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Saiba como identificar se o cartão de crédito tem milhas

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Pessoas fazendo compras com cartão de crédito

Se você é um entusiasta de viagens, provavelmente já se perguntou como é possível saber se o cartão de crédito tem milhas para trocar por descontos em passagens. Essa é uma dúvida comum entre os brasileiros, já que há diferentes regras envolvendo o acúmulo de pontos para troca em passagens aéreas e até outros benefícios.

Pensando nisso, preparamos um guia com as principais informações sobre. Acompanhe o texto a seguir e saiba o que são milhas aéreas, quais cartões melhor beneficiam o usuário em viagens e como utilizar os pontos corretamente. 

O que são milhas aéreas e como funcionam?

Cartões de crédito são frequentemente associados a programas de recompensas, em especial quando o assunto é viagens com descontos. As milhas aéreas são programas de fidelidades atrelados a companhias aéreas específicas, e podem ser acumulados conforme o uso do cartão de crédito escolhido pelo usuário.

Esses pontos são acumulados na medida em que o cartão é utilizado até determinado valor, e podem ser trocados por passagens aéreas ou mesmo descontos em compras de seguros, despacho extra de bagagem, área VIP etc. Ou seja, quanto mais você usa o cartão de crédito, mais chances de acumular pontos – que, por sua vez, podem ser transformados em milhas.

Uma regra que é preciso se atentar antes de escolher um cartão de crédito associado a milhas é o fato de que muitos desses programas estabelecem um prazo de validade para o uso dos pontos. Por isso, pode ser mais vantajoso para quem viaja com frequência.

Como saber se tenho milhas no meu CPF?

A melhor forma de verificar se existem pontos para serem utilizados em seu cartão é verificar diretamente com a companhia aérea. Fez uma viagem recentemente? Então, você pode acessar o site da empresa para verificar se houve acúmulo de pontos em seu CPF. Lembre-se, entretanto, que a prática é válida apenas para compras de passagens com cartão de crédito.

Boa parte dos programas de milhas exige um cadastro prévio na modalidade, como é o caso do Gol Smiles ou do Latam Pass. Verifique as regras de cada companhia, porque há regras distintas entre cada programa.

Ao acessar o site do programa de milhas e fazer o login, você pode consultar quantos pontos tem acumulado para utilizar como desconto ou compra integral de passagens. Lembre-se ainda de verificar se o seu cartão de crédito atrelado está apto a acumular pontos que podem ser trocados posteriormente.

Três cartões de crédito sobrepostos estão sobre uma superfície de madeira
Categorias Platinum e Black são as que mais recompensam cliente no acúmulo de milhas. (Fonte: Divulgação)

Como acumular milhas no cartão de crédito?

Agora que você já sabe como saber se o cartão de crédito tem milhas, é importante conhecer os melhores caminhos para acumular pontos. Como dito anteriormente, existem cartões de crédito específicos para esse fim, e geralmente são categorias Platinum e Black. Afinal, o acúmulo de milhas acontece por conta dos gastos do cartão.

Os cartões não acumulam milhas diretamente, mas sim pontos que podem ser trocados por elas. Além de milhas, eles podem ser utilizados para gerar descontos em compras online não necessariamente atreladas a passagens. A regra para acúmulo é bem simples: você precisa utilizar um determinado valor mensal no cartão.

Além disso, é preciso estar cadastrado em um programa de milhas que esteja atrelado à bandeira do cartão. Ao atingir a pontuação mínima necessária, você já pode utilizar os pontos para trocar em descontos, passagens e outros benefícios. 

Quais são os melhores cartões de crédito com milhas?

Os cartões que melhor beneficiam os clientes para o uso de milhas são aqueles atrelados a categorias Premium, como Visa Infinite, Mastercard Black e Elo Nanquim. Todas as companhias aéreas brasileiras têm programas de milhas que podem ser integrados a essas bandeiras.

A aprovação para ter um desses cartões, entretanto, não é fácil. Além de score positivo, você deve ter um histórico de compras alto que seja atrelado aos gastos do cartão. A estratégia, nesse caso, é gastar o máximo que puder na função crédito. Os melhores cartões de crédito para acúmulo de milhas são:

  • Cartão Azul Itaucard Visa Infinite;
  • The Platinum Card American Express;
  • Cartão GOL Smiles Gold;
  • Cartão Bradesco Elo Nanquim Diners Club
  • Cartão LATAM Pass Itaú Mastercard Black.

Gostou do conteúdo? Aproveite para conferir outras dicas envolvendo cartão de crédito no blog da FinanceOne e fique por dentro das melhores promoções e vantagens.

INSS: saiba 5 situações em que os benefícios não podem ser cortados

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Aplicativo do INSS na tela inicial em um celular

O temido pente fino do INSS é um procedimento adotado para evitar fraudes na Previdência Social. Porém, muitos segurados – mesmo estando com os direitos e obrigações em dia – têm medo de ter seus benefícios cortados neste processo.

Sim, realmente existem casos em que o benefício PODE ser cortado, seja por descumprimento de alguma obrigação ou pela identificação de fraude. Mas é possível também que o corte seja indevido. 

Isso porque existem situações em que o benefício do INSS NÃO pode ser cortado, independentemente da realização de perícia ou qualquer procedimento. Quer saber quais? Então continue lendo!

5 situações em que o benefício do INSS não pode ser cortado

Na operação Pente Fino, o INSS realiza uma triagem nos benefícios concedidos, com o objetivo de detectar possíveis fraudes ou inconsistências na concessão destes auxílios. Por isso, após a operação, muitos segurados podem ter seus benefícios cortados. 

Se isso acontecer, provavelmente existe alguma pendência na Previdência Social ou falta o cumprimento de alguma obrigação. Em casos mais sérios, o corte foi realizado por conta da identificação de fraude. 

Porém, é possível também que um corte seja realizado de forma indevida. Ou seja, o INSS pode cometer um erro e suspender a concessão, mesmo que o segurado esteja em dia e tenha direito a receber aquele dinheiro. 

Neste caso, é possível recorrer. Mas antes, é preciso checar se o corte realmente foi indevido. 

Para isso, além de saber se tem direito ao valor, é importante saber as situações em que um benefício do INSS não pode ser cortado de forma alguma – exceto em caso de fraude, logicamente. Veja a seguir!

