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Bitcoin Pizza Day: entenda o que pizza e bitcoin têm a ver

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Símbolo do Bitcoin em metal sobre um fundo azul

Você sabia que existe o Bitcoin Pizza Day? A data celebra a primeira compra física com Bitcoin.

O feito aconteceu no dia 22 de maio de 2010. Na ocasião, o desenvolvedor de moedas digitais Laszlo Hanyecz resolveu comprovar que o bitcoin poderia ser usado como uma moeda do mundo real.

O que ele fez? Um dia antes, no dia 21 de maio, Hanyecz ofereceu 10 mil bitcoins no fórum Bitcointalk para qualquer um que pudesse lhe trazer duas pizzas da Papa John. A pizzaria ficava em Jacksonville, Florida, sul dos Estados Unidos, onde ele morava.

Diz a lenda que um colega programador da Califórnia aceitou a oferta. Telefonou para o local de entrega e pagou pelas pizzas com um cartão de crédito. Hanyecz enviou os bitcoins, e a pizza foi entregue.

Essa é uma das histórias contadas pelo livro Digital Gold, do americano Nathaniel Poppe. Ele é repórter de criptoeconomia do jornal The New York Times. O profissional resgata o nascimento do Bitcoin e as trajetórias de pessoas que hoje são celebridades do mundo das criptomoedas.

Bitcoin Pizza Day
Laszlo Hanyecz e seus filhos com as duas pizzas do Papa John (Crédito: reprodução da internet)

A pizza mais cara da história

Na época, 1 Bitcoin (BTC) valia por volta de US$ 0,0041, o que significa que os 10.000 BTC valiam US$ 41.

Se tomarmos por base a cotação atual, podemos fazer uma comparação singela. Cada bitcoin está na casa dos US$ 29 mil (R$ 141,1 mil). Isso representa uma valorização astronômica em relação a 2010.

Ou seja, com 10 mil bitcoins, Laszlo teria em mãos hoje US$ 290 milhões, ou R$ 1,41 bilhão. Imagina a quantidade de pizzas!

Apesar da valorização da moeda digital, Lazlo Hanyecz diz em diversas entrevistas que não se arrepende. Ele diz que foi ótimo ter feito parte da história inicial do Bitcoin.

Seu feito fez com que governos e autoridades monetárias começassem a lidar com essas novas moedas globais. Além de ponderar impactos, oportunidades e riscos trazidos por esse novo componente da economia global.

Por esses motivos, não é à toa que o 22 de maio é considerado um marco histórico para as criptomoedas. Motivando assim a celebração do Bitcoin Pizza Day.

Bitcoin Pizza Day revolucionava as criptomoedas

O legado deixado pela compra original de Laszlo Hanyecz teve um efeito duradouro. Hoje os restaurantes de diversos países também aceitam o Bitcoin como forma de pagamento. Usar moedas virtuais para a aquisição de produtos e serviços começa a ficar cada vez mais comum.

Não acredita? É só dar uma olhada no mapa interativo Coinmap.org, que aponta os estabelecimentos que já trabalham com meios de pagamento descentralizados e é constantemente atualizado.

Só no Brasil, mais de 900 empresas já aceitam criptomoedas como forma de pagamento. É o que aponta o levantamento realizado pela CoinMap, provando que a tendência mundial, adotada por quase 30 mil estabelecimentos ao redor do globo, também se confirma no país.

Para se ter ideia de como o Bitcoin Pizza Day foi importante, em 2023, a prefeitura do Rio de Janeiro vai aceitar o pagamento do Imposto Predial Territorial Urbano (IPTU) em criptomoedas.

Aliado a isso, o Senado aprovou o projeto de lei que regulamenta o mercado e estabelece regras para transações com moedas digitais. A proposta seguiu para análise e votação na Câmara dos Deputados.

Estabelecimentos que aceitam Bitcoin

Como visto o Bitcoin Pizza Day fez história. Hoje, diveros estabelecimentos no Brasil aceitam bitcoins. Um deles é o clube de vinhos por assinatura Wine.

O empreendimento passou recentemente a aceitar pagamentos em bitcoin. Desenvolvida em parceria com a Redecoin, fintech do grupo SCF Brazil, a operação é feita por meio de um QR Code, processo que se assemelha ao Pix.

A loja virtual Baleia Mãe do Rio Grande do Norte é outra. Ela oferece eco produtos sustentáveis, de canudos feitos de bambu a coletor menstrual.

Quem também entrou na onda é a CoguVale que produz cogumelos orgânicos desde 2016. Os pedidos podem ser feitos pelo site e, atualmente, a loja catarinense aceita todas as criptomoedas.

Caso queira descobrir uma loja mais próxima, ou vai viajar e quer pagar com criptomoedas, o coinmap.org reúne os estabelecimentos de todo o mundo que aceitam criptoativos como forma de pagamento.

Bitcoin movimenta bilhões de dólares em transações por dia

Dados da NYDIG, empresa de investimentos em criptoativos que é subsidiária da Sonte Ridge Asset Management, aponta que o bitcoin superou a American Express em volume de transações no ano de 2021.

A criptomoeda movimentou mais de 3 trilhões de dólares, segundo a empresa, mais que o triplo do volume do ano anterior.

A Amex reportou um volume de transação de 1,28 trilhão de dólares no ano passado, registrando um aumento de quase 25% em comparação com 2020.

Contudo, o movimento foi eclipsado pelo bitcoin, que praticamente dobra seu volume de transação a cada ano, embora não de forma constante.

Para efeitos de comparação, apenas seis anos atrás o volume reportado de negociações em bitcoin foi de 97 bilhões de dólares, apenas 3,2% do número mais recente.

Entretanto, vale destacar que a Visa, campeã em volumes de transação, também colabora para as movimentações com bitcoin, já que, através de parcerias com empresas do universo cripto e blockchain, a empresa permite o uso de cartões vinculados a contas em criptomoedas.

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Aluguel de celular: saiba como funciona esse serviço e se vale a pena

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mulher sentada no sofá na frente de um laptop e falando no celular

O aluguel de celular é um serviço que, embora não tão conhecido, pode ser muito vantajoso para quem contrata. Quer saber por que? Confira tudo sobre nesse artigo que o FinanceOne preparou para você.

Pode ser que você nunca nem tenha escutado sobre a possibilidade de aluguel de celular.

