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Dia do vendedor: como alavancar suas vendas com redes sociais

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imagem que contém um computador, cartão e duas bolsas

Nesta quinta-feira, 1º de outubro, é comemorado o dia do vendedor. Se você trabalha nesse ramo, já utiliza a internet a seu favor? Você sabe como alavancar suas vendas com redes sociais?

O processo de venda e compra vem passando por inúmeras transformações devido aos avanços tecnológicos. O Marketing Digital trouxe muitas técnicas interessantes para as empresas divulgarem o seu negócio e você pode usá-las para vender mais.

E com as redes sociais não é diferente! O Instagram e Facebook, por exemplo, são utilizados por várias empresas.

Quer saber mais? Então continue a leitura deste texto para aprender como usar as redes sociais para aumentar as vendas.

+ Passo a passo de como vender no Instagram

Vale lembrar que cada rede social tem sua particularidade. No entanto, essas dicas servem para todos os canais. Vamos lá conferir?

Fortaleça o relacionamento com o seu cliente

Relacionamento é a palavra-chave quando falamos sobre vendas, sobretudo em redes sociais. Isso porque as redes facilitam o contato de empresa com cliente, uma vez que são dinâmicas e diretas.

Assim, você pode utilizar fotos, vídeos e também as hashtags para estreitar ainda mais esse relacionamento, fornecendo um canal de interação.

Além disso, não se esqueça: sempre que for possível, responda as dúvidas dos seus consumidores.

Quando o cliente sente que a empresa é presente, isso aproxima ainda mais e incentiva a compra.

Crie conteúdos que sejam relevantes

Com tanta informação na palma da mão, você precisa se diferenciar dos seus concorrentes, não é? E, assim, conseguir chamar a atenção do seu público.

Para isso, crie conteúdos que sejam relevantes para o seu nicho. E, é claro, no momento em que ele precisa. Isso significa que ficar o tempo inteiro tentando somente vender não será a melhor estratégia.

Imagem que contém uma pessoa realizando compra online para ilustrar o texto sobre vendas com redes sociais
Dia do vendedor: confira dicas de como aumentar as vendas usando as redes sociais

Então, antes de sair por aí tentando vender seu produto a qualquer custo e para qualquer pessoa, tente primeiro conquistar sua audiência.

Uma maneira muito comum de fazer isso, inclusive, é com o Marketing de Conteúdo. Se você é um afiliado, por exemplo, pode fazer reviews sobre os produtos que promove.

+ Top 8 plataformas de afiliados para ganhar dinheiro na internet

Uma dica: o importante é oferecer informações que sejam exclusivas. Mas não se esqueça que precisa haver uma consistência. Caso contrário, o público abandona.

Invista na sua identidade visual

Você já tem uma identidade visual? Ainda não? Então saiba que isso é muito importante. Assim, quando uma pessoa chegar nas suas redes sociais, já saberá logo que se trata da sua marca.

Essa dica também vale para as imagens que você vai utilizar no seu feed. Coloque imagens que tenham impacto e que estejam bem produzidas. Além disso, utilize imagens que estejam relacionadas ao que você vende.

Utilize uma ferramenta para gerir as redes sociais

Agora que você já sabe quais estratégias adotar para aumentar as vendas, a nossa última dica é: se possível, tenha uma ferramenta para gerir todas as suas redes sociais.

Independente de quantas redes você pretenda usar, é importante usar uma ferramenta de gestão para otimizar o seu tempo, além de conseguir acompanhar todos os canais. Postgrain e mLabs, por exemplo, são plataforma bastante utilizadas.

Essas ferramentas lhe ajudarão a monitorar as mensagem que os clientes enviam, dúvidas e até mesmo agendar as suas publicações.

Gostou do nosso texto? Lembrou de outra dica que pode alavancar as vendas com as redes sociais? Então compartilhe conosco e com os nossos leitores.

Confira e compare cartões sem anuidade de fintechs e bancos

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vários cartões de crédito pré-pago espalhados

Você já deu conta do valor que gasta com a anuidade do seu cartão de crédito?

Mesmo que os recursos oferecidos por eles tragam comodidade, conseguir se livrar dessa taxa pode ser um bom negócio.

Hoje, muitos bancos oferecem cartões de crédito diferenciados, e que atendem a diferentes tipos de clientes. Os que não têm anuidade, por exemplo, são os mais populares.

E é exatamente por isso que tem aumentando o número de clientes que procuram pela opção de cartões sem anuidade.

O que antes era exclusivo, atualmente está mais comum e acessível para todos.

Pensando nisso, elaboramos uma lista comparando cartões sem anuidade entre fintechs e bancos. Continue a leitura para saber mais!

+ Saiba quais são as melhores fintechs brasileiras

Cartão sem anuidade Nubank

Com certeza você já ouviu falar alguma vez sobre o Nubank, certo? Quando falamos em cartão sem anuidade, o roxinho está entre os mais procurados.

O cartão pode ser utilizado para pagamentos nacionais e internacionais. Além disso, o controle de gastos é feito diretamente no aplicativo.

Com bandeira Mastecard, o cartão possui conta digital vinculada. Não há, porém, cartões adicionais.

Para ajudar no planejamento, é possível antecipar o pagamento da fatura, liberando o limite para realizar uma compra importante. A taxa de juros rotativo é de 2,75% a 14% ao mês.

