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Franquia da Melissa: saiba qual o valor, como abrir e se vale a pena

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fachada de uma franquia da Melissa

É um aficionado por moda e deseja empreender no ramo? Por que não abrir uma franquia da Melissa, uma marca consolidada e bastante famosa no país? Confira, nesse artigo, se vale a pena e qual é o processo para que você se torne um franqueado.

A Melissa surgiu na década de 70 e foi uma criação do empresário Pedro Grendene Bartelle. Rapidamente, a marca emplacou por causa de uma estratégia de marketing bastante interessante. Um modelo de sandália apareceu nos pés de Sônia Braga, que interpretava a protagonista de Dancing Days, uma novela da época.

Com isso, as pessoas começaram a procurar pelos produtos e em 1980 a marca já era uma franquia que se espalhava ao longo do país. Dessa maneira, conta hoje com mais 300 Clubes Melissa (como são chamadas as franquias) localizados em diversas cidades brasileiras.

+ Franquia Cacau Show: como abrir e quanto custa

Vantagens do negócio

Em primeiro lugar, vale dizer que o Clube Melissa é reconhecido por ser uma ótima franquia. Sendo assim, há sete anos consecutivos (2012, 2014, 2015, 2016, 2017, 2018, 2019, 2020 e 2022) recebe o selo de excelência da Associação Brasileira de Franchising (ABF).

Esse status não é por acaso. Isso acontece porque a marca possui um ótimo aporte para garantir o sucesso de suas franquias.

Ou seja, ela não permite apenas a abertura de um novo clube, mas aplica uma série de medidas para que o negócio evolua e seja, de fato, um modelo rentável.

A assistência já inicia no momento da escolha do ponto comercial, que deve corresponder a um mapa de expansão da marca, que já conta com localidades potenciais.

Além disso, antes de fechar a parceria, a franquia da Melissa faz um estudo de viabilidade financeira, em que objetiva fornecer informações claras que ajudem os lados a entenderem os processos claramente antes de negociarem.

A empresa também oferece ajuda em diversas áreas, de forma que o empreendedor entenda noções sobre a administração da franquia, como cuidar do dinheiro, solicitação de novos produtos para abastecer o estoque e, também, como trabalhar com o material publicitário.

Por fim, vale dizer que a Marisa também realiza treinamentos segmentados com os seus franqueados. Ou seja, é possível aprender desde técnicas de vendas até noções de Tecnologia da Informação.

A Melissa é uma das marcas mais conhecidas e usadas pelos brasileiros

+ Conheça 10 franquias mais baratas para abrir em 2022

Como abrir uma franquia da Melissa?

No que se refere ao investimento inicial para uma franquia da Melissa, saiba que o valor não é lá muito baixo. Você precisará desembolsar cerca de R$290.000, com uma previsão de retorno de 24 a 36 meses. Contudo, vale dizer que o faturamento médio mensal é de R$100.000.

Existe o custo de mensalidade também, que gira em torno de R$45.000. Por fim, também é cobrada uma taxa de publicidade de 2% em cima do faturamento mensal da franquia.

Para abrir uma franquia da Melissa, você precisa ter experiência em gestão e capital disponível para o investimento. Além disso, precisa de muita dedicação, dinamismo, liderança e ótimas noções de empreendedorismo.

Por fim, para se tornar um franqueado, é necessário contato através do site oficial da marca. A partir desse contato inicial, que se configura com o preenchimento de um formulário, as próximas etapas são:

  1. Avaliação de perfil do candidato (através de cadastro e contato telefônico);
  2. Encontro com o candidato e apresentação da franquia Clube Melissa;
  3. Análise financeira do candidato;
  4. Prospecção do ponto de venda;
  5. Negociação e avaliação do ponto;
  6. Assinatura da COF (Circular de Oferta de Franquia);
  7. Capacitação “DNA Melissa” na sede da franqueadora;
  8. Assinatura do contrato de franquia e entrega manual de implantação Clube Melissa;
  9. Planejamento e acompanhamento para inauguração;
  10. Capacitação da equipe inicial in loco na semana de inauguração;
  11. Inauguração da loja;
  12. Serviços continuados e periódicos de consultoria e apoio na gestão e operação.

Dado o momento em que os passos estão completos, parabéns, você é oficialmente um franqueado da Melissa!

Gostou do conteúdo? Veja também outras opções para esse tipo de negócio: Qual o valor da franquia do KFC? Veja como abrir uma!

Autoescola pode não ser mais obrigatória para tirar CNH. Entenda o porquê!

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mulher dentro do carro sorrindo e mostrando a CNH

Um dos primeiros passos para quem quer tirar a CNH é se matricular em uma autoescola, certo? Mas, sabia que um projeto de lei pode desobrigar os cidadãos a assistirem aulas para conseguir sua Carteira Nacional de Habilitação?

O Projeto de Lei 6485/2019, de autoria da senadora Kátia Abreu (PDT-PO). já foi entregue à Comissão de Constituição e Justiça do Senado Federal (CCJ). A proposta é que as aulas em autoescola não sejam mais obrigatórias, na formação de condutores das categorias A e B.

Mas, ainda será preciso passar por exames teóricos e práticos para tirar a CNH. Estes devem ter um grau de dificuldade superior aos atuais, de modo que só garantirá aprovação quem realmente aprender Legislação de Trânsito.

A senadora ainda cita os altos custos para a emissão da CNH. Dessa forma, o texto propõe a gratuidade do documento. Os custos seriam compensados pelos valores arrecadados com pagamentos de multas de trânsito.

Esses recursos também seriam usados no aprimoramento dos exames teóricos e práticos.

Mudanças nas regras para tirar CNH pode resultar em normas mais exigentes

Em contrapartida, os departamentos de trânsito devem criar normas mais exigentes para os exames da habilitação.Isso, para garantir que o cidadão está, de fato, apto a adquirir sua carteira de motorista.