Afinal, pode parecer um pouco óbvio que comprar seja mais viável, visto que mesmo os modelos mais caros são mais baratos que carros, imóveis ou outros bens que costumam ser alugados.

Porém, existem casos em que alugar pode ser sim mais vantajoso. Isso vai depender muito de como você lida com esse tipo de tecnologia. Vamos entender melhor!

homem falando ao telefone
Alugar ou comprar: confira os casos em que cada opção vale mais a pena

Como funciona o aluguel de celular?

Assim como qualquer outro esquema de aluguel, o processo é bem simples. Na maioria dos casos, as empresas possuem um determinado número de aparelhos que disponibilizam para aluguel.

Essas empresas também podem comprar aparelhos novos ou até adquirir modelos usados para alugar.

Nesse sentido, o cliente escolhe um modelo e verifica o valor mensal a ser pago por ele. Geralmente os planos são de 12 meses e, ao fim desse prazo, você pode escolher um novo modelo e devolver o antigo.

Em outras modalidades, por exemplo, é possível até mesmo pagar o valor restante do aparelho e ficar com ele, caso não deseje um modelo novo.

Vantagens

A opção de aluguel de celular começou a se propagar bastante por conta dos usuários de iPhone, o smartphone da Apple.

Isso porque os preços desse aparelho costumam ser altos e a marca lança novos modelos periodicamente. Assim, ao invés de trocar de modelo e pagar um alto valor, muitas pessoas viram uma vantagem no aluguel de celular.

Sendo assim, vamos analisar esse cenário. No site da Allugator, empresa que realiza o serviço, encontramos a seguinte informação: um iPhone 12 256GB por um valor de R$2.887,30 por 12 meses. Contudo, se fosse comprado em uma loja, o cliente pagaria R$6.579,90.

A comparação não acaba aí. Ao alugar o seu telefone, além de receber um aparelho novo e lacrado, ele vem com capa, película e carregador. Além disso, você tem direito a frete grátis para a chegada do celular, possibilidade de troca anual e iPhone reserva em casos de reparo.

O Itaú também possui o programa iPhone para Sempre, que possibilita que você tenha um modelo novo da marca todo ano.

Vale dizer também que muitos modelos já vêm com seguro, caso aconteça algum acidente, roubo ou furto. Dessa maneira, entendemos que para aqueles que gostam de trocar de aparelho regularmente, o aluguel pode ser uma opção bem mais econômica.

As empresas alugam outros modelos além do iPhone, fica a critério do cliente escolher qual é o de sua preferência.

+ Aluguel de iPhone: saiba quanto custará o serviço da Apple

Vale a pena?

Como dissemos acima, essa resposta vai depender muito da sua relação com a tecnologia. Se você é uma pessoa que gosta muito de ter sempre o modelo mais atual em mãos, o aluguel pode ser uma boa saída.

Porém, se você não se importa tanto com isso e pretende ter um aparelho por um longo tempo, aí talvez não seja uma opção viável.

Logo, uma maneira eficaz de entender o cenário é multiplicar o valor da mensalidade do aluguel pelo tempo que você pretende ficar com o aparelho. Daí você pesquisa nas lojas o valor de compra de um modelo novo e vê se faz sentido alugar ao invés de comprar.

Uma coisa para se ter em mente é que essa é uma alternativa que se popularizou justamente em relação aos modelos mais caros. Ou seja, caso você deseje uma linha que não possua um valor tão exorbitante, pode ser mais vantajoso juntar o dinheiro para comprá-lo.

E para finalizar, vai uma dica: caso deseje alugar um modelo seminovo (ou seja, já usado) pesquise bem a reputação da empresa e verifique atenciosamente as condições do aparelho.

Embora haja um compromisso em fornecer apenas celulares em bom estado, é preciso verificar bem o contexto para que você não acabe tendo um prejuízo.

+ Alugar o celular ou comprar parcelado: saiba qual opção vale mais a pena

Gostou de saber um pouco mais sobre aluguel de celular? Então fique de olho em outras matérias do FinanceOne e compartilhe com quem você acha que precisa conhecer esse recurso!

Quanto custa o ingresso do show dos Backstreet Boys? Saiba como comprar!

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público assistindo show

Anúncios de shows internacionais aqui no Brasil não param de acontecer. E a mais nova banda a anunciar que vai aterrissar em solo brasileiro é o Backstreet Boys. O comunicado foi feito nesta segunda, 23, junto com o valor do ingresso do show dos Backstreet Boys.

É isso mesmo, todas as informações sobre preço, cidades e datas dos shows já foram divulgadas pela banda. E quem é fã, é claro que já está querendo saber de todos os detalhes da passagem do Backstreet Boys por aqui.

Para começar o show vai acontecer em janeiro do ano que vem. Entretanto, os ingressos já começam a ser vendidos esta semana. 

Quer saber quanto custa o ingresso do show dos Backstreet Boys e como comprar o seu? Continue lendo este artigo!

Quando e onde serão os shows dos Backstreet Boys no Brasil?

Como já falamos acima, os Backstreet Boys vão fazer show aqui somente em janeiro do ano que vem, mais em quais cidades? Quais são as datas? Calma, que nós vamos te contar! 

As apresentações da boy band fazem parte da turnê “DNA World Tour no Brasil”. E para a alegria dos fãs, serão quatro shows que a banda fará aqui no Brasil.

Veja agora a agenda de shows da banda aqui no Brasil:

  • São Paulo: dois shows, nos dias 25 e 27 de janeiro;
  • Curitiba: um show, no dia 28 de janeiro;
  • Belo Horizonte: um show, no dia 29 de janeiro.

É importante deixar claro que a data da apresentação do dia 27 de janeiro, em São Paulo, faz parte dos shows que tiveram que ser adiados por conta da pandemia. A apresentação aconteceria em 2020.

público assistindo show
As vendas do ingresso do show dos Backstreet Boys começam nesta semana

Aproveitando que viriam para o Brasil para esse show, a boy band resolveu divulgar mais três novas datas. Já que o primeiro já está com os ingressos esgotados. 

Quanto custa o ingresso dos show dos Backstreet Boys?

Os valores dos ingressos já foram divulgados. Quer saber quanto vai custar o ingresso para o show dos Backstreet Boys? A gente conta agora!

