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Programa Serpro Booster oferece soluções tecnológicas para startups. Confira!

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Pessoa usando óculos de realidade virtual

Se você tem uma startup que precisa de soluções tecnológicas, mas faltam recursos para investir, o programa Serpro Booster pode ajudar. Trata-se de uma iniciativa da estatal Serpro, a maior empresa pública de tecnologia do mundo.

O objetivo, segundo informações da Agência Brasil, é apoiar o modelo de negócios de startups brasileiras do setor de inovação. O programa já está aberto e vai selecionar empresas nascentes de tecnologia para acessar soluções tecnológicas da estatal.

Carlos Alexandria, gerente de Prospecção de Oportunidades Inovadoras da Serpro, disse que a ideia é fomentar o ecossistema empreendedor e de inovação no Brasil. 

“O objetivo é, além de alavancar os negócios da empresa com a venda de produtos que ajudem as startups a obter melhores soluções inovadoras para o país, buscar ideias inovadoras que estejam alinhadas com o que esse mercado realiza. O Serpro é um incentivador do empreendedorismo e da inovação nacional.”

Quer saber mais sobre o programa? Então continue lendo o artigo!

+ O que são as Deep Tech Startups? Entenda o conceito e como elas funcionam 

Como funciona o programa Serpro Booster?

As startups selecionadas no programa Serpro Booster vão receber créditos para acessar algumas das melhores soluções tecnológicas de administração de dados públicos do país. Soluções essas que são desenvolvidas pelas estatais. 

Uma dessas soluções é o programa Datavalid. Trata-se de uma ferramenta que consulta as bases originais de governo para validar informações e fazer a verificação dos dados ou imagem enviados por um interessado através de uma API (conjunto de protocolos utilizados por desenvolvedores para a integração de plataformas).

Uma startup do setor financeiro pode usar esse programa como ferramenta para checar o cadastro de potenciais clientes, por exemplo, sem ter que fazer isso manualmente nem precisar disponibilizar escritórios físicos para validar documentação.  

“Este tipo de dinâmica retirou o privilégio que os bancos tradicionais tinham, que era ter uma larga rede de agências espalhadas pelo país. Agora, uma fintech, que tenha como barreira de entrada justamente a validação cadastral, poderá usar uma solução tecnológica de forma segura, consultando dados do governo”, explicou Alexandria. 

+ Inova Simples: conheça o sistema para simplificar a abertura de startups

Outra ferramenta é o Biovalid, que faz validação de identidade a distância de uma pessoa. Além disso, o programa realiza consultas de CPF e CNPJ, o que permite a checagem desses dados de forma rápida pelas empresas.

As empresas do Serpro Booster poderão receber cotas de acesso para os programas listados acima, entre outros. Cada uma dessas plataformas vai liberar até 26 tokens de crédito para o acesso. 

Mas esses tokens de acesso serão válidos por tempo determinado: seis meses. É como se as startups pudessem realizar uma degustação das soluções tecnológicas do Serpro.

Ainda de acordo com a Agência Brasil, todo esse crédito disponibilizado equivale a cerca de R$10 mil por token. Ou seja, as empresas selecionadas teriam o equivalente a esse valor em reais.

Desenvolvedor digita um código em um notebook
Serpro Booster oferece soluções tecnológicas para startups por seis meses

Quais são os requisitos para participar? Como se inscrever?

Para participar do programa Serpro Booster é necessário:

  • ser uma startup brasileira 
  • que possua CNPJ constituído 
  • e que esteja vinculada a uma entidade parceira do ecossistema

Além disso, a interessada deve estar caracterizada conforme definição do Marco Legal das Startups (Lei Complementar Nº 182/21) e com status regular junto ao Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Para participar, é necessário cadastrar a startup na página do Serpro Booster, preenchendo um formulário. A inscrição é gratuita. 

A Serpro destaca que as participantes devem respeitar o Código de Ética, Conduta e Integridade da estatal. Os créditos disponibilizados deverão ser utilizados apenas pela empresa que os recebeu, inscrita no programa, não podendo ser repassados a terceiros.

Fora isso, não há qualquer restrição para que a startup desenvolva seus serviços e soluções de acordo com sua própria conveniência e estratégia. Desde que sejam respeitados os contratos dos produtos ofertados no programa.

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A tal pirâmide de Maslow: como priorizar gastos e fazer o melhor uso do dinheiro

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mulher trabalhando e falando ao telefone

No último final de semana eu estava conversando com uma amiga sobre um curso de estilo que eu tinha comprado e como ele me ajudou a tirar 50% do que eu tinha no guarda-roupa.

Estávamos falando sobre como compramos coisas na promoção ou que estão na moda e que isso nos sobrecarrega de decisões e lota nosso guarda-roupa com coisas que nunca iremos usar.

Daí ela soltou a frase: “mas você era consumista”.

Engraçado que eu não me vejo assim. Nunca me vi, na verdade (talvez quando estava emocionalmente abalada no meu primeiro emprego eu tenha, sim, descontado frustrações em lojas).

Daí fiquei pensando que possivelmente ela disse isso por eu gostar de comprar roupas. Eu sempre gostei de moda e de comprar roupas. Confesso: sentia aquela alegria que só um papel seda e um cheirinho de loja são capazes de dar.

Mas roupa é supérfluo.

E na nossa relação torta com o dinheiro (talvez também por vivermos em um país tão desigual), gastar com supérfluo tem um quê de coisa errada (mesmo com todos os investimentos em dia).

É errado gastar com supérfluo?

Então quando gastamos com supérfluo parece que tem sempre um fiscal – ainda que imaginário – para nos recriminar (quem nunca escondeu uma sacolinha de loja que atire a primeira pedra).

Pra piorar: quando eu comecei a me educar financeiramente eu consumia conteúdos que mandavam eu cortar tudo (especialmente os supérfluos).

Depois de muitos meses sem comprar roupa percebi que aquele tipo de gasto era importante pra mim, pois tinha relação com a minha qualidade de vida. Para muita gente é fazer a unha no salão, ter dinheiro pra comer fora, gastar com viagens, comprar plantas ou decorar a casa.

Cada um tem algo supérfluo que faz seu coração palpitar. Porém, como gastar sem culpa e com consciência?

Eu adoto uma técnica que eu chamo de “pirâmide de Maslow pessoal”.

Técnica Pirâmide de Maslow Pessoal

Pra quem não conhece, a pirâmide de Maslow é aquela famosa pirâmide da hierarquia das necessidades humanas, proposta por Abraham Maslow em 1943 (no artigo intitulado “A teoria da Motivação Humana”).

Segundo a teoria da Maslow nós só sentimos a necessidade de satisfazer as necessidades do próximo nível se tivermos satisfeitas as necessidades do nível anterior. Elas estariam divididas assim:

Nível 1: necessidades fisiológicas (respirar, comer,  descansar, beber, dormir, sexo).

