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Nome sujo: saiba como consultar um protesto e quanto tempo dura

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duas pessoas lendo um contrato

Ter o nome em protesto, ou seja, ficar com o nome sujo é uma dor de cabeça para muitos brasileiros. Basta contrair uma dívida, deixando de realizar um pagamento, que isso pode acontecer. Mas você sabe consultar um protesto caso seu nome esteja sujo?

Boletos atrasados e contas se multiplicando fazem parte da realidade de 62 milhões de brasileiros, os quais estão inadimplentes. Segundo o Serasa, metade deles têm a renda inteira comprometida, e o “superendividamento” acaba fazendo com que fiquem com o “nome sujo”.

O total de devedores em abril deste ano é o maior desde agosto de 2020. De acordo com a Serasa Experian, o ano de 2021 já acumula 1,62 milhão de pessoas que deixaram de pagar suas dívidas e acabaram sendo negativadas.

Se você está ou acha que está com o nome sujo, então este texto é para você. A seguir, vamos explicar o que é ter o nome protestado, como consultar um protesto e qual a duração, e muito mais! Boa leitura.

O que significa ter o nome protestado em cartório?

Ao protestar um título, uma empresa registra no cartório de protesto que alguém lhe deve dinheiro. Quando alguém protesta um título, seja uma nota promissória, contrato, cheque ou duplicata, a empresa está informando à justiça que não foi feito o pagamento de uma dívida.

Ou seja, é aí que uma pessoa fica com o nome sujo. O devedor pode ser uma pessoa física, jurídica, pública ou privada. O protesto de títulos é apenas a formalização da inadimplência comprovada. Qualquer um pode protestar um título, desde que seja o beneficiário ou representante da empresa beneficiária.

Consultar um protesto significa verificar se você está com o nome sujo. Segundo o Instituto de Estudos de Protesto de Títulos do Brasil (IEPTB), podem ser protestados os seguintes títulos: contrato de aluguel; câmbio e alienação fiduciária; duplicata mercantil, de serviço e rural; cédulas de dívida ativa; notas promissórias; cheques; entre outros títulos de cobrança.

um homem de terno com caneta na mão assinando contrato
Consultar um protesto é gratuito e pode ser feito por qualquer pessoa

Como limpar nome e consultar um protesto?

A consulta ao protesto pode ser feita no próprio site do IEPTB. A consulta é gratuita e é apenas aos títulos protestados em cartórios no país.

Se o consumidor teve o nome protestado em um cartório, deve procurar quitar logo a dívida. O IEPTB explica que, nesse caso, o devedor deve procurar o tabelionato responsável e efetuar o pagamento no prazo estipulado. Caso já tenha sido realizado, é preciso apresentar o comprovante de quitação.

Vale destacar que os consumidores que constam como devedores de um título protestado terão o nome incluído nos cadastros de órgãos de proteção ao crédito, como SPC e Serasa. Isso até que a quitação da dívida ocorra.

Quanto tempo dura um protesto no cartório?

Após o pagamento da dívida ao tabelionato, este envia a informação da quitação no próximo dia útil aos órgãos de proteção ao crédito. O processo de retirada do nome sujo nesses órgãos vai depender dos processos de cada um deles.

Porém, existe um processo que deve ser realizado por quem teve o nome negativado. Após pagar a dívida, com o Instrumento de protesto ou a carta de Anuência em mãos, é preciso comparecer ao cartório para efetuar a baixa do cancelamento. Em alguns estados é possível fazer esse processo pela internet.

O registro de um protesto, por exemplo, só é extinguido após o pagamento da dívida ao credor. E, depois da quitação, o cancelamento pelo tabelionato que protestou. O período de busca para expedir a certidão é de cinco anos, motivo que só constarão protestos entre esse período.

Como evitar ter o nome em protesto?

Se você foi protestado, a primeira atitude é descobrir qual o credor que fez o protesto. Em seguida, procure este credor e regularize a sua situação, seja por meio da quitação ou de renegociação.

Planejamento financeiro é a solução. Manter o controle dos gastos, seja através de uma planilha financeira, é a melhor forma de evitar os excessos nas finanças. O importante é manter uma saúde financeira.

Gostou de saber como consultar um protesto? Tem alguma dúvida sobre o assunto? Se sim, deixe um comentário e compartilhe conosco, e com os demais leitores, o seu problema.

Problemas com Plano Funerário: saiba o que fazer

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caixão para plano funerário

Ao falecer uma pessoa querida, seja por causas naturais, por doença ou qualquer outro motivo, os parentes se encontram em uma situação de profundo desamparo. O plano funerário, também chamado de seguro funeral, cobre despesas associadas ao sepultamento do segurado.

Vale lembrar, no entanto, que a assistência funerária não tem o mesmo objetivo do seguro de vida.

Segundo explica a Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi), o seguro funeral prevê a mesma cobertura do seguro de vida, só que associada ao sepultamento. Além disso, costuma possibilitar a inclusão de familiares para, assim, reduzir custos individuais.

O reembolso do seguro funeral pode, segundo a FenaPrevi, ser substituído pela prestação direta dos serviços. Ou seja, a seguradora fica responsável por todas as etapas do funeral.

Já ao escolher o seguro de vida, existem uma série de coberturas disponíveis que podem ser incluídas. Tais como invalidez por acidente; invalidez funcional permanente por doença; invalidez laborativa permanente por doença; doença grave; diária por internação; diária de incapacidade temporária; e desemprego e perda de renda.

O que considerar ao contratar um plano funerário?

Assim como no seguro de vida, ao contratar um plano de assistência funerária você deve considerar uma série de fatores, como:

  • A cobertura oferecida pelo seguro;
  • Os itens do contrato. É muito importante que você leia o contrato atentamente e não assine ou realize nenhum pagamento até se certificar de que todos os itens estão corretos e que não há dúvidas;
  • A apólice;
  • O valor cobrado pela seguradora;
  • Inclusão de familiares, entre outros tópicos.

Para evitar que haja problemas com o plano funerário, foi sancionada no dia 22 de março de 2016 a Lei 13.261, que regulamenta a oferta de planos de assistência funerária.

Um dos motivos da aprovação de uma legislação própria foi o alto número de reclamações registradas nos Procons. Os consumidores costumam queixar-se de que pagaram, mas não receberam os serviços por diversos motivos.

Entenda seus direitos quanto ao plano funerário

Com a Lei 13.261, a falta de regras específicas para os serviços de seguro funerário deixou de ser um problema para validar as reclamações dos consumidores.