Cartão sem anuidade Banco Original

Quem deseja ter um cartão sem anuidade, mas associada uma conta bancária 100% digital pode encontrar essa opção também no Banco Original.

O cartão do Banco Original também é aceito no exterior e permite acompanhar as movimentações em tempo real pelo aplicativo. A bandeira é Mastercard e seus titulares participam de programa de recompensas.

Além disso, oferece programa pontos em formato de cashback, no qual parte das compras volta em dinheiro no cartão.

+ O que é e como funciona o cashback? Veja exemplos!

cartões sem anuidade
Compare os cartões sem anuidade de fintechs e bancos

Cartão sem anuidade Neon

Outro banco digital que oferta cartões sem anuidade é o Neon. O cartão é da bandeira Visa e associado à conta corrente que o cliente precisa ter na plataforma. Isso, inclusive, permite colocar o pagamento em débito automático.

Outro recurso interessante é o cartão virtual, recomendado para as compras online. Os juros rotativo é de 9,9% ao mês.

Cartão sem anuidade Credicard

A Credicard é uma empresa de soluções de pagamento do banco Itaú Unibanco. O cartão sem anuidade Credicard é da bandeira Mastercard. Não é possível veicular conta digital.

Mas o titular pode incluir mais três cartões adicionais, que também são gratuitos. Os juros rotativo é de 9,90% ao mês.

Recentemente, a empresa lançou o programa de recompensas, que oferece 1% do valor de todas as compras na forma de créditos na fatura.

Cartão sem anuidade Caixa Sim

A Caixa Econômica Federal também tem um cartão sem anuidade, chamado de cartão Caixa Sim. Ele pode ser emitido nas bandeiras Visa ou ELO.

Para solicitar o cartão, no entanto, precisa ser cliente do banco. O cartão Caixa Sim ainda não participa de nenhum programa de recompensas.

A taxa para parcelamento de fatura chega a 4,99% ao mês, enquanto os juros de crédito rotativo do cartão são de 8,99% ao mês.

Cartão sem anuidade Santander Free

Se a intenção é gastar, no mínimo, R$100 por mês no cartão, o Santander Free é uma boa opção. A partir desse valor na fatura, o banco isenta a taxa de anuidade.

No entanto, se o valor mínimo não for atingido, ela é cobrada.

Um dos principais benefícios do Santander Free é participar do Programa Esfera Santander, que dá acesso à rede de benefícios de um dos maiores bancos do país. 

Não é necessário ter uma conta corrente na instituição para realizar a solicitação do cartão. A taxa de juros rotativo é de 14,99% ao mês.

O que você achou deste texto sobre os cartões sem anuidade? Bom? Então compartilhe este texto nas suas redes sociais e ajude os seus amigos sobre o assunto.

Saiba como se organizar financeiramente para viajar com 5 dicas!

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viajar com milhas

Fazer a viagem dos sonhos é meta para muitos brasileiros, porém em tempos de dólar em alta e a economia do país tentando se recuperar, viajar parece uma missão impossível. Mas saiba que não é, basta você se organizar para viajar com um bom planejamento financeiro.

Ter disciplina é indispensável para que você possa fazer a sua viagem dos sonhos. Isso porque se organizar para viajar deve ser visto como uma meta financeira a ser atingida. 

O que irá acarretar, consequentemente, em algumas mudanças de hábitos e um esforço. Mas como se organizar financeiramente para viajar? Existem diversas formas, uma delas é economizando dinheiro e cortando alguns gastos.

Se você quer mesmo se organizar para viajar, mas ainda não sabe por onde começar, saiba que não é o único.

Por isso, o FinanceOne traz uma lista cheia de dicas para te ajudar a se planejar.

1) Crie metas para os seus gastos

Antes de criar metas é preciso que você controle os seus gastos diários e mensais. Para isso pode utilizar aplicativos financeiros ou planilhas.

Dessa forma, será possível identificar onde você está gastando mais para depois começar a equilibrar as finanças.

Após entender os seus gastos e os da sua família, você pode utilizar a regra dos 50%, 15% e 35%. Confira abaixo como funciona:

-> 50% da renda para gastos essenciais: separe metade da renda para os gastos do dia a dia, como por exemplo, moradia, transporte, educação e alimentação;

-> 15% da renda para quitar dívidas ou investir: caso você tenha dívidas, use 15% da sua renda para quitar tudo o que deve. Caso não, pode utilizar esse dinheiro para investir;

-> 35% para estilo de vida: nessa parte você pode incluir os gastos que estão relacionados com o lazer, como por exemplo, compras, salão de beleza, academia e viagens.

2) Entenda os custos escondidos da sua viagem

Você já escolheu o destino da sua viagem? Então já começou a se organizar para viajar e, já é possível identificar os principais aspectos da viagem para saber quanto será necessário desembolsar para o passeio.

Para destinos internacionais, será preciso verificar se existe a necessidade de visto, o que irá acarretar em mais gastos. Para entrar em solo americano, os brasileiros precisam do visto.

E para emitir o documento é necessário pagar uma taxa no valor U$160, que com o dólar custando aproximadamente R$5,63, sai por R$900.

Outra despesa que deve ser checada é o câmbio. Isso porque ele pode fazer o custo da viagem aumentar ou diminuir muito.

