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Ingressos The Batman: saiba onde comprar e quanto custa

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Capa do filme The Batman

O tão esperado filme do The Batman finalmente chegou aos cinemas nesta quinta-feira, 3. É claro que a procura pelos ingressos The Batman está alta mesmo após o feriado de Carnaval.

Saiba que somente na pré-estreia, que aconteceu no dia primeiro, o filme já teve a segunda melhor bilheteria do feriado. Não tem como negar que o filme está mexendo com a mente dos fãs da DC e, consequentemente, arrecadando bastante com os ingressos do The Batman.

De acordo com os dados da Comscore, o filme arrecadou aproximadamente R$7,5 milhões, ficando atrás somente do filme Uncharted – Fora do Mapa, com R$7,92 milhões.

Para se ter uma ideia, a pré-estreia ficou na frente até mesmo do Homem-Aranha: Sem Volta para Casa, que já havia batido recordes de bilheteria, com R$1,95 milhão nas festa de fim de ano.

É importante ressaltar que esses dados são das arrecadações entre os períodos de 24 de fevereiro e 1º de março.

Como comprar os ingressos para assistir o The Batman

Bom, se você já está pensando em ir correndo para um cinema e garantir o seu ingresso para o The Batman, fique calmo. Ainda dá tempo de garantir o seu lugar para assistir o filme neste final de semana.

Mas antes, você precisa saber como fazer para comprar os ingressos do filme, certo?

+ Ingresso para o BioParque do Rio: veja quanto custa e como comprar

A boa notícia é que existem diversas formas de você conseguir garantir o ingresso do The Batman: nas próprias bilheterias, sites e até mesmo nos aplicativos dos cinemas.

imagem do batman
O filme The Batman bateu recorde de bilheteria já na pré-estreia

A única coisa que você precisa fazer é escolher a melhor opção para adquirir o seu ingresso. 

Quem for diretamente até um dos cinemas, poderá comprar os ingressos nas bilheterias ou até mesmo nos terminais de autoatendimento. É só escolher a sessão desejada, as poltronas e finalizar a compra.

Mas também é possível comprar pelos sites ou aplicativos das duas principais redes de cinema, como a  Kinoplex e UCI e, fazer o mesmo processo dos terminais de autoatendimento.

Ao optar pelas duas últimas opções, você ainda pode garantir os seus ingressos do The Batman com mais tranquilidade e conforto da sua casa.

Quanto custam os ingressos de The Batman?

Agora que você já sabe como comprar, que tal descobrir quanto custam os ingressos para assistir ao filme The Batman? Esta é uma informação importante para você se organizar financeiramente.

+ Harry Styles no Brasil! Veja quanto custam os ingressos e onde comprar

Para te ajudar, o FinanceOne traz a média de preço dos principais cinemas das redes UCI e Kinoplex, veja:

Ingresso The Batman na UCI

São Paulo

  • Legendado – inteira R$34,20 e meia R$19,20
  • Dublado – inteira R$34,20 e meia R$19,20

Rio de Janeiro

  • Legendado – inteira R$36,48 e meia R$20,48
  • Dublado – inteira R$36,48 e meia R$20,48

Fortaleza

  • Legendado – inteira R$38,76 e meia R$21,76
  • Dublado – inteira R$38,76 e meia R$21,76

Recife

  • Dublado – inteira R$29,64 e meia R$16,64

Salvador

  • Legendado – inteira R$36,48 e meia R$20,48
  • Dublado – inteira R$36,48 e meia R$20,48

Ingresso The Batman na Kinoplex

São Paulo

  • 2D – inteira R$32 e meia R$16
  • 3D – inteira R$36 e meia R$18

Rio de Janeiro

  • 2D – inteira R$40 e meia R$20
  • 3D – inteira R$42 e meia R$21

Fortaleza

  • 2D – inteira R$26 e meia R$13
  • 3D – inteira R$28 e meia R$14

Recife

  • 2D – inteira R$28 e meia R$14
  • 3D – inteira R$32 e meia R$16

Vale destacar que o valor dos ingressos podem aumentar de acordo, caso o cliente escolha alguma das salas especiais, como Kinoevolution ou Platinum. Além disso, os valores também podem sofrer alteração em sábados, domingos e feriados.

E não se esqueça de reservar um valor para sua alimentação. Tanto UCI quanto Kinoplex possuem combos na hora da compra. Sendo assim, é possível adquirir seu ingresso já com bebida e pipoca, além de guloseimas.

Gostou do artigo? Então compartilhe com aquele seu amigo que é fã de The Batman e convide-o para assistir o filme com você.

Por que é importante fazer um seguro de vida? Confira 5 motivos!

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Duas mãos segurando um recorte de papel representando família de 4 pessoas

Apenas 15% dos brasileiros possuem seguro de vida, segundo dados da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi). Mas você sabia que contratar este serviço pode ser muito mais vantajoso do que pensa?

Ao fazer investimentos em bens como uma casa ou um carro, é comum contratar um seguro. Até mesmo ao comprar celulares, principalmente por conta dos altos índices de furto.

Por que então as pessoas no Brasil ainda não contratam seguro de vida? Uma série de fatores podem ser apontados, mas neste artigo você irá descobrir quais benefícios pode ter ao contratar um bom seguro.

6 motivos para contratar um seguro de vida

A lista a seguir, que demonstra a importância dos seguros de vida, foi elaborada pela Sompo Seguros. Uma empresa do Grupo Sompo Holdings, que é um dos maiores grupos seguradores do mundo, fundado no Japão há mais de 130 anos.

