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Stock-to-flow: entenda como funciona o método que prevê o Bitcoin em US$1 milhão

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Moeda de Bitcoin junto a um gráfico de crescimento

As criptomoedas são ativos altamente voláteis. Ou seja, seu preço varia muito e com frequência. Mas é possível ter uma ideia de como essa volatilidade vai se comportar e investir melhor. Uma das formas é usando o método chamado de stock-to-flow.

Mais especificamente, essa metodologia é utilizada para tentar prever as oscilações do Bitcoin. Esse cálculo é feito com base em dois fatores principais: estoque e fluxo da criptomoeda. 

Afinal, já sabemos que esse ativo tem um limite: 21 milhões de Bitcoins, sendo que mais de 90% deles já foram minerados e faltam menos de 10%. 

Esse limite é fundamental para o seu valor como moeda e investimento. Sabe a lei da oferta e demanda? Pois é!

Como existe um número limitado dessas criptomoedas em circulação (e também que virão a circular futuramente), sua relativa relativa escassez o concede valor. O fato de ser necessário empregar muita eletricidade e recursos de  computação para minerar mais moedas também conta.

Se a quantidade de Bitcoin é determinante para o seu valor, a relação entre estoque e fluxo pode ser usada para mapear o comportamento da criptomoeda? Continue lendo para entender!

Como funciona o stock-to-flow?

Esse método foi inventado por um analista anônimo cujo apelido é Plan B. Ele desenvolveu o modelo de cálculo baseado nos métodos de análise de Philip Swift.

Na prática, o cálculo do stock-to-flow faz uma projeção de quantos anos serão necessários para atingir o estoque atual de Bitcoin, considerando a taxa de produção atual. Ou seja, ele projeta o preço da cripto com base no número de moedas disponíveis em relação à quantidade minerada.

Logo, na medida em que a quantidade de moedas a serem produzidas (mineradas) diminuirão, também diminuirá o número de estoque para fluxo, pois a oferta estará diminuindo. 

Por isso, esse modelo de cálculo, que é considerado uma ferramenta útil por muitos investidores, projeta um aumento de valor para o Bitcoin no futuro. No entanto, é fundamental saber que se trata de uma estimativa, não de uma previsão concreta. 

Homem segura uma moeda de Bitcoin
Stock-to-flow prevê que o Bitcoin chegará em US$1 milhão

Como é calculado?

O cálculo do stock-to-flow tenta precificar o Bitcoin de acordo com a escassez da cripto. O chamado valor SF, expresso em anos, é o tempo necessário para que o fluxo de mineração anual da cripto consuma a sua valorização.

A criação de novos Bitcoins reduz a cada quatro anos. Por isso, pela teoria de Plan B, o valor SF cai proporcionalmente, resultando em uma curva constante de alta constante no futuro.

A fórmula matemática para achar o valor SF considera o estoque de criptomoedas no mercado (circulando) e o fluxo de mineração do ativo. Ou seja:

Valor SF = estoque atual / produção

Por esse cálculo, a estimativa é de que a mineração de toda a oferta de Bitcoin que se tem atualmente, levaria cerca de 57 anos. Isso sem considerar a oferta máxima e a política de halving — quando, a cada quatro anos, as recompensas das transações são reduzidas à metade. 

Pela teoria do stock-to-flow, a cada halving o preço do Bitcoin tende a se valorizar altamente. 

Até aqui, o método já foi assertivo algumas vezes, como no primeiro semestre de 2021, por exemplo, quando a cripto chegou ao patamar de US$55 mil. Mas em alguns momentos o cálculo também se mostrou equivocado, como no segundo semestre daquele mesmo ano. 

Pela teoria de Plan B, o BTC encerraria 2021 valendo US$100 mil. Porém, a criptomoeda terminou o ano avaliada em US$45.900.

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Quais são os riscos de fazer uma venda sem nota fiscal? Entenda

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Notas fiscais espalhadas

Fazer uma venda sem nota fiscal, sejam de serviços ou produtos, costuma ser uma prática muito comum no Brasil. Uma das principais justificativas para isso é evitar a dedução de impostos sobre as vendas. No entanto, isso pode gerar prejuízos para a empresa que não declarar o Imposto de Renda.

Hoje existem ferramentas que simplificam o processo de emissão do documento, como certificados digitais que permitem emitir nota fiscal totalmente online.

Vale lembrar também que esse tipo de transação quando não declarada configura uma atividade ilícita, e a empresa pode ficar sujeita a penalidades como multas e apreensões, por exemplo.

Além disso, a venda sem nota também é ruim para o consumidor, que fica sem garantias, sem possibilidade de troca e devolução, e sem lastro que comprove a compra de determinado produto, ou a contratação de um serviço.

+ CPF na nota fiscal: saiba como resgatar o dinheiro

O que a Lei diz sobre venda sem nota fiscal

Um dos principais objetivos de um documento fiscal é permitir que o governo controle as transações comerciais realizadas em território nacional.

Com isso, através da nota fiscal emitida é determinado o valor do imposto que deverá ser calculado e pago. Além disso, a nota fiscal é usada também como uma garantia no caso de devoluções.

É comum que inicialmente os empreendedores desenvolvam diversas incertezas referentes à como manter o negócio ou a prestação de serviço de forma regularizada e uma das principais dúvidas sobre nota fiscal é em relação se é preciso ou não emiti-las.