1 Pensão por morte após novo casamento

Sim, existiu uma lei que previa o fim da pensão por morte para a viúva que se casasse novamente. Mas essa lei já foi revogada. Hoje em dia, o viúvo ou a viúva pode continuar recebendo a pensão, mesmo após um novo casamento.

Se o segurado faz parte do grupo de pessoas que recebe a pensão por morte de forma vitalícia, será para sempre. Mas se houver um prazo determinado, ele deve ser respeitado pelo pente fino.

Vale destacar que se o pensionista viúvo casar novamente e o novo cônjuge também vier a falecer, não será possível acumular duas pensões por morte. A menos que sejam concedidas por regimes diferentes.

Ou seja, se o primeiro cônjuge era funcionário celetista (de modo que a pensão é concedida pelo RGPS) e o segundo, funcionário público (neste caso, a pensão é dada pelo RPPS).

Outro ponto de atenção é que o impedimento do corte se aplica somente ao cônjuge. A pensão por morte de filhos termina quando o dependente completa 21 anos. 

2 Aposentadoria por idade e volta ao mercado de trabalho

Quem recebe aposentadoria por idade pode voltar a trabalhar, sem ter o seu benefício do INSS cortado. Inclusive, muitos trabalhadores fazem isso como forma de complementar a renda. 

Logicamente, isso não se aplica a outros casos, como aposentadoria por invalidez – mas falaremos mais sobre ela mais a frente. 

O aposentado por idade que volta à ativa como empregado CLT, Microempreendedor Individual (MEI), trabalhador doméstico, etc é obrigado a contribuir com a Previdência Social. 

Porém, essas novas contribuições não vão alterar o valor da sua aposentadoria.

senhor de idade mexendo no notebool
Segurados devem ficar atentos a situações em que o benefício do INSS não pode ser cortado

3 Benefícios concedidos há mais de uma década

Aposentadorias e pensões que já são concedidas há 10 anos entram no rol de benefícios do INSS que não podem ser cortados. Esse é o chamado prazo decadencial, quando o INSS só pode rever o benefício caso seja comprovado que o segurado fraudou o sistema. 

Ou seja, se seu benefício é concedido há 10 anos ou mais, você pode perdê-lo somente se for comprovado que houve fraude. Do contrário, o Instituto não pode mais exigir que você comprove seu direito novamente, em caso de pente fino.

4 Inválidos com mais de 60 anos

A aposentadoria por invalidez também é um benefício do INSS que não pode ser cortado quando se encaixar nestes casos:

  • inválidos com mais de 60 anos de idade;
  • inválidos com mais de 55 anos e que recebam o benefício há, no mínimo, 15 anos;
  • portadores de Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (HIV/Aids);
  • quem recebe benefícios há mais de 10 anos (conforme a regra acima).

Em todos esses casos, logicamente, o segurado não pode ter voltado ao mercado de trabalho, já que a invalidez é caracterizada pela impossibilidade de trabalhar.

5 Benefícios do INSS que não podem ser cortados

Além das situações específicas listadas acima, existem benefícios do INSS que não podem ser cortados sob nenhuma circunstância, exceto se for comprovada fraude. Isso porque são auxílios que, uma vez concedidos, não exigem nenhum tipo de revisão

São as aposentadorias:

O que fazer se o benefício do INSS foi cortado de forma indevida

Seja pela operação pente fino ou qualquer outra situação, se o benefício do INSS foi cortado e o segurado não concorda, ele pode entrar com um recurso administrativo. Isso pode ser feito pelo Meu INSS.

Em casos mais graves, como suspeita de fraude ou quando o segurado não consegue comprovar que o corte foi indevido, é recomendado procurar um advogado para realizar uma defesa. 

O conteúdo ajudou? Então compartilhe com outros amigos e leia também: Quando o benefício do INSS pode ser cortado? Confira as situações!

Máquina de cartão de crédito para MEI: confira as 5 melhores opções

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mei usando cartão de crédito

Quem se torna um microempreendedor não pode deixar de se perguntar: qual a melhor máquina de cartão de crédito para MEI? Afinal, essas maquininhas facilitam muito na hora das vendas.

E, claro, porque você não vai querer correr o risco de perder uma venda ou a prestação de um serviço. Seja no débito ou no crédito, praticamente todo o dinheiro agora é usado somente nos cartões.

Para se ter ideia, no Brasil, há mais de 123 milhões de cartões de crédito e 132 milhões de cartões de débito ativos, de acordo com o Banco Central.

Portanto, seja para profissionais autônomos que trabalham em comércio ou prestam serviços, ter uma máquina de cartão é muito importante.

+ Saiba quem pode ter máquina de cartão de crédito

Como escolher a melhor máquina de cartão de crédito para MEI

Escolher a melhor máquina de cartão de crédito para MEI é uma tarefa um pouco complicada. Isso porque, atualmente, existem muitos modelos no mercado, o que faz com você tenha que pesquisar bastante.

Aliado a isso, todas as marcas fazem promoções e, algumas vezes, não deixam claro como irá funcionar após o período promocional. Portanto, na hora de decidir qual será a máquina de cartão de crédito para MEI ideal para você, compare as quatro taxas abaixo:

  • Crédito;
  • Débito;
  • Crédito parcelado;
  • De quando você escolhe receber adiantado, que é chamado de antecipação.

Feito isso, faça também uma reflexão sobre o seu dia a dia de trabalho. Desta forma, você saberá se vale a pena investir um pouco mais no modelo mais adequado.

Por exemplo, leve em consideração as bandeiras disponíveis para a transação. Outros pontos importantes são: quando você receberá seu dinheiro e se existe isenção de aluguel

Melhores opções de máquina de cartão de crédito para MEI

Para te ajudar a escolher a melhor máquina de cartão de crédito para MEI, listamos as principais características, funções e as taxas aplicadas atualmente de algumas das principais opções do mercado. Confira e escolha a que realmente se adequa às necessidades do seu negócio.

1 – Minizinha do PagSeguro

O PagSeguro tem três opções de máquinas. A que sai mais em conta é a Minizinha e custa R$118,80 (12 vezes de R$9,90).

As taxas cobradas são 2,39% para vendas no débito e 3,19% no crédito Apesar do preço baixo, ela aceita diversas bandeiras, inclusive cartão-refeição da Ticket, VR Benefícios, Alelo e Elo.

Entretanto, vale destacar que a Minizinha é ideal para quem quer uma máquina acessível para começar a vender e tem um volume baixo de vendas. Afinal, as outras máquinas da PagSeguro são mais caras, porém oferecem mais funções.

