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Cartão BNDES MEI: confira se vale a pena e como solicitar

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Mulher segura cartão de crédito na mão com apoiado notebook no colo usando app para pagar boleto

Quem é Microempreendedor Individual sabe que pode ser difícil conseguir acessar o crédito. Mas uma boa opção no mercado atualmente é o cartão BNDES MEI, que tem condições específicas para esse público. 

Produto do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, ele faz parte da linha de crédito para microempreendedores e tem parceria com vários bancos nacionais. Isso significa que é possível obter o cartão por meio de mais de um desses bancos. 

Entre eles estão: Itaú, Santander, Bradesco, Banco do Nordeste, Sicredi, Banrisul e outros. Se uma instituição negar o cartão, o MEI pode tentar com outra. As bandeiras também podem ser Elo ou Visa.

O próprio cliente pode escolher qual banco emissor e bandeira deseja solicitar. Mas, não sendo aprovado, pode tentar de novo outra opção.

Como funciona o cartão BNDES MEI?

Como se trata de uma linha de crédito para pessoa jurídica, o cartão BNDES MEI tem especificidades e alguns diferenciais em relação a um cartão de crédito comum. A principal delas é que seu uso deve ser voltado para o empreendimento. 

Ou seja, um microempreendedor não deve usar o produto para fins pessoais. Ele só pode ser usado para, por exemplo: aquisição de equipamentos ou materiais, compras que estejam relacionadas ao comércio ou serviço prestado, fornecedores etc.

Os bens, insumos ou serviços autorizados estão listados no site do BNDES.

O limite do cartão pode chegar a R$2 milhões, mas isso vai depender do perfil de crédito, faturamento e outros critérios que o banco emissor estabeleça. O parcelamento máximo é de 48 meses, com taxa de juros pré-fixada.

O cartão também não tem anuidade ou cobrança de mensalidades.

Resumindo as características principais do cartão

  • uso empresarial
  • limite pode chegar a R$2 milhões
  • parcelamento em até 48 vezes
  • taxa de juros pré-fixada (1,49% a.m)
  • bandeira Visa ou Elo
  • sem anuidade

Confira a lista de bancos emissores e bandeiras disponíveis:

  • Sicredi/ Cabal      
  •  Bradesco/ Elo      
  •  SICOOB/ Cabal      
  •  Banco Santander/ Visa      
  •  Banrisul/ Visa      
  •  Bradesco/ Visa
Cartão BNDES MEI
Cartão BNDES MEI é opção de crédito para microempreendedores individuais

Qual a diferença do cartão para o empréstimo convencional?

A diferença do cartão BNDES MEI para o empréstimo convencional do BNDES está, primeiro, na sua operação. Enquanto o convencional funciona com o crédito em conta e pode ser sacado, transferido etc, o cartão é como se fosse um cartão de crédito PJ.

Além disso, o crédito liberado por meio do cartão pode ser maior. Mas ambos os produtos  fazem parte da linha de crédito BNDES.

Como solicitar o cartão BNDES MEI?

Para conseguir o cartão BNDES MEI a pessoa jurídica precisa estar em dia com a situação fiscal. Ou seja, o pagamento do DAS-MEI (contribuição da Previdência Social) e outros tributos, como FGTS e RAIS, precisam estar regulares.

Além disso, obviamente, precisa ter faturamento anual de até R$81 mil, que é teto para ser enquadrado nessa categoria de empresa.

Para solicitar o cartão, basta seguir o passo a passo:

  1. Acesse a página do cartão no site do BNDES
  2. Informe o CNPJ e tipo de controle nos campos
  3. Abaixo, informe o número da CNAE FISCAL, que pode ser encontrado no Cartão CNPJ da Receita Federal
  4. Se não encontrar o número CNAE, ignore o campo e preencha os campos opcionais: setor, ramo de atividade e CNAE Fiscal (neste caso, não é o número, mas o tipo de atividade)
  5. No campo abaixo, seleciona o banco emissor de sua escolha e a bandeira que deseja para o seu cartão BNDES 
  6. Por fim, clique em “Avançar”

Na hora de escolher o banco emissor, atente-se ao fato de que é necessário ser correntista dele. Afinal, as cobranças da fatura do cartão serão realizadas nessa conta corrente.

A própria instituição financeira também será responsável pelo pedido, análise, envio e administração do cartão. Ao BNDES, cabe apenas disponibilizar o valor liberado para a empresa.
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Como funciona o tempo de carência no INSS? Entenda!

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entrada agência INSS

Pensando em se aposentar? Então, é importante compreender como funciona o período de carência do INSS. A contribuição para a Previdência Social dá aos trabalhadores o direito de receber benefícios pagos pelo governo federal por meio do Instituto Nacional do Seguro Social.

Entretanto, se você deseja receber os benefícios do INSS em dia, é preciso se atentar para os critérios utilizados pela agência. O principal deles é a respeito da carência, que costuma gerar muitas dúvidas entre os brasileiros.

Pensando nisso, preparamos um guia com as principais informações sobre o tempo de carência, além de requisitos para solicitar o recebimento dos benefícios. Confira.

O que é o período de carência?

Você provavelmente já se deparou com a carência de um plano de saúde, não é mesmo? Assim como no segmento da saúde, a carência do INSS funciona de forma parecida. Nesse caso, representa o período estabelecido pelo instituto para que determinados benefícios sejam liberados ao contribuinte.

