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Quer ganhar dinheiro testando produtos? Confira as 3 melhores opções!

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mulher sentada em frente a um notebook com um sorriso no rosto

Ganhar dinheiro testando produtos é apenas uma das formas de fazer renda extra na internet. Essa atividade pode ser vantajosa, mas é fundamental procurar por plataformas e aplicativos confiáveis. 

Pare para pensar: milhares de empresas lançam produtos todos os dias e precisam de alguém para testar essas mercadorias, certo? Seja para realizar ajustes finais, saber o feedback dos consumidores ou até mesmo para divulgá-los. 

É aí que entram essas plataformas, que fazem a ponte entre a marca e as pessoas que estão disponíveis para testar em troca de dinheiro. 

Quer saber mais? Então continue lendo o artigo”

Como ganhar dinheiro testando produtos?

Funciona assim: você se cadastra em uma plataforma de testes e fica disponível para essa atividade. Quando uma empresa parceira precisar, você pode receber uma proposta para testar algo. 

A plataforma é a ponte entre o testador e a marca. No entanto, é importante destacar que a maioria das plataformas desse tipo não pagam os testadores em dinheiro, mas sim com outros produtos. 

Algumas pessoas usam esse meio como renda extra, seja porque economizam com produtos que não precisam mais comprar, pois receberam de graça, ou porque acabam revendendo esses brindes. 

Os produtos para teste são recebidos em casa, como cosméticos, utensílios domésticos, ferramentas, e outros tipos de mercadoria.

A empresa pode estar pedindo o teste por vários motivos, seja porque é um produto novo que será lançado ou porque pretende descontinuá-lo ou aprimorá-lo e precisa do feedback dos consumidores para saber se realmente vale a pena.

É assim que uma pessoa ganha dinheiro testando produtos. Mas é importante se atentar para as regras e modo de funcionamento de cada site. Além disso, a maioria das empresas procuram perfis específicos de pessoas para testar determinados produtos. 

É importante destacar que, ao contrário do que muitos dizem, não dá para viver apenas de testar produtos. Embora a atividade, na maioria das vezes, não exija grandes requisitos, é algo para fazer renda extra. 

Portanto, não espere testar milhares de produtos e viver disso. É algo para complementar o bolso! Dependendo do seu perfil, pode ser mais fácil ou mais difícil encontrar produtos para testar.

+ Confira 6 opções de aplicativos para fazer renda extra em 2022

mulher se maquiando
Plataformas possibilitam ganhar dinheiro testando produtos

3 sites para ganhar dinheiro testando produtos

Home Tester Club

Uma das plataformas para ganhar dinheiro testando produtos é a Home Tester Club. Esta é uma das maiores plataformas desse nicho, com mais de 3 milhões de avaliações. 

Nele, o usuário testa o produto, dá sua opinião e é recompensado com medalhas. Quanto mais medalhas, maior é o nível do testador dentro da plataforma e mais chances ele tem de ganhar uma recompensa. 

O cadastro é gratuito e pode ser feito pelo site. Mas para testar, é necessário ter o perfil da campanha, que varia conforme o produto. 

BzzAgent

A norte-americana BzzAgent chegou ao Brasil em 2016 e também está entre as plataformas mais famosas para ganhar dinheiro testando produtos. O cadastro no site é gratuito, bastando fornecer alguns dados pessoais e responder um questionário. 

Entre as empresas parceiras da plataforma estão ershey’s, Unilever, L’Oreal, Nestlé e outras. Porém, assim como na Home Tester Club, o usuário precisa estar dentro do perfil da campanha de cada produto para conseguir testá-lo de graça. 

Um ponto importante é que o site da BzzAgent é em inglês, é possível configurá-lo para o português usando a ferramenta do navegador. Além disso, alguns usuários relatam que não há recompensa financeira, mas apenas em produtos. 

Big Tester

A Big Tester talvez seja a mais famosa aqui no Brasil. Totalmente gratuita, a plataforma para ganhar dinheiro estando produtos também trabalha com recompensas em forma de pontos que podem ser convertidos em mais produtos. 

Seguindo o modelo das demais, o cadastro é gratuito e requer o preenchimento de um questionário para criar o perfil do usuário. Quando houver uma campanha que se encaixe em seu perfil, ele recebe um e-mail notificando que há produtos para serem testados. 

Entre as empresas parceiras estão Nutella e Guaraná Antártica. Mas é importante destacar que a recompensa está em produtos gratuitos e não em dinheiro vivo propriamente.

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Quanto custa uma franquia da CVC e como abrir uma? Saiba tudo!

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Placa da cvc

Quem gosta de viajar e tem vontade em empreender mas não sabe por onde começar, pode apostar em uma franquia da CVC. Vale lembrar que o setor de turismo está em alta, após dois anos de pandemia, e o que muitos brasileiros desejam no momento é viajar.

Por isso, investir em uma franquia da CVC pode ser uma boa alternativa para quem deseja iniciar no mundo dos negócios mas quer algo mais consolidado. É o caso da empresa de turismo que já está no mercado há 50 anos.

Mas o que é preciso para abrir uma franquia da CVC? Qual é o custo do investimento e quanto tempo demora para ter o retorno? É o que você vai descobrir durante este artigo.

Qual o perfil de um franqueado da CVC?

Antes de você saber como se tornar um franqueado da empresa de turismo e quanto custa para isso, precisa descobrir se tem o perfil de um. Isso porque a marca coloca diversos pré-requisitos para que uma pessoa possa abrir uma loja da CVC.

Essa é uma forma de manter a qualidade dos serviços oferecidos em todos os estabelecimentos. E qual é o perfil desejado? Confira abaixo!

-> Ter experiência em turismo: precisa ser comprovada uma experiência de seis meses na área, não é necessário um cargo específico;

->  Não ter outra empresa no mesmo setor: a CVC não permite que o franqueado seja sócio ou tenha uma outra empresa na área de turismo;

-> Ter disponibilidade de capital: a CVC deseja saber se você tem o dinheiro para investir na franquia ou se terá que solicitar um empréstimo;

-> Manter a qualidade de atendimento da marca: será preciso treinar os funcionários para que todos os clientes sejam atendidos com a qualidade da CVC e isso demanda tempo.

