Início Site Página 495

Samsung Itaucard: conheça vantagens do cartão sem anuidade

0
Cartões pretos da Samsung Itaucard

Em uma parceria inédita, pelo menos no Brasil, a empresa sul-coreana de tecnologia Samsung agora possui seu próprio cartão de crédito. E o melhor, sem nenhum tipo de custo, já que o Samsung Itaucard não possui anuidade.

A princípio, o serviço é muito parecido com o já desempenhado pela Apple com o Apple Card, que ainda não chegou no Brasil com esse tipo de serviço.

Apesar dos celulares da Samsung possuírem o sistema Android, o serviço da Samsung Itaucard também está disponível para usuários de iOS. O cartão de crédito apresenta a bandeira Visa Platinum.

O Samsung Itaucard também possui a tecnologia Contactless, para pagamentos por aproximação. Um ponto muito importante, ainda mais agora, em tempos de pandemia.

O cartão de crédito da Samsung pode não parecer muito empolgante de início, já que atualmente, há muitas opções no mercado financeiro brasileiro de cartões de crédito sem o pagamento de uma anuidade.

Entretanto, o Samsung Itaucard apresenta muitas vantagens que podem empolgar a muitos. Principalmente os usuários de celulares da Samsung, já que há uma integração entre o cartão e a plataforma Samsung Pay, carteira digital que realiza pagamentos pelo próprio telefone.

Continue acompanhando a matéria e entenda as vantagens desse novo tipo de serviço oferecido pela Samsung.

Três cartões físicos Samsung Itaucard
Essa é a aparência do cartão físico Samsung Itaucard: moderno e minimalista

Como solicitar o Samsung Itaucard?

Primeiramente, a solicitação de cartões Samsung Itaucard está sendo realizada via app. Para acessar, basta procurar por Samsung Itaucard na loja de apps do seu smartphone. Como mencionado, o app está disponível para usuários do sistema Android e iOS.

Em seguida, você realizará o cadastro no app. Informe seus dados pessoais com o CPF, RG, nome completo, data de nascimento, profissão, renda mensal, endereço completo e outras informações solicitadas. Nesse momento, você também vai informar um login e senha de acesso à plataforma.

Para análise dos dados informados por você, o sistema do Samsung Itaucard dá um prazo de até 15 dias para uma resposta positiva ou negativa de acesso ao cartão.

O prazo pode ser menor, caso você já possua um limite pré-aprovado. Caso a resposta de aprovação seja negativa, a própria Samsung Itaucard recomenda um prazo de até 3 meses para a próxima solicitação.

Além disso, dá para acompanhar a solicitação via app e por e-mail também, já que todos os trâmites são repassados através do e-mail informado no momento do cadastro no app.

+ Vivo Itaucard: saiba como funciona o novo cartão sem anuidade

Recebi a aprovação, e agora?

Antes de mais nada, como o Samsung Itaucard é um serviço muito novo, há a possibilidade de acontecer alguns erros de início. Caso você entenda que um erro aconteceu, procure pelo suporte da plataforma e entre em contato para saber o que aconteceu e assim, tentar a solicitação mais uma vez.

Mas, os felizardos que receberem a aprovação logo de início, já conseguem utilizar o cartão de crédito mesmo sem a presença do cartão físico. Afinal, o Samsung Itaucard libera um cartão virtual para os recém aprovados que precisem utilizá-lo. Uma boa notícia, não é mesmo?

Quais as vantagens do Samsung Itaucard?

As vantagens apresentadas pelo Samsung Itaucard são boas, principalmente para os usuários da marca sul-coreana.

Os clientes recebem pontos em dobro no Samsung Rewards: são 1.000 pontos para o primeiro pagamento via Samsung Pay, mais 30 pontos em cada utilização seguinte da carteira digital (limitado a 30 transações por mês).

O Samsung Rewards é um programa de vantagens da Samsung onde é possível trocar a pontuação por produtos e serviços de empresas parceiras.

O Samsung Itaucard também apresenta vantagens para quem tem interesse em adquirir produtos, como seus smartphones. Um exemplo disso é possível parcelar compras em até 21 vezes sem juros na loja oficial da Samsung para adquirir celulares da linha Galaxy S21, lançamento mais recente da marca.

