

Isso mesmo, quem deseja ter uma ideia de quanto será a do mês seguinte também é possível fazer a consulta.

Porém, neste último caso é sempre bom lembrar que o valor da fatura que aparecerá é o parcial. Já que ela ainda não estará fechada e outras compras poderão ser realizadas.

Como consultar e tirar a 2ª da fatura do Santander?

Mas afinal, como consultar a 2ª via da fatura do cartão do Santander? É o que você vai descobrir agora!

Como já falamos acima, existem inúmeras formas de você poder realizar a consulta e tirar a 2ª via da fatura do seu cartão de crédito Santander. Veja abaixo como consultar!

Usando o site

A primeira forma de você tirar a 2ª via da fatura do seu cartão Santander é acessando a sua conta por meio do Internet Banking. E para isso, deverá fornecer os dados da agência e conta, além da sua senha.

Ao acessar a sua conta, procure pela opção “fatura do cartão” que deverá estar logo na página inicial. Mas caso você não seja correntista do banco e tenha o cartão, saiba que também é possível acessar a sua fatura.

Neste caso, será necessário clicar em “acesso não correntista” que fica na página inicial do site. Com isso, você precisará realizar um cadastro para conseguir visualizar a fatura do seu cartão.

Aplicativo Santander

Os clientes também podem consultar as faturas e emitir 2ª vias pelo aplicativo Santander e Way.

Ambos contam com várias funções. Entre elas, a consulta da sua fatura. Além disso, pelo app também é possível acompanhar todos os seus gastos em tempo real.

celular com tela aberta no app do Santander
É possível consultar a fatura do cartão pelo aplicativo do Santander

Ele também te dará os detalhes de cada compra efetuada. Por exemplo, o nome da loja, preço, se teve desconto e outras possíveis informações. 

Ambos estão disponíveis nas versões para Android e iOS. E o usuário ainda pode ativar alertas para receber notificação a cada compra realizada e ter o controle ainda maior do uso do cartão e o que será atualizado na fatura.

Caixas eletrônicos e telefones

Quem não tem acesso às tecnologias também consegue ter a sua 2 via da fatura. Além de site e aplicativo, o Santander também permite a consulta dos gastos, valor e código de barras para pagamento de outras duas formas:

  • Pelo telefone, nos canais de atendimento; e
  • Pelo caixa eletrônico.

Isso mesmo, você pode ir até um caixa eletrônico mais próximo, seja de agência Santander ou Banco24Horas para ter acesso aos seus dados da fatura. 

Pelo telefone, os números são o 4004 3535 (capitais e regiões metropolitanas) e 0800 702 3535 (demais localidades).

Como pagar a fatura do Santander?

Agora que você já tem a sua 2ª via de fatura em mãos, nada melhor que saber como realizar o pagamento, certo?

Então fique ciente de que o processo é ainda mais fácil do que consultar o valor da fatura.

As três formas mais práticas são:

  • App Way
  • App Santander
  • Internet Banking

Em todos, basta procurar a opção “cartões” ou “fatura” e em seguida clicar em “pagar fatura”. Você também pode optar pelo parcelamento, se necessário

A outra opção é pagar pelo caixa eletrônico, cuja usabilidade também é bem fácil e basta procurar a opção de pagamentos na tela para seguir todo o passo a passo.

Caso queira praticidade e não precisar todo mês ter que digitar códigos de barras, uma opção é cadastrar a sua fatura para vir em débito automático. Dessa forma, na data do vencimento o valor total é debitado da sua conta corrente.

Esta matéria lhe ajudou? Então continue a sua leitura e veja mais conteúdos sobre cartão Santander:

Como funciona uma franquia de correspondente bancário? Vale a pena abrir?

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Dois homem apertam as mãos

Abrir uma franquia como correspondente bancário pode ser uma ótima opção de negócio lucrativo. E o melhor é que essa atividade pode atender empreendedores de diferentes faixas financeiras, já que os modelos de negócio vão dos mais baratos aos mais caros.

Esta é uma excelente forma de atuar com produtos e serviços financeiros, se você gosta e entende do assunto. E o mercado está em expansão. 

De acordo com o Relatório de Cidadania Financeira divulgado pelo Banco Central (BC) no ano passado, o número de correspondentes bancários aumentou 11,9% no Brasil antes 2018 e 2020, indo de 118,4 mil para 210,6 mil nesses três anos

Investir em uma franquia neste segmento pode ser bastante proveitoso, seguindo uma tendência do mercado. Mas antes de apostar no negócio, é necessário entendê-lo.

Quer saber mais? Então continue lendo o artigo!

O que faz um correspondente bancário?

O correspondente bancário é um profissional que faz a intermediação entre bancos e clientes. 

Ou seja, ele pode representar uma determinada instituição financeira (ou mais de uma), oferecendo serviços financeiros como contratação de empréstimo, financiamentos, além de realizar também ordens de pagamentos, recebimentos, fazer propostas de abertura de conas.

Para ser um correspondente, é necessário:

  • ter autorização do Banco Central (Bacen) para a atividade e certificação técnica concedida por instituições aptas, como ANEPS e Febraban
  • trabalhar de acordo com as normas do Sistema Financeiro Nacional (SFN)

Cumprindo os requisitos, o profissional pode atuar nesta área assumindo diferentes modelos de negócio: uma loja de crédito, atuando com televendas e, aquele que é o foco deste artigo, abrindo uma franquia de correspondente bancário.  

