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Empréstimo para MEI: veja opções e saiba como solicitar

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calculadora com caneta e papel

O isolamento causado pela pandemia do coronavírus fechou muitos comércios. Por isso, alguns microoemprendedores individuais (MEI) acabaram tendo prejuízo no faturamento e renda. Por isso, algumas dúvidas surgem: é possível pedir empréstimo para MEI?

Sim, é possível solicitar um empréstimo. Para manter o capital de giro das empresas, bancos e instituições financeiras entraram em parceria com autoridades estaduais e federais, e estão disponibilizando linhas de crédito com taxas de juros mais baixas.

Além disso, o MEI terá um maior tempo para pagar o empréstimo. O objetivo é permitir que os microempreendedores tenham facilidade na hora de pagar as contas, tais como: salários de funcionários e dívidas com fornecedores, por exemplo.

A seguir, separamos quais bancos estão oferecendo empréstimo para MEI e como solicitar. Continue a leitura.

+ 3 erros que o MEI deve evitar ao empreendedor

Caixa e Sebrae firmam parceria de crédito ao pequeno empresário

A Caixa Econômica Federal em parceria com o Sebrae oferecem um convênio de crédito aos donos de micro e pequenas empresas, e a microempreendedores individuais.

Fundo de Aval para as Micro e Pequenas Empresas (FAMPE) é utilizado pela estatal para a operacionalização da medida. A expectativa do banco é oferecer até o final do programa cerca de R$7,5 bilhões em crédito.

Ao longo de todas as fases da operação, o MEI é acompanhado por meio da oferta de capacitações e soluções adequadas às necessidades de cada negócio. Isso permite uma melhor gestão dos recursos adquiridos e, consequentemente, o crescimento do negócio.

São duas fases para conseguir o empréstimo. Funciona assim: a primeira é de pré-empréstimo. Já a segunda é o acompanhamento da empresa que já conseguiu o crédito com a FAMPE.

Além disso, o Sebrae oferece soluções para quem começar a ter dificuldade para pagar as parcelas.

Confira os limites liberados, pois eles podem variar de acordo com a categoria:

  • MEI – até R$ 12,5 mil;
  • ME – até R$ 75 mil;
  • EPP – até R$ 125 mil.

Carência, amortização e taxas de juros também são diferentes entre as categorias. Para mais informações e detalhes sobre como solicitar o crédito, acesse o site da Caixa Econômica Federal.

empréstimo para MEI
Empréstimo para MEI: veja quais instituições financeiras disponibilizam linha de crédito

Itaú oferece empréstimo para MEI

Correntistas podem usufruir das oportunidades disponíveis pela instituição em algumas linhas de crédito especiais, que estão sendo oferecidas em razão da crise pela Covid-19.

Entre elas está o empréstimo para o MEI. O Itaú oferece essa opção com possibilidade de pagamento em até cinco anos e carência de 90 dias para o pagamento da primeira parcela.

Outra alternativa está no caso de MEIs que, para pagar as contas da empresa, comprometeram sua renda como pessoa física.

Neste caso, o Itaú também permite o acesso ao empréstimo como forma de auxiliar o cliente a colocar as contas no lugar. Confira no site do Itaú como realizar a solicitação do crédito.

Santander disponibiliza soluções para empréstimo

Após aumentar em até 10% os limites de todos os cartões da instituição, o Santander também oferece condições especiais para quem é MEI e teve seus rendimentos comprometidos.

Por meio da iniciativa “Superamos Juntos”, o banco disponibiliza diversos recursos financeiros. Algumas das medidas são:

  • Possibilidade de automatização de gestão;
  • Financiamento de salário (no caso de microempreendedores, só é permitida a contratação de um funcionário);
  • Prorrogação de prestações e empréstimos com pagamento em 20 anos.

Com juros mensais a 1%, o banco também oferece a suspensão temporária da cobrança de taxas de manutenção. Veja mais detalhes no site do banco Santander

Além dessas três apresentadas, outras instituições financeiras possuem programas de empréstimos com condições para quem é MEI. São elas:

  • Banco do Brasil;
  • Bradesco;
  • Nubank.

+ Como aumentar o limite do cartão Nubank?

Se você é MEI e está precisando de crédito, confira as condições em cada instituição e veja qual melhor se adequa ao que precisa no momento.

Mas, lembre-se: o ideal é não precisar usar o crédito. Por isso, faça um bom controle das suas finanças.

Gostou do nosso texto sobre empréstimo para MEI? Então continue a visita em nosso site e confira agora mesmo “7 aplicativos de controle financeiro para organizar seu dinheiro

Saiba como aumentar o limite do cartão Nubank

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Mão segurando um cartão do Nubank
Nubank é um dos cartões de crédito sem anuidade mais famosos

Um desejo de muitos clientes do banco Nubank é aumentar o limite do cartão de crédito. Porém, nem sempre isso é possível por diversos fatores. A instituição financeira tem um algoritmo de análise de crédito que é constantemente atualizado com novas informações sobre o cartão Nubank.

A própria instituição financeira afirma que busca sempre mais dados de mercados para ajudá-los a tomar decisões melhores para o perfil de cada cliente. E frequentemente realizam novas análises na própria base para dar aumento de limite de cartão de crédito.

Quando um cliente é aprovado para ter o cartão Nubank, é realizado uma projeção dos gastos dessa pessoa.

Além de análises de risco, perfil de uso e ainda são utilizados dados externos, como o score, que é a pontuação usada pela Serasa. Dessa forma, é possível definir um limite do cartão Nubank inicial e seguro para ambos.