A obrigatoriedade da emissão das notas fiscais está na Lei 8137/1990. Os únicos empreendedores liberados da emissão obrigatória, no entanto, são os MEIs quando realizam uma venda ou prestação de serviço para Pessoa Física.

Pessoa conferindo uma nota fiscal
Fazer uma venda sem nota fiscal pode trazer prejuízos para a sua empresa

Por isso, a empresa que não faz a emissão da nota fiscal deve pagar uma multa equivalente a 10 vezes o valor da nota.

Em caso de reincidência, o empreendedor pode ser detido por até cinco anos de prisão. E essa reincidência, por exemplo, pode ser muito facilmente constatada depois de percebida a ausência da primeira nota fiscal.

Nesse caso, a empresa passa por um levantamento das atividades fiscais nos anos anteriores para verificar se houve outras irregularidades.

Além de estar infringindo a lei, como explicamos acima, se a empresa deixa de emitir nota fiscal em compra e venda de produtos ou na prestação de serviços ela estará vulnerável a outros riscos. Veja outros exemplos:

Outras consequências de não emitir a nota fiscal

Mercadoria apreendida

Empresas que compram mercadorias sem nota fiscal correm riscos maiores de terem os produtos apreendidos e retidos na Receita.

Ou seja, há um grande risco de prejuízo financeiro, além dos problemas de trocas e devoluções, que tornam todo o processo de negociação de vendas vulnerável e sem credibilidade.

Perda da credibilidade dos consumidores

Um dos benefícios de vender emitindo nota fiscal é a garantia de origem dos produtos, com informações sobre o fabricante, por exemplo.

Quando você vende ou compra algo sem a nota fiscal, a empresa pode correr o risco de estar comprando ou vendendo produtos de origem duvidosa, comprometendo ainda mais a credibilidade com o seu público.

Se você promete aos clientes que vendem produtos excelentes ou serviços, mas os seus fornecedores não emitem nota fiscal, por exemplo, não é possível garantir que a matéria-prima do produto seja oriunda de um lugar confiável. Ou seja, acaba sendo uma propaganda enganosa.

Além disso, ter o nome da empresa em meio a escândalos suspeitos de corrupção e sonegação fiscal também não é nada bom, certo?

Agora você já sabe como é importante ficar atento e não fazer uma venda sem nota fiscal, certo? E se você gostou desse conteúdo e quer continuar por dentro do assunto, leia agora mesmo “nota fiscal de entrada e saída: entenda as diferenças entre as funções“.

Entenda como transferir o dinheiro do Caixa Tem pelo PIX

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uma pessoa segurando o celular

Muitos usuários que utilizam o aplicativo Caixa Tem ainda tem dúvidas sobre o seu uso. Uma delas é: como conseguir transferir o dinheiro do Caixa Tem usando PIX?

Descobrir como transferir dinheiro do Caixa Tem pelo PIX é uma ótima alternativa para quem deseja aproveitar. Afinal, através do aplicativo, é possível gerenciar suas chaves PIX e também fazer transferências gratuitamente.

Essa opção é uma alternativa às operações mais tradicionais como TED e DOC. No aplicativo do Caixa Tem, você pode selecionar a categoria “Pix” para fazer transferências entre bancos de um jeito mais fácil e a qualquer momento.

Como conseguir usar o PIX no Caixa Tem?

Assim como nos outros bancos, o Caixa Tem tem a opção de fazer transferência utilizando o PIX. Ou seja, os usuários que utilizam o app podem fazer pagamentos e também receber transferências utilizando esse método.

Para usar o PIX no app Caixa Tem, portanto, há duas opções: a primeira delas é com o QR Code. Já a segunda é com a chave PIX. Falaremos sobre como conseguir acessar o PIX em cada uma das opções. Veja só:

Chave PIX no Caixa Tem

  • Faça login no aplicativo Caixa Tem;
  • Na tela inicial, escolha a opção PIX;
  • Em seguida, clique em “transferir” ou “pagar”;
  • Informe qual tipo de chave irá utilizar (e-mail, telefone, aleatória ou CPF/CNPJ);
  • Coloque o dado da chave PIX e o valor;
  • Uma tela com os dados do pagamento irá aparecer. Se tudo estiver correto, clique em “Sim, digitar senha”;
  • Depois, digite sua senha do Caixa Tem.

Pronto. O Pix foi realizado com sucesso e você receberá um comprovante.

PIX com QR Code

  • Faça o mesmo passo a passo anterior;
  • Selecione a opção QR Code;
  • Aponte a câmera do seu celular para o quadrado do QR Code;
  • Se a leitura for correta, uma página nova se abrirá contendo os dados da pessoa;
  • Confira as informações. Se elas estiverem certas, clique em “Sim, digitar senha”;
  • Depois, digite sua senha do Caixa Tem.

O pagamento será feito através do QR Code e um comprovante liberado.

+ PIX parcelado: saiba se é possível e como funciona

+ É golpe! Estelionatários cobram falso IOF antecipado via PIX

uma pessoa segurando o celular
Saiba como transferir PIX utilizando o app Caixa Tem

Como baixar o aplicativo Caixa Tem

O download do app Caixa Tem pode ser realizado por qualquer pessoa, inclusive por quem não possui uma conta na Caixa. Para baixar o aplicativo, é preciso seguir as etapas a seguir:

  • Pesquisar o nome “aplicativo Caixa Tem” na loja de aplicativos do seu celular ou acessar diretamente pelo link do app na Google Play em aparelhos com Android ou na Apple Store para celulares que rodam o iOS da Apple
  • Acessar o aplicativo com o seu CPF e uma senha criada por você contendo 6 números
  • Clicar no serviço que deseja utilizar e seguir as instruções informadas pelo aplicativo
  • Identificar o aparelho celular utilizado por você para realizar o acesso

Qual o valor máximo de transferência do PIX? Há limite? Saiba as regras

Você já parou para se perguntar qual é o valor máximo do PIX? É comum que você não saiba essa informação, já que o PIX ainda é um novo método de fazer pagamentos e transferências entre contas.

