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ICMS: entenda o que é, quem paga e como calcular o imposto

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mulher mexendo em um celular e em moedas que estão empilhadas em uma mesa

Um dos impostos que não sai da boca dos brasileiros é o ICMS, por conta da constante alta da gasolina. Mas que ele não está somente no combustível. São diversos produtos que você acaba pagando esse imposto.

E nem precisamos falar que quando o assunto é tributo, muitos brasileiros ficam perdidos sobre o que precisam pagar ou não. Até porque imposto é o que não falta aqui no Brasil, certo? 

Neste artigo queremos te explicar melhor sobre o ICMS.

Apesar de muitos empreendedores terem que arcar com esse tipo de tributo, é fundamental que os consumidores, em geral, também entendam mais sobre o imposto, já que ele incide em diversos produtos do dia a dia.

+ Senado tenta destravar Reforma Tributária. Veja o que falta para aprovar

Vale ressaltar, ainda, que essa sigla tão pequena é um dos principais tributos que os brasileiros pagam. Por isso a importância de conhecê-lo bem.

Afinal, o que é o ICMS?

A sigla ICMS significa Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação. O valor deste tributo é definido por estados e Distrito Federal. 

Mas quando esse imposto é cobrado para a população? Sempre que um produto e/ou serviço tributável circula entre cidades e estados. O ICMS também incide quando ele é cobrado de pessoas físicas para jurídicas.

filheira de moedas com carrinho de supermercado
Economizar dinheiro no supermercado pode reduzir despesas drasticamente

Um exemplo disso é quando você realiza uma compra de um eletrodoméstico, em uma loja, como pessoa física. 

Onde podemos encontrar o ICMS?

Como já falamos, o ICMS está praticamente em todos os momentos da nossa vida e em tudo o que compramos. Para você ter uma ideia, este tributo incide em:

  • Operações relativas à aquisição de mercadorias em geral, incluindo o fornecimento de alimentos e bebidas em bares, restaurantes e estabelecimentos similares;
  • Prestação de serviço de transporte interestadual e intermunicipal, por qualquer meio, de pessoas, bens, mercadorias ou valores;
  • Prestação de serviços de telecomunicação;
  • Fornecimento de mercadorias com prestação de serviços;
  • Importação de mercadorias do exterior, qualquer que seja a finalidade;
  • Serviços prestados no exterior ou que tenham começado fora do país;
  • Entrada, no Estado de destino, de petróleo, inclusive lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos derivados, e de energia elétrica, quando não destinados à comercialização ou à industrialização.

Quais operações não incide ICMS?

Assim como em muitos casos é possível encontrar o ICMS, também existem várias situações em que ele não é encontrado ou isento.

Embora seja uma aplicação ampla, as aplicações a seguir não se enquadram na cobrança deste tributo:

  • Comercialização e circulação de livros, jornais e periódicos, incluindo o papel utilizado em sua impressão;
  • Exportação de mercadorias;
  • Operações relativas à energia elétrica, petróleo e combustíveis;
  • Operações relacionadas a ouro, quando considerado ativo financeiro ou instrumento cambial;
  • Operações de arrendamento mercantil;
  • Operações de alienação fiduciária em garantia;
  • Transferência de propriedades ou bens móveis, sejam de estabelecimentos comerciais, industriais ou de outra espécie;
  • Mercadorias destinadas à prestação de serviço do próprio autor, caso autorizado pela lei complementar municipal;
  • Casos específicos da legislação estadual.

+ Veja a lei que regulamenta o ICMS e fique por dentro de todas as isenções e aplicações!

Como funciona e como calcular o ICMS?

Parece um tanto quanto complicado de entender, mas é bem simples. Por exemplo, o cálculo do valor do ICMS é basicamente: multiplicar o valor da mercadoria (ou serviço) pela alíquota.

Preço da mercadoria ou serviço X Alíquota = Valor do ICMS

Para isso, você vai precisar saber o percentual da alíquota, que é um tributo estadual, ou seja, varia conforme a sua região. Este é um valor de imposto definido para movimentações internas e interestaduais. 

+ Imposto de importação é zerado em 6 alimentos. Qual o impacto no seu bolso?

É importante dizer que o percentual pode variar a cada ano de acordo com o tipo de mercadoria e/ou serviço, podendo ir de 7% a 35%.

Para as movimentações internas, vale a alíquota do estado, que costuma variar de 17% a 20%. Agora, nas interestaduais, será necessário calcular a diferença entre as alíquotas interna e interestadual – sendo chamada de “Diferencial de Alíquota ou Difal”.

ICMS vem sendo discutido no Congresso

E se você acha que o Governo Federal não está atento ao ICMS, está muito enganado. Nesta segunda, 30, os secretários estaduais de Fazenda se reuniram com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, para discutir possíveis alterações em um projeto aprovado na Câmara.

Esse projeto tem como objetivo restringir a cobrança do ICMS sobre combustíveis, energia, gás natural, comunicações e transportes coletivos. Por isso, como alternativa, os estados estão defendendo a criação de um fundo de equalização dos preços dos combustíveis.

O que já foi aprovado pelo Senado, mas que ainda não passou pela Câmara dos Deputados e nem pelo presidente Jair Bolsonaro. Por esse motivo, o projeto ainda não está em vigor.

E essa discussão de restringir a cobrança do ICMS tem dado o que falar. Para se ter uma ideia, na semana passada, o Comitê Nacional de Secretários da Fazenda, Finanças, Receitas ou Tributação dos Estados e Distrito Federal (Comsefaz) criticou a proposta aprovada na Câmara. 

Isso porque eles afirmam que o texto pode provocar perdas que variam entre R$64,2 bilhões e R$83,5 bilhões ao ano. O que afetariam os serviços públicos oferecidos tanto pelos governos estaduais quanto municipais. 

Quer ficar por dentro de mais detalhes? Veja agora o que significa o ICMS na conta de luz!

Último dia para declarar o IR 2022: veja 4 erros mais comuns

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celular com a logo da Receita Federal

Nesta terça, 31 de maio, é o último dia para realizar a entrega do Imposto de Renda 2022. Os valores correspondem ao ano de 2021 e deve ser feito por quem integra o grupo de declaração.

No entanto, sempre existem os “atrasados” que deixam para entregar o IRPF por falta de documentação ou outros motivos parecidos.

