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Quanto custa um personal trainer? Confira a média de valores

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personal trainer ajudando aluna

Cada vez mais pessoas estão buscando por ter uma vida saudável e, como consequência disso, passando a praticar mais atividades físicas. Seja por isso ou pela curiosidade, muitas pessoas ficam se perguntando quanto custa um personal trainer.

Este profissional te ajuda a ter treinos focados no seu objetivo, seja ganho de massa, fortalecimento ou emagrecimento. Além disso, também te orienta a realizar os exercícios da maneira correta, sem que você se lesione.

Mas quanto custa o personal trainer? Os valores podem variar bastante de acordo com a região e também de profissional para profissional.

Quanto custa um personal trainer todo mês?

Se você deseja saber quanto custa o personal trainer para te ajudar a treinar durante todo o mês, precisa primeiro pensar quantos dias deseja ter a assessoria deste profissional nos seus exercícios.

Para quem deseja realizar encontros três vezes por semana, a média de valores fica entre R$750 e R$1.200 por mês.

Mas vale ressaltar que é muito mais do que montar a sua série, o personal trainer fará um acompanhamento completo da sua evolução. Isso vai desde a execução dos exercícios, controle de carga e quantidade das séries a serem realizadas.

Além disso, um ponto positivo de contratar este profissional é que ele te dará toda a atenção necessária durante o treino. Outro benefício é a possibilidade de horários mais flexíveis, de acordo com a agenda de ambos.

E na academia, quanto custa o profissional?

Também é possível contratar os professores da sua própria academia para ser o seu personal trainer. Neste caso, é comum que seja cobrado o valor da hora/aula, que é em torno de R$50 e R$70.

Caso você queira o acompanhamento duas vezes por semana, no mês o valor deste investimento poderá ser de aproximadamente R$400. 

Mas lembre-se que os valores variam de região para região e também de acordo com a quantidade de aulas que você deseja fazer com o personal.

4 fatores que mudam o preço de quanto custa o personal trainer

Embora haja uma média de valores, existem alguns fatores que podem elevar para mais ou para menos o valor de quanto custa o personal trainer particular.

Veja a seguir o que você precisa saber para avaliar e ficar ligado durante a sua pesquisa:

1) Valor da hora/aula

Embora possa te cobrar um valor fechado para pagamento, o personal trainer trabalha com preços de hora-aula. É com base nisso que ele chega no valor final, mediante a quantidade de treinos.

E o valor da hora-aula não é fixo ou definido de forma ampla para que todos sigam. Cada profissional trabalha com a sua margem de hora-aula.

Por isso, o valor pode variar bastante durante a sua procura. 

mulher fazendo flexão
O valor de um personal trainer varia de acordo com a quantidade de dias que você deseja ter aula

O preço da hora-aula pode aumentar, de acordo com a experiência do profissional na área, além de qualificações e da sua atuação. É comum personais iniciantes cobrarem menos, enquanto os veteranos cobram bem a mais.

2) Especialidade ou objetivo

De acordo com o seu objetivo ou até mesmo a especialidade do personal, o valor também pode mudar. Existem profissionais focados em determinados resultados.

Além disso, outros são mais voltados para preparação para campeonatos, evolução e até mesmo recuperação de lesões ou cirurgias.

Por isso, podem cobrar de acordo com a sua meta ou necessidade.

3) Tipo de acompanhamento

De acordo com o seu tipo de acompanhamento, o profissional também pode mudar o valor do serviço. Por exemplo, se ele será presencial, semipresencial ou à distância.

Geralmente, quando é à distância costuma ser chamado de consultoria, onde o profissional orienta e fica disponível para ajudar remotamente.

A quantidade de dias que você vai treinar também influencia. Mas, lembre-se, o recomendado é praticar atividades físicas, pelo menos, três vezes na semana.

4) Deslocamento

O deslocamento também é um fator crucial para o pessoal definir o valor do serviço. Isso porque, em alguns casos, o aluno vai até a academia onde o professor dá aula. Mas, em outros, é possível que o profissional se desloque.

Dessa forma, caso ele não exerça atividades na referida academia, poderá cobrar pelo deslocamento e pelo “repasse”, que é o valor cobrado pelas academia ao profissional para que possam utilizar o espaço.

O valor do repasse pode ser cobrado mensalmente ou por hora-aula e varia de academia para academia.

Gostou dessas dicas sobre quanto custa o personal trainer? Então compartilha com um amigo que está em busca deste serviço, mas ainda tem dúvidas.

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Por que chamamos o mercado de ações de Bolsa de Valores?

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homem investindo com prédios no fundo

Em todo o mundo existem mais de 60 Bolsas de Valores. A nossa querida B3, a Bolsa Brasileira, é a maior Bolsa de Valores da América Latina, porém em relação aos pares globais, somos apenas a 18ª Bolsa em valor de mercado.

As três maiores Bolsas do mundo são a NYSE, mais tradicional dos EUA, a NASDAQ, com ênfase em tecnologia nos EUA, e a Bolsa de Tóquio em terceiro lugar.

As Bolsas de Valores de todo o mundo vêm aumentando de tamanho e força, conforme a riqueza global aumenta. Para se ter uma ideia, em 1980, a soma do valor de mercado de todas as Bolsas do mundo era de 2.5 trilhões de dólares, em comparação com 100 trilhões em 2022.

A Apple, sozinha, já ultrapassa os 2.7 trilhões de valor de mercado, porém devemos considerá-la uma exceção.

Como funcionam as Bolsas de Valores?

As Bolsas são basicamente um supermercado, porém ao invés de produtos na prateleira, o comprador pode encontrar pedaços de empresas, as ações. Nesse supermercado o investidor pode comprar ações da prateleira de tecnologia, de energia, do setor financeiro, e num universo de empresas basicamente infinito.

Ao comprar este pedaço, o comprador vira um investidor e sócio desta empresa. Se a empresa der resultados positivos, este pedacinho tende a se valorizar, por outro lado, se a empresa der resultados negativos, este pedaço tende a perder valor ou até pode deixar de existir.

As empresas colocam esses pedaços no mercado com a finalidade de atrair recursos financeiros para seus projetos futuros. Quando uma empresa abre seu capital, ou seja, coloca suas ações no mercado, é quando temos um IPO – Initial Public Offering.