Além disso, existem vantagens relacionadas com o programa de vantagens da Visa, como o Vai de Visa.

Carreira no mercado financeiro: saiba quais são os requisitos

0
Gráficos do mercado financeiro em uma tela de computador

Você já pensou em ter uma carreira no mercado financeiro? Para isso, é necessário se empenhar e estudar bastante para conseguir entender as principais oscilações do mercado. E é claro que uma graduação no setor pode te ajudar a ingressar nessa área.

Porém, mais do que uma graduação específica, o mercado financeiro valoriza outros requisitos dos candidatos a vagas e profissionais que trabalham em bancos, corretoras, cooperativas, gestoras, entre outras instituições financeiras que atendem a área de investimentos. 

As certificações financeiras ganham força como pré-requisito e, dependendo do cargo, são até mesmo obrigatórias para o exercício profissional. Por isso, tê-las pode ser essencial para que você tenha uma carreira no mercado financeiro.

+ Descubra porque mulheres ainda são minorias no mercado financeiro

E junto com o know-how prático e o domínio de habilidades comerciais e de comportamento, as certificações são um selo de distinção que abre portas para oportunidades em cargos estratégicos dentro das instituições.

Esse pode ser considerado um trunfo em tempos em que a tecnologia leva à extinção inúmeras vagas que são consideradas operacionais.

Carreira no mercado financeiro: quais são as principais certificações? 

Bom, você já sabe que é necessário ter diversas certificações para começar a sua carreira no mercado financeiro. E para te ajudar a explicar mais sobre as principais certificações financeiras e para quais carreiras cada uma é indicada, chamamos Ronaldo Cerqueira.

Ele é consultor especialista em carreiras do mercado financeiro e sócio do grupo de educação Eu Me Banco.

“Construir uma carreira no mercado financeiro passa necessariamente pelas certificações. Mais do que qualificações obrigatórias, elas validam o profissional como alguém que entende o mercado, as regulamentações, produtos e suas especificidades”, explica.

Ronaldo Cerqueira ainda comentou sobre a relevância das certificações dentro do plano de carreira. O especialista frisou que o mercado financeiro tem espaço para todos. Porém, a certificação se torna importante para impulsionar a sua carreira.

Ele separou as principais certificações necessárias para você alavancar ou começar a carreira no mercado financeiro. Confira!

CPA-10 e CPA-20

Para quem quer ter uma carreira em banco, a indicação é de que o você busque as certificações CPA-10 e CPA-20, que são emitidas pela Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais), de acordo com Ronaldo Cerqueira.

A CPA-10 é ideal para quem atua no atendimento ao cliente em algum nível dentro do banco, ofertando produtos em geral. Porém, devido ao baixo nível de complexidade do exame e ao alto número de profissionais certificados, são mais de 438 mil, segundo a Anbima, é tida como uma certificação obsoleta frente a realidade do mercado. 

homem de terno e com fone de ouvido e o gráfico de investimentos
Para alavancar sua carreira no mercado financeiro é necessário realizar diversos cursos

Já a CPA-20 está um degrau acima, tem aplicabilidade igual à da CPA-10, com o bônus de habilitar o profissional para a distribuição de investimentos a clientes do segmento de alta renda. Hoje, cerca de 166 mil pessoas possuem essa certificação. 

CEA

Segundo o especialista, a certificação CEA dá aporte para elevar o status dos gerentes de relacionamento de vendedores para especialistas em investimentos. Ela também é emitida pela Bambina.

Cerqueira explica que o profissional CEA é mais estratégico do que os certificados CPA-10 ou CPA-20, que ficam restritos à explicação de produtos. Além disso, não são habilitados para fazer recomendações personalizadas de investimentos aos clientes.

“A certificação CEA tem peso maior na atualidade. Há uma aceleração inédita dos bancos em busca de profissionais para trabalharem com investimentos. Para se ter uma ideia, só em 2021 a expectativa é de que quase 10 mil vagas sejam preenchidas em instituições como Itaú-Unibanco, Safra, Santander, Bradesco, Modal, XP, Banco Inter, PagBank, Easynvest e BTG Pactual em áreas ligadas à atendimento e gestão de relacionamento com o cliente investidor”.

