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Juros compostos: saiba o que são e como calcular

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Vários símbolos de cifrão em branco e porcentagem em vermelho

Você certamente já ouviu falar nos juros compostos. Contudo, você sabia que mesmo desconhecendo o seu funcionamento, acabamos sendo impactados por eles quase diariamente.

Eles são muito importantes para o mercado financeiro, em específico, e para a matemática financeira como um todo. Inclusive, a sua no dia a dia.

Por exemplo, quando você faz uma compra parcelada com juros, por exemplo, eles servem para compensar o vendedor. Outro cenário onde ele pode ser visto é quando você atrasa o pagamento da fatura do cartão de crédito.

Portanto, como você pôde perceber, os juros compostos podem ser inimigos de quem atrasa o pagamento do cartão de crédito ou faz empréstimos com frequência. Entretanto, apesar disso, eles também podem ser ótimos aliados para as pessoas que investem.

Contudo, é importante descartar que existe uma diferença entre os juros simples e os juros compostos. De modo geral, os juros simples são calculados de acordo com o valor total da operação e são mais comuns nas transações diárias.

Já o juros compostos, também chamado de juros sobre juros, é calculado sobre o valor total da operação mais o valor do juros simples e são comuns em investimentos de longo prazo.

Como calcular?

Para calcular os juros compostos, utiliza-se a expressão:

Juros (J) = Capital Inicial (C) x taxa de juros (i) x tempo de aplicação (t). De forma resumida: J=C.i.t.

Por ser calculado a partir de um valor inicial, há aqui uma grande diferença com relação aos juros compostos. Pois ocorre que o seu valor será constante ao longo do tempo.

Ou seja, em uma aplicação de R$1000,00, com taxa de 3%, você tem rendimento de R$30 ao mês. Ao longo de 12 meses o seu lucro chega a R$360,00, assim você parte do valor inicial para R$1360,00 reais de patrimônio.

Onde posso aplicar?

Como dito anteriormente, os juros compostos são muito utilizados para diversas finalidades. Saiba onde você pode aplicar.

1 – Investimentos:

Existem diversas formas de investimento com diferentes taxas e condições. Mas em geral, você faz o dinheiro trabalhar por você, pois ele fica rendendo os juros sobre juros. É uma opção que funciona melhor a longo prazo.

2 – Financiamentos

Se você é quem está pagando o financiamento, é preciso ter atenção. As taxas de juro composto podem ser uma armadilha para quem não entende o conceito. A não ser que seja você quem ofereça o financiamento.

3 – Empréstimos

O mesmo vale para empréstimos com base no juro composto. Como os juros se acumulam às parcelas, é preciso ter cuidado.

É nesse tipo de empréstimo que muitas pessoas criam dívidas enormes e levam quase a vida toda para pagar. Agora, se você é quem oferece o empréstimo, as chances de sair ganhando são bem maiores.

Quais investimentos utilizam os juros compostos?

Os juros compostos são excelentes como forma de remuneração em aplicações financeiras. Diversas modalidades rendem juros compostos.

Ou seja, é um jeito de fazer com que seu dinheiro trabalhe por você. Confira, logo abaixo, os investimentos que pagam dessa forma:

imagem sobre planejamento e investimento
Os juros compostos são recorrentes nas relações comerciais, nas compras parceladas a longo prazo, nos investimentos, nos empréstimos e até mesmo no simples atraso do pagamento de contas

1 -Tesouro Direto

Os títulos do Tesouro Direto são alternativas para quem quer investir com um risco muito baixo. Na prática, é como se você emprestasse seu dinheiro para o governo em troca de uma aplicação que está atrelada à taxa Selic ou ao IPCA, por exemplo.

Existem várias opções disponíveis e as datas de vencimento variam. Então, dá para você pesquisar bem e encontrar um título público que se adeque às suas expectativas.

2 – CDB

O Certificado de Depósito Bancário (CDB) é um título emitido por bancos que usam esse dinheiro para realizar empréstimos a outros clientes. Os juros pagos pelo CDB variam de acordo com a instituição financeira, mas normalmente estão atrelados ao CDI.

Vale lembrar que esse tipo de título é protegido pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC) e, portanto, pode ressarcir quem investe até determinado valor em caso de falência e outros problemas específicos com a instituição emissora.

3 – LCI

A LCI é a Letra de Crédito Imobiliário e foi criada para fomentar as atividades desse setor. O Imposto de Renda não incide sobre esse investimento, o que pode deixar sua rentabilidade ainda mais interessante.

Também tem a proteção do FGC, mas existe um ponto de atenção: geralmente, requer uma aplicação inicial mais alta do que outras opções.

4 – LCA

Trata-se da Letra de Crédito do Agronegócio, que é bastante semelhante à LCI. A diferença é que, como o próprio nome indica, a LCA está ligada ao setor de agronegócio.

5 – Ações

No mundo das ações, e da renda variável como um todo, o funcionamento dos juros compostos é indireto. Dessa forma, não é possível prever os rendimentos que você terá na hora de investir na Bolsa de Valores.

Por isso, essa modalidade demanda análise cuidadosa e paciência, mas é uma ótima opção para fazer seu dinheiro render se você souber investir com estratégia.

Gostou do artigo? Confira como identificar juros abusivos e o que fazer

Vale Gás SP: como se cadastrar e quem tem direito?

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Dória com máscara de proteção preta falando no microfone no evento do programa Vale Gás

Muitos brasileiros foram afetados com a crise econômica em função da Covid-19. Além disso, o aumento no preço dos alimentos e combustíveis têm pesado cada vez mais no bolso dos brasileiros. Por esse motivo, o governador do Estado de São Paulo, João Doria, divulgou nesta quinta-feira, 17, o vale gás SP.

O novo programa de proteção social do Governo de São Paulo vai beneficiar cerca de 500 mil pessoas em situação de alta vulnerabilidade em todo estado. O anúncio se deu após a Petrobrás divulgar o novo aumento no gás de cozinha na última segunda-feira.

O vale gás SP é uma iniciativa inédita que vai garantir a compra de botijão de gás de cozinha (GLP 13kg). Essa também é uma forma de levar mais dignidade para mais de 100 mil famílias carentes em todo o estado de São Paulo.

É importante ressaltar que o programa será gerido pela Secretaria de Desenvolvimento Social e receberá um investimento superior a R$31,3 milhões. Isso permitirá alcançar um total de 82 municípios.

“Este é um dos mais importantes programas que nós já lançamos aqui, porque muda a vida de muita gente. Por isso, estamos fazendo um programa para atender meio milhão de pessoas aqui no Estado de São Paulo. É um enorme esforço que estamos fazendo para ajudar quem mais precisa”, destacou Doria.

