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Como se proteger da inflação investindo em criptomoedas?

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gráfico com uma nota de cinquenta reais

A inflação não é novidade para os brasileiros. A cada ano, o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), que é o índice de inflação oferecido pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) alcança valores acima da meta estabelecida pelo governo.

O que demonstra um péssimo trabalho por parte do governo em manter o poder de compra dos trabalhadores.

O problema do cálculo do IPCA é que o índice abraça um universo enorme de regiões e cidades de realidades muito distintas, principalmente considerando que o Brasil é um país enorme.

Desta forma o IPCA demonstra somente uma média de aumento de preços, porém a inflação da vida real pode ser ainda maior.

O que causa uma alta inflação?

A influência da pandemia desde 2020 e mais recentemente dos conflitos na Ucrânia no aumento dos preços também é enorme, e vem afetando todo o mundo.

O monstro da inflação que já era muito conhecido por nós brasileiros, agora também assusta o velho continente e os nossos vizinhos norte-americanos. Mas não só os países ricos vêm sofrendo conosco, a inflação virou um problema global.

Uma das maiores causas da inflação é a impressão demasiada de dinheiro. Para se ter uma ideia: 40% dos dólares em circulação foram impressos nos últimos dois anos, o que pela lei da oferta e demanda, corrói em 40% o valor de cada dólar, isto somente nos últimos dois anos. Um absurdo considerando a criação da moeda em há mais de 200 anos, em 1792.

Os auxílios governamentais oferecidos durante a pandemia ajudaram os trabalhadores no início do problema, mas as consequências da impressão demasiada de dinheiro são desastrosas e acabam por prejudicar ainda mais os trabalhadores. Infelizmente não existe dinheiro gratuito!

Qual o grande problema do aumento dos preços?

A resposta para esta pergunta está na própria pergunta, o aumento de preço não é agradável para ninguém, ninguém gosta de ver seu dinheiro valendo menos e de ter menos acesso a itens de consumo ou até de necessidade básica.

Porém, o problema da inflação vai além de não atendermos nossas necessidades, a inflação atinge a ricos e a classe trabalhadora de formas completamente distintas – assim como os impostos.

Vamos diferenciar ricos entre aqueles que não possuem passivos financeiros como dívidas, empréstimos e financiamentos, e a classe trabalhadora àqueles que vivem mês a mês com seus salários e suam a camisa para conseguir guardar um pouco de dinheiro, ou seja, mais de 90% da população global.

Os ricos se incomodam com a inflação, é claro, pois possuem ativos que ganharão valor através da inflação. Estes ativos podem ser ações, investimentos em imóveis, e com a inflação nos patamares que está, até veículos usados. Portanto a vida do rico é afetada pela inflação sim, no entanto, não transforma a sua condição social.

Para a classe trabalhadora, os itens básicos de sustento acabam custando mais, e normalmente os aumentos nos rendimentos não acompanham essas variações nos preços, o que empobrece o trabalhador a cada mês.

Produtos expostos em um supermercado e tomates em caixotes
Com a inflação, o preço dos produtos básicos aumenta e afeta a população em geral

Só há uma via para se proteger da inflação

Não tem jeito, quem escolher viver somente dos rendimentos mensais, está fadado a perder o poder de compra e empobrecer com o tempo. Só há um caminho para se proteger da inflação: investindo em ativos que serão corrigidos de acordo com ela ou superarão estes ganhos.

Comprar moedas fortes como o dólar e o euro já não basta, pois, o poder de compra também vem sendo perdido nestas moedas. O ouro também é um ativo tradicionalmente conhecido como ativo de proteção de valor, porém se olharmos nas últimas décadas, o ouro vem perdendo para a inflação.

Dentre as criptomoedas, o Bitcoin e o Ethereum vêm demonstrando uma alta crescente perante todas as moedas do mundo. Além disso o Bitcoin já nasceu protegido de inflação, a quantidade de Bitcoins é limitada e jamais serão impressas ou criadas novas moedas.

Já o Ethereum, com a atualização 2.0 também se tornará deflacionário, com uma quantidade limitada de moedas disponível no mercado. E aí, você já utiliza as criptomoedas para se proteger da inflação?

Conheça Renato Carvalho, colunista do FinanceOne

Com vasto conhecimento sobre o mercado de moedas digitais, Renato Carvalho é colunista do FinanceOne. Semanalmente, ele traz informações importantes sobre criptomoedas. Fique de olho!

Renato é administrador com experiência como executivo do setor de educação internacional e empresas de consultoria empresarial e auditoria “BIG 4”.

Investidor de renda variável desde sua adolescência, produz conteúdo de educação financeira, mostrando o que faz com o seu próprio dinheiro “skin in the game”. Especialista em criptoativos e negócios disruptivos.

É Bacharel em Administração pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e Université Libre de Bruxelles (Bélgica) e mestre em Administração pela Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC).

Confira outros textos de Renato Carvalho, colunista do FinanceOne:

Saiba o que é spread bancário, como funciona e quais os impactos

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foto globo terrestre economia

Quando o assunto é alta dos juros no Brasil, um dos responsáveis – e até mesmo visto como vilão – desse efeito é o chamado spread bancário. Mas você sabe o que ele significa na prática?

Considerado um dos principais fatores de influência da economia brasileira, o spread bancário nada mais é que a diferença entre os juros que os bancos pagam quando você investe seu dinheiro e os juros cobrados sobre um empréstimo. Não entendeu? Então calma, que a gente te explica.

Confira, em detalhes, como essa taxa é calculada e qual o seu impacto direto para empresas e profissionais do mercado.

Como funciona o spread bancário?

Para entender esse conceito na prática, é preciso voltar as atenções para um cenário macro da economia. Mas, primeiro, vamos começar com um exemplo prático do dia a dia: as suas próprias finanças.

Vamos supor que você tenha uma quantidade de dinheiro aplicado na poupança, e esse montante renda 8% ao ano. Os empréstimos bancários oferecidos por essa mesma instituição têm juros de 30% ao mês. O spread bancário, nesse caso, seria de 22%.

As instituições financeiras buscam pelo maior spread bancário possível, e isso é feito pela junção de pagamento de juros baixos pelos bancos com a cobrança de juros altos dos clientes. A composição do spread, entretanto, é mais complexo de se entender. 

Como é composto o cálculo do spread bancário?

