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Conheça as 10 marcas mais fortes e valiosas do Brasil em 2022

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lu da magalu em frente a fachada da loja

Se te perguntássemos quais são as marcas mais fortes e valiosas do Brasil, você saberia responder? Talvez você tenha alguma ideia para essa resposta e até se arrisque em falar algumas. Mas aqui você saberá a lista completa!

Para não ter erro, foi realizado um estudo global do Brand Asset Valuator (BAV), ferramenta da agência de publicidade WPP. O resultado dessa pesquisa foi divulgado no dia 10 de junho, no evento que premia as marcas mais valiosas do Brasil em 2022.

É importante ressaltar que a análise de dados e a montagem do ranking foi feita pela Superunion, consultoria de marca da WPP, e pela TM20. A Economatica, Brazil Panels, ESPM e Grey foram parceiras do projeto.

O que foi levado em consideração para descobrir as marcas mais fortes e valiosas do Brasil?

Antes de você conhecer o ranking com as 10 marcas mais fortes e valiosas do Brasil, precisa entender como o estudo chegou aos nomes das empresas. 

Para começar, a pesquisa só levou em consideração as empresas que são de origem brasileiras ou que tenham uma forte operação aqui no país. 

Vale ressaltar que os dados do BAV para o Brasil se baseiam em pesquisa qualitativa com 16 mil entrevistados em 132 categorias ao longo do segundo semestre de 2021, abrangendo mais de 1.600 marcas.

Além disso, o estudo considerou marcas fortes aquelas com motores de crescimento e geração de valor. Isso foi baseado em um pilar chamado Força da Marca (Brand Strength), que é composto pela combinação de Diferenciação e Relevância. 

homem segurando celular
O Nubank está em primeiro lugar no ranking das marcas mais fortes e valiosas de 2022

No final, as marcas fortes e valiosas do Brasil trouxeram nomes de diversos setores, que vão à Tramontina a Sebrae.

Top 10 das marcas mais fortes e valiosas do Brasil em 2022

Agora que você já sabe como a avaliação foi feita, chegou a hora de conferir o ranking e as empresas que figuram nele. 

A seguir, veja três listas: as marcas mais fortes do Brasil, as marcas mais valiosas do Brasil e as marcas globais mais fortes no Brasil.

Marcas mais fortes do Brasil

  1. Nubank
  2. Tramontina
  3. iFood
  4. O Boticário
  5. Lojas Americanas
  6. Magazine Luiza
  7. Natura
  8. Sebrae
  9. Cacau show
  10. Brastemp

Marcas Globais mais Fortes no Brasil

  1. Google
  2. YouTube
  3. WhatsApp
  4. Netflix
  5. Instagram
  6. Windows
  7. Samsung
  8. Android
  9. Disney
  10. Apple

Marcas mais Valiosas do Brasil

  1. Mercado Livre – R$ 11,4 bilhões
  2. Itaú – R$ 8,2 bilhões
  3. Bradesco – R$ 4,2 bilhões
  4. Vivo – R$ 3,7 bilhões
  5. Nubank – R$ 3,6 bilhões
  6. Natura – R$ 2,9 bilhões
  7. Magazine – R$ 2,5 bilhões
  8. Skol – R$ 1,7 bilhão
  9. Petrobras – R$ 1,7 bilhão
  10. Atacadão (Carrefour) – R$ 1,6 bilhão

No caso das marcas globais, elas não são brasileiras. No entanto, têm grande poder aqui no país e se destacam dentro do nicho de atuação.

+ Franquia O Boticário: saiba qual o valor e veja como abrir

O resultado da pesquisa mostrou uma diversidade bem grande, que vai de empresas de utensílios de aço, como é o caso da Tramontina, até de incentivo a empresas (Sebrae), instituições bancárias e serviços diversos.

Sobre o ranking global das marcas internacionais mais fortes aqui no Brasil, aplicou-se a mesma pesquisa de dados. Com o resultado, percebe-se que ainda há uma consolidação de empresas do ramo de tecnologia, além das plataformas de redes sociais e streamings.

“Muito interessante perceber como o contexto no qual vivemos os dois últimos anos, bem como a intensa digitalização dos negócios modifica a paisagem que nos acostumamos a ver das marcas mais fortes ou valiosas. Novos hábitos, novos comportamentos dos consumidores, em jornadas híbridas são, de certa forma, capturados pelo estudo que desenvolvemos”, foi o que disse Marcelo Bicudo, CEO da Superunion Brasil.

Gostou de saber quais são as marcas mais fortes e valiosas do Brasil neste ano? Então compartilhe essa matéria com um amigo seu que também é antenado e vai querer ficar por dentro dessa novidade!

Revisão INSS: saiba quanto tempo demora o processo

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fachada de uma agência do inss

A revisão INSS acontece com objetivo de provar a necessidade do benefício. Porém, caso seja necessário passar por esse processo, é de suma importância entender como ele ocorre e quanto tempo dura, para que você possa se preparar.

O pedido de revisão INSS é um serviço para a pessoa que quer uma nova análise do benefício que recebe. É indicado nos seguintes casos:

  • reanálise do valor do benefício ou do tempo de contribuição considerado;
  • inclusão/alteração/exclusão de dependentes;
  • apresentação de novos documentos.

Ademais, o INSS também pode fazer esse requerimento caso eles verifiquem que algum benefício tenha sido concedido de forma equivocada. Porém, esse pedido feito por parte do órgão só pode ser feito até, no máximo, 10 anos após a liberação do benefício.

Vale dizer também que a solicitação é realizada totalmente pela internet, ou seja, você não precisa ir presencialmente ao INSS. A seguir, conheça um pouco mais sobre o processo de revisão e entenda quanto tempo leva.

+ INSS: saiba como reagendar serviços pela internet

O processo de revisão INSS

O primeiro passo para solicitar é acessar o Meu INSS. Após inserir as suas credenciais, deverá escolher a opção de Novo Pedido e escolher o tipo de serviço e de benefício que precisa revisar.

Além disso, tenha em mente que precisará de alguns dados para realizar o processo. A documentação comum para todos os casos é o número do CPF e o número do benefício.

Contudo, no caso de ser um representante legal, precisará apresentar também a procuração ou termo de representação legal (tutela, curatela, termo de guarda) e um documento de identificação com foto (RG, CNH ou CTPS) e CPF do procurador ou representante legal.

fachada do inss
Confira quanto tempo leva o pedido de revisão INSS

Com isso feito, o seu pedido de revisão INSS será enviado para a análise. Para acompanhá-lo e receber a resposta final, você deve fazer o mesmo procedimento de acesso no Meu INSS – inserindo as suas credenciais – e escolher a opção de Consultar Pedidos.

