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7 melhores cursos online e gratuitos sobre investimentos

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pessoa estudando

Você quer começar a investir, mas não se sente preparado? Ou então você já sabe como investir e quer aprimorar o seu conhecimento? Os cursos online gratuitos sobre investimentos podem lhe ajudar.

Não dá para negar: a quarentena devido à pandemia do coronavírus tornou-se a realidade de muitos brasileiros.

E já que algumas pessoas continuam em isolamento social, então que tal aproveitar isso e atualizar os estudos?

No texto de hoje, listaremos sete cursos sobre investimentos. E o melhor de tudo: são de graça e online! Continue a leitura para saber mais.

Imagem que contém uma pessoa escrevendo no caderno para ilustrar o texto sobre cursos online gratuitos sobre investimentos
Conheça 7 cursos online gratuitos sobre investimentos para você começar agora mesmo

Nenhum dos cursos sugeridos a seguir são pagos. Todos são gratuitos e não exigem pré-requisitos. Portanto, são recomendados tanto para estudantes de nível médio quanto de nível superior.

Além, é claro, de serem indicados para qualquer um que queira aumentar seus conhecimentos sobre investimentos.

+ 5 melhores sites para cursos online com certificado que você precisa conhecer

1 – Como fazer investimentos

Este curso é da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e vai ensinar conhecimentos essenciais de como fazer investimentos.

O curso aborda diversos temas, entre eles: as características de aplicações, especialmente as relacionadas a fundos de investimento.

2 – Investimento com planejamento

Saber investir e fazer um planejamento financeiro é fundamental para a realização de objetivos.

Esse curso também é da FGV e mostra princípios e métodos que ajudam você a investir o seu dinheiro com inteligência e, é claro, sabendo dos riscos.

O curso Investimento com planejamento também aborda os tipos de investimentos, passando por ações e investimentos em ouro, por exemplo.

3 – O que você precisa saber sobre fundos de investimentos

Você sente curiosidade em se aprofundar sobre os fundos de investimentos? Se a resposta for sim, então esse curso da Udemy é para você!

Em menos de uma hora você aprende o essencial para saber sobre os fundos de investimentos e como eles se enquadram em cada opção de investimento.

4 – Começando a investir em renda variável

Para você que já tem vontade de começar a investir em renda variável, mas ainda não tem coragem, a Yubb preparou um curso de seis aulas e 37 minutos de duração.

O curso faz você entender os principais investimentos de renda variável, tais como: fundos imobiliários e ações. Além disso, o curso também oferece uma aula prática.

5 – Finanças pessoais e investimentos em ações

Você já deve ter ouvido falar que investir em ações é bastante arriscado. Se você não souber investir, inclusive, pode acabar perdendo tudo.

Por isso, a B3 oferece este curso sobre investimentos em ações. O curso, além de ensinar a investir, também apresenta formas de organizar as finanças. A carga horária é de 13 horas.

6 – Matemática financeira

Antes de entrar no mundo dos investimentos, há um conhecimento básico que muita gente não se importa muito: matemática financeira.

Por isso, a CVM disponibiliza esse curso. De fato, não é um curso sobre investimentos, mas sobre a principal ferramenta que você precisa saber antes de fazer qualquer investimento.

7 – Minicurso sobre Tesouro Direto

Esse último curso da lista está disponível na Udemy. Ele é direcionado aos investidores iniciantes que querem começar no Tesouro Direto e tem, aproximadamente, uma hora de duração.

O curso, no entanto, pode acabar frustrando os investidores com níveis intermediários e avançados. Mas com certeza vai agradar aqueles que estão começando a dar o primeiro passo.

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Confira também opções de cursos de investimentos para iniciantes

Reforma tributária: entenda o que é e qual impacto na Economia

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coronavírus

O governo federal, por meio do ministro da Economia, Paulo Guedes, entregou ao Congresso Nacional a primeira fase da proposta de reforma tributária.

De acordo com o ministro, essa primeira parte trata apenas da unificação de impostos federais e estaduais em um futuro Imposto sobre Valor Agregado (IVA) dual.

Reforma tributária
Governo apresenta proposta de reforma tributária

O IVA dual prevê a unificação de diversos tributos em dois impostos: um federal e outro regional. Portanto, o que acontece em tese?

Tributos como o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) poderiam ser unificados.

No entanto, Guedes explica que, no nível federal, o IVA fundirá o Programa de Integração Social (PIS) e a Contribuição sobre o Financiamento da Seguridade Social (Cofins).

“Temos que começar pelo que nos une. Vamos começar com o IVA dual. Vamos acabar com o PIS e a Cofins. Isso já está na Casa Civil”, diz o ministro Paulo Guedes.

Histórico da Reforma tributária

A Reforma tributária está em debate há pelo menos duas décadas. Contudo, no Parlamento, foram apresentadas em 2019 duas propostas de emenda à Constituição (PEC) com objetivo de aperfeiçoar o Sistema Tributário Nacional (STN), que ganharam protagonismo nos debates.

A PEC 110/2019, do Senado, e a PEC 45/2019, da Câmara, começaram a ser mais debatidas no início deste ano, com a criação da Comissão Mista da Reforma Tributária.

Entretanto, o colegiado teve suas reuniões interrompidas devido à pandemia da Covid-19.

A principal convergência entre as duas propostas é a extinção de diversos tributos que incidem sobre bens e serviços.

Outras fases do Projeto do Ministro Guedes

2ª fase

Na segunda fase da Reforma tributária, o governo irá propor uma reformulação dos impostos IPI e impostos indiretos sobre o consumo – tema de uma Proposta de Emenda à Constituição, no Senado Federal, a PEC 110.

Esse texto, contudo, deve ser enviado ao Congresso Nacional em cerca de um mês.

3ª fase

A terceira fase irá propor alterações do imposto de renda, tanto de pessoa física como de jurídica.