Os valores cobrados pelo banco que são levados em conta para a definição do spread bancário são: 

  • Custo administrativo: gastos com despesas em serviços e rendimentos dos funcionários das agências bancárias; 
  • Encargos fiscais: o Banco Central retém uma parte dos depósitos captados por instituições financeiras e o recurso apreendido é encaminhado para o Fundo Garantidor de Créditos (FGC);
  • Tributação brasileira: os elevados tributos também contribuem para o spread bancário, visto que a concentração bancária permite o repasse integral dos custos para os clientes.
  • Inadimplência: como o número de devedores é alto no país, ele acaba contribuindo para um spread bancário de mesmo nível;
  • Lucro: trata-se da remuneração dos acionistas do banco;
  • Inflação e juros: a taxa básica de juros é o principal fator a ser calculado na hora de um investimento. Se a inflação estiver alta, ainda que os rendimentos sejam grandes, o poder de compra acaba sendo impactado.
Moedas e nota de vinte reais
Enquanto os bancos se beneficiam dos juros altos, contribuinte sente o impacto na tomada de crédito e compras do dia a dia. (Fonte: Divulgação)

Qual é o impacto do spread bancário na economia?

Quanto maiores são as taxas de juros na economia brasileiro, mais o cidadão sente no bolso na hora de fazer compras, investir e fazer empréstimos. Do ponto de vista dos bancos, entretanto, a alta é positiva, já que afeta diretamente o lucro e os ganhos com spread elevado.

Já com as taxas de juros sendo reduzidas, o movimento incentiva a economia, dando mais oportunidade para a tomada de crédito e o poder de compra do brasileiro. 

Portanto, a regra é simples: quanto maior o spread bancário, menor o consumo e mais caros os serviços e produtos. Reduzir o spread é fundamental para equilibrar a economia e gerar maior tranquilidade entre os brasileiros –  já que aumenta o acesso ao crédito e facilita a negociação de dívidas, por exemplo.

Gostou do conteúdo e quer se manter informado sobre outras variantes que impactam a economia brasileira? Confira a seção sobre Economia no blog da FinanceOne e mantenha-se atualizado sobre o setor!

Golpe da vaga de emprego: confira como não cair em falsas oportunidades

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homem sentado trabalhando no computador

Falsas ofertas de emprego são comuns, mas elas podem aumentar em tempos de crise econômica, afinal de contas, o número de pessoas desempregadas faz com que muitas procurem por trabalho desesperadamente. Com isso, acabam caindo em golpe de vaga de emprego.

Isso porque muitos golpistas tiram proveito dessa situação para aplicar golpes com promessas enganosas de recolocação profissional.

No fim de tudo, a pessoa acaba não conseguindo um emprego e, com isso, passa a ser vítima de uma fraude que na maioria das vezes faz ela perder tempo e dinheiro.

Por isso, a dúvida que fica é: como conseguir evitar golpes de vagas falsas? Como saber se uma oferta de emprego é verdadeira?

Com um pouco de cuidado é possível escapar dessas ciladas. A seguir, veja as dicas que separamos para você não cair no golpe da vaga de emprego. Boa leitura!

+ Vagas de emprego abertas no Rio de Janeiro: confira as principais oportunidades!

Dicas para não cair no golpe da vaga de emprego

1. Desconfie de vagas urgentes divulgadas no WhatsApp ou outras redes sociais

Atenção para as vagas que são ofertadas no WhatsApp, Instagram, Facebook ou qualquer outra rede social, sobretudo se elas tiverem um tom de urgência, oferecerem um número grande de vagas ou um salário muito atrativo.

Um exemplo de vaga nesse estilo é: “precisamos de um consultor de vendas urgentemente! Valor do salário R$8 mil por mês”.

De forma recorrente, essas vagas de emprego são, na maioria das vezes, falsas. Com isso, pessoas acabam clicando em links suspeitos que podem ser vírus ou outros malwares.

Por isso, desconfie da oferta mesmo se uma pessoa de sua confiança estiver divulgando. Muitas vezes, ela compartilha a vaga na intenção de ajudar, mas não percebeu que a vaga não é verdadeira.

2. Não acredite em promessa de vaga garantida

Há muitas empresas ou consultorias que anunciam vagas em redes sociais e classificados, por exemplo, com vaga garantida. Geralmente, são empresas que exigem que pessoas paguem um determinado treinamento para conseguir a tal vaga.

Lembre-se que uma empresa séria vai, antes de tudo, entrevistar ou testar os candidatos para não fazer contratações ruins. Ou seja, não há como garantir vagas.

3. Veja se realmente é necessário fazer um curso para participar da vaga

De fato, uma vaga de emprego pode ter algum pré-requisito de curso específico ou algum tipo de qualificação, mas é muito difícil que a empresa peça para você pagar algum curso/treinamento para conseguir o emprego.

Fuja de vagas que vinculem a compra de um produto ou serviço com a promessa de um emprego. Esse é um golpe muito comum e praticado em ofertas de empregos temporários para fim de ano, por exemplo.

4. Suspeite da promessa de altos salários e benefícios muito vantajosos

Se o valor do salário é muito superior à faixa salarial do mercado e, além disso, os benefícios são muito vantajosos, ou há algum destaque dizendo que não é necessário experiência, comece a desconfiar.

Isso porque as empresas só pagam, normalmente, salários elevados para profissionais altamente qualificados ou que, em alguns casos, subiram de cargo de forma gradual.

5. Pesquise sobre a empresa para não cair em golpe da vaga de emprego

Mesmo que a empresa tenha entrado em contato com você e não levante suspeitas, é possível pesquisar sobre ela e o que faz diretamente no Google, procurando o site da empresa. Também é possível procurar sobre ela no LinkedIn e até em serviços como o Reclame Aqui.

Ao fazer isso, você vai conhecer ainda mais quem trabalha na empresa, mas sobretudo quem já trabalhou e o que eles dizem sobre a companhia.

pessoas esperando para seleção de emprego
Vagas de emprego no RJ somam oportunidades em diversas áreas

6. Empresa não se identificou? Desconfie!

Em uma tentativa de fraude é comum que o criminoso cometa um erro básico: não se identificar na hora de ofertar uma vaga de emprego. Além disso, as propostas costumam ser bem genéricas, deixando de lado informações importantes.

Um exemplo é uma vaga para “profissional de marketing generalista com dois anos de experiência comprovada”. Normalmente, empresas sérias já sinalizam as funções em que o profissional vai trabalhar, qual área específica e os requisitos exigidos.

7. Erros de digitação e comunicação confusa

Outro indício de uma possível fraude são aquelas mensagens confusas e cheias de erros de digitação. Atualmente, as empresas contam com equipes próprias para realização de processos seletivos, ou contratam uma empresa terceirizada especializada nessa área.

Dessa forma, toda estratégia de contratação costuma ser bem elaborada, incluindo a comunicação com os candidatos.

O mesmo vale para aqueles casos em que você acabou de se candidatar e a empresa entra em contato logo em seguida oferecendo o emprego. Em processos seletivos, as empresas precisam de um tempo para avaliar os currículos e selecionar os melhores perfis.

Assim, é pouco provável que você receba uma proposta minutos após se candidatar.