Nível 2: necessidades relacionadas à segurança (segurança do corpo, emprego, recursos de moralidade, família, saúde, propriedade).

Nível 3: necessidades relacionadas ao afeto (amizade, família, intimidade sexual).

Nível 4: necessidades relacionadas  à estima (autoestima, confiança e conquista).

Nível 5: necessidades relacionadas à realização pessoal (moralidade, criatividade, espontaneidade, resolução de problemas, ausência de preconceito, aceitação dos fatos).

Só tem um probleminha: as pessoas têm necessidades diferentes e vivem contextos diversos.

Portanto, o que você deveria fazer agora é desenhar a SUA pirâmide de necessidades. Coloque na base da pirâmide o que é mais importante e no ápice o que é menos importante.

Depois compare essa pirâmide com suas faturas do cartão e planilha de orçamento doméstico.

A sua pirâmide vai ser seu guia sobre estar gastando bem seu dinheiro ou não, ou seja, se a sua fatura e orçamento abrange mais coisas que importam pra você na ordem de prioridade que você desenhou.

Se seus gastos estiverem de acordo com as suas prioridades: ótimo! Você está fazendo bom uso do seu dinheiro.

Se estiver algo trocado em ordem de prioridade: hora de repensar aquele gasto ou enxugá-lo.

mulher comprando chocolate na cacau show
Pirâmide de Maslow pode servir de guia sobre estar gastando bem o dinheiro ou não

Lembrando que isso vale também para quem precisa fazer cortes no orçamento: corte primeiro do que trará menos prejuízo emocional (comece pelo ápice da pirâmide e vai descendo até a base, nunca o contrário).

Recomendo, inclusive, que você coloque na pirâmide seus planos futuros, afinal é o boleto que você paga para o seu “eu do futuro”. Assim você entende qual a prioridade que você tem dado para gastos futuros e que dependam de esforço de poupança.

Investimentos em dia, dívidas controladas e gastos alinhados às suas prioridades: compre o que te faz feliz sem culpa e pare de alimentar tabus financeiros.

O supérfluo é o tempero da vida, pois é onde reside nossa individualidade.

Obs: na próxima vez não esconda sua sacolinha no armário!

*Minhas opiniões não representam a CVM.

Conheça Carol Velloso, colunista do FinanceOne

Com experiência em finanças comportamentais, Carol Velloso é a nova colunista do FinanceOne. Ela terá textos publicados a cada 15 dias. Fique de olho!

Carol é advogada com experiência em propriedade intelectual e políticas públicas, incluindo de educação financeira.

Depois de se tornar mãe, ela passou a organizar a vida financeira da família e, desde de 2019, produz conteúdo sobre finanças comportamentais no perfil @neuro.economia, pois para ela a raiz dos problemas financeiros está no cérebro.

Confira outros textos de Carol Velloso, colunista do FinanceOne:

Dólar paralelo: entenda o que é e como funciona

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mulher segurando um leque de notas de dinheiro e tapando a parte inferior do rosto

O dólar é uma das moedas mais importantes para a economia mundial, mas você sabia que existe o dólar paralelo? Esse tipo de moeda vem chamando a atenção de quem quer realizar o câmbio.

Essa, no entanto, pode ser uma alternativa arriscada, já que o dólar paralelo costuma ser negociado no mercado negro. Quem negocia pode ter dor de cabeça, pois esse tipo de transação é irregular perante ao Banco Central.

Mas afinal, o que é o dólar paralelo e como ele funciona? Quais são os riscos para quem quer investir neste setor ou somente fazer o câmbio para a moeda? São muitas dúvidas e vamos tirar todas elas agora.

O que é o dólar paralelo?

Se você nunca escutou falar em dólar paralelo e está com medo de acabar negociando esse tipo de moeda, fique tranquilo porque iremos te explicar melhor o que significa esse termo. 

O dólar paralelo é um indicador econômico não oficial, já que ele é realizado pelo mercado negro. Vale ressaltar que todas as transações são realizadas por doleiros e casas de câmbio que não são oficiais do Banco Central.

+ Saiba como sacar Dólar e Euro no Brasil

Mas se esse tipo de moeda não é regularizado, por que ele está em circulação? Existem diversos motivos para que ele esteja sendo negociado e isso vai desde a falta de registros até situações que impeçam a moeda circular.

Além disso, existem pessoas e empresas que não podem atuar no mercado de câmbio de maneira legal, mas ainda assim fazem a conversão da moeda.

Qual é o valor da cotação do dólar paralelo?

Agora que você já sabe o que é o dólar paralelo deve estar se perguntando qual o valor da cotação, certo? O problema é que, como ele não é fiscalizado pelo Banco Central, não existe um valor concreto.

Sendo assim, a variação da cotação é de doleiro para doleiro. 

Isso acontece porque essa é uma operação que não tem regras e nem controles, mas normalmente a cotação é mais baixa do que a do dólar comercial. 

pessoa sacando dinheiro em caixa eletrônico
O dólar paralelo não possui uma cotação exata

Por justamente ser mais baixa é que muitas pessoas são atraídas a realizarem esse tipo de transação.

Como funciona o dólar paralelo?

Como você já viu, o Banco Central considera o dólar paralelo com um nicho de mercado ilegal. Mas ainda sim ele funciona. No Brasil, desde os anos 90 esse tipo de negociação acontece.

Além disso, o crescimento desse tipo de negociação aconteceu muito por reação a algumas ações governamentais. Após gerar instabilidade econômica, fez-se necessário uma saída fora da curva. Quem não lembra do bloqueio das contas poupanças, pois bem, foi um dos pilares.

Para você entender melhor como funciona, o dólar paralelo costuma ser negociado sempre em estabelecimentos que funcionam sem a autorização do Banco Central. Dessa forma, dificilmente você vai encontrar alguém divulgando ou esse tipo de mercado sendo explorado com amplitude.

+ Confira como comprar dólar com cartão de crédito

Além disso, para comprar o dólar paralelo é necessário que você conheça o doleiro que estará envolvido na transação. 

Há riscos no dólar paralelo?

Sim, muitos.

Se envolver com ese tipo de negociação não é recomendado, principalmente por ser ilegal. Ela não tem nenhum tipo de respaldo do Governo Federal e você pode ser indiciado, já que pode ser considerado um crime.

Inclusive, a prática de negociar dólar paralelo é muito usada para o crime de lavagem de dinheiro e também para sonegação.

Em ambos os casos, a pena pode variar de três a dez anos, além de multa. 

Dessa forma, se você deseja investir o seu dinheiro em alguma moeda estrangeira, procure outras formas. 

Atualmente, há o dólar comercial e o dólar turismo. Apenas essas duas modalidades são reconhecidas pelo Banco Central e seguras de você aplicar o seu dinheiro sem preocupação.

Gostou do conteúdo e quer continuar lendo sobre o assunto? Quer saber o que motiva a variação do dólar? Então entenda o porquê essa moeda tanto sobe e desce.