A primeira coisa que você precisa saber é que o Banco Central (BC) não estabeleceu um valor máximo do PIX. Mas é importante que você esteja atento já que as instituições financeiras podem sim limitar a quantia a ser transferida, seguindo algumas regras, é claro.

Uma das principais regras que os bancos precisam seguir foi determinada pelo BC: o limite não pode ser inferior ao do TED nem em cartões de débito.

Outra determinação do Banco Central é que os valores transferidos por meio do PIX podem mudar de acordo com o dia da semana, hora e o canal usado para a transação.

Poucas pessoas sabem, mas desde o dia 1º de março de 2021 os bancos podem estabelecer o limite de valor máximo para PIX. Esta é uma forma de garantir a segurança e também a fraude nas transações.

+ Veja aqui qual o valor máximo de transferência via PIX

Pronto, agora você já sabe como funciona o PIX no Caixa Tem! Veja outras matérias do FinanceOne para se manter sempre informado sobre finanças:

Saiba quais são as barreiras para maior inclusão financeira

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quatro mulheres enfileiradas usando o caixa eletrônico

O Relatório de Cidadania Financeira 2021 divulgado pelo Banco Central (BC) revela que a inclusão financeira teve importantes avanços no Brasil. O percentual de adultos com acesso a serviços financeiros saltou de 85% em 2019 para 96% em 2020.

No entanto, embora tenha havido evolução, ainda existem pessoas que não conseguem acessar serviços básicos relacionados às finanças. Mas quais são as barreiras que impedem isso?

Para compreender essa questão, é preciso entender o que é, afinal, essa tal de inclusão financeira.

O termo, basicamente, se refere à promoção do acesso a produtos financeiros. Ou seja, serviços como conta corrente, poupança, pagamentos digitais, cartões de crédito, empréstimos.

No site do Guia dos Bancos Responsáveis — uma iniciativa do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) com o apoio da Oxfam Novib —, a entidade simplifica bem a ideia do termo.

“A inclusão financeira pode contribuir para o desenvolvimento sustentável de países como instrumento de redução da pobreza, bem como um meio para combater a desigualdade”.

Ainda ressalta que, a nível nacional, o governo possui o papel de regulador e facilitador nesse sentido.

Já as instituições financeiras podem desempenhar um papel vital no fornecimento de acesso ao financiamento para todos os grupos de renda em uma sociedade.

Partindo desta ideia, é possível começar a entender quais são as barreiras para um maior acesso a produtos financeiros no Brasil e no mundo.

Principais barreiras para a inclusão financeira

Uma das barreiras que ainda atrapalha esse processo se manifesta na série de exigências para abertura de contas, a burocracia.

Isso acontece principalmente em intuições mais tradicionais.

Pessoas que não cumprem todos os pré-requisitos acabam ficando de fora, o que é um problema mais comum nas classes C, D e E, de acordo com o banQi. E mesmo quando conseguem, ainda há as taxas.

Esta é mais uma barreira que pode ser apontada. Em muitos bancos ainda é comum que se cobrem taxas de manutenção, transferências e outros serviços essenciais.

São valores que, em um primeiro momento, parecem pequenos. Mas ao longo do tempo podem representar o comprometimento de uma boa parcela da renda de clientes com baixa renda.

Isso porque muitos ainda não sabem que têm direito a conta corrente gratuita em qualquer banco.

Mas a inclusão financeira não se resume à abertura de contas. Afinal, muitas pessoas que possuem suas contas ainda são, por diversas vezes, exploradas e mal informadas sobre seus direitos e possibilidades.

Educação financeira é essencial para que as pessoas com acesso aos serviços tenham autonomia para fazer boas escolhas.

A ausência disso resulta em milhões de brasileiros inadimplentes e outros muitos propensos a criar dívidas.

“É necessário que as instituições financeiras evidenciem os direitos dos consumidores e riscos de produtos e serviços oferecidos a comunidades vulneráveis. Entretanto, faltam políticas nesse sentido por parte de todos os bancos”, consta em análise do Guia dos Bancos Responsáveis.

De acordo com a organização, porém, quase todos os bancos alegam integrar a educação financeira em seus portais e produtos e serviços.

Pote com moedas e uma etiqueta onde está escrito "emergência"
Burocracia e desinformação são barreiras para a inclusão financeira

Acesso a produtos financeiros cresceu no Brasil

De acordo com a Associação Nacional das Corretoras e Distribuidoras de Títulos e Valores Mobiliários, Câmbio e Mercadorias (Ancord), em 2017 o Brasil ficou em segundo lugar no ranking da inclusão financeira e digital.

O levantamento, que analisou a evolução desses aspectos em 26 países em desenvolvimento, foi realizado pelo Instituto Brookings a partir do ano de 2015.

A pesquisa considerou quatro aspectos:

. comprometimento do país com o assunto;
. capacidade móvel;
. ambiente regulatório; e
. adoção de serviços financeiros tradicionais e digitais.

