O Nubank foi eleito o melhor banco do Brasil, segundo ranking elaborado pela Forbes
O Nubank disponibilizou mais uma funcionalidade no aplicativo. De acordo com a fintech, alguns clientes já podem parcelar compras no débito feitas com o cartão do roxinho.
Segundo a instituição financeira, a função pode ser útil para quem precisa “diluir o gasto em várias parcelas” caso seja necessário.
As compras no débito podem ser divididas em até 12 vezes, mas a quantia precisa ter sido paga à vista, em transações em que não há a possibilidade de parcelamento no ato da compra.
Quer saber como conseguir parcelar as compras no débito no Nubank? Então continue a leitura deste texto, pois vamos explicar como conseguir parcelar no débito utilizando o roxinho. Boa leitura!
Como parcelar compras no débito com o cartão Nubank?
Toda a operação é realizada diretamente no aplicativo do Nubank. Como falamos acima, o valor precisa ter sido pago à vista.
Em seguida, é só abrir a compra pelo app e escolher a opção “pague essa compra no futuro” e seguir as instruções que estão no aplicativo. O cliente também consegue ver a simulação de prazos e condições de pagamento antes de confirmar a transação.
Assim que todas as etapas são concluídas, o valor pago da compra retorna automaticamente para a sua conta.
De acordo com o Nubank, o valor da compra precisa ser maior que R$30. Além disso, o parcelamento tem incidência de juros e, por isso, só é recomendado em situações de emergência.
Ou seja, se você realizar uma compra, por exemplo, de R$200 e parcelar em duas vezes, nos próximos dois meses, na data de vencimento, você pagará R$100 + os juros cobrados pelo Nubank.
Nubank parcela boletos no cartão de crédito
Além de parcelar compras no débito, o Nubank também liberou o parcelamento de boletos no cartão de crédito. Os boletos podem ser pagos em até 12x utilizando o cartão de crédito.
Segundo a fintech, a função possibilita que os clientes concentrem “seus gastos em um só lugar – na fatura do cartão de crédito – facilitando a gestão e o controle do seu dinheiro, além de organizar melhor suas contas”.
É possível pagar boletos de até R$5 mil por ciclo de fatura. Já o parcelamento pode ser dividido em até 12 vezes.
A instituição financeira ainda promete juros menores que o mercado. Mas o valor depende da quantidade de parcelas escolhidas pelo cliente. Toda a transação é feita pelo aplicativo do Nubank.
É possível parcelar compras no débito diretamente no aplicativo do Nubank
Cartão de Crédito Nubank sem anuidade: veja como conseguir
Ter um cartão de créditosem anuidade é uma forma de economizar dinheiro. Por isso, várias instituições financeiras se adequaram a essa demanda e já disponibilizam o cartão de crédito sem anuidade.
O Nubank, uma das primeiras fintechs a disponibilizar essa possibilidade no Brasil, não tem taxas escondidas. Possui também a bandeira Mastercard, é internacional e totalmente controlado pelo seu celular.
Existem duas formas de se tornar cliente do cartão de crédito sem anuidade do Nubank. A primeira é: solicitando o cartão por meio do site da fintech, realizando o cadastro com as informações solicitadas.
Ao informar seu CPF, o Nubank já consegue informar se você está apto ou não para receber o “roxinho”, apelido dado pela instituição ao cartão.
Gostou do conteúdo? O site do FinanceOne tem como objetivo te deixar por dentro de todas as atualizações do mundo financeiro. Por isso, para não perder nenhuma novidade, assine agora mesmo a nossa newsletter.
Além disso, também estamos no Facebook, Instagram e TikTok.
Já ouviu falar na criptomoeda BitTorrent Token (BTT)? Esse projeto foi criado para agilizar o download de torrents. Por isso, para entendê-lo, é preciso saber primeiro o que é o “torrent” em si, ou BitTorrent.
Esse protocolo é o que se conhece também como sistema par-a-par ou ponto-a-ponto. Na prática, é uma plataforma de compartilhamento e download de arquivos.
Você já deve ter escutado falar de alguém que baixou vídeos, programas etc pelo “torrent”. E o protocolo BitTorrent foi criado para permitir esse tipo de compartilhamento de pessoa para pessoa sem precisar de um servidor central.
E o principal software desse protocolo é o BitTorrent, comprado pelos desenvolvedores da criptomoeda Tron em 2019.
O BitTorrent Token foi lançado em 2001 pelo programador Bram Cohen e hoje conta com 250 milhões de usuários. Além disso, é responsável por 27% de todo upload na internet.
E como a criptomoeda se insere neste cenário? Continue lendo para entender!
Como funciona a cripto BTT?
A BitTorrent Token (BTT) foi criada para aprimorar o ecossistema de torrents. Isso inclui a troca do ativo digital para melhorar a experiência no download de arquivos de várias formas.
Por exemplo, o usuário pode comprar maiores velocidades ao baixar um torrent pagando em BTT. A cripto também pode ser usada no BitTorrent File System – sistema de armazenamento descentralizado.
O protocolo em si, o download, continua gratuito. Mas o BTT faz parte de um incentivo com o objetivo de manter conteúdos de boa qualidade no ar.
Quantos BitTorrent Tokens existem?