-> Estar presente na franquia: você precisa se dedicar integralmente à empresa, por isso é importante ter disponibilidade. 

Quanto custa abrir uma franquia da CVC? 

Atualmente, a franquia da CVC é uma das mais bem sucedidas, seja de modo geral por já está no mercado há 50 anos e com sucesso, como no mercado de turismo, onde é destaque e referência.

Por ser uma grande marca, é sempre uma das primeiras a ser procuradas quando o assunto é pacote de viagem.

loja da cvc
Para abrir uma franquia da CVC é preciso arcar com um valor a partir de R$160 mil

O custo de uma franquia da CVC pode variar de acordo com o modelo. Geralmente ele é a partir de R$160 mil, mas pode subir se for escolhida uma loja dentro de um shopping. 

E, por se tratar de uma grande marca, é possível dizer que o custo de uma franquia da CVC é baixo se comparado com outras empresas do mercado.

Outras informações importantes:

  • A CVC não cobra taxa de franquia nos primeiro seis meses de funcionamento das unidades franqueadas;
  • Após os seis meses, a taxa é de 1,3% em cima do faturamento mensal;
  • O faturamento médio de uma franquia da CVC é de R$150 mil;
  • O tempo estimado de retorno é de 28 meses.

Como abrir uma franquia da CVC?

Ficou interessado e deseja abrir uma franquia da CVC. Para isso, acesse o site da empresa e, no canto superior direito clique em “Quero abrir uma franquia”.

Em seguida, você precisará preencher um formulário onde fornecerá seus dados pessoais e outras informações que são necessárias para que seu cadastro possa ser avaliado.

+ Veja as 5 melhores franquias de agência de viagem para investir

Com as informações aprovadas, a CVC entrará em contato por e-mail para dar mais detalhes do funcionamento da franquia e para agendar uma consulta direta para dar início às negociações de abertura da loja.

A CVC atua com os seguintes modelos de franquia:

  • Conceito;
  • VIP;
  • Convencional; e 
  • Compacta.

Motivos para abrir uma franquia da CVC

Após todas essas informações, ainda está em dúvida? É bem normal, principalmente se este for o seu primeiro empreendimento.

Será que abrir uma franquia da CVC vale a pena? A própria empresa lista motivos para te fazer acreditar que sim, por exemplo:

  • Baixo investimento
  • Sem royalties ou taxas
  • Diversidade de lojas
  • Lucratividade
  • Força de mercado

“Estamos presentes em todos os Estados brasileiros e há 11 anos consecutivos no topo do ranking Folha Top of Mind, o mais importante e respeitado prêmio de lembrança de marca do país, como agência de viagens mais lembrada pelos brasileiros. Além disso, temos presença de marca nos principais centros comerciais do Brasil, em grandes capitais e interior”, diz a CVC.

Gostou do conteúdo? Então compartilhe com aquele seu amigo sócio que também está em dúvida se abrir uma franquia da CVC vale a pena.

Leia também no FinanceOne:

Teve empréstimo consignado não solicitado? Veja o que fazer nesse caso

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pessoa com dinheiro na mão

Cada vez mais escutamos falar em golpes, seja nas redes sociais ou na televisão. Um atualmente muito comum é o do empréstimo consignado não solicitado. Mas o que fazer nesse caso? Será que é possível cancelar esse crédito?

O número de casos de empréstimo consignado não solicitado tem aumentado cada vez mais, principalmente entre os idosos.

Vale ressaltar que existem diversos motivos para que um crédito consignado seja liberado de forma mais fácil. Por isso, ter muito cuidado é fundamental para que você não tenha um empréstimo liberado sem ter solicitado.

Mas afinal, o que é o empréstimo consignado?

Para quem não sabe, o empréstimo consignado é uma modalidade de crédito disponibilizada somente para aposentados e pensionistas do INSS, servidores públicos e trabalhadores com carteira assinada.

A principal diferença desse tipo de empréstimo para os demais é que ele é descontado diretamente na folha de pagamento da pessoa. Dessa forma, não acontece atrasos e nem há o pagamento de multas.

+ Veja o que é preciso para fazer um empréstimo consignado

Outra informação importante é que existe um limite de 35% do valor do seu benefício para solicitar o crédito consignado. Além de 5% para a solicitação de cartão de crédito, na mesma modalidade.

Quais são as práticas mais comuns do empréstimo consignado não solicitado?

Existem diversas formas dos golpistas conseguirem solicitar um empréstimo em seu nome, separamos alguns deles abaixo!

Contratos em bancos

É comum que em bancos você assine diversos documentos e contratos. O que acontece é que os golpistas ficam de olho na margem disponível para o aposentado e solicita o crédito.

Isso acontece por meio de contratos em branco para que seja possível conseguir o empréstimo consignado não solicitado. 

Assinatura falsificada

Sim, muitos golpistas se passam pelo idoso ou servidor público e assinam um contrato de empréstimo falsificando a assinatura da pessoa. Além disso, eles usam os seus documentos e dados para que não haja dúvidas de que são a pessoa de fato.

Fraude na operação digital

É cada vez mais comum solicitar e realizar operações por aplicativos e telefone. Mas é fundamental que você tenha certeza de que está acessando os canais de confiança do seu banco.

Um leque formado por notas de dinheiro
Se você recebeu um valor de empréstimo consignado não solicitado procure um advogado

Assim, você evita que os seus dados sejam fornecidos para golpistas, que podem acabar utilizando-os para solicitar empréstimos e cartões de crédito.

Vazamento de dados

Um dos motivos mais comuns também tem sido o vazamento de dados. Recentemente, inclusive, beneficiários do INSS relataram tentativa de golpes logo após a liberação de um benefício.

+ Como saber se o empréstimo consignado foi aprovado? Entenda!

Geralmente, o banco detém suas principais informações pessoais e os golpistas conseguem ter acesso para práticas criminosas. É muito comum, inclusive, começar a receber ofertas tentadoras de empréstimos sem nem ter solicitado e de maneira indevida.

Como saber se fui vítima de um empréstimo consignado não solicitado?

