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Transição de carreira: confira aqui 4 passos para fazer da maneira certa

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homem em um escritório olhando para uma tela de computador com gráficos

É cada vez mais comum encontrar pessoas que estão insatisfeitas com a profissão ou com a função em que atuam. Por isso, o número de profissionais que desejam realizar a transição de carreira é cada vez maior.

E isso pode acontecer por diversos fatores: salários abaixo do esperado, muito tempo trabalhando em um mesmo lugar ou apenas a vontade de querer aprender algo novo. 

Se você faz parte desse grupo de pessoas insatisfeitas com a carreira e pretende realizar uma transição, saiba que é preciso ter alguns cuidados. Isso porque é um processo que faz parte de uma gestão de carreira.

E para se ter certeza do que se está fazendo é necessário realizar um plano com objetivos bem definidos.

Porém, você sabe quais são os motivos que levam uma pessoa a realizar a transição de carreira?

São vários os motivos que levam um profissional de uma determinada área a iniciar uma nova carreira. Alguns deles:

  • Insatisfação pessoal;
  • Baixa perspectiva de crescimento profissional;
  • Demissões em massa e crise no setor;
  • Estresse e falta de tempo na profissão.

Outro fator que ajuda para que as pessoas queiram realizar a transição de carreira é que no Brasil, cada vez mais cedo os jovens precisam escolher uma profissão.

Isso acontece porque a maioria tem de escolher o curso de nível superior antes de completar 18 anos, mesmo sem nem ter tido tempo e experiência de vida para esse tipo de escolha.

A seguir, separamos alguns passos para você fazer a transição de carreira. Veja quais são:

4 passos para fazer a transição de carreira

1º passo: tente mudar de emprego antes de fazer a transição de carreira

Você deve estar pensando que está na carreira errada e esse sentimento é comum naqueles que querem fazer a transição.

Porém, já parou para pensar que você pode estar no emprego errado? Sendo assim, converse com seu chefe e veja se é possível trocar de posição na empresa.

Você também pode buscar outro emprego na mesma área em que já trabalha.

Outra dica é: ao final de cada dia realize uma auto análise de como está se saindo no trabalho, por cinco dias. Se mesmo assim, ainda estiver insatisfeito, comece a procurar outras carreiras.

2º passo: formule objetivos

Todo esse processo deve começar com a formulação dos objetivos. Isso porque sem eles você ficará sem motivação, não terá foco e não alcançará os resultados esperados.

Você pode começar listando quais são os seus desejos e quais profissões tem vontade de seguir.

Para te ajudar, pense em como se vê daqui a alguns anos e o que gostaria de estar fazendo.  Esse fator irá ajudar a realizar a transição de carreira. Você ainda pode dividir os seus objetivos com alguns prazos.

Pense a longo, médio e curto prazo. E se programe para conseguir realizar todos os objetivos listados.

+ Conheça as 10 carreiras mais bem remuneradas no Brasil. Veja a lista!

Mulher branca em frente ao notebook após passar por transição de carreira
Fazer uma transição de carreira pode não ser uma tarefa fácil, mas é possível

3º passo: faça networking

É comum ter dúvidas se deve seguir a carreira escolhida ou não. Para isso a melhor opção é o networking. Procure o conselho de familiares, amigos e até mesmo pessoas da área em que escolheu atuar.

Essas pessoas poderão te encorajar, aconselhar e até mesmo tirar suas dúvidas sobre a nova carreira que você iria iniciar.

Além disso, não tenha vergonha de falar sobre os seus medos e aflições.

E se você está se perguntando como vai entrar em contato com os profissionais da área, saiba que as redes sociais podem te ajudar nisso.

A melhor é o LinkedIn, que conecta pessoas que estão dispostas a conversar sobre carreiras e empregos.

4º passo: cuide da sua saúde mental

É comum as pessoas ficarem com medo, nervosas e até mesmo ansiosas quando estão prestes a realizar algum tipo de mudança.

Por isso, é importante você preparar a sua saúde mental para tentar evitar ao máximo esses sintomas.

Eles podem te atrapalhar no momento de realizar a transição de carreira. E o maior medo que as pessoas têm nessas horas é de falhar.

Sendo assim, realize atividades físicas ou até mesmo uma meditação. Isso pode te ajudar a se manter tranquilo durante todo o processo de mudança.

Algumas dicas para realizar a transição de carreira

Pense em novas possibilidades para sua carreira

Se você está querendo realizar a transição de carreira, é preciso fazer algumas perguntas básicas, como por exemplo:

  • O que mais posso fazer?
  • O que mais posso utilizar as minhas habilidades?
  • Com as minhas experiências e meus conhecimentos, onde mais posso aplicar isso?
  • O que gosto de fazer?

Essas perguntas irão te ajudar a entender mais sobre si mesmo, além de se conhecer melhor. É respondendo a essas perguntas que um engenheiro pode acabar querendo trabalhar no área financeira.

Vale ressaltar que no momento de pensar em uma nova profissão você deve levar em consideração as suas habilidades que já são conhecidas. Como, por exemplo, o gosto pelas ciências exatas e a facilidade com os números.

Descubra qual é o seu intuito antes de mudar de carreira

Você deve estar se perguntando como isso pode te ajudar na transição de carreira, certo? O intuito, ou melhor, saber qual é o seu propósito é saber o porquê de você fazer determinada coisa.

Pode parecer confuso, mas se você pensar o que você faz que te deixa feliz, fica mais fácil. E é pensando no que te faria feliz em uma profissão que você vai conseguir saber qual é o seu propósito.

Para te ajudar, pense em algumas questões:

  • Por que levanto de manhã e vou trabalhar?
  • Por que quero trabalhar?
  • O que faço que me dá prazer?
  • Por que preciso desse dinheiro?

Ao se fazer essas perguntas, procure estar sozinho para refletir melhor e chegar a uma conclusão. Essas respostas são pessoais e se você perguntar para outra pessoa, poderá sofrer influência.

Além disso, se o seu propósito/intuito não estiver alinhado ou os seus valores estiverem corrompidos, você estará sempre com um sentimento de vazio e sem gostar do que está fazendo.

Por isso, pare para pensar no que realmente é importante para você. Além disso, analise quais causas te motivam e no que você realmente acredita. Esses fatores poderão fazer a diferença no momento da transição de carreira.

