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Birô de crédito: entenda o que é e como funciona

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uma calculadora com uma ferramenta precionando moedas

Você não deve saber o que é o birô de crédito, não é mesmo? Bom, talvez por esse nome pode ser que não, mas Serasa e SPC com certeza, certo?

Isso porque o SPC Brasil, Serasa Experian, Boa Vista e Quod são conhecidos como birôs de crédito. Ambos os birôs compõem a Associação Nacional de Birôs de Crédito (ANBC) e tem como missão a promoção da educação financeira no país e a regulamentação da gestão de crédito.

Sempre que um consumidor utiliza cartão de crédito, faz empréstimos ou financiamentos, o birô de crédito armazena as informações sobre essas transações. Assim, cria-se um registro de como esse consumidor se comporta.

Resumindo, o birô de crédito acessa dados de fontes públicas e privadas em busca de informações completas sobre o histórico de cada consumidor. Frequentemente utilizado no momento de conceder ou não limite de crédito para cartão ou empréstimo a um usuário.

Quanto maior for a nota de um consumidor em determinado birô, menor será sua probabilidade de inadimplência para os bancos e, assim, certamente terá mais chances de obter produtos e serviços.

Quod, Boa Vista, SPC e Serasa: o que são e quais são suas diferenças?

Agora que você já sabe o que é um birô de crédito, descubra a diferença entre as quatro empresas que atuam como birôs de crédito, oferecendo serviço de proteção ao crédito às demais instituições do país.

De fato, todas elas têm em comum o fato de atuarem analisando as informações financeiras de cada consumidor brasileiro. Mas, se tratam de empresas completamente diferentes.

1 – Serasa

A Serasa é, certamente, a mais famosa entre as empresas de proteção ao crédito, quando falamos em consulta de CPF ou restrição de CPF.

Trata-se de uma empresa privada e principal referência nesse mercado. Ela está na ativa desde 1968, mas desde 2007 passou a fazer parte do Grupo Experian. Dessa forma, passou a se chamar Serasa Experian.

Na Serasa, é possível não apenas consultar CPF, obter ofertas para limpar seu nome, mas também guardar dinheiro em uma carteira digital e até pedir empréstimos e cartões de crédito.

2 – SPC

Também bastante popular no mercado, o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) geralmente tem seu nome ligado à Serasa. No entanto, não possui nenhum tipo de ligação, se tratando de uma empresa completamente diferente.

O SPC está no mercado há mais de 60 anos e é um banco de dados gerenciado pela CDL – Câmara de Dirigentes Lojistas do Brasil.

+ SPC e Serasa: veja como funciona e qual a diferença

3 – Boa Vista SCPC

Já o Boavista também é uma empresa privada de proteção ao crédito. Ela está no mercado desde 2010 e também é conhecida pelo site Consumidor Positivo.

4 – Quod

A Quod é a empresa mais jovem do mercado a atuar como birô de crédito. Ela foi criada em 2018. Portanto, possui apenas três anos de operações. Mas, conta com fortes empresas por trás delas.

Ela aparece em destaque por ter sido criada a partir de uma união entre os cinco maiores bancos tradicionais do país: Itaú, Bradesco, Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil e Santander.

+ Cadastro Positivo: saiba o que é e como consultar

principais diferenças entre o SPC e Serasa
A atuação dos birôs de crédito é muito importante, já que eles ajudam a trazer mais transparência para a relação credor-consumidor

Papel do birô de crédito na análise de um empréstimo

Considerando que o objetivo do birô de crédito é justamente oferecer ao mercado a possibilidade de análise do seu histórico de adimplência e inadimplência, seu empréstimo poderá ser afetado positiva ou negativamente, dependendo da sua situação.

Muitas pessoas pensam nos birôs de crédito como instituições que prejudicam o consumidor, mas não é verdade. Sem eles, muito possivelmente a concessão de empréstimos seria muito mais difícil de ser aprovada.

Além disso, não significa que consumidores que possuem histórico de inadimplências terão empréstimos negados. Se você se planejar e buscar um acordo para quitação das dívidas, essas informações também são coletadas e podem vir a seu favor.

Da mesma forma, um histórico positivo pode lhe garantir taxas menores e melhores prazos de pagamento ao solicitar um empréstimo.

+ Veja como consultar seu score de crédito em 4 passos

Fatores que impactam no seu score de crédito

O score de crédito de um birô de crédito avalia o seu comportamento e te atribui pontos com base nisso. São eles:

  • pagar as contas, boletos e crediários em dia aumenta os pontos;
  • atrasar contas, pedir empréstimos e ter o nome negativado diminui os pontos.

Ainda, outras informações — como estado civil, emprego com carteira assinada e hábitos de consumo — podem ser consideradas. Cada birô avalia isso de uma forma.

Agora que você já sabe o que é um birô de crédito, então continue navegando em nosso site e confira agora mesmo: “como limpar o seu nome no SPC ou Serasa” para ficar ainda mais por dentro do assunto!

Nubank e Duolingo fazem parceria e clientes terão benefícios

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imagem de um celular baixando o app duolingo

Quem é cliente Nubank ganhou uma novidade nesta semana. A fintech e o Duolingo, aplicativo de idiomas, realizaram uma parceria para que os usuários tivessem benefícios educacionais. 

Essa pode ser uma ótima oportunidade para quem quer aprender alguma outra língua, mas não possui condições financeiras para arcar com os estudos. 

É importante ressaltar que a parceria entre o Nubank e Duolingo permitirá que os clientes da instituição financeira tenham acesso gratuito a versão paga da plataforma de idiomas. 

Se você se interessou pela novidade e é cliente do banco, fique tranquilo  porque neste artigo vamos te explicar tudo sobre o assunto!

Clientes Nubank terão acesso ao curso durante dois meses

A parceria entre o Nubank e o Duolingo permitirá que os clientes tenham acesso aos conteúdos dos cursos de idiomas, de forma gratuita, por dois meses. 

Vale ressaltar ainda que o Duolingo não possui somente cursos de inglês, mas de diversos idiomas. Para se ter uma ideia, são mais de 100 cursos em 40 idiomas disponíveis na plataforma.

+ Aplicativos para aprender inglês que você deve conhecer agora

Já deu para perceber que curso não falta, certo? É só você escolher qual é o que mais tem vontade de realizar e começar a aprender.

