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Como as corretoras de valores ganham dinheiro? Entenda!

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homem em um escritório olhando para uma tela de computador com gráficos

Diversas corretoras estão aderindo a taxa zero de manutenção nas contas. Com isso, algumas dúvidas surgem, como por exemplo: como as corretoras ganham dinheiro? Afinal de contas, anos atrás as taxas eram uma das principais fontes. Mas como as corretoras sobrevivem agora?

Se você deseja saber como as corretoras conseguem ganhar dinheiro, então esse texto é para você! Continue a leitura para saber mais.

Quais são as funções de uma corretora?

Um ponto importante – e que gera dúvidas também – é quais são as funções de uma corretora. Afinal de contas, elas não têm as mesmas características de um banco, por exemplo. Mas, ao mesmo tempo, a corretora oferece diversos tipos de investimentos.

Por isso, uma corretora de valores é uma ponte de ligação entre o investidor e os ativos financeiros.

Ou seja, a corretora é responsável em transferir o recurso do seu cliente para a aplicação que ele achar mais conivente. Dessa forma, é através da corretora que pessoas físicas ou jurídicas podem transferir o seu dinheiro para investimentos.

Mas se a corretora não fica com a maior parte das aplicações, como as corretoras ganham dinheiro? Saberemos a seguir!

Afinal, como as corretoras ganham dinheiro?

Depois de saber quais são as funções de uma corretora e que ela é a ponte que ajuda o investidor com as suas aplicações, muitos ficam na dúvida: mas como elas ganham dinheiro?

Afinal, a maior parte das instituições não cobram taxas de manutenção e, em alguns casos, nem cobram pelo custo de abertura de conta. Então, como podem lucrar?

Apesar de não parecer tão óbvio, uma corretora pode ganhar dinheiro de várias maneiras. Sendo algumas delas:

  • vendendo cursos;
  • taxas de corretagem;
  • multas e juros sobre saldo devedor em conta;
  • juro sobre o recurso deixado por clientes na conta;
  • comissão por intermédio de aplicações;
  • comercialização de plataformas de investimentos;
  • comissão por aluguel de ativos

+ Confira 11 opções de corretoras de confiança para investir

Como você pode observar, há diferentes maneiras em que as corretoras podem ganhar dinheiro. Além dessas alternativas, elas também podem ganhar dinheiro até com o saldo que os clientes deixam acumular nas contas, mais conhecido como float.

casal olhando contrato
Veja aqui como corretoras ganham dinheiro

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Como abrir conta em uma corretora de valores?

Você tem vontade de abrir uma conta em uma corretora de valores, mas ainda não sabe como fazer? Separamos um passo a passo para você!

1. Vá até o site da corretora

O primeiro passo para você conseguir abrir uma conta na corretora é visitando o site da instituição. Após entrar no site você deve procurar a aba “criar conta” ou “abra sua conta aqui”.

Essa opção para abertura de conta costuma ter bastante destaque na página inicial.

2. Preencher as informações

Após encontrar a aba de “abra sua conta”, você deverá preencher um questionário para levantamento de dados. Além disso, a corretora também pedirá que você crie um usuário e uma senha.

Algumas das perguntas que são feitas:

  • número CPF;
  • e-mail;
  • telefone;
  • endereço completo;
  • número da identidade;
  • valor do patrimônio;
  • renda mensal.

Além dessas informações, algumas corretoras também podem pedir o envio de fotos ou arquivos digitalizados.

3. Aguardar a análise dos documentos

Após você enviar todos os documentos e preencher as informações necessárias, deverá aguardar a análise deles. A verificação por parte da corretora é importante para evitar fraudes e garantir que toda documentação enviada esteja correta.

Vale destacar que essa etapa tem sido cada vez mais rápida. Por isso, não deve demorar tantos dias para você receber a resposta sobre a análise dos documentos.

Gostou deste texto? Agora que você já sabe como as corretoras ganham dinheiro, que tal continuar aprendendo sobre o mundo dos investimentos? Então veja agora mesmo “8 opções de cursos de investimentos para iniciantes“.

Auxílio para taxistas: confira se quem não tem alvará poderá receber

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pessoa com dinheiro na mão

Desde que foi anunciado o auxílio para taxistas muitos motoristas ficaram com dúvidas sobre se os auxiliares poderiam ou não receber este benefício. Para quem não sabe, os auxiliares são os motoristas que não possuem a autonomia e/ou alvará para trabalhar e por isso, alugam este documento.

A boa notícia é que sim, esses profissionais também poderão receber o auxílio para taxistas sem nenhum problema. Essa informação foi divulgada na portaria do Ministério do Trabalho e Previdência, publicada no Diário Oficial da União na última quarta-feira, 27.

Para não restar mais dúvidas, a portaria ainda informa que o benefício será pago aos taxistas que tenham concessões, permissões, licenças ou autorizações para trabalhar e que atuem na profissão.

Mas é claro que para isso será necessário ter algum alvará para comprovar o vínculo com a profissão. 

Mas quais são esses documentos? Nós iremos te contar isso e muito mais durante este artigo!

Auxílio para taxistas: qual alvará preciso ter para comprovar que sou taxista?

Como você já sabe, os auxiliares poderão receber o auxílio para taxistas de até R$1.000. Porém, é necessário comprovar que você exerce a função tendo algum alvará. 

Para te ajudar, separamos as listas de documentos que o Ministério do Trabalho e Previdência vai aceitar. Confira!

  • Motoristas que tenham registro para exercer a profissão, emitido pelo órgão competente da localidade da prestação de serviço até 31 de maio de 2022; 
  • Motoristas de táxi titulares de concessão, permissão, licença ou autorização emitida pelo poder público municipal ou distrital em regular e efetivo exercício da atividade profissional;
  • Motoristas de táxi com autorização emitida pelo poder público municipal ou distrital, em regular e efetivo exercício da atividade, e vinculado ao cadastro do item anterior.

