O Conselho Curador do FGTS – Fundo de Garantia do Tempo de Serviço – definiu nesta terça-feira, 17, o percentual do lucro de rendimentos do fundo do ano passado que será distribuído aos trabalhadores.
O repasse será de R$8,12 bilhões no total, o que representa 96% do resultado registrado em 2020. De acordo com o Ministério da Economia, cerca de 191,2 milhões de contas vinculadas ao fundo serão contempladas.
Esse repasse da parte dos lucros do FGTS aos trabalhadores acontece desde 2017. Eles são provenientes de juros cobrados de empréstimos a projetos de infraestrutura, saneamento e crédito da casa própria.
Por lei, o FGTS já rende a uma taxa de 3% ao ano sobre os recursos dos trabalhadores mais a variação da Taxa Referencial (TR). Porém, como a distribuição desse lucro, tem-se um ganho adicional.
O repasse é creditado sobre o saldo existente nas contas ativas e inativas no dia 31 de dezembro. Mas quando o dinheiro vai cair na conta? Todos têm direito a receber o valor? FinanceOne responde!
Como funciona o repasse do lucro do FGTS?
A Caixa Econômica Federal informou que o repasse deste ano será pago diretamente nas contas vinculadas de titularidade dos trabalhadores. O valor deverá ser depositado até o dia 31 de agosto de 2021.
E sim, todos os trabalhadores com conta vinculada têm direito.
Lembrando que o saldo do FGTS pode ser consultado no site da Caixa Econômica, pelo aplicativo FGTS ou pessoalmente, no balcão de atendimento de agências da Caixa.
Os R$8,12 bilhões serão distribuídos proporcionalmente, conforme o saldo das contas. Ou seja, quanto maior o saldo do cidadão, maior o lucro que ele vai receber.
Por isso a quantia que será creditada vai variar de pessoa para pessoa.
Vale destacar que o recebimento desse lucro não muda as regras para o saque do FGTS, que só pode ser feito em casos como: demissão, compra da casa própria, doença grave, aposentadoria.
O saque-aniversário também segue a mesma lógica: uma parte do saldo pode ser retirada até dois meses após o mês de aniversário, sem direito à retirada do saldo total em caso de demissão sem justa causa.
Trabalhadores vão receber o lucro do FGTS proporcionalmente ao saldo na conta vinculada (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)
Repasse do lucro melhora rendimentos do fundo
A distribuição de um percentual dos lucros do FGTS para os trabalhadores, que acontece desde 2017, melhora o rendimento dos recursos depositados no fundo.
No repasse referente ao lucro 2019, distribuído no ano passado, por exemplo, o rendimento foi de 4,9%. Ou seja, para cada R$100 que o trabalhador tinha de saldo no dia 31 de dezembro de 2019, foi depositado em sua conta no fundo mais R$1,90.
E para este ano?
De acordo com o Governo Federal, desta vez se alcançará um rendimento de 4,92%, contra uma variação de 4,52% da inflação.
O rendimento também ficará acima da poupança, que encerrou 2020 com um retorno negativo de 2,30%.
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A Medida Provisória 1.045 (MP 1.045) está passando por novas mudanças para atender as necessidades causadas pela pandemia da Covid-19. Por conta dessas constantes alterações, surgiu a necessidade de criar uma nova reforma trabalhista, incluindo o programa Jovem Aprendiz.
O texto inicial previa o encerramento do programa, que é tão importante, já que ele insere os jovens no mercado de trabalho. E também é uma forma dessa parte da população conquistar o primeiro emprego.
Porém, a Câmara dos Deputados aprovou um novo texto da proposta, justamente para evitar o fim das vagas do programa Jovem Aprendiz. Agora o texto segue para aprovação no Senado e, caso seja aprovado, seguirá para a sanção do presidente Jair Bolsonaro.
Vale ressaltar ainda que a nova reforma trabalhista é derivada do BEm, que é o benefício criado durante a pandemia para os trabalhadores que tiveram os salários e a jornada de trabalho reduzida.
Entenda como a nova reforma vai afetar o Jovem Aprendiz
Uma das principais mudanças que pode afetar o programa Jovem Aprendiz é a criação do Regime Especial de Trabalho Incentivado, Qualificação e Inclusão Produtiva (Requip). E como funcionaria essa modalidade de trabalho?
Seria um trabalho sem carteira assinada, com poucos direitos trabalhistas. O empregado receberia somente uma bolsa e vale-transporte, além de um curso de qualificação. E as empresas poderiam contratar jovens de 18 a 29 anos por meio desta modalidade.
Também seria possível contratar quem está desempregado há mais de dois anos e pessoas de baixa renda que estão inscritas em programas como o Bolsa Família.
O primeiro texto da nova reforma apresentada pelo relator, o deputado Christino Áureo (PP-RJ), previa que os jovens de baixa renda seriam considerados pelo Requip somente para preencher a cota, obrigatória, existente para as empresas.
Porém, os especialistas apontaram essa proposta como uma forma de substituir o Jovem Aprendiz por trabalhadores com menos direitos.
Mas com a repercussão negativa, o texto foi alterado. Com isso, a regra segue sendo a mesma: médias e grandes empresas precisam contratar um número de Jovem Aprendiz de, no mínimo, 5% e, no máximo, 15% de funcionários em funções que precisam de formação profissional.