Inflação pessoal é diferente da inflação oficial. Entenda como calcular!

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filheira de moedas com carrinho de supermercado

O Índice de Preços ao Consumidor Amplo, também conhecido como IPCA, é o indicador oficial da inflação no Brasil. E ele tem assustado muitas pessoas nos últimos anos. Em abril, por exemplo, o IPCA chegou a 12,13%, segundo o IBGE. Contudo, a variação de preços que o consumidor sente no bolso, ou seja, a inflação pessoal, pode ser muito diferente da inflação oficial.

Mas por quais motivos isso acontece? Em primeiro lugar, devemos lembrar que o IPCA, assim como qualquer outro indicador, é uma estimativa. Por isso, ele mede a variação de preços de uma cesta de itens de nove grupos diferentes consumidos pelas famílias brasileiras.

Ou seja, ele acompanha a evolução de preços de itens consumidos por um perfil amplo de consumidores. No entanto, o consumo de uma família com uma renda de dois salários mínimos, por exemplo, é diferente de uma família que tem renda de 40 salários mínimos. E é aí que entra a inflação pessoal.

Por isso, se você quer entender melhor o que é a inflação pessoal e como ela impacta o seu bolso, continue lendo este texto. Também falaremos como conseguir calcular a inflação pessoal. Boa leitura!

+ Saiba o que é IPCA e qual o impacto no dia a dia

Inflação pessoal x inflação oficial: qual a diferença?

Como falamos acima, a inflação oficial é medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Esse é o indicador oficial de inflação do Brasil e acompanha as variações de preços de vários produtos e serviços.

Porém, como são levados em conta vários produtos e serviços, o IPCA é somente uma média, não podendo condizer com a inflação de todos. Afinal de contas, você provavelmente não consome todos os produtos e serviços levados em conta do cálculo no IPCA.

Já a inflação pessoal é a variação de preços dos produtos e serviços que você consome. Ou seja, cada família ou pessoa tem uma inflação pessoal.

Uma pessoa que não consome carnes, por exemplo, tem uma inflação diferente de uma pessoa que está sempre comprando carnes. A inflação é diferente porque para a primeira pessoa o aumento no preço da carne não traz alteração no orçamento pessoal.

pessoa segurando um gráfico nas mãos
A inflação que sentimos no bolso é diferente da inflação pessoal. Saiba aqui como funciona a inflação pessoal e como calcular

O que levar em consideração na hora de calcular a inflação pessoal

Separamos um passo a passo para você conseguir calcular a sua inflação pessoal. Veja só:

1- Anote tudo o que você consome

Seja no papel, seja em uma planilha, você deve escrever tudo que você consome em um mês.

Um detalhe importante: essa lista deve ser referente a um mês normal. Não faça a lista de um mês que você viajou ou algo do tipo.

2- Verifique a quantidade que você consome

Depois de listar os produtos consumidos por você, coloque a quantidade de cada item consumido no mês.

Exemplo: coloque quantos pacotes de pães você compra ou quantos quilos de feijão sua família consome no mês.

Essa etapa também vale para quem tem carro ou anda de transporte público. Aqui é possível colocar quanto você gasta de gasolina ou quantas passagens de ônibus você gasta, por exemplo.

+ Gasolina x Álcool: entenda qual o mais vantajoso
+ Por que a gasolina está tão cara em 2022? Entenda os preços altos!

3- Considere o aumento de preço

Os passos anteriores você deve fazer no primeiro mês.

Agora vamos para o segundo mês de anotações. Nesse caso, você também anotará o que você consome. Porém, agora você vai considerar os gastos em cima das quantidades fixadas no primeiro mês.

Veja o exemplo:

  • No primeiro mês você pagou R$19 em 5kg de arroz
  • No segundo mês você pagou R$15 em 5k de arroz

Depois de fazer isso para todos os itens que você consumiu, some quanto você gastou no primeiro mês e quanto gastou no segundo mês.

Lembre-se: é necessário considerar as mesmas quantidades entre o primeiro mês e segundo mês para entender se essa variação está relacionada com a alta dos preços de fato, e não com o aumento do seu consumo. 

Como calcular o valor da inflação pessoal

Após listar tudo que você consumiu no primeiro mês e no segundo mês, basta somar o quanto você gastou no primeiro e no segundo. O resultado é a sua inflação pessoal.

Considerando que no primeiro mês você gastou R$120 e no segundo mês gastou R$138 comprando as mesmas coisas, então a sua inflação pessoal é de 15%. Lembrando que é preciso considerar as mesmas quantidades nos dois meses.

Viu, só? Conhecer a sua inflação pessoal é muito importante para que você consiga planejar e melhorar o seu orçamento pessoal.

Isso porque se você souber como a inflação pessoal pode impactar o seu poder de compra, você consegue planejar melhor as suas despesas. Dessa forma, você pode fazer cortes de gastos ou trocar produtos mais caros por outros mais baratos, por exemplo.

E você, já calcula a sua inflação pessoal? Compartilhe conosco, e com os demais leitores, a sua opinião sobre o assunto!

C6 Bank ou Inter: veja qual cartão de crédito sem anuidade é melhor

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cartão do banco inter em cima de computador

Se você está pesquisando por um cartão de crédito sem taxas, é bem provável que tenha se parado com o dilema: cartão C6 Bank ou Inter? Você não é o único, porque muitos especialistas listam essas duas opções como as melhores no quesito “sem anuidade”.

Já se foi o tempo em que para ter um cartão, o cliente precisava pagar taxas caríssimas todos os meses, mesmo que o produto não oferecesse nenhum tipo de vantagem. 

Atualmente, com o mercado oferecendo cada vez mais opções e a concorrência acirrada, surgem várias opções de cartão sem anuidade E com vantagens muito boas, como programa de pontos e cashback

Entre eles, estão os produtos dos bancos digitais Inter e C6 Bank. Mas qual será que é o melhor? Para responder a esta pergunta, precisamos levar alguns fatores em consideração!

Comparativo cartão de crédito C6 Bank e Inter: veja as diferenças

Para começar, fizemos um comparativo das principais características dos cartões C6 Bank e Inter. Depois, vamos conversar melhor sobre as vantagens que cada um oferece para diferentes objetivos financeiros, além de aprofundar em cada produto. 

Importante ressaltar que estamos falando do cartão C6 sem anuidade, que é mais simples. O cartão C6 Carbon tem anuidade de R$85 e não está listado aqui por ser uma opção mais avançada de crédito, para clientes de maior renda.

