Imagine que você vai comprar uma nova televisão e recebe desconto da loja por ter levado um grupo de amigos para comprar o mesmo produto que você. É mais ou menos essa a proposta do Compra Junto Magalu.
A novidade foi anunciada nesta semana pela gigante do varejo online Magazine Luiza, e já está disponível pelo aplicativo da marca. Com a nova modalidade de compra, os clientes podem obter até 55% de desconto se conseguirem amigos para comprar junto.
As ofertas disponíveis para grupos assim são anunciadas no app, utilizando uma lógica semelhante às redes sociais. Ou seja, ao invés de procurar pelo produto que deseja, o cliente pode navegar por uma timeline do app e conferir que grupos existem e entrar neles.
Essa modalidade de vendas é chamada de social commerce. O diretor de Experiência do Cliente do Magazine Luiza, Vinícius Porto, explica:
“É quase um passatempo para o consumidor, uma caça às recompensas.”
No aplicativo, o cliente pode conferir várias ofertas em forma de grupos. Exemplo: um grupo para comprar um celular com 30% de desconto. Quando esse grupo atingir o mínimo de pessoas, o desconto fica disponível.
Para alcançar a meta de cada grupo, o cliente pode compartilhar a oferta com sua rede de contatos.
Se ainda está meio confuso sobre como funciona o Compra Junto Magalu, é mais ou menos assim: o aplicativo lança uma oferta de grupo como, por exemplo, uma televisão com 50% de desconto.
Para que essa oferta seja realmente liberada, é necessário que o grupo some um determinado número de pessoas em um determinado prazo. Exemplo: 10 pessoas em 3 dias.
Os clientes interessados na oferta entram no grupo e fazem a reserva da compra. Quando dez pessoas aderirem ao grupo, a oferta é liberada e todos levam seus produtos pelo preço anunciado.
O valor da oferta fica previamente reservado no cartão de crédito, mas se o grupo não atingir a meta no prazo estipulado, a compra é cancelada e o valor não será cobrado.
Para ter mais chances de conseguir o desconto, o cliente pode compartilhar a oferta em suas redes sociais e com seus contatos. Assim, buscar mais pessoas interessadas em aderir ao grupo e comprar o produto.
“O cliente se torna um divulgador da oferta para que o grupo seja formado e a compra finalizada”, explica Vinícius Porto.
De acordo com a empresa, os descontos podem chegar até 55%. Porém, essa modalidade de oferta é feita somente no cartão de crédito.
Isso porque o sistema precisa reservar o valor do produto no crédito até o grupo ser formado. O pagamento só será finalizado quando o grupo atingir a meta de compradores.
Isso inviabiliza pagamentos como PIX, por exemplo, que é instantâneo. Afinal, se a meta não for batida, a compra é cancelada e os valores são estornados.
Importante destacar que cada grupo tem uma quantidade máxima de unidades ou packs de cada produto. Mas isso pode variar por oferta em grupo. Além disso, é possível fazer apenas um pedido para cada oferta em grupo por CPF.
Como acessar as ofertas em grupo no app Magalu?
O Compra Junto Magalu está disponível no SuperApp Magalu (disponível para celulares com sistema Android e iOS). Basta baixar o aplicativo e, caso ainda não tenha, fazer o cadastro com CPF, e-mail, dados de contato, endereço e pagamento.
Com o app instalado e o login feito, as ofertas em grupo podem ser encontradas clicando no ícone de grupos, como na imagem abaixo.
Compra Junto Magalu dará descontos de até 55% no aplicativo da varejista
Lá, o cliente é apresentado a uma lista de ofertas em grupo. Basta clicar naquela que mais o atrai, ler as regras do grupo (limite de produtos, mínimo de pessoas, prazo etc) e clicar no botão indicado para fazer a compra. Ou melhor, a reserva da compra.
Ao concluir o pedido e confirmar os dados do cartão de crédito, o usuário vai receber uma mensagem de confirmação que garante a reserva.
É possível acessar o grupo a qualquer momento para consultar quantas pessoas faltam para completar, o prazo, status do pedido.
Vale destacar que, embora a oferta seja para o grupo, a compra é individual. Ou seja, cada cliente recebe sua cobrança e seu pedido no endereço indicado em seu cadastro.
Além disso, os dados pessoais não ficam visíveis para outros usuários.
Muitos brasileiros se interessaram nas ações da Eletrobras, principalmente pelo fato de poder usar parte do FGTS para a compra. Isso fez com que a privatização da até então estatal fosse concluída com sucesso.
Mas o que muitos estão querendo saber é qual será o retorno sobre as ações da Eletrobras que eles adquiriram. Mas saiba que essa ainda pode ser uma pergunta sem respostas.
O que já se sabe é que os trabalhadores que realizaram a reserva do valor do FGTS para comprar as ações terão um terço do dinheiro devolvido às contas do benefício. Mas por que isso acontecerá?
De acordo com a própria Eletrobras, os fundos que foram criados com o objetivo de viabilizar esse investimento para os trabalhadores usando o Fundo de Garantia excederam a alocação.
E como fica o investimento realizado nas ações da Eletrobras agora? É o que você vai descobrir durante este artigo!
Qual será o retorno das ações da Eletrobras?
Para quem comprou as ações da Eletrobras se deparar com a notícia de que os fundos excederam a alocação pode ser um susto. Mas calma que nós iremos te explicar como ficou a divisão de valores agora.
Para começar, a Eletrobras realizou a divisão da seguinte forma: usando a proporção de acordo com o valor dos pedidos de reservas que cada trabalhador ou fundo realizou. Mas como ficou?
Vamos lá: os fundos puderam alocar só 66,79% do valor que foi reservado. Sendo assim, o trabalhador que reservou R$1.000 do FGTS na oferta deve levar para casa R$667,90.
Vale ressaltar que essa decisão foi necessária, porque o Governo Federal havia estabelecido como um teto, o valor de R$6 bilhões para as alocações na estatal por meio do Fundo de Garantia.