Para saber se você pode ter sido uma vítima desse tipo de golpe, tem duas formas práticas e imediatas:

  • Consulte o seu extrato bancário e veja se está tudo correto nas últimas entradas e saídas; e
  • Confira o seu extrato de pagamento de empréstimo consignado.

No caso do último, se você nunca solicitou nenhum, não é para aparecer nenhum registro. Mas, caso tenha sido vítima, já estará constando as últimas transações, dados e informações deste empréstimo.

Fui vítima do empréstimo consignado não solicitado. E agora?

Você percebeu que foi vítima de um empréstimo consignado não solicitado? Calma que essa prática tem se tornado comum e tudo é possível se resolver sem que você saia no prejuízo. 

A primeira recomendação nesses casos é: não gaste o valor que entrou na sua conta corrente.

Se você percebeu uma movimentação estranha e tem um valor a mais, deixe como está, pois ele precisará ser devolvido à justiça em breve.

+ Como fica o empréstimo consignado quando trabalhador é demitido? Confira!

Agora, é ideal que você procure um advogado, sob posse do seu extrato bancário (contendo as últimas transações, principalmente a que consta o valor do empréstimo) e o seu extrato de consignados.

Além de tomar uma medida judicial, é importante também que:

  • Se realize um de um boletim de ocorrência junto à polícia, ou até mesmo reclamação na ouvidoria do próprio banco e do Banco Central.
  • Se realize de um procedimento na plataforma Consumidor.gov relatando o episódio.

É importante também que você entre em contato com a instituição financeira responsável pela realização da cobrança. Tente uma solução amigável, o que muita das vezes pode ser difícil. No momento do contato, é importante que você tenha o máximo de informações em mãos.

Caso você tenha anotado o momento em que recebeu a ligação da oferta do empréstimo não solicitado, é ideal que forneça: a data e horário do contato, o nome do atendimento (se tiver) e o protocolo de ligação (se tiver anotado).

Este conteúdo te ajudou? Continue a sua leitura no FinanceOne sobre este assunto e entenda sobre a taxa de juros dos bancos para o empréstimo consignado.

Casamento em casa: uma boa opção para quem não quer gastar muito. Confira!

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noivos se beijando em no casamento

Casamento em casa pode ser uma boa forma de economia. Isso porque você não terá que se preocupar, por exemplo, com o custo de aluguel de um espaço.

Esse tipo de celebração faz com que tudo fique mais íntimo e acolhedor. É preciso, no entanto, estar atento que além dos convidados, a casa também receberá os fornecedores.

Eles solicitam espaço para entregar o serviço esperado. Por isso, o ideal é ter lugar para todos sem apertos.

Para fazer casamento em casa é necessário se atentar a uma série de detalhes, como guardar os itens com valor financeiro e afetivo.

Além de manter os dormitórios fechados no decorrer da festa. Ao fazer uma cerimônia matrimonial em casa, você também pode ter custos menores com a decoração.

Já que os próprios móveis poderão ser incluídos nos ambientes decorativos do evento. Confira outras dicas de como casar sem gastar muito e fazer a festa em casa:

casal em cerimonia de casamento
Casamento em casa pode ser uma excelente forma de economia e praticidade.

Casamento em casa: veja 5 dicas para a sua cerimônia

Está pensando em fazer o seu casamento em casa, mas não sabe se pode dar certo? Essa tem tudo para ser uma opção viável, econômica e prática. Mas, para isso, você precisa ter paciência para organizar a sua cerimônia e tempo.

Afinal, fazer um casamento em casa de última hora pode te dar custos que você não deseja. É importante começar a se planejar cedo.

Para te ajudar, FinanceOne separou as seguintes dicas:

Avalie o tamanho dos ambientes

O primeiro passo para fazer um casamento em casa é avaliar o tamanho dos ambientes. O ambiente é capaz de abrir todos os convidados da sua lista?

Prefere que todos fiquem sentados? Deseja uma pista de dança? As respostas a esses questionamentos são importantes para delimitar o espaço que terá disponível para a festa.

Essa questão também pode ser aplicada ao buffet contratado. A equipe, por exemplo, precisa de boas condições para entregar um atendimento de qualidade aos convidados.

Por isso, a dica é verificar com o fornecedor se o espaço da cozinha é suficiente para montagem dos pratos. Um detalhe que pode passar despercebido é a refrigeração.

Em geral, as casas contam com apenas uma geladeira. Porém, só ela não dará conta de refrigerar todas as bebidas, além de doces e outras comidas.

Veja com o fornecedor a necessidade de alugar um freezer para colocar bebidas/alimentos e armazenar demais itens. Tudo para que tenha eficiência no serviço aos convidados.

Economize na decoração

Os casamentos em casa por si só são uma forma de economia. Os noivos podem aproveitar o orçamento reservado para o aluguel do espaço e investir em roupas, acessórios, buffet ou até em um DJ.

Com ar intimista, essas celebrações também podem gerar menos custos na decoração. Já que será feita em casa, os noivos podem ter os próprios móveis como materiais de apoio.

Não será preciso de muito, pois o ambiente, a princípio, já terá uma decoração própria e característica do lugar. O que torna o casamento único também.

Ninguém nunca terá um casamento igual ao seu, na sua casa, com a sua decoração. Não se esqueça, porém, de verificar o aluguel de mesas e cadeiras.

De modo que todos os convidados tenham lugares para se sentar, comer ou apenas descansar.

Tenha profissionais de apoio

Não é porque o casamento é em casa que os noivos não precisam de uma equipe de apoio.

O ideal é que no grande dia, o futuro casal esteja relaxado e não com o pensamento nas mil e uma coisas para resolver.

Isso deve ficar a cargo do cerimonialista. Tenha também segurança e uma recepcionista na porta de casa para que todos se sintam seguros e acolhidos.

A maioria das casas não tem banheiros adequados para festas. Dessa forma, é fundamental que alguém fique encarregado de verificar constantemente se ainda tem papel higiênico, sabonete.

Tudo para que os convidados se sintam, de fato, em casa.

Pense na logística

Outro detalhe que não pode passar despercebido no planejamento de um casamento em casa é a logística. Muitas pessoas poderão chegar ao local de carro.

