Você costuma fazer muitas compras para mobiliar a casa? Se a resposta foi sim, então você precisa conhecer o cartão de crédito do Ponto Frio, que foi criado para fidelizar ainda mais os clientes, além de facilitar o pagamento nas lojas físicas e online.
É uma alternativa para quem deseja descontos exclusivos e parcelamento diferenciado em toda a rede. A parceria foi firmada com o Itaucard e tem a bandeira Mastercard.
Apesar de ser do Ponto Frio, o cartão também possibilita que os clientes realizem compras em outros estabelecimentos que aceitem a bandeira.
Se você quer saber mais sobre o cartão do Ponto Frio – que agora é conhecido como Ponto! –, continue acompanhando este texto. Vamos explicar como funciona o cartão, quais os benefícios e muito mais! Boa leitura.
Como funciona o cartão Ponto Frio?
O cartão do Ponto Frio é um cartão de crédito comum. Ou seja, você realiza compras com ele e no final do mês faz o pagamento da fatura. Como falamos, a bandeira do cartão é Mastercard. Além disso, ele também é internacional. Por isso, é um cartão facilmente aceito em diversos lugares – tanto no Brasil quanto fora.
Além disso, um diferencial do cartão de crédito Ponto Frio são os descontos oferecidos para os produtos da loja varejista. Os descontos valem, normalmente, tanto para as lojas físicas quanto para os produtos que são vendidos online.
A seguir, veja quais são as principais taxas e exigências do cartão:
Para conseguir fazer o cartão de crédito do Ponto Frio é muito rápido e simples. Basta entrar no site do Ponto e seguir o passo a passo:
Após entrar no site, clique no botão amarelo “Peça já o seu”. Ali, você vai precisar logar ou criar uma conta para preencher com os seus dados e, então, passar por uma análise de crédito. Não se esqueça que para solicitar o cartão é preciso ter uma renda mínima de R$800.
Se você for aprovado na análise de crédito, o cartão será liberado em até 10 dias úteis.
Ponto Frio lança cartão de crédito em parceria com o Itaú. Conheça mais sobre os benefícios do cartão
Benefícios do cartão Ponto Frio
Desconto em ingressos de cinemas e teatros;
Parcelamentos exclusivos e descontos em produtos selecionados;
Descontos de até 15% em produtos selecionados nas lojas físicas e online usando o cartão.
Além dessas vantagens, com o app do cartão Itaucard, que está disponível para iOs e Android, o titular do cartão acessa todos os detalhes, serviços e ferramentas, como:
Desbloquear o cartão físico;
Conferir a fatura do cartão ponto frio;
Solicitar o aumento de limite;
Falar com um atendente e muito mais!
E aí? O que você achou do cartão de crédito do Ponto Frio? Gostou dos benefícios, tarifas e serviços? Se você ainda está na dúvida se este é o melhor cartão de crédito para o seu perfil de consumidor, então vale a pena analisar outros cartões de crédito, conferindo quais são as vantagens e desvantagens.
Aqui no FinanceOne estamos sempre trazendo informações sobre criptomoedas, principalmente quais são as melhores para você investir ou ficar de olho. Mas neste texto queremos fazer o oposto e te contar quais são as piores criptomoedas para investir em 2022.
Até porque ter essa informação também é importante para que você não aplique o seu dinheiro em algo que não vai trazer grandes rendimentos.
Mas será que é possível descobrir quais são as piores criptomoedas para investir em 2022? Sim, você consegue saber se um criptoativo vai ser bom ou não por meio do white paper, que é um documento divulgado quando uma criptomoeda é lançada.
Para quem não sabe, este é como se fosse uma espécie de manifesto no qual o grupo de desenvolvedores do criptoativo informa para o mercado quais são os propósitos desta nova criptomoeda.
O arquivo ainda apresenta as informações que são consideradas mais importantes, como a forma de obtê-la, a mineração. Além de mostrar o sistema de entrada no mercado e o sistema de queima.
E quais são as piores criptomoedas para investir neste ano? Nós vamos te contar agora!
5 piores criptomoedas para investir em 2022
Se você investe em criptoativos, precisa saber quais opções existentes no mercado são as consideradas as piores. Confira abaixo a lista!
Dogecoin (DOGE)
O Dogecoin foi criado em 2013 por um dos programadores da IBM. Na época, ela ficou conhecida por causa do Elon Musk que comentou sobre este criptoativo fazendo com que ele tivesse uma grande valorização.
Porém, depois de um tempo o Dogecoin acabou perdendo força no mercado. Vale lembrar que o objetivo dessa criptomoeda era simples: fazer piada com as pessoas que apostavam no Bitcoin como a moeda do futuro.
O mercado de criptomoedas também tem riscos e é preciso saber quais são as piores pra se investir
REAU
A Vira-lata Finance (REAU) surgiu como um meme e hoje disputa espaço no mercado financeiro com as principais criptomoedas.
Entretanto, de acordo com especialistas, costuma ter movimentos e ações bem atípicas e, por isso, não costuma ser recomendada para investidores. Mas, se você quer “brincar” ou “levar na zueira”, pode ser uma opção. Mas cuidado para não ter prejuízos.
A Synthetix pode ser considerada uma plataforma descentralizada com o foco na criação de títulos sintéticos, cujo objetivo é permitir a interação com ativos distintos.
A SNX, no entanto, teve uma queda de mais de 84% depois de uma alta histórica em fevereiro de 2021 e tem perdido forças.
Wonderland (TIME)
A cripto Wonderland é um forks do Olympus DAO, sendo considerado um dos primeiros protocolos de reserva de uma moeda descentralizada, onde cada unidade de um TIME pode ser lastreada por ativos diferentes.