De acordo com a Lei 8.213/1991, o período de carência abrange “o número mínimo de contribuições mensais indispensáveis para que o beneficiário faça jus ao benefício, consideradas a partir do transcurso do primeiro dia dos meses de suas competências”.

Para que o benefício seja concedido, você deve estar em dia com as contribuições mensais, além de se atentar ao prazo determinado pelo instituto.

Diferença entre carência e tempo de contribuição

É comum que haja confusão sobre a diferença entre carência e tempo de contribuição, por isso lembre-se de se atentar para esse detalhe na hora de se planejar. Como dito, a carência é o prazo mínimo de contribuição que você deve atingir para receber os benefícios. Já o tempo de contribuição é o total de meses/anos que você contribuiu com o INSS. 

O período não pode ser predeterminado, visto que cada profissional está inserido em um contexto e regras específicas. Além disso, existem benefícios que não exigem um período mínimo de contribuições – como em casos de salário maternidade e pensão por morte.

fachada do inss
Contribuinte deve se atentar para as diferenças entre o período de carência do INSS e o tempo de contribuição. (Fonte: Divulgação)

Períodos de carência do INSS

Como dito anteriormente, a carência do INSS varia entre cada contribuinte, mas existem situações específicas que abrangem uma série de trabalhadores. De acordo com o artigo 25 da Lei 8.213/91, alguns tipos são:

  • Carência para Aposentadoria (por tempo de contribuição, especial ou por idade): 180 meses;
  • Carência para auxílio doença ou aposentadoria por invalidez: 12 meses, com exceções para determinados casos;
  • individual, facultativa e especial: 10 meses;
  • Carência para desempregados: de três a cinco meses, dependendo do tempo de vínculo com a empresa. 

Quais períodos não contam para a carência?

Existem alguns períodos de contribuição ou recebimento de benefícios que não contam para a carência do INSS, como período de contribuição com o serviço militar (obrigatório ou voluntário) e em casos de auxílio acidente. 

Além disso, o contribuinte fica isento de receber o INSS quando há aviso prévio indenizado ou retroação da DIC (Data do Início da Contribuição).

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Entenda como declarar CDB no Imposto de Renda – passo a passo

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celular logado no aplicativo da Receita Federal por em cima de uma teclado

Se você investe a um tempo, já sabe que alguns títulos precisam ser declarados no IR, mas muitos investidores não sabem como funciona o processo. Por mais que pareça difícil, é possível realizar a declaração do CDB no Imposto de Renda sozinho.

É importante deixar claro que declarar CDB no Imposto de Renda é tanto para quem ainda tem o investimento como também para quem chegou a resgatá-lo.

Outro ponto que precisa ser ressaltado é que a cobrança desse tipo de investimento é realizada diretamente na fonte. Mas o que isso significa? Simples, que quando você resgata o valor ou vencimento da aplicação, já é cobrado os impostos.

Sendo assim, ao declarar o CDB no Imposto de Renda você não precisa pagar novamente os impostos, porque isso já aconteceu.

Mas afinal, como realizar a declaração da aplicação no IR? Consigo fazer isso sozinho? Descubra agora neste artigo!

Como declarar o CDB no Imposto de Renda?

Bom, a primeira coisa que você precisa saber é que para declarar o investimento no IR, existem duas formas diferentes. 

A primeira é para aplicações que já terminaram ao longo do ano, podendo ser porque o prazo venceu ou porque você já resgatou. Já a segunda é quando o investimento ainda está presente na sua carteira de aplicações. 

+ Entenda como declarar NFT no Imposto de Renda 2022

Para te ajudar, vamos explicar cada uma das situações abaixo!

Rendimentos que foram obtidos com títulos resgatados

Caso você já tenha resgatado o seu título ou o prazo tenha vencido no ano passado, você deverá realizar o seguinte passo a passo:

1º passo: no programa de declaração do IR, procure no menu à esquerda por “Rendimentos Sujeitos à Tributação Exclusiva/Definitiva” e clique em “Novo”;

2º passo: agora escolha o “Tipo de Rendimento” de código “06 – Rendimentos de aplicações financeiras”;

3º passo: na tela seguinte selecione o “Tipo de Beneficiário” que é você (o titular). Caso você declare dependentes também precisará preencher;

4º passo: no campo do “Beneficiário” coloque o seu “CPF”, o “CNPJ da Fonte Pagadora” e o “Nome da Fonte Pagadora”. Vale ressaltar que a fonte pagadora é o nome da instituição financeira onde você investiu em CDB;

5º passo: consulte seu informe de rendimentos para preencher o próximo campo o “Valor”;

6º passo: no campo de “Rendimentos Sujeitos à Tributação Exclusiva/Definitiva” terá o valor do rendimento líquido de cada CDB. É esse valor que você deverá preencher. Agora é só finalizar clicando em “OK”.

Títulos de CDBs que estão em carteira

Este é para quem ainda possui CDB na carteira de investimento. Mas é importante ressaltar que o valor a ser declarado é o que você tinha investido no dia 31 de dezembro de 2021. Vamos ao passo a passo:

1º passo: comece acessando a ficha “Bens e Direitos”;

2º passo: depois selecione o código “02 – Títulos públicos e privados sujeitos a tributação (Tesouro Direto, CDB, RDB e outros)”, que faz parte do grupo “04 – Aplicações e investimentos” e clique em “novo”;

3º passo: neste momento você deverá informar o valor do seu investimento entre o período de 31/12/2020 e 31/12/2021;

4º passo: agora você deverá preencher o campo com o CNPJ da instituição financeira onde você investiu. Na parte de discriminação, será preciso informar o nome da instituição financeira, número da conta, se for o caso e, se a conta for conjunta, nome e CPF do cotitular/CNPJ da pessoa jurídica emissora.

