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Aposentadoria especial: saiba quem tem direito

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regras para aposentadoria especial
Algumas profissões que expõem os trabalhadores a agentes nocivos podem caracterizar-se para a aposentadoria especial

O Regime Geral de Previdência Social, garantido através do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) assegura uma série prestações aos segurados. Existem os auxílios e salário, como maternidade, acidente, doença e família. Além dos benefícios, como a aposentadoria especial, por tempo de contribuição, por invalidez e por idade.

A aposentadoria por idade é o benefício para quando o contribuinte atingir determinada idade. O limite mínimo varia para homens e para mulheres e para trabalhadores rurais e urbanos.

Se trabalhador urbano, a idade mínima para o sexo masculino é a partir dos 65 anos e do feminino, dos 60 anos. Para o trabalhador rural, a partir dos 60 anos para homens e dos 55 para mulheres.

A aposentadoria por invalidez é concedida ao trabalhador incapacitado de exercer qualquer atividade de trabalho permanentemente. Já a aposentadoria por tempo de contribuição é concedida ao trabalhador que comprovar 35 anos de contribuição, se homem, ou 30 anos de contribuição, se mulher.

A aposentadoria especial, segundo explica o INSS, é um benefício concedido ao cidadão que trabalha exposto a agentes nocivos à saúde. Alguns exemplos são calor ou ruído. Destaca-se que esse trabalho deve ser de forma contínua e ininterrupta. Além disso, deve ser em níveis de exposição acima dos limites estabelecidos na legislação própria.

A aposentadoria especial será concedida ao empregado, trabalhador avulso e contribuinte individual. Este último somente quando cooperado filiado a cooperativa de trabalho ou de produção.

Trabalhadores nas condições de exposição a agentes nocivos podem requerer a aposentadoria após 25, 20 ou 15 anos de contribuição. Mas esse não é o único requisito para o cálculo desse tipo de aposentadoria.

regras para aposentadoria especial
Algumas profissões que expõem os trabalhadores a agentes nocivos podem caracterizar-se para a aposentadoria especial

Como calcular a aposentadoria especial?

Para requerer a aposentadoria especial, um dos requisitos é exercer atividade em condições que envolvam um agente nocivo. O pedido pode ser feito após 25, 20 ou mesmo 15 anos de contribuição, e não os 35 ou 30 anos regulares.

O agente nocivo caracteriza-se por elemento químico, físico, biológico ou associação de agentes prejudiciais à saúde ou à integridade física. Mas, além disso, o trabalhador precisa ter exercido essa atividade por, no mínimo, 180 meses.

Períodos em que houve auxílio-doença, por exemplo, não são considerados para cumprir este requisito. Ainda segundo o INSS, o tempo especial será de acordo com a  legislação em vigor.

O INSS explica que, a partir da publicação do Decreto 3.048 de 06/05/1999, a análise por categoria profissional para concessão da aposentadoria especial foi mantida apenas até a véspera da publicação da Lei 9.032, em 29/04/1995. Depois a análise por categoria profissional foi extinta, permanecendo em vigor apenas a análise por agente nocivo.

Outro dado é que “a aposentadoria especial requerida e concedida a partir de 29/4/1995 será cancelada pelo INSS caso o beneficiário permaneça ou retorne à atividade que ensejou a concessão desse benefício”.

De acordo com a lei nº 8.123, de 24 de julho de 1991, que dispõe sobre os Planos de Benefícios da Previdência Social:

“§ 5º O tempo de trabalho exercido sob condições especiais que sejam ou venham a ser consideradas prejudiciais à saúde ou à integridade física será somado, após a respectiva conversão ao tempo de trabalho exercido em atividade comum, segundo critérios estabelecidos pelo Ministério da Previdência e Assistência Social, para efeito de concessão de qualquer benefício.”

Como requerer a aposentadoria especial?

Para requerer a aposentadoria especial, o segurado deve selecionar aposentadoria por tempo de contribuição na hora do agendamento. O INSS já começou a aceitar o pedido de aposentadoria pela internet.

O requerimento deve ser feito pelo Meu INSS, no ícone “agendamento/requerimento”. Depois, abrirá uma página onde será possível escolher a opção “aposentadoria por idade urbana” ou “aposentadoria por tempo de contribuição”.

O solicitante deverá, então, informar os requisitos para esse tipo de benefício e enviar os documentos pela internet para o INSS. Mas atenção, existem formatações específicas para que as certidões sejam enviadas com êxito.

Para solicitar a aposentadoria especial, os documentos originais necessários para ser atendido em uma das agências do INSS, é documento de identificação com foto e o número do CPF. É necessário apresentar também documentos que comprovem os períodos trabalhados. São exemplos a carteira profissional, carnês de contribuição e outros comprovantes de pagamento ao INSS.

O requerente da aposentadoria especial ainda deve apresentar os documentos que comprovem a exposição a agentes nocivos, como o Perfil Profissiográfico Previdenciário (PPP). O documento é fornecido pelos empregadores.O PPP  serve para comprovar a exposição aos agentes nocivos.

Esse documento é preenchido pela empresa ou seu preposto, com base em Laudo Técnico de Condições Ambientais de Trabalho (LTCAT) expedido por médico do trabalho ou engenheiro de segurança do trabalho.

Conclusão

Uma coisa é certa: é preciso planejar a aposentadoria desde cedo. Saber como fazer uma reserva, poupar, tudo isso vai ser essencial. Mas, existem também outras formas de investir para essa época da vida.

Afinal, você não vai querer ser um dos oito em cada dez brasileiros que não guarda dinheiro para essa fase. Aqui no Finance One você encontra outras dicas de como se preparar para essa época e investir.

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Nubank pode oferecer investimentos em Bitcoin. Entenda como funciona

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Logo do Nubank

Recentemente, o mercado financeiro se deparou com uma novidade. Agora, a Easynvest faz parte do ecossistema de empresas do Nubank. A aquisição, concluída em maio deste ano vai aproximar e facilitar os investimentos em Bitcoin.

Isso porque, a Easynvest já possuía o QBTC11, um fundo de investimento da QR Capital que permitia que seus clientes pudessem investir em Bitcoin.

De acordo com a corretora, o “Bitcoin é uma forma de dinheiro unicamente digital, sendo uma tecnologia inovadora e que está em pleno desenvolvimento. Na Easynvest, temos um ETF de Bitcoin. Funciona como um ETF normal, mas como ativo subjacente do preço da moeda. Ou seja, o ETF de Bitcoin segue o preço do ativo. É uma forma mais simples e até mais segura para investir na criptomoeda”.