Ela não tem sido muito recomendada desde quando os seus tokens despencaram entre o final de janeiro e início de fevereiro deste ano.
inSure DeFi (SURE)
A SURE é um criptoativo utilizado para segurar um portfólio. Ela funciona com a compra de tokens com moeda fiduciária além de outras moedas digitais. Basicamente é um ecossistema de seguros descentralizados, onde vários membros enxergam segurança.
Mas, no início de 2022 teve uma queda e chegou a perder 21% e mais 30% mensalmente, mas segue em alta no comparativo anual.
Com certeza você já se deparou, em algum momento, com um funcionário oferecendo cartão de loja no estabelecimento.
Vale ressaltar, contudo, que alguns cartões são de uso exclusivo da loja. Enquanto outros podem ser usados em diversos locais.
Vários tipos de lojas oferecem cartões, tais como:
supermercados;
lojas de eletrodomésticos;
lojas de departamento de roupas;
postos de combustível.
Apesar de sua popularidade, muitas pessoas ficam em dúvida quando lhe oferecem este tipo de serviço. Isso se dá porque muitas não entendem como ele funciona, por exemplo.
E é sobre isso que vamos falar. Neste texto, explicaremos como funciona o cartão de loja, qual a diferença do cartão de crédito para o de fidelidade e, além disso, apresentaremos três lojas com as melhores opções de cartões.
Continue a leitura para saber mais!
Como funciona o cartão de loja
Antes de saber como funcionam os cartões de lojas, você precisa se perguntar: qual é o meu perfil de consumo?
Essa pergunta pode ajudar muito na hora de decidir qual é o melhor cartão para você! Ou até mesmo se você não quiser adquirir um cartão.
Você tem o perfil de consumo mais desenfreado e sempre realiza diversas compras no mês? Além disso, faz compra nas mesmas lojas?
Se este for caso, os cartões de lojas podem ser uma boa opção. Isso porque você poderá aproveitar melhor os benefícios que estes cartões prometem.
Agora vamos pensar em outra possibilidade. Você é mais cauteloso na hora de gastar ou então pesquisa uma mesma opção em vários lugares diferentes? Se a resposta foi sim, então, provavelmente, não é uma boa pegar um cartão de crédito de loja.
A seguir, vamos explicar as diferenças de um cartão de crédito de loja para um cartão fidelidade.
Cartão de loja: fidelidade
Algumas empresas estão apostando no cartão fidelidade como estratégia para fidelizar os consumidores. A ideia é proporcionar vantagens, por exemplo, para os clientes mais assíduos e, além disso, criar uma nova cartela de clientes através de benefícios.
Os cartões fidelidade podem ser para farmácias, supermercados, restaurantes, lojas de roupa etc.
Você mesmo já deve ter participado de um programa assim. E esta alternativa é extremamente interessante, sobretudo para o consumidor que diminuiu as compras devido a situação da crise econômica no país.
As vantagens do cartão fidelidade são:
estímulo para o cliente voltar mais vezes;
novas promoções;
envio de novidades diretamente para o cliente.
Cartão de loja: crédito
No entanto, uma outra opção é o cartão da própria loja, que funciona como um cartão de crédito normal. No entanto, ele pode ser encontrado em duas versões: com ou sem bandeira.
As bandeiras diferem, basicamente, em que lugar o seu cartão será aceito ou não. Ou seja, é onde você pode fazer as compras.
Asvantagensvariam de acordo com cada loja. Mas no geral, podemos citar as mais comuns:
aprovação de forma mais rápida e facilitada;
vantagens para compras – como parcelamento – na própria loja que ofereceu o cartão.
Saiba como funciona o cartão de loja e confira as melhores opções
Já o valor limite disponível obedece às mesmas regras de um cartão de crédito comum. A diferença neste caso é que, como há uma vantagem para compras na própria loja que ofereceu o cartão, o limite pode ser expandido de forma mais rápida.
Agora que você já sabe a diferença entre cartão fidelidade e cartão de crédito de loja, confira algumas opções que separamos para você!
As 3 melhores opções de cartão de loja
1.Magazine Luiza
A Magazine Luiza é uma das lojas que oferecem a possibilidade de fazer um cartão de loja. E é possível fazê-lo pela internet. Para pedir o seu, acesse a página da Magalu e selecione a opção “Cartão Luiza”, disponível no menu principal, bem à direita.
Depois de clicar no link, você será redirecionado para uma nova aba, onde poderá dar sequência à sua solicitação e conhecer as condições de contratação.
É preciso, no entanto, comprovar renda mínima para conseguir aprovação do cartão.
O cadastro vai pedir informações pessoais, profissionais, financeiras e residenciais. Ao término de todas as fases, seus dados serão analisados para avaliar se ocorre ou não a liberação do cartão Magazine Luiza.
2. Casas Bahia
A varejista Casas Bahiatambém disponibiliza a facilidade de solicitar o cartão do estabelecimento, tanto de forma presencial como pela internet.
Ao acessar a página oficial, você verá no menu superior a opção “cartão Casas Bahia”. Após localizar o serviço, selecione o link e dê prosseguimento ao pedido. Já na nova aba, clique em “peça o seu” no banner, localizado no topo da página, e conclua a solicitação.
Mais uma vez, o processo é bastante similar ao da Magalu. No entanto, o solicitante precisa passar por quatro etapas para pedir o cartão.
Solicitar o seu cartão Americanas também é fácil. E o processo pode ser feito pela internet. Para isso, basta acessar apágina da empresae seguir o seguinte caminho: “compre por departamento”; “cartão, parceiros e serviço”; “peça já”.