Se você se enquadra em um dos requisitos acima, saiba que terá o benefício pago pelo Governo Federal. 

pessoa segurando notas de real
O auxílio para taxistas também será pago aos auxiliares

Vale ressaltar que não é necessário se inscrever em nenhum site, a própria prefeitura de cada município enviará os documentos necessários para o Ministério.

Em quais casos o auxílio para taxistas não será pago?

É importante dizer que, sim, existem alguns casos em que taxistas poderão ficar de fora e não receber o benefício que será pago pelo governo. Mas, quais são? 

O auxílio para taxistas não será pago aos motoristas de táxi que estiverem em uma das situações abaixo:

  • com o CPF pendente de regularização junto à Receita Federal do Brasil, em situação suspensa, cancelada, nula, ou de titular falecido;
  • como CPF vinculado, como instituidor, à concessão de pensão por morte de qualquer natureza ou do auxílio-reclusão; ou
  • que seja titular de benefício por incapacidade permanente para o trabalho;
  • que seja considerado inelegível o motorista de táxi beneficiário com indicativo de óbito no Sistema de Controle de Óbitos ou no Sistema Nacional de Informações de Registro Civil;

Vale destacar, também, que o auxílio para taxistas não será pago de forma cumulativamente com o auxílio caminhoneiro. Ou seja, quem recebe um não receberá o outro.

Quando começará a ser pago o auxílio para taxistas?

Para quem não sabe, o auxílio para taxistas começará a ser pago a partir do mês de agosto e já tem um cronograma estabelecido. 

O pagamento está previsto para começar a partir do dia 16, com duas parcelas de R$1 mil sendo pagas ao mesmo tempo.

ParcelaData previsto de pagamento
1ª parcela16 de agosto
1ª parcela30 de agosto(para prefeituras que perderemo 1º prazo de inscrição)
2ª parcela16 de agosto
2ª parcela30 de agosto(para prefeituras que perderemo 1º prazo de inscrição)
Demais parcelassetembro a dezembro(datas ainda não definidas)

As informações foram divulgadas pelo Ministério do Trabalho, que informou, ainda, que o valor e número de parcelas poderão ser modificados. Elas podem mudar conforme a quantidade de taxistas beneficiados e o limite global de recursos.

Gostou dessas informações? Compartilhe com um amigo beneficiário do auxílio para taxistas. E confira mais detalhes no nosso site a qualquer momento!

Leia também no FinanceOne:

Governo regulamenta Lei dos superendividados: saiba como utilizar

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homem olhando para mesa e com as mão na cabeça preocupado

Na última quarta-feira, 27, foi publicado no Diário Oficial da União um decreto que regulamenta a Lei dos Superendividados. As regras entrarão em vigor 60 dias após a data de publicação do documento. Ou seja, no fim de setembro.

O decreto regulamenta a prevenção e o não comprometimento do mínimo existencial em conciliações administrativas ou judiciais de situações de superendividamento em dívidas de consumo.

O objetivo é garantir ao consumidor a quantia mínima para o pagamento de despesas básicas, como luz, água e alimentação. Assim, o valor não pode ser usado para quitação de dívidas.

Ficou estabelecido que esse mínimo existencial equivale a 25% do salário mínimo vigente na data de publicação do decreto. Ou seja, R$303, considerando que o valor atual do salário mínimo é de R$1.212.

Vale destacar que o reajuste anual do salário mínimo não implicará na atualização do valor definido como mínimo existencial. Essa atualização ficará sob a responsabilidade do Conselho Monetário Nacional.

mulher preocupada com golpe
Lei dos Superendividados garante mínimo aos cidadãos para contas básicas (Foto: Divulgação)

Decreto estabelece dívidas que ficam de fora do cálculo do endividamento

De acordo com o documento, entende-se por superendividamento a impossibilidade do cidadão, que age de boa-fé, pagar o total de suas dívidas de consumo sem comprometer o valor mínimo para sua subsistência.

Ficam de fora do cálculo do superendividamento as seguintes condições:

  • Financiamento e refinanciamento imobiliário;
  • Parcelas decorrentes de empréstimos e financiamentos com garantias reais;
  • Contratos de crédito garantidos por meio de fiança ou com aval;
  • Parcelas de operações de crédito rural;
  • Financiamento da atividade empreendedora ou produtiva, inclusive as subsidiadas pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES);
  • Dívidas já renegociadas anteriormente;
  • Tributos e despesas condominiais vinculadas a imóveis e móveis de propriedade do consumidor;
  • Parcelas de operação de crédito consignado regido por lei específica;
  • Operações de crédito com antecipação, desconto e cessão, inclusive fiduciária, de saldos financeiros, de créditos e de direitos constituídos ou a constituir, inclusive por meio de endosso ou empenho de títulos ou outros instrumentos representativos;
  • Limites de crédito não utilizados associados a conta de pagamento pós-paga; e
  • Limites disponíveis não utilizados de cheque especial e de linhas de crédito pré-aprovadas.

Além disso, a Lei dos Superendividados estabelece que a preservação do mínimo existencial não é impedimento para a concessão de operação de crédito que visa substituir outra anteriormente contratada.

No entanto, a substituição deve ser feita com a intenção melhorar as condições do consumidor.

Entenda o que é a Lei dos Superendividados

A Lei do Superendividamento entrou em vigor em julho de 2021. A regulamentação acrescentou novas regras ao Código do Consumidor, com o intuito de prevenir o superendividamento dos cidadãos.