Existem 990 bilhões de BTT em circulação, mas o fornecimento máximo pode ser maior. Do total de tokens existentes, a divisão é a seguinte:
20,1% são destinados a airdrops – tática de marketing em que os desenvolvedores enviam tokens gratuitos aos usuários
20% da Tron
19% para a BitTorrent Foundation
19,9% para o ecossistema.
Os tokens de BTT são transacionados no blockchain da Tron. Mas no ano passado foi lançada a versão 2 do Whitepaper “BitTorrent-Chain”, cuja ideia é criar um blockchain próprio para o ativo, tornando-o oficialmente uma criptomoeda.
O BTT teve um crescimento significativo em 2021, ainda mais após anunciar que lançaria uma rede da criptomoeda em dezembro. Além de atualizações nos tokens BTT que foram redenominados em unidades menores, mas mantendo a mesma capitalização de mercado.
Com o anúncio, o criptoativo passou a ter um valor de mercado de US$2,2 bilhões. Além disso, a moeda ainda atingiu um pico de US$3,1 bilhões em duas horas, no mês de dezembro.
Desde então, a capitalização de mercado da BTT consolidou-se em cerca de R$8 bilhões, com um preço simbólico de US$0.008702.
É possível comprar o token por meio de uma exchange. Algumas que possuem o ativo são Binance, Huobi Global e OKEx, entre outras.
Investir em BTT vale a pena?
Muitos investidores de criptomoedas consideram que a BTT vale a pena, principalmente por conta do seu upside promissor.
Ou seja, o seu potencial alto de valorizar. Além disso, é uma opção para diversificar a carteira de criptoativos.
Mas assim como qualquer outra cripto, esta é uma alternativa de aplicação indicada para investidores mais arrojados, que estão dispostos a lidar com as grandes variações de preços e certo nível de risco.
O primeiro passo para ter sucesso nesse tipo de aplicação é saber investir em criptomoedas. Se você está começando, nosso Guia para Investir em Criptomoedas pode ajudar, baixe gratuitamente:
Você sabia que o Bitcoin pode salvar a poupança? Não está entendendo como isso é possível? Veja o vídeo com a explicação do nosso especialista em criptomoedas, Renato Carvalho.
Já imaginou o seu governo entra numa guerra que vc não apoia e o mundo decide bloquear seu dinheiro? É o que ta acontecendo com os russos… #criptomoedas#bitcoin#russia
Recentemente, a agência Reuters divulgou que dólar e euro podem atingir paridade pela primeira vez depois de 20 anos. Na prática, isso significa uma desvalorização da moeda europeia.
Essa possibilidade existe diante da queda do euro para uma mínima em 5 anos. Embora poucos bancos apostem nessa paridade, a moeda europeia caiu abaixo de US$1,06 pela primeira vez desde 2017 na semana passada.
Isso acontece no contexto do conflito que preocupa todo o continente europeu, somado com a desaceleração econômica na região.
Mas, o ponto aqui é: você sabe o que significa essa paridade euro-dólar? Se não conhece o termo, continue lendo este artigo!
O que é paridade cambial? Qual é a diferença da taxa de câmbio?
Paridade cambial é a relação de poder de compra entre duas ou mais moedas emitidas por economias diferentes, como dólar e euro. Ou seja, o poder de compra que uma moeda tem sobre a outra.
É importante salientar que a paridade não é a mesma coisa que a taxa de câmbio. Em Economia, esse segundo conceito se refere ao custo da compra de uma moeda pela outra.
Para ficar mais fácil, vamos exemplificar as duas situações (os valore utilizados são apenas ilustrativos e não as cotações atuais dessas moedas):
Imagine que para comprar US$1 (um dólar), seja necessário pagar R$2. Isso significa que a taxa de câmbio entre essas duas moedas é de R$2.
Já a paridade é um conceito que se aplica da seguinte forma: se um dólar custa dois reais, mas em suas respectivas regiões esses valores representam o mesmo nível de poder aquisitivo, significa que as moedas estão equilibradas.
Ou seja, se nos Estados Unidos eu posso comprar uma dúzia de balas com US$1 e, no Brasil, compro a mesma dúzia de balas com R$2, existe paridade do poder de compra (PPC).
Neste exemplo, portanto, o poder de compra no Brasil é menor que nos Estados Unidos. Se o resultado fosse 1, poderíamos dizer que há paridade de poder de compra.
No caso atual mencionado no início do artigo, a recessão no bloco europeu deve provocar a desvalorização do euro frente ao dólar. Já que, até então, a primeira moeda é a mais cara.
Porém, de acordo com informações da Reuters, a mudança para a paridade euro-dólar não será simples, no entanto, tendo algumas técnicas rígidas, entre outros fatores.
Você acabou de ter um jantar bacana e, quando a conta da noite chega, repara em um acréscimo de tarifa. Ao questionar o garçom, ele responde que é a taxa de serviço, que corresponde a 10% da conta no restaurante.
Como consumidor, você conhece os seus direitos em relação a esse valor? Se não, acompanhe a leitura e entenda se você é obrigado ou não a realizar o pagamento.
Sou obrigado a pagar a taxa de 10% na conta do restaurante?
Como sabemos, esse valor é equivalente a uma taxa de serviço que pode ser dos garçons e demais empregados que atendem diretamente o público.
Porém, vale salientar que o salário deles não depende, exclusivamente, dessa taxa. Ou seja, segundo a regulamentação da classe, eles recebem o salário integral do empregador.
Dessa maneira, caso não recebam, os garçons continuam com o seu salário habitual, sem que isso os prejudique.