Após seguir esses passos, o processo é bastante semelhante ao da Magalu. Você deverá fazer um cadastro, informando seus dados e, após uma análise da administradora, receberá o retorno da sua solicitação.
Viu, só? É fácil solicitar um cartão de loja. Mas tenha atenção! Nenhuma loja pode obrigar você a adquirir o cartão para efetuar uma compra. É você quem escolhe a melhor forma de pagamento.
Além disso, nada de conseguir o cartão e sair gastando sem planejamento nenhum. Tenha consciência sobre os seus gastos!
4. Renner
O Cartão Renner é um cartão de crédito, com a possibilidade de utilizá-lo em suas lojas e associadas (Camicado e Ashua), além de trazer benefícios para os clientes dessas lojas pertencentes a rede. Ele possibilita o seu controle pelo aplicativo.
Além disso, você tem um cartão que pode ser usado em qualquer estabelecimento por conta da bandeira internacional, permitindo que você tenha ainda mais vantagens na hora de usar e de fazer suas compras.
O processo da solicitação pode ser feito 100% digitalmente, ou nas lojas físicas, dependendo de como o cliente prefere. A possibilidade de fazer em meio digital é um diferencial importante, visto que muitos cartões de lojas não oferecem essa possibilidade.
A rede de lojas de departamento figura hoje como a segunda maior operadora de cartões da modalidade Private Label do país, com mais de 31,1 milhões de cartões em circulação por todo o Brasil. Ele tem como banco emissor a Midway Financeira.
Há dois tipos de serviço disponíveis para os clientes adeptos do cartão: um básico, sem anuidade, para compras apenas nas lojas da rede Riachuelo.
O outro com a função de crédito, podendo operar sob as bandeiras Visa e Mastercard, que cumpre o mesmo papel de um cartão comum, somando algumas vantagens promovidas pela marca.
Os cartões da Riachuelo são práticos e rápidos de se solicitar. É possível fazer todo o procedimento pela internet e, não é preciso comprovar renda, principalmente se o futuro cliente for profissional liberal ou autônomo.
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Poupar dinheiro também é uma forma de organizar a sua vida financeira
Quanto custa ter um filho é a pergunta que muitos pais e mães de primeira viagem fazem. Isso porque a chegada de uma criança impacta diretamente o planejamento familiar.
Diversos custos devem ser considerados a fim de garantir o bem-estar da família como um todo. Além disso, esses gastos mudam de acordo com o crescimento da criança.
Entre as principais despesas, pode-se citar o enxoval, alimentação, plano de saúde, escola e creche, entre outros. Também devem ser consideradas as despesas com atividades extracurriculares e de lazer.
Quer entender quanto custa ter um filho no Brasil em 2022 e como fazer esta estimativa? Então, continue lendo este artigo!
Diferentes estudos apontam quanto custa ter um filho no Brasil. Mas antes de falar dos valores em si, é preciso ter em mente que as despesas costumam variar de acordo com a renda de cada família.
Outro fator a ser considerado é que os valores das despesas podem variar de acordo com o local de residência e, também, com o perfil de cada família.
Algumas, por exemplo, contratam babás para cuidar das crianças enquanto os responsáveis cumprem as tarefas de sua rotina. Outras dispensam esse serviço.
Além disso, deve-se considerar a quantidade de filhos. De maneira geral, estudos apontam que as famílias brasileiras gastam, em média, cerca de R$500 mil para criar um filho desde o nascimento até a maior idade. Com gastos mensais variando de R$900 a R$4,5 mil.
Conforme já mencionado, esses custos incluem desde gastos com moradias e alimentação a pagamentos de atividades de lazer ou serviços, como babá e transporte escolar.
Famílias com renda maior tendem a gastar mais com atividades extracurriculares, esporte e lazer. Em contrapartida, as que contam com uma renda menor dispensam alguns desses serviços.
Ter um filho envolve diversos custos em diferentes etapas da vida (Foto: Divulgação)
Mães solteiras chegam a gastar metade do salário para criação dos filhos
Dados do 2º trimestre de 2021 referentes a Pesquisa Nacional por Amostras de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia Estatística apontam que o Brasil tem cerca de 11,2 milhões de mulheres mães solteiras.
Desse total, 5,1 milhões têm filhos menores de 18 anos. Essas mulheres recebem, em média, um rendimento mensal de R$1.924, cuja metade é gasta nas despesas com os filhos.
Isso se não houver complementação de renda. Ou seja, pensão alimentícia ou algum valor recebido de fontes extras de trabalho.
Quanto custa ter um filho de acordo com a faixa etária?
Ao longo do desenvolvimento da criança, as necessidades e, consequentemente, os custos vão variando. Veja a média de gastos por faixa etária:
Recém-nascido
Nessa fase, os principais custos estão atrelados à preparação da casa para receber o bebê. E os custos com um enxoval completo podem chegar aos R$10 mil. Isso incluindo: carrinho, berço, roupas, babadores, roupas de cama e banho, entre outros itens.
No entanto, vale destacar que cada família planeja o enxoval de acordo com suas necessidades, de forma que os gastos podem variar de família para família.
Um dos itens considerados indispensáveis é o plano de saúde, que para recém-nascidos costuma apresentar valores mais acessíveis. Em torno de R$150 a R$300, em planos populares.
Durante o primeiro ano de vida
Ao longo do primeiro ano de vida, os gastos ficam em torno dos 10 a 16 mil, considerando os principais gastos. Entre eles: fraldas, produtos de higiene, roupas, despesas médicas e alimentação.
Mais uma vez é importante ressaltar que esses valores são variáveis. Ou seja, dependem de cada família. Hoje em dia é comum ver, por exemplo, a substituição das fraldas descartáveis pelas de pano.