Existe um romantismo enorme sobre a dinâmica das Bolsas de Valores. Muitos filmes retratam o funcionamento das Bolsas no passado, com corretores gritando no telefone como loucos e várias telas com gráficos.

Essa dinâmica ficou no passado, hoje as Bolsas funcionam de forma totalmente eletrônica.

De onde vem o termo ‘Bolsa’?

O conceito de chamar o mercado mobiliário de ‘bolsa’, vem do século XIII. Um vendedor do segmento têxtil na cidade de Bruges, na atual Bélgica, Robert Van der Buerse, reunia comerciantes próximo à sua casa para negociar e realizar trocas de mercadorias e valores.

O termo então vem do sobrenome de Robert, e não do objeto bolsa como muitas pessoas pensam.

As ‘Bolsas’ se mantiveram rústicas por muitos anos. No século XVIII, a primeira Bolsa moderna, onde papéis (ações) começaram a ser negociados, foi criada na Holanda.

Depois de Amsterdã, vieram as Bolsas de Paris e a de Nova York e aos poucos foram nascendo mais bolsas ao redor do mundo.

As Bolsas podem passar por mais transformações?

Com certeza. Hoje em dia, as Bolsas operam em dias de semana, em horário comercial, demandam muitos sistemas e normalmente possuem uma grande empresa que organiza e regula suas operações.

Com o surgimento da tecnologia blockchain existe a possibilidade e a expectativa de que muitas ações sejam tokenizadas, e passem a ser negociadas no blockchain, 24 horas por dia e sete dias por semana.

Isso não necessariamente condena as Bolsas ao desaparecimento, porém de uma forma ou de outra, elas deverão se adequar ao futuro.

Conheça Renato Carvalho, colunista do FinanceOne

Com vasto conhecimento sobre o mercado de moedas digitais, Renato Carvalho é colunista do FinanceOne. Semanalmente, ele traz informações importantes sobre criptomoedas e investimentos. Fique de olho!

Renato é administrador com experiência como executivo do setor de educação internacional e empresas de consultoria empresarial e auditoria “BIG 4”.

Investidor de renda variável desde sua adolescência, produz conteúdo de educação financeira, mostrando o que faz com o seu próprio dinheiro “skin in the game”. Especialista em criptoativos e negócios disruptivos.

É Bacharel em Administração pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e Université Libre de Bruxelles (Bélgica) e mestre em Administração pela Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC).

Confira outros textos de Renato Carvalho, colunista do FinanceOne:

Empréstimo consignado: como funciona e quem tem direito?

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casal aposentado fazendo contas

O empréstimo consignado está em alta na mídia, especialmente por conta da aprovação do crédito atrelado ao Auxílio Brasil. Considerada uma das modalidades mais práticas e desejadas do mercado, esse tipo de empréstimo oferece taxas acessíveis e menos burocracias na hora de contratar.

A principal característica desse tipo de empréstimo é a forma como são descontadas as parcelas mensais: a quitação é feita diretamente da folha de pagamento do contratante. Portanto, é preciso ter uma fonte de renda sólida e constante – sendo a melhor opção de crédito para para aposentados, pensionistas e servidores públicos. 

Tem dúvidas sobre o empréstimo consignado? Confira a seguir tudo que você precisa saber antes de optar por esse tipo de crédito. 

O que é empréstimo consignado?

O crédito consignado consiste em uma modalidade de empréstimo que desconta as parcelas de quitação diretamente da folha de pagamento ou do benefício do INSS, reduzindo o risco de inadimplência. Por isso, geralmente é oferecido com taxas baixas e tem um rito de aprovação mais rápido e prático.

O consignado não deixa de ser um tipo de empréstimo com garantia, já que o salário ou benefício do contratante são utilizados para este fim. O banco, por sua vez, usa o critério de salário/auxílio constante como garantia de que as parcelas serão quitadas em dia.

Os juros do consignado são calculados pelas instituições com base no perfil de cada cliente, além da fonte de renda e do score. Vale lembrar ainda que se você estiver em situação de assalariado, as chances de conseguir aprovação são bem menores – nesses casos, o banco pode exigir outras garantias.

Quem pode fazer um empréstimo consignado?

O empréstimo consignado é recomendado para quem tem uma renda fixa garantida e maior estabilidade, condição geralmente comum entre funcionários públicos, pensionistas, militares das Forças Armadas e aposentados do INSS.

No caso de funcionários de empresas privadas, é preciso que a companhia em questão seja conveniada ao banco e valide o vínculo empregatício. 

Como funciona o desconto em folha?

A principal característica do empréstimo consignado é o desconto em folha. De acordo com a Lei Nº 10.820/2003, o limite máximo da parcela não pode ser maior que 35% do salário do contratante. Além disso, 5% do limite só deve ser usado no cartão de crédito consignado, modalidade similar que é concedida apenas para pessoas elegíveis.

Imagine que você ganhe um salário líquido de R$ 3 mil: nesse caso, a parcela do seu consignado não pode ultrapassar o valor de R$ 1.050 para o empréstimo e R$125 para o cartão de crédito consignado.

pessoa fazendo calculos em uma calculadora
A aprovação do empréstimo consignado depende de uma fonte de renda sólida e estável. (Fonte: Divulgação)

Como fica o consignado em caso de perda do emprego?

Contratou um empréstimo consignado e foi demitido? O primeiro passo é informar ao banco sobre o que aconteceu, para que seja feita uma renegociação da linha de crédito. Afinal, sem o dinheiro em conta todo mês, a parcela deixa de ser descontada, provocando o cancelamento e eventuais multas para a condição.

Trabalhadores assalariados e informais devem migrar para um tipo de empréstimo pessoal, que acarreta em um novo cálculo e possíveis juros maiores. 

Vale a pena fazer um consignado?

O empréstimo consignado é uma alternativa prática e rápida para quem precisa de dinheiro extra, porém também tem seus riscos e encargos. 

O primeiro passo para avaliar se o crédito consignado é realmente interessante é se atentar para o cálculo final do contrato, ou seja, aquele que considera Custo Efetivo Total (CET) da operação – que representa a soma de todos os valores pagos.