#1 – Tranquilidade

Falar sobre fatalidades é um tema difícil para as pessoas. Muitos, inclusive, deixam de contratar um seguro de vida, porque não querem sequer encarar o fato de que todos estão sujeitos a elas.

Mas esse pensamento pode impedir alguém de enfrentar acontecimentos com maior tranquilidade. O seguro é a certeza de que a família do segurado terá o apoio financeiro para se restabelecer caso uma fatalidade aconteça.

Além disso, o próprio segurado poderá contar com uma indenização em caso invalidez, total e permanente, dependendo do seguro contratado. Mesmo em decorrência de uma doença, não apenas acidentes.

+ Bem-estar financeiro para mulheres: saiba como conquistar o seu

#2 – Proteção

Alguns serviços de seguro, além da indenização por si só, podem trazer ainda mais sossego para o futuro. Pois oferecem assistência aos filhos.

O que o pacote abrange deve ser consultado com a seguradora. Mas os serviços podem contemplar até babysitter; transporte escolar; remoção médica para a mãe ou o filho acidentado.

#3 – Saúde

Mais um benefício possível com um bom seguro de vida é o acesso a um programa de saúde e bem-estar personalizado. Além disso, o segurado pode usar o serviço para pedir por uma segunda opinião médica quando achar necessário.

#4 – Segurança financeira

Se uma fatalidade acontecer, cônjuge e filhos podem evitar preocupações financeiras adicionais. O acontecimento por si só já poderá trazer outras coisas no que pensar.

Se puder contar com uma garantia em indenização, certamente poderá passar pela situação de forma melhor.

+ Como está a saúde financeira da sua cidade?

#5 – Custo-benefício

Um dos motivos pelos quais o brasileiro não contrata o seguro de vida é o preço. Muitas acreditam que um seguro individual é caro.

Porém, é preciso considerar o custo-benefício. A Sompo explica que, se forem considerados os benefícios, o valor sai mais em conta do que um de automóvel, por exemplo.

6# – Possibilidade de resgate do valor aplicado

Com a economia patinando na crise, não são poucos os brasileiros que buscam uma alternativa no mercado financeiro que misture proteção familiar e investimento.

Pois essa é exatamente a característica principal do seguro de vida resgatável — o que justifica seu crescimento na atualidade.

O detalhe é que essa é uma modalidade pouco conhecida até por quem entende de aplicações financeiras.

Trata-se de um seguro de vida que traz as mesmas configurações de um seguro tradicional, mas que garante a constituição de uma reserva com parte dos valores aplicados, e o resgate deste montante caso ocorra o cancelamento do seguro.

dois pares de mão segurando uma representação de um coração
O seguro de vida é essencial para preservar o padrão financeiro da família em caso de ausência, doença grave ou acidente

Existe o melhor momento para contratar?

Existem alguns momentos-chave na vida de uma pessoa em que a contratação de um seguro de vida se torna mais atrativa, geralmente quando há maior preocupação com a proteção.

  • Início em uma profissão de risco, como esportista radical, policial, bombeiro;
  • Casamento;
  • Nascimento do primeiro filho;
  • Contração de dívida de longo prazo;
  • Descoberta de uma doença grave;
  • Chegada da velhice.

Com a chegada de novos membros ou a maior exposição a situações de risco, o medo de que uma tragédia prejudique a segurança financeira familiar aumenta. Portanto, surge a necessidade de contratar um seguro de vida com uma boa cobertura.

Normalmente, quando mais cedo ocorre a contratação, maior é o valor disponível para a família e menor o transtorno com questões de renda.

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Pensão alimentícia na guarda compartilhada: saiba como funciona

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família viajando para praia no dia das crianças

O casamento chega ao fim e, além da necessidade de cuidar da burocracia da divisão dos bens, também é preciso decidir como ficará a guarda compartilhada do filho.

Isso sem contar os casos de pais que nunca viveram juntos, mas, diante do nascimento da criança, precisam decidir quem viverá integralmente com ela.

Em ambos os casos, a decisão sobre com quem fica o filho pode acontecer de diferentes maneiras. A forma mais fácil é quando há um acordo entre os pais. No entanto, quando isso não é possível, geralmente a decisão ocorre via judicial.

Nesses casos, após analisar a situação financeira, familiar e social de ambos os pais, o juiz é quem define quem fica com o direito da guarda, assim como ficará a visitação.

Entretanto, juízes têm optado por privilegiar a guarda compartilhada. Isso por entenderem que se trata de um modelo que oferece mais benefícios ao desenvolvimento da criança.

+ Perguntas e respostas sobre pensão alimentícia

Guarda compartilhada e guarda unilateral

A Lei nº 13.058/2014 prevê duas espécies de guarda: a compartilhada e unilateral. Entenda a diferença entre elas:

1 – Guarda Unilateral: quando só um dos pais fica com a guarda (ou alguém que substitua os pais). Nesse caso, o genitor que não tem a guarda tem todo o direito de pedir informações sobre o filho (a) ao outro.

2 – Guarda Compartilhada: nesse tipo de guarda, ambos os pais têm responsabilidade pelo filho (a).

Existem ainda outras formas de guarda, e uma delas é a guarda alternada, que, na verdade, é uma construção doutrinária. Na guarda alternada, o filho ficaria, por exemplo, 15 dias com o pai e outros 15 dias com a mãe.

Genericamente, a guarda alternada vem sendo repudiada pelo nosso sistema jurídico, por conta do risco efetivo de dano ao menor, que teria suas raízes de relacionamento fortemente abaladas.

É muito comum escutar nas ruas, de amigos, ou em eventos e locais sociais, que a criança pode escolher. Na verdade, ela não pode, porque não tem capacidade de discernimento suficiente para fazer essa escolha.

