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Confira 5 dicas para se proteger de boleto falso e não cair no golpe

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homem olhando para mesa e com as mão na cabeça preocupado

O leque de golpes criados para fazer vítimas é grande. E entre os vários tipos de golpes que existem, um se destaca mais entre a população: é o boleto falso. Usado de uma maneira muito simples, o golpe existe há muito tempo, mas continua sendo uma forma dos golpistas de aplicarem o golpe e traz muita dor de cabeça para quem cai.

E o golpe do boleto falso pode chegar de diversas maneiras: através do e-mail, por WhatsApp e até mesmo no formato de boleto impresso. Há também os golpistas que entram em contato via call center para obter informações de contratos legítimos de instituições financeiras.

Pensando nisso, é possível se precaver do golpe de boleto falso? O que é necessário verificar? Vamos listar 5 dicas para você não cair na fraude do boleto falso. Continue a leitura para saber mais!

O que é um boleto bancário

Antes de falar sobre a fraude do boleto falso, é preciso entender o que é um boleto bancário para pagamento. De forma simples, o boleto bancário nada mais é do que um documento de cobrança que pode ser gerado por qualquer empresa.

Por isso, ele apresenta alguns benefícios: possibilita às pessoas que não têm cartão de crédito ou que não possuem conta em banco a comprarem um produto ou adquirir um serviço.

Isso porque, com a emissão do boleto, o cliente pode pagar uma determinada conta utilizando dinheiro em espécie.

Agora que você já sabe sobre o que é um boleto bancário, falaremos a seguir como se prevenir de cair no golpe do boleto falso.

+ Boletos em atraso: saiba como calcular multa e juros

+ Entenda o que significa cada campo do boleto bancário

Como não cair no golpe do boleto falso

Há alguns indícios que ajudam a identificar se o documento é falso ou não antes que você se torne uma vítima deste tipo de cilada. A seguir, confira algumas dicas:

1. Verifique o código de barras

É possível conferir algumas características nos boletos falsos que podem ser verificadas por quem está em dúvida se o documento é ou não verdadeiro.

O primeiro passo, por exemplo, é verificar os últimos dígitos do código de barras do valor que deve ser pago. Caso eles sejam diferentes, é muito provável que o boleto não seja verdadeiro.

Além disso, se após verificar os últimos dígitos você ainda continuar duvidando, então veja se os primeiros dígitos do código de barras são do banco emissor.

O código da Caixa Econômica, por exemplo, é 104. Por isso, os boletos começam com 104. É possível consultar a numeração de todas as instituições bancárias no site da FEBRABAN.

2. E-mails com urgência: “atenção! pague este boleto”

Outra estratégia clássica do golpe do boleto é utilizar um e-mail alarmista para enviar o documento falso. Normalmente, os golpistas enviaram supostas cobranças com títulos alarmistas.

Caso você receba uma mensagem de cobrança que você não se lembra de ter passado o e-mail para a empresa e, além disso, apresenta títulos com teor urgente, então desconfie! Geralmente, os golpistas utilizam os seguintes títulos: “Urgente! Você tem até hoje para pagar essa dívida” ou “Sua conta será suspensa por falta de pagamento”.

3. Confirme qual empresa está cobrando pelo boleto

Se o boleto é emitido por uma instituição financeira, veja a reputação dela no Reclame Aqui, por exemplo, para se certificar em primeiro lugar que ela realmente existe.

Caso a cobrança esteja sendo feita através de uma empresa especializada, veja junto ao credor se ela está autorizada a negociar o débito.

pessoa arrumando documentos
Confira as dicas de como não cair no golpe do boleto falso

Nas compras online, a dica é: prefira realizar o pagamento utilizando outros meios e faça sempre as compras em locais seguros. Plataformas como Mercado Pago, por exemplo, oferecem mais segurança na hora da transação.

+ Como cancelar compras no Mercado Pago? Confira o passo a passo

4. Atenção aos erros de gramática no boleto

A nossa quarta dica é sobre ortografia e gramática! Em alguns casos, o boleto falso pode apresentar alguns erros, mas que em uma primeira leitura tendem a passar despercebidos.

Por isso, cheque com atenção os dados pessoais, como nome completo e CPF, por exemplo. E, além disso, verifique se há erros ortográficos, pois são erros comuns em casos de golpes, sobretudo de boletos bancários.

5. Baixe o boleto no próprio site da empresa

Por último, mas não menos importante: dê preferência para baixar o boleto bancário diretamente no site da empresa.

Como falamos acima, duvide sempre de boletos que chegam por e-mail, especialmente se você não lembra de ter fornecido o e-mail para a empresa ou banco emissor.

E você? Já caiu ou conhece alguém que tenha caído no golpe do boleto falso? Compartilhe conosco, e com os demais leitores, a sua opinião ou experiência sobre o assunto!

E se você quer continuar por dentro do assunto, leia agora mesmo: os 3 tipos de boletos bancários e suas diferenças.

Refinanciamento de consignado: o que é e como fazer?

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casal aposentado fazendo contas

O parcelamento do seu empréstimo está pesando no orçamento mensal? Pensando em recalcular as contas para se livrar das dívidas? Então, se você já tem um empréstimo ativo e deseja gastar menos – ou mesmo adquirir algo novo –, a opção mais prática pode ser o refinanciamento de consignado.

O recurso é uma mão na roda para aposentados, pensionistas e servidores públicos, já que com ele é possível renovar um empréstimo consignado com taxas mais convidativas. Confira os detalhes a seguir e saiba como solicitar o seu. 

O que é refinanciamento de empréstimo consignado?

O refinanciamento do empréstimo consignado, também conhecido como renovação de empréstimo, é uma forma de negociação direta que o cliente pode fazer com o banco para sanar suas pendências. Ele também pode ser utilizado como forma de adquirir mais empréstimo ou reverter as taxas de juros abusivas de uma instituição.