Saiba quais municípios serão beneficiados pelo Vale gás SP

De acordo com o governador do estado de São Paulo, serão 82 municípios beneficiados pelo programa vale gás SP. O FinanceOne separou alguns, confira abaixo!

-> Americana;

-> Amparo;

-> Atibaia;

-> Bananal;

-> Barueri;

-> Bauru,

-> Bertioga;

-> Campinas;

-> Campos do Jordão;

-> Cubatão;

-> Diadema;

-> Guarujá;

-> Osasco;

-> Ribeirão Preto.

Para saber a lista completa dos municípios, acesse o site do estado de São Paulo.

Qual será o valor do Vale gás SP?

De acordo com o governo de São Paulo, os beneficiários receberão o valor de R$100 a cada dois meses, entre julho e dezembro de 2021. A previsão é realizar o pagamento da primeira parcela do benefício em 20 de julho.

+ 5 maneiras de economizar gás para cozinhar

Com essa informação, serão pagas exatas três parcelas do benefício a exatas 104.340 famílias em situação de pobreza ou extrema pobreza. Estas, moram em comunidades carentes e favelas (classificadas como aglomerados subnormais).

“Com essa iniciativa, o Governo de São Paulo dá mais um passo importante para garantir a proteção social e segurança alimentar de famílias em maior fragilidade frente aos desafios impostos pela pandemia”, foi o que disse a Secretária de Desenvolvimento Social do Estado de São Paulo, Célia Parnes.

Quem terá direito ao Vale Gás SP?

Agora você deve estar se perguntando quem terá direito ao benefício denominado Vale Gás SP, né? O FinanceOne revela para você agora!

O Governo de São Paulo confirmou que a quantia será paga aos inscritos no CadÚnico (sem Bolsa Família) e com renda mensal per capita de até R$178. 

Se você quiser ter a certeza se faz parte do programa ou não, basta entrar no site oficial do Vale Gás e consultar a elegibilidade ao benefício. A organização confirma que o site já está disponível e para consultar basta digitar o número do NIS (Número de Inscrição Social) para ter acesso às informações.

É por ser destinado aos inscritos no CadÚnico que o governo de SP sabe exatamente a quantidade de famílias que serão beneficiadas. 

Gostou de saber dessa novidade? Essa é mais uma medida para amenizar os impactos da pandemia da Covid-19. Então, compartilhe para que mais pessoas tenham acesso e saibam.

Entenda a diferença entre ações e ETFs

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imagem de gráfico com oscilação em linhas
ETF é um investimento em que você aplica em uma cesta de ações de diversas empresas

Quem é investidor está sempre diversificando as suas aplicações, já que essa é uma forma de minimizar os riscos de perder tudo em um investimento. E nessas horas sempre surgem algumas dúvidas. Uma delas é: “qual a diferença entre ações e ETFs?”

Mas antes de qualquer coisa é necessário saber o que são as ações e os ETFs, para depois entender a diferença entre ações e ETFs. Além de saber as vantagens e desvantagens de cada um desses investimentos na hora de aplicar o dinheiro.

É importante frisar que antes de realizar aplicações, é necessário pesquisar sobre o investimento. Além de avaliar o retorno que ele irá lhe oferecer e se está dentro do seu perfil de investidor.

Isso tudo deve ser levado em consideração no momento de investir.

Saiba o que são ações e ETFs

Para entender a diferença entre ações e ETFs, a primeira coisa a ser feita é saber o que é cada um desses investimentos.

Vamos falar de cada uma separadamente, para ficar mais fácil de entender esses dois tipos de aplicação.

As ações representam uma parcela ou fração do capital social de uma empresa. É como se fosse um pedaço da empresa. E ao comprar uma ação o investidor acaba tornando-se sócio da empresa.

Sendo assim, o investidor que comprou a ação passa a correr os riscos desse negócio. Assim como participa dos lucros e prejuízos, como qualquer outro empresário.

imagem contém gráfico e calculadora
Saber a diferença entre ações e ETFs é fundamental para quem investe

As empresas vendem ações para expandir os negócios. E essa é uma forma de conseguir o dinheiro para isso. Vale ressaltar ainda que qualquer pessoa pode adquirir as ações – ou títulos – passando a integrar o grupo de acionistas da companhia.

O dinheiro adquirido pode ser utilizado como investimento e para elevar o valor de mercado da companhia.

Já os ETFs, que também são conhecidos como fundos de índice, são fundos compostos por uma cesta de ações diversificadas. Estas seguem a rentabilidade de índices conhecidos, como por exemplo o Ibovespa e o S&P500.

Os ETFs podem ser uma opção para quem está começando a investir no mercado, para quem quer diversificar e pagar taxas menores.

Esse tipo de investimento representa um conjunto de ações, que garantem que o investidor adquira papéis de várias empresas de uma única vez.

Qual a diferença entre ações e ETFs?

Agora que você já sabe o que significa cada um desses investimentos, está na hora de descobrir a diferença entre as ações e ETFs.

Para começar, o fundo de ação tradicional tem gestão ativa. Sendo assim, o objetivo é ter rentabilidade maior do que os índices de referência do mercado.

Enquanto o ETF é um fundo de gestão passiva, já que segue o retorno dos seus índices de referência. Dessa forma, se um ETF segue o Ibovespa ele subirá, aproximadamente, 20% se o Ibovespa subir esse mesmo percentual.

Além disso, o mínimo para se investir em ETFs é uma unidade e para aplicar nesse produto, é necessário abrir uma conta em uma corretora.

Depois será preciso escolher qual ETF comprar e enviar uma ordem, que está sujeita a corretagem. Vale lembrar que os ETFs têm uma taxa de administração.

Com as ações o gestor escolhe em quais vai investir, qual o melhor momento de compra, venda ou até mesmo troca de ações. Elas também contam com taxas de administração e ainda cobram taxas de performance.

Ambos os investimentos estão sujeitos ao Imposto de Renda de 15% sobre o ganho de capital. A diferença é somente na forma de cobrança.

Enquanto as ações cobram o imposto direto na fonte, no ETFs, você deve pagar a DARF até o último dia útil do mês subsequente à venda.

As vantagens das ações e dos ETFs

Além da diferença entre ações e ETFs, outro ponto a ser levado em consideração são as vantagens que cada investimento irá lhe proporcionar.

Conheça os benefícios de ambas as aplicações abaixo.

Vantagens de investir em ações

-> Acesso ao Home Broker: sistema que as corretoras disponibilizam para seus clientes investirem em ações. Você pode enviar ordens de compra e venda de um determinado ativo;

-> Sócio de grandes empresas: você se torna de sócio de uma companhia, podendo lucrar de acordo com o crescimento dela;

-> Potencial de rentabilidade: é um investimento de renda variável com um grande potencial, apesar de não oferecer resultados acima da inflação;

-> Resultados rápidos: os resultados aparecem mais rápidos, já que você ganha com os lucros da empresa na qual obteve as ações.

