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Bolsa do Povo SP: saiba como sacar o benefício com o voucher

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Doria segurando o cartão Bolsa do Povo

O Bolsa do Povo SP, considerado o maior programa de assistência social e transferência de renda da história do Estado de São Paulo, está realizando o pagamento por meio de voucher. Com a novidade, muitos beneficiários começaram a ter dúvidas de como sacar o dinheiro. 

O voucher do Bolsa do Povo SP tem sido disponibilizado com o objetivo de viabilizar que os paulistanos recebam o dinheiro antes do prazo de emissão do cartão. Além disso, também é uma forma de oferecer mais segurança para quem recebe o dinheiro.

Mas como emitir o voucher? Como fazer o saque do benefício com o voucher? Essas são algumas perguntas que muitos beneficiários estão fazendo.

+ Bolsa Empreendedor SP: confira o que é e como se cadastrar

Se você, assim como muitos paulistanos, ainda não conseguiu entender como vai funcionar o voucher no Bolsa do Povo SP, fique tranquilo. Neste artigo você vai tirar as suas principais dúvidas.

Como acessar os vouchers digitais do Bolsa do Povo SP

Antes de você saber como é o processo para sacar o dinheiro do Bolsa do Povo SP por meio de voucher, é preciso saber como acessá-lo, correto? Até porque só tendo em mãos o voucher que você consegue sacar o valor.

E para te ajudar, preparamos um passo a passo. Confira!

  • 1º passo: acesse o site do Bolsa do Povo SP e clique em “Entrar”;
  • 2º passo: informe os seus dados para login, depois que a página carregar vá até “Meus vouchers”, caso você receba por e-mail clique no código enviado mas caso seja pelo telefone informe o código que você recebeu;
  • 3º passo: pronto, você já consegue visualizar o seu voucher digital. Vale frisar que ele é composto por um número de protocolo e senha.

Percebeu como o processo é simples e fácil? Caso você ainda tenha alguma dúvida, pode entrar em contato pela central de atendimento do Bolsa do Povo pelo telefone 0800-7979 800 ou pelo whatsapp (11) 98714-2645.

Quer ver o passo a passo de forma mais fácil? Confira o vídeo abaixo!

Como sacar o Bolsa do Povo SP com voucher?

Agora que você já aprendeu o passo a passo para acessar o voucher digital do benefício Bolsa do Povo SP, precisa saber como funciona o saque. Está pronto?

Primeiro, saiba que o processo é bem fácil e você pode optar em fazer em qualquer terminal do Banco do Brasil ou em caixas 24Horas.

  • 1º passo: vá até um terminal de autoatendimento (caixa eletrônico), clique em ‘opções sem cartão’ e depois em ‘próximo’; e
  • 2º passo: depois, selecione ‘benefícios emergenciais’ e digite o seu protocolo e senha.

Para ter acesso ao seu número de protocolo e senha basta acessar o portal do Bolsa do Povo SP.

É importante lembrar que com o voucher é possível sacar somente o valor integral. Desse modo, não tem como você retirar uma quantia parcial e deixar o restante para pegar depois. Além disso, essas informações de protocolo e senha são pessoais e não devem ser compartilhadas.

Afinal, se forem compartilhados, qualquer pessoa com estes dados poderá sacar o benefício no seu lugar.

Caso tenha alguma dúvida, entre em contato com a central de atendimento.

Quer saber melhor o passo a passo? Então confira o vídeo explicativo a seguir:

Quem recebe o Bolsa do Povo SP?

As inscrições para o programa Bolsa do Povo SP foram recebidas até 7 de fevereiro. Ele é voltado para a população vulnerável, preferencialmente as mulheres. 

Apenas foram aceitas inscrições de moradores do estado de São Paulo que atendessem aos seguintes critérios:

  • desempregados
  • maiores de 18 anos 
  • com renda familiar de até meio salário mínimo por pessoa

Além disso, esses desempregados não podem ser beneficiários de Seguro Desemprego ou qualquer outro programa assistencial equivalente.

A seleção aconteceu de forma imediata? Não! Primeiro, os interessados responderam a um questionário socioeconômico para, então, serem selecionados. 

Neste processo foram priorizadas as mulheres, maiores encargos familiares, tempo de desemprego e maior idade.

Quer saber mais? Então veja o que fazer em caso de perda do cartão do Bolsa do Povo SP.

MetaMask: saiba o que é, como funciona e como utilizar

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desenho do rosto de uma raposa, simbolo da MetaMask

Você sabe o que é MetaMask? Conhecido como carteira de criptomoedas, o Metamask é uma extensão web utilizada para interagir com a blockchain Ethereum.

E como ela faz isso? Ela permite que investidores usem sua carteira Ethereum utilizando uma aplicação móvel ou uma extensão de navegador, bem como interagir com sites de aplicações descentralizadas (dApps) e contratos inteligentes.

Ao usar a extensão do seu browser, você pode enviar e receber criptomoedas à base de Ethereum e tokens, gerir chaves de contas e visualizar as suas transações.

Com isto, os utilizadores podem realizar atividades Ethereum e DeFi sem precisar de correr múltiplas aplicações ao mesmo tempo.

Vale destacar que a carteira opera via Javascript, implementando um objeto Web3 no site que visita.

No entanto, tenha em mente que isto não afeta o computador. A carteira apenas adiciona funcionalidades para tornar o acesso à blockchain Ethereum mais fácil.

Como baixar o MetaMask?

Existem diferentes formas de usar o MetaMask. Você pode instalar uma extensão no seu Google Chrome ou baixar como um app para Android ou iOS.

Embora a MetaMask suporte também o Mozilla Firefox, o Edge e o Brave, recomendamos o uso do Google Chrome para essa carteira digital.

No site da MetaMask, clique em “Download Now” e depois escolha a forma de instalar. Quando você executar a MetaMask pela primeira vez, clique em “Get Started” e depois em “Create a Wallet”.

Leia as permissões e, caso aceite, clique em “I agree”. Após isso, crie sua senha, leia os termos e condições e, caso aceite, avance para a próxima página, onde veremos nossa frase de recuperação.

+ Como minerar Ethereum? Vale a pena? Veja passo a passo

Onde comprar?

Esta carteira é gratuita para usar. Você pode fazer o download das extensões para navegador no site oficial.

Se não tiver certeza sobre essa carteira em particular, você também pode analisar outras opções de carteiras que são igualmente seguras: Enjin, Xapo ou Coinomi.

Taxas da MetaMask

Para começar a usufruir dos recursos desta carteira, antes de mais nada, é necessário ter uma pequena quantidade de Ethereum para iniciar suas primeiras transações. Estas transações são definidas com base na rede, isto é, lentas, normais ou rápidas.

Assim, antes de realizar qualquer tipo de transação, antes, é preciso definir qual o nível de processamento para ser concluída.

Veja que a carteira oferece algumas taxas que variam de acordo com as opções escolhidas pelo usuário.

Neste caso, é necessário ir até a guia Opções Avançadas e personalizar de acordo com a sua preferência – mas é importante lembrar que escolher uma taxa abaixo do valor médio, pode fazer com que sua transação nunca seja concluída.