Se você já tem um empréstimo consignado e deseja adquirir um novo montante, é possível, desde que seja respeitada a margem consignável – limite imposto pelas instituições para que as parcelas do empréstimo não ultrapassem a renda mensal do solicitante.

Isso acontece porque, como o desconto é feito de forma automática do benefício do INSS ou do salário, é preciso ter um estoque em caixa para que o parcelamento seja devidamente descontado.

Esse limite equivale entre 30% e 35% da renda do aposentado ou pensionista. O refinanciamento também pode ser utilizado, dependendo dos casos, como uma forma de ultrapassar essa barreira. Entretanto, é preciso se ater às regras de cada modalidade de empréstimo.

Refinanciamento de consignado e portabilidade de dívida: quais as diferenças?

Muita gente se confunde na hora de organizar o orçamento sobre as diferenças entre refinanciamento e portabilidade de consignado. Ambas são alternativas para recalcular empréstimos, mas funcionam de maneiras distintas.

Enquanto o refinanciamento trata de novas taxas e prazos para um empréstimo, a portabilidade consiste em mudar de banco em busca de uma negociação mais convidativa para ambas as partes. 

Aplicativo do INSS na tela inicial em um celular
Beneficiários do INSS e aposentados podem se beneficiar do auxílio para solicitar um refinanciamento. (Fonte: Divulgação)

Quem pode solicitar refinanciamento de consignado?

O refinanciamento de empréstimo consignado pode ser solicitado por todos que se enquadram na modalidade de consignado. Ou seja, aposentados, pensionistas do INSS e servidores públicos. Funcionários de empresas privadas também estão aptos a solicitar, desde que a empresa tenha convênio com o banco.

O empréstimo consignado também é uma boa opção para quem está negativado, já que a instituição tem maior garantia sobre o pagamento, uma vez que ele é atrelado a um desconto automático mensal.

O cliente pode ainda escolher entre o refinanciamento de consignado com ou sem “troco” – diferença do valor que pode voltar ao solicitante. 

Como fazer um refinanciamento de consignado?

Quer fazer um refinanciamento de consignado? Então, primeiro é preciso avaliar se você tem direito a esse recurso. Para consultar sua margem consignável, você pode acessar o aplicativo Meu INSS ou entrar em contato com uma agência física do órgão. Já os servidores públicos podem realizar a consulta via portal gov.br ou pelo aplicativo SouGov.

Se tudo estiver ok, basta entrar em contato com a instituição desejada para negociar uma nova proposta. O refinanciamento é a melhor opção para quem deseja diminuir a incidência de juros ou mesmo adquirir um novo empréstimo. 

Assim como outras modalidades de empréstimo, essa também passa pelo crivo do banco, que realizará uma análise de crédito, bem como o perfil do solicitante para aprovar ou não o montante. Lembre-se de checar suas pendências e se o seu saldo devedor respeita as margens consignáveis anteriormente informadas.

Gostou do conteúdo? Aproveite para conferir outras matérias sobre Finanças Pessoais e fique por dentro de todas as novidades do setor.

Cartão de crédito Elo: veja como funciona a bandeira e como solicitar

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compra sendo parcelada no cartão

O cartão de crédito da bandeira Elo está no mercado há pouco tempo, se comparado com outras bandeiras. Para se ter uma ideia, ele foi criado em 2010, ou seja, é um adolescente de 12 anos. Por isso, muitos não sabem como solicitar o cartão de crédito Elo.

Para quem não sabe, a bandeira Elo surgiu por meio de uma parceria entre três instituições financeiras, sendo elas: Bradesco, Caixa Econômica e Banco do Brasil. Dessa forma, foi criada uma bandeira de cartão 100% brasileira.

E é claro que existem diversas opções de cartão de crédito Elo para solicitar, justamente desses bancos que criaram a bandeira. 

Mas para saber como solicitar é preciso entender como a bandeira funciona e algumas outras curiosidades sobre o Elo.

Como funciona a bandeira do cartão de crédito Elo?

Antes de mais nada é preciso deixar claro que os cartões da bandeira Elo são seguros. Mas por que estamos falando isso? Porque por ser uma nova bandeira, muitas pessoas ainda ficam receosas de solicitá-la.

Agora que você já sabe disso, vamos te explicar como funciona essa bandeira. Assim como qualquer outra, a Elo é responsável por realizar a cobertura e administração dos valores envolvidos nas transações com o seu cartão.

E apesar da pouca idade, essa já é a terceira bandeira mais popular do Brasil, ficando atrás somente de Visa e Mastercard que estão há mais tempo no mercado.

Homem segurando o cartão de crédito
O cartão com bandeira Elo é o terceiro mais popular no Brasil

Isso se dá pelo fato de ser aceito em todo o mundo e também por ser uma parceria dos principais bancos do país. 

Outro ponto importante é que você pode encontrar cartões de débito, crédito e até mesmo pré-pago na bandeira Elo.

Quais são as opções de cartões de crédito Elo disponíveis?

Como já falamos acima, existem diversas opções de cartões de crédito Elo para você solicitar. Mas para isso precisa compará-los e descobrir qual que atende mais às suas necessidades como consumidor. Veja as opções abaixo!

  • Elo Básico Nacional;
  • Elo Básico Internacional;
  • Elo Mais;
  • Elo Grafite;
  • Elo Nanquim;
  • Elo Nanquim Diners Club;
  • Elo Diners Club.

Como solicitar um cartão de crédito Elo?

Como você pôde ver acima, a Elo não é um cartão de crédito, mas sim uma bandeira. Mas o que isso quer dizer? Quer dizer que ela não é a responsável pela emissão dos cartões.

Para ter um cartão de crédito Elo, basta solicitá-lo em qualquer uma das administradoras.

No site da Elo, na aba produtos, é possível conferir todas as opções disponíveis, com os seus respectivos benefícios e pontuações. 