Esses planos de auxílio são justamente para ajudar aqueles que não podem arcar de uma só vez com o alto custo de um velório, do caixão e do enterro. E nesse momento, ter um problema é a última coisa que todos querem.

O então projeto de lei complementar (PLC 50/2014), que gerou a Lei nº 13.261 de 22/03/2016, estabelece que os planos de assistência funerária apresentem contrato com descrição detalhada de todos os serviços que serão prestados, segundo a Agência Senado.

Plano Funerário: três pessoas de costas caminhando
Caso o consumidor tenha problemas com plano funerário, é importante saber que existe uma lei regulamentando os serviços e órgãos para recorrer

Esses serviços podem incluir atendimento funerário, organização de homenagens póstumas, cerimonial e traslados, entre outros. Outros itens indispensáveis no contrato são o valor a ser pago, o número de parcelas, a forma de reajuste e condições para cancelamento, suspensão e tempo de carência.

Segundo o texto da lei, é considerado plano ou serviço de assistência funerária o conjunto de serviços contratados a serem prestados ao titular e a seus dependentes na realização das homenagens póstumas.

Só estão autorizadas a atuar as empresas administradoras dos planos que: mantenham patrimônio líquido contábil equivalente a 12% da receita líquida anual obtida com a venda dos contratos; capital social mínimo de 5%; e reserva de solvência de 10% da receita anual.

Também segundo divulgado pela Agência Senado, “as entidades privadas que comercializem os planos ficarão sujeitas à fiscalização do programas estaduais de Proteção e Defesa do Consumidor (Procons)”.

Caso descumpram as regras, por exemplo, as empresas poderão receber advertência, multa, suspensão das atividades e até interdição do estabelecimento.

Fique atento ao contrato de assistência funerária

No artigo 8 da lei 13,261, constam todos os itens que devem estar no contrato de prestação de serviços. São eles:

I – descrição detalhada dos serviços compreendidos no plano de assistência funerária;

II – valor e número de parcelas a serem pagas;

III – titular e dependentes dos serviços contratados;

IV – nomeação do titular e seus dependentes e a faculdade de inclusão ou substituição destes;

V – cláusula assecuratória do direito de rescisão contratual a qualquer tempo pelo contratante e condições de cancelamento ou suspensão;

VI – forma de acionamento e área de abrangência;

VII – carência, restrições e limites;

VIII – forma e parâmetros para reajuste das parcelas e local para pagamento.

As empresas que prestam esse serviço deverão registrar nos órgãos do Sistema Nacional de Defesa do Consumidor, de forma anual, relatórios de auditoria e modelos de contratos comercializados.

O Sistema Nacional de Defesa do Consumidor (SNDC) é composto pelos Procons, Ministério Público, Defensoria Pública e entidades civis de defesa do consumidor.

Além disso, mesmo que você não esteja pensando nisso ainda, o fim da vida chega para todos. Por isso, pensando em deixar tudo preparado para os entes queridos é que muitos buscam os seguros de vida. Algumas pessoas, inclusive, buscam contratar duas apólices de seguro.

E assim como no plano funerário, também há como recorrer caso tenha algum problema com seu seguro. Quanto antes planejar-se para esse período, melhor.

Acha que este texto pode ajudar alguém? Então compartilhe em suas redes sociais e ajude outras pessoas a entenderem sobre o plano funerário.

Saiba quais são os 10 carros que mais desvalorizaram na pandemia

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motorista segurando chave de carro

Levantamento da plataforma Auto Avaliar lista os 10 carros que mais desvalorizaram durante a pandemia do coronavírus.

O estudo foi realizado com base nas transações realizadas entre 3.500 concessionárias e 30 mil lojistas multimarcas no primeiro semestre do ano.

De acordo com a plataforma, o valor de mercado do automóvel, em meio à crise econômica, caiu 14% em comparação com o mesmo período de 2019.

carros que mais desvalorizaram
Volswagen Fox (ano 2009) é um dos carros que mais desvalorizaram no primeiro semestre do ano, segundo a Auto Avaliar

No primeiro semestre do ano passado, o preço médio de comercialização do veículo foi de R$12.847, enquanto, em 2020, o valor ficou em R$11.051.

Quem lidera essa lista é o Volswagen Fox (ano 2009). Ele é é o carro com maior índice de desvalorização no varejo de seminovos no país no primeiro semestre do ano.

O modelo é seguido pelo Citroën C3 2008 e Peugeot 207 2011, com variação de preço de 13,40% e 13%, respectivamente.

Os 10 carros que mais desvalorizaram na pandemia

Confira abaixo a lista dos 10 carros que mais desvalorizaram, de acordo com o levantamento da plataforma Auto Avaliar:

VeículoValor médio semestre 2019Valor médio semestre 2020Diferença
Volkswagen Fox 2009 1.0 MI 8V Flex 4P manualR$12.847R$11.051-14,00%
Citroën C3 2008 1.4 I GLX 8V FLEX 4P manualR$10.673R$9.240-13,40%
Peugeot 207 2011 1.4 XR 8V FLEX 4P manualR$12.615R$10.977-13,00%
Citroën C3 2011 1.4 I GLX 8V FLEX 4P manualR$14.368R$12.519-12,90%
Peugeot 207 2012 1.4 XR 8V FLEX 4P manualR$13.844R$12.090-12,70%
Citroën C3 2015 – 1.5 Tendance 8V FLEX 4P manualR$27.201R$24.063-11,50%
Hyundai Tucson 2015 – 2.0 MPFI GLS 16V 143CV 2WD FLEX 4P automáticoR$37.911R$33.555-11,50%
Ford Fiesta 2013 1.0 Rocam Hatch 8V FLEX 4P manualR$16.677R$14.796-11,30%
Renault Sandero 2011 1.0 Expression 16V Flex 4P manualR$14.070R$12.485-11,30%
Chevrolet Cobalt 2012 1.4 SFI LTZ 8V FLEX 4P manualR$23.643R$21.139-10,60%

Dados mais recentes, de 2021, divulgados pela startup Mobiauto, revelam uma lista de 10 carros que mais valorizaram, diferentemente dos citados acima.