O texto também estabelece que quem quer tirar sua habilitação pode contratar instrutores particulares e fazer quantas aulas considerar necessárias antes de se submeter aos exames.

Nesse caso, os instrutores devem ser credenciados junto ao Detran. Ainda haverá a exigência de alguns requisitos, como:

  • Ser habilitado na mesma categoria do candidato há pelo menos três anos; e
  • Não ter sido penalizado com a suspensão ou cassação da CNH nos últimos cinco anos, não ter processo em andamento contra si em relação a essas penalidades, nem ter sido condenado nem responder a processo por crime de trânsito.
motorista dentro do carro sorrindo e mostrando a CNH
Exames práticos e teóricos ainda serão obrigatórios para quem quer tirar CNH (Foto: Divulgação)

A proposta passa por análise na CCJ, que avaliará os aspectos legais, jurídicos e constitucionais do projeto. Assim, se aprovado, o texto seguirá para votação na Câmara dos Deputados.

Por enquanto, em votação disponível na página da proposta no site do Senado Federal, a maioria dos participantes se mostram contrários à ideia.

+ Como conseguir desconto de 40% em multas de trânsito? Confira!

CNH Social e Popular: qual a diferença?

Enquanto o texto não é aprovado, quem quer tirar a CNH deve seguir as atuais regras. E, somando os valores da autoescola, simulados e taxas do Detran, os custos para conseguir a carteira de habilitação podem ser bem altos.

Mas, há duas maneiras de tirar a CNH gratuitamente, ou reduzir esses custos. São elas: CNH social e CNH popular. Mas, qual a diferença entre as duas?

O CNH social é um projeto que tem como principal objetivo inserir jovens de baixa renda no mercado de trabalho.

O projeto oferece cursos de qualificação aos participantes e a possibilidade de tirar a carteira de habilitação, na categoria B, de forma gratuita. Além disso, quem já tem a carteira pode solicitar a mudança da categoria B para D, também gratuitamente.

O projeto está disponível em alguns estados, como Rio de Janeiro, Bahia, Ceará, Pernambuco, Paraíba, Amazonas, Sergipe e Acre. Os requisitos podem mudar de acordo com a localidade.

Já o CNH Popular é um programa de iniciativa privada, cujo objetivo é democratizar o processo de habilitação. O projeto oferece condições de pagamento e valores diferenciados para os consumidores de baixa renda.

Para conseguir os benefícios, é preciso atender a alguns requisitos. Entre eles:

  • Ter mais de 18 anos;
  • Fazer parte dos programas sociais do governo;
  • Ter renda familiar limitada ao estabelecido pelo estado para participar do programa;
  • Ser morador da cidade/estado que está oferecendo o serviço;
  • Não ter cometido infrações de trânsito anteriores.

Gostou deste conteúdo? O que achou da proposta da senadora Kátia Abreu (PDT-PO)? Deixe nos comentários!

Veja também no FinanceOne:

Guia completo NFT para iniciantes – O que é, como comprar e vender

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O universo de investimentos e finanças ganhou um novo protagonista recentemente. Os NFTs se popularizaram e têm sido destaque no cenário nacional e internacional. Mas você ainda está um pouco perdido nessa novidade?

Essa é mais uma opção para quem deseja investir. E mais, os NFTs (Non-fungible Token) chegam para, possivelmente, iniciar uma era tecnológica que nos espera o futuro do digital.

O sucesso é tão grandioso que somente em 2021 eles movimentaram cerca de US$25 bilhões nas empresas que se arriscaram e decidiram investir.

E mais… conquistaram diversas celebridades e o mercado de jogos!

Ou seja, já deu para perceber que não é uma brincadeira ou o famoso “surto coletivo”, né? É uma novidade que você precisa ficar de olho.

Pensando nisso, o FinanceOne montou um guia completo para você – iniciante – que quer aprender como comprar e vender NFTs.

10 motivos para você baixar o guia de NFTs do FinanceOne!

Você não vai querer ficar de fora e ser o último a saber o que são os NFTs e mais detalhes dessa novidade que já é sucesso no mercado de investimentos, né?

Por isso, para não marcar bobeira e ficar pensando muito, lá vão 10 motivos para te convencer a baixar agora mesmo o Guia completo do FinanceOne sobre NFT para iniciantes!

#1 – Você vai aprender de uma vez por todas o que são NFTs

#2 – Vai poder ensinar outras pessoas e tirar onda, pois o guia é completo

#3 – Vai aprender como comprar NFTs

#4 – Você vai entender como vender NFTs

#5 – Vai conferir uma lista com os principais NFTs disponíveis no mundo

#6 – Você vai ler um conteúdo com linguagem fácil, acessível e sem “termos técnicos”

#7 – Vai ter acesso a um guia dinâmico com imagens para ilustrar a sua leitura

#8 – O melhor: você vai poder baixar GRATUITAMENTE

#9 – Vai ser alertado a como se prevenir em caso de golpes

#10 – Você vai poder ler a qualquer momento e de onde quiser

O que são os NFTs?

Para você que ainda não está por dentro, os NFTs nada mais são do que “Tokens não Fungíveis” na sua tradução para o português.

Mas, o que significa isso? 

É bem simples: “não fungível” significa que um determinado bem é ‘único e insubstituível’, ou seja, não pode ser replicado e tem a sua originalidade garantida.

No caso dos NFTs, eles atuam funcionando como um “selo criptográfico” e ajudam a provar a autenticidade de determinados bens, sendo que isso ocorre no ambiente virtual.

O Guia completo do FinanceOne sobre NFTs para iniciantes vai te explicar mais detalhadamente este conceito. Ah, e você vai aprender através de exemplos como funciona esse esquema do “não fungível”, ou melhor, da autenticidade.

Baixe agora mesmo o guia: completo e gratuito!