SERVIÇOCARTÃO C6 BANKCARTÃO INTER
AnuidadeR$0R$0
Juros do rotativo10,7% a.m5,82% a.m
Multa por atraso de pagamento da fatura2% sobre o valor2% sobre o valor
CashbackO cartão C6 Bank possui o programa Átomos, cujos pontos não expiram e podem ser trocados por milhas, cashback ou produtos na C6 Store. Cada real no crédito pode acumular de 0,5 ou 0,28 pts– 0,25% (Gold)
– 0,50% (Platinum)
– 1% (Black)
Pontos ou milhasPrograma Átomos, 0,5 ou 0,28 pts para cada real gasto no créditoNão possui
Cartão virtualSimSim
Cartão adicionalUm adicional gratuitoAté dois adicionais gratuitos
Descontos em lojasApenas na C6 StoreInter Shopping
BandeiraMastercardMastercard
AtendimentoRegular (nota 6,4 no Reclame Aqui)Ótimo (nota 8 no Reclame Aqui)
Renda mínimaNão exigidaNão exigida
Consulta o score do SPC e SerasaSimSim
LimiteVaria de acordo com a renda do cliente, podendo ir de R$50 a R$2 mil inicialmente, mas é fácil de aumentar – há relatos de até três aumentos em um anoRelatos apontam que a média do limite inicial pode ir de R$500 a R$1,5 mil, dependendo do cliente, mas o aumento ao longo do tempo não é tão fácil nem recorrente

Cartão C6 Bank ou inter: qual deles é o melhor?

Analisando o comparativo, dá para notar que tanto o cartão C6 Bank quanto Inter são ótimas opções sem anuidade. Mas o pulo do gato para fazer essa escolha é identificar o seu perfil financeiro e quais são seus objetivos. 

Por exemplo: se você é uma pessoa que viaja muito ou tem um projeto de viagem em mente, o C6 pode fazer mais sentido, já que possui um ótimo programa de milhas. 

No entanto, se você não tem viagem em vista ou até mesmo se já utiliza outro cartão com um programa de milhas muito bom, essa característica talvez não faça tanta diferença. 

Cartões de crédito do C6 Bank
Cartão C6 Bank e Inter estão entre melhores opções sem anuidade

Já o cartão do Inter, pode ser uma opção melhor para quem quer apenas um cartão para fazer comprar e economizar. Afinal, o retorno em cashback é mais atrativo – além do juros rotativo ser menor, caso seja necessário utilizá-lo. 

Analisando os aspectos de modo geral, muitos especialistas recomendam o C6 como a melhor opção sem anuidade. Geralmente, o fator impulsionador é o limite de crédito e o programa Átomos. 

Mas tenha em mente o que explicamos acima: entenda quais características de cada cartão fazem mais sentido para as suas necessidades. 

Na dúvida, vale a tentativa de solicitar os dois. Se ambos forem aprovados, você pode testar para entender qual se adapta melhor. Mas tome cuidado para não se enrolar nas contas!

Se gostou deste conteúdo e quer saber mais sobre os cartões C6 Bank e Inter? Então, leia também: 

Prazo para o Relp prorrogado! Programa dá desconto em débitos do Simples Nacional

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casal olhando contrato

O prazo para MEIs e pequenos empreendedores aderirem ao Relp – Programa de Reescalonamento do Pagamento de Débitos – foi prorrogado! Agora eles têm até sexta-feira, 3 de junho, para se cadastrar.

Com esse programa, é possível parcelar e obter descontos de até 90% em dívidas fiscais no âmbito do Simples Nacional. De acordo com a Receita Federal, até o dia 19 de maio, mais de 100 mil empresas já haviam aderido.

Inicialmente, o prazo de adesão seria encerrado na última terça-feira, dia 31 de maio. Mas a decisão de prorrogá-lo foi anunciada durante a tarde e oficializada por meio de publicação em edição extra do Diário Oficial.

Para quem não sabe, o Programa de Reescalonamento do Pagamento de Débitos no Âmbito do Simples Nacional foi instituído pela Lei Complementar nº 193, em março. 

Mas somente agora no final de abril deste ano a Instrução Normativa RFB nº 2.078 foi publicada, estabelecendo todas as regras.

Quem pode aderir ao Relp?

Podem aderir ao Relp:

  • micro e pequenas empresas, inclusive o MEI
  • estando ou não atualmente no Simples Nacional/ Simei

A lei considera microempresas as pessoas jurídicas com faturamento anual de até R$360 mil. Já as empresas de pequeno porte são aquelas com faturamento de até R$4,8 milhões nos últimos 12 meses.

Mesmo se a empresa não está mais no Simples Nacional, seja porque foi excluída ou desenquadrada do regime, ela pode aderir ao programa. 

Mas, lógico, as dívidas a serem parceladas precisam ser aquelas que foram apuradas pelo Simples. E com vencimento até fevereiro de 2022.

Como funciona o pagamento de dívidas pelo Relp?

Ao aderir ao Relp, o MEI ou pequeno empresário poderá parcelar suas dívidas em até 180 vezes, fora um entrada que pode ser dividida em oito parcelas.

Porém, existem diferentes modalidades de adesão ao Relp, tanto para débitos apurados no Simples Nacional como para débitos no Simei. Mais especificamente, seis modalidades. 

A modalidade depende da redução de receita bruta que a empresa teve no período de março a dezembro de 2020 (em comparação com o período de março a dezembro de 2019). 

Dependendo da modalidade, o desconto vai de 65% a 90% das multas e juros. Parcelamentos rescindidos ou em andamento também podem ser incluídos.

Tabela Relp 2022

Na prática, as modalidades de adesão do Relp MEI, com seus respectivos descontos, parcelamentos e valores de entrada, funciona assim:

ModalidadeRedução da Receita Bruta da empresaComo funciona
ISem perda (0%)Paga 12,5% da dívida total, sem redução, em até 8 vezes (até novembro) e o restante parcelado em até 180 vezes, com 65% de desconto sobre multas e juros.
II15%Paga 10% da dívida total, sem redução, em até 8 vezes (até novembro) e o restante parcelado em até 180 vezes, com 70% de desconto sobre multas e juros.
III30%Paga 7,5% da dívida total, sem redução, em até 8 vezes (até novembro) e o restante parcelado em até 180 vezes, com 75% de desconto sobre multas e juros.
IV45%Paga 5,0% da dívida total, sem redução, em até 8 vezes (até novembro) e o restante parcelado em até 180 vezes, com 80% de desconto sobre multas e juros.
V60%Paga 2,5% da dívida total, sem redução, em até 8 vezes (até novembro) e o restante parcelado em até 180 vezes, com 85% de desconto sobre multas e juros.
VI80% ou mais (ou ficou inativo)Paga 1% da dívida total, sem redução, em até 8 vezes até novembro. O restante parcelado em até 180 vezes, com 90% de desconto sobre multas e juros

Mas atenção: o saldo da dívida de contribuições previdenciários retidas de segurados pode ser parcelado em, no máximo, 60 vezes. Isso porque a Constituição proíbe o parcelamento delas em prazo maior.

Como funcionam as parcelas?

