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Confira dicas para fazer o VR durar até o fim do mês

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Comida italiana em um prato branco em cima de uma mesa com taça

Arrumar um emprego é o sonho de qualquer pessoa. Um emprego que proporcione vale-refeição como benefício é algo ainda melhor. Mas você sabe como fazer o VR durar o mês inteiro?

A expectativa em ter um VR é tanta que a empolgação pode ser ainda maior. Na maioria das vezes, quem tem não consegue fazer o VR durar. E isso é um grande problema.

Você é daqueles que cinco dias após o VR carregar não tem mais quase nada de crédito nele? É preciso se controlar, afinal, o mês tem 30 dias.

refeicao em cima da mesa
Fazer o VR durar mais pode ajudar na economia e reduzir outras despesas

Fazer o VR durar é uma missão que se for bem sucedida pode ter um grande impacto na vida financeira. Isso porque você não terá gastos adicionais.

E como fazer o VR durar vai te fazer economizar? É simples, pois se você trabalha em um local que não fornece alimentação e precisa comer na rua terá que gastar dinheiro em restaurantes.

Além disso, mesmo se você tiver a opção de levar comida, e no caso de imprevistos acontecerem? É bom sempre ter um plano B, e fazer o VR durar vai ser uma ótima maneira de nunca ficar na mão.

52% dos consumidores extrapolam o valor do VR

O número pode parecer assustador, mas é bem real. Mais da metade dos consumidores não conseguem fazer o VR durar.

Segundo um levantamento realizado pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), 52% do total de consumidores que recebem o benefício extrapolam ao utilizar o vale-refeição.

A pesquisa ainda constatou que 20% dos consumidores costumam ultrapassar sempre ou com frequência, e 31% extrapolam apenas algumas vezes o valor mensal. Teve, também, uma margem de 48% que afirmaram utilizar apenas o limite estabelecido e nunca gastam a mais.

Entre os motivos daqueles que constataram extrapolar está o fato de o valor recebido no VR ser muito baixo, funcionando apenas como uma ajuda de custo.

Outros 31% alegaram ainda que a quantia disponibilizada é completamente insuficiente se comparada aos preços médios dos restaurantes da região. Para 29% dos consumidores, o gasto com bares e padarias consomem e comprometem o valor.

Os entrevistados ainda responderam que gastam frequentemente o vale-refeição com outras fins sem ser o almoço, o que ajuda a acabar mais rápido. O número chegou a 33% consumidores que responderam a essa afirmativa.

A justificativa é que utilizam em compras de mercado, café da manhã, lanches, padarias, saídas aos finais de semana e outras formas de lazer.

A pesquisa ainda registrou que 12% não têm qualquer controle do uso do VR. Ao contrário desses, cerca de 65% disseram que monitoram os gastos do vale-refeição.

4 dicas essenciais para fazer o VR durar

A tarefa de fazer o vale-refeição durar não é fácil, porém necessária. Se você não quer ser pego de surpresa e nem ter que gastar a mais do seu salário tendo um ótimo benefício como este, confira quatro dicas importantes!

#1 Crie uma rotina para os seus almoços

Essa dica é bem simples. Assim como todo ensinamento do mundo financeiro, crie um planejamento também para os seus almoços. Assim ficará mais fácil fazer o seu VR durar.

Estabeleça os dias que irá utilizá-lo, além de dividir a quantidade que você recebe pelos dias que terá que usar. Se você tem como economizar em algum dia levando comida de casa, faça isso, mas não deixe o seu planejamento esfriar: siga à risca!

#2 Tenha o controle do seu limite

Se você não tem a prática de administrar o limite do seu VR passe a ter esse costume, pois será bom para fazer o valor durar. Faça dessa prática um costume diário.

Sempre que utilizar o VR, anote o valor do seu crédito. Se preciso, tenha um controle de aplicativo no celular ou então em uma agenda pessoal. Isso evitará o descontrole.

#3 Cuidado com o seu prato

Essa dica é muito importante. Para quem come pouco e tem aquele costume de colocar um prato sofisticado, bem simples, não chega a ser problema. Agora para quem tem um apetite um pouco maior e gosta de caprichar, é preciso ter cuidado.

Nos restaurantes fique em alerta com a quantidade de comida que está pegando para pesar. Tenha um controle e administre para que o valor possa ter sempre uma mesma média e não extrapole.

Para ajudar, busque comida leves e locais com valor a quilo acessível.

#4 Vá atrás de promoções

Essa dica é muito válida e você que pretende economizar não vai pensar duas vezes antes de praticá-la. Faça uma pesquisa daquele local com uma comida gostosa, mas também com um valor bem acessível.

Procure as promoções. Toda região sempre tem um restaurante ou pensão com comida a melhores preços, com um valor bem camarada que vai ajudar na sua missão de fazer o VR durar até o final do mês.

Este conteúdo te ajudou? Então compartilhe com outras pessoas para que elas também possam conferir as dicas e praticar!

Saiba quais são os melhores investimentos para maio de 2021

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Calculadora em cima de gráficos
Horário de funcionamento da Bolsa de Valores começa às 10h

As incertezas sanitária, fiscal e política dominam o cenário econômico nacional. Esse três pilares vão pautar os investimentos para maio.

O ano começou com expectativas positivas para a economia brasileira, retomada era a palavra de ordem. Contudo, tudo indica que a economia brasileira vai piorar antes de melhorar, com a formação de uma tempestade perfeita no final do primeiro semestre.

Para acomodar nas projeções de 2021 o pior momento da crise sanitária, juros maiores e deterioração fiscal, bancos revisaram suas projeções para o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil para algo mais próximo a 3%, com os mais pessimistas prevendo crescimento na casa dos 2%.

Outros pontos que pesam contra o rumo econômico são desemprego continua recorde, o contágio da pandemia ainda elevado e a meta da inflação bem acima da meta. Aliado a isso, não existe perspectiva de aprovação de reformas econômicas robustas que reduziriam o risco fiscal.