Conheça melhor as máquinas de cartão PagSeguro

2 – SumUp TOP

A SumUp TOP é mais uma boa opção de máquina de cartão de crédito para MEI, principalmente para quem não deseja pagar aluguel. Ela possui 10 anos de garantia e aceita débito e crédito das seguintes bandeiras: Elo, HiperCard, Visa, Visa Electron, Mastercard e Maestro.

As taxas sobre vendas realizadas no crédito à vista ou parcelado seguem dois tipos de planos, de acordo com o prazo de recebimento dos saldos: 2 dias úteis no Plano Acelerado ou a cada 30 dias no Plano Econômico.

Um destaque da SumUp TOP é que seu dinheiro cai automaticamente na conta corrente ou poupança, ou no cartão pré-pago, que pode ser adquirido junto com a máquina.

As taxas cobradas pela TOP são de 2,3% no débito, e de 3,1% ou de 4,6% no crédito à vista de acordo com o prazo de liberação de saldos.Já para as vendas parceladas são de 3,90% para pagamentos em 2 a 12 vezes no Plano Econômico. Ou apenas 1,5% por parcela no Plano Acelerado.

Contudo, vale ressaltar que SumUp TOP é vendida por R$118,80 ou 12 vezes de R$9,90.

3 – SuperGet

O profissional autônomo pode contar com a SuperGet, do Banco Santander, para receber pagamentos em débito e crédito. Ela custa apenas 12X R$7,90 e tem um prazo de recebimento muito interessante: em dois dias com 2% de taxa.

Uma das grandes vantagens desse equipamento é que ele funciona sem a necessidade de um celular. Caso o microempreendedor queira fornecer comprovantes impressos aos clientes, ele pode optar pelo modelo SuperGet Bobina.

A SuperGet também aceita pagamentos com cartões das principais bandeiras e não depende de celular para funcionar.

O preço é de 12 vezes de R$34,90. À vista no boleto o equipamento sai mais barato: apenas R$418,80.

cartão sendo aproximado de uma máquina de cartão
O mercado oferece diversas opções de máquinas de cartão de crédito, mas escolher a que melhor se encaixa no seu orçamento e no seu tipo de demanda é essencial para o sucesso do seu negócio

4 – Zettle

A Zettle permite vendas com a tecnologia de aproximação. Ele aceita as principais bandeiras de cartões de crédito, débito, além de pagamentos com Google, Samsung e Apple Pay.

E o melhor: não há cobranças de mensalidade. Para usar os serviços, há necessidade de conexão a uma rede de internet.

A taxa de transmissão é de 1,97% no débito. No crédito à vista, o valor é de 4,87%, com 1,99% por parcela adicionada. Outro ponto a se considerar é a compatibilidade, que pode ser um limitador caso a pessoa não tenha um aparelho com as exigências da empresa.

5 – C6 Bank

A maquininha C6 Bank funciona com as funções débito e crédito à vista ou parcelado, mas ainda não aceita a opção de vale-alimentação e refeição.

Todos os seus modelos podem ser utilizados por 3G, com pacote de dados gratuito, ou Wi-Fi. Além disso, seu sistema é autônomo.

A máquina não depende do uso de um celular para realizar as operações, nem mesmo nos modelos portáteis, mais apropriados para fazer entregas e atendimento externo.

Já os pagamentos podem ser feitos tanto por meio físico quanto por aproximação, QR Code ou Pix, gerando mais praticidade para o cliente e o estabelecimento. De acordo com o modelo adquirido, o comprovante pode ser impresso ou enviado por SMS.

Quer saber mais? Confira mais de 20 dicas para usar o Cartão de Crédito.

Proventos: saiba o que são e quais os tipos

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investidor analisando ações

Quem investe em ações já conhece os proventos, mas quem está entrando nesse universo agora pode ficar um pouco confuso sobre o termo. Porém, escutar sobre proventos e não saber o que eles são pode ser algo que acabe dificultando os seus investimentos no futuro.

Até porque conhecer muito bem as aplicações é fundamental para ter um bom retorno. E quem não gosta de ver o dinheiro trabalhando para si mesmo? 

Além disso, saber o que são proventos é fundamental para que você possa escolher qual é o melhor tipo de ação para investir. Isso porque, eles são uma forma de lucro deste tipo de aplicação.

Quer entender melhor sobre o que são os proventos, os tipos e como eles funcionam? Descubra lendo este artigo!

Proventos: o que são?

Para quem não conhece os proventos, eles são benefícios que as empresas distribuem para os acionistas. Ele nada mais é do que uma forma de recompensar quem investiu dinheiro na instituição. 

Existem diversas formas de recompensar os acionistas, mas a principal é o dividendo e vamos falar disso mais para frente. 

+ Como saber se tenho ações antigas? Entenda como recuperar

Porém, isso pode ser uma surpresa para muitos investidores, já que a valorização dos papéis adquiridos é a mais conhecida no mercado. E é por esse motivo que montar uma carteira de investimentos diversificada é fundamental.

E podemos te falar que é possível sim lucrar por meio dessas valorizações e dos proventos, que são os benefícios.

É importante lembrar, ainda, que ao escolher investir em ações, você tem duas opções: as preferenciais e as ordinárias

Mas por que você precisa saber disso? Porque mesmo que os acionistas tenham a mesma quantidade de ações, mas de tipos diferentes podem não receber o mesmo valor de benefícios.

Como funciona o pagamento dos proventos?

O que todo mundo quer saber dos proventos é o pagamento. A primeira coisa é que todos os acionistas saem ganhando com esse benefício e até mesmo as empresas conseguem vantagens. 

Como isso é possível? Simples, as instituições que são boas pagadoras acabam atraindo mais investidores que aplicam dinheiro. 

homem segura celular com gráfico que mostra oscilação da Bolsa de Valores
Existem diversos tipos de pagamentos de proventos

Porém, como já falamos acima, nem todos os acionistas recebem o mesmo valor dos proventos e nem no mesmo dia. Por exemplo, quem tem as ações preferenciais, têm preferência em receber o valor da empresa. 

Quais são os tipos de proventos?

Agora que você já descobriu o que é, como funciona e mais detalhes sobre o pagamento de proventos, chegou a hora de conhecer alguns exemplos. 

1) Dividendos

Como dito acima, o dividendo costuma ser um dos principais proventos do mercado. Eles são a parte do lucro das empresas que é paga aos acionistas.