Outro objetivo é tornar os contratos de empréstimos mais seguros, proibindo, por exemplo, abusos como propagandas pouco esclarecedoras sobre as reais condições do empréstimo.

Ou, ainda, qualquer iniciativa de assédio ou pressão para atrair consumidores, por meio de sorteios ou ofertas de prêmios. Isso, especialmente, quando se tratam de pessoas idosas, analfabetas ou em situação de vulnerabilidade.

Além disso, algumas outras medidas estão previstas, como crédito básico, acesso a educação financeira, cláusulas contratuais mais seguras e informações mais claras sobre o processo de contratação de crédito.

+ Está endividado? Saiba se o banco pode tirar dinheiro da conta corrente

Assim, os bancos, financiadoras e qualquer instituição que venda a prazo devem especificar previamente os custos totais do crédito contratado, incluindo informações como juros, tarifas, taxas e encargos em casos de atraso no pagamento.

A lei também estabelece que o consumidor pode solicitar a abertura de um processo de repactuação das dívidas com a presença de todos os credores ao mesmo tempo. Na reunião, o cidadão apresentará um plano de pagamento.

O plano deve ter prazo máximo de cinco anos para a quitação das dívidas. Mas, sempre levando em consideração o mínimo existencial.

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Vale a pena levar sua empresa para um coworking? Confira!

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Você provavelmente já escutou falar sobre coworking. Para quem não conhece muito o termo, ele se refere a um escritório compartilhado ou colaborativo.

O coworking é usado principalmente por profissionais freelancers, empreendedores e até mesmo empresas de tecnologia. Mas será que vale a pena levar sua empresa para esses espaços?

De acordo com uma reportagem da editoria de Pequenos Empresas & Grandes Negócios, programa da TV Globo, os contratos de coworking em São Paulo aumentaram em 135% nos últimos dois anos.

Existem diversas vantagens para você levar a sua empresa para um coworking, porém a principal delas é a redução de custo do espaço. Isso porque os “coworkers” dividem o mesmo ambiente com diversos profissionais de setores diferentes.

Para quem está pensando em abrir um negócio, levar sua empresa para um coworking pode ser uma vantagem. Isso porque como os custos são reduzidos e divididos, não existe a necessidade de arcar sozinho com aluguel de espaço, condomínio, IPTU, manutenção e limpeza.

Além disso, outros benefícios para as empresas são a comodidade e a comunidade. Quando se está dividindo um espaço profissional com outras empresas, é possível focar melhor nos negócios e no trabalho.

Além disso, ao levar sua empresa para um coworking é mais fácil de identificar novos clientes e empresas parceiras.

Levar sua empresa para um coworking aumenta o networking

Quem não gosta de fazer networking? Levar sua empresa para um coworking aumenta a possibilidade de trocar ideias com profissionais de diversas áreas.

Dessa forma, é possível criar relacionamentos tanto pessoais quanto de negócios. Com isso, o coworking propicia para todos os profissionais o fechamento de parcerias e negócios.

Mas levar sua empresa para um coworking também tem as suas desvantagens. Isso porque se os seus funcionários não conseguem trabalhar com conversas paralelas e barulho, é melhor manter a empresa em um espaço só para vocês.

+ Planejamento empresarial: saiba como fazer o seu

Quem quer se dar bem em um ambiente coworking precisa estar aberto a compartilhar o espaço com pessoas de diferentes áreas.

Só existe um negócio que não é possível de funcionar em um ambiente de coworking: as lojas. Estas precisam estar abertas para a rua para poder atrair o público-alvo que desejam. Os demais negócios, até mesmo indústrias, podem ter escritórios em coworkings.

levar sua empresa para um coworking
Existem diversas vantagens para você levar sua empresa para um coworking

Outros benefícios ao levar sua empresa para um coworking

Como já foi citado anteriormente, existem diversas vantagens para levar sua empresa para um coworking. Desde o aumento da produtividade até o estímulo da criatividade. Confira mais alguns benefícios!

Novos contatos

Quem divide escritório com diversas pessoas sabe que é possível fazer networking e ter bons conselhos de profissionais de outras áreas.

Além disso, também existe a possibilidade de acontecerem novos insights para o negócio que você tem, mesmo que os profissionais não sejam da mesma área que você.

Isso porque os contatos abrem novas portas para as possibilidades, agregando valor ao seu empreendimento.

Como o coworking é um espaço compartilhado e aberto à colaboração, as empresas acabam apoiando umas às outras. Sendo assim, acabam realizando a troca de experiências e até mesmo compartilhando alguns clientes.

Maior produtividade

O coworking é feito para tornar o trabalho dos funcionários mais produtivo. O ambiente de espaço compartilhado proporciona para os empreendedores uma liberdade de se movimentar.

Também dá a oportunidade de ter um maior controle do trabalho realizado, utilizando toda a infraestrutura do local alugado, fazendo com que o trabalho renda mais do que em casa. Isso porque em casa, os funcionários podem acabar tendo a atenção desviada para outros afazeres.

Estímulo à criatividade

Quem nunca ficou travado para fazer alguma atividade no trabalho? Ou sem inspiração para elaborar um novo projeto? Isso pode acontecer porque as pessoas ficam sempre no mesmo ambiente. Por isso, é importante realizar mudanças no local de trabalho da empresa.

Dessa forma, trabalhar em um espaço de coworking ajuda que os funcionários busquem novas referências.

Além disso, conhecer novas pessoas e trabalhar em lugares diferentes são fatores que ajudam a estimular a criatividade.  

Contratar uma equipe maior

Quando os negócios começam a crescer, é necessário contratar e ampliar a equipe da empresa, certo? Os empreendedores que trabalham em casa sabem que é inviável que a equipe trabalhe na casa, até mesmo por falta de espaço.