Como a alta da Selic afeta os investimentos para maio?

Outra mudança foi uma nova elevação da taxa básica de juros, a Selic, pelo Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom), que pode movimentar os investimentos para maio. A alta confirma a sinalização externada pelo próprio BC em seu último comunicado, a taxa subiu de 2,75% ao ano para 3,50% ao ano.

É o segundo aumento da Selic depois de um ciclo de cortes, em que a taxa chegou a apenas 2% ao ano. O ciclo de altas não deve parar por aí. A expectativa do mercado é que o juro básico chegue a 5,5% ao fim do ano.

“O investidor olha para a Selic, mas o correto seria olhar o comportamento da curva de juros. A renda fixa olha horizontes mais longos”, explica o sócio-diretor da Galapagos Wealth Management, Arnaldo Curvello.

Ainda de acordo com ele, os títulos prefixados e de inflação já vêm refletindo a expectativa de aumento da taxa de juros. Curvello ressalta ainda que a taxa de juros para 2 anos já está em 7% e a de 5 anos, em 8,30%.

“Isso já traz para o investidor a possibilidade de taxas mais altas do que ele vê agora na Selic”, destaca o economista.

imagem de um calendário com caneta, bloco e moedas
Antes de escolher seu investimentos para maio, é necessário descobrir qual o seu perfil, para determinar que riscos está disposto a correr

É a hora de investir na renda fixa?

Com a Selic em alta, os investimentos para maio em renda fixa passam a pagar mais. Em outras palavras, o rendimento aumenta.

Entretanto, como poupança e CDI, continuam rentabilidades pouco interessantes quando considerada a inflação. Com a Selic a 3,50% a.a., a rentabilidade da poupança passou a ser de 0,20% ao mês e 2,45% ao ano, porém a inflação acumulada em 12 meses em 6,17% anula todos esses ganhos.

Ou seja: só passa a valer a pena investir em poupança e CDI se a Selic estivesse a partir de 6,5% ao ano, o que está longe de acontecer.

Contudo, vale atenção para alguns investimentos em renda fixa como os Títulos Nota do Tesouro Nacional-Série B (NTN-B), pós fixados cuja rentabilidade varia conforme o IPCA, e debênture incentivada da Vale.

Para o estrategista-chefe da Clear Corretora, Roberto Indech, a alta da Selic não mudou nada em tese de investimento uma vez que o próprio mercado já esperava que a Selic subirá para entre 5% e 6% ao ano até o final de 2021, portanto, já havia precificado esta alta.

Porém, para ele, a diversificação da carteira algumas novas oportunidades podem surgir em breve.

“CRIs [Certificado de Recebíveis Imobiliários] e CRAs [Certificado de Recebíveis do Agronegócio] que trazem retorno de 4% ou 4,5% ao ano mais o CDI podem ser interessantes, mas não considerando 2021. Considerando 2022 porque esses ativos não têm vencimento curto, mas uma perspectiva de que o dinheiro vai ficar preso por cerca de um a cinco anos. Eles têm oportunidades melhores porque são isentos para Imposto de Renda”, diz Indech.

Ações e investimentos no exterior são boas opções

Além da renda fixa, ações de bancos e seguradoras também podem se beneficiar de juros mais altos e se tornam boas opções para investimentos para maio.

Por outro lado, empresas de varejo e construção civil podem ter queda no faturamento. Afinal, as companhias com uma dívida elevada também podem ser impactadas negativamente pela alta da Selic.

Especialistas também recomendam a presença de ativos ligados a outras economias na carteira para fugir do chamado “risco Brasil”. São algumas opções:

– dólar, euro e ações no exterior: via BDRs (recibo depositário de ações, na sigla em inglês) ou ETFs (fundo de índice),
ouro: também é apontado como ativo de segurança.

Independente do cenário, é imprescindível que investidores diversifiquem a carteira, de modo a reduzir os riscos.

Copom eleva Selic a 3,50%: como ficam os investimentos?

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tela do gráfico tesouro direto

Em meio à alta inflação brasileira, a taxa básica de juros, a Selic, subiu de 2,75% para 3,50% ao ano. A decisão foi divulgada na quarta-feira, 5, pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central.

“O cenário básico do Copom indica ser apropriada uma normalização parcial da taxa de juros, com a manutenção de algum estímulo monetário ao longo do processo de recuperação econômica. O comitê enfatiza, entretanto, que não há compromisso com essa posição e que os passos futuros da política monetária poderão ser ajustados para assegurar o cumprimento da meta de inflação”, afirmou o Copom em comunicado.

Esse foi o segundo aumento consecutivo no ano. Em março, por exemplo, a Selic foi a 2,75% ao ano. O processo do aumento dos juros, contudo, não deve se encerrar agora. O Banco Central já sinalizou uma nova alta da taxa, na mesma proporção, em sua próxima reunião, que está marcada para junho.

+ O que é Selic e por que se preocupar com ela?

Com o mercado financeiro já pautado pelo possível aumento da Selic nos próximos meses, como ficam os investimentos? Continue a leitura para saber mais!

Como ficam os investimentos com a Selic a 3,50% ao ano?

A taxa Selic é usada como referência de rentabilidade nos investimentos. Quem possui títulos de renda fixa – como poupança ou Tesouro Selic- por exemplo, deve ter ganhos maiores com a alta dos juros.

No caso da poupança, o rendimento mensal aumenta de 0,12% para 0,16%, mas a caderneta continua perdendo para a inflação.

Além disso, as aplicações em renda variável, que é o caso de ações e fundos imobiliários, por exemplo, podem ter efeito contrário. Ou seja, podem não ser tão rentáveis com os juros em alta.

Isso acontece porque a Selic, mesmo a 3,50%, permanece em patamares baixos para o histórico econômico do Brasil.

calculadora com anotações para cálculo da taxa Selic
Taxa Selic tem segundo aumento em 2021

Ou seja, com a inflação acumulada em 6,10%, não há “ganho real” nas aplicações financeiras que paguem taxas próximas à Selic.