Em relação ao real, o dólar tende a ser mais em conta que o euro ou a libra, principais moedas usadas na Europa.

3) Acabe com as suas dívidas

Conquistar a independência financeira pode ser o sonho de muitos jovens, mas ela pode também ser um perigo para quem não tem o famoso autocontrole. Por isso, cuidado com as famosas dívidas acumuladas.

Ter dívidas acumuladas é comum no cenário atual e você não pode é deixar com que elas virem a famosa bola de neve. E esse fator também é crucial no planejamento de quem pretende se organizar financeiramente para viajar.

Dicas de planejamento financeiro para quem é autônomo
Ter um planejamento financeiro é fundamental para começar a se organizar para viajar

É muito importante acabar com essas dívidas para que você consiga viajar e não estar com a preocupação da conta no vermelho. Fora que imprevistos sempre acontecem e você pode correr o risco de ficar na mão quando menos esperar.

Hoje em dia, por exemplo, é muito fácil consultar CPF e nome sujo no SPC e você pode ter um controle maior de como está a situação do seu nome.

Ter a vida financeira em ordem é fundamental, principalmente para o pós-viagem, quando surgem ainda mais dívidas.

E pensa como deve ser maravilhoso voltar de uma viagem sabendo que terá apenas os gastos que fez nela, ou se tiver comprado tudo à vista não terá nenhuma pendência acumulada. Maravilhoso, né? Então comece se organizando para quitar as suas dívidas.

4) Diminua os gastos da sua casa

Outra forma de começar a se organizar financeiramente para viajar é contendo alguns gastos dentro de casa que podem ser reduzidos ou eliminados.

Isso pode parecer besteira, mas já dá um bom alívio nas contas do mês e você consegue margem para se planejar melhor.

Alguns gastos que podem ser eliminados, reduzidos ou adaptados são de internet, TV por assinatura, consumos de aplicativo de comida e delivery. Além de economizar na energia elétrica para pagar menos na conta de luz.

5) Compre apenas o essencial

Organizar as dívidas envolve todas as suas principais despesas, até mesmo aquelas que parecem desnecessárias, mas você sempre insiste em fazer por satisfação.

O famoso “eu trabalho para isso” às vezes pode atrapalhar o seu planejamento.

Que tal sempre antes de comprar dar aquele estalo na mente e pensar “eu realmente preciso disso agora, neste momento, ou posso esperar para comprar depois?”.

Se a resposta foi favorável a esperar, não compre para que essa seja mais uma dívida. Reduza os custos comprando apenas o necessário.

Gostou dessas dicas práticas e necessárias para você conseguir se organizar financeiramente para viajar? Se elas te ajudaram, salve este link para ler depois e compartilhe com os amigos nas redes sociais.

Auxílio residual de R$300: governo divulga calendário

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duas mulheres entrando na agência da Caixa Econômica

O Ministério da Cidadania divulgou o calendário de pagamentos referente ao auxílio residual das parcelas de R$300. Os pagamentos serão para os beneficiários inscritos no aplicativo e no site.

O cronograma foi publicado em edição extra do Diário Oficial de segunda-feira, 28.

A prorrogação do auxílio emergencial com mais quatro parcelas de R$300 foi anunciada pelo presidente Jair Bolsonaro no início do mês através de uma Medida Provisória (MP).

Apenas os beneficiários que fazem parte do programa Bolsa Família, no entanto, já estavam recebendo os pagamentos. Para esses, o calendário é do próprio programa.

Veja o calendário de pagamentos do auxílio residual

O calendário de pagamentos é referente as parcelas de R$300 para os beneficiários que não fazem parte do programa Bolsa Família, e leva em consideração a data em que o beneficiário recebeu a primeira parcelas de R$600.

Veja as datas a seguir:

Beneficiários que receberam a primeira parcela em abril

Nascidos em:JANFEVMARABRMAIJUNJULAGOSETOUTNOVDEZ
1ª parcela 30/0905/1007/1009/1011/1014/1016/1021/1025/1028/1029/1001/11
Saque07/1107/1114/1121/1121/1124/1126/1128/1128/1101/1205/1205/12
2ª parcela30/1004/1105/1106/1108/1111/1112/1113/1115/1116/1118/1120/11
Saque07/1107/1114/1121/1121/1124/1126/1128/1128/1101/1205/1205/12
3ª parcela22/1123/1125/1127/1129/1130/1102/1204/1206/1209/1211/1212/12
Saque19/1219/1204/0106/0111/0113/0115/0118/0120/0122/0125/0127/01
4ª parcela13/1212/1214/1216/1217/1218/1220/1220/1221/1223/1228/1229/12
Saque19/1219/1204/0106/0111/0113/0115/0118/0120/0122/0125/0127/01

Aprovados que receberam a primeira parcela em maio

Nascidos em:JANFEVMARABRMAIJUNJULAGOSETOUTNOVDEZ
1ª parcela30/1004/1105/1106/1108/1111/1112/1113/1115/1116/1118/1120/11
Saque07/1107/1114/1121/1121/1124/1126/1128/1128/1101/1205/1205/11
2ª parcela22/1123/1125/1127/1129/1130/1102/1204/1206/1209/1211/1212/12
Saque19/1219/1204/0106/0111/0113/0115/0118/0120/0122/0125/0127/01
3ª parcela13/1212/1214/1216/1217/1218/1220/1220/1221/1223/1228/1229/12
Saque19/1219/1204/0106/0111/0113/0115/0118/0120/0122/0125/0127/01