No primeiro caso, a ideia é reduzir alíquota e dedução e, no segundo, o objetivo é reduzir impostos sobre as empresas e tributar lucros e dividendos, hoje isentos.

4ª fase

Já na quarta fase, o governo irá propor a ampliação da desoneração da folha de pagamentos para além dos atuais 17 setores, que teve extensão até 2021 vetada por Bolsonaro.

Para compensar a perda de arrecadação com a redução do pagamento sobre a folha, a proposta prevê a criação de um novo imposto sobre as transferências digitais. O governo estuda cobrar 0,2% sobre as operações digitais.

Os principais pontos da Reforma Tributária

1 -Imposto sobre transação financeira

O governo criaria com a Reforma Tributária um imposto sobre transação financeira, com alíquota estimada em 0,2%, o que permitiria arrecadar R$ 120 bilhões ao ano.

Na avaliação da equipe econômica, isso abriria espaço para reduzir a carga tributária em outros âmbitos. O Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) seria extinto.

2 – Desoneração de impostos sobre a folha de pagamento

Uma das contrapartidas à “nova CPMF” seria a redução de impostos sobre a folha de pagamentos.

O governo acena para as empresas com a possibilidade de isenção da contribuição previdenciária de 20% para trabalhadores que recebem um salário mínimo.

Com isso, prevê a redução de 20% para 15% nos salários acima disso.

3 – Imposto de Renda

O governo estuda aumentar a faixa de isenção de R$ 1.903,99 para aproximadamente R$ 3 mil. Além disso, cogita diminuir a alíquota máxima de 27,5% e criar uma alíquota mais alta para os contribuintes ricos.

Também é analisada a possibilidade de redução das deduções, que, no caso das despesas médicas, hoje são ilimitadas. Lucros e dividendos passariam a ser taxados para as pessoas físicas, o que não ocorre desde 1996.

Reforma tributária pode trazer riscos, diz especialista

Para a professora de direito tributário e finanças públicas da Escola de Direito de São Paulo da Fundação Getulio Vargas, Tathiane Piscitelli, a Reforma tributária traz riscos como o do aumento da desigualdade social.

“A população de baixa renda será mais onerada porque a tributação sobre o consumo é altamente regressiva. Aliado a isso, com uma alíquota de mais ou menos 25%, ela é mais danosa para fins da igualdade social”, avalia Tathiane Piscitelli.

No entanto, a população de baixa renda deve receber em forma de créditos, o que foi recolhido em impostos. Porém, segundo Tathiane Piscitelli, isso é injusto.

“O preço é fundamental na escolha da compra da população de baixa renda. Então, se você tem uma alíquota mais alta e o tributo é repassado no preço, isso pode refrear o consumo”, explica a professora da FGV.

Por fim, Tathiane Piscitelli questiona ainda se o valor devolvido será ou não atualizado pela inflação.

“Essa medida tem sido muito comparada pelo Bolsa Família. No entanto, esse programa é emergencial com a ideia que pessoa vai sair dele. Na proposta do governo, em vez de reduzir a desigualdade, eu posso aumentar pelo reforço de um estereótipo negativo. Ou seja, que ela precisa do Estado”, destaca.

O governo federal também prepara um novo programa de renda mínima para os brasileiros: o Renda Brasil. Confira o que é e quem terá direito a esse auxílio.

Por que o governo vai lançar a nota de R$200?

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imagem da fachada do Banco Central

Em julho, o Banco Central (BC) anunciou o lançamento da nota de R$200. Segundo o BC, a nova cédula deve entrar em circulação no final de agosto.

A previsão é que sejam impressas, aproximadamente, 450 milhões de novas cédulas de R$200 este ano.

O anúncio sobre a nota gerou grande repercussão nas redes sociais, desde críticas no sentido que a nota vai facilitar a lavagem de dinheiro até memes com imagens de como deveria ser a nova cédula do real.

Mas, afinal, por que houve um alarde tão grande depois do anúncio do Banco Central? E por que lançar uma nota de R$200 agora? Para entender essa e outras questões, continue a leitura do texto!

Homem passando em frente ao Banco Central para ilustrar o texto sobre a nota de R$200
Saiba os motivos que fizeram o governo e Banco Central lançarem a nota de R$200

Pandemia, entesouramento e nota de R$200: o que têm em comum?

Em uma coletiva de imprensa, a diretora de Administração do BC, Carolina de Assis, explicou o motivo da decisão para criar a nova nota de R$200.

Segundo ela, o Brasil e o mundo observaram um entesouramento desde que a pandemia da Covid-19 começou.

O entesouramento significa que pessoas estão guardando mais dinheiro físico.

“Não só o Banco Central do Brasil, mas bancos centrais de outros países observaram o entesouramento desde que a pandemia começou. Isso não é um fenômeno típico do nosso país. Em momentos de incerteza, as pessoas tendem a fazer saques e acumular reservas. O dinheiro, em tempos de incerteza, é sinal de segurança, estabilidade”, disse a diretora Carolina de Assis Barros.

Por isso, está diretamente ligado aos efeitos da pandemia a explicação do Banco Central sobre porque criar a nova cédula, que tem previsão de começar a circular no fim de agosto.

Além disso, o BC reiterou que a decisão, aprovada também pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), foi tomada para “atender ao aumento da demanda por dinheiro em espécie”.

Em março, a quantidade de dinheiro vivo com a população era de aproximadamente R$216 bilhões, de acordo o Banco Central. Após o início da pandemia, esse montante começou a subir e, atualmente, está em R$277 bilhões.

Agora, a previsão do Banco Central é de que, ao longo do ano, entrem em circulação 450 milhões de unidades da nova cédula.

O governo federal informou que a medida não trará impacto na base monetária do país. Ou seja, não haverá “dinheiro a mais” circulando.