Mesmo levando isso em consideração, alguns especialistas continuam indicando os títulos do Tesouro Selic e fundos DI, os quais acompanham a taxa básica de juros, como forma para reserva financeira.

Além disso, também são aconselhados os CDBs de liquidez diária, que rendem próximo ao CDI. Todos possibilitam retirada a qualquer momento e sem grande perda pela variação.

Quais consequências o aumento na taxa Selic pode trazer?

Você sabe quais são as consequências que o aumento da Selic pode trazer? Segundo especialistas, o processo de alta dos juros, o qual deve prosseguir nos próximos meses, traz alguns efeitos. São eles:

Juros dos bancos

Uma taxa básica mais alta acaba gerando reflexos nos juros cobrados pelos bancos, os quais já vêm sendo pressionados pelos “riscos fiscais” – aumento de gastos públicos –. Além disso, também vendo pressionado pela previsão de alta da inadimplência causada, em boa parte, pela pandemia da Covid-19.

Consumo da população

A elevação da taxa de juros também pode influenciar negativamente o consumo da população e os investimentos produtivos, impactando, assim, o emprego e a renda.

Aplicações financeiras

Outro fator que a alta pode influenciar é no aumento da remuneração das aplicações financeiras no Brasil, estimulando o ingresso de recursos na economia e atenuando as pressões de valorização do dólar.

Dívida pública

O aumento na taxa Selic também gera aumento nas despesas com juros da dívida pública. Segundo analistas, a eventual alta da Selic de 2% para 5,5% ao ano, prevista pelo mercado financeiro para 2021, geraria uma despesa adicional de cerca de R$110 bilhões com juros da dívida, caso se mantenha em 12 meses.

Gostou do nosso texto? Então continue navegando em nosso site e leia agora mesmo: “5 razões para você ficar de olho na Taxa Selic“. Desta maneira, você fica ainda mais por dentro do assunto!

Saiba quando e como foi criado o Bitcoin

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imagem representando o bitcoin

Que o bitcoin é uma moeda virtual e já se tornou um dos investimentos de mais rápida valorização já não é novidade. Mas você conhece a história dessa moeda virtual? Se a resposta for não, ou você quer saber mais sobre o tema, confira nesse post quando e como foi criado o bitcoin.

Apesar de parecer ser novidade, o bitcoin foi criado por volta de 2007 e 2008, ou seja, há 10 anos. Você deve se lembrar que essa foi a época de uma das maiores crises econômicas que o mundo já sofreu. E foi nesse momento que começou a ser desenvolvido o bitcoin.

Mas foi somente em janeiro de 2009 que as primeiras transações começaram a ocorrer. Além disso, foi também nessa época que foi lançada a primeira versão da moeda, o Bitcoin 0.1. No final do mesmo ano, surgiu a segunda versão, conhecida como Bitcoin 0.2.

Durante as primeiras transações o valor da taxa de câmbio entre o Bitcoin e o dólar foi estabelecido pelo New Liberty Standard como: USD 1 = BTC 1.309,03.

BTC é a abreviação de bitcoin. Essa foi uma forma encontrada para transformar bitcoin em dinheiro.

Como foi criado o Bitcoin?

Para entender o que é criptomoeda e como funciona, você precisa entender primeiro o que é um bloco. No sistema do Bitcoin, os dados que pertencem à rede são guardados por pastas que são denominadas blocos.

Assim, toda e qualquer transação que for executada durante um período de tempo será guardada nesses blocos. Onde cada um deles se associa a problemas matemáticos.

Em janeiro de 2009, um bloco chamado Génesis foi minerado com o seguinte número arbitrário: 2083236893. Essa combinação rendeu 50 Bitcoins.

Pouco tempo depois, foi lançada uma nova combinação e novos sistemas foram surgindo.

Pessoa segurando uma moeda de bitcoin
O crescimento do Bitcoin aconteceu a partir de 2010

Foi em janeiro que a primeira transação de Bitcoin foi efetuada. Os responsáveis foram Satoshi Nakamoto, programador, e Hal Finney, ativista criptográfico.

Uma de suas principais características é poder ser uma moeda virtual que consegue, sobretudo, operar de forma independente. Bitcoins não necessitam de nenhum tipo de intervenção dos bancos, nem dependem de instituições governamentais para que consigam se manter em circulação.

O crescimento do bitcoin a partir de 2010

Foi em julho de 2010 que começou o crescimento e evolução dessa moeda virtual, com o lançamento do Bitcoin 3.0. Em novembro daquele ano, o valor total negociado ultrapassou 1 milhão de dólares.

O ano de 2010 foi marcado ainda pela falha no sistema do Bitcoin, que foi descoberta e usada para criar mais de 180 bilhões de bitcoins. Além disso, em dezembro foi lançado o primeiro aplicativo para transações em mobile chamado Bitcoind.

Três anos depois, em 2013, começou um grande crescimento com o lançamento da versão 0.8. Nesse ano, o valor do mercado ultrapassou 1 bilhão de dólares.

É importante lembrar que durante grande parte da história do bitcoin, a moeda virtual ainda não era regularizada em grande parte dos países. Na Europa, por exemplo, ela começou a ser regulamentada entre os anos de 2009 e 2015, ao mesmo tempo em que se expandia pelos países europeus.

Além disso, existe a Bitcoin Foundationuma empresa responsável por regular e monitorar os mercados da moeda virtual ao redor do mundo.

+ Tem interesse por bitcoin? Confira 7 filmes sobre o assunto que você precisa assistir

O valor de um bitcoin pode variar de acordo com cada país, todo dia. Além de poder ser negociado livremente entre as pessoas que realizam as compras e as vendas da moeda virtual.

Atualmente, no Brasil 1 BTC vale R$29.643,59.