Aprovados que receberam a primeira parcela em junho

Nascidos em:JANFEVMARABRMAIJUNJULAGOSETOUTNOVDEZ
1ª parcela22/1123/1125/1127/1129/1130/1102/1204/1206/1209/1211/1212/12
Saque19/1219/1204/0106/0111/0113/0115/0118/0120/0122/0125/0127/01
2ª parcela12/1213/1214/1216/1217/1218/1220/1220/1221/1223/1228/1229/12
Saque19/1219/1204/0106/0111/0113/0115/0118/0120/0122/0125/0127/01

Aprovados que receberam a primeira parcela em julho

Nascidos em:JANFEVMARABRMAIJUNJULAGOSETOUTNOVDEZ
1ª parcela12/1213/1214/1216/1217/1218/1220/1220/1221/1223/1228/1229/12
Saque19/1219/1204/0106/0111/0113/0115/0118/0120/0122/0125/0127/01

Auxílio residual terá menos parcelas e beneficiários

Nem todos os aprovados no auxílio receberão as quatro parcelas de R$300. Isso porque apenas os trabalhadores que receberam em abril a primeira parcela, por exemplo, terão direito a todas as quatro – setembro, outubro, novembro e dezembro.

“Quem passou a receber a partir de julho, por exemplo, terá direito às cinco parcelas de R$ 600 e a mais uma parcela do novo benefício, que será paga no mês de dezembro”, informou o Ministério da Cidadania.

Além do menor número de parcelas, o auxílio residual também vai atingir menos trabalhadores. As regras definidas para a prorrogação restringe o pagamento para algumas pessoas. São elas:

  1. Possua indicativo de óbito nas bases de dados do governo federal;
  2. Tenha menos de 18 anos, exceto em caso de mães adolescentes;
  3. Esteja preso em regime fechado;
  4. Tenha sido declarado como dependente no Imposto de Renda de alguém que se enquadre nas hipóteses dos itens 5, 6 ou 7 acima;
  5. No ano de 2019, recebeu rendimentos isentos não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte cuja soma seja superior a R$ 40 mil;
  6. Tinha em 31 de dezembro de 2019 a posse ou a propriedades de bens ou direitos no valor total superior a R$ 300 mil reais;
  7. Recebeu em 2019 rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70;
  8. Mora no exterior;
  9. Tem renda mensal acima de meio salário mínimo por pessoa e renda familiar mensal total acima de três salários mínimos;
  10. Recebeu benefício previdenciário, seguro-desemprego ou programa de transferência de renda federal após o recebimento de Auxílio Emergencial (exceto Bolsa Família);
  11. Conseguiu emprego formal após o recebimento do Auxílio Emergencial.

O auxílio emergencial foi criado para ajudar trabalhadores informais devido à pandemia do novo coronavírus.

Saiba quanto custa fazer um intercâmbio nos EUA e realize seu sonho!

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Topo da estátua da liberdade

Intercâmbio nos EUA continua uma das prioridades para boa parte dos brasileiros que viajam ao exterior para estudar. O país só perde para o vizinho Canadá como destino mais procurado.

É o que aponta a Pesquisa Selo Belta 2020 referente ao mercado de intercâmbio brasileiro de 2019.

O ranking segue com a Irlanda em terceiro, seguido por Reino Unido, Austrália e África do Sul. Completam a lista: Malta e Nova Zelândia.

Entre os tipos de programas mais procurados, os cursos de idioma seguem na frente. Por essa razão a duração de intercâmbio mais popular entre brasileiros é de até um mês ou entre quatro e seis meses.

As graduações cresceram em popularidade em relação à edição anterior, subindo uma posição para o terceiro lugar.

O que os brasileiros procuram com o intercâmbio?

Os cursos mais procurados para intercâmbio nos EUA pelos brasileiros em 2019 foram:

  • Curso de idioma;
  • Curso de idioma com trabalho temporário;
  • Graduação;
  • High School (colegial);
  • Curso profissional, certificado ou diploma.

Quanto custa fazer intercâmbio nos Estados Unidos?

Fazer um intercâmbio nos EUA pode sair bem caro. Portanto, o primeiro passo para definir qual intercâmbio você vai fazer é escolher a cidade.

Seja em uma escola ou em uma universidade, a definição do local e tempo influencia diretamente na noção de valores. Por isso, vale recorrer aos orçamentos de diferentes agências.

Passar um mês em cidades maiores, como Nova York e San Francisco, por exemplo, custa entre US$ 2.000 e US$ 3.000. Esse valor não inclui passagens aéreas, nem despesas para manutenção no país.

Contudo, o cálculo final deve incluir desde gastos com alimentação, até eventuais opções de lazer e transporte local. E, lembre-se, a moeda norte-americana está valorizada frente ao real.

É possível trabalhar e estudar?

Essa é uma opção recorrente e ofertada por muitas agências de intercâmbio. O “Work and Travel” permite que o estudante passe o período no exterior trabalhando, de forma remunerada.

Entretanto, os interessados nesse formato devem já apresentar bom nível de proficiência no idioma, para dar conta das exigências no ambiente profissional. Isso porque há vagas que demandam como requisito, também, a matrícula em curso superior no país de origem.