Vantagens de investir nos ETFs

-> Diversificação: um ETF é composto por uma cesta de ações idêntica ao índice de referência escolhido. Ele protege o investidor de potenciais perdas vinda de uma única ação;

-> Baixo custo: fundos tradicionais normalmente cobram de 2% a 3% de taxa de administração e alguns têm taxa de performance de 20%. Já os ETFs cobram entre 0,20% a 0,80% ao ano, sem performance;

tela de investimento em ações
ETF’s também podem ser conhecidos como fundos de índice

-> Transparência: o investidor sabe que o retorno da aplicação será igual ao índice de referência e não irá depender da capacidade do gestor de superá-lo;

-> Variedade: na BM&Bovespa são negociados cerca de 15 ETFs diferentes;

-> Facilidade: este investimento é negociado na Bolsa de Valores, como uma ação, sendo assim tem uma liquidez maior. É possível aplicar com cerca de R$200.

+ ETF de Criptomoedas: o que é e como funciona

Descubra como investir em ETFs

Se você quer começar a investir em ETFs, a primeira coisa a ser feita é abrir uma conta em uma corretora de investimentos. Isso é necessário porque as negociações das cotas acontecem na Bolsa de Valores.

E para escolher uma boa corretora, você precisa levar em consideração alguns aspectos como os custos de operação, a qualidade da plataforma, o suporte para dúvidas, a variedade de opções de investimentos, entre outros.

Para quem vai abrir uma conta, os principais documentos necessários são identidade e CPF, que normalmente podem ser encaminhados para a corretora por e-mail. Está com a conta aberta?

Então é só transferir o dinheiro para começar a operar. É importante ressaltar que a escolha do ETF precisa ter alguns critérios. Um dos mais importantes é avaliar se o produto está adequado ao seu perfil de investidor de risco.

Um exemplo é a renda variável que pode ter muitas oscilações nas cotas e que em grande parte são aplicações de longo prazo. Por isso, você precisa avaliar se está disposto a ter o investimento aplicado por muito tempo e com algumas oscilações de ganhos e perdas.

Uma informação que pode te ajudar é que existe uma variedade de ETFs, com diferentes tipos de indicadores do mercado, vale a pena dedicar algum tempo a estudar as perspectivas para cada um.

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Grupo de Pix é golpe? Saiba como funciona e fique atento

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Homem segurando celular com imagem de PIX na tela

Nas redes sociais, grupos que prometem “ganho extra” investimento apenas R$1 vem seduzindo muitos internautas. Em anúncios de grupos no Facebook, uma usuária fez o convite: “quer ter retorno financeiro investindo pouco? Vem fazer parte do nosso grupo Pix no WhatsApp”. Logo em seguida, a usuária apagou a postagem feita.

Além disso, buscas rápidas por “grupo de Pix” no Twitter e no Instagram, por exemplo, retornam numerosas postagens tratando do assunto.

O Banco Central, que criou o Pix, já avisou que está de olho e alerta que as pessoas devem ter com o Pix os mesmos cuidados necessários para proteção de outros meios de pagamentos, como cartões e contas bancárias.

Saiba como funciona grupo de Pix 1 real

Os chamados “grupos de Pix 1 real” no WhatsApp são organizados por regras. Normalmente, você é convidado por uma pessoa e, ao entrar, precisa enviar o comprovante de pagamento. Não é permitida, no entanto, a transação de dinheiro dentro do grupo.

Após pagar a entrada, a pessoa vira administradora da conversa coletiva, e pode chamar mais interessados para receber diretamente na conta os Pix de R$1 por cada recrutamento bem-sucedido.

A ideia é que integrantes chamem mais gente para o grupo, para acumular os R$1 de cada convite aceito. 

Tweet de uma pessoa sobre o grupo Pix de R$1
Grupo Pix de R$1 diz ser um ”investimento” que promete retorno rápido (Foto/Reprodução: Twitter)

Os grupos seduzem os participantes com falsas promessas de lucros, como “você consegue receber Pix toda hora” e, além disso, menciona valores de investimentos sem garantia do que pode acontecer.

+ Pirâmide financeira: o que é e como identificar?

Especialistas apontam sobre golpe financeiro

Para especialistas, o que é apresentado como uma oportunidade de dinheiro fácil e rápido no grupo de Pix, no entanto, pode ser de fato mais um golpe, a chamada pirâmide financeira.

A pirâmide financeira é um modelo de negócio que funciona da seguinte maneira: em linhas gerais, ela atua através da indicação de novos membros “no negócio”.

Quem participa, além de se expor a alguns riscos, como roubo de dados, perda do dinheiro e ter o WhatsApp clonado, ainda pode responder a inquérito criminal e ser preso.

Isso porque a prática de pirâmide financeira é enquadrada pela Justiça como crime contra a economia popular.

O art. 2º, da Lei 1.521/51, fala em: “obter ou tentar obter ganhos ilícitos em detrimento do povo ou de número indeterminado de pessoas mediante especulações ou processos fraudulentos (“bola de neve”, “cadeias”, “pichardismo” e quaisquer outros equivalentes)”.

+ É possível agendar uma transferência via Pix?

O Código Penal também fala sobre a prática. De acordo com o Código, os participantes do esquema podem ser condenados por estelionato com pena de reclusão, sendo de um a cinco anos, além de multa, conforme o artigo 171.

artigo descreve que: “obter, para si ou para outrem, vantagem ilícita, em prejuízo alheio, induzindo ou mantendo alguém em erro, mediante artifício, ardil, ou qualquer outro meio fraudulento.”

O Banco Central orienta para desconfiar sempre que uma “oferta parecer boa demais para ser verdade, como ganhar muito dinheiro chamando pessoas para transferirem dinheiro sem motivo algum e ganhar uma parte desses valores”.

Anunciado em 2020, o Pix é o novo sistema de pagamentos instantâneos elaborado pelo BC.

O objetivo é facilitar as movimentações bancárias, tais como: transferências, pagamentos e recebimentos, em qualquer horário ou dia da semana. Além disso, não há limite para a quantidade de transações.

Gostou do nosso conteúdo? Então continue navegando pelo nosso site e saiba agora mesmo quais são os outros golpes praticados com o Pix. Assim, você fica ainda mais por dentro do assunto e não cai golpes financeiros.

Débito automático: descubra o que ocorre se não tiver dinheiro na conta

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Calculadora e caneta em cima de vários boletos e papéis de contas

Uma das alternativas de realizar o pagamento de contas é usando o débito automático em conta. Dá para fazer isso com alguns tipos de boletos, como contas de água, telefone, energias e, em alguns casos, faturas do cartão de crédito.