A diretora de Marketing do Duolingo no Brasil, Analigia Martins, comentou sobre a parceria que acabaram de firmar com o banco digital.

“Esta parceria com o Nubank é uma oportunidade de apresentar a plataforma para mais pessoas e de reforçarmos nosso compromisso com o acesso à educação de idiomas gratuita e de qualidade. Para isso, contamos com o Duolingo Plus, que ajuda a financiar este propósito, além de apoiar nossos produtos no Brasil e no mundo.”

Outra informação importante é que os clientes interessados em obter o acesso no aplicativo de idiomas poderão acessar a área até 30 de maio. O voucher precisará ser validado diretamente no site do Duolingo.

pessoa sentada de pernas cruzadas mexendo no app do nubank
Clientes do Nubank poderão ter acesso gratuito da parte paga do Duolingo até maio

Clientes Nubank poderão usar o aplicativo após a parceria?

Como você pôde ver, a parceria ocorre por um período de dois meses. Mas, e depois desse tempo? Será que é possível manter o acesso mesmo assim?

+ Os melhores cursos de inglês online que você precisa conhecer

Após o período de dois meses, os clientes poderão optar em voltar a usar a versão gratuita ou então continuar com a assinatura. Neste segundo caso, deve ser feita uma adesão, a partir de agora.

O Duolingo contam com planos mensais ou anuais:

  • Plano mensal no valor de R$30; e
  • Plano anual no valor de R$180, o equivalente a R$15 mensais.

Há, ainda, um plano família que dá acesso a até seis pessoas durante um ano. Ele custa R$270.

Duolingo permite a emissão de certificados

Embora seja uma plataforma totalmente digital, o Duolingo permite que o aluno emita um certificado ao término do curso como comprovação da sua qualificação. Além disso, ele disponibiliza teste de proficiência com certificado que é aceito em mais de 2.000 instituições.

O teste tem duração de 60 minutos, avaliando e sendo feito da seguintes maneira:

  • Apresentação rápida (5 minutos);
  • Teste adaptativo (45 minutos): avalia as suas habilidades de leitura, escrita, fala e escuta;
  • Entrevista em vídeo (10 minutos): grava as suas respostas a questões discursivas.

Para realizar o teste, basta ter um documento de identificação com foto, estar em um local silencioso e iluminado, além de ter 60 minutos livres, conexão de internet estável e um computador com: câmera, microfone e alto-falante.

Gostou do texto e quer continuar lendo sobre este assunto? Então veja uma lista com 16 cursos gratuitos para você turbinar o seu currículo.

Auxílio maternidade para MEI: como funciona?

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Mulher grávida de perfil, segurando a barriga.

Uma das principais vantagens em se tornar microempreendedor individual (MEI) é conseguir ter direito a alguns benefícios sociais, como o auxílio maternidade para MEI.

O que algumas pessoas não sabem, no entanto, é que o benefício não vale apenas para mulheres, tampouco é exclusivo somente em caso de gravidez.

Quer saber mais sobre o auxílio maternidade para MEI? Confira abaixo para ver as principais respostas sobre o assunto. Boa leitura!

O que é e quem tem direito ao auxílio maternidade para MEI?

O auxílio maternidade para MEI é um benefício social que microempreendedoras individuais têm direito caso tenham filho – como se fosse a licença-maternidade da trabalhadora CLT.

Contudo, o auxílio também é válido em outros casos, como adoção, e pode valer inclusive para microempreendedores do sexo masculino.

De acordo com o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), o auxílio maternidade é um direito das microempreendedoras individuais nos seguintes casos:

  • parto;
  • adoção ou guarda judicial para fins de adoção (a criança adotada precisa ter no máximo 12 anos);
  • parto natimorto (quando o bebê nasce sem vida);
  • aborto espontâneo ou previstos em lei (em caso de estupro ou risco de vida para a mãe).

Além disso, também têm direito ao auxílio maternidade para MEI os microempreendedores individuais do sexo masculino nos seguintes casos:

  • falecimento da segurada;
  • adoção ou guarda judicial para fins de adoção (desde que a criança tenha no máximo 12 anos de idade).

Para conseguir o auxílio maternidade, contudo, é necessário ter pelo menos 10 meses de contribuição como MEI. Ou seja, são 10 meses pagando o DAS MEI.

Além disso, o auxílio maternidade para MEI não pode ser acumulado com outros benefícios do governo, tais como: auxílio doença ou aposentadoria por invalidez.

gravida no trabalho
Saiba como solicitar o auxílio maternidade para MEI

Qual valor e duração do auxílio?

O valor mensal do auxílio maternidade para MEI é de um salário mínimo, sempre de acordo com o valor vigente do ano.

A duração do salário, no entanto, varia de acordo com cada caso. De acordo com o INSS, a durabilidade do benefício pode ser:

  • 120 dias para parto;
  • 14 dias para aborto espontâneo ou previsto em lei, a critério do médico;
  • 120 em caso de adoção ou guarda judicial;
  • 120 em decorrência a parto de natimorto.

Saiba como solicitar o benefício do salário maternidade para MEI

Além disso, o momento para solicitar o auxílio maternidade também pode variar conforme cada caso. Veja na tabela abaixo:

QUANDO PEDIRCOMO COMPROVAR
PartoA partir de 28 dias antes do partoAtestado médico (caso se afaste 28 dias antes do parto)
Certidão de nascimento ou de natimorto
AdoçãoA partir da adoção ou guarda para fins de adoçãoTermo de guarda ou certidão nova
Aborto espontâneo ou previsto em leiA partir da ocorrência do abortoAtestado médico comprovando a situação
Fonte: INSS

Quem deseja fazer o pedido do auxílio maternidade para MEI pode agendar o requerimento pela Central de Atendimento 135 ou pelo site da Previdência Social. O benefício será pago diretamente pelo INSS.

Veja agora o passo a passo para solicitar o seu benefício

Agora que você já sabe qual é o prazo para solicitar o seu auxílio maternidade, chegou o momento de descobrir como é o processo para dar entrada neste benefício tão importante para as microempreendedoras.