Gostou das dicas? Acha que podem ajudar alguém? Então compartilhe o nosso texto em suas redes sociais e ajude os seus amigos!

Veja também no FinanceOne: 

*Colaboração: Camila Miranda

Financiamento estudantil: como conseguir?

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alunos andando no pátio da faculdade

O financiamento estudantil é uma opção para os estudantes que desejam cursar uma faculdade, mas que não conseguiram entrar para uma universidade pública. E o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) é a principal forma de financiamento para ingresso em cursos de graduação no Brasil.

Porém, a procura pelo Fies tem diminuído com os anos. Para se ter uma ideia, em 2020, os novos contratos realizados para este financiamento foi o mesmo registrado desde 2009. Nem metade das vagas oferecidas foram preenchidas.

Vale ressaltar que isso aconteceu em meio a pandemia da Covid-19. E é claro que a pandemia colaborou para a queda na procura do financiamento. Mas outros fatores também ajudaram, como o fato do financiamento estudantil não ser mais de 100%.

Em 2020, foram anunciadas 100 mil vagas para o financiamento estudantil, mas somente 47.082 novos contratos foram realizados.

Se você deseja tentar realizar o financiamento estudantil, mas não sabe como conseguir, nós preparamos este artigo que pode te ajudar.

O que é o Fies?

O Fundo de Financiamento Estudantil foi instituído por lei em 1999.

O objetivo é conceder financiamento a estudantes em cursos superiores não gratuitos.

Portanto, como se trata de um empréstimo, ao concluir o curso, o estudante beneficiado terá de pagar a dívida.

Ao longo dos anos, o programa passou por diversas reformulações.

Em uma das últimas mudanças, passou a ser conhecido como o Novo Fies, intitulando-se um financiamento “mais moderno”.

Com isso, alguns pontos do projeto foram reajustados.

O programa passou a ser dividido em três diferentes modalidades:

– Modalidade Fies (ou modalidade I): o financiamento é ofertado diretamente do governo ao estudante, tendo, por isso, um baixo custo.

– Modalidade P-Fies (ou modalidade II e III): o financiamento é ofertado pelas instituições financeiras, mas com recursos públicos. Por isso, são capazes de ofertar um financiamento mais barato que o mercado, porém mais caro que o da modalidade I.

Como se inscrever no programa de financiamento estudantil?

O Fies abre inscrição no início de cada semestre letivo.

Para se inscrever é necessário acessar o site do Sistema Informatizado do Fies.

Deve-se realizar quatro etapas. Elas incluem desde o preenchimento dos dados pessoais do estudante, validação das informações na Comissão Permanente de Supervisão e Acompanhamento (CPSA) até a contratação do financiamento no banco.

Três estudantes olhando o caderno
Para participar do Fies é preciso fazer a inscrição no Enem

Para quem não sabe, a CPSA é responsável pelo acompanhamento do processo do financiamento estudantil.

Ela valida as informações apresentadas no ato da inscrição, além de dar início ao processo de aditamento de renovação dos contratos de financiamento.

Documentos necessários para obtenção do benefício

  • Documento de Regularidade de Inscrição (DRI) emitido pela Comissão Permanente de Supervisão e Acompanhamento do Fies (CPSA);
  • Termo de concessão ou de atualização do usufruto de bolsa parcial do Prouni, quando for o caso;
  • Documento de identificação;
  • CPF próprio e, se menor de 18 anos de idade não emancipado, CPF do seu representante legal;
  • Certidão de casamento, CPF e documento de identificação do cônjuge, se for o caso;
  • Comprovante de residência.

Como funciona o processo de seleção?

Diferentemente do Prouni e do Sisu, a inscrição no Fies permite que o estudante escolha apenas uma única opção de curso.

Por meio do uso de filtros de localidade, turno, instituição de ensino e curso, o candidato é direcionado para as vagas disponíveis, tendo que escolher uma delas.

Durante o período de inscrição, as notas de corte dos cursos são atualizadas todos os dias.

Até o fim das inscrições, o candidato pode mudar o curso escolhido a qualquer momento.

Isso porque a nota de corte é calculada pela relação entre o número de vagas do curso e a nota obtida no Enem pelos candidatos.

+ Enem terá questões discursivas a partir de 2024. Confira todas as mudanças!

As notas mínimas para ingressar em cada curso, portanto, vão variando conforme os candidatos escolhem o curso que gostariam de fazer.

Assim, o sistema vai criando uma ordem de classificação para seleção dos candidatos, de acordo com suas notas do Enem.

Outras opções de financiamento estudantil para você

Quem não consegue optar pelo Fies pode contar com a ajuda de outras opções de financiamento estudantil. Essa é uma forma de você garantir a sua graduação. Confira algumas opções.

Pravaler

Essa é uma das opções mais conhecidas de financiamento estudantil depois do Fies. Mas diferentemente do programa do Governo Federal, esse é de iniciativa privada e pertence a empresa Ideal Invest.

E se você acha que o Pravaler não financia a faculdade que deseja realizar o seu curso, está muito enganado. Isso porque esse financiamento estudantil já tem parceria com cerca de 300 universidades. 

E como funciona o Pravaler? O financiamento acontece por semestre e você tem o prazo de até um ano para começar a pagar cada um. Vale ressaltar que um dos diferenciais deste financiamento estudantil é que você não acumula as parcelas. 

Sendo assim, você faz o contrato, solicita o pagamento de um semestre, finaliza o pagamento das parcelas anteriores e só depois quita o contrato vigente. 

Financiamento com bancos

Nesse caso, o financiamento estudantil não está ligado a sua nota do Fies, mas sim a um banco e uma avaliação de crédito. Com isso, se você tem score baixo ou está com o nome negativado, terá dificuldades em conseguir esse tipo de financiamento.

Vale ressaltar ainda que diversas instituições financeiras oferecem esse tipo de financiamento para os estudantes, sendo alguns deles:

-> Crédito Universitário Bradesco: o banco conta uma linha de crédito estudantil para quem é correntista. Com isso, você consegue financiar o valor em até 100% dividido em 12 meses;

-> Santander Universidades: o Santander possui o Crédito Educação Continuada, que permite o financiamento de cursos de pós-graduação e MBAs, além de outros benefícios para os estudantes;

-> BB Crédito Consignado: o Banco do Brasil tem uma linha de crédito exclusiva para estudantes que trabalham em empresas conveniadas à instituição.