Em resumo, ao invés de colocar duas notas de R$100 em circulação, o Banco Central fará a substituição por uma de R$200.

Outros motivos para o lançamento da cédula de R$200

A diretora Carolina de Assis também lembrou que o plano de criar uma nota de R$200 já estava nos planos do Banco Central.

Ela afirmou que, hoje, a quantidade de papel-moeda em circulação está adequada para as necessidades da população, mas não é possível saber por quanto tempo o tal entesouramento continuará.

Por isso, o BC decidiu agir preventivamente para um possível aumento de demanda.

Nova nota de R$200 será na cor cinza

De acordo com divulgações do Banco Central, a nota de R$200 deverá ser na cor cinza. Além disso, a cédula também poderá trazer detalhes amarronzados, caso o modelo em teste seja aprovado pela instituição.

São três fases para a confecção da nota. A primeira etapa é de responsabilidade da Casa da Moeda. Já a segunda e terceira são etapas que ocorrem a calcografia —  processo de gravura para gravar as imagens em alto relevo.

O lobo-guará foi o animal escolhido para estampar a nota de R$200. A escolha veio após uma votação realizada pelo Banco Central em 2001.

Vale lembrar que, antes de emitir a nota, o modelo deverá ser aprovado pelo BC.

O governo, porém, tem pressa para colocar a nota em circulação, visto que boa parte dos beneficiários do auxílio emergencial estão preferindo receber o dinheiro em espécie.

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Programa Renda Brasil: o que é e quem terá direito?

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coronavírus

Anunciado pelo ministro da Economia, Paulo Gudes, o Renda Brasil seria o novo programa de renda mínima do governo federal. De acordo com o titular da pasta, o programa seria uma espécie de “novo” Bolsa Família.

A ideia do Renda Brasil ganhou força após a criação do auxílio emergencial, benefício concedido pelo governo para brasileiros devido a pandemia do coronavírus.

O presidente Jair Bolsonaro, no entanto, decidiu cancelar o programa Renda Brasil após repercussões sobre o congelamento de salários de aposentados e pensionistas. A confirmação veio após o próprio presidente divulgar um vídeo nas redes sociais.

Confira a seguir:

Veja o que se sabe até agora sobre o programa Renda Brasil.

+ Renda Brasil: governo prevê benefício médio de R$232
+ Renda Brasil e Renda Cidadã são a mesma coisa

Quem tem direito ao Renda Brasil?

Conforme informado, o Programa Renda Brasil seria destinado a famílias com renda per capita mensal de até R$250. Atualmente, o Bolsa Família é para quem está na chamada linha de pobreza, que é de R$178 renda per capita por mês.

Além disso, o governo informou que, apesar de ser um projeto voltado para substituir o atual Bolsa Família, mais pessoas poderiam receber. Os trabalhadores informais, por exemplo, teriam acesso ao benefício.

A proposta inicial do governo era atender um público de, aproximadamente, 57,3 milhões de pessoas. O número é maior do que o Bolsa Família que, atualmente, atende 41 milhões de brasileiros.

+ Renda Brasil x Bolsa Família: qual a diferença?

Qual o valor do novo benefício?

De acordo com informações do Ministério da Economia, o novo programa poderia pagar até R$232 por mês aos beneficiários.

Estava em debate também um benefício de R$100 per capita para crianças e adolescentes de até 15 anos. Atualmente, é pago um valor de R$187 mensais no Bolsa Família.

Os critérios para conseguir ter acesso ao programa do Renda Brasil também estavam em estudo.

No Bolsa Família, por exemplo, para conseguir receber o benefício é necessário que tenha crianças ou adolescentes de até 17 anos na família.

Além disso, outro requisito para ter o Bolsa Família é matricular a criança na escola e levá-la para ser vacinada de acordo com o calendário de vacinação divulgado pelo Ministério do Saúde.

Outros benefícios poderão deixar de existir?

A dúvida que fica é: outros benefícios poderiam ser extintos? O ministro não confirmou se outros programas do governo deixariam de existir a partir da criação do Renda Brasil.

Guedes informou apenas que o objetivo era “uma unificação de vários programas sociais e o lançamento de um Renda Brasil”.

A equipe econômica, no entanto, já havia sinalizado uma possível revisão em programas sociais que, segundo ela, são ineficientes. Com isso, teria “espaço” no Orçamento para o pagamento de outros programas sociais do governo.

Entre eles o abono salarial, benefício pago anualmente para trabalhadores com carteira assinada e que recebem até dois salários mínimos.

Além do seguro-defeso, programa voltado para pescadores no período em que a pesca é proibida; e a farmácia popular. As informações são do jornal O Estado de São Paulo.

Governo prorroga auxílio emergencial por mais dois meses

No começo de junho, o governo federal sinalizou que queria a prorrogação do auxílio emergencial por mais dois meses. No começo de julho, o martelo foi batido e o benefício foi prorrogado.

O decreto assinado pelo presidente estende o auxílio emergencial de R$600 por mais dois meses.

O auxílio emergencial foi criado em abril para diminuir os efeitos da crise financeira provocada pelo coronavírus.

O benefício é destinado aos trabalhadores informais, microempreendedores individuais (MEIs) e pessoas desempregadas.

Além de contribuintes individuais do INSS maiores de idade e que cumpram requisitos de renda média de meio salário mínimo por pessoa ou até três salários mínimos por família, por exemplo.

O governo federal também anunciou o saque emergencial do FGTS de até R$1.045 como medida para conter os impactos do coronavírus. Saiba os detalhes!

FGTS: senadores propõem novo valor para o saque. Entenda!

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Pessoa segurando cartão cidadão com algumas notas de reais para usar o FGTS

O Senado aprovou na última quinta-feira, 30, a Medida Provisória (MP) 946/2020, com alterações, que autoriza os saques do FGTS durante a pandemia do novo coronavírus.