CDB no Imposto de Renda: como funciona a tributação?

Agora que você já sabe o passo a passo para declarar, também é importante ficar por dentro de como funciona a tributação desse título no IR. Você sabia que é feito através de uma tabela regressiva?

Homem mexendo na calculadora com planilhas
É preciso declarar o CDB no Imposto de Renda

Dessa forma, quanto mais tempo você fica com esse investimento, menos imposto tende a pagar.

Mas, por que isso? O motivo é simples: o valor tende a cair à medida em que o dinheiro permanece sendo investido. Neste caso, a alíquota mínima é de 15%, enquanto a máxima é de 22,55, de acordo com a seguinte tabela:

Prazo de investimentoAlíquota
Até 180 dias (6 meses)22,5%
De 181 a 360 dias (1 ano)20%
De 361 a 720 dias (2 anos)17,5%
Acima de 720 dias (+ de 2 anos)15%

O que precisa para declarar Imposto de Renda?

Anualmente, a Receita Federal abre um prazo de aproximadamente 60 dias para que os cidadãos possam enviar suas declarações de Imposto de Renda. É importante ficar atento ao prazo anual e não se atrasar.

Assim como é importante não atrasar, também é recomendado não deixar para última hora. Se possível, antecipe-se.

Declarar logo é sinônimo de vantagem quando o assunto é receber a restituição do Imposto de Renda, pois quem declarar primeiro tem preferência nos lotes. Além disso, quem não declarar pode ter sérios problemas.

Muitos aplicativos ajudam na declaração do Imposto de Renda, mas você também pode pedir a ajuda de um contador, se for o caso.

As duas principais regras para saber quem deve declarar Imposto de Regras são: 

  • Recebeu rendimentos tributáveis acima do limite (R$28.559,70);
  • Recebeu rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte acima do limite (R$40.000,00).

Mas, além dessas, existem outras exigências e requisitos. Por isso, esteja atento e por dentro de tudo o que o Governo Federal e Receita exigem para que você não caia na malha fina.

Gostou e quer saber mais dicas? Então fique ligado em alguns erros que você deve evitar na hopra de declarar o seu Imposto de Renda.

INSS em atraso: veja o passo a passo de como fazer o pagamento

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Aplicativo do INSS na tela inicial em um celular

“Deixar o INSS em atraso gera algum problema? Como eu consigo pagar o INSS atrasado”? Essa é uma dúvida comum entre os contribuintes que fazem sua contribuição para o Instituto Nacional do Seguro Social via Guia de Recolhimento.

Os contribuintes facultativos e individuais podem contribuir com atraso para a Previdência, mas há limites para isso. Veja quais são:

  • contribuintes facultativos: podem pagar até 6 meses de contribuições atrasadas;
  • contribuintes individuais:  podem pagar até 5 anos de contribuições atrasadas, sem ter que comprovar a atividade para o INSS;
  • contribuintes individuais: podem pagar mais de 5 anos de recolhimentos atrasados, mas terão que comprovar a atividade para o INSS.

Quer saber mais sobre este assunto? Então continue nos acompanhando para conferir o passo a passo de como pagar o INSS em atraso.

Quem deve pagar a Guia da Previdência Social?

São responsáveis pela emissão e pagamento da GPS:

  • contribuintes individuais (também conhecidos como autônomos);
  • diaristas (empregadas domésticas que trabalham até 2 dias na semana para o mesmo empregador);
  • facultativos (aqueles que não trabalham, mas querem pagar INSS mesmo assim);
  • segurado especial (trabalhador rural em regime de economia familiar ou individual).

Já os trabalhadores com carteira assinada, incluindo os empregados domésticos e trabalhadores avulsos, a contribuição é paga pelo próprio empregador ou pelo sindicato (no caso dos avulsos).

+ Como funciona o INSS para menor aprendiz e quais os direitos? Entenda!

+ O que acontece se o contribuinte não pagar INSS? Entenda!

Como pagar o INSS em atraso

Para pagar o INSS em atraso é necessário cumprir alguns requisitos antes de realizar o pagamento. Caso isso não seja feito, o tempo pago em atraso pode não contar para a sua aposentadoria.

Ou seja, isso significa que não basta simplesmente pagar alguns meses para adiantar a aposentadoria.

Aqueles que contribuem como facultativo, por exemplo, podem pagar a Guia atrasada caso ela não esteja acima de 6 meses. Nestes casos, o cálculo do INSS em atraso pode ser feito diretamente pelo site da Receita Federal.

fachada do inss
Contribuintes facultativos pode pagar o INSS em atraso até 6 meses

Se passou de 6 meses de atraso, esse segurado só poderá contribuir em atraso se exercia alguma atividade profissional que possa ser comprovada.

Já o contribuinte individual, o qual conhecemos como autônomo, é aquele que exerce atividade profissional remunerada por conta própria.

No entanto, antes de emitir a GPS em atraso, esse contribuinte precisa verificar se existe a necessidade de comprovar o trabalho exercido durante um período. Isso porque nem sempre o INSS aceita os pagamentos atrasados para contar com o tempo de contribuição.

Em alguns casos, além de recolher as guias do INSS em atraso, também é necessário ter documentos que comprovem que a atividade foi exercida quando o período de recolhimento for acima de 5 anos.

+ Qual valor da contribuição do MEI para o INSS em 2022?