1º passo: acesse o site do Gov.br e clique em entrar. Neste momento será preciso realizar o seu cadastro, caso não tenha um, ou fornecer os seus dados de acesso;

2º passo: logo na tela inicial, abaixo do seu nome, busque por “Salário” e clique na opção Salário Maternidade Urbano ou Salário Maternidade Rural;

3º passo: será preciso que você atualize os seus dados do cadastro. Veja se todas as informações estão corretas e depois clique em avançar;

4º passo: o sistema vai perguntar se você tem a certidão, pode ser de nascimento, nova certidão em casos de adoção ou certidão de natimorto. Caso sim, clique em Iniciar, caso não tenha o documento, clique em Iniciar sem Certidão. Depois de preencher todas as informações, clique em Avançar;

5º passo: confirme seus dados para contato, adicione os documentos necessários e clique em Avançar;

6º passo: agora você deverá escolher uma agência do INSS, o próprio portal pode encontrar o posto mais próximo de você;

7º passo: escolha o banco e a agência que deseja receber o benefício, de preferência a mais próxima de você;

8º passo: confira se todos os seus dados, agência do INSS e banco estão corretos e selecione a caixa ao lado de “Declaro que li e concordo com as informações acima” e clique em Avançar.

Pronto, o pedido do seu benefício foi enviado e será analisado pelo INSS, agora é só esperar.

Documentos necessários para dar entrada no auxílio maternidade para MEI

Ao solicitar o auxílio maternidade o INSS exige que a microempreendedora leve alguns documentos no dia que tiver que comparecer a uma das agências. E é fundamental ter toda a papelada em mãos para que você não perca o seu benefício.

Confira a lista de documentos!

-> Documento original de identificação com foto;

-> CPF;

-> Comprovantes de pagamento do DAS MEI;

-> Certidão de nascimento da criança, nova certidão de adoção ou certidão de natimorto.

E se o beneficiário do auxílio maternidade falecer?

De acordo com o artigo 71-B da Lei nº 12.873, de 2013, caso a ou o MEI que tenha direito ao recebimento do benefício venha a falecer, o valor será pago – por todo o período ou pelo tempo restante a que teria direito – ao/à cônjuge ou companheiro(a). O valor não será pago exceto no caso de falecimento também do filho ou de seu abandono. 

Neste caso, funciona assim:

  • o pagamento do benefício deve ser requerido até o último dia do prazo previsto para o término do auxílio maternidade;
  • o benefício será pago pelo INSS durante o período entre a data do óbito e o último dia do término do auxílio maternidade original.

O valor do benefício será calculado sobre:

  • a remuneração integral, para o empregado e trabalhador avulso;
  • o último salário-de-contribuição, para o empregado doméstico;
  • 1/12 (um doze avos) da soma dos 12 últimos salários de contribuição, apurados em um período de até 15 meses, para o contribuinte individual, facultativo e desempregado; e
  • o valor do salário mínimo, para o segurado especial.

Lembrando que esta regra também se aplica ao segurado que adotar ou obtiver guarda judicial para fins de adoção que venha a falecer.

MEI que estiver recebendo o auxílio maternidade deve pagar o DAS?

Uma dúvida muito comum é se quem estiver recebendo o auxílio deve continuar pagando o DAS. A resposta é sim! Mas é necessário ter atenção a alguns detalhes.

Quem é MEI e está recebendo o auxílio maternidade, por um período maior do que um mês, por exemplo, não precisa recolher a contribuição da Previdência Social, já que esse valor é descontado diretamente do benefício.

+ Saiba quanto custa ter um filho no Brasil em 2022

Por outro lado, é necessário, sim, pagar os tributos ICMS e ISS quando acumularem R$10. No caso do microempreendedor individual de serviço, por exemplo, é necessário acumular dois meses – uma vez que o valor do ISS mensal é de R$5.

Contudo, atenção: se o beneficiário passar a receber o auxílio maternidade – ou deixa de recebê-lo – no meio do mês, deverá recolher o DAS referente aquele mês. 

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É possível parcelar compras com cartão de crédito pré-pago?

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Com o crescimento de serviços de assinatura e compras online, o uso de cartões cresceu bastante. Para aproveitar esses recursos, o famoso “dinheiro de plástico” tornou-se quase que indispensável. Nesse sentido, surge também a modalidade do cartão pré-pago. Mas será que é possível parcelar compras com ele?

Como funciona o cartão pré-pago?

O cartão pré-pago possui um funcionamento um tanto diferente das modalidades de cartão de crédito mais conhecidas. Ou seja, nesse esquema você transfere um valor que será usado nas suas compras com cartão.

Para esclarecer, vamos usar o exemplo da recarga de celular. Quando queremos fazer ligações no sistema pré-pago, é preciso ter crédito, certo? Então, você entra em contato com a sua operadora para fazer uma recarga e, a partir desse saldo, pode usar os serviços.

+ Como tornar o cartão de crédito um aliado? Veja a melhor estratégia de uso

Homem segura um cartão de crédito para empresa
O cartão pré-pago é ideal para assinatura de serviços

A mesma coisa acontece com o cartão pré-pago. Ao invés das operadoras fornecerem esse limite, ele dependerá do quanto você direcionou para ele.

Sendo assim, é uma forma menos burocrática de adquirir o serviço, já que dispensa análise de crédito (se estiver com o nome sujo pode obter um) e também outras questões burocrática do processo de emissão de cartão.

Além disso, não é necessário ser correntista de um banco para solicitar o cartão. Como informado, ele dependerá exclusivamente do saldo que você mesmo aplica a ele. Além disso, é possível realizar operações de débito e de saque também, caso deseje.

A principal utilidade de um cartão pré-pago é a possibilidade de usá-los em compras que só permitem uso do dinheiro de plástico. Sendo assim, é uma opção ao boleto bancário, por exemplo, que demora alguns dias para o valor ser compensado.

Com o pré-pago, esse processo é mais rápido, como um cartão de crédito tradicional.

Posso parcelar compras com o cartão pré-pago?

Antes de dar a resposta final para essa pergunta, precisamos entender no que consiste, de fato, o parcelamento.

Utilizaremos, então, um exemplo de uma compra de R$5.000. Digamos que você deseje parcelar esse valor em 10x sem juros (o que daria R$500 para cada parcela). No cartão de crédito, ao fazer essa compra, inicialmente será descontado apenas o valor da primeira parcela, certo?