Ou seja, com mais esse avanço dentro do mercado de finanças brasileiro, o Nubank dá mais um passo para uma revolução no mercado de investimentos. Por isso, o trâmite para a aquisição da corretora de valores foi dado no final de 2020.

Mas foi somente em maio de 2021 que a compra foi de fato concluída. Afinal, toda fusão e aquisição de instituições financeiras precisam passar pelo Banco Central, e a do Nubank e da Easynvest foi realizada com sucesso.

logo nubank
Com o passo dado, o Nubank passa agora a também fazer parte do mercado de investimentos

O que é a Easynvest?

Antes de mais nada, a Easynvest é uma corretora de valores fundada em 1968 por Marcio Cardoso, na cidade de São Paulo, com o nome de Título Corretora de Valores S.A

Em 1999, a Título Corretora de Valores foi uma das primeiras corretoras a lançar um home broker (ferramenta para a negociação de ações via internet) nacional. Para esse produto, deu então o nome de Easynvest, nome que carrega atualmente. 

Em 2016, passou por uma repaginada, criando um novo portal e sites. No mesmo ano, tornou- se a corretora líder negociando Tesouro Direto, com mais de 100 mil investidores aplicando nesse tipo de título público. 

Visando se consolidar de vez no mercado de renda variável, a Easynvest reduziu 90% taxas para operações de day trade. Em 2019, após ter passado seis meses desenvolvendo, lançou uma plataforma de renda variável com uma interface mais amigável e com informações que atendem as demandas do pequeno investidor.

No dia 11 de setembro de 2020, o Nubank anunciou a compra da corretora Easynvest. Com a aquisição, o banco digital entra no mercado de investimentos, em um momento de juro baixo e grande demanda por ativos de risco.

+ NuSócio: entenda se vale a pena ser sócio Nubank
+ Semente Preta: conheça o novo fundo de investimento do Nubank

Outras instituições em que é possível ter investimentos em Bitcoin:

Além do Nubank, o Brasil já possui outras instituições financeiras em que é possível realizar investimentos em Bitcoin. Para quem já conhece o mercado, existem muitas exchanges, corretoras de valores especializadas no investimento de Bitcoin e outras criptomoedas.

Conheça algumas abaixo:

Mercado Bitcoin

Fundada em 2013, o Mercado Bitcoin está entre as 50 exchanges mais confiáveis do mundo, segundo o Blockchain Transparency Institute (BTI).

Além disso, a empresa já conta com mais de 1.800.000 clientes e, apenas em 2019, aproximadamente R$12 bilhões foram negociados pela plataforma.

Coinext

A Coinext é uma das principais exchanges de bitcoin brasileiras. Fundada em 2018 por três sócios, logo em seu primeiro ano foi a exchange que mais ganhou mercado (Market share) no Brasil, segundo relatório da XDEX.

As moedas listadas lá são as maiores do criptomercado. Ou seja, Bitcoin, Ethereum, Litecoin, Ripple, Bitcoin Cash e USD Tether.

BitcoinTrade

A corretora foi fundada em 2017 e é considerada uma das mais seguras da América Latina, já que possui armazenamento off-line, o que reduz o risco da perda de criptomoedas.

Ainda assim, a BitcoinTrade também possui o certificado EV SSL de autenticidade e utiliza dupla verificação em suas operações.

Quero investimentos de Bitcoin no Nubank!

Por fim, se você é um cliente do Nubank e deseja investir em Bitcoin pela plataforma da instituição, fique de olho nas novidades.

Como a incorporação foi feita a pouco tempo, o jeito é acompanhar as notícias do mercado financeiro, para assim, dar o pontapé inicial nesse tipo de aplicação.

Gostou do nosso conteúdo? Confira agora o Guia completo para você começar a investir em criptomoedas.

Simulador de financiamento: veja como usar

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moedas em plantação simulando investimentos

Está pensando em comprar um imóvel quando o isolamento social acabar? Vai financiar parte do valor, mas tem medo das taxas a serem pagas? Calma, é possível saber por quanto o imóvel irá sair no final por meio do simulado de financiamento.

Até porque saber quanto irá custar o imóvel e quais taxas serão cobradas pelos bancos é uma informação muito importante. Além disso, não realizar uma pesquisa pode gerar um custo maior de 12% a 60% em gastos, somente com juros.

Existem diversas plataformas de simulador de financiamento que as próprias instituições financeiras disponibilizam para os futuros clientes. São essas plataformas que ajudam a dar uma ideia de qual será o valor das prestações a serem pagas.

Entenda como funciona o simulador de financiamento

O simulador de financiamento tem como objetivo realizar projeções dos valores de um financiamento de imóvel. Ao entrar no site de um banco ou financeira, é disponibilizado um formulário online que o cliente deverá inserir todas as informações solicitadas.

Desde dados pessoais, como nome, telefone e endereço, até mesmo sobre a sua renda e o valor do imóvel desejado. Com esses dados, o sistema irá apresentar as melhores condições e o melhor tipo de financiamento.

É importante ressaltar que o simulador de financiamento mostra somente as taxas bancárias nas condições mais básicas. Sendo assim, as pessoas que oferecem baixo risco de inadimplência têm maiores chances de conseguir o financiamento.

Ao realizar a análise para o simulador de financiamento, as instituições financeiras levam diversos quesitos em contas, como por exemplo:

  • Prazo de quitação;
  • Renda do cliente;
  • Impacto das parcelas na renda do cliente;
  • Valor da entrada;
  • Se tem mais de uma pessoa financiando;
  • A profissão.

Uma informação importante que deve ser levada em consideração é que existem diversos fatores que podem influenciar as taxas do financiamento do imóvel. Um deles é o prazo do financiamento.

Simulador de financiamento: Porta marrom com chaves na fechadura
Simulador de financiamento é uma vantagem para ter noção de quanto pagará no imóvel

Conheça como é o simulador de financiamento no banco

Caixa Econômica Federal

Para usar o simulador de financiamento da Caixa, você precisa entrar o site da instituição e ir até a área de simulador habitacional Caixa.

O banco pede que você adicione o tipo de imóvel que deseja comprar, além do valor aproximado do imóvel e a cidade na qual ele está localizado. Você ainda terá a opção de informar se já tem algum imóvel na cidade.

No campo seguinte, será preciso adicionar os dados pessoais, como CPF, renda mensal, data de nascimento, e outras informações. 

Já na aba posterior, será necessário indicar as opções de financiamento que estão disponíveis para o perfil desejado. Por último, o cliente terá os valores das prestações, além da forma de pagamento e as condições de financiamento.