Cartão Nubank: aumento de limite depende da análise de crédito

Assim como acontece na análise de aprovação dos pedidos de cartão Nubank, o outro grande desafio da instituição financeira é estabelecer o limite e a falta de acesso a informações.

Isso ajudaria a traçar um perfil mais adequado dos clientes. Porém, isso ainda não é possível para o banco.

Vale ressaltar que muitos dados fazem parte de um histórico privado construído entre as pessoas e as instituições financeiras.

Conforme o cliente utiliza o cartão, o banco passa a ter mais informações para entender melhor qual é o seu perfil e ajustar o limite de acordo com o uso.

Aprenda a verificar o limite do seu cartão Nubank

Se você já tem o seu cartão Nubank, mas ainda não sabe como ver o seu limite. Confira o passo a passo que é fácil e rápido.

1º passo: abra o aplicativo do Nubank;

2º passo: clique no quadrado branco, onde está escrito “cartão de crédito”;

3º passo: na tela com a lista das compras do cartão, deslize o dedo para a esquerda;

4º passo: no canto direito, em cor verde, aparecerá o seu limite disponível.

Como pedir aumento de limite do cartão Nubank?

Assim como é fácil conferir o limite disponível pelo aplicativo do banco, solicitar o aumento também é. Essa opção fica acessível e disponível a todos.

O primeiro passo é abrir o aplicativo e procurar pelo atalho ‘ajustar limite’, que fica na tela inicial.

Em seguida, você verá uma tela de ajuste, devendo ser selecionado o botão ‘pedir novo limite máximo’, podendo você selecionar o valor que gostaria de ter como limite.

Feito isso, basta clicar em ‘pedir mais limite’ que será aberta uma nova página com os motivos para você explicar o porquê está solicitando o aumento.

Fintechs de crédito
É possível aumentar o limite do cartão Nubank

Você pode, também, segundo o banco, anexar o comprovante de renda a essa solicitação, mas ele é apenas um dos dados que o Nubank leva em consideração.

O que isso significa? É que mesmo que ele comprove a sua situação, a solicitação pode ser negada por outros fatores analisados.

“A gente está constantemente analisando nossa base para tentar oferecer aumentos proativos de limite – mas todos os clientes que desejarem podem solicitar o aumento pelo próprio aplicativo”, comenta a fintech.

+ Por que recebi cartão Nubank com R$0 de limite?

Dicas rápidas que podem te ajudar a aumentar o limite no Nubank

O próprio banco dá aquela colher de chá e te ajuda com algumas dicas importantes e rápidas com o que você pode fazer para aumentar o limite no cartão Nubank.

Segundo o banco digital, quem segue os seguintes conselhos tende a se dar bem:

  • Não atrasa o pagamento das faturas;
  • Explora bem o limite atual;
  • Concentra gastos no cartão Nubank;
  • Evita o crédito rotativo;
  • Pagar a fatura, no valor total, até a data de vencimento;
  • Mantém sua renda atualizada no app do Nubank;
  • Faz pagamento antecipado e antecipar parcelas de compras.

Gostou desse conteúdo? As dicas te ajudaram? Se você curtiu o material, então compartilhe com outras pessoas e não deixa de conferir os demais conteúdos do FinanceOne.

O que é a regra dos 72 e como influencia nos investimentos?

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Calculadora em um papel escrito com caneta ao lado

A Regra dos 72 é importante para todo tipo de investidor. Mas você sabe o que e como essa estratégia influencia nas aplicações financeiras?

Essa fórmula matemática ajuda a avaliar a incidência dos juros compostos em um investimento. O que faz com que seja possível descobrir em quanto tempo o valor aplicado será dobrado.

O retorno de um investimento também pode ser estimado a partir da aplicação da regra dos 72. Ou seja, quantos anos serão necessários para dobrar a quantia que você aplicou.

Portanto, ela vai fazer com que você tenha mais chances de obter sucesso, até mesmo nos investimentos considerados pequenos.

Vale ressaltar que, apesar de algumas calculadoras e softwares conseguirem executar esse cálculo, a regra dos 72 é muito mais simples e útil.

Por que fazer a regra dos 72?

Investir não é uma tarefa aleatória. Existem muitos estudos e planejamento por trás de bons resultados. Por isso, é importante recorrer à matemática e fazer alguns cálculos.

É nesse momento que as coisas podem complicar um pouco. Cálculos matemáticos nem sempre são simples e rápidos e costumam gerar uma confusão na cabeça de quem investe, principalmente quando não se domina essa ciência.

A boa notícia é que a regra dos 72 ajuda qualquer pessoa a saber qual é o prazo necessário para que seu dinheiro dobre com um investimento — mesmo sem ter uma calculadora à disposição.

Sendo assim, não restam dúvidas de que você deve aproveitar essa oportunidade. O método é um atalho interessante e rápido para se chegar ao resultado desejado e pode facilitar bastante a sua tomada de decisão.

Regra dos 72: como fazer?

Para realizar essa regra basta fazer a divisão do número 72 pelos juros da aplicação. O resultado obtido será o total de anos necessários para duplicar o valor investido.

As quantias investidas não importam no cálculo, elas só precisam estar em mente para saber quais são e qual é o seu dobro.

regra 72
A Regra dos 72 pode ajudar o investidor saber em quanto tempo sua aplicação vai dobrar

É importante destacar que o resultado é preciso quando a taxa de juros é prefixada e, no caso, não terá alterações.

Já para os ativos de renda fixa com taxa pós-fixada, existe a possibilidade de calcular uma vez tendo ciência de qual será a taxa de juros final.

Portanto, é complicado empregar a regra dos 72 em ativos de renda variável, em que a taxa de rendimento varia constantemente.