Será que é obrigatório pagar a taxa de 10% na conta do restaurante?
É por isso que a taxa de 10% na conta do restaurante é de caráter opcional. Ou seja, você paga se quiser, não configura nenhuma obrigação em relação ao consumidor.
Inclusive, é crime que o restaurante realize essa cobrança aplicando um caráter de obrigação. O cliente deve sempre poder entender, de maneira clara e objetiva, os valores relacionados ao seu consumo em um estabelecimento.
Em 2018, por exemplo, o Rio de Janeiro proibiu a cobrança dessa taxa em restaurantes à quilo (os famosos self-service), justamente porque nessa modalidade os clientes que servem a própria comida. Sendo assim, esse tipo de cobrança é abusiva nesse tipo de comércio.
Em resumo, a forma correta de cobrar a taxa de 10% na conta do restaurante é avisar antecipadamente ao cliente e perguntá-lo se pode realizar a cobrança. Ademais, também é preciso especificá-la na nota fiscal.
Porém, caso você tenha condições para fazer essa contribuição, é uma gentileza sempre bem vinda. Sabemos que o atendimento ao público nem sempre é fácil, então é um agrado que pode contribuir muito para o profissional.
Além disso, é uma forma de mostrar que você gostou do atendimento e que pretende voltar mais vezes ao local.
Como funciona o repasse da taxa de 10% para o profissional?
Uma das justificativas que as pessoas usam para não fazer o pagamento dos 10% é o caso do restaurante ficar com o valor ao invés de repassar para quem, em tese, deveria recebê-los. Ou seja, os garçons.
Apesar do estabelecimento poder ficar com parte do valor das gorjetas, o empregador não pode usá-lo para pagar os funcionários. Essa quantia é obrigatoriamente destinada para encargos sociais, previdenciários ou trabalhistas.
É preciso salientar que a taxa de 10% na conta do restaurante pode exceder esse valor, ou até mesmo ser menor. Existem alguns estabelecimentos que colocam algumas condições também, como pagá-la apenas em dinheiro físico e não cartão de crédito e afins.
Porém, de qualquer modo, é uma quantia opcional. Algumas pessoas relatam episódios em que há uma atitude insistente para que o cliente realize o pagamento, mas qualquer tentativa de coerção nesse sentido é uma infração que o estabelecimento comete.
Contudo, caso você não queira pagar a taxa de 10% na conta do restaurante, o garçom pode querer saber os motivos a fim de melhorar o atendimento, caso essa seja a motivação para não fazê-lo.
Gostou do conteúdo? Conseguiu perceber a necessidade de conhecer os seus direitos enquanto consumidor? Então veja também um pouco mais disso consultando a nossa matéria sobre
Já pensou investir e obter rendimentos acima do que você conseguiria com o dinheiro que tem disponível para a aplicação? Ou seja, ter mais lucro, aplicando menos? Isso é possível por meio da chamada alavancagem financeira.
Uma alavanca é um objetivo utilizado para levantar outros mais pesados, de modo que não sentimos o peso real do que está sendo levantado. Ou seja, com ela, você levanta mais peso, aplicando menos força.
No mercado financeiro, a lógica é a mesma. Alavancar um investimento significa impulsionar a sua rentabilidade, utilizando um empréstimo da corretora, do banco ou até mesmo de outra pessoa.
Esse tipo de estratégia é muito utilizada em renda variável, como bolsa de valores, mas principalmente no day trade. Porém, na medida que aumenta a chance de rentabilidade, esse recurso também multiplica o risco da aplicação.
Quer saber mais sobre a alavancagem? Como ela funciona e quando vale a pena? Então continue lendo este artigo!
Como funciona e como aplicar a alavancagem financeira?
Na alavancagem financeira, o investidor opera com valores acima do que possui em sua conta. Com isso, ele potencializa suas chances de obter maior rentabilidade.
E de onde vem esse dinheiro a mais? É como se fosse um empréstimo pessoal, que geralmente vem da própria corretora ou do banco, mas pode vir até mesmo de outro investidor.
Funciona assim: o investidor se depara com uma ótima aplicação, mas não tem recursos o suficiente para aplicá-la. Então ele alavanca a operação, depositando uma garantia – os recursos que possui disponíveis.
Essa garantia funcionará como uma espécie de precaução para quem empresta o dinheiro, caso o investidor não consiga pagar depois. Porém, se obtiver sucesso, ou seja, se o investimento realmente render o esperado, ele paga o valor de volta assim que tiver o retorno da aplicação.
Vale destacar que a garantia depositada no início pode ser em dinheiro ou ativos, como títulos do Tesouro Direto. Se não pagar o valor para a corretora no período combinado, haverá incidência de juros.
Por isso a alavancagem aumenta a rentabilidade, mas também o risco da aplicação.
Outro ponto importante é que o limite desse “empréstimo” será definido pela corretora. Para consultá-lo e acessá-lo, basta verificar na home broker da sua instituição financeira.
Alavancagem financeira por multiplicar a carteira de investimentos
Vale a pena recorrer a esse tipo de estratégia?
A alavancagem financeira pode multiplicar os rendimentos do investidor, mas na mesma proporção aumenta os riscos da aplicação. Por isso, é uma estratégia que deve ser utilizada com: planejamento e conhecimento.
Investidores conservadores e iniciantes não devem recorrer a esse tipo de recurso. Especialistas não recomendam a alavancagem nem mesmo para traders iniciantes, com pouco tempo de mercado.