Lá, também será possível ser redirecionado para a página onde será possível solicitar o seu cartão de crédito Elo.

Onde encontrar um cartão de crédito Elo?

Como explicado, a Elo foi criada após uma parceria entre algumas instituições. Mas, além das três citadas acima, algumas outras já disponibilizam cartões de crédito na bandeira Elo.

Por isso, é possível encontrar um cartão da Elo nas seguintes empresas:

  • Banco do Brasil;
  • Bradesco;
  • BV Financeira;
  • Caixa Econômica;
  • Pernambucanas;
  • Ibi.

É importante citar que o cartão Elo é aceito em todo território nacional e, também, internacionalmente em mais de 190 países pelo mundo. No site da Elo é possível conferir o grau de aceitação internacional da marca.

+ ‘Tenho score alto mas não consigo cartão de crédito’. Saiba o que fazer

Segundo a Elo, mais de 6 milhões de estabelecimentos já aceitam a bandeira em todo Brasil.

É possível, atualmente, passar o seu cartão de crédito da Elo nas seguintes máquinas: Cielo, GetNet, Rede, PagSeguro, além de sites que aceitam pagamento pelo Paypal.

Algumas vantagens do cartão de crédito Elo

Os clientes de cartões na bandeira Elo costumam fazer jus a várias vantagens exclusivas e uma delas já foi citada acima: a excelente cobertura nacional e internacional. Entretanto, ainda é aceita em menos locais que Visa e Master.

Uma excelente vantagem é o seu serviço de pontuação turbinada. Neste caso, é possível realizar a troca por  produtos e serviços. 

Outro benefício ótimo para clientes Elo são os privilégios de vendas antecipadas em diversos  shows e eventos de diferentes gêneros. As famosas “vendas exclusivas”.

A Elo também conta com: 

  • Ofertas Exclusivas
  • Vantagens em Viagens
  • Assistência residencial e para automóvel

Gostou do conteúdo e deseja solicitar um cartão de crédito Elo? Então corra para pedir o seu e compartilhar essas dicas com um amigo!

Leia também no FinanceOne:

Confira 8 jogos NFTs gratuitos para você conhecer

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letreiro escrito nft com um cenário de moedas e outras representações de ativos

As moedas digitais influenciaram o surgimento de diversas outras tecnologias, como os criptogames. Por conta do seu modelo de recompensa em tokens não fungíveis (NFTs), os jogos rodados em redes blockchain se tornaram uma febre entre os usuários. E a boa notícia é que dá para se aventurar nesse segmento por meio dos jogos NFTs gratuitos.

Se você já ouviu falar em Axie Infinity, provavelmente está por dentro dos games estilo play-to-earn (jogar para ganhar).

Porém, sabemos que nem todo mundo tem condições de ingressar nesses jogos, visto que é preciso desembolsar uma boa quantia em dinheiro para “investir” na entrada no game.

Mas não desanime! Se você deseja explorar o universo dos criptogames de maneira gratuita, a alternativa são os jogos free-to-play. Acompanhe o texto a seguir e saiba como funciona a tecnologia e quais são os melhores jogos do tipo.

Como funcionam os jogos free-to-play?

A popularização dos NFTs tomou conta da internet. Celebridades como Neymar, Justin Bieber e Eminem investiram milhões na compra de macaquinhos coloridos e outros artigos exclusivos do universo digital. Nesse contexto, os jogos de NFTs também despontam como as novas tendências da categoria.

Mas, afinal, como eles funcionam? Se praticamente qualquer item na internet pode se tornar um NFT, isso também se estende aos jogos. E o fato de eles estarem inseridos na rede blockchain permite que os usuários criem realidades virtuais e os personalizem por meio da compra de itens colecionáveis e outros apetrechos.

Ou seja: você pode tanto jogar e ganhar criptomoedas conforme avança como contribuir para o aperfeiçoamento das plataformas injetando dinheiro digital. Essas ações geram recompensas – o que torna essa prática uma nova forma de investimento digital.

No caso dos jogos free-to-play, você não precisa pagar para ingressar: o jogador recebe “cartas” para serem utilizadas no game de forma gratuita. Porém, elas apenas se transformam em itens valorosos à medida que você avança e conquista a pontuação necessária.

uma mão com o símbolo do NFT
Os jogos NFTs gratuitos permitem ao usuário adquirir experiência antes de se expor diretamente na compra de itens e tokens. (Fonte: Divulgação)

Principais jogos NFTs gratuitos

Há uma série de criptogames disponibilizados online, e você pode jogar tanto no computador como pelo celular. Preparamos uma lista com os games NFTs gratuitos mais populares do momento para você conhecer. Confira:

  • Gods Unchained: o usuário recebe 140 cartas iniciais e é recompensado à medida que avança no jogo. O acúmulo de cartas se transforma em NFTs reais conforme sua pontuação cresce na plataforma;
  • Bengga: disponível para celular, esse jogo free-to-play permite a troca de moedas acumuladas no game por descontos na compra de itens reais – como smartphones, câmeras, carregadores etc.;
  • Mir4: considerado um dos melhores gráficos de jogos NFTs gratuitos, esse jogo desbloqueia moedas digitais quando o usuário atinge o nível 40 na plataforma;
  • Meta Evolutions: nessa realidade apocalíptica, é possível alugar ou trocar recompensas por outros itens, fortalecendo o personagem a fim de evoluí-lo no game;
  • Forest Knight: o game apresenta um mapa com diferentes terras para exploração e criaturas estranhas. O objetivo é avançar através de níveis. A cada missão completada, você ganha NFTs e objetos valiosos;
  • Rellercoin: o game simula máquinas de mineradoras. Nele, é possível minerar Bitcoin, BNB, Doge, USDT, Polygon e RLT;
  • Womplay: a plataforma reune vários jogos NFT, além de games tradicionais. Para ganhar, basta cumprir as missões diárias do app;
  • A3 Still Alives: o jogo funciona de maneira semelhante ao Mir4, cujo foco é desbloquear uma masmorra, chegando ao nível 190.