Você pode acessar a área do Meu INSS pelo site ou por aplicativo, que está disponível para Android e iOS. É possível acompanhar o pedido por telefone também, entrando em contato com a Central, por meio do número 135.

+ Perícia do INSS: saiba como consultar o resultado pela internet

Quanto tempo leva o processo?

Ao consultar o pedido de revisão INSS, você pode ter acesso a três respostas. Porém, tenha em mente que o processo de análise dura, em média, 30 dias corridos.

Contudo, segundo o Regime Geral de Previdência Social (RGPS), sob a Lei 8.213/91, o INSS possui um prazo de 45 dias para análise da revisão. Ademais, pode ser que esse prazo seja prorrogado por mais 45 dias.

Se o INSS não cumprir esse período de 90 dias para análise, você pode enviar um Mandado de Segurança que obriga o Instituto a cumprir o prazo.

Sendo assim, o primeiro tipo de resposta diz respeito à primeira etapa. Quando o status é definido como “Em análise“, quer dizer que a revisão não foi finalizada e que não há o que fazer além de esperar.

No entanto, no fim do prazo, você recebe duas respostas. Quando o status é de Revisão liberada, o órgão comunica qual foi a decisão a partir da análise feita. Dessa maneira, a revisão INSS pode ser negada ou aprovada.

Ainda existe um tipo de resposta que é o de “Pedido de exigência“, para informar a necessidade de complementar a documentação enviada.

Agora você já sabe como dar entrada no processo e quanto tempo ele demora para ser analisado.

+ Posso abrir MEI apenas para contribuir com o INSS? Entenda o que diz a lei!

Continue acompanhando o FinanceOne para ter acesso a mais informações sobre procedimentos no INSS e outros assuntos relacionados a suas finanças.

Auxílio-gasolina foi aprovado? Entenda se o novo benefício vai ou não sair!

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Homem segura uma bomba de gasolina

Quem acompanha o noticiário deve lembrar que em março deste ano o Senado Federal aprovou um benefício de R$300 para comprar combustível, que foi batizado de auxílio-gasolina. No entanto, esse programa ainda não foi efetivamente implementado. 

Acontece que o auxílio-gasolina foi aprovado no Senado, mas ainda precisa passar também pela Câmara dos Deputados, onde o processo segue parado há alguns meses. Somente depois disso, seguirá para sanção presidencial e virará lei. 

Existe uma expectativa de que o PL chegue nas mãos do presidente para ser sancionado em breve, de modo que a lei possa entrar em vigor. No entanto, tudo depende de como será a tramitação desse texto. 

Além disso, como 2022 é ano de eleição, a legislação não permite que nenhum benefício comece a ser pago até dezembro. Portanto, é provável que o auxílio fique para 2023, se for aprovado.

Quer saber mais sobre esse benefício? Então continue lendo o artigo!

Como vai funcionar o auxílio gasolina? Qual o valor?

O auxílio-gasolina está previsto no Projeto de Lei n° 1472/2021, que determina a Conta de Estabilização dos Preços dos Combustíveis (CEP). 

O objetivo é conceder um subsídio no valor de até R$300 para motoristas autônomos de transporte individual em situação de vulnerabilidade social. 

Ou seja, assim como o vale gás tem o objetivo de custear o gás de cozinha, esse seria um benefício voltado especificamente para gastos com combustível. Ele foi proposto justamente para ajudar a conter as consequências do aumento de preços. 

Pela proposta, o auxílio irá beneficiar dois grupos de motoristas, com valores diferentes, sendo eles:

  • R$300 para os motoristas de aplicativos, taxistas, motociclistas de aplicativos e condutores ou pilotos de embarcações de pequeno porte;
  • R$100 para motoristas de ciclomotor e motos de até 125 cilindradas.

O benefício de R$100 será limitado a um beneficiário por família. Para ambos os grupos, será preciso que o motorista tenha renda familiar de até três salários mínimos.

Homem abastecendo carro
Auxílio-gasolina deve ficar para 2023 (Foto: Marcelo Camargo/ Agência Brasil)

Como receber o auxílio-gasolina?

Como explicado, o auxílio-gasolina ainda não foi aprovado na Câmara. Quando isso acontecer, a ideia é iniciar os pagamentos apenas para quem já é beneficiário do programa Auxílio Brasil

Portanto, para receber é necessário:

  • estar inscrito no CadÚnico e com os seus dados atualizados
  • Ter renda familiar mensal de até três salários mínimos
  • Residir e trabalhar no Brasil
  • Usar automóveis para exercerem a profissão
  • Comprovar o exercício da profissão por meio de um documento oficial

Preço do combustível teve novo aumento anunciado pela Petrobras

Enquanto o auxílio-gasolina não sai, motoristas ainda precisam lidar com os sucessivos aumentos do preço do combustível. No último dia 18 de junho um novo reajuste entrou em vigor. 

Segundo informações da Agência Brasil, o litro da gasolina ficou R$0,20 mais caro nas refinarias da Petrobras. Com isso, o preço do combustível vendido para as distribuidoras passou de R$3,86 para R$4,06 o litro, um aumento de 5,18%.

Já o litro do diesel ficou R$0,70 mais caro: passou de R$4,91 para R$5,61, um aumento de 14,26%.

No entanto, esses são os preços das distribuidoras. Quando chega nos postos para o consumidor, esses combustíveis ficam ainda mais caros devido a incidência de impostos, a mistura obrigatória de etanol anidro e as margens de lucro. 

De acordo com a Petrobras, a parcela da empresa no preço final da gasolina ao consumidor passou de R$2,81 para R$2,96 por litro. Já no caso do diesel, em cada litro, R$5,05 são da Petrobras, valor que antes era R$4,42. 

Mas, na prática (preço para nas bombas), a média nacional já chega a mais de R$7 no caso da gasolina e R$6,90 no caso do diesel. 

Enquanto o auxílio não sai, é melhor economizar combustível! Veja qual é mais vantajoso entre etanol e gasolina.

Netflix anuncia reality baseado em Round 6: saiba como se inscrever e qual o prêmio

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pessoa contando dólar

Se você é fã da série Round 6 e já se imaginou realizando uma das provas dos episódios, saiba que agora isso será possível. A Netflix anunciou na última semana que vai produzir um reality show baseado em Round 6.

É isso mesmo que você leu. Agora será possível competir no “Squid Game: The Challenge”, nome dado ao reality show baseado na série sul-coreana.  

Vale ressaltar que a própria Netflix já divulgou que, diferentemente da série, as provas não terão risco para a vida dos participantes. Então, você pode participar do reality show sem preocupações.