Confira os carros que mais valorizaram durante a pandemia

1) Lexus UX 250h Luxury
Preço 0 km em março de 2020: R$193.990
Preço usado em março de 2021: R$ 28.057
Valorização: 17,56%

2) Lexus UX 250h F-Sport
Preço 0 km em março de 2020: R$214.990
Preço usado em março de 2021: R$252.698
Valorização: 17,54%

3) Lexus UX 250h Dynamic
Preço 0 km em março de 2020: R$173.450
Preço usado em março de 2021: R$203.722
Valorização: 17,48%

4) Jeep Wrangler Sahara Overland
Preço 0 km em março de 2020: R$283.540
Preço usado em março de 2021: R$332.700
Valorização: 17,36%

5) Lexus NX 300h Luxury
Preço 0 km em março de 2020: R$232.650
Preço usado em março de 2021: R$268.745
Valorização: 15,51%

6) Mercedes-Benz GLC 220d (Diesel)
Preço 0 km em março de 2020: R$299.580
Preço usado em março de 2021: R$345.049
Valorização: 15,18%

7) Mercedes-Benz GLC 300 Coupé
Preço 0 km em março de 2020: R$360.580
Preço usado em março de 2021: R$412.189
Valorização: 14,31%

8) Jeep Wrangler Sahara 2.0
Preço 0 km em março de 2020: R$269.100
Preço usado em março de 2021: R$306.781
Valorização: 14%

9) Toyota RAV4 S Hybrid
Preço 0 km em março de 2020: R$176.962
Preço usado em março de 2021: R$201.455
Valorização: 13,84%

10) Mercedes-Benz GLC 63S AMG
Preço 0 km em março de 2020: R$599.720
Preço usado em março de 2021: R$681.666
Valorização: 13,66%

Como funciona a desvalorização?

Uma das maiores preocupações de quem opta por investir em um carro é a desvalorização.

Isso porque, além de considerar a marca, o modelo, o ano e, claro, o investimento, é preciso analisar qual a perda de valor de mercado daquele veículo.

A desvalorização de um carro nada mais é do que o efeito de desgaste provocado, naturalmente, pelo seu uso. Conforme o tempo passa, mais o veículo necessita de manutenção.

Assim, mais alto é o custo para manter o carro e menor fica o seu valor de mercado. Logo, a desvalorização é o valor que o carro perde ao longo do tempo.

Outros critérios para saber os carros que mais desvalorizaram

-> Quanto mais idade tiver o seu carro, menor será o seu valor;

-> A quilometragem também importa. Logo, quanto mais o carro já rodou, maior será a sua desvalorização;

-> Amassados e riscos influenciam e podem diminuir o valor o seu carro na hora de revender.

Para saber quais carros que mais desvalorizaram, normalmente é utilizada como referência a tabela Fipe. Ela é elaborada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas.

Essa fonte de consulta considera o preço médio de revenda de cada modelo de automóvel disponível no mercado.

+ Tabela Fipe: saiba o que é e como consultar

O que fazer para reduzir a velocidade dessa desvalorização?

Lutar contra a desvalorização de um veículo é uma tarefa complicada.

Como ressaltamos, a partir do instante em que ele ultrapassa a porta da concessionária, o tempo passar a agir, afetando o seu valor. E, por consequência, o bolso do proprietário.

Ainda assim, existem algumas estratégias para minimizar esse efeito. Confira alguma delas a seguir!

1 – Escolha modelos mais procurados

Na hora de efetuar a compra, prefira sempre os modelos mais populares. Quanto maior for a procura por um tipo de veículo, menor será a taxa de desvalorização que ele vai sofrer.

E o contrário também é válido: carros ou motos com baixa popularidade sofrerão uma desvalorização bem mais rápida.

2 – Deixe a manutenção sempre em dia

A manutenção deve ser pensada não apenas para deixar o veículo em condições de rodar, mas também para manter o automóvel em bom estado de conservação.

Ou seja, visando a preservação do seu valor sempre o mais perto possível do que ele tinha quando foi comprado.

Para isso, faça a manutenção nos locais indicados pela fabricante. Além disso, levar o veículo na oficina autorizada evita que a garantia concedida pela fabricante seja perdida.

3 – Seja cuidadoso

Batidas, amassados e riscos, ainda que reparados posteriormente, prejudicam a percepção do mercado sobre o automóvel. Eles aceleram ainda mais o seu processo de desvalorização.

Quer comprar um carro com manutenção barata? Separamos algumas dicas. Confira!

5 ferramentas para conseguir renda extra

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lupa em cima de notas de dinheiro e uma calculadora
Em tempos de coronavírus, conseguir fazer algo para ganhar uma renda extra na crise é imprescindível

Em tempos de crise, não são raras as opções de ferramentas para conseguir renda extra. Seja para arrumar um rendimento fixo ou para complementar a renda atual, essa é uma necessidade para boa parte dos brasileiros.

Várias pesquisas mostram que muitos estão endividados ou desempregados no país. O número de consumidores endividados no Brasil subiu chegando a 66,5% da população. É o que revelou a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

Atualmente são aproximadamente 14,4 milhões de pessoas desempregadas, de acordo com o IBGE. Esses altos números se dão pela crise econômica e sanitária que o Brasil vem passando por conta da pandemia do Covid-19.

Mas, nesse cenário, o que fazer para garantir os rendimentos?

Sabemos que as estatísticas assustam. Por isso, listamos a seguir algumas alternativas que podem ajudar.

Já é grande o número de empresas investindo em soluções rentáveis para esse tipo de público que está em busca de ganhar um dinheiro extra.

+ Como ganhar dinheiro trabalhando no fim de semana

7 Ferramentas para conseguir renda extra

Fazer uma grana extra com certeza não é uma má ideia. Mesmo que você não tenha tempo para investir em uma segunda ocupação, há diversas opções no mercado que podem fazer uma grande diferença no fim do mês.

Como a tecnologia está aí para somar, e neste caso também para somar dinheiro no seu bolso, alguns aplicativos dão a chance de você ter uma grana a mais. Muitas vezes sem sair de casa.

Seja para pagar as contas, fazer uma viagem ou apenas se sentir produtivo, é totalmente possível aproveitar os benefícios tecnológicos dos nossos amados aplicativos, os “apps”.

1) Uber

O aplicativo de mobilidade Uber mostrou-se uma dessas ferramentas para conseguir renda extra.

Ele atrai cada vez mais pessoas para trabalhar com transporte. No Brasil, a facilidade no cadastro tem feito com que muita gente se volte para essa atividade, tornando-se um motorista parceiro.

pessoa segurando celular com logo da uber na tela
O uber é uma das plataformas que permitem que você tenha uma renda extra no final do mês

De acordo com o Uber, num turno normal de trabalho, entre 7 e 9 horas, o motorista pode ganhar uma média de R$1.000 por semana. Isso representa por volta de R$4.000 por mês, desde que tenha boa avaliação dos clientes.

2) Airbnb

O Airbnb ganhou fama nos últimos anos devido à sua facilidade, comodidade e preço baixo. Para quem viaja é mais econômico e para quem é anfitrião é uma forma de ter renda extra com o Airbnb.