Se você faz parte da lista de pessoas que preferem declarar de última hora, saiba que não é o único. De acordo com a Receita Federal, até o dia 25 de maio faltavam 7,1 milhões de contribuintes.

Então, se você faz parte dessa fatia da população que ainda não entregou o IR 2022, você tem até às 23h59min de hoje para realizar a entrega.

Se perder o prazo, precisará pagar uma multa que vai de R$165,74 a 20% do imposto total devido.

Portanto, é tempo de se apressar e realizar a entrega o mais rápido e correta possível para que não haja nenhum problema, como cair na malha fina, por exemplo.

Para ajudar, separamos os principais erros apresentados por quem realiza a declaração do Imposto de Renda de última hora. Leia e entenda o que você não deve cometer antes de enviar seu IRPF definitivamente para a Receita Federal.

Homem de terno sentado a uma mesa com papéis e uma calculadora, calculando Imposto de Renda
Realize seus cálculos com muita atenção para não cair na malha fina!

4 erros para evitar na declaração do Imposto de Renda de última hora

1- Declaração de rendimentos na ficha incorreta

Um erro muito comum cometido principalmente por quem declara o Imposto de Renda pela primeira vez é utilizar a ficha incorreta para informar seus rendimentos.

Isso porque existem três tipos de rendimentos diferentes. Os rendimentos tributáveis, rendimentos de tributação exclusiva e rendimentos não tributáveis.

Essa situação ocorre quando um declarante utiliza um rendimento tributável no campo de rendimentos não tributáveis.

Ao analisar, a Receita Federal vai cruzar as informações enviadas por você e vai perceber que aquela informação estará incorreta. Ou seja, futuramente essa pessoa terá que prestar contas para o órgão.

E pior, caso essa informação altere de forma drástica o pagamento de impostos e você estiver devendo impostos a Receita Federal, cabe a aplicação de uma multa. Então é essencial estar atento a possíveis erros desse tipo.

2- Erros de digitação

Outro erro bastante comum por quem realiza o levantamento do Imposto de Renda com pressa está nos erros de digitação.

Esse erro pode acontecer de maneira mais sutil, na hora de escrever um documento, ou de maneira mais rude, ao acrescentar números a mais, por exemplo. Incluir um zero a mais num valor faz uma baita diferença!

Por isso, mesmo que esteja com pressa para enviar o documento, analise todas as informações com o máximo de cuidado possível.

Um erro simples pode levar você a prestar contas na malha fina. Então concentre-se e cheque tudo antes de enviar!

3- Omitir rendimentos no Imposto de Renda

Outro erro comum para quem não tem o hábito de declarar o Imposto de Renda com frequência é a omissão de rendimentos, sejam próprios ou de dependentes.

Como a declaração é individual, muitas vezes as pessoas pensam que não há a necessidade de informar sobre os dependentes.

Mas saiba que esse é um erro que pode te levar diretamente a prestar contas com a Receita Federal. Então lembre-se sempre de incluir seus dependentes e todas as rendas que entram na sua conta bancária.

+ Quais parentes podem ser declarados no seu IRPF

4- Atualização de valor de bens

Um erro que acontece com bastante frequência até por quem é experiente em declarar o Imposto de Renda é a atualização de valor de bens.

Ao adquirir um bem, como um imóvel ou um carro, por exemplo, você deve informar o valor pago por ele no ato da compra.

Não caia na besteira de atualizar o valor do imóvel pelo mercado, pois isso pode trazer sérias consequências para você.

Gostou do nosso conteúdo? Confira agora 17 perguntas e respostas sobre a declaração!

Colaboração: Tamires Silva

Ingresso Jurassic World – Domínio: confira quanto custa e como comprar

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Cena do filme Jurassic World, em que dinossauro assusta pessoas

Os ingressos do filme Jurassic World – Domínio já estão à venda. A continuação da franquia de dinossauros tem previsão para estrear na próxima quinta-feira, 2 de junho, em todo Brasil. 

Inicialmente, a previsão era 9 de junho. Porém, a data foi antecipada, de acordo com anúncio feito pela Universal Pictures.

O terceiro filme da franquia mostrará a sequência de “Reino Ameaçado”. Desta vez, Claire (Bryce Dallas Howard) e Owen (Chris Pratt) precisarão lidar com o fato de que as feras do antigo parque onde trabalhavam agora estão soltas por aí: algumas de forma pacífica, outras não.

Para isso, eles contarão com ajuda do clássico trio de cientistas Alan Grant (Neill), Ian Malcolm (Goldblum) e Ellie Sattler (Dern). 

Leia a sinopse:

Quatro anos após a destruição da Ilha Nublar, os dinossauros agora vivem – e caçam – ao lado de humanos em todo o mundo. Esse equilíbrio frágil remodelará o futuro e determinará, de uma vez por todas, se os seres humanos continuarão sendo os principais predadores em um planeta que agora compartilham com as criaturas mais temíveis da história.

Onde comprar o ingresso de Jurassic World – Domínio online?

É possível comprar o ingresso para Jurassic World – Domínio presencialmente, nas bilheterias, ou nos sites dos principais cinemas, além do Ingresso.com:

No caso da venda online, a vantagem é a possibilidade garantir o ingresso antes sem sair de casa, além de não precisar enfrentar filas na hora – caso o cinema use o esquema de poltronas marcadas. 

Dependendo da legislação no seu estado ou cidade, é possível obter meia entrada – geral, concedida a estudantes, crianças, idosos e, em alguns casos, professores da rede pública de ensino. 

Quanto custam os ingressos?

O preço do ingresso para Jurassic World – Domínio pode variar de acordo com o cinema, dia da semana e também se a sessão será em 2D ou 3D. 

A seguir, confirma o valor médio aproximado da entrada em algumas das principais capitais do Brasil:

  • Rio de Janeiro – R$40 (inteira) e R$20 (meia)
  • São Paulo – R$48 a inteira e R$24 a meia
  • Minas Gerais – R$27 a inteira e R$13 a meia
  • Distrito Federal – R$48 a inteira e R$27 a meia
  • Fortaleza – R$32 a inteira e R$18 a meia
  • Porto Alegre – R$40 (inteira) e R$20 (meia)
poster do filme jurassic world
Jurassic World – Domínio estreia 2 de junhos nos cinemas do Brasil

Novo Jurassic Park terá elenco original da franquia

Um dos principais atrativos do filme Jurassic World – Domínio está no elenco. O terceiro filme da franquia atual proporcionará a inédita reunião dos atuais protagonistas com os antigos: Sam Neill, Laura Dern e Jeff Goldblum.