Se você tem pouco dinheiro para investir, também não é sugerido alavancar ainda.
De modo geral, a alavancagem vale a pena. Mas acontece que é um movimento que requer conhecimento, estratégia, planejamento. Se o investidor se jogar nesse universo sem estar preparado, muito provavelmente sairá no prejuízo.
E quem decide alavancar, deve mostrar um bom planejamento e se preparar para os piores cenários da aplicação. Assim, caso o retorno do investimento não seja bom, você estará preparado para pagar o empréstimo.
A pandemia do coronavírus impulsionou as vendas online. E o e-commerce deve continuar crescendo nos próximos anos.
Diante disso, criar uma loja virtual virou necessidade para muitos empreendedores. Uma das vantagens é a possibilidade de vender para o país inteiro. O que representa um alto potencial de escalabilidade.
Contudo, antes de abrir um e-commerce, é necessário elaborar um plano de negócios eficiente. Esse é o primeiro passo para evitar possíveis problemas futuros tais como:
custos desconhecidos;
falta de fluxo de caixa;
estoque encalhado;
entre outros.
Por que um e-commerce precisa de um plano de negócio?
É comum ver novos empresários iniciarem suas jornadas digitais sem dar atenção para o planejamento. Muitos não sabem que o projeto precisa ter seu esboço, objetivos, cronograma, orçamento, ações e monitoramento.
Na maioria dos casos em que isso acontece, a principal razão é o simples fato de que empreendedores inexperientes não entendem a real necessidade do plano de negócio dentro de um e-commerce.
Ou seja, é importante que o plano de negócios tenha ao menos as estruturas básicas como as que se seguem:
Análise do Empreendimento – O que será feito e quais são as atribuições de cada um;
Produto – O que será oferecido ao mercado e quais seus principais diferenciais;
Mercado – Quem é o público alvo, suas tendências e concorrência;
Planejamento Financeiro – Origem e aplicação dos recursos para a viabilização do negócio;
Cronograma e Metas – Programação de implantação e metas a serem atingidas.
Vale ressaltar que não se deve copiar o plano de negócios de outros. Afinal, cada negócio é único, mesmo que seja concorrente.
Além disso, cada empreendedor tem seu estilo, ideias, metas e experiências de vida. Por fim, faça um projeto realista: pesquise bem os fornecedores de serviços, principalmente as plataformas de e-commerce e meios de pagamentos.
Há muita oferta no mercado. Cuidado com “promessas milagrosas”. Converse com clientes dessas empresas antes de decidir.
Dicas para criar sua loja virtual
Antes de escolher sites gratuitos para montar seu e-commerce, pesquise a reputação das ferramentas nos seguintes assuntos:
Suporte 24 horas: para sempre estar disponível para informar seus clientes sobre o que você vende e tirar suas principais dúvidas;
Planos de pagamento para receber pelas vendas: seja por meio de plataformas de pagamento como o Mercado Pago, o PagSeguro ou por boleto bancário e cartão;
Hospedagem do site: para garantir um site estável e que não cai, mesmo com muitos acessos;
Certificados de segurança: como os citados acima e que trazem credibilidade para seu negócio, além de garantir que as compras sejam fechadas.
Ferramentas de marketing e mensuração: como as do Google Analytics e das redes sociais, que garantem que seus serviços estão chegando até seu público alvo (além de informar quem é ele e onde está).
13Sites gratuitos para montar sua loja online
1 – Google Meu Negócio
Voltado para pequenas e médias empresas, a ferramenta gratuita Google Meu Negócio tem como objetivo facilitar a comunicação com consumidores que fazem buscas por empresas no Google e no Google Maps.
Você pode criar um site otimizado para dispositivos móveis para representar sua empresa. É possível usar automaticamente as informações e fotos presentes no perfil da sua empresa no Google. Depois, pode postar ofertas de negócio.
2- Strikingly
O Strikinglyé um construtor de sites com diversas funcionalidades. Ele é bem intuitivo e fácil de usar, mas apresenta limitações no plano gratuito — a principal delas é que você só pode vender um produto.
Apesar disso, a plataforma tem integração com meios de pagamento. Ou seja: é viável para começar a testar o seu negócio.
3 – Wix
O Wix permite criar gratuitamente uma vitrine virtual personalizável para começar a vender online.
O empreendedor pode administrar seu catálogo de produtos, definir opções de pagamento, distribuir cupons e estabelecer regras de entrega e impostos para cada destino. O Wix não cobra comissão sobre vendas.
4 – Loja Integrada
A Loja Integrada é uma plataforma voltada especificamente para a venda de produtos na internet.
Com mais de 980 mil lojas criadas e 20 milhões de produtos vendidos, a Loja Integrada é uma das melhores opções gratuitas para começar a vender pela internet.
5 – Ebanx Beep
A fintech paranaense Ebanx lançou uma funcionalidade que permite criar a própria loja virtual em poucos minutos e começar a vender com CPF ou CNPJ.
No Ebanx Beep não há assinatura ou mensalidade, mas sim uma comissão sobre cada venda. As lojas permitem pagamentos por boleto ou cartão de crédito.
Também é possível criar cupons de desconto ou vouchers para uso quando seu empreendimento físico voltar a abrir as portas.