Assim, é importante pensar no ambiente que elas poderão estacionar o veículo. Há espaço para abrigar todos os carros?

Existe algum estacionamento perto? Seja prevenido em todos os detalhes para que as pessoas gostem do seu casamento.

Se você morar em um condomínio não esqueça também de conferir as regras do lugar, como limite de horário para música alta, exigências para entrada e saída de veículos.

Há condomínios que também exigem uma lista com todos os convidados e fornecedores que estão aptos a entrar.

Pesquise referências para o seu casamento em casa

Outra dica é pesquisar referências de como fazer um casamento em casa. Na internet, você consegue encontrar bastantes modelos em uma busca rápida no google ou no site pinterest. Isso ajuda bastante a ter uma noção e ideias.

É possível encontrar referências criativas, básicas, sofisticadas, minimalistas e de variados tipos de casamento em casa. Vai te ajudar a ter um leque de opções e ir atrás dos elementos que você precisa.

As referências ajudam bastante para quem está com dificuldade na decoração ou não sabe como adaptar o espaço que tem em casa com os recursos ideais.

Em geral, é preciso de planejamento para ter um casamento em casa. Isso para que o barato não saia caro. Planeje, sempre!

*Colaboração Mateus Carvalho

Como dar baixa no MEI com dívidas e DAS atrasado? Confira!

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Pessoa com dinheiro e conta de luz fazendo cálculos na calculadora

Se você é Microempreendedor Individual e não vai mais fazer uso do CNPJ, a melhor opção é encerrar para não precisar continuar pagando os tributos. Mas como dar baixa no MEI com dívidas?

A resposta é sim! Você pode fechar o seu cadastro no MEI com os DAS — Documento de Arrecadação do Simples Nacional — em atraso. Mas isso não quer dizer que não terá que pagá-los depois.

De acordo com o Portal do Empreendedor, do Governo Federal, “os débitos e obrigações em aberto não impedem que você encerre seu CNPJ”.

Mas o pagamento dos boletos atrasados devem ser realizados logo após a baixa (ou parcelados), assim como a Declaração Anual do Simples Nacional de Baixa (Situação Especial).

Falamos mais detalhadamente sobre isso ao longo do artigo. Mas saiba que o recomendado é quitar todas as dívidas antes de encerrar a empresa, uma vez que a baixa do registro sem quitação dos débitos não impede que posteriormente eles sejam lançados ou cobrados no seu CPF.

O que significa dar baixa no MEI?

Dar baixa no MEI significa que você vai fechar a sua empresa. Isso gera a baixa de todas as inscrições nas administrações tributárias estadual e municipal e o cancelamento das licenças e dos alvarás concedidos e demais inscrições.

Se o seu cadastro continua ativo, mas sem ser usado, ainda assim é necessário continuar pagando as contribuições mensais (o DAS).

Por isso, para quem desistiu de dar continuidade ao negócio, o ideal é mesmo cancelar o CNPJ para que essas cobranças não fiquem pendentes ou que o empreendedor não tenha que pagar todos os meses por algo que não vai mais fazer uso.

A baixa é permanente e não pode ser revertida. Mas não impede que no futuro você abra outro CNPJ, inclusive como MEI, se quiser. Só terá que passar por todo o processo de abertura novamente.

Ao dar baixa no MEI, certifique-se de que não ficou nenhuma pendência com relação às obrigações da sua empresa. Para isso, acesse o PGMEI versão completa usando o Código de Acesso ao Simples Nacional.

Lembre-se também de encerrar a conta bancária em nome da empresa, caso haja.

+ Dívida do MEI: quais as consequências para quem não pagar o DAS
+ Como quitar dívida com uma empresa falida
+ MEI: saiba como regularizar dívida com a Receita Federal

Como dar baixa no MEI com o DAS atrasado

Dar baixa no MEI, assim como o processo para abrir a microempresa, é algo que pode ser feito online. Quando for fazer isso tenha atenção para não cair em golpes de sites falsos.

A página oficial para fechar o CNPJ MEI é o Portal do Empreendedor, no site do Governo Federal.

O empreendedor com débitos deve passar por três etapas: realizar o processo de baixa; pagar os DAS em atraso; depois fazer a Declaração Anual em Situação Especial.

Se quiser pagar todas as contribuições mensais pendentes antes, você pode. Mas é possível começar o processo pela baixa.

Vamos por partes! Confira o passo a passo para dar baixa no MEI:

  1. Acesse o Portal do Empreendedor;
  2. Selecione o botão “Já Sou”;
  3. Acesse o card “Baixa de MEI”;
  4. Acesse o card “Solicitar baixa”;
  5. Informe a conta de acesso ao gov.br (o CPF do titular e a senha criada quando você abriu o MEI);
  6. Informe os dados solicitados (será necessário o código de acesso do simples nacional ou certificado digital, que podem ser obtidos no Portal do Simples Nacional);
  7. Revise o formulário;
  8. Assine a declaração de baixa;
  9. Finalize o processo.
    + Renegociação de dívidas para MEIs: saiba como funciona e o que fazer
Profissional dando baixa no MEI
Comunicar os clientes antecipadamente facilita o planejamento das férias para o MEI.

Vale lembrar que o simples ato de dar baixa do MEI não gera nenhum tipo de cobrança extra ao empreendedor. Ou seja, é gratuito.

Pagando os DAS pendentes

Como mencionado acima, é possível pagar o DAS antes da baixa. Mas se o empreendedor não tiver recursos para isso, ele pode até mesmo parcelar a dívida.

Só não deixe de fazer isso ou pagá-lo logo após a baixa. Lembre-se também que se não pagar, os débitos serão transferidos para o CPF do empreendedor.

Portanto, depois de dar a baixa, acesse o PGMEI e pague os boletos (DAS) que ainda estejam em aberto, desde o mês de abertura até o mês de baixa do CNPJ MEI:

  1. Acesse o Portal do Empreendedor
  2. Selecione o botão “Já Sou MEI”
  3. Acesse o card “Pagamento de Contribuição Mensal”
  4. Selecione a forma de pagamento (ou a opção de realizar um parcelamento)
  5. Informe o número completo do CNPJ para acessar o Programa Gerador de DAS
  6. Gere os boletos dos DAS atrasados
  7. Realize os pagamentos

Importante destacar que para conseguir pagar os DAS em atraso, o MEI precisa estar com as declarações anuais em dia.