Outra saída é o programa de Au Pair, bastante conhecido nos Estados Unidos. Nesse caso, o estudante estrangeiro fica, no mínimo, um ano em uma casa de família, servindo como babá em uma família local.

Ou seja, além de receber uma remuneração semanal, é possível aproveitar para estudar ao longo do período. Contudo, o au pair segue uma série de regras.

Por exemplo, a limitação de 45 horas de trabalho semanais, bem como exigência de folgas regulares.

Providencie a documentação necessária

Para fazer intercâmbio nos EUA é necessário ter um passaporte válido e solicitar, juntamente ao Consulado Americano no Brasil, o visto necessário para o programa que você escolheu.

Para realizar um intercâmbio nos EUA é necessário um planejamento financeiro

O tipo do visto varia de acordo com o tempo de duração e o propósito do seu intercâmbio. De toda forma é necessário preencher um formulário online com as suas informações pessoais e comparecer ao consulado para entrevista.

Esse processo pode demorar, por isso é recomendado que você comece a olhar tudo com o máximo de antecedência.

Além disso, é preciso ainda contratar um seguro saúde (caso isso não esteja incluso no pacote) e providenciar a quantia que você deseja levar em dólar.

+ Especialista aponta as profissões em alta para brasileiros nos EUA

Faça um planejamento financeiro

É preciso planejar e estabelecer quanto você pode investir para realizar o sonho de intercâmbio nos EUA. Por isso, é fundamental ser realista com as suas possibilidades.

Não adianta escolher uma cidade com alto custo de vida, se você ficará com o orçamento muito comprometido.

No entanto, existem várias opções acessíveis e cidades menores que podem ser adequadas para quem deseja evoluir no nível de idioma. Pesquise o máximo possível!

Confira como se planejar financeiramente para um intercâmbio!

5 sinais que você mantém padrão de vida acima da sua renda

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pib

Gastar mais do que se ganha e viver um padrão de vida que não condiz com a sua realidade são efeitos da falta de educação financeira. E esse tipo de comportamento pode gerar muitas dívidas futuras e inadimplência.

Mas caso você avalie e decida que é indispensável realizar uma compra que comprometa o seu orçamento, antes disso faça um planejamento das suas finanças.

Assim, você consegue descobrir como encaixar a parcela ou economizar durante os próximos meses para não entrar no vermelho.

Pensando nisso, listamos 5 sinais de que você pode estar em um padrão de vida acima do seu. Continue a leitura para saber mais!

1 – Depende do cartão de crédito para passar o mês

Você já se perguntou o que aconteceria se você não tivesse um cartão de crédito ou se perdesse? Teria alguma dificuldade para passar o mês?

Se a resposta foi sim, então isso significa que você é dependente do cartão de crédito. Além disso, é um sinal de que está gastando mais do que ganha.

+ Erros mais comuns ao utilizar o cartão de crédito

Por isso, faça um planejamento financeiro. Você pode começar a cortar os gastos mais supérfluos, focando em não fazer novas parcelas no cartão.

Maquininha de cartão com uma pessoa digitando a senha para ilustrar o texto sobre padrão de vida
Depender do cartão de crédito para passar o mês pode ser um sinal de que você mantém o padrão de vida acima da sua renda

2 – Pede para usar o limite do banco com frequência

Usar o cheque especial de forma excessiva também demonstra um desequilíbrio financeiro.

Assim como no cartão de crédito, o limite não pode ser um extensor do seu salário. Ou seja, você não deve trabalhar somente para pagar o empréstimo do cheque especial.

Vale lembrar que esse é um recurso voltado para emergências, apesar de muitas pessoas contarem com ele para passar o mês.

3 – Pega empréstimos para comprar produtos não essenciais

Se você faz empréstimos para comprar sapatos, presentes ou outros itens que não essenciais, isso também um sinal de problemas nas finanças.

Aqui também vale a máxima de que o empréstimo só deve ser feito em situações urgentes, pois depender deles pode acabar comprometendo a sua renda.

Mas se você avaliar que é necessário realizar uma compra que está fora do seu orçamento, nosso conselho é: faça um planejamento antes.

Portanto, não entre em desespero nesse momento e não tome decisões precipitadas que podem prejudicar o seu bolso.

4 – O cartão de crédito é cheio de parcelas

A fatura do seu cartão está no estágio de não existir mais espaço? Se sim, é um sinal extremo de que você precisar arrumar suas contas.

Isso significa que todo o dinheiro que você ganha está direcionado a compras do passado e que agora está pagando o preço.

Neste caso, pare imediatamente de usar o cartão e procure outras formas para efetuar o pagamento de outras compras.

Já para pagar a fatura desse cartão, você pode começar a fazer renda extra.

+ Saiba como calcular quanto você precisa de renda extra

5 – Você recorre a empréstimo para pagar as contas

O que você faz quando chega uma conta de luz, matrícula da faculdade ou escola dos filhos, IPTU? Consegue pagar essas contas usando seu salário ou precisa solicitar um empréstimo?

Se você disse que precisa de um empréstimo para pagar essas contas, então isso mostra que você não tem uma previsão sobre as suas finanças.

Mas independente de como você tratou seu dinheiro no passado, chegou a hora de mudar. Por isso, deixe os comportamentos prejudiciais para trás e comece a pensar no futuro.