Chega de enrolação, né? Já está mais do que na hora de você ter acesso a este conteúdo por completo e com todas as informações que precisa!

O Guia completo sobre NFTs vai te proporcionar uma experiência incrível. Nele, vai ser possível conferir:

O que é um NFT?

No primeiro capítulo, você vai aprender de forma rápida e sucinta o que significa NFT e ver exemplos que comprovam essa explicação. Nada melhor do que entender na prática, né?

Além disso, vai conferir um comparativo entre NFTs e criptomoedas. Será que estamos falando da mesma coisa?

Principais NFTs do mercado

Nada melhor para saber o que é algo vendo realmente que ele existe. Por isso, no capítulo 2 do Guia sobre NFTs você confere os principais do mercado.

Ah, já adiantamos que alguns famosos estão investindo e você confere quais são eles.

Neste mesmo capítulo, vamos te alertar sobre os golpes e como se proteger.

Como comprar e vender

A terceira parte do Guia sobre NFTs é uma das mais importantes e esperadas. Você vai ver como comprar e vender um token.

Para isso, listamos plataformas e aplicativos que podem te ajudar!

Jogos NFTs

Os NFTs já estão presentes no mercado de games e você vai ficar por dentro de tudo. Nosso Guia vai te mostrar como funciona e como tem sido essa procura no Brasil.

Será que precisa pagar para jogar? Essa resposta você confere no Guia de NFTs para iniciantes do FinanceOne!

O futuro

Para fechar o Guia, fizemos uma breve análise sobre qual deve ser o futuro desses “tokens não fungíveis” que chegaram com sucesso no mercado.

Será que vem algo promissor ou deve se estagnar? Será que vale mesmo a pena investir?

Baixe gratuitamente o guia para se tornar um afiliado:

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Quanto custa ingresso do show do Bastille? Veja quando e onde comprar!

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público assistindo show

Depois da Dua Lipa anunciar show no Brasil, chegou a vez da banda britânica Bastille comunicar que fará mais um show extra, além do Rock in Rio. E se você já está ansioso para saber quanto custa o ingresso do show do Bastille, é bom ir preparando o cartão de crédito.

Isso porque as vendas já estão perto de começar. Além disso, a banda fará uma apresentação única em São Paulo, no dia 09 de setembro na Tokio Marine Hall.

O show faz parte da turnê “Give Me The Future”. A apresentação do grupo será um dia antes de realizarem o show no Rock in Rio.

Quer saber como comprar e quanto será o ingresso do show do Bastille? São algumas das perguntas que os fãs estão se fazendo. 

Para te ajudar a garantir o seu ingresso, FinanceOne te conta tudo agora.

Quanto custa o ingresso do show do Bastille?

Os ingressos para o show do Bastille em São Paulo variam de R$170 a R$580, de acordo com o setor escolhido e tipo: se inteira ou meia entrada.

Veja a seguir a relação de preços:

  • Cadeira Alta: R$170 (meia-entrada) | R$340 (inteira)
  • Pista: R$180 (meia-entrada) | R$360 (inteira)
  • Frisas: R$185 (meia-entrada) | R$370 (inteira)
  • Pista Premium: R$290 (meia-entrada) | R$580 (inteira)
  • Camarote: R$240 (meia-entrada) | R$480 (inteira)

Quando e como comprar ingresso para o show do Bastille?

Os ingressos para o show do Bastille já tem data para serem vendidos. Quem é cliente do C6 Bank tem direito de participar da pré-venda que começou nesta sexta (20) e vai até sábado (21).

Também haverá pré-venda para os clientes da  Tokio Marine, nos dias 22 e 23 de maio. Já o público geral terá a oportunidade de comprar o ingresso na próxima terça, dia 24.

Como comprar?

Mas como adquirir o ingresso para o show do Bastille? Você poderá comprar os ingressos tanto pelo site da Eventim, a partir das 10 horas, e presencialmente na bilheteria oficial da Tokio Marine Hall, que fica localizado na Rua Bragança Paulista, 1281, Vila Cruzeiro.

O horário da bilheteria oficial é das 11h às 18h. Vale lembrar que quem comprar presencialmente não precisará pagar a taxa de conveniência que é cobrada no site. 

público assistindo show
A banda Bastille fará show no Brasil no dia 09 de setembro

Outra informação importante é que os clientes do C6 Bank poderão parcelar o valor do ingresso em até quatro vezes sem juros. A Eventim não informou sobre o parcelamento para o público em geral.

Corinne Bailey Rae também anuncia shows

Além de Bastille, a cantora inglesa Corinne Bailey Rae também anunciou que realizará show extras, além do Rock in Rio. No entanto, com mais datas disponíveis.

+ Shows no Brasil em 2022: confira calendário e quanto custam os ingressos

Os shows foram anunciados como parte da turnê “Sunlight / Sunlight!”.

A cantora, que se apresentará no Palco Sunset, fará novas apresentações em São Paulo, Curitiba e Belo Horizonte, sendo:

  • Curitiba em 1º de setembro;
  • Belo Horizonte em 3 de setembro; e
  • São Paulo em 5 de setembro.

Os ingressos custam a partir de R$140 e serão vendidos pelo site do Uhuu!

Gostou da novidade? Compartilhe esta notícia com seus amigos que são fãs da banda ou da cantora e vão ficar animados com a oportunidade.

Leia também no FinanceOne:

Farmácia Popular: veja como pegar remédios de graça e saiba quem tem direito

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atendimento em farmácia

Você sabia que é possível ter descontos e até gratuidade na compra de alguns remédios considerados essenciais no Brasil? Isso graças ao programa governamental Farmácia Popular. Apesar de ter sido criado em 2004, o auxílio ainda gera dúvidas em muitos brasileiros, por isso é importante se atentar às regras de utilização.