Os preços variam de R$195 a R$790, de acordo com o setor e tipo (se meia ou inteira):

  • Pista premium: R$ 740 (inteira); R$ 370 (meia)
  • Pista: R$ 390 (inteira); R$ 195 (meia)
  • DNA PIT A e DNA PIT B: R$ 790 (inteira) e R$ 395 meia

É importante ratificar que o show do dia 27 de janeiro é uma data remarcada de uma apresentação que aconteceria na época da pandemia e precisou ser adiada. Para esta data, os ingressos já estão esgotados e as vendas não serão abertas.

Quando começa a vender os ingressos dos show do Backstreet Boys?

Se você é fã da banca, ficou animado e vai querer adquirir o seu passaporte, fique atento. Isso porque as vendas começam já esta semana para o show dos Backstreet Boys.

+ Shows no Brasil em 2022: confira calendário e quanto custam os ingressos

A pré-venda será nesta quarta-feira, 25, destinada exclusivamente a clientes do cartão Elo. No entanto, já nesta terça, 24, haverá uma super exclusividade para quem é membro do fã clube Backstreet Army, que poderá comprar de forma antecipada.

A venda para o público geral começa na quinta-feira, 26, pelo site da Eventim.

Os clientes do fã clube e que comprarem pela venda geral poderão parcelar em até 3x sem juros, enquanto os que comprarem com cartão Elo poderão parcelar em até 5x, durante a data estipulada.

Serviço

Shows do Backstreet Army

Curitiba (PR) – 25 de janeiro

  • Local: Pedreira Paulo Leminski
  • Valores dos ingressos: de R$195 (pista, meia) a R$830 (DNA pits, inteira)

São Paulo (SP) – 27 (esgotado) e 28 de janeiro

  • Local: Allianz Parque
  • Valores dos ingressos: de R$145 (cadeira superior, meia) a R$770 (DNA pits, inteira)

Belo Horizonte (MG) – 29 de janeiro

  • Local: Esplanada do Mineirão
  • Valores dos ingressos: de R$195 (pista, meia) a R$790 (DNA pits, inteira)

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Leia também no FinanceOne:

Conheça os 7 golpes com NFT mais praticados e saiba como evitá-los

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uma mão pegando a frase NFT

Com novas formas de negociação, surgem também novas modalidades de crimes. Nesses casos, é de suma importância conhecer essas abordagens para se proteger da melhor forma. Por isso, conheça hoje os 6 golpes com NFT mais praticados e entenda como evitá-los.

Os tokens não fungíveis (tradução do inglês non fungible token) são ativos que concentram muita atenção no cenário atual. Muito desse destaque acontece por conta das altas movimentações de capital que o NFT gera.

A empresa DappRadar realizou um estudo sobre o valor que o ativo movimentou em 2021. A quantia foi de US$24,9 bilhões em compra e venda de materiais com certificação digital. Em 2020, o mercado movimentou US$94,9 milhões em NFTs. Isso mostra que esse comércio atingiu uma alta bastante considerável.

Entenda como pessoas mal aproveitadas podem se aproveitar desse status para aplicar golpes.

+ Top 5 melhores aplicativos para NFTs

1 – NFT falsificado ou plagiado

Quando se trata de NFT, é preciso entender que possuir um ativo não significa ser dono de sua propriedade intelectual. Da mesma forma que comprar um quadro não te torna o autor daquela obra.

Dessa forma, existem pessoas que falsificam ou cometem plágios de produtos digitais para lucrar com eles. Ademais, desembolsar um valor considerável por uma obra que foi falsificada ou plagiada pode causar muitos problemas e perdas materiais.

Por isso, sempre consulte a procedência do ativo que deseja adquirir e só realize negociações com lojas oficiais.

2 – Phishing em golpes com NFT

O phishing é uma técnica de engenharia social que tem como objetivo coletar dados sensíveis sem que uma pessoa tenha ciência de estar compartilhando.

Para operar com NFT, é necessário que a pessoa tenha uma conta em uma carteira digital que faça transações na Ethereum. Para acessar essa carteira, o investidor terá uma chave que protege o seu patrimônio.

Sendo assim, criminosos costumam criar páginas falsas – mas que são idênticas às originais – para que os usuários compartilhem as chaves e outras informações sensíveis. Em outros casos, criam pop-ups que solicitam esses dados como se fossem as instituições verdadeiras.

Para evitar cair nesse tipo de golpe, prefira acessar os sites por seu link original e não compartilhe, de forma alguma, suas chaves e senhas. Se for solicitado, tenha em mente que há grande chance de ser um golpe.

3 – Catfishing

Algumas empresas, para conferir mais credibilidade para seus produtos, mantêm o hábito de convidar famosos para participar de suas campanhas e comerciais. Aliás, você já deve ter visto algum anúncio do jogo Coin Master com Jennifer Lopez, por exemplo.

No entanto, isso é algo que pode acontecer nos golpes com NFT. Nesse caso, os criminosos fingem ser artistas ou criam perfis falsos para contatar pessoas e negociar algum ativo.

Para evitar cair nesse tipo de armadilha, é preciso ter noção que dificilmente uma pessoa pública entrará em contato particularmente para negociar NFT.

Além disso, siga o conselho anterior e não forneça seus dados pessoais para qualquer pessoa/instituição com esse tipo de abordagem.

hack mexendo no computador
Os golpes com NFT tendem a se tornar mais comuns ao longo do tempo

4 – Golpes com NFT do tipo ‘pump and dump’

A prática ‘pump and dump’ é bastante conhecida no meio das criptomoedas. Trata-se de uma técnica de inflar o preço dos ativos (de forma artificial) para atrair novos compradores, que acreditam em uma valorização exacerbada.

Porém, quando realizam a compra, os valores caem e mostram uma valorização diferente da que era esperado. Apesar de ser um pouco mais complexo, é possível evitar esse tipo de golpe com NFT.

Para isso, pesquise amplamente o histórico de valorização do ativo que deseja adquirir. Dessa forma, você terá uma noção do comportamento daquele item e saberá o que esperar das negociações que envolvem ele.

+ 7 golpes com criptomoedas mais praticados

5 – Adulteração em leilões

Após realizar uma compra de um NFT, é comum querer vendê-lo por um preço mais alto. Então, alguns usuários realizam leilões em plataformas para os seus ativos.