Como vai funcionar o reality show baseado em Round 6?

Assim como na série, o reality show terá 456 participantes que vão competir entre si em jogos e partidas inspirados em Round 6. Se você já se interessou em participar desta competição, saiba que pessoas de todos os países poderão se inscrever.

Porém, é necessário saber falar inglês para participar, até porque o reality show será todo gravado no Reino Unido.

A Netflix também anunciou que o “Squid Game: The Challenge” será a maior competição televisionada de todos os tempos.

“Os fãs da série dramática estão em uma jornada fascinante e imprevisível, enquanto nossos 456 participantes do mundo real navegam na maior série de competição de todos os tempos, cheia de tensão e reviravoltas, com o maior prêmio em dinheiro no final”, afirmou Brandon Riegg, vice-presidente de séries sem roteiro e documentários da Netflix.

Qual será o valor do prêmio?

Para quem está animado com a possibilidade de participar de um reality show inspirado em Round 6, saber o valor do prêmio é importante. Afinal, o vencedor será premiado com uma bela quantia.

notas de euro espalhadas
O vencedor do reality show receberá 4,56 milhões de dólares

E qual seria o valor do prêmio? De acordo com a própria plataforma de streaming, o campeão do reality show levará para casa 4,56 milhões de dólares, o que é mais de 23 milhões de reais. 

Ou seja, é uma quantia bem milionária e que mudará a vida do ganhador.

Como participar do reality Round 6 da vida real?

As inscrições para participar do reality inspirado em Round 6, que será produzido pela Netflix, já estão abertas. As inscrições para o game devem ser feitas pela internet.

É importante mais uma vez dizer que, para participar, não importa a sua localidade. Basta que você tenha:

  • mais de 21 anos de idade;
  • passaporte válido; e
  • saiba falar inglês.

O recrutamento para a série já começou e o regulamento está disponível no link acima criado pela Netflix, que está em inglês, mas pode ser traduzido para outros idiomas.

Como será transmitido o programa?

Como dito acima, as gravações das provas do programa Round 6 da Netflix acontecerão no Reino Unido.

De acordo com a empresa, a previsão é de que sejam 10 episódios que irão ao ar apenas em 2023. As gravações devem acontecer durante um mês.

+ Quer participar do jogo Round 6? Não? Saiba como não se endividar

Ainda não há previsão de quando o primeiro episódio será lançado, mas, estima-se que no começo de 2023.

Assim como na série, as regras dos jogos serão passadas aos competidores. Segundo a Netflix, por ser um programa que contará com participantes do mundo todo, as instruções serão anunciadas em inglês pelo auto-falante para todos os competidores.

Haverá consequência para os participantes do Round 6?

Na série, a consequência é a morte. Mas, a Netflix já garantiu que não haverá nenhum prejuízo para a integridade física dos jogadores e o máximo que pode acontecer é voltarem para casa de mãos vazias e sem o prêmio.

Afinal, apenas um vencedor deve levar a bolada de mais de R$20 milhões de reais.

Gostou do conteúdo? Então compartilhe já essa novidade com o seu amigo que é fã da série que com certeza se inscreveria para participar! Vai arriscar?

Leia também no FinanceOne:

Saiba como reduzir custos na empresa. Confira 8 dicas que podem te ajudar!

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Quem empreende sabe que são muitos os custos que uma empresa pode ter, principalmente se ela for física as despesas podem ser até mesmo dobradas. Por isso, muitos empreendedores ficam se perguntando: como reduzir custos na empresa?

Saber como reduzir os custos na empresa é fundamental, até porque por mais que o seu lucro esteja crescendo, as suas despesas não podem aumentar na mesma proporção. Caso isso aconteça, a sua margem de lucro poderá ser pequena.

O empreendedor que consegue reduzir os custos de uma empresa pode utilizar o dinheiro para direcionar novos investimentos para o empreendimento. 

Mas, é claro, que essa redução precisa ser realizada de forma planejada para não prejudicar o seu negócio, mas sim fazê-lo crescer. Com algumas medidas simples, você consegue ter o resultado de economia que deseja. 

Como reduzir os custos? Onde e o que cortar? Como não prejudicar a empresa? Essas são algumas das perguntas que muitos empreendedores fazem. Para te ajudar, preparamos algumas dicas.

8 dicas para reduzir custos na empresa

Se você quer reduzir custos na empresa, mas não sabe por onde ou como começar esses cortes, fique tranquilo. Confira a lista abaixo com algumas dicas que podem te ajudar!

1) Invista em ações de Marketing dentro da empresa

Poucas pessoas investem no Marketing dentro da empresa, também conhecido como Endomarketing. Mas essa é uma forma de você envolver os seus funcionários com a empresa e também reduzir os custos.

Mas como isso é possível? Quando um colaborador é dedicado e gosta do local onde trabalha, ele mesmo realiza a divulgação da sua empresa. Como consequência, isso ajuda na prospecção de clientes e reduz os seus custos. 

2) Diminua pacote de telefone e internet

Sabemos que em muitas empresas ter telefone e internet é fundamental para o funcionamento do negócio. Mas ainda assim é possível reduzir esses custos de forma inteligente.

Para isso, você precisa analisar alguns pontos, como: qual a velocidade da internet preciso? Para o meu negócio funcionar é necessário ligações interurbanas ou somente as locais? 

mulher trabalhando e falando ao telefone
Saber como diminuir os custos de uma empresa é fundamental

Tendo essas informações em mãos, você consegue encontrar os planos mais em conta para a sua empresa. Por isso, a dica aqui é pesquisar em todas as operadoras que oferecem planos de internet e telefone.

Vale ressaltar que em alguns casos os pacotes podem sair mais em conta do que contratar os serviços de forma separada.

3) Flexibilize o esquema de trabalho

Se a sua empresa pode desenvolver as atividades de forma remota, flexibilizar o esquema de trabalho pode ser uma excelente forma de reduzir custos. Atualmente, o home office tem facilitado bastante e ganhado a preferência dos empreendedores.

Mas, para isso, avalie os impactos que essa mudança pode causar na rotina e no fluxo de trabalho da sua empresa.

+ Capital de giro: como obter para a sua empresa e por que é importante

É claro que, em alguns casos, é praticamente inviável o trabalho remoto. Mas, em outros, ele é ainda melhor desenvolvido e pode tornar seus colaboradores até mais motivados.

Além disso, uma outra forma de reduzir custos na empresa é adotando o esquema híbrido de trabalho. Nesse caso, você ainda continuará indo presencialmente alguns dias, mas equilibrando com o trabalho remoto.