Somando-se às regras detalhadas acima, o pagamento de parcelas do Relp tem alguns limites:

  • elas não podem ser inferiores a R$300 para micro e pequenas empresas
  • ou a R$50 para microempreendedores individuais (MEI)

Além disso, o saldo parcelado em até 180 vezes deve respeitar os seguintes valores mínimos:

  • Primeiro ano (12 primeiras parcelas): 0,4% do saldo consolidado da dívida
  • Segundo ano (da 13ª à 24ª parcela): 0,5% do saldo consolidado da dívida
  • Terceiro ano (da 25ª à 36ª parcela): 0,6% do saldo consolidado da dívida; e
  • A partir da 37ª parcela, o saldo é dividido em até 144 vezes.

Cada parcela é acrescida de juros equivalentes à taxa Selic + 1% relativamente ao mês em que o pagamento for efetuado.

O que não pode ser parcelado?

O programa de parcelamento para micro e pequenas empresas abarca débitos inscritos ou não em dívida ativa. Porém, não entram no Relp:

  • multas por descumprimento de obrigação acessória (como as de atraso na entrega de declarações, por exemplo)
  • contribuições previdenciárias apuradas
  • qualquer débitos não abrangido pelo Simples Nacional
  • dívidas de empresas com falência decretada
homem preocupado com as dívidas do simples nacional
Relp dá desconto de até 90% para MEIs e pequenos empreendedores com dívidas na Receita Federal

Como aderir ao Relp MEI? Qual é o prazo?

O prazo para aderir ao Relp foi prorrogado pelo Comitê Gestor do Simples Nacional recentemente. Agora, ele vai até o dia 31 de maio de 2022.

Para aderir ao programa o representante da empresa deve seguir o passo a passo:

  1. Acesse o portal e-CAC, disponível no site da Receita Federal
  2. Clicar em Pagamentos e Parcelamentos
  3. Depois clique em “Parcelar dívidas do SN pela LC 193/2022 (RELP)” ou “Parcelar dívidas do MEI pela LC 193/2022 (RELP)”, de acordo com o tipo de empresa

Também é possível aderir pelo Portal do Simples Nacional

Durante a adesão, é necessário indicar as dívidas que serão incluídas no programa. Se o empreendedor optar por incluir dívidas já parceladas ou que estão em discussão administrativa, precisará desistir do parcelamento ou do processo.

A modalidade (com seus devidos descontos de regras) será declarada na hora. Porém, se o empreendedor não concordar, pode pedir revisão à Receita Federal.

Se uma empresa que tiver débitos do Simples Nacional e do Simei, pode solicitar dois pedidos, um para cada regime de tributação.

O pedido de adesão só será aprovado depois do pagamento da primeira prestação. Se a entrada não for totalmente quitada depois de oito meses de ingresso no Relp, a adesão será cancelada.

Exclusão do programa

As micro e pequenas empresas que aderirem ao Relp poderão ser excluídas do programa nas seguintes situações:

  • o contribuinte não pagar três parcelas consecutivas ou seis alternadas;
  • não pagar uma parcela se todas as demais estiverem pagas;
  • ocultar bens para não pagar;
  • tiver falência decretada, empresa liquidada ou CNPJ declarado inapto;
  • se tiver seus bens penhorados ou indisponíveis por decisão da Justiça em razão de execução de débitos fiscais;
  • não pagar os tributos a que está sujeito por três meses consecutivos ou seis alternados; e
  • que não cumprir suas obrigações com o FGTS

Quem aderir ao Relp deverá quitar débitos regularmente

A adesão ao programa para micro e pequenas empresas implica confessar o débito e aceitar as condições de forma irretratável e irrevogável.

Ou seja, o empreendedor terá que pagar regularmente não somente as parcelas, mas também os débitos que venham a vencer a partir da data de adesão, estejam eles inscritos ou não em dívida ativa.

Além disso, o MEI ou pequeno empresário estará abrindo mão de incluir esses mesmos débitos em qualquer outro tipo de Refis posterior. A empresa também deverá cumprir regularmente suas obrigações com o FGTS.

Para incluir no programa débitos em discussão administrativa ou judicial, a empresa terá que desistir das impugnações, recursos administrativos e ações judiciais em relação a eles e renunciar a qualquer direito que alega ter.

A desistência parcial será uma possibilidade, mas desde que seja possível separar o débito a ser incluído no Relp da dívida que se queira questionar.

A comprovação da desistência e renúncia às ações judiciais também deverá ser apresentada e, dependendo do caso, o contribuinte fica isento do pagamento de honorários sobre essas demandas.

Antes de aderir ao programa, é sugerido consultar o manual completo disponível no site da Receita Federal.

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*Colaboração: Juliana Favorito

Como funciona o crediário no cartão de crédito? Vale a pena? Entenda!

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homem segurando o cartão e olhando o notebook

Algumas instituições financeiras oferecem uma modalidade de financiamento conhecida como crediário no cartão de crédito. Nela, ao finalizar a compra no crédito o lojista poderá oferecer as opções à vista, parcelado sem juros e parcelado com juros.

O parcelamento da nova modalidade será entre duas e 48 parcelas. Contudo, vai depender do lojista oferecer a opção com os juros sendo definidos pelas próprias instituições financeiras de acordo com cada cliente.

Entretanto, quanto menor a pontuação do consumidor (segundo os bancos e empresas de proteção ao crédito), maior é o risco de inadimplência e, consequentemente, maior será a taxa de juros.

Em estabelecimentos que oferecem a opção crediário no cartão de crédito o consumidor poderá pedir para fazer a simulação na maquininha, no qual será possível ter acesso a, no mínimo, 3 simulações de financiamento.

As parcelas do crediário são lançadas nas próximas faturas, conforme a opção contratada. A concessão dessa modalidade está atrelada ao limite de crédito do cartão, que é restabelecido à medida que as prestações do crediário são quitadas.

O novo método de financiamento no cartão de crédito deve se somar às opções já existentes,
assim, o consumidor não precisará solicitar um novo plástico para o banco emissor.

Mas, cuidado!

Perigo de endividamento

O crediário no cartão de crédito pode fomentar o endividamento, possibilitando que você realize compras comprometendo mais do que 30% do seu salário, que é o indicado, já que é como se você tivesse dois cartões como limites acrescidos. A educação financeira nesse caso é fundamental.

Entretanto, as vantagens do crediário no cartão de crédito são praticamente as mesmas do próprio cartão: facilidade de parcelamento, parcelas menores (se você deseja comprar um bem que no cartão teria parcelas muito altas, com o crediário você pode ter parcelas que cabem no seu bolso).

+ Crediário no cartão de crédito: cuidados a tomar

Contudo, é preciso que você evite descontroles ou a compra de bens de consumo não necessários. Portanto, evite o crediário no cartão de crédito.

Afinal, mesmo pagando as taxas no parcelamento, o cliente estará sujeito aos altos juros do cartão de crédito em caso de inadimplência ou atraso.

