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Como calcular a taxa de retorno? Aprenda a medir o desempenho de um investimento

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moedas dentro de pote

Os investimentos possuem um mundo à parte, em que cada termo significa uma elemento importante do todo. Se você já se aventura nesse universo particular, deve ter visto o conceito de taxa de retorno.

A premissa de investir é abrir mão de um valor no presente esperando que quando esse dinheiro retorne no futuro, ele te traga algum lucro. Assim, existe a incidência dos juros compostos nesse valor para que ele sofra uma progressão.

Logo, se você investe R$100, é provável que você receba mais que isso quando o dinheiro retornar. Contudo, vale lembrar que também é possível perder, dependendo do risco do investimento, parte desse valor.

+ Quer investir? Veja 15 aplicativos úteis para acompanhar o mercado financeiro

É nisso que a taxa de retorno entra. Continue lendo para entender melhor!

O que é taxa de retorno?

A taxa de retorno é uma das métricas que te ajudam a mensurar o retorno financeiro que um investimento pode te oferecer. Também é conhecida como ROI (retorno sobre o investimento), um indicativo importante para acompanhar os seus lucros.

Quando pensamos em realizar cálculos em relação a esses termos logo vem na mente que pode ser algo difíciel, mas trata-se de um cálculo muito simples, que vamos aprender como executar a seguir.

Mas vale dizer que a taxa de retorno é um indicativo muito importante tanto para os que investem em renda fixa, tanto para os que investem em renda variável.

uma pequena árvore nascendo de um punhado de moedas
Deseja saber qual será o valor que seus investimentos te trarão? Então saiba como calcular a taxa de retorno

Além disso, o ROI também é utilizado em outras áreas. No Marketing, ao construir uma campanha, os analistas também ficam de olho na taxa de retorno que essa empreitada pode ter.

+ Qual é a diferença entre insider trading e front running? Entenda!

Ou seja, espera-se que os gastos sejam compensados no número de conversões que um anúncio, por exemplo, pode gerar.

Tipos

Existem três principais tipos de taxas de retorno, que são:

Taxas de retorno nominal bruto

As taxas de retorno nominal bruto são as que oferecem uma previsão do ROI antes de qualquer dedução que possa incidir sobre o valor.

Um exemplo desse tipo de taxa são os valores pré-fixados (que tem rentabilidade fixa) e pós-fixados (que segue algum indicador financeiro, tipo a Selic) nos investimentos de renda fixa.  

Taxa de retorno nominal líquido

Ao contrário da anterior, a taxa de retorno nominal líquido é quando o ROI mostra o valor já com todos os descontos que costumam atuar nos investimentos. Ou seja, mostra efetivamente o lucro que realmente entrará para o bolso do investidor.

Taxa de retorno real líquido

Por fim, vale dizer que a taxa de retorno real líquido é a que talvez seja mais importante para o investidor.

Porque é com ela que conseguimos ver o valor em que já está descontada a inflação. Pense no seguinte cenário: um investidor consegue aumentar o seu patrimônio em 20% durante o ano. Ótimo, não é?

No entanto, no mesmo período, a inflação é de 25%. Nesse sentido, além de não lucrar, o investidor ainda perdeu dinheiro. Nesse sentido, é demasiadamente importante considerar o aumento geral dos preços quando for fazer o cálculo da rentabilidade final.

+ Confira 8 investimentos isentos de IR que rendem mais do que a poupança

Como calcular?

O cálculo da taxa de retorno é basicamente o resultado da relação entre o lucro líquido e o valor investido. Assim, usamos a seguinte fórmula para encontrar esse valor:

ROI = lucro líquido (receita – investimento) ÷ valor investido

Sendo assim, o lucro líquido é o resultado da subtração da receita com o investimento. O resultado dessa operação divide-se com o valor investido. Nessa fórmula, então, você consegue identificar a proporção de valores.

Mas existem algumas dicas para esse cálculo. A primeira delas é considerar, na receita, o montante composto pelo capital investido e os demais rendimentos. Além disso, é preciso lembrar que os impostos também impactam nos ganhos.

No caso dos CDB’s, por exemplo, caso o seu investimento dure menos de 30 dias, é preciso fazer o pagamento do IOF. Por outro lado, existem investimentos que estão isentos de algumas taxas, como os LCIs e LCAs que não entram no IR.

Por isso, é importante conhecer bem o tipo de investimento que se pretende fazer e quais são as taxas que incidem sobre eles.

Gostou de saber um pouco mais sobre a taxa de retorno? Você pode continuar navegando por mais conteúdos como esse! Veja também:

STJ vota pelo Rol taxativo: entenda o que muda no plano de saúde

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médicos perfilados

O Senado Federal vai votar ainda em agosto o projeto de lei que altera as regras sobre a “cobertura mínima” dos planos de saúde no país,o chamado “rol taxativo”, criado pela Agência Nacional de Saúde (ANS).

O projeto, aprovado pela Câmara no íncio do mês, obriga planos de saúde a cobrirem tratamentos e procedimentos fora do rol.

Fato que derruba uma decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) que, em junho, validou o “rol taxativo”. Ou seja, desobrigou os convênios de garantirem tratamentos fora da lista.

O entendimento da corte afeta os cerca de 49 milhões de brasileiros que contam com planos de assistência médica. Ou seja, clientes de planos de saúde devem se atentar a mudanças na lista de serviços que são cobertos financeiramente pelas empresas contratadas.

Por que o STJ analisou o caso?

A Corte avaliava dois recursos desde setembro de 2021. Eles buscavam uniformizar a jurisprudência interna do tribunal, para que não haja entendimentos diversos. Ou seja, decisões divergentes da mesma Corte, como acontecia.

A decisão acontece porque, antes, se um paciente precisasse de algum procedimento que não estava na lista, deveria recorrer à Justiça. No geral, magistrados entendiam que o rol era exemplificativo e dava ganho de causa ao recorrente.

+ Portabilidade do plano de saúde: entenda como funciona e como fazer

O que é o rol taxativo da ANS?

O rol de procedimentos e eventos em saúde é uma lista de procedimentos, exames e tratamentos que os planos de saúde são obrigados a prestar para os seus clientes.