8. Se a empresa te pedir informações pessoais no primeiro contato, fique atento

Outro golpe de vaga de emprego comum é pedir informações pessoais, como foto e número de documentos via WhatsApp ou outra rede social logo nos primeiros contatos.

A empresa pode, sim, entrar em contato para um processo seletivo e confirmar informações, como nome e sobrenome, e-mail e telefone de contato. Mas, não é comum pedir dados sobre documentos pessoais, antes da etapa admissional.

Os criminosos usam esses recursos para conseguir esses dados e realizar fraudes em nome das vítimas.

Vale lembrar, ainda, que é importante não assinar nenhum documento sem ler calmamente todas as cláusulas antes.

9. Desconfie caso peçam que você compareça urgentemente à empresa ou agência

Também é comum o famoso golpe da vaga de emprego em que o contratante diz que você tem duas ou três horas para comparecer na empresa, ou a vaga será destinada a outro candidato.

Essa é uma estratégia comumente usada para despertar um sentimento de urgência em quem está em busca de uma oportunidade. Na correria, o candidato deixa de pesquisar sobre a empresa e a vaga, se tornando mais suscetível a cair em um golpe.

O ideal é manter a calma e só comparecer ao local combinado se tiver certeza de que se trata de uma empresa séria

10. Use sites de empregos reconhecidos no mercado

Por fim, uma das estratégias para evitar cair em um golpe de vaga de emprego é buscar vagas em sites confiáveis, já reconhecidos no mercado.

Atualmente, há diversas opções, como Vagas.com, Catho, Infojobs, 99Jobs, entre outros. Além da rede social voltada para perfis profissionais, o LinkedIn.

Para quem atua como freelancer, também há diversas alternativas, como o GetNinjas, Freelancer e 99Freelas.

Como saber se estou sendo vítima de um golpe?

Se mesmo tomando os devidos cuidados você identificar que pode estar sendo vítima de uma fraude, há algumas ações que podem ser tomadas para validar suas suspeitas.

A primeira delas é fazer uma busca na internet do nome da empresa que entrou em contato oferecendo uma vaga e verificar como é vista no mercado. Vale estender essa pesquisa para as redes sociais, principalmente no LinkedIn.

Outra opção é entrar em canais de contato oficiais da empresa e perguntar se, de fato, ela está realizando um processo seletivo e como funciona.

Por exemplo, a empresa costuma entrar em contato com alguns perfis ou o processo é realizado, apenas, com quem se candidatou previamente?

Sempre que alguém entrar em contato em nome de uma empresa, pergunte o nome e sobrenome da pessoa e seu cargo. Depois, busque as informações no Google e no Linkedin, para verificar se são verdadeiras.

E não esqueça de esclarecer como ela conseguiu seu contato.

Por fim, fique atento ao número de telefone e ao remetente do e-mail usados. No geral, os e-mails seguem o padrão: [email protected].

Gostou dessas dicas? Acha que elas podem ajudar outras pessoas que estão em busca de emprego? Então compartilhe em suas redes sociais para que mais pessoas tenham acesso a esse texto!

*Colaboração: Letícia de Jesus

Confira 7 dicas de passeios sem gastar muito dinheiro

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passeios sem gastar muito dinheiro

No recesso de fim de ano, é que comum que as pessoas busquem por passeios sem gastar muito dinheiro. Ainda mais depois das despesas com o Natal.

Muitos brasileiros estão endividados e economizar no lazer é uma forma de poupar. No entanto, nem sempre é preciso abrir totalmente mão de gastar com hobbies e diversão. Afinal, isso é prazeroso e necessário.

Não deixe de aproveitar bons momentos com amigos e familiares. Porém, é preciso impor limites de gastos para controlar seu dinheiro e pensar melhor em como gastar.

Defina esse limite com antecedência. Adote essa estratégia durante todo o mês. Estabeleça um valor e controle seus gastos para que eles não o ultrapassem o esperado no fim do prazo.

Isso porque, diferente do que muitos pensam, é possível juntar dinheiro sem diminuir suas opções de lazer e mantendo a qualidade de vida. Basta organizar melhor os seus gastos, ou seja, distribuir melhor a sua renda.

Ideias de passeios sem gastar muito dinheiro

1 – Faça passeios em lugares públicos

Substitua atividades que geram gastos, como idas ao shopping e restaurantes, por passeios gratuitos. Há cidades com locais públicos, turísticos ou não, com paisagens e opções de lazer alternativas e variadas.

Algumas alternativas são parques ou praias. Leve de casa água e petiscos para não ter que gastar dinheiro em quiosques e bares. Aproveite os fins de semana ensolarados e faça um piquenique ao ar livre com amigos e familiares.

Hábitos de pessoas ricas que você deveria adotar

Explore também as ruas do seu bairro. Que tal um passeio de bicicleta? É gratuito, pode ser um ótimo exercício físico e uma maneira de estar em contato com a natureza ou com a sua cidade.

passeios sem gastar muito dinheiro
Piqueniques com amigos e ver o pôr do sol são boas opções de passeios gratuitos

2 – Desfrute da natureza

Por que não aproveitar as áreas verdes da cidade para realizar um piquenique inesquecível?

Além da praia, sua cidade pode ter uma reserva florestal ou até mesmo uma praça arborizada.

Chame família ou amigos e comece já a planejar a atividade. Essa opção se apresenta como um dos passeios sem gastar muito dinheiro mais agradáveis.

Que tal uma trilha também? Atualmente, há muitas trilhas em alta e sendo descobertas e com lindas paisagens. Além disso, geralmente a entrada é gratuita e você ainda consegue se divertir e exercitar ao mesmo tempo.

3 – Procure programas culturais

Vale desde visitar museus para ver obras encantadoras até ir a um teatro para se entreter. Para não ter erro, confira a programação completa da sua cidade e selecione aquelas que mais te agradam.

Se você for curtir com mais pessoas, pense no grupo. Busque opções que agradem tanto os mais novos quanto os mais velhos. Assim, todos vão desfrutar bem do passeio.

As pessoas gastam muito dinheiro para ver uma peça com atores famosos. Por que não experimentar ver uma produção independente em um teatro local? Os ingressos costumam ser mais baratos e até menos concorridos.

Lembre-se ainda que vários centros de artes, igrejas, museus e livrarias oferecem concertos gratuitos. Eles costumam ser divulgados por meio de pôsteres, afixados na porta do local, bem como em jornais gratuitos e online.

Basta chegar e apreciá-los. Se você nunca experimentou música clássica, ouvi-la ao vivo é uma grande iniciação. É só ir com a mente aberta.

Comer fora fica mais caro: como economizar?

4 – Invista no lazer caseiro

Você gosta de sair com os amigos para tomar umas cervejas, mas acha que só dá para fazer isso indo a um barzinho? É possível fazer a mesma coisa em casa!