Apesar disso, ainda há barreiras a serem vencidas, como mencionado anteriormente. Parte disso pode-se relacionar com as ações voltadas para a causa por parte de instituições financeiras.

O Guia dos Bancos Responsáveis fez um ranking dos bancos com ações voltadas para a inclusão financeira. Em último lugar ficaram empatados o Safra e o BTG Pactual. Em primeiro, ficou o BNDES.

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Conheça 13 criptomoedas mais promissoras para investir em 2022

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homem levantando uma criptomoeda com uma pá

Já estamos na metade do ano e se você quer investir em criptoativos saiba que ainda dá tempo. Mas para isso você precisa começar a pesquisar o quanto antes quais são as melhores opções de criptomoedas promissoras para 2022.

Afinal, quem quer começar a investir nas moedas digitais precisa saber quais são as mais promissoras. Até porque, temos que concordar que ninguém quer investir em algo que não vai render, né?

Além disso, após as constantes oscilações do Bitcoin muitos investidores ficaram um pouco receosos em aplicar o dinheiro neste tipo de investimento. Porém, é preciso frisar que o mercado de criptomoedas ainda é promissor.

+ Saiba como investir em criptomoedas na Bolsa de Valores

Para se ter uma ideia, o valor Bitcoin ultrapassou a US$100 mil, mesmo com as oscilações da criptomoeda. Sendo assim, investir nesta ou em outros criptoativos pode ser uma alternativa para quem quer diversificar a carteira de investimentos

12 criptomoedas promissoras para investir em 2022

Ficou curioso e quer saber quais são as criptomoedas promissoras para o próximo ano? Separamos uma lista com as principais. Confira!

Bitcoin (BTC)

O ano de 2022 é o do Bitcoin, já que a previsão é que ele lidere o mercado. Até porque, como já falamos acima, a criptomoeda terá uma hipervalorização ainda este ano. Sendo assim, não há como deixar o Bitcoin fora da sua carteira de investimentos.

Mas, é claro, que você não pode ter só uma criptomoeda, sendo assim, é preciso diversificar. Por isso, continue vendo a lista de criptomoedas promissoras para 2022.

Solana (SOL)

Para quem ainda não conhece o criptoativo Solana, ela faz parte da categoria de moedas que são conhecidas como ethereum killers. E o que seria isso? Ativos que são parecidos com o Ethereum, mas que podem de alguma forma serem beneficiados pela capitalização.

A Solana é um criptoativo para ficar de olho em 2022. Isso porque comparando com os problemas do Ethereum, a Solana tem a solução. Além disso, é uma plataforma de contratos que possuem alto valor para as finanças e, de forma descentralizada.

Polkadot (DOT)

Outra criptomoeda que promete ter um bom desempenho em 2022 é a Polkadot. Ela nada mais é do que um protocolo que funciona como forma de conectar todas as blockchain. Além disso, captura grande parte do mercado da rede Ethereum.

Ou seja, a Polkadot permite a comunicação entre várias blockchains em uma rede unificada.

Dois homens carregando uma grande criptomoedas, cada
Opções de criptomoedas promissoras para 2022 não faltam

Ethereum (ETH)

Se o Bitcoin está na lista, não pode faltar o Ethereum. Afinal, ela é a segunda maior moeda do mercado e também promete ter uma excelente valorização em 2022.

O Ethereum é mais uma plataforma descentralizada, focada na execução dos famosos “contratos inteligentes”, ou seja, operações automáticas quando as condições são finalizadas ou cumpridas.

+ Ethereum: saiba qual a atualização que pode aumentar o preço da moeda

Mas, tem algo que muita gente ainda confunde. O Ethereum, diferentemente do Bitcoin, não foi criado para se tornar um moeda digital. A ideia é recompensar quem usa a plataforma, e já se tornou uma das três maiores moedas digitais do mundo.

A Chailink não pode faltar em uma lista de criptomoedas promissoras. Afinal, ganhou bastante espaço e visibilidade durante 2021 e isso deve continuar em 2022.

A LINK, como também é conhecida, nada mais é do que uma rede que foi criada com o intuito de ser uma ponte entre blockchains e mundo real. É uma rede oracle descentralizada.

A Link tem conseguido suprir a uma grande necessidade do mercado que é a integração com banco de dados, ao se integrar com o mundo externo.

Cardano (ADA)

A Cardano também merece destaque e a atenção dos investidores de criptomoedas. Em 2022 promete ser bastante falada, principalmente pelo fato de ser uma das redes com rápido desenvolvimento.

+ Cardano: entenda o que é e como funciona essa criptomoeda

Um grande destaque é que ela não é recente no mercado e há anos já vem acompanhando o Bitcoin na lista de promissoras. O Cardano funciona como um projeto de blockchain com código aberto.

Avalanche (AVAX)

Outra criptomoeda que promete ser um grande destaque em 2022 é a Avalanche (AVAX). Ela faz parte do grupo dos “ethereum killers”.

Trata-se de um protocolo com vantagens bem superiores no quesito escalabilidade e programação. Esse comparativo é feito em comparação com a rede ethereum. Ou seja, pode-se considerar que ela é uma uma blockchain (rede) e surgiu com o objetivo de competir com o ETH como plataforma de desenvolvimento de projetos.

HEX (HEX)

Para quem não sabe, o token HEX que tem a plataforma de mesmo nome foi lançado em dezembro de 2019. Além disso, ele é um token padrão ERC-20 baseado na rede Ethereum.