+ Qual é o plano de saúde mais barato do mercado em 2022? Confira lista!

A decisão do rol taxativo da ANS significa dizer que os planos de saúde são obrigados a cobrir o que está na lista.

Em caso de decisão pela exemplificatividade, o rol da ANS serviria como base para os planos de saúde, que deverão cobrir não apenas os procedimentos que estão na lista, mas abrindo a possibilidade de custeio de tratamentos não listados.

paciente sendo avaliado por enfermeira
Planos de saúde não precisam cobrir procedimentos fora da lista da ANS

A decisão foi pelo rol taxativo, mas há exceções?

Caso não haja substituto terapêutico ou esgotados os procedimentos do rol taxativo, pode haver a título excepcional a cobertura do tratamento indicado pelo médico ou odontólogo.

Entretanto, para isso, é necessário que:

  • não tenha sido indeferida pela ANS a incorporação do procedimento ao rol;
  • haja a comprovação da eficácia do tratamento à luz da medicina;
  • tenha recomendações de órgãos técnicos de renome nacional e estrangeiro, como Conitec e Natjus;
  • seja realizado quando possível o diálogo interinstitucional dos magistrados com experts na área da saúde, sem deslocamento da competência do julgamento do feito para a Justiça Federal.

CNS diz que mudança limita os benefícios e inviabiliza atendimentos

O Conselho Nacional de Saúde (CNS) através de nota afirma que a mudança rol taxativo limita os benefícios e inviabiliza atendimentos.

Segundo o órgão, isso significa que, se surgirem doenças novas como a Covid, ou doenças raras, vários procedimentos vão acabar sendo negados porque não estarão no rol obrigatório.

A CNS ressaltou ainda o impacto da decisão no Sistema Único de Saúde (SUS). De acordo com a entidade, os beneficiários que não foram atendidos pelos planos de saúde vão acabar migrando para o Sistema Público, que já se encontra sobrecarregado.

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Descubra 5 coisas que levam seu dinheiro embora

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pessoa segurando notas de real

Quem nunca chegou no fim do mês sem saber onde gastou tanto dinheiro? Isso é mais comum do que se imagina, já que existem diversas coisas que levam dinheiro embora sem nem que você perceba ou sinta.

Para evitar isso, o ideal é ter um bom planejamento financeiro e seguí-lo. Afinal, é desta forma que você conseguirá ter o controle de tudo o que entra e sai da sua conta.

É dessa maneira, também, que você vai descobrir o que está levando o seu dinheiro embora. 

Existem inúmeros hábitos que podem colaborar para que você perca dinheiro sem nem ao menos sentir. E muitas vezes são coisas básicas e que podem ser cortadas facilmente do seu orçamento.

Dúvida? Continue lendo este artigo e descubra!

5 coisas que levam dinheiro embora

Alguns hábitos precisam ser mudados se você quiser parar de perder dinheiro ou chegar no fim do mês com aquela sensação de aperto. Afinal, existem gastos irrelevantes.

E são esses hábitos que levam o dinheiro embora.

A melhor maneira de acabar com essa situação é conhecendo esses hábitos para saber como lidar.

1) Tarifas bancárias

Se tem uma coisa que leva o dinheiro embora sem nem você perceber são as tarifas do banco. E olha que podem ser muitas, hein.

Muita gente não tem o costume de olhar extrato, fatura e muito menos o contrato que foi feito com determinada instituição bancária.

Dessa forma, acabam pagando taxas que nem sabiam que existem e que, muita das vezes, são opcionais.

Veja também: É possível pedir para cancelar anuidade do cartão de crédito? Confira!

2) Multas de trânsito

Você é do tipo de motorista que não dirige com cautela? Então tome cuidado, pois as multas de trânsito também levam dinheiro embora.

É importante dirigir com prudência para que você não tenha surpresas e todo mês precise arcar com pagamento de multas.

Incidentes acontecem e uma vez ou outra é possível que você acabe sendo penalizado. Mas evite e não deixe que situações caiam na rotina.

Um leque formado por notas de dinheiro
Existem diversos hábitos que levam seu dinheiro embora

Além disso, o excesso de multa pode custar ainda mais caro para o seu bolso se você perder a sua carteira. Afinal, terá que cumprir todo o processo novamente

3) Jogos de aposta

Os sites de apostas estão cada vez mais em alta, principalmente as apostas esportivas, onde é possível dar o seu pitaco em vários tipos de competições.

No entanto, não deixa de ser um jogo de sorte. E, por isso, nem sempre há retorno e você vai sair ganhando.

Por isso, é mais uma situação onde os excessos levam seu dinheiro embora.

A dica, nesse caso, é ser cauteloso e procurar usar as apostas com inteligência. Procure dicas para conseguir se sair bem, além de assistir aos jogos e competições para ter ainda mais noção e ciência.

+ Confira os 5 melhores sites de apostas esportivas para ganhar dinheiro

4) Atrasar a fatura do cartão

Quando você atrasa a fatura do seu cartão de crédito acaba tendo que arcar com juros e multas que levam seu dinheiro embora. Isso porque os juros de cartões de crédito são um dos maiores do Brasil.

E quando você decide atrasar o pagamento da fatura, seja por não ter o valor cheio ou por qualquer outro motivo, acaba tendo que pagar esses juros que são exorbitantes.  

Vale lembrar que o valor deve ser pago na fatura vigente. Caso você resolva pagar o valor mínimo do cartão, os juros rotativos são cobrados no mês seguinte.

+ Descubra como funcionam os juros do cartão de crédito e como comparar taxas

E é preciso tomar cuidado para que isso não vire uma bola de neve e você acabe não conseguindo arcar com todo o pagamento da fatura do cartão.

5) Não investir da forma correta

Se você não investe de acordo com o seu perfil de investidor e nem tendo um objetivo claro, poderá ver o dinheiro indo embora. O que é ruim, já que você está aplicando justamente para ter bons rendimentos e não prejuízos, certo?

Por isso, ter o máximo de conhecimento sobre o investimento que você está realizando ou pensando em aplicar é fundamental.