Por isso, levar sua empresa para um coworking pode ser uma alternativa mais viável. Ainda mais que no espaço já existe toda uma infraestrutura montada para receber os funcionários da sua empresa.

Veja o que é logística reversa e como aplicá-la com eficiência

Como trabalhar em casa ou de qualquer lugar do mundo

Trabalhar de casa ou de qualquer lugar do mundo já é uma realidade para muitos empreendedores. Mas, você sabe o que é necessário para conseguir trabalhar em home office?

Na maioria das vezes, somente um computador ou notebook, fone de ouvido e conexão com a internet já resolvem. Mas há diversas formas de melhorar a produtividade e aproveitar melhor o home office.

E você? Já pensou em trabalhar desta maneira? Veja agora mesmo como é possível trabalhar de casa ou de qualquer lugar do mundo. Confira quais são as vantagens desse novo modelo de trabalho. 

PIX Saque: entenda o que é e como funciona a nova modalidade de saque!

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uma pessoa segurando o celular

As funcionalidades do PIX Saque e Troco foram lançadas em novembro do ano passado com o objetivo de facilitar ainda mais as transações de compras e vendas entre os consumidores e lojistas.

Porém, de lá para cá a adesão no comércio não foi tão grande quanto se esperava. Para ter uma ideia, de dezembro a junho deste ano foram realizadas 868.256 transações de PIX Saque e Troco.

Isso representa um total de R$122,1 milhões. A informação foi divulgada em um balanço realizado pelo Banco Central (BC).

E esse valor é pequeno quando comparado com o número de transferências realizadas por meio do PIX. Somente no último mês, foram realizadas 1,634 bilhão de transações, o que representa R$772,735 bilhões.

Agora, quando comparamos com a quantidade de transações realizadas desde a criação do PIX, em novembro de 2020, o número é ainda maior. São R$17,537 trilhões movimentados em transferências por meio do PIX.

Como funciona o PIX Saque?

Como mencionado, essa será só mais uma forma de obter dinheiro em espécie. A vantagem principal é que ela não ficará disponível somente em bancos e caixas 24h, mas até mesmo em estabelecimentos comerciais.

O cliente vai até o estabelecimento que oferece o serviço de PIX Saque; faz uma transferência instantânea para a loja a partir da leitura de um QR Code ou pelo aplicativo; e recebe esse valor em dinheiro do estabelecimento.

Essa nova opção de saque poderá ser uma grande facilitadora para pessoas que não possuem bancos ou caixas eletrônicos 24 horas próximas de suas residências. E, assim como o PIX, a transação será gratuita para o cliente.

Diferentemente do que acontece no PIX Troco, a pessoa não precisa realizar nenhuma compra no estabelecimento para conseguir realizar a operação.

Quaisquer estabelecimentos comerciais, instituições financeiras com rede própria de terminais de autoatendimento (como caixas 24 horas) e entidades que ofertam rede independente (compartilhada) de ATM poderão oferecer o PIX Saque.

No entanto, a oferta do serviço fica a critério do comerciante. Ou seja, não é uma obrigatoriedade.

Mulher deitada no sofá sorri e segura o celular em uma mão
PIX Saque permitE acesso a dinheiro em espécie gratuitamente em estabelecimentos comerciais (Foto: Agência Brasil)

Qual será o limite para sacar dinheiro nessa modalidade?

Apesar de facilitar a vida do usuário, a ideia é que a nova ferramenta sirva para saques pequenos. Por isso, o Banco Central estipulou os seguintes limites para o PIX Saque:

  • R$500 durante o dia
  • R$100 no período noturno (das 20h às 6h)

São os mesmos limites estabelecidos para a modalidade de troco do PIX. Além disso, esse tipo de operação está limitada a 8 por mês.

Mas fique atento: esses limites são o teto máximo estipulados pelo BC. Cada estabelecimento poderá adotar regras e limites próprios, desde que não ultrapassem esse valor.

Além disso, a loja poderá recusar a oferta do serviço se não tiver dinheiro disponível em caixa. Como já dito, não é uma obrigatoriedade para o estabelecimento.

Para o comércio que disponibilizar o serviço, as operações do PIX Saque renderão uma tarifa de R$0,25 a R$0,95 por transação. Mas esse valor não representa custo para o cliente e sim para a instituição de relacionamento do usuário sacador.

Qual a diferença entre PIX Saque e PIX Troco?

A diferença entre o PIX saque e o PIX Troco, está basicamente no critério para realizar a transação. Na primeira modalidade, a transação é exclusivamente para a retirada de dinheiro em espécie.

Pode ser oferecida por estabelecimentos comerciais, empresas e instituições especializadas em saque. Sendo assim, o usuário do PIX poderá sacar dinheiro em padarias, estacionamentos ou em um caixa eletrônico.

Já o PIX Troco, que também poderá ser oferecido por empresas e estabelecimentos comerciais, será sempre associado a uma operação de compra ou prestação de serviço.

Portanto, na modalidade troco, o usuário do PIX precisará, por exemplo, comprar R$10 em pães e fazer um PIX com um valor excedente para a padaria, que lhe devolveria os pães e essa diferença em espécie.

As duas modalidades já estão em funcionamento desde segunda-feira, 29 de novembro. E ficará a critério de cada estabelecimento oferecer os dois, nenhum ou somente um dos serviços.

Como encontrar locais que oferecem PIX saque e PIX troco?

Se você quer saber os locais que oferecem tanto o PIX Saque e Troco, saiba que isso é possível por meio do site do Banco Central no formato de Dados Abertos. Nele constam as instituições que aceitam essa modalidade de pagamento.