O que achou do nosso texto? Bom? Então aproveite a visita em nosso site e leia agora mesmo “7 cursos de educação financeira online“.

Saiba quais são os 5 erros mais comuns ao usar cartão de crédito

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vários cartões de crédito juntos

Você já se complicou alguma vez utilizando o cartão de crédito? Ficou com preocupação com a fatura do próximo mês? Se a resposta foi sim, então provavelmente você já cometeu alguns erros ao utilizá-lo.

Os descuidados são comuns quando o assunto é cartão de crédito. Mas é necessário ter atenção. Por isso, listamos os erros mais comuns para ajudar você a fugir disso.

A seguir, veja os 5 erros mais comuns que muitas pessoas cometem ao utilizar o cartão.

1. Acreditar que o cartão é uma renda extra

Há quem se impressione só de olhar o limite disponível no cartão de crédito. E aí já começa a gastar sem planejamento nenhum. Um recado importante: é você mesmo quem vai pagar essa conta.

É claro que o limite do cartão pode ser usado, mas com cuidado. E desde que você não gaste com o que não vai conseguir pagar depois. Ou seja, nada de achar que o cartão de crédito é sua renda extra! Não é.

Se o seu objetivo é comprar algo com valor muito alto, e isso vai além do seu orçamento, então você vai precisar ter disciplina para conseguir pagar as parcelas depois.

Além disso, por mais que o limite do seu cartão seja de R$4 mil, por exemplo, o recomendável é não gastar todo esse valor — a menos que você tenha um salário muito superior.

+ Saiba como calcular quando você precisa de renda extra

2. Pagar apenas a parcela mínima

O banco parece que está sendo generoso quando lhe oferece o pagamento mínimo da fatura, não é? Mas não se iluda com isso, pois esse é um dos erros mais comuns entre os brasileiros.

Isso porque quando você paga apenas o mínimo do cartão, por exemplo, são cobrados juros. Ou seja, quanto mais demorar para pagar toda a conta, mais dívidas você terá.

Máquina de cartão e uma pessoa prestes a pagar uma conta para ilustrar o texto sobre erros cartão de crédito
Conheça os erros mais comuns ao utilizar o cartão de crédito

3. Atrasar o pagamento da fatura

Sempre pensamos: um dia ou dois não faz diferença, não é? Errado! Quando se trata de cartão de crédito, faz muita diferença sim!

Se atrasar o pagamento da fatura em um dia, por exemplo, é cobrada uma multa de atraso em 2% ao mês, além dos “juros de mora” que são de até 1% ao mês.

Além disso, como mencionamos, se você não pagar a fatura do cartão integralmente, também terá os juros do crédito rotativo. Portanto, sempre que for possível, pague a sua fatura no dia correto do vencimento.

+ Quais são as taxas cobradas no cartão de crédito?

4. Não acompanhar o extrato

Muitas pessoas acabam utilizando o cartão de crédito e não acompanham o extrato. E quando vão ver, estão pagando além do que podem na fatura.

Por isso, o ideal é que pelo menos uma vez por semana, você olhe o extrato do cartão. Assim, você consegue ter um controle maior das suas finanças.

Alguns cartões e aplicativos conectados à conta mostram a compra assim que você utiliza o cartão, acompanhando o extrato simultaneamente. É o caso da Nubank, por exemplo.

+ Passo a passo: como fazer uma planilha de gastos com cartão de crédito?

5. Emprestar o cartão sempre que pedem

É bastante comum um familiar, filho e até mesmo um amigo pedir para utilizar o cartão. Com certeza, isso já aconteceu com você.

Mas essa atitude pode ser um pouco arriscada, uma vez que não é você quem está utilizando e nada garante que receberá em dia o pagamento.

Além disso, no final das contas é o seu nome e as suas contas que você vai precisar manter em dia. Portanto, pense muito antes de emprestar seu cartão de crédito para alguém.

Viu, só? É extremamente importante prestar atenção na hora de utilizar o cartão de crédito. Assim, você evita futuras dores de cabeça com ele.

E você, gostou do nosso texto sobre os erros no cartão de crédito? Então aproveite a visita em nosso site e veja dicas de como usar o cartão de crédito

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Mulher aproximando celular de QR Code

Pagamento via QR Code, transferências rápidas e que podem ser feitas 24 horas por dia, sete dias na semana: o Pix é o novo sistema de pagamentos instantâneos elaborado pelo Banco Central (BC). As ferramentas Pix oferecem muitas soluções ao cliente.

O novo sistema vai começar a funcionar em todo o Brasil a partir do dia 16 de novembro.

Mas você sabia que existem outros bancos e fintechs que oferecem serviços similares ao pagamento instantâneo há algum tempo?

Para saber quais são, continue a leitura deste texto!

Ferramentas semelhantes ao Pix

Alguns dos principais nomes do mercado financeiro já estão trabalhando com soluções semelhantes ao Pix. Veja quais são:

BTG+

O banco já oferece transferências em 24 horas, por sete dias na semana. As transferências, no entanto, são para contas do BTG e não há custos.

Além disso, as transferências entre contas também são simplificadas através da lista de contatos. Ou seja, basta ter o número de celular do outro cliente BTG para realizar a transferência.

Portanto, não há necessidade em colocar o número de conta nem no CPF.