Além de mais sustentáveis, elas ajudam a economizar nesse item, pois duram por um maior período de tempo e podem ser reutilizadas.
Durante a infância
Nesse momento, os responsáveis percebem um aumento significativo nas despesas. Isso porque a criança inicia sua vida escolar e, muitas vezes, em atividades, como esportes.
Assim, além das despesas com saúde, moradia e alimentação, inclui-se na lista os gastos com escolas, cursos e demais atividades. As despesas podem ultrapassar os R$35 mil.
Segundo um levantamento do Quero Bolsa, os custos médios da mensalidade de colégios particulares em diferentes estados giram em torno de:
Infantil: entre R$270 e R$906;
Fundamental I: entre R$309 e R$975
Fundamental II: entre R$345 e R$1.022;
Médio: entre R$486 e R$1.251.
Da adolescência até a vida adulta
Por fim, além dos gastos já mencionados anteriormente, na adolescência se intensificam as despesas com educação, com o pagamento de cursos de línguas, informática e outros, além dos investimentos no vestibular.
Em alguns casos, os pais também acabam assumindo as despesas parciais ou totais com a faculdade.
Além disso, intensificam-se as despesas com lazer. Nessa fase, os jovens costumam priorizar os passeios com os amigos em shoppings, cinemas, parques e festas. Também aumenta o interesse por itens de tecnologia, como smartphones e videogames.
Se você está se planejando para ter um bebê, existem diferentes tópicos que devem ser observados. O primeiro deles são as despesas médicas. A mãe precisará de todo um acompanhamento durante a gravidez e no momento do parto.
Por isso, é importante checar se seu plano de saúde cobre despesas com pré-natal e o parto. E, se não tiver um, considerar fazê-lo.
Além disso, sua casa deve estar preparada para receber um recém-nascido. Nessa hora, é o momento de avaliar se será necessária a mudança para um imóvel maior, além de planejar todo o enxoval.
Uma dica é reunir família e amigos e fazer um chá de bebê. Dessa forma, é possível celebrar a chegada do novo integrante da família, enquanto seus entes queridos o presenteiam com itens indispensáveis para o enxoval, como roupas e fraldas.
Por fim, também é preciso planejar como será sua rotina com uma criança. Você terá conciliará os cuidados do bebê com sua rotina de trabalho ou recorrerá a creches ou babás? Essas questões precisam ser analisadas, para se ter ciência em relação aos custos.
O mais tradicional e famoso investimento, a conta poupança, continua sendo a queridinha entre os brasileiros quando o assunto é poupar dinheiro.
De acordo com a pesquisa “Raio-X do Investidor Brasileiro”, da Associação Nacional das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), a poupança ainda é a preferência nacional no quesito investimento. Ao todo, 29% dos brasileiros preferem deixar deu dinheiro nessa aplicação.
Ela foi criada no século XIX com a finalidade de ser uma espécie de cofre que renderia juros anualmente.
Sem perder suas principais características durante os anos, a conta poupança é isenta de impostos e taxas administrativas, sendo a maneira mais simples de se juntar dinheiro. Ela também tem a vantagem de ter as mesmas características em todos os bancos.
Entre as principais vantagens da conta poupança, é possível listar:
• o valor depositado pode ser sacado a qualquer momento; • ausência total de taxas de administração; • isenção no Imposto de Renda (IR) e Imposto sobre movimentações financeiras (IOF); • pouco risco no investimento; • caso o banco entre em falência, contas com até R$60 mil são ressarcidas integralmente.
Além destes, a conta poupança oferece serviços gratuitos como acompanhamento online, dois saques por mês (no banco ou em caixa eletrônico), transferências, extratos de movimentação mensal e extrato detalhado anualmente.
Como funciona a conta poupança?
Para quem está começando a guardar dinheiro e ainda se sente inseguro com maiores investimentos, esta é a melhor alternativa quando se compara segurança x rendimento. Ela funciona da seguinte maneira:
– Abrir conta poupança: é necessário apresentar documento de identidade, CPF e comprovante de residência, não sendo preciso comprovar renda ou pagar taxa de abertura.
– Depósito: você faz um depósito no banco e, um mês após a data, o dinheiro irá render de acordo com a porcentagem e taxas.
– Banco: não faz diferença porque irá render da mesma forma, os valores são iguais para todos os bancos.
– Aniversário: o ideal é que os depósitos sejam feitos todos os meses na mesma data. A data de aniversário é, basicamente, o número de dias que seu depósito irá render e você conseguirá sacar com o reajuste.
A caderneta de poupança está atrelada à taxa referencial (TR) e à taxa básica de juros (Selic). A primeira é a média da rentabilidade oferecida pelo banco, que tem intervém diretamente no quanto irá render a caderneta.
Já a taxa Selic é utilizada para controlar a inflação e gerar circulação de dinheiro no país e quanto mais alta, melhor.
Em 2012, o governo alterou as regras fazendo com que o rendimento da conta poupança fosse de acordo com a taxa Selic somada à taxa referencial.
Poupança é o investimento preferido dos brasileiros pelo baixo risco e isenção de taxas
A caderneta possui outra regra: se a Selic ficar igual ou menor que 8,5% ao ano, a poupança irá render 70% da taxa vigente no período mais a TR. Quando a Selic for maior que 8,5% ao ano, o rendimento é igual ao anterior: 0,5% ao mês + TR.
Com base nesse cenário, o rendimento da poupança hoje é de 6,16%, ao ano, ou 0,5% ao mês. Dessa maneira, se você depositar R$10.000,00 na poupança hoje, terá R$10.616,00 daqui a um ano.
Vale a pena investir na poupança?