Banco Itaú

O Banco Itaú é outra instituição financeira que tem a ferramenta de simulação de crédito imobiliário. Basta acessar o site do banco e todo o processo é feito virtualmente.

A primeira parte da página de simulação de créditos do Itaú é para preenchimento de dados pessoais. Em seguida, é preciso apertar em ‘simular’. Feito isso, indicar as seguintes informações: valor do imóvel, quanto deseja financiar e o prazo em anos.

Essa mesma página de simulação do Itaú ainda traz uma explicação acerca das cinco etapas para solicitar um financiamento imobiliário, que, segundo o banco, são:

  • Análise de crédito;
  • Preenchimento de informações;
  • Envio de documentos e avaliação;
  • Preenchimento de Informações;
  • Confirmação de Dados;
  • Liberação de Crédito.

Além desses, Bradesco, Banco do Brasil e Santander também disponibilizam em seus portais oficiais a área de simulação de financiamento. Em todas elas o processo é fácil e prático, sem a necessidade de consultar um especialista.

Quais são os benefícios de usar um simulador?

Simular qualquer investimento é essencial em qualquer momento, sobretudo os de crise. Se você não conhecia essa medida ou tem dúvidas, pesquise nos sites dos principais bancos e comece a praticar alguns tipos de simulação para entender como funciona o processo.

+ Comprar imóvel é considerado um investimento?

Uma dica importante é não deixar para simular somente quando estiver próximo de investir. Use a simulação nos momentos iniciais.

Isso mesmo, o simulador deve fazer parte do seu planejamento financeiro na hora de adquirir um imóvel.

Ele com certeza lhe ajudará a ter uma noção maior, por exemplo, do que você precisará para frente – esse é um dos benefícios, poder se antecipar quanto às taxas e juros.

O simulador de financiamento de todos os bancos tem como característica oferecer bastante praticidade, além de facilidade.

Ele ainda antecipa as suas dúvidas e você já poderá ir até o banco para realizar o financiamento com mais esclarecimentos e já poderá usar aquele momento de diálogo de forma mais produtiva.

Gostou do nosso texto de como funciona o simulador de financiamento? Então continue navegando em nosso site e confira também o guia completo sobre financiamento imobiliário!

Conheça as 5 plataformas para ter investidores para seu negócio

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pessoa investindo e fazendo calculos

Com certeza se você está começando um empreendimento agora sabe que conseguir atenção de investidores para seu negócio é uma tarefa difícil. Diversos empreendedores que vão buscar investidores acabam desanimando. Isso porque se conectar com eles não é nada simples e fácil.

Mas existem ferramentas que podem ajudar você nesse processo na hora de buscar investidores para seu negócio.

Vale lembrar, no entanto, que há diversos tipos de investidores no mercado: sócio, crowdfunding, investidores-anjo, private equility etc. Por isso, você precisa analisar com cautela e entender qual das opções é mais viável para o seu negócio.

Plataformas para conseguir investidores para seu negócio

Apesar de não ser uma tarefa fácil, separamos neste texto uma lista com 5 plataformas que vão ajudar você a encontrar investidores para seu negócio. Boa leitura!

1. BEX

Bex é lider Global em relacionamento com investidores. A plataforma, por exemplo, é especializada em conectar empresas e projetos brasileiro aos investidores estrangeiros.

Além disso, ela é a maior plataforma de M&A da América Latina. Recomendada para empresas de médio e grande porte, startups e grandes projetos.

2. Broota

As empresas que estão na plataforma Broota são selecionadas por uma rede de investidores experientes.

Qualquer pessoa pode participar do investimento, o qual é feito através de um Título de Dívida Conversível (TDC). Esse título coloca o investidor como credor de uma dívida e lhe dá a opção de converter essa dívida em participação.

Homem de terno escrevendo em um papel com gráficos estudando como conseguir investidores para seu negócio
Quer saber como conseguir investidores para seu negócio? Confira 5 plataformas que ajudarão você nessa etapa

3. EqSeed

A EqSeed, é uma plataforma voltada somente para startups. Os investidores encontram uma vitrine de empresas disponíveis para investimento e os valores que elas procuram receber de aporte.

Em um primeiro momento, os investidores passam a ser um credor da startup e futuramente podem virar sócio da startup. Isso, no entanto, será estabelecido conforme as condições propostas no contrato.

4. BIVA

Já a plataforma Biva tem uma abordagem muito diferente. Essa plataforma permite, por exemplo, que pessoas físicas forneçam empréstimos para empresas.

Em troca disso, os investidores conseguem rendimentos melhores do que algumas aplicações bancárias.

Para as empresas, a BIVA oferece empréstimos para capital de giro, expansão comercial e refinanciamento de dívidas.

5. StartMeUp

A StartMeUp é uma plataforma que, através de transferências bancárias e boletos, o investidor escolhe empresas para fazer financiamento. As startups se cadastram no site com metas de captação que precisam ser alcançadas.

O valor que o investidor colocar no projeto de captação será proporcional a sua participação na distribuição dos resultados da empresa.

Dicas para conseguir os investidores certos

Agora que você já sabe quais plataformas acessar para conseguir investidores para seu negócio, está na hora de conhecer algumas dicas para que você tenha sucesso na hora de procurar um investidor. Confira quais são.

Conheça os tipos de investidores para seu negócio

Se você ainda não sabe, os investidores são classificados de acordo com o capital de risco. Por exemplo, os investidores-anjo procuram por empresas iniciantes e investem entre R$50 mil e R$500 mil.

Enquanto o investidor seed capital costuma aplicar de R$500 mil até R$2 milhões em empresas mais consolidadas. São, por exemplo, as que têm produtos definidos e clientes.

Ou seja, antes de qualquer coisa, você precisa saber em qual categoria está o seu negócio para somente depois ir procurar um investidor. Dessa forma, você saberá exatamente qual tipo deve procurar.

Saiba vender bem a sua ideia

Pare para analisar se você tem um argumento bem treinado e conciso para apresentar o seu projeto. Se a resposta for sim as suas chances de chamar a atenção já dobram!

Mas para consolidar o relacionamento é necessário ter algumas características. Uma delas é o perfil empreendedor, no qual você demonstra ter a capacidade de transformar ideias em negócios, além de ter equipes bem formadas e produtos promissores. 

Gostou do nosso texto sobre como conseguir investidores para seu negócio? Acha que ele pode ajudar outros empreendedores? Então compartilhe em suas redes sociais.