A regra é que os pais compartilhem a guarda da criança. A criança só é ouvida em situações extremamente excepcionais, e sempre acompanhada de uma equipe especializada (membro do Ministério Público, psicólogos, assistente social, entre outros).

imagem de um pai e uma filha juntos
A guarda compartilhada não isenta o pagamento de pensão alimentícia

Guarda compartilhada não é obrigatória

Apesar de ser uma modalidade privilegiada pelos juízes, a guarda compartilhada não é obrigatória.

Ela é aplicada somente se não for prejudicial para a criança ou adolescente. Ou seja, há que prevalecer um entorno seguro para que a criança possa se desenvolver.

Caso isso não seja possível, a decisão tende a ser a guarda unilateral.

Nesta, um dos pais assume os deveres e responsabilidades pelo filho, enquanto o outro passa a pagar um valor de pensão, assim como a ter os dias previstos para visitação, que geralmente são de 15 em 15 dias.

+ Dicas de finanças para mães solteiras

Guarda compartilhada influencia a pensão alimentícia?

Uma dúvida muito recorrente paira sobre a obrigação de pagar a pensão alimentícia ao menor, em casos de guarda compartilhada.

Contudo, a modalidade não impede a fixação de alimentos, mesmo porque, nem sempre os genitores possuem as mesmas condições econômicas.

Muitas vezes não há alternância da residência habitual do filho, e a não cooperação do outro pode prejudicar o genitor guardião.

Como as despesas do filho devem ser divididas entre ambos os pais, a obrigação da pensão alimentícia pode ser exigida de um deles pela via judicial.

Assim, a guarda compartilhada não afasta a obrigação alimentar, que decorre dos deveres de assistência, criação e educação dos filhos menores de idade.

Gostou deste texto sobre guarda compartilhada? Quer ficar ainda mais por dentro do assunto? Então leia agora mesmo: como é feito o cálculo da pensão alimentícia!

Descubra as principais diferenças entre Fundos de pensão e previdência privada

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Homem idoso na natureza segurando um binóculo

Quem começa a investir com foco no longo prazo é porque quer se planejar para a aposentadoria. A partir desse objetivo, os brasileiros costumam aplicar o dinheiro em fundo de pensão ou previdência privada.

E você deve estar se perguntando qual é a diferença entre eles, como funcionam e as vantagens. Isso é comum. 

O que você precisa saber agora é que os dois planos são complementares e podem servir como uma renda adicional à da previdência pública/social (INSS).

É justamente por isso que eles vêm ganhando destaque entre os investidores e também entre as empresas que desejam oferecer um benefício extra aos seus colaboradores.

Para te ajudar a saber qual é a diferença entre fundos de pensão e previdência privada o FinanceOne preparou um conteúdo com as principais informações sobre esses investimentos.

O que são fundos de pensão?

Os fundos de pensão são planos fechados de Previdência Privada. São destinados a profissionais que trabalham em empresas, entidades de classe ou associações.

A instituição é quem oferece a modalidade de investimento com foco na aposentadoria.

Esses fundos podem ter o patrimônio alocado em ativos de renda fixa, renda variável ou no setor imobiliário.

Além disso, uma pequena parcela do capital pode estar investida em produtos estruturados, como Fundos Multimercados e Certificados de Operações Estruturadas (COEs).

+ Saiba como pagar menos imposto com a Previdência Privada

E quando o profissional se aposenta, passa a receber o benefício em parcelas mensais. Se ele sair da empresa, tem o direito de resgatar parte do dinheiro que contribuiu enquanto trabalhava.

Como o fundo de pensão funciona?

O servidor público ou o trabalhador de uma empresa contribui mensalmente com uma determinada quantia, enquanto a companhia contribui com outra parte. A soma das duas contribuições se transforma em um complemento para a aposentadoria do profissional.

A relação estabelecida entre o valor pago pelo colaborador e pela empresa é de 1 para 1. No entanto, para saber exatamente qual será a proporção, é importante ter atenção ao formato do contrato utilizado pela empresa.

Idoso bem vestido com mala
A previdência privada é para quem tem o foco em médio ou longo prazo

Como funciona a previdência privada?

Essa é outra modalidade de investimento para quem tem o foco em médio ou longo prazo. A previdência privada tem o objetivo de garantir que o seu titular ou beneficiário consiga uma renda futura, voltada para aposentadoria ou sucessão.

A partir de seus planos, qualquer pessoa consegue planejar a sua aposentadoria de forma autônoma e personalizada.

Assim, o beneficiário consegue complementar a aposentadoria pública e garantir um futuro financeiro mais equilibrado e adequado às suas necessidades.

O investidor também pode escolher um plano com grau de risco maior. Esses planos geralmente têm maior rentabilidade. Logo, a escolha do melhor fundo vai depender muito do perfil do investidor.

Quais são as características em comum?

Os fundos de pensão e previdência privada, embora se diferenciem em alguns pontos, possuem características comuns para os seus beneficiários e optantes. Entre elas, podemos citar:

Taxas

Os Fundos de Pensão costumam cobrar taxas de administração usadas para a manutenção do fundo. A Previdência Privada também cobra essa mesma taxa, que é descontada da rentabilidade do fundo.

O objetivo é cobrir os custos que a instituição tem ao administrar o plano de previdência.  

Segurança

Outro ponto em comum é que ambos são seguros e garantem a segurança dos investimentos. Mas, é válido, em todas as hipóteses, procurar conhecer a estratégia adotada pelo referido gestor, já que têm aplicações que podem apresentar riscos maiores.