Quanto tempo demora para dar baixa no MEI?

Caso você esteja com tudo em dia e a baixa no MEI não apresentar nenhum erro durante o processo, a baixa pode sair no mesmo dia.

Entretanto, caso você tenha pendências ou tenha alguma complicação nos sites do governo; Empresas & Negócios e Simples Nacional, por exemplo, a baixa pode demorar alguns dias para ser finalizada. Geralmente, o processo leva entre 5 a 10 dias para ser finalizado.

Como fazer a Declaração Anual em Situação Especial

Depois de dar baixa no CNPJ e pagar os DAS é necessário também realizar a Declaração Anual em Situação Especial. Ela também é online, gratuita e rápida, assim como a etapa anterior.

É como se fosse a Declaração Anual normal, só que será a última. Por isso é identificada como “Situação Especial”.

Mas tenha atenção: o MEI que não está em dia com as declarações dos anos anteriores, deve realizar cada uma delas separadamente e pagar as respectivas multas. E somente na declaração do último ano (ano da baixa) deve selecionar a situação especial.

Na DASN de Situação Especial precisa ser informado o faturamento obtido durante o último ano da empresa. Exemplo: se o CNPJ está sendo baixado em 2022, DASN de Situação Especial deve ser referente ao período de 2022 em que a empresa esteve ativa.

O envio da declaração de​ extinção deve ocorrer até o último dia do mês:

a) De junho, se a extinção ocorrer entre janeiro e abril de cada ano;
b) Subsequente ao mês da extinção, quando ocorrer entre maio e dezembro de cada ano.​

Também como já mencionado, nesta parte do processo você já pagou (ou parcelou) os DAS atrasados.

  1. Acesse o Portal do Simples Nacional;
  2. Informe o número completo do CNPJ;
  3. Informe os dados de faturamento do ano;
  4. Na última linha da tabela, selecione a opção “situação especial” e informe a data da baixa (data da extinção);
  5. Finalize.

Conhece alguém que quer dar baixa no MEI, mas fica perdido sobre como fazer isso e pagar todas as contribuições devidas? Compartilhe este conteúdo!

*Colaboração: Camila Miranda

Confira 6 dicas para fazer uma festa junina barata

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mulher pronta para festa junina

O mês de junho deu início às comemorações a São Pedro, Santo Antônio e São João. E a tradição segue durante o mês de Julho. As festas juninas são conhecidas por sua fartura de comidas e bebidas. O que gera um custo, não é mesmo?

Porém, será que é possível fazer uma festa junina barata? Sim, para gastar pouco dinheiro, o planejamento e a colaboração dos convidados são fundamentais.

Caldos, milho verde, paçoca, cuscuz, pamonha, bolo de aipim, quentão. São inúmeras as possibilidades de comidas típicas dessa época do ano. Para tornar todas essas delícias mais acessíveis ao bolso, é preciso se planejar.

O primeiro passo para fazer uma festa junina barata é elaborar a lista de convidados e pensar na estrutura. Essa parte é importante para identificar em qual item é possível cortar os gastos.

Defina, por exemplo, o local em que será realizada a confraternização. E se será preciso alugar mesas e cadeiras.

Uma maneira de economizar pode ser usar a casa de um amigo para fazer a festa. Assim, você pode aproveitar o valor do aluguel com os outros preparativos. A decoração repleta de bandeirinhas e roupas com xadrez também não pode faltar.

Por isso, não esqueça de colocar esses itens no seu planejamento. Afinal, eles também têm um custo. A seguir, confira outras seis dicas para fazer uma festa junina barata.

1 – Faça uma pesquisa de preços

Pesquisar os preços dos pratos típicos, ingredientes e itens de decoração é ideal para gastar pouco.

Ao pesquisar os valores cobrados por diferentes lojas, é possível identificar qual vale mais a pena.

Procure por promoções e descontos. Outra dica é usar os sites que comparam preços dos produtos online.

2 – Compre em grandes quantidades

Para economizar, uma recomendação é comprar em grandes quantidades. Ou até mesmo em atacados. Os preços podem sair até com 20% de desconto. Junte o dinheiro entre os amigos e familiares para comprar o maior número de itens possível.

+ Veja 4 apps para calcular bebida e comida de festas por pessoa

Mas, não se preocupe! Os produtos sobressalentes podem ser usados em outra festa. O que vale é a economia no bolso.

3 – Divida as funções

Não dá para fazer uma festa junina completa sozinha. São muitas funções para administrar. Por isso, reúna os convidados e divida as tarefas.

Dessa forma, ninguém fica sobrecarregado ou gasta demais. Hoje em dia, é comum fazer as festas no estilo americano.

Isto é, cada convidado leva um prato típico e uma bebida. Só fique atento a quantidade para evitar exageros e desperdícios.

Bandeirinhas de São João
As quermesses geram uma série de custos, mas com planejamento, é possível fazer uma festa junina barata

4 – Abuse da criatividade na decoração

Para fazer uma festa junina barata nada melhor do que usar a criatividade. Ela pode ser muito útil para decoração.

Uma mesa bonita, além de brincadeiras e jogos, pode ser feita com poucos materiais.

A indicação é procurar referências em sites, como o Pinterest. Abuse também do DIY (Do it yourself), ou seja, faça você mesmo.

5 – Cozinhe os pratos típicos

Em vez de comprar o prato típico pronto, que tal cozinhar? Assim, você economiza e ainda se sente participativo no processo para a festa junina.

Na internet, é possível achar receitas baratas para aproveitar durante a comemoração. Como por exemplo, doces com frutas, bolos, cuscuz, pamonha.

Opções não faltam para montar uma mesa com quitutes deliciosos e típicos.

6 – Customize a roupa

Nessa época do ano, é comum que muitas lojas comecem a vender roupas típicas. Mas, para economizar, não é preciso investir dinheiro em fantasias.

É possível customizar os itens que você já tem e compor um bom look junino. Uma camisa xadrez e uma calça com remendos fazem uma ótima composição.