Dessa forma, você reduz custos e gastos com água, luz, telefone e alguns recursos que passam a ser menos importantes.

4) Utilize apenas os espaços necessários

Algumas empresas podem reduzir custos cortando ou utilizando menos alguns espaços que têm pouca relevância para o dia a dia. Mas, que, ainda sim, consomem energia da mesma forma que os demais.

Por exemplo, se você tem uma sala de reunião e ela é pouco utilizada, mantenha sempre ela fechada para não gastar energia e nem materiais. Os dias em que não tiver colaborador, como sábados, domingos e trabalhos remotos, deixe tudo desligado e fora da tomada.

É importante, além de fracionar os espaços, também economizar o consumo de energia.

5) Evite tanta papelada

Um dos gastos mais comuns que uma empresa tem é com impressora e papéis. Pode parecer besteira, mas acaba sendo um consumo excessivo que no final do mês faz diferença no caixa.

Por isso, evite tantos relatórios, contratos e outros documentos de forma impressa. O que puder, mantenha virtualmente para que possa reduzir ou acabar com este consumo desenfreado.

+ 38 melhores empresas do Brasil para profissionais LGBTQIA+, segundo pesquisa

As impressoras: gastam papel, gastam tinta, gastam energia e ainda ocupam espaço. Por isso, você ganha bastante caso reduza ou retire da sua empresa.

6) Cuidado com as multas

Outra maneira de economizar é estar sempre dentro da lei. Se é burocrático, imagina se não seguir as regras? Por isso, evite multas, dívidas, pendências e qualquer tipo de encargo que possa comprometer o caixa da sua empresa.

Nesses casos, é de suma importância ter uma planilha e tudo bem organizado. Porque, em algumas situações, acontece de haver dinheiro para pagar, mas cair no esquecimento.

7) Troque, renove ou converse com fornecedores

Os seus fornecedores também podem te ajudar a reduzir os custos da sua empresa. Para isso, você precisa sentar e avaliar quais são os que te dão o maior lucro, quais que fazem sentido para o seu negócio e em quais você pode tentar uma redução.

Tente conversar com representantes para avaliar acordos e melhorar propostas. Caso necessário, troque ou renove com alguma empresa, visando sempre melhores condições. Mas, tome cuidado para não cair com a qualidade do seu produto ou serviço.

8) Substitua hora extra por banco de horas

Se o seu colaborador faz horas a mais no trabalho, qual é a sua retribuição por isso? Em algumas empresas, trabalha-se com o pagamento de horas extras, mas, em outras, aplica-se o famoso banco de horas.

Caso esteja atrás, realmente, de como reduzir custos na sua empresa, a segunda opção é a mais viável.

Se você optar por banco de horas, você vai estar cedendo para o trabalhador dias para tirar de descanso em prol daquelas horas a mais na casa. Ele pode optar por tirar esses dias próximos de feriados ou em datas que tenha compromissos e decida se ausentar.

Quando a empresa aplica o esquema de hora extra, ocorre o pagamento em dinheiro.

Este conteúdo te ajudou? Então compartilhe com o seu amigo empreendedor para que ele saiba essas formas de reduzir custos na empresa e comece a praticar.

Leia também no FinaceOne:

Meu INSS: aprenda como utilizar as principais funções do app

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fachada do inss

A tecnologia ajuda a transformar alguns processos. Sendo assim, o que era burocrático, pode se tornar mais acessível com o uso de alguns recursos. Pensando nisso, surgiu o Meu INSS, que confere mais praticidade para os beneficiários.

Logo, vale dizer que uma das principais funções do Meu INSS é agilizar alguns procedimentos por meio da internet. Ou seja, não é necessário entrar em contato por telefone ou presencialmente para uma série de procedimentos.

Sendo assim, por meio do Meu INSS, você pode:

  • Acesso ao CNIS (Extrato Previdenciário);
  • Acesso ao extrato de empréstimo consignado e de imposto de renda e à carta de concessão do benefício;
  • Agendamento e resultado de perícia médica;
  • Atualização de dados cadastrais do beneficiário;
  • Cadastro ou renovação de representante legal;
  • Cadastro de pensão alimentícia;
  • Cálculo de contribuição em atraso, emissão e ou cálculo de GPS;
  • Consulta à revisão do benefício;
  • Pedido e acompanhamento de aposentadorias, benefício assistencial e pensão por morte;
  • Pedido e acompanhamento do salário maternidade urbano;
  • Requerimento de cessação de benefício por óbito;
  • Solicitação de exclusão de empréstimo consignado;
  • Solicitação de recurso de benefício por incapacidade.

Veja abaixo como aproveitar as funções principais do Meu INSS:

+ Meu INSS: veja passo a passo para criar login e senha no site e app

As principais funções do Meu INSS

Antes de falarmos sobre as principais funções do Meu INSS, entenda como você pode acessar as suas informações no site ou no aplicativo, que está disponível para Android e iOS. A forma mais comum é usar o número do CPF e outros dados pessoais.

fachada de uma agência do inss
O app e site Meu INSS torna os serviços da Previdência mais acessíveis ao público

Contudo, você pode também fazer a validação pelo aplicativo gov.br (se tiver feito o recadastramento do título de eleitor ou a CNH digital).

Além disso, é possível acessar gerando uma senha provisória no site do seu banco ou autorizando pelo site do Banco do Brasil (caso seja cliente). Nesses casos, os bancos que possibilitam esse recurso são: Banrisul, Banese, Bradesco, Caixa Econômica, Itaú, Santander e Sicoob.

Por fim, ainda é possível acessar por certificado digital ou em nuvem. Assim, após executar seu login no Meu INSS, você pode:

Solicitar a aposentadoria ou revisão do benefício

Para solicitar a aposentadoria, acesse a área de Agendamentos/Solicitações e escolha a opção de Novo Requerimento. Dessa maneira, você terá uma lista de serviços disponíveis e terá que escolher o que você quer.

Após a escolha, clique em Atualizar e confirme os dados que aparecerão na tela. Nessa perspectiva, se tudo estiver ok, clique em Avançar e preencha as informações necessárias para concluir o seu pedido.

Agendamento da perícia no Meu INSS

Dessa vez escolha a opção de Agendar Perícia. Em seguida, terá que escolher entre Perícia Inicial, se for a primeira vez, ou Perícia de Prorrogação, se já estiver em benefício e precisar aumentar o tempo.

Depois disso, clique em Atualizar e confirme a veracidade dos dados de contato e prossiga em Avançar. Por fim, você deve informar os dados necessários para concluir seu pedido. Sendo assim, tenha em mãos:

  • Documento original com foto do interessado (RG, CNH ou Carteira de Trabalho);
  • Documentos médicos originais (exames, laudos, receitas);
  • Se houver procurador ou representante legal, levar documento de identificação com foto do mesmo (RG, CNH ou Carteira de Trabalho) e CPF, assim como procuração ou termo de representação (tutela, curatela, termo de guarda).