Uma forma disso é procurar por cursos como o de Finanças e Investimentos Inteligentes do FinanceOne. Onde você consegue aprender sobre diversos tipos de aplicações para diversificar a sua carteira de investimentos.

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Entenda o que é cartão de crédito consignado e como funciona

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homem segurando o cartão e olhando o notebook

O cartão de crédito consignado é muito parecido com um cartão de crédito convencional. No entanto, é exclusivo para quem pode pegar um empréstimo consignado.

Portanto, é disponível para aposentados e pensionistas do INSS e para servidores públicos federais e estaduais. A principal diferença entre eles é a forma de pagamento.

A cobrança não vem por meio de boleto para que você efetue o pagamento. O valor é descontado automaticamente de sua conta no dia da data de vencimento.

Além de não poder atrasar, você também não pode optar por pagar um valor mínimo da parcela da fatura, o débito é feito integralmente. Por isso, as taxa de juros desse cartão são mais baixas comparadas às dos cartões convencionais.

O cartão de crédito consignado pode ser obtido diretamente com o banco no qual a pessoa tem conta. Pode haver pequenas variações entre as instituições, mas, em geral, é necessário levar os seguintes documentos:

  • RG;
  • CPF;
  • Comprovante de endereço;
  • Comprovante de recebimento do benefício (obtido no site do INSS).

Como funciona o cartão de crédito consignado?

O cartão de crédito consignado é oferecido para aposentados, pensionistas e servidores públicos. Além de trabalhadores de empresas privadas e militares das Forças Armadas.

Por lei, o cartão consignado pode utilizar um limite de até 35% do seu salário. Já na modalidade empréstimo, o valor reduz para 30%. Contudo, é possível combinar a utilização do empréstimo com o cartão consignado, sendo 30% do salário para o primeiro e 5% para o segundo.

Enquanto que o cheque especial e cartões de crédito comuns possuem uma taxa maior que 20% ao mês, em alguns casos, o cartão de crédito consignado possui uma taxa mensal de 3,5% ao mês, em média.

No caso de aposentados e pensionistas INSS, a taxa nominal é regulada pelo teto de 3,00% ao mês.

casal segurando cartão e olhando o tablet
Saiba tudo sobre cartão de crédito consignado

Já o limite do crédito consignado depende do valor do salário ou benefício. O valor da parcela vai depender também do valor gasto e do prazo escolhido para pagamento. O limite do cartão de crédito consignado é, em média, de 25 a 27 vezes o valor da margem consignável.

Portanto, mesmo que a pessoa tenha uma renda garantida no fim do mês e o banco tenha certeza do recebimento da parcela, ele avalia o histórico financeiro do cliente e todas as condições para liberar o valor requerido.

Logo que o limite é aprovado o dinheiro cai na conta em 24 horas, variando segundo cada instituição.

Quais os tipos de operação para o cartão consignado?

Existem duas opções ao contratar seu cartão:

1 – Cartão consignado com saque: você realiza o saque de parte do limite do seu cartão e pode utilizar o restante do limite de crédito com compras. O valor do saque é liberado diretamente em sua conta.

2 – Cartão consignado sem saque: você pode utilizar todo o limite de crédito com compras.

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Vantagens do cartão de crédito consignado

A principal vantagem de utilizar um cartão de crédito consignado é que você não vai ter problemas com os juros do atraso das parcelas da fatura.

Isso porque as taxas são combinadas previamente e o pagamento é debitado automaticamente. Ou seja, você não vai se endividar com facilidade. Além disso, esse tipo de cartão não tem anuidade.

Outro ponto positivo é o fato de que para ter um cartão de crédito consignado não é necessário que o cliente esteja com o nome limpo.

Como não há como atrasar as parcelas e a comprovação de renda é feita previamente através do convênio com a financeira, o banco não corre o risco de que você não pague a dívida.

Desvantagens do cartão de crédito consignado

Manter um cartão de crédito consignado sai mais barato do que ter um cartão comum. Entretanto, é uma opção mais cara do que um empréstimo consignado tradicional.

As taxas e juros cobrados são mais altas. Além disso, essa é uma opção extremamente segura, mas não deixa de ser uma estratégia que vai comprometer seu salário durante um tempo.

Portanto, tudo precisa ser planejado e controlado para que não ocorram imprevistos. Pense bem e avalie antes de fazer esta escolha.

Cartão de crédito consignado: conheça as 9 melhores opções e como solicitar

Com tantas opções de cartões no mercado fica difícil escolher a melhor opção. Por isso, acreditamos que o melhor cartão para aposentados, pensionistas, servidores e trabalhadores CLT é aquele que oferecer as melhores vantagens de pagamento para você! Ou seja, de acordo com o seu perfil de consumidor.

Então, pesquise cada cartão de crédito consignado e faça comparações e simulações para escolher a opção certa. A seguir vamos listar algumas das instituições financeiras que oferece cartões de crédito consignado:

  • Caixa
  • BMG Card
  • Banrisul
  • Bradesco
  • Daycoval

+ Veja aqui mais opões de cartão de crédito consignado

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*Colaboração: Camila Miranda

Volta ao trabalho presencial: veja direitos e deveres do trabalhador

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mulher sentado trabalhando como freela

Com os avanços nas campanhas de vacinação e diminuição dos casos de Covid-19, muitas empresas determinaram a volta ao trabalho presencial. Mas, quais são os direitos e deveres do trabalhador nessa retomada das atividades presenciais?

O primeiro ponto a destacar é que não há nada de errado no fato da empresa solicitar a volta ao trabalho presencial. No entanto, a companhia deve dar um prazo de transição de 15 dias para o retorno.

Além disso, gestantes que ainda não completaram seu ciclo de vacinação ou têm gravidez de alto risco devem permanecer no Home Office. Para os demais colaboradores, incluindo os do grupo de risco, não há restrições.

Vale destacar que se houver alguma restrição médica comprovada, o colaborador pode tentar um acordo com a empresa para manter o regime de trabalho Home Office.