O chapéu de palha também pode ser repetido em diversas festas juninas.

Para montar uma comemoração barata, o segredo é não abrir mão da criatividade e do planejamento. Boa diversão! 

E você? Gosta de festa e participa de São João? Deixe um comentário e compartilhe conosco, e com os demais leitores, como você faz para economizar nas festas juninas e julinas.

*Colaboração: Camila Miranda

Entenda como renegociar dívidas com bancos

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pessoa segurando um bolo de dinheiro

Você não tem dinheiro suficiente para quitar seus débitos? Renegociar dívidas com bancos pode ser a solução para essa situação.

Mais de 60% das famílias brasileiras têm dívidas a pagar. O dado recente é da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), realizada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

Apesar do alto índice de endividamento, o ato de renegociar dívidas com bancos só deve acontecer quando sua renda mensal está mais de 30% comprometida com débitos.

Caso isso ocorra, o ideal é procurar uma linha de crédito com taxas menores e parcelas adequadas à sua renda mensal.

5 dicas para renegociar dívidas com bancos

1 – Acione seu banco

Evite ao máximo contratar outro empréstimo ao renegociar dívidas com bancos. Portanto, avalie com o próprio banco opções de negociação.

No entanto, recuse a primeira oferta. Pesquise! No momento da negociação, as pessoas tendem a aceitar de imediato a proposta oferecida pelo banco.

O ideal é pedir um tempo para refletir, mesmo que haja uma certa pressão para fechar o negócio.

Mantenha a calma. Depois sugira algumas soluções que caibam no seu orçamento.

2 – Portabilidade de crédito

Os bancos oferecem hoje a opção de portabilidade de crédito. Portanto, é possível que o contratante saia de uma instituição com juros mais altos e leve seu empréstimo para outro banco, pagando menos juros.

Ao pesquisar a proposta do seu banco, analise também a possibilidade de levar seu empréstimo para outro banco, após a quitação do débito.

Anote todas as informações, inclusive os juros cobrados, e leve essas informações até o banco onde foi feito o empréstimo.

Saiba que muitos bancos costumam cobrir a oferta dos concorrentes. Eles oferecem melhores oportunidades de pagamento para o devedor.

3 – Procure feirões de renegociação de dívidas

Em algumas cidades do país é comum haver feirões, que têm como objetivo realizar renegociações de dívidas com condições especiais.

Muitos bancos costumam participar desse movimento. Antes de ir até uma agência, verifique se a sua instituição não está participando de algum desses eventos nas proximidades.

4 – Livre-se das dívidas mais caras

Com o controle financeiro, ficará mais fácil identificar gastos excessivos e muitas vezes desnecessários. Outra vantagem é, sem dúvida, entender como as dívidas se comportam e quanto custam de fato.

Portanto, priorize o pagamento das dívidas mais caras. Prefira eliminar as que têm juros mais altos.

Isso é sinônimo de economia e de inteligência ao utilizar o seu dinheiro.

5 – Seja realista nos cálculos

Outro ponto importante é ser sempre realista e não se deixar intimidar com as propostas, ou seja, colocar as mãos onde você não pode alcançar.

Isso quer dizer que você precisa realizar cálculos de acordo com a sua realidade e não aceitar a proposta de primeira. Faça todas as contas possíveis e se certifique que as parcelas se encaixam no seu orçamento e planejamento financeiro.

Além disso, durante as negociações, anote todos os protocolos para que você tenha garantia de qualquer informação que lhe for passada.

mulher anotando contas para  renegociar dívidas com bancos
Planejamento e organização são fundamentais para renegociar dívidas com bancos

6 – Não se endivide mais uma vez

Não adianta renegociar dívidas com bancos e contrair mais débitos logo em seguida. Portanto, planeje seus gastos. Pequenas atitudes podem ajudar a ter um melhor planejamento financeiro.

Para isso, basta adotar hábitos simples, mas que podem ajudar a lidar com as finanças. Evite usar em demasia o cartão de crédito.

+ Dívida do cartão de crédito: veja como negociar e reduzir juros

Não faça parcelamentos de produtos e serviços não emergenciais. Prefira, sempre que possível, pagar à vista.

Analise cada compra com cuidado, identificando sua real necessidade. Saiba quanto terá de recurso no fim do mês ou de determinado período. Planeje o uso do dinheiro.

Por fim, tenha em mente sempre ter um controle financeiro. Por mais óbvio que pareça, todas as pessoas deveriam fazer controle financeiro para evitar gastar mais do que podem pagar.

É importante listar todas as dívidas (incluindo as taxas de juros) e até mesmo as compras de valores mais baixos. Divida entre o que é essencial e o que poderia ser evitado.

Lembre-se também de deixar uma reserva de dinheiro. Afinal, isso pode garantir o dinheiro extra para emergências.

Serasa também dá dicas de como quitar as contas atrasadas

Em entrevista ao G1, a Serasa dividiu algumas dicas para reorganizar a vida financeira. Confira algumas dicas do que fazer se a conta atrasar:

Fluxo de caixa

Faça um fluxo de caixa com o dinheiro que entra por mês e separe por finalidade cada parte desse valor (contas fixas, lazer, educação etc.).

Tenha uma prioridade na hora de pagar as contas

Organize as contas por prioridade. As que tiverem juros mais altos devem ser pagas primeiro.

No caso de acordo parcelado, lembre-se de pagar em dia todas as parcelas, para evitar que o nome fique sujo novamente.

Faça uma estratégia para renegociar a conta atrasada

Defina uma estratégia de negociação: Antes de fazer a negociação com o credor, pense nos argumentos que irá apresentar. E leve todos os documentos que vão comprovar sua capacidade de pagamento.

Gostou deste conteúdo? Então compartilhe e faça com que mais pessoas consigam renegociar dívidas e saiam do vermelho.

*Colaboração: Camila Miranda

Veja o passo a passo de como pedir reembolso na Shein

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logomarca shein com arara de roupas

Comprar na internet é algo fácil e rápido. Mas, às vezes, pode acontecer de alguma compra vir errada ou aquele produto não ser como imaginávamos. Por isso, se você costuma fazer compras na internet, inclusive em sites chineses, saiba que em alguns casos é possível pedir reembolso na Shein.