Mas, de acordo com o jornal Estadão, a demanda pelas ações da Eletrobras chegou à marca de R$9 bilhões, fazendo com que o Governo Federal tenha que dividir o retorno a ser pago.
Ações da Eletrobras: valores sairão da conta do FGTS nesta semana
Após o prospecto das ações e muitas novidades nos últimos dias, muita gente ficou com dúvida sobre o rumo deste processo de garantia das ações da Eletrobras. A liquidação da oferta está prevista para acontecer nesta semana.
Dinheiro do FGTS para comprar as ações da Eletrobras sairá da conta nesta semana
A informação foi divulgada pela própria Caixa Econômica Federal, de acordo com a Agência Brasil.
O governo informa que na terça-feira, 14 de junho, os valores aplicados devem sair efetivamente da conta do FGTS dos trabalhadores.
Mas, quem desejar consultar, já pode ver no extrato do aplicativo que a compra das ações já consta como sinalizada. Para isso, abra o app e selecione a parte “Meu FGTS”. Neste caso, os valores aparecerão como saques para o “Fundo Mútuo de Privatização da Eletrobras”.
Novo lote deve ser oferecido em julho
De acordo com a CVM, os próximos passos devem ser conduzidos no decorrer das próximas semanas. Até o momento, o processo de privatização já movimentou R$29,29 bilhões.
Mas, daí você pode estar se perguntando: não eram R$6 bilhões dos trabalhadores que aplicaram o fundo de garantia?
Sim! Mas ainda participam do processo outros valores, como: fundos de pensão, investidores de varejo, investidores estatais e fundos de hedge.
Além disso, uma nova rodada de oferta deve acontecer no próximo mês. Até 11 de julho, a Eletrobras deve ofertar um novo lote de até R$104,6 milhões de ações. Elas correspondem a 15% do total de papéis ofertados ao mercado.
A expectativa é que essa próxima oferta marque o fim do processo de privatização e movimente mais de R$4 bilhões. Estima-se que a participação do governo despenque de 72% para cerca de 40%. As informações foram confirmadas pela Agência Brasil.
Você sabia que a sua inscrição como MEI pode ser suspensa ou cancelada? Muitos empreendedores chegam a ser pegos de surpresa, mas é possível se prevenir quanto a isso.
Primeiro, é necessário entender a diferença entre suspensão e cancelamento. O primeiro caso acontece quando o CNPJ do microempreendedor fica por um prazo indisponível, como se tivesse sido desativado, mas depois volta ao normal.
Já o cancelamento é definitivo. Ou seja, uma vez que o Cadastro de Pessoa Jurídica é cancelado, anulado, o número é desativado para sempre. O empreendedor perde a sua empresa, literalmente.
E quando esse tipo de situação acontece? É o que vamos explicar a seguir!
Quando a inscrição como MEI pode ser suspensa ou cancelada?
A inscrição como MEI pode ser suspensa ou cancelada quando o Microempreendedor Individual não cumpre nenhuma de suas obrigações fiscais. Na prática, isso significa ficar dois anos sem pagar o DAS e sem fazer a Declaração Anual.
Quando isso acontece, primeiro o MEI tem o seu CNPJ suspenso por período de 95 dias (um pouco mais de três meses). Nesse período, ele tem a chance de regularizar a situação fiscal para reaver o seu CNPJ.
Se o prazo passar e a situação não for corrigida, ou seja, se o empreendedor continuar inadimplente, a baixa acontecerá definitivamente. Ou seja, a inscrição no Simples Nacional será cancelada.
Antes do cancelamento efetivo, o MEI terá seu CNPJ suspenso por 30 dias e só depois deste prazo, caso ainda continue inadimplente, a baixa acontecerá definitivamente.
Geralmente, a baixa do CNPJ pela Receita Federal acontece entre 1º de julho e 31 de dezembro. Além do cancelamento do cadastro de pessoa jurídica, também haverá baixa do MEI nas administrações tributárias estadual e municipal.
Inscrição como MEI pode ser consultada no Portal do Empreendedor
Como saber se meu CNPJ está suspenso ou cancelado?
Se o Microempreendedor ficou dois anos sem quitar o DAS e sem fazer a Declaração Anual Simplificada, certamente o CNPJ será suspenso no prazo especificado acima. Porém, é possível consultar isso.
A relação dos MEI que tiveram suas inscrições no CNPJ suspensas é publicada no Portal do Empreendedor. Basta acessar a página de CNPJs cancelados e informar o cadastro da pessoa jurídica ou o CPF do titular nos campos indicados. O status da empresa será informado ao clicar em consultar.
É importante destacar que, antes de ser definitivamente cancelado, o CNPJ fica 95 dias suspenso. No entanto, não é feito nenhum tipo de aviso prévio e o empreendedor não recebe nenhuma carta ou comunidade.
Além de fazer a consulta, é responsabilidade do MEI manter suas obrigações fiscais em dia e, se não o fizer, ficar atento às consequências para o seu CNPJ.
A lei prevê apenas que as informações deverão ser publicadas no Portal do Empreendedor
Como regularizar a inscrição como MEI suspensa?
Se a sua inscrição como MEI foi suspensa e você ainda está dentro do prazo de 95 dias, pode regularizar a situação. Basta realizar o envio das declarações anuais e pagar as contribuições mensais atrasadas.
Caso a dívida seja muito alta, microempreendedor pode parcelar os DAS em atraso. É possível pedir esse parcelamento pelo portal do Simples Nacional.
Mesmo que não consiga quitar todas as parcelas em 95 dias, o simples fato de dar início a regularização já será o suficiente para impedir o cancelamento. Ou seja, a penalidade fica suspensa enquanto o empreendedor paga os impostos conforme os recursos que tem no momento.
Se não regularizar, o CNPJ será cancelado depois de 95 dias, mas isso não extingue a dívida. Os tributos atrasados serão transferidos para o CPF do titular da empresa, ou seja, passarão para o nome do empreendedor.