Pode ser que não tenha o mesmo charme de uma saída à noite, mas pense bem: quando você quer economizar, organizar um happy hour em casa permite um controle maior dos gastos.

Além de não precisar pagar estacionamento, couvert artístico e outras despesas imprevistas, você poderá monitorar o que sai de seu bolso fazendo suas compras com antecedência.

5 – Assista filmes online

Aproveite ainda o fim de semana para colocar em dia aquelas séries dignas de maratonas que seus amigos tanto comentam e você nunca tem tempo de assistir. Afinal, opções não faltam no Netflix e na Amazon Prime Video.

Ambos têm um preço fixo mensal baixo e uma infinidade de títulos disponíveis. Sai bem mais barato do que ir a uma sessão de cinema.

6 – Exercite-se!

passeios sem gastar muito dinheiro
Correr também é uma forma de passear e conhecer novos lugares

A sala da sua casa pode ser o melhor local para fazer exercício sem gastar dinheiro. Além de conseguir toda a privacidade e tranquilidade que precisa.

Há muitos exercícios, de diferentes intensidades, que você pode fazer em casa sem sequer precisar investir em equipamento. No entanto, lembre-se que começar por uma caminhada é uma ótima opção.

Pode ser na praia, no parque ou nas ruas do seu bairro, qualquer lugar serve para correr. E todos os fins de semana há provas para testar os seus limites. Isso serve ainda para o uso de bicicletas.

Algumas cidades também dispõem de academias ao ar livre. O que é uma ótima opção para se exercitar sem gastar com as altas mensalidades da academia particular.

Fique de olho nas dicas e promoções!

Se você quer passear sem gastar muito, fique sempre atento aos perfis nas redes sociais que divulgam dicas para quem deseja sair e se divertir. Atualmente, muitos blogueiros, influenciadores e páginas de turismos têm criado conteúdos visando informar com esse gancho.

Além de divulgar as dicas de passeio (gratuitos e pagos), ainda costumam trazer cupons de descontos, excelents fotos e informações valiosas.

Mais dicas para gastar pouco

Um dos lemas para realizar passeios sem gastar muito dinheiro: vá ou ofereça carona. Além de contribuir para o meio ambiente, você economizará uma grana que seria gasta com combustível e estacionamento.

Nesse caso, o ideal é sempre combinar entre os amigos um revezamento de caronas. Assim você ainda divide os gastos de uma maneira que contribua para a economia de todos.

Quando sair, evite usar o cartão de crédito. A fatura do pode tornar-se uma grande inimiga no final do mês.

Pelo seu uso ser bastante comum, diversas pessoas acabam exagerando nos gastos e comprometendo todo o orçamento em um único fim de semana.

Por isso, a melhor saída é fazer pagamentos apenas com dinheiro vivo ou reservar um cartão de débito para emergências.

Gostou e quer saber mais? Então se você é paulista ou está na cidade de São Paulo, veja dicas de passeios gratuitos para curtir e conhecer!

*Colaboração: Mateus Carvalho

Carros elétricos no Brasil 2022: conheça principais modelos e preços

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Duas pessoas dão as mãos e um contrato de carro por assinatura está sobre uma mesa

Os carros elétricos chegaram ao Brasil há pouco tempo e, embora ainda representem uma parcela tímida das vendas de automóveis, a procura é cada vez maior. Segundo a Anfavea, foram vendidos 2.860 veículos desse tipo no país em 2021 e para 2022 a tendência é que esse número suba.

Com isso, cada vez mais lançamentos são anunciados. Para este ano, a Renault já confirmou a chegada do Kwid elétrico e a Caoa Chery dará início às importações do EQ1. Ambos são da China e devem ficar na faixa de preços entre R$100 mil e R$150 mil.

Porém, desembolsar esse valor não é para todos. O carro elétrico, por si só, já é um produto mais caro em comparação aos modelos tradicionais, então requer uma boa pesquisa de custo benefício antes da compra. 

Para ajudar, FinanceOne listou alguns dos principais modelos, seus preços e contamos também quais são os mais baratos. 

Quais são os preços dos principais carros elétricos no Brasil?

A verdade é que os preços dos carros elétricos no Brasil podem variar bastante dependendo da marca e do modelo. Os mais baratos podem custar a partir de R$100 mil, mas alguns podem chegar ao patamar de R$1 milhão. 

Para se ter uma ideia, entre os lançamentos mais recentes temos as seguintes faixas de preço:

  • Volvo C40 Recharge – R$419.990
  • BYD Tan – R$479.950
  • BMW iX – R$654.950 a R$799.950
  • Porsche Taycan Turbo S – a partir de R$1.079.000

Mas existem ainda modelos mais baratos. A começar pelo Chery Arrizo 5e, que entre os principais, é o carro elétrico mais barato à venda no país, custando R$159.900. Além do JAC e-JS1, que sai a R$164.990.

homens apertando mãos
Preços de carros elétricos no Brasil podem chegar a R$1 milhão

A seguir, confira uma tabela com os principais modelos, seus respectivos preços e autonomia, elaborada pela Insideevs.

Vale lembrar que a autonomia refere-se a quanto tempo o carro roda sem precisar de uma nova recarga completa.

Tabela: preço versus autonomia

ModeloAutonomiaPreço
Chery Arrizo 5e322 kmR$159.900
JAC e-JS1300 kmR$164.990
JAC e-JS1 eXT300 kmR$179.900
JAC iEV40300 kmR$189.900
Renault Zoe Zen385 kmR$204.990
Renault Zoe Intense385 kmR$229.990
Mini Cooper SE234 kmR$249.990
Fiat 500 elétrico320 kmR$255.990
JAC e-JS4420 kmR$264.900
JAC e-J7402 kmR$264.900
Peugeot 208 e-GT340 kmR$269.990
Nissan Leaf389 kmR$297.140
BMW i3335 kmR$304.950
Chevrolet Bolt EV416 kmR$317.000
Citroën e-Jumpy330 kmR$329.990
Peugeot e-Expert330 kmR$329.990
JAC iEV330p320 kmR$369.990
Volvo XC40 Recharge 418 kmR$409.950
Volco C40 Recharge420 kmR$419.950
JAC iEV750V235 kmR$469.900
BYD Tan EV437 km R$487.590
JAC iEV750 Vip235 kmR$529.900
Porsche Taycan 354 kmR$583.063
Audi e-tron Performance 436 kmR$609.990
Jaguar i-Pace Black470 kmR$628.950
Mercedes-Benz EQC 400416 kmR$629.900
Audi e-tron Sportback Performance446 kmR$639.990
Audi e-tron Performance Black436 kmR$649.990
BMW iX xDrive40476 kmR$654.950
Porsche Taycan 4S333 kmR$659.000
Jaguar i-Pace SE470 kmR$678.950
Audi e-tron Sportback Performance Black446 kmR$679.990
Porsche Taycan Cross Turismo 4389 kmR$685.000
BMW iX xDrive50630 kmR$799.950
Porsche Taycan GTS504 kmR$805.000
Audi e-tron S Sportback380 kmR$839.990
Porsche Taycan Turbo381 kmR$909.000
Audi RS e-tron GT472 kmR$1.025.990
Porsche Taycan Turbo S381 kmR$1.079.000

Vale a pena comprar um carro elétrico no Brasil?