Jovem Aprendiz x Trabalhador Requip
As diferenças entre o atual jovem aprendiz e as regras de um trabalhador pelo regime Requip são muitas. Entre elas, o fato do primeiro ter carteira assinada e o segundo não, o que já é o bastante para retirar muitos direitos.
Ou seja, o Jovem Aprendiz tem mais direitos e benefícios. Por exemplo, por ter a carteira assinada, o aprendiz recebe os direitos trabalhistas e previdenciários. Além disso, também garante salário, 13º e férias.
O Jovem Aprendiz está sofrendo alterações por conta da MP 1.045
Outro fator é que ele tem carga horária máxima de seis horas por dia. No caso do Requip, se ele trabalhar por 12 meses e o contrato for renovado, ganhará o direito de um recesso de 30 dias. No entanto, não tem 13º e nem adicional de férias.
Além disso, o Requip também não conta com a famosa contribuição previdenciária. Mas, o trabalhador pode, por conta própria, acionar o INSS para contribuir e garantir um aporte. Mas ele não conta com o respaldo da contratação celetista, como os aprendizes.
CNPG repudiou a tentativa de acabar com o programa de aprendiz
A tentativa de barrar o programa Jovem Aprendiz não foi vista com bons olhos por diversos órgãos, parlamentares e instituições. Inclusive, o Conselho Nacional de Procuradores Gerais dos Ministérios Públicos dos Estados e da União (CNPG) criticou a ação.
Eles ainda repudiaram a tentativa de substituir o aprendiz pelo Requip, no qual consideram que são vagas precárias e sem as condições básicas de um trabalhador.
Criado em 1943 e modernizado em 2000 com a Lei de Aprendizagem, o CNPG considera que o programa Jovem Aprendiz é um sucesso, com grande tradição no país, e não deve ser motivo de extinção.
“O Requip se anuncia como uma modalidade de trabalho associada à qualificação profissional, mas ao revés de criar empregos e inclusão produtiva protegida da juventude no mercado de trabalho, a MP irá criar desemprego e trabalho precário avalizado e subsidiado pelo Estado”, disse o CNPG em nota.
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O governo do Distrito Federal lançou o programa Cartão Gás, que é um auxílio que tem como objetivo ajudar a população de baixa renda a comprar o botijão de gás de cozinha. Vale lembrar que, assim como a gasolina, esse também é um item que tem pesado no bolso dos brasileiros.
E assim como outros auxílios do Governo Federal e dos outros estados, este também será somente durante o período de pandemia da Covid-19. Além disso, o benefício será de R$100 e será pago a cada dois meses à população.
O governo do Distrito Federal espera atender a 70 mil pessoas em situação de vulnerabilidade social com o benefício.
Quer saber quem poderá receber o auxílio e como se inscrever para ter direito ao dinheiro? Confira o artigo completo!
Descubra quem tem direito ao benefício do Cartão Gás
Ficou interessado no Cartão Gás e quer saber se tem direito ao auxílio? Veja a lista dos requisitos estipulados pelo governo do Distrito Federal:
-> Estar inscrito no Cadastro Único;
-> Ter renda familiar por cada integrante da família de até meio salário mínimo, R$550,00;
-> Morar no Distrito Federal;
-> Ter idade igual ou superior a 16 anos.
É importante frisar ainda que quem tem renda per capita de até meio salário mínimo e mora no DF, mas não está inscrito no CadÚnico, pode solicitar a inclusão no cadastro nos Centros de Referência de Assistência Social (Cras) ou por telefone, por meio do canal 156, opção 1.
Aprenda a solicitar o auxílio do gás do Distrito Federal
Se você cumpre os requisitos para receber o benefício, está na hora de saber como solicitá-lo. O processo é todo realizado de forma online, o que facilita e também impede a aglomeração de pessoas.
O Cartão Gás terá valor de R$100 e será pago a cada dois meses
Para fazer a inscrição é preciso acessar o site do BRB e clicar no menu “Cadastro Cartão Gás”. Agora você deverá informar o seu CPF para confirmar se está apto ou não a receber o benefício.
Na próxima etapa será necessário informar os seus dados pessoais para fazer a solicitação. E de acordo com a Sedes, após o cadastro, as informações sobre como e onde buscar o cartão serão informadas ao beneficiário.
Inscrições para o Cartão Gás do DF já estão abertas
O anúncio do novo benefício dos moradores do Distrito Federal foi anunciado no último dia 10, pelo governador Ibaneis Rocha. E, naquela mesma data, as inscrições foram abertas para os membros do Cadastro Único.
O BRB também é o responsável pelos cadastros e entrega de outros benefícios, como o Prato Cheio, Cartão Creche e o Mobilidade Cidadã, todos do DF.
Para realizar o saque, os participantes do benefício deverão usar o cartão na função débito nos estabelecimentos cadastrados no programa para comprar exclusiva do botijão. De acordo com a lei sancionada, o programa Cartão Gás tem duração inicial de 18 meses.
“O objetivo do Cartão Gás é reforçar a segurança alimentar de famílias atingidas pela crise sanitária”, diz o governo do DF.
Como retirar o cartão?