Contribuição ao INSS em 2022: confira qual é o valor

Assim como vários outros encargos, a contribuição ao INSS vai mudar. Trabalhadores celetistas (aqueles com carteira assinada), empregadas domésticas e trabalhadores avulsos agora terão que contribuir com um determinado percentual segundo o INSS. Veja abaixo:

  • 7,5% para quem ganha até um salário mínimo (R$1.212);
  • 9% para quem ganha entre R$1.212,01 e R$2.427,35;
  • 12% para quem ganha entre R$2.427,36 e R$3.641,03;
  • 14% para quem ganha entre R$3.641,04 e R$7.087,22.

Por exemplo: vamos supor que você ganhe R$1.500. Com esse valor, você terá a contribuição de 7,5% que corresponde ao salário mínimo de R$1.212 (R$90,90) + 9% em cima do valor excedente, que no caso são os R$288 (9% de R$288 = R$25,92).

+ Saiba aqui tudo sobre o valor da contribuição do INSS

Gostou do conteúdo? Então continue lendo e veja o que é a prova de vida do INSS e quando fazer.

Brasileiro prefere salário maior ou mais benefícios no trabalho? Veja pesquisa

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Homem digitando no computador

Você já parou para pensar se os seus funcionários preferem ter um salário maior ou mais benefícios? Essa pergunta pode parecer um pouco estranha no primeiro momento, mas saber exatamente o que o seu colaborador deseja pode trazer vantagens para a empresa.

Isso porque o funcionário realiza as suas atividades com mais empenho, já que ele sabe que está sendo valorizado e, principalmente, escutado.

+ Cartão Flash Benefícios: saiba como funciona e onde usar

Agora, sabendo disso, é provável que você tenha mudado de ideia sobre começar a pensar no que o seu funcionário prefere: salário maior ou mais benefícios. E, talvez, você esteja se perguntando como saber essa informação?

Foi realizada uma pesquisa pela Flash, em parceria com a Offerwise, justamente para descobrir o que os trabalhadores estão preferindo, se salário maior ou mais benefícios.

Ficou curioso para saber o resultado da pesquisa, continue lendo este artigo!

Salário maior ou mais benefícios: o que os trabalhadores preferem?

Se você acha que os trabalhadores estão querendo ter um salário maior, está muito enganado. O estudo realizado pela Flash mostrou o contrário, os funcionários estão preferindo ter mais benefícios.

Provavelmente isso é resultado da pandemia, momento em que os brasileiros precisaram ficar mais tempo em casa para se protegerem. 

A pesquisa, que é inédita, trouxe a importância que os benefícios oferecidos pelas empresas podem gerar para os trabalhadores. Principalmente pelo fato que isso acaba aumentando o engajamento e a retenção deles dentro das companhias.

Atendente preparando uma bebida em uma lanchonete
Os brasileiros estão preferindo ganhar mais benefícios do que ter um salário maior

Para se ter uma ideia, 77% dos entrevistados revelaram que a empresa que fornece benefícios é um fator considerado na hora de tomar a decisão de mudar de emprego ou não.

Agora, quando perguntados sobre a relação “salário x benefícios”, 54% das pessoas revelaram que preferem mais a segunda opção.

Empresa com mais benefícios é sinônimo de valorização?

Embora a diferença de quem optou por salário maior e mais benefícios seja pequena, os trabalhadores acham que as empresas que oferecem mais benefícios se importam mais com os colaboradores. E, de fato, essa é uma realidade.

Para você ter uma ideia, 54% dos colaboradores entrevistados preferiram mais benefícios a salário maior. 

Mesmo que o percentual seja disputado, é um dado importante para as empresas e companhias. É preciso repensar as políticas de valorização do funcionário, pois a oferta de benefícios, principalmente atrativos, está diretamente ligada ao fato do colaborador querer permanecer na empresa ou não.

+ Entenda o que é reabilitação profissional e quem tem direito

Na pesquisa, 85% dos entrevistados responderam que desejam continuar quando a empresa concede benefícios.

Por que colaboradores não preferem maior salário?

É importante dizer que, por incrível que pareça, não é o caso de não querer um, mas achar o outro mais vantajoso. O colaborador sabe que atualmente existem benefícios para qualquer possibilidade, seja auxílio home office, saúde, mobilidade, educação e vários outros.

+ Entenda como comprovar tempo de trabalho sem registro em carteira

Com o salário, ele pode não ver o destino deste dinheiro. Com muitos benefícios que atenderão a várias demandas específicas, ele vai conseguir suprir a várias necessidade de uma só vez. Talvez por este motivo a grande parte não tenha escolhido salário maior. Mas, é claro, que um up na remuneração é sempre bem vindo.

CRO da Flash, Rafael Maia fala sobre essa percepção de que mais benefícios são unanimidade entre os profissionais:

”Quanto mais benefícios com qualidade os colaboradores possuem, mais valorizados eles se sentem. A demanda por mais benefícios que atendam as demandas específicas, que dizem respeito a cada funcionário, é antiga. As empresas, principalmente por conta das novas necessidades que a pandemia trouxe, estão entendendo isso. Hoje, diversas empresas buscam complementar o seu quadro de benefícios para melhorar seus níveis de turnover, com entretenimento, saúde mental, bem-estar, educação e outros serviços.”

Na pesquisa, alguns benefícios foram citados e o preferido dos trabalhadores é o plano de saúde. Afinal, quando a empresa oferece é uma salvação já que contrastar por fora está cada vez mais caro. O vale-alimentação vem logo em seguida e o vale-cultura é o menos desejado entre os citados.