Os carros elétricos no Brasil estão chegando para ficar e cada vez mais novos modelos são lançados. Só para este ano, o mercado prevê a chegada de mais de dez. 

Mas antes de investir em um, é fundamental realizar uma boa pesquisa. Afinal, é um veículo que, embora seja mais barato a longo prazo, terá um custo imediato bem alto. 

Algumas vantagens do carro elétrico são:

  • sustentabilidade
  • maior eficiência
  • mais economia para abastecer
  • é mais leve e tem partida mais rápida
  • menor custo de manutenção e operação

Por essas e outras vantagens, dá para dizer que sim, vale a pena comprar um carro elétrico. Porém, a escolha do modelo deve ser baseada em pesquisa e uma boa análise do custo benefício. 

O conteúdo ajudou? Então compartilhe! Mas antes de comprar um carro elétrico, que tal aprender a calcular quanto custa carregar esse tipo de veículo?

Banco digital: entenda o que é, como funciona e quais as diferenças do tradicional

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homem consultando a conta bancária e segurando o cartão

Os bancos digitais se popularizaram nos últimos anos e hoje já competem com instituições financeiras há tempos consolidadas no mercado. Mas, você sabe exatamente o que é um banco digital e no que ele se difere de um tradicional?

Uma das grandes facilidades dos bancos digitais é permitir aos consumidores a possibilidade de resolver questões bancárias sem sair de casa. Por meio da internet e diferentes tecnologias, essas instituições estão revolucionando o mercado financeiro.

Neste artigo, FinanceOne não só vai explicar o que é um banco digital, como abordar como funciona e as vantagens oferecidas por essas instituições. Confira!

+ Empréstimo em banco digital: saiba como funciona e se vale a pena

O que é um banco digital?

Em primeiro lugar, é importante entender o que é um banco digital. De maneira bem simples, os bancos digitais são instituições financeiras que operam integralmente de maneira virtual, sem a necessidade de uma agência física.

Assim, todas as operações podem ser feitas online, desde a criação da conta e transações financeiras, até o envio de documentos, a resolução de problemas ou contratação de novos serviços.

Atualmente, há diversas opções, como Nubank, Banco Inter, Banco Original, Agibank e outros.

Mas, não confunda! Muitos bancos tradicionais permitem o uso do Internet Banking via site ou aplicativo. No entanto, isso não os configura como bancos digitais.

O internet banking é o recurso utilizado pelas instituições tradicionais para digitalizar alguns de seus serviços online. Dessa forma, pode-se dizer que esses são bancos digitalizados.

Ou seja, bancos que permitem a realização de algumas transações no modo online, mas a abertura de conta, liberação de senhas e cartões, e às vezes até o desbloqueio do aplicativo do banco, por exemplo, só podem ser feitas pessoalmente nas agências.

Banco tradicional vs. Banco Digital

Conforme já mencionado, a principal diferença está na comodidade em fazer tudo online por meio do banco digital. Isso inclui a abertura da conta e o controle dos serviços disponíveis no aplicativo.

Além disso, o atendimento também é todo informatizado. De modo que o cliente não precisa enfrentar filas em agências físicas.

Por fim, os bancos digitais costumam oferecer uma gama de conteúdos para quem deseja aprender sobre finanças. Muitos contam com opções fáceis de investimentos, como dinheiro rendendo 100% do CDB, diretamente na conta corrente.

cartões dos bancos inter, nubank e inter enfilerados
Atualmente, há diversos bancos digitais atuando no Brasil (Foto: Divulgação)

Qual a diferença entre fintech e banco digital?

As fintechs são startups que atuam no segmento de finanças e usam a tecnologia para tornar esse mercado mais eficiente e inovador. Todo o modelo de negócios é estruturado visando a um crescimento rápido da empresa.

Além disso, as fintechs englobam tudo o que envolve tecnologia e setor financeiro e não somente bancos. Dessa forma, é possível dizer que todo banco digital é uma fintech, mas nem toda fintech é um banco digital.

Há, por exemplo, as fintechs que atuam só com empréstimos, investimentos ou cartões. E não necessariamente são um banco.

+ Open Banking e banco digital: saiba quais as diferenças

Quais são as vantagens de um banco digital?

Um banco digital oferece diversas vantagens. A primeira delas é que ao abrir uma conta em uma dessas instituições não é preciso pagar por um pacote de serviços, como costuma ocorrer com os bancos tradicionais.

Além disso, como contam com um custo de operação menor, os bancos digitais também costumam oferecer serviços mais baratos, ou gratuitos. Um exemplo é o cartão de crédito sem anuidade.

Outro ponto importante é a comodidade, uma vez que todos os serviços podem ser feitos online, sem exigir o deslocamento do cliente até uma agência presencial e horas de espera em uma fila.

Os bancos digitais ainda são importantes para a democratização do acesso aos serviços bancários. Um levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) aponta que mais de 34 milhões de brasileiros ainda não tinham acesso a contas bancárias em 2021.

Ao tornar esses serviços mais acessíveis e baratos, os bancos digitais ajudam a construir uma nova realidade, através da inclusão bancária.

Mulher procurando por cupons de desconto na internet pelo celular
Com os bancos digitais, clientes podem realizar transações bancárias de qualquer lugar (Foto: Divulgação)

Como abrir uma conta em um banco digital?

Normalmente, os bancos digitais são menos burocráticos na abertura da conta. Até mesmo pessoas com nome negativado em órgãos de proteção ao crédito, como SCPC e Serasa, podem ter uma conta corrente em um banco digital.

A única restrição pode ficar no acesso a cartões de crédito, cheque especial e empréstimos.

Para abrir uma conta, basicamente, é preciso escolher a instituição, na qual deseja ser correntista e fazer o download do app, na loja de aplicativos do seu celular.

Depois disso, basta fazer um cadastro e enviar uma foto dos seus documentos, além de uma foto sua segurando um documento oficial com foto para que a instituição identifique sua identidade.

Outras informações solicitadas são comprovantes de endereço e renda. A maioria dos bancos também oferecem a conta PJ, para empresas. O processo é o mesmo, com a diferença que os dados solicitados devem ser os da empresa.

Como escolher um banco digital?