Porém, para a aprovação da compra, você precisa ter o limite de R$5.000. Isso acontece porque o vendedor precisa de uma mínima garantia de que esse valor será pago. Caso o pagamento não aconteça da forma esperada, você sofrerá sanções relacionadas aos órgãos reguladores de crédito.

Com isso, chegamos ao ponto central da nossa pergunta anterior: posso parcelar compras com o cartão pré-pago? E, infelizmente, a resposta é não. Na modalidade do cartão pré-pago, o vendedor não tem como ter essa garantia, visto que o saldo depende de uma recarga e não de um limite pré-aprovado.

As análises feitas pelas instituições antes da liberação de crédito servem para entender se você tem condições de lidar com aquele limite. É claro que imprevistos podem acontecer, mas a tendência é fornecer crédito com base na realidade de cada um. Com o cartão pré-pago, não é possível ter esse conhecimento.

O que fazer com as compras de valores mais altos?

Então, caso queira realizar uma compra grande com um cartão pré-pago, a dica é ir juntando o dinheiro com as recargas a cada mês. Obviamente, dependendo do valor da sua compra, será um processo demorado. Mas pelo menos você poderá quitar o valor de uma vez ao invés de ficar preso em parcelas intermináveis.

Ou, caso tenha um cartão de crédito e tenha uma organização financeira que permite usá-lo para compras de valores mais altos, prefira ele em contextos em que pretende usar parcelamento. Assim, o pré-pago fica para as compras mais simples do dia-a-dia.

Gostou do conteúdo? Tem interesse em adquirir um cartão pré-pago? Confira três opções acessíveis para você.

É possível sacar o FGTS direto no caixa eletrônico? Confira!

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homem segurando um celular logado no aplicativo do fgts

Muitas pessoas planejam sua economia com base no Funda de Garantia. Porém, existem algumas questões que precisam ser esclarecidas para o uso desse dinheiro. Confira, nesse artigo, se é possível sacar o FGTS direto no caixa eletrônico e como fazer isso.

Como funciona o FGTS?

FGTS é uma sigla para Fundo de Garantia de Tempo de Serviço. Em outras palavras, podemos dizer que é uma espécie de poupança compulsória que é um direito do trabalhador que se encontra dentro das atribuições de CLT.

Nessa perspectiva, quando o empregado é contratado, o empregador passa a destinar um valor de 8% do salário para o Fundo de Garantia.

Sendo assim, esse recurso é uma maneira das pessoas terem uma reserva caso aconteça alguma coisa que encerre seu vínculo com o emprego. Uma situação que pode servir de exemplo é uma demissão sem justa causa.

Logo, podemos entender que apesar de ser um direito, não é possível mexer nessa poupança da forma que quiser. Ou seja, existem algumas regras para ter acesso ou não ao valor.

Pessoa segurando cartão cidadão com algumas notas de reais para usar o FGTS
Descubra se é possível sacar o FGTS direto do caixa eletrônico

+ Novo app FGTS: veja como funciona e como consultar o saldo

Quando posso sacar o FGTS?

Para regulamentar a proposta, temos a Lei 8.036/1990. De acordo com ela, existem alguns casos específicos que autorizam o trabalhador a sacar o FGTS. Entenda quais são:

  • Aposentadoria;
  • Conta inativa com depósitos de créditos há três anos, em que afastamento do trabalhador tenha ocorrido até 13/07/1990;
  • Conta inativa com depósitos de créditos há três anos, fora do regime do FGTS, com afastamento a partir de 14/07/1990;
  • Compra, amortização de dívida ou financiamento de casa própria;
  • Estágio terminal em decorrência de doença grave (trabalhador ou dependente) ou morte do trabalhador;
  • Fim do contrato por prazo determinado;
  • Idade igual ou superior a 70 anos;
  • Necessidade pessoal decorrente de uma situação de calamidade mediante ao consentimento dos órgãos reguladores (caso de perdas em chuvas e desastres naturais).
  • Rescisão do contrato;
  • Suspensão de trabalho avulso.

Também existe a modalidade do saque aniversário, em que o trabalhador pode sacar o FGTS todo ano no mês em que completa mais um ano de vida. Por outro lado, existe também o saque rescisão, em que é possível retirar o saldo total (incluindo a multa rescisória) quando demitido sem justa causa.

Nesse caso, o trabalhador deve escolher entre uma das modalidades para ter acesso ao dinheiro de acordo com as regras de cada uma. A escolha pode ser feita no próprio aplicativo do FGTS, disponível para Android e iOS.

+ É obrigatório retirar o saque emergencial do FGTS? Entenda!

É possível sacar o FGTS direto no caixa eletrônico?

Se você quer saber se é possível sacar o FGTS direto no caixa eletrônico, a resposta é sim. Porém, existem alguns pontos em que é necessário ter atenção para conseguir o dinheiro.

Existem, basicamente, dois cenários: quando o trabalhador tem em mãos o Cartão Cidadão e possui ou não a sua senha de acesso.

Caso ele não tenha a senha, será possível sacar o FGTS de, no máximo, R$1.500. Por outro lado, com a senha, é possível resgatar até R$3.000. Se os valores desejados excedem a essas limitações, será necessário comparecer ao atendimento presencial da Caixa Econômica. Lembre-se de levar um documento oficial com foto na ocasião.

Mas, caso prefira, é possível fazer o saque de uma quantia menor que R$3.000 em atendimento presencial na Caixa Aqui ou em lotéricas. Para isso, o trabalhador precisa levar o seu Cartão Cidadão, senha e documento com foto.

Esses limites são necessários para garantir a segurança do trabalhador e dos seus direitos. Assim, quando o valor for superior a R$ 3 mil, o saque do FGTS ocorre exclusivamente no atendimento presencial da Caixa Econômica Federal (CEF). Dessa forma, deve-se estar em posse de um documento pessoal com foto.

Gostou do conteúdo? Que tal compartilhar com amigos e familiares para que eles saibam mais sobre sacar o FGTS em caixa eletrônico?

Conheça as melhores franquias do Brasil para investir

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Homem coando café em uma máquina

Você está pensando em investir em um negócio próprio em 2022? Se está considerando as franquias, uma boa fonte de consulta é a Associação Brasileira de Franchising (ABF). Até porque para decidir entre as melhores franquias do Brasil para investir, você deve entender alguma coisa do setor.