+ 8 ideias de franquias home based para você investir

Como funciona uma franquia de correspondente bancário?

A franquia de correspondente bancário é apenas uma das formas possíveis de atuar neste segmento. Nesse tipo de negócio, o correspondente tem uma parceria com uma instituição, que permite que o franqueado atue como mediador entre ele e seus clientes.

Assim como em qualquer outro nicho do mercado, nesse tipo de franquia o empreendedor também tem acesso ao plano de negócio pronto da empresa. 

Os serviços oferecidos pelo correspondente vão depender do que cada franqueadora oferece em seu portfólio. Mas pode incluir desde contratações de empréstimo pessoal até aplicações em investimentos. 

Além da vantagem de não precisar o negócio do zero e ter um plano de negócio já formado, esse tipo de franquia tem a possibilidade de adotar tanto o home office, quanto lojas físicas. 

A franquia de correspondente em home office pode ser vantajosa para quem não tem muito capital inicial para investir ou prefere não lidar com barreiras geográficas, por exemplo. 

Outro ponto é que o franqueado terá acesso a um suporte da franqueadora, desde os softwares necessários para oferecer os serviços, até treinamentos. Isso também vai depender de cada empresa.

Mulher de terno aperta mão de uma cliente
Franquia de correspondente bancário pode ser aberta em home office

Como abrir uma franquia neste segmento?

O passo a passo para abrir uma franquia de correspondente bancário vai depender de cada empresa, por isso procure diretamente a escolhida. Mas, de modo geral, é necessário fazer o contato inicial se cadastrando no site da marca. 

Depois de sinalizar o interesse em ser um franqueado, o correspondente deve ter acesso à Circular de Oferta de Franquia (COF), onde poderá checar mais detalhes do negócio. Ou seja, sua obrigações, investimentos, taxas, requisitos. 

Como já mencionado, para ser um correspondente bancário é necessário ter certificação técnica e autorização do Banco Central. Alguns modelos de franquia podem permitir a abertura sem experiência na área, enquanto outras são mais rígidas.

A seguir, confira algumas das disponíveis no mercado

+ Quanto custa uma franquia da CVC e como abrir uma? Saiba tudo!

Franquias de correspondente bancário

É importante frisar que existem dezenas de franquias de correspondente bancário no mercado. Cada empreendedor deve pesquisar a fundo o modelo de negócio de cada uma e identificar qual é a melhor para si. 

A seguir, confira algumas das marcas existentes listadas pelo portal Top Franquias como as melhores do segmento atualmente e um resumo sobre seus modelos.

CredFácil:

  • Portifólio inclui crédito para negativados, proteção de veículos, seguros, consórcios entre outros serviços
  • Oferece treinamento (EAD ou presencial), sistema de gestão, sistema de call center e parceiros homologados
  • Não cobra royalties
  • Modelos: home office e loja física completa
  • Investimento inicial a partir de R$38 mil

Aprova Crédito:

  • Microfranquia com parceria com várias operadoras de créditos e seguros, como Bradesco, Banco do Brasil, Creditas e outros
  • Modelos: home office e loja física
  • Investimento inicial a partir de R$15,9 mil 
  • Prazo de retorno de 4 a 8 meses 
  • Faturamento a partir de R$10 mil por mês

Five Negócios:

  • Foco nos segmentos de viagens, seguros, planos de saúde, consórcios e financiamentos, com mais de 30 empresas conveniadas
  • Modelos: home office, loja física ou possibilidade de agregar serviços a uma empresa existente (para quem já tem uma agência)
  • Investimento inicial a partir de R$7.990
  • Faturamento médio mensal a partir de R$5 mil
  • Prazo de retorno de até 2 meses

Quais as vantagens de abrir uma franquia? 

Uma franquia de correspondente bancário pode valer a pena, visto que este é um segmento que tem se expandido bastante. No entanto, é uma atividade que requer qualificações específicas e conhecimento, como já explicado no artigo. 

Além disso, o empreendedor deve avaliar bem qual franquia vai escolher abrir, o modelo de negócio e qual se adequa melhor à sua realidade. Os custos para abrir o negócio podem variar bastante, dependendo do tipo (home office ou físico). 

As desvantagens podem incluir justamente os requisitos para abrir a franquia, mais exigentes que outros segmentos. Além disso, os custos e os prazos de retorno que podem ser mais longos. 

Por outro lado, é um negócio vantajoso por oferecer modelos mais flexíveis, como o home office. Fora que uma franquia permite ao profissional já aproveitar um modelo de negócio pronto, de uma marca já firmada no mercado, ao invés de começar do zero. 

Este é apenas o pontapé inicial! Pesquise e estude com cuidado o mercado para construir um negócio sólido e rentável no longo prazo.

O conteúdo ajudou? Então compartilhe e leia também: Conheça 7 franquias rentáveis para investir em 2022!

Saiba quanto custa ir à Bauernfest em Petrópolis RJ

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Bauernfest em Petrópolis

Sim vai ter Bauernfest em 2022. A tradicional Festa do Colono Alemão está de volta, depois de dois anos de pausa, em sua 33ª edição. 