A seguir, veja como pedir reembolso na Shein.

Como pedir reembolso na Shein

A primeira regra que você deve prestar atenção antes de solicitar o reembolso ou devolução é: só é possível solicitar até 30 dias depois da entrega do seu produto.

Outras regras são:

  • Alguns produtos não podem ser devolvidos ou trocados, tais como: lingerie, roupas íntimas, roupas de banho, bodys bijuterias e acessórios;
  • Os produtos devem ser retornados em estado perfeito (sem defeitos, manchas ou peças faltando, por exemplo). Além disso, é necessário ter a sua embalagem original.
  • Os custos de devolução são responsabilidade do cliente;
  • Gastos de seguro e envio não são reembolsáveis;
  • Por último, para pedir reembolso na Shein ou fazer uma devolução, é necessário entrar em contato com setor de Atendimento ao Cliente.

Vale ressaltar que o processo é o mesmo para solicitar a troca de um produto! A seguir, veja o passo a passo de como solicitar:

Passo a passo de como solicitar reembolso e devolução

O primeiro passo é entrar em contato com a área de Atendimento ao Cliente da Shein. Envie uma mensagem explicando quais produtos você deseja devolver e quais são os motivos da devolução. Normalmente, o tempo de resposta é de 24 horas;

Um responsável pelo atendimento vai te enviar as instruções de como fazer a devolução. Como dissemos, é necessário colocar o produto que será devolvido na embalagem original e ele precisa estar em perfeito estado;

O valor do reembolso poderá ser devolvido na sua Carteira Shein ou no cartão que utilizou para fazer o pagamento. O saldo da sua carteira poderá ser usado em uma nova compra;

Uma vez que o valor for retornado, a Shein vai te notificar por e-mail.

+ Quer fazer compras na Shein? Veja dicas para não ser taxado na Alfândega
+ Como conseguir desconto na Shein? Confira os truques!

pacotes de compra da shein
Confira o passo a passo de como solicitar reembolso no site da Shein

Como devolver produtos da Shein?

Existem dois métodos para reenviar os pacotes disponíveis. No primeiro método, você deve usar a etiqueta de envio que a Shein fornece e, em seguida, enviar o pacote. Veja como fazer:

Etiqueta de devolução pré-paga (Correios)

O envio na primeira devolução é GRATUITO! Se, posteriormente, você decidir devolver mais itens do mesmo pedido, será cobrada uma taxa fixa de 45BRL, que será deduzida do seu reembolso.

Se você precisar devolver itens de vários pedidos, solicite as etiquetas de devolução separadamente, de cada pedido. A Shein recomenda aguardar a devolução dos itens após o recebimento de todos os pacotes deste pedido, a fim de evitar múltiplas cobranças.

Envio próprio (devolver por conta própria)

O cliente escolhe a empresa de logística para fazer a devolução e o custo do frete fica por conta do cliente.

Uma vez efetuada a devolução, é necessário inserir o número de seguimento da sua encomenda ou o recibo do envio, em “histórico de devoluções” dentro de “Os meus pedidos”.

Quando receberei meu reembolso da Shein?

De acordo com o site da Shein, o reembolso será aplicado no prazo de 7 dias após o recebimento do pacote.

Além disso, a empresa deixa claro que não reembolsa a taxa de envio original e segura porque não são reembolsáveis, a menos que o pedido tenha sido enviado completamente errado ou você não receba o pacote.

Durante temporadas de alto volume, como Black Friday ou Natal, um período adicional de até uma semana pode ser necessário para processar o reembolso.

Gostou deste texto? Então continue navegando em nosso site e leia agora mesmo: Saiba como economizar nas compras online.

*Colaboração: Isabella Mercedes

Franquia CI Intercâmbio vale a pena? Veja como funciona o negócio e quanto custa

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mulher em uma franquia CI Intercâmbio

Pensando em abrir um negócio? O modelo de franquias é um dos mais vantajosos do país, ainda mais se estiver ligado ao setor de turismo. Isso porque, com o cenário pós-pandemia, o segmento vem batendo recordes atrás de recordes. A CI Intercâmbio é um bom exemplo de franquia que pode valer a pena nesse momento.

Fundada em 1988, a empresa foi criada em São Paulo e, dois anos depois, já estava expandindo seus negócios. Focada em viagens de estudos no exterior, a CI Intercâmbio e Viagem é hoje uma das companhias mais consagradas do país, e conta com mais de 130 lojas no Brasil e no exterior, abrangendo mais de 700 consultores para atender os clientes.

O portfólio de serviços da CI abrange experiências de estudo e trabalho em mais de 100 destinos, tendo embarcado, só em 2019, mais de 80 mil pessoas para países de todo o mundo.

Ficou curioso para saber se vale a pena abrir uma franquia da CI Intercâmbio? Confira todos os detalhes a seguir.

Como abrir uma franquia CI?

O modelo de franchising da CI Intercâmbio é uma possibilidade para quem deseja apostar em um segmento cada vez mais procurado pelos brasileiros. Entretanto, antes de tomar a decisão de investir, é importante que você conheça o passo a passo para se tornar um franqueado.

O primeiro deles é o processo de análise de perfil e entrevistas, quando o interessado deve apresentar garantias e ser aprovado para iniciar o modelo de gestão. A CI Intercâmbio oferece uma série de modelos de franquias, com opções mais simples até as mais bem elaboradas. 

Você pode tanto ser um consultor online e trabalhar de casa como abrir uma unidade física na cidade de sua preferência. O principal foco de expansão da companhia é abrir sedes em cidades com mais de 100 mil habitantes.

+ Veja as 5 melhores franquias de agência de viagem para investir

mulher em uma CI Intercâmbio
Modelo de franquia da CI Intercâmbio pode ser aberto de forma física ou online. (Fonte: Divulgação)

Quanto custa uma franquia CI Intercâmbio?

O investimento em uma franquia CI depende de vários fatores, mas principalmente a escolha pelo modelo de negócio. São cinco modalidades ao todo, que variam entre 4 mil e 120 mil reais. Há ainda uma taxa de franquia que custa entre 3 mil e 28 mil reais. 