Outra aplicabilidade da regra dos 72 é quanto às dívidas: descobrir em qual período ela vai dobrar se nenhum pagamento atrelado a ela for realizado. Por exemplo, uma dívida cuja taxa de juros anual é de 15% será o dobro em 4,8 anos (72/15 = 4,8).

Outras aplicações dessa regra

A regra pode ser usada para outros fins, além dos investimentos. O método é capaz de auxiliar em cálculos econômicos, despesas, empréstimos, entre outros. Isso, permite aos investidores planejarem melhor as finanças.

Por exemplo, se um fundo de previdência cobra taxa de administração de 2% ao ano, o dinheiro aplicado será reduzido pela metade em 36 anos (72/2).

Ou, o Brasil cresceu em média 1% ao ano, dividindo 72/1, o país levará 72 anos para dobrar o PIB.

Também pode ser usado para projetar a desvalorização do dinheiro, se a inflação projetada é 4% ao ano, 72/4, em 18 anos seu dinheiro será reduzido pela metade.

Agora que você aprendeu com usar a regra dos 72 e suas aplicações, será capaz de realizar seu planejamento financeiro de maneira mais assertiva.

Como dissemos, a regra dos 72 é um atalho que evita cálculos complexos de juros compostos e, por isso, deve ser aproveitada em suas estratégias de investimento. Veja outras no link anterior!

Pix: quais as vantagens e desvantagens? Conheça!

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Homem segurando celular com imagem de PIX na tela

O Pix, novo sistema de pagamentos anunciado pelo Banco Central (BC), começou a funcionar nesta segunda-feira, 16. O objetivo é substituir as transações realizadas pelo DOC e TED.

O sistema do Pix ainda promete aumentar a competitividade entre os bancos, diminuir os custos e agilizar as transações financeiras do país. Sendo essa última uma das principais vantagens desse novo método de pagamentos.

Além disso, ele é mais simples, rápido e menos custoso. E também pode ajudar os varejistas a praticarem preços menores, conquistarem mais clientes e até mesmo atuarem em linha com novos hábitos sociais e de consumo.

Conheça as vantagens e desvantagens do Pix

Se você ainda está na dúvida se deve ou não se cadastrar no novo sistema de pagamentos, o Pix, a melhor forma de você decidir é avaliando as vantagens e desvantagens.

Para te ajudar, o FinanceOne separou os benefícios e malefícios do Pix. Confira!

Vantagens ao usar o Pix

Sempre disponível

Com o Pix você poderá efetuar pagamentos a qualquer hora do dia, até mesmo de madrugada, e todos os dias da semana, incluindo feriados. A quantia é compensada no mesmo instante, diferente do DOC e TED.

Você não precisa esperar o horário bancário para fazer a transferência ou aguardar três dias úteis para que o valor entre na sua conta.

Só é necessário ter um celular

Esse novo sistema de pagamento é realizado dentro do aplicativo do banco, assim como você já faz com o TED e DOC. E existem três formas de utilizar o Pix.

-QR Code: quem faz um pagamento pelo Pix precisa apenas ler o QR Code gerado pelo recebedor ou estabelecimento. E isso pode ser feito a qualquer dia e hora e ser completado em alguns segundos.

– Chaves Pix: este é o dado que será necessário para enviar um Pix a alguém. Em vez de informar o banco, CPF, nome, número da agência e conta, para enviar um Pix é necessário somente comunicar uma das chaves do recebedor.

– Dados pessoais: caso prefira, é possível informar os dados bancários, CPF, nome completo, número da agência e da conta.

E para efetuar um pagamento, basta ter um smartphone nas mãos. Com a câmera do seu celular para ler um QR Code e informar dados do recebedor.

É importante dizer que o Pix permite pagar em estabelecimentos comerciais sem a necessidade de utilizar o dinheiro em espécie e cartão de crédito e débito. E não é preciso usar a maquininha de cartão.

Agilidade

Outra vantagem é a rapidez na transação com o Pix, que será feita de maneira imediata em até dez segundos. Essa medida vai agilizar muitas operações e aliviar aquela ansiedade para saber quando o dinheiro será compensado na conta.

pix
O Pix começa a funcionar nesta segunda, 16

“Isso deverá evitar não só a angústia de não saber quando o dinheiro cai, como também questões práticas – uma conta de consumo atrasada poderá ser paga imediatamente se houver risco de interrupção do serviço, por exemplo”, diz o Nubank.

Sem custos

Para pessoas físicas, o Pix será sem custos e completamente gratuito. Dessa forma, os clientes ficam livres de tarifas.

Para pessoas jurídicas deve haver um valor, ainda não definido, porém menor que o cobrado atualmente em DOC e TED. Mas o procedimento deve ser gratuito para alguns outros clientes com contas, como a PJ.

Segurança

A segurança para quem escolher o Pix como forma de pagamento também será grande. Elas terão as mesmas medidas que um DOC ou TED e o fato de serem mais rápidas, ágeis e disponíveis 24 horas não traz nenhum tipo de fragilidade na transação.

Desvantagens ao usar o Pix

Adaptação e tecnologia

Como toda novidade, o uso do Pix precisará de um processo longo de adaptação por parte dos usuários, que ainda vão passar por algumas dificuldades e de forma bem comum buscarão suporte das instituições financeiras.

Além disso, essa adaptação, de início, pode gerar algumas dores de cabeça. Afinal, você está envolvendo dinheiro e qualquer operação errada pode comprometer uma quantia baixa ou alta. Mas o seu banco certamente se colocará à disposição para ajudar nesses quesitos.

Outro ponto é com relação ao uso das tecnologias. Embora elas sejam totalmente favoráveis, ainda não favorecem 100% da população e muita gente ainda aparenta dificuldade em usá-las. Por isso, pode ser um empecilho em alguns casos.