E é fundamental definir qual será o segmento que deseja atuar, para isso você precisa encontrar algo que tenha a ver com você. Por exemplo, se não gosta de animais, por que abriria uma pet shop?

Vale ressaltar que o 3º trimestre de 2021 fechou o ano no positivo, mesmo com a crise deixada pela pandemia. De acordo com o Desempenho do Franchising Brasileiro, divulgado pela ABF, houve alta de 0,4% no faturamento, com relação ao mesmo período de 2019, ano anterior à pandemia.

+ Franquias de baixo investimento: veja 7 opções

E quando comparado com o ano passado, o faturamento das franquias no Brasil também sofreu aumento. 

O relatório da ABF aponta o faturamento, dos últimos dois anos, de:

-> R$167,2 bilhões em 2020;

-> R$186,8 bilhões em 2021.

Quer saber quais outras áreas compõem esse ranking e quais são as melhores franquias do Brasil para investir? Continue lendo até o final essa postagem.

Número de franquias abertas nos últimos anos aumentou

Quando o assunto é o número de franquias abertas, o levantamento realizado pela ABF, mostrou que as 50 maiores marcas desse setor tiveram um aumento de 5% em 2020. Em 2019, o número foi de 9%.

Mas é importante ressaltar que em 2020 foi o ano do início da pandemia, no qual praticamente durante todo o ano foi preciso estar com tudo fechado. Mas ainda assim, as franquias tiveram um aumento significativo.

Isso mostrou que essas empresas tiveram uma capacidade de reagir de forma rápida e conseguiram adaptar o sistema para o e-commerce. 

Fachada de uma franquia Subway
O Subway está entre as melhores franquias de 2020

Por isso, este número é tão significativo para o setor. Porque mostrou que as franquias têm o poder de se reinventar e continuar crescendo mesmo durante uma crise.

Melhores franquias de 2020, segundo a ABF

O relatório da Associação Brasileira de Franchising apontou o ranking total de segmentos de franquias, do maior faturamento para o menor. 

As áreas que tiveram o maior faturamento em todos os segmentos de franquias, quando comparados entre 2019 e 2020, foram:

Casa e construção: +12,8%;

Saúde, beleza e bem estar: +3,1%;

Comunicação, informática e eletrônicos: +0,5%.

Já os segmentos que tiveram queda no faturamento foram:

Hotelaria e turismo: -49,8%;

Entretenimento e lazer: -29%;

Moda: -20,9%;

Alimentação: -15,5%;

Serviços educacionais: -10,7%.

Essa pesquisa mostrou que as medidas de isolamento afetaram bastante os ramos de hotelaria, entretenimento e lazer. O de alimentação só não teve uma queda maior por conta que muitos restaurantes se adaptaram por meio do delivery.

E quais são as 10 melhores franquias do Brasil?

Ficou curioso e quer saber quais são as melhores franquias do Brasil? Separamos o top 10 de acordo com o relatório de Desempenho do Franchising Brasileiro. Confira abaixo!

1º lugar: O Boticário;

2º lugar: McDonald’s;

3º lugar: Cacau Show;

4º lugar: Subway;

5º lugar: Am/Pm;

6º lugar: Lubrax+;

7º lugar: CVC Brasil;

8º lugar: Óticas Carol;

9º lugar: Seguralta;

10º lugar: Burguer King Brasil

Gostou do conteúdo? Compartilhe com um amigo que esteja querendo abrir uma franquia mas não sabe qual ramo escolher.

Robô de investimentos: saiba o que é e como funciona

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Gráficos de investimentos

Você sabe o que é um robô de investimentos? A tecnologia, que surgiu no fim de 1990 com o intuito de auxiliar nas negociações na bolsa de valores, está cada dia mais se popularizando.

Hoje em dia, qualquer pessoa, independentemente do seu nível de conhecimento sobre o mercado financeiro, pode utilizar essa ferramenta para comprar e vender ativos de forma automática. Mas, para se beneficiar deste recurso, é preciso saber utilizá-lo corretamente.

Os robôs de investimentos são muito utilizados, especialmente, por quem não tem muito tempo para fazer análises de mercado. Isso porque os algoritmos da ferramenta são capazes de analisar as melhores opções, de acordo com o perfil de cada investidor.

Quer entender melhor o que é um robô de investimentos e como ele funciona? Neste artigo, FinanceOne vai te explicar todos os detalhes. Confira!

Veja também: Carteira de investimentos: como montar a sua

O que é um robô de investimentos?

Basicamente, o robô de investimentos é um software especializado no mercado financeiro. Essa plataforma tem a capacidade de analisar o mercado de ações; entender as tendências e projeções; e avaliar os melhores momentos para a compra e venda de ativos.

Além disso, a ferramenta é capaz de monitorar o desempenho dos investimentos, fazer aplicações financeiras e, ainda, resgatar aplicações.

Para que um robô de investimentos consiga realizar as transações financeiras, ele utiliza os algoritmos. São eles que ajudam a determinar as estratégias adotadas pelo robô, com base no perfil e objetivos de cada investidor.

Como funciona?

De maneira geral, quando uma pessoa começa a usar o serviço de um robô de investimentos, ela precisa responder um questionário, cujo objetivo é traçar seu perfil de investidor. Assim, também é uma forma de avaliar os objetivos de cada um.

Ao reunir essas informações, o robô determina os tipos de investimentos, quanto será destinado à renda fixa ou variável, entre outros detalhes, que vão possibilitar a criação de uma carteira de investimentos diversificada.

A abertura de conta é feita pela internet. Além disso, o cliente deve ter conta em uma corretora parceira do robô, para transferir o dinheiro que será investido.

Pessoa observando aplicações para diversificar investimentos
Análise de investimentos é feita de maneira automatizada por robôs de investimentos (Foto: Divulgação)

Vantagens em utilizar um robô de investimentos

Muitas pessoas ainda veem com desconfiança o uso de robôs de investimentos, por se tratar de um processo totalmente automatizado. No entanto, essas plataformas apresentam algumas vantagens.

Entre elas, uma maior segurança nos investimentos. Diferentemente dos humanos, que por vezes se deixam levar pela emoção, os robôs calculam os investimentos com base em análises e tendências.

Assim, não há chances de arriscar se os números não apresentarem dados que comprovem que aquele investimento é, de fato, uma boa opção. Dessa forma, o risco de perder dinheiro em um mau negócio se reduz.