Realizado em Petrópolis, na região serrana do Rio de Janeiro, desde 1990, é o maior evento do gênero no estado e um dos maiores do Brasil. Trata-se de uma homenagem à chegada dos colonos germânicos na cidade. 

De acordo com a prefeitura, a estrutura está sendo montada no jardim do Palácio de Cristal e na Rua Alfredo Pachá. Serão 60 barracas — de comidas típicas e chope a artesanato –, além de dois palcos com apresentação de grupos folclóricos de dança e bandas de música germânicas. 

A última edição, realizada em 2019, recebeu 450 mil visitantes e injetou cerca de R$95 milhões na economia local. A expectativa é que a edição deste ano ajude a movimentar o turismo local e fortalecer o enfrentamento da crise, principalmente após as chuvas do início do ano. 

Quando vai ser a Bauernfest em Petrópolis?

A Bauernfest 2022 acontecerá de 12 a 28 de agosto, no centro de Petrópolis. O evento costuma acontecer anualmente, mas desta vez está com dois anos de atraso. 

Em 2020 foi adiado por causa da pandemia de covid-19. Em 2021, o empecilho foram fortes chuvas que causaram tragédias na cidade entre fevereiro e março, mais de 240 pessoas morreram.

É importante ficar atento à mudança de data nesta edição. Tradicionalmente, o festival acontece perto do dia 29 de junho, que é o aniversário da colonização germânica e na época de férias escolares.

Mas este ano, devido às enchentes, o evento está sendo realizado em agosto.

+ Viagem de férias: como aproveitar as milhas do cartão de crédito para conseguir viajar

Programação da Bauernfest Petrópolis 2022

A Festa do Colono Alemão é semelhante à famosa Oktoberfest, que acontece em Blumenau (SC). Mas além de uma festa cervejeira, o evento tem forte apelo cultural, com apresentação de grupos folclóricos e bandas, além da gastronomia. 

A programação da 33ª Bauernfest, além das barracas de comida e artesanato, inclui três desfiles (nos dias 14, 20 e 28), atrações artísticas, concursos de chope e outras tradições alemãs e a inauguração da exposição “40 Anos do Primeiro Festival Germânico de Petrópolis”. 

A programação completa pode ser consultada aqui

Casais fazem tradicional dança alemã na Bauernfest, em Petrópolis
Festival Bauernfest volta a acontecer em Petrópolis depois de dois anos de pausa (Foto: Divulgação/ Prefeitura)

Quanto custa ir à Bauernfest – hospedagem e alimentação?

A Bauernfest é um evento gratuito, aberto ao público. Apresentações e desfiles também não são cobrados, inclusive os concursos — quem quiser participar pode fazer a inscrição no próprio evento sem pagar nada. 

Os gastos que o visitante terá na Festa do Colono Alemão dizem respeito somente ao consumo (de comidas, lembrancinhas etc), além de estacionamento ou hospedagem.

A prefeitura de Petrópolis não divulgou preços de estacionamento, nem uma média de preços para alimentação. O sugerido é ir preparado para pagar valores um pouco mais altos, já que é uma cidade turística em dia de festa.

+ Quanto custa uma viagem para Gramado: passagens, hospedagem e mais!

Hospedagem

Quem vier de longe para a Bauernfest em Petrópolis pode ficar hospedado em hotéis próximos do centro histórico da cidade.

Mas é melhor correr. Segundo a Agência Brasil, a mais recente pesquisa mostra que os hotéis já estão com cerca de 60% dos quartos reservados. 

Algumas sugestões de hotéis podem ser encontradas no site Turis Petro, da própria prefeitura de Petrópolis. 

Fizemos um rápido levantamento em outros sites de hospedagem. Um hotel com boa avaliação e perto do evento fica em torno de R$500 (um quarto para duas pessoas, por uma noite). 

Mas é possível encontrar opções mais econômicas. Um Ibis Budget com duas camas de solteiro, por exemplo, pode ser encontrado pelo preço de cerca de R$350. Neste caso, é uma acomodação um pouco mais distante do evento, mais simples e com avaliação mais modesta.

Mais informações sobre disponibilidade de hospedagem e outras dúvidas podem ser obtidas ligando para o Disque Turismo de Petrópolis no telefone: 0800 024 1516.

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Casa Verde e Amarela: entenda quais as regras para participar

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celular aberto no casa verde e amarela

Já ouviu falar no programa do governo federal Casa Verde e Amarela? Ele foi criado com o objetivo de reformular o Minha Casa Minha Vida.

Com a intenção de que, até 2022, 1,2 milhões de famílias de baixa renda sejam beneficiadas por esse programa, em 2021, ele foi regulamentado e pretende atender a três tipos de grupos diferentes. São eles:

  • financiamento a juros mais baixos,
  • regularização fundiária,
  • reformas dos imóveis.

Subsidiado pelo Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e tendo a Caixa Econômica Federal como agente financeiro, esse programa casa própria governo irá beneficiar os moradores de áreas rurais.

Principalmente, os que possuem renda mensal de até R$7 mil ou anual de até R$84 mil.

Além disso, as regiões com histórico de Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), como o Norte e Nordeste do Brasil, terão taxas de juros diferenciadas. Que poderão chegar a 4,25% ao ano, enquanto, nas demais regiões do Brasil, esse valor fica a 4,5% ao ano.