    + Os melhores aplicativos para NFTs
    + NFT Impostor: conheça esse novo game do universo cripto

Como podemos observar, os jogos NFTs gratuitos são uma ótima alternativa para quem deseja se expor ao mundo dos criptogames de forma segura. Com eles, você pode adquirir experiência sem a necessidade de investir diretamente na compra de tokens e outros itens – e, aos poucos, avançar para opções mais ousadas.

NFT para iniciantes: confira o novo e-book do FinanceOne

Se você ainda está perdido em relação aos NFTs e quer conhecer melhor essa tecnologia antes de investir, essa novidade é para você! FinanceOne lançou um novo e-book, que reúne dicas sobre como comprar e vender NFTs.

Mas, mais que isso, você vai entender o que são esses Tokens não fungíveis, vai conhecer os principais NFTs do mundo e o melhor: gratuitamente. Ah, todo material foi produzido em uma linguagem fácil e acessível!

Para preencher, basta cadastrar seu e-mail no site do FinanceOne!

Gostou do conteúdo e quer se manter atualizado? Acompanhe a seção de criptomoedas no blog da FinanceOne e fique por dentro de todas as novidades do setor.

Banco Central anuncia novas regras para transferências do exterior

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Homem segura notas de R$100

As regras para realização de pagamentos e transferências do exterior mudaram. O Conselho Monetário Nacional (CMN) e o Banco Central (BC) alteraram a regulamentação cambial e de capitais estrangeiros no início de setembro.

O objetivo, de acordo com o BC, é sempre alinhar essas transações às inovações tecnológicas e aos novos modelos de negócios.

“As novas regras buscam promover um ambiente mais competitivo, inclusivo e inovador para a prestação de serviços aos cidadãos e empresas que enviam ou recebem recursos do exterior.”

Uma parte das medidas entrará em vigor somente no dia 1º de setembro de 2022. Mas a maioria das novas regras já começaram a valer desde 1º de outubro de 2021. Saiba sobre elas a seguir!

Novas regras de pagamentos e transferências internacionais

A partir de setembro de 2022, as instituições de pagamento (IPs), fintechs, autorizadas a funcionar pelo BC, também poderão operar no mercado de câmbio. No entanto, atuando exclusivamente em meio eletrônico.

Atualmente, somente bancos e corretoras podem fazer essas operações. Com a permissão, instituições não bancárias poderão utilizar diretamente suas contas em moeda estrangeira.

Essas instituições são, por exemplo, as corretoras e distribuidoras de títulos e valores mobiliários, corretoras de câmbio e instituições de pagamento.

Outra mudança (essa vale a partir de outubro) é que os exportadores brasileiros também poderão receber suas receitas em conta de pagamento mantida em seu nome em instituição financeira no exterior.

Ou ainda em conta no exterior de instituição não bancária, desde que seja uma dessas autorizadas a operar no mercado de câmbio.

As novas regulamentações também permitem que o recebimento e entrega dos reais em operações de câmbio possam ocorrer a partir de:

  • conta de pagamento do cliente mantida em instituições financeiras
  • demais instituições autorizadas a funcionar pelo BC
  • ou em instituições de pagamento (IPs) participantes do PIX

E sem limitação de valor!

Mais uma novidade é que pessoas residentes, domiciliados ou com sede no exterior poderão ser titulares de contas de pagamento pré-paga em reais.

Pessoas realizando transferência para o exterior
Novas regras de pagamentos e transferências internacionais abrem caminho para PIX para o exterior

Como ficarão os serviços de transferência e o que é eFX?

De acordo com o Banco Central, a regulamentação dos serviços de pagamento e transferência internacional no mercado de câmbio será modernizada.

Isso permitirá um tratamento uniforme para as aquisições de bens e serviços realizadas com:

  • cartão internacional
  • empresas facilitadoras de pagamentos internacionais
  • e de intermediários e representantes em aquisições de encomendas internacionais.

Esses serviços serão referidos na regulamentação cambial pelo termo eFX.

Por meio de uma plataforma eFX, serão feitas as transferências unilaterais correntes e transferências de recursos entre contas mantidas pelo cliente no país e no exterior de até US$10 mil.

Novas regras abrem caminho para PIX internacional

Essa regulamentação para as os pagamentos e transferências internacionais já era prevista. O tema foi objeto da Consulta Pública nº 79/2020, disponível entre 12 de novembro de 2020 e 29 de janeiro de 2021.

No entanto, essa modernização do sistema de câmbio e a introdução de novas tecnologias abrem caminhos para ainda mais inovações nesse sentido. E uma delas é o PIX internacional.

O sistema de pagamento instantâneo do Banco Central já tem sofrido diversas inovações desde que foi lançado. E uma das próximas deverá ser a possibilidade de realizar essa transação entre países.

Segundo a Agência Brasil, a ferramenta está em estudo, ainda sem previsão para entrar em funcionamento.

Mas o BC propõe essa série de mudanças nas normas cambiais justamente visando a modernização do sistema de câmbio e a introdução de novas tecnologias como essa.

O chefe do Departamento de Regulação Prudencial e Cambial (Dereg) do Banco Central, Lúcio Oliveira, explicou que o Pix internacional envolve três dimensões:

  • as regulamentações do próprio Pix
  • do câmbio
  • e a infraestrutura de plataforma internacional.

Por isso a implementação ainda não tem data para acontecer, mas é uma evolução natural e esperada no sistema de câmbio.

Como fazer transferências para o exterior?

A remessa de dinheiro do exterior para o Brasil pode ser feita de forma prática e segura de três maneiras diferentes:

1 – Por ordem de pagamento

As ordens de pagamento podem ser remetidas do exterior em moeda estrangeira ou em reais, mas sempre serão pagas aos residentes no Brasil em reais. Essa operação acontece entre o beneficiário e uma instituição autorizada a operar no mercado de câmbio.