+ Perícia do INSS: saiba como consultar o resultado pela internet

Consultar o seu extrato de pagamento

Vá nos serviços e escolha Extrato de Pagamento. Na próxima tela, você verá o último pagamento realizado. Dessa forma, clique em Baixar PDF e o download do arquivo começará.

Calcular o tempo de contribuição

Para essa opção, vá até a área de serviços e selecione a opção de Simular Aposentadoria. Dessa forma, insira seus dados corretamente e clique em Recalcular. Por fim, você verá o resultado e terar a opção de Pedir Aposentadoria ou Baixar PDF do cálculo feito.

Agora que você conhece as funcionalidades do Meu INSS, que tal conferir mais informações sobre o serviço?
+ Veja também: entenda como desbloquear o benefício pelo aplicativo.

FinanceOne lança curso sobre educação financeira e investimentos inteligentes

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Homem segura notas de R$100

Quer aprender a gerir melhor o seu dinheiro? Então, esta novidade é para você! O FinanceOne está lançando seu primeiro curso sobre educação financeira: “Finanças e Investimentos Inteligentes”.

O curso é voltado para quem quer aprender a investir, mas que ainda têm medo ou não sabe por onde começar. Por meio dos assuntos abordados, os alunos vão desenvolver habilidades emocionais e conhecimento técnico para se tornar um investidor de sucesso.

Para fazer o curso não é preciso ter conhecimento prévio sobre o mercado financeiro e economia. Basta saber realizar operações matemáticas básicas, como somar, diminuir, dividir e multiplicar.

O curso engloba diferentes assuntos, como oportunidades e riscos dos investimentos de renda fixa e variável, como Tesouro Direto; CDBs; LCAs e LCIs; e fundos de investimento.

O objetivo do FinanceOne é que ao final do curso o aluno tenha condições de avaliar cada tipo de investimento e saiba identificar qual melhor se adequa às suas necessidades e objetivos. Além disso, o investidor vai:

  • Melhorar sua saúde financeira;
  • Ter maior autonomia na gestão do dinheiro;
  • Saber proteger o patrimônio investido;
  • Incrementar a rentabilidade do dinheiro;
  • Ficar atento às ciladas do gerente bancário;
  • Evitar perdas importantes nos investimentos.

Quanto custa e quais são as formas de pagamento?

O curso tem o valor total de R$497. O pagamento pode ser feito à vista ou parcelado no cartão de crédito em até 12 vezes sem juros.

Ao adquirir o curso, os alunos terão acesso a:

  • Apresentação completa das aulas em PDF;
  • 38 vídeo-aulas gravadas; e
  • Apostila com conceitos do mercado financeiro.

E o melhor: o curso sobre educação financeira do FinanceOne tem acesso vitalício. Ou seja, você compra uma vez e terá sempre em mãos um conteúdo atualizado sobre investimentos.

Quem comanda as aulas é Daniel Garza, educador e assessor financeiro especializado em finanças pessoais e investimentos inteligentes. Garza é sócio da Manchester Investimentos, um dos escritórios de maior crescimento no mercado financeiro, vinculado à XP Investimentos.

Qual conteúdo do curso sobre educação financeira do FinanceOne?

O curso está dividido em oito módulos, mais dois extras, sobre diferentes assuntos para quem quer ter sucesso em seus investimentos. Entre eles, renda fixa e variável, previdência privada, como montar uma carteira de investimentos e outros.

Todo conteúdo é abordado de maneira fácil e didática para que até aqueles que têm pouca intimidade com o assunto possam acompanhar as aulas.

Confira os conteúdos abordados no curso

Módulo 1 – Introdução às Finanças Pessoais

  • Qualidade de vida e formas de geração de Renda;
  • Principais problemas das finanças pessoais saudáveis;
  • Juros compostos e fases de vida financeira;
  • Patrimônio: Ativos e Passivos.

Módulo 2 – Introdução ao Mercado Financeiro

  • Sistema financeiro nacional;
  • Indicadores econômicos e financeiros;
  • Riscos dos investimentos;

Módulo 3 – Renda Fixa Pública

  • Introdução à renda fixa;
  • Renda Fixa Pública: Tesouro Direto;
  • Tesouro Direto: Conheça os títulos do Tesouro Parte 1;
  • Tesouro Direto: Conheça os títulos do Tesouro Parte 2;

Módulo 4 – Renda Fixa Privada

  • Que são os CDBs, LCAs e LCIs Parte 1;
  • Que são os CDBs, LCAs e LCIs Parte 2;
  • CRIs, CRAs e Debêntures;
  • Fundo Garantidor de Crédito e Tributação na renda fixa;

Módulo 5 – Renda Variável Fundos

  • Introdução à renda variável;
  • O que são os fundos de investimento;
  • Taxas e tributação nos fundos;
  • Como comparar os fundos;

Módulo 6 – Renda Variável Bolsa de Valores

  • Introdução à bolsa de valores;
  • Análise Técnica e Médias Móveis;
  • Como operar o Home Broker;
  • Como operar os gráficos no Trade Zone;

Módulo 7 – Estratégias de Operação em Bolsa

  • Fundos de ações vs ETFs;
  • Value Investing vs Buy & Hold;
  • Estratégia Barbell com rebalanceamento dinâmico;

Módulo 8 – Previdência Privada

  • Entenda os planos PGBL vs VGBL;
  • Entenda as tabelas de tributação: Progressiva vs Regressiva;
  • Taxas, carências e formas e resgate;
  • Tábuas atuariais, planejamento sucessório e segurança;

Bônus: Módulo 9 – Montagem da Carteira de Investimentos

  • Estratégias de diversificação de investimentos;
  • Como escolher os investimentos para cada tipo de objetivo (Parte 1);
  • Como escolher os investimentos para cada tipo de objetivo (Parte 2);
  • Montagem da carteira de investimentos inteligente (Parte 1);
  • Montagem da carteira de investimentos inteligente (Parte 2);

Bônus: Módulo 10 – Como lidar com Crises Financeiras

  • História das principais crises financeiras;
  • Crise Covid-19: a tormenta que ninguém esperava;
  • Proteção de carteira: conceitos básicos.

+ Veja qual corretora de investimentos tem o melhor atendimento no Brasil

Como se inscrever no curso?

Para se inscrever no curso sobre educação financeira do FinanceOne é simples. Basta acessar a página do Finanças e Investimentos Inteligentes e clicar em “Quero aprender”.