Após realizar a inscrição, o beneficiário receberá instruções sobre como retirar o cartão para poder usar o benefício após a liberação do crédito. Além disso, o governo do DF informou que o valor continua no cartão mesmo se não for usado. Ou seja, é cumulativo.
Em breve, o governo do DF deverá divulgar uma lista com todos os estabelecimentos conveniados ao qual o candidato poderá usar o benefício.
O governador Ibaneis Rocha comemorou mais um programa que poderá ajudar aos que não têm condições de comprar o gás de cozinha. No lançamento do programa social, na última semana, ele disse:
“Estou feliz com o DF porque olhamos para todos os lados. Olhamos para o social, a prova disso é que nossos programas estão andando e andando bem”, afirmou. “Os programas sociais estavam esquecidos há muito tempo aqui no DF, pois os governos que nos antecederam esqueceram das pessoas. Pegamos secretarias que burocratizavam os programas e distanciavam as pessoas dos benefícios que elas precisam receber”, destacou Ibaneis.
Outros representantes do governo também estiveram presentes no anúncio e falaram sobre o benefício. Entre eles: a secretária de Desenvolvimento Social, Mayara Noronha Rocha, o secretário de Economia André Clemente, o presidente do BRB, Paulo Henrique Costa e o presidente da Câmara Legislativa, Rafael Prudente.
Conhece alguém que precisa do Cartão Gás DF? Então compartilhe com ele essa novidade!
Você é daquele tipo de pessoa que gosta de um cartão de crédito? Ou melhor, um não, uns cartões? Hoje em dia é uma tremenda facilidade e tem feito as compras ainda mais práticas. Um é pouco, dois é bom e três é demais. Mas nesses casos, será que ter dois cartões de crédito é bom?
Se tem uma coisa que tem se tornado cada vez mais comum é uma pessoa ter mais de um cartão de crédito. Se isso é bom ou ruim, vai de acordo com o seu ponto de vista. Partindo da premissa financeira, pode ser algo favorável, desde que haja o equilíbrio entre a vontade e o poder gastar.
Ter mais de um cartão de crédito é viável, mas é preciso avaliar as condições. É preciso lembrar que vai muito além de apenas conseguir a liberação. Outra condição que precisa ser levada em consideração é a compulsividade, controle e administração de gastos, para que o nível das finanças possa ser mantido.
Dois cartões de crédito é igual ao dobro de limite
Para quem tem um cartão de crédito, geralmente o que dá mais dor de cabeça é o limite, que nem sempre agrada. No decorrer do tempo, quando você começa a comprar com mais frequência, a vontade de ter um limite maior aumenta.
E nem sempre é possível aumentar o limite com facilidade. Sem contar que nem todas as empresas possibilitam esse aumento de maneira tão gradativa ou fácil.
Quanto mais cartões de crédito você tem, mais benefícios terá
Nesses casos, se acontece de você ter dois cartões, consequentemente o limite é dobrado e ajuda a ter uma reserva de compras ainda maior. Portanto, acontece de muitas pessoas buscarem o segundo cartão de crédito por esse motivo.
É uma maneira mais fácil de duplicar o limite, sem precisar esperar que a empresa aumenta o limite de acordo com o nível de uso.
Entretanto, a orientação precisa sempre ser reforçada. Embora seja uma excelente opção ter dois cartões de crédito, principalmente pelo fato de poder duplicar o limite e ter mais crédito para compras, é preciso ter muito autocontrole.
Lembre-se: tudo o que você compra, um dia precisa ser pago. Então, procure gastar aquilo que você será capaz de pagar.
Outra dica importante é caso o segundo cartão seja para aumentar o limite, busque um cartão que não vá muito além do seu orçamento. Antes mesmo de começar a usá-lo ou recebê-lo, verifique se a soma dos limites não ficará muito além do que você está acostumado a gastar e tem condições de pagar.
Duas opções de vencimento é vantagem
Outra boa vantagem de quem tem dois cartões de crédito é a possibilidade de ter duas datas de vencimento. Entretanto, isso não quer dizer que o cliente poderá escolher quando pagar.
Ter dois cartões de crédito, nesse quesito, é fundamental. Em uma compra grande, que às vezes acaba tomando todo limite do cartão, é possível administrar. Nem sempre as datas dos limites serão as mesmas, embora isso seja possível de acontecer, mas é cabível de troca com a administradora do cartão.
Ainda nesse tópico também é preciso tomar bastante cuidado para não acontecer a famosa confusão de datas. Quem tem mais de um cartão de crédito deve ter como característica a organização, para saber administrar as datas de vencimento e os limites que cada um tem disponível.
É preciso, portanto, avaliar as melhores datas e se elas são compatíveis com a sua renda mensal. Por exemplo, se o seu pagamento é todo dia 15 do mês, não é aconselhável uma data de vencimento no dia 5, uma vez que sempre ocorrerão atrasos e você terá que pagar além do valor, devido aos juros.
Por esse motivo, é preciso mais do que vontade de ter dois cartões de crédito, mas pensar em todos os fatores: vantagens e benefícios, principalmente.
Quando imprevistos acontecem
Ter dois cartões de crédito pode ser muito importante também quando imprevistos acontecem, como roubos, furtos, perdas ou acidentes. A segunda via de um cartão de crédito, geralmente, não costuma ficar pronta no mesmo dia, na mesma hora.