Vale destacar que em períodos onde a empresa encontra problemas financeiros, é possível que o pagamento de dividendos seja suspenso.

2) Juros sobre Capital Próprio (JCP)

O pagamento do JCP é realizado direto na sua conta da corretora. 

Diferentemente dos dividendos, eles não saem do lucro líquido da empresa. O pagamento é retirado do patrimônio.

3) Rendimentos

O rendimento também é um tipo de provento. Ele é pago por um fundo imobiliário e distribui, aos cotistas, 95% do total do aluguel que é recebido semestralmente.

4) Bonificação

Outro tipo de provento são as bonificações. Ela acontece de forma similar aos exemplos anteriores.

Neste caso, a empresa visando aumentar o seu capital pode escolher não distribuir dinheiro aos acionistas e pagar uma recompensa em bonificação. Dessa forma, ela pode investir em outros pontos com essa quantia.

Essas bonificações podem ser novas ações proporcionais à quantidade original, sem custo. 

Existem ainda outros tipos de proventos no mercado. E, lembre-se, para saber se uma empresa paga proventos corretamente basta ir até a parte de “Relações com investidores” no site da companhia para realizar a consulta.

Gostou do conteúdo? Confira mais informações no site do FinanceOne! Por exemplo, veja um guia completo sobre dividendos para ficar por dentro de tudo desse tipo de provento!

Caixa: saiba como fazer reclamações na ouvidoria

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imagem da frente de uma agência da Caixa com pessoas andando

Caixa Econômica Federal é uma das instituições financeiras mais antigas que atua no Brasil e vinculada ao Governo Federal. Por isso, é comum a a oferta de diversos produtos e serviços financeiros concedidos pela instituição financeira.

Como exemplo, há o auxílio emergencial, Fundo de Garantia e tantos outros benefícios sociais e previdenciários que só dá para ter acesso com uma conta e/ou cartões da Caixa.

Por isso, em alguns casos, muitos clientes precisam entrar em contato com a instituição para fazer uma reclamação. Se você é cliente da Caixa e está tendo problemas com ela, continue a leitura deste texto para saber como fazer reclamação na Caixa Econômica. Boa leitura!

Como fazer reclamação na Ouvidoria da Caixa Econômica?

Se você tem um problema para resolver com a Caixa Econômica, o primeiro passo é entrar em contato com o SAC da Instituição Financeira. No entanto, caso o problema não seja solucionado nessa etapa, é possível fazer uma reclamação na Ouvidoria.

Ou seja, a Ouvidoria é o canal para as reclamações que não foram resolvidas pelos outros setores da Caixa Econômica. A Central de Atendimento da Ouvidoria, segundo o site da Caixa, funciona de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h, no telefone 0800 725 7474.

Vale lembrar que é muito importante que você anote o protocolo de atendimento que o atende passar, pois é esse número que comprova que você entrou em contato com a instituição financeira.

+ Não consegue acessar o Caixa Tem? Saiba como resolver

+ Entenda como cadastrar cartão de crédito da Caixa pelo app

Como reclamar na Ouvidoria da Caixa

Para conseguir atendimento na Ouvidoria da Caixa é necessário já ter passado pelos outros setores da Caixa Econômica, como o SAC ou Central de Atendimento, por exemplo. Isso será necessário porque um protocolo de atendimento será solicitado ao ligar para a Ouvidoria da Caixa.

Caso você ainda não tenha entrado em contato com os outros canais de atendimento para solucionar o problema, recomendamos que você faça isso antes de ligar para a Ouvidoria.

Mas se você já tiver falado com outros setores, e mesmo assim o seu problema não foi solucionado, então é aí que você deve entrar em contato com a Ouvidoria da Caixa Econômica.

Para entrar em contato com a Ouvidoria da Caixa tenha em mãos as seguintes informações:

  • Número de protocolo de atendimento (seja do SAC, seja da Central de Atendimento);
  • Dados do cartão, como agência e conta (caso haja);
  • CPF ou CNPJ do reclamante e titular da conta;
  • Endereço completo de correspondência, incluindo o CEP;
  • Motivo da reclamação.

A dica é: seja objetivo na hora de falar com a Ouvidoria. Se você quer reclamar sobre a conta corrente, por exemplo, tenha em mãos o cartão da conta na hora de falar, assim como fale de forma direta sobre a reclamação.

pessoa segurando uma cartão da caixa econômica
Saiba como abrir uma reclamação na Ouvidoria da Caixa Econômica Federal

Além disso, lembre-se também de dizer ao atendente como você gostaria que o assunto fosse solucionado.

A Ouvidoria da Caixa tem o prazo de até 10 dias úteis, contados a partir da abertura da reclamação. No entanto, dependendo do nível do problema, pode ser que a Caixa responda em um prazo menor.

E se a Ouvidoria da Caixa não resolver o problema?

De acordo com o Código de Defesa do Consumidor, todas as instituições financeiras – e por isso a Caixa também – precisam ter procedimentos internos para lidar com reclamações dos clientes.

Além disso, os procedimentos devem ser claros e bem definidos. Ou seja, você deve ser informado sobre o andamento da sua reclamação e qual é o prazo para o problema ser resolvido. É dever do banco informar quando o cliente terá a resposta final da reclamação aberta.

Caso você abra uma reclamação na Caixa – ou em qualquer banco – e você não seja atendido de forma satisfatória, você pode entrar com uma reclamação online em alguns sites que compilam reclamações de clientes, como é o caso do ReclameAqui.

Além disso, você também pode entrar com uma ação diretamente no Procon da sua cidade para protocolar a informação e informar que sua solicitação não foi atendida.

Gostou desta dica de como abrir uma reclamação na Ouvidoria da Caixa? Acha que ela pode ser útil para outras pessoas? Então compartilhe em suas redes!

INSS: saiba como conseguir o benefício por depressão

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boneco de lego com um semblante triste sentado em uma cadeira em frente a um computador

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), em pouco tempo a depressão será a doença mais incapacitante do mundo. Sendo assim, aquele que sofre com essa enfermidade, precisa entender quais são seus direitos. Confira, nesse artigo, como conseguir o benefício do INSS por depressão.

O mundo já vinha em uma curva crescente de diagnósticos de depressão. Porém, a pandemia de Covid-19 aumentou ainda mais a incidência da doença.

A OMS compartilhou recentemente um dado em que constata o aumento de 25% dos casos, além do constante aparecimento de transtornos de ansiedade e estresse.