Mas como funciona essa criptomoeda? Ela foi criada para funcionar como uma reserva de valor com o intuito de substituir o Certificado de Depósito como a contrapartida em blockchain desse produto financeiro usado nos mercados financeiros tradicionais.

Sendo assim, o GEX é usado como um Certificado de Depósito na blockchain.

Criptomoedas do metaverso também prometem ser promissoras 

Você já ouviu falar das criptomoedas do metaverso? Essa é a novidade do momento e que promete trazer bons frutos para o mercado de moedas digitais em 2022.

O metaverso nada mais é do que uma aposta do Facebook. A plataforma anunciou recentemente que vai investir pesado neste que é considerado o futuro da companhia. 

As empresas envolvidas no projeto pretendem usar tokens de criptomoeda para representar seus produtos ou serviços no Metaverso.

Vejam algumas moedas que devem fazer parte:

  • Decentraland (MANA)
  • Enjin Coin (ENJ)
  • The Sandbox (SAND)
  • IIluvium (ILV)
  • Axie Infinity

Este último, o Axie Infinity, tem sido a sensação do momento. É a criptomoeda que surgiu do mundo dos games e tem trazido ainda mais investidores em ativos digitais.

Gostou e quer saber mais? Então veja mais sobre o Axie Infinity e saiba se o jogo é seguro.

*Colaboração: Juliana Favorito

Quem faz o saque extraordinário perde direito à multa do FGTS? Entenda!

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celular aberto na tela do fgts

A multa rescisória de 40% do Fundo de Garantia é calculada sobre os depósitos realizados pelo empregador na conta. Por conta disso, muitos trabalhadores se questionam se  quem faz o saque extraordinário pode sacar também a multa do FGTS. 

O saque extraordinário é um valor de R$1 mil que foi liberado automaticamente para quem tinha saldo no Fundo, por meio do aplicativo Caixa Tem.

O objetivo do governo ao liberar esse dinheiro era diminuir o impacto da crise financeira. 

A retirada desse valor não é obrigatória. Porém, alguns trabalhadores temem que, ao retirar os R$1 mil, isso possa reduzir a multa rescisória no caso de uma possível demissão, afinal ela é calculada em cima do valor depositado. 

Mas não é assim que funcionam as coisas e nós vamos explicar neste artigo!

Saque extraordinário retira direito à multa do FGTS?

Não! Quem optar por usar o dinheiro do saque extraordinário de R$1 mil ainda tem direito à multa rescisória do FGTS em caso de demissão. Além disso, o valor da multa não é afetado. 

Acontece que os 40% da multa são calculados sobre o valor depositado pelo patrão durante o período trabalhado e não sobre o saldo disponível.

Portanto, mesmo que o trabalhador realize qualquer saque, o percentual será calculado em cima do valor total depositado. 

Vale lembrar que a multa rescisória do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço é liberada no momento em que o trabalhador é demitido sem justa causa.

Junto com ela, ele recebe o saque integral de sua conta do FGTS, a menos que tenha optado pelo saque-aniversário.

Portanto, resgatar parte do seu saldo do Fundo de Garantia não vai alterar a sua multa rescisória.

Porém, o valor do saque extraordinário será descontado do saldo, então diminui o total a receber em caso de demissão sem justa causa. 

+ Veja como recorrer quando o saque emergencial do FGTS não é depositado

Mão segura celular aberto na tela inicial do aplicativo FGTS
Saque extraordinário do FGTS não afeta a multa rescisória (Foto: Marcelo Camargo/ Agência Brasil)

Como funciona o saque emergencial do FGTS?

No início do ano, o governo federal autorizou um novo saque emergencial do FGTS 2022, no valor de até R$1 mil.

Assim como em anos anteriores, o valor tem o objetivo de injetar mais dinheiro na economia e amenizar o impacto da pandemia. 

Qualquer trabalhador que tenha conta no FGTS, ativa ou inativa, e que com saldo pode acessar os R$1 mil. Mas esse valor é um teto máximo, se o cidadão tiver um valor inferior disponível, receberá menos. 

O saldo já foi depositado automaticamente na conta poupança social digital, o Caixa Tem, que foi aberta em nome de todos os trabalhadores que receberam. Basta acessar o aplicativo do FGTS para consultar os valores.

Na verdade, é possível consultar o saldo disponível para o saque emergencial de três algumas formas:

O saque é facultativo, ou seja, não é obrigatório, mas ficará disponível apenas até o dia 15 de dezembro. Depois disso, a quantia volta para o Fundo de Garantia.

 Quem não quiser utilizar o fundo, pode mantê-lo na conta até esse prazo acabar ou informar que não deseja o saque no aplicativo do FGTS. 

Caso o titular tenha mais de uma conta vinculada, a ordem de preferência para o saque é: contas inativas primeiro, começando pela que tiver menor saldo.

+ Confira 10 perguntas e respostas sobre o saque emergencial do FGTS

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Atraso no envio da Declaração Anual do MEI gera multa. Veja valores!

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celular com a tela do simples nacional

Neste ano, o prazo de entrega da Declaração Anual do MEI terminou no dia 30 de junho. Isso vale para quem já era MEI em 2021 ou abriu um MEI até o dia 31 de dezembro de 2021.

É o seu caso e perdeu a data? Calma, você ainda pode regularizar a situação e enviar o documento. Contudo, você vai ter que pagar uma multa. O valor dela é de 2% ao mês, com valor mínimo de R$50 e máximo de 20% sobre o valor total dos tributos declarados.