Mas, são desvantagens que não tiram o mérito da nova proposta e não apagam os inúmeros benefícios que a nova modalidade tem.

E aí, você já contou essa novidade para alguém hoje? Seu amigo já conhece as vantagens e desvantagens do Pix? Então compartilhe este texto nas suas redes sociais.

IPO na Bolsa de Valores: veja o que é e como funciona

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Letras da IPO na cor vermelha em um papel com gráficos e seta vermelha atrás

Você já deve ter escutado que alguma empresa abriu IPO na Bolsa de Valores. Mas o que isso significa?

O IPO consiste na abertura de capital de uma empresa. Assim, ela passa a ofertar as suas ações na Bolsa de Valores. A sigla vem do inglês: Initial Public Offering, que quer dizer Oferta Pública Inicial.

A partir dessa oferta de papéis, o capital dos investidores entra na companhia para o custeio de atividades, como desenvolvimento de novos produtos ou serviços.

Isso pode ajudar na evolução de empresas e oferecer ao mercado mais uma opção de se tornar sócio de um negócio. Em geral, existem duas formas de ofertar cotas de uma empresa no mercado:

1 – Primária: Aqui, a distribuição de novas ações é feita pela própria empresa, diretamente ao público e os valores arrecadados são destinados ao caixa da companhia.

2 – Secundária: Não há a distribuição de novas ações nessa categoria, apenas a comercialização de ações já existentes. Por conta disso, os valores arrecadados, ao invés de serem remetidos à empresa, são destinados aos vendedores dos papéis.

Portanto, o IPO nada mais é do que uma oferta pública primária.

Como funciona o IPO?

Com a Oferta Pública Inicial (IPO), as ações de uma empresa tornam-se públicas e transacionáveis no mercado de ações. Nesta operação, investidores privados têm a oportunidade de se tornarem sócios de uma empresa que antes era de poucos sócios ou proprietários.

Para realizar a abertura de capital a empresa passa por um processo longo até que possa enfim disponibilizar suas ações para acionistas potenciais.

Neste período, a companhia deve montar uma equipe que serve apenas para a estratégia, além de contratar os serviços de um banco de investimentos para disponibilizar as ações.

Ainda antes de iniciar a oferta pública, a companhia deve:

1 – Cadastrar-se como uma companhia de capital aberto na Comissão de Valores Mobiliários (CVM);
2 – Registrar a oferta pública de valores mobiliários, na qual a empresa poderá disponibilizar suas ações no mercado, também pela CVM;
3 – Registrar e emitir as ações através da Bolsa de valores. No Brasil, acontece através da B3, a Bolsa de Valores de São Paulo.

Por que as empresas fazem a Oferta Pública Inicial?

Quando uma companhia lista ações na Bolsa de valores pela primeira vez e, portanto, abre seu capital, ela tem uma série de vantagens.

Talvez a maior delas seja o fato de que o valor que um a pessoa investiu em uma ação vai para o caixa da empresa.

IPO
No Brasil, a Oferta Pública Inicial (IPO) acontece através da B3, a Bolsa de Valores

Desse modo, a estratégia é a escolhida por muitas organizações que buscam captação de recursos para projetos de expansão e de investimentos. Além disso, um IPO é um sinal de que a companhia está crescendo de forma bem-sucedida e tem ambições de crescer ainda mais.

A transparência e a melhora na governança corporativa também fazem com que a organização tenha ainda mais credibilidade e consiga atrair mais investidores. E até mesmo profissionais mais gabaritados para comporem cargos altos na companhia.

Isso porque, para empresas, o IPO também funciona como uma forma de mostrar que sua gestão está profissionalizada.

Como toda organização listada na Bolsa deve prestar informações ao mercado, pode-se dizer que a oferta pública de ações aumenta a transparência da companhia. Melhorando sua relação com clientes, fornecedores, parceiros e investidores.

O IPO é, portanto, uma maneira de fortalecer a imagem da empresa. Afinal, após esse passo importante, além de todos os aspectos já apontados, a companhia passa a ser mencionada na mídia, a ser acompanhada por analistas e, dessa maneira, ganha mais visibilidade.

+ Qual a diferença entre IPO e Follow On?

Como participar do IPO na Bolsa de Valores?

Para participar de um IPO, o investidor deve ter uma conta aberta em uma corretora de investimentos. Você também precisa conhecer a companhia antes de investir.

Para isso, a leitura do prospecto deve ser minuciosa. É importante avaliar os planos que a empresa tem com relação ao destino do dinheiro captado pelo IPO e seus fundamentos. Uma vez que a empresa tenha sido escolhida, o investidor precisa reservar as ações junto à sua corretora.

Nesta etapa, deve ser informado o volume financeiro desejado, de acordo com a faixa de preço estabelecida para cada papel. Para a efetuação da reserva, é possível que seja necessário ter parte do valor dos papéis disponível em conta.

Após ser avaliado o preço inicial das ações e a demanda, ocorre a precificação final dos papéis. O valor definido nesta etapa será aquele que valerá para quem fez a reserva.

Importante destacar que, caso haja uma demanda menor à oferta de ações, o IPO pode não acontecer. E, caso haja uma demanda maior às ofertas, pode haver rateio entre investidores interessados nas ações da companhia.

Por fim, depois de realizado o IPO, você pode escolher manter ou se desfazer dos papéis. Lembre-se apenas que, neste caso, a negociação das ações passa a ocorrer no mercado secundário, entre investidores.

Ficou interessado? Veja podcasts sobre como investir na Bolsa de Valores!