Tanto faz ter um quarto extra em seu apartamento, um colchão inflável no seu quarto, uma casa na praia ou um apartamento. Praticamente qualquer pessoa pode se tornar um anfitrião.

Para isso você precisa ter um espaço vago (quarto, casa, apartamento, estúdio) e estar interessado em hospedar. Basta apenas se cadastrar no site.

3) Freelancer

Maior plataforma de outsourcing (terceirização) e crowdsourcing (contribuição colaborativa) do mundo, o site Freelancer conecta mais de 15 milhões de profissionais independentes em todo o mundo.

Eles são especializados em diversas áreas, como TI, internet, marketing, comunicação, engenharia e ciências, entre outras.

Cadastrar-se no site pode ser o primeiro passo para ganhar uma renda extra. Uma tendência cada vez maior no Brasil e no mundo.

pessoa escrevendo em uma folha com um celular e notebook no lado
A número de freelancers cresceu durante a pandemia

Lembre-se que as pequenas e médias empresas são as principais contratantes de profissionais na plataforma. Isso porque se fossem contratar pessoas por tempo integral talvez não pudessem pagar.

4) Elo7

Elo7 é um marketplace de produtos criativos e autorais. Ele possibilita que qualquer pessoa tenha um espaço de divulgação e venda dos produtos criados, pela internet.

Atualmente, o site possui mais de 100 mil vendedores ativos em 4 mil cidades de todo o Brasil. São mais de 4,5 milhões de produtos anunciados. Além disso, conta com boa visibilidade, com mais de 23 milhões de visitas ao mês.

É o espaço perfeito para quem trabalha com produtos autorais e quer começar a vender pela internet, buscando renda complementar.

5) BlaBlaCar

Você costuma viajar ou trabalhar com espaços vazios no carro? Isso pode ser uma oportunidade para tirar um dinheiro!

O aplicativo BlaBlaCar permite que pessoas que vão para o mesmo destino que você paguem por uma carona no seu carro. Um dos destaques da plataforma é que as mulheres têm vantagem. Elas podem compartilhar os carros apenas entre elas.

6) Mobees

Para quem não conhece a Mobees, ela é uma startup brasileira que oferece anúncios em painéis de LED inteligentes sobre carros de aplicativos. Sendo assim, você pode unir duas ferramentas: o Mobees e o Uber e/ou 99.

A startup nasceu com o objetivo de aumentar as rendas dos motoristas de forma prática, segura e vantajosa enquanto circulam com os carros. 

É importante ressaltar que a comissão começa no valor de R$250, no primeiro mês, podendo chegar até R$1.000, a partir do quarto mês de parceria. A empresa já está em diversos estados do país.

7) Workana

A Workana é mais uma ferramenta disponível para conseguir renda extra. Essa plataforma conecta os freelancers a empresas, é importante ressaltar que mensalmente são registrados cerca de 35 mil novos projetos.

Vale ressaltar ainda que para se cadastrar na plataforma não é preciso pagar nada. E tem opções de trabalhos em diversas áreas, desde TI, programação, vendas, finanças, marketing, entre outras áreas.

Além disso, na Workana quem decide o valor cobrado por cada trabalho é o profissional.

Número de profissionais autônomos cresce no Brasil durante a pandemia

As plataformas de profissionais autônomos e freelancers registraram aumento tanto na quantidade de trabalhadores cadastrados quanto na procura por serviços. Para se ter uma ideia, a Workana registrou um aumento de 32% no número de cadastros de profissionais somente durante a pandemia.

Enquanto o aplicativo de contratação de serviços GetNinjas registrou cerca de 400 mil novos profissionais na plataforma entre março e setembro de 2020, um aumento de 62% em relação ao ano anterior.

E de acordo com a Workana, nos últimos meses do ano de 2020, o mercado de freelancer cresceu exponencialmente. Isso se deu devido à própria escolha dos profissionais por trabalharem à distância e por conta própria e pelo aumento do desemprego no Brasil.

Quer saber quais são as categorias mais contratadas somente em setembro? Confira a lista abaixo!

As categorias mais contratadas em setembro foram:

  1. Design & Multimídia: 34,52%
  2. TI & Programação: 25,87%
  3. Tradução & Conteúdos: 22,73%
  4. Marketing & Vendas: 12,14%
  5. Engenharia e Manufatura: 1,4%
  6. Suporte Administrativo: 1,19%
  7. Finanças & Administração: 1,15%
  8. Legal: 1%

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Confira os melhores investimentos para junho de 2021

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Pessoa depositando moeda em um pote transparente com moedas e 4 fileiras de moedas em um pote

Compreender o contexto do mercado e da economia é fundamental para qualquer investidor que esteja interessado em tomar as melhores decisões no que se refere aos seus melhores investimentos.

Principalmente porque a ameaça de uma terceira onda de Covid-19 ainda preocupa. Além disso, a questão hidrológica e o quadro fiscal também são os principais riscos para a retomada da economia brasileira.

Aliado a isso, o mercado financeiro ganhou um ingrediente a mais para monitorar no cenário interno. A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid foi instalada no Senado que pode impactar a bolsa e o dólar devido ao andar das investigações.

Outro ponto é a Selic, taxa básica de juros. O Comitê de Política Monetária (Copom) já indicou que vai subir o índice em 0,75 ponto percentual na próxima reunião, em 15 e 16 de junho deste ano. Ou seja, a Selic pode chegar a 4,25%.

Este tipo de acompanhamento deve ser feito de maneira natural. Contudo, independente do cenário econômico do Brasil ou do mundo, o investidor deve sempre ter em mente seus objetivos e metas.

Elas são os carros-chefes da sua tomada de decisão para os melhores investimentos, e não a situação econômica do país.

Selic pode direcionar melhores investimentos

A Selic é referência para muitas aplicações financeiras de renda fixa. Ou seja, quanto mais alto ela está, maior o retorno dos investimentos mais conservadores.

Os economistas ouvidos pelo Banco Central (BC) elevaram a previsão para a taxa básica de juros (Selic) ao fim deste ano para 5,75%. Para 2022, a estimativa seguiu em 6,50% pela segunda vez, de 6,25% um mês atrás.

Para 2023 e 2024, a previsão para o juro básico foi mantida em 6,50% cada, nove e cinco semanas, respectivamente.

Ou seja, para quem quer investir no mercado financeiro é essencial acompanhar os movimentos da Selic. Portanto, uma análise detalhada no índice e aplicações de renda fica são fundamentais antes de escolher os melhores investimentos.

Outros dados econômicos

Antes de escolher os melhores investimentos, o ideal é ficar de olho em outros dados econômicos. Um deles é o IPCA.