A falta da declaração não cancela o registro do MEI, mas deixa sua situação irregular. No entanto, se o MEI ficar mais de 2 anos sem entregar sua declaração há possibilidade de sua inscrição ser cancelada automaticamente.

Para resolver a situação, basta enviar a declaração normalmente, mesmo em atraso e pagar a multa. Contudo, vale destacar que quem se formalizou em 2022 só precisa fazer a declaração em 2023.

+ Como consultar a declaração anual do MEI 2022? Veja o passo a passo!

Como fazer a Declaração Anual do MEI?

Fazer a Declaração Anual do MEI é um processo bem fácil. O primeiro passo que você deve fazer é acessar o Portal do Empreendedor.

Depois, selecione a opção “Já sou MEI”. Em seguida clique em “Declaração Anual de Faturamento” e inicie a sua declaração inserindo os seus dados referente ao CNPJ.

A próxima tela vai apontar a necessidade de preenchimento sobre o Ano/Calendário. Escolha na linha “original” a opção do ano anterior para realizar a declaração.

Na seguinte tela, é possível visualizar os campos de Valor da Receita Bruta Total, onde deve ser informado o faturamento total anual da empresa.

Mais abaixo, vai aparecer um campo referente apenas ao valor das receitas como prestador de serviços de atividades de comércio, indústria e serviço de transporte intermunicipal e interestadual.

Entretanto, caso você tenha algum empregado no período indicado, marque a opção referente também nessa área. Por fim, basta continuar e emitir sua declaração.

+ Como retificar a Declaração Anual do MEI (DASN-SIMEI)? Veja o passo a passo

Mulher utiliza notebook com tela aberta no site do Simples Nacional
A declaração precisa ser feita mesmo que o MEI não tenha registrado faturamento durante o ano de 2021

Como calcular a renda bruta faturada?

Uma das maiores dúvidas na hora de preencher a Declaração Anual do MEI é quando é preciso informar a renda bruta faturada. Todavia, não precisa ficar preocupado.

Afinal, basta somar todos os valores das notas fiscais e/ou boletos emitidos ao longo do ano e, também, quantias recebidas de outras formas, como, por exemplo, dinheiro em espécie, vendas feitas por maquininhas, PIX, depósitos bancários etc.

Por isso, é importante manter um controle mensal de tudo que você recebe pela sua atuação como MEI. Caso você não tenha isso organizado, o extrato bancário e o site ou aplicativo da maquininha são de grande ajuda.

E muita atenção: o valor da receita bruta é o que determina se você está obrigado a declarar imposto de renda pessoa física pela regra de ter rendimentos tributáveis acima de R$28.559,70 em 2021.

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Conheça a criptomoeda Polis, do jogo Star Atlas, e entenda como funciona

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menino na frente de um computador jogando online
Jogos online recompensam o usuário por meio da lógica de múltiplas tarefas. (Fonte: Divulgação)

Após o sucesso da Axie Infinity, também conhecida como AXS, diversos jogos começaram a aparecer no mesmo formato e tem chamado a atenção tanto de gamers quanto de investidores do mercado. Um desses jogos, inclusive, é o Star Atlas, que utiliza a criptomoeda Polis.

Os jogos que utilizam criptomoedas são chamados de play-to-earn, e é possível que os jogadores ganhem benefícios enquanto estão jogando.

Além do mais, vale destacar que os jogos têm sido bastante lucrativos. Em 2021, por exemplo, a profissão de gamer começou a ser mais valorizada devido às grandes valorizações de tokens de jogos.

Nesse cenário, foram desenvolvidos o Star Atlas (ATLAS) e o Star Atlas DAO (Polis), que são os tokens de um jogo desenvolvido dentro do ecossistema da Solana (SOL).

A seguir, saiba mais sobre a criptomoeda Polis. Boa leitura!

+ Netflix lança documentário sobre criptomoedas. Saiba o que esperar!

+ Dicionário cripto: entenda mais de 80 termos relacionados aos ativos digitais

Como é o jogo Star Atlas

Star Atlas Game é um enorme jogo online que se passa no metaverso de jogos virtuais. Além disso, está sendo construído em Unreal Engine 5, permitindo que o jogo apresente ambientes de qualidade cinematográfica e em tempo real.

O jogo se passa em um cenário futurista de ficção científica em 2620, em que três grandes facções surgiram e estão competindo por recursos e controle: raças alienígenas, humanidade e androides sencientes.

Por isso, o jogo também está sendo conhecido por combinar diferentes gêneros. Além disso, também faz parte da estratégia do jogador desenvolver planos táticos de ações sobre como interagir com outros jogadores e facções. Parte dela é exploração, já que Star Atlas(Coin) apresenta o excesso de estrelas para exploração.

menino na frente de um computador jogando online
Jogo Star Atlas: jogadores podem comercializar itens com a criptomoeda Polis . (Fonte: Divulgação)

Os jogadores podem viajar e explorar essas estrelas independentemente através de um voo. Além disso, os jogadores podem minerar recursos e obter fluxos, tornando-o Star Atlas Game (Coin) também um jogo de RPG.

Os pilares fundamentais do Star Atlas Game, são:

  • Exploração do espaço profundo;
  • Combate;
  • Construção de estações espaciais e naves;
  • Escolher profissões no jogo para minerar recursos;
  • Forjar alianças para escalar o controle dos recursos

Star Atlas Game foi anunciado em janeiro de 2021 e vem sendo construído sobre a blockchain Solana.

O jogo tem dois tokens: o ATLAS e o POLIS.