Eleições 2020: novos prefeitos terão cenário econômico desafiador

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Urna eletrônica com destaque nas teclas

As eleições 2020 definirão os novos prefeitos, vice-prefeitos e vereadores dos 5.570 municípios do Brasil. Quem vencer encontrará um cenário econômico desafiador para administrar.

Antes mesmo da pandemia do novo coronavírus, um levantamento de 2019 da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan) apontou que 1.856 prefeituras brasileiras não se sustentavam financeiramente.

Do total, na ocasião, 3.068 das prefeituras do país (57,5%) tinham nível crítico de autonomia.

Outros 518 municípios (9,7%) tiveram sua autonomia classificada como em situação de dificuldade. Ou seja, um sinal de alerta para não se tornarem insolventes.

O quadro mais grave é no Nordeste, onde 71% das prefeituras não se sustentam. No Norte, 45,6% dos municípios se encontram nessa situação.

No Sudeste, o percentual foi de 18,6%; no Centro-Oeste, 16,4%; e no Sul, apenas 6,6% dos municípios arrecadam menos que o necessário para se manterem.

Contudo, quem for eleito assumirá a administração de suas cidades a partir de 1º de janeiro de 2021 com mais dificuldades que os seus antecessores. Afinal, o coronavírus impactou ainda mais as contas públicas das cidades.

Cenário pós-pandemia será adverso para eleitos em 2020

A pandemia do novo coronavírus afetou em cheio a atividade econômica global e na arrecadação nas três esferas de governo no Brasil. Quem vencer as eleições 2020 vai lidar com uma retração severa na receita com tributos.

Isso porque o orçamento está mais atrelado aos serviços, que foram mais afetados pelo isolamento social. É o que mostra o anuário Multi Cidades, divulgado pela Frente Nacional de Prefeitos (FNP).

De acordo com o levantamento, entre os principais tributos municipais, foi registrada queda de 16,8% na arrecadação do Imposto Sobre Serviços (ISS) e recuo de 15,8% no Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU), no segundo trimestre de 2020 em relação ao mesmo período do ano anterior.

As baixas foram de 5,2% e de 2,8%, respectivamente, no semestre. O Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis (ITBI) sofreu uma baixa mais forte, de 24,4% no segundo trimestre.

Enquanto isso, os repasses do Fundo de Arrecadação dos Municípios (FPM) no primeiro semestre de 2020 tiveram queda de 9,7%, na comparação com o mesmo período de 2019. O FPM, proveniente da União, foi reduzido em 19,1%, no segundo trimestre de 2020, conforme dados do documento.

As transferências estaduais do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) encolheram 15,1% e as do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) caíram 21,8% entre abril e junho.

Economia não melhorou apesar da abertura parcial

Os gastos dos municípios continuam a crescer com a redução do isolamento social. No segundo bimestre de 2020, o aumento das despesas foi puxado pela ampliação dos recursos direcionados à saúde (13,9%) e à assistência social (10,6%), de acordo com o estudo.

Já no terceiro bimestre, a taxa de crescimento na saúde foi ainda mais intensa, com variação de 15,8%. Na assistência social, a elevação ficou em 6%.

Os municípios, segundo o anuário, concluíram o primeiro semestre aplicando 11,5% a mais em saúde do que no ano anterior, o que equivaleu à injeção de recursos adicionais da ordem de R$ 8,45 bilhões.

Eleições 2020
Quem vencer as Eleições 2020 terá um cenário econômico desafiador para administrar

No caso da assistência social, foram R$ 567,8 milhões adicionais, com alta de 6,5%. Portanto, nessas duas áreas foram gastos R$ 9,02 bilhões suplementares no primeiro semestre de 2020, no confronto com o mesmo período do ano anterior.

Ou seja, o quadro parece mais preocupante nos municípios e para os seus representantes, aqueles que vão vencer o pleito das Eleições 2020.

Eleições 2020: pesquise sobre os candidatos antes de votar

Percebeu que o cenário econômico não é dos melhores para 2021? Portanto, a primeira coisa a se fazer é obter o maior número de informações sobre o seu possível candidato nas Eleições.

Em muitos casos, o candidato ocupa ou já ocupou alguma função parlamentar. Este é um segundo ponto muito importante, já que para saber se o seu candidato irá desenvolver bem esse trabalho, nada melhor do que descobrir como ele desempenhou a função anteriormente.

Contudo, se for buscar na internet, cuidado com as fake news (notícias falsas). Para auxiliá-los neste processo, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e o WhatsApp (Android | iOS | Web) lançaram o chatbot “Tira dúvidas no WhatsApp”.

Depois de conferir o histórico do candidato, analise suas promessas de campanha. As propostas devem ser possíveis de realização, bem elaboradas e é preciso constar quais mecanismos serão usados para colocar os projetos em prática, informando de onde será destinada a verba para sua execução.

Normalmente, os candidatos disponibilizam suas ideias em suas redes sociais e sites. Afinal, são eles os principais responsáveis pelo futuro da nossa cidade nos próximos anos.

Veja também como a pandemia do novo coronavírus pode afetar a economia brasileira!

Saiba como começar a investir em 5 passos

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Moedas espalhadas em uma mesa com pequenas plantas e uma mão aberta com moedas ao lado

É cada vez mais comum encontrar pessoas que queiram começar a investir tendo como objetivo aumentar a renda. Porém, o que muitos ainda não sabem é por onde e como começar a aplicar o dinheiro.

A primeira coisa que você precisa saber é que toda ação precisa ser estudada e analisada de forma clara e objetiva. Além disso, no mercado financeiro existem diversos tipos e formas de investimentos, desde as mais simples até as mais personalizadas.