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*Colaboração: Juliana Favorito

Saiba como aumentar o limite do cartão de crédito

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casal olhando o notebook com um cartão de crédito

O cartão de crédito pode ser um grande aliado para os brasileiros no dia a dia. Isso porque ele é prático e não costuma ter muita burocracia. Porém uma dúvida da maioria das pessoas é como conseguir aumentar o limite do cartão de crédito?

Essa questão surge pela dificuldade que algumas pessoas encontram na hora de solicitar o limite. Isso porque ao realizar o pedido de aumento, ele pode ser negado por inúmeros motivos.

Mas como ter a certeza que você pode solicitar o aumento do limite do cartão de crédito?

Infelizmente não é possível ter essa certeza de que seu pedido será aprovado. Isso porque as instituições financeiras analisam diversos fatores, para autorizar ou não o aumento.

Como por exemplo, se você paga as faturas em dia, se utiliza muito o cartão ou não, entre outros.

Confira dicas para aumentar o limite do cartão de crédito

Se você quer aumentar o limite do cartão de crédito, mas não tem certeza se será aceito, é possível dobrar essa chance. Quer saber como? Confira abaixo!

1) Mantenha a sua renda no banco sempre atualizada

É bem provável que você saiba que o limite do cartão de crédito é determinado de acordo com a renda que o cliente informa no banco e/ou instituição financeira. Isso porque quando a instituição financeira oferece o crédito, ela precisa ter certeza que você terá condições de pagar a fatura.

O mais comum é que os bancos ofereçam um limite inicial de 30% do valor da renda mensal do cliente. Sendo assim, quanto maior for a sua renda, maior será o limite concedido pela financeira.

Por isso, é importante que o cliente sempre mantenha atualizada a renda para a instituição financeira. Tenha em mente que a renda antiga pode prejudicar o seu pedido de aumento de limite de cartão de crédito, já que o banco irá se basear nela.

+ Será que vale a pena ter mais de um cartão de crédito?

2) Pague a fatura até a data de vencimento

É recomendado que você mantenha as suas finanças bem organizadas para evitar juros e parcelamento de dívidas. E isso também vale para o cartão de crédito.

Mantendo o pagamento da fatura em dia, as chances de conseguir o aumento de limite é maior. Isso acontece porque as instituições financeiras têm um histórico do pagamento dos clientes.

São vistos como negativos aqueles que têm um padrão de pagamentos atrasados ou do valor mínimo da fatura. Por isso, a dica é sempre pagar a fatura antes ou até a data de vencimento. Dando preferência para o valor integral.

O banco irá verificar a constância do pagamento na data e integral do valor. A autorização do aumento do limite do cartão de crédito é uma das vantagens de realizar o pagamento em dia.

Para evitar não pagar a fatura em dia, você pode escolher a opção do débito automático.

Outras recomendações para conseguir um limite maior

3) Consiga aumento no seu score de crédito

Outra forma de tentar aumentar o limite do cartão de crédito é tentando aumentar o score. O score de crédito nada mais é do que uma pontuação que reflete toda a sua capacidade de pagamento.

Essa pontuação é consultada pelo bancos antes de aprovar o possível aumento de limite do seu cartão. A pontuação do score vai de zero a 1000.

O que são considerados para obtenção desses pontos? Vários tópicos, como renda mensal obtida e atualizada pelo cliente, idade, estado civil, possíveis registros no SPC e Serasa.

O banco considera que quanto menor for o score do cliente ele terá mais chance fica inadimplente com um limite de crédito maior. Ou seja, não conseguirá pagar aquilo que está solicitando.

homem segurando o cartão e olhando o notebook
É possível aumentar o limite do cartão de crédito pagando a fatura em dia

Pela lógica, quanto maior for o score obtido, mais credibilidade ele terá mediante a esse cenário. O banco verá ainda mais segurança em poder oferecer um limite maior. O aumento do score é derivado de várias situações, sendo a principal delas o pagamento de contas em dia.

4) Utilize o cartão

Essa é uma dica primordial, mas que pouca gente leva em consideração por considerar banal. O banco dificilmente vai considerar um aumento de limite de crédito se você não utiliza o cartão.

Para o banco, o uso do cartão é a prova de que você precisa dele para as suas despesas e aquele limite não é mais suficiente.

+ Cartão de crédito: bancos podem aumentar o limite sem autorização?

Dessa forma, a dica nesses casos é tentar utilizá-lo para a maioria das suas despesas mensais. Mas, é claro, tudo com um controle e dentro do seu planejamento que lhe permita pagar a fatura em dia e na sua totalidade.

Além disso, tente utilizar o cartão o mais perto do limite possível. O banco não levará em consideração o fator necessidade se você usar todo mês menos que 10% do limite atual.

A administradora do cartão precisa verificar que o uso do cliente é constante e que o aumento é realmente uma necessidade.

5) Tente com mais de um banco

Essa dica vai para aqueles cliente que possuem cartão de crédito em mais de uma administradora e podem escolher na hora de solicitar o limite. Toda essa questão às vezes vira um pouco mais burocrática do que devia e você poderá encontrar mais resistência de um banco ou de outro.

Se você está em negociação com um banco e está vendo que as coisas estão difíceis, tente com outro. Os processos geralmente são parecidos e você pode encontrar o passo a passo no próprio aplicativo.

Tem bancos que, inclusive, permitem fazer uma simulação e até mesmo solicitações pelo app, dando a resposta por ali mesmo.

Como os bancos definem o limite do cartão de crédito?

Para quem não sabe, toda instituição financeira realiza uma análise de crédito e avalia alguns fatores, como: a renda pessoal, o score, capacidade de pagamento, histórico de pagamento, entre outros.

Essa análise é realizada para que a financeira tenha a certeza de que a fatura do cartão será paga pelo cliente. Além disso, alguns bancos chegam a solicitar alguns documentos, como comprovante de renda.

Outro ponto importante é que, normalmente, o primeiro valor de limite liberado costuma ser de até 30% da renda mensal do cliente.

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Colaboração: Juliana Favorito

O que acontece após fazer acordo com cartão de crédito? É possível voltar a usar?