O ator BD Wong, que interpreta Dr. Wu desde o primeiro Jurassic Park, também estará de volta.

O primeiro Jurassic Park, chamado “Parque dos Dinossauros”, foi lançado em 1993 sob a direção de Steven Spielberg. A nova trilogia é um remake da franquia e agora, quase 30 anos depois, o sexto filme (na contagem total) encerrará a saga nos cinemas.

Em entrevista ao Fantástico, Chris Pratt, que interpreta o treinador Owen Grady, lembrou de quando foi chamado para a segunda geração da saga, protagonizando ao lado de Bryce Dallas Howard.

“O primeiro parque dos dinossauros foi daqueles filmes que todo mundo viu e amou! Nós estávamos numa idade particularmente impressionável, 12 e 13 anos. E fomos ao cinema logo no fim de semana de estreia. Isso obviamente deixou ainda mais especial o convite para fazer parte do elenco quando decidiram filmar a trilogia.”

Jeff Goldblum, que interpreta um dos primeiros protagonistas, doutor Ian Malcolm, também falou sobre o lançamento. Perguntando se foi bom retornar para a saga, ele disse:

“Não foi bom, não. Foi ótimo, ótimo, ótimo, eu amo os dinossauros. Mas, contracenar de novo com Laura Dern e Sam Neil, algo que não tínhamos feito desde o primeiro filme, foi simplesmente incrível.”

Vai assistir Jurassic World – Domínio? Então compartilhe esse artigo com seus amigos para acompanhá-lo nesta aventura! 

Quanto custa um show do Gusttavo Lima? Veja valores

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público assistindo show

O nome do cantor Gusttavo Lima tem sido muito falado e comentado nas redes sociais, mas não pelo seu talento ou uma música nova, como provavelmente ele gostaria. Mas sim por conta de uma polêmica sobre o cachê do show do Gusttavo Lima.

Se você não está sabendo o que está acontecendo, nós vamos te fazer um breve resumo sobre essa história para te ajudar a entender melhor.

A Prefeitura de Conceição do Mato Dentro, em Minas Gerais, pagará um cachê de R$1,2 milhões pelo show do Gusttavo Lima, que acontece no dia 20 de junho. Vale ressaltar que o show do cantor é o mais caro da 30ª Cavalgada do Jubileu do Senhor Bom Jesus do Matozinhos. 

Mas o que chama mais ainda a atenção é que além do cachê a prefeitura ainda terá que arcar com os custos da hospedagem e da alimentação do cantor em sua passagem pelo município.

E você deve estar se perguntando onde está a polêmica, certo? Bom, no uso do dinheiro público de uma cidade de somente 17 mil habitantes para um show de custo tão alto.

Afinal, quanto custa o show do Gusttavo Lima? É o que você vai descobrir durante este artigo!

Show do Gusttavo Lima é um dos mais caros do país

O cantor sertanejo é um dos que mais faturam na categoria quando o assunto é cachê de show. Por esse motivo, os organizadores de shows costumam cobrar um pouco mais caro pelos ingressos.

Isso porque eles precisam arcar com toda a estrutura e organização do evento, o que pode custar caro dependendo do cantor.

+ Shows no Brasil em 2022: confira calendário e quanto custam os ingressos

No caso do show do Gusttavo Lima, o cachê costuma ser entre R$800 mil e R$1 milhão, de acordo com informações do jornalista Léo Dias.

Mas é claro que existem cantores sertanejos que cobram um pouco mais barato para se apresentarem, como é o caso dos cantores Henrique & Juliano e Jorge & Mateus. As duas duplas costumam cobrar em torno de R$500 mil.

Por que o cachê do show do Gusttavo Lima é um dos mais caros?

Após a retomada dos shows presenciais, após a paralisação por conta da pandemia, o cantor Gusttavo Lima se consolidou entre um dos principais do país e o maior cachê cobrado para se apresentar dentre os cantores nacionais.

público assistindo show
Show do Gusttavo Lima é um dos mais caros do Brasil

Mas, por que será que é tão caro contratar o Gusttavo Lima para uma apresentação?

Em primeiro lugar está o sucesso. Afinal, Gusttavo Lima foi um dos artistas que realizaram lives durante a pandemia e teve uma audiência alarmante durante as horas de apresentação.

Outro ponto está na massa do sertanejo, que é tem um público muito forte e segmentado. Por isso, as canções de Gusttavo Lima estão sempre entre as mais tocadas das rádios, streaming e aplicativos de músicas, bem como em alta nas redes sociais.

Além disso, tem a questão da entrega. Afinal, o cantor conseguiu conquistar uma massa fiel e consegue agradar a esse público de forma exemplar, sendo sempre muito bem recebido e apresentações memoráveis.

Com este acúmulo de situações favoráveis, Gusttavo Lima atualmente cobra valores condizentes com a sua realidade enquanto artista.

Sertanejo domina ranking de maiores cachês de shows

O quesito sertanejo é tão real que as cinco primeiras posições são ocupadas por cantores do gênero quando o assunto é maior valor cobrado por um show.

Segundo dados do jornalista Léo Dias, do Jornal Metrópole, apenas Anitta e Wesley Safadão conseguem se misturar e chegar ao topo junto com os sertanejos. 

Veja a seguir a lista divulgada com os cachÊs que são cobrados por cantores brasileiros:

  • Gusttavo Lima – R$800 mil a R$1 milhão
  • Jorge & Mateus – R$500 mil
  • Henrique & Juliano – R$500 mil
  • Zé Neto & Cristiano – R$400 mil
  • Maiara e Maraisa – R$300 mil
  • Anitta – R$300 mil
  • Luan Santana – R$300 mil a R$400 mil
  • Wesley Safadão – R$350 mil
  • Bruno & Marrone – R$300 mil
  • Zé Felipe – R$300 mil
  • Leonardo – R$280 mil
  • Simone & Simaria – R$250 mil
  • Barões da Pisadinha – R$250 mil
  • Jota Quest – R$250 mil
  • Dennis DJ – R$250 mil
  • Alok – R$250 mil
  • Ludmilla – R$200 mil
  • Harmonia do Samba – R$150 mil
  • Pedro Sampaio -R$150 mil
  • Ferrugem – R$150 mil
  • Poze do Rodo – R$100 mil
  • Kevin O Chris – R$100 mil
  • Xamã – R$100 mil
  • L7nnon – R$90 mil
  • Lexa – R$60 mil

Gostou do conteúdo? Então comente a sua opinião sobre o cachê exorbitante cobrado pelos cantores e compartilhe com um amigo seu que é fã de música e gostará de saber essas informações.