E por isso, é necessário entender qual é a melhor possibilidade para o momento financeiro em que você se encontra. Vale ressaltar que começar a investir requer acompanhamento e cuidados.

Lembre-se que o investimento é um processo diário e que ele deve ser construído em pequenos passos.

5 passos para começar a investir 

Se você quer começar a investir, mas não sabe o que deve fazer, o especialista em branding digital Pablo Marçal, separou algumas dicas que podem te ajudar e conquistar bons resultados no investimento.

1) Tenha metas estabelecidas

Comece se perguntando por qual motivo deseja investir. Isso porque cada ação tem uma reação e é por isso que você precisa estabelecer o seu objetivo principal.

O especialista orienta colocar em um papel o que você deseja alcançar.

Pode ser qualquer coisa, um carro, imóvel, viagem, um futuro tranquilo. E para cada um dos casos existe uma maneira melhor de investir. Sendo eles:

-> Investimento de curto prazo: duração de até um ano, no qual é recomendado realizar uma aplicação diária;

-> Investimento a médio prazo: tem duração de cinco anos, onde a ideia é que o investidor tenha tempo para recorrer a essa reserva quando necessário;

-> Investimento de longo prazo: é indicado para fazer aplicações com previsão de retorno após, pelo menos, cinco anos de investimento. Com isso, você pode utilizar as aplicações em momentos maiores, onde o risco de mercado pode ser maior e ao mesmo tempo com uma possibilidade de maior potencial de ganho.

2) Tenha um planejamento financeiro

Começar requer bastante organização para que as coisas não saiam dos trilhos e do seu controle. Por isso, monte um planejamento e tente fazer um mapeamento das suas finanças.

Mas o que isso significa? Que você precisa passar a observar tudo o que entra e o que sai do seu orçamento para verificar se será capaz, ou não, de iniciar esse processo com segurança.

O especialista recomenda o uso de algumas ferramentas que possam auxiliar, como planilhas, anotações e aplicativos. Escolha o que for melhor para você e o seu jeito de se organizar. 

“Anote tudo, desde o café até uma viagem. Com o planejamento em mãos, identifique quais os gastos que podem ser cortados com facilidade. Além disso, estabeleça qual o valor inicial de investimento e o período.”

+ Conheça 7 aplicativos de controle financeiro para organizar seu dinheiro

3) Acompanhe o mercado

Muita gente acha que fazer um investimento é apenas investir e o processo termina ali. Mas, estão muito enganados. O que as pessoas não sabem é que o mais importante, às vezes, é acompanhar esse investimento.

Avaliar a liquidez do investimento é importante para saber o prazo que poderá resgatar os lucros
Seguindo os 5 passos para começar a investir você consegue ter sucesso na sua carteira de investimentos

É muito importante que você esteja de olho em tudo o que acontece com o dinheiro que foi depositado na sua aplicação – ainda mais quando se escolher o método de renda variável.

Além disso, você pode aproveitar esse acompanhamento para comparar resultados e avaliá-los, principalmente com relação aos retornos que obteve.

4) Estude sobre investimentos

É muito importante não ser leigo nessas horas. Você deve entender quais são os principais objetivos e avaliar os conceitos que precisam ser colocados em prática.

Busque saber de tudo um pouco para não ser pego de surpresa ou acabar pecando por excesso ou falta de conhecimento.

“Procure dicas em pessoas que são referências no mercado de investimentos e que principalmente ensinem de forma simples e objetiva, como é o meu caso – líder em branding digital.”

5) Escolha a melhor instituição ou corretora

E, para finalizar, tome a melhor decisão para o seu investimento escolhendo a melhor instituição financeira, que pode ser uma corretora ou não, a depender da aplicação.

Essa é a hora que você vai escolher onde e como o seu dinheiro será investido. Essas empresas são autorizadas a receber ordem de compra ou venda de ações de seus clientes. É muito importante que você escolha aquela que mais se encaixa com o seu propósito.

+ Conheça 10 corretoras de confiança para investir

Gostou dessas dicas? Você já sabia os passos para investir? Para conhecer mais, veja as dicas que o FinanceOne tem para você investir sem medo. E não deixe de compartilhar este texto com outras pessoas.

Saiba quando é melhor pagar à vista do que parcelar – Confira!

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várias sacolas de compras com presente dentro

Está pensando em realizar uma compra e está na dúvida se é melhor pagar à vista ou parcelar? Sabe qual é a melhor a opção? 

Infelizmente, não existe uma resposta correta para essa segunda pergunta.

Por isso, é importante analisar as duas opções quando você possui o dinheiro para realizar a compra à vista. Pode ser que você prefira adiar a compra do produto ou até mesmo parcelar o valor e poupar o dinheiro naquele momento.

Outra dica é verificar se a loja que você realizará a compra oferece desconto para pagamentos à vista. 

Mas vale ressaltar que a escolha entre pagar à vista ou parcelar depende de alguns fatores. E eles devem ser levados em consideração e analisados com cautela. Confira a seguir:

Veja algumas dicas para você saber se é melhor parcelar ou pagar à vista

Se você ainda não se decidiu a melhor forma de pagamento da sua compra, parcelada ou à vista, saiba que antes de qualquer coisa você precisa entender qual é a sua atual situação financeira.

Avalie também como está o seu planejamento financeiro. Essas são questões fundamentais que você precisa avaliar na hora de comprar um produto e/ou serviço, além claro da forma de pagamento.

Avalie o valor de compra

Um ponto muito importante para decidir a forma de pagamento ao comprar um produto é o valor dele. E isso acontece porque em algumas situações pode ser que você não tenha o dinheiro necessário para realizar a compra.