Além desses gastos, você deve contar ainda com um capital de giro para tocar o negócio: na CI Intercâmbio, varia entre 5 mil e 60 mil reais. Para o modelo home office a franqueadora não indica um valor de capital de giro, nem investimento em marketing de inauguração, mas sabe-se que esse é o modelo mais barato da CI.

São quatro formatos de sede física e um home office que a CI oferece para quem deseja abrir uma franquia da empresa. Confira em detalhes:

Home office

  • Investimento total: R$4 mil
  • Taxa de franquia: R$3 mil
  • Royalties: não cobra
  • Faturamento médio: não informado
  • Prazo de retorno: 3 meses

Express

  • Investimento total: R$30 mil
  • Taxa de franquia: R$10 mil
  • Royalties: não cobra
  • Faturamento médio: não informado
  • Prazo de retorno: 12 meses

Office

  • Investimento total: R$45 mil
  • Taxa de franquia: R$15 mil
  • Royalties: não cobra
  • Faturamento médio: não informado
  • Prazo de retorno: 24 meses

Light

  • Investimento total: R$90 mil
  • Taxa de franquia: R$28 mil
  • Royalties: não cobra
  • Faturamento médio: não informado
  • Prazo de retorno: 24 meses

Full

  • Investimento total: R$120 mil
  • Taxa de franquia: R$28 mil
  • Royalties: não cobra
  • Faturamento médio: não informado
  • Prazo de retorno: 29 meses

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Smart contracts: entenda o que são e como funcionam

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investidor comprando investimentos

A revolução das criptomoedas no mundo trouxe diversas mudanças na forma como entendemos o dinheiro, inclusive de forma online. Além disso, as moedas digitais também ajudaram a desenvolver uma série de tecnologias revolucionárias, com aplicações no mundo financeiro. Esse é o caso, por exemplo, dos smart contracts ou, como também é conhecido, contratos inteligentes.

Para entender melhor como funcionam o smart contracts, continue a leitura aqui com a gente!

Smart contracts: o que são e como funcionam esses contratos?

O smart sontract nada mais é do que um meio tecnológico que permite a criação de contratos inteligentes e que não podem ser perdidos tampouco adulterados.

Eles estão provocando uma revolução em termos de segurança, economia, precisão e agilidade nos departamentos jurídicos e escritórios de advocacia.

De forma resumida, os smart contracts funcionam assim:

  • são contratos digitais programáveis ou pode ser também linhas de código de um programa;
  • são executados em computadores e, por isso, ficam armazenados na rede de forma descentralizada;
  • a diferença para um programa comum é a sua capacidade de execução de forma totalmente autônoma;
  • a inteligência do código-fonte depende de quem criou;
  • não é possível impedir ou censurar as instruções que estão no contrato.

Na prática, estamos falando de algoritmos, módulos, regras, etc., que são programáveis usando a tecnologia de blockchain.

+ Conheça 8 profissões ligadas ao Blockchain. Fique de olho!

Como reconhecer um smart contract?

Para ser considerado um contrato inteligente é necessário que o documento siga três regrinhas básicas. São elas:

  1. observabilidade: agilidade para verificar se todas as pessoas cumpriram a sua parte do contrato e de provar aos outros que cumpriu a sua;
  2. verificabilidade: habilidade de provar a um terceiro que o contrato foi ou não cumprido, ou a capacidade desses terceiros descobrirem esses pontos por outros meios – como terceiros, podemos entender os fiscais ou juízes, por exemplo;
  3. privacidade: apenas os responsáveis conseguem ter acesso aos processos.
homem mexendo no notebook smart contracts como funcionam
Através da tecnologia do blockchain são criados os smarts contracts, os quais são conhecidos como contratos inteligentes

A importância do blockchain para os smarts contracts

A tecnologia que impulsiona essa revolução é o blockchain, como falamos acima. Sem ela, os contratos inteligentes digitais não seriam possíveis.

O blockchain trata-se de uma tecnologia que visa descentralizar a informação de todos os usuários de uma mesma rede, isto é, fazer com que as informações não existam em um único local.

Para isso, distribui-se uma cópia de todas as informações sobre todos os usuários e transações da rede para todos os seus usuários.

Por isso, toda vez que um registro é inserido nessa rede, você precisa do consenso de todos os participantes da cadeia, e os dados não podem ser mais apagados. Assim, você tem um registro seguro e inviolável dos dados.

Por que os contratos inteligentes são revolucionários?

Com os smart contracts as pessoas conseguem fazer diversas negociações, inclusive com pessoas desconhecidas utilizando a internet. Mas tudo isso de uma maneira mais segura!

Dessa forma, por meio de redes contábeis descentralizadas, é possível criar acordos e transações sem envolver bancos ou tribuinais, por exemplo, dando mais liberdade às partes envolvidas. Ou seja, como todo o processo é descentralizado – por causa do blockchain – as partes envolvidas não precisam se preocupar com as burocracias tradicionais.

Outro ponto de vantagem é, sem dúvidas, o fato de os smart contracts serem inalteráveis, o que garante que ambas as partes devem cumprir o que está no contrato e acordado.

Vantagens dos smart contracts

Você já deve ter percebido que os contratos inteligentes oferecem uma série de benefícis, não é mesmo? Entre os principais que podemos destacar estão:

  • precisão: os termos do contrato são explícitos, sem margem para interpretações, impedindo erros de transação e trazendo maior confiabilidade entre as partes;
  • velocidade: a execução é quase que instantânea assim que as condições das cláusulas são cumpridas e assinadas. Isso reduz o tempo gasto em uma negociação tradicional;
  • redução de custos: manter contratos físicos requer um espaço maior de armazenamento, além de ter cuidados com os papéis, os quais podem se apagar com o tempo. Além disso, há também os valores com impressão, autenticação etc – custos que são eliminados ao usar o smart contract.

Gostou deste texto sobre smart contracts? Agora que você já sabe como eles funcionam e quais são os principais objetivos dos contratos inteligentes, que tal continuar aprendendo mais? Leia agora mesmo: o que é a inovação no uso do blockchain, além da criptomoeda.