Imposto de Renda

Outra semelhança é o Imposto de Renda (IR). Na Previdência Privada, o IR é cobrado  de acordo com o tipo de plano.

+ 9 formas de pagar menos imposto de renda

No Fundo de Pensão, a forma de recolhimento é muito semelhante, podendo incidir sobre os fundos de acordo com a tabela regressiva ou progressiva.

Conheça as vantagens de cada investimento

Tanto os Fundos de Pensão quanto a Previdência Privada tem as suas vantagens e para escolher qual é a melhor opção para você é preciso conhecê-la. Confira os benefícios de cada um abaixo!

Fundos de Pensão

Os fundos de pensão são administrados por entidades que não podem ter lucro com a operação. Assim, a tendência é que as taxas dos planos fechados sejam menores do que as praticadas pelos abertos.

Porém, essa prática não é regra. Assim, é interessante pesquisar com cuidado todas taxas executadas pelos fundos, antes de fazer a contratação de um plano.

Previdência Privada

O benefício da Previdência Privada é que para começar a investir não se tem uma idade mínima. Além disso, é possível flexibilizar o valor dos aportes, como por exemplo em um mês você pode investir R$25 e no outro R$150.

Outra vantagem é que você tem total liberdade de escolher como será realizado o resgate do seu investimento.

Gostou do conteúdo? Então compartilhe com mais pessoas para que todos possam entender as diferenças e pontos em comum entre os dois investimentos.

Veja os 4 principais erros ao declarar investimentos no Imposto de Renda

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celular com tela aberta no aplicativo da Receita Federal

Alguns investidores gostam de emoção e acabam deixando para última hora a declaração dos investimentos no Imposto de Renda.

Nos últimos anos, o número de pessoas cadastradas na Bolsa de Valores aumentou, ou seja, entraram no mercado muitos novos investidores. O que essas novas pessoas talvez não saibam, por exemplo, é que é necessário declarar os investimentos no IR.

Além disso, deixar para declarar os investimentos de última hora pode ser uma má escolha, já que quanto mais perto de declarar, mais dúvidas vão surgindo. Isso porque a declaração de investimentos no Imposto de Renda tem muitos detalhes.

Para te ajudar a evitar erros, veja quais são os principais enganos que os investidores cometem na hora de declarar o Imposto de Renda. Além disso, também vamos mostrar como declarar de maneira certinha. Boa leitura!

+ Imposto de Renda 2022: confira as possíveis mudanças

Principais erros na hora de declarar os investimentos no Imposto de Renda

1- Não reunir a documentação necessária de forma antecipada

Os investidores que deixam tudo para última hora acabam tendo dor de cabeça. Neste caso, conseguir se adiantar, sobretudo com relação aos documentos, é essencial.

Ou seja, reúna os documentos e as informações necessárias para declarar os investimentos. Aqui nesse primeiro erro, entram os seguintes documentos:

  • Os valores apurados mensalmente de perdas e ganhos com aplicações financeiras;
  • Os Darfs pagos;
  • O informe de rendimentos da corretora;
  • Os informativos de rendimentos que as empresas que você investe enviaram;
  • Informe todas as corretoras que você tem conta.

+ Entenda como emitir e pagar DARF para investimentos

2 – Não declarar investimentos isentos

Para não ter dores de cabeças no futuro, aqui vale a máxima: declare todos os investimentos no Imposto de Renda, incluindo os que são isentos de tributos.

  • Debêntures;
  • Poupança;
  • Dividendos;
  • Letras de Crédito Imobiliário (LCI);
  • Letras de Crédito do Agronegócio (LCA);
  • Certificado de Recebíveis Imobiliário (CRI);
  • Certificado de Recebíveis do Agronegócio (CRA).

+ LCI e LCA: saiba o que são e como investir

3 – Colocar os números errados na hora do preenchimento

Preencher a declaração do Imposto de Renda pode trazer problemas ao contribuinte. Um zero a mais ou um a menos, por exemplo, pode ser o bastante para que o contribuinte caia na malha fina. Por isso, tenha atenção na hora de preencher a declaração do IR.

Computador com a tela do site da Receita Federal
Saber os principais erros na hora de declarar o Imposto de Renda evita prejuízos com a Receita

4 – Não informar na declaração os lucros com ações

Os investidores que conseguem lucros com ações durante o ano precisam calcular o imposto devido, assim como realizar o pagamento da DARF via Receita Federal.

Vale lembrar que a regra também vale para quem é isento do Imposto de Renda com base na renda anual, mas teve ganho através da alienação de um investimento de renda variável.

Quem obteve lucros com vendas de ações até R$20 mil no mês está isento do IR. Já os valores acima desse valor será necessário pagar 15% sobre os ganhos.

Como fazer a declaração do Imposto de Renda sendo investidor?

O contribuinte que começou a investir recentemente precisa ter em mente que isso terá obrigações fiscais. Por isso, é importante conhecer todas as regras para fazer os cálculos corretamente na hora de declarar os investimentos no Imposto de Renda.

Ao aplicar dinheiro da bolsa de valores, por exemplo, o investidor estará ciente que será cobrado imposto de renda sobre o lucro e não o valor total da aplicação.

Além disso, há também outros pontos importantes para se levar em consideração na hora de fazer a declaração do imposto de renda. Um deles é verificar se você aplica em investimentos que são isentos, pois caso não, poderá haver retenção do valor.

Normalmente, a Receita indica que o investidor declare tudo, mesmo que ele não precise pagar por isso. Caso seja identificada alguma irregularidade, o contribuinte deverá pagar uma multa e pode ter o seu CPF suspenso.