Além disso, estas taxas são calculadas a partir de Giga Wei ou Gwei; e o pagamento das taxas é distribuído entre os mineradores da rede.

página onde é possível baixar a MetaMask
A instalação do MetaMask não envolve grandes dificuldades

Vantagem da MetaMask

A MetaMask é bastante fácil de usar, ainda mais quando se considera sua interface amigável ao usuário. Caso você seja novo no mundo de Ethereum e tokens ERC-20, talvez precise estudar um pouco a plataforma para dominar a forma como ela funciona antes de adicionar suas moedas.

Ainda assim, é muito fácil de entendê-la. Afinal, a carteira suporta 18 idiomas, facilitando ainda mais seu acesso.

+ 4 coisas que você precisa saber sobre a MetaMask

Nela, você consegue configurar sua carteira de forma simples, ao fazer o download da extensão para o navegador que você usa. Clique no ícone da MetaMask assim que ele aparecer em seu navegador e avance as etapas para criar sua carteira.

Contudo, assegure-se de criar uma senha forte e segura. Nunca se esqueça de copiar e guardar a sua frase semente de 12 palavras que será exibida após criar sua senha.

Lembre-se que você precisará dessa frase para restaurar sua conta caso perca sua senha. Após essa etapa, você poderá começar a enviar e receber ativos digitais usando sua carteira MetaMask.

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Confira a lista dos NFTs mais caros do mundo

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Ilustração com a sigla NFT

Você já percebeu que cada vez mais estão sendo noticiados os NFTs mais caros? Afinal, as vendas destes tokens não-fungíveis têm chamado a atenção dos investidores, pelo simples fato de elas estarem sendo realizadas na casa dos bilhões de reais. 

Para se ter uma ideia, somente em 2020, o mercado dos NFTs movimentou US$24,9 bilhões, que na conversão seriam cerca de R$130 bilhões. Os dados são da DappRadar.

Se você acha pouco, saiba que só nas duas primeiras semanas de janeiro deste ano o mercado já registrou US$3,5 bilhões em compras de NFTs –  que seria aproximadamente R$18 bilhões.

+ Brasil dentro do metaverso? Cidade virtual é inspirada na cultura brasileira

Mas com tantas compras e vendas de valores exorbitantes, você deve estar curioso para saber quais são os NFTs mais caros do mundo, certo? Para descobrir, você vai ter que continuar lendo este artigo!

NFTs mais caros do mundo

Quando se fala em NFTs, muitas pessoas ficam assustadas pelo valor alto das transações de cada uma delas. E não podemos negar que estamos vendo recorde atrás de recorde no preço desses tokens não-fungíveis.

Se assim como nós, você ficou querendo saber quais são os NFTs mais caros do mundo, veja a lista a seguir. Confira!

1) The Merge

O primeiro NFT mais caro do mundo é o The Merge que teve mais de 312 mil cotas vendidas para 28.983 investidores. O valor total pago de todas elas chega a US$91,8 milhões.

Para quem não conhece, o The Merge é uma série de NFTs ou um token de múltiplos donos. 

+ Aluguel de NFTs: descubra o que é e como funciona

E para se ter uma ideia, o Pak se tornou o artista vivo com a obra mais valiosa da história, superando até mesmo o quadro Rabbit que foi vendido por US$91 milhões.

2) Everdays: The First 5000 Days (Beeple) 

Outro NFT que está na lista dos mais caros do mundo é a obra de Beeple, que foi vendida em março de 2021 por US$69,3 milhões. Esta peça foi feita por um artista renomado e respeitado na comunidade, com uma colagem de 5.000 peças.

3) Human One (Beeple)

A obra Human One é mais uma ANFT do artista Beeple e está na lista de mais caros do mundo, após ser repassada por quase US$30 milhões. A venda aconteceu em novembro de 2021, sendo uma escultura que consegue misturar obra física e digital – podendo ser alterada pelo seu criador no futuro.

painel escrito nft ligado a outros cards
Os NFTs estão chamando a atenção do mercado de investimentos

4) Cryptopunk

Também tem um Cryptopunk na lista de NFT mais caros do mundo. O de número #5822 foi vendido por US$23 milhões, e está acompanhado de pelo menos outros quatro na lista de mais caros do mundo:

5) #7523 a US$11,75 milhões;
6) #3100 a US$7,67 milhões;
7) #7804 a US$7,6 milhões; e
8) #5217 a US$5,59 milhões.

Os Cryptopunks nada mais são do que peças colecionáveis de arte cripto, sendo armazenados no blockchain Ethereum. São mais de 10 mil desenhos de 24 por 24 pixels. 

É importante dizer que não há dois cryptopunks iguais e cada um pode ser propriedade de apenas um investidor. Estes retratos cryptopunks podem ser de várias formas, como garotos ou garotas punks, gerados por algoritmos tokens. 

9) Crossroad 

Mais uma obra de Beeple entra na lista de NFT’s mais caros do mundo. O Crossroad é um vídeo curto, de aproximadamente 10 segundos, que foi vendido por US$6,6 milhões. 

Ele traz pedestres passando lado a lado por um corpo enorme. No vídeo, há ofensas e insultos escritos em toda a parte do corpo.

Gostou do artigo? Então confira quais são as NFT’s que mais movimentam o mercado e fique por dentro de tudo!

Como minerar Chainlink? É possível? Veja os detalhes!

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Ilustração de uma LINK

A Chainlink é uma das criptomoedas mais procuradas do mercado. De acordo com o CoinMarketCap, site de maior referência no que diz respeito ao monitoramento de valor de moedas digitais, o LINK atualmente ocupa o 22º lugar dentre as principais criptoativos do mercado. Por isso, é normal que haja um interesse de aquisição.

A Chainlink é uma rede de oráculo descentralizada e estabelecida para conectar contratos inteligentes com dados do mundo real. Fundada por Sergey Nazarov e Steve Ellis, a criptomoeda foi criada em 2017, quando teve o seu ICO realizado. Entretanto, a moeda digital só entrou em circulação após junho de 2019.

Apesar de seu pouco tempo no mercado de criptoativos, a Chainlink já é bastante popular entre os investidores. E chegou ao seu auge de visibilidade, quando grandes empresas como o Google, WEB3 Foundation e Swift passaram a utilizar sua tecnologia.

Além disso, o fundador da DocuSign Tom Gonser tornou-se um dos consultores da criptomoeda, o que passou para o resto do mundo sua grande credibilidade perante outras moedas do mercado.

O papel da Chainlink dentro do mercado de moedas digitais é funcionar como uma ponte entre o mundo real e as diversas blockchains já criadas e compatíveis, como a Ethereum. Ou seja, sua missão é viabilizar a tecnologia dos Smart Contratcs (Contratos Inteligentes) dentro de blockchains específicas.

Nesse sentido, pode-se afirmar que a função principal da Chainlink é evitar conflitos na transmissão de dados entre diferentes sistemas. Ou seja, dando como garantia a segurança dessas informações.

Sem uma tecnologia que proporcionasse essa solução, a única maneira de realizar esse tipo de transação seria a partir de uma terceira parte centralizadora, que garantiria que as informações transmitidas fossem verdadeiras.