De forma resumida, o débito automático permite que o valor a ser pago de determinada conta seja descontado automaticamente do saldo disponível, sem que a pessoa tenha que tomar alguma ação – seja entrando no aplicativo da instituição financeira, seja enfrentando filas para pagamentos dos boletos.

Mas como funciona o débito automático, na prática? Vale a pena? O que acontece se não tiver dinheiro na conta? Abaixo, veja as respostas para essas e outras dúvidas.

Como funciona o débito automático e como pedir?

Quando temos contas mensais, como água, conta de luz, telefone, aluguel etc, precisamos todo mês realizar esse pagamento, certo? Em razão disso, o débito automático serve para você programar uma conta a ser paga na data escolhida.

Ou seja, quando chega o dia, o valor é automaticamente debitado do saldo disponível na conta corrente, conta salário ou conta de pagamentos escolhida. 

Mas para que o débito possa ser usado, é necessário que o titular da conta bancária autorize essa operação e peça à instituição financeira da conta onde o débito será feito.

Vale lembrar que o titular tem o direito de cancelar essa forma de pagamento quando quiser. Além disso, o cancelamento da conta bancária também implica no cancelamento do débito automático.

Não são todas instituição que operam com débito – e nem todas as empresas que receberão os recursos da conta são autorizadas pelo Banco Central para receber via débito automático.

mulher verificando dinheiro na conta pelo app
Colocar as contas em débito automático pode ser um enorme adianto. Mas saiba o que ocorre se não houver dinheiro em conta

O que acontece se não houver dinheiro na conta?

Ao cadastrar uma conta em débito, como explicamos, você está optando por pagá-la com cobrança direto na sua conta, todo mês. A realização do débito automático, portanto,  é condicionada à existência de saldo em conta.

Por isso, é necessário ter o valor disponível no saldo da conta. Caso contrário, é possível que o pagamento não seja feito ou que, para quem possui esse produto disponível, seja usado parte do cheque especial.

Além disso, não existe um horário determinado para que o débito seja feito. Ou seja, ele pode ocorrer nas 24 horas do dia escolhido.

No entanto, na maioria das vezes em que a data para pagamento cai aos finais de semana, ele é antecipado para o último dia útil anterior. Mas isso pode variar de acordo com a instituição financeira.

Por isso, você não deve cadastrar uma conta em débito automático e esquecer de ter saldo para realizar o pagamento.

Além disso, faça um acompanhamento periódico da conta. Mantenha atenção à inclusão do débito nos lançamentos previstos da conta e a posterior efetivação da cobrança, que aparecerá no extrato da conta.

Vantagens do débito automático

Separamos as três principais vantagens desse meio de pagamento:

  • Não atrasar o pagamento da conta;
  • Não se esquecer de realizar o pagamento ou se preocupar com aquela despesa;
  • Normalmente, é uma função gratuita e sem cobranças adicionais.

Desvantagens do débito automático

O débito automático também pode ter as suas desvantagens – que, se não houver cuidado, podem passar despercebidas. São elas:

  • Cobranças indevidas, por exemplo, com valor errado;
  • Falta de controle financeiro: quanto mais contas você coloca no débito, mais fácil fica de se enrolar;
  • Não ter o dinheiro necessário para debitar o valor: quem não tem uma boa organização, pode correr o risco de não ter dinheiro para cobrir aquela conta no fim do mês.

    + Como saber se o Cartão Santander foi aprovado pelo banco

Mas afinal, vale a pena utilizar o débito automático?

Se o banco do qual você tem conta não cobra taxas pelo serviço e você não gosta de encarar longas filas para fazer o pagamento dos boletos, então vale a pena optar pelo débito automático.

A principal dica nesse caso é que ao utilizar o serviço, verifique sempre o seu extrato, acompanhando o saldo, as datas de débito e os valores.

Ou seja, é preciso ter alguns cuidados e atenção se você pensa em usar o débito automático – a maioria relacionada a ter um planejamento financeiro eficiente e ao acompanhamento dos seus gastos e extrato.

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Copom eleva Selic para 4,25% ao ano. Entenda o que muda

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Gráficos de ações em tons de verde

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu na noite de quarta, 16, elevar a taxa básica de juros da economia, conhecida como Selic. O aumento foi de 0,75 ponto percentual, passando de de 3,50% para 4,25% ao ano. Este é o maior patamar registrado desde o início de fevereiro do ano passando, quando a Selic estava em 4,50% ao ano.

Para a tomada de decisão, o Banco Central considerou que a pressão inflacionária “revela-se maior que o esperado”, principalmente entre os bens industriais.

Além disso, a piora do cenário hídrico sobre as tarifas de energia elétrica contribui para manter os preços em alta no curto prazo, apesar da recente valorização do real frente ao dólar.

O Copom ainda deixou em aberto a possibilidade de um novo aumento na próxima reunião, marcada para daqui a 45 dias. Se a previsão se cumprir, os juros saltarão para 5% ao ano, mesmo percentual vigente em dezembro de 2019.

A decisão já era esperada pela maior parte dos analistas do mercado financeiro, que previa aumento de 0,75 ponto percentual da Selic. Uma outra parte, no entanto, chegou a estimar elevação maior, de 1 ponto, para 4,5%.

Selic tem terceira alta seguida no ano

Esta é a terceira reunião consecutiva em que o BC decide pela alta.

Antes disso, os juros passaram sete meses — de agosto de 2020 a março de 2021 — em seu patamar mínimo histórico de 2% ao ano, ainda na direção das preocupações sobre os efeitos da pandemia da Covid-19 no Brasil e no mundo.

Foram quatro reuniões do Copom sem alterações na Selic até o aumento anunciado em março para 2,75%.

Aumento da Selic nas últimas quatro reuniões

  • 20 de janeiro de 2021: 2% ao ano;
  • 17 de março de 2021: 2,75% ao ano;
  • 5 de maio de 2021: 3,50% ao ano;
  • 16 de junho de 2021: 4,25% ao ano.
tela do gráfico Selic
Aumento da Taxa Selic para 4,25% ao ano já era esperado por analistas financeiros

Qual a relação entre a taxa de juros e inflação?

Os juros são usados pelo Banco Central como uma ferramenta para tentar controlar a inflação ou estimular a economia.

Por isso, quando a inflação está alta, o BC eleva os juros para reduzir o consumo e forçar os preços a caírem. Contudo, quando a inflação está baixa, o BC derruba os juros para estimular o consumo.

A meta para este ano é que a inflação seja de 3,75%, mas há uma tolerância de 1,5 ponto percentual para cima e para baixo. Ou seja, pode variar entre 2,25% e 5,25%.