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NFT do Picasso: saiba quanto vão custar as obras

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Pablo Picasso sentado em frente e uma de suas obras

Você não leu errado: teremos NFT até das obras de Picasso. O legado do artista espanhol que marcou o cubismo agora para o mundo virtual. 

A família Picasso anunciou que transformará obras do falecido em NTFs – tokens não-fungíveis. O comunicado veio por meio da neta, Marina Picasso. 

É verdade que alguns desentendimentos familiares após o anúncio prejudicaram as vendas dos primeiros tokens – mesmo com celebridades como o cantor John Legend promovendo o projeto –, mas as coisas agora parecem estar resolvidas. 

Acontece que Claude Picasso – um dos filhos de Pablo, chefe da Administração Picasso e único que poderia aprovar o projeto – de início não aprovou o projeto digital. Agora, no entanto, ele endossa a proposta. 

“Infelizmente, nossas ideias não foram comunicadas como deveriam, e em relação a alguns membros da minha família que já tinham uma opinião divergente, houve realmente um mal-entendido que não adiantou nada. Tenho o apoio do meu tio, Claude Picasso… ele dedicou sua vida a proteger o legado de meu avô, seu pai”, explicou Marina.

Os herdeiros do artista, então, chegaram a um acordo e Marina, junto com seu filho Florian, vão continuar produzindo NFTs. Confira o pronunciamento da neta do artista no Youtube:

+ Saiba o que é preciso e como comprar um NFT dos Beatles

Quanto vai custar a NFT da coleção de Picasso?

Colecionadores poderão ter versões digitais de artes de Pablo Picasso graças ao projeto com uma coleção de NFTs Ethereum. A coleção, nas vasilhas do artista, se chama Mand and the Beat. 

Cada NFT do Picasso é vendido por 2 ETH. Ou seja, cerca de R$27 mil, na cotação desta sexta-feira, 25 de fevereiro. Ao comprar um token, o colecionador detém a propriedade de um arquivo em formato .mp4 da obra. 

Isso porque os NFTs também virão com músicas. As canções são obras de Florian Picasso, que é DJ e produtor musical, junto com o compositor e cantor John Legend e o rapper Nas. 

A conversão das obras em NFT começou com uma cerâmica – uma saladeira datada de outubro de 1958 – nunca antes exposta publicamente. Ela foi convertida em 1.010 peças de arte digital, ativos criptográficos.

NFT de Picasso vai a leilão em março

De acordo com a revista Veja, um leilão será realizado em março pela Sotheby’s para vender a cerâmica. Ou melhor, a NFT da obra de Picasso. 

Uma parte da renda será doada para uma instituição de caridade e outra para uma organização não governamental que ajuda a reduzir o carbono na atmosfera. 

Com a aprovação de Claude Picasso, a expectativa é que o cenário se torne mais favorável e as vendas da dos tokens obtenham mais sucesso.

Pablo Ruiz Picasso, além de pintor, foi escultor, ceramista, cenógrafo, poeta e dramaturgo. O artista espanhol foi um dos maiores mestres da arte do século XX e considerado um dos fundadores do cubismo. Ele morreu em 1973, aos 91 anos.

Como funciona uma NFT?

Para entender por que as pessoas se interessaram por uma NFT do Picasso, é necessário compreender o que são esses “tokens não fungíveis” ou “Non-fungible Token”, em inglês. 

Esses tokens nada mais são que um certificado digital de propriedade, que usa o blockchain para armazenar e emitir o atestado. Ou seja, ele garante que um bem digital é exclusivo e original.

Quem comprar um token de uma obra de Picasso será dono desse arquivo digital. Mesmo que ela seja replicado em cópias, somente o verdadeiro dono terá a posse real do token e poderá vendê-lo, por exemplo, pelo preço que vale. 

Não apenas obras de arte podem ser convertidas em NFTs, mas também fotos, vídeos, áudios, músicas etc. O ativo digital é peça única e, portanto, pode se valorizar ainda mais com o tempo.

Gostou do conteúdo? Então compartilhe com seus amigos e deixe um comentário! Leia também: NFT da Disney: gigante do entretenimento deve investir milhões em tokens.

Saiba como investir em criptomoedas na Bolsa de Valores

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Três criptomoedas - Litecoin, Ethereum e Bitcoin

As moedas digitais alcançaram uma valorização surpreendente, se tornando ativos essenciais para qualquer carteira de investimento. A boa notícia para quem deseja aproveitar o momento é que ficou mais fácil investir em criptomoedas na Bolsa de Valores.

Quer saber como investir em criptomoedas? Continue a leitura desse texto para saber mais!

Como investir em criptomoedas na B3?

Investir em criptmoedas na Bolsa de Valores é bem fácil. Basta ingressar em uma Exchange Traded Funds (ETF). Contudo, a primeira diferença que o investidor irá perceber entre um fundo de investimento e um ETF será na hora de executar a compra.

Tal qual uma ação, um ETF é negociado no pregão da bolsa, no Home Broker da sua corretora. Investidores que adquirirem ações do ETF terão posse indireta dos Bitcoins e o preço de cada ação irá variar com base na atividade de venda e compra do ETF ao longo do dia.

Agora, os investidores brasileiros, inclusive pequenos investidores, poderão adquirir cotas do ETF diretamente pela B3, sem restrição de exposição.

Afinal, um ETF do Bitcoin seria então, uma maneira de investir na criptomoeda sem a exposição a alguns riscos inerentes a tecnologia. Uma vez que o detentor deste ativo não necessitaria da custódia da criptomoeda. Isto é, não estaria exposto a um possível ataque hacker.

Além disso, todas as corretoras reguladas pela Securities and Exchange Commission (SEC) poderiam investir neste tipo de ativo diretamente, sem a necessidade de um intermédio de uma exchange especializada.