+ Mapa PIX: site mostra locais para fazer PIX saque e PIX troco

Além disso, também é possível encontrar por meio de um mapa, que foi desenvolvido pela Associação Brasileira de Fintechs (ABFintechs) e a Pay Ventures. Vale ressaltar que a ferramenta é gratuita.

São feitas atualizações no site mapapix a cada duas horas dos caixas eletrônicos e estabelecimentos comerciais e horário de funcionamento. Para isso, é só informar a sua localização e o mapa indicará os estabelecimentos nas proximidades que oferecem o PIX Saque e PIX Troco.

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Como estornar pagamento feito no PicPay? Confira!

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Notas fiscais espalhadas

Fez uma transação errada e não sabe como estornar pagamento PicPay? Fique tranquilo, é possível reaver o dinheiro! Afinal, essa medida é garantida por lei e funciona, inclusive, quando as compras são feitas por intermédio de uma carteira digital.

Entretanto, vale destacar que para o pagamento de serviços como recarga de celular, a plataforma não permite o cancelamento.

No entanto, em transferências entre usuários, há a possibilidade de entrar em contato com o recebedor e solicitar a devolução do dinheiro.

Porém, para que isso seja possível, é preciso que o usuário que recebeu o pagamento ainda possua o valor total na carteira virtual.

+ Vale a pena usar o PicPay? Confira as funções do app de pagamentos

Como estornar pagamento PicPay

Agora que você já sabe que é possível desfazer o pagamento, vamos te explicar como estornar pagamento PicPay. É bem fácil, tudo é feito através do do aplicativo. Contudo, não esqueça: se houve cashback, o valor promocional também precisa ser devolvido.

Na tela inicial do aplicativo, selecione a aba “Minhas”. Depois, selecione a transação para devolver o dinheiro. E, na aba do pagamento, pressione o ícone com três botões no canto superior direito.

Por fim, escolha a opção “Devolver pagamento” e confirme o processo em seguida. É importante lembrar que a ação só pode ser realizada se houver a quantidade suficiente na carteira virtual.

+ Cartão de crédito PicPay tem anuidade? Confira os detalhes!

Qual o prazo de estorno?

Gostou da explicação de como estornar pagamento PicPay? Fácil, certo? Agora, vamos para o prazo de estorno. Normalmente, isso ocorre entre cinco e dez dias.

Esse período é o mesmo para compras nacionais ou internacionais, mas no caso da segunda existem algumas particularidades.

Nas compras internacionais, o IOF não é devolvido, pois há a confirmação de que a transação já foi realizada. Dessa forma, o cliente tem o estorno apenas do valor restante.

Vale lembrar que as compras nacionais estão com o IOF suspenso por conta da pandemia.

+ Precisando de renda extra? Saiba como ganhar dinheiro no PicPay

uma pessoa segurando um celular logado no aplicativo do picpay
Após pagamento do boleto, não é possível estonar o valor

Paguei meu boleto, posso cancelar?

Não é possível cancelar o pagamento depois que ele é aprovado no aplicativo. Assim que ele é aprovado, a empresa já dá início aos processos do pagamento, por eles não conseguirem cancelar.

O que pode ser feito é aguardar o boleto ser compensado, no prazo de até 3 dias úteis, para que então você possa solicitar o cancelamento do pagamento diretamente ao beneficiário do boleto, responsável por receber o valor pago.

Como entrar em contato com o PicPay?

Como estornar pagamento PicPay não é difícil. Contudo, ainda possua alguma dúvida, entre em contato com a empresa por meio dos telefones abaixo:

  • Capitais: 4003-3939
  • Outras regiões: 0800 800 3939

Não conseguiu contato ou solução? Você tem já conversou com a Ouvidoria pelo telefone 0800 025 2000. Você pode ligar em dias úteis, das 9h às 18h.

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After market: o que é e como funciona o pregão estendido

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pessoa analisando graficos

A Bolsa de Valores bateu recorde de investidores em 2022, mesmo em um cenário de incertezas e alta dos juros. Graças a isso, a B3 implementou o after market, horário estendido que permite a negociação de ações depois do horário de pico do pregão.

O conceito de after market começou em 1991 com a Bolsa de Nova York, justamente como um incentivo para trabalhadores que não conseguiam realizar negociações durante o expediente comercial. No Brasil, a prática é recente e permite maior flexibilidade, especialmente para quem está começando a investir.

Quer entender melhor como funciona o after market e quais são as suas vantagens? Confira todos os detalhes a seguir. 

O que é After Market?

O conceito de after market (em português, pós-mercado) surgiu da necessidade de uma extensão do pregão durante os dias comerciais nas bolsas de valores americanas. Trata-se de um período extra que as bolsas oferecem aos investidores para que sejam feitas as negociações diárias envolvendo o mercado de ações.

No Brasil, o after market ocorre depois do horário comercial (9h30 às 18h). Nesse caso, os investidores têm a chance de realizarem pregões entre às 18h e às 18h45. 

A medida visa a garantir maior flexibilidade para que investidores – especialmente iniciantes – possam comprar e vender ações fora do limite comercial estabelecido pela B3. A prática de after market pode trazer vantagens para o bolso e também para a estratégia de investimento, uma vez que proporciona maior tempo de planejamento durante o dia.

Como operar no after market?

Antes de comprar e vender ações no after market, é importante que você conheça todas as regras próprias de funcionamento da prática. De acordo com o site oficial da B3, o investidor deve atentar-se para as seguintes limitações:

  • Negociação de CPFs têm um teto de R$ 900 mil negociados no dia;
  • O after market não permite a negociação de derivativos;
  • Apenas ações que tiveram alguma transação ao longo do dia podem ser negociadas;
  • Os preços só permitem uma oscilação de 2 pontos percentuais para cima ou para baixo;
  • Só podem ser negociadas ações listadas nos principais índices da bolsa brasileira: IBOV, IBRX50, IBRX100 e IFIX.