Quem é Nakamoto, o criador do Bitcoin?

Em 31 de outubro de 2008, foi publicado em um grupo de mensagens eletrônicas um documento nomeado como “Bitcoin: A Peer-to-Peer Electronic Cash System”.

Esse misterioso arquivo foi colocado por alguém chamado Satoshi Nakamoto, que ficou conhecido como o criador do Bitcoin. Mas até hoje sua identidade é apenas especulação.

Satoshi Nakamoto é o pseudônimo utilizado pela pessoa ou pessoas que criaram a moeda virtual bitcoin. Diversas teorias já tentaram provar quem seria Nakamoto, mas nenhuma delas até agora conseguiu provar de fato quem seria o criador da tão famosa moeda virtual.

No perfil P2P Foundation, Nakamoto alegou ser um homem de 37 anos que vive no Japão. Mas as especulações dão conta de que seria improvável que ele fosse japonês, devido ao inglês perfeito e ao Bitcoin não ter sido documentado no Japão.

Há, inclusive, a teoria de que Nakamoto poderia ser uma equipe de pessoas. Para Dan Kaminsky, pesquisador de segurança que leu o código do Bitcoin, Nakamoto poderia ser “uma equipe de pessoas” ou um “gênio”.

Já para Laszlo Hanyecz, o primeiro desenvolvedor Bitcoin que enviou um e-mail para Nakamoto, o código estava bom demais para ter sido projetado por apenas uma pessoa.

Entenda o que é minerar Bitcoin

Para muitos investidores a mineração é somente uma forma de adquirir os Bitcoins. Porém, ela é muito mais do que isso, é um sistema distribuído de consenso. Não entendeu o que isso quer dizer? 

Calma, que o FinanceOne te explica. A mineração é um processo utilizado para disseminar todas as novas transações válidas para os computadores da rede. Sendo assim, o computador que realiza todo esse processo recebe uma quantidade de Bitcoins como recompensa do trabalho.

Dessa forma, é possível que a rede seja neutra. Isso significa que uma vez que a transação entrou nos registros distribuídos, ela continuará sendo válida. E nunca poderá ser contestada, já que conta com confirmações de diversos computadores em todo o mundo.

+ Conheça 8 plataformas para comprar e vender Bitcoin 

É uma propriedade chamada de imutabilidade, que serve para evitar fraudes financeiras de duplo gasto.

E como ocorre esse processo de confirmação de transação? Aquelas que aguardam a confirmação são agrupadas em um bloco por algum computador da rede.

Esse mesmo computador resolve um problema matemático que lhe garante o direito de transmitir este bloco para os outros aparelhos da rede. Neste processo uma referência ao último bloco transmitido é adicionado ao conteúdo deste novo bloco para que se forme uma cadeia de blocos, o blockchain.

Quer saber mais detalhes e tudo sobre as criptomoedas? O FinanceOne elaborou um guia em formato de e-book. Ele traz essas e outras informações mais aprofundadas.

Entenda como fazer sua franquia de internet durar mais

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Pessoa manuseando um tablet nas mãos

Fazer sua franquia de internet durar mais é essencial nos dias de hoje. Principalmente porque a internet, desde que se popularizou, é uma grande aliada para as pessoas.

Através dela podemos realizar várias funções, incluindo o meio trabalhista, como o home office, e na vida pessoal. Por conta disso, cada vez mais as pessoas estão em busca de uma conexão de qualidade.

A princípio, os planos de internet para celular não oferecem pacotes com dados ilimitados, como os pacotes residenciais. A internet para celulares, por exemplo, se limita a uma quantidade de dados para ser consumida dentro de um período determinado. Elas podem ser diária, semanal ou mensal.

Ou seja, quando acaba, o usuário não consegue mais acessar a internet, passa a ter uma velocidade muito reduzida ou comprar dados adicionais.

Então, para resolver esse problema e não ter que lidar com a situação colocada acima, é importante buscar formas de economizar no consumo e, ainda assim, garantir que o uso do celular atenda às suas necessidades.

franquia de internet durar mais
Redes sociais são os apps que mais consomem seus dados móveis

Dicas para fazer sua franquia de internet durar mais

Desative o 3G ou 4G quando não estiver usando a conexão, desmarcando a opção “dados móveis” no seu smartphone. Se preferir, você pode baixar aplicativos que identificam se há conexão Wi-Fi disponível e fazem esse trabalho por você.

Não baixe aplicativos ou atualizações utilizando conexão 3G ou 4G. Prefira fazer isso conectado a uma rede Wi-Fi , pois esses processos requerem um bom gasto da rede de dados.

Aproveite e desabilite a função de atualização automática em seu celular para evitar o consumo desnecessário.

Escolha navegadores econômicos. O Google Chrome e o Opera Mini são dois exemplos de bons navegadores que auxiliam na economia de seu pacote.

Abuse dos serviços offline

Hoje em dia, muitos aplicativos oferecem opção de uso offline. Ou seja, funcionam mesmo quando sua internet estiver desligada. Spotify, Deezer e Netflix são alguns exemplos que contam com esse benefício.

Desabilite os serviços de geolocalização. Quando você ativa sua localização atual em diversos aplicativos, eles continuam em funcionamento mesmo quando você não os utiliza.

Controle o uso do seu GPS. Outro item responsável pelo consumo excessivo de dados é o uso dos mapas de localização online.

Se seu trajeto já é conhecido, desative a função e só o ative novamente caso esteja perdido ou quando fizer um novo caminho. Principalmente, se você for um motorista de aplicativos.

Envie vídeos somente pelo Wi-Fi

Você, provavelmente, já percebeu que enviar um vídeo para alguém ou postá-lo em uma rede social usando a internet móvel é um processo que leva vários minutos. Algumas vezes até falha e precisa ser recomeçado, certo?

Isso acontece porque o envio de vídeos e grandes arquivos com o uso de conexão 3G ou 4G consome muito o plano de dados.