Outro ponto é a automatização do processo. Conforme já mencionado, essa é uma grande vantagem para quem não tem tempo ou expertise suficientes para fazer análises manualmente.

Além disso, os robôs de investimentos são práticos, fáceis de usar e o cliente tem acesso a um serviço livre de burocracias e com menor custo.

Veja também: Mercado de ações: confira o que você precisa saber para investir

Conheça os tipos de robôs de investimentos

Os robôs de investimentos se dividem em duas categorias: robô trader e robô advisor. Entenda a diferença entre elas:

Negociador de alta frequência (HFT) e robô trader

A sigla HFTs deriva do termo High-Frequency Trader ou Negociador de alta frequência, em tradução literal. Esses foram os primeiros robôs de investimentos do mercado e deram origem ao chamado robô trader.

O ponto chave desses softwares é a agilidade na compra e venda de investimentos. Essa categoria de robôs de investimentos é muito utilizada para apoiar bancos, corretoras de valores, fundos de investimento e outras instituições que negociam na bolsa de valores.

Já o robô trader é uma variante das HFTs, voltada para pessoas físicas. Sua função é a mesma: ajudar a programar a compra e venda de ações e outros ativos na bolsa de valores.

No entanto, a ferramenta é ideal para quem busca operações de curto prazo. Ou seja, quem busca a estratégia do day trader, que se caracteriza pela compra e venda de um ativo no mesmo dia visando ao aumento no lucro sobre as operações.

O robô trader analisa as movimentações de mercado e concretiza as ações, de acordo com os critérios previamente definidos pelo investidor. Ferramentas mais sofisticadas permitem a utilização de fórmulas e condições para ajudar na decisão de compra.

Robô advisor

O robô advisor nada mais é do que um serviço de investimento automatizado, criado para recomendar, executar e monitorar ações em uma carteira de investimentos. Neste caso, o perfil do investidor e seus objetivos são os principais fatores de análise desses softwares.

Esse é o tipo de robô ideal para quem quer diversificar sua carteira de investimentos, mas tem um perfil mais conservados. Isso porque essas plataformas trabalham para ajudar o cliente a aumentar a rentabilidade, mas protegendo o patrimônio existente.

Principais empresas de robôs de investimentos do Brasil

Apesar de já ser um recurso utilizado há alguns anos pelas empresas, entre as pessoas físicas os robôs de investimentos ainda estão conquistando espaço aos poucos. Atualmente no Brasil, três empresas se destacam no setor:

Magnetis

A Magnetis é uma instituição financeira habilitada e autorizada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Além disso, é autorizada e supervisionada pelo Banco Central do Brasil. Na plataforma, todos os investimentos são registrados no CPF do investidor.

Ao abrir uma conta, o investidor passa por uma análise de perfil e a gestora define a melhor estratégia de investimentos para o cliente.

Além disso, a Magnetis utiliza a Goal Based Investing, investimentos baseados por objetivos. A metodologia permite que a alocação dos ativos da carteira seja baseada nos objetivos de cada cliente.

Vérios

A startup Vérios foi reconhecida pela Visa como uma das mais inovadoras do país, por conta do Ueslei, seu robô de investimentos. A gestora oferece cinco opções de carteiras, com diferentes níveis de risco.

Dessa forma, a fintech é capaz de atender investidores de diferentes perfis. A empresa também registra os investimentos no nome e CPF de cada cliente.

Warren

Atualmente, esta é a maior empresa de robôs de investimento no Brasil. Fundada nos Estados Unidos, a empresa chegou ao Brasil em 2016, com soluções voltadas para o público do país.

A Warren também é uma boa opção para quem está em busca de diversificação na carteira de investimentos. A empresa analisa os perfis dos clientes e define objetivos personalizados ao propósito de cada um.

Veja também: Conheça 4 melhores corretoras de investimentos

Vale a pena investir em um robô de investimentos?

O robô de investimentos é uma boa opção para quem não tem muito conhecimento sobre o mercado financeiro, mas ainda assim quer apostar na diversificação. Mas, até aqueles que conhecem o setor utilizam essa ferramenta para economizar tempo.

Além disso, a boa rentabilidade, menores custos e a facilidade de monitorar investimentos são fatores atrativos. Dessa forma, os robôs de investimentos são, sim, uma boa opção para pessoas de diferentes perfis e pode valer a pena investir em um.

Você já conhecia os robôs de investimentos? Conte nos comentários. Também compartilhe com os amigos este conteúdo e assine nossa Newsletter para ficar por dentro de todas as novidades!

5 benefícios dos bancos digitais: saiba se vale a pena

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tela de celular mostrando uma movimentação do banco

Quem já é cliente de bancos digitais tem poucos fatores para reclamar em relação a esse tipo de serviço.

Com as inovações na tecnologia, hoje em dia, não é mais preciso ficar horas na fila do banco esperando para usar o caixa eletrônico ou até mesmo para conversar como gerente, por exemplo. E tudo isso é possível graças aos bancos digitais.

Você já imaginou abrir uma conta de banco e conseguir fazer movimentações sem precisar sair de casa?

A seguir, confira o que separamos para você sobre os bancos digitais. 

Mas banco digital é seguro?

Existem mecanismos de segurança nas contas digitais assim como existem nas contas tradicionais. Do mesmo modo que as contas tradicionais seguem a regulamentação do Banco Central (BC), as contas digitais também têm essa prática.

Existe o Fundo Garantidor de Crédito (FGC), que garante aplicações até R$250 mil no caso de intervenção, de liquidação ou de falência da instituição financeira.

Além disso, para as instituições de pagamento também existem mecanismos de proteção criados e fiscalizados pelo BC.

De uma maneira geral, é possível dizer que a segurança é muito semelhante à segurança das contas tradicionais.

Quais os benefícios dos bancos digitais?

Além de poder realizar todos os processos bancários pelo smartphone, esse modelo conta com muitas vantagens para o correntista, que vão desde velocidade para resolver problemas até melhores taxas de rendimento.

Confira a seguir cinco benefícios dos bancos digitais:

1 – Comodidade

Um dos benefícios dos bancos digitais é a possibilidade de todos os serviços e solicitações serem executados diretamente pela internet.

Isso evita a perda de tempo e a necessidade de ir até uma agência física várias vezes para solucionar um problema.