C6 Bank

O banco C6 Bank foi um dos primeiros a implementar a transferência de dinheiro por TED, utilizando mensagens de SMS. A transferência é gratuita.

Além de ser uma das ferramentas semelhantes ao Pix, o C6 permite que o correntista envie a quantia em dinheiro que achar necessária através de link para o destinatário.

Para ter acesso ao valor, basta clicar no endereço recebido. Dessa maneira, o dinheiro já está disponível, independente do banco.

Bradesco

O Bradesco tem a carteira digital Bitz. Ele permite, por exemplo, que os clientes façam pagamentos de contas diretamente do celular.

Além disso, podem realizar pagamentos via QR Code em estabelecimentos com maquininha Cielo.

As outras funcionalidades são: TEDs gratuitos, transferência de valores entre contas Bitz e recarga de celular.

A carteira digital também permite que o cliente gere um cartão de débito virtual para ser utilizado em sites de e-commerce e aplicativos com bandeira Elo.

Stone

A Stone implementou nas maquininhas o pagamento via QR Code. Quem tem a maquininha, por exemplo, pode receber pagamentos de compra diretamente do auxílio emergencial.

Guiabolso

A fintech Guiabolso também se antecipou no mercado financeiro e lançou uma das ferramentas semelhantes ao Pix.

Os usuários da empresa, por exemplo, podem realizar transferências entre pessoas físicas e jurídicas de maneira instantânea, gratuita e a qualquer dia.

Até agora, as contas que podem receber transferências de maneira instantânea através do Guiabolso são:

  • Itaú;
  • Bradesco;
  • Santander;
  • Caixa Econômica;
  • Stone.

+ Pix: confira 7 perguntas e respostas

Ferramenta Pix permitirá pagamentos via QR Code

Proposta do Pix é realizar transferências todos os dias da semana

Como falamos, o Pix será um pagamento instantâneo e que funcionará todos os dias da semana, por 24 horas.

Ou seja, será possível realizar pagamentos e receber dinheiro mesmo aos finais de semana e feriados. As transações, portanto, serão realizadas em tempo real.

Portanto, não haverá intermediação de terceiros. O dinheiro sai de uma conta e vai diretamente para a outra.

Os limites das transferências serão definidos por cada instituição.

O BC informou que as transações do Pix poderão ser realizadas de forma tradicional, informando o CPF, CNPJ ou número de celular. Mas será possível a leitura de QR Code.

Você gostou de saber sobre as ferramentas Pix? Então continue a visita em nosso site e leia: “qual a diferença do Pix para TED e DOC?” e fique por dentro do assunto!

Veja como calcular quanto você precisa de renda extra

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notas de reais com moedas

Em tempos de crise econômica, conseguir uma renda extra se torna o objetivo de muitos profissionais. No entanto, algumas pessoas não conseguem ter um planejamento financeiro correto.

Mas para ter renda extra é preciso de um planejamento?

A resposta é sim! Afinal de contas, a renda extra, como próprio o nome sugere, vem para dar uma ajudinha no orçamento. Ou seja, complementar ou aumentar os rendimentos.

Por isso, se você quer saber como fazer o cálculo necessário para ter uma renda extra, e parar de ficar quebrando cabeça, continue a leitura deste texto. Nós vamos mostrar como fazer!

+ 6 passos para ter uma renda extra na crise

Meta para renda extra: saiba como calcular

A Nathalia Arcuri, youtuber e especialista em Finanças, tem um método sobre como calcular a renda extra que você precisa. Funciona da seguinte maneira:

Em primeiro lugar, você precisa calcular quanto é 30% de tudo que você ganha. Ou seja, vamos supor que você ganhe R$2.000 por mês. Para isso, basta fazer 2.000 x 0,3. O resultado será R$600, certo?

Esse valor, portanto, é que você deveria estar investindo inicialmente. Logo, alguém que tem uma renda de R$2.000 por mês precisa investir R$600 todo mês.

Isso quer dizer que o valor de R$600 é o ponto de partida para você começar a fazer renda extra. Ou seja, é o mínimo que você precisa fazer por mês para começar a colocar os seus boletos em ordem ou para investir.

+ Veja aqui o vídeo da Nathalia explicando sobre o cálculo

Vale lembrar, porém, que esse valor pode depender, pois o quanto você precisa de renda extra a mais será de acordo com os seus objetivos.

+ Poupar, economizar e investir: entenda as diferenças

Diversas notas de cinco, dez, vinte, cinquenta e cem reais. Há moedas de um real, cinquenta e vinte cinco centavos para ilustrar o texto sobre renda extra
Veja como fazer o cálculo para saber quanto você precisa de renda extra

Planejamento financeiro é essencial

Planejar está no topo da lista de recomendações dos especialistas para quem quer ter sucesso na vida. O planejamento financeiro deve ser o primeiro passo se você quer aumentar suas chances de alcançar seus objetivos e metas.

Comprar um carro ou um apartamento, fazer a viagem dos sonhos, ter independência financeira ou a tão sonhada estabilidade na vida. Os objetivos podem ser muitos e variados. Para todos eles, há um caminho certo: o planejamento financeiro.

Resumidamente, podemos dizer que o planejamento financeiro consiste nas seguintes etapas:

  • Diagnóstico da situação atual;
  • Definição das metas e objetivos;
  • Definição da estratégia;
  • Disciplina no cumprimento do planejamento a longo prazo.