O programa atua em farmácias e drogarias de todo o país, e pode ser utilizado por qualquer cidadão. Quer garantir um desconto a mais na hora de comprar seus medicamentos? Confira todos os detalhes sobre o Farmácia Popular.

Criado pelo Ministério da Saúde em 2004, o Farmácia Popular é um programa assistencial que tem como objetivo disponibilizar medicamentos essenciais para a população brasileira. O regramento do benefício tem como base as diretrizes da Política Nacional de Assistência Farmacêutica.

O programa visa a ampliar o acesso da população a remédios considerados essenciais para o tratamento de doenças crônicas e outras comorbidades. A lei garante ainda que haja unidades próprias da Farmácia Popular, voltadas para a distribuição de medicamentos e itens médicos. 

O programa Farmácia Popular é disponibilizado para toda a população brasileira, independentemente de classe social. Você pode utilizar os descontos mesmo sendo paciente da rede privada de saúde, não sendo necessário estar atrelado ao SUS.

Atualmente, cerca de 30.922 farmácias nacionais estão cadastradas para oferecer descontos via Farmácia Popular, em 4.398 municípios brasileiros. O governo federal pretende ampliar o escopo e atualizar as diretrizes para 2022.

atendimento em farmácia
Medicamentos para diabetes e hipertensão estão entre os beneficiados pelo programa. (Fonte: Divulgação)

Como funciona o benefício

A Farmácia Popular atua por meio de um sistema de co-pagamento chamado de “Aqui Tem Farmácia Popular”. Nesse modelo, o cidadão conta com descontos na compra de remédios e itens de saúde essenciais. 

Os descontos em remédios são possíveis graças a um subsídio dado às farmácias e drogarias conveniadas. Dessa forma, o governo assume até 90% do valor do medicamento, enquanto o cidadão paga o valor restante. 

Remédios gratuitos

Além de desconto em remédios para rinite, mal de Parkinson, osteoporose, glaucoma, diabetes, asmas, hipertensão, entre outros, o Farmácia Popular disponibiliza medicamentos gratuitos pelo SUS. Entram nessa lista antibióticos, ansiolíticos, antifúngicos e anti-inflamatórios com descontos exclusivos.

Os remédios ligados à doenças crônicas – como o câncer –, são disponibilizados de forma gratuita pelo SUS. Para se beneficiar, o cidadão deve emitir um requerimento médico e fazer o pedido formal para a farmácia conveniada.

Ficou interessado em adquirir descontos ou mesmo gratuitidade na compra de remédios essenciais? Então, atente-se para o regramento da modalidade.

Para usufruir da comodidade, é necessário realizar um cadastro em uma rede conveniada ou por uma unidade de saúde. Vale lembrar que, para retirar o medicamento, é preciso que o paciente direto esteja presente na farmácia, ou mesmo um representante legal.

A receita médica deve ter validade de até 180 dias nos casos de fraldas geriátricas ou remédio, e um ano para anticoncepcionais. Por ser um programa governamental aberto à toda a população, pode haver falta de medicamento ou fila de espera em alguns casos. Por isso, lembre-se de consultar a farmácia conveniada sobre a disponibilidade dos itens. 

Gostou do conteúdo? Aproveite para conferir outras notícias sobre o setor de Finanças Pessoais e fique por dentro das principais informações sobre a temática. 

Confira o guia completo para escolher o seguro viagem

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passageiros na fila do aeroporto para viagem

Ao viajar, seja para o exterior ou no Brasil, é importante ter um seguro viagem para ficar protegido em caso de imprevistos.

A depender do pacote contratado, o seguro pode cobrir, por exemplo, as despesas médicas, hospitalares e odontológicas. Além do cancelamento de viagem, acidente de voo e extravio de bagagem.

Em alguns destinos, o seguro viagem é obrigatório. No Brasil, esses planos são regulamentados pela Superintendência de Seguros Privados (Susep).

Segundo a Susep, o preço dos seguros deve ser correspondente com os serviços médicos e hospitalares da localidade.

Nos Estados Unidos, por exemplo, os valores tendem a ser mais elevados porque os custos médicos são altos.

Mas, você sabe como escolher um bom seguro viagem, qual sua cobertura e se atende as suas necessidades? Neste guia, vamos responder a essas e outras perguntas.

Confira os tópicos que serão abordados:

Qual a importância do seguro viagem?

Em uma viagem, nunca se sabe quando pode ocorrer um imprevisto. Ainda mais quando se está em um país sem serviço público de saúde ou que não se fala nossa língua.

Dessa forma, é fundamental estar prevenido para não pagar caro depois. Ter o seguro dá maior tranquilidade sobre os riscos que estará exposto, seja nas férias, à negócios ou intercâmbio.

Como por exemplo, acidentes, regresso antecipado por morte na família, cirurgia emergencial, perda de bagagem. Pode acontecer de tudo. E prevenir é sempre a melhor opção.

Também é importante contratar um seguro viagem porque ele pode ser requisitado pelo agente de imigração no aeroporto.

+ Confira os melhores seguros viagem, segundo a Proteste

Caso seja obrigatório e você não tenha a cobertura, pode ter que voltar ao Brasil sem aproveitar as férias.

Nem sempre o documento que comprova o seguro viagem é solicitado a todas as pessoas. Mas, a dica é levá-lo junto com sua bagagem de mão.

Assim como ter o número da apólice do seguro que contratou.

Seguro viagem é obrigatório em quais países?