A estimativa para os próximos 12 meses teve ligeira queda, passando de 4,17% para 4,16%, depois de cinco semanas de alta. Há um mês, a previsão era de 4,04%.

Contudo, é válido lembrar que as metas de inflação para 2021, 2022 e 2023 são de 3,75%, 3,50% e 3,25%, nesta ordem, conforme estabelecido pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).

caderno de um investidor desenhando o cifrão
A alta da Selic pode ser fundamental para a escolha dos melhores investimentos

Em relação às expectativas para a atividade, o mercado financeiro elevou a previsão de expansão do Produto Interno Bruto (PIB) do país para 3,96%. Para 2022, a previsão de crescimento econômico é de 2,25%.

+ PIB do Brasil cresce 1,2% no 1º trimestre de 2021

Por fim, a projeção para a taxa de câmbio ao fim de 2021 se manteve em R$5,30. Para 2022, a estimativa foi mantida em R$5,30.

Onde investir em junho?

Os fundos de renda fixa do tipo duração alta e grau de investimento voltaram a liderar o ranking dos melhores investimentos em maio no segmento.

Eles apresentaram um rentabilidade média de 1,27%, bem acima da referência da categoria, o CDI, que registrou variação de 0,26%. E, a tendência é de alta para junho.

Já entre os ativos de renda variável, os fundos de ações do tipo índice ativo ficaram no topo do ranking. Eles tiveram alta de 4,72% em maio, seguindo a forte valorização de 6,16% do índice Ibovespa no mês.

E onde não investir?

Tesouro Selic 2025 foi o pior investimento em maio. Vale destacar que todos os títulos do Tesouro Direto registraram desvalorização no mês.

Quem também não foi bem foi o bitcoin. A moeda digital foi do céu ao inferno em uma sequência de acontecimentos que foram derrubando a cotação da criptomoeda ao longo do mês.

Contudo, recentemente, o ativo passou a se recuperar e pode entrar na sua lista de melhores investimentos. Principalmente as altcoins.

Vai iniciar alguma aplicação? Veja o guia definitivo que o FinanceOne fez com o passo a passo para montar uma carteira de investimentos

Supera Rio: governo anuncia datas do pagamento do auxílio

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Cláudio Castro mostrando assinatura do Supera Rio com mais 7 pessoas

Nesta quarta-feira, 2, o governador Cláudio Castro divulgou o Supera Rio. Com objetivo de ajudar no enfrentamento à pobreza durante a pandemia, o programa é lançado com atraso, já que a previsão era que fosse iniciado em abril.

No evento, que teve aglomeração, estavam presentes apenas 18 famílias das 355 mil que vão receber a ajuda mensal de até R$300. Mesmo assim, havia muitas pessoas e muitas delas sentadas lado a lado, sem distanciamento social.

O que é o Supera Rio e quem pode receber?

O Supera Rio é um programa de renda mínima do Estado do Rio de Janeiro. O objetivo do auxílio é enfrentar e superar a crise econômica causada pelas medidas de combate ao novo coronavírus, estimulando a economia e fortalecendo a rede de proteção às pessoas em maior situação de vulnerabilidade social no Estado.

Quem poderá receber o auxílio

Poderá receber o auxílio de renda mínima estadual:

  • Responsáveis Familiares inscritos no Cadastro Único de Programas Sociais (CadÚnico), com renda familiar mensal per capita igual ou inferior a R$178; que não sejam beneficiados por nenhum outro programa de transferência de renda ou benefício social. O cadastro do responsável familiar deve ter sido atualizado nos últimos 24 meses;
  • Os trabalhadores que tenham perdido vínculo formal de trabalho com salário mensal inferior ao valor de R$ 1.501,00 (um mil e quinhentos e um reais), no período da pandemia da COVID-19, a contar de 13 de Março de 2020, e estejam sem qualquer outra fonte de renda;
  • Os profissionais autônomos, trabalhadores de economia popular solidária, agricultores familiares, microempreendedores individuais, agentes e produtores culturais, aos profissionais autônomos, inclusive os agentes e produtores culturais, às costureiras, cabeleireiros, manicures, esteticistas, maquiadores, artistas plásticos, sapateiros, cozinheiros, massagistas, empreendedores sociais e os negócios de impacto social de que trata a Lei n° 8.571/2019, desde que cumpram um dos requisitos dos itens 1 ou 2.

Qual o valor do auxílio

O valor do benefício será de, no mínimo, R$200 com adicional de R$50 por filho menor de idade, limitado a dois filhos. Ou seja, o valor pode chegar no máximo de R$300.

O Supera Rio não será cumulativo. Isso significa que pessoas cadastradas no Bolsa Família, ou beneficiários atuais do auxílio emergencial, por exemplo, não poderão receber.

Além disso, somente a partir de setembro, quando o benefício do governo federal se encerra, o grupo que deixar de receber poderá se inscrever no programa estadual.

Os pagamentos do auxílio estadual Supera Rio serão feitos até dezembro.

Supera Rio: várias notas de reais espalhadas com moedas
Governo do Rio lança o auxílio Supera Rio. Programa promete beneficiar 1,4 milhão de pessoas

Cartões do Supera Rio serão entregues a partir de sábado, 5

Os cartões começarão a ser entregues a partir do próximo sábado, 5, na Região Metropolitana, e no dia 8 de junho em outras regiões do estado para famílias já cadastradas.

Na segunda fase, 315 mil desempregados serão contemplados: a retirada do cartão com o benefício para os desempregados está marcada para o dia 25 de junho. Alguns pontos de retirada dos cartões serão feitos nas escolas de samba dos grupos Especial e Série A.

“Eu tenho dito que temos duas tristes faces dessa pandemia: a saúde e a pobreza. Precisamos olhar por estes que estão com fome, sem emprego. Esta é a principal meta do SuperaRJ”, comentou o governador durante cerimônia de lançamento do programa, realizada na quadra do Salgueiro.

Além disso, em seu Twitter oficial, o governador publicou sobre o Supera Rio:

Proposto pela Alerj, o Supera Rio foi aprovado por unanimidade ainda no fim de fevereiro, mas só foi divulgado três meses depois. “Um programa dessa magnitude, desse tamanho, é complexo. Não considero atraso, considero respeito com o dinheiro do contribuinte”, afirmou Castro.

Além das famílias beneficiadas, o Supera Rio também prevê ajudar empresários que tiveram perdas durante a pandemia. Através da Agência Estadual de Fomento (AgeRio), micro e pequenos empreendedores poderão realizar financiamentos no valor de até R$50 mil.