+ Novas regras do contrato home office são publicadas. Veja o que muda

Alguns cuidados que devem ser observados são: a empresa deve fazer a devida alteração contratual de modelo de trabalho remoto para o presencial. O mesmo ocorre se o regime adotado for o híbrido. Ou seja, alguns dias na empresa e outros em casa.

Além disso, a convocação deve ser feita de forma escrita, para que haja maneiras de comprovar o pedido.

Para isso, vale o envio de carta registrada ou uma simples mensagem via WhatsApp ou e-mail.

O funcionário pode se recusar a voltar ao trabalho presencial?

Se o funcionário foi contratado inicialmente para o trabalho presencial, e depois migrou para o Home Office por causa da pandemia, ele não pode se negar a retornar ao escritório.

Mas, se ainda assim o colaborador se recusar a voltar ao trabalho presencial, ele pode sofrer penalizações, como advertência, suspensão e até demissão por justa causa.

Homem trabalhando em uma sala com outras pessoas e falando ao celular
Funcionários podem sofrer penalidades caso se neguem a voltar para o trabalho presencial (Foto: Divulgação)

Assim, se o funcionário não comparecer ao trabalho na data acordada, o empregador pode aplicar, em um primeiro momento, uma advertência. Se a recusa persistir, o funcionário pode receber uma suspensão de até 30 dias e, finalmente, uma demissão por justa causa.

Quais benefícios o trabalhador tem direito na volta do trabalho presencial?

Com a volta ao trabalho presencial, o funcionário volta a se submeter ao esquema de controle de jornada. E, assim, tem direito ao recebimento de horas extras.

A exceção são aqueles trabalhadores que mesmo em regime Home Office eram submetidos ao controle de jornada de trabalho, com fiscalização do empregador.

No entanto, em relação aos benefícios de vale-transporte ou auxílio gasolina; e vale-refeição ou alimentação, vale o que está previsto no contrato entre a empresa e o funcionário.

Especialmente para os contratados pelo regime das Consolidações das Leis Trabalhistas (CLT), é comum que esses benefícios estejam previstos. Mas, esta não é uma obrigatoriedade da empresa na volta ao trabalho presencial.

Vale destacar que com a volta do trabalho presencial os funcionários devem fazer a devolução dos equipamentos fornecidos pela empresa durante o Home Office. Também deixam de receber auxílios para pagamento de contas de consumo.

+ Coworking ou Home Office? Descubra o melhor modelo para a sua empresa!

O que acontece com os profissionais que trabalham em outra cidade ou estado?

Para os colaboradores que se mudaram durante o período do Home Office, há dois caminhos: tentar um acordo para seguir em regime de teletrabalho ou retornar à cidade/estado onde fica a sede da empresa para retomar as atividades presenciais.

Neste segundo caso, o próprio colaborador deve arcar com as despesas da mudança, visto que não houve um pedido de transferência feito pela empresa.

Isso porque, de acordo com a CLT, a empresa só tem obrigação de ressarcir o colaborador se a mudança foi fruto de um acordo entre as partes.

Caso não haja um acordo, pode haver um desligamento do funcionário pela impossibilidade de comparecer à empresa para exercer suas atividades laborais.

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Como receber o Auxílio Brasil pelo Caixa Tem? Confira o passo a passo

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Pessoa abrindo aplicativo do Caixa Tem no celular

Na última semana começaram a ser pagas as parcelas de R$600 e muitos beneficiários ainda têm dúvidas de como receber o Auxílio Brasil pelo Caixa Tem. Neste artigo, vamos ensinar o passo a passo.

Vale lembrar que, além dos R$600, agora também começam os pagamentos do valor dobrado do Vale Gás, de R$110.

De acordo com a Caixa Econômica, a consulta às parcelas já está liberada tanto no aplicativo do Auxílio Brasil quanto no Caixa Tem (disponível para celulares Android e iOS).

Para consultar no app do banco, basta fazer login e selecionar a opção “extrato” no menu. Lá, aparecerá os valores referentes aos dois benefícios, além do complemento do Auxílio Brasil, denominado de Benefício Extraordinário. 

Quando chegar a data de pagamento, conforme o calendário oficial do programa, o valor é creditado na conta poupança social digital. A partir desta data o beneficiário já pode movimentar o dinheiro

É possível realizar pagamentos de boletos, de contas de água, luz, energia elétrica e telefone, Pix, além de fazer compras virtuais com o Cartão de Débito da Caixa. Outra possibilidade é transferir o dinheiro para outras contas bancárias.

Como receber o Auxílio Brasil pelo Caixa Tem?

Para receber o Auxílio Brasil pelo Caixa Tem, ou seja, sacar o valor, não é necessário comparecer a uma agência.

O banco recomenda que o beneficiário dê preferência a fazer a movimentação do dinheiro pelo aplicativo, como ensinaremos a seguir. 

Siga o passo a passo:

  1. Faça login no app Caixa Tem com seu CPF e senha;
  2. No menu, procure pela opção “Saque sem cartão”; 
  3. Depois, clique em “Gerar código para saque”; 
  4. O app mostrará as orientações sobre como fazer o saque no caixa eletrônico, leia atentamente e, no final da página, clique em “Gerar código de saque” de novo;
  5. Digite a senha do aplicativo.

O código para fazer o saque aparecerá na tela seguinte e tem validade de uma hora. Ou seja, dentro da janela de 60 minutos você pode ir ao caixa eletrônico (ou lotéricas ou Caixa Aqui) e utilizá-lo para sacar o Auxílio Brasil e o Vale Gás. 

Caso o prazo de uma hora seja estourado, será necessário repetir o passo a passo para gerar um novo código. 

No caixa eletrônico:

  1. Seguindo as orientações que você leu no aplicativo, acesse o caixa eletrônico sem cartão clicando no botão “Entra”;
  2. Em seguida, clique no botão “Saque Caixa Tem”;
  3. Digite seu CPF e o código gerado no aplicativo;
  4. Informe o valor do saque;
  5. Confirme o valor e selecione o botão para sacar.
pessoa sacando dinheiro em caixa eletrônico
Beneficiários do Auxílio Brasil podem receber benefício gerando código no app Caixa Tem

Calendário de agosto começou mais cedo

Quem vai receber o Auxílio Brasil pelo Caixa Tem precisa ficar atento às atualizações no calendário do programa. Neste mês de agosto, as parcelas estão sendo depositadas mais cedo, na primeira quinzena do mês e não na segunda. 