Após a tomada do crédito, lembre-se que o seu salário ou benefício do INSS ficará 35% menor a cada mês, por isso é importante fazer um bom planejamento financeiro e se adequar aos novos gastos para não contrair dívidas.

O Banco Central disponibiliza a Calculadora Cidadã, aplicativo que calcula todos os gastos de acordo com o salário/benefício do contratante. Dessa forma, você pode consultar quanto pagaria de prestação por mês e se planejar com antecedência.

Gostou do conteúdo? Aproveite para conferir, de forma mais detalhada, quais são as vantagens e desvantagens do empréstimo consignado.

É permitido passar meu cartão na própria maquininha? Confira!

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compra sendo parcelada no cartão

No mundo do empreendedorismo, pode surgir a dúvida se é permitido o cartão na maquininha, quando o indivíduo é titular dos dois.

Confira, nesse artigo, se essa opção trata-se de uma alternativa segura e, se não, quais são os riscos envolvidos e alternativas para fugir de eventuais problemas relacionados.

Por que passar o cartão na própria maquininha?

Se você nunca pensou nessa possibilidade, saiba que algumas pessoas percebem que essa pode ser uma forma de “transformar” o limite de crédito em dinheiro.

Assim, essa pode ser uma forma de adiantar a entrada do dinheiro para quitar contas, por exemplo.

+ NuTap: confira quais são as taxas cobradas na maquininha no app do Nubank

Por outro lado, considerar passar o cartão na própria maquininha abrange também a prática de fazer empréstimo com o limite de crédito.

Contudo, é preciso dizer que essas alternativas constituem práticas de autofinanciamento ou autoempréstimo. Mas será que isso é permitido pelas leis do Banco Central do Brasil? Vamos entender!

cartão sendo pago na maquininha
Autofinanciamento é uma prática proibida e a sua prática pode ler à prisão.

Posso passar meu cartão na minha maquininha?

Os processos de compra e venda possuem regulamentação. Sendo assim, a principal regra desse tipo de negociação é de que para haver uma transação financeira, é preciso que tenha um produto a ser comercializado.

Nesse sentido, se você passa o cartão na própria maquininha e não há transito de mercadoria ou qualquer justificativa comercial que possibilite o pagamento, você está executando uma prática ilegal, de acordo com os moldes do BCB.

Logo, respondendo a pergunta do tópico acima, saiba que você não pode sustentar esse tipo de ação.

Pelo bem da sua saúde financeira e de um bom andamento dos seus negócios, é preciso entender que tipos de consequências passar o cartão na própria maquininha podem propiciar.

Quais são os riscos?

O risco mais claro em passar o cartão na própria maquininha é o endividamento. Apesar desse autoempréstimo se configurar como uma maneira mais rápida e fácil de conseguir dinheiro, ele também será um indicativo de que você está gastando mais do que ganha.

Nesse sistema, algumas pessoas também optam por usar o valor da compra fraudada para pagar a própria fatura do cartão de crédito. Contudo, isso também não ajuda em nada quem está precisando de dinheiro.

Isso porque vai gerar uma neve de dívidas que aumentam cada vez mais por conta dos juros de crédito rotativo – os maiores do mercado.

+ Saiba qual é a maquininha de cartão com menor taxa. Veja o comparativo!

Outro risco que vale a pena ser destacado é o cancelamento da transação. Muitas empresas financeiras já reconhecem essa tentativa de passar o cartão na própria maquininha e cancelam automaticamente qualquer valor repassado.

Nesse caso, a empresa pode até abrir um processo de apuração, em que vai requerer as notas fiscais para a comprovação de que houve uma transação financeira verdadeira.

Consequências mais graves de passar o cartão na própria maquininha

Vale dizer também que esse tipo de conduta pode acarretar na perda da maquininha. Ademais, existem casos em que passar o cartão na própria maquininha pode conduzir a acusações criminais, por se tratar de uma atitude ilegal.

As penalidades, nesse sentido, podem incluir multas e até a prisão, dependendo da gravidade do ato e dos valores envolvidos.

Vale dizer que a permissão para que parentes e pessoas próximas passem o cartão de crédito na sua maquininha para obter os valores, pode propiciar uma acusação de agiotagem, se for comprovada a intenção de emprestar dinheiro dessa forma.

A pena prevista para agiotas no país é de 6 meses a 2 anos de detenção e multa.

Agora que você já sabe que passar cartão na própria maquininha é crime, com certeza evitará esse tipo de prática. Continue acompanhando o nosso portal para ficar sempre atualizado com os melhores conteúdos sobre as suas finanças!

Aprenda como utilizar o WhatsApp Business e quais as vantagens

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celular com ícone do aplicativo whatsapp

O WhatsApp Business é a versão comercial do aplicativo de troca de mensagens. O app promete ajudar empresas, principalmente de pequeno e médio porte, a aprimorar a comunicação com clientes.

Todo profissional, pessoa física ou jurídica (PMEs), pode obter muitas vantagens usando o WhatsApp Business.

Empresas do setor do comércio físico e virtual e prestadores de serviço são os principais usuários da ferramenta. Vale destacar que hoje o aplicativo já tem versão para o sistema iOS e Android.

Como se cadastrar no WhatsApp Business?

Para você começar a usar o WhatsApp Business em seu negócio, primeiro é preciso baixar o app.

Depois, é só fornecer a descrição, o telefone e o endereço do seu negócio e, em seguida, confirmar o número. Talvez seja necessário informar também o site e horário de funcionamento da empresa.

+ Como enviar dinheiro pelo WhatsApp? Veja passo a passo de como funciona

7 recursos disponíveis no aplicativo

1 – Perfil Comercial – possibilidade de criar um perfil com informações úteis para os clientes, como uma descrição empresarial, e-mail, site e endereço.

2 – Mensagens Automatizadas – é possível criar mensagens de boas-vindas assim como automatizar mensagens de ausência quando seu negócio estiver fora do horário de atendimento.

3 – Respostas Rápidas – salve mensagens pré-definidas para responder perguntas mais frequentes dos clientes.

pessoa conversando no whatsapp
O WhatsApp Business foi lançado e se torna uma nova oportunidade para fidelizar seus clientes

4 – Estatísticas do fluxo de mensagens – tenha acesso a métricas simples, como número de mensagens enviadas com sucesso, entregues e lidas para entender o que está ou não funcionando para sua empresa.