Uma das mudanças é a possibilidade de ampliação do saque pelos beneficiários. Além da extinção do Fundo PIS/Pasep. 

Vale ressaltar que os saques do FGTS, de no máximo, R$1.045 já estão sendo realizados. O texto alterado no Senado retornará para a Câmara por conta das modificações realizadas. O prazo de vigência da proposição vence na terça-feira, 4 de agosto.

FGTS rende mais que a Selic
O valor do FGTS pode mudar caso a Câmara aprove as alterações

As lideranças partidárias ressaltam o compromisso do presidente da Câmara, Rodrigo Maia, e do relator da proposição, o deputado Marcel Van Hattem (Novo-RS), de votar o texto até o prazo máximo.

Além disso, os senadores fizeram as sugestões de alterações junto ao relator, o senador Fernando Bezerra (MDB-PE), que também é o líder na Casa.

Os senadores realizaram um acordo com o relator, onde ficou acertado que será permitida a movimentação da totalidade dos valores da conta vinculada ao FGTS.

Isso irá valer para os trabalhadores que tenham pedido demissão ou tenham sido demitidos sem justa causa. O senador apoiou as alterações que foram propostas, mas ressaltou que o governo não tem compromisso de sanção da modificação.

Já que o governo pretende garantir a aplicação dos recursos do FGTS em habitação e saneamento, sem apostar na criação de novas modalidades de saque.

Entenda as modificações do FGTS aprovada no Senado

O Projeto de Lei de Conversão (PLV) teve origem na MP 946/2020 e, ao extinguir o Fundo PIS/Pasep, o valor é transferido  para a conta do FGTS. 

Por meio de acordo, Fernando Bezerra uniu os destaques apresentados pelo senador Weverton (PDT-MA) e pela senadora Rose de Freitas (Podemos-ES), os quais tinham o objetivo único de ampliar o acesso dos trabalhadores aos recursos do FGTS. Caso aconteça de demissão durante a pandemia.

Vale ressaltar que o texto acordado entre o relator e os autores dos destaques estabelece, que somente durante o período da pandemia do coronavírus, será permitida a movimentação do total dos recursos da conta vinculada do FGTS.

Novo saque do FGTS: calendário entra no sexto mês

O calendário para o saque emergencial do FGTS foi divulgado em 13 de junho e agora entra no seu sexto mês de pagamentos.

Os nascidos em junho terão o valor creditado na poupança digital criada pela Caixa nesta segunda-feira, 3, e o saque poderá ser realizado a partir do dia 3 de outubro.

Os nascidos de janeiro a maio já tiveram o valor disponibilizado, de até R$1.045, de acordo com o que tem disponível.

O valor estipulado é um teto máximo, mas nem todos sacam este valor, pois podem ter quantia menor. Além disso, não é obrigatório retirar o valor integral permitido.

“A cada semana realizaremos o crédito digital na conta dos brasileiros. Sempre às segundas-feiras, com exceção do dia 08 de setembro, porque dia 07 é feriado. Teremos a partir do dia 29, pelas próximas 12 semanas, a cada segunda-feira, 5 milhões de brasileiros recebendo esse depósito e terão o saque sendo permitido de cada sábado”, afirma Pedro Guimarães, presidente da Caixa.

O calendário continuará a partir do dia 10 de agosto, na próxima segunda, para crédito na conta dos nascidos em julho. A sequência de créditos em conta termina no dia 21 de setembro, com os nascidos em dezembro.

Saque emergencial: confira o calendário completo

  • Janeiro: crédito em conta 29 de junho e saques a partir de 25 de julho;
  • Fevereiro: crédito em conta 06 de julho e saques a partir de 08 de agosto;
  • Março: crédito em conta 13 de julho e saques a partir de 22 de agosto;
  • Abril: crédito em conta 20 de julho e saques a partir de 5 de setembro;
  • Maio: crédito em conta 27 de julho e saques a partir de 19 de setembro;
  • Junho: crédito em conta 03 de agosto e saques a partir de 03 de outubro;
  • Julho: crédito em conta 10 de agosto e saques a partir de 17 de outubro;
  • Agosto: crédito em conta 24 de agosto e saques a partir de 17 outubro;
  • Setembro: crédito em conta 31 de agosto e saques a partir de 31 de outubro;
  • Outubro: crédito em conta 08 de setembro e saques a partir de 31 de outubro;
  • Novembro: crédito em conta 14 de setembro e saques a partir de 14 de novembro;
  • Dezembro: crédito em conta 21 de setembro e saques a partir de 14 de novembro.

Você sabe quem tem direito ao saque do novo FGTS?

Todos sabem que o pagamento do saque emergencial do FGTS está sendo feito no mesmo modelo do auxílio de R$600 concedido pelo governo federal.

Mas, você sabe quem tem direito a esse novo Fundo de Garantia, medida criada para amenizar impactos da pandemia?

O valor será disponibilizado para todos os brasileiros que tiverem saldo na conta do Fundo, seja ela ativa ou inativa. Diferentemente do que muitos pensam, o trabalhador não precisa estar empregado. Mesmo ausente ele pode retirar o dinheiro, caso haja crédito.

Para isso, é possível conferir o saldo da conta e o valor total a ser recebido. A Caixa Econômica Federal disponibiliza dois meios para que o trabalhador fique sabendo desses valores: pelo site ou pelo aplicativo.

A consulta pelo aplicativo funciona com os seguintes passos:

1º passo: entre no aplicativo do FGTS e preencha os dados solicitados, tais como nome completo, CPF, data de nascimento, e-mail e cadastre uma senha.

2º passo: crie uma senha numérica com seis dígitos. Caso você tenha usado o aplicativo antes, pode repetir a mesma senha já cadastrada. Depois clique no botão “não sou um robô”.

3º passo: em seguida, receberá um e-mail de confirmação no e-mail informado na hora de realizar o cadastro. Acesse-o e clique no link enviado para ativação.