Em 2020, por exemplo, a inflação fechou em 4,52%, a maior desde 2016, a qual apresentou 6,29%, e acima do centro da meta do governo para 2020, de 4% ao ano.

Quais são as consequências com a alta da Selic?

O processo de aumento dos juros, que teve início em março e deve prosseguir nos próximos meses, segundo especialistas financeiros, gera algumas consequências para a economia, entre as quais:

  • Reflete nos juros cobrados pelos bancos, os quais já vêm sendo pressionados pelos “riscos fiscais” – aumento de gastos públicos. E, além disso, tem a previsão de alta da inadimplência dos clientes;
  • A alta dos juros aumentam a remuneração das aplicações financeiras no Brasil, estimulando o ingresso de recursos na economia e reduzindo as pressões de valorização do dólar;
  • O aumento na taxa Selic gera elevação de despesas com juros da dívida pública;
  • O crescimento da Selic também influencia, de forma negativa, o consumo da população e os investimentos produtivos. Ou seja, pode impactar, diretamente, o emprego e a renda dos brasileiros.

A próxima reunião do Copom está marcada para os dias 3 e 4 de agosto, quando é esperado um novo aumento da Selic em 0,75 ponto percentual.

“Para a próxima reunião, o Comitê antevê a continuação do processo de normalização monetária com outro ajuste da mesma magnitude”, escreveu o comitê. O Copom, no entanto, não descartou uma alta maior, caso a inflação continue subindo.

Este conteúdo te ajudou? Então continue acompanhando as notícias acerca do mercado financeiro aqui no FinanceOne e fique por dentro de tudo!

Saiba se fundo multimercado vale a pena e como funciona

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Homem medindo gráfico em uma tela grande

Fundo multimercado é uma boa opção para quem deseja diversificar um portfólio de aplicações. É comum encontrar fundos multimercado que aplicam em:

  • Ações;
  • Títulos públicos;
  • Títulos de renda fixa pré e pós-fixados (como CDB, LC, etc);
  • Títulos de renda fixa que remuneram inflação mais juros
  • Ativos atrelados às moedas estrangeiras.

Na modalidade, o responsável pela compra, venda ou permanência de ativos é o gestor do fundo. Normalmente, esse papel é cumprido por uma equipe especializada. Essas decisões, por sua vez, são embasadas em um conjunto de políticas pré-determinadas.

Contudo, os investidores podem revisar essas políticas na documentação do fundo. Assim, é possível decidir se elas estão em alinhamento com seus objetivos financeiros e estratégias de investimento.

7 modalidades de fundos multimercado

O fundo multimercado pode adotar diversas estratégias ou formas de alocação de ativos. Elas vão desde o investimento em renda fixa até o uso de instrumentos complexos como derivativos.

É a partir dessas estratégias que os fundos são divididos em categorias. Veja, a seguir, as principais modalidades, de acordo com a classificação da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima).

1 – Arbitragem

Contando com diversas classes de ativos e operam as distorções do mercado. É possível comprar uma ação brasileira e vender juros americanos buscando um fechamento de uma distorção nos preços históricos entre esses dois ativos.

2 – Macro

Também conta com diversas classes de ativos, são direcionais e de longo prazo. Servem para definir as estratégias de aplicação baseadas na antecipação de movimentos macroeconômicos que consigam determinar os preços futuros dos ativos, seja este de juros, câmbio, moedas, renda fixa.

3 – Multiestratégia

Possui diversas classes de ativos e tem como foco a adoção de várias estratégias. Após uma uma profunda análise global de risco e retorno as decisões de investimento consideram o ambiente macroeconômico e a situação dos ativos em si mesma.

4 – Multigestor

É outro que proporciona diversas classes de ativos, possibilitando investimentos em mais de um fundo de gestores diferentes. A finalidade é proporcionar mais especialização na gestão de cada ativo, aumentando as possibilidades retorno positivo.

5- Trading

Servem para explorar oportunidades de ganhos providas por movimentos de curto prazo nos preços dos ativos. Possibilita diversas classes de ativos.

6- Long & Short – Direcional:

Aqui, o risco da renda é variável e a estratégia é montar posições compradas e vendidas de forma simultânea. O objetivo é vender primeiro para comprá-las quando os preços caírem, gerando lucro em uma operação inversa.

7 – Long & Short – Neutro:

Também contém risco de renda variável e posições compradas e vendidas simultaneamente, porém, com outra finalidade: garantir uma operação mais cautelosa do que a Long & Short Direcional.

8 – Long Biased:

Como os dois anteriores, possui renda variável e posições compradas e vendidas de forma simultânea. A diferença é que não existe obrigação de ficar com posições vendidas, dando liberdade ao gestor conseguir posicionar toda a sua carteira em compras.

9 – Juros e moeda:

Contém diversas classes de ativos e é mais voltada para investidores que desejam aderir a estratégias de longo prazo ligadas ao investimento em ativos de renda fixa atrelados ao índice de preços, risco de juros e moeda estrangeira.

10 – Estratégia específica:

São focados primordialmente no desenvolvimento de estratégias com riscos mais específicos. Como outras subdivisões, oferece diversas classes de ativos.

11 – Balanceados:

Não há alavancagem e as estratégias são pensadas a longo prazo, pois buscam investimentos diversificados e deslocamentos táticos entre diversos ativos.

12 – Capital Protegido:

Também há alavancagem e é voltada à proteção (hedge) total ou parcial do principal investido.

13 – Crédito Privado:

Com risco de renda fixa, não há alavancagem e o investimento é realizado em ativos de crédito, como títulos privados como CDB, LCA, debêntures e outros instrumentos do mesmo gênero.

14 – Crédito Estruturado:

Também com risco de renda fixa, a finalidade é investir em ativos de crédito estruturado e operações de FIDCs de lastros diversos, securitização, letras financeiras, entre outros. Indicado principalmente para quem está iniciando uma trajetória no fundo multimercado.

gráfico com moedas
Fundo multimercado é uma alternativa interessante de investimento para quem procura diversificar sua carteira de ativos

Principais custos envolvidos com o investimento

É preciso ter em mente que esses são investimentos com incidência de Imposto de Renda. A alíquota é paga pelo investidor no momento do resgate do dinheiro aplicado, ou então, na data do come-cotas.

O Imposto de Renda já é retido na fonte, e o montante é retido na fonte.

O Imposto de Renda incidente é regressivo, de acordo com o prazo da aplicação. A alíquota varia entre 22,5% (aplicações de até 180 dias) e 15% (para investimentos com prazo superior a 720 dias).