Conhece alguém que se encaixa nos requisitos e vai poder receber o benefício do Super Rio? Envia esse artigo para que ela fique por dentro da novidade.

WhatsApp Pay: saiba o que é e como funciona

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tela do celular no WhatsApp Business

O WhatsApp anunciou a liberação do serviço de pagamentos em sua plataforma, o Whatsapp Pay, permitindo que usuários do aplicativo recebam e enviem dinheiro para outras pessoas, como amigos e família.

O recurso promete facilitar transferências bancárias entre os clientes. A novidade também vai permitir que contas do WhasApp Business — desenvolvido especialmente para empresas — também recebam pagamentos por serviços e produtos. Mas a data para início, no entanto, ainda não foi divulgada.

A seguir, entenda como funcionará o WhatsApp Pay e como utilizá-lo.

O que é o WhatsApp Pay?

O WhatsApp Pagamentos é uma nova categoria para que usuários consigam transferir e receber dinheiro via aplicativo.

Através do recurso, por exemplo, a pessoa poderá enviar dinheiro para algum familiar ou amigo, além de conseguir efetuar pagamentos por serviços e produtos.

De acordo com o WhatsApp, a nova modalidade será realizada por meio do Facebook Pay — serviços de pagamento do Facebook que permite comprar produtos e jogos, por exemplo.

Vale lembrar, contudo, que o Facebook Pay não é um aplicativo. Portanto, será necessário configurar um cartão de débito ou crédito na plataforma para usar a função de pagamentos do WhatsApp.

Iphone mostrando o aplicativo do WhatsApp
WhatsApp libera pagamentos via aplicativo para pessoas físicas

Não haverá cobrança de taxas de serviço dos usuários, seja para transferências via cartão de débito, seja para pagamentos via cartão de crédito e débito.

Além disso, os pagamentos poderão ser consultados a qualquer momento na aba “Pagamentos”, que estará disponível na própria plataforma.

+ PIX x WhatsApp Pay: compare as diferenças e vantagens de cada um

No Brasil, segundo país do mundo a contar com esse serviço, são 120 milhões de usuários – ou cerca de 60% da população brasileira. O primeiro país a ter acesso foi a Índia.

Como funcionam os pagamentos?

Para que seja possível enviar e receber dinheiro através do aplicativo, o usuário terá que cadastrar um cartão, como já mencionamos. Vai funcionar da seguinte maneira:

–> haverá uma aba, no mesmo lugar do envio de imagens, chamada “pagamento”;

–> o usuário deverá clicar nela, e o aplicativo vai solicitar um valor e redirecioná-lo para a criação da conta;

–> será necessário aceitar os termos de uso da plataforma e criar uma senha;

–> em seguida, o usuário vai precisar informar nome, CPF e um cartão emitido por um dos bancos parceiros do aplicativo;

–> será obrigatório verificar o cartão junto ao banco, que em seguida enviará um código ao usuário por SMS, e-mail ou aplicativo do próprio banco.

De acordo com o aplicativo, esse código servirá para impedir o cadastro de cartões furtados ou roubados, por exemplo.

De acordo com o WhatsApp, o uso da senha ou reconhecimento biométrico do celular será necessário toda vez que o usuário for enviar dinheiro.

Os usuários poderão enviar até R$1 mil por transação, com limite mensal de R$5 mil. É possível fazer até 20 transações por dia.

+ WhatsApp Pay: confira se é seguro enviar dinheiro pelo aplicativo

Quem pode usar a função do WhatsApp Pay?

Inicialmente, todos os usuários poderão utilizar a função WhatsApp Pay. O serviço será liberado para usuários que tenham cartões de débito, pré-pagos ou os chamados cartões combo (que oferece a função de débito e crédito).

As instituições parceiras, até o momento, são: Banco do Brasil, Bradesco, Banco Inter, Itaú, Mercado Pago, Next, Sicredi, Nubank e Woop Sicredi, com as bandeiras Visa e Mastercard.

Não é possível usar cartões de crédito para fazer as transferências. Além disso, o WhatsApp informou que está aberto para receber outros parceiros futuramente.

O WhatsApp no Brasil foi regulado pelo Banco Central (BC) recentemente. O serviço foi aprovado no dia 30 de março deste ano como iniciador de pagamentos, após uma espera de nove meses para ser aprovado.  

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PIB do Brasil cresce 1,2% no 1º trimestre de 2021

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nota de cinquenta reais e gráfico

O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil cresceu 1,2% no 1º trimestre de 2021, na comparação com os três meses imediatamente anteriores. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que em valores correntes, o índice totalizou R$2,048 trilhões.

Frente ao mesmo trimestre de 2020, o PIB apresentou crescimento de 1,0%. Contudo, comparado aos quatro trimestres imediatamente anteriores foi registrado uma queda de 3,8%.

A expansão da economia brasileira veio dos resultados positivos na agropecuária (5,7%), na indústria (0,7%) e nos serviços (0,4%). O único desempenho negativo se deu nas Indústrias de Transformação (-0,5%).

“Todos subsetores da indústria cresceram, menos a indústria de transformação, que tem o maior peso, impactada pela indústria alimentícia, que afetou o consumo das famílias”, explica a coordenadora de Contas Nacionais, Rebeca Palis.

Com o resultado, o PIB voltou ao patamar do quarto trimestre de 2019, período pré-pandemia. Contudo, ainda está 3,1% abaixo do ponto mais alto da atividade econômica do país, alcançado no primeiro trimestre de 2014, disse o IBGE.

Na avaliação do economista-chefe da Necton Investimentos, André Perfeito, os dados são positivos. As projeções do economista apontavam para retração da economia brasileira no início do ano. 

“O PIB foi puxado pelo consumo empresarial, o investimento, que avançou 4,6% no início do ano. Já o consumo das famílias e do governo tiveram queda no período, refletindo a segunda onda da pandemia e a contenção de gastos do governo que tem criado dados fiscais melhores”, disse Perfeito.

+ PIB: entenda o que é e como é calculado

Principais destaques do PIB no 1º trimestre

  • Importação: 11,6%
  • Agropecuária: 5,7%
  • Investimentos: 4,6%
  • Exportação: 3,7%
  • Construção civil: 2,1%
  • Indústria: 0,7%
  • Serviços: 0,4%
  • Consumo das famílias: -0,1%
  • Consumo do governo: -0,8%

Outros países também apresentam bom desempenho

Dados coletados pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) apontam que o PIB do Chile é a economia com maior crescimento no primeiro trimestre (3,2%). O país sulamericano seguido por Colômbia (2,9%) e Romênia (2,8%).