4º passo: feito o cadastro, abra o aplicativo e informe o seu CPF e senha cadastrada.

5º passo: com o login concluído, aparecerão algumas perguntas adicionais sobre a sua vida funcional. Após responder essas questões, você deverá ler e aceitar as condições de uso do aplicativo e clicar em “Concordar”. Agora é só usar o aplicativo.

Você já sabe o que fazer com o valor do FGTS? Já está com as contas em dia e não tem destino certo? Confira algumas opções de como e onde investir para ter mais rendimentos. Se gostou, compartilhe este conteúdo!

Programa de fidelidade: saiba o que é e como funciona

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imposto de renda

Participar de um programa de fidelidade pode ser ótimo para que você consiga algumas recompensas, como a troca de passagens áreas através de milhas.

Além disso, dependendo de como você utilizar o programa de fidelidade, os seus gastos em compras, por exemplo, podem ser reduzidos.

Se você já ouviu falar sobre o programa, mas não sabe o que é, continue a leitura deste texto.

A seguir, nós explicaremos como o programa de fidelidade funciona e quais são os mais populares.

Pessoa segurando cartão de crédito e acessando loja virtual
Saiba como funciona um programa de fidelidade

O que é o programa de fidelidade?

O programa de fidelidade nada mais é do que uma atração para oferecer vantagens para os clientes, quando os mesmos realizam compras recorrentes nas lojas ou com seus cartões de crédito, por exemplo.

É, de certo modo, uma força para fidelizar os consumidores. O objetivo do programa de fidelidade é fazer com que o relacionamento do cliente com a empresa seja mais constante.

E para que essa estratégia seja mais interessante, os programas costumam contar com diversos parceiros e em diferentes ramos. Dessa forma, as opções de descontos ou prêmios tendem a serem mais atrativas.

+ Uber anuncia programa de fidelidade no Brasil

Como funcionam os programas de fidelidade?

O programa de fidelidade funciona de forma simples: a cada nova compra do cliente, ele é “presenteado” com algo —  seja com mais descontos, seja com alguma outra oferta, que pode ser desde um novo produto até um prêmio exclusivo.

Dessa maneira, o consumidor é incentivado a sempre comprar mais vezes, a fim de conseguir obter a oferta proposta.

Mas vale lembrar que o programa de fidelidade não funciona de forma automática. Normalmente, a pessoa precisa se cadastrar para começar a participar.

Em alguns casos, o programa também inclui prazo para atingir as condições para liberar a oferta.

Por exemplo, se você começar a partir de um programa de fidelidade que acumule pontos, esses pontos certamente terão um prazo para serem resgatados.

Se o cliente precisa acumular selos, eles precisam ser apresentados até uma nova data. Veja, a seguir, quais são os tipos de programas de fidelidade.

Tipos de programas mais populares

  • cartões fidelidade: é o tipo mais conhecido e funciona com o cliente adquirindo um cartão e cada nova compra fica registrado nele. Quando chega a um determinado número, ele recebe a recompensa;
  • programas de cashback: para usar esse tipo será necessário se cadastrar em uma empresa que ofereça cashback. Esse termo significa “dinheiro de volta”. Ou seja, toda vez que você efetuar uma compra, você terá uma porcentagem do valor (escolhido pela empresa) de volta;
  • sistemas online de fidelidade: é parecido com o cartão de fidelidade. O consumidor precisa cadastrar o CPF ou preencher um formulário online, e toda compra que ele fizer, vai acumulando pontos;
  • programas de coalizão: é uma parceria entre empresas que oferecem serviços complementares. O cliente precisa consumir nos estabelecimentos que fazem parte do programa para conseguir pontos, e cada empresa oferece um benefício diferente;
  • programas personalizados: tem como base os programas de milhas. Nesta opção o cliente acumula pontos que podem ser trocados por produtos, serviços ou descontos.

Quais tipos de empresas oferecem programa de fidelidade?

A tendência é achar que somente as empresas de cartões de crédito e companhias áreas trabalham com programa de fidelidade dos clientes.

No entanto, as lojas de roupas ou outros departamentos também estão entrando nesse mundo com o objetivo de reter ainda mais os consumidores.

Normalmente, nas lojas de departamentos, como por exemplo, a Marisa, o programa de fidelidade funciona assim: é preciso realizar um cadastro e você tem vantagens no próprio cartão da loja.

Com isso, é possível obter descontos em suas compras e participar de sorteios, por exemplo.

O que você achou do nosso texto? Bom? Então aproveite a visita em nosso site e confira o texto “4 programas de fidelidade que valem a pena” que separamos para você.

Veja o que o profissional brasileiro espera do trabalho no futuro

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mulher trabalhando com notebook aberto

Você já parou para pensar o que o profissional brasileiro espera do trabalho no futuro? Você tem confiança no seu futuro profissional?

Foi pensando nisso que o LinkedIn lançou o Índice de Confiança do Trabalhador, após realizar essa pergunta a mais de 2.500 profissionais no país.

Esse índice é uma “fotografia” do grau de otimismo dos brasileiros quanto ao futuro da carreira e das finanças. O índice passará a ser publicado periodicamente para medir a confiança do trabalhador diante de persistentes turbulências e incertezas econômicas do Brasil.

investimentos para profissionais liberais Mudança na regra da LCA
O profissional brasileiro é otimista em relação ao futuro

O Índice de Confiança do Trabalhador mostrou que o profissional brasileiro com idade entre 40 e 54 anos, a geração X, são os mais otimistas quanto às perspectivas de evolução profissional e financeira do país.

Para se ter uma ideia, em uma escala de -100 a +100, o índice de confiança do grupo ficou em 56. Cinco pontos acima dos millennials, de 25 a 39 anos, e 12 pontos acima dos Baby Boomers acima dos 55 anos.