+ Casa Verde e Amarela e Minha Casa, Minha Vida: qual diferença?

Casa Verde e Amarela: Governo atualiza faixas de renda e reduz juros

No final do mês de julho, o Governo Federal anunciou novidades nas regras do programa Casa Verde e Amarela. Foram atualizadas as faixas de renda e reduzidos alguns juros.

“Estamos promovendo diversas medidas de melhorias no Programa com o objetivo de facilitar o acesso das famílias à aquisição da casa própria. Com juros mais baixos, a atualização das rendas e a ampliação dos subsídios federais, muitas pessoas que não se enquadrariam nas regras e não teriam condições de contratar um financiamento passarão a ter. Morar bem traz mais qualidade de vida, mais segurança, saúde e, até mesmo, pode contribuir com a segurança alimentar dessas famílias”, disse o ministro Daniel Ferreira.

Com a mudança, o limite de renda familiar do Grupo 2 foi de R$ 4 mil para R$4,4 mil, enquanto que no Grupo 3 foi de R$7 mil para R$8 mil. Para quem não lembra, em março o Grupo 1 já tinha recebido um reajuste de R$2 mil para R$2,4 mil.

As demais novidades foram:

  • A ampliação do prazo de financiamento para 35 anos
  • A redução dos juros aos cotistas do fundo; e
  • Como comprar um imóvel pelo programa.

Quais são as diferenças entre os juros dos dois programas?

Enquanto o Minha Casa, Minha Vida possuía 4 faixas de beneficiários (1; 1,5; 2 e 3), o programa Casa Verde e Amarela conta com 3 grupos e mais duas divisões. São eles: juros para o Sul, Sudeste e Centro-Oeste, além de Norte e Nordeste.

Veja como fica dividido:

1 – Juros para Sul, Sudeste e Centro-Oeste:

  • Grupo 1: 5% a 5,25% (não cotista do FGTS) e 4,5% a 4,75% (cotista do FGTS);
  • Grupo 2: 5,5% a 7% (não cotista do FGTS) e 5% a 6,5% (cotista do FGTS);
  • Grupo 3: 8,16% (não cotista do FGTS) e 7,66% (cotista do FGTS).

2 – Juros para Norte e Nordeste:

  • Grupo 1: 4,75% a 5% (não cotista do FGTS) e 4,5% a 4,5% (cotista do FGTS);
  • Grupo 2: 5,25% a 7% (não cotista do FGTS) e 4,75% a 6,5% (cotista do FGTS);
  • Grupo 3: 8,16% (não cotista do FGTS) e 7,66% (cotista do FGTS).

Programa Casa Verde e Amarela: onde usar?

O programa Casa Verde e Amarela ainda permite a negociação e a regularização de dívidas dos beneficiários da faixa 1, o que o Minha Casa, Minha Vida não fazia nos moldes de classificação.

O recurso facilitará o acesso de até R$140 mil para comprar a casa própria.

Além desses benefícios, você consegue aproveitar esse programa do governo para reformar algum imóvel que já possui. Para isso, será oferecido o valor máximo de até R$23 mil.

Faixa 2: a taxa de juros variava entre 5% e 7% para quem não é cotista e 5,5% a 6,5% para quem tem FGTS.

+ É possível alugar imóvel financiado pelo Casa Verde e Amarela?

Novos contemplados

As faixas de renda do Minha Casa, Minha Vida foram mudadas, priorizando famílias de baixa renda, chefiadas por mulheres. Tais quais idosos, pessoas com deficiência física, crianças ou adolescentes.

Portanto, núcleos familiares que estão em estado de vulnerabilidade social são o foco do programa Casa Verde e Amarela.

Assim, utilizando esses critérios, o Ministério do Desenvolvimento separou três grupos distintos para receber os benefícios do programa Casa Verde e Amarela.

  • Grupo 1: famílias com renda de até R$2,4 mil;
  • Grupo 2: famílias com renda entre R$2 e R$4,4 mil;
  • Grupo 3: famílias com renda entre R$4 mil e R$8 mil.
pessoa entregando chave para outra
Substituto do Minha Casa Minha Vida, o programa Casa Verde e Amarela apresenta mudanças importantes para o setor habitacional brasileiro

Como se inscrever?

O processo de inscrição no Casa Verde e Amarela é basicamente o mesmo do seu antecessor, Minha Casa Minha Vida. Veja a seguir as etapas para participar do programa:

1 – Famílias com renda mensal de até R$7 mil podem contratar de forma individual, intermédio de construtora ou de entidade organizadora caso esta seja vinculada a um empreendimento financiado pela Caixa.

Basta saber quanto será possível investir e, em seguida, entregar a documentação necessária em um Correspondente Caixa Aqui ou agência bancária mais próxima.

2 – A próxima etapa consiste na avaliação do cadastro encaminho pela Caixa. Após receber a documentação do imóvel escolhido, a estatal apresenta as melhores condições para o financiamento.

3 – Com a validação e aprovação do cadastro, bem como de toda a documentação, o último passo consiste na assinatura do financiamento.

Quais os documentos necessários?

Agora que você já sabe como se inscrever, é importante saber dos documentos que são necessários para se cadastrar no programas.