Leia mais no FinanceOne:

O que é pulseira NFC? Saiba como funciona essa tecnologia

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pessoa aproximando pulseira NFC de maquininha de cartão

A pulseira NFC vem se popularizando ao longo dos anos. O dispositivo auxilia em diversas tarefas diárias, desde a contagem de passos até o pagamento de contas por aproximação.

Para que o pagamento por meio da pulseira seja possível, é necessário que a máquina de cartão esteja habilitada com a NFC. A boa notícia é que, atualmente, 80% dos terminais em uso no país já suportam a tecnologia.

Quer entender melhor o que é uma pulseira NFC e como ela funciona? Confira os detalhes neste artigo!

+ O que é NuTap? Veja como funciona a maquininha no app do Nubank

O que é uma pulseira NFC?

A pulseira NFC, nada mais é do que um wearable que conta com um chip “Near Field Communicatio” ou Comunicação por Campo de Proximidade, em tradução livre. Por meio desta tecnologia dois dispositivos conseguem trocar informações, sem precisar de fios.

Ou seja, a pulseira funciona como uma espécie de device para esse chip. De modo que o usuário pode levá-lo de um lugar a outro, de forma discreta e segura.

Para funcionar, a tecnologia conta com frequências de rádio. As características lembram uma outra conexão já bastante conhecida, o Bluetooth. Mas, a diferença entre ambas tecnologias fica por conta do modo de conexão.

A NFC não exige nenhum pareamento, como ocorre com o Bluetooth, e seu raio de ação é menor. A troca de dados acontece por um contato próximo, tornando os processos mais seguros.

pessoa aproximando pulseira NFC de maquininha de cartão
Algumas instituições já oferecem suas próprias pulseiras NFC no mercado (Foto: Divulgação)

Como surgiu a tecnologia NFC?

Apesar de estar se tornando popular nos últimos anos, a tecnologia NFC surgiu há 30 anos, em 2002, quando a Sony e Philips se juntaram e lançaram juntas a Comunicação de Campo Próximo.

A inovação foi disponibilizada em diversos aparelhos, como celulares, tablets, notebooks, câmeras digitais, entre outros.

Inicialmente, a NFC funcionava por meio de adesivos pequenos, usados para armazenar informações ou dados opcionalmente e podiam ser aproximados das chamadas de tags NFC.

Essas tags utilizavam um formulário padronizado para qualquer dispositivo com a tecnologia, tornando-os fáceis de usar.

Em 2006, foi lançado o primeiro aparelho celular habilitado para NFC. O Nokia 6131 NFC foi o aparelho responsável por dar início à ideia de passar o telefone sobre plataformas com tags NFC e obter informações.

Já em 2010, a Samsung lançou o Samsung Nexus S, primeiro serviço de suporte à NFC. Mas, a tecnologia começou a se popularizar anos mais tarde, por volta de 2016.

Atualmente, as principais instituições bancárias que atuam no país já oferecem planos para a utilização da pulseira para transações de débito, crédito convencional e crédito pré-pago.

Como funciona a pulseira NFC?

Com a pulseira NFC não é preciso usar o cartão para fazer pagamentos. Basta aproximar a pulseira da máquina de cartões para que a cobrança ocorra.

Para isso, a pulseira gera um link de frequência de rádio de curtíssima distância. Dessa forma, há uma troca de dados quando os dispositivos são aproximados em até 10 cm.

Além de simples, o processo é seguro e evita a intervenção de terceiros, seja aparelhos, sistemas ou pessoas, durante a transmissão de dados.

Dependendo da instituição financeira, as transações ficam limitadas a R$50, apenas no débito. Além disso, há outras modalidades, incluindo o crédito convencional e crédito pré-aprovado. Os gastos podem ser controlados por aplicativo.

+ Descubra se pagamento por aproximação é seguro e se vale a pena

É seguro usar?

Como toda nova tecnologia, as pessoas se perguntam se é seguro usar a pulseira NFC. E a resposta é: sim!

O primeiro motivo é o fato da tecnologia estar “camuflada” pelo formato de uma pulseira, evitando o uso de dinheiro ou cartões. Assim, em casos de furtos, os dados dos cartões são preservados.

Em casos de pagamentos de altos valores, o cliente terá que digitar sua senha na máquina de cartão. Essa é mais uma funcionalidade que visa à segurança do cliente, em caso de roubos.

Quais são as vantagens das pulseiras NFC?

Além da segurança, a pulseira NFC apresenta outras vantagens, como a facilidade na hora de comprar. Isso porque não é preciso digitar nenhuma senha, basta aproximar a pulseira da maquininha, depois de digitar o valor a ser pago.

Além disso, o wearable apresenta outras características importantes, entre elas:

  • Agilizar pagamentos;
  • É à prova d’água;
  • É fácil de recarregar; e
  • Todas as operações podem ser acompanhadas pelo celular ou computador.

Por fim, as pulseiras NFC também melhoram a experiência de compra, tornando as transações mais práticas e seguras e dispensando a necessidade de andar com dinheiro ou cartão. O consumidor também não precisa ficar lembrando senhas.

+ Veja passo a passo de como usar cartão por aproximação no celular

Instituições que oferecem serviços em NFC

Algumas instituições já oferecem a pulseira NFC em seus pacotes de serviços. Entre elas:

Banco do Brasil

A Pulseira Ourocard está disponível em diferentes cores. O wearable permite pagamentos no débito e crédito. Neste segundo caso,os valores são descontados na fatura do cartão principal do cliente.

Para compras até R$50 reais não é preciso digitar qualquer senha, proporcionando mais agilidade nas transações referentes a pequenas compras.