Não só os impostos, mas quaisquer penalidades decorrentes da falta de recolhimento ou da prática de outras irregularidades praticadas, serão transferidas para o CPF. A dívida pode ser cobrada do titular por cinco anos.
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Vocêgosta de viajare está procurando um cartão de crédito que acumule pontos? Então o cartão Elo Diners Club pode ser uma excelente alternativa para você! A Caixa Econômica divulgou, através de uma promoção, que quem solicitar o cartão até o dia 30 de junho deste ano não precisará pagar anuidade nos primeiros 12 meses.
Pensando nisso, vamos falar neste texto mais um pouco sobre o cartão Elo Diners Club, apresentando quais são as vantagens, desvantagens e como solicitar o cartão. Quer saber mais sobre o cartão? Então continue lendo este texto!
A Diners Club é uma das marcas mais conhecidas no mundo e, atualmente, está presente em ais de 40 países. O seu público inclui pessoas de alta renda e corporativo.
As principais vantagens do Diners Club são em relação às viagens. Atualmente, o seu cartão de crédito é administrado pela instituição da Caixa Econômica Federal.
Cartão Caixa Elo Diners Club tem anuidade?
A Caixa divulgou, recentemente, a campanha do cartão Elo Diners Club. Aqueles que solicitarem o cartão até o dia 30 de julho de 2022 serão isentos da taxa de anuidade durante 12 meses.
Ou seja, após esse período a anuidade do cartão Elo Diners Club será cobrada. O valor é de 12x de R$91,67.
Apesar de ser uma taxa de anuidade considerada alta, o cartão Caixa Elo Diners Club pode oferecer um limite de até R$25 mil. Além disso, a bandeira Elo também tem diversas vantagens, como:
sala vip ilimitada;
pontuação de 2,3 pontos para transações domésticas e 3,3 a cada US$1 gasto.
Os pontos acumulados no cartão podem ser trocados nos principais programas de milhasdisponíveis no Brasil, como Smiles, Latam Pass e TudoAzul. Clique aqui para encontrar mais informações sobre a promoção de isenção de anuidade do cartão Caixa Elo Diners Club no primeiro ano.
Cartão Caixa Elo Diners Club tem diversas vantagens, incluindo sala VIP e transfer nos aeroportos
Quais são as vantagens gerais do cartão?
Os benefícios do cartão Caixa Elo Diners Club são:
cobertura internacional;
transfer Aeroporto;
entrega internacional de compras;
pontos que nunca expiram;
sala VIP em aeroportos;
seguro viagem.
E os pontos negativos Elo Diners Club?
Apesar dos benefícios, existem pontos negativos que podemos listar:
cobrança de anuidade após o período da promoção. Anuidade em 12x de R$ 91,67;
comprovação de renda mínima mensal de R$25 mil;
o cartão não possui programa de cashback.
Como solicitar o cartão Diners Club Internacional?
Se você já é correntista da Caixa Econômica, então é possível solicitar o cartão Caixa Diners Club no aplicativo – que está disponível para Android ou iOS – e no Internet Banking.
Caso você não seja correntista, será necessário entrar em contato com o banco nos seguintes canais disponíveis:
Central de Atendimento: 4004 9009 (capitais e regiões metropolitanas) e 0800 940 9009 (demais localidades);
SAC Caixa: 0800 726 0101;
ou se dirigindo presencialmente até uma agência Caixa.
Agora que você já sabe como funciona o cartão e como solicitar, deve estar se perguntando se vale a pena ou não solicitá-lo, certo? Para definir se o cartão vale a pena é essencial avaliar diversas características e conhecer o seu tipo de consumidor.
Além disso, é preciso entender se os benefícios que o cartão oferece fazem sentido para o seu padrão de consumo.
No geral, o cartão Elo Diners Club vale a pena para aqueles que fazem viagens com frequência e prezam por serviços mais exclusivos, já que ele tem sala VIP, seguro viagem e transfer no aeroporto.
Contudo, sua cobrança de anuidade após a promoção e a exigência de uma comprovação de renda mínima pode acabar restringindo o seu acesso à um público mais exclusivo.
Por isso, se você não cumpre os requisitos exigidos ou se você está em dúvida se o cartão Caixa Elo Diners vale a pena para o seu tipo de consumo, vale a pena conferir outras opções mais acessíveis no mercado.
O preço dos alimentos subiu junto com a inflação. E, para quem tem o hábito de comer fora de casa, aProteste, Associação Brasileira de Defesa do Consumidor, fez um mapeamento dos lugares mais baratos para comer um prato executivo em São Paulo e no Rio de Janeiro.
A pesquisa avaliou 100 estabelecimentos em São Paulo e 148 no Rio de Janeiro que servem o famoso PF (prato feito), que é composto por refeições mais tradicionais do dia a dia.
Foram analisados os valores cobrados por restaurantes localizados nas zonas Sul, Norte, Oeste, Leste e Centro de ambas as cidades. A pesquisa foi realizada entre os dias 1º e 7 de abril de 2022.
Qual é o preço de um prato executivo em SP e no RJ?
São Paulo
De acordo com o levantamento da Proteste, os lugares mais baratos estão localizados na Zona Central da cidade. O prato mais barato, por exemplo, foi encontrado no bairro de Santa Cecília, por R$13,90.
Já o preço máximo ficou em R$32, nos bairros do Centro, Santa Cecília e República. O preço médio na Zona Norte é de R$18,80, enquanto na Zona Oeste fica em R$20,13.
No Centro, a média sobe para R$20,42; na Zona Leste fica em R$20,56 e na Zona Sul em R$21,08.
De maneira geral, o preço médio de pratos executivos em São Paulo é de R$ 20,22.
Veja o preço médio de um prato executivo em cada região de São Paulo:
Região
Preço médio
Zona Norte
R$18,80
Zona Oeste
R$20,13
Centro
R$20,42
Zona Leste
R$20,56
Zona Sul
R$21,08
Média geral
R$20,22
Fonte: Proteste
Comparando o prato mais caro e o mais barato, a diferença é de R$18,10. Ou seja, em um mês, a diferença chega a R$398,20, considerando os dias úteis. Em um ano, o valor fica em R$4.380,20, considerando 11 meses, visto que as férias trabalhistas são de 30 dias.