A operação durante o after market segue o rito normal da Bolsa de Valores: a compra e venda é feita por meio de um home broker de uma corretora de valores a partir do cadastro do investidor. 

+ Dicionário do investidor: 56 termos sobre investimentos que você precisa saber

homem olhando a tela de um computador com as ações
After market da B3 permite a negociação de ações fora do horário comercial do pregão. (Fonte: Divulgação)

Vale a pena operar durante o after market?

Agora que você já sabe como funciona o after market, deve estar se perguntando se há diferenças para o bolso. Assim como outras modalidades de negociação do mercado de ações, essa também incorre em vantagens e desvantagens. 

Vantagens 

Um dos principais benefícios de negociar ações fora do pregão é contar com as notícias e boletins de última hora que são divulgados por empresas pertencentes à B3. Como os relatórios geralmente são compartilhados ao final do dia, pode haver tempo suficiente para você se aproveitar de uma informação fresquinha para comprar ou vender ativos.

Outro ponto positivo são as ofertas de final de dia, já que a Bolsa tende a oscilar para baixo ao final do pregão. Dessa forma, é possível encontrar ações “em baixa” que valem a pena entrar no portfólio. Entretanto, vale lembrar que não é permitido negociar ativos que oscilem mais ou menos de 2% entre o pregão e o after market. 

Desvantagens

A principal desvantagem do after market é a baixa liquidez, uma vez que grande parte dos traders faz operações durante o horário comercial. Dessa forma, com o volume de negociações baixo, a tendência é de que os valores não se alterem em grande escala.

Há também o risco de spread, prática que culmina em uma grande diferença entre o preço de compra e de venda de uma ação, fazendo com que o ativo se desvalorize proporcionalmente à sua oferta.

Gostou do conteúdo e quer planejar melhor as suas finanças? Conheça o curso sobre educação financeira e investimentos inteligentes que acabou de ser lançado pela FinanceOne e comece hoje mesmo a desafogar seu orçamento.

Como ativar o Buscador de Boletos da Nubank?

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menina segurando um cartão do nubank

O roxinho vem anunciando diversas atualizações no app, um deles é o buscador de boletos da Nubank. Como o nome já sugere, a ferramenta permite que boletos emitidos pelos usuários sejam encontrados dentro do próprio aplicativo.

A função, conhecida também como Débito Direto Autorizado (DDA), permite buscar todos os boletos que foram emitidos no seu CPF ou CNPJ, como aluguel, escola, condomínio e academia, tudo em um único lugar. 

Quer saber como encontrar o buscador de boletos da Nubank para ter controle sobre as suas contas? Então continue a leitura deste texto!

+ Saiba como guardar dinheiro no Nubank

Como funciona o Buscador de Boletos do Nubank

O Buscador de Boletos é como o Nubank chama a função de Débito Direto Autorizado. Através do buscador o cliente será notificado a cada vez que um novo boleto for emitido no seu nome. Em poucos minutos poderá agendar ou realizar o pagamento do DDA.

Veja como funciona:

  • Após ativar o Buscador, a Nubank organiza todos os boletos bancários emitidos em seu CPF ou CNPJ;
  • O usuário vai conseguir visualizar e acompanhar todas contas em um único lugar;
  • A Nubank avisará toda vez que um novo boleto for emitido;
  • Para pagar ou agendar o pagamento de um boleto, basta acessar o Buscador de Boletos e, em poucos cliques, realizar a transação.

Como falamos acima, o Buscador de Boletos do Nubank tem como objetivo localizar contas como: mensalidade do condomínio, aluguel ou plano de saúde, por exemplo. Esses são alguns dos boletos que podem ser pagos através do app da Nubank.

homem segurando celular
Nubank divulga mais uma atualização no aplicativo. Saiba como funciona o Buscador de Boletos Nubank

Mas o Buscador de Boletos ainda não consegue identificar e realizar o pagamento de boletos de utilidades, que são os boletos de água, luz, internet, imposto, gás etc.

+ Saiba por quanto tempo é preciso guardar boletos pagos

Passo a passo para ativar o Buscador de Boletos Nubank

Veja como conseguir ativar o Buscador de Boletos no app Nubank. É muito simples e rápido:

  1. Na tela inicial do app, toque em “Assistente de Pagamentos”;
  2. Depois clique em “Buscador de Boletos” no topo da tela;
  3. Veja todas as informações e clique em “Ativar”;
  4. Digite sua senha de 4 dígitos para confirmar.

Pronto! Sua solicitação será encaminhada para o roxinho e, em até 24 horas, o Nubank vai te avisar quando a ativação for concluída.

Caixinhas do Nubank: saiba o que são e como funcionam

Além do buscador, a Nubank lançou recentemente uma nova funcionalidade no aplicativo para quem deseja guardar dinheiro: são as caixinhas Nubank. Essa é uma forma de você juntar dinheiro de uma maneira organizada e do seu jeito.

Mas se você está achando que as caixinhas do Nubank são somente para guardar dinheiro, está muito enganado. Elas também possuem sugestões de investimentos de acordo com o perfil de cada cliente.

Mas atenção: essa novidade ainda não está disponível para todos os clientes do banco, somente para alguns correntistas.

As caixinhas do Nubank é uma forma dos clientes guardarem dinheiro de forma organizada e de acordo com os seus objetivos. Dessa forma, é possível criar diferentes caixinhas, uma para cada meta sua.

E não importa qual é o seu objetivo, se é uma viagem, comprar uma casa, pagar uma dívida, comprar um carro ou até mesmo criar a sua reserva de emergência. Você consegue separar o dinheiro para cada uma dessas metas.