Visa

A pulseira NFC da Visa pode ser adquirida no site Brasil Pré-pagos, por R$99,90 e uma recarga inicial de, no mínimo, R$20.

Neste caso, não é preciso ter conta bancária para solicitar e usar a pulseira. Basta carregar o valor desejado por meio de um boleto ou cartão de débito, e realizar os pagamentos por aproximação.

Santander

Por fim, o Santander também oferece uma pulseira NFC, que faz parte de sua linha de dispositivos para pagamentos por aproximação.

A pulseira é vendida como adesivo e tag para relógio, compatível com smartphones do sistema Android. O valor de aquisição pode chegar a R$25.

Principais dúvidas sobre uma pulseira NFC

Antes de adquirir sua pulseira, alguns pontos devem ser levados em consideração. Entre eles, se são cobradas taxas extras sobre os pagamentos feitos com a pulseira.

Essas cobranças podem ser as mesmas já pagas no cartão principal, mas isso pode variar de acordo com a instituição financeira. Por isso, vale a pena pesquisar com seu banco antes de decidir adquirir a sua.

Outro questionamento comum é sobre o modelo da pulseira e da máquina de cobrança. Mas, qualquer modelo de máquina de cobrança, que seja compatível à tecnologia NFC, aceita pagamentos com a pulseira por aproximação.

Por fim, os comerciantes pensam se vale a pena investir em uma máquina habilitada com a tecnologia NFC. E a resposta é sim! A possibilidade de pagamento rápido e sem burocracias tem agradado ao público, que já começa a aderir a novidade.

Já conhecia a pulseira NFC? Deixe nos comentários e compartilhe este artigo com os amigos!

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Plano de saúde vai ter reajuste em 2022? Confira

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médicos olhando o raio-x

Quem tem plano de saúde sabe que todo ano acontece um reajuste nos valores, sendo grande parte das vezes um aumento. Embora em 2021 a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) tenha aprovado um desconto de 8,2%, os brasileiros podem esperar um novo aumento nos valores.

O desconto oferecido se deu pela redução na demanda dos serviços médicos oferecidos pelas empresas de planos durante o auge da pandemia. Isso porque muitas pessoas deixaram de oferecer suas consultas de rotina.

Agora a notícia da elevação nos preços dos planos de saúde individuais vem depois de um outro aumento: o dos medicamentos, que foi de 10,89%. 

Você já deve ter percebido que cuidar da saúde em 2022 vai ser mais caro e, provavelmente, este setor vai começar a pesar ainda mais no bolso dos brasileiros. Por isso, é bom a população começar a se preparar para gastar ainda mais com a saúde.

Mas qual deverá ser o percentual aprovado pela ANS agora em 2022? É o que você vai descobrir durante este artigo.

ANS aprova reajuste de 15,5% no plano de saúde

Na última quinta-feira, 26 de maio, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) aprovou um aumento de 15,5% nos planos de saúde. O resjuste é válido tanto para planos individuais quanto familiares.

Este é considerado o maior aumento desde 2000. Até então, o maior percentual havia sido em 2016, quandpo cresceu 13,57%, de acordo com a própria ANS.

O reajuste será aplicado nos planos que têm aniversário no período de maio de 2022 a abril de 2023. Entretanto, nem todos serão resjustados.

Apenas passarão pelo reajuste os planos médico-hospitalares que tiverem sido contratados a partir de janeiro de 1999, ou, então, que tiverem sido adaptados à nova legislação vigente.

estetoscópio, celular, óculos e notebook em cima de uma mesa
Reajuste no plano de saúde pode ser o maior já feito pela ANS, diz especialistas

Plano de saúde: especialistas acreditam que este será o maior aumento cedido pela ANS

Bom, se você tem plano de saúde deve estar querendo saber qual será o percentual do aumento no valor, certo? A primeira coisa que você precisa saber é que a ANS ainda não divulgou essa informação do novo aumento.

Porém, já existem projeções de que a agência reguladora poderá fazer o maior reajuste da história. 

+ Carência no plano de saúde: saiba o que é e como funciona

De acordo com os especialistas, os percentuais estão entre 15% e pouco mais de 18%.

Vale ressaltar que o recorde do reajuste de plano de saúde aconteceu em 2016, com um valor de 13,57%. Sendo assim, o valor deste ano já supera o de 2016 com folga.

Essa projeção é do Instituto de Estudos da Saúde Suplementar (IESS). Esse mesmo estudo ainda mostrou que a variação dos custos médico-hospitalares foi de 18,2%. Esse valor é para o período de 12 meses, encerrado em junho de 2021

“Observa-se uma retomada do crescimento do indicador em março de 2021, após oito meses de variação negativa. Destaca-se que nesse período a VCMH das terapias permaneceu positiva, ou seja, a despesa com esse tipo de procedimento cresceu. Também é importante notar que para internações e OSA (outros serviços ambulatoriais) o período de VCMH negativa foi curto (setembro de 2020 a novembro de 20 para internações e dezembro de 2020 a janeiro de 2021 para OSA) e a variação das despesas com esses itens têm permanecido positiva. Quanto a consultas a VCMH ainda está negativa e para exames ela ficou negativa até abril de 2021. Isso deveu-se exclusivamente a redução da frequência, pois os custos cresceram durante todo o período”, justifica a entidade no estudo.

A partir de quando o plano de saúde deve ficar mais caro?

A ANS já confirmou o percentual no aumento dos valores dos planos de saúde. E, além disso os consumidores gostam de ir se preparando antecipadamente para reajustar o orçamento.

Dessa forma, ter a informação de quando o novo valor passará a valer é importante.

O próximo índice, ou seja, reajuste com um novo percentual, deve começar a valer para o período de maio de 2022 a abril de 2023.

+ Plano de saúde após demissão: saiba se é possível manter e conheça as regras

Com isso, os clientes podem se organizar para pagar mais caro no mês de junho. Este reajuste também deve ser neste mês para os planos que funcionam na modalidade pré-pago..

Para se ter uma ideia, também há uma projeção de aumento no valor do plano de saúde em um relatório recente do banco BTG Pactual. O crescimento promete ser acima do recorde de 2016, que foi de 15%.

“O reajuste negativo de 2021 refletiu uma utilização anormalmente baixa (dos planos) em 2020, quando muitos procedimentos eletivos foram adiados na primeira onda de covid-19 no Brasil. Por outro lado, como as despesas médicas dispararam em 2021, enquanto a base de vidas nos planos de saúdes individuais encolheu, esperamos um forte aumento de preço para o ciclo de 2022″, diz o relatório do BTG.