Apesar do esforço que muitas organizações fazem para que o transtorno deixe de ser um tabu, muitas pessoas não sabem no que, de fato, a depressão consiste.

Antes de entendermos como conseguir o benefício do INSS, veremos como a doença surge e qual é o seu potencial de incapacitação.

+ Saúde financeira: entenda a relação com a saúde mental

O que é depressão?

A Depressão (CID 10 – F33) atinge cerca de 350 milhões de pessoas ao redor do mundo. É uma doença psiquiátrica crônica e recorrente, em que seu principal sintoma é a acentuação de um humor baseado em uma tristeza profunda e aparentemente sem causa específica.

Além disso, a pessoa que sofre com depressão também costuma sentir uma enorme angústia associada a apatia, baixa estima e sentimento de culpa.

É comum também que desencadeie transtornos de apetite e de sono, em que as necessidades fiquem mais ou menos acentuadas (por exemplo: comer demais ou de menos, dormir demais ou de menos).

doutor receitando algo para um paciente
A depressão é uma doença bastante séria e deve ser tratada como tal

O transtorno depressivo deve ser identificado por um médico – que geralmente é o psiquiatra. Sendo assim, o paciente que sofre da doença realiza um tratamento que inclui psicoterapia e, dependendo do caso, uso de remédios que ajudam a amenizar os sintomas.

Por se tratar de uma questão de âmbito mental, muitas pessoas acreditam que basta um comando do cérebro para que esses sintomas passem.

É comum relatos de pessoas que sofrem com a doença e que recebem conselhos do tipo “seja mais grato pela vida” ou “tenha mais força de vontade”.

Porém, é preciso salientar que a depressão é, de fato, uma doença. Isso quer dizer que a chance de melhora vai além das vontades do paciente, de modo que precise de uma série de intervenções terapêuticas para que os sintomas sejam aliviados e controlados.

+ Entenda o que é a Síndrome de Burnout e o que fazer para prevenir

É possível conseguir o benefício do INSS por depressão?

Se você recebeu um diagnóstico da doença, saiba que sim, é possível conseguir o benefício do INSS por depressão.

Existem dois tipos diferentes de intervenções para essa causa: o auxílio-doença e a aposentadoria por invalidez.

O auxílio doença possui um caráter mais temporário, em que o trabalhador sofre por algo temporário e que precisará de apenas um tempo afastado para se cuidar.

A aposentadoria por invalidez, por outro lado, é um recurso emitido pelo INSS quando a incapacidade de trabalhar é permanente e irreversível – o que pode acontecer com a incidência de transtornos psiquiátricos.

Para conseguir o auxílio, é necessário estar em dia com a Previdência Social e atender aos requisitos da qualidade de segurado, que são:

  • até 12 meses após parar de contribuir;
  • até 2 anos sem contribuir (desde que tenha pelo menos 120 contribuições para o INSS);
  • estar até 3 anos sem contribuir (desde que tenha pelo menos 120 contribuições para o INSS, tenha sido demitido e prove que não conseguiu outro emprego);
  • até 3 meses sem contribuir depois de entrar nas Forças Armadas;
  • até 6 meses sem contribuir caso seja for segurado facultativo;
  • há 1 ano sem contribuir após ter sido solto(a) – para o caso de pessoas que foram presas.

Ainda assim, o paciente precisa passar pela perícia médica, que identificará a real necessidade e tempo de auxílio. É possível, também, reverter o auxílio para a aposentadoria por invalidez, caso tenha a necessidade.

Nesse caso, novamente será necessária uma perícia para que o INSS conceda o benefício.

Gostou de saber um pouco mais sobre o assunto? Então compartilhe com amigos e familiares que possuem interesse por esse tipo de informação!

Descubra como saber se um NFT vai valorizar

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ilustração escrito NFT

Como saber se um NFT vai valorizar? O grande boom dos tokens não fungíveis nos últimos meses fez muita gente cair em ciladas e apostar em ativos pouco promissores, então é fundamental se informar para não ser uma vítima. 

E não pense que apenas os menos experientes podem errar na hora de comprar um token. Recentemente, por exemplo, um colecionador viu seu NFT do primeiro tweet despencar 99% em um leilão online. 

Mas por que será que isso aconteceu? O que fazer para não passar pela mesma situação? FinenceOne te conta!

Onde está o valor de um NFT?

Se você está aqui, é porque já sabe o que é um NFT, certo? Se ainda não sabe, de forma resumida é um ativo digital, muitas vezes colecionável, cujo valor está atrelado à sua raridade, valor artístico, cultural etc. 

Em outras palavras, podemos dizer que são tokens que representam coisas do mundo real (arte, música, itens de games etc) e são negociados online. Mas a maioria desses tokens é representada por uma obra artística. 

+ NFT: o que é e como funciona?
+ Fatos sobre os NFTs que não te contaram e você precisa saber

Tendo isso em mente, não é difícil entender como um NFT se valoriza. Porque, na verdade, a lógica é bem semelhante a de uma Mona Lisa, por exemplo, e outras obras de arte.

Ou seja, o valor do token não fungível está diretamente ligado à relação: escassez versus demanda. Quanto mais raro é, mais valioso é o NFT.

E o que determina a raridade de um token desse tipo, se ele pode ser reproduzido (copiado) por qualquer pessoa? 

Acontece que, assim como uma cópia da Mona Lisa não tem o mesmo valor que a original, um print de um NFT também não terá o mesmo preço que o verdadeiro. 

A diferença é que no mundo físico, a Mona Lisa se diferencia pelas pinceladas únicas de Leonardo da Vinci. Um especialista saberá identificar se a obra é verdadeira ou não. Uma cópia nunca será 100% igual. 

Já o NFT, se diferenciará pelo seu registro no blockchain. Podemos até tirar prints e mais prints da NFT do macaco do Neymar, por exemplo, mas apenas o jogador tem o código emitido pela pessoa que “mintou” (cunhou) aquele token. 

Assim como a Mona Lisa, o NFT do macaco não necessariamente representa uma vantagem latente ou um recurso fundamental. Assim como várias outras coisas do mercado, seu valor está atrelado a sua raridade e não à sua funcionalidade. 

Ilustração mostra um homem admirando uma imagem digital de NFT emoldurada na parede
Diversos fatores podem influenciar na valorização de um NFT

Como saber se um NFT vai valorizar?