Veja a lista a seguir:

  • Comprovação De Renda Feita (Holerite/Contracheque);
  • Documentos De Identificação (RG E CPF);
  • Comprovação De Estado Civil (Certidão De Nascimento Para Solteiros, Certidão De Casamentos Para – Quem É Casado E Certidão De Casamento Averbada Para Divorciados);
  • Comprovante De Residência Atual;
  • Declaração De Contribuição Do Imposto De Renda, Se Necessário

E os autônomos? A comprovação de renda para esses trabalhadores deve ser feita por meio de extrato bancário de pessoa física.

Ficou interessado? Confira os detalhes de como se cadastrar no Programa Casa Verde e Amarela

Confira as 8 melhores opções de tag de pedágio e estacionamento grátis

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mulher parada em frente a um carro

A tag de pedágio e estacionamento grátis pode ser uma ótima ajuda na árdua missão de economizar com trânsito. Atualmente, existem várias formas de obter esse serviço, com diferentes modalidades e preços.

Uma dessas formas com certeza caberá no seu bolso! Confira abaixo quais são as opções.

Serviços de tag de pedágio e estacionamento grátis

Zul+ Digital

A Zul+ Digital é uma tag de pedágio que te ajuda a evitar filas e chegar mais rápido onde desejar. O recurso está disponível em todos os pedágios do Brasil e em mais de 400 estacionamentos ao redor do país.

Vale dizer que o serviço despensa mensalidades e é adquirido por meio de uma recarga automática em um plano pré-pago. Além disso, ao solicitar pelo app, você recebe em casa a sua tag pronta para ser utilizada!

mulher dirigindo um carro
A tag de pedágio e estacionamento te ajuda a evitar filas e ter mais agilidade no trânsito

Veloe

Na Veloe, o cliente pode optar por três tipos de modalidades de plano: tag de pedágio, de estacionamento ou ambos. Ao escolher, deve fazer um pagamento mensal para garantir a permanência do benefício.

O serviço está presente em todo o Brasil – ou seja, em todas as rodovias com pedágios, nos principais estacionamentos de rua, shoppings, aeroportos e centros comerciais.

Vale ressaltar também que a empresa possui uma parceria com o Banco do Brasil e o Bradesco, em que os clientes desses bancos ganham uma mensalidade grátis para curtir o serviço.

+ Saiba como escolher o melhor passe livre para pedágios. Veja 7 opções!

Taggy

O Taggy é um serviço muito interessante também, em que a proposta é que os pagamentos sejam integrados e o cliente não precise baixar aplicativos ou afins para usá-lo. Ou seja, é tudo feito nos canais já utilizados por quem procura o serviço.

Assim, não é necessário fazer o pagamento de mensalidades ou recargas, pois a ideia é utilizar o dinheiro disponível para realizar essas cobranças. Dessa forma, o serviço se integra com cartões de crédito pré e pós pagos, carteiras digitais, contas de pagamento, cartões de benefícios, contas correntes e outros.

O Taggy faz com que todos estes meios de pagamento também possam pagar pedágio e estacionamento.

Tag Itaú

O banco Itaú também possui uma tag para chamar de sua, que surgiu por meio de uma parceria com a ConectCar. A Tag Itaú é um adesivo de pagamento automático para pedágios e estacionamentos.

Basta fixar o adesivo no para-brisa do seu veículo para evitar filas, contato com dinheiro e maquininhas de cartão.

Ela funciona da seguinte forma: trata-se de uma alternativa de serviço pré-pago, em que o usuário ativa uma recarga automática. Desse jeito, não é preciso se preocupar em ficar sem saldo – visto que o sistema faz assim que prevê a necessidade.

Outras tag de pedágio que podem ser interessantes para você

Santander Tag

A Tag Santander é uma união dos serviços do banco com a empresa Sem parar. Assim, o serviço conta com uma atuação que cobre todos os pedágios do Brasil e é aceita em mais de 1.400 estacionamentos, incluindo aeroportos, supermercados, lava-rápidos.

Além disso, também é possível utilizar a tag em 330 drive-thrus do McDonald’s e 650 postos Shell, BR e Carrefour.

Para aderir ao serviço é bem simples: basta cadastrar o cartão Santander como forma de pagamento no cadastro no site da Sem parar a ativar o serviço. Vale dizer que clientes do banco ganham 6 mensalidades grátis ao assinar um dos planos!

Inter Tag

O Inter Tag surgiu por conta de uma parceria entre o banco digital e a Greenpass. Sendo assim, a tag libera automaticamente a cancela das principais vias pedagiadas do Brasil, reduzindo o tempo que você fica nas filas dessas localidades.

Dessa maneira, a tag funciona da seguinte forma: trata-se de uma etiqueta adesiva que funciona por radiofrequência. Assim, ela é instalada no carro e quando necessário, emitirá um sinal requerendo pagamento para que seu veículo passe automaticamente por aquela cancela.

+ Qual é a multa em caso de evasão de pedágio e como pagar?

C6 Tag

Em uma parceria com a Veloe, o C6 Bank também lançou a sua C6 Tag. Todos os clientes do banco digital podem ter uma tag de pedágio sem mensalidade, anuidade ou taxa de carregamento.

O serviço é muito fácil de utilizar! Basta ter uma conta e um cartão do C6 Bank. Dessa maneira, o cliente solicita a tag pelos canais de atendimento e recebe o adesivo em casa. Depois disso é só desbloqueá-lo pelo app e colar no vidro do carro.