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Menina segurando cartão e celular

Existem diversos motivos que podem levar você a não conseguir pagar a fatura do seu cartão em dia. E é claro que você não quer ficar com o nome sujo, por isso, uma boa opção é realizar um acordo com cartão de crédito.

Uma das grandes vantagens de realizar o acordo com o cartão de crédito é que os juros do rotativo para de ser cobrado. Sendo assim, o valor combinado entre você e o banco é o que será pago.

Você só pagará a mais se o seu pagamento foi realizado após o vencimento. Nesse caso, é possível que tenha alguma multa ou juros. Mas essa também é uma forma de você não acabar se enrolando e endividando ainda mais para pagar o cartão.

+ Como funciona o cartão Pão de Açúcar Mais Itaucard? Conheça as vantagens!

Mas você sabe o que acontece depois que realiza o acordo com o seu cartão? Já teve essa curiosidade? É o que você vai descobrir durante este artigo.

Acordo do cartão de crédito: como funciona?

Para quem não sabe, o acordo do cartão de crédito é realizado diretamente com a financeira dele. Por isso, você deve entrar em contato pelo telefone com o seu banco para saber as melhores opções que ele tem a te oferecer. 

Vale ressaltar que esse tipo de acordo é diferente do parcelamento da fatura do cartão de crédito. Isso porque nesse caso, o objetivo é que todos os valores que estão abertos, parcelamentos e faturas, sejam inseridos neste acordo a ser realizado. 

+ Cartão de crédito Ponto Frio: saiba quais os benefícios e como solicitar

Com as possibilidades de parcelamento do seu cartão, você deverá escolher o que pode pagar. Lembre-se que o valor das parcelas precisam estar dentro do seu orçamento.

Outro ponto importante é que a quantidade de parcelas que serão oferecidas a você, vai depender do seu banco. Existem instituições financeiras que parcelam o valor em até 48 vezes e outras somente em um ano.

Fiz acordo com cartão de crédito, e agora?

Agora que você já sabe como funciona, fica a pergunta: e depois do acordo com o cartão, o que acontece? Será que é possível voltar a usar o limite normalmente? A instituição financeira permitirá que você tenha de novo todos os benefícios do cartão?

Bom, voltar a usar normalmente vai depender da proposta que foi feita pela instituição no seu acordo financeiro. É importante ler o contrato e saber o que ele diz.

casal segurando cartão e olhando o tablet
Fazer acordo com cartão de crédito permite que você quite suas dívidas e limpe seu nome

Em alguns casos, assim que o cliente vai realizando o pagamento das parcelas o limite é liberado. Mas, em outros, apenas após o pagamento de todo o acordo é que o cliente consegue voltar a usar.

Existem casos, no entanto, que o pagamento do acordo não implica na volta do cartão como era antes e  o cliente precisará solicitar novamente e depender de uma nova análise de crédito. 

Quais são os benefícios de fazer um acordo de cartão de crédito?

Fazer um acordo de cartão de crédito é uma excelente saída para quem deseja não ficar negativado por muito tempo e ajustar as finanças. Afinal, é a chance de abandonar uma dívida de vez.

A primeira vantagem que existe, e principal, é deixar o seu nome limpo. Em alguns casos, somente o fato de você fazer o acordo ou quitar a primeira parcela já é motivo para a instituição financeira tirar o seu nome do serviço de proteção ao crédito.

Outro benefício é você conseguir aumentar o seu score. Essa é uma pontuação que você obtém junto ao Serasa para que várias empresas e instituições levem em consideração na hora de avaliar propostas com o seu nome. Ter um score alto é importante e você tem mais chances de aprovação.

Com score alto, você consegue, por exemplo: aprovação de cartão de crédito, empréstimo pessoal ou consignado, fechar contratos, fazer financiamentos e outras opções.

Além disso, fazer um acordo com o cartão de crédito vai melhorar a sua reputação e histórico financeiro. Logo, as instituições avaliam mais positivamente os seus pedidos.

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Veja o que é preciso para abrir uma empresa

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casal analisando papelada de empresa

Em 2021, o número de brasileiros que decidiu abrir uma empresa foi de 3,9 milhões. O dado do Indicador de Nascimento de Empresas da Serasa Experian, no entanto, não registra os últimos meses do ano. Ou seja, pode ser ainda maior.

‘Serviços’ foi o setor que mais cresceu. Este setor foi responsável por 65,7% das empresas criadas, além de ter obtido o maior aumento dentre as variações anuais dos segmentos.

Todas as regiões tiveram alta, mas o destaque ficou para o nordeste. Essa região obteve crescimento de 22,6%, sendo este ainda maior que a média geral.

Logo depois vieram as regiões Sul (19,2%), Norte (10,3%), Centro-Oeste (9,5%) e Sudeste (7,7%).

imagem de uma pessoa assinando contrato
Abrir uma empresa é o sonho de muitos brasileiros

Crise molda comportamento de consumo

Mas, afinal, vale ou não abrir uma empresa agora? Para o especialista do Sebrae de São Paulo, Adriano Campos, é importante levar em consideração que, neste período, algumas empresas conquistam mais força e influência.

Já que vários de seus concorrentes podem ter encerrado suas operações. Por outro lado, a crise molda o comportamento de consumo de muitos, seja por insegurança em relação ao emprego ou mesmo falta de renda.

Muitos brasileiros estão mudando prioridades e se tornando ainda mais criteriosos e seletivos antes de efetuar uma compra.

Passo a passo para iniciar uma empresa

1 – Decidir o tipo de empresa

Existem três tipos de empresas que você pode escolher:

  • MEI – Microempreendedor Individual;
  • ME – Microempresa;
  • EPP – Empresa de Pequeno Porte.

O MEI é uma primeira categoria, mais básica e com algumas limitações em relação a sócios, faturamento e funcionários. Já na ME, as possibilidades são bem maiores e dá para constituir o seu negócio de acordo com a sua necessidade.

2 – Quais atividades que a empresa irá exercer (CNAE)

A sua atividade profissional é importante, pois ela será enquadrada em alguma categoria de CNAE (Classificação Nacional de Atividade Econômica).

É a partir da definição das suas CNAEs que você saberá quanto vai pagar de impostos (vamos falar mais sobre eles daqui a pouco). Você poderá ter várias CNAEs, porém uma deverá ser a principal.