Há diversas opções no mercado atualmente. A dica é avaliar todas elas e identificar a que mais se adequa ao seu perfil e atende suas necessidades.

Vale consultar a opinião de amigos ou outras pessoas na internet, em páginas como Reclame Aqui e até avaliar a classificação do app da instituição em sua loja de aplicativos.

Veja outros pontos de atenção:

  • Central de Atendimento: lembre-se que todo seu atendimento será online. Por isso, vale se certificar, antes da abertura da conta, como são as práticas da empresa e se os canais de atendimento oferecidos, de fato, funcionam;
  • Separe todos os documentos necessários: antes de iniciar o processo de abertura de uma conta no banco digital. No próprio aplicativo ou site da instituição você encontrará informações sobre o que é preciso.
  • De olho em taxas e custos adicionais: esteja atento a todos os detalhes sobre a conta. Quais taxas e custos adicionais podem ser cobrados e em quais circunstâncias. Alguns bancos digitais cobram, por exemplo, por saques em caixas eletrônicos. Esteja atento a este e outros detalhes envolvendo cobranças extras.

+ Entenda como usar a conta digital e fugir do banco tradicional

Bancos digitais são seguros?

Essa é uma dúvida comum para quem ainda não está familiarizado com os bancos digitais. E a resposta é sim!

O Banco Central (BC) também fiscaliza os bancos digitais e fintechs, assim como faz com os tradicionais. Dessa forma, para que possam funcionar no país, essas instituições digitais devem seguir regras pré-estabelecidas pelo BC.

O Conselho Monetário Nacional (CMN) também regulamenta os bancos digitais. Em abril de 2019, por exemplo, o CMN definiu que essas empresas precisam ter uma “política de segurança cibernética”.

Além disso, estabeleceu “requisitos para a contratação de serviços de processamento e armazenamento de dados e de computação em nuvem”.

Mas, a recomendação é sempre pesquisar informações básicas sobre a empresa, na qual pretende abrir uma conta. Entre elas: CNPJ e Razão Social no site da Receita Federal; e o que outros usuários falam sobre a instituição.

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Shiba Inu em alta! Será que vale a pena investir?

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moeda shiba inu

Já ouviu falar na criptomoeda Shiba Inu (SHIB)? Recentemente, ela atraiu a atenção de amantes de criptoativos após uma valorização de mais de 450.000% em 2021.

Enquanto isso, a concorrente Dogecoin, somou alta de apenas 14.000% no mesmo período.

Para se ter ideia, a Shiba Inu foi a criptomoeda mais vista em 2021, superando o Bitcoin e até Ethereum, segundo o site de rastreamento de criptomoedas CoinMarketCap.

Ainda de acordo com o CoinMarketCap, o rival do Dogecoin registrou mais de 188 milhões de visualizações durante os últimos 12 meses, enquanto o Bitcoin ficou em segundo lugar com 145 milhões de visualizações em 2021.

Mas será que vale a pena apostar na SHB? Quais são as vantagens e desvantagens? É promissora?

Se você quer conhecer mais sobre esta cripto, continue lendo este artigo!

O que é Shiba Inu?

A Shiba Inu (SHIB) foi criada em agosto de 2020 pelo misterioso Ryoshi. Pouco se sabe sobre o fundador da criptomoeda, que atende por esse nome fictício.

Por isso ele (ou ela) está sendo comparado ao fundador do Bitcoin, o famoso Satoshi Nakamoto. Ambos permanecem anônimos.

E, sim, a moeda foi batizada em homenagem ao cachorro da raça japonesa que leva o mesmo nome.

Alguns especialistas apostam que a SHIB que a moeda a vai destronar Macaco (DOGE) para se tornar a maior criptomo animal do mundo. Principalmente, após o endosso de grandes investidores, como Elon Musk e Mark Cuban.

Embora a Dogecoin use o logotipo da raça de cachorro Shiba Inu, a SHIB usa a raça diretamente. E foi idealizada justamente rivalizar com a primeira cripto, se auto intitulando “Dogecoin Killer” (matadora de Dogecoin).

Atualmente, a Shiba possui uma capitalização de mercado de US$12,80 bilhões. Mas, assim como sua rival, foi criada com a intenção de ser um meme.

Em maio do último ano, ela foi listada na Binance e está sendo negociada em grandes exchanges mundiais como Huobi, OKEx e Uniswap.

Shiba Inu, criptomoeda que está em alta
Shiba Inu foi criada para concorrer com Dogecoin

Quais são as diferenças entre a Shiba Inu e a Dogecoin?

Apesar das semelhanças, as duas moedas não são iguais. O principal ponto de diferença é o sistema de validação e mineração de ambas.

A Shiba Inu, por exemplo, trabalha com a tecnologia Ethereum, Proof of Stake (PoS). Já a Dogecoin tem como base o sistema de validação e mineração do Bitcoin, Proof of Work (PoW).

Além disso, a emissão de novos tokens também difere de uma criptomoeda para outra. Enquanto não há restrições para a Dogecoin, a Shiba Inu tem um limite de unidades em circulação de até 1 de ativos.

Shiba Inu deixou de ser uma memecoin?

A Shiba Inu vem reunindo esforços para ser reconhecida no mercado como mais que uma memecoin. Em dezembro de 2021, por exemplo, foi implementado um sistema de governança Doggy DAO, responsável por votar propostas envolvendo o ativo.

A Doggy DAO é uma organização autônoma descentralizada, controlada pela equipe por trás da Shiba Inu e alimentada pelo token BONE.

Além disso, a equipe da Shiba Inu trabalha no desenvolvimento da Shibarium, uma atualização de camada 2 do Shiba Inu. O propósito é viabilizar transações com taxas mais baixas do que as disponíveis na rede Ethereum.

Por fim, embarcando na onda do metaverso, a Shiba Inu desenvolveu seu próprio projeto no ambiente virtual: o Shiberse. O espaço tem como tema o cachorro que deu origem ao criptoativo.

O projeto, nomeado de Shiba Lands, tem como finalidade permitir a aquisição de terrenos virtuais no Shiberse.

Vale a pena investir em SHIB?

Para o criptoanalista, André Franco, a Shiba Inu já superou o status de piada e hoje pode ser considerada um golpe.

De acordo com ele, apesar da moeda digital ter por trás uma comunidade engajada e uma listagem em importantes exchanges do criptomercado não são fatores suficientes para considerá-la um bom investimento.

André Franco ressalta que muitos investidores não estão vendo é que, por trás da alta vigorosa, há um projeto de “scam” que deve fazê-la derreter em poucos meses. Ou seja, a SHIB pode estar relacionada diretamente a um golpe envolvendo investidores.

O criptoanalista destaca que assim como a Dogecoin, a Shiba Inu também começou como um “meme”, mas acabou indo longe demais.

“A Shiba tem o claro propósito de enriquecer os criadores em detrimento dos investidores”, afirma.