O ideal é realizar esse processo quando estiver conectado a uma rede com mais potência e que não vai comprometer o seu plano de internet móvel.

Por isso, quando precisar fazer esse procedimento prefira realizá-lo em casa, no trabalho ou quando estiver conectado a uma rede wi-fi.

Cuidado com o uso do Whatsapp

O WhatsApp é o app líder do Brasil para trocar mensagens sem consumir muito o plano de dados. Algumas empresas oferecem esse serviço de forma gratuita. Entretanto, isso é válido apenas para o envio de mensagens!

Quando enviamos ou recebemos áudios, imagens, vídeos e chamadas de voz, o consumo de dados aumenta. Muitas vezes, desconta-se o valor do plano de dados quando o serviço é gratuito pela operadora.

Por isso, para fazer sua franquia de internet durar mais, dê preferência ao envio de mensagens escritas quando estiver usando o plano de dados do celular.

Além disso, você pode configurar o download de conteúdos do aplicativo de forma manual. Ou seja, pode deixar para baixar fotos, vídeos e áudios quando estiver conectado a uma rede Wi-Fi.

Gostou do nosso conteúdo? Confira agora o que esperar do 5G, a quinta geração de internet móvel.

Saiba qual o custo de ser um microempreendedor individual – MEI

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Mulher segurando um papel em frente a um computador

Se tornar dono de seu próprio negócio é o sonho de muita gente. Mas, para isso é preciso se regularizar como uma pessoa jurídica e se comportar de fato como uma empresa. Para isso, existe uma modalidade que é mais simples e fácil, chamada microempreendedor individual (MEI).

O MEI é uma categoria de pessoa jurídica voltada para pessoas que possuem até 1 empregado, não tenha participação societária em outra empresa e que possua no máximo um faturamento de R$81mil.

Nesse sentido, o microempreendedor serve para que o trabalhador autônomo tenha mais segurança e acesso a certos benefícios que, sem um CNPJ ele não teria acesso, por exemplo.

Confira as vantagens de se tornar um MEI:

Antes de mais nada, ao se regularizar como microempreendedor individual, você ganha uma série de direitos. E esses direitos servem para proteger você em algum momento.

  • Auxílio maternidade, aposentadoria e outros direitos previdenciários;
  • Afastamento remunerado (por motivos de saúde);
  • Modelo simplificado de tributação;
  • Acesso a crédito bancário com um valor especial;
  • Emissão de Nota Fiscal por seus serviços;
  • Apoio especializado do Sebrae para aprender a negociar preços e condições nas compras de mercadorias para revenda, obter melhor prazo junto aos atacadistas e uma melhor margem de lucro.

E o melhor de tudo isso, é que a abertura do CNPJ em si não possui um custo. Basta acessar o site do Governo Federal e acessar a guia Quero ser MEI.

No entanto, existem outros valores que você precisa arcar para manter se manter em pleno funcionamento. Quer conferir quais são? Continue lendo e entenda.

Um microempreendedor individual com celular na mão e notebook
Uma das principais vantagens em ser microempreendedor individual está no acesso a direitos e benefícios

Quais são os custos de ser um microempreendedor individual?

Primeiramente, ao se tornar um MEI, você automaticamente entra no regime de tributação do Simples Nacional. Fazer parte desse modelo de tributação isenta você de pagar tributos federais como o Imposto de Renda, PIS, Confins, IPI e CSLL.

Apesar de não contribuir com esses custos, todo MEI precisa pagar o Documento de Arrecadação do Simples Nacional. Ele é conhecido também pela sigla DAS e deve ser pago até o dia 20 de todo mês.

Modalidades de tributação:

Conforme determina o Simples Nacional, existem três modelos de pagamento mensal. Então, o valor depende da atividade que você exerce como autônomo. Por exemplo, no comércio e na indústria, o valor mensal da DAS é de R$56. Já para prestadores de serviço, esse valor vai para R$60. Por fim, há também quem exerça as duas atividades, aí o valor é de R$61.

Dentro desses valores informados, já estão todas os impostos, como um valor único. Ainda assim, vale a pena detalhar para que você que está em dúvida entenda os benefícios de ser MEI.

Esse cálculo corresponde a 5% do limite mensal do salário mínimo e mais R$ 1,00 (um real), a título de ICMS, caso seja contribuinte desse imposto e/ou R$ 5,00 (cinco reais), a título de ISS, caso seja contribuinte desse imposto.

Fora isso, ao pagamento da DAS pode ser realizado por Pix, débito automático, ou através da emissão de boleto.

Há quem ache o valor inacessível, por conta do faturamento mensal. Entretanto, para chegar a esses valores, o Governo Federal considera o preço do salário mínimo atual: R$1.100,00.

Certamente, não são todos que podem tirar esse valor do seu faturamento mensal, porque faz uma diferença. Mas, você, empreendedor, deve considerar o pagamento da DAS como um investimento.

Isso porque, ao se regularizar como MEI você ganha benefícios que uma pessoa que trabalha sob o regime de Consolidação de Leis Trabalhistas (CLT) ganharia.

Por fim, pese o que vale mais dentro do seu orçamento mensal. E caso valha a pena, não pense duas vezes. Se torne um MEI.

Gostou do nosso conteúdo? Confira agora como fazer gestão financeira para MEI.

Saiba quem pode ter máquina de cartão de crédito

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máquina de cartão de crédito

Pagar as compras com cartão é prático, rápido e seguro. Por isso, muitos clientes optam por essa forma de pagamento no dia a dia.

Mas, nem todo profissional dispõe deste equipamento para realizar suas transações comerciais.

Se você ainda não tem sua máquina de cartão de crédito e está em dúvida sobre quem pode usá-la, dê uma olhada essas dicas e garanta mais uma forma de turbinar suas vendas. Confira!

Vamos começar com uma boa notícia: qualquer pessoa que tenha um negócio regulamentado pode ter sua máquina de cartão de crédito, seja ela pessoa física ou jurídica.