Gostou do conteúdo? Então deixe a sua opinião: você prefere uma empresa com maior salário ou mais benefícios?

Novo leilão de imóveis da Caixa é aberto: saiba o que é e como funciona

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Martelo de juiz ao lado de uma casa amarela de miniatura

Na última quinta-feira, 17, aconteceu um leilão de imóveis da Caixa com centenas de casas e apartamentos em todo o Brasil. E nos próximos dias 30 de março e 13 de abril, novas propriedades serão ofertadas pelo banco. 

Se você procura um imóvel, talvez já tenha se deparado com um desses leilões. Ou, talvez, tenha visto seus anúncios por aí. Mas já parou para pensar em como eles funcionam? E de onde vêm esses bens?

A resposta para a segunda pergunta aposto que você já sabe. É isso mesmo: os imóveis leiloados são bens de pessoas inadimplentes ou que perderam ações judiciais e tiveram seus bens tomados pelo banco ou pela Justiça. 

Vários fatores podem levar um bem a leilão: a falta de pagamento das parcelas do financiamento, colocar o bem como garantia de uma dívida e não pagá-la, quando o bem é objeto de ação judicial perdida. 

Esses imóveis acabam sendo retidos e são leiloados. E para quem participa do leilão, pode ser uma grande pechincha, já que existem propriedades que chegam aos 70% de desconto. 

Como funciona o leilão de imóveis da Caixa?

Somando as três datas do leilão da Caixa – 17 e 30 de março e 13 de abril – um total de 400 bens serão ofertados. De acordo com o banco, há residências de todo o país e com descontos que chegam a 60%. 

O leilão de imóveis da Caixa funciona assim: a organização leiloeira lança um edital onde estão descritas todas as regras – data, valor mínimo de venda, formas de pagamento, quem é o vendedor e de quem é responsabilidade pelos impostos.

Qualquer pessoa física ou jurídica por participar, fazendo o cadastro no site da organizadora. Porém, é necessário cumprir dois requisitos básicos:

  • ser maior de idade
  • e estar na livre administração de seus bens

Além disso, ficam de fora dos leilões todas as pessoas que mencionadas no artigo 690-A do Código de Processo Civil. Isso inclui  tutores, curadores, testamenteiros, administradores, síndicos ou liquidantes, Juízes, membros do Ministério Público etc.

Os leilões podem ser por licitação fechada – quando os compradores interessados apresentam as propostas de compra por escrito, em envelopes que são abertos ao mesmo tempo. 

Mas outra forma de leiloar, e que será utilizada nos próximos leilões da Caixa, é a licitação aberta. Nesta, a participação pode ser presencial ou online.

Mas a lógica é a mesma em ambos os casos: vence quem faz a melhor proposta, dentro do preço mínimo estabelecido no edital.

Fachada da Caixa Econômica
Caixa Econômica lança programa para renegociar dívidas (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Caixa oferece condições especiais

Um diferencial do leilão de imóveis da Caixa é que o banco oferece opções de financiamento com o saldo FGTS. Além disso, os participantes podem ter um período de carência de 6 meses – pagando apenas os encargos, sem a amortização. 

No próximo dia 30, serão leiloados apenas imóveis do Estado de São Paulo, às 10h, via Licitação Aberta. Já no dia 13 de abril serão leiloados imóveis de todo o Brasil, também às 10h.

Os leilões acontecem pelo site da Fidalgo Leilões, parceira da Caixa. As negociações terão lance inicial a partir de R$27,9 mil.

Os  interessados poderão adquirir casas, apartamentos, terrenos, estabelecimentos comerciais, entre outros.  Serão comercializados cerca de 400 imóveis em todo país.

“Por ser considerado o meio mais transparente e ágil de venda de bens, é cada vez maior a quantidade de pessoas que recorrem aos leilões para a compra de imóveis. Com preços atrativos, cada imóvel possui as suas condições de pagamento, financiamento, recursos próprios (à vista), FGTS, entre outros, devendo ser observada na descrição do imóvel”, explica Douglas Fidalgo, leiloeiro da Fidalgo Leilões.

+ Entenda como funciona a usucapião e quem pode pedir

O que é preciso saber antes de participar de um leilão de imóveis?

É inegável que um leilão de imóveis, seja da Caixa ou de outra instituição, pode ser vantajoso. Afinal, os bens podem ter descontos altamente atrativos. 

Além disso, sendo de uma instituição de confiança, toda a compra é realizada com segurança e os imóveis leiloados têm escritura. 

Porém, existem alguns pontos de atenção, porque esse tipo de compra tem certos riscos. 

O primeiro deles é a possibilidade de o antigo dono pedir anulação do evento, por exemplo. Neste caso, quem comprou corre o risco de precisar recorrer em processos judiciais.

Além disso, assim que o imóvel é arrematado, ele é seu. Isso significa que imediatamente todos os custos relacionados a ele passam para você: pendências de tributos, condomínio, reformas etc.

Ou seja, os descontos de um leilão são atrativos. Mas é preciso avaliar se o valor do desconto compensa os gastos que o comprador terá com a propriedade depois. 

Gostou do conteúdo? Então compartilhe com seus amigos e deixe um comentário! Leia também: Saiba como comprar imóveis em leilão judicial

Quanto custa atrasar a fatura do cartão de crédito? Confira as taxas e multas

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vários cartões de crédito juntos

“Minha fatura fecha daqui a alguns dias, mas ainda não consegui o dinheiro para pagá-la. É possível atrasar a fatura do crédito? Gera alguma multa?” Essa é uma pergunta frequente de quem tem um cartão de crédito, sobretudo se ele for o primeiro.