Por fim, a Chainlink transforma o uso de blockchains em possibilidades mais acessíveis a empresas de vários setores. Já a criptomoeda LINK, funciona como uma espécie de recompensa para essa rede, servindo como a moeda em troca das validações das informações adicionadas pelos usuários.

Carrinho de compras carregando várias criptomoedas
Em resumo, o LINK é o criptoativo que alimenta a rede Chainlink

Mineração de criptomoedas: o que é?

A mineração de criptomoedas é um processo em que novas partes de uma criptomoeda entram em circulação no mercado. Embora também seja um componente da manutenção e do desenvolvimento do blockchain, é a mineração quem faz o registro de uma transação de moeda virtual de forma que esse registro seja confiável e impossível de ser modificado.

Por isso, o processo de mineração é realizado em computadores muito sofisticados que resolvem problemas matemáticos computacionais extremamente complexos. O que significa que não é qualquer computador que realiza esse tipo de trabalho.

As pessoas que realizam esse tipo de trabalho são recompensadas através das criptomoedas extraídas desses blockchains. O que explica a razão de um comportamento que se tornou comum: pessoas deixaram seus empregos formais para viver apenas da mineração de moedas digitais.

A princípio, nesses processos de mineração, os computadores fazem uma varredura em cima dos blockchains. Essa é uma maneira de garantir que uma mesma criptomoeda não será usada 2x pela mesma pessoa.

Além disso, a mineração é a única maneira de trazer uma nova criptomoeda sem que seja necessário o uso de uma moeda na hora de obtê-la. Afinal, a única maneira de adquirir uma criptomoeda sem mineração é adquirindo a mesma através de corretoras de criptomoedas (exchanges), que envolve uma troca de moedas (digitais ou não) para adquirir o que você deseja.

Infelizmente não é possível minerar Chainlink. Essa moeda digital utiliza um protocolo de stake, o que inviabiliza sua aquisição através da mineração.

Ou seja, caso você queira investir nessa criptomoeda, o jeito é comprá-la por outros meios.

Antes de mais nada, o caminho mais seguro para comprar Chainlink funciona através das corretoras de criptomoedas. Também chamadas de exchanges, esses locais são casas especializadas na compra e venda de moedas digitais de todos os tipos.

Mas, antes de mais nada, você precisa entender sobre esses locais e quais deles realiza a compra e venda de Chainlink.

Aqui no Brasil, as principais corretoras que realizam a negociação de Chainlink são a Binance, a NovaDax e a Foxbit. Todas as três empresas possuem uma importante reputação no mercado de compra e venda de criptomoedas e são confiáveis.

Você também consegue encontrar outras corretoras de criptomoedas que negociam. Todavia, tenha muito cuidado.

Antes de comprar Chainlink, certifique-se de que a exchange possui uma boa reputação no mercado. Sites de reclamação como o Reclame Aqui são ótimas opções para sua tomada de decisão.

Vale lembrar também que ao adquirir criptomoedas por meio de corretoras de criptomoedas, você terá que ler o contrato e entender das taxas cobradas. Fora a carteira adequada para guardar o LINK com segurança.

Em primeiro lugar, antes de adquirir a Chainlink ou até mesmo outras criptomoedas, você deve considerar algumas informações importantes. Até mesmo para entender sobre esse investimento que você está realizando é compatível ou não com o seu perfil de investidor.

1. O primeiro passo é entender a melhor forma de pagamento para o seu investimento em Chainlink. Muitos países, por exemplo, usam maneiras de pagamento muito distintas das que temos no Brasil.

Nesse sentido, podemos citar um clássico brasileiro que é a compra parcelada em várias vezes. Muitos países não aceitam essa forma de pagamento. Então, a recomendação é que você estude muito bem sobre esse investimento e entenda sobre esse mercado, antes de colocar seus planos em prática.

2. Um outro ponto a considerar são os custos: Além das despesas do próprio serviço, você precisa considerar as taxas de transação, comissões e diferentes tipos de custos.

3. Leve em conta também a usabilidade da plataforma. Você consegue entender como funciona aquele site? Precisa fazer muito esforço para entender ou precisa entrar em muitos links para encontrar aquilo que de fato você deseja? Ou pior, a plataforma utiliza de uma língua que você não domina? Dê muita atenção a esses pontos antes de comprar Chainlink.

O CFD é a sigla para Contrato por Diferença, um instrumento de investimento que permite negociar Chainlink por outras plataformas digitais de dinheiro, sem necessariamente ter que comprá-las.

Esses CFDs de Chainlink permitem que os investidores apostem na evolução dos preços do dinheiro digital executando ordens de compra e venda.

É de grande valia para quem negocia, já que permite que esses investidores recebam benefícios monetários, sem levar em consideração as circunstâncias do mercado. Ou seja, você consegue lucrar independente do mercado estar passando por uma alta ou baixa nos valores de criptomoedas.

Dentre as práticas mais recomendadas do mercado, as melhores formas de adquirir Chainlink são pelo PayPal e por transferências bancárias.

Recomenda-se o Paypal para quem compra Chainlink em massa. Já a aquisição de Chainlink por transferência bancária é recomendada quando a transação é realizada por pessoas de sua confiança, pois essa transação possui custos mais baixos.

Há também a viabilidade de compra através de dinheiro e de cartões de crédito ou débito, mas essa duas opções possuem custos mais elevados.

Ao investir em Chainlink, você deve estar preparado para custear também as taxas que envolvem essa moeda digital.

Apesar disso, as taxas não costumam ser muito altas, o que é um ponto positivo para o bolso de quem possui interesse nessa aplicação.

Entre as taxas, existem três tipos diferentes: as taxas de transação, de depósito e de retirada.

Assim como outras criptomoedas, para guardar a ChainLink, você precisa de uma carteira de hardware ou de software, que possibilitam que você guarde suas moedas digitais sem o risco de perder ou de roubo, por exemplo.

Além disso, as carteiras hardware possuem criptografia de alto padrão e não são armazenadas na internet, o que diminui os riscos de furto.

Embora as carteiras offline sejam mais seguras, existem carteiras online que também são seguras. Elas podem ser utilizadas por meio de nuvem ou por apps.

Por isso, as melhores carteiras para guardar a Chainlink são:

A Chainlink é uma criptomoeda muito completa, o que demonstra uma certa vantagem frente às demais moedas digitais existentes hoje no mercado. Entre as principais vantagens, temos os seguintes pontos:

  • Tecnologia: como mencionado, tem uma tecnologia que, até o momento, não foi demonstrada por outras criptomoedas. E o fato de grandes empresas confiarem nessa tecnologia, serve como apoio para que em algum momento, essa moeda digital terá seu momento de destaque no mercado.
  • Acessível: mesmo tendo tanta tecnologia por trás, possui um valor de aquisição acessível que outras criptomoedas do mercado. Verifique agora o valor de cotação da Chainlink em reais.
  • Promissora: a Chainlink é uma moeda com muito futuro. E isso faz com que o investimento nela possa render bons frutos daqui há algum tempo.

Gostou do nosso conteúdo? Confira agora 3 criptomoedas que podem seguir a alta do Ethereum.

NFT da Disney: gigante do entretenimento deve investir milhões em tokens

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Mickey Mouse acena para visitantes da Disney

Possíveis NFT da Disney podem ser lançados em breve. Esses tokens ainda não foram oficialmente anunciados, mas a expectativa em torno da possibilidade está altíssima. 