Como não conta com mensalidades e recargas, todo o valor utilizado nas ruas e estradas é debitado da conta do banco.

Mercado Pago

O Ultrapasse é mais uma tag de pedágio que é resultado de uma parceria entre um banco e a ConectCar. Trata-se de um serviço de pagamento automático de pedágios e estacionamentos que funciona por meio da tecnologia de uma etiqueta eletrônica que é colada no para-brisas dos veículos.

As atividades são registradas por sensor. Além disso, o usuário visualiza a sua fatura, efetuando o pagamento através do app do Mercado Pago com o saldo disponível em conta.

Vale dizer que a cobertura do serviço é nacional e abrange mil estacionamentos que possuem convênio com a ConectCar pelo país.

Gostou de saber um pouco mais sobre as tag de pedágio que atuam no Brasil? Compartilhe com seus amigos para que eles fiquem por dentro dos assuntos também!

Colocar energia solar em casa vale a pena? Veja as vantagens e desvantagens

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lâmpadas acessas

Com os constantes aumentos da conta de luz, muitos brasileiros estão vendo como alternativa a energia, para economizar. A procura por esse tipo de energia tem crescido cada vez mais.

Apesar de a energia solar ser um investimento alto, de início, muitas pessoas ainda acham essa opção com um maior custo-benefício do que continuar pagando conta de luz. Mas será que esse tipo de energia realmente vale a pena?

Para se ter uma ideia, 72,5% de todos os sistemas fotovoltaicos instalados no país são residenciais, os dados são da Aneel. Além disso, essa é uma energia limpa, sendo assim, não polui o meio ambiente.

E para quem não sabe, a energia solar pode arcar com todo o consumo elétrico de uma residência. Quem ganha com isso é o consumidor, que tem a possibilidade de reduzir o valor da conta de outro imóvel que seja da mesma titularidade.

Como isso é possível? Por meio dos créditos energéticos produzidos pelo sistema fotovoltaico.

E para saber se realmente vale a pena colocar energia solar é preciso avaliar os prós e contras, como é o caso do investimento em equipamentos. Confira tudo sobre!

Descubra o que está incluso ao colocar a energia solar

Todo o sistema de energia solar varia de acordo com as necessidades do consumidor dono de um imóvel. Mas os principais fatores que precisam ser avaliados são:

  • A média de consumo do imóvel;
  • O índice de radiação solar da região onde será instalado o sistema;
  • A potência dos painéis fotovoltaicos a serem instalados;
  • A área do terreno ou do telhado onde os painéis solares serão fixados.

Somente depois de avaliar todos esses quesitos é que é definida a quantidade de placas que o seu imóvel necessita para produzir a energia suficiente para você. 

Homem com capacete de segurança parafusa um painel de energia solar em um telhado
A energia solar pode gerar uma grande economia para os consumidores a longo prazo

Para quem deseja energia para casa, o que será levado em consideração é a quantidade de energia consumida, durante um mês, e não a de moradores do imóvel. E isso deve ser realizado por uma equipe especializada.

+ Lei da Taxação do Sol vai taxar a energia solar?

Qual preço do kit de energia solar?

Ficou interessado em ter energia solar? Então saiba que podemos calcular um valor aproximado para a instalação do sistema solar fotovoltaico, pronto para ser utilizado e homologado na concessionária, baseando o custo em R$ 4/W a R$ 5/W.

Uma casa com um consumo mensal de 300 kWh costuma precisar de um sistema fotovoltaico de, aproximadamente, 2,5 kW de potência, que é igual a 2.500 W. Portanto, para produzir 300 kWh/mês o custo do sistema fotovoltaico será de 2500 W x R$ 5/W = R$ 12.500.

Se a sua residência precisa de mais energia, ela precisa de mais painéis solares fotovoltaicos instalados. Por exemplo, com o dobro de potência (5000 W), o sistema pode produzir 600 kWh/mês com um custo inicial de instalação de R$ 25.000,00.

Prós e contras da energia solar

Agora que você já sabe o que avaliar no momento de escolher energia solar, é importante conhecer quais são as vantagens e desvantagens dessa modalidade.

Afinal, vai ser com esse detalhe que você vai conseguir definir se é ou não uma boa escolha optar por uma energia solar ao invés de pagar conta de luz. Veja a seguir:

Vantagens da energia solar

Economia

O principal benefício é a economia. Isso porque a energia solar consegue abastecer todos os equipamentos que necessitam de energia elétrica na sua casa. Ou seja, você vai conseguir usar eletrodomésticos, chuveiros elétricos, lâmpadas e muito mais.

Na ponta do lápis, é possível obter uma economia de até 95% na sua conta de luz.

Durabilidade

Se você está pensando que é um investimento descartável, está bem enganado. Os painéis solares têm uma durabilidade de, pelo menos, 25 anos. E o melhor, não precisam de nenhuma ou pouca manutenção. 

+ Saiba quanto custa instalar energia solar em casa!

Isso é ótimo, principalmente no que diz respeito às mudanças nas bandeiras tarifárias ou inflação, que sempre afetam o preço da energia. Dessa forma, mesmo com o passar dos anos, você ainda vai ter o seu material sem precisar de mais investimentos ou aumento de despesa.