Considerando a enorme trajetória de crescimento após o lançamento de ETFs de ouro, muitos acreditam que uma correlação positiva e parecida poderia existir entre os preços do Bitcoin e os ETFs de Bitcoin.

Quais são as criptomoedas mais valorizadas do mercado?

Quando falamos em criptomoedas, o primeiro nome que passa pela cabeça dos investidores é Bitcoin. Porém, existem outras alternativas também populares e valorizadas no mercado de moedas virtuais. 

  • Bitcoin: essa criptomoeda foi criada em 2008 de uma forma considerada misteriosa. O que é certo afirmar é que trata-se de um programador, ou grupo de programadores, que utiliza o pseudônimo de Satoshi Nakamoto;
  • Litecoin: essa criptomoeda utiliza a mesma criptografia do Bitcoin, porém, possui uma mais velocidade em sua negociação. Essa moeda foi fundada em 2011;
  • Stellar Lumens: desenvolvida por Jed McCaleb, essa critptomoeda conta com uma parceria com a companhia internacional IBM;
  • Ethereum ou Ether: essa é a criptomoeda da plataforma Ethereum, fundada em 2013 pelo programador Vitalik Buterin. É considerada a segunda maior moeda virtual do mundo, atrás apenas do Bitcoin.
Cofre de porquinho e várias moedas digitais do Bitcoin
Banco do Brasil e Itaú anunciam que vão oferecer opções para investir em criptomoedas para seus clientes

Qual o valor mínimo para investir em criptomoedas na Bolsa de Valores?

O valor mínimo para investir em criptomoedas é uma outra questão e muitos investidores têm dúvidas sobre isso.

Assim como outros investimentos, não existe um valor mínimo para realizar esse investimento. No caso do investimento direto, via exchanges, por exemplo, algumas determinam valores mínimos, no entanto, não há uma regra.

Já para o investimento em criptomoedas por meio do ETF o valor mínimo depende do preço e negociação deste ativo. 

Clientes do BB e Itaú poderão investir em bitcoin e criptomoedas

Os acionistas do Banco do Brasil e do Itaú poderão investir em criptomoedas na Bolsa de Valores. Com isso, se tornam os primeiros dos “bancões” a oferecer um produto exposto a criptomoedas.

O BB vai oferecer a seus clientes a compra do ETF de criptomoedas da Hashdex, o HASH11. Com a ação, a instituição será o primeiro banco público do mundo a oferecer exposição a criptomoedas para seus clientes.

Já os correntistas do Itaú poderão investir no primeiro ETF de criptomoedas criado pela gestora Hashdex, o Hashdex Nasdaq Crypto Index (HASH11). O Itaú, junto com o BTG e a Genial, participaram do lançamento do fundo.

A aprovação de produtos de investimento ligados aos criptoativos nos mercados tradicionais é apontada por especialistas como fator determinante para o crescimento e desenvolvimento do setor.

Isso deve-se ao seu alcance e facilidade de acesso, que podem acelerar a adoção da classe de ativos digitais.

Senado aprova PL das criptomoedas: entenda o que diz a proposta!

Apesar do mercado de criptomoedas está crescendo cada vez mais no Brasil, elas ainda não foram regulamentadas. Mas, na última terça-feira, 22, o Senado Federal aprovou o PL das criptomoedas.

A proposta aprovada pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) cria regras e regula as operações realizadas aqui no país quando o assunto é criptoativos. A PL das criptomoedas ainda vai colaborar no combate aos crimes relacionados às moedas virtuais.

Vale ressaltar que o Projeto de Lei 3.825/2019 é de autoria do senador Flávio Arns, do partido do PODEMOS-PR. 

Mas o que muda com o Senado aprovando o PL das criptomoedas?

A primeira coisa que você precisa ter em mente é que para a PL das criptomoedas se tornar de fato Lei ainda é necessário que ela seja votada no plenário do Senado e da Câmara. Somente depois disso ela será enviada para sanção do presidente Jair Bolsonaro.

+ Saiba mais aqui sobre a aprovação do Senado para o PL das criptomoedas

Ficou interessado em começar sua aplicação na modalidade? Veja aqui outras maneiras de como investir em bitcoin e outras criptomoedas!

Descubra se pagamento por aproximação é seguro e se vale a pena

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cartão sendo aproximado de uma máquina de cartão

Você é daqueles que preza pela praticidade e por isso prefere pagar com cartão ao invés de cédula? Então, provavelmente já ouviu falar do pagamento por aproximação – que pode ser feito tanto via cartão físico como por smartphone. 

Essa solução financeira surgiu recentemente, e ganhou força durante a pandemia da covid-19, em um contexto de melhores hábitos de higiene. Afinal, ao pagar por aproximação, você não precisa entrar em contato direto com maquininhas e, principalmente, com dinheiro em espécie.

O pagamento por aproximação se popularizou de tamanha forma que, em 2021 a modalidade teve um aumento de 540% na preferência do público! Mas, afinal, será que seu uso é seguro? Acompanhe o texto a seguir e saiba tudo sobre.

Como funciona o pagamento por aproximação?

O pagamento por aproximação é uma novidade e tanto para quem está acostumado a utilizar cartão de débito ou crédito, já que promete ser uma alternativa mais prática para o dia a dia. Porém, por ser uma novidade, ainda gera muitas dúvidas – em especial, sobre o quesito segurança.

A tecnologia contactless – ou seja, “sem contato” –, por trás dessa inovação permite que o chip do cartão de crédito seja reconhecido sem a necessidade de inseri-lo em uma maquininha. Além disso, é possível eliminar uma etapa do processo, já que não necessita do uso de senha, dependendo do valor.