Para fundos de longo prazo, a tributação é igual à dos fundos de renda fixa:

  • Até 180 dias: 22,5%
  • De 181 a 360 dias: 20%
  • De 361 a 720 dias: 17,5%
  • Acima de 720 dias: 15%

No caso dos fundos multimercados classificados como de curto prazo, o imposto é cobrado da seguinte maneira:

  • Até 180 dias: 22,5%
  • De 181 a 360 dias: 20%

O come-cotas é uma antecipação de imposto, cobrado no último dia útil de maio e novembro. Sua taxa varia de acordo com o fundo: para fundos de longo prazo, 15% e para fundos de curto prazo, 20%.

Contudo, vale destacar que as tributações incidem apenas sobre os rendimentos, e não sobre o montante total da aplicação.

Como escolher?

Para escolher um Fundo Multimercado, primeiro, não se esqueça que é o seu perfil quem vai dizer qual é uma boa opção para você ou não. Não se esqueça disso, pois, é algo muito importante para você investir com inteligência.

Analise sempre na hora de escolher um fundo multimercado:

  • Os riscos;
  • Verifique o desempenho anterior (apenas para referência, mas saiba que eles não são garantia de retorno);
  • Analise as taxas cobradas;
  • Confira as regras para resgate e analise a estratégia do fundo.

Assim, você vai entender melhor o funcionamento daquele investimento, suas estratégias e ver se ele se adequa às suas perspectivas e se os níveis de riscos são altos.

A volatilidade e a liquidez também são aspectos importantes para serem analisados antes de se escolher um fundo multimercado.

Volatilidade, diz respeito às oscilações que o fundo pode ter, tanto para cima quanto para baixo, tomando como ponto de referência a média de rentabilidade dele. Isso quer dizer que, quanto maior a volatilidade do fundo, maiores são os riscos, principalmente no curto prazo.

Já a liquidez é o tempo que o seu investimento demora para se transformar em cotas. E também quantos dias é necessário para que essas cotas se convertam em dinheiro. Essa liquidez muda muito para cada tipo de fundo, por isso é importante ficar atento.

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Conheça as melhores geladeiras para economizar na conta de luz

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uma lâmpada se colocando na tomada

Com a conta de luz subindo cada vez mais, economizar virou palavra de ordem. E uma maneira de tentar fazer a conta ficar um pouco mais em conta é por meio dos eletrodomésticos. Principalmente os refrigeradores e para isso é preciso conhecer as melhores geladeiras.

E se você está pensando em comprar uma geladeira, sabe que é necessário levar diversas características em consideração. Mas quais são as melhores geladeiras? Quais são as mais econômicas na conta de luz? E o que deve ser levado em consideração?

A Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Proteste) avaliou o custo-benefício de 13 geladeiras frost free, com capacidade acima de 400 litros.

Vale ressaltar que todas as melhores geladeiras têm a classificação A, que simboliza menos consumo de energia, segundo a Etiqueta Nacional de Conservação (Ence).

Mas mesmo assim, existe uma grande variação de consumo entre as 13 melhores geladeiras. Se o consumidor optar por um modelo mais econômico, consegue reduzir a conta de energia em até R$210 ao ano, de acordo com a associação.

E essa economia faz diferença, já que um frigorífico pode durar anos. A Proteste ainda verificou que na hora da compra, você pode economizar até R$1.476. 

Quesitos analisados

Além do preço, a Proteste analisou outros quesitos como diferenciais, desempenho interno de temperatura, consumo de energia e instruções. Além da limpeza, usabilidade dos produtos e a segurança.

Entre as 13 melhores geladeiras para o consumidor economizar na conta de luz, a que ficou em primeiro lugar foi a Samsung RT6000K. Esse modelo foi bem avaliado em todos os critérios e por ser o que menos consome energia.

Porém, ao avaliar o custo-benefício, a associação considera quatro modelos como as escolhas certas. São elas: Panasonic NR-BT47BD2WA, Consul CRM45, Consul CRM51 e Consul CRM54BB.

13 melhores geladeiras para economizar na conta de luz

1º lugar: Samsung RT6000K Twin Cooling Plus Inox

O valor dessa geladeira nas lojas varia entre R$3.000 e R$3.999, e a avaliação realizada pela associação é de 76. 

2º lugar: Panasonic NR-BT54PV1X

A geladeira custa R$3.699 e tem avaliação de 74 de acordo com a Proteste.

3º lugar: Panasonic NR-BB53PV3X

Quem se interessar por esse modelo de geladeira irá encontrá-la por um valor de R$3.026 a R$3.799. A avaliação é de 72.

4º lugar: Brastemp BRE80

Esse modelo pode ser encontrado a partir de R$2.969 podendo chegar a R$4.578. A avaliação é de 71. 

5º lugar: Panasonic NR-BT47BD2WA

Esse eletrodoméstico custa R$2.349 e tem uma avaliação final de 67.

6º lugar: Eletrolux DF54

O valor dessa geladeira varia entre R$2.252 e R$3.299, com avaliação final de 67.

7º lugar: Consul CRM45

O preço dessa geladeira pode ser de R$1.991 até R$2.399, com avaliação final de 62.

8º lugar: Consul CRM51

Esse modelo pode ser encontrado com valores entre R$2.024 e R$2.599, sendo a avaliação final de 62.

9º lugar: Electrolux TF52 

A geladeira tem valores que vão de R$2.111 a R$3.040 nas lojas, com avaliação final de 61.

10º lugar: Consul CRM54BB

Esse modelo de geladeira pode ser encontrado com valores de R$2.157 a R$2.799. A avaliação final é de 61.

11º lugar: Brastemp BRM58AB

Essa geladeira custa entre R$2.876 e R$3.379, com avaliação final de 61.

12º lugar: Brastemp BRE59AB

Esse modelo de eletrodoméstico custa entre R$3.466 e R$4.449, com avaliação final de 60.

13º lugar: Brastemp BRM59AB

A geladeira tem preços que vão de R$3.255 a R$4.199, com avaliação final de 60.

Dicas para comprar as melhores geladeiras

Agora que você já conhece as 13 melhores geladeiras, segundo a Proteste, está na hora de saber o que você deve levar em consideração na hora de comprar uma.

Confira as dicas abaixo!

1) Espaço da cozinha

Considerar o espaço que você tem na cozinha para instalar a geladeira é muito importante. Por isso, antes de comprar verifique as medidas do novo eletrodoméstico com o espaço que você tem. 

lâmpada acesa com moedas atrás
Saber quais são as melhores geladeiras te ajuda a economizar na energia

Lembre-se que uma geladeira precisa ficar a alguns centímetros de distância das paredes e dos móveis para que o ar possa circular e, consequentemente, o aparelho funcione de forma correta.

Observe também o ângulo de abertura das portas e se elas abrem para o lado correto. 

2) Hábitos alimentares

Quem gosta de cozinhar sabe que é bom ter os alimentos frescos sempre à mão. Por isso, é importante que os ingredientes fiquem a uma altura acessível para que você os encontre de forma mais fácil.