Mas, nem todas as empresas precisam, de fato, de uma máquina de cartão. Então, antes de adquirir a sua é importante avaliar se você realmente precisa dela.

Em cidades pequenas, por exemplo, o uso de cédulas de dinheiro ainda é muito comum. Alguns estabelecimentos também apresentam um volume baixo de vendas ou atendem clientes que ainda preferem pagar com “dinheiro vivo”.

Nesses casos, ter uma máquina de cartão de crédito poderia acarretar em prejuízos para o lojista.

máquina de cartão de crédito
Atualmente, podem ter máquina de cartão de crédito tanto pessoas físicas quanto jurídicas

Pessoa física pode ter máquina de cartão de crédito?

Antigamente uma máquina de cartão era um benefício apenas para as grandes empresas. Isso porque para ter o equipamento era necessário ser uma pessoa jurídica e comprovar um valor mínimo de faturamento mensal pré-estabelecido.

Até mesmo empresas de pequeno porte tinham dificuldade em conseguir sua máquina porque as taxas de aluguel eram altas.

Em 2010 a regulamentação foi alterada pelo Banco Central e ter acesso a esse equipamento ficou mais fácil. Mais empresas passaram a oferecer as máquinas de cartão, o que contribuiu para a diminuição das taxas.

Hoje uma pessoa jurídica pode sim ter sua própria máquina para fazer suas transações comerciais. Com as novas regras, o valor do faturamento não é fator impeditivo para a aquisição do equipamento.

No entanto, assim como para as empresas, é preciso avaliar se a máquina é realmente necessária ou não.

Dois seguimentos de profissionais que se beneficiam muito com essa possibilidade são os fotógrafos e consultores de vendas.

Quer saber mais? Confira mais de 20 dicas para usar o Cartão de Crédito

Como funcionam as máquinas de cartão de crédito

Normalmente, as máquinas de cartão cobram uma taxa de retenção por cada transação realizada. A taxa varia de 2% a 6% sobre o valor total da compra.

Além disso, os proprietários de máquinas de cartão também precisavam arcar com os custos de aluguel do equipamento.

Mas hoje já existem no mercado diversas opções de máquinas que podem ser compradas, dispensando esse curso extra.

Uma simples compra pelo cartão de crédito é composta por sete etapas de autorização do pagamento.

Cada uma dessas etapas é protagonizada por um participante interessado na concretização da operação comercial. Entenda:

Cliente: esse é o primeiro protagonista do processo de compra. Ele autoriza o pagamento ao utilizar sua senha, após passar o cartão. Seu maior interesse é o produto ou serviço que deseja adquirir;

Comerciante: esse participante autoriza o pagamento no momento em que passa o cartão do cliente na máquina. Seu interesse é a venda do produto ou serviço;

Gateway de pagamento: essa ferramenta é a responsável pela troca de informações entre o cartão, a máquina e o processador de pagamentos do banco do cartão ou do cliente;

Banco do vendedor: processa as operações de venda do proprietário da máquina. Também encerra o ciclo por ser o destino final do dinheiro da venda;

Intercâmbio de cartão de crédito: este participante é o responsável pela troca de informações entre o banco de quem vendeu com o banco de quem comprou;

Emissor do cartão de crédito: empresa que emite cartões de crédito, como Mastercard e Visa.

+ As melhores maquininhas de cartão para adquirir em 2021

Quem pode ter máquina de cartão de crédito?

Vantagens de usar máquina de cartão de crédito

Se você avaliou seu negócio e acredita que usar uma máquina de cartão de crédito pode ser bom para sua empresa, mas ainda não está totalmente convencido.

Conheça essas vantagens de oferecer mais essa forma de pagamento para seus clientes.

#1. As chances de levar um calote daquele cliente mal pagador diminuem e muito! Você com certeza receberá o dinheiro da venda porque ao pagar com o cartão o cliente fica devendo ao banco e não a você;

#2. Cartões são fáceis de usar. Chega de perder tempo preenchendo cheques ou passando troco;

#3. Falando em cheques, você pode retirar essa forma de pagamento das suas opções e assim evitar o risco de receber algum cheque sem fundo;

#4. Outra vantagem em relação aos cheques é que você terá uma previsão de datas para receber seu pagamento

#5. Possibilidade de vender a prazo;

#6. Relatório detalhado das vendas; e

#7. Segurança para você e seu cliente. Com menos dinheiro em caixa os prejuízos são menores em casos de assalto e seus clientes também não precisam sair por aí carregando altas quantias de dinheiro nos bolsos.

Este conteúdo te ajudou? Se sim, compartilha com alguém que precisa saber mais sobre o assunto e ficar por dentro acerca de quem pode ter máquina de cartão de crédito.

Por que o dólar continua caro e quando o preço vai cair? Entenda!

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Nota de 1 Dólar e algumas de 100 reais

O dólar iniciou 2020 a R$4,02 e encerrou o ano a R$5,19, acumulando ganho de 29,9% no período. Na média de 2020 a cotação da moeda americana ficou em R$5,15, o que representa alta de 30,7% em relação a média de 2019 (R$3,94).

Em janeiro de 2021, quando a eleição presidencial norte-americana se resolveu e as primeiras vacinas contra o coronavírus começaram a chegar ao mercado, a percepção era que os piores momentos do câmbio tinham passado.

Passados mais de três meses de 2021, porém, a moeda continua com cotações dos R$5,50 aos R$5,80. Especialistas dizem que o resultado é um sintoma da crise do Covid-19 que persiste no país.

A inabilidade em controlar o avanço das mortes e infecções por coronavírus, ao lado de um programa de vacinação que começou lento e atrasado, prolonga a pandemia e, com ela, as agonias que trazem à economia –e isso redunda em mais temor pelo desarranjo fiscal.

E, aliado a isso temores do “risco fiscal”. Ou seja, a preocupação com a possibilidade de que o governo não se comprometa em reverter o seu nível de endividamento já recorde.