Nos países europeus que fazem parte do Tratado de Schengen é obrigatório o seguro viagem. Eles exigem que a cobertura mínima seja de 30 mil euros para que os turistas possam entrar em seus territórios. São eles:

  • – Alemanha;
  • – Áustria;
  • – Bélgica;
  • – Chipre;
  • – Dinamarca;
  • – Eslováquia;
  • – Eslovênia;
  • – Espanha;
  • – Estônia;
  • – Finlândia;
  • – França;
  • – Grécia;
  • – Holanda;
  • – Hungria;
  • – Islândia;
  • – Itália;
  • – Letônia;
  • – Lituânia;
  • – Liechtenstein;
  • – Luxemburgo;
  • – Malta;
  • – Noruega;
  • – Polônia;
  • – Portugal;
  • – República Tcheca;
  • – Suécia;
  • – Suíça.

Apesar de não fazer parte do acordo, a Irlanda também exige o seguro viagem. Porém, sem o valor da cobertura mínima.

Por outro lado, na Austrália, a cobertura só é obrigatória para estudantes de intercâmbio. Na América Latina, apenas Cuba e Venezuela requerem o seguro viagem.

Ainda assim, o Ministério das Relações Exteriores recomenda entrar em contato com a embaixada ou consulado do país a que se planeja viajar para confirmar a obrigatoriedade do seguro.

Qual é o valor de um seguro viagem?

Em relação aos custos que teríamos em caso de uma cirurgia no exterior, por exemplo, o seguro viagem sai barato.

Os preços são variáveis de acordo com o plano e com a cobertura que escolher. Para viagens nacionais é possível encontrar seguros a partir de R$6 ao dia.

Na Europa, o valor sobre para R$12 por dia. Alguns sites oferecem calculadoras gratuitas para verificar o valor dos planos para o seu destino.

Fica mais fácil, portanto, ver os serviços que apresentam o melhor custo-benefício.

Quais são os tipos de cobertura disponíveis?

Em geral, as coberturas mais comuns incluem atendimento médico e odontológico 24 horas ao dia; perda ou extravio de bagagem; indenização em caso de morte acidental ou invalidez em viagem.

Assim como auxílio-farmácia; assistência para localizar bagagem; cancelamento de voo; seguro de interrupção ou cancelamento de viagem, nos casos de emergência médica.

Alguns planos também oferecem passagem aérea de ida e volta para um familiar em casos de problemas de saúde; assistência jurídica; pagamento antecipado de fiança; translado de corpo.

A dica é verificar com a seguradora todas as coberturas disponíveis por ela. Depois, verifique qual será necessário incluir no seu pacote.

Dessa forma, o serviço poderá ficar mais barato ou caro conforme a quantidade de itens.

imagem de várias bagagens de viagem
Escolher um plano de seguro para viagem evita dores de cabeça no futuro

Como escolher um plano de seguro viagem?

A escolha de um bom seguro viagem depende do seu destino e perfil. A partir disso, você poderá escolher qual plano oferece o melhor custo-benefício para suas necessidades.

Idosos, grávidas ou pessoas com doenças, por exemplo, devem contratar planos completos para cobrir suas especificidades.

Uma viagem à praia, por sua vez, requer um tipo de plano.

Já para neve, as condições e coberturas devem ser outra. Converse isso com a seguradora antes de fechar contrato.

Nos Estados Unidos, não é obrigatório apresentar o seguro viagem na imigração.

Os custos com emergências médicas, no entanto, são altos.

Dessa forma, pode compensar fazer um seguro para viagens aos EUA. A recomendação dos especialistas é que a cobertura seja elevada, acima dos 50 mil dólares.

Existem também serviços adicionais contra roubos, furtos. A depender do seu destino, pode ser uma opção também.

+ Vale a pena pegar empréstimo para viajar?

Onde contratar um plano?

As agências de turismo costumam oferecer o seguro viagem junto com o pacote. Mas, é possível contratar por fora, em empresas especializadas.

Além dos sites das seguradoras ou comparadores de seguros. Faça uma busca na internet sobre as opções e seus tipos de cobertura.

Quando devo contratar o serviço e por quanto tempo?

O seguro viagem pode ser disponibilizado em apólice ou bilhete. Existem alternativas específicas para o período da sua viagem.

Assim como para um número limitado de viagens dentro de um período de tempo. O que pode ser interessante para quem faz mais de uma viagem internacional ao ano.

Por outro lado, não há um prazo estipulado para contratar um seguro viagem. Você pode fazer isso até mesmo no dia do embarque.

Porém, é necessário ficar atento ao tempo que a seguradora leva para liberar os serviços depois da compra. O ideal é já estar com a cobertura ativada ao embarcar.

Há seguradoras que solicitam até 72 horas para fazer esse processo. Dessa maneira, a indicação é fechar o contrato com, pelo menos, uma semana de antecedência ao embarque.

É importante que a cobertura ocorra durante todo o período da sua viagem. Ou até mais de um dia, em caso de imprevistos na ida ou volta.

Como acionar o seguro durante a viagem?

Nas situações de imprevisto em uma viagem, caso esteja segurado, o primeiro passado é entrar em contato com a seguradora contratada.

Faça isso com o número da apólice. Assim, você receberá o suporte necessário para lidar com as dificuldades que não eram esperadas.

A assistência é 24 horas e a maioria das seguradoras aceitam chamadas a cobrar. Além de fazem atendimento em português, mesmo no exterior.

Em caso de emergência, você pode ir direto ao médico. Porém, guarde todos os documentos necessários para solicitar o reembolso, conforme as regras da seguradora.

E aí, com essas dicas ficou mais fácil escolher o seguro? Conte aqui nos comentários!

*Colaboração Mateus Carvalho

Onde investir com a inflação alta? Veja as melhores aplicações!

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casal analisando papelada de empresa

Que a inflação não para de subir todos os brasileiros já sabem, afinal dá para sentir no bolso as consequências disso. Mas você também pode se beneficiar desse aumento. Isso é possível para quem decide investir com inflação alta. 

Afinal, existem boas opções de investimentos mesmo com a inflação subindo sem parar. Vale ressaltar que essa é uma boa alternativa para quem não quer ver o seu dinheiro ainda mais desvalorizado.