Sendo assim, os modelos de geladeira com o congelador na parte de baixo atendem melhor essas necessidades.

Mas se a sua alimentação é à base de congelados, o modelo tradicional com o congelador na parte de cima é a melhor opção para o seu dia a dia.

3) Orçamento

Se você está com o orçamento apertado, a dica é recorrer aos modelos mais tradicionais com o freezer na parte de cima, porque eles costumam ser mais em conta.

Além disso, avalie se você precisa de uma geladeira com revestimento em aço escovado ou que seja resistente a impressões digitais.

Deixe para depois os modelos que vêm com dispensador de gelo ou água, porque essas características encarecem o produto.

4) Avalie o selo de consumo de energia

Um ponto muito importante que deve ser levado em consideração ao comprar uma geladeira é a potência e o consumo de energia dela. Dessa forma, você consegue garantir um modelo econômico de energia e que também seja eficaz na refrigeração.

+ Conta de luz pode ficar mais cara sob bandeira vermelha. Entenda!

Por isso, verifique o selo da Procel, que identifica os índices de consumo energético. Vale ressaltar que na classificação, a geladeira mais econômica é a “A” e a menos é a “F”.

5) Pense na capacidade da geladeira

Outro fator a ser levado em consideração é a capacidade da geladeira. E como isso deve ser feito? Pense na quantidade de pessoas que moram em casa, assim fica mais fácil saber se a capacidade do eletrodoméstico é o baixo, médio ou alto.

Por isso, a baixa capacidade é indicada para quem mora sozinho, para quem mora com mais uma pessoa ou para quem não faz muitas refeições. É uma geladeira com capacidade de até 300 litros. 

As geladeiras de média capacidade são ideais para famílias com até quatro pessoas, e sua capacidade gira em torno de 300 a 400 litros.  Enquanto as de alta capacidade é indicada para famílias maiores, com mais de quatro pessoas, ou casas com muitas pessoas. As geladeiras desse tipo contam com uma capacidade superior a 400 litros.

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Criptomoeda promissora para 2021: conheça a Chainlink e suas vantagens

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Três fileiras de moedas Bitcoin

Apesar de já estarmos no final do primeiro semestre do ano, ainda dá tempo de saber quais são as criptomoedas promissoras para 2021. E uma delas é a Chainlink, que vem ganhando cada vez mais espaço no mercado de criptoativos e financeiros.

Se você ainda não conhece essa criptomoeda, pode ficar tranquilo porque iremos te contar tudo o que você precisa saber sobre ela. Até porque para você investir na Chainlink é necessário entender sobre.

Por isso, é muito comum escutar perguntas como “o que é a Chainlink?”, “vale a pena investir nela?”, “quais as vantagens?” Além dessas, existem outras dúvidas que os investidores possuem e que tentaremos falar neste artigo.

Se você ainda não conhece a Chainlink, ou LINK como também é conhecida, ela é uma rede que foi criada com o objetivo de ser uma ponte entre os blockchains e o mundo real. É importante saber ainda que essa criptomoeda é uma rede oracle descentralizada.

Sabe aquela dúvida que surge: “como podemos enviar os dados de preço do Bitcoin para um aplicativo no blockchain de forma segura? É exatamente isso que a Chainlink faz e resolve.

Vamos a um exemplo para facilitar a explicação: o resultado de uma partida de futebol pode ser transmitido para um contrato inteligente no blockchain de forma segura. Dessa forma, os desenvolvedores conseguem criar aplicativos de apostas descentralizados.

diversas criptomoedas em cima de um celular e no fundo da imagem uma televisão
A Chainlink é uma rede oracle descentralizada

E a Chainlink é uma criptomoeda considerada nova no mercado. Para quem não sabe, o ICO dela foi realizado em setembro de 2017, na época foi arrecadado U$32 milhões e fornecimento total de um bilhão de tokens LINK.

Vale ressaltar que ela foi desenvolvida pelo Sergey Nazarov, com Steve Ellis como cofundador. 

Ainda está na dúvida se você deve ou não investir na Chainlink? Então é preciso conhecer as vantagens que ela pode te proporcionar. Essa moeda digital agrega valor a outras aplicações, como sistemas de pagamentos e de nuvem, Internet das Coisas (IoT), entre outros.

E como isso é possível? Por meio de oráculos, que são os nós, ou computadores, que fornecem informações do mundo real para o blockchain. 

+ Criptomoedas promissoras para 2021: conheça a Dogecoin

São esses oráculos que colocam o próprio dinheiro em “stake”, dando as moedas para o LINK como garantia de que vão oferecer a informação de maneira correta. 

Outro benefício é que a moeda digital tem um sistema de reputação que evita fraudes, dando uma maior segurança para os investidores.

Vale ressaltar que esta rede de oráculos garante a informação de preço segura para aplicações descentralizadas que em conjunto valem mais de US$4 bilhões. 

Nessa horas a pergunta mais comum é: onde consigo adquirir essa moeda? A resposta é bem simples e fácil, e segue a resposta de todas as outras já conhecidas por você.

A Chainlink pode ser adquirida em qualquer corretora que suporta esta moeda digital, sendo uma lista extensa e variada. São mais de 100 opções de corretoras.

Além das corretoras, o investidor também pode adquirir a Chainlink por meio da extração de tokens e P2P.

No entanto, comprar por meio das corretoras é a forma mais segura.

Isso porque esse modo é o considerado mais confiável, já que ela faz todo o processo de intermediação das transações entre as partes envolvidas.

As corretoras também disponibilizam a sua própria carteira virtual para armazenamento das suas criptomoedas. 

A moeda digital mais conhecida pelos investidores é o Bitcoin. Por isso, é sempre bom comprar as novidades do mercado com ela. Mas, antes disso, você sabe qual costuma ser a cotação da Chainlink?

Como funciona a cotação dessa moeda digital? Ela costuma ser negociada em Reais (BRL) e a sua cotação varia de acordo com a oferta e demanda do mercado, além de outros fatores. 

Quanto a diferença para o Bitcoin, elas são moedas que possuem bastantes distinção. Entre elas, a principal é a popularidade, já que o Bitcoin é bem mais conhecido e valorizado por investidores. 

As demais são relacionadas à dinâmica do processo e com o objetivo de cada uma das criptomoedas.   

Este conteúdo te ajudou? Então conheça o e-book do FinanceOne que explica tudo sobre as criptomoedas e traz excelentes informações para você ficar bem informado.

Confira 10 principais dúvidas dos investidores

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pessoa investindo e fazendo calculos

Todas as pessoas que investem o dinheiro precisam ter uma noção básica sobre o mercado financeiro. Ter conhecimento na área em que você aplica o seu dinheiro é fundamental para ter um retorno maior. Porém, nem sempre é isso que acontece, principalmente porque no meio do caminho podem surgir algumas dúvidas dos investidores.