Os primeiros depósitos começaram no dia 9 de agosto e seguirão até o próximo dia 22, segunda-feira. Mas nos meses seguintes o benefício voltará a ser depositado na dinâmica normal, na segunda quinzena de cada mês. 

Confira o calendário:

FINAL DO NISJULAGOSETOUTNOVDEZ
118919181712
2191020191813
3201121202114
4211222212215
5221523242316
6251626252419
7261727262520
8271828272821
9281929282922
0292230313023

Vale destacar ainda que o benefício extraordinário, que eleva o valor mínimo da parcela do Auxílio Brasil a R$600, é temporário. Em janeiro, o valor mínimo voltará a ser de R$400, a não ser que uma nova lei seja aprovada. 

O calendário de agosto também vale para o Vale Gás, que é pago bimestralmente às famílias do CadÚnico. Neste mês, a parcela será no valor de R$110.

O benefício equivalia a 50% do preço médio do botijão de gás de 13 kg (calculado com base nos seis meses anteriores ao pagamento), mas também teve um acréscimo extraordinário, passando a ser de 100% do preço médio até dezembro.

O conteúdo foi útil? Então compartilhe e leia também: veja 27 perguntas e respostas sobre o programa!

Qual é a melhor franquia de pizzaria em 2022? Veja 5 opções para investir

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Pizza de calabresa

Uma franquia de pizzaria está entre as melhores opções de negócio para quem quer empreender no ramo de alimentação. Além de ser altamente lucrativo, esse tipo de empreendimento já faz parte da cultura brasileira e atrai clientes facilmente se tiver uma boa receita. 

Para começar, segundo uma pesquisa da Associação Brasileira de Franchising (ABF), as franquias de alimentação faturaram R$13,5 bilhões no quarto trimestre de 2021. É um dos principais segmentos do mercado. 

Além disso, dados da Associação de Pizzarias Unidas do Brasil e da Betway, divulgados no ano passado, apontam que o Brasil é um dos países que mais consome pizza no mundo, produzindo aproximadamente um milhão delas por dia. 

Por isso apostar nesse negócio pode ser uma boa pedida! Quer saber mais? Então continue lendo este artigo!

5 opções de franquia de pizzaria para investir em 2022

Além de ser um empreendimento lucrativo, uma franquia de pizzaria faz parte de um um mercado já  consolidado. Ela também pode ser administrada com mais facilidades que outros tipos de estabelecimentos mais complexos, pois não tem muitas sazonalidades. 

O empreendedor também tem flexibilidade de atuação, já que existem vários formatos para vender esse tipo de alimento: salão a la carte, rodízio, venda em pedaços e delivery (muito comum no ramo). 

Dito isso, confira a seguir cinco opções para conhecer e apostar em 2022!

Domino’s

Um das mais famosas franquias de pizzaria, Domino’s é também a maior rede de pizzarias do mundo. São mais de 19 mil unidades espalhadas em mais de 90 países. 

Desse total, 327 lojas estão no Brasil e a empresa ainda tem plano de expansão no país: dobrar de tamanho até 2025. O modelo de negócio é focado em estratégias locais, com entrega rápida e de qualidade. 

A Domino’s oferece suporte ao franqueado com treinamentos, central de compras, estudo de viabilidade e auxílio na implementação do negócio e outros suportes. 

O franqueado pode escolher entre dois modelos de lojas: Lite (115 m²) e Lite Delivery (95m²).

  • Investimento inicial: a partir de R$840 mil
  • Taxa de franquia: a partir de R$80 mil
  • Royalties: não informado
  • Taxa de propaganda: não informado 
  • Faturamento: não informado 
  • Prazo de retorno: não informado 
  • Mais informações e cadastro: franquias.dominos.com.br

Pizza Hut

Outra opção é a famosa Pizza Hut, que atua com quatro modelos de loja, sendo os dois maiores: Pizza Hut FCD, que oferece delivery e não tem mesas (120m²); e o FCD with Seats, com mesas no local, delivery e entrega para viagem (180m²).

Os modelos menores são: Pizza Hut Food Court/Express, que é o modelo das praças de alimentação em shoppings (50m² mais 20 m² de mezanino); e o Pizza Hut Small Box, exclusivo para delivery e venda para viagem (50m²).

Esta é uma franquia com alto custo inicial, provavelmente uma das mais caras (se não a mais cara) franquia de pizzaria. Mas para quem tem como investir, compensa pela marca bem estabelecida e alta lucratividade.

  • Investimento inicial: a partir de R$1,3 milhão
  • Taxa de franquia: US$29 mil
  • Royalties: não informado  
  • Taxa de propaganda: não informado  
  • Faturamento: não informado  
  • Prazo de retorno: 3 a 4 anos  
  • Mais informações e cadastro: franquias.pizzahut.com.br

Brickell Pizzas

A Brickell Pizzas é uma franquia de pizzaria diferenciada, pois trabalha vendendo fatias prontas e o franqueado já a recebe montadas. O produto chega congelado na unidade, bastando levar ao forno e vender para o cliente quentinho. 

É bem diferente de outras empresas, que costumam trabalhar com o produto fresco, mas ganha vantagem na rapidez e praticidade. A pizza vem direto da cozinha central, que fica em Blumenau, em Santa Catarina. 

Inclusive, a empresa tem planos de expansão e, segundo informações do site, está selecionando candidatos de Santa Catarina e Paraná, além de ter lista de espera para São Paulo e Rio Grande do Sul.

O franqueado também pode oferecer buffet, além das fatias de pizza.

  • Investimento inicial: entre R$60 mil e R$160 mil
  • Taxa de franquia: não informado  
  • Royalties: 5% sobre o faturamento
  • Taxa de propaganda: 2% sobre o faturamento
  • Faturamento: não informado  
  • Prazo de retorno: não informado  
  • Mais informações e cadastro: brickellpizzas.com.br/sejaumfranqueado

Pizza Studio

O Pizza Studio é uma franquia de pizzaria baseada em um modelo de negócio americano, que já é sucesso em países como Canadá e Estados Unidos. 