Para se ter uma ideia, o valor da inflação já chegou a 11,30% nos últimos 12 meses. A informação foi divulgada pelo IBGE no início do mês de abril.

Mas quais são as melhores opções para investir com inflação alta? 

São aqueles investimentos cujas taxas de remuneração estão atreladas ao índice. Sendo assim, se o IPCA sobe, a remuneração também aumenta. Mas caso diminui você também vai receber menos ao investir.

Dessa forma, quem investe nesse tipo de aplicação recebe como remuneração o percentual da inflação, que neste caso está em 11,30%.

Onde investir com inflação alta?

Quem quer aproveitar a alta da inflação para ganhar dinheiro investindo, grande parte das opções são de renda fixa, sendo a poupança a mais conhecida. 

Mas vale lembrar que existem alternativas mais rentáveis que a caderneta.

Quer saber onde investir com inflação alta? Veja a lista abaixo com algumas opções!

Tesouro IPCA+

Este é um investimento de título híbrido, mas o que isso significa? Que a remuneração é composta tanto pela variação do IPCA quanto por uma taxa fixa, que é justamente o símbolo “+” no nome da aplicação.

Sendo assim, uma parte da rentabilidade do seu investimento é prefixada e a outra pós-fixada.

pessoas em um escritório durante reunião
Existem diversos investimentos de renda fixa que você pode investir com a inflação em alta

Quando a inflação tem uma alta, é possível ter a rentabilidade de ambos. Mas quando o índice está em queda, você tem a garantia da taxa fixa de que receberá algo.

Títulos atrelados à inflação

Além do Tesouro, é possível contar com títulos privados que poderão ser uma ótima opção de investir com a inflação em alta. É o caso dos CDBs LCIs e LCAs.

CDBs

O CDB ou Certificado de Depósito Bancário é considerado um título de renda fixa do tipo crédito privado. Ele é oferecido por bancos. 

Geralmente, o CDB é muito optado por aqueles que estão prestes a dar os primeiros passos com investimentos.

Em tese, é basicamente um empréstimo do seu dinheiro para uma instituição bancária. Neste caso, a inflação em alta não é um fator prejudicial. Em troca desse empréstimo, você recebe uma taxa de rentabilidade que é definida no momento da compra.

+ Quando não vale a pena investir em ações
+ Deflação: saiba o que é e quais são seus efeitos

LCIs e LCAs

Se você está há muito ou pouco tempo, certamente já ouviu falar nas Letras de Crédito.

Neste caso, no mundo dos investimentos, existem Letra de Crédito Imobiliário (as LCIs) e Letra de Crédito do Agronegócio (as LCAs).

Para te ajudar a entender melhor, LCA e LCI são também títulos emitidos por bancos. Mas, neste caso, o dinheiro aplicado é utilizado para financiar as atividades tanto do setor imobiliário quanto do agronegócio.

E, assim como no CDB, também funcionam como um empréstimo a essa instituição bancária. Neste caso, novamente, a alta da inflação não vai afetar o desempenho negativamente.

Neste mesmo sentido, o investidor ganha como pagamento aquilo que emprestou mais os juros, devendo ter sido estabelecido no momento da compra do título.

Gostou do conteúdo? Então continue a sua leitura e confira como se proteger da inflação investindo em criptomoedas.

Leia também no FinanceOne:

Sweatcoin: descubra como funciona o app que paga para você andar

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mulher segurando notas de dinheiro

Já pensou em ganhar dinheiro para caminhar? Não, você não leu errado, essa é a proposta do aplicativo Sweatcoin. Enquanto você faz uma caminhada, visando o bem da sua saúde, você também pode estar garantindo um dinheiro extra.

E é claro que essa novidade já fez com que o Sweatcoin se tornasse a plataforma mais baixada no país, somente na primeira semana deste mês. Por conta disso, o aplicativo foi destaque tanto no App Store quanto no Google Play.

Se você acha que isso é algum tipo de golpe, está muito enganado. O aplicativo realmente paga os usuários para que eles caminhem. 

Mas afinal o que seria o Sweatcoin? Como ele funciona e como você pode ser pago por caminhar? É o que vai descobrir neste artigo!

O que é o aplicativo Sweatcoin?

Para quem não conhece esse é um aplicativo fitness, que como você já sabe está disponível tanto para Android quanto iOS. E apesar de ele só ter ganhado destaque agora, o Sweatcoin foi lançado em 2016.

Vale ressaltar que ele é considerado um aplicativo seguro e não oferece riscos para os usuários. 

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As recompensas são moedas virtuais que você pode ganhar por andar ou correr usando o aplicativo. Vale ressaltar que ele precisa ser conectado com as plataformas que fazem o rastreio padrão, como é o caso do Google Fit e Saúde.

E essas recompensas podem ser trocadas por alguns itens na loja do aplicativo. Além disso, você também pode usar o que ganhou para realizar doações ou participar de leilões. 

Sendo assim, o Sweatcoin é um aplicativo que tem como objetivo incentivar as pessoas a realizarem atividades físicas e conquistarem saúde e bem-estar.

Como funciona o Sweatcoins?

Como você pôde ver acima, Sweatcoins nada mais é do que um aplicativo que vai te dar recompensas pelas suas caminhadas. Mas como isso, de fato, funciona?

Engana-se quem pensa que vai ser muito fácil faturar os prêmios dentro da plataforma, mas já é um incentivo. Isso porque a cada mil passos o usuário ganha um Sweatcoin. 

E, por exemplo, um dos itens que podem ser trocados na loja do aplicativo é um bracelete personalizado, que é vendido por 35 moedas. Dessa forma, para conquistá-lo teria que ser possível dar 35 mil passos. Além disso, o usuário para comprar o produto precisa pagar o frete para o Brasil à parte.