Porém, o comprador pode trocar a moeda na hora de realizar a compra. Ou seja, um ativo que foi adquirido por um valor mais alto pode acabar sendo trocado por uma moeda mais barata.

Dessa maneira, é necessário conferir várias vezes se a moeda está correta antes de fechar as negociações.

6 – Lojas falsas

O último golpe com NFT mais praticado é o da loja falsa. O esquema acontece na criação de loja que reúne múltiplos usuários que podem comercializar ativos sem fiscalização.

A diferença entre as lojas falsas e as certificadas é que os usuários realmente habilitados são verificados (assim como no Facebook e no Instagram, por exemplo).

Então, sempre procure conhecer a procedência da loja, bem como seus usuários e vendedores. Não realize negociações em ambientes que não expressam segurança aos seus usuários.

7 – Golpes com NFT do tipo rug pull

Esse tipo de golpe consiste no abandono de um projeto que recebeu um investimento. Assim, os golpistas ficam com o dinheiro dos investidores e nunca entregam o fim do projeto.

Nesse sentido, quando o valor do token e o número de investidores chegam em um certo ponto, os criminosos esvaziam os pools de liquidez de uma corretora descentralizada. Isso faz com que o valor do criptoativo caia e os donos desses ativos acabam sem poder vendê-los.

Esses golpes estão disfarçados de problemas com bugs nos softwares controladores. Assim, afirmam que estão trabalhando em uma solução que leva tempo para ser aplicada.

Aprenda mais sobre NFTs com o e-book do FinanceOne

O conhecimento é uma das medidas mais eficazes para evitar cair em abordagens maliciosas como os golpes.

Sabendo disso, o FinanceOne criou um e-book que funciona como um guia completo sobre NFTs para iniciantes. Sendo assim, com ele você saberá no que, de fato, consiste o ativo, além de entender como comprar e vender.

Para tornar o material ainda mais completo, a gente te dá algumas perspectivas de futuro que os NFTs apresentam já no cenário atual. Gostou? Para adquirir é muito fácil, basta acessar a página e fazer o download do guia ao fim da matéria.

Curtiu o conteúdo? Não deixe de compartilhar com seus amigos. Para ter certeza que está negociando em um lugar seguro, confira 5 plataformas para comprar e vender NFT.

O que é NuTap? Veja como funciona a maquininha no app do Nubank

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menina segurando um cartão do nubank

O Nubank anunciou mais uma novidade: é o NuTap. A tecnologia permite que você transforme seu celular em maquininha para realizar vendas com mais praticidade.

Entretanto, vale destacar que isso é possível para quem tem dispositivos com a tecnologia NFC, sigla para Near Field Communication, que permite a leitura de dados por meio de aproximação.

Caso esteja dentro dos padrões estabelecidos, basta abrir a seção dentro do próprio aplicativo e fazer o pagamento por aproximação. Isso vale para quem tem cartão físico ou via carteira digital, como Samsung Pay, Apple Pay ou Google Pay.

Atualmente, a “maquininha” do Nubank está à disposição apenas das contas PJ. Mais especificamente, para aquelas empresas que têm um sócio único.

Não foram compartilhados os valores exatos, mas de acordo com próprio banco roxo, as taxas do NuTap serão “até 30% menores que as principais marcas do mercado, sem volume mínimo de vendas atrelado – além de Pix gratuito.”

É possível receber pagamentos em cartões das bandeiras Visa e Mastercard via crédito e débito, sem suporte para outras empresas, pelo menos até agora.

+ Como abrir uma conta digital no Nubank? Veja o passo a passo completo!

Valores e taxas do NuTap?

O NuTap permite apenas cobranças de valores entre R$2 e R$199,99. Esse é um indício de que só transações que não exigem digitação de senha são suportadas atualmente. Além disso, parcelamento é permitido, mas cada parcela deve ter valor de pelo menos R$5.

Aliado a isso, o serviço não tem custo de adesão, mensalidade ou aluguel. Porém, há cobrança de um percentual sobre cada transação efetuada. O valor depende da modalidade:

  • Cartão de crédito à vista: 3,19%;
  • Crédito em até 12 vezes: até 12,49%;
  • Débito: 1,49%.

O Nubank afirma ainda que essas porcentagens são até 30% mais baixas do que as cobradas em maquininhas tradicionais. O recebimento ocorre em até um dia útil, na conta PJ do Nubank.

Outro ponto importante é que, quando a transação com o novo recurso de aproximação é confirmada, o dinheiro cai direto na conta digital Nubank. Esse é um dos diferenciais envolvendo o NuTap, em relação às maquininhas de cartão.

uma pessoa segurando um celular e outra, um cartão
Solução NuTAP para clientes pessoa jurídica do Nubank. (Foto: divulgação)

Passo a passo para acessar ao NuTap no celular

Para começar a utilizar o NuTap em seu celular, basta entrar no app Nubank e acessar sua conta PJ. Após entrar na tela inicial do aplicativo, selecione o botão “Conheça o NuTap”. Feito isso, siga o passo a passo abaixo.

Na tela onde é descrito os benefícios do NuTap, leia as informações e selecione “Começar a usar”.

Depois, o aplicativo começará a realizar uma análise rápida para saber se o celular é compatível com o NuTap e se o cliente PJ (você) atende aos critérios necessários para acessar o novo serviço.

Com tudo confirmado, iniciará o processo de configuração. Nessa tela, será pedido que você autorize a instalação de um aplicativo adicional para auxiliar no processo de pagamento das vendas.

De acordo com o Nubank, este app adicional não será utilizado nas vendas, ele só servirá para que o sistema do NuTap funcione corretamente (o aplicativo é leve, segundo a fintech).

Depois, basta você acessar a tela inicial do app Nubank e selecionar o botão “Cobrar com NuTap”.

+ Aplicativo Nubank: confira como recuperar a senha de acesso

Contas PJ do Nubank

No primeiro trimestre deste ano, o Nubank registrou 1,6 milhão de clientes PJ, o que representa um crescimento de 167% na comparação com o mesmo período de 2021.

Atualmente, a conta pessoa jurídica pode ser usada por pequenos empreendedores individuais e autônomos que sejam sócios únicos ou com mais de um sócio, contanto que tenham somente um sócio administrador no quadro societário.

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Como declarar plano de saúde no Imposto de Renda? Tire suas dúvidas!