Mas independente da geração, o índice é de 55 pontos quanto à segurança do próprio emprego. Além de 43 pontos quanto às perspectivas financeiras e 54 em relação às oportunidades de ascensão profissional no Brasil.

Destaques do profissional brasileiro no Índice de Confiança

É importante ressaltar que a pesquisa foi realizada em duas etapas entre os dias 1º e 28 de junho no Brasil. Veja abaixo os destaques da primeira edição do Índice de Confiança do Trabalhador:

-> A Confiança Individual, que mede o otimismo com a segurança do próprio emprego, as perspectivas financeiras e a chance de progressão na carreira, é de 51 no Brasil. Em uma escala que vai de -100 a +100;

-> A geração X (com idade entre 40 e 54 anos) é a mais confiante, com 56 pontos. Já os mais pessimistas são os Baby Boomers (acima de 55 anos), com 44 pontos;

-> Somente 21% dos Baby Boomers acreditam que a renda vai aumentar nos próximos seis meses. A proporção é de 30% para a geração Z, com menos de 25 anos de idade;

-> Cerca de 30% dos brasileiros acreditam que as vagas de emprego irão diminuir nas próximas duas semanas. A porcentagem é mais alta entre os funcionários de instituições de grande porte, com 39%;

-> Os profissionais que trabalham em pequenos negócios são os mais confiantes quanto ao futuro dos seus empregados: 71% deles acreditam que a situação da empresa vai melhorar daqui um ano. Entre os funcionários de empresa de médio e grande porte, a proporção é de 65% e 62%, respectivamente.

O que o mercado de trabalho espera do profissional brasileiro?

Agora, e se a pergunta fosse invertida? Já parou para pensar, por exemplo, o que o mercado de trabalho pode estar esperando dos profissionais no futuro?

Quais são as expectativas e as principais diferenças do trabalhador de hoje e daquele que será no amanhã?

De acordo com a PUC Minas, os conhecimentos adquiridos em um curso de graduação podem ser considerados a base para uma vida profissional. Entretanto, a sociedade vive em constante mudança, o que sempre muda a forma com que os profissionais atuam.

Isso exige até mesmo mais conhecimento. Dessa forma, expõe-se que não necessariamente o profissional de hoje está preparado para as demandas dos próximos anos, mesmo que ele seja qualificado no presente. A mudança é constante.

“Pode-se dizer que o profissional do futuro deverá estar mais adaptado à era digital, na qual a tecnologia é preponderante para designar a forma de trabalho. É possível até que algumas profissões desaparecem em poucos anos, e outras surjam, adotando novas concepções e frentes de atuação”, dia a PUC Minas.

As seis habilidades do profissional do futuro, independentemente do ramo de atuação, segundo a pesquisa, são:

1. Flexibilidade cognitiva;
2. Negociação eficaz;
3. Orientação de serviço;
4. Precisão e agilidade na tomada de decisões;
5. Inteligência Emocional;
6. Trabalho em equipe.

Vale lembrar ainda que o mercado de trabalho no futuro tende a ficar ainda mais competitivo. Se hoje a necessidade de qualificação, conhecimento e habilidades são primordiais, isso se tornará ainda mais crucial.

O mercado não ficará mais exigente, mas sim disputado. E você, está pronto para encarar as mudanças no futuro. O que você espera está alinhado com as expectativas das empresas?

Aqui no FinanceOne você encontra diariamente conteúdos e um noticiário completo para te ajudar a encarar o mercado e se planejar de forma segura e eficaz.

Conheça os 5 principais golpes com cartão de crédito

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imagem de uma pessoa manuseando máquina de cartão

Quadrilhas se aproveitam do aumento das transações digitais pelo isolamento social para aplicar golpes com o cartão de crédito. O alerta é da Federação Brasileira de Bancos (Febraban).

Os golpistas criam armadilhas para obter dados, senhas e informações pessoais dos clientes. Além disso, levam os usuários a fazerem pagamentos em benefício de criminosos.

A Febraban sugere atenção ao golpe do falso motoboy. Nele, criminosos entram em contato com as vítimas se fazendo passar pelo banco para comunicar a realização de transações suspeitas com o cartão de crédito do cliente.

cartão de crédito
Usuários devem ficar atentos a possíveis golpes com cartão de crédito

Os golpistas usam técnicas de engenharia social para obter informações sigilosas, como senhas e dados pessoais.

Depois, informam que um motoboy será enviado para recolher o cartão supostamente clonado para que sejam feitas outras análises necessárias para o cancelamento das compras irregulares.

Para passar uma imagem de segurança, os criminosos orientam a vítima a cortar o cartão ao meio, no sentido do comprimento, para inutilizar a tarja magnética, antes de entregá-lo ao motoboy.

No entanto, o chip permanece intacto, o que permite que a quadrilha faça compras com o cartão, ainda que o plástico esteja partido ao meio.

Auxílio emergencial tem sido motivo para golpe no cartão de crédito

Outro exemplo de golpe com o cartão de crédito que surgiu na esteira da pandemia causada pelo novo coronavírus são as dezenas de aplicativos falsos relacionados ao auxílio emergencial criado pelo governo federal.

Nele, os golpistas se aproveitam da necessidade de as pessoas se cadastrarem para receber o benefício, para roubar a informações sigilosas.

“A mistura de medo da doença e a confusão trazida pelo excesso de fontes de informação criam o ambiente perfeito para a ação dos golpistas”, diz o diretor-adjunto de Operações da Febraban, Walter de Faria.

Quais são os principais golpes com cartão de crédito?

Veja quais são as 5 fraudes mais comuns aplicadas pelos golpistas:

1 – Clonagem

A clonagem é um golpe tradicional nessa área. É verdade que ela era mais comum no passado, quando os cartões não utilizavam tão amplamente a tecnologia de chips. Entretanto, até hoje ainda existem criminosos que realizam essa fraude.