Os Estados Unidos registraram avanço de 1,6% no período, mesma taxa de países como Canadá, Indonésia e Coreia do Sul. Já a China avançou 0,6%.

imagem de gráfico sinalizando o PIB
PIB brasileiro cresce 1,2% no primeiro trimestre de 2021

Entre as grandes economias europeias, destaca-se a França (+0,4%), com o único resultado positivo no grupo que reúne ainda Itália, Espanha, Reino Unido, Alemanha e Portugal.

Este último teve o pior desempenho na amostra (-3,3%) e foi também o país mais afetado pela nova onda do coronavírus na região.

“Tivemos uma surpresa no mundo, com crescimento acima do esperado em diversos países. Isso levou a uma melhora do setor externo”, observa a economista da FGV, Silvia Matos.

Projeções revelam expectativa de alta de 4% no ano

A expectativa para o PIB até dezembro melhora conforme a campanha de vacinação avança e dados positivos da economia são divulgados. No último Boletim Focus, a projeção para o PIB subiu de 3,52% para 3,96%.

A Credit Suisse revisou a projeção para 4%, enquanto Itaú Unibanco espera algo entre 4% e 5%, a depender do resultado do primeiro trimestre.

A UBS passou a apostar em uma alta de 4,5%. Já a XP Investimentos espera alta de 4,1% e a XP Asset, de 4,7%.

A leitura do mercado é que o isolamento social do começo do ano e a parada do auxílio emergencial tiveram menos impacto na economia do que o imaginado. Com isso, o PIB deve vir mais forte.

Para o segundo semestre, a expectativa é positiva por causa da vacinação. Apesar do ritmo devagar, espera-se que boa parte da população esteja imunizada e que a economia acelere a recuperação.

A alta das commodities também deve impulsionar alguns setores da economia. “O choque positivo das commodities dá um impulso na atividade econômica, através dos setores agropecuário e extrativo, mas também através da renda gerada por esses segmentos”, ressalta Silvia Matos.

Gostou do artigo? Veja o que esperar da economia brasileira em 2021

7 em 10 brasileiros não entendem o que é open banking

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mão clicando em painel com ícones de vários dispositivos

Pesquisa recente do C6 Bank/Ipec aponta que 69% dos brasileiros com acesso à internet afirmam que precisam entender melhor sobre o que é o open banking. Os mesmos ainda disseram que vão decidir se vão ou não compartilhar dados bancários.

O levantamento aponta ainda que 33% dos entrevistados mostram-se interessados em compartilhar seus dados pessoais com instituições financeiras em troca de economia com tarifas e taxa de juros. Outros 43% ainda têm receio de autorizar o compartilhamento.

As mulheres e os entrevistados com mais de 55 anos são os grupos mais receosos. Entre elas, 46% responderam que não têm interesse em compartilhar seus dados com instituições financeiras.

Na faixa de 55 anos ou mais, esse percentual é de 51%. Os consumidores entre 25 a 34 anos, por outro lado, são os mais propensos a compartilhar dados em troca de benefícios financeiros.

O que é open banking?

O Open Banking é uma tendência mundial. Ele consiste em um conjunto de regras e tecnologias definidas, que no país foram estipuladas pelo Banco Central.

Essas regras permitirão que dados, produtos e serviços financeiros dos clientes sejam compartilhados para além das fronteiras das instituições financeiras.

Um dos princípios fundamentais do Open Banking é o controle das informações pelo próprio cliente. Portanto, ele vai ter a autonomia para decidir como, quando e com qual instituição participante deseja compartilhar os seus dados.

No Brasil, a jornada teve início no dia 1º de fevereiro de 2021. Nessa fase há a disponibilização dos dados entre as próprias instituições financeiras.

Elas deverão apresentar as informações de seus canais de atendimento (locais físicos e virtuais) e de seus produtos e serviços, incluindo as taxas e tarifas de cada produto e serviço ofertado.

+ Open Banking e banco digital: quais as diferenças?

Outras fases

Com início previsto para 15 de julho, a segunda fase do Open Banking permitirá que o consumidor possa compartilhar seus dados com instituições de sua escolha/preferência.

Ou seja, caso deseje, o consumidor poderá revogar o consentimento desse compartilhamento a qualquer momento.

Com data de implementação prevista para 30 de agosto, a fase três permite que os consumidores tenham acesso a serviços financeiros.

Tais quais pagamentos e encaminhamento de propostas de crédito. Tudo sem a necessidade de acessar os canais das instituições financeiras com as quais eles já têm relacionamento.

Por fim, a fase 4 visa a ampliação de dados, produtos e serviços. Ela tem implementação prevista para 15 de dezembro.

Esta fase prevê a inclusão de novos dados que poderão ser compartilhados. Além de novos produtos e serviços, tais como contratação de operações de câmbio, investimentos, seguros e previdência privada.

Contudo, a tendência é que o Open Banking evolua para que mais dados, produtos e serviços sejam incorporados.

“Essas soluções também vão se traduzir em vantagens para os clientes, principalmente em redução de tarifa e spread, mas esses benefícios precisam de um tempo maior para se tornarem tangíveis para o consumidor”, afirma o head de produto e pessoa física do C6 Bank, Maxnaun Gutierrez.

Benefícios do Open Banking

O Open Banking tem como foco o aumento da praticidade do usuário. Mas existem outros tipos de benefícios que podemos encontrar. Entre eles temos:

1 – Eficiência

Imagina que você possui um aplicativo por onde controla todos os seus gastos mensais. Com o Open Banking você poderá conectar esse APP com o sistema do seu banco. Com isso você ganha muita eficiência no gerenciamento do seu patrimônio no dia a dia.

2 – Liberdade para o Cliente

Chega de toda aquela burocracia que existe quando você decide mudar de banco.

Todos os seus dados estão disponíveis no mercado, logo, não será necessária uma nova análise do seu perfil em processo de abertura de conta e concessão de crédito.

3 – Competição Entre as Instituições

Aos poucos o sistema bancário brasileiro tem se tornado mais competitivo com a entrada dos bancos digitais.

Com o surgimento do Open Banking, novos produtos podem surgir e junto com eles novas empresas que buscam facilitar e agregar valor ao seu cliente.

celular e cartão
O open banking traz uma mudança significativa ao sistema financeiro do país

É seguro?

O ecossistema integrado do open banking foi desenvolvido para proporcionar um ambiente seguro aos usuários. Nesse contexto, as instituições participantes precisam cumprir uma série de requisitos que garantam a autenticidade, a proteção e o sigilo dos dados compartilhados.

Estão previstos mecanismos de acompanhamento e controle. Eles seguirão regras específicas para responsabilizar as empresas e seus dirigentes, em caso de irregularidades.