Comer fora todos os dias pode pesar no bolso do consumidor a longo prazo (Foto: Divulgação)
Rio de Janeiro
Já no Rio de Janeiro é possível encontrar pratos de até R$10 entre os lugares mais baratos para comer. Este, por exemplo, foi encontrado no Centro da Cidade.
Enquanto isso, o prato mais caro foi achado na Barra da Tijuca, na zona oeste da cidade. Por lá, um PF pode custar até R$40.
O preço médio do PF na Zona Norte foi de R$23,02. Na Zona Sul, esse valor médio chega a R$24,70. No Centro o valor médio de um PF fica em R$22,83 e, na Zona Oeste, custa R$25,10.
Veja o preço médio de um prato executivo em cada região do Rio de Janeiro:
Região
Preço médio
Zona Norte
R$23,02
Zona Oeste
R$24,70
Centro
R$22,83
Zona Leste
R$25,10
Zona Sul
R$23,91
Média geral
R$23,91
Fonte: Proteste
Comparando os preços, a diferença entre o prato mais barato e o mais caro foi de R$30. Fazendo o mesmo cálculo, considerando os dias úteis do mês, o valor representaria R$660 a mais no orçamento mensal; ou R$7.260 no anual.
Os brasileiros que realizam consultas e exames pela saúde pública sabem que é necessário ter o cartão virtual do SUS, mas nem todos sabem como solicitá-lo. Além disso, há até quem não tenha o conhecimento da necessidade de ter esse cartão.
E tê-lo em mãos é fundamental, já que para ser atendido no sistema público de saúde é obrigatório apresentar o cartão, seja ele físico ou virtual.
A emissão do cartão virtual do SUS pode ser realizada pelo Conecte SUS, o aplicativo oficial do Ministério da Saúde. A plataforma oferece diversos serviços e um deles é justamente a emissão do cartão.
Além disso, com o aplicativo você consegue ter acesso e gerenciar as suas consultas, exames, medicamentos e até mesmo vacinas que precisam ser tomadas.
Como solicitar o cartão virtual do SUS pelo aplicativo?
Para quem deseja emitir o cartão virtual do SUS pelo aplicativo, que está disponível tanto para iOS quanto Android, nós iremos te explicar o passo a passo abaixo.
1º passo: baixe o App Conecte SUS (Androidou iOS) e, depois, ao acessar a plataforma, clique em “iniciar”;
2º passo: agora você deve selecionar o botão “Entrar”, quando será necessário informar o seu CPF e a senha do acesso Gov.br;
3º passo: para quem não tem uma conta no Gov.br, clique em “Criar conta”;
4º passo: neste momento, você deverá aceitar os termos de uso para acessar o aplicativo;
5º passo: ao acessar o aplicativo você irá visualizar um botão laranja, localizado no canto inferior direito da tela, então, clique nele;
6º passo: o seu cartão virtual do SUS deverá aparecer na tela. Com isso, é só clicar em “Download”.
Pronto, o seu cartão virtual do SUS já foi baixado no seu telefone e você poderá apresentá-lo sempre que for utilizar o sistema de saúde pública.
Vale ressaltar que para quem tem o cartão físico, o virtual pode substituí-lo. Sendo assim, você não precisa mais levar o cartão com você, é só apresentar o arquivo que está no seu celular.
Cartão virtual do SUS já traz o número do CNS
Para alguns, é somente uma opção a mais, mas para muitos o cartão virtual do SUS é um adianto. Isso porque ele já traz o número do CNS e pode ser usado para agendamentos em várias situações.
Para ser consultado na saúde pública é preciso ter o cartão do SUS
O CNS, para quem não sabe, é o número do Cartão Nacional de Saúde. Ele é o pilar para vários atendimentos da Saúde Pública e sem este número o cidadão não consegue proceder. Ele consta na carteirinha física.
Com ele fazendo parte da carteirinha virtual já é um adianto e permitirá que todas as funções sejam realizadas somente com a versão mobile.
Preciso imprimir o cartão virtual do SUS?
A resposta é não. Você não necessariamente precisa realizar a impressão, pois, para isso, já existe a carteirinha impressa na forma tradicional. O cartão virtual vem com facilidade e é para ser usado de forma digital.
Para isso, ao solicitar e ter o seu cartão virtual gerado, baixe ele para ter salvo no seu dispositivo.
É possível gerar pelo celular, mas também pelo computador. Ao gerar o cartão virtual, baixe em PDF, em imagem ou da forma que preferir para deixar salvo. Isso facilitará nos momentos de urgência ou instabilidade do aplicativo.
Quem não quiser baixar, também pode usar a versão que fica salva no aplicativo e pode ser consultada a qualquer momento.
Lembrando que a impressão não é obrigatória, mas pode ser feita. Quem perder o cartão físico do SUS, pode imprimir o cartão virtual e plastificá-lo para tê-lo guardado e em mãos sempre que precisar.
Gostou dessa novidade? Já conhecia o cartão virtual do SUS? Então compartilhe nas suas redes sociais ou nos grupos de mensagem com seus familiares!
Quem nunca escutou falar na Samsung Pay e no Google Pay? Essas duas carteiras digitais já estão presentes no mercado há um tempo, porém ainda existem muitas dúvidas sobre.
E uma dúvida bem comum que as pessoas têm é sobre as diferenças entre essas duas carteiras, além de como elas funcionam. Você já sabe? A primeira coisa que você precisa saber é que ambas funcionam da mesma maneira, mas contam com sistemas diferentes.
Para quem não sabe, tanto o Samsung Pay quanto o Google Pay são carteiras digitais que guardam dados dos seus cartões de crédito, seja débito ou crédito, para que você possa realizar compras em lojas físicas e virtuais de forma mais fácil.
Se você acha que as pessoas não estão aderindo a esta forma de pagamento está muito enganado. Uma pesquisa realizada pela World Payments Report, da Capgemini, revelou que 45% da população mundial já usa carteiras digitais.