Planos de saúde coletivos também serão afetados? Descubra!

Como dito acima, os planos familiares e coletivos também passarão por reajuste e não devem escapar do aumento.

Este aumento, inclusive, deve ser superior aos planos individuais, conforme apontam especialistas.

Este conteúdo te ajudou? Quer saber mais sobre plano de saúde? Então veja detalhes sobre como funciona o plano com coparticipação.

Quer trabalhar como dublê? Conheça a carreira, requisitos e quanto ganha

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duas pessoas assistindo filme

Você já se perguntou como deve ser trabalhar como dublê? A nova novela da Globo “Cara e Coragem” que estreia nesta segunda, 30, vai justamente mostrar o dia a dia dessa profissão.

Para quem tem curiosidade ou para quem deseja seguir nessa área é preciso entender como ela funciona. Será que existem requisitos para se tornar um dublê? Quanto ganha o profissional? Existem riscos?

Mas por que é importante saber disso? Para você ter a certeza de que deseja trabalhar como dublê. E vale ressaltar que essa pesquisa é fundamental para qualquer profissão, até porque você precisa se identificar com ela.

Além disso, a vida de dublê nem sempre é fácil

Você pode ter que fugir de explosões, de fogo, se jogar de prédios e muito mais. Você teria coragem de passar por toda essa adrenalina?

Se a resposta é sim, continue lendo este artigo para saber como é trabalhar como dublê.

Trabalhar como dublê: o que é necessário? 

Muitas pessoas pensam que para trabalhar como dublê é necessário ter nível superior, mas isso é um erro. Você precisa e pode fazer um curso para aprender a lidar com as mais variadas situações que um profissional precisa passar.

Dependendo do local do curso que você fizer e da intensidade do treinamento, ele pode durar entre dois meses e um ano. 

Outro ponto muito importante é que só pode se tornar dublê quem é maior de 18 anos. 

Quem deseja ser dublê de corpo, precisa ter muita disposição e pouco apego com a aparência. Afinal, você precisará ser esteticamente parecido com o ator do qual será o dublê.

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Sendo assim, poderá ter que pintar ou cortar os cabelos, emagrecer ou engordar um pouco. Tudo para ficar o mais parecido possível com o ator. Mas dependendo da produção que você vá participar, poderá usar perucas para deixar os cabelos mais parecidos.

dublê de luta
Um dublê precisa ter um bom preparo físico

Quanto ganha para trabalhar como dublê?

A resposta para essa pergunta é bem variável. Isso porque vai depender do projeto que você vai estar escalado e do tipo de dublê que foi contratado para ser.

Além disso, em alguns países o salário pago ao trabalho de um dublê pode ser bem superior aos demais.

Por exemplo, aqui no Brasil o cachê mínimo por cena costuma ser de R$150. Além disso, estima-se que após dez anos de atuação o profissional consiga faturar R$6 mil por mês por trabalho desempenhado (acúmulo de cenas).

Nos Estados Unidos, estima-se que o cachê de um dublê gira em torno de R$100 mil por produção. Ou seja, é uma profissão bem mais valorizada em território nacional.

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Isso acontece muito pelo nível das produções. Inclusive os salários dos atores de Hollywood costumam ser bem superiores ao que é pago no Brasil – o que acaba se refletindo também na profissão de dublê.

Vale a pena trabalhar como dublê?

É um tipo de profissão que proporciona muita aventura e gera muita identificação. Ou seja, quem procura ser dublê é porque gosta mesmo e tem muito desejo em trabalhar com aquilo.

É um tipo de profissão que apresenta bastante variedade e não tem muitos tons burocráticos como outras do mercado. No entanto, torna o dia a dia recheado de desafios e não é qualquer um que se arrisca.

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Muita gente, porém, pensa duas vezes em entrar neste meio por conta da instabilidade. Afinal, não é uma profissão com estabilidade, já que o trabalho costuma ser por produção/obra e você pode receber um bom cachê no momento e depois ficar um bom tempo parado sem ser escalado por falta de demanda.

Além disso, o dublê também está sempre sujeito a acidentes, quedas, ferimentos e isso pode acabar sendo um empecilho para engatar trabalhos seguidos.

E aí, você se arriscaria a trabalhar como dublê? É uma profissão que tentaria se aventurar? Deixe nos comentários e compartilhe o artigo com um amigo que também ficaria curioso para saber sobre esse universo.

Brexit: o que pode interferir no seu bolso?

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Big Ben na Inglaterra

Até hoje o Brexit é um dos principais assuntos do cenário político-econômico internacional. Afinal, a saída do Reino Unido da União Europeia já apresenta consequências nas relações internacionais, especialmente fora do continente europeu.

Mas antes de falar sobre como esse movimento econômico/político afeta o seu bolso, vale lembrar que a expressão é usada para caracterizar o processo de saída do Reino Unido da União Europeia. Esse processo foi iniciado com o referendo de 23 de junho de 2016.

Na ocasião, 48,1% dos britânicos votaram não à saída da UE. No entanto, 51,9% votou sim. O resultado estipulou o dia 21 de março de 2019 para que o Reino Unido saia formalmente do grupo.

Após um longo período de negociações e trocas de políticos, no dia 31 de janeiro de 2020, o Reino Unido declarou que estava deixando a União Europeia.

Embora ainda haja muita incerteza a respeito do que acontecerá depois do Brexit, há algumas consequências desse desligamento que já podem ser observadas.

Com o Brexit, cidadãos da UE não têm mais o direito de se mudarem livremente para o Reino Unido e vice-versa. É importante dizer que britânicos que já moravam na UE e cidadãos da UE que já moravam no Reino Unido mantêm os seus direitos de residência, bem como os benefícios.

Outro ponto é que celulares de cidadãos britânicos poderão ter cobradas taxas por empresas de telefonia da UE quando usados nos países do bloco. Aliado a isso, houve mudanças em algumas políticas sobre seguro-saúde para viagens, assim como para licenças de direção e para viajar com animais.

Por fim, aconteceram diversas mudanças nas regras de comércio, algo que pode acarretar a taxação de produtos e restrições alfandegárias.