O resultado é que o Real está no topo da lista das moedas que mais perdem valor para o dólar no mundo. Um levantamento feito pela Austin Rating revela que estamos atrás apenas do Sudão, Líbia e Venezuela.

Juros baixos no Brasil

Outro fator que também jogou contra o real nesse ano de pandemia foram os juros domésticos. Eles saíram dos mais altos do mundo, no passado recente, para um dos mais baixos entre os países emergentes.

Em 2020, o Banco Central baixou a Selic, a taxa de referência do país, a 2% ao ano, a menor da história. Atualmente, ela está em 3,5% ao ano, patamar ainda historicamente baixo.

Mais do que a taxa em si, porém, interessa aos investidores o que os economistas chamam de diferencial de juros. Ou seja, a diferença entre os juros de uma economia em comparação ao de outras.

São esses juros que servem de referência para remunerar os títulos públicos e toda a renda fixa do país.

+ O que faz o Dólar subir ou descer em relação ao Real?

Afinal, países emergentes economicamente precisam de juros estruturais mais altos do que o dos pares desenvolvidos. Assim conseguem manter alguma atratividade para os investidores de fora.

Para se ter uma ideia, após a crise financeira de 2008, enquanto os juros básicos norte-americanos estavam abaixo de 0,5%, a Selic brasileira dava um retorno que variou de 6% até 14%. Hoje, os juros norte-americanos estão de novo próximos do zero, mas com a Selic abaixo de 4%.

dolar
A cotação do dólar em 2020 alcançou patamar recorde

O que esperar do dólar em 2021?

Analistas consultados pelo Banco Central esperam que o câmbio termine 2021 na casa de R$5,15, de acordo com o boletim Focus.

Economistas da Órama Investimentos apostam entre R$5,40 e R$5,60. Na mesma linha do Boletim Focus, os analistas da Ágora Investimentos acreditam que o dólar fica na casa dos R$ 5.

Já os especialistas da BTG Pactual Digital e da Guide estão mais confiantes. Para eles, a estimativa da moeda norte-americana para este ano é de R$4,80 ou R$4,90.

Gostou do artigo? Confira como a alta do dólar gera um impacto direto no seu bolso e investimento

Saiba como investir na Bolsa de Valores pelo app do C6 Bank

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Fachada do banco digital C6 Bank

Os clientes do C6 Bank podem investir na Bolsa de Valores de forma simples e rápida, por meio do aplicativo do banco. As aplicações são em renda variável e você pode comprar e vender ações das empresas listadas na Bolsa.

Sim, no mesmo aplicativo que você paga as suas contas, acessa a fatura do cartão e envia Pix, agora é possível realizar os seus investimentos. Mas como isso vai funcionar na plataforma do C6 Bank?

O primeiro passo é ser cliente da instituição financeira, esse é um dos pré-requisitos adotados pelo C6 Bank. E para abrir a sua conta o processo é bem simples e leva somente alguns minutos.

+ Quer saber como montar a sua carteira de investimentos? O guia definitivo pode te ajudar!

Vale ressaltar que todo o processo é realizado por meio de uma conversa, no qual o chat é totalmente automatizado que ajuda o novo cliente a realizar toda a etapa da sua abertura de conta.

E de acordo com a empresa Idwall, o C6 Bank já foi eleito duas vezes como dono da melhor experiência de abertura de conta.

Passo a passo para investir na Bolsa de Valores pelo app do C6 Bank

O aplicativo do C6 Bank é simples e foi idealizado para que todas as transações possam ser realizadas em um único lugar. Você pode investir em renda variável, fixa, fundos ou previdência. Vale ressaltar que não há taxa de corretagem.

Quer saber como começar a investir na Bolsa pelo C6 Bank? Confira o passo a passo agora!

1º passo: entre no aplicativo do C6 Bank, disponível para iOS e Android, e toque no ícone investimentos e depois em investir.

2º passo: na tela aparecerá as opções de investimentos disponíveis. Ao tocar em renda variável; se for o primeiro acesso nesta área do aplicativo, você terá que preencher um cadastro na corretora e fornecer informações complementares que farão o banco conhecer melhor seu perfil de investidor.

3º passo: digite no campo de busca o código da ação que deseja comprar ou escolha entre os papéis que aparecem na plataforma.

4º passo: ao lado da ação escolhida, terá duas colunas que indicam o preço de compra e o de venda. Basta clicar no preço de compra, ver os detalhes daquele papel e tocar no botão comprar.

5º passo: agora você deverá informar quantas ações deseja comprar e enviar a ordem.

6º passo: pronto, só basta você digitar a senha e validar o token.

C6 Bank terá fundos de criptoativos na sua plataforma de investimentos 

E você pensa que as novidades param por aí? Não! O C6 Bank acaba de lançar fundos de criptoativos em sua plataforma de investimentos. A informação foi anunciada à imprensa nesta quarta-feira, 5.

+ Aprenda a investir em criptomoedas na Bolsa de Valores

Segundo a instituição financeira, a medida dará continuidade à expansão da plataforma de investimentos.

pessoa mexendo no notebook e olhando o celular
Com o aplicativo do C6 Bank ficou mais fácil de investir

Com isso, o C6 Bank passa a oferecer a possibilidade de quem quiser investir em dois fundos de criptoativos. Mas quais são eles? Um destinado aos investidores iniciantes e outro aos mais arrojados. 

A empresa ainda informa que ambos são geridos pela gestora de criptoativos Hashdex.

Iniciantes x qualificados

O banco C6 Bank explica que o fundo Hashdex 20 Nasdaq Crypto Index FIC FIM, voltado para quem deseja começar a investir em criptoativos, tem aplicação inicial de R$500. 

Nas aplicações seguintes, o valor mínimo, segundo o banco, é de R$100. O C6 Bank também informa que a liquidez é de sete dias úteis. Isso significa que o investimento fica disponível para resgate após esse período. 