Apesar de ter vários benefícios, utilizar o cartão de crédito requer planejamento para prevenir futuras dores de cabeça. Ou seja, é necessário levar em consideração o orçamento mensal e ter controle nos gastos para não ter dívidas.

+ O que fazer quando o cartão de crédito está vencido? Como renovar?

Mas afinal, o que acontece quando se paga uma fatura atrasada? Na real, o que acontece é que, com o atraso da fatura, juros e multas serão adicionados. Por isso, o ideal é que você realize o pagamento integral, mas às vezes nem sempre isso é possível.

Quer saber mais quais são os juros e multas que entram na fatura do cartão de crédito? Então continue a leitura deste texto para saber mais.

O que acontece se atrasar fatura do cartão?

Como falamos acima, ao atrasar a fatura do seu cartão de crédito, além de entrar automaticamente no rotativo do cartão, você também pagará juros.

O atraso no pagamento também pode afetar sua pontuação de score no Serasa, dificultando para que você peça outros cartões ou empréstimos, por exemplo. Isso acontece porque o score cai após um pagamento atrasado.

Por isso, quanto maior o tempo de atraso da fatura, mais sua pontuação poderá cair.

Mulher segura cartão de crédito na mão com apoiado notebook no colo usando app para pagar boleto
Saiba o que fazer e quais juros são cobrados se a fatura do cartão de crédito atrasar

Quais são os juros e multas na fatura do cartão?

  • Multa: a multa por atraso da fatura chega a 2%;
  • Juros por atraso: os juros de mora chegam a 1%
  • Pagamento parcial (conhecido como crédito rotativo): O valor que não foi pago é acrescido de juros, de acordo com o banco.

Os juros do rotativo estão entre os mais caros do mercado. O Banco Central esclarece as perguntas mais frequentes.

Veja um exemplo de como fica os juros na fatura atrasada

Para entender melhor como se aplicam os juros na fatura atrasada do cartão, vamos dar um exemplo. Supondo que a sua fatura do mês fechou em R$1 mil, mas você só conseguirá pagar o valor de R$150 ao banco. Você ainda terá R$850 para quitar, correto?

Se a taxa de juros rotativos do seu cartão estiver em 9%, a forma decimal para o cálculo fica 0,09 (9 ÷ 100). O mesmo serve para outras porcentagens. Confira a tabela abaixo para conferir:

O que será cobradoCálculo Total
Juros sobre o rotativo850 x (0,09 +1)R$926,50
IOF mensal850,00 × 0,0038R$3,23
IOF diário para 30 dias850,00 × 0,000082 × 30R$2,09
Valor a pagar no próximo mês926,50 + 76,50 + 3,23 + 2,09R$931,82

Para conseguir achar o valor dos juros do rotativo, basta subtrair os R$926,50 dos R$850,00 e teremos R$76,50 em juros.

Esse valor de R$931,82 fica para a próxima fatura. Ou seja, é sem contar outras parcelas de compras já feitas no cartão de crédito. Caso não seja pago, os novos juros serão calculados sobre os juros antigos e esta dívida terá juros sobre juros.

+ Saiba se é melhor pagar o mínimo do cartão ou parcelar a fatura

+ Contrato do cartão de crédito: entenda como consultar

Viu, só? Pagar a fatura do cartão em dia é extremamente importante para não entrar juros e multas e, com isso, você acabar se endividando. Por isso, caso a fatura esteja atrasada e você já tenha o dinheiro em mãos, entre em contato imediatamente com o seu banco para renegociar a dívida, se for o caso.

E se você atrasou a fatura do cartão, mas conseguiu sair dessa, a dica é: tente fazer uma reeducação financeira, anotando todos os seus gastos e tente gastar dentro do seu orçamento mensal.

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Cartão de supermercado: veja as 4 melhores opções e como solicitar

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Homem segura um cartão de crédito para empresa

Você tem reparado que muitos supermercados estão oferecendo cartões de crédito para os consumidores? Essa é uma alternativa que muitas empresas encontraram para fidelizar os clientes, já que o cartão de supermercado também conta com diversos benefícios.

Opção de supermercado com o seu próprio cartão é o que não falta para você escolher, principalmente para começar a fazer suas compras do mês. Além disso, muitas redes chegam até a disponibilizar o cartão na hora para o cliente, sem esperar dias.

Mas como saber qual é a melhor opção de cartão para você? Como sempre falamos nos nossos artigos: pesquisando. Não existe melhor forma de saber se o cartão de supermercado escolhido é ou não o ideal para você.

4 opções de cartões de supermercado para você escolher

Para te ajudar, preparamos uma lista recheada com as principais opções de cartões de grandes supermercados para você. Confira!

Cartão Extra

A primeira opção de cartão de supermercado é o do Extra, em parceria com o Itaú. E não precisa ser cliente do banco para solicitar o seu, você pode pedir o cartão diretamente pelo site do supermercado.

O cartão tem bandeira Visa e é internacional, além dos consumidores ganharem diversos benefícios, como desconto na anuidade, na fatura do cartão e em produtos selecionados na rede.

Porém, como nem tudo são flores, o cartão também conta com algumas desvantagens, como pagamento da anuidade de 12 parcelas de R$6,75, exige comprovação de renda mínima de R$800 e não acumula milhas e nem cashback.