Vale ressaltar que esse dado é até novembro de 2021.
Entenda o que é o Samsung Pay e o Google Pay
Para que você conheça a diferença entre Samsung Pay e Google Pay é preciso entender o que é cada uma delas, certo? Uma informação importante é que, para quem tem Android, as duas carteiras podem ser utilizadas.
Por isso, vamos te explicar o que é e como funciona cada uma de forma separada.
Samsung Pay
Essa carteira só pode ser utilizada por quem tem aparelhos da Samsung. Ela permite que você realize pagamentos com segurança, sem a necessidade de andar com cartões ou dinheiro.
Isso porque você cadastra os seus cartões ou coloca dinheiro no aplicativo Wallet do seu aparelho e na hora de realizar o pagamento é só escolher qual quer usar.
Google Pay
O Google Pay também é uma carteira digital que funciona por meio do aplicativo da sua instituição financeira, vinculado à carteira. E como usá-lo? Da mesma maneira que o Samsung Pay.
Você precisa cadastrar os seus cartões no aplicativo do seu banco ou do próprio Google Pay, que precisa ser baixado na Play Store.
Principais diferenças entre Samsung Pay e Google Pay
Bom, agora você já sabe o que é cada uma das carteiras citadas. Mas, quais serão as disciplinas entre elas? Será que possuem pontos em comum? Dá para usar as duas?
A resposta se dá para usar as duas é positiva, mas apenas para pessoas que têm aparelhos da Samsung terão esse privilégio. Afinal, o Samsung Pay é uma ferramenta exclusiva da empresa para os seus clientes.
O Samsung Pay é exclusivo para os clientes da empresa
Mas, além disso, existem outras diferenças? Sim! Veja a seguir e compare:
Dispositivos compatíveis
Samsung Pay: a partir da Geração do Galaxy Note 5 (2015) em diante já pode ser usado o Samsung Pay de forma liberada em todos os aparelhos. Além de toda a linha Galaxy; todos os modelos de Samsung Galaxy Watch e Samsung Gear.
Google Pay: qualquer smartphone Android com tecnologia NFC e que esteja rodando o sistema Android KitKat 4.4 ou versão superior. Usuários iOS também já podem utilizar a carteira.
Abrangência
Samsung Pay: está disponível em 29 países
Google Pay: está disponível em 42 países
Tipos de cartões aceitos
Ambos aceitam o cadastramento de cartões de débito, crédito e gift card.
Autenticação
Em ambos, é possível utilizar diversos tipos de autenticação para a realização do pagamento como medida de segurança. São elas:
Biometria facial;
Biometria do dedo;
Código de desbloqueio do aparelho.
O diferencial do Samsung Pay é o fato de ainda oferecer a autenticação por reconhecimento de íris.
Programa de pontos
Ambos possuem programa de pontos atualmente para premiar os usuários.
O programa do Google Pay é mais recente e os usuários, por isso, podem ainda não saber ou ter dúvidas. Neste caso, para acumular pontos, você precisa:
Comprar apps ou jogos na Play Store.
Comprar jogos no app Android do Stadia.
Assinar o Google One no Android.
Fazer compras e assinaturas em apps ou jogos.
Comprar livros, filmes, programas de TV ou episódios com os apps Google Play ou Google Play Filmes.
Curiosidades sobre o Google Pay
Muita gente não sabe, mas o Google Pay permite você enviar e receber dinheiro entre amigos e familiares. Além disso, pode ser utilizado em terminais que aceitam o pagamento por NFC.
Outra curiosidade é que ele também está disponível para ser usado na versão desktop, ou seja, no computador.
E agora, qual é o melhor?
Escolher a melhor opção entre Samsung Pay e Google Pay vai depender da sua necessidade, do seu aparelho e objetivo enquanto usuário. Ambos são carteiras com muitas opções e vantagens.
Para usuários iOS, o Google Pay sempre será a opção mais viável. Já para os demais, é possível comparar as diferenças para saber o que mais atende dentro das especificidades.
Gostou do conteúdo sobre Samsung Pay e Google Pay? Então compartilhe com seu amigo que é fã de tecnologia e vai gostar de saber mais sobre essas duas carteiras!
As questões ambientais estão cada vez mais latentes no mercado mundial e os impactos decorrentes das atividades industriais e o direcionamento para uma matriz energética mais limpa e renovável vêm sendo cada vez mais debatidos e adotados no cenário global.
Criado durante a Conferência das Nações Unidas (ONU), 5 de junho é celebrado o Dia Mundial do Meio Ambiente, que vem promovendo não apenas a discussão sobre os impactos do aquecimento global, como também políticas governamentais.
Além de tendências do mercado para um consumidor mais consciente e que utiliza o seu poder de compra para produtos e serviços com responsabilidade social e ambiental.
Com a presença dos principais players no mercado, o Congresso Mercado Global de Carbono, realizado no Rio de Janeiro, debateu o tema apresentando as estratégias futuras na transição para uma economia de baixo carbono, negócios sustentáveis, hidrogênio verde.
Assim como oportunidades com o resíduo urbano, agronegócio, etanol, usinas solares e eólicas, e a oportunidade de o país ser reconhecido internacionalmente como um grande mercado de crédito de carbono.
As práticas de ESG(Environmental, Social and Governance) ganham cada vez mais destaque no ambiente empresarial, abrindo oportunidades de negócios, inclusive para as micro e pequenas empresas.
Uma gestão sustentável proporcionará atração de novos investimentos, devendo ser aplicável aos pequenos negócios.
Investimentos verdes e ESG estão em alta
Atualmente, há uma grande demanda e oportunidades no mercado para investimentos verdes e ESG, vistos por alguns especialistas como mais rentáveis do que os produtos financeiros tradicionais.
Segundo comunicado da J.P.Morgan, a instituição tem o compromisso de investir na próxima década U$ 1 trilhão em iniciativas verdes, energia renovável, tecnologia limpa e iniciativas socioeconômicas em países em desenvolvimento.