Consequências econômicas para Reino Unido e UE

Com o Brexit, cidadãos da UE não têm mais o direito de se mudarem livremente para o Reino Unido e vice-versa.

Contudo, é importante dizer que britânicos que já moravam na UE e cidadãos da UE que já moravam no Reino Unido mantêm os seus direitos de residência, bem como os benefícios.

Outro ponto é que celulares de cidadãos britânicos poderão ter cobradas taxas por empresas de telefonia da UE quando usados nos países do bloco. Aliado a isso, houve mudanças em algumas políticas sobre seguro-saúde para viagens, assim como para licenças de direção e para viajar com animais.

Por fim, aconteceram diversas mudanças nas regras de comércio, algo que pode acarretar a taxação de produtos e restrições alfandegárias.

Pessoas seguram bandeiras do Reino Unido em demonstração de comemoração
Será que o Brexit afeta a economia brasileira? Leia o artigo e descubra!

Brexit pode causar atrasos alfandegários

Referendo do Brexit completa cinco anos e tudo indica que não foi bom para economia do Reino Unido. Um estudo elaborado pela MakeUK, que representa 20.000 companhias do Reino Unido, aponta que o Bexit, deve causar atrasos alfandegários em 2022. Aliado a isso, o levantamento ressalta que essas empresas vão sofrer com elevados custos de operação.

Dois terços dos líderes de empresas industriais de 228 companhias questionadas indicaram que o Brexit, um ano depois do fim do período de transição, danificou os seus negócios de maneira “moderada ou significativa”.

Mais de metade das companhias alertaram que provavelmente sofrerão mais danos durante 2022 por causa dos atrasos alfandegários causados pelos controlos nas importações e devido às mudanças no rótulo dos produtos.

Como resultado, as exportações britânicas para a UE caíram quase 15% nos primeiros 10 meses do ano, de acordo com a agência de estatísticas da UE, a Eurostat, enquanto as exportações agroalimentares do Reino Unido caíram mais de 25%.

Outro estudo, de pesquisadores da Universidade Aston, concluiu que em quatro anos desde o referendo, as exportações de serviços britânicas caíram 110 bilhões de libras.

Isso ocorre porque para as empresas, os problemas se acumulam com o mercado europeu agora fechado. Pequenas empresas britânicas, em particular, disseram que suas vendas para a UE despencaram.

Brexit não afeta economia brasileira

O Reino Unido é um dos parceiros históricos do Brasil, com uma longa tradição comercial. Atualmente, as relações comerciais entre os dois países somam 5.6 bilhões de libras, de acordo com o cônsul-geral britânico em São Paulo, Jonathan Knoot.

Contudo, apesar do Reino Unido ser a 5ª maior economia do mundo, ele é apenas o 20º maior parceiro comercial brasileiro, em relação a fluxo comercial.

Segundo números dados divulgados pelo governo federal, em 2021, nosso principal produto importado foi o de Adubos ou Fertilizantes Químicos. Quanto ao produto mais exportado no ano foi “Minério de Ferro e seus concentrados”.

Knoot, entretanto, acredita que a relação pode ter uma performance comercial superior à vista atualmente. Ele acredita que isso pode ser possível com um acordo de livre comércio entre a União Europeia e o Mercosul.

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O que é Fator R do Simples Nacional? Descubra como calcular

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pessoas conversando sobre investimento

Se você é dono de pequenas ou médias empresas saiba que é possível  o microempreendedor pagar menos impostos. Isso ocorre por meio do Fator R do Simples Nacional. Você já escutou falar?

Para quem não conhece o Fator R do Simples Nacional, esse é o termo dado para o cálculo que é realizado mensalmente para saber se a sua empresa será tributada ou não no anexo III ou V do Simples Nacional.

E como esse cálculo é realizado? Por que ele consegue diminuir os impostos a serem pagos pelas pequenas e médias empresas? Essas duas perguntas são as que devem estar na sua mente agora.

Mas calma que nós vamos te explicar tudo e, consequentemente, te ajuda a pagar menos impostos.

O que é o Fator R do Simples Nacional?

Antes de você descobrir como se calcula o Fator R, precisa entender o que de fato ele é. Afinal, como vai fazer as contas de algo que nem sabe o que ele é e os benefícios que pode proporcionar para você e a sua empresa?

Como já falamos acima, o Fator R é o cálculo realizado todo mês para saber qual é a faixa de tributação da sua empresa. Dependendo do valor calculado, o seu negócio poderá ser enquadrado nas alíquotas do Anexo III ou do Anexo V do Simples Nacional. 

E o que isso significa? Todas as atividades do Simples Nacional foram divididas em anexos. Cada uma delas possui uma alíquota progressiva de tributação: quanto maior o faturamento, maior o valor pago em impostos e outros tributos até o limite de 33%.

Mulher trabalhando em uma sala com outras pessoas e sorrindo
O Fator R do Simples Nacional te ajuda a pagar menos imposto

Mas onde entra o Fator R do Simples Nacional nisso? Calma, vamos te contar isso agora.

Dependendo da categoria que a sua empresa está enquadrada e de quanto gasta com a folha de pagamento em relação ao que ganha, você poderá ser enquadrado no Anexo III e, consequentemente, pagar menos tributo.

E é justamente esse cálculo para saber se você está no anexo III ou não que é o Fator R do Simples Nacional.

Como calcular o Fator R do Simples Nacional

Para conseguir realizar o cálculo, você precisará reunir o valor total da folha de pagamento dos últimos 12 meses. Ele será dividido pela receita bruta da empresa, sendo esta deste mesmo período (12 meses).

Neste caso, ficará:

Fator R = massa salarial / receita bruta

O empreendedor precisa levar em consideração as normas da Resolução CGSN nº140/2018.

Neste caso, ela indica que o Fator R precisa só deve ser calculado quando a massa salarial e a receita bruta forem superiores a zero. Neste caso:

  • com a massa salarial superior a zero e a receita bruta igual a zero, o fator R será de 28%;
  • com a massa salarial for igual a zero e a receita bruta superior a zero, o fator R será de 1%.

Uma dúvida comum é sobre novas empresas. Muita gente não sabe o que fazer, já que não existem valores de meses anteriores.