Para ela ocorrer, eles precisam copiar os seus dados (como nome, número e código de segurança do cartão) e registrar em outro cartão. Então, utilizam o clonado para fazer compras em seu nome.

Esse golpe pode acontecer pela internet ou ser realizado com a ajuda de um “chupa cabra” — um aparelho eletrônico que é colocado nos leitores de cartões em lojas ou em caixas eletrônicos. Dessa forma, os dados são roubados sem que você perceba.

2 – Confirmação de dados bancários

Outro golpe muito comum que envolve cartão de crédito acontece por meio de um falso contato para confirmação de dados bancários. Nesse caso, os criminosos falam com a vítima por meio de uma mensagem ou ligação telefônica.

Eles fingem ser funcionários da central de atendimento das administradoras de cartão de crédito. Dessa forma, solicitam diversas informações, como o número e até a senha do cartão.

Quando conseguem obter esses dados, eles estão aptos a utilizar seu cartão.

3 – Compras em sites falsos

Você também está exposto a golpes ao realizar suas compras no ambiente virtual.

O maior perigo nesse meio é o cadastro em sites falsos: o consumidor pensa que está comprando um produto real e preenche normalmente o cadastro para que sua compra seja efetivada, mas tem seus dados roubados.

Em geral, as pessoas chegam a esses sites por meio de links recebidos no email (spams) ou mensagens nas redes sociais. Eles normalmente apresentam preços muito abaixo do normal, por isso, vale a pena desconfiar.

4 – Troca de cartão

Nem sempre o seu cartão precisa ser clonado para que você sofra um golpe. Uma das ações dos criminosos envolve a troca entre cartões. Essa prática acontece em um momento oportuno e conta com a distração das vítimas.

Ao realizar uma compra ou utilizar o seu cartão em uma máquina de autoatendimento, um criminoso pode estar por perto observando você digitar a senha. Depois, tudo o que ele tem que fazer é trocar o seu cartão por um semelhante.

Com isso, ele fica de posse do seu cartão e pode realizar compras. Muitas vezes, a vítima só se dá conta disso quando tenta utilizar novamente o recurso e percebe que não está com o seu.

5 – Compra duplicada

Esse golpe exige que você tenha muito cuidado onde realiza as suas compras. Algumas lojas podem ter criminosos aplicando golpes. No caso da compra duplicada, o vendedor faz com que o cliente pague o valor mais de uma vez.

A vítima é informada que algo deu errado no pagamento e que será preciso tentar novamente. Dessa forma, você pode ter que pagar muito mais pelo produto. Esse golpe costuma ser menos frequente, mas é importante ficar atento a ele.

São recorrentes também os golpes com o saque do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Confira mais sobre o assunto.

Carteira Verde e Amarela: o que é? Entenda a proposta do governo

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foto de uma carteira de trabalho

Em 2019, o governo federal apresentou a Carteira Verde e Amarela, programa destinado a estimular brasileiros entre 18 e 29 anos a entrarem no mercado de trabalho.

A proposta tem como base a redução de custo por parte dos empregadores, facilitando o interesse na hora de contratar aqueles que estiverem cadastrados no programa.

O debate sobre o novo formato empregatício, no entanto, esfriou durante o ano passado e a Medida Provisória (MP) do programa foi extinta pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) em março deste ano.

A equipe econômica, porém, estuda reavaliar e colocar em pauta mais uma vez o programa.

A intenção é que o projeto seja uma das medidas de recuperação financeira na retomada das atividades pós-pandemia do coronavírus.

FGTS
Carteira Verde e Amarela visa estimular a empregabilidade de jovens de 18 a 29 anos

A seguir, entenda qual era a ideia inicial do governo.

Qual a proposta inicial da Carteira Verde e Amarela?

A MP 905 — divulgada em novembro de 2019 — criava uma nova modalidade de contratação para trabalhadores entre 18 e 29 anos de idade. Segundo o governo, a ideia do programa era garantir a criação de novos postos de trabalhos.

Com isso, empresas que contratassem novos funcionários através da Carteira Verde e Amarela ficavam isentas de contribuírem com:

  • contribuição previdenciária;
  • contribuições sociais;
  • salário educação.

Além disso, o texto da MP também autorizava ao empregador o parcelamento do 13º salário e das férias proporcionais do trabalhador.

De acordo com a medida, para participar era preciso ter entre 18 e 29 anos e não possuir nenhum registro na carteira de trabalho.

Qual o valor do salário proposto?

A ideia da Carteira Verde e Amarela é que o trabalhador contrato pela empresa que aderir ao programa receba por hora trabalhada, como já acontece, por exemplo, nos Estados Unidos.

De acordo com a MP, a vinculação do funcionário será feito através da Caixa Econômica Federal.

Com isso, o governo saberá quanto ele ganha para regular programas sociais.

A medida também previa contratos com duração máxima de dois anos. Mas caso fosse excedido, o funcionário passaria a ser considerado como um trabalhador comum e, com isso, seguir as regras atuais da CLT.

O que a empresa deixaria de pagar nessa nova modalidade?

Conforme o texto da medida, as empresas cadastradas no programa da Carteira Verde e Amarela deixariam de pagar as contribuições referentes ao FGTS.

Além disso, também não seria pago o valor da multa nos casos de demissões sem justa causa.

A contribuição caía de 8% para 2%, já o valor da multa era de metade do percentual estabelecido na CLT original, ou seja, apenas 20%.

O programa também anulava a obrigatoriedade de registros profissionais, tais como: jornalista, publicitário, corretor de seguros e atuário.

Ou seja, não há necessidade desses profissionais terem diploma para exercer a profissão.

MP da Carteira Verde e Amarela foi revogada em abril

Em 30 de abril deste ano, o presidente Jair Bolsonaro revogou a MP 905, que criou o programa Verde e Amarelo.