E isso acontece na maioria das vezes com bens mais caros, como por exemplo, imóveis, veículos e viagens.

Mas para adquirir produtos mais baratos, você pode e deve analisar as suas possibilidades financeiras e tentar realizar o pagamento à vista.

Dessa forma, não irá comprometer o orçamento dos meses seguintes e ainda pode conseguir um bom desconto por estar pagando em dinheiro.

Avalie a taxa de juros

Além de avaliar o valor da compra, também é importante verificar o percentual de juros que será cobrado para que você coloque na balança o custo benefício da compra parcelada. Isso porque se for à vista dificilmente serão cobrados juros.

Mas, não é apenas saber quais são esses valores, pois sendo 1% ou acima de 10% não quer dizer muita coisa, apenas que você pagará mais ou menos juros

Nesses casos, é importante também verificar se estará abrindo mão de benefícios ao comprar à vista, como um percentual de desconto em cima daquele valor total.

Fazer compras por impulso ou à crédito pode trazer dívidas no futuro
Muitos brasileiros têm dúvidas se é melhor comprar à vista ou parcelado

É válido verificar todas essas situações, pois quando você opta pelo pagamento parcelado pode haver um gasto maior do que o esperado e ainda compromete o seu limite do cartão por mais tempo. 

Além disso, as parcelas podem ser bem mais caras do que você esperava devido aos juros. Em alguns casos, os juros são zero. Mas, você perde um desconto que às vezes é só para a opção à vista.

Um ponto a destacar nesse comparativo entre à vista e parcelado é que as opções variam muito de acordo com o produto, bem como os percentuais de taxas de juros.

Avalie bem o desconto

Como já mencionado, o desconto a ser oferecido também faz toda a diferença. E quem não gosta de um desconto, né?

Acontece é que muita das vezes, seja online ou na loja física, o produto ou serviço adquirido de forma à vista pode gerar um desconto do vendedor.

Ele vai sempre te orientar a tentar essa opção, pois é mais vantajosa para ele.

E você precisa avaliar se esse desconto não é vantajoso para você. Nesses casos, os descontos costumam variar de 5% a 10% quando o pagamento é em dinheiro, mas é muito variável.

Tempo de parcelamento

Está bem, você optou pela compra parcelada. Mas, por quanto tempo? Você vai parcelar em quantos meses? Até quando terá que pagar por esse serviço e/ou produto? 

É muito importante um planejamento de curto a médio prazo para essas situações. Avalie o impacto orçamentário que essa conta fixa terá nas suas despesas. Afinal, ela pode não te atrapalhar agora, mas e daqui a alguns meses?

Este conteúdo te ajudou? Gostou dessas dicas sobre comprar parcelado ou à vista? Então compartilhe este texto para que possa ajudar ainda mais pessoas.

Com dólar e euro em alta, é válido investir em Portugal?

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moedas mais valorizadas do mundo

Quem aplica dinheiro sabe da importância de diversificar os investimentos. Uma das opções é investir em Portugal, mas como o cenário econômico do mundo é muito diverso, aplicar em moedas estrangeiras é um risco alto.

Os investidores mais arrojados, que são aqueles que buscam resultados expressivos a médio e longo prazo, podem investir em euro com garantia que poucas moedas oferecem em relação ao real.

E com o dólar e o euro em alta fica a pergunta: “será que no momento atual, realmente, vale a pena investir em Portugal?” A resposta é não, este não é o momento ideal para investir em outro país.

O alerta é do contador Joaquim Moreira. Ele acrescenta que com o dólar e o euro cada vez mais elevados, em comparação ao real, o momento requer atenção. Além de cautela antes de tomar qualquer atitude.

“Com a conjuntura que atravessa o mundo, o investimento tem que ser muito ponderado, com a diferença de câmbio que existe real/euro ou real/dólar, os produtos e os investimentos no exterior tornaram-se demasiados caros.”

É importante lembrar que o dólar está beirando os R$6, enquanto o euro está quase nos R$7, os dados são de 11 de novembro. Isso mostra que para os brasileiros, este não é o momento ideal para investir em Portugal.

Confira as cotações do dólar e euro hoje:

Por que não investir em Portugal?

De acordo com o especialista, o momento atual que o país europeu passa e os próximos que estão por vir não são favoráveis e merecem atenção. Ele explica que:

“Portugal está a viver uma bolha especulativa no ramo imobiliário. O que torna um cuidado redobrado na aquisição de imóveis pois podem estar acima do seu valor real”.

E ele liga o alerta redobrado para quem pensa que essa situação é momentânea. Segundo ele, o cenário não deve se estabilizar por agora, precisando de calma e cautela na hora de investir por lá.

“Não creio que o real nos próximos tempos consiga estabilizar e se aproximar do euro/dólar”, completou Joaquim.

Além disso, se você vai viajar é sempre importante estar ligado às notícias. O preço do dólar turismo deve ficar ainda maior.

Exemplo disso é que no final de outubro o valor já chegava a R$6,08 nas casas de câmbio de São Paulo, já somado com impostos.

Conheça algumas vantagens de investir em euro

Se você tem interesse investir em Portugal já sabe que este não é o melhor momento, mas quando a situação econômica estiver estabilizada você pode aplicar o seu dinheiro nesse tipo de investimento.

Quer saber quais são as vantagens? Confira!

Estabilidade em relação à moeda Real

Comparado ao histórico da cotação do euro em reais, observa-se uma crescente na valorização da moeda nos últimos anos. E essa estabilidade também é observada quando é analisada a cotação do euro em dólares.

Maior segurança

O fato de ser transacionada em grandes quantias e com uma crescente valorização cambial em relação ao real, já torna o investimento na moeda uma boa escolha.