Antes de definir se a poupança vale a pena ou não, é essencial avaliar quais os objetivos e o nível de conhecimento do investidor.
Apesar do rendimento baixo e pouco vantajoso, o produto financeiro pode ser interessante para quem fará a primeira aplicação e pretende, principalmente, guardar dinheiro de maneira segura e ter a possibilidade de resgatá-lo a qualquer momento.
Aliado a isso, a maior facilidade da poupança é poder retirar em qualquer loteria do país ou utilizar o cartão de débito quando for necessário.
Para investidores iniciantes também é uma boa escolha, mas, por ter baixíssimo risco, os rendimentos não são muito atraentes.
A Renda Fixa, por exemplo, apresenta ótimas soluções e maiores lucros. Cabe ao investidor, portanto, identificar o tipo de investimento que se encaixa ao seu perfil, melhores taxas e rendimentos. Além disso, identificar e observar os riscos.
Qualquer pessoa pode abrir uma conta poupança, mesmo com restrição no CPF. Se for abrir uma poupança em uma agência bancária, o ideal é levar um documento de identidade, CPF e comprovante de residência emitido há no máximo 60 dias.
Após a solicitação, só será preciso assinar o contrato de abertura da conta poupança e aguardar o cartão físico chegar no endereço cadastrado.
Outra forma de abrir uma conta poupança é pela internet, acessando os canais do banco pelo computador ou celular.
Normalmente, para a abertura da conta poupança online são solicitados os seguintes documentos: RG, CPF e comprovante de residência.
Como escolher o banco ideal para abrir a poupança
Como já foi dito, os bancos possuem basicamente os mesmos serviços quando o assunto é conta poupança.
Não existem taxas, cobrança de imposto de renda e IOF – Imposto sobre movimentações financeiras. Outro ponto é que a rentabilidade é igual em qualquer banco.
Mas, ainda assim, há certas diferenças entre eles. Veja algumas:
Bradesco: oferece a possibilidade de ter uma conta poupança junto da conta corrente, sem exigência de taxa para abertura de ambas.
Itaú: criou a Poupança Multidata que possibilita depósito em datas alternadas, ou seja, mais de um dia de aniversário. A “desvantagem” é a obrigatoriedade de R$50 para abertura da conta.
Santander: dá desconto em tarifas na conta corrente de quem possui poupança. Também é possível agendar a transferência, o que facilita não perder a data de aniversário da conta. Não é necessário depósito inicial.
Caixa Econômica Federal: é possível abrir a conta em qualquer agência do banco e em lotéricas, além de permitir saques também nestes dois locais. Não é cobrada taxa de abertura.
Banco do Brasil: apesar de não solicitar taxa de abertura, pede ao novo correntista depósito para que a conta seja oficializada.
O ideal é que o correntista escolha com cuidado o banco para abrir a conta poupança. Avaliar itens como distância da moradia, atendimento e até mesmo a possibilidade de resolver questões pela internet, telefone ou aplicativos.
A comodidade e agilidade são itens que devem ser sempre levados em consideração no momento desta escolha. Afinal de contas, o serviço deve ser útil para você.
Ela é uma situação complexa, mas você sabe que um dia você pode ter direito a licença nojo? Não? Ela é o termo utilizado para justificar a ausência de um colaborador que acabou de passar pelo falecimento de um ente querido.
A licença que é um direito garantido pelas Consolidações das Leis do Trabalho (CLT) permite que o colaborador se afaste do trabalho nos casos em que há o falecimento de seus familiares.
Tais quais pais, irmãos, padrasto, madrasta, sogros, cunhados, cônjuge ou filhos, inclusive os natimortos.
Na categoria de cônjuges, estão inclusos as uniões estáveis ou homoafetivas, desde que comprovadas.
Portanto, todo colaborador que trabalha em regime celetista, possui o direito de requerer a licença nojo, e, além dos funcionários de empresa privada, os servidores públicos também possuem esse direito.
Contudo, muitas empresas se preocupam com sua equipe e podem abrir exceções em casos de falecimento de familiares indiretos, mesmo que não estejam amparados pela CLT.
O que a Lei fala sobre a licença nojo?
A licença nojo está no artigo 473 da CLT. A legislação determina o prazo de dois dias consecutivos com a licença remunerada, ou seja, sem que a ausência seja descontada na folha de pagamentos.
Nos casos de professores, a lei disposta no parágrafo 3º do artigo 320 possibilita nove dias. Já para servidores públicos, a licença está prevista Lei nº 8.112/90 (Regime Jurídico dos Servidores Públicos da União), em seu artigo 97, III, “b”, propõe oito dias.
A princípio, basta que o colaborador informe ao RH o acontecimento e faça o requerimento da licença. Afinal, não existe nenhuma lei que obrigue a entrega de algum documento à empresa logo no momento em que o funcionário fica ciente da notícia de falecimento do familiar.
Contudo, a contagem do período de afastamento concedido pela licença é feita a partir do dia seguinte do falecimento do parente.
Entretanto, vale lembrar que a licença também pode constar do acordo ou convenção coletivos da categoria. E, por este motivo, o RH deve, antes de concedê-la, se certificar de que as regras estão sendo cumpridas corretamente.
Licença nojo é o termo utilizado para se referir ao período de afastamento remunerado a que o trabalhador tem direito após comunicar o falecimento de um familiar
Quais documentos devem ser apresentados na empresa?
Considerando que o falecimento de um ente querido é uma situação muito difícil para qualquer um, o colaborador não é obrigado a apresentar nenhum documento para solicitar a licença nojo antes de se afastar pelo período previsto em lei.
Basta que a situação seja informada para a empresa para que o afastamento seja justificado.