No mesmo dia da revogação, o presidente informou que a ideia é editar uma nova Medida Provisória para tratar do programa. No entanto, Bolsonaro informou que agora serão com regras específicas para enfrentar a pandemia da Covid-19.

De acordo com especialistas, mesmo com a revogação da MP feita este ano, os contratos de trabalhos firmados durante o período de vigência da medida não estão invalidados.

Por outro lado, as regras da Carteira Verde e Amarela não podem ser utilizadas para às contratações feitas após a revogação da mesma. Será necessário, portanto, esperar uma nova MP.

Gostou do nosso texto sobre o programa Carteira Verde e Amarela? Aproveite então para assinar a nossa newsletter para receber as nossas atualizações diretamente na sua caixa de e-mail.

FGTS: como solicitar linha de crédito para antecipar saque-aniversário

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carteira de trabalho e notas de cinquenta reais

A Caixa Econômica Federal começou a disponibilizar na segunda, 27, uma linha de crédito para antecipação do saque-aniversário do FGTS. A nova linha oferece condições diferenciadas aos trabalhadores brasileiros.

Eles não precisarão esperar o mês do seu aniversário para terem acesso ao dinheiro do saque-aniversário. Dessa forma, será possível optar em retirar o dinheiro sem esperar a data do cronograma.

saque do fgts
Com a nova linha de crédito criada pela Caixa, agora é possível antecipar o saque-aniversário do FGTS

Os trabalhadores poderão antecipar até três saques a que têm direito pela modalidade saque-aniversário. Com isso, além do valor que receberiam em 2020, ainda poderão receber a quantia correspondente aos próximos dois anos.

É importante frisar que a antecipação do saque-aniversário do FGTS foi regulamentada em maio. Porém, o anúncio dessa nova linha de crédito foi feita na última quinta, 23. Ela deve funcionar de forma semelhante à restituição do Imposto de Renda.

Antecipação do saque-aniversário terá juros de 0,99% ao mês

De acordo com o presidente da Caixa, Pedro Guimarães, será possível antecipar até três parcelas do saque-aniversário, no valor mínimo total de R$2 mil com juros de 0,99% ao mês.

“É uma linha de crédito muito interessante para os trabalhadores, muito rápida, muito ágil. É uma linha muito barata”, afirmou Guimarães.

Ele ainda acrescentou que a redução de juros em relação a outras modalidades chega a ser de 75%. Para realizar a contratação, o trabalhador deverá indicar o banco como instituição financeira para recebimento do crédito do FGTS.

Além disso, a liberação da antecipação do saque-aniversário poderá ser realizada de forma 100% digital, com avaliação de risco simplificada. Uma vantagem é que essa linha de crédito não realiza consulta aos órgãos de proteção de crédito.

A liquidação da operação do empréstimo será feita de uma só vez pelo Agente Operador, diretamente na conta do brasileiro no dia do pagamento do saque-aniversário. Isso não irá impactar na capacidade de pagamento e na possibilidade de contratar novas linhas de crédito.

Como solicitar o crédito para antecipar o saque-aniversário?

Para quem não sabe ou conhece, o saque-aniversário permite sacar todo ano um valor do saldo do FGTS. E, para solicitar o crédito de antecipação, o processo é bem fácil e simples, podendo ser feito de forma digital.

O usuário deve optar pelo saque-aniversário e acessar o internet banking. Feito isso, basta selecionar a opção “crédito” e, logo em seguida, optar pela opção “antecipação saque aniversário-FGTS”.

Feito isso, a Caixa emitirá um pré-contrato para o usuário. Além disso, o valor que for utilizado como base do saldo para o crédito ser liberado, será bloqueado no FGTS. Isso será feito como garantia.

Para quem ainda não é cliente da Caixa Econômica Federal, o pedido de antecipação de crédito deve ser feito em qualquer agência. Vale lembrar que aderir ao saque-aniversário do FGTS é uma medida voluntária e nem todos são obrigados a optar por ele.

Quem optou pelo saque-aniversário, sacará os R$1.045?

A resposta é sim. A regra para quem optar pelo saque-aniversário no FGTS emergencial não muda. Para sacar, basta ter o valor disponível na conta.

O governo, inclusive, explicou que o trabalhador não conseguirá sacar os R$1.045 em uma situação: caso tenha utilizado o pagamento anual como garantia para solicitar um empréstimo com os bancos.

Isso porque o saldo total do trabalhador poderá ficar bloqueado para garantir o pagamento do empréstimo. Assim, o valor é bloqueado e o usuário não consegue realizar o saque emergencial.

Confira o calendário do FGTS emergencial, divulgado no dia 13 de junho, conforme o mês de nascimento:

  • Janeiro: crédito em conta 29 de junho e saques em 25 de julho;
  • Fevereiro: crédito em conta 06 de julho e saques em 08 de agosto;
  • Março: crédito em conta 13 de julho e saques em 22 de agosto;
  • Abril: crédito em conta 20 de julho e saques em 5 de setembro;
  • Maio: crédito em conta 27 de julho e saques em 19 de setembro;
  • Junho: crédito em conta 03 de agosto e saques em 03 de outubro;
  • Julho: crédito em conta 10 de agosto e saques em 17 de outubro;
  • Agosto: crédito em conta 24 de agosto e saques em 17 outubro;
  • Setembro: crédito em conta 31 de agosto e saques em 31 de outubro;
  • Outubro: crédito em conta 08 de setembro e saques em 31 de outubro;
  • Novembro: crédito em conta 14 de setembro e saques em 14 de novembro;
  • Dezembro: crédito em conta 21 de setembro e saques em 14 de novembro.

Você sabe quem pode sacar o FGTS emergencial, como consultar e se há limite para saque? Confira mais detalhes sobre esse novo Fundo de Garantia criado durante a pandemia do novo Coronavírus.