Manutenção baixa

Como dito acima, você quase não vai ter despesa se contratar energia solar. Afinal, os sistemas fotovoltaicos precisam de baixa manutenção. 

Às vezes, o que vai ser preciso é uma limpeza ao longo do ano para retirar poeira, excrementos de aves e outros. Mas, isso não precisa ser com tanta frequência, haja vista que elas contam com películas que previnem essas sujeiras.

Já a manutenção elétrica, essa pode acontecer no período de seis em seis meses.

Desvantagens da energia solar

Por incrível que pareça, a energia solar tem mais prós do que contras. No entanto, um ponto negativo pode ainda fazer com que muitas pessoas adiem esse sonho: o alto custo de aquisição.

Embora ele seja revertido na economia que traz, muita gente ainda não consegue ter como investir. Além disso, um ponto desfavorável é o fato dela não gerar energia no período noturno.

+ Consumo consciente de energia: confira 11 dicas para aderir e economizar

Outro ponto importante que leva muitas pessoas a não conhecerem ou investirem em energia solar é a falta de incentivo no Brasil. Com isso, falta iniciativa, divulgação e até mesmo programas de benefícios que possam dar vantagens aos moradores.

Cuidado!

Procure sempre profissionais qualificados para a instalação da energia solar fotovoltaica e exija contratos que protejam você, como cliente, de possíveis prejuízos causados por instalações mal feitas.

Gostou deste conteúdo? Então compartilhe com seus amigos nas redes sociais que ainda não conhecem sobre energia solar e gostariam de ter em casa.

O que significa ‘cruz da morte’ do Bitcoin?

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Ilustração de uma criptomoeda de Bitcoin com uma seta em um gráfico apontando para baixo

Você já escutou falar no termo “cruz da morte” do Bitcoin? Quem já conhece o mercado de investimentos deve ter acompanhado nos últimos meses o sobe e desce da criptomoeda.

E é justamente por conta disso que começou a ser falado em “cruz da morte” do Bitcoin e, como o próprio nome já diz, é uma mensagem pessimista, principalmente para quem investe em criptomoedas.

Para quem ainda não conhece, esse termo significa: que uma forte desvalorização está se aproximando, de acordo com alguns analistas. A frase voltou à tona após os altos e baixos que o Bitcoin teve durante o primeiro semestre deste ano.

+ Criptomoeda: quanto investir para não se arrepender?

Por exemplo, no dia 22 de junho de 2021 a criptomoeda chegou a valer menos de US$30 mil. Essa é a mesma cotação do final do ano de 2020 e menos da metade dos quase US$65 mil em abril do ano passado. Na época, o valor foi um recorde histórico, que acabou caindo bruscamente.

Foi justamente esta queda que fez com que o Bitcoin acabasse registrando a “cruz da morte” e, consequentemente, o que deixou muitos investidores preocupados e atentos ao mercado.

Descubra o que significa “cruz da morte” do Bitcoin?

Para quem ainda não conhece o termo “cruz da morte”, ele é utilizado pelos analistas financeiros como forma de identificar uma tendência de forte desvalorização de um ativo no futuro, como já foi dito acima.

Mas como isso funciona na prática? Bem, a “cruz da morte” acontece sempre que o valor médio dos últimos 50 dias fica abaixo do valor médio dos últimos 200. Isso acaba indicando uma queda e faz com que os investidores fiquem em alerta nesta aplicação.

Como ninguém gosta de perder dinheiro, ao se deparar com a “cruz da morte” do Bitcoin, o que muitos investidores começaram a fazer foi vender a criptomoeda antes que ela desvalorizasse ainda mais. 

Pessoa segurando uma moeda de bitcoin
A “cruz da morte” do Bitcoin ocorreu quando a criptomoeda sofreu uma queda brusca no mercado de investimento

E quanto mais vendas acontecem, maior é a oferta e o preço da moeda virtual começa a cair. É claro que com a “cruz da morte” mais investidores tendem a vender as criptomoedas para que o prejuízo não seja grande.

+ Por que o Bitcoin é tão volátil? Como manter a estabilidade em momentos de baixa?

Entretanto, é preciso ressaltar que existem diversos fatores que acabam impactando o valor de uma criptomoeda. Um exemplo disso foi o início da pandemia da Covid-19, em 2020, que fez com que muitos investimentos tivessem queda e também aumentassem.

O que mais causou a queda do Bitcoin nos últimos meses?

Além da pandemia da Covid-19, que trouxe impactos em todas as áreas, outros fatores contribuíram para a queda da principal moeda digital nos últimos meses. O alto impacto foi o anúncio de medidas restritivas da China em relação à criptomoeda.

Por exemplo, em meados do ano passado, o Banco Popular da China proibiu que bancos e plataformas de pagamentos realizem transações e outras atividades comerciais com a criptomoeda.

No mesmo período, o governo chinês exigiu o fechamento de diversos centros de “mineração” de Bitcoin, que são localizados no país. 

Para quem não sabe, esses lugares ‘abrigam’ computadores super potentes que fazem milhares de cálculos para criar criptomoedas. Além disso, a “mineração” na China é responsável por cerca de 80% do comércio de cripto no mundo.