+ Dicas para fazer um bom planejamento financeiro

Veja o que você pode vender para ter dinheiro a mais

Vender alguns produtos e também oferecer seus serviços para ter uma graninha a mais pode ser uma alternativa para aumentar o orçamento sem sair de casa, principalmente durante a pandemia da Covid-19.

E se você chegou até aqui é porque quer saber o que é possível vender para conseguir uma renda extra, certo? A seguir, veja o que separamos:

  • faça artesanato;
  • aposte em comida e delivery para vender;
  • separe as roupas ou itens que você não usa mais;
  • se você tem afinidade com uma disciplina escolar, como Matemática, ofereça aulas particulares;
  • aposte em oferecer serviço de tradução se você for fluente em inglês ou em outro idioma.

Agora você já sabe como fazer o cálculo de renda extra e também como o planejamento é fundamental nessa etapa, certo?

Então nos conte nos comentários: você já está calculando qual o mínimo que você precisa fazer? E qual é o seu objetivo? Compartilhe conosco e com os demais leitores.

4 vantagens do Open Banking para clientes e empresas

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mão clicando em painel com ícones de vários dispositivos

Antes de descobrir quais as vantagens do Open Banking para clientes e empresas, você precisa saber o que é essa nova realidade do mercado financeiro brasileiro, regularizada pelo Banco Central.

Open Banking significa “banco aberto”. No entanto, uma tradução mais precisa seria “sistema financeiro aberto”.

Ou seja, trata-se da abertura do leque de serviços financeiros ao consumidor para que ele tenha liberdade de levar suas informações financeiras à empresa que desejar.

Para funcionar, todo o mercado financeiro deve adotar uma tecnologia padronizada, com APIs, facilitando a portabilidade das informações.

Com isso, seria possível que um banco ofertasse seus produtos e serviços financeiros a clientes que sejam correntistas de outro banco.

O que é o Open Banking?

De acordo com o Banco Central, o Open Banking é composto pelo:

  • Compartilhamento de dados, produtos e serviços;
  • Abertura e integração de plataformas e infraestruturas.

Os objetivos do Open Banking são:

  • Propiciar melhores produtos e serviços financeiros;
  • Aumentar a eficiência;
  • Aumentar a competição;
  • Incentivar a inovação;
  • Promover a cidadania financeira

Open Banking: confira 4 vantagens

1 – Liberdade

Ainda há bastante burocracia no que diz respeito a instituições financeiras, mesmo para abrir e fechar contas.

Muita gente acaba optando por aceitar serviços ruins de um banco por já ter um histórico de relacionamento com ele. O que facilita a tomada de crédito e outros benefícios.

Com o Open Banking, todos esses dados de relacionamento seriam migrados.

Isso resultaria em melhor prestação de serviço para garantir a retenção do cliente por parte dos bancos. Para o cliente, o Open Banking traz mais liberdade e reduz as burocracias dos processos.

2 – Menos custos para os bancos

O banco não precisa abrir mão de desenvolver sua própria tecnologia para seus sistemas nem precisa compartilhar essa tecnologia com seus concorrentes. Basta que ele integre seus sistemas por meio de APIs.

O que traria menor custo e corte nos gastos intermediários. Os processos também ficariam mais rápidos.

3 – Ambiente competitivo

Com o Open Banking, os bancos precisam sempre correr atrás de prestar o melhor serviço e oferecer o melhor produto a seus clientes.

Caso não o façam, correm grandes riscos de perder o cliente para a concorrência.

4 – Segurança de informações

Para que o sistema de Open Banking funcione, é preciso que o país crie leis e regras que o embasem. No Brasil, temos a LGPD, mas esse é apenas o primeiro passo.

Hoje, o Banco Central já estuda formas de garantir uma infraestrutura segura e tornar o Open Banking realidade.

Ascensão dos bancos digitais e desbancarizados

Como dito, o Open Banking propõe mudar a maneira como o mercado financeiro funciona.

Assim, não apenas os grandes bancos irão deter as informações financeiras das pessoas, mas também outras empresas. Tais quais fintechs, plataformas de crédito, e outras instituições relacionadas.

Vale ressaltar que, hoje, no Brasil, os cinco maiores bancos oferecem 70% do crédito.

open banking
Open Banking tem como um dos seus objetivos facilitar e baratear o crédito

De acordo com levantamento do coordenador o curso de Economia da Fundação Getulio Vargas-SP, Joelson Sampaio, as contas digitais podem ser 50% mais baratas do que as tradicionais para quem realiza poucas transações.

Esse movimento pode ajudar os mais de 60 milhões de pessoas que não possuem vínculo com nenhum banco, conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Esse número representa quase 30% de toda a população e mais da metade do grupo economicamente ativo, com número estimado de 110 milhões de pessoas.

Esse segmento movimenta R$ 665 bilhões anuais. E, segundo informações do portal da Associação das Empresas de Recuperação de Crédito (ASERC), esse público foge das tarifas bancárias e atendimento ruim dos bancos tradicionais.

Além de não possuir interesse em estabelecer relacionamento com instituições financeiras. Você sabe quais tarifas bancárias podem ser cobradas? Confira no conteúdo exclusivo do FinanceOne.