Investimento-anjo: entenda o que é e como funciona

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investidor analisando grafico

Você já escutou falar na expressão investimento-anjo? Sabe o que significa e como funciona? Para quem quer investir e ser sócio em uma startup, essa pode ser uma boa alternativa para aplicar o dinheiro.

Esse tipo de investimento já existe em mercados internacionais. Grandes empresas internacionais tiveram os projetos iniciais a participação de investidores-anjo.

Como por exemplo o Google, Facebook e Apple. E nos últimos anos essa modalidade de investimento teve um grande crescimento.

Esse fator proporcionou o surgimento de plataformas com o objetivo de intermediar os investidores-anjo e startups.

Mas o que de fato é um investidor-anjo? Quem pode se tornar um?

O que é investimento-anjo?

O investimento-anjo é considerado a maior fonte de capital para startups, que são pequenas empresas em fase final de validação ou na etapa de crescimento.

Dessa forma, os investidores-anjo são profissionais mais experientes com conhecimento em finanças e mercado. Além de ser uma pessoa com capital para alavancar uma startup.

Vale ressaltar que o investimento-anjo é realizado por pessoas físicas com o próprio capital. Em troca, esses empresários recebem uma porcentagem ou ações da empresa.

Outra informação importante é que normalmente o investidor-anjo não tem voz decisiva ou posição executiva no negócio.

Porém, eles atuam como mentores ou conselheiros, oferecendo aporte financeiro e network.

Quem pode realizar um investimento-anjo?

Se interessou e quer fazer um investimento-anjo? Ou está querendo um investidor-anjo para a sua startup?

Para isso é necessário verificar as características de um investimento desse tipo. Isso porque é preciso avaliar quem pode e quem não pode aplicar o dinheiro nessas empresas.

Para começar, um investidor-anjo é, geralmente, um empresário ou ex-empresário bem-sucedido. Este deve ter recursos para investir uma pequena parte do patrimônio na startup escolhida.

pessoa investindo e fazendo calculos
O investidor-anjo é uma pessoa física que aplica dinheiro em startups

É importante frisar que esse tipo de investidor não precisa ser milionário. Isso porque ele deve trabalhar com aplicações que giram em torno dos 5% ou 10% do próprio capital.

Além disso, o investimento-anjo costuma ser feito por grupo, de duas a cinco pessoas, o que diminui os riscos.

Sendo assim, o investimento médio fica em torno de R$100 mil a R$500 mil. Em alguns poucos casos podendo chegar a R$1 milhão.

Outra informação importante é que o investimento-anjo não se limita somente à fase de implantação. Mas ela se repete com novos aportes para fomentar o crescimento.

Os investidores-anjo que aplicam o dinheiro querem diversificar os próprios investimentos e patrimônios.

O que faz com que eles costumem investir em áreas de seu conhecimento, para agregar valor com o que já sabem.

Como funciona o investimento-anjo?

De uma forma básica, o investimento-anjo funciona com o investidor dando capital à startup em troca de ações da empresa.

O empresário terá ações preferenciais da startup ou até mesmo uma dívida conversível em papéis da mesma.

Caso o acordo seja realizado de acordo com a segunda opção, isso significa que o investidor está emprestando o dinheiro à startup.

Dessa forma, será possível converter o pagamento em ações da empresa em um espaço de tempo acordado entre ambas as partes.

Além disso, existem diversas associações e redes de investidores que assessoram interessados nessa modalidade financeira. Bons exemplos são a Anjos Brasil e a Gávea Angels.

são essas associações que criam redes de contatos, buscam e apresentam startups aos investidores-anjo. Além de assessorar na documentação do acordo. 

Se você é novo no mercado, o recomendado é se juntar a um grupo de investidores ou co-investir com outros empresários.

Uma aliança de investidores significa que todos estão investindo nos mesmos termos e por meio do mesmo contato. Por isso, é comum existir um líder que negocia todos os termos e representa os demais.

Uma forma fácil de começar o investimento-anjo é encontrar um conhecido que já faça esse tipo de aplicação e buscar ser incluído nesse grupo.

Benefícios do investimento-anjo

Como você já sabe, o objetivo do investimento-anjo é aplicar dinheiro em negócios em que os riscos são considerados, no mínimo, proporcionais ao potencial de retorno.

Mas os investidores também avaliam os investimentos, observando o impacto que as startups podem ter na sociedade.

Sendo assim, eles buscam gerar novas oportunidades de trabalho e de renda. Além de orientar e promover o conhecimento das futuras gerações, desenvolver novas tecnologias e até mesmo promover inovações para melhorar a vida da sociedade.

Para quem recebe o investimento, além da vantagem do aporte de capital, ainda é possível receber orientação estratégica e financeira de alguém que já passou por isso antes.

Os investidores costumam abrir as portas para suas redes de relacionamento, o que é fundamental para o mundo dos negócios.

Descubra as características para atrair um investimento-anjo

Se você quer atrair um investimento-anjo mas não sabe como fazer isso, é importante ter em mente que o seu negócio precisa ter algumas características. Até porque, ter a atenção dos investidores não é algo tão fácil.

Existem quatro requisitos que são considerados essenciais para que você possa atrair um investidor-anjo, são eles: inovação, escalabilidade, empreendedor engajado e mercado amplo. 

Vale ressaltar que inovação é o que vai destacar o potencial de crescimento do seu negócio. Por isso, é preciso pensar em um produto e/ou serviço que tenha algo de diferente, mas não necessariamente precisa criar algo novo do zero.

Enquanto a escalabilidade significa que o seu negócio tem potencial de crescer sem depender de investimentos ou de uma equipe especializada. É importante frisar que isso não significa que uma empresa não escalável não tenha sucesso.

O mercado amplo tem o crescimento limitado quando depende de poucos clientes, por isso ele também é importante para o investimento-anjo. E o empreendedor engajado é mais do que essencial para que o negócio dê certo. 

Até porque uma ideia sem implementação não tem nenhum valor. Por isso, é importante que o empreendedor consiga transformar as ideias em realidade.

Esse conteúdo te ajudou? Então compartilhe com alguém que precisa conferir essas informações sobre o investidor-anjo!

Confira qual é a melhor corretora para Day Trade

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Pessoa acessando investimentos no celular e computador, que exibem gráficos

Antes de revelar a melhor corretora para Day Trade é necessário explicar o que é esse termo em inglês. É simples de entender: é o nome da operação de compra e venda de ações de uma mesma empresa que é realizada em um único pregão da bolsa de valores — ou seja, no mesmo dia.