Com essa funcionalidade, você consegue colocar uma meta de tempo e o valor que deseja conquistar no final de um determinado período.

+ Veja aqui mais sobre as Caixinhas Nubank

E aí? Gostou de saber das novidades que a Nubank vem fazendo no aplicativo? Então veja como resgatar o dinheiro do Nu Reserva Imediata e fique por dentro de tudo!

Quer abrir uma franquia de farmácia? Veja 3 opções lucrativas!

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Mulher sorrindo com jaleco em uma farmácia

Abrir uma franquia de farmácia pode ser um ótimo negócio. Além de ser um dos segmentos que mais cresce no Brasil, esse tipo de empreendimento tende a se sustentar até mesmo em momentos de crise. 

Pense: todos sempre precisam de algum remédio ou produto de higiene pessoal para o dia a dia. Isso faz com que farmácias e drogarias sejam estabelecimentos com demanda constante. 

Não é raro, no Brasil, um único bairro ter dezenas de farmácias. Geralmente começa com uma, pouco tempo depois a mesma marca é franqueada a alguns quilômetros de distância. Então alguém percebe que pode abrir concorrência e resolve abrir outra franquia…

Isso acontece porque o negócio pode dar muito lucro, se for bem gerido. Os dados não mentem: pesquisa da Abrafarma — Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias —, revela que as receitas do segmento subiram 14,7% no 1º trimestre de 2022, ultrapassando R$815 milhões. 

Portanto, se você que empreender no mercado de franquias e está almejando um negócio lucrativo e com retornos constantes, a resposta pode estar nas franquias de farmácia.

O que preciso para abrir uma franquia de farmácia?

Para abrir uma franquia de farmácia você precisa de um farmacêutico (a menos que você já seja um). A Lei 13.021/2014 estabelece a obrigatoriedade de um profissional do ramo habilitado para prestar atendimento à população.

Essa pessoa precisa, inclusive, ser registrada no Conselho Federal de Farmácia (CFF). Isso vale para qualquer farmácia, seja franquia ou não. 

Vale destacar, ainda, que algumas marcas de franquia exigem que o franqueado tenha formação na área, mesmo que ele contrate outra pessoa para atender no estabelecimento. Mas outras não têm esse requisito, permitindo apenas a contração do profissional.

Outra informação importante para quem pretende investir neste segmento, é que normalmente existem dois modelos de abertura de franquia de farmácia: franquia nova e franquia de conversão ou portabilidade. 

Uma franquia nova é quando o empreendedor vai começar o negócio do zero, montando sua primeira farmácia. 

Já a franquia de conversão, que algumas marcas também chamam de portabilidade, ocorre quando o franqueado já tem uma farmácia e resolve mudar a marca. Então ele apenas adapta o espaço para se adequar ao modelo da nova franquia, o que sai mais barato.

3 opções de franquia de farmácia para abrir em 2022

A seguir, listamos três opções de franquia de farmácia para abrir em 2022. Confira!

Pharmapele

A Pharmapele é uma franquia de farmácia de manipulação. Um diferencial é que ela tem indústria própria com portfólio de cerca de 120 produtos, além de usar uma central de vendas coletiva.

De acordo com a empresa, é a única franquia do segmento a receber o Selo de Excelência em Franchising, há 15 anos. São 34 anos de presença no mercado, sendo 20 como franqueadora.

Fachada de uma franquia de farmácia Pharmapele
Franquias de farmácia compõem segmento promissor no Brasil (Foto: Divulgação/ Pharmapele)

Atualmente, existem 130 lojas em 26 estados: todos, exceto Mato Grosso do Sul.

O faturamento médio anual dos franqueados de todo Brasil é de 2 milhões de reais, com lucratividade de 15% a 20%.

Para abrir essa franquia é necessária uma área mínima de 100 m² e capital de giro a partir de R$50 mil.

  • Investimento inicial: R$350 mil a R$500 mil
  • Taxa de franquia: R$60 mil
  • Royalties: 5%
  • Taxa de propaganda: 2%
  • Faturamento: R$160 mil por mês
  • Prazo de retorno: 24 a 36 meses
  • Mais informações e cadastro: franquia.pharmapele.com.br

Farmácia Personale 

A paraense Personale é uma franquia de farmácia mais conhecida no estado — são seis lojas físicas e uma central de atendimento no Pará —, mas já possui 30 anos no mercado e também tem produtos exclusivos em seu portfólio. 

De acordo com a empresa, o franqueado recebe suporte na abertura do negócio, o que inclui acompanhamento de resultados, suporte técnico contínuo e métodos gerenciais padronizados.

A marca também concede treinamento, que engloba desde o conhecimento teórico até o prático em todas as áreas da operação, e consultoria de implantação (suporte na escolha do ponto, recrutamento e seleção, retirada de licenças,  cronograma de implantação).

Este é um dos exemplos em que não precisa ser farmacêutico para abrir a franquia. A lucratividade vai de 15% a 25%, segundo dados da empresa.

  • Investimento inicial: R$350 mil, aproximadamente
  • Taxa de franquia: R$45 mil
  • Royalties: 6% do faturamento bruto
  • Taxa de propaganda: 1% do faturamento bruto
  • Faturamento: R$80mil a R$150mil por mês
  • Prazo de retorno: 24 a 36 meses
  • Mais informações e como abrir: farmaciapersonale.com.br/franquia

Farma & Farma 

A Farma & Farma está em 16 estados (114 cidades) — Acre, Rondônia, Mato Grosso, Tocantins, Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia, Paraíba e Pernambuco.

Com lucratividade girando em torno de 6% a 15% do faturamento bruto, a franquia de farmácia também oferece todo o suporte para abertura. De acordo com a empresa, são vários tipos de suporte, desde anúncios até redes sociais.