Nesses casos, quem tem duas opções não fica esperando o novo cartão chegar para conseguir fazer transações. Mas não se esqueça, caso isso aconteça entre em contato imediatamente com a empresa responsável pelo cartão para cancelar ou solicitar a segunda via. Quanto mais rápido isso for feito, mais rápido o novo cartão estará disponível para uso.
Mais benefícios e recompensas
Os cartões de crédito tem proporcionado inúmeras vantagens, benefícios, prêmios, bônus e recompensas para os clientes. Por isso, se você tem dois cartões de crédito a chance de ter tudo em dobro é ainda maior.
Entre as opções estão os seguros, programas de relacionamento, crédito para telefone e assistências. Além disso, há os inúmeros descontos, sorteios de viagens e premiações, programa de pontuações, entre outros benefícios.
Gostou dessas dicas? Você tem mais de um cartão de crédito? Então compartilhe sua experiência nos comentários! Conte-nos quais têm sido as vantagens que você recebe e mais usufrui.
Você sabe como escolher a rede social ideal para o seu negócio? Qual irá fazer a sua empresa crescer e se tornar um sucesso?
Essa é a dúvida de muitos empreendedores quando estão iniciando no mundo dos negócios.
Qual plataforma é a melhor para investir o seu tempo e dinheiro? Qual é o melhor conteúdo que irá lhe dar o retorno esperado? Todas essas perguntas são comuns, mas qual a resposta para elas?
De acordo com David Johny, consultor de negócios e marketing digital, a resposta é simples: todas as redes sociais podem ser utilizadas para o seu negócio. “Não existe plataforma boa ou ruim, todas têm sua audiência.”
O especialista ainda explica que o segredo é entender o que cada rede social pode oferecer.
“Precisa ser a que tem mais afinidade com o que você produz e com o seu público, tudo depende do que você faz e para quem. Sabendo usar, terá crescimento orgânico e criará audiência, seguidores fiéis e, a partir disso, desenvolverá o negócio.”
Conheça as vantagens das redes sociais para negócio
Os consumidores estão mudando o perfil de comportamento de compra e as empresas não podem deixar de lado as redes sociais.
Por isso, o FinanceOne separou algumas das vantagens que as redes sociais têm para o seu negócio.
#1Consolidação da sua marca
Fortalecer e desenvolver a imagem de uma empresa e/ou marca é um trabalho difícil. Isso porque, mais do que criar um conceito, é necessário trabalhar a imagem e aproximar a empresa das pessoas.
As redes sociais permitem que você trabalhe a marca do seu negócio por meio de diversas estratégias e mídias. Tanto as postagens quanto os comentários e compartilhamentos permitem que você desenvolva o relacionamento com os clientes.
Vale ressaltar que as postagens, sejam elas em texto, foto, vídeo ou áudio, são ótimas formas de mecanismos para desenvolver o conceito e humanizar a marca.
E o conjunto do trabalho de comunicação consegue consolidar a imagem da empresa.
#2Engajamento com os clientes
Um dos objetivos das redes sociais é a construção de relacionamentos entre as pessoas. E quando uma empresa cria um perfil em uma dessas redes, ela também precisa se relacionar com os seus seguidores e clientes.
Essa é uma estratégia interessante para fortalecer o seu sistema de vendas. Tendo um conteúdo relevante e de qualidade, é possível chegar até as pessoas e estimulá-las, de forma natural, a curtir, comentar e até mesmo compartilhar a publicação.
Ter uma rede social para o seu negócio é fundamental
E com essa interação com os consumidores, é possível aumentar a sua audiência, o alcance das postagens e tornar a marca ainda mais relevante na internet.
#3Fidelização dos clientes
As redes sociais são plataformas que permitem que as empresas mantenham um canal de contato direto com os clientes. Isso porque eles podem expressar opiniões no chat das páginas, nos comentários e até nas marcações realizadas em cada rede social.
Dessa forma, as empresas têm mais possibilidades de estreitar o relacionamento com os consumidores. Isso é possível tirando dúvidas, oferecendo conteúdos únicos, criando campanhas de marketingdigital para e-commerces, fazendo enquetes, entre outros.
E é esse atendimento personalizado que aumenta, consideravelmente, as chances de fidelizar os seus consumidores.
#4 Maior visibilidade e audiência
Com as plataformas digitais você consegue ter uma visibilidade e audiência maior até mesmo fora do estado que o seu negócio está presente. Já pensou em vender para o Brasil todo?
É essa possibilidade que as redes sociais te proporcionam. Além disso, você também consegue fazer com que um novo público passe a conhecer a sua marca e a se interessar pelos seus produtos e/ou serviços.
E o melhor é que você consegue ganhar essa visibilidade sem gastar muito. Outra opção é apostar no tráfego pago para você atingir a persona do seu negócio.
Entenda o diferencial de cada rede social para negócios
Se fosse em tempos passados, essa missão de escolher a rede social para seu negócio seria um pouco mais complicada. No entanto, a abrangência e as opções atuais tornam essa tarefa bem mais fácil.
Mas, é certo também que cada uma tem a sua peculiaridade e envolve o seu público de uma maneira diferente. Conheça um pouco sobre como cada uma pode ser desenvolvida abaixo, de acordo com o especialista David Johny.