Essa negociação pode durar horas ou poucos minutos e é realizada pelos chamados “traders”. O objetivo é comprar os ativos pelo menor preço possível e vendê-los pelo maior preço possível, lucrando com as oscilações de curto prazo das ações na bolsa.

Ou seja, quem faz day trade não está interessado em se tornar acionista e ganhar com o crescimento das empresas a médio e longo prazo, mas sim em aproveitar a volatilidade do mercado para obter retornos rápidos.

Obviamente, essa é uma atividade de alto risco, já que o sobe e desce dos preços das ações é constante e, muitas vezes, imprevisível.

Por isso, os day traders costumam ser investidores experientes e arrojados, com uma boa tolerância ao risco e conhecimento aprofundado sobre a dinâmica da bolsa de valores.

Qualquer um pode ser trader?

Com os avanços da tecnologia e a popularização do mercado de ações, hoje qualquer investidor pode utilizar o day trade como estratégia. Contudo, é importante ter um conhecimento profundo do que você está fazendo. Afinal, é o seu dinheiro que está em jogo.

Mas vale lembrar que, assim como todo tipo de investimento, o day trade não é para todos.

Para começar, é preciso contar com uma boa tolerância ao risco e capacidade de manter a calma sob pressão. Entre os erros mais comuns de quem acaba com prejuízo no day trade está o comportamento errático causado pelo medo de prejuízos.

Além disso, como qualquer outra atividade profissional, demanda anos de estudo e prática para que você consiga pensar em ter resultados consistentes. E, mesmo assim, há risco de que isso nunca aconteça e você acabe desistindo antes.

Portanto, estude os tipos de análises, saiba entender os gráficos, avalie bem o que você está comprando/vendendo, estude muito o mercado e a economia como um todo antes de mergulhar no mundo do Day Trade.

Entretanto, lembre-se: para operar, é necessário abrir uma conta em uma corretora. E, elas devem ter autorização do Banco Central do Brasil (BC) e da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) para funcionar.

Qual o custo?

Os principais taxas para operar no Day Trade são:

  • corretagem, para enviar as ordens de compra e venda para a Bolsa;
  • custódia, cobrada pela BM&F Bovespa para guardar seus ativos;
  • Imposto Sobre Serviço (ISS), que é de 5% sobre a taxa de corretagem e emolumentos.

Além disso, os ganhos sobre operações sofrem alíquota de 20% no Imposto de Renda.

O que avaliar antes de escolher a melhor plataforma de trading?

A primeira coisa antes de escolher uma operadora para realizar o Day Trade é descobrir seu perfil de investidor. Depois, claro, comparar os preços cobrados pelas empresas.

Ou seja, seja criterioso como: abertura de conta de forma gratuita, boa variedade de investimentos e corretagem zero para aplicações em Renda Fixa. E, claro, a facilidade para aplicar o dinheiro com a ajuda do Home Broker e Mobile Broker.

Por fim, lembre-se que se você pretende negociar com muitas posições ao mesmo tempo, precisará de uma plataforma que permita visualizar diversos gráficos em uma única tela.

Sendo assim, escolha uma operadora que trabalhe com análises gráficas mais complexas e um volume de dados maior para embasar decisões.

Por outro lado, para quem tem o objetivo de fazer poucas negociações (uma por semana, por exemplo), as plataformas mais simples de se operar são mais adequadas.

7 melhores corretoras de valores para você investir

Um levantamento feito pelo buscador de investimentos Yubb, a Rico foi eleita a melhor corretora do Brasil para Day Trade. O buscador tem uma ferramenta que permite que os próprios investidores avaliem as instituições financeiras.

Na pesquisa a corretora teve 4,62 pontos de um total que varia de 1 a 5, seguida pela Órama, com nota 4,53, e XP Investimentos, com 4,31. Confira as empresas que aparecem no ranking:

pessoa manuseando computador para investimentos
Day trade é uma operação que busca rendimentos com compra e venda de ações e outros ativos no mesmo dia

1 – Easynvest

A Easynvest foi uma das primeiras a lançar um Home Broker no país. Em 2016, a corretora tornou-se líder do ranking do Tesouro Direto, com mais de 100 mil investidores aplicando em seu produto.

Por fim, nos últimos três anos, a corretora de valores lançou um novo aplicativo voltado para os investidores iniciantes.

2 – XP Investimentos

A XP Investimentos oferece acesso a diversos produtos de diferentes instituições financeiras, como em Renda Fixa, Ações, Fundos de Investimento, Vida e Previdência Privada.

3 – Rico Corretora

A Rico foi criada em 2011 e, desde então, acredita que todas as pessoas são capazes de entrar para o mundo dos investimentos.

Por isso, a corretora de valores oferece bons conteúdos para que todos sintam-se cada vez mais seguros, confiantes e com autonomia em relação ao seu dinheiro.

4 – Toro Investimentos

A Toro Investimentos é uma corretora de valores digital, especializada na Bolsa de Valores e autorizada pelo Banco Central, CVM, B3 e Anbima.

A empresa já ajudou mais de um milhão de pessoas a investir e, desde 2010, mais de R$100 bilhões foram movimentados por meio de suas plataformas.

5 – Modalmais

Criado no ano de 2015 pelo Banco Modal, o Modalmais é um canal de investimento qualificado como Home Broker e criado para atender clientes do varejo. Além disso, é responsável por ser a primeira corretora de valores a zerar a taxa de corretagem.

6 – Clear Corretora

Do mesmo grupo da XP, a Clear conta com o diferencial da corretagem zero em todos os produtos, visando ganhar ainda mais mercado.

7 – Órama Investimentos

A Órama Investimentos foi fundada em 2011, é uma corretora de valores que atrai muitos investidores iniciantes e muitos que desejam operar com o Day Trade.

Um diferencial forte da Órama é seu foco no suporte e compartilhamento de conteúdo através do seu blog educacional e diversos vídeos no YouTube sobre educação financeira, orientação sobre investimento.

Encontrou a corretora ideal para você? Descubra como ganhar dinheiro com Day Trade

Confira 5 cartões sem anuidade mais fáceis de aprovar

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diversõs cartões de crédito sem anuidade

Opções de cartões não faltam no mundo financeiro, não é mesmo? Muitas empresas oferecem diversos benefícios para aqueles que possuem um cartão.

No entanto, às vezes há dificuldades para conseguir a contratação desse serviço. Alguns desses impedimentos, por exemplo, são o nome sujo no SPC ou Serasa e análise demorada.

Essas são algumas das situações que acabam limitando que uma pessoa consiga solicitar o cartão ou não possa utilizar os serviços oferecidos rapidamente.