3 – E os impostos?

Ao abrir uma empresa, saiba que os impostos incidirão sobre o valor do seu faturamento ou dependendo suas atividades.

Existem três regimes tributários que sua empresa pode ser enquadrada:

Simples Nacional – É um programa simplificado de arrecadação de impostos que unifica oito tributos Municipais, Estaduais e da União, em uma guia com vencimento mensal. De forma a facilitar a vida do micro e pequeno empresário que fatura até R$4,8 milhões ao ano.

Lucro Presumido – No Lucro Presumido, as empresas podem faturar até R$78 milhões ao ano e o pagamento de impostos não é unificado em uma única guia – são cinco guias de pagamento independentes (IRPJ, CSL, PIS, INSS e COFINS) com vencimentos diferenciados.

Além disso, existe a Contribuição Sindical Patronal, que indica a parcela do empregador na manutenção de condições igualitárias de diálogo e negociação.

Lucro Real – Nessa opção, alguns tributos (IRPJ e CSLL) são retirados apenas em cima do que a sua empresa lucra de fato. Portanto, é preciso ter todas as contas e balanços conciliados com exatidão.

Após todos os ajustes e compensações das contas previstas na legislação, o lucro da empresa é tributado.

Algumas empresas são obrigadas a se enquadrar no Lucro Real, seja pela atividade ou pelo faturamento – empresas com receita bruta anual superior a R$78 milhões, por exemplo.

4 – Documentação

Os documentos para abrir uma empresa variam muito dependendo do estado e da sua cidade. Afinal, existem grandes diferenças de uma Prefeitura para outra, além de exigências para cada atividade comercial.

Os documentos básicos são:

  • RG e CPF;
  • Comprovante de endereço;
  • Se casado(a), certidão de casamento;
  • Cópia do IPTU ou documento que conste a inscrição imobiliária ou a indicação fiscal do imóvel onde a empresa será instalada.

Faça um planejamento empresarial

Antes de abrir uma empresa, tenha um planejamento bem definido. E essa regra vale inclusive para quem vai empreender sozinho.

Um bom planejamento deve ser realizado de maneira estratégica e sistêmica para que você esteja preparado para lidar com as situações comuns e evitar surpresas desagradáveis ao abrir a empresa.

+ Saiba como fazer um planejamento empresarial

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Fundo imobiliário de agência bancária: veja como funciona

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Mulher segura três casas de madeira em miniatura

O fundo de investimento imobiliário, também conhecido como FII, é um grupo de pessoas que têm como objetivo investir em ativos imobiliários. E você provavelmente já escutou falar em fundo imobiliário de agência bancária, mas sabe como funciona?

Para começar, o fundo imobiliário de agência bancária é um dos preferidos dos investidores.

Isso porque eles propiciam um bom rendimento, além de serem contratos longos. 

Para aplicar o dinheiro nesse tipo de investimento é necessário conhecer os tipos existentes, assim como os riscos de cada um deles.

A seguir, conheça mais um pouco sobre esse fundo imobiliário:

Casa de miniatura com três fileiras de moedas em uma mesa de madeira
O fundo imobiliário de agência bancária é uma opção de investimento

Conheça os principais tipos de fundo imobiliários de agência bancária

Para você entender sobre o fundo imobiliário de agência bancária, é preciso conhecer cada um dos três tipos existentes.

E como cada um foi criado, conheça os principais tipos de fundo:

BBRC11

Este fundo nasceu com a proposta de comprar terrenos para construir agências para o Banco do Brasil, tanto para o segmento “Estilo” quanto para o varejo comum.

BBPO11 

O fundo surgiu em 2012, como uma explosão, trazendo novos cotistas. Além disso, foi o Initial Public Offering, ou Oferta Pública Inicial (IPO) com mais sucesso no mercado de fundo imobiliário.

Ele surgiu com a ideia de manter um caixa líquido cheio para se criar uma relação com o locatário para manutenções e reformas dos 64 ativos do portfólio.

SAAG11

A primeira emissão deste fundo ocorreu junto com ao BBPO11, quando foram adquiridas 21 agências.

Em seguida, foi realizada uma nova emissão e sete novos ativos foram incorporados ao portfólio. 

Os riscos ao investir no fundo imobiliário de agência bancária

Ao investir em um fundo imobiliário de agência bancária, o investidor corre risco, assim como em todas as outras aplicações.

O principal deles é o risco da influência dos mecanismos digitais como forma de substituir a atividade presencial nas agências bancárias.

Além disso, algumas agências podem sofrer com a fusão das instituições bancárias. Como que já aconteceu nos últimos anos.

Outro risco que deve ser levado em consideração neste tipo de investimento é o preço do metro quadrado no aluguel das agências.

+ Entenda se fundo imobiliário é renda fixa ou variável

Isso porque com a crise no setor corporativo é comum que os aluguéis desses fundos fiquem desalinhados com a realidade.

Em contrapartida, existe ainda o fato de que o fundo imobiliário de agência bancária possui questões internas no regulamento.

O que pode acabar impedindo a locação ou venda para outros bancos. Por isso, antes de investir no fundo imobiliário de agência bancária é necessário avaliar todos esses riscos.

Dessa forma, você poderá se precaver caso tenha necessidade.

Saiba qual é o melhor tipo de fundo imobiliário

Dos três tipos de fundo imobiliário de agência bancária, você deve estar se perguntando qual é o melhor e o mais versátil. Correto?

A resposta para essa pergunta é o BBRC11, mesmo que algumas agências ainda não foram ocupadas pelo Banco do Brasil.

Isso porque esse fundo é proprietário do terreno. Isto tem alto valor agregado, já que ele oferece uma maior capacitação.

+O que são Fundos Imobiliários de tijolo? Vale a pena investir? Entenda!

É importante frisar que questões regimentais devem ser observadas. Assim como os novos custos que podem exigir custos que irão exigir novas emissões.

O ajuste do aluguel, no entanto, deverá ser relevante, já que os contratos são a longo prazo.

E, isto deve ser observado pois é possível que algumas agências não sejam ocupadas no final do contrato.

Já o BBPO11 concentra, em 10 ativos, quase 50% das receitas imobiliárias e, estes são imóveis importantes para o Banco do Brasil nas cidades onde estão presentes.