5 – Etiquetas – organize seus contatos e os classifique com etiquetas para encontrá-los com facilidade quando precisar.

6 – WhatsApp Web – é possível enviar e receber mensagens usando o WhatsApp Business no computador.

7 – Tipo de conta – seus contatos saberão que estão se comunicando com uma empresa, pois na versão Business o WhastApp classifica o perfil como conta comercial.

Passo a passo para configurar o WhatsApp Business

1 – Acesse o WhatsApp Business;

2 – Clique no menu de configurações (os três pontinhos no canto superior direito da tela);

3 – Abrirá o menu de configurações

4 – Acesse a guia “configurações da empresa”;

5 – Clique em “mensagem de saudação”;

6 – Clique no botão de ativar o envio de mensagem de saudação, digite a sua mensagem e clique em “Ok” e clique em “salvar” no canto superior direito da tela.

+ PIX x WhatsApp Pay: compare as diferenças e vantagens de cada um

Como colocar as mensagens de ausência no WhatsApp?

Para configurar a mensagem de ausência os passos a serem seguidos são bem parecidos com a configuração de saudação, mas para que não reste nenhuma dúvida, vamos fazê-lo novamente com você.

1 – Acesse o WhatsApp Business;

2 – Clique no menu de configurações (os três pontinhos no canto superior direito da tela);

3 – Abrirá o menu de configurações;

4 – Acesse a guia “configurações da empresa”;

5 – Clique em “mensagem de ausência”;

6 – Clique no botão de ativar o envio de mensagem de ausência – Depois digite a sua mensagem e clique em “Ok”. A diferença aqui é que você pode configurar a frequência com a qual a mensagem será enviada e se ela irá para todos os seus contatos.

7 – Na opção Horário, programe quando você deseja que suas mensagens de ausência sejam enviadas. Você pode escolher:

  • Enviar sempre;
  • Horário programado;
  • Fora do horário comercial (para esta opção, você precisa configurar o horário de funcionamento da sua empresa).

8 – A próxima etapa para você configurar a sua mensagem de ausência é “Destinatários”. Aqui, você define quem receberá a sua mensagem de ausência. As opções são:

  • Todos;
  • Ninguém na agenda de contatos;
  • Todos com exceção de;
  • Enviar apenas para;
  • Personalize segundo as necessidades do seu negócio.

Por fim, clique em salvar no canto superior direito da tela.

Qual a vantagem de utilizar o WhatsApp Business?

O WhatsApp Business é uma boa alternativa para pequenas e médias empresas que querem estruturar uma melhor comunicação com o cliente.

O aplicativo aproxima lojista e consumidor, permitindo um atendimento mais personalizado. Além disso, é prático, ágil e, na versão tradicional, bastante utilizado pelo público.

Para se ter uma ideia, enquanto a taxa de abertura de uma campanha de e-mail marketing gira em torno de 15%, sendo a taxa de cliques não maior que 5%, a taxa de abertura de mensagens pelo WhatsApp é de quase 100%.

Além disso, a interação dos usuários com o conteúdo é de praticamente 80%.

A diferença do alcance e do potencial de engajamento do público-alvo entre os dois tipos de campanhas é gigantesca. Ou seja, essa é certamente a maior vantagem de desenvolver ações de vendas pelo WhatsApp Business.

Otimize suas vendas utilizando o WhatsApp

1 – Tenha um número de telefone específico para a empresa

Usar o WhatsApp pessoal para atender aos clientes dificulta a organização do lojista, que corre o risco de mandar mensagens por engano. Além disso pode soar pouco profissional para alguns clientes.

+ Entenda aqui como ganhar dinheiro utilizando o WhatsApp Business no seu negócio

2 – Capriche no perfil

Ele será o cartão de visitas da sua marca. Então, faça uma descrição bem redigida e instigante. Uma dica é usar o logotipo da empresa para passar mais segurança ao consumidor e reforçar a confiabilidade do seu negócio.

3 – Seja educado e prestativo

Esclareça as dúvidas do público de maneira clara e concisa e responda rapidamente às mensagens. Também esteja aberto às reclamações dos clientes.

Contudo, lembre-se que críticas e sugestões fazem parte de qualquer negócio. Por isso, o lojista deve lidar bem com elas e nunca as levar para o pessoal.

4 – Tenha atenção com a gramática

Evite erros ortográficos ou frases mal construídas. Já pensou pedir informações a um vendedor e ele falar muito errado ou de maneira desconexa?

Afinal, além de confundir o cliente, isso diminui a credibilidade da empresa.

5 – Não use o aplicativo como única forma de contato com o público

Lembre-se: há clientes que usam muito pouco o celular. Pensando nisso, crie uma estratégia de comunicação que também envolva redes sociais e e-mail, por exemplo.

Gostou deste texto? Compartilhe com amigos e familiares que possuem um negócio para começarem a utilizar o WhatsApp Business.

*Colaboração: Camila Miranda

Saiba como renegociar dívidas no Nubank com passo a passo

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menina segurando um cartão do nubank

Se você se excedeu com as compras ou teve um imprevisto e não conseguiu pagar a fatura total do cartão de crédito Nubank, fique tranquilo que há uma forma de reverter a situação. Leia este artigo na íntegra para entender como renegociar dívidas com o Nubank.

Há diferentes opções para quem está com dívidas no cartão de crédito da instituição, entre elas: parcelamento voluntário, parcelamento automático ou crédito rotativo.

Mas, o banco também disponibiliza a opção “Renegociação de Pendências”, com juros e valores de entrada menores. Além disso, é possível unir em um único parcelamento todas as pendências.

+ Pagar dívidas ou criar uma reserva de emergência: qual priorizar?

A funcionalidade está disponível tanto para quem usa o famoso cartão de crédito roxinho, quanto para os clientes do Ultravioleta, cartão premium. A Renegociação de Pendências do Nubank inclui:

  • Fatura atual fechada do cartão de crédito;
  • Saldo do rotativo do cartão;
  • Parcelamentos de fatura já efetivados;
  • Boletos pagos, Pix e saques feitos pelo cartão de crédito;
  • Parcelamento de compras à vista pelo aplicativo do Nubank;
  • Saldo em atraso em aberto.