E ele não é o único que acredita nesta teoria. A equipe por trás do projeto já foi acusada diversas vezes de promover fraudes com a criptomoeda.

Um exemplo foi um usuário do Reddit (fórum online), que alertou há cinco meses que a Shiba não passava de um golpe e que seus investidores deveriam ter cuidado.

Na mesma linha, a Binance aconselhou entusiastas de Shiba Inu a ficarem com um “pé atrás” em relação ao sucesso da criptomoeda, após ter sido listada na exchange.

Onde comprar SHIB ?

É possível comprar Shiba Inu nas seguintes plataformas:

3 vantagens de comprar a Shiba Inu

1 – Crescimento

Embora não seja garantia, sempre há uma chance da Shiba Inu ter uma valorização significativa. Isso porque a moeda é uma das mais novas do mercado, tendo sido lançada em meados de 2020.

2 – Varejo

Como boa parte das criptomoedas, muitos varejistas no mundo começaram a aceitar moedas eletrônicas como meio de pagamento. A aceitação desse mercado em larga escala pode fazer com que a moeda ganhe mais força futuramente.

3 – Ecossistema

Diferentemente do Dogecoin, a Shiba Inu possui um ecossistema mais completo, capaz de gerir contratos inteligentes, oportunidades de mineração, NFTs, entre outros.

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Colaboração: Letícia de Jesus

Tarifa social: veja quem tem direito aos descontos

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Mulher fazendo anotações utilizando calculadora

A tarifa social é um programa do Governo Federal, que concede descontos na conta de energia elétrica de famílias de baixa renda. Os descontos podem chegar a até 65%, dependendo da faixa de consumo.

No caso das famílias indígenas ou quilombolas, o desconto pode ser ainda maior, de até 100%.

Esses descontos são custeados pela Conta de Desenvolvimento Energético (CDE). Assim, as distribuidoras de energia recebem o valor integral da conta, sendo uma parte paga pela CDE e outra pelo consumidor.

Para ter acesso, além de atender a alguns pré-requisitos, as famílias não podem ter consumo de energia superior a 220kWh.

Quer entender quem tem direito ao benefício da Tarifa Social e como solicitar? Continue lendo este artigo!

Veja também: Auxílio Brasil permanente de R$400 foi aprovado? Entenda!

Quem tem direito à Tarifa Social?

A Tarifa Social é concedida a famílias de baixa renda, inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico). Além disso, é preciso ter renda familiar mensal de até meio salário mínimo (R$606), por pessoa.

Para chegar ao valor, basta somar a renda total e dividir pelo número de pessoas que moram na residência.

Para famílias com pessoas com deficiência, que necessitem de uso contínuo de aparelhos ligados à energia elétrica, a renda mensal pode ser de até três salários mínimos (R$3.636).

Ainda podem se beneficiar as famílias que tenham idosos, com 65 anos ou mais, ou pessoas com deficiência, recebedores do Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social (BPC), com seu respectivo número do benefício.

Cada família pode receber o Benefício da Tarifa Social de Energia Elétrica em uma única unidade consumidora.

Um dedo sobre um interruptor de luz
Para garantir tarifa social, consumidores devem atender a alguns requisitos (Foto: Divulgação)

Como solicitar o benefício?

Em tese, a solicitação da tarifa social deve ser feita diretamente com a concessionária de energia elétrica. Para isso, basta entrar em contato com a empresa, tendo em mãos os seguintes documentos:

  • CPF;
  • Carteira de identidade ou outro documento de identificação oficial com foto;
  • Registro Administrativo de Nascimento Indígena (Rani), para indígenas e quilombolas;
  • Código da unidade de consumo beneficiada;
  • Laudo médico da pessoa com deficiência, caso tenha alguma na família.

No entanto, de acordo com a Lei 14.203/2021, sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro no último ano, integrantes do Cadastro Único podem ser inscritos automaticamente na Tarifa Social. A regra entrou em vigor em janeiro de 2022.

Pela nova regra, cerca de 15,8 milhões de famílias podem se beneficiar com a tarifa social em 2022, conforme apuração da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

Para isso, é importante manter os dados referentes ao Cadastro Único atualizados. Pois, é por meio dessas informações que serão selecionadas as famílias que têm direito ao programa.

Veja também: Salário mínimo 2023: Governo Federal prevê valor de R$1.294

Como é calculado o desconto da Tarifa Social?

O desconto na conta de luz é aplicado de acordo com a faixa de consumo. Mas, para garantir o benefício a família não ter um consumo superior a 220 kWh no mês, conforme já mencionado anteriormente.

Confira qual é o desconto para cada faixa de consumo:

  • Consumo até 30 kWh – 65% de desconto;
  • De 31 kWh a 100 kWh – 40% de desconto;
  • De 101 kWh a 220 kWh – 10% de desconto;
  • Superior a 220 kWh – 0%.

Já para as famílias indígenas e quilombolas inscritas no CadÚnico, o desconto pode chegar a 100%, desde que o limite de consumo de energia fique em 50 kWh por mês. Veja:

  • Consumo de 0 a 50 KWh – 100% de desconto;
  • De 51 kWh a 100 kWh – 40% de desconto;
  • De 101 kWh a 220 kWh – 10% de desconto;
  • Superior a 220 kWh – 0%.

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Greve dos servidores do BC adia 2º fase do Sistema de Valores a Receber

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fachada do prédio do banco central

A segunda fase de consulta do Sistema de Valores a Receber, que permite aos brasileiros resgatar dinheiro esquecido nos bancos, foi adiada. O motivo é a greve dos servidores do Banco Central. 

A retomada das consultas estava prevista para começar no próximo dia 2 de maio, mas ainda não há uma nova data definida. Em nota, o BC disse que o novo calendário será comunicado com a devida antecedência.

A greve dos servidores foi suspensa no último dia 19, mas a paralisação atrasou a implementação da segunda fase da ferramenta para consulta de dinheiro esquecido.

“A greve dos servidores do BC prejudicou o cronograma de desenvolvimento das melhorias do Sistema de Valores a Receber (SVR). O prazo de retorno do SVR, inicialmente previsto para 2 de maio, será adiado. A nova data será comunicada com a devida antecedência.”

Banco Central

De acordo com o Banco Central, há cerca de R$8 bilhões em valores esquecidos. Mas metade disso, cerca de R$4 bilhões, já ficou disponível durante a primeira fase do serviço.

O que é o Sistema de Valores a Receber?

O SVR, como também é chamado o Sistema de Valores a Receber, é o antigo Registrato. Trata-se de uma ferramenta que permite que pessoas físicas e jurídicas consultem se possuem ou não valores a receber de bancos ou instituições financeiras.