Estes contratos podem ser renovados, porém com ajuste à realidade corporativa do mercado.

Enquanto o SAAG11 conta com imóveis bem localizados. Mas, pelo fato de alguns ativos sobrepostos como a localização, o administrador deve antever uma abordagem mais técnica em relação ao regulamento restritivo.

Isso porque é necessário ser preventivo e considerar as não renovações parciais. E, como esse fator será tratado. 

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Alugar o celular ou comprar parcelado: saiba qual opção vale mais a pena

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Mulher deitada no sofá sorri e segura o celular em uma mão

Alugar um celular ou comprar parcelado um aparelho novo? O que será que vale mais a pena?

Se você está pensando em adquirir um novo smartphone e se deparou com essa dúvida, saiba que é um cálculo muito simples para descobrir o que é melhor para você. 

Mas a primeira coisa a ter em mente é que o serviço de aluguel de celular é uma tendência e está crescendo no Brasil. Porém, atualmente, existe uma certa limitação. 

Acontece que a maioria dos modelos disponíveis para esse tipo de aquisição são mais caros, os “top de linha”. As opções de smartphones baratos para alugar são mais escassas. 

No entanto, isso não quer dizer que o aluguel não compensa. Pelo contrário, quanto mais caro é o aparelho, mais o serviço pode ser vantajoso. 

Quer entender melhor? Então continue lendo o artigo!

É melhor alugar celular ou comprar parcelado?

Antes de descobrir se é melhor alugar celular ou comprar parcelado, tenha em mente que comprar à vista é sempre mais vantajoso. 

Pagando na hora, além de evitar possíveis juros, você tem mais chances de obter bons descontos no valor final. Então, se puder, planeje-se e junte o dinheiro para pagar a vista. 

Mas, se não é o caso, entre alugar um celular ou comprar parcelado: o que é melhor? Isso depende de alguns fatores:

  • por quanto tempo você pretende manter esse aparelho
  • qual é o modelo e faixa de preço dele

A vida útil do celular é a informação principal desse cálculo. Isso porque, se for trocar de celular todo ano, certamente o aluguel será mais barato. 

Agora, se você é o tipo de pessoa que troca de aparelho somente quando quebra, não vale a pena alugar. Porque, provavelmente, pagará as parcelas do contrato por muito mais tempo do que pagaria as parcelas da compra e o valor final será mais caro que o preço de loja.

A faixa de preço também é importante, porque um smartphone caro pode apresentar uma discrepância bem grande em relação ao aluguel. Esse tipo de serviço para um iPhone de mais de R$10 mil, por exemplo, pode custar menos de R$5 mil em um ano. 

Portanto, para quem gosta ou precisa trocar de celular com frequência e demanda os modelos top de linha, vale a pena alugar. Para quem usa por mais tempo e não faz questão de novidades, é melhor parcelar.

+ Veja 6 cuidados que você deve ter com a compra parcelada

Casal usando celular para conseguir cupons de desconto
Aluguel de celular pode ser vantajoso para quem troca de aparelho todo ano

Como calcular se o aluguel do celular vale a pena?

Já existem algumas locadoras de celulares no Brasil e algumas empresas grandes tradicionais também oferecem serviços do tipo. 

Portanto, o primeiro passo é realizar uma pesquisa de preços:

  • do serviço de aluguel para o modelo de celular que você deseja 
  • do preço aparelho na loja, a prazo 

Feito isso, o passo a passo para calcular se vale a pena alugar um celular ou comprar parcelado é:

  1. Estime o período aproximado de vida útil do seu aparelho, por quanto tempo pretende mantê-lo (no mínimo, um ano, porque esse é o prazo da maioria dos contratos de aluguel)
  2. Multiplique esse período pelo valor da mensalidade do aluguel (para descobrir o valor total que gastaria no período)
  3. Descubra o preço de loja do celular, a prazo. Ou seja, o total,  considerando todas as parcelas, juros e o limite do seu cartão de crédito (considere o melhor preço que encontrar)
  4. Compare os resultados

Exemplo: considerando valores aproximados de 2022, um iPhone de 13 chega a custar cerca de R$6 mil. Já o aluguel desse mesmo smartphone, dependendo da locadora, custa cerca de R$3.200 (contrato de um ano). 

Se o dono desse aparelho tem a intenção de mantê-lo por apenas um ano, vale a pena alugar. Afinal, daqui a 12 meses ele precisaria desembolsar milhares de reais novamente para adquirir o lançamento do próximo ano. 

Porém, se o dono do aparelho pretende mantê-lo por, pelo menos, dois anos, a compra parcelada pode compensar mais. 

Importante: no cálculo, lembre-se de acrescentar o valor do seguro no preço do celular, mesmo que ele seja vendido separadamente. E veja se o aluguel tem seguro embutido.

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Uma pessoa consegue ficar rica fazendo freela? Confira aqui!

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mulher segurando notas de dinheiro

Ficar rico fazendo freela é uma dúvida que surge em muitas pessoas, principalmente no atual momento econômico brasileiro. Será que é possível ficar rico fazendo freela? Quanto cobrar pelos serviços?

É possível, sim, conseguir ganhar dinheiro sendo freela e ficar rico. Mas não vai pensando que é tudo muito fácil. Isso porque viver de freela é como estar em uma montanha-russa: às vezes você pode estar muito alto ou na parte mais baixa e tranquila. Ou seja, quando se trabalha com freela você pode ganhar 10 mil reais, mas também pode ganhar quinhentos.

Quer saber mais sobre esse assunto? Então continue a leitura do texto para saber mais!

Afinal, o que é ser rico? 

Antes de tudo, pense: o que é ser rico para mim? Isso porque cada pessoa tem uma perspectiva sobre o que é ser rico. Pode ser que ser rico para você seja viver com mais de R$10 mil por mês. Pode ser que pra outra pessoa ser rico é viver com mais de R$50 mil por mês. Por isso, antes de ficar sonhando em ser rico, estabeleça o quanto você quer ganhar vivendo de freela.

Ou seja, estabeleça metas para chegar no seu objetivo final. Pense o que você gasta, o quanto quer que sobre no final do mês, os investimentos que deseja fazer etc.

Renda total pode ajudá-lo a ficar rico fazendo freela?