Certificações para gestores de fundo de investimento

Também emitida pela Ambina, é preciso conhecer que existem três certificações necessárias para quem deseja trabalhar com a gestão de recursos de terceiros. Isso nos seguintes fundos: CFG, CGE e CGA.

+ Conheça as profissões do mercado financeiro que mais pagam

De acordo com o especialista, a demanda crescente de gestores certificados tem como consequência o aumento no número de fundos existentes atualmente no país.

“Atualmente há 21 mil fundos de investimento no país, ante 8 mil que existiam em 2009. O profissional deve escolher a certificação de acordo com a sua finalidade de atuação. A CGA é voltada para gestão de fundos de renda fixa, ações, multimercados e cambiais. A CGE habilita profissionais para a gestão de fundos imobiliários (FII), fundos de investimento em participações (FIP) e fundos de investimento em direitos creditórios (FIDC). Já a CFG é pré-requisito para obter as certificações CGA e CGE e um diferencial para quem está iniciando a carreira no mercado de gestão de recursos. No entanto, não habilita o profissional para ser gestor”.

CFP®

É um certificado internacional que é emitido no Brasil pela Planejar, uma Associação Brasileira dos Planejadores Financeiros. Ele é destinado a planejadores financeiros. 

+ Saiba por onde começar a investir no mercado financeiro

Além disso, o CFP também pode ser considerado uma certificação de alta patente. Isso porque ela distingue profissionais especializados em seis áreas fundamentais da vida financeira, sendo:

  • planejamento financeiro;
  • gestão de ativos e de investimentos;
  • planejamento de aposentadoria;
  • gestão de riscos pessoais e patrimoniais/seguros; 
  • planejamento fiscal; e
  • planejamento sucessório.

“Ao total, 27 países adotam esta certificação. No mundo existem 190 mil profissionais com CFP®, 90 mil somente nos EUA. No Brasil ainda temos poucos profissionais certificados (pouco mais de 5 mil) tendo em vista o potencial do nosso mercado. Segundo a Planejar, 36% dos profissionais CFP® atuam de forma independente, os demais são vinculados a bancos, com enorme concentração em SP e RJ. O CFP® agrega valor ao consumidor e enriquece o currículo de um profissional que atua ou deseja trabalhar no mercado financeiro”.

Ancord AAI

Esta, é emitida pela Associação Nacional das Corretoras e Distribuidoras de Títulos e Valores Mobiliários, Câmbio e Mercadorias. Vale destacar que ela é obrigatória para o exercício dos agentes autônomos de investimentos (AAI). 

O especialista comenta que a função de assessor de investimentos é vista, por muitos, como a profissão do futuro. Isso porque ela tem um campo imenso de atuação em corretoras e escritórios de investimentos.

“É uma atividade com grande potencial de crescimento. Os escritórios de investimentos ligados às corretoras proporcionam enormes possibilidades de ganho para o AAI, mas para ser bem-sucedido é preciso amplo conhecimento técnico e domínio sobre os cenários econômico e político para estruturar um planejamento de investimento aderente ao investidor. Ainda sobre a Ancord, é importante citar que os bancos também estão abrindo operações específicas para combater o crescimento das corretoras, o que pode abrir um leque de oportunidades para quem tiver essa certificação”.

CNPI

É aplicado pela Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais (Apimec). Também é importante pontuar que o CNPI certifica profissionais para atuação como analistas de investimento de valores mobiliários. 

“A certificação CNPI permite a indicação de investimentos e abre portas para profissionais em gestoras de investimentos, casas de research, corretoras de valores, consultorias de investimentos e bancos de investimentos”.

O conteúdo te ajudou? Então compartilhe com alguém que precisa saber desses requisitos para conseguir deslanchar no mercado financeiro.

Bitcoin movimenta R$ 27 bilhões em apenas três meses no Brasil

0
Pessoa segurando uma moeda de bitcoin

Apesar das recentes perdas, o Bitcoin registrou a marca de R$ 27 bilhões em movimentação só no primeiro trimestre de 2021. Em relação ao primeiro trimestre de 2020, houve um aumento de 20,9% no volume de Bitcoins negociados.