Agora, ao invés de inserir o cartão e digitar a senha, você pode apenas aproximá-lo da máquina ou de um aparelho que possua a tecnologia NFC (Near Field Communication) – em português, comunicação por campo de proximidade.

Dependendo da situação, você sequer precisa ter o cartão de crédito em mãos. Ao cadastrar seu cartão em um aplicativo móvel como o Google Pay, é possível realizar pagamentos pela aproximação do celular. Em geral, valores de até R$200 não exigem senha.

cartão de crédito é passado entre duas mãos
A tecnologia contacless otimiza o pagamento e gera maior segurança para os usuários. (Fonte: Divulgação)

Pagamento contactless é seguro?

O uso do pagamento por aproximação ainda é uma incógnita para muitos usuários, já que a sua praticidade também parece ser sinônimo de insegurança. Na prática, entretanto, é justamente o contrário. Por ter menos contato com a maquininha de cartão – essa sim, um instrumento que pode ser utilizado indevidamente –, a tecnologia diminui a chance de clone.

Como o cartão não entra em contato direto com a máquina, menos informações são repassadas para o recebedor. O código de segurança de três dígitos, por exemplo, não é solicitado nestes casos.

Outra dúvida é a respeito de eventuais perdas ou furtos do cartão. O prejuízo seria menor, já que o contactless é limitado a cinco usos por dia e tem limitação de valor. Além disso, você pode bloquear o uso do cartão via aplicativo digital, sempre que achar necessário.

Quais as vantagens do cartão contactless?

As vantagens do pagamento por aproximação vão muito além da praticidade. Rápido, seguro e moderno, ele agiliza processos e oferece maior comodidade para você realizar suas compras. Confira alguns benefícios:

  • Garante maior agilidade no processo de reconhecimento das compras;
  • O pagamento é aprovado quase que instantaneamente;
  • Se utiliza de tecnologia criptografada;
  • Não há contato direto entre máquinas e cartões;
  • Dependendo da administradora, há descontos e uso de cashback;
  • É mais higiênico.

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ROI: o que significa e como calcular o Retorno sobre Investimento?

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casal tentando abrir uma empresa pelo computador

Quem tem empresa já deve ter escutado diversas vezes sobre o termo “ROI”, mas você sabe o que ele significa? Entender sobre é de extrema importância para fazer novos investimentos no seu negócio.

É dessa forma que você consegue visualizar se o investimento que está pensando dará certo ou não para a sua empresa. Além disso, também é por meio do ROI que é possível avaliar se as estratégias estão dando resultados e se elas são capazes de alcançar as metas propostas.

Você já deve estar percebendo a importância do ROI, certo? Mas afinal o que isso significa e como calcular? É o que você vai descobrir neste artigo!

O que é ROI?

O Retorno Sobre Investimento, ou ROI, é um indicador que calcula quanto que uma empresa está ganhando ou perdendo em cada investimento realizado. Ele pode ser calculado em diversos setores do mercado, seja uma grande empresa até mesmo a pequenos comércios.

+ Quais são os direitos do acionista de uma empresa? Confira!

Mas quais seriam esses investimentos? Qualquer um que vise lucro para o negócio futuramente, seja a curto, médio ou longo prazo. Sendo assim podem ser considerados:

  • Campanhas de marketing;
  • Treinamentos de vendas;
  • Aquisição de novas ferramentas, como de gestão;
  • Cursos;
  • Entre outros.

Além disso, Retorno Sobre Investimento ainda colabora na otimização de resultados de campanhas que já estão dando resultados positivos para o seu negócio.

grupo de pessoas realizando planejamento empresarial
O planejamento empresarial

Como faço para calcular o ROI?

Bom, agora que você já está mais familiarizado sobre o que é o ROI, deve está se perguntando como é feito o cálculo deste índice tão importante, certo?

Para realizar o cálculo do Retorno Sobre Investimento, existe uma fórmula que ajuda a tornar o processo mais simples e fácil, vamos a ela:

ROI = (receita – custo)/custo x 100

A boa notícia é que essa fórmula se adapta a diversos setores do seu negócio. 

Dessa forma, você pode analisá-lo como um todo ou individualmente. Vale ressaltar, ainda, que ao usar a fórmula é possível achar quais são os erros e problemas que você pode estar passando dentro do seu negócio. 

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Outra informação importante é que o resultado final do seu cálculo deverá ser em porcentagem. Isso vai facilitar quando você for comparar o ROI das estratégias que usa.

Entendendo a fórmula ROI

Quer entender melhor a fórmula de cálculo do ROI? Primeiro, você precisa saber que a multiplicação por 100 é que vai tornar este valor uma porcentagem.

Agora, a seguir, entenda o que significa cada parte da fórmula para fica mais fácil de realizar a soma:

-> Custo: todos os gastos e despesas que são colocados para determinado projeto ou ação.

-> Receita: ganhos financeiros que são decorrentes de determinada decisão.

ROI bom: o que é?

No mercado, muito se fala sobre o ROI bom, mas nem todo mundo sabe o que é e se há um impacto relevante para determinado projeto ou ação.

Primeiro, muitos se perguntam: existe de fato um ROI bom? A resposta para essa pergunta depende de diversos fatores e pode ser bem relativa. Afinal, decidir ir à frente com um projeto nem sempre vai ser calculável ao ponto de saber se o ROI é bom ou ruim.

Em suma, depende de várias situações. Para entender melhor, o Nubank explica que:

“Uma ação pode ter um ROI altíssimo, mas causar algum dano à reputação da marca, por exemplo. No extremo oposto, um projeto de custo alto e pouca receita pode gerar resultados positivos pouco tangíveis.”