E-commerce virou necessidade para muitos empreendedores
6 – Webstarts
O Webstartsé um serviço para construção de sites bastante personalizável e com uma boa variedade de recursos. A ferramenta conta com o sistema “drag and drop” (arrastar e soltar) de edição.
Ou seja, é bem intuitiva de usar. Apesar dessa facilidade, a interface do Webstarts é toda em inglês, o que pode ser complicado para quem não domina o idioma.
7 – Jimdo
Mais de 20 milhões de websites já foram construídos com a ajuda do Jimdo. Assim como os outros exemplos citados neste texto, ele é bem fácil de usar — desde que você entenda itens em inglês.
8 – Minestore
É possível colocar uma loja virtual no ar em poucos minutos com a ajuda da Minestore. E sem pagar nada! Essa plataforma funciona de uma forma um pouco diferente das já citadas neste conteúdo.
O plano mais básico da Minestore não cobra mensalidade, mas sim uma taxa de 2,99% por pedido efetuado.
9 – Mozello
A Mozello é um serviço bastante similar a outros que já citamos aqui. Seu diferencial está na possibilidade de criar sites em vários idiomas, o que pode ser interessante se você pretende vender para fora do país.
10 – Nloja
Além do plano gratuito, a Nloja possui modalidades acessíveis para quem está começando — o plano mais caro do serviço custa R$10 por mês. Ou seja, pode ser uma opção interessante para um negócio em estágio inicial.
11 – Nuvemshop
Para montar o seu e-commerce na Nuvemshop não é necessário ter conhecimento em programação ou design. A plataforma conta com diversos recursos, funcionalidades e até mesmo extensões para suprir as necessidades de quem quer começar a vender na internet.
O site oferece um período de testes de 30 dias grátis, depois disso é necessário contratar um dos planos oferecidos pela plataforma.
E quem vende pela Nuvemshop tem diversos benefícios como: vendas por meio de múltiplos canais digitais, personalização da loja, orientação e atendimento especializado. Além de ferramentas estratégicas e de marketing.
12 – Zyro
Com a Zyro, é possível criar sites e lojas virtuais de maneira muito simples e rápida. Por meio de seus recursos intuitivos, permite que o processo de lançar sua loja gere bastante economia, tanto no seu tempo quanto no seu bolso.
Assim, a plataforma também apresenta outras vantagens, como hospedagem grátis, integração com outras redes sociais para fomentar as vendas e outros recursos bastante interessantes para o seu negócio.
13 – Webnode
Ainda no ramo das plataformas com uma proposta mais simples, o Webnodeé um ótimo representante. Isso porque ele disponibiliza esquemas bastante intuitivos, tornando a tarefa de montar sua loja virtual algo muito mais fácil.
Além disso, oferece recursos profissionais sem largar a proposta de funcionalidade, o que é uma característica muito importante. Possui um editor baseado em arrastar e soltar e dispensa a necessidade do operador saber de códigos e estruturas de desenvolvimento complexas.
14 – Magento
A Magentoé uma plataforma bastante completa. Possui diversos recursos para lojas e é ideal justamente para negócios de grande porte.
Uma de suas maiores vantagens são os mecanismos de SEO e o suporte a diversas moedas. Sendo assim, é uma plataforma que também a integrada a diversos tipos de processamento de pagamento, o que amplia as possibilidades do seu negócio.
15 – Betalabs
A Betalabsfoi desenvolvida por discentes da Fundação Getúlio Vargas (FGV) com o objetivo de melhorar o sistema de vendas online de pequenas e médias empresas.
A plataforma é bastante completa, possui muitos recursos e dispensa integração com outras. Sendo assim, também apresenta um sistema bastante sólido e robusto, o que dá ao gestor da loja muitas maneiras de realizar negócios.
16 – Shopify
A Shopifytambém é um ótimo exemplo no que se refere a plataformas com muitos recursos e possibilidades. Possui configurações avançadas de gerenciamento de produtos, sendo possível personalizar toda a jornada de compra de seu cliente.
Além disso, é possível acessar os dados da sua loja, de modo que você possa analisar as métricas pelo Analytics. Dessa maneira, você entende melhor o comportamento do seu cliente e aprimora, cada vez mais, as estratégias de venda e captação.
17 – PrestaShop
Outro exemplo bem interessante é a PrestaShop, que é um ambiente de visual moderno, com muitas possibilidades e chance de integração com outras plataformas. Com ele, você tem a chance de ter um serviço bastante completo e eficiente para ofertar o melhor para o seu público.
Criar uma loja virtual grátis vale a pena?
As plataformas gratuitas são boas para testar um modelo de vendas pela internet, mas suas limitações dificultam a escalabilidade do negócio. Com o tempo, sua loja vai começar a crescer e será inevitável migrá-la para um plano pago.
Além da limitação no cadastro de produtos, a maioria das plataformas gratuitas não permite a configuração de domínios próprios — algo extremamente ruim para o SEO.
Isto é, lojas sem domínio próprio têm dificuldade de atrair tráfego de clientes via Google.
Em resumo, vale a pena criar uma loja virtual grátis se o seu objetivo for testar um negócio de vendas pela internet. Mas é preciso ter em mente que isso não será uma solução permanente.
Portanto, para crescer, você precisará investir em estrutura. E isso inclui o pagamento de uma plataforma de e-commerce robusta.
Gostou do conteúdo? Compartilhe com um amigo que esteja querendo montar um e-commerce.