Contudo, para quem investe em Bitcoin, principal criptomoeda do mundo, não tem monotonia. O mesmo vale para quem possui outras moedas alternativas, como o Ethereum ou o Cardano.

Altas bruscas e quedas acentuadas fazem parte desse mercado. Algo que se repetiu na semana passada quando o Banco Central da China (PBOC).

A instituição afirmou em comunicado que as instituições financeiras e de pagamento do país não possuem permissão para estipular preços de produtos em qualquer moeda digital.

“O efeito manada preponderou e os especuladores se assustaram com a decisão de Pequim”, diz o co-fundador e sócio da Dynasty Global Investments AG, Fábio Asdurian, explicando que esse comportamento ocorre quando milhares de investidores se desfazem de um ativo.

“Alguns chegam até mesmo a quebrar contratos”, ressalta o fundador e CEO da empresa, Eduardo Carvalho.

Os executivos da Dynasty lembram que não é a primeira vez que a China adota uma postura contrária às criptomoedas. Isso já havia acontecido em 2017 e 2019, gerando quedas acentuadas no valor das moedas, normalmente seguidas de altas ainda mais fortes.

Apesar da restrição, o governo chinês não proíbe que as pessoas mantenham as criptomoedas compradas anteriormente. Estranhamente, as declarações do Banco Central chinês, que geraram volatilidade, ocorreram ao mesmo tempo em que o país sinaliza pretender criar sua própria moeda digital.

Vale lembrar que o mercado cripto também foi impactado recentemente quando o empresário Elon Musk, que sempre respaldou o Bitcoin, decidiu não mais aceitá-lo como pagamento na compra de seus carros elétricos da marca Tesla.

A decisão produziu queda no valor do Bitcoin, mas a moeda voltou a se recuperar.

Altcoins registraram crescimento de 250%, ultrapassando Bitcoin

Criptomoedas alternativas ao bitcoin estão com alta valorização no mercado. É o que mostra o levantamento da BitcoinTrade, plataforma de criptomoedas.

De acordo com o estudo, o volume de negociações com altcoins foi de R$350 milhões em abril de 2021, ante os 50 a 100 milhões dos meses anteriores.

“Por isso, este é um dado inédito aqui na BitcoinTrade e é reflexo de como o mercado brasileiro passou a se interessar por criptomoedas alternativas ao Bitcoin, como Ethereum, Ripple, Litecoin”, destaca Teixeira.

Dado inédito para a empresa, que analisou a base de quase 500 mil clientes cadastrados. “Este volume de negociações total em Abril foi o terceiro maior da história, justamente devido ao cenário estar mais favorável para as altcoins”, explica o CEO da BitcoinTrade, Bernardo Teixeira.

gráfico mostra alta do Bitcoin
Altcoins se tornam boas alternativas em relação ao Bitcoin

O Bitcoin tem sido extremamente valorizado desde março de 2020. Ele é a criptomoeda mais dominante do mercado – no início de março de 2021, registrou 69% de dominância.

+ 3 criptomoedas que podem seguir alta do Ethereum

Tendência é reflexo da expansão de conhecimento dos investidores

Investir em criptomoedas em geral requer estudos constantes, já que as atualizações acontecem diariamente, exigindo mudanças no rumo das aplicações. A boa notícia é que os internautas brasileiros aparentam estar cada vez mais inteirados com o mundo cripto.

De acordo com uma pesquisa da agência de marketing digital Conversion, encomendada pela BitcoinTrade, que consultou usuários da internet, 81,6% dos entrevistados sabem o que é Bitcoin e criptomoedas.

“Este é o primeiro passo para entrar no universo dos investimentos em moedas digitais: ter conhecimento no que deseja investir”, explica Teixeira.

Consequentemente, outro fator que implica nas negociações e investimentos é a confiança nos criptoativos, por ser um tipo de investimento que tem crescido recentemente no mercado brasileiro.

Ainda segundo a pesquisa, 33,33% afirmaram ter confiança alta ou muito alta para o Bitcoin e demais criptomoedas, sendo a maioria (41,18%) neutra.

Um estudo em paralelo, realizado pela BitcoinTrade com a sua base de usuários, mostra que 33% dos usuários da plataforma negociam a menos de 6 meses, enquanto 15% já investem entre seis e 1 ano.