A taxa de câmbio é aquela negociada entre o beneficiário e a instituição financeira autorizada. Se a ordem de pagamento for em reais, a operação de câmbio que se fizer necessária vai ocorrer entre o remetente e a instituição no exterior.

O beneficiário recebe os reais sem necessidade de operação de câmbio no Brasil. Nesse caso, o banco do exterior deve manter conta em reais em bancos no país para viabilizar os pagamentos e os créditos ao beneficiário no Brasil.

2 – Por cartão internacional

Bancos brasileiros e a Caixa Econômica Federal aceitam transferências do exterior. Para isso você precisa de um cartão emitido no exterior.

O valor, em reais, pode ser creditado em conta corrente e em poupança no Brasil, do próprio remetente ou de outro beneficiário.

Ele pode ser recebido em dinheiro, diretamente pelo beneficiário, desde que observado o limite em vigor de R$10 mil.

3 – Pelos Correios

Os Correios estão autorizados a prestar serviço de transferências do exterior.

O envio e o recebimento de remessa de dinheiro são feitos eletronicamente entre o Brasil e os países conveniados.

Qual moeda usar?

Os recebimentos chegam no Brasil em dólar. Isso acontece mesmo que tenham sido enviados de países onde o dólar não é a moeda local.

Para envios do exterior para o Brasil em dólar (USD), euro (EUR) ou libra (GPB), é necessário converter o valor para o real  antes de transferir para a conta corrente.

Para envios feitos em outras moedas, a conversão acontece duas vezes. Da moeda local para o dólar (USD), quando é enviado, e do dólar (USD) para o real (BRL), quando é recebido.

Gostou do conteúdo? Continue lendo sobre o assunto e confira aqui no FinanceOne mais de 10 maneiras de transferir dinheiro para o exterior.

*Colaboração: Mateus Carvalho

Samsung Pay é seguro? Entenda como funciona a carteira e como usar!

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tela do celular com o Samsung Pay

Imagina sair de casa apenas com o celular e mesmo assim realizar compras em lojas físicas sem nenhum tipo de impecilho? Com o Samsung Pay é possível!

Confira, nesse artigo, como funciona a carteira, se é uma opção segura e como usá-la como uma ferramenta que dará mais praticidade ao seu dia-a-dia.

Como funciona o Samsung Pay?

O Samsung Pay é um serviço de pagamento móvel. Ou seja, com ele é possível substituir o uso de cartões físicos de débito e crédito. Assim, o pagamento é feito pelos smartphones e relógios da marca.

Dessa maneira, a tecnologia funciona como carteira digital que possibilita uma série de modalidades de pagamentos. Nas lojas físicas, as transações acontecem por conta do Near Field Communication (NFC), que permite que as transações possam ser feitas por aproximação.

Isso evita com que você saia com o cartão e que, eventualmente, possa perdê-lo por conta de uma distração, roubo ou furto, deixando seus dados vulneráveis. Hoje em dia, com a tecnologia de pagamento por aproximação, não é necessário usar senha para muitas operações, então o cuidado precisa ser redobrado.

Utilizando o sistema, ainda é possível participar do Samsung Rewards, que é um programa de pontos bastante interessante. Ou seja, a cada compra, você ganha a chance de acumular pontos que podem ser trocados por prêmios ou descontos em lojas parceiras.

+ Quais são os cartões de crédito aceitos na Samsung Pay? Confira!

Para fazer parte desse programa é bem simples, basta solicitar o cadastro em um atalho que fica no próprio aplicativo do Samsung Pay. Assim, com o seu cadastro feito, basta fazer pagamentos com a carteira que você já acumulará automaticamente.

Como usar o Samsung Pay?

O Samsung Pay funciona como uma carteira digital. Ou seja, os seus dados ficam cadastrados no aplicativo para que você use em compras físicas ou virtuais, sem que haja necessidade de usar um cartão de crédito físico.

Relógio com samsung pay
Pague suas compras apenas com o seu celular

Assim, para realizar um pagamento, o esquema é o mesmo que o cartão. Uma vez que o aplicativo esteja ativo no celular, você vai arrastar seu dedo de baixo para cima na tela, partindo do botão inicial e em seguida verá a opção de desbloquear o celular.

Com isso feito, você deve encostar a traseira do seu celular em uma maquininha que possua tecnologia MST ou NFC e pronto! Pagamento efetuado!

+ Samsung Itaucard: conheça vantagens do cartão sem anuidade

No entanto, algumas maquininhas ainda podem solicitar que você informe senha ou até mesmo o CVV do cartão. Nesse caso, também é possível encontrar esses dados no Samsung Pay, uma vez que você tenha cadastrado os seus cartões.

Além disso, para começar a utilizar o aplicativo, basta verificar se o seu aparelho é compatível e fazer o download na Play Store. Assim, você deve entrar com a sua Samsung Account (caso não tenha, escolha a opção de criar uma) e logo você já poderá cadastrar seus cartões.

É seguro?

Você pode estar se perguntando se armazenar os dados do seu cartão de crédito no celular é uma boa ideia. Mas sim, saiba que o Samsung Pay é um modo de pagamento completamente seguro.

Isso porque os dados são criptografados e nunca serão repassados aos lojistas no momento de pagamento. Além disso, conta com sistema de segurança Samsung Nox, que verifica, de tempos em tempos, a segurança do seu aparelho. Caso tenha alguma falha nesse sentido, a ferramenta desativa o Samsung Pay instantaneamente.

Além disso, vale lembrar que para realizar transações ou fazer alguma modificação no uso dos cartões é necessário saber a senha, código de acesso ou outro modo de verificação de usuário do celular em que a carteira está vinculada. Ou seja, provavelmente só você poderá desbloqueá-lo para usar.

E aí, pronto (a) para usar o Samsung Pay? Se ainda possui algumas dúvidas sobre o pagamento por aproximação, confira esse artigo e veja se é um método seguro e se vale a pena.