Isso porque há algumas semanas a empresa anunciou vagas na área de tecnologia, buscando profissionais com conhecimentos sobre esse tema para entrar neste mercado.

Como já é esperado e tem sido feito por várias outras empresas, uma NFT da Disney está a caminho. Mas qual será o impacto de ter a gigante do entretenimento entrando nessa brincadeira? É o que veremos!

O que já se sabe sobre a NFT da Disney?

Ao que os indícios indicam, a Disney pode investir milhões em NFTs em breve. O primeiro desses indícios foram as vagas de emprego postadas recentemente no site de carreiras da companhia

Isso não chega a ser uma grande surpresa, afinal grandes empresas e marcas já tem feito investimentos milionários no mercado de tokens não-fungíveis. Um exemplo é a Microsoft, entre outras.

Mas ainda há muitas empresas que podem lucrar com esse novo boom de tokens, incluindo a Disney.

Mais um indício desse possível lançamento é que o ex-CEO que esteve à frente da companhia por mais de 15 anos, Robert Iger, falou um pouco a respeito em uma entrevista ao podcast Sway, concedida no ano passado.

Ele disse que uma “explosão de NFTs” estaria por vir e chegou a comparar os atuais tokens com figurinhas infantis.

Iger estava certo, o ápice do mercado de NFTs começou em 2021 e ainda não perdeu o fôlego. Com a gigante do entretenimento entrando na brincadeira, ele poderá ganhar ainda mais força. 

+ NFT: entenda por que algo que não é físico é tão caro

Estátua do Walt Disney com o Mickey, no local, com bastante pessoas
7º lugar – Disney (US$ 61,3 bilhões)

Por que a Disney vai impactar o mercado desses tokens?

Essa expectativa se deve ao fato de que a Disney é uma das principais empresas de entretenimento do mundo. Algumas consultorias estimam que, com isso, as criptomoedas do segmento podem valorizar muito.

Vale lembrar que a Disney é dona de 11 outras empresas de entretenimento: ABC, ESPN, Pixar, Marvel, Star Wars, FX, Fox Searchlight Pictures, 20th Century Fox, National Geographic e Star India.

Imagine se a gigante resolve lançar NFTs de suas centenas de franquias altamente lucrativas, como Star Wars, heróis da Marvel e várias outras. 

Vale destacar ainda que os tokens não-fungíveis se disseminaram justamente como projetos de entretenimento – filmes, músicas, imagens etc. 

Afinal, essa nova tecnologia se mostra especialmente atrativa para artistas lucrarem. Eles podem vender sua arte como NFT, gerando lucros muito significativos. Fora o fato de que os tokens representarem uma propriedade digital. 

Então o que acontece se a maior especialista em entretenimento no mundo há mais de um século entrar no mercado? É isso que é esperado por alguns especialistas, um movimento que vai fazer barulho levando alguns ativos do segmento a possivelmente dispararem.

+ Quanto custa a NFT do macaco? Saiba tudo sobre o token que o Neymar comprou

Quando serão lançadas as NFTs da Disney?

Não dá para saber ainda, porque a companhia não divulgou nada a respeito. As especulações começaram no início de 2022, quando a Disney abriu quatro vagas de emprego que exigiam experiência em criptomoedas e nesses tokens. 

As vagas eram para:

  • diretor de vendas e marketing digital
  • gerente de marketing de tendências culturais 
  • gerente de desenvolvimento de negócios e inovação

E todas exigiam conhecimento em NFTs.

“Você ajudará a liderar os esforços da Disney no espaço NFT, incluindo monitorar o mercado em evolução, definir a estratégia de categoria e gerenciar os principais parceiros”, afirmava a descrição. As vagas já saíram do ar, porque provavelmente já foram preenchidas. 

Se engana quem pensa que o boom das NFTs já passou. Ele começou em 2021, mas ainda tem fôlego e prova disso é a entrada de grandes marcas, como a Disney, no mercado. 

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Empresa pode alterar horário de trabalho do funcionário? Entenda!

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Atendente preparando uma bebida em uma lanchonete

Você já trabalhou em alguma empresa em que foi alterado o seu horário de trabalho? Esse tipo de situação tem sido cada vez mais comum, principalmente durante a pandemia. Mas será que as empresas realmente podem trocar o horário de trabalho de um funcionário?

Saber exatamente o que pode e o que não pode em relação a este assunto é fundamental para evitar dores de cabeça e também saber dos seus direitos como empregado. 

Além disso, muitos ficam com medo e acuados. Afinal, se não aceitar a mudança podem ser punidos de alguma forma, inclusive com a demissão. Há um receio quando não há conhecimento.

Antes de mais nada, você precisa saber que a empresa pode sim alterar o seu horário de trabalho. A definição da carga horária está estabelecida na legislação trabalhista.

Mas é importante ressaltar, também, que existem alguns tipos de mudanças que podem ser realizadas pelo empregador. 

Saiba o que diz a lei sobre a mudança no horário de trabalho

Você já sabe que a legislação permite que a empresa mude o seu horário de trabalho, mas o que ela realmente diz? É o que vamos te explicar agora!

Para quem não sabe, é no artigo 2º da Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT) que se informa que uma empresa estabelece as regras nas quais o trabalhador precisa cumprir.

+ Seguro desemprego negado: saiba o que fazer e se é possível recorrer

Dessa forma, a empresa é responsável por definir o horário de trabalho exercido por cada funcionário e, este está sujeito a cumprir a determinação. 

Mas atenção: se o empregador determina uma alteração no seu horário de trabalho e ele ultrapassar os horários considerados normais, a empresa precisará arcar com o pagamento de horas extras.

Além disso, de acordo com o artigo 468 da CLT, se uma empresa muda o horário de trabalho do funcionário, ela deve respeitar as condições do empregado e não pode haver prejuízos para o mesmo.

O que acontece se meu horário de trabalho exceder?

É a empresa a responsável pela definição do horário de trabalho de todo o funcionário e ela pode alterar, se preciso. Mas e se essa mudança acabar aumentando a carga normal exceder as horas trabalhadas? O que fazer?

duas pessoas entrevistando um candidato de emprego e olhando o currículo
A empresa pode mudar o horário de trabalho do funcionário

Neste caso, o trabalhador precisa estar atento a este detalhe. Assim como a empresa pode alterar, ela também é obrigada a pagar hora extra, caso exceda. 

E se chegar ao ponto de precisar cumprir hora extra, este novo esquema de horário de trabalho precisa ser estabelecido em comum acordo. Afinal, você não é obrigado e  pode, sim, se recusar a fazer hora extra.

Qual mudança no horário de trabalho a empresa pode fazer?

O empregador tem o total direito de realizar a mudança no horário de trabalho do seu funcionário. Mas é preciso que o trabalhador fique atento se essa mudança está correta e com respaldo da legislação, afinal, ele não pode sair no prejuízo.

Veja alguns tipos de mudanças na carga horária que estão previstas na legislação.

Horário flexível

A lei permite que a empresa adapte ou mude o horário de trabalho para um esquema flexível. Isso foi bem comum nos últimos anos durante a pandemia. 