Está pensando em fazer um intercâmbio, mas o tempo de férias do trabalho não é o suficiente? Ou precisa acompanhar seu cônjuge em uma viagem de trabalho dele? Precisa resolver um assunto particular que requer tempo? A licença não remunerada pode ser a solução.
Este é um recurso previsto na legislação brasileira, tanto para empregados celetistas quanto servidores públicos. Ele permite que o profissional afaste-se temporariamente do trabalho, sem precisar pedir demissão.
É diferente de uma falta por motivo de saúde ou óbito familiar, por exemplo. Embora precise ser justificado, não é um afastamento ocasionado pelo impedimento do empregado trabalhar, como quando ele fica doente.
A Consolidação das Leis Trabalhistas, artigo 476, diz o seguinte a respeito desse tipo de licença:
Art. 476 – Em caso de seguro-doença ou auxílio-enfermidade, o empregado é considerado em licença não remunerada, durante prazo desse benefício.
Art. 476-A. O contrato de trabalho poderá ser suspenso, por um período de dois a cinco meses, para participação do empregado em curso ou programa de qualificação profissional oferecido pelo empregador, com duração equivalente à suspensão contratual, mediante previsão em convenção ou acordo coletivo de trabalho e aquiescência formal do empregado, observado o disposto no art. 471 desta Consolidação. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.164-41, de 2001)
Ou seja, nas situações descritas acima, empregado e empregador podem chegar a um acordo para uma licença não remunerada. A relação trabalhista é modificada, já que não haverá remuneração, mas o contrato não será rescindido.
Quando o funcionário pode tirar licença não remunerada?
Existem algumas situações em que o empregado pode pedir a licença remunerada. Mas, basicamente, elas se resumem a:
para a realização de cursos ou especializações de aprimoramento profissional (como um intercâmbio, por exemplo)
ou para lidar com questões pessoais (cuidar de um familiar adoecido, acompanhar o cônjuge em viagem de trabalho etc)
Ou seja, é uma licença a qual o funcionário pode recorrer quando precisa de uma pausa prolongada no trabalho. Muitas vezes, em casos assim, as pessoas acabam pedindo demissão, mas talvez ela não seja necessária.
A rescisão do contrato de trabalho trará mais despesas e também certa burocracia tanto para a empresa quanto para o funcionário. Afinal, será necessário arcar com os gastos da rescisão, a contratação de um substituto, etc.
Mas é importante salientar que cabe ao empregador aceitar ou não o acordo. Ele não é obrigado. Portanto, o funcionário deve apresentar uma justificativa e o tempo de afastamento que precisa, para que a empresa avalie a viabilidade.
Servidores e celetistas podem pedir licença não remunerada
Como solicitar a licença?
As duas partes – empregado e empregador – devem chegar a um acordo e ajustar os termos do contrato de trabalho, desde que não vá de encontro ao previsto em acordo com a convenção coletiva.
Essa negociação encontra respaldo no artigo 444 da CLT:
Art. 444 – As relações contratuais de trabalho podem ser objeto de livre estipulação das partes interessadas em tudo quanto não contravenha às disposições de proteção ao trabalho, aos contratos coletivos que lhes sejam aplicáveis e às decisões das autoridades competentes
Portanto, para solicitar a licença não remunerada, basta o próprio funcionário interessado procurar seu empregador – diretamente ou pelo RH da empresa. Ele deve explicar seus motivos e informar o tempo de afastamento que precisa.
Para garantir mais segurança a ambas as partes é recomendado que o solicitante faça o requerimento por escrito. Nesse documento, informe a justificativa e o tempo de afastamento que combinou com o patrão.
Peça que tanto o empregado, quanto o responsável pelo setor de Recursos Humanos assinem o requerimento. Por fim, tire uma cópia dele, assim pode manter uma com você e outra fica com a empresa.
Não existe um modelo preestabelecido para esse requerimento, o empregado pode pedir ajuda de um profissional do RH.
Não existe um prazo preestabelecido para a licença não remunerada, porque esse será um acordo entre patrão e empregado. Porém, como o afastamento do colaborador trará alguns inconvenientes para empresa, é comum que o período seja o menor possível.
Além disso, a CLT prevê, no artigo 476-A, que a licença para a participação de um curso ou programa de qualificação poderá ser concedida por um período de dois a cinco meses, desde que oferecido pelo empregador. Tudo é uma questão de acordo.
Como funciona a licença não remunerada para servidor público?
A licença não remunerada para servidor público funciona da mesma maneira. Ou seja, é um período de afastamento mais prolongado do trabalho, para estudar ou resolver questões pessoais, durante o qual o profissional não receberá seus vencimentos.
Porém, somente servidores efetivos podem recorrer a essa licença. Quem ainda está passando pelo estágio probatório não pode solicitar esse tipo de afastamento.
O requerimento para licença não remunerada do servidor – também chamada de licença para tratar de interesses particulares na esfera pública – deve seguir a legislação que o rege.
No caso de servidores federais, por exemplo, a Instrução Normativa nº 34/2021, orienta que o prazo não pode ser superior a três anos. Além disso, a licença pode ser interrompida a qualquer tempo, seja a pedido do servidor ou pela administração, por necessidade do serviço.
A solicitação deve ser feita por meio de um formulário específico, protocolado na unidade de Recursos Humanos, ou equivalente, do órgão ou entidade de lotação do servidor. É necessária a autorização da chefia imediata e do titular do órgão.