Os valores a receber podem ser de recursos esquecidos em 

  • contas-correntes ou poupanças encerradas e não sacadas;
  • cobranças indevidas de tarifas ou de obrigações de crédito previstas em termo de compromisso assinado com o BC;
  • cotas de capital e rateio de sobras líquidas de associados de cooperativas de crédito;
  • grupos de consórcio extintos.

Esse sistema começou em 2021 e sua primeira fase, na qual mais de R$4 bilhões foram disponibilizados para saque, encerrou no último dia 16 de abril. Na segunda fase, cuja data ainda será divulgada, mais R$4 bilhões serão liberados. 

De acordo com o Banco Central, mais de 2,85 milhões de pessoas físicas e jurídicas solicitaram resgate de valores esquecidos.

calculadora com notas de cinquenta reais ao lado
Segunda fase do Sistema de Valores a Receber ainda não tem data

Segunda fase terá mudanças para receber valores esquecidos nos bancos

Por causa da greve dos servidores, ainda não se sabe quando começará a nova fase do Sistema de Valores a Receber. Porém, o que já sabemos é que o sistema terá algumas mudanças. 

A primeira delas é que o brasileiro com dinheiro para receber não precisará mais realizar um agendamento para sacar o valor. No momento da primeira consulta já será possível solicitar o resgate. 

Além disso, o sistema passou por uma atualização que inclui novas informações repassadas pelos bancos. Isso significa que, na segunda fase, as consultas incluirão recursos de:

  • cobranças indevidas de tarifas ou obrigações de crédito não previstas em termo de compromisso;
  • contas de pagamento pré-paga e pós-paga encerradas e com saldo disponível;
  • contas encerradas em corretoras e distribuidoras de títulos e de valores mobiliários;
  • outras situações que resultem em valores a serem devolvidos pelas instituições financeiras.

Por isso, quem não tinha valores a receber antes ou até mesmo já resgatou o dinheiro, poderá consultar de novo para checar se não há novidades (mais dinheiro).

Como consultar se tenho dinheiro esquecido nos bancos?

Para saber se você tem valores a receber dos bancos, quando o novo calendário for divulgado, será possível consultar no site do Banco Central, na aba destinada ao SVR.

Quem já tem login no Portal Gov.br poderá utilizá-lo, mas quem não tem poderá realizá-lo na hora, informando CPF e criando uma senha. 

A nova etapa de consultas e de agendamento de saques deverá ser realizada em etapas, assim como a primeira, seguindo o ano de nascimento do correntista ou ano de fundação da empresa (no caso de pessoa jurídica).

O conteúdo ajudou? Então leia mais sobre o SVR: Valores a receber: saiba como consultar dinheiro de familiares que morreram!

WhatsApp caiu? Conheça outros 4 aplicativos para se comunicar

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logo de diversos aplicativos

Usuários relataram problemas de conexão no aplicativo de mensagens WhatsApp, no final da tarde desta quinta-feira, 28. O portal Downdetector, que coleta relatos sobre falhas em plataformas, identificou uma alta nas reclamações no Brasil por volta das 17h40 (horário de Brasília).

Mas você sabia que existem outros aplicativos para se comunicar?

O ideal é que você não dependa de uma única plataforma para se comunicar com os seus amigos, familiares e também colegas de trabalho. A boa notícia é que, atualmente, o mercado virtual está recheado de aplicativos com essa finalizada.

Apesar de parecer estranho não utilizar o Whatsapp, o meio de comunicação mais usado pelos brasileiros, você tem sim outras opções de contato.

Pode ser que no início você estranhe ou tenha algum tipo de dificuldade para utilizar novos aplicativos, mas nada que o tempo e uma adaptação não resolvam.

4 aplicativos para se comunicar

Se você não quer ficar dependente somente do WhatsApp e quer utilizar novos aplicativos, sobretudo no trabalho, você está no lugar certo. O FinanceOne separou algumas plataformas para você não ficar sem se comunicar. Confira!

1) Telegram

WhatsApp caiu, qual é a primeira reação de grande parte da população? Ir para o Telegram! E que tal usá-lo como mecanismo de comunicação secundário na empresa que você é dono ou trabalha?

Atualmente, ele já conta com quase 40 milhões de usuários e tem muitas funcionalidades parecidas com o seu vizinho, o WhatsApp. A sua rede vem crescendo e conta com muitas vantagens, como não ter limites para membros. É possível colocar até 200 mil pessoas em um mesmo grupo.

Além disso, o Telegram não tem limite para envio de mídias e para chats. Isso é uma vantagem grande para quem deseja enviar aquele arquivo bem grande de trabalho.

2) Slack

A plataforma conta com mais de  quatro milhões de usuários conectados. O Slack vai muito além da troca de mensagens, o serviço possui recursos que facilitam o dia a dia dos usuários. 

+ WhatsApp fora do ar: veja 3 opções para continuar com as vendas online

Um dos recursos oferecidos é a montagem de grupos exclusivos com determinados membros e a integração com outras plataformas, como: Google Drive, Pipedrive, Trello e Asana.

Usar o Slack é uma forma de concentrar todas as comunicações do trabalho em um único lugar, evitando o desencontro de informações. Porém, a ferramenta é paga, mas é possível testar a versão gratuita. 

A assinatura mensal custa a partir de US$6,67 por usuário, dependendo do plano.

menina na frente do computador
Existem diversas opções de aplicativos para se comunicar no trabalho, além do WhatsApp

3) Discord

O Discord é uma das plataformas e aplicativos mais usados no meio corporativo. Ele é 100% gratuito e conta com diversos mecanismos que possibilitam uma boa comunicação entre os membros de um mesmo time, ou vários.

É possível iniciar chats de voz e vídeo dentro do seu grupo de trabalho, além de dividi-lo por setores e colocar modo de privacidade. Também é possível adicionar os amigos e criar conversas privadas.

+ Como ganhar dinheiro com o Instagram

Outros benefícios do Discors é ter uma alta capacidade em seus servidores, que permitem acomodar até 250 mil membros e 25 mil online simultaneamente. Além disso, é considerado um dos apps mais seguros e com uma interface bem organizada – possibilitando o compartilhamento de conteúdos e integração com outras redes sociais.

Por exemplo, é possível ouvir música pelo Spotify integrado com o Discord.

4) Hangouts

O aplicativo Google Hangouts pode ser uma excelente opção secundária para usar como comunicação entre membros de uma empresa, principalmente se você já usa o gmail diariamente. 

O Hangout permite troca de mensagens, chamadas de voz, além de videochamadas. É possível, ainda, criar grupos, porém limitados a 100 pessoas e com videochamadas de até dez componentes.

Gostou dessas opções de aplicativos para se comunicar no trabalho? Então compartilhe para que mais pessoas também saibam como se virar na próxima queda das redes sociais.

*Colaboração: Bruna Somma