+ Golpe da vaga de emprego: confira como não cair em falsas oportunidades

Neste caso, o trabalhador cumpre uma parte de horas presencialmente, no escritório, e outra parte da carga horária, de forma remota, onde quiser.

Remoto

O modelo de trabalho home office cresceu de forma abrangente desde 2020. Com o vírus da covid-19 e a necessidade de não paralisar as atividades, mas mantendo o distanciamento, os trabalhadores foram liberados para trabalhar à distância.

E muitas empresas não voltaram. Elas se acostumaram com esse regime de trabalho, viram benefícios, atrativos, vantagens e permaneceram com o trabalho remoto. Nesta situação, o trabalhador não é obrigado a comparecer presencialmente – só em casos específicos.

Mudança de horário comum acordo

A legislação permite a mudança de horário, podendo ser solicitada tanto pelo empregador como pelo funcionário. É possível solicitar que as atividades sejam realizadas em período diferentes, sem que comprometa o trabalho.

Horário comprimido

Também é possível alterar o horário de trabalho, com o empregado cumprindo sua carga horária em menos dias da semana.

Gostou dessas dicas? Então saiba veja alguns exemplos de hora extra e saiba como calcular.

5 ideias lucrativas de como ganhar dinheiro com Marketing Digital

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pessoa segurando tablet

Ganhar dinheiro com Marketing Digital é algo que muitas pessoas buscam. Mas, apesar do Marketing em sim ser uma área de conhecimento antiga, o digital ainda é novo para muitos.

Fora que com o avanço das tecnologias as coisas mudam muito rápido. Então é necessário estar em constante atualização e se manter sempre atento às movimentações do mercado.

No entanto, é possível sim ganhar bastante dinheiro com Marketing Digital.

Essa é uma área que tem inúmeras vertentes e possibilidades de atuação, até mesmo para quem não tem uma formação acadêmica específica ainda.

Mas para lucrar com isso, é preciso entender do que se trata essa área!

O que é Marketing Digital?

Falando de forma básica, pode-se dizer que o Marketing Digital nada mais é do que o bom e velho marketing, mas com a aplicação voltada totalmente para o ambiente digital.

Com o avanço da internet, formas diferentes de ganhar dinheiro online se tornam cada vez mais comuns e acessíveis.

É aí que entra o marketing digital, lidando com as novas ferramentas de trabalho e a forma de aplicá-las em meio a uma realidade onde tudo converge para o ambiente virtual.

Ou seja, são ações de comunicação que as empresas utilizam no digital (internet, celular e outros meios), para divulgar e comercializar seus produtos ou serviços.

Marketing Digital não é furada, nem enganação. É uma área de trabalho como qualquer outra.

Portanto, existem golpes nesse meio, como os de pirâmides financeiras, por exemplo. Mas isso não quer dizer que todas as formas de ganhar dinheiro sejam enganação.

Profissionais se formam na área todos os dias, atuam de diversas formas nesse mercado. E mesmo quem não tem uma graduação pode encontrar meios de fazer dinheiro.

É sobre isso que vamos falar agora!

Marketing Digital dá dinheiro?

Sim, é possível ganhar dinheiro com Marketing Digital.

Mas é importante destacar que, ao contrário do que muitos dizem, não se trata de um pote de ouro dando bobeira na base do arco-íris. Ou seja, demanda esforço.

Assim como os profissionais de qualquer área, aqueles que decidem atuar com Marketing Digital também precisam de:

  • conhecimento no assunto
  • boa aplicação das técnicas
  • horas de trabalho
  • investimento inicial etc

Sim, investimento inicial.

Por mais que essa seja uma das áreas mais acessíveis para se ingressar (afinal, você não necessariamente precisa de um diploma), é mentira dizer que não vai gastar nem um real.

Todo trabalho demanda um gasto inicial, seja com a formação ou com o material de trabalho.

No caso das sugestões que daremos a seguir, a maioria dos profissionais atuam por conta própria e em home office.

Portanto, é necessário que a pessoa tenha acesso à boa internet, computador e celular.

Fora outras ferramentas digitais, dependendo de onde for atuar. Como programas de edição, por exemplo.

Se você já dispõe de todos esses meios, será praticamente de graça mesmo. Neste caso, aproveite para investir em formação, com cursos online e materiais na internet.

Mas se não possui pelo menos computador e internet, precisará correr atrás disso.

pessoa mexendo em tablet com tema marketing digital
Marketing Digital tem inúmeras possibilidades de atuação

5 formas de ganhar dinheiro com Marketing Digital

Como o ambiente virtual está em constante expansão e mudança, existem inúmeras formas de ganhar dinheiro com Marketing Digital.

Para se encontrar nesse meio, o primeiro passo é se familiarizar com ele e buscar o mínimo de conhecimento.

A seguir você pode conferir 5 sugestões de atividades para lucrar. Em todas elas, não é necessário possuir diploma e você pode iniciar o trabalho por conta própria, de onde quiser.

Você é o patrão. Mas, claro, precisará de conhecimento no assunto.

#1. Marketing de conteúdo

Já foi-se o tempo em que se vendia um produto somente informando ao público suas informações básicas e o preço. No Marketing de Conteúdo, o processo de venda é um pouco diferente.

A ideia é não apenas vender, mas realmente ajudar o consumidor a solucionar seus problemas, por meio não só do produto ou serviço, mas também de conteúdo.

Na prática, funciona mais ou menos assim:

Imagine que uma pessoa está com problemas de assaduras e busca uma solução para isso. Então ela pesquisa na internet: “como tratar assadura em adultos”.

Ela vai encontrar um artigo da marca Sallve chamado “Assadura em adultos: que é, como tratar e prevenir”.

Nele, a marca apresenta um texto completo sobre o tema e, junto do conteúdo, vai apresentar o seu produto para tratamento de assaduras.

Percebe que não foi só uma questão de falar o preço e ponto? É muito além disso e essa prática tende a converter em muito mais vendas, além de engajar clientes e mantê-los por perto.

Portanto, Marketing de Conteúdo é publicar informações relevantes e valiosas, a fim de atrair, converter e encantar uma audiência. Audiência essa que se transforma em potenciais clientes.

O que eu preciso saber:

O profissional que faz marketing de conteúdo é o carinha que vai escrever e publicar as informações valiosas, como o artigo mencionado. Então ele precisa, logicamente, saber escrever bem. Além de:

  • ter entendimento sobre o assunto e os produtos oferecidos
  • entender de técnicas de escrita para internet (webwriting)

Como começar:

  • você pode criar seu próprio blog e fazer marketing de conteúdo para vender produtos de outras marcas (marketing de afiliado ou publicidade) ou vender seus próprios produtos e serviços;
  • outra alternativa é procurar empresas e oferecer o seu serviço, sejam marcas grandes ou até pequenos negócios que ainda não estão investindo em conteúdo.

#2. Marketing de afiliados

Marketing de afiliado é uma estratégia de marketing digital. Basicamente, significa vender produtos de outras pessoas e ganhar uma comissão por cada venda online.

A comissão é gerada a cada vez que alguém compra o produto divulgado, por meio de um link próprio do afiliado. Esses links são gerados por meio de plataformas especializadas nisso, como:

Essa estratégia beneficia ambas as partes: a marca, que tem mais um meio de divulgação em seus afiliados, e o afiliado.