Recessão econômica: entenda o que é e quais são as causas

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homem olhando para mesa e com as mão na cabeça preocupado

Se você acompanha o noticiário, já deve ter ouvido falar no receio de uma recessão econômica global. Não é para menos, tendo em vista a crise que atinge vários países, agravada por fatores políticos e econômicos. 

As principais ameaças ao crescimento incluem a guerra entre Rússia e Ucrânia, além da inflação, o aumento das taxas de juros pelos Bancos Centrais, a desaceleração da China e choques globais de preços.

Na última segunda-feira, 23, segundo informações da Reuters, divulgadas pela Agência Brasil, a diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva, disse que não espera uma recessão para as principais economias do mundo agora, mas que não descarta a possibilidade.

Mas, afinal, o que realmente significa uma recessão? O que acontece se ela ocorre em algum país ou no mundo inteiro? Quais são as causas desse fenômeno?

Continue lendo para entender!

O que é recessão econômica?

A palavra recessão, no dicionário, quer dizer retrocesso. Em economia, significa basicamente a mesma coisa, aplicada aos fatores econômicos.

Quando um país está em recessão, significa que houve uma diminuição da atividade econômica. Não de forma esporádica ou curta, mas prolongada.

Ou seja, é quando o ciclo econômico (de um país ou vários países) está em fase de encolhimento prolongado. Existem várias causas e consequências para este fenômeno.

As principais características de um país em recessão incluem desemprego e baixa produção em vários setores. 

É como uma bola de neve: a queda na produção, leva ao desemprego e também ao poder de compra, que por sua vez impactam negativamente na produção. Um ciclo vicioso.

Mas esses fatores isoladamente não definem que um país está em recessão. Para ser identificado esse recuo econômico, uma série de indicadores econômicos – como produção, a taxa de desemprego e a renda familiar média – são levados em consideração paralelamente. 

O Produto Interno Bruto (PIB), por exemplo, é o indicador mais comum para apontar a recessão de um país. Mas a queda dele, isolada de um contexto mais amplo, não necessariamente aponta uma economia deteriorada a ponto de ser considerada recessão. 

Se um setor específico da economia tem uma queda muito brusca, por exemplo, o PIB será afetado, puxando o índice para baixo. Mas se os outros setores estão estáveis, a economia não está tão mal. 

Para que seja considerada em recessão, de fato, a economia do país precisa estar impactada em um nível preocupante, por período prolongado e de forma geral, não é um setor específico. 

E o que é Recessão técnica?

Quando se fala em recessão econômica, principalmente no noticiários, é comum escutar o termo “recessão técnica”. Ele é usado para se referir à economia de um país que recua por dois trimestres consecutivos.

No Brasil, o PIB é divulgado a cada três meses pelo IBGE. Se ele apresentar índice negativo por dois trimestres consecutivos, isso significa que não houve crescimento no período, apenas perdas, e diz-se que há recessão técnica.

Ao contrário de uma recessão econômica, efetivamente, esse termo não leva em conta outros fatores, como nível de desemprego, produção industrial, etc.

Montagem de gráfico com bandeira do Brasil ao fundo e uma ilustração de moeda
Brasil esteve em recessão técnica em 2021

No final de 2021 o Brasil estava em recessão técnica, depois que o PIB teve quedas de 0,3% no 2º trimestre e de 0,1% no 3º trimestre. Mas a última divulgação do índice, em março, apontou que o país saiu do recuo. 

No 4º trimestre, a economia avançou 0,5% em relação aos três meses anteriores. Isso supera as perdas com a pandemia em 2020, mas ainda está 2,8% abaixo da melhor marca histórica, alcançada em 2014.

Quais são as causas?

Vários fatores podem causar uma recessão econômica, seja ela global ou em um país. No cenário atual, em que o mundo sai de uma pandemia e enfrenta conflitos políticos em grandes potências, não é difícil imaginar os danos.

Mas, de maneira geral, as causas de uma recessão podem ser:

  • políticas econômicas mal executadas;
  • abrupta redução em produção por qualquer motivo;
  • quedas bruscas de consumo e investimento;
  • catástrofes ambientais;
  • instabilidades políticas em escala mundial.

A verdade é que raras vezes uma única coisa será a responsável pela recessão. Em geral, uma série de fatores contribui para o recuo prolongado e profundo da economia. Esses fatores podem ser de longo prazo ou não, mas deixam marcas difíceis de superar.

A pandemia de Covid-19, por exemplo, provocou uma recessão na economia mundial. Em meados de 2020, o PIB dos Estados Unidos havia caído 32,9%.

E quais são as consequências?

Quando se fala em economia, tudo está interligado. Geralmente, o problema em uma esfera, leva a outro problema e as coisas vão se acumulando como uma bola de neve. 

Por isso, as consequências de uma recessão podem se confundir até mesmo que seus fatores causadores. 

Na pandemia, por exemplo: o isolamento social fez diminuir a demanda por produtos e serviços; a menor demanda levou à diminuição da produção; a queda na produção, por sua vez, resultou em desemprego; e este, levou à queda da renda familiar que, por fim, afetou as vendas e a demanda por produtos e serviços. 

Portanto, podemos dizer que as consequências de uma recessão econômica incluem:

  • Desemprego elevado;
  • Queda na renda médias das famílias;
  • Aumento dos juros; 
  • Diminuição dos lucros;
  • Falências e concordatas;
  • Queda dos níveis de investimentos, etc.

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Ainda vale a pena minerar Bitcoin com mercado em queda? Entenda!

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Símbolo do Bitcoin em metal sobre um fundo azul

Será que vale a pena minerar Bitcoin? Essa é uma pergunta que muitos investidores se fazem! Isso porque, antes realizada por computadores pessoais, boa parte da mineração hoje é realizada por grandes empresas especializadas.