Mulher deitada no sofá sorri e segura o celular em uma mão
O Sweatcoins foi o aplicativo mais baixado na primeira semana de maio

Além disso, uma opção também é assinar o plano premium do aplicativo para ganhar moedas em dobro. Entretanto, o custo benefício precisa ser verificado.

Afinal, o plano custa R$35,99 ao mês e em muitos casos o usuário não conseguirá resgatar o valor pago em moedas Sweatcoins. 

Existem outras formas de ganhar Sweatcoins?

Sim! É possível ganhar Sweatcoins de outras formas, não somente com passos, embora este seja o foco principal.

O usuário poderá ganhar moedas também se conseguir: convidar amigos, participar de desafios ou até mesmo assistir a propagandas.

Além disso, estima-se que no futuro o aplicativo Sweatcoin comece a transformar os ganhos dentro da plataforma em dinheiro de verdade. Isso deve ser possível quando for lançada a criptomoeda personalizada, mas ainda não há muitas informações sobre preço e valorização.

Gostou? Então compartilhe esta novidade com um amigo que gosta de caminhar e vai conseguir ótimas recompensas com o aplicativo!

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Saiba quais são os 3 melhores aplicativos de entrega

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entregador de delivery e cliente

Para quem é empreendedor e atua no mercado de delivery, nada melhor do que uma boa plataforma que aproxime você do seu cliente. Pensando nisso, o Financeone preparou para você uma lista com os melhores aplicativos de entrega.

Além disso, dá para estar cadastrado em várias plataformas ao mesmo tempo. São esses apps que ampliam sua área de cobertura, e como resultado, conectam você a outras regiões da cidade ou até mesmo do bairro que você reside.

Entre esses apps, existem opções já bastante conhecidas no mercado e outras nem tão conhecidas. Nesse sentido, a vantagem é que dá para utilizar essas plataformas para além da entrega de alimentos, lanches e refeições.

Vale lembrar também que essa é uma ótima dica que também serve para os entregadores que precisam diversificar os apps de entrega quando há pouco movimento.

1. iFood

Em primeiro lugar, um dos apps mais populares daqui do Brasil, o iFood é praticamente a porta de entrada para todo comerciante e entregador. Possui alta demanda de solicitações e promete aos comerciantes um gerenciamento fácil do negócio na plataforma e um aumento de até 50% no faturamento de quem decide ser parceiro. 

De acordo com dados do próprio iFood, são mais de 48 milhões de pedidos entregues por mês, 236 mil restaurantes parceiros e 160 mil entregadores ativos. Ele trabalha com entrega de itens de restaurantes, docerias, padarias, hortifrutis, mercados, pet shops, entre outras lojas.

Para se tornar um restaurante ou empresa parceira, o iFood oferece dois tipos de planos:

  • Básico: o estabelecimento é quem faz as entregas e gerencia os entregadores. Há uma comissão de 12% sobre o valor dos pedidos realizados e mais uma taxa de 3,5% quando os pagamentos são feitos diretamente pelo iFood. A mensalidade é R$100,00, mas somente se a sua empresa vender mais de R$1.800,00 no mês.
  • Entrega: o iFood faz o delivery por meio de entregadores parceiros. A comissão é de 23% sobre o valor dos pedidos, e há uma taxa de 3,5% quando o pagamento for realizado direto na plataforma. A mensalidade é R$130,00, caso você venda mais de R$1.800,00 no mês. No entanto, essa opção não está disponível em todas as regiões do Brasil.

Apesar de vantajoso, muitos restaurantes entendem que não compensa um valor tão alto para fazer parte do app. Nesse sentido, apresentamos também a vocês outras opções de apps para entrega.

+ O que é preciso para ser entregador do Mercado Livre? 
+ Indique e ganhe: conheça os aplicativos que pagam usuários por indicação

Entregador do Rappi de costas, mostrando o logo da empresa
O Rappi é uma ótima opção para comerciantes e entregadores, já que seu serviço de delivery possui ótimos índices de satisfação e rapidez!

2. Rappi

O Rappi é um outro aplicativo de entrega que está ganhando cada vez mais espaço no Brasil. Originalmente da Colômbia, o app já está realizando operações no Brasil há algum tempo.

Lá é possível fazer quase tudo,como as vendas por atacado, pet shop, farmácia, produtos de limpeza, entre outros. 

O app ainda oferece a opção de contratar um entregador para uma demanda específica, retirando um item em um ponto e levando a outro, por exemplo. Segundo a empresa, ela fornece aos parceiros os dados mais importantes para gerenciar o estabelecimento, como informações sobre vendas e outros indicadores operacionais. 

O Rappi cobra uma porcentagem de comissão e o Imposto sobre Valor Agregado (IVA) por cada pedido realizado. Ou seja, fica a cargo dos estabelecimentos analisarem se o valor que é cobrado pelo app de entrega vale a pena.

3. 99Food

Outra empresa de transporte individual que migrou para o ramo de aplicativos de entrega foi a 99.

Conforme a empresa em seu site, ao fazer parte do 99Food você tem uma equipe técnica dedicada a auxiliar os restaurantes parceiros na configuração da loja virtual e oferece ferramentas voltadas para ações promocionais.

Ela ainda coloca à disposição o app 99Store, para auxiliar os parceiros no gerenciamento da loja, fornecer dados sobre o desempenho de vendas, entre outros recursos.

Por fim, a 99Food oferece dois planos:

  • Entrega 99Food: é ela quem realiza a entrega dos pedidos. A comissão é cobrada sobre o valor dos itens vendidos.
  • Entrega do estabelecimento: o próprio restaurante ou bar é quem faz a entrega. A comissão é cobrada sobre o valor dos itens vendidos mais a taxa de entrega

Uber Eats

O Uber Eats foi por muito tempo um dos apps de comida mais utilizados depois do iFood. Entretanto, a empresa anunciou que o serviço de delivery saiu do ar e não está mais funcionando.