+ Anuidade diferenciada do cartão: entenda o que é e como funciona

Vale ressaltar ainda que os juros rotativos do cartão chegam até 11,8% ao mês e o parcelamento da fatura é de até 8,4% ao mês.

Cartão Atacadão

Esse cartão é ideal para quem gosta de fazer compras no Atacadão, isso porque ele é o único na modalidade crédito aceito na rede. Além de oferecer diversas vantagens para os seus clientes de todo o país.

O cartão Atacadão se diferencia dos demais por conta da sua facilidade de aprovação, já que não é necessário comprovação de renda mínima. Além de ser de bandeira Mastercard e internacional.

As principais vantagens é que você tem direito a quatro cartões adicionais sem anuidade, tem a possibilidade de parcelar as compras em até 10x no Carrefour e nas drogarias Atacadão. O cliente também possui até 70 dias de carência para realizar o pagamento de abastecimentos nos Postos Atacadão.

Cartão de crédito sem anuidade do atacadão
O Atacadão oferece cartão próprio para os clientes

Já as desvantagens é a cobrança de anuidade em 12x de R$11,99 e ele não oferece um programa de milhas ou cashback próprio.

O valor do juros do rotativo é considerado alto, ele pode chegar até 12,9% ao mês. Vale ressaltar ainda que o parcelamento de fatura está sujeito à análise.

Cartão Carrefour

O hipermercado Carrefour, muito conhecido entre os brasileiros, também tem um cartão para chamar de seu e beneficiar os clientes. Ele é recheado de benefícios e muito fácil de solicitar, mas está sujeito à análise de crédito.

Com o cartão do supermercado Carrefour, você consegue descontos nas lojas, postos de gasolina e drogarias da rede. Além disso, se usar o cartão pelo menos uma vez no mês, já fica isento da parcela da anuidade.

Outra vantagem do cartão Carrefour é realizar o pagamento da fatura em qualquer banco, além de ter direito a até quatro adicionais com o limite sendo liberado na hora se for pago diretamente nos caixas do supermercado. E são permitidas até 14 datas de vencimento diferentes para sua escolha.

Para solicitar, basta entrar no site do Carrefour Soluções e clicar em “Peça já o seu” para, em seguida, informar dados pessoais (CPF, celular e e-mail) e preencher todas as informações solicitadas. A proposta será analisada e a resposta sai em poucos minutos ou horas. 

Pão de Açúcar

O mercado Pão de Açúcar também tem um cartão próprio para oferecer aos seus clientes, com muitas vantagens e bem fácil de solicitar. Com ele, é possível conseguir inúmeros descontos, principalmente na própria rede. A bandeira do cartão é Visa e em parceria com o banco Itaú.

O cliente que tem um cartão de supermercado Pão de Açúcar consegue frete grátis em compras acima de R$149 e conta com programa de pontos, que tem parceria com companhias aéreas. 

+ O que fazer quando o cartão de crédito está vencido? Como renovar?

As principais taxas do cartão Pão de Açúcar são: juros do rotativo de até 12,4% a.m e parcelamento da fatura com até 7,7% a.m, com o valor da anuidade podendo ser parcelado em até 12 de R$54,17.

Gostou das opções? Que tal solicitar o seu? Comente o que achou e compartilhe para que mais pessoas descubram essas alternativas de cartão de supermercado.

Planos de saúde lideram reclamações do consumidor. Veja o ranking completo!

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Pessoa escrevendo em um papel

Antes de contratar um plano de saúde ou solicitar um novo cartão de crédito, por exemplo, o primeiro passo é pesquisar para saber se vale a pena. E o feedback mais sincero que se pode obter para esses serviços é o de quem já os utiliza. 

Por isso as pesquisas de satisfação dos consumidores são tão importantes, assim como plataformas de reclamações. Antes de assinar qualquer contrato e se comprometer com um novo produto ou serviço, que tal dar uma olhadinha na reputação antes?

Mas o cenário para quem está em busca desses dois serviços, especificamente, não é dos melhores. Isso porque planos de saúde e serviços financeiros foram os que mais receberam reclamações dos clientes em 2021. 

Foi isso que mostrou uma pesquisa do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec)

Planos de saúde lideram o ranking de reclamações

Os dados do Idec apontam que os planos de saúde são as empresas que mais receberam  queixas de atendimento: 24,9% das reclamações registradas pelo instituto são relacionadas a esses serviços. 

Em segundo lugar, estão os serviços financeiros, com 21,5% das reclamações. O restante da lista abrange outros serviços (11,9%), problemas com produtos (8,7%) e telecomunicações (8%).

1° Planos de saúde (24,9%)

2° Serviços financeiros (21,5%)

3° Outros serviços (11,9%)

4° Problemas com produtos (8,7%)

5° Telecomunicações (8%)

Ainda de acordo com a pesquisa, o principal motivo de reclamações dos planos de saúde foram reajustes de preços abusivos. Cerca de 27,4% das reclamações foram relacionadas a esse aumento. 

E um dado importante é que essas queixas ocorreram, principalmente, em planos de saúde coletivos, que não são regulados pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). 

Outro foco de muitas queixas foram negativas de cobertura. Ou seja, quando o plano recusa cobrir algum tipo de procedimento ou consulta. Essa conduta foi alvo de 16,2% das reclamações.

Serviços financeiros receberam queixa por cobranças indevidas

Quem nunca se deparou com a surpresa de uma cobrança indevida no extrato bancário? Esse problema também se destacou entre as reclamações dos consumidores na pesquisa do Idec.