Investimentos verdes e com foco ESG devem ser considerados pelas pequenas e médias empresas
Os empreendedores devem estar atentos a esse mercado promissor para negócios na área da sustentabilidade e preservação ambiental.
O mercado de baixo carbono é o novo caminho da economia global e as empresas precisam estar atentas para um direcionamento estratégico voltado às práticas sustentáveis em seus negócios e em toda sua cadeia produtiva.
Transparência e impacto dos negócios na sociedade serão a cada dia mais cobrados pelos consumidores, que direcionarão suas escolhas para a compra de um produto ou serviço, determinando não apenas resultados econômicos positivos das empresas como a sua sobrevivência e longevidade no mercado.
Conheça Antonio Alvarenga, colunista do FinanceOne
Diretor-superintendente do Sebrae Rio desde 2019 e com vasta experiência no mercado, Antonio Alvarenga é o novo colunista do FinanceOne. Mensalmente, ele traz informações importantes sobre empreendedorismo. Fique de olho!
Antonio é administrador pela UFRJ, presidente da Sociedade Nacional de Agricultura – SNA e vice-presidente da Associação Comercial do Rio de Janeiro (ACRJ).
Também é membro do Conselho Superior de Agronegócios da FIESP e da Academia Nacional de Agricultura e integrante do Conselho do Agro, instituição que reúne as 15 principais lideranças do agronegócio brasileiro.
Foi Diretor do Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais; Diretor Executivo e sócio do Ibmec Educacional. Confira outros artigos de Antonio Alvarenga, colunista do FinanceOne:
Assistir a um filme com um balde de pipoca e refrigerante bem gelado. Quem não curte esse cenário, principalmente com boas companhias? E se quiser, até mesmo sem companhia.
Para você que gosta de aproveitar esse hobby que diverte e agrega conhecimento, que tal aprender sobre finanças com os filmes?
Para os amantes de um bom filme, há muitas opções para melhorar as tardes ou noites dos finais de semana. E se você tem passado boa parte dos seus sábados e domingos sem um roteiro ou programação, um filme sempre cai bem.
Os filmes sobre finanças trazem histórias e dicas valiosas de como organizar a vida financeira, apontando realidades e trazendo sempre a importância de se planejar.
Além disso, é uma forma mais dinâmica e divertida de aprender.
Agregar um pouco mais de conhecimento sobre o mercado financeiro através de filmes é uma excelente alternativa.
É uma ótima maneira de fugir do habitual, como livros e palestras, e aprender de uma forma mais diferente e atrativa, uma boa para diversificar a aprendizagem.
Os melhores filmes sobre finanças
Para ajudar na programação do seu roteiro, confira uma lista com 15 filmes sobre finanças que você deve assistir o quanto antes.
Confira todos os títulos listados para não perder nenhum:
1. O Lobo de Wall Street;
2. A Grande Aposta;
3. Capitalismo: Uma História de Amor;
4. O Poderoso Chefão;
5. Trabalho Interno;
6. Quem Quer Ser Um Milionário?;
7. Margin Call: O Dia Antes do Fim;
8. Steve Jobs;
9. Um Homem Contra Wall Street;
10. O Homem que Mudou o Jogo;
11. À Procura da Felicidade;
12. Até Que a Sorte Nos Separe;
13. Fome de Poder;
14. O Mago das Mentiras;
15. Grande Demais Para Quebrar.
Os filmes sobre finanças podem ensinar boas lições para seus telespectadores
1. O Lobo de Wall Street, Martin Scorsese (2013)
O filme dirigido por Martin Scorsese conta a história de Jordan Belfort, um ambicioso corretor da Bolsa de Valores. Nos anos 90, ele ficou conhecido no mercado financeiro norte-americano.
Ele trabalha duro durante seis meses em uma corretora de Wall Street até ser contratado como corretor. No entanto, faz as bolsas de vários países caírem repentinamente.
A partir daí, decide montar uma empresa. Ele opta por ter vendas em valores menores, porém que trazem mais recompensa e um retorno melhor para o seu negócio.
Em uma história divertida, o espectador poderá conferir uma narrativa que envolve poder e ambição.
Isso porque nem sempre o corretor usava os métodos éticos e legais. Sendo assim, acaba se metendo em uma furada.
2. A Grande Aposta, Adam McKay (2015)
A grande aposta tem no nome um belo significado para estar na lista de filmes sobre finanças. É uma excelente história que merece ser assistida o quanto antes.
Foi lançado em 2015, mas toda a narrativa se passa em 2008, quando nota-se que empréstimos realizados para o mercado imobiliário correm risco de inadimplência.
A partir desse momento, quatro personagens do filme decidem apostar contra o mercado. A decisão acarreta em investir 1 bilhão de dólares contra o mercado. Eles recebem a ajuda do guru de Wall Street.
Com essa história, os quatro homens envolvidos conseguem arrecadar uma fortuna e faturam muito dinheiro após terem se aproveitado da crise enfrentada pelo país, já que em 2008 houve um momento caótico para a economia.
3. Capitalismo: Uma História de Amor, Michael Moore (2009)
“Capitalismo: uma história de amor” teve roteiro e direção de Michael Moore. Com sua estreia no ano de 2009, o autor analisa como o sistema corrompeu o posicionamento de liberdade em caráter de ideais que se viam presentes na Constituição norte-americana.
Essa mudança trouxe a geração maior de lucros que privilegia uma parte menor da sociedade. Em contrapartida, uma outra parte vai vendo os seus direitos se perdendo.
A história tem como enredo a crise passada entre 2007 e 2009, com a transição de governo: George W. Bush para Barack Obama.
A família de mafiosos mais conhecida do cinema mundial não poderia ficar de fora dessa lista de filmes sobre finanças. Para quem gosta de maratonar, o poderoso chefão traz uma sequência em três partes que lhe permite passar várias noites nessa obra de Francis Ford Coppola.