+ Exclusão do Simples Nacional: saiba como funciona e como proceder

Neste caso, o cálculo do fator R será feito de maneira proporcional. O empreendedor deve somar o total de folha de pagamento existentes e dividir pela receita bruta adquirida naquele período, sendo igual ao total de meses de atividade da empresa.

Como funciona a tributação? Veja detalhes e valores!

Para você entender ainda melhor sobre o cálculo do Fator R, é importantíssimo estar por dentro das informações dos anexos do Simples Nacional.

Eles são divididos em faixas iguais, conforme o faturamento bruto dos últimos meses da empresa.

A tributação vai variar de acordo com a alíquota que vai incidir sobre cada faixa de faturamento, além do valor a deduzir dos impostos.

Confira abaixo as faixas, além das tabelas III e V:

FaixaFaturamento bruto de 12 meses
1ª faixaAté R$ 180 mil
2ª faixaDe R$ 180.000,01 a R$ 360 mil
3ª faixaDe R$ 360.000,01 a R$ 720 mil
4ª faixaDe R$ 720.000,01 a R$ 1,8 milhão
5ª faixaDe R$ 1.800.000,01 a R$ 3,6 milhões
6ª faixaDe R$ 3.600.000,01 a R$ 4,8 milhões

Tabela do Anexo III

FaixaFaturamento bruto de 12 mesesAlíquotaValor a deduzir
1ª faixaAté R$ 180 mil6%
2ª faixaDe R$ 180.000,01 a R$ 360 mil11,20%R$9.630
3ª faixaDe R$ 360.000,01 a R$ 720 mil13,50%R$17.640
4ª faixaDe R$ 720.000,01 a R$ 1,8 milhão16%R$35.640
5ª faixaDe R$ 1.800.000,01 a R$ 3,6 milhões21%R$125.640
6ª faixaDe R$ 3.600.000,01 a R$ 4,8 milhões33%R$648.000

Tabela do Anexo V

FaixaFaturamento bruto de 12 mesesAlíquotaValor a deduzir
1ª faixaAté R$ 180 mil15,50%
2ª faixaDe R$ 180.000,01 a R$ 360 mil18%R$4.500
3ª faixaDe R$ 360.000,01 a R$ 720 mil19,50%R$9.900
4ª faixaDe R$ 720.000,01 a R$ 1,8 milhão20,50%R$17.100
5ª faixaDe R$ 1.800.000,01 a R$ 3,6 milhões23%R$62.100
6ª faixaDe R$ 3.600.000,01 a R$ 4,8 milhões30,50%R$540.000

Viu só? As alíquotas que incidem sobre as faixas do anexo III são bem menores se comparadas com as do anexo V. Portanto, quem se enquadra nesta situação acaba pagando bem menos tributos.

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Criptomoeda Luna 2.0 despenca após lançamento. Ainda vale a pena comprar?

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celular aberto na tela da criptomoeda luna

Após o colapso da criptomoeda Luna, investidores aprovam criação de Luna 2.0, da rede Terra. Mas será que vale a pena apostar no novo produto?

Antes de chegarmos a resposta, vale lembrar que aconteceu com a Luna, uma das altcoins (criptomoedas alternativas ao Bitcoin) mais promissores ultimamente.

Durante muito tempo, toda essa dinâmica da Terra funcionou muito bem. Além de todo destaque de valorização em 2021, a criptomoeda vinha com uma performance normal durante este ano, com oscilações naturais para um ativo digital.

Para se ter ideia, a Luna chegou a valer US$118 em determinado momento, algo em torno de R$600 a depender da cotação do dólar considerada na conversão.

Isso lhe conferiu uma capitalização de mercado de nada menos que US$27 bilhões. Novamente convertendo, isso daria mais de R$135 bilhões.

No entanto, em apenas sete dias, a Luna entrou em colapso. No dia 6 de maio, a moeda chegou a estar precificada em R$399,75. Seis dias depois, no entanto, o mesmo ativo estava cotado abaixo de R$0,01.

+ Por que o projeto Terra (LUNA) falhou? É o fim do mercado cripto e do Bitcoin?

Qual o motivo da queda da Luna?

Especialistas do mercado de criptomoedas afirmam que foram dois fatores em conjunto que destruíram o resultado da Terra. O primeiro deles foi uma emissão exagerada de Luna com o objetivo de manter a paridade com o dólar.

Contudo, ao mesmo tempo, houve uma forte pressão vendedora do ativo, com investidores se desfazendo das suas posições.

Em parte, esse movimento se deu pelo pânico no mercado: ao ver o preço caindo, muitos proprietários da Terra optaram por vender o ativo antes que ela caísse ainda mais.

@financeonebr

Manda esse vídeo pra aquele seu amigo que ainda não sabe em qual cripto investir 😉#btc #bitcoin #eth #ethereum #cripto #criptomoeda #investimentos

♬ SUN GOES DOWN – Andreas Roehrig

Esse cenário acabou por destruir o preço da criptomoeda. Afinal, com o excesso de Lunas no mercado (oferta elevada) e poucos investidores interessados em comprá-la (demanda), o efeito natural é de desvalorização. Foi exatamente o que aconteceu.

Depois disso, a comunidade Terra se movimentou e aprovou a criação de uma nova versão da criptomoeda Luna, chamada Luna 2.0.

Com a mudança, a blockchain se propõe a criar uma nova cadeia Terra, sem a stablecoin algorítmica UST, que causou o colapso da rede duas semanas atrás.

Vela a pena investir na Luna 2.0?

Para muitos, a criação da Luna 2.0 pode ser visto como um processo já conhecido no mercado. Um ativo decreta falência e depois aparece um novo token e fingir que nada aconteceu com o antigo.

Talvez por isso, no dia 28 de maio, dia de lançamento do novo blockchain do Terra, ele começou a ser negociado a US$18. No enntnato, o resultado foi uma queda livre que fez com que o preço caísse quase 75% na área de US$ 6.

Vale destacar ainda que algumas exchanges de criptomoedas conhecidas estão dando uma chance ao novo blockchain Terra, outras plataformas da indústria de criptomoedas são mais cautelosas.

Aliado a isso, antes de investir na Luna 2.0, vale lembrar que o judiciário sul-coreano está ocupado investigando detalhadamente o colapso do ecossistema Terra.

Por isso, especialistas recomendam uma parcela de no máximo 5% do seu portfólio em criptomoedas e ativos digitais. 

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