Nesta rede, a inovação está na forma na forma de servir: o cliente monta a sua própria pizza na hora.

A marca salienta que o atendimento é pautado em três pilares: customização pelo cliente, ingredientes de qualidade e agilidade — pizza pronta em menos de 3 minutos.

Já existem 65 lojas no Brasil estabelecidas em Recife (PE), Goiânia (GO) e Salvador (BA).

Os principais pontos de interesse da marca para estabelecimento das unidades são: Shopping centers, pequenos centros comerciais, nas proximidades de centros médicos e hospitalares, proximidades ou dentro de universidades, ruas e locais de grande movimentação, além de aeroportos.

  • Investimento inicial: a partir de R$350 mil (sem taxa e custo de ponto)
  • Taxa de franquia: R$60 mil
  • Royalties: 6% do faturamento bruto
  • Taxa de propaganda: 2% do faturamento bruto
  • Faturamento: R$130 mil mensal
  • Prazo de retorno: 36 meses
  • Mais informações e cadastro: franqueado.pizzastudio.com.br

Super Pizza Pan

A quinta sugestão de franquia de pizzaria é uma que já faz bastante sucesso em algumas regiões de São Paulo. Existem 20 lojas da Super Pizza Pan no Brasil, onde a marca atua desde 2005.

Esse também é um modelo de fácil operação, sem necessidade de pizzaiolo e com linha de produção inteligente. O franqueado recebe suporte e treinamento para iniciar o negócio. 

Um diferencial da marca são as parcerias e ações especiais que realiza frequentemente, relacionado novos sabores a campanhas e pessoas com alguma notoriedade. 

a Super Pizza Pan tem dois modelos de atendimento: somente delivery (80 m²) e restaurante + delivery (120 m²).

  • Investimento inicial: a partir de R$420 mil
  • Taxa de franquia: não informado
  • Royalties: não informado 
  • Taxa de propaganda: não informado 
  • Faturamento: R$130 mil por mês
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Leia também: Quer abrir uma franquia de farmácia? Veja 3 opções lucrativas!

Plano de saúde após demissão: saiba se é possível manter e conheça as regras

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paciente sendo consultado pelo médico

Ser demitido da empresa e, com isso, perder o plano de saúde é motivo de preocupação para muitos trabalhadores. E aí surge a dúvida: é possível continuar com o plano de saúde após demissão?

A primeira coisa a saber é que se for uma demissão sem justa causa, então o funcionário pode permanecer com o plano de saúde da empresa, mas por um período limitado. Normalmente, esse período vai de seis meses a dois anos.

Além disso, são mantidas as mesmas condições da cobertura assistencial utilizadas no período do contrato de trabalho.

Se uma funcionária trabalhou em uma empresa por cinco meses, por exemplo, ele pode manter o plano de saúde por até seis meses. Mas se ele trabalhou por 15 anos, por exemplo, ainda que seja maior que dois anos, esse é o período máximo para a permanência dele no plano após ser demitido.

Por isso, é importante ficar atento aos direitos de quem é demitido, já que é permitido que o funcionário continue no plano mesmo após a demissão. Quer saber mais sobre o assunto? Então continue a leitura desse post!

+ Saiba tudo sobre a portabilidade em planos de saúde empresariais

Como usar o plano de saúde após demissão?

De acordo com o artigo 30 da Lei nº 9656/98 da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), quem é demitido sem justa causa tem direito ao plano por um período equivalente ao tempo trabalhado, como explicado acima.

Mas há outras condições para que o funcionário demitido possa continuar utilizando o plano empresarial.

É preciso ter contribuído com a contratação do serviço durante seu período de serviço, por exemplo. Ou seja, se a empresa pagava 100% do plano, o direito de manter o convênio médico não é mais garantido.

Vale lembrar que esse direito de ter o plano de saúde após a demissão só é válido enquanto o funcionário estiver desempregado. Por isso, assim que for contratado por uma nova empresa, o plano de saúde passa a não ter mais validade.

enfermeira sorrindo
Funcionário pode continuar com plano de saúde após demissão sem justa causa

O trabalhador deve manifestar à empresa o interesse de continuar com o plano em um prazo de, no máximo, 30 dias. Se a empresa se opor, sem uma justificativa fundamentada para tal, o profissional pode recorrer à Justiça.

Quem paga pela manutenção do plano de saúde após demissão do funcionário?

Por lei, o empregador não é obrigado a arcar com os custos do convênio do trabalhador.

Porém, algumas categorias, por meio dos sindicatos – em negociações coletivas -, conquistaram o direito de ter o plano de saúde custeado pela empresa. Por isso, vai depender de cada sindicato e categoria se o plano de saúde será custeado pela empresa ou não após a demissão.

É importante reforçar que uma das condições para continuar com o plano de saúde após a demissão é que o funcionário, enquanto trabalhava na empresa, tivesse contribuído pelo menos com uma parte do valor.

Isso quer dizer que se a empresa era responsável por arcar com 100% do plano de saúde, então o ex-funcionário não terá direito algum de utilizá-lo após a demissão.

Outro ponto importante é que se a empresa cancelar o benefício dos empregados vinculados, o colaborador que foi demitido também perde o direito ao plano.

Mas, no geral, é o ex-funcionário que arca com o valor do plano de saúde, mas na modalidade empresarial.

O que acontece com os dependentes?

Conforme já mencionado, são mantidas as mesmas condições da cobertura assistencial. Assim, se for do desejo do titular do plano, os dependentes já inscritos durante o período do contrato de trabalho seguem podendo utilizar o plano de saúde no período estabelecido.

Apenas a inclusão de novos dependentes fica limitada. Assim, só é possível incluir novo cônjuge ou filho.

+ Bradesco Saúde: saiba como funciona, quais as vantagens e o que cobre

Qual a vantagem de permanecer no plano de saúde da empresa?