No entanto, ao retornar às atividades de trabalho, o funcionário deve apresentar alguns documentos para oficializar o abono das faltas concedidas pela licença nojo.
Entre tais documentos estão aqueles que comprovam o grau de parentesco do familiar e o falecimento. Assim, devem ser apresentados:
Você já parou para se perguntar qual seria o pior país para trabalhar? Apesar de essa ser uma pergunta um pouco estranha, é bem provável que você tenha respondido que o Brasil estaria no topo da lista, devido a diversos fatores.
Se este foi o seu pensamento, saiba que ele não está errado. Infelizmente o Brasil é o terceiro pior país para trabalhar. E não somos nós que estamos falando, é o Global Rights Index (Índices de Direitos Mundiais).
Para quem não sabe, este é um relatório realizado pela Confederação Sindical Internacional.
Vale ressaltar que essa confederação possui laços com a Organização Mundial do Comércio e com a Organização Internacional do Trabalho, da ONU.
Mas o que foi avaliado nesta pesquisa para constatar que o Brasil é o terceiro pior país para trabalhar? É o que você vai descobrir lendo este artigo!
O que levou o Brasil a ser o terceiro pior país para trabalhar?
Se você já está pensando na lista de possíveis fatores que fizeram o Brasil alcançar o top 3 do pior país para trabalhar, nós vamos te ajudar. O próprio estudo revelou as causas que fizeram com que o nosso país ficasse tão alto no ranking.
Os principais motivos são a violência que existe no Brasil, a repressão às greves e o enfraquecimento da negociação coletiva. E é claro que não é só isso, o relatório ainda trouxe exemplos do que os trabalhadores passam.
Um deles é a publicação da Medida Provisória 927. Para quem não se lembra, ela permitiu a exclusão dos direitos trabalhistas, usando a desculpa da pandemia.
Na época, os trabalhadores tiveram os contratos de trabalho suspensos por quatro meses, sem receber o salário.
O Brasil é considerado o terceiro pior país para se trabalhar
Outro ponto citado pelo estudo, foi a demissão em massa de 2.500 trabalhadores da empresa Embraer. Além da Nestlé ter ignorado acordos coletivos e consultas com o sindicato durante demissões em massa.
Tudo isso colaborou para que o Brasil ficasse em uma posição que não fosse favorável na pesquisa.
Óbitos também foram citados na pesquisa de pior país para trabalhar
Além desses motivos, alguns óbitos e assassinatos também foram citados na pesquisa e fizeram o país ficar com essa posição nada satisfatória no ranking de pior país para trabalhar.
O relatório pontuou o assassinato dos sindicalistas João Inácio da Silva e Hamilton Dias de Moura.
O primeiro foi morto em frente à sua casa, no Pará, em novembro de 2020, após receber ameaças de morte. Ele era presidente da Cooperativa de Trabalhadores de Montes Belos.
Já Hamilton teve seu corpo encontrado com várias balas dentro de seu próprio automóvel, em Minas Gerais. Ele era presidente do sindicato de Motoristas e Empregados das Empresas de Transporte de Carga e Logística em Transporte Diferenciado de Belo Horizonte e Região.
Atuação do presidente durante a pandemia também é citada
Os argumentos para que o Brasil atingisse essa marca nada orgulhosa não param. A pesquisa também cita a atuação do presidente Jair Bolsonaro durante a pandemia da Covid-19:
“A situação foi agravada pela gestão desastrosa da pandemia do coronavírus pelo presidente Bolsonaro”.
De acordo com o relatório:
87% dos países violaram o direito à greve;
79% violaram o direito de negociação coletiva;
os trabalhadores foram expostos à violência em 45 países;
sofreram prisões arbitrárias em 68 países; e
tiveram sindicalistas assassinados em seis: Brasil, Colômbia, Guatemala, Mianmar, Nigéria e Filipinas.
Essa foi a oitava edição da pesquisa. Ao lado do Brasil, outros nove países estão no ranking dos dez piores países para trabalhar, sendo eles:Bangladesh, Bielorrússia, Colômbia, Egito, Honduras, Mianmar, Filipinas, Turquia e Zimbábue.
Os trabalhadores que vão realizar o saque extraordinário do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço terão um novo app FGTS para utilizar. Mas, você já sabe como funciona e de que forma é possível consultar o saldo nesta nova ferramenta?
Para te ajudar, o FinanceOne preparou este texto com informações valiosas que irão te ajudar a não ter dúvidas sobre o novo app do FGTS.
O aplicativo vai possibilitar que os trabalhadores que irão realizar o saque de até R$1 mil possam consultar a disponibilidade de valor. Pelo site do gov.br, você consegue descobrir se tem direito ou não.
App do FGTS passou por instabilidades
Na última sexta-feira, 08, muitos trabalhadores relataram uma instabilidade no app FGTS, faltando até mesmo algumas funcionalidades. E isso aconteceu justamente no primeiro dia de consulta do benefício.
O que acabou aumentando ainda mais as reclamações dos brasileiros que estavam querendo saber se tinham dinheiro a ser sacado do nas contas do FGTS. E o problema foi ainda maior porque o site também ficou fora do ar.
Mas a boa notícia é que no mesmo dia que foi relatada a instabilidade no app FGTS, a Caixa Econômica lançou uma nova versão da plataforma.
O que é possível com esta nova versão?
A novidade no app FGTS se dá, principalmente, pela consulta de informações sobre o Saque Extraordinário do FGTS. Essa nova versão permite que você consulte a data prevista para receber o benefício e o valor no qual tem direito.
Além disso, você ainda poderá incluir algumas informações de cadastro para criar a sua conta poupança social, o Caixa Tem.