Essa é a pergunta fundamental para quem deseja investir em um NFT. Assim como uma obra de arte, um token não fungível pode ser adquirido com diferentes objetivos: para colecionar, por status, para investir. 

Mas neste último caso, para realmente ser um investimento, é necessário que esse token se valorize em algum momento. Ou seja, que ele se torne ainda mais raro ou culturalmente relevante, para que seja vendido a um preço superior ao da compra. 

Alguns pontos a se considerar para tentar deduzir se um NFT vai valorizar são:

  • Nível de apreciação do público, de modo que a demanda por ele possa crescer
  • O artista por trás do token também pode ser um fator para a valorização, assim como acontece com obras de arte
  • Qual é a visão do mercado, de outros colecionadores e investidores sobre o token
  • Quem são as pessoas que também estão apostando nesse NFT
  • Se o NFT tem vantagens que extrapolam a negociação digital, como acesso a eventos exclusivos ou mesmo se ele doa parte dos lucros, por exemplo
  • Fluxo de caixa relacionado ao ativo 
  • Valor estético ou cultural da representação do token
  • Data de lançamento do token (alguns dos NFT lançados em 2020, antes do grande hype, podem ter um status de “relíquia” que os torna ainda mais interessantes)

Porém, nenhum desses fatores deve ser avaliado isoladamente. Tampouco o investidor pode desconsiderar o cenário, o contexto da compra. 

Em 2021, por exemplo, muitos tokens pareciam apostas muito promissoras, porque seus valores subiram exponencialmente. Porém, era necessário considerar que os NFTs estavam no seu auge. 

Portanto, muitos daqueles tokens valorizaram não pelo valor próprio deles, mas apenas pelo “hype” do momento. Para ficar ainda mais claro, confira dois exemplos a seguir.

Exemplos

Para exemplificar como um NFT valoriza, podemos citar a famosa coleção Bored Ape Yacht Club, da qual pertence um NFT do jogador Neymar e de várias outras celebridades. 

Só o fato de serem adquiridos por nomes importantes, eleva o status desses tokens e, consequentemente, o fator desejo. Além disso, os donos dos ativos têm acesso exclusivo a eventos físicos e digitais. 

Hoje, a coleção dos macacos randomizados é a mais cara da história, com o NFT mais barato custando R$1,7 milhão. 

Agora um exemplo negativo: foi o caso do NFT do primeiro tweet, comprado em março de 2021 por U$2,9 milhões.

O “print” da primeira publicação de Jack Dorsey, criador da rede social, teve uma tentativa de leilão recentemente. Porém a oferta foi de apenas US$280, aproximadamente. Ou seja, uma queda de mais de 99% do valor.

Em entrevista à Forbes, o colecionador Mitch Lacsamana explicou que esse token não-fungível não possuía uma “real proposta de valor”.

“Qual é a utilidade desse NFT? Jack Dorsey leva você para jantar no Vale do Silício? Qual é a real proposta de valor aqui? Acho que o tempo provavelmente já respondeu essa pergunta: nenhuma.”

Pesquise muito antes de investir em um NFT! Na dúvida, consulte um especialista ou cogite contratar um serviço de alguém que entenda do assunto. 

O conteúdo ajudou? Então compartilhe com outros amigos e leia mais sobre os tokens não fungíveis: Veja 5 coleções de NFTs para ficar de olho em 2022!

Segunda via do cartão cidadão: veja como solicitar

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Mão segurando cartão cidadão

O Cartão Cidadão é atualmente um importante documento para a população. Isso porque, ele assegura que pessoas que não são clientes da Caixa Econômica Federal tenham um acesso mais fácil a benefícios sociais e trabalhistas.

Nesse sentido, a função é dar acesso a benefícios como o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), Auxílio Brasil, seguro desemprego, abono salarial e outros serviços sociais para pessoas que não possuem contas vinculadas à instituição.

Por isso, é de extrema importância que todo trabalhador tenha acesso a este cartão. Ele funciona como um cartão magnético comum e pode ser usado em todos os canais de pagamento autorizados pela Caixa espalhados pelo país.

Neste artigo você vai ler sobre:

-> Como solicitar o seu cartão cidadão

-> Quanto tempo demora para o cartão ficar pronto

-> Quem pode solicitar o cartão

-> Como pedir a segunda via da senha do cartão cidadão

Onde solicitar o Cartão Cidadão?

Como é um documento fornecido pela Caixa Econômica Federal, é exatamente essa instituição que você deve procurar. Para isso, a CEF oferece alguns meios para que essa solicitação aconteça.

Numa agência da Caixa:

Em primeiro lugar, para você que prefere fazer a solicitação da segunda via presencialmente, basta comparecer a agência da Caixa mais próxima da sua residência.

pessoa solicitando segunda via do cartão cidadão
Benefícios como o FGTS podem ser facilitados a partir do uso do cartão cidadão. Veja abaixo como solicitar a segunda via!

Vale lembrar que para pedir outro cartão cidadão, você precisa apresentar:

  • um documento com foto (RG ou CNH);
  • Carteira de Trabalho (CTPS);
  • CPF.

Para solicitar por telefone:

Para você, que não possui uma Caixa próxima da residência, também é possível solicitar a segunda via do cartão cidadão por um telefone.

Basta ligar para o 0800 726 0207 e solicitar o cartão. Dessa maneira, o atendente vai pedir o número de alguns documentos como o PIS/PASEP e informações adicionais como o número de documentos pessoais.

Pela internet:

Atualmente, a Caixa Econômica Federal ainda não possui um meio que permita que uma pessoa solicite o cartão cidadão pelo celular ou computador. Afinal, essa possibilidade permite a aplicação de golpes.

No entanto, as instruções informadas para solicitação presencial ou por telefone, permite que tanto quem não possui o cartão cidadão possa dar entrada na sua primeira via, tanto para quem já possui e perdeu possa solicitar a sua segunda via.

Quanto tempo demora para o cartão cidadão ficar pronto?

Depois de realizada a solicitação de segunda via, é necessário aguardar um prazo de 15 dias úteis para que o seu fique pronto.

Ele pode tanto ser enviado para a sua residência, quanto para a agência da Caixa Econômica. Então, existem essas duas possibilidades de retirada e fica a critério de quem solicita entender qual a melhor forma de receber.

Quem pode solicitar o cartão cidadão?

De acordo com a Caixa, todo trabalhador possui direito ao cartão cidadão. Principalmente aqueles que possuem direito ao recebimento de um benefício, seja ele social ou trabalhista.