Um dos benefícios de continuar com o plano de saúde após a demissão é que, caso o funcionário esteja no meio de um tratamento quando for desligado, poderá continuar com o procedimento até que ele seja finalizado e sem que haja nenhum contratempo.

Caso contrário, será preciso contratar um plano individual para dar continuidade ao tratamento, que não necessariamente garantirá a cobertura nos mesmos hospitais e com os mesmos profissionais a que estava habituado, por exemplo.

Viu, só? Continuar com o plano de saúde após a demissão é possível. Só é necessário verificar se os valores com os custos poderão ser arcados. Afinal de contas, ninguém quer ficar endividado, não é mesmo?

E você, curtiu esse texto? Quer continuar lendo ainda mais sobre o assunto? Confira agora mesmo: “carência no plano de saúde: saiba o que é e como funciona“.

Colaboração: Letícia de Jesus

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Rio Gastronomia 2022: veja quanto custa e como comprar o ingresso

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Rio Gastronomia

O Rio Gastronomia 2022 já começou e os ingressos estão à venda. O maior evento de gastronomia do Brasil acontece até o dia 21 de agosto, no Jockey Club Brasileiro. 

É necessário pagar para participar do festival e aproveitar todas as atrações, além de arcar com o consumo de alimentos no local. 

Entre os restaurantes desta edição estão: Açougue Vegano, Allma, Amir, Angu do Gomes (só até 14 de agosto), Bobbo Osteria, Barraca da Chiquita (18 a 21 de agosto), Barsa, Casa das Natas, Doutora Brownie, Fairmont Rio, 74 Restaurant, entre outos.

Esta já é a 12ª edição do evento e, além da gastronomia, contará com shows de Elba Ramalho e Frejat, fora as aulas de culinária com chefs renomados do país, como Janaína Rueda e Emerson Kim. 

A programação também inclui atrações infantis, como oficinas, e também roda gigante para os adultos. 

Quer saber mais a respeito? Então continue lendo o artigo!

Quando e onde acontece o Rio Gastronomia?

O Rio Gastronomia 2022 está sendo realizado de 11 a 14 de agosto e de 18 a 21 de agosto, no Jockey Club Brasileiro (Praça Santos Dumond, 31 – Gávea, RJ). Confira os horários:

  • 11/08 (quinta-feira) – 18h às 00h
  • 12/08 (sexta-feira) – 16h às 00h
  • 13/08 (sábado) – 12h às 00h
  • 14/08 (domingo) – 12h às 23h
  • 18/08 (quinta-feira) – 16h às 00h
  • 19/08 (sexta-feira) – 16h às 00h
  • 20/08 (sábado) – 12h às 00h
  • 21/08 (domingo) – 12h às 23h
Imagem aérea do Rio Gastronomia com pessoas em frente ao palco e a roda gigante ao fundo
Rio Gastronomia 2022 tem ingressos a partir de R$25 (Foto: Divulgação)

Qual é a programação do evento?

A programação do Rio Gastronomia 2022 inclui mais de oito shows, além das outras atrações do evento: oficinas de culinária, oficinas infantis, roda gigante, etc. Confira a agenda de shows:

  • 11/08, 20h: Elba Ramalho
  • 12/08, 20h: Fogo e Paixão
  • 13/08, 16h: Kynnie | 20h: Fernando Rosa
  • 14/08, 16h: Lica Tito | 20h: Samba de Vinil: Marcelo Serrado & Édio Nunes | 20h30: bateria da Grande Rio
  • 18/08, 20h: Frejat
  • 19/08, 20h: Fica Comigo
  • 20/08, 14h: Catha | 16h: Maliá | 20h: Roberta Sá
  • 21/08, 16h: Suricato | 20h: Samba de Santa Clara

Todos os dias de evento também contam com as fanfarras do Sesc RJ, com de 3 sets de 30 minutos cada (entre 12h30 e 15h). 

+ Festival Planeta Brasil: veja quanto custa o ingresso e como comprar

Quanto custa o ingresso do Rio Gastronomia?

O ingresso do Rio Gastronomia 2022 custa de R$27,50 a R$75 e pode ser comprado no site Ingresso Certo.

Os valores variam de acordo com o lote, dia da semana, tipo de entrada e se é promocional ou não. Crianças até 10 anos não pagam para entrar no evento.

Os valores não promocionais são:

  • Às quintas e sextas – inteira é R$70 e meia-entrada é R$35
  • Sábado e domingo – a inteira é R$75 e a meia-entrada é R$37,50

Já os valores promocionais são para quem adquire um pacote de assinatura do Jornal O Globo Digital por 3 meses + 1 Ingresso Rio Gastronomia. A assinatura é sem renovação automática e dá direito também a 15% de desconto nos estabelecimentos participantes.

  • Às quintas e sextas – inteira é R$55 (3º lote) e meia-entrada R$27,50 (3º lote)
  • Sábado e domingo – inteira é R$65 (3º lote) e meia-entrada é R$32,50 (2º lote)

Outras formas de obter descontos na entrada, além do pacote, são:

  • Assinante O Globo (50% de desconto)
  • Cliente cartão Santander (30% de desconto em até dois ingressos inteira)
  • Comprando o Solidário Mesa Brasil Sesc RJ (20% de desconto em até dois ingressos)
  • Alunos Senac RJ (50% de desconto em até dois ingressos inteira para um dia de evento)
  • Associados e funcionários Sesc RJ (30% de desconto em até dois ingressos inteira para um dia de evento)

Gostou do conteúdo? Então compartilhe e leia também: Saiba quanto custa ir à Bauernfest em Petrópolis RJ!

Custo de vida na Argentina: tudo o que você precisa saber

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bandeira da Argentina

Morar em Buenos Aires não é um sonho tão distante da realidade para muitos brasileiros. Seja para trabalhar, estudar ou mesmo para descansar. Mas qual o custo de vida na Argentina? Será que vale morar lá?

A economia dos argentinos vem enfrentando desafios: além da inflação de 70% prevista para o fechamento de 2022, a moeda está em queda livre. A perda acumulada no ano é de 25% em relação ao dólar e de quase 18% ante o real.