Além disso, o levantamento aponta que apenas 12% estão há mais tempo nas negociações, entre 1 e 2 anos. Logo, entende-se que o interesse pelos investimentos em criptomoedas tem crescido ao longo do tempo no país.

Ficou interessado nesse investimento? Veja motivos para aplicar na modalidade neste ano

Dividendos: saiba quanto ganha o acionista de uma empresa

0
empreendedores trabalhando em um coworking

Como é que se ganha dinheiro investindo em ações? Muitas pessoas respondem, geralmente, que é com a elevação das cotações. Mas essa, no entanto, não é a única maneira. Uma pessoa pode colocar dinheiro no bolso, por exemplo, quando a empresa em que investe distribui dividendos.

Mas o que são os dividendos? Se você não tem muita familiaridade com determinados termos do universo financeiro, o FinanceOne pode explicar.

Dividendos são as parcelas do lucro líquido que as companhias dispõem aos acionistas.

Lembrando que qualquer empresa que esteja listada na Bolsa de Valores ou não, tem o objetivo de gerar lucros para seus acionistas.

O tamanho de tais parcelas e seu valor total, no entanto, variam de acordo com alguns fatores. O primeiro deles é o lucro.  Além disso, são considerados a necessidade de investimentos (que pode consumir parte desse lucro), o caixa disponível e os valores mínimos estabelecidos no Estatuto Social da companhia.

+ Como comprar ações na Bolsa de Valores em 4 passos

Quais são os tipos de proventos? 

Quando você compra uma ação, consequentemente você se torna um acionista dessa empresa e adquire o benefício de receber parte dos lucros do negócio em questão. 

Uma curiosidade é que além dos dividendos que estamos mencionando, há também outros tipos de proventos. São eles: 

Juros sobre capital próprio

Para os investidores de dividendos, os juros sobre capital próprio são bastante parecidos.  No entanto, o que difere é a contabilidade da empresa que paga os proventos.

Bonificações

Nas bonificações, o número de ações recebidas pode variar conforme o número de ações que o investidor já alcançou.

Direitos de subscrição

Os direitos de subscrição ocorrem quando as empresas emitem mais ações. Ou seja, o investidor possui o direito de comprá-las antes do mercado e mantém a mesma proporção das ações.

Em alguns casos, porém, elas têm um valor abaixo do que geralmente é comum.

Por isso, é sempre necessário estar atento e verificar os preços, pois se o mercado estiver com um valor mais em conta não há motivos para você utilizar o direito de sua subscrição.

Qual é o valor dos dividendos?

A empresa é quem definirá o valor que será concedido entre os acionistas. Ou seja, tudo funciona de forma bem simples: primeiro será dividido o valor total de ações que o empreendimento possui.  Neste momento, os dividendos por ação são usados para calcular o indicador.

Após isso, divide-se este valor pelo número total de ações da companhia, encontrando os dividendos por ação, usados para calcular o indicador Dividend Yield.

+ Rentabilidade e liquidez: entenda a diferença entre os termos

O Dividend Yield nada mais é do que um índice feito com o intuito de medir a rentabilidade dos dividendos de uma companhia em relação ao valor de suas ações. 

Cada um dos investidores recebe um valor que corresponde ao número de ações realizadas por ele.

ações da Petrobras para dividendos
Saiba como se ganha dinheiro investindo em ações através dos dividendos

Mas por que apenas uma parte dos dividendos é paga?

As empresas precisam de capital para que possam expandir, crescer, tornar-se cada vez maior. Essa é a forma de investimento necessária para que os negócios possam de fato alavancar. Por isso, dificilmente você encontrará uma que distribua 100% de seus lucros entre os acionistas.

Se porventura fossem distribuídos todos os lucros adquiridos durante um determinado período, seria necessário que a empresa fizesse um empréstimo a um banco de qualquer denominação.

E isso significa que o banco cobraria juros ainda mais altos se comparado aos dos acionistas.

Como funciona o investimento

Vale lembrar que o pagamento dos dividendos pode ser realizado mensalmente, trimestralmente, semestralmente e até mesmo anualmente.

E, ao longo desse tempo, determinadas instituições podem acabar aumentando os valores de distribuição de seus lucros.