O contador Joaquim Moreira afirma que o momento
não ideal para investir em Portugal

Isso porque do final de 2010 a agosto de 2015, por exemplo, o euro teve um aumento de 70%.

Mas toda a segurança é reforçada com a importância dos mercados financeiros que adotam o euro como moeda única. Como por exemplo, a Alemanha, Bélgica e França.

União Europeia

O Euro tem um peso forte em países da União Europeia, que o adotam como principal moeda.

Dessa forma, isso faz com que ele tenha uma forte relevância dentro do bloco econômico no mundo todo.

Mercados integrados

Outra vantagem é que os mercados financeiros do bloco econômico são integrados. Portanto, a moeda e sua zona de comercialização conseguem ficar mais estáveis economicamente.

Ela também é mais resistente no tocante as mudanças do que os demais órgãos.

Como é possível investir em uma moeda estrangeira?

Muita gente tem um conceito diferente do investimento em outras moedas que não seja o real. Além disso, o conceito de investimento em outras moedas às vezes se resume apenas na troca de uma por outra.

Mas, vai muito além disso. O investimento em uma moeda estrangeira pode ser feito:

  • Comprando a moeda;
  • Investindo em fundos cambiais;
  • Apostando nos fundos de investimentos do exterior.

Gostou dessas informações? Este conteúdo te ajudou? Deixa seu comentário e compartilhe o texto com outras pessoas.

Saiba se o Pix é seguro e conheça as camadas de proteção do sistema

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Desenho de dois celulares virados para o lado e uma mão com moedas saindo de um deles

Fazer um pagamento por meio do Pix é realmente seguro? O Banco Central afirma que as transações financeiras são seguras.

Foram desenvolvidas camadas de proteção para garantir que todas as transações feitas por Pix sejam extremamente seguras.

O sistema começa a funcionar no dia 16 de novembro. Mas antes de entrar no quesito segurança, vale explicar: o que é Pix?

Ele é um meio de pagamento que traz praticidade e aumenta a velocidade em que pagamentos ou transferências são feitos e recebidos.

Qualquer pessoa física ou jurídica que tenha uma conta transacional pode usar. O Pix poderá ser disponibilizado pelas instituições em diversos canais de acesso, como o smartphone.

Outros possíveis canais que podem ser oferecidos a critério de cada instituição, são: internet banking e presencialmente nas agências, nos caixas eletrônicos ou nos correspondentes bancários, como lotéricas, por exemplo.

Outra pessoa tentou se cadastrar com meus dados: o que fazer?

Nesse caso, você receberá um alerta de que aquele dado pessoal está sendo utilizado em outro lugar. Você pode reivindicar seus dados e comprovar que é dono deles, mas cada banco tem o seu processo.

Uma chave usada em um banco não poderá ser também cadastrada em outro banco, ao mesmo tempo. Mas, se quiser, você poderá fazer a portabilidade das suas chaves de uma conta para outra a qualquer momento.

Contudo, lembre-se apenas que você só pode criar até cinco chaves por conta.

Agora, que você já entendeu o que é o Pix e como ele funciona, chegou a hora de acabar com uma dúvida importante: o Pix é seguro?

Sim. O Banco Central desenvolveu várias camadas de proteção para garantir que todas as transações feitas por Pix sejam extremamente seguras. São elas:

1 – Motores antifraude

Esses motores servem para identificar operações suspeitas, que não combinam com o perfil do usuário. Dessa forma, quando uma movimentação estranha acontece na conta a operação é rejeitada.

Ou seja, se alguém um dia tentar se passar por você na hora de fazer um pagamento por Pix, muito provavelmente o dinheiro continuará na sua conta.

2 – Marcadores de fraude

Como você já sabe, o Pix faz parte do Sistema de Pagamentos Instantâneos.

Nesse sistema também existem mecanismos de segurança. Um deles identifica uma fraude e alerta para todo o sistema quem é o usuário que realizou a fraude.

Assim, todas as instituições que trabalham com o Pix já são informadas da situação e podem tomar outras medidas para proteger seus clientes.

3 – Criptografia

Todos os dados que circulam dentro do sistema do Pix são criptografados. Mas o que isso significa?

Na prática, os dados que são fornecidos são transformados em códigos, o que impede que um hacker entre no sistema e tenha acesso às informações enviadas.

4 – Autenticação

A autenticação é um jeito comum e eficiente de evitar fraudes. Existem várias maneiras de fazer isso: seja por senha, token, ou então reconhecimento biométrico (como pelas impressões digitais, por exemplo).

Todo cuidado é pouco ao realizar uma transferência

Já percebeu que foi tudo bem pensado para evitar qualquer problema, né? Mas você deve seguir algumas dicas para deixar tudo ainda mais seguro.

Pix é seguro
O Pix é seguro, mas cuidado com golpes e possíveis fraudes

1 – Evite fazer operações usando redes abertas de wi-fi

Esse tipo de conexão tende a ser menos segura, por isso hackers conseguem ter acesso a dados importantes mais facilmente. É uma boa ideia só fazer transferências online utilizando uma rede de wi-fi protegida por senha.

2 – Sempre atualize seu app

Seu banco provavelmente vai tornar as coisas mais práticas e seguras para você. Portanto, atualize seu aplicativo. Dessa forma, você garante que estará usando a melhor e mais protegida versão do app.

3 – Verifique onde está cadastrando suas chaves

Só cadastre seus dados em sites confiáveis. Nada de entrar em links suspeitos e desconhecidos.

Já viu que o Pix é seguro, mas ainda tem dúvidas sobre a ferramenta? Saiba tudo sobre o novo meio de pagamentos aqui!