Como podemos ver no “Mapa da Inadimplência e Renegociação de Dívidas no Brasil”, produzido pelo Serasa, aponta que 63,4 milhões de brasileiros estão inadimplentes.

Do total, o segmento de bancos e cartões de crédito segue liderando o ranking das contas responsáveis pela inadimplência, representando 28,70% do total.

pessoas conversando sobre investimento
O Crediário no crédito viabiliza a compra de produtos com valor mais elevado, já que seu cliente pode parcelar em até 48x, dependendo das definições de cada banco emissor

Alternativas ao crediário no cartão de crédito

A primeira opção sempre é o pagamento à vista. Comerciantes quase sempre preferem receber à vista e não ver uma parcela se parece que nunca acaba a cada fatura é sempre um alívio.

Outra medida é incentivar a concorrência e comprar com quem oferece o parcelamento sem juros ou possuir cartões que não oferecem essa alternativa.

+ Crediário digital: o que é, como funciona e como utilizar? Entenda!

É possível também fazer um empréstimo pessoal mais barato. Compare os juros e, se for mais barato os do empréstimo, pode ser vantajoso. Além disso, o consumidor pode pedir um desconto, já que para o lojista o pagamento será à vista.

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Cartão de crédito Buscapé: limite, anuidade e mais. Veja como funciona!

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Menina segurando cartão e celular

Você sabia que agora é possível ter um cartão de crédito Buscapé? É isso mesmo, a empresa que é um buscador e comparador de preços de produtos agora oferece um cartão para os consumidores.

O cartão de crédito Buscapé surgiu de uma parceria do site com o banco Pan. E essa opção de cartão é ideal para quem está sempre fazendo compras onlines. Isso porque ele oferece diversas vantagens para esse tipo de compra.

Uma delas é justamente o reembolso do valor que você pagou em um produto, caso ache ele depois mais barato.

Se você tem interesse em saber como funciona o cartão de crédito Buscapé ou quer saber como solicitá-lo, fique tranquilo. Neste artigo você vai encontrar todas as informações que precisa sobre.

Como solicitar o cartão de crédito Buscapé?

Quem tem interesse em solicitar o cartão de crédito pode pensar que para ter direito é necessário abrir uma conta no banco Pan, mas isso não é preciso. E o melhor é que você pode solicitar o seu sem sair de casa, pelo celular ou computador.

Todo o processo é bem simples, fácil e rápido. 

Você só precisa acessar o site do Buscapé e clicar em “Quero o cartão”. Ao fazer isso, abrirá uma janela para você preencher algumas informações, como nome completo e e-mail.

Insira todas as informações solicitadas e clique em “Confirmar”. Agora é só esperar o banco Pan realizar uma análise de crédito para saber se o seu pedido foi aceito ou não.

Cartão de crédito Buscapé não tem anuidade

Para quem está em busca de um cartão de crédito sem anuidade, o Buscapé pode ser uma opção, já que ele não cobra essa taxa. Além disso, o cartão tem bandeira Mastercard e é internacional.

cartões mastercad
A bandeira do cartão de crédito Buscapé é o Mastercard

Dessa forma, você pode contar com todos os benefícios oferecidos pela bandeira, desde descontos a programas de milhas.

Vale ressaltar que o cartão possui a opção de pagamento por aproximação, sem a necessidade de colocar senha.

Cartão de crédito Buscapé conta com programa de cashback

Quem não gosta de pagar algo e ainda receber o dinheiro de volta? Quando as compras são frequentes, ainda pode ser uma forma grana extra ou juntar para investir. No caso do cartão de crédito Buscapé, o cliente conta com o famoso programa de cashback.

O processo é bem parecido com o de outros cartões. Para ter o dinheiro de volta, basta fazer uma compra que ele vai direto para a sua carteira digital.

O cashback do cartão Buscapé é de:

  • 1% em qualquer compra; ou
  • até 2% nas compras feitas pelo site. 

Isso mesmo, toda vez que você realiza uma compra no site do Buscapé com o seu cartão, independentemente do valor, recebe essa porcentagem de volta.

Muitos consideram uma desvantagem o fato do cashback maior valer apenas para o site do Buscapé, além de não contemplar outros programas. 

+ Conheça 12 apps para pagar boletos com cartão de crédito

No entanto, o cashback é automático e você não vai precisar se preocupar com ativações ou por contratar, e essa pode ser uma grande vantagem.

Mais benefícios do cartão Buscapé

Mas, engana-se quem pensa que o programa de cashback é o único benefício do cartão de crédito Buscapé. Existem outros, veja a seguir:

  • Cartão Internacional: ele pode ser usado na comprar de produtos em lojas internacionais, sejam elas online ou offline
  • Bandeira Mastercard Gold: clientes contam com todos os benefícios da bandeira e ainda têm direito ao pagamento por aproximação
  • Garantia de menor preço: eles garantem que o cliente comprará com o menor preço ou então reembolsam a diferença!

O cartão ainda conta com uma excelente avaliação entre os usuários e tem ótimas opções de seguros: por proteção de preço; proteção por dano acidental ou por roubo de uma compra.

Além disso, conta com a extensão do prazo de garantia de alguns produtos e um atendimento 24 horas para situações de emergência. Ele ainda dá descontos em cinemas e restaurantes.

Gostou de conhecer o cartão de crédito do Buscapé? Então compartilhe a novidade e envie essa matéria para um amigo que ama comprar na plataforma.

Leia também no FinanceOne:

Quanto custa um mochilão na Europa? Veja como economizar

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Pessoa fazendo a mala

O valor de um mochilão na Europa vai depender de muitos fatores. Principalmente, do tempo e quantos países pretende visitar. Por isso, um planejamento bem feito pode render um bom lucro durante a sua viagem.

Sem planejamento, você vai acabar gastando mais do que o previsto. Pesquise muito bem sobre os locais que vai visitar, como vai se locomover e o quanto vai gastar. Isso vai fazer com que você consiga completar toda a rota com um saldo positivo de dinheiro.

Mas, é claro, leve um dinheiro reserva, pois pode ser que você tenha algum imprevisto por lá.

Os principais gastos de uma viagem dessas são:

Outros gastos secundários também entram na lista como:

  • transporte (metrô, ônibus, táxi, barco, trem);
  • souvenir (se for o seu caso);
  • bares e lazer.

O euro está em alta e o custo de vida nas cidades europeias não está barato. No entanto, uma viagem dessas não é impagável.

Afinal, não é necessário gastar uma fortuna para fazer um mochilão na Europa. Muito pelo contrário, se você estiver disposto a economizar em alguns quesitos, dá para ser até mais barato do que se imagina.

pessoas com bandeira do Reino Unido
Fazer um mochilão na Europa pode não ser impossível quando se tem planejamento e desejo de economizar

Quando viajar?