Também vale lembrar que a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) entrou em vigor no ano passado.

Ela prevê punições severas para quem utilizar informações dos usuários de maneira indevida, ou então para empresas que tiverem esse material exposto após uma falha na segurança.

Junto a isso, o Banco Central orienta que o fluxo de autorização para compartilhamento de dados siga outros protocolos já adotados pelas instituições. Entre eles estão senha, biometria ou reconhecimento facial.

Gostou do artigo? Confira ainda 4 vantagens do Open Banking para clientes e empresas

Saiba se vale a pena começar um investimento durante a crise

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mão trocando um calendário feito de madeira, de 2020 para 2021

Antes de mais nada, começar um investimento durante a crise pode ser o pontapé para o seu sucesso financeiro. Afinal, momentos como esses são propícios para que oportunidades apareçam.

Portanto, lembre-se que a relação entre risco e retorno é determinada da seguinte maneira: quanto maior o retorno esperado, maior será o risco do investidor.

Um investimento onde há o maior retorno possível terá maiores riscos, e por isso, possui grandes variações.

Moedas simulando uma escada crescente de investimentos durante a crise
Investir na crise pode ser o momento de maiores oportunidades

Contudo, durante uma crise não é a hora de experimentar ou correr riscos com suas aplicações. Por isso, o aspecto mais importante de uma estratégia de investimento no período de recessão econômica deve ser a segurança.

Ou seja, isso envolve evitar investimentos em empresas altamente alavancadas ou especulativas. Então, concentre-se em encontrar empresas com bom fluxo de caixa e baixa dívida para as opções de investimento mais seguras.

E, como orientação geral, tente não correr riscos altos em um momento já incerto.

Ele fez um investimento durante a crise: exemplo de Irving Kahn

Irving Kahn tinha 23 anos na crise de 1929, conhecida como a Grande Depressão. Nesse período, ele fez um investimento durante a crise e dobrou o seu capital.

Em 1928, ele percebeu corretamente que os preços iam cair, e muito, e vendeu ações na Bolsa. A história do nascimento de sua fortuna virou lenda no mercado.

Resultado: em 2015, no último ano de vida, Kahn ia ao seu escritório no centro de Manhattan, três vezes por semana, em uma viagem curta de táxi do seu apartamento no Upper East Side.

Ele foi presidente do Kahn Brothers Group, que fundou em 1978 e que administrava cerca de US$ 1 bilhão.

Apostar em aplicações pode ser uma opção

É natural que os novos investidores busquem pelos investimentos em alta, ou que estão mais valorizados naquele momento. No entanto, esse método não é o ideal.

Ao invés de investir nas empresas que mais cresceram nos últimos meses, o correto é estudar as empresas que têm um maior potencial a longo prazo. Ou seja, que têm condições de crescer no seu setor e que estejam em uma boa situação de caixa.

Prefira a renda fixa

Se investimentos em renda variável já oferecem riscos e possuem alta volatilidade, imagine em tempos de crise.

Recentemente, a Bolsa de Valores de São Paulo, a B3, viveu um momento histórico. Somente em março de 2020, o circuit breaker foi acionado seis vezes, algo que nunca havia corrido antes na história da bolsa.

Por isso, nesse momento, o melhor que você pode fazer não é parar totalmente de investir, mas sim manter o seu capital em renda fixa.

Esse tipo de ativo oferece mais segurança aos investidores, já que em muitos casos você já sabe o quanto o seu dinheiro vai render quando faz a aplicação.

Dentre os investimentos de renda fixa estão:

1 – Títulos públicos: como é o caso do Tesouro Direto;
2 – Letras de Crédito: como o LCI e LCA;
3 – Títulos Privados: como os CDB.

Os ativos de renda fixa são, inclusive, uma excelente opção para manter o dinheiro da sua reserva de emergência. É apenas importante que você fique atento à liquidez do investimento.

Lembre-se que a reserva deve ser um dinheiro que você consiga acessar facilmente quando precisar.

Invista em ações de empresas sólidas

No mês de março de 2020, o Ibovespa, índice da B3 e benchmark para vários investimentos, desvalorizou 35%. O resultado disso foi que a maior parte das ações também se desvalorizou. Atualmente, os investimentos passaram a valorização, mas caminha a passos curtos.

Entretanto, essa desvalorização se deu principalmente pelas incertezas provocadas pela pandemia do coronavírus, redução do preço do petróleo e pela redução das taxas de juros no país em meio à crise.

Por mais que muitas empresas estejam vivendo um momento de redução do preço das suas ações, isso foi causado pelo movimento negativo do mercado financeiro como um todo.

Portanto, continuam sendo boas opções a longo prazo as empresas sólidas que apresentem:

  • Baixos índices de endividamento;
  • Resultados consistentes ao longo de sua história;
  • Boas perspectivas para o futuro.

Tenha uma reserva de emergência

Um dos primeiros mandamentos de um bom planejamento financeiro e das finanças pessoais é ter uma reserva de emergência.

Essa reserva é composta por um valor equivalente a, no mínimo, três meses do seu orçamento mensal, mas idealmente seis meses.

Como empreender em momentos de crise?

Se a sua intenção é abrir um novo negócio, antes de qualquer coisa, analise muito bem o comportamento e as necessidades do público que você deseja atingir. Isso é um ponto crucial no planejamento de qualquer empreendedor.

Afinal, é a partir dela que você poderá notar as novas necessidades de consumo, ter ideias de produtos e serviços diferenciados. E até entender o que as pessoas valorizam nas empresas, dentro do seu setor, em épocas de recessão.

Pense em substituir ou criar novos produtos. Para quem já tem um negócio, a crise é uma época excelente para começar a otimizar seus processos e a “enxugar” a linha de produção.

Contudo, novamente, analise muito bem o seu público-alvo e entenda a nova dinâmica e as exigências do mercado antes de fazer um investimento durante a crise.

Ou seja, olhar criticamente para o seu próprio negócio e analisar os pontos em que se pode economizar ou modificar o processo é extremamente importante.

Adquira novas franquias

Para quem já é franqueado, a crise também permite uma possibilidade de expansão ao adquirir novas unidades que estão à beira da falência. Ou seja, uma boa oportunidade de investimento durante a crise.

Quem não possui muita intimidade com a administração, pode aproveitar os períodos de bonança para abrir uma franquia. Todavia, quando a situação se torna menos oportuna, os problemas passam a ficarem mais evidentes.

Por fim, se você já possui uma franquia com uma unidade lucrativa, é possível que a matriz lhe dê preferência no processo de compra.

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