Assim, ficam de fora as parcelas futuras das compras divididas no cartão.

De acordo com o banco, a função já está disponível para 95% dos clientes. No entanto, o recurso será liberado para todos em breve. A recomendação é manter sempre o aplicativo atualizado.

homem segurando celular
Renegociação de dívidas pode ser feita no aplicativo em poucos passos (Foto: Divulgação)

Como renegociar dívidas com o Nubank?

A Renegociação de Pendências nada mais é do que uma forma de refinanciar sua fatura atual e parcelas anteriores, além de outras contratações conforme mencionado acima.

A principal vantagem é poder unir em um único parcelamento as dívidas do cartão de crédito e, assim, organizar melhor as finanças para sair do vermelho.

Na maior parte dos casos, os clientes não precisam pagar nenhum valor de entrada. Mas, se houver essa necessidade, o valor será menos que o do mínimo do cartão. Além disso, os juros cobrados são inferiores ao do parcelamento automático da fatura e do rotativo.

Para simular os valores e solicitar a Renegociação de Pendências é simples. Basta seguir o passo a passo:

  • Abra o aplicativo Nubank;
  • Na tela inicial, clique na opção “Cartão de Crédito – fatura fechada”;
  • Selecione a opção “Parcelar”;
  • Toque em “Renegociação de Pendências” e depois “Começar Renegociação”;
  • Informe o valor que deseja pagar de entrada e defina o número de parcelas;
  • Revise as condições de parcelamento;
  • Selecione a forma de pagamento e digite sua senha de quatro dígitos;
  • Pronto, você acaba de renegociar sua dívida com o Nubank.

Esse é o passo a passo que você vai seguir se a fatura ainda não estiver vencida. Mas, se já ocorreu o vencimento, o procedimento muda um pouco.

Em vez de escolher a opção “Cartão de Crédito – fatura fechada”,você deve selecionar “Cartão de Crédito – saldo em atraso” e depois seguir os passos seguintes mencionados acima.

Vale destacar que, em ambos os casos, se você for pagar um valor de entrada, esse pagamento deve ser feito no momento da renegociação.

É possível antecipar o pagamento das parcelas de renegociação?

Sim, há a possibilidade de antecipar o pagamento das parcelas e garantir desconto proporcional dos juros. Mas, enquanto estiver pagando as parcelas de renegociação, não será possível alterar a data de vencimento da fatura de cartão de crédito.

Pode acontecer do cliente pagar o valor total da fatura antes da negociação ser efetivada. Nesse caso, a renegociação é mantida, mas o valor da parcela recalculado com base no que ainda falta pagar.

Vale destacar que as condições de negociação podem ser diferentes para quem está com o pagamento de parcelas atrasado.

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Veja também no FinanceOne:

Posso utilizar o FGTS na compra de um segundo imóvel?

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Mulher segura três casas de madeira em miniatura

Já tem uma casa própria e está planejando a compra de outro empreendimento imobiliário? Então, é provável que você se pergunte se é possível utilizar o FGTS na compra de um segundo imóvel.

A resposta é sim! Porém, é importante que você compreenda as regras impostas por cada sistema de financiamento brasileiro.

Isso porque o uso do FGTS em uma segunda negociação é atrelado à primeira. Além disso, o sistema escolhido na hora de calcular as parcelas também faz toda a diferença.

Mas, afinal, como usar o FGTS para comprar um segundo imóvel? Quais são os requisitos exigidos pelo banco para aprovar o crédito? Separamos as principais informações sobre o tema para você se planejar. Confira!

Principais requisitos para financiar um segundo imóvel com o FGTS

O uso do FGTS para compra de imóvel é comum no Brasil, em especial quando relacionado diretamente a um financiamento imobiliário.

O recurso é amplamente utilizado para pagamento da entrada, primeira parcela ou mesmo de amortização ao longo do contrato.

Entretanto, quando se trata de um segundo imóvel, as regras são um pouco diferentes.

Válido apenas para imóvel em outra cidade

Se você deseja comprar um imóvel com o FGTS pela segunda vez, o empreendimento não pode estar localizado na mesma cidade do primeiro bem, por exemplo. Essa é a principal regra de utilização do recurso para fins imobiliários.

Ou seja, você pode financiar um imóvel em outra cidade, desde que ela não pertença ao perímetro urbano da região metropolitana da sua atual cidade.

Uma exceção a essa regra vale para quem tem menos de 40% de participação no imóvel já existente – a informação deve constar na matrícula da propriedade.

+ É possível sacar FGTS para quitar parcelas atrasadas da casa própria?

Mudanças no estado civil

Outra situação particular que permite a compra de um segundo imóvel com recursos do FGTS em uma mesma cidade é quando indivíduos solteiros mudam o estado civil antes de adquirir a propriedade. 

Imagine que você já possui um imóvel financiado e agora, estando em uma união estável ou casado, deseja comprar um segundo com participação do cônjuge.

Nesse caso, é possível financiar um segundo imóvel com o FGTS – desde que, claro, o parceiro não tenha outro imóvel em seu nome.  

Demais regras da categoria

Para além dos exceções apresentadas anteriormente, o uso do FGTS na compra de um segundo imóvel deve ser feito nas seguintes condições:

  • O valor da segunda propriedade deve ser inferior a R$ 1,5 milhão;
  • Ter Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS) válida por mais de três anos;
  • Trabalhar ou morar na mesma cidade do imóvel;
  • Ter quitado 100% do primeiro financiamento.
Pessoas riscando um papel com canetas
Imóveis financiados podem ser utilizados como garantia na compra de uma segunda propriedade. (Fonte: Divulgação)

Como sacar o FGTS para comprar um imóvel?

A princípio, para sacar o FGTS na compra de um imóvel, você deve informar ao banco que pediu o financiamento para incluir o uso do saldo do Fundo de Garantia na operação.

Então, se o financiamento for aprovado, na hora do pagamento do imóvel, o próprio banco será responsável por sacar o valor do FGTS e repassar ao vendedor da propriedade.

Posso usar apenas uma parte do FGTS?

Sim, caso você queira usar apenas uma parte do FGTS para o financiamento, basta informar no banco qual o valor que você deseja usar.