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celular com a logo da Receita Federal

Um dos principais motivos que faz os contribuintes caírem na malha fina é não declarar o plano de saúde de forma correta no Imposto de Renda. O prazo para fazer isso está acabando, então é hora de aprender. 

Os contribuintes poderão prestar contas ao Leão até 31 de maio. Nessa mesma data, já começam os pagamentos daqueles que prestaram contas logo no início do período.

Mas para não cair na malha fina, um dos pontos de atenção são as despesas médicas. De acordo com informações da Receita Federal, em 2021, 26% das mais de 900 mil declarações retidas tinham inconsistência nos valores relacionados a despesas médicas. 

Fazendo da forma correta, é possível deduzir as despesas com plano de saúde, seja ele individual, familiar ou com coparticipação. Além disso, é possível deduzir ainda os gastos com planos de dependentes e alimentandos.

Quer saber mais? Então continue lendo o artigo!

Como declarar plano de saúde no Imposto de Renda 2022?

Para conseguir a dedução das despesas com plano de saúde da base de cálculo, é preciso escolher o tipo de declaração completa. Ela exige mais atenção na hora de preencher os dados. 

O outro tipo de declaração, a simplificada, é indicada para quem não possui muitas despesas e costumam utilizar um abatimento padrão de 20% sobre os rendimentos tributáveis.

Para declarar o plano de saúde, os gastos devem ser informados na ficha “Pagamentos Efetuados”,com o código 26. Será necessário informar o CNPJ e o nome da operadora, o valor pago e, se houver, a parcela reembolsada (que não é dedutível). 

  1. Na ficha “Pagamentos Efetuados”, sob o código 26, informe os gastos com plano de saúde 
  2. No campo “Valor pago”, insira o valor total da despesa
  3. No campo “Parcela não dedutível/valor reembolsado”, insira a parte do valor reembolsado
  4.  Digite também o CNPJ e o nome da operadora nos campos indicados

Lembre-se que todos os comprovantes, recibos e notas fiscais das despesas devem ser guardados por cinco anos, para caso a Receita os solicite.

Como declarar plano de saúde para dependentes e alimentandos?

Também é possível deduzir os gastos com plano de saúde – e também de outras despesas com saúde – de dependentes e alimentandos (beneficiários de pensão alimentícia). 

O processo para declarar o plano de saúde neste caso é o mesmo: na ficha “Pagamentos Efetuados”,com o código 26. 

Porém, tanto o dependente como o alimentando precisam, antes, ser cadastrados na ficha Dependentes ou Alimentandos. Basta acessá-la, na página da declaração, e informar o CPF de todos.

Depois de cadastrados, faça a declaração dos gastos com plano normalmente, mas informe se os gastos foram feitos com o de um dependente ou de um alimentando no campo indicado.

Como declarar planos corporativos e empresariais?

No caso do plano de saúde ser corporativo ou empresarial com coparticipação, será necessário solicitar o informe de pagamentos à operadora que administra o plano ou ao empregador. Basta seguir as instruções neste informe.  

O programa do IRPF permite que esse documento seja importado, de modo que as informações sejam preenchidas mais rapidamente. 

Basta selecionar o botão “importar arquivo do plano de saúde” na ficha Pagamentos Efetuados e subir o arquivo do seu computador.

Medidor de pressão, organizador de comprimidos e cartela de medicamentos em uma mesa branca
Planos de saúde entram no rol de despesas médicas na hora de declarar IRPF

Informações importantes

Existem alguns pontos de atenção para ter em mente ao declarar seu plano de saúde. Leia a lista a seguir, pois sua dúvida pode ser respondida nela:

  • Se o empregador paga integralmente seu plano de saúde e nada sai do seu bolso,  você não precisa declarar gastos com o plano.
  • Em planos empresariais e de coparticipação, se o titular paga apenas uma parte do valor total, somente a parcela que sai do bolso do contribuinte é dedutível. Nestes casos, a parte paga por terceiros deve ser subtraída antes do lançamento na ficha
  • Planos de saúde que o contribuinte para para outra pessoa que não seja dependente ou alimentando, pode ser declarado, mas não como um valor dedutível
  • Valores reembolsados em consultas médicas e exames não são dedutíveis, portanto não devem constar no item referente ao plano de saúde – eles são indicados no item referente ao procedimento em si, conforme a tabela abaixo, na ficha de Pagamentos Efetuados

Quais outras despesas médicas são dedutíveis do Imposto de Renda?

Além de declarar o plano de saúde, as despesas médicas incluem mensalidades do plano de saúde, consultas médicas e coparticipação. 

Também é possível declarar gastos com home care, aparelhos ortopédicos e dentários, próteses, desde que estejam incluídas na fatura emitida pelo hospital.

Do mesmo modo, é preciso declarar as informações do prestador de serviço, o valor total e a parcela reembolsada.

Códigos para despesas médicas no Imposto de renda:

CódigoDespesa médica
09Fonoaudiólogos no Brasil
10Médicos no Brasil
11Dentistas no Brasil
12Psicólogos no Brasil
13Fisioterapeutas no Brasil
14Terapeutas ocupacionais no Brasil
15Médico no exterior
16Dentista no exterior
17Psicólogo no exterior
18Fisioterapeuta no exterior
19Terapeutas ocupacionais no exterior
20Fonoaudiólogos no exterior
21Hospitais, clínicas e laboratórios no Brasil
22Hospitais, clínicas e laboratórios no exterior

Todas as despesas dedutíveis precisam ser comprovadas por recibo, nota fiscal ou informe de rendimentos. Guarde esses comprovantes por, no mínimo, cinco anos a partir de janeiro do ano seguinte ao do processamento da sua declaração. 

O conteúdo ajudou? Então compartilhe e leia também: Senado aprova dedução de gastos com remédios no Imposto de Renda. Entenda!

Entenda para que serve a NFT do macaco e como comprar?

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NFT do macaco

Você já escutou falar na NFT do macaco? Se a resposta foi não, saiba que até o Neymar e o Justin Bieber já estão apostando no “Bored Ape”, termo como é conhecida essa NFT.  Para se ter uma ideia, o cantor fez uma das maiores compras do mundo dos NFTs.