Novo app FGTS possibilitará consulta ao saque extraordinário que acontece de abril a junho
App FGTS permitirá que trabalhador informe se quer receber ou não o benefício
A Caixa Econômica ainda divulgou que o trabalhador poderá informar no app FGTS caso não queira sacar o Fundo de Garantia. Ao comunicar essa decisão, o dinheiro não é debitado na conta.
Outro ponto importante é que você também poderá desfazer o crédito caso ele já tenha caído na sua conta poupança social digital. Dessa forma, o dinheiro volta para a conta ativa e/ou inativa do FGTS.
Vale ressaltar ainda que caso o dinheiro caia na sua conta e você não faça nenhum tipo de movimentação até a data de 15 de dezembro deste ano, o dinheiro é devolvido para a conta do FGTS.
E isso acontece com o valor sendo corrigido e sem nenhum tipo de prejuízo ao beneficiário.
Para quem não sabe, o novo app FGTS já está disponível para download na App Store e Google Play Store.
Como consultar o saldo do FGTS?
A consulta ao saque do novo FGTS, pelo site ou app, foi liberada desde a última sexta, 8, podendo o trabalhador ver se tem direito e qual será a data do crédito.
O calendário de pagamento do valor também já foi divulgado pela Caixa Econômica Federal, sendo a partir do dia 20 de abril até o dia 15 de junho. A previsão é de haja uma retirada de aproximadamente R$30 bilhões por mais de 40 milhões de profissionais.
É importante lembrar que o crédito, assim como sempre ocorre, será feito de maneira escalonada, de acordo com o mês de nascimento do trabalhador.
1º passo: selecione “consulte aqui” no site ou app do FGTS para saber quanto vai receber e quando será recebido o seu crédito.
2º passo: coloque o seu CPF ou CNPJ.
3º passo: prossiga para a autenticação e, em seguida, será feita a validação via celular por mensagem SMS.
4º passo: você será informado de como receberá e quais os valores.
Os valores do novo saque emergencial do FGTS 2022, no valor de até R$1 mil, começarão a cair na conta dos trabalhadores no próximo dia 20 de abril. E uma dúvida que fica é: sou obrigado a sacar o valor?
Não! Nenhum trabalhador é obrigado a realizar o saque emergencial do FGTS. O objetivo do governo federal ao disponibilizar o dinheiro, é injetar aproximadamente R$56 bilhões na economia para diminuir a crise financeira.
Porém, a utilização desse dinheiro é completamente facultativa. Ou seja, uma escolha do próprio trabalhador.
O que acontece se realizar o saque emergencial do FGTS?
Se o trabalhador não realizar o saque emergencial do FGTS 2022, não acontece nada, nem se perde esse dinheiro.
Essa dúvida é comum porque, embora seja facultativo, o dinheiro será depositado automaticamente na conta da Caixa. Mas quem não tiver interesse, já pode informar isso pelo aplicativo FGTS.
Outra opção, é comparecer em uma agência física da Caixa Econômica. Neste caso, lembre-se de levar seu documento de identidade com foto e CPF.
Porém, se você decidir que não quer o saque emergencial depois que o dinheiro já tiver sido creditado na conta, também é possível resolver.
Neste caso, peça o cancelamento, também pelo aplicativo do Fundo de Garantia, até o dia 10 de novembro.
Se mesmo sem pedir o cancelamento, o trabalhador não sacar o dinheiro, o valor voltará para a conta do FGTS ao final do prazo, corrigido monetariamente.
Mas lembre-se que a conta do FGTS rende. Então é mais vantajoso tomar a decisão antes e comunicá-la ao banco.
Saque emergencial do FGTS será depositado a partir do dia 20 de abril
Quem tem direito ao saque?
Esta já é a terceira vez que o governo federal libera uma leva de saques emergenciais do FGTS. A primeira foi em 2019 e a segunda, em 2020.
E assim como das outras vezes, têm direito ao saque todos os trabalhadores com saldo na conta do FGTS, seja ela ativa ou inativa.
Na dúvida se tem saldo ou não, o trabalhador pode consultar:
Solicitando o acompanhamento por SMS ou e-mail à Caixa
A única exceção é quem optou pelo saque-aniversário, já que neste caso o saldo está bloqueado e será pago apenas no mês de aniversário do trabalhador.
Qual é o valor do saque emergencial do FGTS e o calendário?
Diferentemente do que aconteceu nos anos anteriores, desta vez o saque emergencial do FGTS é limitado a R$1 mil.
Mesmo quem tem mais de uma conta não poderá retirar mais dinheiro. Isso porque o valor total liberado é pelo total de contas. Ou seja, é até R$1 mil e nem um centavo a mais.
Os pagamentos começarão a ser creditados na conta da Caixa a partir do dia 20 de abril, seguindo o calendário conforme o mês de nascimento do trabalhador. Os saques só poderão ser realizados até 15 de dezembro.
MÊS DE ANIVERSÁRIO
DEPÓSITO
Janeiro
20 de abril
Fevereiro
30 de abril
Março
4 de maio
Abril
11 de maio
Maio
14 de maio
Junho
18 de maio
Julho
21 de maio
Agosto
25 de maio
Setembro
28 de maio
Outubro
1 de junho
Novembro
8 de junho
Dezembro
15 de junho
(Fonte: Caixa Econômica Federal)
Caso o titular tenha mais de uma conta vinculada, a ordem de preferência para o saque é: contas inativas primeiro, começando pela que tiver menor saldo.
O prazo para declarar o Imposto de Renda segue até 31 de maio. No entanto, muita gente ainda tem dúvida quanto às regras. Uma delas é se as moedas virtuais também deverão ser declaradas e como declarar criptomoedas.