O que eu preciso saber:

Para ter um retorno na venda de seus produtos por meio dos links de afiliado, você vai precisar de um público, certo? Então é recomendado que use o marketing de conteúdo e as redes sociais para divulgar.

Como começar:

O primeiro passo é definir o seu nicho: quais tipos de produto você vai divulgar. Em seguida, precisará escolher uma ou mais plataformas de afiliados para atuar e fazer o cadastro nelas. Saiba mais neste artigo:

+ Marketing de afiliado: saiba o que é e como começar

#3. Infoprodutos

Infoprodutos são mais uma forma de ganhar dinheiro com marketing digital. São produtos de conteúdo informacional que podem ser comercializados e consumidos de forma online.

Alguns exemplos:

  • e-books
  • cursos online
  • videoaulas
  • programas de computador

Qualquer pessoa que tenha conhecimento sobre um tema, pode produzir o seu próprio infoproduto a respeito dele e colocar a venda online.

Se você sabe cozinhar, por exemplo, pode fazer um e-book de receitas e vender. Se você é professor, pode produzir cursos e videoaulas sobre assuntos específicos e também lucrar com isso.

As possibilidades são infinitas.

O que preciso saber:

Para ganhar dinheiro com infoprodutos, dependendo de qual deles você escolher, precisará de ferramentas específicas. Para fazer um e-book, por exemplo, precisa entender de diagramação para ter os programas necessários para produzi-lo.

Se você não tem conhecimento sobre como montar um e-book, pode elaborar o conteúdo dele e contratar um profissional de design para fazer o material digital.

O mesmo vale para cursos, vídeos, programas. No caso de vídeos, entender de captação de imagens é fundamental.

Como começar:

O primeiro passo é escolher que tipo de informação você vai vender no seu infoproduto. Depois, definir qual será o tipo de infoproduto, por fim, precisará pensar em:

  • onde vender esse infoproduto
  • como divulgar

Existem plataformas também especializadas nisso e você pode comercializar seus cursos, e-books etc por meio delas. Saiba mais:

+ Como ganhar dinheiro com infoprodutos na internet

#4. Influência digital

Esse talvez seja o meio mais difícil de realmente fazer dinheiro com marketing digital. Acontece que demanda a construção de uma reputação online e isso pode levar algum tempo (meses ou anos).

Lucrar com influência digital basicamente é: produzir conteúdo online (seja informacional ou de entretenimento ou ambos), conquistar uma audiência engajada e, então, aproveitar essa audiência para ganhar com:

  • publicidade
  • afiliação digital
  • licenciamentos com marcas
  • lançamento de produtos próprios
  • conteúdos por assinatura
  • monetização de vídeos

É difícil construir uma reputação a ponto de poder ser considerado um influenciador digital. Mas em contrapartida, depois que se consegue, são várias formas de lucrar que se tem a dispor.

Muitas pessoas ainda têm preconceito com esse nicho de atuação e sentem até vergonha de serem “blogueirinhas”, como alguns chamam.

Mas a verdade é que a “creator economy” (a economia dos criadores digitais) têm movimentado cada vez mais dinheiro no Brasil e no Mundo. Até mesmo grandes marcas estão apostando nisso.

O que preciso saber:

Ser um criador de conteúdo digital tem uma infinidade de possibilidades. Mas o principal requisito é estar familiarizado com as redes sociais e suas linguagens (cada rede social tem sua própria dinâmica e comunicação).

Afinal, dificilmente alguém vai conseguir crescer nessas plataformas e conquistar uma audiência relevante, se não souber nem como se sobre um vídeo, por exemplo.

Como começar:

O primeiro passo é escolher seu nicho: sobre o que você vai falar? Depois disso, defina em quais redes sociais vai postar conteúdo (as mais populares e em ascensão hoje em dia são Instagram e Tik Tok).

Então é só começar a produzir conteúdo. Enquanto você ainda é pequeno e ainda não tem uma audiência muito grande, já pode começar a lucrar com marketing de afiliados, por exemplo. Depois, expande para outros meios de monetização

#5. Consultor de SEO

Esse é um trabalho para quem realmente entende de Search Engine Optimization ou SEO. Essa é uma estratégia de Marketing Digital aplicada em sites.

Basicamente, são métodos de escrita e produção de conteúdo que permitem que esses conteúdos sejam encontrados em mecanismos de busca, principalmente o Google.

Se você entende deste assunto e se mantém sempre atualizado a respeito, pode ser um consultor na área. Existem muitos sites e blogs na internet e todos eles precisam de um consultor de SEO para garantir melhores resultados.

O que preciso saber:

Você precisa entender muito de SEO obviamente, além de se manter sempre em atualização. Isso porque o algoritmo de busca está sempre mudando.

Como começar:

Comece divulgando seus serviços. Você pode usar sua rede de networking para isso ou até mesmo criar seus próprios perfis nas redes sociais e produzir conteúdo para divulgar.

Qual a melhor forma de ganhar dinheiro com Marketing Digital em 2021?

Esses foram somente alguns exemplos de como ganhar dinheiro com Marketing Digital. Como já mencionado, essa é uma área em constante expansão e com infinitas possibilidades.

Portanto, não existe uma resposta definitiva para a pergunta. Cada atividade pode ser mais adequada para diferentes perfis profissionais.

Algumas exigem mais conhecimentos técnicos, outras são mais acessíveis e simples. Mas o que todas têm em comum é: necessidade de estar familiarizado com o ambiente digital.

Se você tem um conhecimento para compartilhar, uma piada para contar, um produto para vender, um serviço para oferecer… Em todos esses casos, o Marketing Digital se apresenta como excelente solução.

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Entenda o que é Taxa Referencial e qual impacto nos investimentos

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Moedas empilhadas em cima de um gráfico

Você sabe o que é Taxa Referencial? Muitas pessoas não conhecem esse termo, mas ele é bastante importante no mundo dos investimentos.

Também conhecida como TR, esta taxa se configura como uma taxa de juros de referência, ou seja, um indicador geral da economia brasileira.

No entanto, nem todos sabem para que a TR serve, como é calculada e de que maneira afeta os investimentos. Portanto, para sanar todas essas dúvidas, preparamos este guia completo sobre a taxa.

Neste artigo, você descobrirá tudo o que você precisa saber sobre a Taxa Referencial: histórico, fórmula para cálculo e os impactos na rentabilidade de investimentos.

Além disso, também conhecerá alternativas para aplicações atreladas à TR. Confira!

O que é Taxa Referencial (TR)?

Em 1991, a economia brasileira passava por uma situação crítica de alta generalizada de preços, conhecida como hiperinflação.

Diante disso, a Taxa Referencial foi criada como medida de proteção do poder de compra do cruzeiro (moeda da época). O objetivo era servir como referência para as demais taxas do país.

Para isso, a TR era medida todos os dias e, após um mês, o governo sabia qual era a inflação acumulada daquele período. Ou seja, como a taxa refletia o acúmulo das variações dos preços, era usada como um referencial para a atualização do valor do dinheiro.