Desde o dia 7 de março de 2022 que o Uber Eats encerrou a suas atividades no Brasil

Gostou do nosso conteúdo? Confira agora como o delivery pode salvar o seu negócio.

*Colaboração: Mateus Carvalho

Certificado de Recebíveis Imobiliários (CRI): o que é e como investir?

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Pessoa colocando lâmpada em cima de uma pilha de moedas

O Certificado de Recebíveis Imobiliários (CRI) é uma boa opção de investimento em renda fixa.

Ao aplicar em um CRI, o investidor ajuda a financiar o mercado imobiliário, antecipando os créditos que o setor receberá. Em troca, o CRI representa a promessa de um pagamento futuro.

E como funciona? É fácil! Em geral, uma incorporadora que possui um empreendimento em construção vende as unidades antes da finalização da obra.

No entanto, essa construtora não espera o pagamento da totalidade das parcelas dos compradores.

A empresa se antecipa e contrata uma securitizadora, que é a empresa responsável por transformar as dívidas em títulos de crédito, nos quais os investidores podem aplicar seu capital.

A partir daí, a incorporadora receberá recursos sem ter que esperar o vencimento das parcelas.

Já quem investe em um CRI recebe uma rentabilidade do valor aplicado de acordo com um prazo pré-determinado, como também é o caso em outros produtos de renda fixa.

O pagamento pode acontecer tanto no vencimento da aplicação quanto periodicamente, de acordo com a especificação do título.

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Como funciona o Certificado de Recebíveis Imobiliários?

Além de serem títulos aplicados à renda fixa relacionada ao setor imobiliário, o Certificado de Recebíveis Imobiliários ainda possui prazos de vencimento longos: cerca de 3 a 5 anos.

Essa característica é inerente ao CRI porque as documentações desses empreendimentos possuem um período que corresponde a prazos mais longos.

Por exemplo as papeladas da construção de um prédio comercial. Os papéis, por conseguinte, possuem baixa liquidez.

Por esse motivo é fundamental que você entenda o seguinte: esse tipo de aplicação não é recomendado para quem deseja obter retornos financeiros rápidos ou rendimentos de alta lucratividade em um curto período de tempo.

Rentabilidade

Os Certificados de Recebíveis Imobiliários, no que diz respeito à rentabilidade, são padronizados de acordo com os demais investimentos em renda fixa. Ou seja, podem apresentar previsões de quanto renderá o capital investido por você.

Veja abaixo os modelos de remuneração do CRI:

1- Pré-fixada

Nesse modelo, a taxa de juros é bloqueada no momento em que você compra. Dessa forma, o investidor consegue dizer a porcentagem de rentabilidade que o seu investimento terá até o ano de vencimento.

2 – Pós-fixada

O modelo pós-fixado vincula a rentabilidade a um indicador, como o CDI. Por esse motivo, quando o indicador muda, o retorno da aplicação também é modificado – podendo variar para mais ou para menos.

Os CRIs que estão vinculados a índices como o IPCA também possuem rendimento pós-fixado. A diferença é que nesse modo as parcelas são divididas da seguinte forma:

  • Parcela de Remuneração pré-fixada: uma taxa mínima de rendimento.
  • Remuneração pós-fixada: vinculada ao índice.
  • Imposto de Renda: os CRIs são isentos de Imposto de Renda. Por isso, o valor da rentabilidade é igual ao valor líquido que retorna do seu investimento.

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Como comprar um CRI?

A compra de um Certificado de Recebíveis Imobiliários (CRI) pode ser feita através de duas modalidades: um fundo de CRI ou direto. Descubra como aqui:

Compra direta

Através da corretora de sua preferência, você tem acesso a diversos títulos à venda no mercado. Com base nos seus conhecimentos e interesses, a compra dos papéis pode ser feita diretamente e online.

Esse tipo de modalidade por atender algumas preferências é recomendada para quem deseja ter domínio da própria carteira de CRI e prefere escolher a empresa específica que deseja investir, além de não ver as flutuações no valor.

Através de um fundo

Diversas opções de Certificados de Recebíveis Imobiliários estão disponíveis na plataforma da sua corretora para aquisição direta, com rentabilidade e prazos diferentes.

Contudo, se você é um investidor inicial, os Fundos de CRI são mais desejáveis. Ao invés de realizar a compra direta, um fundo o seu investimento possibilita a compra dos melhores papéis disponíveis.

Isso acaba sendo uma maneira de realizar a gestão da sua carteira com apoio de especialistas que alocam seu dinheiro nas oportunidades mais recomendadas.

Os fundos de CRI são negociados na bolsa de valores, portanto as flutuações podem ser acompanhadas minuto a minuto pelo investidor.

A rentabilidade das duas modalidades depende do momento, então é necessário avaliar caso a caso para decidir qual paga mais.

pessoa segurando notas de real
O Certificado de Recebíveis Imobiliários (CRI) é um título que gera um direito de crédito ao investidor

Vantagens e riscos de investir em CRI

O primeiro benefício já é o potencial de retorno. Por exemplo, em comparação com títulos públicos, os certificados de recebíveis podem pagar mais, considerando o mesmo período de aplicação.

Outra vantagem é a isenção do Imposto de Renda. Enquanto títulos do Tesouro e Certificados de Depósito Bancário (CDBs) têm IR, por exemplo, os CRIs não são tributáveis.

Esses certificados são aplicações com um risco um pouco maior que outras opções de renda fixa, permitindo aumentar a diversificação e o retorno médio.

Em contrapartida, existem alguns riscos nessas opções de investimento. Uma desvantagem é o fato de que CRIs não são cobertos pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC).

Esse fundo devolve até R$250 mil por investidor caso uma instituição que emite papéis como LCIs e LCAs, ou até CDBs e poupança, caso tenham problemas financeiros.

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