Agora que você aprendeu a como liberar o FGTS para compra de imóvel, você já pode usar seu saldo para lhe ajudar a abater parte do seu financiamento.

Lembre-se que o saldo também pode ser usado para a compra do imóvel à vista, desde que você siga as regras do banco.

O que avaliar antes de financiar um segundo imóvel?

Agora que você já conhece os principais requisitos para o uso do FGTS na compra de um segundo imóvel, é importante que também avalie algumas condições para fazer uma boa escolha de financiamento.

A primeira delas é se atentar para os dois sistemas utilizados no Brasil: o Sistema Financeiro de Habitação (SFH) e o Sistema Financeiro Imobiliário (SFI).

Além disso, a compra de um segundo imóvel deve fazer parte de um planejamento financeiro bem estruturado.

Lembre-se que um financiamento imobiliário pode levar décadas para ser sanado e que a regra de ouro é nunca extrapolar 30% da sua renda mensal com as parcelas do contrato.

Por fim, um recurso bastante utilizado para a compra de um segundo imóvel – e eventual aprovação do financiamento no banco – é a utilização do primeiro imóvel como garantia.

Nesse caso, avaliar as condições apresentadas pela instituição financeira é essencial para uma tomada de decisão acertada. 

Gostou do conteúdo? Aproveite para conferir outras notícias envolvendo FGTS no blog da FinanceOne.

Adicional de 25% na aposentadoria: saiba o que é e quem pode receber

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fachada do inss

Você já ouviu falar no adicional de 25% na aposentadoria? Muitos aposentados do INSS recorrem a isso para aumentar o benefício, mas há muitas dúvidas a respeito. 

Não à toa, nos últimos anos diversos processos correram na Justiça em ações que solicitavam esse acréscimo na aposentadoria. 

Isso, inclusive, motivou um entendimento recente do Supremo Tribunal Federal (STF) colocando um ponto final em uma das principais questões sobre o tema: quem realmente tem direito?

Quer saber tudo? Então continue lendo o artigo!

Como funciona o adicional de 25% na aposentadoria?

O adicional de 25% na aposentadoria é um acréscimo pago aos segurados que são incapazes de exercer atividades básicas do cotidiano sozinhos e, por isso, dependem da ajuda de terceiros em tempo integral.

Esse acréscimo está previsto no artigo 45 da Lei 8.213/91 que diz claramente:

“O valor da aposentadoria por invalidez do segurado que necessitar da assistência permanente de outra pessoa será acrescido de 25% (vinte e cinco por cento).”

A lei ainda estabelece que o acréscimo será pago:

  • mesmo que o valor da aposentadoria atinja o limite máximo legal (teto do INSS, que em 2022 é de R$7.087,22)
  • será recalculado sempre que a aposentadoria for reajustada
  • cessará com a morte do aposentado, não sendo incorporável ao valor da pensão por morte

Quem tem direito ao adicional?

Embora a legislação seja clara, muitos aposentados ainda ficam em dúvida sobre quem tem direito e há outras discussões que cercam esse tema, como abordaremos ao longo deste artigo. 

Porém, o adicional de 25% na aposentadoria é apenas para quem se aposenta por invalidez e depende de ajuda permanente para atividades básicas do dia a dia. 

Vale lembrar que os requisitos para se aposentar por invalidez são:

  • cumprir uma carência mínima de 12 meses
  • estar contribuindo para o INSS, em período de graça ou recebendo algum benefício previdenciário (exceto Auxílio-Acidente) na hora da incapacidade
  • estar incapaz de forma total e permanente para o trabalho em virtude de alguma doença ou acidente relacionado ao trabalho ou não

Para receber o adicional é necessário ser incapaz de realizar atividades do cotidiano sozinho, de modo que necessite da ajuda de outra pessoa – um parente, um cuidador, enfermeiro etc.

Ou seja, a pessoa não consegue se alimentar, cuidar da higiene pessoal e realizar outras tarefas básicas para sobrevivência sozinha. A ideia é que o adicional seja um valor para ajudar com o custo de outra pessoa que cuida do segurado.

Situações

As situações em que o INSS considera que o segurado necessita da ajuda são:

  • cegueira total
  • perda de, no mínimo, nove dedos das mãos
  • paralisia dos dois membros superiores ou inferiores
  • perda dos membros inferiores, acima dos pés, quando a prótese for impossível; de uma das mãos e de dois pés, ainda que a prótese seja possível; ou perda de um membro superior e outro inferior, quando a prótese for impossível
  • alteração das faculdades mentais com grave perturbação da vida orgânica e social
  • doença que exija permanência contínua no leito

Esses são os casos em que o INSS concede o adicional de 25% na aposentadoria de forma automática, sem “questionar” (depois que o segurado comprova a sua condição, é claro).

Porém, isso não impede que outros aposentados por invalidez que necessitam de ajuda de terceiros peçam o adicional. Desde que possa provar sua incapacidade e dependência, ele pode solicitar o adicional mesmo que sua condição não esteja descrita nessa lista. 

fachada de uma agência do inss
Adicional de 25% na aposentadoria por invalidez pode elevar benefício acima do teto do INSS

É o caso, por exemplo, de pessoas com incapacidades mentais. Nessas situações em que o acréscimo não for concedido automaticamente, o segurado pode buscar a Justiça para pleitear seus direitos. 

Qualquer pessoa que pedir o adicional passará por uma perícia no INSS e apresentará exames e atestados médicos.

Como requerer o adicional  de 25% na aposentadoria?

O adicional de 25% na aposentadoria por invalidez passa a ser devido assim que a necessidade permanente de um cuidador é constatada. 

Se no momento de se aposentar a pessoa já estiver nessa situação, o adicional começará a ser pago junto com o valor restante da aposentadoria desde o primeiro dia. 

Na perícia médica o perito constatará o caso. Desse modo, o segurado não precisa fazer nada, apenas esperar o pagamento. 

Porém, pode acontecer da pessoa se aposentar por invalidez e a necessidade de um cuidador por incapacidade surgir depois. É o caso de quando o quadro físico/mental do aposentado vai se agravando ao longo dos anos até que ele deixa de ser independente.