Ele correspondeu a 21% do total das queixas. Em seguida, as falhas de informação (15,8%) e renegociação de dívidas (13%) nos bancos, fintechs e administradoras de cartão de crédito.

Na terceira colocação – dúvidas e queixas relacionadas a outros tipos de serviços –, os problemas mais observados foram os relacionados a contratos (17%), vício de qualidade no serviço prestado (14,5%) e também cobrança indevida (13%).

um homem de roupa social com caneta na mão assinando contrato
Ao escolher um dos planos do consórcio Yamaha você assina um contrato

Como evitar problemas com operadoras de saúde e bancos?

Para evitar passar por esses tipos de problemas, o Idec recomenda algumas condutas para consumidores se prevenirem. 

Para evitar problemas com planos de saúde:

  • sempre revise as cláusulas relativas a reajustes junto à operadora
  • solicite que as regras sejam mais claras, se necessário, para não ser surpreendido
  • registre queixa na ANS em caso de negativas ou outros problemas
  • procure também o Procon
  • em último caso, para problemas mais graves, acione a Justiça por meio do Juizado Especial Cível – ações de até 20 salários mínimos não exigem a contratação de um advogado.

No caso de serviços financeiros, muitos problemas decorrem de fraudes e até descuidos dos próprios clientes. É importante ter atenção e se prevenir:

  • se notar cobrança indevida, observe se o boleto de pagamento não é falso e confira se os dados estão corretos
  • comunique a instituição financeira imediatamente em caso de qualquer erro
  • mantenha o antivírus do computador sempre atualizado 
  • não utilize celular de terceiros para realizar consultas bancárias 
  • não deixe emails abertos no celular

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Imposto de renda: saiba tudo o que pode acontecer se não declarar

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imagem de um leão que representa o Imposto de Renda

O leão, como é conhecido o Imposto de Renda de Pessoa Física (IRPF) deve ser declarado até o dia 29 de abril.

O cidadão que é incluído na obrigatoriedade desse pagamento deve se preocupar com os casos de atraso e inadimplência, que costumam gerar sanções nada agradáveis.

Quem deve declarar o Imposto de Renda em 2022?

De acordo com o informe da Receita Federal, você deverá declarar o IR se:

  • Recebeu rendimentos tributáveis acima do limite (R$28.559,70);
  • Recebeu rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte acima do limite (R$40.000,00).
  • Obteve receita bruta anual decorrente de atividade rural em valor acima do limite (R$142.798,50);
  • Pretenda compensar prejuízos da atividade rural deste ou de anos anteriores com as receitas deste ou de anos futuros.
  • Teve a posse ou a propriedade, em 31 de dezembro do ano-calendário, de bens ou direitos, inclusive terra nua, acima do limite (R$300.000,00).
  • Obteve ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência do imposto;
  • Optou pela isenção de imposto sobre o ganho de capital na venda de imóveis residenciais, seguido de aquisição de outro, no prazo de 180 dias;
  • Realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas.
  • Passou à condição de residente no Brasil, em qualquer mês, e nessa condição se encontrava em 31 de dezembro do ano-calendário.

Então, analise bem se a sua situação corresponde a um dos casos acima. Muitas pessoas acabam desconhecendo essas questões e deixam de declarar. Assim, sofrem penalidades por estarem em atraso ou inadimplência.

+ Veja 5 aplicativos que vão te ajudar na declaração do Imposto de Renda 2022
+ Dicionário do Imposto de Renda: saiba o significado de mais de 70 termos

celular logado no aplicativo da Receita Federal por em cima de uma teclado
Não pagar o Imposto de Renda pode configurar crime

O que acontece nos casos de atraso do Imposto de Renda?

Nessa situação, a Receita Federal estabelece uma multa inicial para a ocorrência. Assim, o declarante paga uma taxa de, no mínimo, R$165,74.

Sendo assim, a quantia é calculada por meio de uma taxa de 1% ao mês sobre o valor do imposto a pagar, com limite de 20% do IR.

Logo, o valor supracitado recai sobre os contribuintes que não possuem imposto a pagar ou nos casos em que o valor correspondente seja inferior ao da multa inicial.

E se eu não declarar o IR?

Se o contribuinte não declarar o Imposto de Renda, a situação pode ficar um pouco complicada para ele.

De início, o CPF fica irregular. Sendo assim, não será possível prestar concurso, solicitar créditos e algo do tipo. Essa parte não é tão complexa para resolver, apesar de poder gerar gastos como advogados e contadores para os contribuintes.

Porém, quando os valores de impostos são mais altos e o contribuinte soma algumas situações de inadimplência, o problema se torna mais complicado. Isso porque a Receita Federal entenderá que trata-se de um crime de sonegação de impostos.

Dessa forma, além de receber multas e outros encargos que fazem parte das penalidades, ele sofrerá também as consequências desse crime. Assim, o cidadão acaba caindo na terrível malha fina e começa a ter todas as suas movimentações financeiras investigadas.

No caso de sonegação de impostos, a punição prevista pela lei é de até cinco anos em reclusão. É claro que essa é uma medida extrema que só é alcançada após diversas tentativas de intervenção, mas é sempre bom ficar atento e não correr esse tipo de risco.

Além disso, uma das maiores vantagens de declarar o Imposto de Renda é a possibilidade de receber o valor retido. Logo, não deixe para depois e faça a sua declaração dentro do prazo para evitar transtornos!

Curtiu o conteúdo? Veja também sobre saque imediato da restituição do Imposto de Renda pode ser golpe. Entenda!