Depois disso, você será redirecionado a uma página para escolher sua forma de pagamento: à vista ou parcelado em até 12 vezes.

Feito isso, aparecerá uma tela com um vídeo de apresentação do curso e um formulário, que deve ser preenchido com o nome, e-mail e telefone do aluno, além da forma de pagamento.

Pronto, o acesso ao curso será liberado assim que o pagamento for aprovado.

Gostou da novidade? Diga aí nos comentários aquele amigo que vai fazer o curso sobre educação financeira do FinanceOne junto com você!

Tudo o que você precisa saber para começar a montar uma reserva de emergência

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pessoa segurando notas de real

Você já ficou desempregado e passou aperto com as contas e dívidas? Se tivesse guardado dinheiro teria resolvido seu problema? Caso tenha respondido ‘sim’ aos dois questionamentos, você precisa saber mais sobre como montar uma reserva de emergência.

Não só nesse caso, mas sempre é bom poupar dinheiro para se usar em casos emergenciais. Por exemplo, em uma internação, tratamento de uma doença, perda do emprego, falência.

A reserva de emergência deve funcionar como um kit de primeiros socorros que você guarda na sua casa. Mas, só deve ser usada em casos de real necessidade.

Festas, restaurantes, cinema, roupas novas não são emergências. O recomendado é que você não mexa na sua reserva financeira até que precise dela de verdade.

Um ponto positivo de ter esse dinheiro guardado é a tranquilidade para viver um período de aperto. Por mais que não sejam situações agradáveis de se passar, todos estão suscetíveis a emergências.

E nunca sabemos quando isso pode acontecer. Por esse motivo, a dica é poupar e ter uma reserva financeira.

A seguir, responderemos algumas perguntas sobre como montar uma reserva de emergência:

Como calcular a reserva de emergência?

A primeira dúvida sobre o assunto é: “Como devo calcular o valor da minha reserva de emergência?”. A equação é bem simples.

A reserva deve ser igual ao seu custo de vida durante seis meses. Mas, atenção! Não confunda esse valor com seu salário!

Para isso, faça um orçamento com o objetivo de precificar o quanto gasta todos os meses.

Liste itens como:

  • Despesas fixas;
  • Despesas variáveis;
  • Gastos extras;
  • Gastos supérfluos.

Conte com o auxílio de um caderno, de uma planilha ou até de aplicativos especializados no assunto. Não deixe nada de fora!

moedas dentro de pote para reserva de emergência
Montar uma reserva de emergência é uma forma de prevenção para apertos financeiros no futuro

Depois de chegar ao valor médio que gasta todos os meses, multiplique por seis.

Se você, por exemplo, recebe R$4 mil e gasta R$3 mil por mês, seu cálculo deverá ser feito com base no segundo valor. Ou seja, 3 x 6 = R$18 mil (valor recomendado para sua reserva de emergência).

Como investir e render a reserva?

Para chegar até ao valor estipulado para sua reserva podem demorar alguns anos. Guardar o dinheiro em um cofrinho ou na conta corrente até podem ser soluções úteis.

Contudo, o ideal é que sua verba tenha rendimentos. Assim, ficará mais fácil atingir o valor da sua reserva de emergência.

O recomendado é aplicar no Tesouro Selic, que rende mais que a poupança. Outra dica é fazer investimentos líquidos e seguros que permitam o resgate a qualquer momento, em casos emergenciais.

Fique ligado também se não terá oscilações nos rendimentos. Uma Certificação de Depósito Bancário (CDB), que ofereça liquidez diária, é uma ótima alternativa. As LCI (Letras de Crédito Imobiliária) e a LCA (Letras de Crédito do Agronegócio) também são opções.

É importante entender que quanto maior o período de aplicação do dinheiro, mais juros ele rende. E, assim, acelera o crescimento da sua verba.

Como poupar e cortar os gastos?

Para fazer uma aplicação ou um investimento é preciso ter dinheiro. Por isso, a regra é poupar todos os meses e cortar alguns gastos supérfluos.

A indicação é não esperar até o final do mês para verificar se sobrou algum dinheiro. Para só então guardá-lo.

Especialistas afirmam que as pessoas devem poupar assim que recebem. Como se fosse uma data de vencimento de uma conta. Para começar, reserve uma pequena fatia do seu salário. Aumente os valores aos poucos, na mesma proporção que se acostuma com o novo hábito.

A regra para fazer um investimento é clara: gaste menos do que você ganha. Então, aplique essa diferença.

Se ainda não faz isso, é o momento de analisar suas despesas e perceber quais são os potenciais desperdícios.

Pode ser que você tenha que fazer uma readequação no seu padrão de vida. Como por exemplo, usar mais o transporte público, economizar a conta de luz ou cancelar a assinatura da TV a cabo.

Outra dica preciosa é evitar comprar por impulsos. Assim como ir todos os finais de semana ao shopping ou a restaurantes caros. A palavra-chave é equilíbrio.

Onde devo deixar a reserva de emergência em 2022

Para a reserva de emergência o mais adequado é escolher investimentos seguros e de alta liquidez para investir o montante. Dessa maneira, você tem certeza de que os valores estão disponíveis para retirar se houver necessidade.

A seguir, veja algumas opções de investimentos para reserva de emergência em 2022.

CDB com liquidez diária

Certificado de Depósito Bancário (CDB) está associado às instituições financeiras. Neste tipo de investimento, os recursos captados são usados para que as instituições cubram as suas operações.

Há diversos CDBs no mercado financeiro, com diferentes prazos e formas de rentabilidade. No entanto, nem todos apresentam liquidez diária.

Portanto, os que apresentam essa característica costumam ser pós-fixados atrelados ao CDI (Certificado de Depósito Interbancário). Para investir a sua reserva no CDB, lembre que o título de alta liquidez é a melhor opção.

Contas que rendem

Com o aumento das fintechs e dos bancos digitais, foi preciso criar diferenciais para alcançar um público maior.

Com isso, surgiu a opção de oferecer uma conta remunerada, em que o seu dinheiro, só de estar naquela carteira, possui um rendimento. E isso pode ser ótimo para para quem está fazendo uma reserva de emergência.

Na maior parte dos casos conseguem alcançar uma renda de pelo menos 100% do CDI. Vale informar também que ao escolher uma conta remunerada é preciso consultar se possui proteção do Fundo Garantidor de Crédito (FGC).

São exemplos de contas remuneradas:

  • Picpay;
  • C6 Bank;
  • Conta digital Mercado Pago;
  • Banco Original.