2 – Segurança

Algumas pessoas têm receio de optar pelos bancos online por conta desse ponto. No entanto, essas instituições financeiras são até mais seguras que as tradicionais.

Elas possuem soluções de segurança especialmente desenhadas para esse ambiente. A comunicação entre o site ou aplicativo e o banco é segura e criptografada, de forma que ninguém consegue ter acesso às suas informações.

Fintechs de crédito
Nubank é um dos bancos digitais mais procurados em função das baixas taxas

Para aumentar ainda mais sua proteção, são disponibilizadas alternativas adicionais para evitar acessos indevidos.

Por exemplo: confirmação de transações por códigos enviados por SMS e validação de dados pessoais no atendimento telefônico.

3 – Menos burocracia

Os bancos online podem ser acessados a qualquer hora do dia e da noite, inclusive aos finais de semana e feriados.

Você não precisa executar outras atividades para solicitar algum serviço. Basta acessar sua conta e fazer a operação.

Se tiver alguma dúvida ou problema, pode resolver tudo rapidamente por e-mail, chat ou telefone. Quando for preciso enviar alguma informação, é só tirar uma foto e enviar pelo celular ou computador.

4 – Opções de investimento

Os bancos online trabalham com diferentes serviços, entre eles os investimentos. Eles oferecem várias modalidades, como Certificado de Depósito Bancário (CDB) e Letras de Crédito do Agronegócio (LCA) e Imobiliário (LCI).

Dessa forma, você consegue elevar a sua rentabilidade e diversificar a sua carteira de aplicações. O resultado é uma estratégia de investimentos variada e que oferece um retorno significativo com baixo risco.

Os bancos tradicionais geralmente não são voltados para investimentos. Você provavelmente não terá o suporte necessário para fazer aplicações adequadas. As taxas das aplicações dos bancos online também são diferenciadas e costumam ser mais atrativas.

5 – Menores custos e taxas

Os bancos tradicionais têm um gasto muito mais elevado com infraestrutura e pessoal, porque precisam manter as agências físicas.

Por isso, transações que costumam ser cobradas por bancos tradicionais, como DOC e TEDchegam a ser totalmente gratuitas nos bancos digitais.

Outro benefício é o valor de manutenção, que pode ser uma quantia menor ou até mesmo nem ser cobrado.

+ Confiras as melhores opções de contas digitais para idosos

O que avaliar antes de abrir uma conta digital?

De acordo com especialistas, o primeiro passo é pesquisar qual banco se encaixa melhor com o seu perfil.

Ou seja, é necessário buscar informações sobre as instituições não apenas na imprensa, mas também no site do Banco Central, que traz publicações sobre as instituições que estão sob sua supervisão.

Outro aspecto importante é ler o contrato para ter clareza de todos os custos e do funcionamento da conta, avaliando quais são os benefícios da conta e as desvantagens também! 

+ Qual o melhor banco digital para abrir conta em 2022? Confira!

E você? Já tem uma conta em banco digital? Qual é a sua experiência? Compartilhe conosco, e com os demais leitores, a sua opinião sobre o assunto!

Quem são os 5 maiores investidores de NFT do mundo? Veja a lista

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seis modelos de NFT do macaco

A febre dos NFTs parece estar apenas no começo, mas ainda é um campo de investimento considerado “inacessível” para muitos. A base formada pelos maiores investidores de NFT consiste em celebridades, artistas e até mesmo um jogador de futebol muito conhecido do público brasileiro. 

Os tokens não fungíveis (NFTs) ainda fazem parte de uma categoria exclusiva de investimento, e têm chamado a atenção por atrair grandes players do mercado. Se por um lado há quem acredite que o “clubinho” seja um hype momentâneo, por outro a modalidade visa a democratizar o acesso a artigos digitais valiosos no longo prazo.

A lista dos maiores investidores de NFTs foge do estigma tradicional que permeia o mercado financeiro. Banqueiros e economistas saem de cena para dar lugar a músicos, empresários e até mesmo jogadores de futebol.

Confira o top 5 maiores investidores em NFT

1. Mark Cuban

Quando o assunto é valor, o maior investidor de NFTs da atualidade é o bilionário norte-americano Mark Cuban, dono do time de basquete Dallas Mavericks e apresentador do programa Shark Tank . Com um patrimônio estimado de US$ 4,3 bilhões, o empresário encabeça a lista por conta da soma de tokens acumulados ao longo dos últimos dois anos.

O empresário é dono de uma coleção de NFTs de incríveis US$ 502,6 milhões, composta por 1.161 NFTs! O bilionário gostou tanto da modalidade que hoje afirma investir cerca de 80% da sua carteira em criptoativos atrelados à tecnologia blockchain.

2. Joel Madden

O segundo lugar da lista pertence a Joel Madden, vocalista da banda Good Charlotte. A coleção Hokkaido Inu é maioria no portfólio do músico, totalizando cerca de US$ 424 milhões em tokens. 

Segundo relatos do músico e agora investidor chave de tokens não fungíveis, o mercado ainda tende a crescer ao longo dos próximos anos, e entrar agora é uma oportunidade única para angariar rendimentos. 

3. Gary Vee

Uma das histórias mais curiosas e divertidas do mundo cripto é a de Gary Vee, crítico renomado de vinhos que viu nos tokens digitais a oportunidade de lucrar com a tecnologia. Com mais de 2.961 NFTs em sua galeria virtual, o montante do empreendedor chega a  US$ 107,2 milhões.

Os tokens mais valiosos da carteira de NFTs de Vee são CryptoPunk e Bored Ape – o famoso NFT de macaco. O NFT “Crypto Punk#2424” é considerado o segundo mais caro do mundo, estimado em US$ 2,84 milhões.

4. Snoop Dogg 

Entre as celebridades famosas que abraçaram o mundo dos NFTs, uma em especial levou a sério o seu gosto pela prática. É do rapper Snoop Dogg o posto de quarto maior investidor de tokens do mundo, com US$ 14,5 milhões sob custódia.

Conhecido por ter “bom faro” para investimentos, o cantor foi um dos pioneiros desse mercado, se aproveitando do lançamento de muitas criptos em valores baixos e que hoje valem milhões. É dele o NFT mais caro do mundo: o “CryptoPunk#3831”, avaliado em US$ 3,37 milhões.