Quer transferir dinheiro para fora do Brasil? Então, você deve se atentar para dados que vão além do CPF do recebedor. E um dos dados mais importantes para uma transação internacional é o código IBAN – sigla em inglês para International Bank Account Number.
O dado foi criado com a intenção de diminuir eventuais erros entre nomenclaturas internacionais, padronizando as informações em um número que pode ser acessado por qualquer sistema. Ou seja, ele facilita o envio e recebimento entre qualquer país. Saiba o que forma o código IBAN e como consultá-lo quando necessário.
O que é IBAN?
Criado em 1997 para facilitar as transferências entre países da União Europeia, o código IBAN (Número da Conta do Banco Internacional) foi expandido para mais de 70 países ao longo dos anos. Hoje, ele é amplamente utilizado para regulamentartransações entre instituições estrangeiras, a fim de padronizar os dados internacionais de cada usuário.
No Brasil, o código passou a ser regulamentado pelo Banco Central em 2013, quando foi publicada uma lei que estabelecia as diretrizes para a prática entre instituições. Desde então, todos os bancos devem fornecer a identificação aos clientes, além de receber transferências sempre que o IBAN for utilizado.
O código IBAN é composto por até 34 caracteres, entre letras maiúsculas e minúsculas, números e pontuações.
IBAN e SWIFT: há diferença?
É comum confundir IBAN e SWIFT, já que ambos tratam de sistemas que conectam as instituições financeiras mundo afora. Porém, existem diferenças entre eles!
Enquanto o IBAN trata de um número de conta que serve como identificação, osistema SWIFT(Sociedade de Telecomunicações Financeiras Interbancárias Mundiais, em português) conecta bancos e codifica as informações enviadas pela rede para garantir o sigilo e evitar fraudes.
Quais números formam o IBAN?
Como dito anteriormente, o código IBAN pode ser formado por até 34 caracteres. No Brasil, a quantidade total é de até 29 caracteres, que são compostos da seguinte forma:
Os dois primeiros caracteres identificam o código do País;
2 dígitos – de 02 a 98 – verificadores;
8 números da instituição financeira;
5 números da agência bancária;
10 números da conta bancária do cliente;
1 caractere alfanumérico referente ao tipo de conta;
1 caractere relacionado à identificação do titular da conta.
Seguindo essa ordem, o código IBAN pode ser exemplificado como: BR 12 12345678 00030 0000000002 D 2.
Com o código IBAN, usuário pode fazer transferências internacionais padronizadas. (Fonte: Divulgação)
Onde encontrar o código IBAN da conta?
Na dúvida sobre como encontrar o seu código IBAN? O primeiro passo para ter acesso ao dado é entrar em contato com o banco de sua preferência – seja presencialmente ou por meio do Internet Banking.
O código será gerado após você informar o número da agência, da conta (com dígito) e escolher o número referente à instituição financeira associada. Lembre-se que, para realizar uma transação internacional, será preciso solicitar outros códigos, como o SWIFT.
Você também pode acessar osite do IBAN para encontrar o número. Basta clicar na opção “calcular IBAN”, selecionar o país e preencher os seus dados bancários. Depois disso, clique em calcular e logo em seguida você terá o seu código IBAN.
Gostou do conteúdo? Aproveite para conferir outras notícias sobre Mercado Cambial no blog da FinanceOne e fique por dentro de tudo que acontece no setor.
Nem sempre empreender pode dar certo, é comum vermos algumas lojas ou empresas fechando após um tempo por inúmeros motivos. Com isso, é possível encontrar empresas inativas ou sem movimento. Mas existem diferenças nesses termos?
E é importante lembrar que muitos empresários acabam não formalizando o fechamento do negócio, mantendo os cadastros ativos, como é o caso do CNPJ e da Inscrição Estadual. O que acaba fazendo com que a empresa siga existindo juridicamente.
Pode até ser que ela esteja classificada como empresa inativa ou sem movimento, mas você sabe qual é a diferença entre elas? E em qual o seu negócio pode estar?
Para entender os dois termos, nada melhor do que descobrir o que significa cada uma dessas classificações. É o que você vai ver durante este artigo!
Empresa inativa/sem movimento: o que significa cada uma delas?
Para que você entenda a diferença entre empresa inativa/sem movimento, é preciso saber o que é cada uma delas. E é justamente isso que vamos te mostrar neste tópico.
E vamos começar pela empresa inativa que é quando não ocorre nenhum tipo de movimentação durante o ano-calendário. E essa movimentação pode ser: de atividades operacionais e não operacionais, financeiras, patrimoniais e investimentos no mercado financeiro ou de capitais.
Mas atenção: existem algumas exceções como os pagamentos de multas por conta do descumprimento das obrigações acessórias e quitações de tributos de anos-calendário anteriores.
Existem diferenças entre empresa inativa e sem movimento
Essas atividades estão excluídas, porque são exigidas para evitar problemas com o Fisco. Vale ressaltar que as obrigações estaduais e municipais permanecem e devem ser cumpridas.
Já uma empresa sem movimento é aquela sem movimentação operacional. Mas o que isso significa? Que ela não realiza venda de produtos e nem prestação de serviços. Sendo assim, não executa nenhuma atividade que gere receita.
Porém, é possível ter outros tipos de movimentação, como:
Não operacional: recebimento de bonificações e venda de ativos imobilizados;
Patrimonial: crescimento do capital social;
Financeira: rendimento de investimentos realizados no mercado de capitais.