Neste caso, é necessário solicitar o acréscimo no valor da aposentadoria ao INSS. Isso pode ser feito pelo site do Meu INSS. Basta fazer login e digitar  “25” na lupa de pesquisa no topo da página. 

Aparecerá a opção “Solicitação de Acréscimo de 25%”. Clique nela e siga as orientações na tela para realizar o pedido. Talvez seja necessário atualizar os dados do segurado. 

Depois de checar se todas informações estão corretas, será preciso anexar os documentos necessários para comprovar o direito ao adicional, como exames e atestados médicos.

A sua perícia médica será agendada. No dia da perícia, leve alguns documentos:

  • pessoais originais do interessado com foto (RG, CNH ou CTPS)
  • médicos originais (exames, laudos e receitas)

E como solicitar o adicional de 25% na aposentadoria pelo aplicativo?

Caso você queira solicitar o adicional de 25% na aposentadoria pelo aplicativo do Meu INSS saiba que isso é possível. 

O melhor é que o processo para agendamento de perícia é feito de forma fácil e rápida. Confira o passo a passo abaixo!

1º passo: baixe o aplicativo Meu INSS, que está disponível para Android e iOS no seu celular. Depois, no canto superior direito clique em “Entrar”;

2º passo: se você já tiver conta, digite seu CPF e senha. Caso contrário, clique em “Crie sua conta”;

3º passo: no canto direito inferior, selecione “Agendar Perícia” e depois clique na perícia desejada;

4º passo: siga as orientações e conclua o agendamento.

Pronto, agora é só aguardar a data do agendamento da perícia para que você possa passar a ter direito ao adicional de 25% na aposentadoria.

O adicional de 25% também cabe em outros tipos de aposentadoria?

Até pouco tempo a resposta para essa pergunta era meio nebulosa. Acontece que a lei diz com clareza que o adicional de 25% é apenas em caso de aposentadoria por invalidez. 

Porém, muitos casos acabaram sendo movidos na justiça para a concessão do adicional em outras situações, como aos aposentados por idade e tempo de contribuição que ficaram incapacitados depois. 

Diante disso, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) teve um entendimento de que, desde que fosse comprovada a invalidez e a necessidade de assistência permanente, o aposentado poderia receber o adicional independente da modalidade de sua aposentadoria.

Mas a história não acabou aí. O INSS entrou com um recurso e a discussão foi parar no Supremo Tribunal Federal (STF), que em 2019 resolveu suspender todos os processos que estavam tramitando na Justiça para conceder o acréscimo para os outros tipos de aposentadorias que não a de invalidez.

E em junho de 2021, o Tribunal finalmente deu o entendimento definitivo: não é possível o adicional de 25% para todas as aposentadorias, apenas por invalidez.

A decisão é motivo de crítica, porque qualquer segurado, independentemente da modalidade pela qual se aposentou, pode passar a necessitar de assistência permanente de terceiros.

Além disso, alguns advogados contam que existem pessoas que, mesmo reunindo condições para se aposentarem por invalidez, preferiram se aposentar por outras modalidades por ser mais benéfico.

Nessas situações, os segurados acabam entrando na justiça também, pedindo o adicional. Mas com o entendimento mais recente do STF, fica valendo somente o que já está definido em lei. 

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*Colaboração: Juliana Favorito

C6 Bank: confira qual é o WhatsApp, telefones e meios de contato

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Mulher segura celular aberto no app C6 Bank

Você é correntista do C6 Bank e precisa entrar em contato com o banco? Saiba que é possível de diversas maneiras. Afinal, a fintech oferece a seus clientes uma infinidade de serviços digitais sem tarifas.

Um deles é o chat C6 Bank, que permite que o cliente tenha um contato digital com um atendente através de um chat disponibilizado na plataforma.

+ Cartão de crédito C6 Bank é bom? Veja como funciona e se vale a pena!

Para utilizar a ferramenta de chat, basta abrir o app do banco e procurar pelo ícone que indica atendimento. O primeiro contato será realizado por uma atendente virtual, mas pode ser feito por um atendente humano caso necessário.

O C6 Bank também oferece dois endereços para contato via e-mail. O contato de clientes deve ser feito pelo [email protected] e o contato voltado para imprensa [email protected]. Nesse caso, é necessário aguardar a resposta do banco após o envio.

Cartões de crédito do C6 Bank
O C6 Bank é um banco digital que oferece, entre outros serviços, conta corrente, cartão de crédito e opções de investimento

Qual o telefone do C6 Bank?

Para quem deseja realizar outro método de contato, além do chat e e-mail C6 Bank existem outras formas de falar com o banco. A instituição bancária fornece números de telefone para todas as situações. Confira os principais:

0800

Se você precisar de assistência com sua conta ou tiver dúvidas sobre produtos ou promoções, ligue para 0800 660 0060. A equipe de atendimento ao cliente está disponível 24 horas por dia, 7 dias por semana, para ajudá-lo.

Central de relacionamento

Além do telefone de SAC, o C6 Bank também disponibiliza dois números de central de relacionamento, que são voltados a assuntos gerais; eles são:

  • 3003-6116 (Para capitais e regiões metropolitanas)
  • 0800-660-6116 (Para as demais regiões do Brasil)

Os dois contatos estão disponíveis 24 horas por dia, 7 dias por semana.

WhatsApp

Uma novidade do banco C6 Bank é o método de contato feito através do aplicativo WhatsApp.

Para realizar esse tipo de contato basta adicionar o número +55 (11) 2832-6088 na lista de contatos de seu celular e depois enviar um ‘’Olá’’ no chat do aplicativo. Dessa forma, um chat com a assistente virtual será iniciado.

Esse atendimento é disponibilizado 24 horas por dia e totalmente virtual. Porém, o atendimento é feito apenas para responder às perguntas mais realizadas pelos clientes.

Vale destacar ainda que o banco não pede em nenhum momento dados pessoais da conta por meio dessas formas de atendimento.

Ouvidoria

Ainda existe mais um número para você ligar: o da ouvidoria, que geralmente é procurada quando nenhuma das outras opções foram suficientes para resolver seu problema. Assim, este deve ser o último contato a tentar fazer, até mesmo após as opções não telefônicas.

Portanto, caso tenha alguma reclamação a fazer em relação ao serviço prestado, é pra este número que deve ligar. Anote aí o número de Ouvidoria do banco: 0800 660 6060.