Dessa forma, a Taxa Referencial era uma solução para que a população não perdesse poder de compra da noite para o dia. Entretanto, não foi capaz de conter a alta dos preços.

Em 1994, a inflação atingiu o pico histórico de 2474% ao ano. Só houve melhora no cenário depois da implementação do Plano Real, que ocorreu no mesmo ano.

Com isso, a partir de 1995, a TR passou a perder valor e, depois de alguns anos, a taxa Selic assumiu o papel de controlar a inflação e ocupou o posto de referência para a economia brasileira.

Assim, em 2017, baseada em sua própria fórmula de cálculo, o rendimento mensal da Taxa Referencial foi nulo. Desde então, até o momento atual, seu valor acumulado é de 0% ao ano.

Embora tenha perdido relevância para a Selic, a TR continua fazendo parte do cálculo de alguns ativos financeiros – e você descobrirá quais são eles a seguir.

Para que serve a Taxa TR?

Atualmente, a Taxa Referencial é um dos fatores que estabelecem a rentabilidade de títulos de capitalização, Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), caderneta de poupança e investimentos relacionados a fundos imobiliários.

A taxa não possui mais impacto para o cálculo de juros. Entretanto, continua sendo um indexador essencial do Banco Central (BC) para estes investimentos.

Como calcular a Taxa Referencial?

O valor é da TR é obtido por meio da fórmula a seguir:

TR = 100 x [ (1 + TBF)/R) – 1]

Para encontrar o valor de R, usado na fórmula acima, é necessário fazer a conta da fórmula abaixo:

R = a+b x TBF

Considere:

R: redutor
a: 1,005 (valor fixo definido na criação da TR)
b: depende do valor da Tarifa Básica Financeira (TBF), que é divulgado mensalmente pelo Banco Central.

Contudo, é importante dizer que por convenção do Banco Central, o valor da TR nunca é negativo. Caso o cálculo dê um valor negativo, é considerado o valor zero.

Calculadora financeira e caneta em cima de um papel com valores numéricos
A Taxa Referencial (TR) é um dos principais parâmetros para alguns investimentos

Como a TR afeta os investimentos e financiamentos?

A Taxa Referencial está atrelada, principalmente, a alguns investimentos, como a poupança e financiamentos, em especial os imobiliários. Veja abaixo como ela influencia cada um deles.

1 – Poupança

O rendimento da poupança é 70% da Selic mais a Taxa Referencial, que é zero. Além disso, a poupança só rende no aniversário, ao final de 2 mês do depósito.

É por isso que ela não é um investimento muito atraente. Temos outras opções no mercado que dão mais rentabilidade. Vamos citar algumas ao fim desse texto.

+ Poupança em 2022: vale a pena investir?

2 – FGTS

O Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) nada mais é do que uma conta na Caixa onde o empregador deposita o equivalente a 8% do salário do funcionário todo mês.

O dinheiro é um direito do funcionário e pode ser usado em algumas ocasiões. Principalmente em caso de demissão sem justa causa. E, esse valor rende, por lei, 3,0% ao ano, mais a TR, que é igual a zero. Bem pouco, não é mesmo?

3 – Títulos de Capitalização

Os títulos de capitalização são aplicações bastante oferecidas pelos bancos tradicionais. Elas rendem o valor da taxa referencial sobre o período em que o dinheiro ficou aplicado.

4 – Financiamento Imobiliário

Muitos financiamentos imobiliários também são corrigidos pela TR. Em especial os imóveis do Sistema Financeiro de Habitação (SFH), da Caixa Econômica Federal.

5 – Títulos públicos

Você viu que a TR foi importante para a correção monetária durante o período inflacionário do início dos anos 1990. Assim, por muitos anos, a taxa foi utilizada como indicador geral da economia brasileira.

Logo, ela também era usada como indexador de alguns títulos públicos, conhecidos como NTN-H e NTN-P. Contudo, esses títulos foram descontinuados e não estão mais disponíveis para negociação na plataforma do Tesouro Direto.

Mesmo assim, ainda há investidores que possuem esses produtos em suas carteiras — principalmente aqueles que aproveitaram a chance de realizar aplicações a longo prazo.

Este conteúdo te ajudou a saber mais sobre seus investimentos? Então compartilhe nas redes sociais para que possa ajudar outras pessoas a esclarecerem suas dúvidas.

Veja ranking dos 13 países que mais investem em criptomoedas

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pessoa segurando um celular na frente de uma caixa eletrônica de criptomoedas

Sem dúvida, elas vieram para ficar. Nesse artigo, você conhecerá o ranking dos países que mais investem em criptomoedas.

Com a alta histórica do Bitcoin, evento que marcou esse mercado em 2021, as criptomoedas ganharam ainda mais relevância entre os assuntos mais comentados.

Ademais, vivemos uma época em que as alternativas de aplicações estão sendo desmistificadas e, a cada dia, surge um potencial investidor.

Tudo isso contribui bastante para o crescimento do contingente populacional que detém esse tipo de ativo em sua carteira de investimentos. Ao contrário do que se imagina, os investidores estão espalhados ao longo do globo (e não concentrados em um único território).

Além disso, a liderança desse ranking pode surpreender muita gente. Para não perder nada sobre o assunto, continue lendo esse material do Finance One sobre os países que mais investem em criptomoedas.

+ Caixas eletrônicos de criptomoedas: saiba o que são e como funcionam

Quais são os países que mais investem em criptomoedas?

A Statista, empresa alemã especialista em sucesso do produto, realizou um estudo sobre quais são os países que mais investem em criptomoedas. A pesquisa levou em consideração o número da população geral e o percentual que realiza esse tipo de investimento.

Confira, abaixo, quais são os países que mais movimentam esse mercado de ativos:

País201920202021
Nigéria28%32%42%
Tailândia23%18%31%
Filipinas15%20%28%
Vietnã22%21%27%
Turquia20%16%25%
Argentina16%14%21%
África do Sul16%18%21%
Suíça10%11%16%
Quênia10%11%16%
Malásia6%12%16%
Brasil16%11%16%
Holanda9%10%15%
Colômbia18%15%15%
Fonte: Statista

A Statista também revelou que a sua pesquisa se baseia na combinação de outros 55 estudos realizados ao redor do mundo. Com isso, tirou algumas conclusões bastante interessantes.

Um exemplo disso é que a empresa afirma que encontra-se mais investidores profissionais de criptomoedas na Europa que nos Estados Unidos. A maior concentração desse perfil encontra-se na Suíça (8º lugar) e no Reino Unido (55° lugar).

Outro dado interessante é que um em cada três entrevistados da pesquisa na Nigéria mencionou que utilizava ou possuía alguma criptomoeda. Essa característica entra em oposição ao dado dos Estados Unidos, que teve uma proporção de seis para cem entrevistados.

pessoa manuseando celular e acompanhando investimentos
Os países emergentes lideram os rankings de investimento em criptomoedas

Usos distintos

Outra conclusão obtida a partir da pesquisa é o uso que essas populações fazem do ativo. Sendo assim, nos países que mais investem em criptomoedas, o objetivo se concentra em utilização diária ou ferramenta de investimento.