Pensando nisso, algumas empresas oferecem cartões sem anuidade com fácil aprovação. Alguns, inclusive, podem ser solicitados pela internet.

Quer saber quais são os cartões sem anuidade mais fáceis de aprovar? Então continue a leitura deste texto.

cartoes de crédito master e visa
Atualmente, o mercado financeiro possui uma opção muito vasta de cartões de crédito sem anuidade com facilidade na hora de aprovar

Os 5 cartões sem anuidade e com fácil aprovação

De fato, o score de crédito é um fator determinante na hora da instituição aprovar ou não o seu cartão. No entanto, existem alguns cartões sem anuidade que são mais fáceis de aprovar.

Mas você deve estar se perguntando o porquê desses cartões aprovarem com maior facilidade, não é?

Acontece que algumas instituições financeiras não consideram tanto a renda na hora de aprovar o cartão. Dessa forma, fica mais fácil a validação. A seguir, veja cinco opções de cartões sem anuidade.

Nubank

O Nubank é uma das fintech mais famosas e a queridinha de muitos brasileiros. A roxinha, como é conhecida, tem opção de cartões sem anuidade e com fácil aprovação.

Além de o aplicativo ser muito fácil de usar, o Nubank não pede renda mínima para aprovar o cartão. Com bandeira MasterCard, é possível realizar compras internacionais e fazer parte do programa de pontos, chamado de Nubank Rewards.

Contudo, alguns usuários já citaram que esperaram alguns meses para conseguir a aprovação no cartão de crédito. A aprovação, entretanto, ainda é mais provável do que em outros bancos tradicionais, por exemplo.

Santander Free

O Santander é um banco tradicional, mas que não cansa de inovar.

Através do cartão Santander Free, o cliente tem isenção de anuidade nas compras acima de R$100 por mês.

O cartão também tem um método que permite o pagamento por aplicativo exclusivo ou aproximação na maquinha de cartão de crédito.

O cartão sem anuidade do Santander Free também tem outra vantagem: 40 dias para o pagamento da fatura e parcelamento de até 24 vezes, se necessário.

Next

O Next é comandado pelo Banco Bradesco, porém, focado no público mais jovem. O objetivo do cartão é a conta digital e os clientes conseguem descontos nos serviços como Airbnb e Uber, por exemplo.

No entanto, o Next divulgou recentemente uma conta corrente sem tarifas. Essa conta disponibiliza um cartão de crédito internacional com bandeira Visa. Vale lembrar, contudo, que segundo o banco a isenção de anuidade é por tempo limitado.

Credicard Zero

Oferecido pelo Itaú Unibanco, o Credicard Zero foi divulgado para concorrer com a Nubank.

O cartão CrediCard Zero não tem anuidade e, além disso, oferta diversos descontos em outras empresas, tais como: Decolar, Uber, Magazine Luiza, Ponto Frio, entre outros.

Apesar de não ter anuidade, o cartão possui alguns serviços que são pagos, como o saque no caixa eletrônico, por exemplo. O valor é de R$8 por operação.

Inter

O Inter também é outro banco que oferece cartões sem anuidade. Mas não é para todo mundo.

Antes de solicitar o cartão, você precisará passar por uma análise e, após aprovação, enviar recibo de imposto de renda e contracheque.

+ Confira e compare cartões sem anuidade de fintechs e bancos

Outras opções de cartões sem anuidade

Rede Carrefour também oferece cartão próprio. Porém, a isenção da anuidade está condicionada ao uso do cartão pelo menos uma vez por mês.

Americanas Submarino também oferecem cartões de crédito aos seus clientes, porém cobram a anuidade. Apenas cartões adicionais têm gratuidade da taxa.

+ Cartão de crédito Submarino: vale a pena? Como solicitar?

Viu, só? Conseguir cartões sem anuidade ficou mais fácil com essas explicações, não é? Agora basta escolher a melhor opção para você!

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Tenha muito cuidado com essas 5 armadilhas ao investir seu dinheiro!

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Homem de roupa social com carteira na mão mexendo em dinheiro

Com o advento da internet, aumentaram nossos cuidados, principalmente com o nosso dinheiro. Então, você deve ficar atento a algumas armadilhas ao investir seu dinheiro. Elas podem ser decisivas para você ser um investidor de sucesso ou não.

Um dos maiores problemas é que os investidores não sabem como eles são, nem o que eles querem. Isso faz com que acabem investindo em produtos que não são adequados para o seu perfil de investidor.

Investir de forma descuidada também é um problema. Muitos desconsideram taxas, custos de transação e inflação. Seguir cegamente o mercado também é uma atitude perigosa, que pode comprometer seus rendimentos de forma irreparável.

Contudo, mesmo investidores mais experientes, vez ou outra, caem em armadilhas ao investir dinheiro. Portanto, não conte apenas com sugestões do gerente do banco ou da corretora.

Procure se informar sobre investimentos. Aposte ainda na diversificação da carteira. Essas são algumas das regras para não prejudicar sua atuação como investidor.

Leia os relatórios disponibilizados por corretoras, torne a leitura do noticiário econômico um hábito e sempre acesse o site do seu banco em busca de novidades. O mercado financeiro é dinâmico. Portanto, fique atento para analisar se algum novo produto pode ser mais interessante para seus investimentos.

quatro fileiras de moedas e um pote transparente com várias moedas dentro com planta em cima
Aprenda mais sobre o mercado financeiro antes de investir o seu dinheiro!

5 armadilhas ao investir seu dinheiro

1 – Não saber qual o seu perfil de investidor

Decidir onde investir exige atenção, para que a carteira esteja adequada ao perfil do aplicador. Conservador, moderado ou agressivo, a distribuição do dinheiro varia bastante.

O conservador é aquele investidor com maior aversão à perda. Prefere ter rendimentos menores que correr o risco de perder dinheiro. Por isso, costuma investir em renda fixa.

Já o moderado é um pouco mais aberto a riscos. Ainda assim, volta para o que já conhece ao menor sinal de insegurança. Investe por igual em renda fixa e variável.

Por fim, o arrojado é o que está disposto a correr riscos maiores em troca de rendimentos melhores. Normalmente, conhece bastante sobre finanças e prioriza investimentos em renda variável.

2 – Não saber tudo sobre o investimento de interesse

Cada tipo de investimento tem características próprias que você deve conhecer. Assim você não vai cair nas armadilhas ao investir seu dinheiro.

No geral, as pessoas acham que a poupança é o investimento mais seguro. No entanto, existem outros com os quais você pode alcançar uma maior estabilidade financeira também de forma segura.