O tempo da sua viagem vai variar de acordo com o seu destino e seu orçamento. Se você prefere fazer um mochilão na Europa por países do leste, por exemplo, talvez possa estender o tempo de viagem.

Se for passar por países mais caros como Inglaterra, França e Alemanha, talvez precise reduzir o tempo de viagem. Defina o que é prioridade para você e escolha por quanto tempo quer viajar.

Os preços e as temperaturas mudam muito de acordo com as estações no continente europeu, assim como a experiência que você vai ter em cada lugar. No verão, alta temporada no continente,  o número de turistas aumenta, assim como os preços de acomodação e passagens de trem, ônibus e avião.

Em contrapartida, no inverno as temperaturas podem ficar negativas e é possível que, em alguns momentos, a viagem seja comprometida pelo mau tempo.

Mas, quem não se importa em passar frio pode se deparar com paisagens incríveis de cidades cobertas pela neve. No inverno os preços também costumam ser mais baixos e é mais fácil encontrar ofertas de passagens e acomodação.

Cidades mais baratas para fazer mochilão na Europa

mochilão na Europa
Praça da Independência, em Kiev

Kiev, a capital da Ucrânia, é a cidade europeia mais barata para viajar. Já a Islândia está no top dos destinos cada vez mais caros.

Quem afirma são os especialistas do Price of Travel, que todos os anos divulgam o Backpacker Index, um estudo que avalia custos de viagem para algumas das cidades mais populares.

Para cada dia, o valor inclui: uma noite em um hostel barato (mas com boas condições), em uma localização central e com comentários positivos nos sites de reservas de alojamentos; duas viagens em transportes públicos; uma entrada em atração turística ou museu; três refeições e três cervejas, que podem ser consideradas um gasto diário adicional para quem não bebe álcool.

Os valores apresentados são estimativas do que é possível gastar, para que possa ser mais fácil decidir o próximo destino de viagem, comparando cidade a cidade, com os preços convertidos, no caso dos destinos que não têm o euro circulando.

Cidade, país e gasto por dia, respectivamente:

  1. Bucareste, Romênia: US$33,95;
  2. Budapeste, Hungria: US$34,38;
  3. Sofia, Bulgária: US$34,59;
  4. Cracóvia, Polônia: US$36,57;
  5. Belgrado, Sérvia: US$37,02;
  6. Kiev, Ucrânia: US$37,71
  7. Istambul, Turquia: US$41,43;
  8. Bratislava, Eslováquia: US$41,66;
  9. Varsóvia, Polônia: US$41,70;
  10. Saravejo, Bósnia e Herzergovina: US$42,45;
  11. Zagreb, Croácia: US$44,19;
  12. Riga, Letônia: US$45,57;
  13. São Petersburgo, Rússia: US$45,96
  14. Český Krumlov, República Tcheca: US$46,16
  15. Vilnius, Lituânia: US$48,22

Como comprar as passagens?

Uma das principais dicas para conseguir bons preços para seu mochilão na Europa é esperar por promoções para comprar as passagens. Fique de olho nos sites das companhias aéreas e baixe aplicativos que avisam quando surgem uma promoção para os destinos que você selecionar.

Compre as passagens de ida e volta. Se você for comprar passagens ponto a ponto normalmente só um trecho vai sair o preço da ida e da volta. Caso pretenda chegar em uma cidade e retornar de outra utilize a pesquisa por múltiplos destinos.

Seja flexível nas datas e destinos para seu mochilão na Europa. Altere seu planejamento de acordo com as oportunidades que surgirem. Se você, por exemplo, estava planejando começar sua Eurotrip por Londres mas apareceu uma promoção com passagens para Paris, reorganize seu roteiro e inicie por Paris.

Estabeleça um prazo máximo para esperar pelas promoções. Espere ao máximo até três meses antes da data programada para o início da viagem. Se deixar para comprar as passagens na última hora, provavelmente vai pagar preços altíssimos.

+ Mochilão pelo Brasil: saiba quanto custa

Como economizar com hospedagem

A hospedagem consome 30% do orçamento diário de um mochilão na Europa. Geralmente um hostel com quarto compartilhado custa na faixa dos €20 no verão europeu.

Esse valor é uma média, lembrando que em países mais caros como Inglaterra, Holanda e Bélgica esse valor sobe. Em países mais baratos como Portugal, República Tcheca e Hungria esse valor desce.

Ficar em hostels é uma ótima maneira de economizar, principalmente se reservados com bastante antecedência pelo Booking ou no Airbnb.

Mas o que acha de se hospedar de graça pela Europa? Bom, é possível através da rede social chamada Couchsurfing. Com ela é possível se hospedar em qualquer parte do mundo de graça na casa de um morador local.

Opções de hospedagem durante a viagem:

1 – Hotel – Os hotéis são, possivelmente, a primeira opção de muitos viajantes – especialmente daqueles que não possuem o orçamento muito limitado.

2 – Pousada – Ficar em uma pousada pode ser uma ótima opção para quem busca privacidade, segurança e conforto, mas não abre mão da sensação de aconchego que muitas delas oferecem.

3 – Hostel – Este tipo de acomodação atrai principalmente viajantes com orçamento limitado, mas também pessoas que viajam sozinhas e encontram nos hostels uma forma de socializar e fazer amigos.

4 – Couchsurfing – Permite que o viajante entre em contato com pessoas dispostas a receber hóspedes em suas casas, peça acomodação. A partir disso, a negociação das condições fica a critério dos envolvidos.

Gaste pouco com locomoção

No seu mochilão na Europa, existem diversas formas eficientes de viajar de um país ou de uma cidade a outra. No entanto, os preços variam tanto quanto as opções de transporte.

Os ônibus costumam ser a opção mais barata, mas também a mais demorada dependendo da distância a ser percorrida. Os trens são mais confortáveis e mais rápidos, mas costumam ser mais caros.

mochilão na europa
Andar de bicicleta pode ser prático e econômico em um mochilão na Europa.

Diferente do Brasil, a Europa tem companhias low cost que têm voos baratos para voar dentro do continente. Pesquise companhias como RyanAir e EasyJet, que costumam ter voos por uns 10 euros!

E para que seu voo fique realmente barato, se puder viaje com uma mochila pequena – despachar a mala nessas companhias muitas vezes é mais caro que o próprio voo.

Dentro das cidades, procure fazer o máximo de coisas a pé ou de bicicleta. É uma ótima forma de economizar e conhecer a cidade.

Qual a graça ficar pegando metrô toda hora e deixar muitas coisas passarem? Exceções existem como em cidades grandes, mas dá sempre para evitar.

Também é possível usar o site do BlaBlaCarNele, é possível pegar carona com um desconhecido por um preço bem em conta.

Trata-se de outra rede social em que pessoas se cadastram e oferecem vagas em seus carros de forma a economizar nos gastos de gasolina e afins. Essas pessoas geralmente fazem a mesma rota todo dia.