+ Veja se é possível sacar o FGTS sem o cartão cidadão

E, pela facilidade proporcionada a quem possui direito aos benefícios, é muito importante que você tenha acesso ao cartão. Mesmo que ele pareça dispensável, em situações importantes como o saque do seguro-desemprego, ele se torna essencial.

Para aqueles que já possuem uma conta da Caixa, automaticamente já ganha um. Ou seja, já facilita e muito em momentos de urgência, como o saque do FGTS e o abono salarial.

Por isso, não se esqueça: em caso de perda ou roubo, priorize também a segunda via do cartão cidadão!

+ Cartão cidadão: saiba como consultar o saldo

Descubra como solicitar a senha do seu cartão

Agora que você já sabe como solicitar a segunda via do seu cartão cidadão, está na hora de descobrir como pedir a senha do seu cartão. Isso porque é comum que o beneficiário perca ou acabe esquecendo quais são os números.

A boa notícia é que caso isso aconteça com você, o processo para solicitar a nova senha é bem fácil e simples. Sendo assim, confira o passo a passo abaixo!

1º passo: você deverá entrar em contato com o número 0800 726 0207;

2º passo: no menu disponível, aguarde a opção “Cartão e senha do Cartão cidadão”;

3º passo: agora você deverá escolher se quer receber as informações por meio do número do PIS ou CPF;

4º passo: escolha a opção “solicitar nova senha”;

5º passo: depois de duas horas vá até uma casa lotérica com seu cartão e um documento de identificação.

Pronto, a sua senha está alterada e você pode utilizar o seu cartão cidadão normalmente. 

Lembre-se também que é bastante importante que os seus dados estejam sempre atualizados no sistema, para que o seu cartão esteja sempre funcional.

Gostou do nosso conteúdo? Confira agora como proceder em caso de Cartão Cidadão cancelado!

*Com colaboração de Isabella Mercedes

Aluguel de fundos imobiliários (FIIs): veja como funciona

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Casa em miniatura com chave ao lado

Isentos de Imposto de Renda, os Fundos Imobiliários são considerados, para quem nunca investiu em Renda Variável, um primeiro passo para aplicar em ações. Principalmente porque o aporte inicial pode ser a partir de R$100.

Além disso, os FIIs contam com profissionais qualificados para auxiliar os investidores. Diariamente, eles estudam o mercado e buscam ativos que trarão resultados interessantes com alto grau de assertividade.

E, claro, a liquidez dos FIIs é uma das vantagens em relação ao investimento direto em imóveis. Afinal, grande parte desses fundos possui suas cotas listadas na B3, possibilitando que os investidores vendam seus títulos para terceiros.

E suas cotas também podem ser vendidas de forma fracionada.

Na maior parte dos casos, o investidor pode comprar ou vender quantas ele quiser, sem que haja uma quantidade fixa. Caso precise de algum dinheiro com urgência, pode vender algumas cotas na bolsa de valores com agilidade.

Por esses motivos, cada vez mais os consumidores tradicionais estão buscando novas alternativas para alocar seus investimentos nos FIIs. Mas você se como é feito o aluguel deste tipo de fundo?

Como funciona o aluguel de FIIs?

O aluguel é a operação onde as cotas de um fundo imobiliário – títulos que representam uma parcela do patrimônio total do fundo – são alugadas pelo investidor para um terceiro, por um tempo determinado.

O valor a ser pago como taxa, bem como o período de vigência da transação, são acordados entre as duas partes. Depois é formalizado por meio de um contrato que, muitas vezes, dura cerca de um mês.

Assim, aqueles interessados em vender um fundo imobiliário a descoberto conseguem fazer isso através do aluguel de FIIs, um resultado de curto prazo.

Já os donos das cotas que optam por cedê-las para locação querem diversificar sua carteira e veem nesta transação uma boa possibilidade.

As transações realizadas como aluguel de cotas são, sem exceção, intermediadas pela B3. Isso significa que esta relação é feita por dois investidores, a grosso modo.

Contudo, vale lembrar que é possível fazer short em FIIs (venda a descoberto) e Fundos de Investimento em Participações (FIPs). E o primeiro passo é justamente fazer o aluguel da cota.

Nesta relação há o doador e o tomador, sendo o primeiro aquele que cede as cotas para aluguel e o segundo aquele que as aluga.

Mão desenhando casa e cifrão em um quadro verde usando giz
Fundos imobiliários precisam apenas de um aporte inicial pode ser a partir de R$ 100

Tipos de Fundos Imobiliários

Para entender como alugar Fundos Imobiliários, é preciso saber que existem diversos tipos de fundos disponíveis no mercado.

Na B3, por exemplo, são listados cerca de 144 fundos que podem ser operados via homebroker. Conheça os principais:

1 – Fundos de Renda

Conhecido como Fundos de Tijolo, os Fundos de Renda são aqueles focados em comprar empreendimentos para depois lucrar com o fluxo de locações.

Os principais segmentos que os Fundos de Renda costumam investir são shoppings, galpões logísticos, lajes comerciais, imóveis residenciais, hotéis e agências bancárias.

Neste tipo de fundo, a vacância é um dos principais riscos, já que, quanto mais vazio o imóvel estiver, menos aluguéis o fundo recebe.

2 – Fundos de Desenvolvimento

Os Fundos de Desenvolvimento têm como objetivo investir em imóveis em construção para depois lucrar com a venda desses empreendimentos.

Nestes casos, é importante ressaltar que há a possibilidade de a obra atrasar ou de o valor de venda esperado não ser atingido, impactando na rentabilidade do fundo.

3 – Fundos de Recebíveis Imobiliários

Os Fundos de Recebíveis Imobiliários são aqueles que investem em papéis, principalmente em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI), com o objetivo de captar recursos financeiros para o mercado imobiliário.

Os papéis são emitidos por empresas securitizadoras para financiar projetos imobiliários – que podem ser indexados por índices de preços, como o IPCA, ou pela inflação.

O rendimento desses fundos está ligado ao rendimento desses papéis e a valorização de suas cotas, além de estarem sujeitos a um risco de inadimplência por parte dos emissores.

4 – Fundos de Fundos

Os Fundos de Fundos investem em outros fundos com a intenção de construir uma carteira mista composta por diversos ativos, como empreendimentos imobiliários, títulos e papéis mobiliários, ações do setor imobiliário, entre outros.

+ Fundos imobiliários: saiba como investir

Quais as vantagens do aluguel de fundos imobiliários?