Dessa maneira, observou-se que alguns países costumam usar mais no dia-a-dia, como é o caso da Nigéria. Esse país utiliza cada vez menos pagamentos em dinheiro móvel, de forma que as criptomoedas estão em evidência nas transações cotidianas. Outro exemplo válido é a Polônia, que cada vez mais se insere no mercado digital.

Por outro lado, em países como o Vietnã, é proibido utilizar as criptomoedas como forma de pagamento. Apesar disso, é possível tê-las como forma de investimento.

+ Investir em criptomoeda Sand vale a pena? Confira onde comprar

O sucesso das economias emergentes

Em conformidade ao estudo da Statista, a Chainalysis, plataforma de dados em blockchain, lançou um relatório apontando a liderança do número de investimentos de economias emergentes em criptomoedas.

Com isso, ao contrário do que se espera, países como Nigéria, Vietnã, Malásia e até mesmo o Brasil marcam uma ampla presença neste ranking.

Grandes economias como Estados Unidos (22º lugar no ranking da Statista) e China (54º lugar no ranking da Statista), por exemplo, saem perdendo nesse número de investidores em relação à população total.

Por que os países emergentes investem em criptomoedas?

Existem três principais fatores que justificam a liderança das economias emergentes no mercado das criptomoedas.

O primeiro deles se justifica no interesse de preservar capital em um cenário econômico instável. Sendo assim, muitas pessoas enxergam nas criptomoedas uma forma de se proteger financeiramente.

“Em criptomoedas, você é o seu próprio banco. Ninguém consegue interferir no seu dinheiro. Então, há uma grande desconfiança em economias mais fracas sobre o quanto o governo consegue gerir a própria economia. As criptomoedas surgiram para empoderar o cidadão”, –Helena Margarido, analista de criptomoedas da Monett.

Em segundo plano, reside a vantagem da autonomia, por conta de um sistema descentralizado. Isso significa que os órgãos que estabelecem controle financeiro nos países não conseguem interferir nas negociações.

Além disso, também é preciso considerar que as criptomoedas oferecem taxas de transferência internacional bem menores que as moedas oficiais. Foi possível entender essa questão na prática por meio do exemplo de El Salvador, o primeiro país no mundo a adotar o Bitcoin (BTC) como moeda oficial.

Essa escolha foi vantajosa para o país pelo fato de que muitos nativos residem em outros lugares, como os Estados Unidos. Sendo assim, as movimentações financeiras entre os dois territórios são facilitadas (e bareteadas) com o uso desse ativo.

Tabela Fipe: saiba o que é e como consultar

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pessoa entregando a chave de um veículo para outra em um financiamento de carro

Você já escutou falar em Tabela Fipe? Quem está sempre em busca de comprar ou vender um veículo já conhece essa tabela. Ela é utilizada como referência de precificação para os carros seminovos e usados.

Essa tabela foi criada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas. A Tabela Fipe também é utilizada como base pelas seguradoras para fecharem o contrato com um cliente. 

Vale ressaltar que todo mês a tabela é atualizada e ela pode ser consultada por qualquer pessoa. E o melhor é que você pode realizar a pesquisa utilizando filtros, como por exemplo o ano-modelo, o motor e a versão de um carro.

E mesmo as pessoas sabendo disso tudo, ainda é comum que elas tenham dúvidas sobre o assunto. Por isso, o FinanceOne preparou este artigo com as principais informações que você precisa saber sobre a Tabela Fipe.

O que é a Tabela Fipe?

Para quem não sabe, a Tabela Fipe foi criada com o objetivo de registrar o preço médio dos veículos de todo o país. E esse valor é definido tendo como base os preços anunciados pelas concessionárias do Brasil.

Além disso, o preço que está na tabela sempre leva em consideração o valor do veículo comprado à vista. Mas por que a Tabela Fipe usa o preço do carro sem ser parcelado?

Porque ele serve como parâmetro para as negociações e avaliações dos automóveis seminovos e usados. Mas é importante frisar que os preços variam de acordo com a região do país, o estado do carro, os itens, entre outros.

+ Pensando em comprar o Fiat Toro 2022? Confira os preços e mais detalhes!

Ela também pode ser utilizada para carros, motos e caminhões.

Outra informação que você precisa saber é que para realizar a pesquisa de qualquer veículo é preciso saber o código dele. Para isso, será necessário entrar no site da Fipe e localizar o botão “Índices e Indicadores” e clicar nele.

Em seguida, você será direcionado a uma outra página e deverá clicar em “Preço médio de veículos”. Depois deverá selecionar a categoria que você deseja consultar. 

Como saber se a Tabela Fipe é confiável?

Quando não se conhece algo, é muito comum ter dúvidas e querer saber a procedência. Por isso, muitos se perguntam se a Tabela Fipe é confiável. Você sabe a resposta?

A resposta é que sim, a Tabela Fipe é confiável. Isso porque FIPE significa Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas e é regulamentada desde 1997 pelo Governo Federal. 

Além disso, a sua mensuração é feita pela Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA-USP).

motorista segurando chave de carro
A Tabela Fipe é usada para saber a base média dos veículos seminovos e usados

Como consultar a Tabela Fipe?

Você sabe como consultar a Tabela Fipe? O processo é bem simples e o FInanceOne te explica. Além disso, você precisa saber que temos uma calculadora sobre a Tabela Fipe que pode te ajudar e muito nesse cálculo.

Quer entender o processo? Então vamos lá:

  • 1º passo – Escolher um tipo de veículo, ou seja, um carro, moto ou caminhão. 
  • 2º passo – Escolher a marca do veículo. 
  • 3º passo – Escolher o modelo do veículo. Fique atento de saber todos os detalhes do modelo que deseja adquirir, afinal, eles influenciam no valor final do veículo. 
  • 4º passo – Selecionar o ano do veículo. Pronto, agora vamos gerar para você o valor correto da Tabela FIPE de acordo com o mês vigente.

Como é calculado o preço na tabela Fipe

Todos os valores informados na tabela Fipe se baseiam na coleta de preços, seja de carros, motos e caminhões, tanto usados quanto novos no mercado nacional. Vale ressaltar que os valores são analisados por pesquisadores.

Eles acabam descartando os preços muito altos e baixos, além do que consideram discrepantes na análise realizada. 

E é a partir disso que chegamos a um número para criar a média de preços dos veículos que são informados na tabela Fipe.

Saiba como consultar a tabela Fipe para a indenização de seguros

Agora que você já sabe o processo rápido e fácil de consultar, que tal descobrir como consultá-la para a indenização de seguros? 

Afinal, a indenização é um valor pago ao segurado quando seu veículo sofre perda total ou não é recuperado após um roubo ou furto. 

É preciso saber que equivale ao valor do capital segurado da apólice, que nada mais é do que o valor máximo que o segurado pode receber no caso de um sinistro com cobertura. 

Além disso, tal indenização pode variar conforme a apólice fechada pelo segurado, no ato da contratação. Além disso, essa indenização pode ser por um valor pré-determinado ou seguir a Tabela FIPE. 

Por isso, neste caso, é possível calcular o valor de indenização referenciado pela Tabela FIPE, também pela tabela do FinanceOne.

Este conteúdo te ajudou a conhecer mais a Tabela Fipe? Não deixe de usar a calculadora do FinanceOne e conte nos comentários o que achou. Se gostar, compartilhe com outras pessoas.