Alimentação também é importante no orçamento

Esse talvez não seja um problema para a maioria, mas sempre é possível economizar um pouco mais. Opte por hostels com cozinha e faça pelo menos uma de suas refeições por lá.

Evite comer em lugares próximos às atrações turísticas, os valores costumam ser muito maiores. Se você não tem frescura na hora de comer, as comidas de rua são uma boa. Costumam custar na faixa dos €5 ou menos, dependendo do país.

Outra opção para seu mochilão na Europa é ir ao supermercado e comprar sua comida. Se você está em um hostel, casa ou qualquer outra hospedagem que te permite cozinhar, seu economia será bem grande. Cozinhar a própria comida te permite economizar em absolutamente todas as refeições.

Compre suas garrafas de água, que custam bem mais em bares, lojas e na rua. Além disso, compre lanches que não precisam ser refrigerados o tempo todo, como sanduíches, pão, sucos, refrigerantes, biscoitos e barrinhas de cereal.

Assim, você não precisa gastar mais indo em uma padaria ou lanchonete. Para itens que precisam ser refrigerados, basta comer na hora. Identifique o supermercado mais perto de você e use-o sempre.

Faça uma planilha de gastos

Antes e durante o seu mochilão na Europa, anote e controle seus gastos. Você poderá controlar a grana que está saindo e planejar os gastos para o restante da viagem. Estipule um orçamento diário. Este será o valor diário que você terá para comer, passear e comprar.

É sempre bom ter uma ideia de quanto custam as entradas dos museus, atrações ou um restaurante que você quer muito ir. Assim você poderá fazer uma estimativa de quanto vai gastar por dia, só levando em conta que quase sempre se gasta um pouco mais do que se espera.

Na Europa, por exemplo, com 30 a 40 euros por dia você consegue comer e fazer passeios. Descubra também quais são os dias gratuitos dos museus, se há algum desconto ou algum passe da cidade, dicas de viagem para neve .

Por fim, se no país onde você estiver houver a possibilidade de reaver o imposto (tax refund), não se esqueça de solicitar ao lojista a papelada para apresentar no aeroporto quando estiver partindo. Normalmente na Europa é possível. Porém, perca tempo somente se você tiver gastado muito.

Gostou do conteúdo sobre um mochilão pela Europa? Então compartilhe este texto com um amigo e continue a sua leitura em nosso site. Veja também: é melhor fechar um pacote ou planejar viagem sozinho?

Quem é solteiro e não tem filhos pode receber Auxílio Brasil? Entenda!

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pessoa segurando notas de real

O Auxílio Brasil foi criado com o objetivo de ajudar as famílias carentes e, para ter direito, é preciso cumprir alguns requisitos. Porém o que muito se fala é sobre famílias completas terem acesso ao benefício. Mas,s e quem é solteiro, será que pode solicitar?

Essa dúvida é bastante comum, principalmente pela importância que o Auxílio Brasil possui na vida de muitos brasileiros. Até porque, para você ter uma ideia, o benefício atende cerca de 18,5 milhões de famílias.

Se você é solteiro e está querendo se cadastrar para participar do programa, mas não sabe se está dentro dos requisitos necessários, fique tranquilo porque nós iremos te ajudar!

Solteiro pode ou não receber o Auxílio Brasil?

A resposta para a pergunta acima é sim, os solteiros podem participar do Auxílio Brasil. Mas para isso precisam se enquadrar em todos os critérios solicitados pelo programa, assim como qualquer outra pessoa.

E quais são os requisitos? É o que nós vamos te contar agora!

-> Estar inscrito no CadÚnico, com cadastro atualizado há menos de dois anos;

-> Ter renda per capita familiar de até R$105 (faixa de extrema pobreza) ou renda per capita familiar entre R$105,01 e R$210 e pelo menos um membro menor de idade, menor de 21 anos matriculado no ensino básico ou gestante.

De acordo com os requisitos divulgados pelo Governo Federal não há nada que impeça você de solicitar a participação no programa. Até porque não é exigido nenhum vínculo matrimonial para ser beneficiado. 

Homem segura notas de R$100
Uma pessoa solteira pode solicitar o Auxílio Brasil

Sendo assim, tanto homens quanto mulheres que cumprem os requisitos podem solicitar o benefício.

O próprio Ministério da Cidadania divulgou que grande parte das famílias participantes do Auxílio Brasil são chefiadas por mulheres, sendo parte deste grupo mães solteiras.

Quantos benefícios têm o Auxílio Brasil?

Para quem não sabe, o Auxílio Brasil foi criado para substituir o antigo Bolsa Família, que já deixou de existir. E o que muitos também não sabem é que dentro dele existem diversos benefícios, com variadas características e objetivos.

No total, são nove benefícios liberados e que podem abranger públicos variados dentro das famílias brasileiras.

É importante citar que três são benefícios principais e que os seis demais são considerados “adicionais”, podendo ser cumulativos em alguns casos.

Os principais são:

  • Benefício Primeira Infância: para crianças até 36 meses incompletos (3 anos) e com valor mensal de R$130 por pessoa;
  • Benefício Composição Familiar: para jovens de até 21 anos incompletos (o jovem precisa estar devidamente matriculado na escola) e com valor mensal de R$65 por pessoa;
  • Benefício Superação da Extrema Pobreza: para famílias que mesmo recebendo os outros dois benefícios, ainda não superam a linha da extrema pobreza (renda de R$100 por pessoa) com valor variável.

E os demais, quais são? 

Os seis restantes atuam como ferramentas de inserção econômica, sendo eles:

  • Auxílio Esporte Escolar (para estudantes entre 12 e 17 anos que se destacaram no Jogos Escolares Brasileiros – JEBs)
  • Bolsa de Iniciação Científica Júnior (estudantes com bom desempenho em competições científicas)
  • Auxílio Criança Cidadã (para o Responsável Familiar com criança de até 48 meses que não encontre vaga em creches públicas ou conveniadas)
  • Inclusão Produtiva Rural (para agricultores familiares)
  • Inclusão Produtiva Urbana (para quem receber o auxílio e comprovar vínculo de emprego formal)
  • Benefício Compensatório de Transição (para famílias que perderem parte do valor recebido atualmente pelo Bolsa Família com o novo programa)

Qual é o valor do benefício?

O valor do benefício vai ser variável, de acordo com aquele solicitado e que você ou sua família se enquadrar. É possível receber mais de um.

Neste caso de acumular, os três benefícios básicos (Primeira Infância, Composição Familiar e de Superação da Extrema Pobreza) poderão ser pagos cumulativamente às famílias beneficiárias.

Porém, os benefícios de Primeira Infância e o Benefício de Composição Familiar serão pagos apenas até o limite de cinco benefícios por família. Portanto, poderão deixar de ser cumulativos nestes casos.

Gostou do conteúdo? Quer saber mais? Então confira algumas perguntas e respostas sobre o Auxílio Brasil e fique por dentro de tudo!