No caso, ATLAS é o token nativo do game e o motor da economia do metaverso do jogo. Já o Polis tem seu token de governança, o qual permitirá quem tem essa criptomoeda a opinar sobre questões relativas ao jogo e a sua comunidade. 

Como funciona a criptomoeda Polis no jogo

Assim como no Axie e em outros jogos play-to-earn os jogadores podem vender itens virtuais do jogo que foram recebidos como recompensa.

No Star Atlas não é diferente: os itens podem ser vendidos em qualquer marketplace que suporte a blockchain Solana e, portanto, não são restritos às plataformas do jogo.

Como falamos, a criptomoeda Polis no jogo funciona como uma moeda digital de governança, o que garante aos seus detentores a possibilidade de conseguir influenciar nas decisões do jogo, além de ter a chance de participar das votações. A ideia é remeter ao conceito de governança descentralizada, assim como acontece no blockchain.

De acordo com os desenvolvedores, a proposta com este mundo aberto e com a permissão para negociar os itens fora das plataformas do jogo com a criptomoeda Polis é estimular a monetização do tempo gasto, além de possibilitar um benefício econômico mais real pela participação no game.

E você? Já conhecia esse jogo e a criptomoeda Polis? Compartilhe conosco, e com os demais leitores, a sua opinião sobre o universo das criptomoedas!

Sampa Sky: veja quanto custa o ingresso e como comprar

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Pessoas no deck do Sampa Sky

O Sampa Sky inaugurou em São Paulo há alguns meses e já é uma das atrações turísticas queridinhas da cidade. Com inspiração no Sky Deck, em Chicago, a atração fica no 42° andar do prédio mais alto da cidade: o Mirante do Vale, situado no Vale do Anhangabaú.

No Sampa Sky, os visitantes podem admirar a cidade de um mirante de vidro, que dá a sensação de estar flutuando. São dois mirantes retráteis, que foram projetados dessa forma para não alterar a fachada do edifício histórico onde ficam localizados.

Um tem vista para o Vale do Anhangabaú sobre o Viaduto Santa Efigênia; e o segundo, com vista para a zona leste, sobre a Avenida Prestes Maia.

O objetivo é proporcionar aos visitantes a sensação de andar sobre a cidade de São Paulo, a 150 metros de altura. Do alto é possível avistar diversos pontos turísticos, como o Farol Santander, as silhuetas de prédios da Avenida Paulista, a Prefeitura e a Praça das Artes.

O Sampa Sky tem um espaço total de 700m² e conta com janelas de vidro do teto ao chão em todo o ambiente. O espaço permite receber até 400 pessoas simultaneamente.

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Quanto custa um ingresso para o Sampa Sky?

Os preços dos ingressos para o Sampa Sky variam de R$40 a R$100, de acordo com o dia de visitação. Existe, ainda, a opção de meia-entrada.

Tem direito ao benefício estudantes, idoso, aposentados; jovens pertencentes a famílias de baixa renda (com idade de 15 a 29 anos), pessoas com deficiência e acompanhante quando necessário.

A meia-entrada também se estende a diretores, coordenadores pedagógicos, supervisores, professores e titulares de cargos do quadro de apoio das escolas das redes Estadual e Municipal do estado de São Paulo.

Veja como funciona o preço dos ingressos:

  • Inteira: R$80 (ter-sex) | R$100 (sab-dom);
  • Meia-entrada: R$40 (ter-sex) | R$50 (sab-dom);
  • Meia-entrada social (+1kg de alimento): R$50 (ter-sex) | R$60 (sab-dom);
  • Cliente Cartão de Crédito Porto Seguro Bank: R$40 (ter-sex) | R$50 (sab-dom).

Os ingressos são vendidos exclusivamente no site da Sympla. Os pagamentos em cartão de crédito podem ser parcelados em até 12 vezes sem juros.

Menina fazendo acrobacia no deck do Sampa Sky
Visitantes tem a experiência de ver a cidade a 150m de altura (Foto: Divulgação)

Quem tem direito a gratuidade no ingresso do Sampa Sky?

Crianças de até 7 anos e 11 meses têm direito a gratuidade do ingresso. No entanto, os pais ou responsável deve apresentar um documento de comprovação da idade do menor.

Além disso, as crianças devem estar acompanhadas de um adulto pagante para acessar o espaço.

A partir dos oito anos, as crianças já passam a pagar o valor de meia-entrada.

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Como funciona a visitação?

Ao comprar o ingresso, o visitante deve escolher um horário, que corresponde à entrada no espaço do Sampa Sky e não ao acesso aos decks. Para garantir a vista da cidade do alto, é preciso respeitar a fila eletrônica formada digitalmente de acordo com a ordem de chegada de cada um.

O tempo de permanência em cada deck é de um minuto e meio por pessoa (ou casal, família, grupo de amigos). Já no espaço do Sampa Sky não há limite de permanência.

A recomendação é chegar com 15 minutos de antecedência para não perder o horário. O tempo de tolerância para atrasos é de 30 minutos.

O Sampa Sky funciona de terça a domingo, nos seguintes horários:

  • Terça a Sexta-feira: de 11h às 18h30;
  • Sábado: de 9h às 18h30;
  • Domingo: de 9h às 16h.

A atração fica localizada no endereço Praça Pedro Lessa, 110 – Centro – SP. O espaço ainda conta com uma cafeteria da 3 Corações e em bar criado pela Corona. Alimentos e bebidas são vendidos à parte.