É um filme que foi filmado há quatro décadas, mas que não perde a sua qualidade com o passar dos anos. Embora não haja toda a qualidade e inovações das cenas de filmes atuais, “O poderoso chefão” traz muitos ensinamentos para quem tem um negócio, principalmente para líderes.
A obra não pode faltar na lista de filmes sobre finanças, uma vez que fala sobre negociações, aliados e escolhas. Esses são três pilares que fazem total diferença no mercado financeiro e podem garantir muito sucesso para os investidores e principais personagens.
5. Trabalho Interno, Charles Ferguson (2010)
Inside Job é uma obra com direção de Charles H. Ferguson que também retrata acrise financeira de 2007 a 2008.
Traz as consequências de uma corrupção sistêmica nos Estados Unidos. O contexto ilustra como o cenário político e as práticas bancárias foram as responsáveis por essa crise.
O autor elabora uma espécie de documentário e consegue entrevistar economistas, políticos e jornalistas para explicar todo esse contexto temporal.
6. Quem Quer Ser Um Milionário?, Danny Boyle(2008)
Popularmente conhecido no mundo dos cinemas como Slumdog Millionaire, o filme é uma boa aula para quem quer aprender mais sobre finanças. O diretor Danny Boyle traz uma história com muitas lições e aprendizados para o mundo dos negócios.
Empregado servindo chá para uma empresa de telemarketing, o personagem principal vê a sua vida mudar ao se inscrever em um programa televisivo. Suas experiências o ajudam a responder as perguntas, quando decide acreditar em si mesmo.
A obra já bateu vários recordes de bilheterias e recebeu diversos prêmios, além de premiações individuais dos atores. É um filme bastante conhecido.
Portanto, se você já viu, vale a pena ver de novo.
7. Margin Call: O Dia Antes do Fim, J. C. Chandor (2011)
Margin Call: O Dia Antes do Fim, sob a direção de J. C. Chandor, é mais uma obra que retrata bem as mazelas e cotidiano do mercado financeiro.
Um dos personagens é analista de investimentos e descobre, durante a crise de 2008, que algumas informações consideradas sigilosas podem abalar o mundo dos negócios.
Durante as 24 horas seguintes no filme, ele conclui que qualquer decisão que tomar poderá mudar a vida de muitas pessoas. Incluindo colegas de trabalho e até mesmo dos cidadãos.
Ele descobre que sua empresa está prestes a falir. O filme conta a rotina do mercado financeiro e faz belas ilustrações para quem deseja aprender mais sobre finanças.
8. Steve Jobs, Danny Boyle (2015)
O filme, que estreou em 2015, fala sobre a vida do inventor e empresário Steve Jobs. O roteiro conta com os principais três acontecimentos de sua vida empresarial: o lançamento do computador Macintosh, a criação da empresa NeXT e seu grande retorno com o lançamento do iPod.
Nesta biografia, Steve Jobs foi retratado de maneira espetacular porque, além dos drmas nos negócios estarem expostos, sua vida familiar também foi contada. Cheia de derrotas e fracassos, é um filme estimulante para quem está começando a investir no próprio negócio.
Quem interpretou Steve Jobs no filme foi Ashton Kutcher. O ator conseguiu encarnar o jovem inventor e o homem adulto. O filme – e a vida – de Jobs tem o poder de inspirar e inovar profissionais que desejam ser bem-sucedidos.
9. Um Homem Contra Wall Street, Uwe Boll(2013)
Jim Baxford tem uma vida muito boa, tipicamente como um sonho americano: bom emprego e família estruturada. Até que a crise econômica atingiu sua empresa e ele perde tudo por conta disso e de ações ilegais de empresários poderosos de Wall Street.
Como se não bastasse a crise financeira, sua esposa fica doente e ele precisa pagar o tratamento. As contas médicas viram uma bola de neve, até que – se sentindo culpada por tudo – ela comete suicídio.
A partir disso, ele põe em prática seu plano para se vingar de todos que prejudicaram sua vida. Ele decide caçar os empresários um a um até que resolve invadir um dos prédios da Wall Street.
10. O Homem Que Mudou o Jogo, Bennett Miller (2011)
Muitos podem pensar que este é um filme apenas sobre esporte, não percebendo os ensinamentos que ele dá. Baseado em fatos reais, o filme conta a história do gerente de esportes Billy Beane com seu objetivo de fazer o time de beisebol campeão.
Uma prova de adaptação e persistência, o roteiro inspira líderes a olharem para seus liderados com empatia e a pensar fora da caixa. Mesmo se tratando do mundo dos esportes, é possível utilizar as lições para qualquer situação que deva ser enfrentada.
No filme, Beane sofre represálias por querer mudar a forma das contratações e abordagens de treino. Independente disso, ele insistiu no que acreditava até conseguir bons resultados.
A vida não é fácil para Chris Gardner. Apesar das tentativas, ele não consegue sair dos problemas relacionados às finanças. Sem esposa e pai solteiro, ele tenta utilizar suas habilidades de venda para conseguir um emprego.
Após conseguir uma vaga de estagiário em uma corretora de ações, deseja ser contratado e luta muito para tal. Neste meio tempo, é despejado e começa a dormir em abrigos com seu filho.
A história interpretada por Will Smith é verídica e se trata de uma jornada angustiante, repleta de derrotas pessoais, mas inspiradora. No fim das contas, Gardner consegue educar seu filho, ser um homem íntegro e enriquecer com seu trabalho.
Essa é uma comédia brasileira em que acompanhamos a história de Tino e sua família que ganharam na loteria e começam a viver ostentando. Porém, o dinheiro dura pouco, já que eles gastam todo o dinheiro.
E isso acontece justamente quando a esposa de Tino descobre que está grávida e, para evitar fortes emoções, ele esconde a real situação da família com o objetivo de contornar o problema.
O filme é uma lição sobre controle de gastos, mesmo quando se tem muito. Por esse motivo, é preciso se planejar financeiramente e viver dentro do padrão de vida que o seu dinheiro permite.
E é claro, criar um plano para caso as coisas acabem saindo do seu controle.