“Ideal para posicionamento de entretenimento, pois quem está no Instagram busca se entreter, ver a vida das pessoas, sentir uma proximidade de quem segue, acompanhar a rotina de quem admira, se conectar com quem tem os mesmo princípios e valores”,
“Para tráfego e publicidade ele acredita ser a melhor para atrair novos clientes, é a mais usada para anúncios no âmbito digital, excelente para fazer tráfego pago, pois é possível especificar o público, definindo os gostos, idades, tudo isso o Facebook Ads permite especificar e ter clientes qualitativos, ir direto a quem você quer atingir.”
“É uma rede social totalmente baseada em debates e opiniões. Eficiente com pessoas que já tem um público, os usuários interagem uns com os outros por meio de pensamentos, opiniões, discussões. Nela, o segredo é publicar opiniões curtas que possam gerar muita discussão.”
“É um ambiente 100% profissional. O âmbito corporativo usa o Linkedin, sendo excelente para Networking, pois é onde estão os diretores, CEOs, presidentes e várias pessoas de altos cargos. Neste espaço ganham destaque conteúdos mais qualitativos e pensados, assuntos relacionados ao empreendedorismo e ao mundo corporativo. É a plataforma onde você poderá usar uma linguagem mais técnica e aprofundada.”
“Os usuários desta rede buscam conteúdo mais denso e explicativo em formato de vídeo, são pessoas que estão buscando algum conhecimento ou informação, o usuário que procura. O Youtube ainda permite que todos os usuários tenham monetização com seus vídeos.”
É uma rede social de vídeos voltada para o público jovem. Nela você consegue criar dublagens e realizar edições divertidas. E como, em grande parte, os vídeos são curtos, o potencial de engajamento do conteúdo é grande e capaz de ter um alcance alto.
E mesmo se o público da sua empresa não for formado por jovens, existem boas formas de aproveitar a popularidade da rede social para tornar sua marca mais conhecida.
E aí, gostou dessas dicas? Esse conteúdo te ajudou a conhecer mais sobre a rede social adequada para o seu negócio? Então faça jus ao título do artigo e compartilhe nas redes sociais para que mais pessoas conheçam e saibam sobre o assunto.
Desde 2020 está funcionando o site “Não me Perturbe”, que faz parte do sistema de autorregulação de oferta de crédito consignado, parceria entre a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e a Associação Brasileira de Bancos (ABBC).
Mas você sabe o que é isso?
O objetivo é acabar com as ligações telefônicas oferecendo crédito consignado para seus clientes e aposentados. Na prática, o consumidor tem a liberdade para escolher se quer ou não receber ofertas desse tipo de empréstimo.
Ou seja, os clientes bancários e aposentados cadastram o número do telefone no site https://www.naomeperturbe.com.br/ e os bancos têm 30 dias para não ligarem mais com oferta de crédito.
Além do sistema de bloqueio para ligações indesejadas, o Sistema de Autorregulação de Operações de Empréstimo Pessoal e Cartão de Crédito tem uma base de dados para o monitorar reclamações motivadas pela oferta inadequada do produto.
Trinta dias após realizado o cadastro do telefone fixo ou móvel no sistema, os bancos e correspondentes por eles contratados não podem fazer nenhuma oferta de operação de crédito consignado. O bloqueio valerá por um ano.
E o cliente ainda pode escolher se bloqueia instituições financeiras específicas ou todo um segmento, como o setor bancário e/ou telecomunicações, por exemplo.
Bancos que já aderiram ao “Não Perturbe”
As mais de 20 instituições que aderiram ao “Não Perturbe” correspondem a mais de 90% do volume de crédito consignado de bancos em todo o país. A adesão à autorregulação foi voluntária por parte de todas elas. Participam do sistema:
Função “não perturbe” visa evitar ligações indesejadas para clientes bancários
Quase 150 mil aposentados e pensionistas do país que relatam casos de possíveis práticas abusivas de empresas financeiras podem se beneficiar com o Não Perturbe. Os dados são do Instituto Nacional de Seguro Social (INSS).
Segundo o INSS, houve aumento entre os anos de 2017 e 2018. Elas passaram de 63.404 reclamações para 75.529. Já em 2019, nos primeiros três meses, por exemplo, já foram 10.867 manifestações de aposentados e pensionistas.
Todos relatando que bancos e instituições financeiras ligaram oferecendo crédito consignado.
Ligações de telemarketing já podem ser bloqueadas
Os consumidores já podem bloquear ligações de telemarketing de operadoras de telefonia móvel, fixa, internet e TV por assinatura. Para isso, é necessário se cadastrar em uma lista nacional do site “Não Perturbe”.
Ao acessar a página, o usuário poderá:
Consultar se seu número já está cadastrado;
Cadastrar seu número para ser bloqueado;
Solicitar desbloqueio e voltar receber ligações de empresas de telemarketing
Ao fazer a inclusão no cadastro, o cliente poderá escolher a operadora ou o tipo de serviço sobre o qual não quer receber ligações comerciais. As empresas listadas são: Net, Claro, Sky, Tim, Oi, Nextel, Vivo, Algar Telecom e Sercomtel.
No entanto, o usuário vai precisar informar o nome completo, CPF e e-mail para criar um login e senha de acesso.