Fazer um freela ficou cada vez mais importante. Ainda mais que o rendimento médio do trabalhador brasileiro recuou para R$2.511, segundo o IBGE.

De acordo com os dados, o valor é o menor apurado para o período entre dezembro e fevereiro desde o início da série histórica da Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua), iniciada em 2012.

Isso quer dizer que, com esse valor do rendimento médio do trabalhador – levando em consideração que você tenha outra ocupação -, ainda não é possível ficar rico fazendo freela. Mas não é hora de desanimar, certo?

Por isso, separamos algumas dicas para você que quer começar a fazer freela ou que já está nesse universo. Confira quais são:

Dicas para ficar rico fazendo freela

Como vimos, o freela é um dos setores que mais crescem no país. No entanto, o salário ainda não é muito alto. Portanto, ter um planejamento financeiro pessoal é uma ótima estratégia para gerenciar o seu dinheiro e conquistar objetivos de vida.

Uma vez estabelecido que você deseja ficar rico com freela, lembre-se que é um processo lento e demorado, além de necessitar de muita paciência e disciplina. Há uma série de passos para alcançar seus objetivos. Confira a seguir!

1 – Poupe

Sem economia é impossível ficar rico. Faça o acompanhamento mensal de receitas e despesas. Para isso, detalhe em uma planilha seus gastos pessoais com todas as despesas do mês, incluindo dívidas em atraso e seus respectivos juros.

Assim você vai saber exatamente para onde o seu dinheiro vai. A partir disso, é hora de repensar os gastos mensais e enxergar formas de economizar dinheiro. Comece separando 10% da sua renda mensal e tenha disciplina.

Não espere sobrar dinheiro na conta. Assim que cair o salário, transfira o dinheiro para a aplicação escolhida. Encare este valor como mais uma conta do mês.

Estabeleça uma meta a ser alcançada. Lembre-se que a meta não vale apenas para poupar dinheiro. Tenha metas de despesas também. Os motivos são: evitar recaídas e não gastar mais dinheiro do que o planejado.

2 – Mude seu estilo de vida

Para fazer seu dinheiro render você precisa economizar em tudo que der. Considere cortar o seu custo de vida. Mesmo que isso signifique, de alguma forma, mudar o seu estilo de vida.

Esse acréscimo no montante que você estará poupando todos os meses certamente colocará mais dinheiro em seus investimentos. E isso melhorará consideravelmente o ritmo da sua caminhada rumo à sua liberdade financeira.

Isso te aproximará a passos largos dos seus objetivos financeiros.

3 – Procure sempre ganhar mais

Ganhar um dinheiro a mais no fim do mês deve sempre ser o objetivo. Mas não sabe como? A saída pode ser fazendo bicos nas horas vagas.

Conseguir mais trabalhos como freelancer é uma das opções. Uma possibilidade para encontrar outro freela é usar sites e aplicativos para oferecer serviços.

Essas plataformas fazem a ponte entre o prestador e pessoas interessadas em contratá-los.

mulher sentado trabalhando como freela
Confira as dicas de como ficar rindo fazendo freela

Investimento é essencial para ficar rico fazendo freela

Quem deseja ficar rico fazendo freela deve descobrir qual a melhor forma de investir seu dinheiro. Outra coisa que deve ser bem definida é saber quais oferecem os retornos mais vantajosos.

Outra dica importante para quem está começando no mundo dos investimentos é procurar identificar qual o seu perfil de investidor. Para isso, é essencial analisar sua tolerância a riscos, objetivos que tem com investimentos e, ainda, quantia disponível para investir.

Uma vez que você já esteja um pouco mais por dentro dos tipos de investimentos disponíveis no mercado, é necessário investir em autoconhecimento.

Queremos resgatar nosso investimento no curto, médio ou longo prazo? Estamos dispostos a correr riscos? Que tipo de rentabilidade queremos? Essas são perguntas que podem ajudar a formar um perfil de investidor.

Mas fique atento! Quem está começando também não pode deixar de conhecer os tipos de investimentos recomendados para investidores iniciantes. São produtos mais conservadores, mas que, nem por isso, deixam de oferecer uma boa rentabilidade.

Entre as aplicações mais recomendadas para quem está começando a investir estão o Tesouro Direto, o Certificado de Depósito Bancário (CDB), a Letra de Crédito Imobiliário (LCI), a Letra de Crédito do Agronegócio (LCA) e o Fundo DI, opção dentro de fundos de investimento.

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*Colaboração: Camila Miranda

O que é e como se faz uma reclamação trabalhista? Confira!

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Homem lê uma reclamação trabalhista com expressão de dúvida

Você já teve problemas com seu empregador, teve algum direito negado, e foi orientado a fazer uma reclamação trabalhista? Isso, basicamente, significa entrar na Justiça contra a sia empresa. 

Se não tem ideia do que é e como fazer esse tipo de reclamação, FinanceOne explica. Mas antes de entender como funciona, saiba que esse tipo de petição é mais recorrente do que imagina. E não tem nenhum bicho de sete cabeças, como você verá a seguir. 

Você pode abrir esse tipo de reclamação para exigir, na Justiça, qualquer direito trabalhista que lhe foi negado pelo empregador. Exemplo:

  • Se ele ele não realizou as contribuições do INSS ou FGTS
  • Não pagou verbas rescisórias
  • Ficou devendo salários, férias ou qualquer benefício
  • Submeteu o empregado a desvio de função ou qualquer outra irregularidade
  • Não assinou a carteira do empregado etc

Porém, é importante ficar atento ao prazo: a partir do momento em que for desligado da empresa, você tem dois anos para abrir um processo na Justiça. Quer saber como? Então continue lendo para entender!

O que é reclamação trabalhista?

Quando se fala em Processo do Trabalho, é comum escutar chamarem a petição inicial de reclamatória ou reclamação trabalhista. Isso porque, na verdade, tratam-se da mesma coisa. 

E petição nada mais é que o ato para a formação do processo judicial. Falando em termos simples, é o pontapé inicial que você (ou seu advogado), precisa dar para correr atrás do seu direito que foi negado pelo patrão. 

Até existem outras formas de petição inicial em um processo trabalhista, mas a chamada reclamatória é a forma mais comum. E ela pode ser feita tanto verbalmente, quanto por escrito, por um advogado. 