Elas utilizam softwares desenvolvidos especificamente para o processo de mineração. Esse fator é um assunto que levanta questões sobre como minerar Bitcoin, qual a viabilidade de gerar criptomoedas.

Antes de decidir iniciar essa empreitada, é fundamental entender como funciona a mineração de Bitcoin: qual a estrutura mínima necessária, o investimento que deve ser realizado e, é claro, como isso pode se tornar uma atividade lucrativa.

Por isso, reunimos neste post as principais informações sobre minerar bitcoin. Será que vale a pena? Acompanhe o artigo!

Como minerar bitcoin?

O primeiro passo para minerar bitcoin é adquirir um software próprio para essa prática. Depois, é preciso que você tenha uma carteira (wallet) de bitcoins para a armazenagem das suas moedas.

Ao minerar bitcoins, você encontrará duas opções: sozinho ou em conjunto.

Se optar pela mineração individual, o trabalho será maior e mais perigoso, pois precisará adquirir novas moedas virtuais, o que é um processo competitivo.

Em contrapartida, os rendimentos do processo são inteiramente seus.

+ Como minerar Bitcoin? Confira o guia completo

Entretanto, se optar pela mineração coletiva, denominada “pool”, é necessário criar um “trabalhador”, que consiste em uma conta dentro da sua conta. Com isso, basta digitar a credencial do trabalhador no seu software e começar a mineração.

Quanto ganha um minerador de bitcoin?

Uma das maiores curiosidades de quem quer começar a investir em Bitcoin, é saber quanto na realidade ganha um minerador de Bitcoin.

Segundo dados atuais, um minerador de Bitcoin ganha em média R$1,5 milhão, quando consegue encontrar sozinho um bloco da criptomoeda.

De acordo com especialistas, os mineradores recebem cerca de 6,25 bitcoins para cada bloco minerado, esta recompensa cairá para 3,125 bitcoins por bloco após o próximo halving que irá ocorrer no ano de 2024.

Ainda vale minerar bitcoin?

Há alguns anos, quem minerava Bitcoin sabia que teria bons lucros com a atividade.

Contudo com a pandemia do coronavírus e a guerra da Ucrânia, uma escassez das placas de vídeo de alto desempenho fez com que o processo de mineração tivesse sua competitividade reduzida, e, portanto, se tornasse mais rentável para os usuários.

uma lupa na direção de uma moeda de Bitcoin
A mineração da criptomoeda mais famosa do mundo é um processo que exige alto poder computacional e gasto de energia elétrica

Ou seja, o processo realizado de um computador individual tem se tornado inviável e muito custoso.

Aliado a isso, a mineração em casa é um grande risco de investimento por causa do custo com as máquinas e energia, com a instalação necessária para garantir a climatização correta e gasto para montar um cômodo com isolamento acústico.

Afinal, é necessário um ambiente frio para o bom funcionamento de um minerador de Bitcoin.

+ Conheça as 7 melhores criptomoedas para minerar em casa

Visto que, como todo equipamento eletrônico e computacional, um miner gera calor e o calor acaba diminuindo o tempo de vida da máquina, já que o equipamento pode estragar mais rápido.

Aliado a isso, o ambiente deve possuir um isolamento acústico bem feito. Assim você evita problemas com vizinhos em áreas urbanas densas. Portanto é possível, mas é praticamente impossível obter lucro.

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Veja quais sites integram o ‘Camelódromo virtual’, segundo o ministro Guedes

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Menina segurando cartão e celular

Você já escutou falar no “camelódromo virtual”? O termo tem ganhado destaque após o Ministro da Economia, Paulo Guedes, falar sobre a importação de produtos no país com notas fiscais falsas.

Vale lembrar que o ministro já havia falado sobre o assunto e até mesmo citado uma Medida Provisória que pretendia taxas diversos sites de compras internacionais. Mas o que muitas pessoas ficaram se perguntando é quais são os sites que fazem parte deste “camelódromo virtual”?

Bom, se você costuma fazer compras na internet já deve imaginar quais são as plataformas de compras, certo? Mas será que existe mais alguma que você não saiba? É o que você vai descobrir durante essa matéria.

Além disso, é importante deixar claro que o número de compras nesses sites internacionais se deu principalmente na pandemia. Fazendo com que o comércio eletrônico tivesse um boom durante o isolamento social.

De acordo com um estudo da Ebit|Nielsen, o setor bateu recorde de vendas somente no primeiro semestre de 2021. Na época, as transações chegaram a R$53,4 bilhões, o que é um crescimento de 31% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Quais empresas fazem parte do “Camelódromo virtual”

Primeiro, você precisa ter bem entendido o que significa o termo. O “camelódromo virtual” é formado por produtos que são enviados ao exterior para o Brasil. 

homem segurando o cartão e olhando o notebook
Taxar as compras internacionais é uma forma de impedir o “camelódromo virtual”

Esses produtos estariam burlando a legislação tributária de duas formas, sendo elas:

1. as lojas varejistas que enviam os determinados produtos se classificam, possivelmente, como pessoa física. E, dessa forma, se aproveitam de uma regra que permite a isenção de impostos para produtos até 50 dólares quando ingressarem no país, desde que destinados a pessoas físicas.

2. essas mesmas empresas estariam subnotificando o valor dessas determinadas mercadorias. Isso acontece quando els custa mais do que 59 dólares. Isso é feito para não pagar os referidos impostos.

Entre as empresas que fazem parte, estão as mais conhecidas do momento:

  • AliExpress;
  • Shope; 
  • Shein; 
  • Entre outras.

Por que o ministro quer taxar o “camelódromo virtual”?

Uma dúvida que muitos brasileiros estão tendo é o que estaria levando o ministro Paulo Guedes a taxar os sites que fazem vendas internacionais no Brasil. Se você não sabe, calma que vamos te explicar agora.