O prazo para o bloqueio efetivo das ligações, após o recebimento da solicitação, é de 30 dias corridos. Caso o período ainda não tenha encerrado é necessário aguardar.
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Além de jogos e entretenimento, a realidade vitualbeneficia indústrias como Saúde, Educação, Esportes e Militar
Para que serve a realidade virtual? Se você pensou em jogos, está certo. Mas não é apenas para esse fim que a tecnologia de realidade virtual funciona. Na verdade, o recurso pode ser usado para muitas outras coisas: treinamentos, educação e até a medicina podem se beneficiar do uso da realidade virtual.
A Virtual World Society (VWS) , rede global que une pioneiros, desenvolvedores, fontes, entre outros recursos do mundo virtual, pontuou os benefícios da realidade virtual. Segundo eles, já são mais de 70 anos de desenvolvimento desta tecnologia, com bilhões de dólares investidos apenas nos últimos anos.
O que acontece é que, mesmo em um cenário crescente e promissor, muitas pessoas ainda não conhecem e nunca tiveram contato com a realidade virtual. Também não conhecem os benefícios para indústrias como de Educação, Saúde, Treinamentos, Artes, Entretenimento, entre outras. Então, será que vale a pena investir em realidade virtual? A seguir, saiba mais sobre esse assunto!
As restrições impostas pela pandemia da Covid-19, por exemplo, quebraram rotinas e exigiram soluções na velocidade da luz. Nos mais diferentes setores da Economia, a fonte de recursos tecnológicos de ponta se mostrou como uma alternativa eficiente para o mercado. Com isso, a realidade virtual ganhou ainda mais espaço, destacando a experiência imersiva como opção a tradições etapas dos processos.
A realidade virtual é a criação de um ambiente virtual que, aos nossos sentidos, proporciona uma experiência bem próxima do mundo real. É um mix de tecnologias e, segundo a VWS, surgiu de vários tipos de outras que possibilitaram isso. Um pouco complexa, depende da percepção e cognição das pessoas. Em uma definição dos autores Ken Pimentel e Kevin Teixeira:
“A realidade virtual é o lugar onde humanos e computadores fazem contato”.
Para esclarecer, não vamos confundir realidades virtual e aumentada. A primeira é quando alguém “entra” em um mundo virtual, enquanto a segunda é uma sobreposição da informação digital ao mundo real.
Atualmente, a realidade virtual (RV) tem como base displays estereoscópicos como óculos e headsets. Além disso, a RV, de forma bem resumida, funciona através de estímulos auditivos e visuais. É comum o uso de headsets que cobrem completamente olhos e orelhas, ou seja, ‘priva’ o usuário de ouvir e ver estímulos externos.
Além de jogos e entretenimento, a realidade virtual beneficia indústrias como Saúde, Educação, Esportes e Militar
Vale a pena investir em realidade virtual?
Existem diferentes mercados em que a realidade virtual pode ser utilizada e trazer bons resultados. São eles: videogames, eventos ao vivo, vídeo entretenimento, cuidados médicos, imobiliário, varejo, educação, engenharia e militar.
O total de mercado endereçável, estimado para 2025, é de $35 bilhões em software. Com isso, 60% da receita com softwares de realidades virtual e aumentada virão de consumidores, seguidos por empresas e setor público. O mercado de videogames será o primeiro mercado consumidor a desenvolver. Assim como os mercados imobiliário, de varejo e cuidados da saúde serão os primeiros a serem rompidos.
Videogames: $11,6 bilhões e estimativa de 216 milhões de usuários;
Eventos ao vivo: $4,1 bilhões e estimativa de 95 milhões de usuários;
Vídeo entretenimento: $3,2 bilhões e estimativa de 79 milhões de usuários;
Varejo: $1,6 bilhões e estimativa de 32 milhões de usuários;
Imobiliário: $2,6 bilhões e estimativa de 0,3 milhões de usuários;
Educação: $0,7 bilhões e estimativa de 15 milhões de usuários;
Saúde: $5,1 bilhões e estimativa de 3,4 milhões de usuários;
Engenharia: $4,7 bilhões e estimativa de 3,2 milhões de usuários;
Militar: $1,4 bilhões e estimativa de 0,7 milhões de usuários.
Como você pôde ver, a realidade virtual é uma tecnologia crescente. A pesquisa da Goldman Sachs compara a nova era computadorizada, vindo depois dos próprios PCs e smartphones. Em vez do controle de toque em uma tela, por exemplo, acontecerá através de gestos e interface e, além do 3D. Diante de tantos exemplos citados acima, cabe agora uma reflexão sobre usar ou não essa inovação.
Muitos aplicadores em busca de diversificar sua carteira estão recorrendo para investir no agronegócio. E essa é uma ótima alternativa para quem tem interesse por esse setor da economia.
O agronegócio foi um dos poucos a passar pela pandemia do novo coronavírus sem nenhum tipo de abalo em sua conjuntura. Tanto é que muitos economistas têm chamado de “ciclo vicioso” e, por isso, existem cada vez mais opções de investimentos relacionados ao agronegócio aqui no país.
De acordo com dados da Confederação da Agricultura e da Pecuária do Brasil, o país já é o segundo maior exportador do agronegócio global, o que faz do setor um dos propulsores da economia nacional.