13. Fome de Poder, John Lee Hancock (2016)
Ao notar uma oportunidade de negócio dos irmãos McDonald, o vendedor de máquinas Ray Kroc adquire uma participação na empresa. E aos poucos elimina os irmãos do negócio, começando a construir o império que se tornou a rede de lanchonetes atualmente.
Mas é válido ressaltar que nem tudo que Ray faz é considerado ético, mas você consegue aprender muito sobre empreendedorismo e ter uma visão para o seu negócio. Além disso, a história ainda mostra que a persistência e a inovação são capazes de transformar um sonho em algo concreto.
Esse é um filme sobre negócios e dinheiro que é de dar água na boca, literalmente.
14. O Mago das Mentiras, Barry Levinson (2017)
A produção é baseada do livro O Mago das Mentiras: Bernard Madoff e a História da Maior Fraude Financeira de Todos os Tempos.
Dessa maneira, o longa conta a história do investidor e consultor financeiro Bernard Madoff, que criou o esquema de Ponzi, ou seja, a pirâmide financeira mais conhecida do mundo.
Assim, o filme apresenta um caráter semidocumental, em que se propõe a apresentar uma série de entrevistas e atuações de nomes consagrados do cinema, como Robert De Niro e Michelle Pfeiffer.
15. Grande Demais Para Quebrar, Curtis Hanson (2011)
A história se passa no ano de 2008 e conta sobre as tentativas do banqueiro Richard Fuld de salvar o Lehman Brothers. Com isso, mostra conversas com personalidades como Hank Paulson (secretário do Tesouro estadunidense), Ben Bernanke e Tim Geithner.
Durante as negociações, buscava-se uma solução privada envolvendo banqueiros de investimento e membros do Congresso para preservar a empresa sediada em Nova York.
Você já viu algum desses filmes?
Como assistir aos filmes sobre finanças?
Você pode estar se perguntando: mas como vou assistir a todos esses filmes? Primeiramente, você precisa ajustar o seu tempo e fazer um planejamento diário que lhe permita ter tempo para esse hobby.
A partir de agora, pessoas com HIV poderão ter isenção do Imposto de Renda sobre aposentadoria, mesmo que não tenham sintomas da doença. A decisão é do Supremo Tribunal de Justiça.
A informação foi divulgada no último dia 10 de junho, pela assessoria da Corte. O entendimento foi firmado pela segunda turma.
“A Segunda Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) entendeu que os proventos de aposentadoria ou reforma recebidos por pessoa diagnosticada como soropositiva para HIV, mesmo quando não tiver sintomas da síndrome da imunodeficiência adquirida (Sida, ou, em inglês, aids), estão abrangidos pela isenção do imposto sobre a renda da pessoa física (IRPF), nos termos do artigo 6º da Lei 7.713/1988.”
A decisão veio com o julgamento do caso de um policial reformado, que pediu a isenção sob a alegação de ter direito por ter diagnóstico positivo para o vírus HIV.
O novo entendimento do STJ alterou a decisão de primeira instância, mantida em segundo grau, que julgou improcedente o pedido do policial.
Como fica a isenção no Imposto de Renda para pessoas com HIV?
Com a nova decisão do STJ, todos os diagnosticados com Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (HIV/Aids) terão direito à isenção do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) sobre a aposentadoria, mesmo sem sintomas da doença.
Ou seja, não apenas quem apresenta sintomas terá direito ao benefício, como era o entendimento anterior.
As pessoas sem sintomas são as chamadas soropositivas, pois possuem os anticorpos específicos para o vírus no sangue. Portanto, são assintomáticas, mas portam o vírus e podem espalhá-lo para outras pessoas.
No novo entendimento do colegiado, dar tratamento jurídico distinto entre as pessoas que têm a doença e aquelas soropositivas não tem justificativa plausível.
Soropositivos poderão obter isenção do Imposto de Renda sobre aposentadoria
Decisão de primeira instância foi contrária, mas relator defendeu soropositivos
Na decisão de primeira instância, até se justificou que a legislação que concede isenção do Imposto de Renda deve ser interpretada de modo literal. Portanto, a isenção só seria admissível em caso de moléstias graves previstas no artigo 6º, inciso XIV, da Lei 7.713/1988.
Esse artigo prevê o benefício apenas para as pessoas que efetivamente tenham sintomas. Ou seja, não bastando o diagnóstico de infecção por HIV, sendo soropositivo.
“Art. 6º Ficam isentos do imposto de renda os seguinte rendimentos percebidos por pessoas físicas:
XIV – os proventos de aposentadoria ou reforma motivada por acidente em serviço e os percebidos pelos portadores de moléstia profissional, tuberculose ativa, alienação mental, esclerose múltipla, neoplasia maligna, cegueira, hanseníase, paralisia irreversível e incapacitante, cardiopatia grave, doença de Parkinson, espondiloartrose anquilosante, nefropatia grave, hepatopatia grave, estados avançados da doença de Paget (osteíte deformante), contaminação por radiação, síndrome da imunodeficiência adquirida, com base em conclusão da medicina especializada, mesmo que a doença tenha sido contraída depois da aposentadoria ou reforma;”
No entanto, o ministro Francisco Falcão, relator do processo, defendeu pela concessão do direito a soropositivos. A justificativa foi o princípio da isonomia, além do fato de que já existe um entendimento precedente da Corte sobre o tema.
Trata-se de da súmula 627 editada pelo STJ, segundo a qual não deve ser exigida demonstração da contemporaneidade dos sintomas da doença nem da recidiva da enfermidade para a concessão da isenção.
Além disso, o relator destacou que a isenção de Imposto de Renda sobre proventos de aposentadoria ou reforma em razão de doença tem por objetivo desonerar quem se encontra em desvantagem pelo aumento de despesas com o tratamento da doença.
E quem tem a contaminação pelo HIV, mesmo sendo soropositivo, precisa de tratamento vitalício (até surgimento de cura futura e incerta). Essas pessoas fazem uso contínuo de antirretrovirais e medicações profiláticas de acordo com a carga viral e imunológica.