Aliado a isso, neste ano, especialistas indicam que há um derretimento mais amplo do mercado de criptomoedas sendo impulsionado pelo aumento das taxas de juros, inflação e incerteza econômica estimulada pela guerra na Ucrânia.

Diante disso, pode se afirmar que o preço do Bitcoin é impactado por diversos fatores, tanto socioeconômicos, como socioculturais, mas não é possível precisar o que vai de fato acontecer com a criptomoeda. 

Assim como também não é possível cravar que todas as tendências de quedas que são projetadas pela cruz da morte do Bitcoin vão se concretizar. É preciso analisar e avaliar uma série de fatores e esperar para ver como eles vão reagir.

O que é cruz dourada

Agora que você já sabe o que é a cruz da morte do Bitcoin, saiba que existe o nome para o movimento contrário: é a cruz dourada.

Esse movimento acontece quando a média móvel de 50 rompe a de 200 para cima. Ou seja, indica que o mercado está animado.

A última vez que foi vista, em setembro do ano passado, foi seguida por uma valorização de 50%, fazendo o bitcoin chegar aos 69 mil dólares.

Apesar disso, a cruz dourada que mais teve impacto aconteceu em maio de 2020. Após sua formação, o Bitcoin entrou em um mercado de alta que durou cerca de um ano, valorizando mais de 600% no período.

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Aprenda como transferir de uma conta Caixa para outra conta da Caixa

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Fila na agência da Caixa

Se você precisa transferir dinheiro de uma conta Caixa para outra conta Caixa, mas não sabe como fazer isso, está no lugar certo. Neste artigo, ensinamos o passo a passo para realizar essa transação. 

Esse tipo de transferência pode ser feita nas próprias agências da Caixa, em terminais de autoatendimento, pelo Internet Banking ou pelo aplicativo Caixa, no celular.

Quer saber mais? Então continue lendo este artigo!

Como transferir de conta Caixa para outra conta Caixa pelo aplicativo?

O jeito mais fácil e prático de transferir dinheiro de uma conta Caixa para outra conta Caixa é aplicativo do banco, que está disponível para correntistas com celular (Android e iOS). Para fazer a transação, basta seguir o passo a passo:

  1. Acesse o aplicativo Caixa no seu celular e faça login na sua conta
  2. No menu, selecione a opção “transferências”
  3. Na tela seguinte, clique em “entre contas Caixa”
  4. Selecione “transferência eletrônica”
  5. Informe o tipo de conta destinatária (corrente, poupança etc)
  6. Insira o número da agência e da conta destinatária (que vai receber o valor)
  7. Informe o valor que deseja transferir no campo indicado e confirme a transação

O cliente também pode escolher se a transferência será feita no mesmo dia, clicando em “transferir hoje”, ou pode agendar a transação, basta mudar a data que aparece em “agendar transferência para (dd/mm/aa)”.  

Antes de finalizar a transação é recomendável checar se todos os dados preenchidos estão corretos, principalmente valores e dados da conta. Depois de confirmar a transferência, o aplicativo gerará um comprovante que pode ser baixado ou compartilhado.

+ Cartão Caixa: saiba como encontrar o dígito da agência e conta

Pessoa abrindo aplicativo do Caixa Tem no celular
Transferências entre contas Caixa podem ser realizadas pelo app

Qual é o limite de valor?

Ao realizar transferência de uma conta Caixa para Caixa existem limites de valores, que variam de acordo com o tipo de conta, meio usado na transferência ou horário:

  • Caixa Tem – R$1.200 por dia (tanto TED quanto DOC)
  • Em terminais de autoatendimento – R$5mil
  • Caixa Aqui – R$5 mil (Limitado a 3 transações por dia, o que ocorrer primeiro)
  • Internet Banking ou aplicativo –
  • Mobile Forte – R$5 mil
  • Transferências realizadas entre 20h e 6h – R$1 mil

Se o cliente quiser, ele pode solicitar limites maiores de transferência entrando em contato com a Caixa previamente e fazendo um pré-cadastramento para liberação dessas transações. 

O banco poderá estabelecer limites maiores, que vão de R$10 mil a R$500 mil, dependendo do tipo de transferência. A tabela com todos os valores estabelecidos pelo banco pode ser consultada aqui.

Qual o valor da taxa de transferência de Caixa para Caixa?

Todo mundo tem direito a, pelo menos, duas transferências bancárias entre contas da mesma instituição gratuitamente, conforme estabelecido na Resolução 3.919, art. 2º, inciso I do Banco Central

Outras transferências de conta Caixa para conta Caixa podem variar, partindo de R$1,20 e chegando a R$6,90. 

A tabela de tarifas varia de acordo com a forma utilizada (TED, DOC, presencial ou não, etc). Como esses valores podem ser atualizados, o recomendável é checar com o banco qual o valor de tarifa a sua cesta de serviços oferece.

Quanto tempo demora a transferência de Caixa para Caixa?

Ao transferir o dinheiro de uma conta Caixa para outra conta Caixa o tempo de compensação pode levar minutos ou, no máximo, cair na manhã do dia seguinte. 

Isso porque transferências entre contas do mesmo banco sempre costumam ser mais rápidas. Mas leve em consideração o horário bancário e o dia da semana.

Caso precise realizar uma transação rápida, o melhor é fazer um PIX, que será efetuado instantaneamente, seja qual for o dia da semana ou horário. 

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