Além disso, o cálculo do ROI também precisa levar em conta as limitações e o período em que ele é calculado. Isso vai definir mais precisamente se o ROI é bom ou ruim.

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O que também pode alterar a percepção de um ROI é: o tamanho do investimento, a inflação, a sazonalidade, o tipo de negócio, entre outros fatores.

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Quantos Pix é possível fazer por dia? Descubra!

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Homem segurando celular com imagem de PIX na tela

Já não é novidade para ninguém que o Pix é o queridinho dos brasileiros para realizar transferências e pagamentos. Esse método tem sido tão utilizado que em fevereiro de 2021 o número de transações realizadas foi maior que o de TEDs e DOCs, de acordo com o Banco Central.

Mas será que existe limite de transações para serem realizadas no Pix? A resposta é simples: não tem um limite para que você possa realizar ou receber por meio dessa nova forma de pagamento, mas pode haver algumas limitações quanto ao valor.

Quer entender mais sobre? Preparamos esse artigo com todas as informações que você precisa saber.

Descubra o limite de valor para transferir no Pix

Sim, alguns bancos podem estabelecer limites de valor máximo para que os clientes realizem transferências ou pagamentos por meio do Pix.

Com as novas regras divulgadas pelo Banco Central, por exemplo, o limite de transferência de valor para o Pix é de R$1 mil no período da noite, por exemplo. Essa regra vale para pessoas físicas, incluindo os microempreendedores individuais.

Vale ressaltar ainda que se você quiser pode colocar um limite máximo de pagamento e/ou transferência que pode ser movimentado em um único dia. Mas atenção: a forma que isso é feito varia de acordo com cada instituição financeira.

Por isso, se você quiser colocar esse limite na sua conta, o ideal é que você procure no internet banking ou no aplicativo, na parte do Pix, algo como “Meus limites Pix”. Caso prefira, você também pode entrar em contato com o seu banco.

Pessoa usando aplicativo do Pix para fazer Pix noturno
Os clientes que quiserem podem limitar a quantidade de Pix enviados

E essa medida de limitar tanto a quantidade quanto os valores de transações pode ser vista como uma forma de segurança. Assim, caso alguém tenha acesso a sua conta não poderá retirar todo o dinheiro dela.

Por que definir um limite diário no Pix?

Pode parecer estranho, mas estabelecer um limite nas suas transações Pix é bom e pode se tornar importante para a sua vida financeira. Como é muito fácil, rápido e caiu na boca do povo, o Pix pode acabar fazendo você perder o controle da sua conta corrente.

Por isso, definir um limite diário pode te ajudar nessa missão de manter sempre em dia os seus dados e conseguir acompanhar todas as suas transações. Afinal, você sabe que não terá feito mais do que o limite definido.

+ É possível transferir Pix para quem não tem chave cadastrada? Descubra!

Além disso, é importante adequar o Pix à sua realidade financeira. Essa é, inclusive, a opinião do Banco Nubank, que diz:

“Se o valor médio das suas transferências Pix é R$200, por exemplo, colocar um limite diário em torno disso é uma forma de dificultar movimentações maiores sem prejudicar sua experiência.”

Pix cresceu 148% no início de 2021

O método de pagamentos por meio do Pix começou a operar no final de 2020. E rapidamente começou a ser popular e praticamente todo mundo já aderiu.

Recentemente, o Banco Central informou que o número de transações de pessoa física para pessoa jurídica cresceu 148%, isso apenas no primeiro trimestre de 2021. Exemplo disso é que, em janeiro, foram 14,1 milhões de operações contra 35 milhões em março.

A expectativa é de que o Pix continue crescendo e consiga números ainda mais significativos.

Pix saque e Pix troco: saiba mais sobre essas funcionalidades

O Banco Central divulgou as modalidades do Pix: é o Pix Saque, que permitirá o saque em dinheiro nos estabelecimentos comerciais; e o Pix Troco, que também vai permitir saque, mas somente se associado a uma compra ou prestação de serviço.

Ou seja, com as novas funcionalidades os clientes poderão fazer saques em estabelecimentos comerciais, e não mais apenas nos caixas eletrônicos.

A oferta dos novos produtos, no entanto, é opcional e depende de adaptação dos sistemas das lojas.

Antes da modificação, o Pix permitia pagamentos e transferências apenas entre pessoas, empresas e governo 24 horas por dia, durante os sete dias da semana.

Vale lembrar que limite máximo das transações será de R$500 durante o dia, e de R$100 a noite, sendo de 20h às 6h, segundo o Banco Central.

Há, contudo, liberdade para que os estabelecimentos trabalhem com limites inferiores a esses valores caso considerem mais adequado.

O que fazer se receber um PIX por engano? Como devolver?

Você sabe o que fazer caso perceba que recebeu um PIX por engano? Recentemente, a TV Globo entrou com uma ação judicial porque fez um PIX por engano no valor de R$318 mil.

Segundo o site Notícias da TV, um funcionário do plim-plim errou os dados ao realizar uma transferência bancária, ou seja, depositou o valor para a pessoa errada.

Ao perceber o dinheiro em sua conta bancária, o homem que recebeu o PIX decidiu utilizar o dinheiro.

Toda confusão começou quando a TV Globo celebrou um acordo trabalhista e transferiu o valor para a pessoa errada. O setor jurídico da Globo, no entanto, conseguiu o contato do ‘felizardo’ alguns dias depois, mas ele se negou a devolver o valor. Confira aqui o que fazer se você receber um PIX por engano.

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