Ao adquirir a NFT do macaco, Justin Bieber precisou arcar com US$1,3 milhão, o que seria cerca de R$6,9 milhões. Já deu para perceber que o valor dessas NFTs é grande no mercado.

O Neymar, que também já havia adquirido essa NFT antes, voltou a fazer novas aquisições dessa coleção no último dia 19. O item que o jogador comprou faz parte da coleção Mutant Ape Yacht Club.

O valor pago pelo jogador foi de 55 ETH, que na conversão vale, aproximadamente, R$800 mil.

Não à toa o “Bored Ape” é considerada uma das mais valiosas e importantes das NFTs. Além disso, ela já se espalhou pela internet e, por esse motivo, tornou-se referência aos tokens não fungíveis.

O que é a NFT do macaco, ou “Bored Ape”, e para que serve?

A NFT do macaco nada mais é do que, como o próprio nome já diz, desenhos de macacos entediados. Mas como esses desenhos são criados? Por meio de um algoritmo que tem a capacidade de combinar 170 características possíveis e isso tudo de forma aleatória.

Essas combinações podem ser de cores, roupas, acessórios e até mesmo as expressões do macaco. São elas que acabam resultando em tokens, uns mais comuns e outros mais raros. 

+ Como surfar a onda dos NFTs? Conheça a plataforma VeVe

Por esse motivo, os valores dos tokens da NFT do macaco podem variar, já que as mais raras obviamente têm valores mais altos. 

Vale ressaltar que quando você adquire um dos avatares, pode ter acesso a um grupo seleto formado por celebridades, empresários milionários e executivos de grandes empresas. Como é o caso do Neymar e Justin Bieber.

NFT do macaco na tela de um celular
Os desenhos de macaco valem mais do que você imagina

Outra informação importante é que a NFT do macaco é nova no mercado, ela tem menos de um ano. Para ser mais exata, ela foi lançada em 30 de abril de 2021.

Na época, o site da BAYC, chegou a oferecer mais de 10 mil variações únicas desta NFT para que os investidores pudessem comprar a que mais gostassem. E a novidade esgotou de forma rápida. Com as vendas, foram arrecadados mais de US$2 milhões.

O que é a NFT Mutant Ape Yacht Club, nova aquisição do Neymar? 

Como você já sabe o jogador já tinha dois NFTs da  Bored Ape Yacht Club desde janeiro, quando comprou pelo valor aproximado de R$5 milhões. Agora para quem não conhece o Mutant Ape Yacht Club ele faz parte justamente de uma coleção derivada da NFT anterior.

É importante ressaltar que as duas coleções foram criadas pela Yuga Labs e estão entre as mais populares e lucrativas da indústria de criptomoedas.

Outra informação importante é que essa coleção foi criada, inicialmente, com 10.000 tokens que podiam ser minerados por qualquer pessoa durante o lançamento, que foi em agosto do ano passado. 

Para se ter uma ideia, em uma hora, todos os NFTs haviam sido gerados, rendendo ao todo mais de US$100 milhões.

Apesar de poder chegar a 20.000, tokens, atualmente a coleção já possui 18.711 NFTs em circulação. Mas nem todos os Serum foram utilizados por aqueles que os possuem.

Onde adquirir a NFT do macaco?

Por ser a sensação do momento, muita gente começou a ir atrás de saber como e onde adquirir a NFT do Macaco. Você já sabe?

É possível encontrar a Bored Ape Yatch Club no OpenSea, que é a principal plataforma de tokens não fungíveis. Nela, o investidor consegue realizar a transação através das três redes de blockchain: Ethereum, Polygon e Klaytn.

+ 9Block: conheça a plataforma NFT brasileira e saiba como funciona

E como funciona o processo? Ele é bem fácil e sem muitos segredos, principalmente para quem já é habituado. Basta cadastrar a sua carteira digital dentre as opções disponíveis e suportadas.

Feito isso, siga o passo a passo e adquira a sua NFT do macaco.

Por que são tão valiosas?

Para nomes como Neymar e Justin Bieber terem investido na NFT do macaco é porque, de fato, ela é bem valiosa e tem o seu preço de mercado lá no alto. Mas, por qual motivo? Essa valorização pode ser explicada principalmente por este fator: a tecnologia.

Cada vez mais a ajuda das redes sociais está sendo fundamental na popularização e valorização dessas NFTS, que são ativos digitais.

No caso da Bored Ape Yacht Club, ela possui artes virtuais com conceitos subjetivos. Mas, três pontos podem explicar a valiosidade desses ativos:

  • a visibilidade de celebridades;
  • força da comunidade; e 
  • utilidade para os membros.

Afinal, quanto mais um determinado assunto, produto, serviço ou até mesmo algo abstrato se torna público e conhecido, maiores são as chances dele se valorizar. Logo, vira uma peça valiosa no mercado. Dessa forma, quanto antes você adquirir, mais chances terá de colher os frutos do sucesso.

Vale a pena investir no NFT do macaco?

Se você está pensando em investir no NFT do macaco, precisa saber se o valor a ser pago vale a pena ou não. A primeira coisa que você precisa entender é que esse é um investimento com o objetivo de manter o seu patrimônio e de, no futuro, trocar por outra coisa.

Mas se você deseja um retorno rápido, as criptomoedas são os investimentos mais indicados para este objetivo. Vale lembrar que diversos NFTs estão surgindo no mercado e, provavelmente, irão se valorizar com o tempo. 

O que de fato você precisa entender, independente de onde vá aplicar o seu dinheiro, é que diversificar deve ser a palavra de ordem quando o assunto é investir dinheiro. Além disso, você precisa estar atento às novas tendências do mercado financeiro.

Quem investe sabe que a melhor estratégia é ter uma carteira de investimentos, no qual você possa aumentar os seus resultados e minimizar os riscos que venham a prejudicar a sua rentabilidade.

E o NFT do macaco é uma forma de você fazer isso, já que estará diversificando a sua carteira com outro tipo de investimento.  

Guia completo de NFT para iniciantes pode te ajudar a entrar no mercado

Se você chegou até aqui já sabe que muitas pessoas estão com a atenção voltada para os NFTs. Mas quem ainda não entende a fundo do assunto pode se ver um pouco perdido nesse mercado que está crescendo.

Se você ainda não entende o que é, como investir , como vender, quais são os principais NFTs do mercado, calma. O FinanceOne preparou um guia completo com todas essas e outras informações para você saber tudo sobre o assunto.