Esta franquia também tem seu próprio aplicativo, com ofertas para clientes, plano de negócios personalizado, sistema de gestão financeira, entre outros pontos vantajosos. 

A parceria começa com um pré-contrato, seguido da visita técnica, acompanhamento da inauguração, inauguração e acompanhamento da gestão.

  • Investimento inicial: a partir de R$300 mil
  • Taxa de franquia: R$19.950
  • Royalties: R$1.300
  • Taxa de propaganda: R$353,38
  • Faturamento: não informado
  • Prazo de retorno: 18 a 36 meses
  • Mais informações e cadastro: farmaefarma.com.br/seja-franqueado

Gostou do conteúdo? Aqui começa a jornada para o seu novo negócio! Mas, antes de qualquer coisa, converse com outros franqueados, faça contato com as empresas, tire todas as dúvidas e tenha um bom planejamento!

Compartilhe com outros amigos e leia também: Conheça 7 franquias rentáveis para investir em 2022.

Confira como fazer cadastro no aplicativo Caixa Trabalhador

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fachada da Caixa com pessoas andando

O aplicativo Caixa Trabalhador reúne em um só lugar informações sobre diversos benefícios destinados a esse público, como seguro-desemprego, abono salarial, INSS, entre outros. Além disso, os cidadãos conseguem consultar calendários de pagamentos e valores de benefícios.

Também é possível emitir seu comprovante do NIS de maneira fácil e rápida. O aplicativo está disponível para smartphones Android e iOS.

Quem já utiliza algum aplicativo da Caixa, pode usar a mesma senha para acessar o Caixa Trabalhador. Caso contrário, é preciso fazer um cadastro inicial no app.

Para o cadastro, o cidadão deve informar dados pessoais como CPF, nome completo, data de nascimento e um e-mail válido, além de criar uma senha de acesso.

Como fazer um cadastro no aplicativo Caixa Trabalhador?

O aplicativo Caixa Trabalhador pode ser usado por qualquer cidadão que deseje consultar suas informações trabalhistas. O passo a passo para fazer um cadastro no app é bem simples. Confira:

  • Faça o download do app na loja de aplicativos do seu celular;
  • Ao concluir a instalação, abra o aplicativo;
  • Clique no botão “Cadastre-se”, disponível abaixo do campo de login;
  • Informe os dados solicitados (CPF, nome completo e data de nascimento);
  • Informe um e-mail válido e cadastre uma senha numérica de 6 a 8 caracteres;
  • Você receberá um e-mail de confirmação, é só clicar no link encaminhado no corpo do e-mail e seu app estará habilitado para uso.

Atenção: ao criar a sua senha, não use seu número do CPF, data de nascimento ou sequências numéricas, como “123”.

Se você já é cadastrado em algum aplicativo Caixa, o processo é ainda mais prático:

  • Faça o download do app na loja de aplicativos do seu celular;
  • Ao concluir a instalação, abra o aplicativo;
  • Insira o número do seu CPF ou NIS (disponível na Carteira de Trabalho);
  • Insira sua senha para concluir o login;
  • Pronto! Você terá acesso a todas as suas informações sobre benefícios trabalhistas.
Fila na agência da Caixa
Caixa Trabalhador facilita acesso a informações trabalhistas dos cidadãos (Foto: Divulgação)

Como recuperar sua senha do aplicativo Caixa Trabalhador?

Se você já tinha uma senha cadastrada no aplicativo Caixa Trabalhador, mas a esqueceu, é possível recuperar o login pelo próprio app. Basta clicar na opção “Esqueci minha senha”.

Você receberá uma mensagem no e-mail cadastrado no aplicativo com um link para redefinição da senha.

Ao cadastrar a nova senha, fique atento para seguir as mesmas recomendações de segurança usadas ao criar uma senha nova. Ou seja, não usar seu número do CPF, data de nascimento ou sequências numéricas para compor a senha.

+ Descubra qual é o melhor horário para entrar no aplicativo Caixa Tem

Como consultar benefícios no aplicativo Caixa Trabalhador?

Seguro-desemprego

A consulta ao seguro-desemprego fica disponível dentro do menu “Consultas” na página principal do aplicativo Caixa Trabalhador. No app é possível verificar o valor e data de recebimento do benefício.

Se você não for um beneficiário, o aplicativo informará que não há nenhum benefício disponível para o CPF informado.

PIS/Pasep

No mesmo menu “Consultas” há a opção “Cotas do PIS/Rendimentos”, onde os cidadãos podem verificar se têm direito ao benefício e todas as informações referentes a ele.

Abono Salarial

Neste caso, é preciso ter em mãos informações sobre os últimos salários e meses trabalhados. Depois, basta acessar o aplicativo Caixa Trabalhador, no menu “Consultas”, e clicar em “Abono Salarial” para acessar as informações.

+ Demissão por justa causa: saiba quais os direitos do trabalhador

Quais outros serviços estão disponíveis no app?

Outra funcionalidade disponível no aplicativo Caixa Trabalhador é a consulta ao calendário da cota do PIS/Pasep e abono salarial. Inclusive, é possível simular qual é o valor de abono salarial que você tem a receber.

Para isso, basta acessar a opção “Calculadora” no menu principal e inserir as informações sobre salário e quantidade de meses trabalhados. Feito isso, é só clicar em calcular que o app apresentará uma simulação das informações.

Também é possível utilizar o app para verificar a data de liberação e calendário de pagamento do seguro-desemprego, o valor disponível de benefícios, o número do NIS e realizar a consulta de extratos de pagamentos.

Já conhecia as funcionalidades do aplicativo Caixa Trabalhador? Deixe nos comentários. Aproveite e assine nossa Newsletter para não perder nenhum conteúdo!