Mas, não se preocupe, porque é comum ter dúvidas. E não é apenas quem está começando a aplicar no mercado financeiro que costuma ter algumas incertezas, os mais experientes também podem ter dúvidas.

Um exemplo é que se você está começando a formar sua carteira de investimentos, precisa saber o que de fato está sendo feito. Quando não se sabe o que significa uma carteira de investimentos e como ela funciona, isso pode resultar em decisões equivocadas em relação aos investimentos.

Se você costuma ter algumas dúvidas às vezes, esquece algum termo, ou até mesmo como funciona um determinado investimento, saiba que não é o único. Confira as 10 principais dúvidas dos investidores, com as respectivas respostas.

Conheça as principais dúvidas dos investidores iniciantes

O FinanceOne separou quais são as principais dúvidas dos investidores iniciantes que você precisa saber. Confira!

1) O que é um título?

Os títulos financeiros são “papéis” vendidos tanto pelos governos quanto pelas empresas ao mercado financeiro, essa é uma forma encontrada para que eles possam obter recursos financeiros. Os títulos são emitidos pelo Tesouro Nacional e servem para financiar a dívida pública nacional.

Esses títulos têm várias características consideradas atraentes para os investidores. Sendo algumas delas a grande previsibilidade de retorno, liquidez diária, baixo risco de crédito, baixo custo e a solidez de uma grande instituição por trás.

2) O que são os ativos de rendimentos fixos e rendimentos variáveis?

Os ativos são um veículo específico do seu investimento. Para explicar melhor, veja esse exemplo: se o governo precisa de dinheiro para se financiar, ele vai ao mercado e oferece uma determinada taxa de remuneração pelo dinheiro.

E esse é o juros que o governo está disposto a pagar e você, como investidor, pode emprestar e receber a taxa combinada. É esse valor nominal que é fixado e possui uma evolução constante que é chamado de renda fixa.

imagem contém gráfico e calculadora
Veja quais são as principais dúvidas dos investidores

3) Qual a diferença entre data de carência e data de vencimento em títulos de renda fixa?

Se você investe em renda fixa, provavelmente já deve ter visto esses dois termos: data de carência e data de vencimento. Mas você sabe o que significa cada uma delas? Chega a confundir os dois termos? Para não errar mais, saiba a definição de cada uma delas.

A data de carência é o momento a partir do qual o investidor pode vender o ativo. Já a data de vencimento é quando o ativo se encerra e o investidor recebe a remuneração a que tem direito.

Porém, é importante ficar atento, porque essas datas podem ser iguais. Isso acontece quando não há a possibilidade de venda antecipada ou quando o ativo permite liquidez diária.

É importante estar atento aos CRIs, CRAs e debêntures porque o processo de venda antecipada é um pouco diferente. Isso porque normalmente não existe um prazo de carência indicado. Para esses casos, é necessário entrar em contato com o assessor de investimentos para verificar essa possibilidade.

4) Quanto devo investir?

Esta é uma das dúvidas mais comuns dos investidores. É importante saber a quantia que deve ser destinada para cada investimento que você for fazer. E essa é uma decisão particular de cada um, que deve ser tomada antes de se iniciar os aportes.

É necessário frisar que existem produtos de investimentos que têm um valor mínimo para aplicação, como o LCI, LCA, RDB, CDB, que variam de acordo com a instituição. Esse é um detalhe que os investidores não podem deixar passar e que deve ser levado em consideração na hora de saber quanto investir.

5) O mercado de ações é arriscado?

Um ativo arriscado é aquele considerado com maior chance de perda. Já uma ação é um ativo que apresenta rendimento variável, já que você está comprando um pedaço de uma empresa. O valor pode diminuir ou aumentar, de acordo com o desempenho da instituição.

Isso quer dizer que se a empresa for bem nos negócios, ela acabará valendo mais e a parte que você detém dela também. Assim como se ela for mal, o seu rendimento, consequentemente, irá cair.

6) Qual é o melhor: liquidez diária ou resgate no vencimento?

A liquidez é a capacidade de um investimento em se transformar em dinheiro sem grandes perdas de valor. Sendo assim, você precisa pensar se deve investir em produtos com alta ou baixa liquidez, principalmente por causa do seu planejamento financeiro.

Por isso, um produto de investimento com liquidez diária oferece opção de resgate do valor aplicado diariamente, como é o caso da caderneta de poupança.

Enquanto outros produtos possuem liquidez somente no vencimento, permitem o resgate do valor investido por meio de negociações de mercado secundário ou apenas no resgate do investimento.

7) Por que é necessário preencher o perfil de investidor?

Quando você abre uma conta em uma instituição financeira, é necessário preencher um questionário que determinará o seu perfil de investidor. Isso é preciso para que as instituições possam recomendar os melhores produtos para você. Além de prestar serviços e realizar transações para os clientes.

Esse perfil ainda permite que as empresas entendam os objetivos do investidor, os conhecimentos sobre os produtos e investimentos. Dessa forma, ainda é possível o suporte necessário para cada perfil de investidor.

8) Qual o meu perfil de investidor?

Saber qual é o seu perfil de investidor é fundamental para aplicar o seu dinheiro. Isso porque você consegue ter um maior domínio sobre as escolhas de investimentos que melhor se encaixam no seu perfil e nos seus objetivos pessoais.

Outra informação que é possível saber por meio do seu perfil é qual o grau de tolerância ao risco, se ele será alto ou baixo. Por isso, ao começar a investir seu dinheiro, procure saber qual o seu perfil de investidor.

9) Por quanto tempo devo deixar o dinheiro investido?

Essa é uma das principais dúvidas dos investidores. Isso acontece quando o investidor não sabe quais são os seus objetivos e, consequentemente, não sabe responder por quanto tempo o dinheiro deve permanecer aplicado.

Para começar, você precisa identificar os seus objetivos e definir de que forma o dinheiro investido será utilizado para realizar as suas metas.

Depois, você precisará separar os objetivos de curto, médio e longo prazo. Dessa forma, será mais fácil saber qual é o tempo necessário para manter o seu dinheiro no investimento.

10) Como comprar ações no mercado fracionário?

Os investidores podem negociar as ações no lote padrão ou no mercado fracionário. O primeiro trabalha com pacotes que costumam ter 100 ações, enquanto no segundo o investidor pode comprar e vender ações avulsas, que variam de uma a 99.

É importante lembrar que as operações no mercado fracionário são sempre seguidas pela letra “F”, no código do ativo.

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Se você respondeu sim para todas as perguntas, e não é da área financeira, ou ainda não consegue compreender como funciona o mercado financeiro, então este material completo que o FinanceOne preparou é para você!

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