Além disso, essa indústria tem se aliado a causas. Por isso, está criando metas e compromissos ligados à redução das emissões de gases de efeito estufa. Ela também deixa de produzir em terras provenientes de desmatamento.
Conforme dados da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), a quantidade de emissões de Certificados de Recebíveis do Agronegócio, investimento conhecido pela sigla CRA, avançou quase 40% nos 12 meses de 2021. Cerca de 8,73 bilhões de reais.
Para se ter uma ideia, no mesmo período do ano passado, a emissão de CRAs chegou a apenas R$6,65 milhões.
Um dos possíveis aumentos nesse tipo de investimento é que o CRA é isento de declaração no imposto de renda para pessoas físicas. O que fez com que esse título caísse na popularidade dos investidores.
Ainda assim, investir em agronegócio está sendo uma ótima opção para quem deseja diversificar. E isso vai além dos títulos. As opções também avançaram na Bolsa, nas emissões internacionais e em fundos com ativos só de empresas do agro.
Só em 2021, três Ofertas Iniciais de Ações (IPO) e uma oferta subsequente na B3, superaram R$2 bilhões em ações absorvidas pelos investidores.
Considerando esses dados e a elevada busca dos investidores pelos ativos, não se descarta a possibilidade da criação de novos fundos só com papéis do setor.
Fundos de investimento voltados para o agronegócio
Desde o dia 1º de agosto deste ano, o Fundo de Investimento nas Cadeias Produtivas Agroindustriais (Fiagro) passou a ser uma modalidade isenta de Imposto de Renda liberada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
E, de acordo com analistas desse mercado, o Fiagro tem potencial de se tornar tão relevante quanto outros fundos de investimento isentos de imposto. Entre eles temos os Fundos de Investimento Imobiliário (FIIs), que já somam mais de R$123 bilhões em patrimônio líquido.
Ou seja, o Fundo de Investimento nas Cadeias Produtivas Agroindustriais (Fiagro) é uma das muitas opções para quem deseja investir no agronegócio.
No entanto, vale lembrar que o investidor está cada vez mais exigente e não é qualquer título ou papel do setor que será absorvido pelo mercado. É necessário que esse mercado se adapte e mostre sua diferença e as medidas que estão tomando para conter o avanço das mudanças climáticas.
Investir no agronegócio se tornou uma alternativa para quem deseja diversificar a sua carteira de investimentos
Opção sustentável para investir no agronegócio
Neste ano, a 051 Capital irá lançar um fundo imobiliário agrícola voltado para investidores que procurar a diversificação de seu portfólio de investimentos com foco em empresas sustentáveis.
A gestora irá comprar propriedades rurais em áreas com grande potencial de valorização. Principalmente no oeste da Bahia e Tocantins, além de Mato Grosso, Minas Gerais e Piauí e irá arrendá-las.
O objetivo do fundo é gerar uma renda anual ao investidor através da receita de arrendamento de propriedades, com valorização real do preço da soja e das áreas agrícolas, além de funcionar como um hedge cambial, uma vez que o preço da commodity está atrelado à variação do dólar.
Está em processo de estudo a criação da moeda digital brasileira, o Real Digital, que será como uma extensão da moeda física. Mas já se estima que o surgimento dela deverá reduzir a circulação do dinheiro em papel.
A previsão é do próprio Banco Central. Embora o objetivo não seja eliminar de vez o papel-moeda, a tendência é que seu uso se reduza cada vez mais. Afinal, as transações digitais já são crescentes e o hábito dos brasileiros caminha nessa direção.
“A intenção é que o dinheiro em papel conviva com o real digital ainda por muitos anos. No entendimento do BC, à medida que a população se torne mais confortável com os novos meios de pagamentos digitais, o uso do dinheiro no formato de papel se reduzirá naturalmente.”
Segundo dados do BC divulgados pela Agência Brasil, em junho de 2021 o total de papel-moeda em poder das pessoas era de R$283 bilhões. Já o volume de depósitos à vista (dinheiro depositado em conta-corrente, sem remuneração pelo banco) era de R$333 bilhões.
Somando outras formas de liquidez, como os depósitos remunerados, operações compromissadas e títulos públicos federais a esse valor, havia um total de R$8,9 trilhões disponíveis de forma digital.
Ou seja, apenas cerca de 3% dos recursos disponíveis para as operações no país estão na forma de papel-moeda. Isso já demonstra a tendência natural de desuso do dinheiro em papel, mesmo sem a nova moeda digital.
O que é e como vai funcionar o Real Digital?
Assim como já acontece em outros países, o Brasil deverá ganhar sua própria moeda digital, que será como uma extensão do dinheiro tradicional e igualmente emitida pelo Banco Central.
Muitos podem confundir esse novo recurso com as criptomoedas, mas não é a mesma coisa. O coordenador dos trabalhos sobre o Real Digital, Fabio Araujo, explica:
“Os criptoativos, como o Bitcoin, não detém as características de uma moeda, mas sim de um ativo. A opinião do Banco Central sobre criptoativos continua a mesma: esses são ativos arriscados, não regulados pelo Banco Central, e devem ser tratados com cautela pelo público.”
Já a CBDC – sigla para Central Bank Digital Currency, como também são chamadas essas moedas digitais – será uma nova forma de representação da moeda que já é emitida pela autoridade monetária nacional.