LCI e LCA com liquidez diária

Você já ouviu as siglas LCI e LCA? Saibam que elas significam Letras de Crédito Imobiliário e Agropecuário e se configuram como papéis de renda fixa do setor privado.

Seu funcionamento é similar ao dos CDB’s, em que você concede capital aos emissores e recebe remuneração por esse empréstimo. Além disso, esses títulos costumam render mais que o exemplo anterior e não sofrem tributação.

Ter uma reserva econômica, portanto, é importante e pode salvar em muitas situações de apuros. E, você, já começou a poupar?

*Colaboração: Camila Miranda

Pedi demissão: tenho direito de sacar o FGTS? Veja quando é possível

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celular aberto na tela do fgts

Você pediu demissão do seu trabalho e agora está querendo saber se tem ou não direito de sacar o FGTS? Essa é uma dúvida muito comum entre os trabalhadores brasileiros.

No entanto, essa resposta é relativa e depende de alguns fatores, simplesmente porque o benefício tem como objetivo proteger os trabalhadores que trabalham de carteira assinada e são demitidos sem justa causa.

Ou seja, existem situações específicas que é possível ter o direito de sacar o FGTS. Então como você pode fazer o saque do FGTS mesmo pedindo as contas? O FinanceOne te conta!

Como ter o direito de sacar o FGTS ao pedir demissão?

Antes de tudo, a modalidade mais comum que os brasileiros conhecem do saque do FGTS é a que acontece após ser demitido sem justa causa.

Contudo existe uma possibilidade que permite que o trabalhador receba o valor disponível na conta do benefício mesmo após pedir as contas.

Ou seja, aqueles que solicitaram a demissão possuem o direito de sacar o FGTS. Pela lei, há duas situações específicas, confira quais são:

  • A Permanência do trabalhador titular da conta vinculada por três anos ininterruptos fora do regime do FGTS, com afastamento a partir de 14/07/1990;
  • Permanência da conta vinculada por três anos ininterruptos sem crédito de depósitos, cujo afastamento do trabalhador tenha ocorrido até 13/07/1990.

Quando posso sacar o FGTS após pedir demissão?

Como já falamos acima, o trabalhador só pode sacar o FGTS após pedir demissão quando ficar mais de três anos fora do regime CLT ou desempregado por igual período possuem o direito de sacar o FGTS integralmente.

Se você está nesta situação, saiba que é possível solicitar o saque do FGTS a partir do mês do seu aniversário. Mas para isso é necessário que você ou o seu representante legal realize a solicitação do saque.

E como isso é feito? Você precisa ir até uma uma agência do INSS com todos os documentos e fazer o pedido. O saque será liberado em até cinco dias úteis.

Vale ressaltar que se a sua situação não se assemelha a nenhuma das que foram descritas acima, você ainda não pode realizar o saque do benefício após o pedido de demissão.

Essa é uma forma de ajudar o trabalhador que pode estar passando por dificuldades financeiras devido a falta de trabalho. Por isso, a pessoa passa a ter o direito de sacar o benefício.

Outras situações que permitem o saque do FGTS:

Ainda assim, existem cerca de 19 situações específicas que permitem o saque do FGTS. Por isso, confira quais são e veja se você ou alguém que você conhece se enquadra em alguma!

  • Término do contrato por prazo determinado;
  • Rescisão por falência, falecimento do empregador individual, empregador doméstico ou nulidade do contrato;
  • Rescisão do contrato por culpa recíproca ou força maior;
  • Aposentadoria;
  • Necessidade pessoal, urgente e grave, decorrente de desastre natural reconhecido, por meio de portaria do Governo Federal;
  • Suspensão do Trabalho Avulso;
  • Falecimento do trabalhador;
  • Idade igual ou superior a 70 anos;
  • Portador de HIV – SIDA/AIDS (trabalhador ou dependente);
  • Neoplasia maligna (trabalhador ou dependente);
  • Estágio terminal em decorrência de doença grave (trabalhador ou dependente);
  • A aquisição de casa própria, liquidação bem como a amortização de dívida ou pagamento de parte das prestações de financiamento habitacional.

Quais são os direitos do trabalhador que pede demissão

Embora não seja possível sacar o FGTS no pedido de demissão, imediatamente, o trabalhador garante diversos direitos trabalhistas.

Assim, ele recebe uma série de parcelas rescisórias. Dentre elas estão o 13º proporcional, bem como as férias proporcionais. Sobre estas há adicional de 1/3.

Ainda, caso haja períodos de férias vencidos, o trabalhador também os recebe, em dobro e com o adicional de 1/3. Igualmente, há direito ao recebimento do saldo de salário. Ele corresponde ao valor dos últimos dias de trabalho, até o pedido de demissão.

+ Plano de saúde após demissão: saiba se é possível manter e conheça as regras

Além disso, como vimos acima, há formas de sacar o FGTS retido por pedido de demissão. Contudo, o trabalhador precisa preencher os requisitos específicos de cada modalidade.

Quais são os deveres do trabalhador no pedido de demissão

Além dos direitos no pedido de demissão, precisamos falar também dos deveres.

Como é uma decisão do colaborador, ele também precisa se manter responsável por algumas questões trabalhistas.

1 – Cumprimento de aviso-prévio

O principal dever de um colaborador que pede demissão é o cumprimento do aviso-prévio. Ele é um período de 30 dias entre o momento em que o colaborador comunicar sua demissão e a sua saída oficial da empresa.

O cumprimento deste período é um obrigatório, e não pode sofrer redução de carga, como no caso de uma demissão por parte do empregador. Existem, porém, outras duas alternativas.

Uma delas é a possibilidade de negociação com o empregador, em que ambas as partes entram em acordo sobre o cumprimento deste período de aviso-prévio.

Assim, o funcionário deixa de ter essa obrigação e pode fazer a rescisão do contrato de trabalho.

Se o funcionário não puder ou não quiser cumprir o aviso-prévio, e não houver um acordo com o empregador, ele deve arcar com uma multa referente aos 30 dias que não foram cumpridos.

A empresa também pode cobrar ou descontar a multa, no valor de um salário, dos bônus rescisórios devidos ao funcionário.

2 – Elaboração da carta de demissão

A carta de demissão é um instrumento usado por trabalhadores para comunicar aos seus empregadores que desejam encerrar o contrato de trabalho vigente.

Trata-se de um recurso que pode ser usado independentemente daquilo que motivou o desejo de mudança.

Aliado a isso, outra maneira de entender o que é uma carta de demissão é considerá-la como um instrumento para formalizar a comunicação que deve existir entre as partes.

Isso porque é aconselhável que, antes de entregar a carta, o funcionário avise que está considerando sair da empresa.