Nesta relação, assim como as demais no mercado financeiro, a ideia é que todos tenham vantagem de alguma forma. Portanto, veja as vantagens para os doadores e tomadores.

Para aquele que disponibiliza a cota para aluguel, a principal vantagem está no fato de que ele passará a receber o valor acordado com o tomador, pelo período em que o acordo continuar.

Assim ele diversifica sua carteira e passa a ter alguma renda com uma aplicação que, de outra forma, ficaria parada.

Enquanto isso, o tomador obterá ganhos apenas com as variações no valor deste ativo, operando vendido.

Isso significa que o tomador irá alugar essa cota, vendê-la por um preço vantajoso, recomprá-la por um valor mais baixo e devolver a cota, ficando com o lucro desta operação.

Outro benefício desta estratégia é ajudar aqueles que precisam ter mais votos em assembleia para poder decidir um ponto importante para a empresa.

O risco desta transação fica para o tomador, que pode ter prejuízo em vez de lucro. Isso porque a devolução da cota ou do seu valor correspondente será feita de forma automática.

Ficou interessado em investir em fundos de investimento? Confira quais são os melhores FIIs para investir.

*Com colaboração de Tamires Silva

Pagar vinho com Bitcoin? Clube de assinaturas aceita cripto como pagamento

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Criptomoeda Bitcoin em cima de uma nota de 100 reais

As criptomoedas estão ganhando o mercado cada vez mais. E agora é possível pagar até vinho com Bitcoin, mas essa é apenas a ponta do Iceberg. 

Essa novidade, em específico, foi trazida pela assinatura de Vinhos Wine. Graças a uma parceria com a fintech Redecoin, clientes poderão pagar com a cripto.

A nova forma de pagamento é recente, mas a empresa já tem a pretensão de expandir a funcionalidade. Além disso, este é apenas um exemplo do que pode ser pago em BTC ou qualquer cripto. 

De acordo com a Visa, o número de varejistas que aceitam criptomoedas como pagamento cresceu para quase 100 milhões nos primeiros seis meses de 2021.

Quer saber mais sobre a novidade da Wine e sobre o universo de pagamentos com criptomoedas? Então continue lendo o artigo!

Como pagar vinho com Bitcoin?

É possível pagar vinho com Bitcoin por meio da Wine, uma das principais assinaturas de vinho do Brasil. A empresa fechou uma parceria com a Redecoin, uma fintech do grupo SCF Brasil. 

A fintech é uma gateway de pagamento para Bitcoin com conversão automática para Real. Ou seja, o e-commerce que adere pode aceitar o BTC como forma de pagamento online. 

No caso da Wine, a funcionalidade pode ser acessada por meio do aplicativo. Basta realizar a compra normalmente, colocando os itens desejados no carrinho. 

Na hora de escolher a forma de pagamento, o cliente pode optar pela cripto. Depois disso, um QR Code será gerado e é por meio dele que o pagamento será feito, de forma semelhante ao PIX. 

“Sabemos que os consumidores estão cada vez mais conectados e as criptomoedas já fazem parte do dia a dia de grande parte deles. Resolvemos investir nessa inovação para trazer uma experiência ainda mais completa para nossos sócios e clientes e também porque acreditamos que, em um futuro próximo, essa forma de pagamento será frequente.”

A declaração é de Clayton Freire, Diretor de Tecnologia da Wine. De acordo com ele, a novidade faz parte da estratégia omnichannel da Wine, que quer vender em vários canais – e o app é o principal atualmente. 

Armin Altweger, CEO do Grupo SCF Brasil, disse que a parceria visa popularizar o uso das criptomoedas no dia a dia dos brasileiros. 

“É um orgulho para nós firmarmos essa parceria, porque unimos o tradicional mercado de vinhos que está se transformando devido a revolução omnichannel da Wine, com o mercado inovador de pagamentos em criptos.”

O objetivo da Wine ainda é expandir o pagamento em criptos. Mas, por enquanto, a funcionalidade está disponível apenas no aplicativo. 

Mulher coloca moeda de Bitcoin na carteira
Clientes da Wine podem pagar vinho com Bitcoin pelo app

Outros lugares que aceitam pagamento em Bitcoin

Usando a mesma getaway, Redecoin, até mesmo o GRAAC – Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer – está aceitando doações em Bitcoin. 

O doador escolhe o valor que deseja contribuir em Real e a plataforma converte automaticamente em BTC.

A mesma ferramenta é aceita também na empresa de educação Impacta e na Cigam, solução de software de gestão empresarial.

Essa tendência de pagamentos com criptomoedas já começa a se estender a todo tipo de produtos e serviços, inclusive impostos. 

A Prefeitura do Rio de Janeiro, por exemplo, anunciou que a partir de 2023 cariocas poderão pagar o IPTU com criptoativos

Outro exemplo desse tipo de inovação no mercado brasileiro são dois novos condomínios em Valparaíso de Goiás, que permitirão a compra de imóveis com criptomoedas.

No Brasil, são poucos os estabelecimentos físicos que já aceitam esses ativos. Mas online , a oferta é cada vez maior, graças aos serviços intermediários de gateways. 

Vale a pena usar Bitcoin para pagar vinho e outros produtos ou serviços?

A ideia de pagar vinho com Bitcoin parece bastante atrativa em um primeiro momento, não é? Mas considerando que a moeda digital é um investimento e seu valor é tão volátil, será que vale a pena aderir a esse tipo de serviço?

Depende. Se o estabelecimento oferece um bom desconto para quem compra com a cripto, por exemplo, pode ser interessante. Outra situação vantajosa é em compras internacionais, já que comprando com cartão de crédito haveria incidência do IOF. 

Mas, em geral, é melhor o investidor ter parcimônia e avaliar os prós e contras. Afinal, como já mencionado, estamos falando de uma moeda volátil que pode trazer mais lucro se permanecer na sua carteira mais um tempo (ou não). 

Quer saber mais sobre o assunto criptomoedas? Então veja neste vídeo porque o Bitcoin pode salvar a poupança:

@financeonebr

Já imaginou o seu governo entra numa guerra que vc não apoia e o mundo decide bloquear seu dinheiro? É o que ta acontecendo com os russos… #criptomoedas #bitcoin #russia

♬ Lazy Sunday – Official Sound Studio

O conteúdo ajudou? Então compartilhe com outros amigos e leia também: Saiba se é possível comprar carro com criptomoedas!