O próprio CDB oferece risco semelhante ao da poupança e é muito mais interessante em várias situações. Os Títulos Públicos também são uma alternativa de investimento de baixo risco que poucas pessoas conhecem.

As próprias ações, consideradas investimentos de alto risco, se mostram extremamente rentáveis no longo prazo de acordo com os estudos feitos no mercado dos EUA.

3 – Não diversificar a carteira

Uma das armadilhas mais comuns é não diversificar a carteira. Isso acontece, muitas vezes, porque o investidor conhece bem apenas um tipo de aplicação. Por isso, não se sente seguro em colocar seu dinheiro em outras modalidades.

Não caia nessa armadilha. Opte sempre por diversificar seu portfólio de investimentos. Escolha aplicações de acordo com seu perfil de investidor, situação atual do mercado e seus objetivos financeiros de curto, médio e de longo prazo.

4 – Não buscar orientação especializada

Aprender sobre investimentos é um passo importante para quem deseja começar a investir. No entanto, mesmo quem se informa constantemente sobre o assunto deve buscar orientação especializada.

Nesse sentido, você vai se certificar que está escolhendo as melhores aplicações para sua carteira. Muitas pessoas buscam assistência no próprio banco em que têm conta corrente. Apesar da comodidade, sempre vale a pena pesquisar também corretoras de valores para se certificar de que está conseguindo a melhor rentabilidade.

Entre os pontos que você deve levar em consideração na hora de buscar assessoria especializada para seus investimentos estão as taxas cobradas pela corretora ou banco. Além disso, verifique o mix de produtos financeiros oferecidos,  a rentabilidade dos investimentos e atendimento personalizado.

5 – Ser impaciente

A pressa é uma grande inimiga do sucesso e uma das armadilhas ao investir. O investidor iniciante, que normalmente entra no jogo em busca de altas rentabilidades em pouco tempo. No entanto, acaba sendo surpreendido pelas volatilidades do mercado, principalmente com as perdas.

Apostar tudo em uma mesma cesta é um erro muito comum. Esse comportamento está associado à ansiedade de encontrar “a grande oportunidade” do mercado. E isso pode trazer consequências graves.

Porém, não tome decisões influenciado apenas por rumores ou emoções. Não são poucos os investidores que por insegurança ou, até mesmo, falta de informação, seguem cegamente todos os movimentos do mercado na hora de investir. Com isso, só compram ações quando estão na alta e nem pensam duas vezes antes de vendê-las na baixa.

Por fim, esse tipo de comportamento, apesar de comum, faz o investidor perder dinheiro. Então, para evitar essa armadilha, é essencial estudar os cenários e avaliar as situações em que vale a pena comprar ações no momento de baixa. Pode ser uma oportunidade de ouro de comprar ativos de uma empresa confiável por um preço mais baixo, por exemplo.

Gostou do nosso conteúdo? Confira agora qual o valor mínimo para começar a investir.

Perdi o prazo para declarar Imposto de Renda. Saiba o que fazer

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Celular com a tela do aplicativo da Receita Federal para informe de rendimento e restituição do Imposto de Renda

O prazo para o contribuinte declarar Imposto de Renda chegou ao fim junto com o mês de maio. Porém, é comum encontrar alguma pessoa que não tenha conseguido realizar a declaração a tempo. Mas o que fazer nesse caso?

Se você está dentro dos requisitos e precisava declarar Imposto de Renda, mas não conseguiu a tempo: calma. É possível sim entregar o documento mesmo com o prazo tendo chegado ao fim.

E para isso, você precisará realizar todos os passos normalmente, reunindo os documentos necessários para realizar a declaração. Além de baixar o Programa Gerador da Declaração 2021.

Você deverá seguir todas as regras válidas para quem realizou o processo da declaração do IR dentro do prazo. Mas qual a diferença de quem declarou até a data limite para quem não enviou o documento? É o que você vai descobrir agora!

Declarar Imposto de Renda fora do prazo gera multa

Diferentemente de quem entregou a declaração do Imposto de Renda no prazo, você precisará pagar uma multa para a Receita Federal. Por isso, ao finalizar o preenchimento da declaração no programa, ele automaticamente vai gerar uma notificação de lançamento de multa por atraso.

Em seguida, o programa vai gerar um boleto do DARF para que você possa realizar o pagamento da multa. Tanto a notificação quanto o boleto podem ser impressos direto do Programa Gerador da Declaração 2021.

É muito importante que você saiba que a multa por entregar a declaração fora do prazo estipulado pela Receita Federal é de 1% ao mês ou fração de mês de atraso sobre o valor total do IR devido em 2020. É claro que isso é apurado na declaração, ainda que integralmente pago. 

Montagem de um leão ao lado de notas de reais
Ao declarar Imposto de Renda após o prazo, o contribuinte pagará uma multa

Sendo assim, o valor mínimo da multa que o contribuinte paga é de R$165,74 e o máximo é de 20% do Imposto de Renda devido no ano passado.

Para quem quer realizar o cálculo da multa a ser pago, é preciso saber que os dias de atraso começam a valer a partir do dia 1º de junho. E a data de pagamento da multa é calculada para 30 dias após o envio do documento.

Além disso, é por esse motivo que é bom você se apressar para entregar a declaração e também pagar a multa. Lembre-se: quanto mais rápido enviar o documento, menos pagará de multa para o Leão.

Juros de Mora

Agora, caso você realize o pagamento da multa com atraso, você ainda será cobrado com juros de mora. Eles têm como base a taxa Selic. 

Vale ressaltar que para você emitir o DARF atualizado, será preciso acessar a Pesquisa de Situação Fiscal no portal e-CAC da Receita Federal.

E atenção: quem deixar de realizar o pagamento da multa por atraso na entrega da declaração e tiver imposto a restituir terá o valor da multa com os juros de mora debitado diretamente da restituição.

É possível retificar o Imposto de Renda? 

Retificar o Imposto de Renda não é errado e nem sempre geral multa. E muita gente acha que somente pode retificar durante o prazo. Mas isso não é verdade, pois também é possível corrigir um erro após o período.

Os erros podem variar de omissão de rendimentos, informações incompletas até pequenos erros de digitação.

É preciso sempre estar atento, pois a ausência de informações pode acabar fazendo com que os contribuintes caiam na malha fina. O que muitos não sabem é que é possível corrigir esse erro realizando uma declaração retificadora.

+ Descubra como retificar um erro no Imposto de Renda?

As correções, inclusive, podem ser feitas no mesmo programa da declaração original. Por isso, o processo da correção é feito também pela internet, no site da Receita. Mas, há uma limitação para este caso.