Vale ter em mente que o fato de a demissão por acordo ter sido regulamentada ajuda inclusive a diminuir qualquer receio de dar esse aviso aos gestores.

pessoa demitida acessando o aplicativo para sacar FGTS
Existem situações específicas que é possível ter o direito de sacar o FGTS

Caso a empresa, sabendo do desejo do trabalhador, decida se antecipar e rescindir o contrato, a legislação permite que o desligamento seja o mais positivo possível para ambas as partes.

A carta deve ser escrita à mão. Contudo, de preferência, em duas vias para dar mais garantias às partes envolvidas.

Como sacar o FGTS

Se identificou com algumas das situações acima? Sejam elas por desemprego ou falta de vínculo pela CLT durante um período superior a três anos ou ainda pelas situações especiais descritas pelo órgão, você tem direito ao saque integral do FGTS.

Normalmente, essa possibilidade é permitida de acordo com o mês do seu aniversário. Para isso, o trabalhador ou seu representante legal deve se dirigir a uma agência do INSS munido dos devidos documentos. 

Documentos necessários para o saque do FGTS

  • Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS);
  • Documento que comprove a condição de diretor não empregado e/ou comprovante de permanência, por um período de três anos ininterruptos, fora do regime do FGTS;
  • Documento de identificação com foto do titular da conta;
  • Número de inscrição PIS/PASEP/NIS.

Locais para sacar o FGTS

O saque normalmente é liberado em até cinco dias úteis. Mas, se o cidadão tiver o cartão do cidadão e senha, o saque pode ser realizado no valor de até R$3 mil em:

  • Casas Lotéricas;
  • Correspondente Caixa Aqui;
  • Posto de Atendimento Eletrônico Caixa; ou
  • Sala de Autoatendimento Caixa.

Por fim, em saques com outros valores, ou se houver a ausência do cartão cidadão, o trabalhador precisará comparecer diretamente em uma agência da Caixa ou em um banco conveniado onde foi feita a solicitação do benefício.

Gostou do nosso conteúdo? Confira agora nossa calculadora de saldo do FGTS para tirar dúvidas sobre o quanto receber quando sacar o Fundo de Garantia.

*Colaboração: Camila Miranda e Juliana Favorito

Cartão de crédito Compre Bem: veja como funciona e se vale a pena!

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compra sendo parcelada no cartão

O cartão de crédito do mercado Compre Bem não tem anuidade, mas pode cobrar taxas por alguns serviços. Por outro lado, o produto pode oferecer algumas vantagens e descontos para clientes da rede. 

Você já ouviu falar nesse cartão de crédito? Se você costuma ir à rede Compre Bem é bem provável que em algum momento alguém já tenha oferecido. Mas será que vale a pena solicitar esse cartão?

É o que você vai descobrir lendo este artigo! continue para descobrir tudo sobre esse cartão de crédito!

Como funciona o cartão de crédito Compre Bem?

O cartão Compre Bem, administrado pelo banco Itaú, é 100% digital, contactless (pagamento por aproximação) e tem bandeira Mastercard Internacional. Ele não cobra taxa de anuidade, mas requer renda mínima de R$800. 

Entre os benefícios, o mais atrativo é a possibilidade de desconto de 10% em compras de produtos da Qualitá e nas lojas Compre Bem, além de promoções exclusivas e parcelamento em até 12 vezes sem juros nessa rede. 

O cliente ainda tem até 40 dias para pagar a fatura e acesso a avaliação emergencial de crédito gratuita. Além disso, ele leva os benefícios da bandeira e do banco, que inclui:

  • Programa Mastercard Surpreenda
  • Assistência 24 horas para emergências com cartão
  • Descontos e condições especiais para seguros
  • Desconto em cinemas

Embora seja o cartão da rede de supermercados, ele também pode ser utilizado por não clientes e em qualquer estabelecimento que aceite a bandeira. Porém, os descontos são apenas para a rede de supermercados e para a linha Qualitá.

Qual é o limite do cartão?

O banco Itaú costuma liberar um limite inicial de até R$5 mil para seus clientes. Porém, isso não quer dizer que qualquer cliente consegue essa quantia. 

O cartão Compre Bem, especificamente, não tem um limite geral predefinido, isso vai depender da análise de crédito e do perfil de cada cliente. 

Portanto, é necessário solicitar o cartão e aguardar o retorno do banco para saber o limite disponível para você.

Menina segurando cartão e celular
Cartão Compre Bem não tem taxa de anuidade

Como fazer o cartão do supermercado Compre Bem?

Quem já é cliente Itaú pode solicitar o cartão Compre Bem pelo aplicativo. Porém, quem não é cliente do banco pode fazer o pedido pelo site da instituição, basta seguir o passo a passo:

  1. Acesse a página do cartão no site do Itaú
  2. No campo no canto direito da tela, informe seu CPF
  3. Clique em “pedir cartão”
  4. Na página seguinte, preencha o formulário com seus dados pessoais
  5. Clique em “continuar”
  6. Preencha o novo formulário com dados de endereço
  7. Clique novamente em “pedir cartão”

Feito isso, o banco vai analisar o seu perfil de crédito. É necessário aguardar a resposta para saber se a sua solicitação será aprovada ou não. 

Se for aprovada, você receberá um e-mail do Itaú (no endereço eletrônico que você cadastrou na hora do pedido). Porém, é possível acompanhar a situação do pedido pelo aplicativo do banco ou ligando para a Central de Atendimento: 3003 3030 ou 0800 720 3030.

O cartão Compre Bem vale a pena?

Por não cobrar taxa de anuidade, o cartão Compre Bem pode ser bastante vantajoso para quem é cliente assíduo da rede de lojas. Afinal, dá acesso a descontos e promoções exclusivas, além de condições especiais de parcelamento. 

No entanto, os benefícios do produto, se comparado a outros cartões de crédito sem anuidade do mercado, não são muito atrativos. Existem cartões que também não cobram anuidade e ainda oferecem cashback, por exemplo. 

Vantagens:

  • Promoções na rede Compre Bem
  • Até 40 dias para pagar a fatura
  • Não cobra anuidade
  • Internacional

Desvantagens:

  • Não tem programa de pontos, nem milhas
  • Exige renda mínima de R$800

Em resumo, o cartão Compre Bem vale a pena para quem compra muito na rede de lojas e gosta de descontos e promoções. Mas nada além disso e é necessário cuidado para não se enrolar com a fatura.

Fale frisar aqui que, em caso de atraso na fatura, o cliente paga os juros previstos na fatura + juros moratórios de 1% ao mês + IOF + multa de 2%. Se a fatura for parcelada, também incidirá mais juros. Consulte o contrato aqui

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