Gostou desta dica? Marca nos comentários o amigo que vai visitar o Sampa Sky com você!

Saiba quanto custa o ingresso do Tivoli Park no Rio e como comprar

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Logo Tivoli Park

Quem não gosta de sair com a família e amigos para um passeio diferente? Uma boa alternativa é ir em parques, que agrada as pessoas de todas as idades. Você que mora no Rio de Janeiro, já pensou em comprar o ingresso Tivoli Park?

Para quem ainda não conhece, o Tivoli Park foi sucesso entre as décadas de 70 e 90 e retornou em 2021 com o objetivo de divertir a população e os turistas que estão na cidade.

O parque é uma ótima oportunidade para quem quer sair da rotina para desestressar. Além disso, é possível aproveitar a companhia de quem você gosta.

O melhor é que os brinquedos que marcaram o sucesso do Tivoli Park voltaram agora, mas é claro que todos foram restaurados e adaptados para a segurança das pessoas. Também é possível encontrar novos brinquedos.

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Ficou empolgado e já quer convidar os amigos ou levar a família para o parque? Calma, antes você precisa saber quanto custa o ingresso Tivoli Park, até porque quanto mais pessoas forem com você, maior será o valor a ser pago.

Descubra quanto custa o ingresso Tivoli Park

Bom, se você quer ir ao parque para se divertir precisa saber que o valor não é tão barato quanto talvez imagine. Para se ter uma ideia, os valores do ingresso Tivoli Park variam entre R$59,99 e R$149,90, isso se forem comprados pela internet.

Mas é importante deixar claro que existe meia-entrada, para o público que tem direito. Ou seja, idosos, estudantes, jovens de baixa renda e pessoas com deficiência.

Confira abaixo os valores dos ingressos!

-> Passaporte Inteira: R$149,99;

-> Passaporte Meia: R$74,99;

-> Promoção Passaporte Antecipado: R$59,99.

Vale ressaltar que este último passaporte pode ser comprado por pessoas de todas as idades. Mas para garantir o valor da promoção, é preciso que você adquira-o até uma hora antes da abertura do parque. 

Além disso, a promoção do Passaporte antecipado é um pouco mais cara no fim de semana, custando R$69,99.

Outra informação importante é que você pode parcelar o valor do ingresso Tivoli Park em até 12 vezes no cartão de crédito. Acesse aqui para adquirir seu ingresso!

Roda gigante Tivoli Park
O valor do ingresso Tivoli Park pode variar

Onde comprar o ingresso do Tivoli Park em pontos físicos?

A venda de ingressos para o Tivoli Park também acontece em pontos físicos. Um deles é o Teatro claro Rio, localizado na rua Siqueira Campos, 143 – 2º piso – Copacabana, Rio de Janeiro. O funcionamento é de segunda a domingo, das 10h às 22h.

Outra opção é fazer a compra na bilheteria do parque, no estacionamento do Via Parque Shopping (Av. Ayrton Senna, 3.000 – Barra da Tijuca/RJ). A bilheteria também funciona de segunda a domingo, das 10h às 22h.

Nos dois casos, os clientes podem fazer o pagamento em dinheiro, cartão de débito ou crédito. Mas, a desvantagem de comprar na bilheteria do parque é que não há opção de parcelamento comprando no crédito.

Ingresso Tivoli Park: quem entra gratuitamente?

Você sabia que é possível ir ao Tivoli Park de forma gratuita? Isso mesmo, o parque disponibiliza gratuidade para pessoas nas seguintes condições:

  • Gestantes/crianças até 1 ano e 11 meses;
  • Idosos a partir de 75 anos;
  • PNE/PCD (pessoa com necessidade especial)  terá gratuidade acompanhado de (01) pagante de passaporte.

Outros valores além do ingresso Tivoli Park

O passaporte te dará ingresso para todos os brinquedos do parque. Mas, se você quiser guardar os seus pertences terá que adquirir uma chave de um guarda volumes. Afinal, a administração do parque diz que:

“O Tivoli Park não se responsabiliza por objetos deixados dentro dos brinquedos e nas dependências do parque. Procure nosso guarda volumes e fique à vontade para se divertir com tranquilidade, conforto e segurança. Você pode adquirir sua locação em nossas bilheterias ou em nossos containers de alimentação.”

A locação do armário no parque custa R$30, mas você recebe um estorno de R$10 caso devolva o cadeado com a chave. Caso perca, não haverá a devolução.

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Se for o caso de ter perdido a chave, o parque aconselha que o usuário se dirija até o local em que fez a compra para efetuar o resgate dos pertences.

Vale destacar, também, que o ingresso garante acesso ilimitado às atrações, exceto às chamadas barracas de habilidade (tiro ao alvo, argolas, boliche americano).

Além disso, comidas e bebidas são vendidos à parte. Mas, se você quiser se programar, é possível acessar o cardápio com os preços no site do parque.

Qual o horário de funcionamento e como chegar?

O Tivoli Park está localizado no Rio de Janeiro, na Barra da Tijuca. O endereço completo é Avenida Ayrton Senna, 3000.

Atualmente o parque abre todos os dias, exceto às quartas-feiras, nos seguintes horários:

  • Segundas, terças, quintas e sextas das 17h às 22h;
  • Sábados, domingos e feriados das 15h30 às 22h.

Caso você queira comparecer, entre no site e fique de olho nas atrações e promoções. O parque tem realizado várias ações, inclusive para quem deseja passar o aniversário por lá.

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Colaboração: Letícia de Jesus

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