Afinal, nem todas as declarações podem ser corrigidas de forma online. Saiba, ainda, que é possível corrigir tanto a atual quanto a de anos anteriores.

Como corrigir um erro no Imposto de Renda?

Parece óbvio, mas o primeiro passo para realizar a correção é identificar o erro que cometeu.

Em seguida, abra o programa da declaração do IR 2021 e localize no menu “Declaração”, do lado esquerdo da tela, a opção “retificar” e clique nela. 

O programa vai abrir uma janela com as declarações enviadas a partir do seu computador. 

O próximo passo será selecionar a declaração que será corrigida. As declarações são identificadas pelo nome do contribuinte, CPF e pelas expressões “original” ou “retificadora”.

+ Veja calendário de pagamento da restituição do IR 2021

Se você enviou somente uma declaração em 2021, basta selecionar a “original”. Mas se você fez alguma retificação e precisa corrigi-la, selecione a última “retificadora” enviada. 

O processo é fácil e sem muita burocracia. Mas, caso encontre alguma dificuldade, peça a ajuda de um contador de confiança para que ele possa orientá-lo.

Quem precisou declarar o Imposto de Renda 2021?

  • recebeu mais de R$28.559,70 em rendimentos tributáveis ao longo de 2020
  • possuía, até 31 de dezembro de 2020, imóveis, veículos e outros bens com valor total superior a R$300 mil
  • ganhou capital com a venda de imóveis, veículos e outros bens sujeitos à tributação
  • teve ganhos de capital com operações na bolsa de valores e na bolsa de mercadorias e futuros
  • recebeu mais de R$142.798,50 em renda bruta de atividade rural
  • recebeu mais de R$40 mil em rendimentos isentos e não tributáveis ou tributados na fonte

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Casa Verde e Amarela e Minha Casa, Minha Vida: veja qual a diferença

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Mão estendida com chaveiro verde

Você já escutou falar no Casa Verde e Amarela? Esse é o novo nome que o Governo Federal criou para o programa já existente Minha Casa, Minha Vida. Essa é uma Medida Provisória que já está em vigor.

Com isso, todas as operações que tenham o benefício habitacional geridas pelo Governo Federal devem ser realizadas com o Casa Verde e Amarela.

Agora você deve estar se perguntando: além do nome, quais são as diferenças entre o Minha Casa, Minha Vida e o Casa Verde e Amarela, certo? 

De fato aconteceram algumas mudanças, e as principais delas impactam diretamente as famílias com renda abaixo do valor de R$1.800. Isso porque com o novo programa não será mais possível financiar o imóvel sem taxa de juros.

Outra diferença está na divisão dos grupos de financiamento para a compra do tão sonhado imóvel próprio. 

Quer conhecer mais sobre as diferenças entre a Casa Verde e Amarela e o Minha Casa, Minha Vida? Confira este artigo completo!

Conheça as principais diferenças entre Casa Verde e Amarela e Minha Casa, Minha Vida

Uma das principais mudanças que aconteceu entre os dois programas: Casa Verde e Amarela e Minha casa, Minha Vida é a taxa de juros aplicada em cada um deles – além da divisão de grupos do financiamento. 

Iremos falar de cada mudança, mas primeiro vamos ver o que mudou na taxa de juros, como era antes e como ficou agora!

Taxas de Juros

Minha Casa Minha Vida 

Com o Minha Casa, Minha Vida existiam três tipos de faixas na taxa de juros que variava de acordo com o cliente. Vamos a cada uma delas!

Faixa um: os juros não eram cobrados e as prestações do financiamento eram menores que R$300;

Faixa 1,5: era cobrado um juros de 5% para os brasileiros não cotistas do FGTS e 4,5% para cotistas;

Faixa 2: a taxa de juros variava entre 5% e 7% para quem não é cotista e 5,5% a 6,5% para quem tem FGTS.

+ É possível alugar imóvel financiado pelo Casa Verde e Amarela?

Casa Verde e Amarela

No novo programa do benefício habitacional do Governo Federal, ocorreu a exclusão da Faixa, que não havia a cobrança de juros para a população. Sendo assim, ficaram somente duas faixas, sendo elas:

Faixa um: taxa de juros de 5% a 5,25% na região do Sul do país para quem não é cotista do FGTS e 4,5% a 4,75% para quem é cotista;

Faixa dois: a taxa cobrada varia de 5,5% para quem não é cotista do Fundo de Garantia e 5% a 6,5% para os cotistas.

Imagem: Divulgação

É importante frisar que a Casa Verde e Amarela criou taxas de juros especiais para moradores das regiões Norte e Nordeste. Além disso, é considerado cotista do FGTS, o trabalhador que já teve, pelo menos, três anos de contribuição registrados na carteira de trabalho. 

Faixa de Renda

Outra diferença que pode ser citada é a faixa de renda atendida pelo programa. Isso porque os programas habitacionais do Governo Federal delimitam a renda máxima para financiamento com as taxas de juros reduzidas.

Confira a seguir a diferença de um para o outro:

Minha Casa Minha Vida 

No antigo programa, eram atendidas pessoas em diferentes faixas de renda, da seguinte maneira:

  • Salário bruto inferior a R$1.800,00;
  • Salário bruto de R$1.801,00 a R$2.600,00 com subsídio de até R$29 mil dependendo da região e da condição de cada família;
  • Salário bruto entre R$2.601,00 a R 4.000,00 com a possibilidade de receber subsídio dependendo da região do país e condição familiar;
  • Salário bruto entre R$4.001,00 e R$9.000,00 não tem mais subsídio e pode financiar imóveis até R$300.000,00 pelo programa.

Casa Verde e Amarela

Vale destacar que o novo programa habitacional do Governo Federal trouxe alterações na faixa de renda das pessoas.

Dessa maneira, ficando:

  • Grupo 1: renda de até R$2.000,00 com a possibilidade de receber subsídio do governo de até R$47.500,00 dependendo da localização do empreendimento e da avaliação de crédito;
  • Grupo 2: renda de R$2.001,00 a R$4.000,00 possibilidade de receber subsídio de até R$29.000,00 dependendo da região do país e da avaliação de crédito;
  • Grupo 3: renda entre R$4.001,00 e R$7.000,00.
Imagem: Divulgação

Em suma, as diferenças que podem ser encontradas entre o antigo programa e o novo são a troca das faixas por grupos de renda, além da mudança no limite de renda para receber subsídio do Governo Federal, as taxas de juros reduzidas e a diferenciação entre as regiões do país.

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