Quer saber mais detalhes sobre a NFT do macaco? Confira quanto custa este token que o Neymar comprou e compartilhe o artigo com seus amigos.

Bolsonaro afirma que não assinará MP para taxar sites como Shein, Shopee e AliExpress. Entenda!

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casal olhando o notebook com um cartão de crédito

Muitos brasileiros ficaram preocupados com a possibilidade de sites como Shein, Shopee, AliExpress e Mercado Livre serem taxados. Porém, no último sábado, 21, o presidente Jair Bolsonaro descartou essa possibilidade ao comentar sobre o assunto em uma rede social.

De acordo com o que foi divulgado, o presidente não assinará nenhuma Medida Provisória para taxas as compras realizadas em sites e aplicativos internacionais. Vale lembrar que o Ministério da Economia estava preparando uma MP que tinha o objetivo de tentar reduzir a sonegação em plataformas de e-commerces. 

A declaração de Jair Bolsonaro foi feita após Paulo Guedes, Ministro da Economia, falar que,  justamente, defende a taxação de compras nos sites internacionais.

Para isso, o ministro se referiu aos sites como “camelódromo virtual” e afirmou que as regras para todas as empresas precisam ser as mesmas.  

De acordo com o Bolsonaro uma forma de resolver o problema é fiscalizando todos os produtos que entram no Brasil. 

“Para possíveis irregularidades nesse serviço, ou outros, a saída deve ser a fiscalização, não o aumento de impostos”, afirmou Bolsonaro.

Mas por que o Governo Federal havia decidido taxar esses sites? A resposta é simples: a grande pressão que empresas varejistas estão fazendo no governo em relação a esses e-commerces.

A pressão é tanta que um grupo de empresários, como Luciano Hang, dono da rede Havan, e Alexandre Ostrowiecki, presidente da Multilaser, foram até Brasília para conversar com senadores, deputados e o procurador-geral da República.

MP para taxas sites era prioridade do Governo Federal 

As críticas de grandes empresários fez com que a equipe econômica do Governo Federal e a Receita Federal acatarem os pedidos de taxar os sites. Por conta disso, eles estariam priorizando o avanço da Medida Provisória que está sendo elaborada.

Os argumentos dos empresários é que sites como Shein e Shopee acabam se beneficiando de vantagens nas cobranças de impostos. E que esses empresários não possuem e acabam pagando mais tributos.

Além disso, eles chamam os e-commerces de “camelódromos digitais”. Isso porque grande parte dos produtos vendidos nos sites são importados e eles conseguem vender por valores bem menores do que o comércio nacional.

casal segurando cartão e olhando o tablet
Ainda não existe uma previsão para a MP sobre taxar sites ser votada

A própria equipe de auditores da Receita Federal suspeita que os vendedores desses e-commerces acabam se beneficiando por conta de uma regra existente para pagar menos impostos.

Receita acredita em sonegação de tributos

De acordo com auditores da Receita Federal, há uma suspeita de que alguns vendedores desse tipo de e-commerce estariam fornecendo informações falsas. E, dessa forma, sonegando tributos com base nessa mercadoria importada.

Um exemplo que se cogita é o fato das empresas estarem se passando por pessoas físicas para se aproveitar da lei de isenção de impostos.

+ Quer fazer compras na Shein? Veja dicas para não ser taxado na Alfândega

Essa isenção acontece aqui no Brasil, por lei, para quem compra no exterior com valor abaixo de US$50. Outra hipótese seria as lojas estrangeiras estarem declarando o bem por um valor bem abaixo, ficando dentro do limite e não sendo taxado.

Soluções são estudadas para taxação de sites internacionais

Partindo da premissa e toda essa situação exposta, algumas soluções já estão sendo discutidas e poderão ser implementadas no futuro, dependendo do destino dessa Medida Provisória e de suas aprovações.

+ Shopee e AliExpress: o que fazer para não ser taxado pelas compras?

A primeira solução seria tributar a importação feita por pessoas físicas já no ato da compra dentro da plataforma. Isso aconteceria independentemente do valor da importação.

A segunda solução seria permitir a cobrança de impostos feita diretamente das plataformas. 

Mas o que isso mudaria, na prática? Acontece que, atualmente, a taxação acontece somente quando o produto passa pela alfândega.

Gostou e quer saber mais? Então continue sua leitura e veja como saber se foi taxado em uma compra internacional.

Crediário digital: o que é, como funciona e como utilizar? Entenda!

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casal segurando cartão e olhando o tablet

Uma nova forma de pagamento chegou para beneficiar os 60% dos brasileiros que ainda não têm opções de crédito. Trata-se do crediário digital, que é visto pelo comércio como uma forma de recuperar o número de vendas em meio a crise econômica.

Mesmo com a popularização dos bancos digitais, na prática ainda existe um alto número de brasileiros sem conta bancária. Pelo menos 48 milhões, de acordo com o Banco Central.

Nesse sentido, o crediário digital surge para garantir um maior poder de compra a quem hoje não tem acesso a aquisições mais caras, por exemplo.

Mas, se você não está por dentro da novidade e tem dúvidas sobre como funciona o crediário digital, FinanceOne explica tudo em detalhes. Confira!

+ Veja 6 cuidados que você deve ter com a compra parcelada

O que é e como funciona o crediário digital?

O crediário digital nada mais é do que uma modernização do antigo carnê. A modalidade também é conhecida como BNPL (Buy Now Pay Later). Ou seja, compre agora e pague depois, em tradução literal.

A ideia é que este meio de pagamento atue de maneira mais democrática, contemplando aqueles que não têm acesso ao crédito. O cliente pode parcelar sua compra via boleto bancário, mesmo que não tenha cartão de crédito ou conta bancária.

Assim, não há a necessidade de ser cliente de uma instituição financeira, ou ter limite de crédito pré-estabelecido. Além do boleto, outras formas de pagamento possíveis são transferências ou depósitos; ou PIX.

Para ter acesso, é preciso fornecer informações básicas, como CPF, e-mail e telefone. A intermediária da operação, que pode ser uma fintech ou a própria loja, analisa os dados e libera o crédito. Depois, é só escolher em quantas parcelas deseja pagar e pronto.