Ou seja, faz parte da política monetária do país de emissão e conta com a garantia dada por essa política. Bem diferente do que são as criptos.
Na prática, a nova forma de dinheiro vai contribuir para o surgimento de novos modelos de negócio e de outras inovações baseadas nos avanços tecnológicos.
Por exemplo, permitirá o desenvolvimento de modelos inovadores de transações, como contratos inteligentes, internet das coisas (IoT) e dinheiro programável.
Além disso, será possível o uso em pagamentos de varejo; e a capacidade para realizar operações online e eventualmente operações offline.
De acordo com a Agência Brasil, a moeda digital será garantida pelo BC. As instituições financeiras vão apenas guardar o dinheiro para o cliente que optar pela nova modalidade.
Real Digital deve levar de dois a três anos para começar a ser testado
Quando a nova moeda vai começar a circular?
Ainda não há previsão para o lançamento do Real Digital. De acordo com o BC, as discussões e de testes ainda devem durar de dois a três anos.
“Ao fim desse período, o BC deverá ter reunidas as condições necessárias para decidir sobre a conveniência e o melhor formato para a emissão de um real digital.”
As moedas digitais já são realidade em outros países. As Bahamas, por exemplo, foram o primeiro país a lançar oficialmente seu Sand dollar, em outubro de 2020.
A China também tem um projeto-piloto de moeda digital em algumas cidades. Serão realizados testes com visitantes estrangeiros nos Jogos Olímpicos de Inverno de Pequim de 2022.
O banco central dos Estados Unidos, o Fed, e a Digital Dollar Foundation também trabalham para lançar sua moeda digital. Outros países, como Coreia do Sul, Japão e Suécia, igualmente estudam o lançamento.
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Entrou em funcionamento no dia 13 de agosto a segunda fase do open banking. Ela vai permitir o compartilhamento padronizado de dados pessoais pelas instituições participantes.
Ou seja, nesta etapa, os participantes registrados no Open Banking poderão trocar dados de cadastros e transações de clientes entre eles. Contudo, sempre a partir do consentimento do cliente.
Caso dê este consentimento, nesta fase poderão ser compartilhadas as informações de cadastro (como nome, endereço, renda e CPF), bem como dados de movimentação financeira (informações sobre contas, cartão de crédito e operações de crédito, como empréstimos e financiamentos).
Na prática, na segunda fase do open banking, a instituição que receber as informações de cadastro e de movimentação financeira do cliente. Contudo, após seu consentimento.
Assim poderá fazer propostas de crédito, de investimentos e de outros serviços de forma mais personalizada, e que tragam melhores condições ao cliente.
Nesta fase poderão surgir aplicativos que fazem:
simulações de crédito,
gestão financeira,
investimentos,
empréstimos em diversas instituições.
Tudo isso com base na movimentação financeira do consumidor e em outras informações que poderão ser agregadas.
Será uma jornada que envolverá dois participantes: uma instituição que está oferecendo um produto, e que irá buscar o consentimento expresso e explícito do cliente.
A outra entre a instituição com a qual o cliente tem relacionamento e irá compartilhar os dados a pedido dele após autenticação no aplicativo do banco.
Entretanto, vale lembrar que os consentimentos dos clientes serão dados sempre por meio eletrônico e dentro do ambiente de autenticação do banco. Não será solicitada nenhuma informação ao cliente que o banco já não tenha.
Etapas
A segunda fase do open banking será implementada de maneira escalonada. O objetivo é que ocorra o aumento gradativo de troca de informações, base de clientes e horários de funcionamento do sistema para garantir que o processo seja feito da maneira mais segura e eficiente possível.
Nas quatro primeiras semanas (de 13/08 a 12/09), as instituições poderão iniciar as trocas de informações cadastrais dos clientes, como endereço, renda e dados pessoais.
No período de 13 a 26 de setembro terá início a troca de informações relacionadas a contas de movimentação.
De 27 de setembro a 10 de outubro poderão ser trocadas informações de operações de crédito e de cartões de crédito. E a partir de 11/10, todas as APIs estarão em funcionamento 24 horas por dia, 7 dias por semana.
Outras fases
A terceira fase de implementação do open banking está prevista para começar em 30 de agosto. Nela, será possível que o cliente pague contas e faça transferências bancárias fora do internet banking ou do aplicativo do banco, por meio de um aplicativo intermediário.
A quarta fase começará em 15 de dezembro de 2021. Ela ainda está em fase de discussões técnicas entre os participantes. Ela se refere ao compartilhamento dos demais dados financeiros do cliente, como os de produtos e serviços de operações de câmbio, investimentos, seguros e contas-salário.
Na segunda fase do Open Banking, os clientes poderão autorizar o compartilhamento de informações sobre as transações financeiras
É seguro?
Todas as operações do Open Banking ocorrem em um ambiente com diversas camadas de segurança. Ou seja, seguindo padrões consolidados no sistema bancário.
Além disso, o setor financeiro é regulado e fiscalizado pelo Banco Central, está empenhado em adotar medidas para garantir a privacidade e a segurança de dados pessoais.
A autoridade financeira ainda conta com os controles necessários para tratamento de dados que envolvem sigilo bancário. Os bancos investem anualmente cerca de R$25,7 bilhões em tecnologia, sendo que deste total, 10% são voltados para a cibersegurança.