Sendo a mais comum na Justiça do Trabalho, a reclamatória é usada para pleitear direitos trabalhistas que não foram pagos depois do fim de uma relação de emprego. Como quando o patrão não pagou o FGTS, por exemplo.

É possível realizar uma reclamação trabalhista por conta própria, conforme estabelece o artigo 791 da Consolidação das Leis do Trabalho. Porém, um bom advogado pode ajudá-lo a fazer isso de forma mais rápida e fácil.

+ Entenda como comprovar tempo de trabalho sem registro em carteira
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Carteira de trabalho em cima de notas de reais e moedas
Trabalhador pode realizar reclamação trabalhista verbalmente na Vara do Trabalho

Como fazer uma reclamação por conta própria?

Uma reclamação trabalhista pode ser elaborada por escrito, seguindo alguns requisitos estabelecidos na CLT, ou pode ser verbal. Se você está realizando sem um advogado, a segunda forma é mais indicada. 

Basta comparecer à Justiça do Trabalho (na Vara da sua região) e informar que deseja dar entrada no processo. O endereço mais próximo pode ser consultado no site do Tribunal Superior do Trabalho.

Um servidor vai elaborar um documento escrito da petição, é o que se diz “reduz a termo”, em termos jurídicos. A partir disso, a ação verbal tem o mesmo seguimento de uma ação escrita.

Na Vara do Trabalho, você precisará apresentar alguns documentos, mas a lista pode variar de acordo com o caso em questão. Por isso, informe-se no local. 

Porém, alguns documentos certamente serão solicitados na reclamação trabalhista, como: 

  • identidade
  • CPF
  • comprovante de residência
  • Carteira de Trabalho
  • contrato de trabalho
  • termo de rescisão 
  • recibos de pagamento

Qualquer outro documento que comprove o direito trabalhista que você quer pleitear também pode ser solicitado. 

O prazo para buscar seus direitos na justiça é de até dois anos após o desligamento da empresa. Depois disso ocorre a prescrição, que é a perda do direito de entrar com uma ação na Justiça.

A orientação de um advogado ou do sindicato da sua categoria pode ajudar!

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Cartão de crédito Digio é bom? Veja como funciona e todos os prós e contras!

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homem segurando o cartão e olhando o notebook

O cartão de crédito Digio é mais uma opção para quem não quer pagar anuidade. Até porque esse dinheiro pode ser gasto em outras finalidades, certo? Mas uma dúvida que vemos muitas pessoas terem é se esse cartão é ou não bom.

Um ponto importante que você precisa saber é que para descobrir se um cartão é bom ou não, independentemente de qual seja, é se ele atende às suas necessidades e expectativas. E como fazer isso? Avaliando todas as características do cartão.

Você precisa sempre pensar na renda mínima que a financeira pede, os benefícios oferecidos, programas de milhas, limite, entre outros fatores.

Se você quer saber se o cartão de crédito Digio é realmente bom para você, então está no lugar certo. Porque é exatamente sobre as características desse cartão que iremos falar neste artigo!

Qual limite oferecido pelo cartão de crédito Digio?

Um fator considerado muito importante pelos consumidores é o limite do cartão. Porém, as financeiras costumam levar em consideração o histórico de pagamento do cliente, por isso a análise de crédito.

É importante deixar claro que a análise é realizada para qualquer operação financeira que você solicitar, como cartão, empréstimos e financiamentos. 

Mas afinal, qual é o limite mínimo disponibilizado pelo cartão de crédito Digio? O banco oferece R$500 de limite, mas esse valor pode aumentar conforme você for usando o seu cartão e realizando os pagamentos das faturas em dia.

Homem segurando o cartão de crédito
O Digio fornece um limite de no mínimo R$500 para os clientes

Com o seu limite aumentando aos poucos, você consegue se organizar financeiramente para não acabar se enrolando nas suas finanças.

Qual o valor das taxas do cartão de crédito Digio

Como já falamos acima, a anuidade do cartão de crédito Digio é zero, sem taxas de administração e emissão. 

+ Cartão de crédito PicPay vale a pena? Conheça as vantagens e como solicitar

Outro ponto que pode ser um grande diferencial do Digio é que ele zerou a cobrança da taxa do rotativo. Mas isso é só nos 30 primeiros dias de atraso. O que pode ser um alívio para quem não conseguiu pagar a fatura no vencimento.

Prós e contras do cartão de crédito Digio

Agora que você já conhece as taxas e o limite, chegou a hora de ter mais motivos para saber se vale realmente a pena solicitar um cartão de crédito Digio.

De acordo com a empresa, entre as principais vantagens, estão:

  • Zero anuidade e juros rotativos
  • Cashback em sites parceiros
  • Cartão Virtual
  • Acompanhamento e controle das finanças e compras pelo DigioApp
  • Indicando você ganha dinheiro na fatura
  • Pagamento por aproximação

Além disso, o Digio conta com uma parceria no programa de pontos Livelo, além de possuir empréstimo pessoal e promover descontos para seus clientes em algumas redes. É possível fazer recarga de celular e esses descontos podem passar de 60% em sites parceiros.

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O Digio também conta com parceria com lojas de games, além de tag estacionamento e pedágio com mensalidade gratuita. O cliente também tem direito à contratação de um plano odontológico.

Mais vantagens do cartão Digio:

-> É emitido na bandeira Visa e o cliente pode participar do programa “Vai de Visa” para conseguir descontos em compras.

-> Tem cobertura internacional e pode ser usado dentro e fora do país.

-> O aplicativo é totalmente gratuito e pode ser encontrado para Android e iOS.

-> O tempo máximo de aprovação costuma ser de 15 dias e o cartão chega em até dez dias, diretamente no seu endereço e sem cobrança de taxas pela emissão.

Quais são os pontos negativos?

Assim como todo cartão, o Digio também tem seus pontos que deixam a desejar. Mas, são poucos perto dos muitos benefícios e taxas quase zeradas.

Entre as desvantagens, podem ser citadas a ausência de cartão adicional e a dificuldade de ser aprovado para pessoas negativadas.

Gostou de conhecer o cartão de crédito Digio? Tirou as suas conclusões se ele atende às suas necessidades? Então comente o que achou e deixe a sua opinião!

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