+ C6 Bank oferece conta internacional para quem planeja viagem. Confira!

Redes Sociais

Para quem gosta de praticidade, então pode optar pelas redes sociais. O banco possui vários perfis nas redes sociais mais acessadas atualmente.

Portanto, basta chamar um de seus atendentes no espaço destinado à conversa de cada aplicativo e aguardar ser respondido. Geralmente, o banco responde seus clientes de maneira rápida nessas plataformas.

Conheça as principais redes sociais da C6 BANK:

Entretanto, caso escolha essas opções, tenha cuidado com os perfis falsos que tentam se passar pelo C6 Bank nas redes sociais. O C6 Bank não possui outras comunidades ou grupos além dos citados acima.

Portanto, desconfie de outros perfis, mesmo que eles se identifiquem como “não oficiais”. Tome cuidado se alguém se identificar como funcionário do C6 Bank em qualquer grupo ou rede social, pois pode ser uma pessoa tentando obter suas informações para realizar fraudes.

E, por fim, é importante destacar que nenhum funcionário do C6 Bank está autorizado a oferecer ajuda via redes sociais ou aplicativos de mensagens, como Whatsapp e Telegram.

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Você sabe a diferença entre independência financeira e liberdade financeira?

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mulher segurando um leque de notas de dinheiro e tapando a parte inferior do rosto

Você deve ter ouvido por aí alguém falando em independência financeira e liberdade financeira. Embora sejam dois termos bem parecidos, são conceitos diferentes e entendê-los é importante para conquistá-los. 

Mas existe um fator em que essas duas coisas têm semelhança: a maioria dos brasileiros ainda não sabe o que fazer para conquistar nenhuma delas, nem liberdade, nem independência financeira. 

Uma pesquisa do Instituto Axxus, divulgada em agosto do ano passado, revelou que 76% dos brasileiros não administraram bem suas finanças pessoais durante a pandemia. 

Mesmo fora da crise, o país já tinha um número elevado de pessoas que não sabem gerenciar seu próprio dinheiro, investir de acordo com seus objetivos ou planejar metas financeiras.

E essa é a receita perfeita para não obter sucesso nas finanças. Mas, para começar esta conversa, vamos entender quais são as diferenças entre liberdade e independência.

Qual a diferença entre independência e liberdade financeira?

Liberdade financeira é sinônimo de estabilidade. Ou seja, é a situação da pessoa que alcançou autonomia e consegue tomar decisões com mais tranquilidade, embora ainda precise trabalhar ou de uma fonte de renda. 

Se você tem um salário que te permite ter um estilo de vida confortável, consegue comprar tudo que precisa e quase tudo que tem vontade, suas contas estão em dia, o score de crédito alto lhe permite obter ótimos cartões… Você tem liberdade financeira. 

Por outro lado, o conceito de independência financeira é, literalmente, não precisar fazer mais nada para ganhar dinheiro. É o famoso viver de renda, quando a pessoa aplicou o suficiente para se manter apenas com os rendimentos de sua carteira de investimentos.

Podemos dizer, então, que a diferença é que: a independência financeira é sobre viver bem só com a rentabilidade de seus investimentos, enquanto a liberdade é mais sobre ter plenitude financeira com a sua renda laboral, o salário.

Calculadora, moedas espalhadas e cofre de porquinho em um ambiente de madeira
Mesmo pessoas com salários altos podem não ter liberdade financeira

Como alcançar a liberdade financeira?

Em um primeiro momento, a maioria das pessoas tende a concluir, então, que para alcançar liberdade financeira basta conseguir um emprego que pague bem. Inclusive, é isso que muitos buscam quando optam por seguir uma carreira pública, por exemplo. 

Mas é necessário muito mais que um bom salário para alcançar essa estabilidade. Afinal, existem médicos, doutores, grandes advogados e até mesmo pessoas famosas que não possuem essa liberdade. 

Os motivos para ter tanto dinheiro, mas nenhuma liberdade podem ser vários: dívidas altas, bens bloqueados por questões judiciais em casos mais graves etc. 

Percebe que não é só uma questão de ganhar muito dinheiro, mas sim de conseguir viver bem com o dinheiro que se tem? 

Logicamente, quanto mais dinheiro melhor. Então é fundamental buscar aumento de renda se a que você tem hoje não é suficiente para manter o padrão de vida que gostaria.

Mas ter renda sem saber administrá-la não garante a tal liberdade. 

Dito isso, podemos listar 5 dicas para conquistar a liberdade financeira:

  1. Viva um degrau abaixo, nunca gaste todo seu dinheiro
  2. Religiosamente, invista uma parte da sua renda – para conquistar metas de médio e longo prazo
  3. Tenha uma reserva para emergências, assim sua liberdade nunca estará ameaçada
  4. Procure aprender cada vez mais sobre finanças e como gerenciar seu dinheiro (tem um curso do FinanceOne que pode ajudar)
  5. Se tiver dívidas, procure quitá-las para ter mais tranquilidade e evitar problemas judiciais

E como conquistar a independência financeira?

Tanto a liberdade financeira quanto a independência financeira são conquistas desafiadoras. Mas a independência é uma meta ainda mais audaciosa, que requer disciplina e conhecimento. 

Quem busca essa independência geralmente quer parar de trabalhar em algum momento (antes da idade para se aposentar). Ou, mesmo que continue trabalhando, quer que seja algo opcional. 

Além disso, dificilmente a independência financeira é sobre ter apenas o necessário para viver com o básico. O investidor que busca essa meta quer rentabilidade o suficiente para viver confortavelmente. 

Se você quer esse futuro, temos um guia definitivo que te ensina a conquistar a independência financeira. Mas aqui vai um resumo do que você precisa:

  1. Ter finanças muito bem organizadas e estabelecidas
  2. Ser extremamente disciplinado nos investimentos
  3. Ter uma carteira diversificada e lucrativa
  4. Montar um planejamento bem estruturado
  5. E, principalmente, aprender a entender o mercado e renda variável (dificilmente alguém consegue viver de renda ficando só nos investimentos básicos)

Podemos dizer ainda que a liberdade financeira é o passo anterior à independência financeira. Conquistar a primeira é primordial para alcançar a segunda.

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