Se essa situação é negativa para quem vive no país, por outro lado tem sido um “paraíso” para os turistas brasileiros, pois enxergam a Argentina como um dos poucos destinos internacionais em que o poder de compra usando o real cresce, ao contrário de outros países.

A principal explicação é que o Real vale muito mais que o Peso Argentino. Ou seja, a forte desvalorização do peso argentino faz da Argentina um destino favorável para os brasileiros. Por isso, o cenário é favorável para quem deseja passar uma temporada por lá!

+ 20 dicas de como viajar sem dinheiro ou economizando ao máximo

Agora, se você pensa em arrumar um trabalho por lá, a resposta já muda. Afinal, o país vive uma crise econômica com a inflação aumentando quase mensalmente.

Aliado a isso, o novo salário mínimo do país foi fixado em $33 mil pesos. Apesar de entrar em vigor em fevereiro de 2022, ele, hoje, não chega a 50% da cesta básica. Portanto, essa não é uma boa escolha.

Preciso de visto para morar na Argentina?

Antes de analisarmos mais o custo de vida na Argentina, é preciso que fique claro que o país tem uma legislação bastante flexível no que se refere a imigração. Graças a um acordo do Mercosul, não é difícil brasileiros conseguirem morar na Argentina legalmente.

O pedido de residência pode ser feito de duas maneiras: ainda no Brasil, através dos consulados argentinos, ou já estando na Argentina. É possível entrar no país como turista e permanecer nessa condição por até 90 dias, tempo suficiente para concluir os trâmites.

Dependendo do tipo de visto (trabalho, estudo, negócios), os documentos necessários podem mudar, mas os básicos e necessários a todo tipo de estrangeiro que quer morar na Argentina são:

  • Passaporte ou carteira de identidade;
  • Prova de domicílio;
  • Formulário de solicitação do visto;
  • Certificado de antecedentes penais;
  • Também será necessário pagar uma taxa.

Assim que receber a autorização de residência, você deverá solicitar a sua DNI, ou documento de identidade argentino, junto à polícia local. Com o DNI, será possível providenciar outros documentos importantes, como o CUIL (nosso CPF), que garante a sua legalização como trabalhador.

Leve em consideração que o DNI pode levar até 3 meses para ficar pronto e durante esse tempo você deve utilizar a Precária que é um documento que atesta que o processo de residência já foi iniciado. Com ele, você pode dar entrada a outros documentos argentinos.

O que é preciso saber sobre morar em Buenos Aires

Muitos brasileiros que vão morar na Argentina são atraídos pela qualidade de vida no país. O transporte público da Argentina é bem mais eficiente do que no Brasil, existem cidades muito seguras e a saúde e educação também têm ótimos índices.

Mas vamos detalhar um pouco o custo de vida na Argentina. Moradia e alimentação, por exemplo, costumam ser mais caras por lá do que aqui. Já o transporte é bem mais barato lá. Por isso, há uma série de fatores que podem fazer o seu custo de vida mais caro ou barato no país vizinho, a começar pela cidade escolhida.

Entretanto, se compararmos o custo de vida da Argentina, em especial Buenos Aires, com o de algumas cidades brasileiras, a metrópole portenha se mostra mais barata.

Dados do Instituto Nacional de Estatística e Censos do Ministério da Economia da Argentina apontam que viver em Buenos Aires custa, em média, 24% mais barato que viver em São Paulo, por exemplo.

Então, dependendo de onde você vive no Brasil, a mudança para a Argentina pode representar alguma economia.

Aliado a isso, a média do custo de vida de médio padrão na Argentina para uma pessoa solteira, incluindo moradia, transporte, alimentação, lazer, é de cerca de 56.000 pesos. Mas esse valor varia muito de uma cidade para outra. Em Buenos Aires, a média é de 62 mil pesos. Em Córdoba, 45 mil pesos.

Contudo, é preciso levar em consideração que dentro de uma mesma cidade é possível ter custos de vida variados, dependendo do estilo de vida que se adota.

imagem de uma cidade da Argentina
Proximidade com Brasil e parceria com Mercosul facilita a moradia e o intercâmbio na Argentina

Vantagens de fazer intercâmbio na Argentina

A resposta é que o preço de um intercâmbio na Argentina é mais barato quando comparado com outros países, até mesmo da América do Sul. E como vimos o custo de vida na Argentina é mais em conta. Afinal, a moeda argentina está desvalorizada em relação ao real.

Aliado a isso, os cursos de espanhol em Buenos Aires, na capital da Argentina, destacam-se bastante por serem dinâmicos, visto que se preocupam em ensinar não apenas o idioma, mas em transmitir aos estudantes a cultura do país.

Outro ponto que vale destacar é que a faculdade de medicina na Argentina é uma das principais opções de curso do país e famosa no mundo todo, principalmente por não exigir vestibular para entrar.

O processo de ingresso na universidade é completamente diferente do Brasil e bem mais acessível.

+ Faculdade de Medicina na Argentina é mais barato? Veja Como funciona

Qualidade de vida

Como já citamos acima, o que mais atrai brasileiros para viver em Buenos Aires é, sem dúvidas, a qualidade de vida. A cidade é muito segura: apesar de furtos dentro de transporte públicos e aglomerações serem muito comuns, assaltos a mão armada ou roubos violentos são raros.

O transporte público também é eficiente e sempre há muito que fazer, não importa a hora ou o dia da semana.

Cultura, lazer, entretenimento, serviços, bares, restaurantes e boates não faltam. Além disso, caminhar pela cidade é uma das melhores opções de lazer, visto que Buenos Aires tem muitos parques e natureza, além de ruas planas.

O que conhecer na Argentina

Vai aproveitar a desvalorização do peso e viajar para a Argentina? Confira alguns destinos do país que devem ser incluídos no seu roteiro. São eles:

  • Buenos Aires
  • Ushuaia
  • Mar del Plata
  • Mendoza
  • Salta

+ Saiba quais são as moedas mais valorizadas do mundo

Gostou deste conteúdo? Então compartilhe com seu amigo de viagem que toparia viver na Argentina após ler essas informações!

*Colaboração: Camila Miranda