Para quem não sabe, nesse fundo, a exposição limite a criptoativos é de 20%. Mas o que isso quer dizer?

-> ou seja, 20% do valor total investido no fundo é destinado a criptoativos e o restante, à renda fixa.

No caso dos investidores qualificados, eles têm à disposição o fundo Hashdex 40 Nasdaq Crypto Index FIC FIM.

Para estes, a aplicação inicial é de R$10.000. Nas aplicações adicionais, o valor mínimo é de R$1.000. 

O banco explica que nesse tipo de fundo, a liquidez é de sete dias úteis e a exposição limite a criptoativos é de 40%. 

“A oferta de fundos de criptoativos vai ao encontro do nosso objetivo de diversificação da plataforma de investimentos do banco, que cada vez mais apresenta produtos para diferentes perfis de investidor”, é o que explica Romildo Valente, head da área de investimentos do C6 Bank.    

Como funcionará essa novidade do C6 Bank?

Quer saber mais sobre essa novidade? O C6 Bank explica que será um mecanismo bem fácil para quem já é cliente do banco, bastando consultar e contratar por meio do alicativo. 

Aliás, é possível consultar mais de 200 fundos de investimentos no C6 Bank. Eles estão disponíveis nas categorias multimercado, renda fixa, renda variável, cambial, criptoativos, entre outros. 

Para consultar os fundos Hashdex na plataforma de investimentos do banco, basta seguir o caminho Investimentos > Catálogo de produtos > Fundos

Em seguida, selecione “Classificação” e escolha “Fundo Crypto”.

Este conteúdo te ajudou? Sim? Então compartilhe essa novidade nas redes sociais para alguém que curte o assunto e vai querer se aventurar como cliente do C6 Bank.

iFood e Elo lançam cartão para refeição e alimentação. Confira!

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Mão segurando um celular com o app do Ifood

No fim de abril, o IFood e a Elo anunciaram uma novidade para o mercado de cartões. Juntos, as empresas lançaram o iFood Benefícios, um cartão corporativo de alimentação e refeição.

A proposta é ser um cartão único. Então, o beneficiário é livre para usá-lo tanto em mercados, quanto em restaurantes. E o melhor de tudo isso: vale para compras físicas e online.

A princípio, a união entre a empresa de delivery de comida e a de tecnologia de pagamentos foi recebida com muita empolgação. Afinal, ela oferece aos estabelecimentos comerciais uma adesão e aceitação do novo cartão sem a cobrança de uma taxa adicional.

Além da aceitação do iFood Benefícios nos mais de 270.000 comércios cadastrados no app do iFood. O cartão físico também chega ao mercado com aceitação em 4 milhões de estabelecimentos como restaurantes, padarias, mercearias, supermercados e redes atacadistas.

Nesse sentido, uma das principais vantagens em ter o iFood cartão é que os clientes também têm direito às vantagens e promoções dos cartões Elo

Mesmo sendo um produto novo o iFood cartão já possui a maior rede de aceitação do Brasil. E concorre com outras empresas que estão há bastante tempo no mercado como a Alelo, Ticket, VR e Sodexo.

imagem do ifood refeição
Com essa novidade, o iFood entra no ramo de benefícios e fideliza usuários do app

De acordo com Paula Rabelo, diretora do iFood Benefícios:

“A parceria com a Elo representa uma inovação no mercado de benefícios e possibilita diversos pontos positivos para os estabelecimentos. Além do cartão ser aceito tanto online como offline em todo o Brasil. Os parceiros não terão nenhuma taxa extra além das já acordadas com as maquininhas de cartões. A aceitação do novo cartão possibilita um aumento nas possibilidades e oportunidades de venda.”

Quais as vantagens do iFood cartão?

A princípio, essa novidade foi uma forma da empresa de delivery entrar ainda mais no ramo B2B (business-to-business) e ampliar o seu espaço.

Agora, o iFood possui três tipos de clientes: usuários do app, restaurantes que usam a plataforma para vender e empresas que contratam o benefício para seus colaboradores.

As principais vantagens em adquirir o iFood cartão são:

  • Liberdade para escolher: A empresa que aderir ao iFood benefícios dará uma liberdade maior de onde o seu colaborador vai se alimentar. Serve inclusive para as empresas que adotaram o regime de trabalho híbrido, já que dá para comprar tanto presencial, quanto online.
  • Flexibilidade para usar: Dá para acompanhar o uso do benefício em um app.

Quanto custa o iFood cartão?

Segundo a diretora do iFood, o custo do serviço é baseado somente nas taxas cobradas pelas adquirentes (administradoras das máquinas de cartão). “Não cobramos nenhuma taxa das empresas pela utilização do produto, o que democratiza o benefício”, diz ela.

A facilidade em adquirir o iFood Benefícios é a maior vantagem para as empresas, principalmente aquelas que possuem menos colaboradores. Sobretudo os MEIs, pequenas e médias empresas, que são o público que o iFood e a Elo pretendem com essa nova solução.

Como funcionará o saldo único do iFood Benefícios?

Antes de mais nada, o usuário recebe um valor fixo mensal no iFood Benefício e poderá utilizar esses recursos em estabelecimentos que aceitam o vale-refeição ou o vale-alimentação.

Essa é uma solução que veio para ajudar com a nova realidade do trabalho remoto. Portanto, quem precisar fazer mais refeições em casa poderá optar por comprar os ingredientes no mercado e fazer a própria comida. Tudo isso usando o vale recebido pela empresa.

Sendo assim, o lançamento do iFood cartão também vai de encontro a novidade do trabalho híbrido, que é quando uma empresa opta por um regime intercalado entre o expediente presencial e online.

Por fim, essa será mais uma das formas que o iFood vai usar para fidelizar os seus clientes em uma única plataforma. E muito inteligente, por sinal!

Gostou do nosso conteúdo? Confira agora como funciona o iFood Refeição.