A opção está sujeita a taxas de juros, que variam de acordo com a análise de crédito de cada cliente.

mulher sentada no sofá na frente de um laptop e falando no celular
Com crediário digital comprar online parcelado é ainda mais simples (Foto: Divulgação)

É vantajoso para os lojistas?

A resposta é: sim! Com o crediário digital ou BNPL os lojistas conseguem ampliar suas vendas para um público que antes não teria acesso. Além disso, o processo é seguro, considerando que a intermediação é feita por uma fintech.

Claro que a loja pode investir em um sistema de crediário próprio, se assim desejar. Mas, o caminho mais prático é o lojista se cadastrar em alguma startup que oferece esse tipo de serviço.

Atualmente, já existem algumas opções no mercado para os e-commerces que querem começar a investir nessa modalidade de pagamentos. Entre elas, a Meu Crediário, a Provu e a Leindico.

+ Conheça 12 apps para pagar boletos com cartão de crédito
+ Crediário Magalu: veja como funciona o carnê digital

Pandemia acelerou surgimento de novos meios de pagamentos digitais

Na Europa, o serviço de crediário digital já funciona há algum tempo e está crescendo. De acordo com recentes pesquisas de mercado, 4 em cada 10 britânicos já usam a forma de pagamento BNPL. A expectativa é que os brasileiros sigam a mesma tendência.

O surgimento de uma nova modalidade de pagamento digital e a ascensão do PIX, por exemplo, teve um empurrão da pandemia do novo Coronavírus. Isso porque as compras online cresceram significativamente nesse período.

Assim, o mercado passou a enxergar melhor as lacunas em relação aos meios de pagamentos e a trabalhar para aprimorar a experiência do consumidor, ampliando o acesso para todas as camadas sociais.

E, com o crediário digital não será diferente. Especialistas apontam que os varejistas devem ficar de olho nessa novidade, que surge como uma chance de ampliar o ticket médio de vendas no e-commerce.

Entram, ainda, nesse pacote, as vendas via PIX, com possibilidade de descontos e a oferta de compra com cashbacks, que também tem se popularizado nos últimos dois anos.

Além disso, a aposta é que essas sejam, apenas, algumas das evoluções nas tecnologias para meios de pagamentos digitais.

Já conhecia o crediário digital? Compartilhe com os amigos e assine nossa Newsletter para não perder nenhuma novidade!

Veja também no FinanceOne:

Inflação derruba poder de compra de 90% das profissões. O que isso significa?

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Pessoa colocando lâmpada em cima de uma pilha de moedas

A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) realizou um estudo em que concluiu que a inflação impactou negativamente 90% das profissões no que se refere ao seu poder de compra. Você sabe o que isso significa?

O poder de compra é o potencial de aquisição que determinada pessoa possui em dado momento. Um exemplo muito básico para entender isso é considerar o preço de um produto há, por exemplo, dez anos. Você conseguiria comprá-lo pelo mesmo valor hoje em dia?

Se não, significa que você perdeu o poder de compra. Porém, isso não depende exclusivamente de um fator – e muito menos do trabalhador. Existem uma série de variáveis que impactam as possibilidades de aquisição.

Uma delas é a inflação. Vamos entender melhor esse processo!

+ Como se proteger da inflação investindo em criptomoedas?

A influência da inflação e da deflação

Como vimos anteriormente, o poder de compra é a relação entre o dinheiro e o valor dos produtos.

E, assim, sabemos que o valor dos produtos é impactado pela inflação. Basicamente, a inflação se dá pelo excesso de dinheiro na economia. E qual é o problema disso? O aumento da demanda em relação a oferta e o aumento dos preços de bens e serviços.

Em resumo: os produtos ficam mais caros por conta do aumento de pessoas que precisam adquiri-lo. E, com isso, perde-se o poder de compra.

Homem e mulher fazendo contas
O aumento da inflação diminui o poder de compra da população

Vale destacar que, apesar de incomum, o contrário também pode acontecer. Ou seja, a deflação, que é um processo em que há diminuição de capital circulando e, consequentemente, os preços dos produtos caem. Isso faz com que o poder de compra aumente.

Outra questão importante é que a inflação e a deflação mudam de acordo com o local e os padrões de consumo de sua população. Além disso, as diretrizes desses índices e outros fatores da política monetária são de competência do Banco Central do Brasil (Bacen).

Mas ter um alto poder de compra também não significa que a economia de um país está em ordem. Ambas situações podem representar um desequilíbrio que precisa ser acertado. Veja, também, outros fatores que influenciam na volatilidade dos preços:

  • Crises econômicas e políticas;
  • Desvalorização da moeda;
  • Decisões do Bacen;
  • Política monetária.
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+ Onde investir com a inflação alta? Veja as melhores aplicações!

Profissões perdem o poder de compra

O estudo da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), que mencionamos anteriormente, levou em consideração 140 profissões que mais estão em atuação no Brasil.

Entre elas, as que mais perderam o poder de compra foram a de faxineiro (16%) e motorista de ônibus (3,9%). Entre as causas desses dados, estão a precariedades das condições que já afetavam esses ofícios e os impactos que a pandemia de Covid-19 acabou causando nesses âmbitos.

E ainda considerando os impactos da pandemia, as profissões que menos foram prejudicadas são as que justamente foram mais requisitadas nos últimos tempos. Assim, destacam-se os médicos – e outros componentes da área de saúde – e os profissionais de T.I.

Porém, apesar da inflação ser uma métrica particular de cada país, estamos presenciando um aumento sistêmico no cenário internacional. Dessa maneira, as expectativas para além deste ano é que esse índice continue crescendo, por conta dos problemas na oferta e produção.

Um dos causadores dessas questões é o conflito na Ucrânia. Ou seja, pode continuar causando aumento no preço da energia, alimentos e outras commodities. A pandemia, mais uma vez, segue sustentando a instabilidade do cenário, uma vez que pode causar novos lockdowns, adicionando mais problemas nas cadeias globais de produção.

Dessa maneira, a problemática seria o aumento da inflação se tornar tão recorrente que aconteça uma mudança de regime inflacionário. Isso significa que sairíamos do período que ficou conhecido como “grande moderação”, que corresponde a um momento de redução da volatilidade das flutuações do ciclo de negócios.

Compartilhe essas informações com aqueles que você acredita que possam se interessar. Fique de olho no nosso site para mais conteúdos importantes sobre finanças!