Essa não é a primeira vez que essa dúvida surge na vida dos contribuintes, uma vez que já em 2017 este mercado começou a ganhar visibilidade e muita gente ainda não sabia como proceder.
Como ainda está recente, as indagações permaneceram e o FinanceOne resolveu te ajudar a entender um pouco mais como funciona.
Para tirar logo a dúvida, antes mesmo de explicar, a resposta é sim! As criptomoedas precisam ser declaradas no Imposto de Renda pelos contribuintes.
Embora ainda não sejam regulamentadas, isso não as exime do famoso Leão. Se você pensa que só porque não são reguladas pelo governo brasileiro, estão isentas, está bem enganado.
Antes de começar a entender como funciona e também o procedimento que é realizado para declará-las, é preciso entender e saber o que são as criptomoedas. Para você que pensa que é apenas uma moeda digital, saiba que o conceito vai muito além disso.
Um dos principais diferenciais das criptomoedas é permitir transações bem mais seguras do que o normal. Basicamente, é um código virtual que é convertido em valores reais. A negociação ocorre pela internet.
Ela utiliza o recurso da criptografia, diferente das moedas tradicionais. Isso garante uma maior dificuldade de burlar o sistema, pois os códigos são bem mais complexos.
As criptos foram inventadas por programadores, sendo uma sequência única de letras e números podendo ser alterada por meio da internet.
Não há um controle exclusivo, mas de vários servidores simultaneamente. Uma das criptomoedas mais famosas é o Bitcoin.
Como declarar criptomoedasno Imposto de Renda 2022?
Agora que você já sabe o que são as criptomoedas, precisa entender como deve declará-las no Imposto de Renda.
A primeira informação importante é que a Receita Federal introduziu neste ano novos códigos para declarar as diferentes classes de criptoativos, para quem tem mais de R$5 mil nesses ativos.
Novos códigos para declarar as criptos:
CÓDIGO
CRIPTO
01
Bitcoin (BTC)
02
Outros criptoativos, ou altcoins, incluindo Ether (ETH), Ripple (XRP) e Litecoin (LTC)
03
Stablecoins, como Tether (USDT) e USD Coin (USDC)
10
NFTs (tokens não-fungíveis), como artes digitais ou itens do jogo Axie Infinity
99
Outros criptoativos, como payment tokens e utility tokensOutros criptoativos, como payment tokens e utility tokens
Passo a passo para declarar
1º passo: preencha a ficha de “Bens e Direitos” do Imposto de Renda com os dados da operação. É preciso colocar o código referente ao ativo digital.
2º passo: no tópico seguinte que se refere à localização, você precisará informar se comprou as criptomoedas em uma corretora do Brasil ou no exterior.
3º passo: em seguida, no item de discriminação, será preciso colocar qual criptomoeda foi comprada, a quantidade de moedas virtuais e o nome da corretora que realizou toda a transação, data, o valor (no momento da compra, não o atual).
Caso a compra tenha sido realizada com uma pessoa física, você deverá colocar o nome e o CPF.
O CNPJ da empresa onde os ativos estão custodiados também será solicitado. Se for em uma wallet, declare o modelo da carteira (Ledger Nano S ou Trezor T, por exemplo).
4° passo: por último, é necessário preencher os itens “Situação em 31/12/2020” e “Situação em 31/12/2021” com o valor pago na aquisição das moedas virtuais que estavam sob custódia nessas datas.
Seguindo esse passo a passo, você conseguirá declarar criptomoedas no seu Imposto de Renda sem maiores dificuldades.
Contribuintes também precisam declarar criptomoedas no Imposto de Renda
Quanto de imposto é preciso pagar?
Para esse tipo de transação, é preciso se atentar também quanto às taxas de impostos e juros. Caso o valor seja até R$35 mil, é considerado um acúmulo pequeno, o que não necessita pagar imposto de ganho de capital.
Entretanto, se for superior a este valor, é preciso arcar com o imposto. O valor deverá ser pago até o último dia do mês seguinte à data que ocorreu a venda. Confira as informações abaixo e fique de olho nos números.
– 15% sobre a parcela dos ganhos que não ultrapassarem R$5.000.000,00;
– 17,5% sobre a parcela dos ganhos que excederem R$5.000.000,00 e não ultrapassarem R$10.000.000,00;
– 20% sobre a parcela dos ganhos que excederem R$10.000.000,00 e não ultrapassarem R$30.000.000,00;
– 22,5% sobre a parcela dos ganhos que ultrapassarem R$30.000.000,00.
Perdeu criptomoedas? Também é preciso declará-las
Todas as movimentações que são realizadas com as moedas virtuais, sejam elas compra, venda ou perda de dinheiro, deverão ser declaradas no Imposto de Renda.
Se você realizar uma venda total do Bitcoin por um valor inferior ao da compra, não deverá pagar nenhum tipo de imposto.
Já no caso de perda, não há um campo no site da Receita Federal para lançar essa informação. Por isso, é preciso realizar uma análise da variação patrimonial para que você não informe os valores errados na hora de realizar a declaração.
Dicas importantes ao declarar criptomoedas
– Se você adquiriu criptomoedas há um tempo, mas só agora se deu conta que nunca foram declaradas, é possível retificar as declarações realizadas nos últimos cinco anos. Fique atento a esse prazo e como o procedimento é feito para incluí-las.
– É preciso ficar atento, pois a receita tem um período de cinco anos para rever as suas declarações. Caso em um único mês você tenha realizado vendas acima de R$35 mil poderá ter que pagar multas e juros por ganho de capital.
– Se você recebe as criptomoedas como pagamento de algum serviço prestado para uma empresa, o procedimento a ser adotado é o mesmo para os ganhos obtidos através de mineração.
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