Quem empreende no Brasil precisa pagar muitos impostos para o governo, o que não acontece com os produtos importados, que só são taxados em compras acima de US$50. 

Porém, com os sites Aliexpress, Shopee e Shein ganhando cada vez mais destaque entre os brasileiros, muitos empresários começaram a ficar insatisfeitos. Isso porque eles arcam com todos os impostos, enquanto esses sites não.

Além disso, Paulo Guedes acredita que essa é uma competição desigual entre as empresas. Por isso, o ministro defende o “digitax”, imposto digital. Essa é uma forma de equilibrar a concorrência.

+ Shopee e AliExpress: o que fazer para não ser taxado pelas compras?

E também de evitar que aconteçam fraudes nas transações, sejam elas em real ou Bitcoin. Veja o que o ministro disse sobre o “camelódromo virtual”:

“Nós queremos que a regra do jogo seja pelo menos igual para todo mundo. Não pode um cara que está, claramente, fazendo fraude – entra sem imposto, sem nada. É uma fraude porque ele falsifica o valor do bem”, disse o ministro durante uma live da Arko Advice com o TC.

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Leia também no FinanceOne:

Governo reduz imposto de importação em mais de 6 mil alimentos. Entenda!

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pessoas definindo métricas em gráficos apontados em folhas de papel

O governo federal anunciou um novo corte no Imposto de Importação. Desta vez, o tributo alfandegário será reduzido em mais de 6 mil mercadorias que entram no país. 

A medida foi anunciada na noite de segunda-feira, 23, e pretende reduzir 10% nas alíquotas de vários produtos. Segundo o Ministério da Economia, o objetivo é o mesmo de antes: frear a escalada de preços decorrente da guerra e da pandemia. 

Essa redução se soma a outra, da mesma proporção, anunciada em novembro do ano passado. 

No total, 87% dos bens hoje submetidos à tributação alfandegária – o que representa 6.195 mercadorias – terão alíquota reduzida em 10%, Com isso, algumas alíquotas chegarão a zero ou sofrerão um corte total de 20%.

Além disso, vale lembrar que 11 grupos de alimentos já tinham sofrido o corte total desse mesmo imposto. 

O que é Imposto de Importação?

Imposto de Importação (II) é o tributo alfandegário brasileiro que incide sobre todos os produtos estrangeiros que entram em território nacional. Isso vale tanto para mercadorias estrangeiras quanto para bagagem de viajante procedente do exterior.

Quem paga esse imposto é o importador. Ou seja, qualquer pessoa física ou jurídica que traz a mercadoria de fora. 

É importante destacar que se trata de um imposto federal, portanto somente a União pode cobrá-lo. A incidência dele ocorre sempre que há entrada de produtos estrangeiros no território nacional. 

O Imposto de Importação, muitas vezes, chega a ser responsável por uma grande parcela do preço desses produtos. Existem alimentos do dia a dia em que a alíquota do imposto chega a 28%. 

casal fazendo churrasco
Imposto de Importação fica zerado ou reduzido em até 20% em mais de 6 mil produtos

Reduzir o Imposto de Importação deixará os alimentos mais baratos?

Sim, esse é o objetivo do governo federal: reduzir os impactos decorrentes da pandemia e da guerra entre Rússia e Ucrânia sobre os preços de insumos do setor produtivo. Ou seja, combater a inflação e frear o aumento constante de preços.

Como mencionado, um percentual significativo de muitos alimentos corresponde ao Imposto de Importação. Com a redução ou corte total dessa alíquota sobre mais de 6 mil alimentos, a expectativa é que haja uma redução de preços.

Mas a redução de preços para o consumidor não será imediata, nem bruta. Ou seja, não quer dizer que os preços já estão proporcionalmente reduzidos nas prateleiras do mercado assim que a medida for oficializada. 

Afinal, existem vários fatores que impactam no preço final dos produtos. 

Por exemplo: em março deste ano, um dos produtos que teve o II cortado foi o etanol (incluindo o que é misturado na gasolina). Como o litro da gasolina tem cerca de 25% de álcool anidro, a medida impactou o preço. 

No entanto, o aumento do combustível é altamente impactado pelo preço do barril do petróleo, que ainda não parou. E isso é uma tendência, tendo em vista o cenário mundial instável. 

Com o aumento do petróleo elevando a gasolina em mais de R$0,20, o corte do tributo alfandegário não impedirá que o preço nas bombas suba também. No máximo, fará o aumento ser um pouco menor.

A gasolina é um dos casos mais graves de aumento de preços. Mas cada produto terá seus próprios impactos com a redução do II.

Quais alimentos tiveram o imposto reduzido ou zerado?

Em novembro do ano passado, o governo reduziu a alíquota do imposto de importação dos mesmos 6,1 mil produtos que sofrem a redução agora. Isso inclui feijão, carne, massas, biscoitos, arroz e materiais de construção, dentre outros itens.

Tanto no ano passado quanto na nova redução, anunciada no dia 23 de maio, ficaram de fora do corte apenas os produtos de setores como têxteis, calçados, brinquedos, laticínios e produtos do setor automotivo.

No início do ano, entre março e maio, o Ministério da Economia também zerou o II no etanol e outros 17 alimentos. Primeiro foram seis cortes, no início de março, depois mais 11 cortes, no início de maio.

Confira alguns dos produtos que sofreram cortes totais na alíquota e qual era o percentual da tributação:

PRODUTOALÍQUOTA
Etanol18%
Café9%
Margarina10,8%
Queijo28%
Macarrão14,4%
Açúcar16%
Óleo de Soja9%
Carnes desossadas de bovino10,8%
Miudezas comestíveis de galos/galinhas9%
Farinha de trigo10,8%
Outros trigos e misturas de trigo com centeio, exceto para semeadura9%
Bolachas e biscoitos, adicionados de edulcorante16,2%
Produtos de padaria, pastelaria, indústria de biscoitos16,2%
Milho em grão, exceto para semeadura7,2%

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