Você deve ter percebido que esse tipo de empresa realiza transações de forma eventual. Um exemplo são os negócios que passaram por processos de incorporação, fusão e aquisição.
Nesse caso, elas pararam de faturar e não têm folha de pagamento. Mas, ainda assim, entregam suas obrigações.
Principais diferenças entre empresa inativa e sem movimento
Agora que você já sabe o que significa cada uma, precisa entender quais são as principais diferenças entre empresa inativa/sem movimento.
Uma função distinta é que a empresa inativa não realiza nenhuma atividade durante o ano calendário. Além disso, ela fica dispensada de apresentar qualquer obrigação mensal.
Entretanto, a inativa ainda precisa cumprir com ass seguintes obrigações:
Relações Anual de Informações Sociais (RAIS) negativa;
Débitos e Créditos Tributários Federais Previdenciários e de Outras Entidades e Fundos (DCTFWeb)
Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais (DCTF).
Diferentemente da empresa em movimento – esta ainda realiza algumas atividades durante o ano calendário.
Dessa forma, a sem movimento é obrigada a cumprir todas as obrigações necessárias como ocorre em qualquer outro tipo de empreendimento. Ou seja, ambas ainda que com pouca ou nenhuma movimentação não ficam isentas de obrigações.
Em suma:
Empresa inativa -> cumprirá apenas as obrigações anuais
Sem movimento -> cumprirá todas as obrigações normalmente.
Você já escutou falar no cartão de crédito Tricard? Ele é a opção de cartão do banco digital Tribanco. Uma das grandes vantagens é justamente a facilidade de aprovação desse cartão. Mas como solicitar o cartão de crédito Tricard? Venha descobrir!
Antes de falarmos sobre como solicitar, você precisa entender que para escolher um cartão é preciso conhecer muito bem as vantagens oferecidas e a instituição financeira que emite o cartão.
Como já falamos em vários artigos, é somente assim que você consegue descobrir se essa é a melhor opção ou não para você.
Para quem não sabe, a Tricard é uma empresa brasileira que faz parte do Sistema Integrado Martins. Ela é voltada para soluções financeiras, em contato direto com varejo, indústria e consumidor final.
Quem pode solicitar o cartão de crédito Tricard?
Se você tem interesse em solicitar o cartão de crédito Tricard, precisa saber para quem ele é, certo? Até porque existem cartões dos mais variados perfis de consumidor e é preciso encontrar o seu.
E assim como toda instituição financeira, o Tricard também coloca alguns pré-requisitos para aprovar o cartão, são eles:
Ter mais de 18 anos;
Não ter nome sujo no SPC e Serasa;
Ser aprovado na análise de crédito da financeira.
Depois disso, tendo o seu cartão aprovado é só esperar ele chegar para começar a usar.
Como solicitar o cartão de crédito Tricard?
Mas afinal, como você pode solicitar o cartão de crédito Tricard? Para descobrir confira o passo a passo abaixo que preparamos.
1º passo: acesse o site do Tricard e procure uma loja oficial na sua região para poder solicitar o cartão. Diferentemente de muitos cartões, esse deve ser feito em um estabelecimento;
2º passo: ao chegar no estabelecimento, você receberá um contrato para ler e ser preenchido com as informações solicitadas. Leia com atenção e assine;
3º passo: com a solicitação feita, será necessário aguardar a análise de crédito pessoal por parte da empresa. Caso seu pedido seja aprovado, você receberá seu cartão na hora, dependendo da disponibilidade, ou diretamente em sua residência sem custos adicionais.
O cartão Tricard não pode ser solicitado pela internet
Como você já percebeu, não há como realizar o processo de solicitação do cartão totalmente pelo site, você precisa ir até uma loja ou fazer o pedido pelo aplicativo do Tricard.
Quais são as principais taxas do cartão Tricard?
Assim como todo cartão de crédito, no Tricard não seria diferente. São cobradas algumas taxas e você conhece elas a seguir:
Juros do rotativo de até 19,23% a.m
Parcelamento da fatura de até 4,17% a.m
Além disso, uma outra cobrança que os clientes do Tricard têm é a cobrança da anuidade. Ela é feita em 4 parcelas de R$27,30.
Por que escolher o cartão Tricard? Quais os benefícios?
Escolher um cartão de crédito não é uma tarefa fácil, haja vista tantas opções vantajosas existentes no mercado. Mas, será que o cartão Tricard possui vantagens que o fazem escolher ele ao invés de outros da concorrência?
Um benefício para quem escolher este cartão é a possibilidade de pagamento em até 40 dias.
Além disso, o cliente do cartão Tricard poderá participar do programa de pontos Mastercard Supreenda. Também é possível conseguir um limite de crédito progressivo, que ajuda em emergências, e solicitar cartão adicional.
Mas, como em todos os casos, também existem os pontos negativos. O fato de cobrar anuidade já o coloca atrás de muitos que são isentos, além de não haver cobertura internacional.
Outro ponto desfavorável é o fato de só poder ser solicitado presencialmente. Em um mundo onde tudo atualmente é feito de forma digital, o cliente pode acabar optando pelo modo mais prático, caso haja urgência.
Gostou de saber mais sobre o cartão Tricard? Então comente se você vai solicitar, se já possui ou se conhece alguém que já possui. Qual é a sua avaliação?