5. Alexis Ohanian

Com US$ 6,9 milhões e mais de 9 mil tokens no portfólio, Alexis Ohanian, cofundador do Reddit, fecha o top 5 de maiores investidores em NFTs. O mega empreendedor acredita que os tokens serão o futuro para diversas categorias, especialmente para os esportes.

Marido da tenista Serena Willians, ele comprou um NFT da coleção CryptoPunk com a imagem da esposa para presenteá-la. A tenista também é uma entusiasta do mercado de criptos e aposta na categoria para revolucionar os patrocínios do esporte.

Neymar Júnior e a NFT do macaco
O jogador brasileiro Neymar Jr. investiu mais de US$ 1,1 milhão em tokens não fungíveis. (Fonte: Divulgação)

+ Neymar

A onda dos NFTs tomou o noticiário brasileiro quando o jogador Neymar Jr. passou a investir na modalidade. O astro da seleção brasileira investiu em duas peças da coleção Bored Ape Yacht Club (BAYC), uma das mais populares e valiosas do mercado de tokens não fungíveis. 

Na época, a operação custou cerca de US$ 1,1 milhão e rendeu, em menos de um ano, uma alta de 237.012,5% para o portfólio do atleta. 

Gostou do conteúdo? Aproveite para conferir outras notícias envolvendo o mercado de NFTs no blog da FinanceOne.

Investir em maconha? Você não leu errado! Veja como funciona

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Folhas de maconha e jornal

Já pensou em investir em maconha? Se isso te assusta, saiba que o setor é uma aposta de muitos investidores. Estamos falando do mercado de Cannabis. 

Os primeiros fundos que aplicam no setor chegaram ao Brasil em 2019. Embora tenha apresentado valorização significativa no início, 2021 foi marcado por uma queda – alguns fundos despencaram pela metade. 

As aplicações em cannabis despencaram, levando muitos investidores a questionarem suas decisões. Porém, outros mantêm a tese inicial de que o mercado vai crescer e seguem apostando. 

Afinal, será que é realmente um investimento promissor ou não? E como é possível investir em cannabis no Brasil? Isso é legal? Continue lendo para conferir!

Como investir em maconha?

Sim, investir em maconha (cannabis) é legal. Embora o uso da erva não seja liberado no país ainda, não há nada que impeça o investidor brasileiro de aplicar em ações de outros países e fundos relacionados ao setor. 

No Brasil, é possível investir em maconha de duas formas: comprando ações de empresas do setor no exterior ou por meio de fundos de investimento. 

Os fundos de índice, também conhecidos como Exchange Traded Fund (ETF), são bastante buscados por quem tem interesse no mercado. Mas é possível também aplicar em fundos multimercado. 

Ainda neste artigo, vamos falar sobre os fundos brasileiros disponíveis para quem quer apostar na cannabis. Mas primeiro vamos falar das ações.

Gráfica digital mostra variações na Bolsa de Valores para análise de ações
Brasileiros podem investir em maconha comprando ações internacionais

Ações

Para investir em maconha por meio de ações, o investidor brasileiro precisa comprar ações de empresas de outros países que atuem no setor.

Algumas dessas ações são as de empresas como GrowGeneration (GRWG), Aurora Cannabis Inc (ACB), Tilray Inc. (TLRY), Aphria Inc (APHA) e Jazz Pharmaceuticals (JAZZ).

Todas elas estão listadas na Nasdaq, a bolsa de valores de tecnologia americana. É o segundo maior mercado de ações em capitalização de mercado do mundo, ficando atrás apenas da Bolsa de Nova York.

Fundos no Brasil

Como mencionado no artigo, os primeiros fundos que investem em maconha chegaram ao Brasil em 2019. Basicamente, duas corretoras possuem essas aplicações: XP e Vitreo. 

A Vitreo, que pertence ao BTG Pactual, oferece três fundos multimercado: Canabidiol, Canabidiol Light e Cannabis Ativo. Os dois primeiros são destinados a investidores qualificados

Já o último – fundo Cannabis Ativo FIM – é para o público em geral, com aplicações a partir de R$100. Ele foi lançado mais recentemente pelo BTG e pode ser acessado por meio da plataforma de investimentos do banco. 

O Ativo tem 100% de exposição em cannabis. A taxa de administração é de 0,72% ao ano, não há taxa de performance e a liquidez é D+12 (12 dias úteis após a solicitação).

Já a XP Investimentos replica o fundo de índice Trend Cannabis FIM, destinado a qualquer investidor com aplicação inicial de R$100. A liquidação de resgate é D+2 , a taxa de administração é 0,50% e também não há taxa de performance.

Vale a pena investir em maconha?

Essa é a primeira pergunta a ser feita antes de investir em maconha. Sem muita enrolação, já vamos salientar um ponto importante: é uma aplicação para quem tem interesse em lucro no longo prazo. 

Isso porque o setor de cannabis ainda é rodeado de incertezas em todo o mundo. Aqui mesmo no Brasil, o mercado tem vários entraves e o uso recreativo ou medicinal da erva não foi liberado ainda.

Logo, além da volatilidade já esperada desse tipo de aplicação, há um mercado incerto. Ou seja, um mercado que depende de um desenrolar político e de impactos socioculturais. 

Assim que foram lançados, os fundos de cannabis tiveram ótimas performances. Porém, a queda no ano de 2021 foi brusca, levando muitas pessoas a se questionarem se ainda vale a pena. 

A verdade é que não existe um consenso absoluto. Porém, alguns especialistas refletem que, mesmo com os entraves atuais, a perspectiva é positiva para o futuro da “indústria da maconha”.

Um exemplo é a reflexão de George Wachsmann (Jojo), CIO da Vitreo. Ele acredita que o mundo não vai retroceder na discussão sobre o desenvolvimento desse setor, em entrevista ao Seu Dinheiro

“Era um tabu econômico que virou um tabu sociocultural. O grande desafio é saber quando a ciência vai vencer os costumes. É um processo geracional.”

Ou seja, o CIO acredita que pode levar tempo, mas uma hora a cannabis superará os entraves políticos e culturais da atualidade. E isso, é claro, seria muito positivo para quem está investindo no setor agora.

Gostou do conteúdo? Então compartilhe! Se está pensando em investir em maconha, sugerimos pesquisar mais a fundo: como investir em ações internacionais? Veja como funciona!