A empresa que paga os dividendos com frequência e regularidade, geralmente possuem um corporativismo mais sólido e concreto, seu fluxo de caixa é mais previsível.

Já as empresas menores, estão em busca de crescimento, o que significa que elas precisam investir e expandir com mais agilidade.

A partir do momento que elas se tornam boas pagadoras de investimento, gera-se cada vez mais investidores atraídos a participar dos seus negócios.

Conheça outros conceitos dos dividendos

Já ouviu falar em data de registro, declaração, ex-dividendo e índice de cobertura de dividendos? 

Para poder se beneficiar dos dividendos, é imprescindível que os acionistas entendam como funcionam as datas abaixo.

Data de Registro

Nela, as companhias definem quem são os seus acionistas, além de ser determinado quem receberá procurações, relatórios financeiros e outras informações pertinentes ao processo de distribuição dos dividendos.

Essa data precisa estar na contabilidade de toda a organização para que assim os investidores possam receber a sua parcela dos lucros.

Data de Declaração

Os dividendos são anunciados pelo Conselho de Administração nesta data.

Juntamente ao anúncio, são comunicados os seus valores, as datas dos registros e também do pagamento. Com isso, a empresa passa a ter a obrigação legal de dividir os seus lucros de fato.

Data Ex-Dividendo

Esse dia é destinado para quando os novos acionistas não têm mais direito a receber os dividendos declarados.

Cada um deles é anunciado geralmente dois dias úteis antes da data do registro, mas poderão haver mudanças quando houver pagamentos que não são feitos em dinheiro.

Índice de Cobertura de Dividendos

Ele é a relação que existe entre o lucro líquido de uma organização e os dividendos que são pagos aos investidores.

Através desse índice, os acionistas podem medir a capacidade que a companhia tem de pagar pelos seus dividendos com uma facilidade maior.

Todo o cálculo é feito por meio da divisão de lucro total pelo valor do dividendo de uma determinada ação.

Gostou da explicação sobre o que são os dividendos? Então assine a nossa newsletter e receba, diretamente em sua caixa de e-mail, novidades sobre o mercado financeiro. Assim, você fica sempre atualizado!

Entenda quais são as novas regras para aquisição de cartões de crédito

0
cartões de crédito master e visa

O Banco Central (BC) anunciou novas regras para adquirir cartões de crédito (contas de pagamento pós-pagas) e conta de pagamento pré-paga.

De acordo com o BC, as novidades foram anunciadas com o objetivo de alinhar as normas que regem os produtos cartão de crédito e conta pré-paga com as normas já aplicadas para contas correntes, que são conhecidas como contas de depósito.

Entenda o que mudou com as novas determinações do Banco Central sobre os cartões de crédito.

Banco Central publica novas regras para contratação de cartões de crédito

Uma das regras elimina, por exemplo, a lista taxativa de informações cadastrais mínimas dos clientes para a abertura das contas de pagamento pré e pós-pagas.

Ou seja, a definição do que será pedido fica a critério de cada instituição, a depender do perfil do cliente). Além disso, o BC incluiu novos procedimentos para facilitar pedidos de encerramento dessas contas.

Com essa resolução, as regras de contas de pagamento ficam alinhadas às regras das contas de depósitos, no que diz respeito à abertura, encerramento e transparência.

O BC também anunciou mudanças para as faturas dos cartões de crédito. Desta forma, passará a ser obrigatório colocar nas faturas itens como:

  • saldo total consolidado das obrigações futuras contratadas;
  • parcelamento de compras, tarifas e operações de crédito.

+ Como funcionam os juros do cartão de crédito

As empresas também serão obrigadas a encaminhar ou disponibilizar ao titular do cartão, através do meio físico ou eletrônico, enviar o cartão de crédito e os respectivos demonstrativos e faturas.

Esse envio deverá ser feito, porém, de acordo com a forma e o canal escolhidos pelo titular entre as opções disponibilizadas pela instituição.

“A principal razão é o alinhamento das regras das contas de pagamento pós-pagas e pré-pagas às da conta de depósitos (conta-corrente), como prevê a Resolução CMN nº 4.753, de 2019”, explicou o diretor de Regulação do BC, Otávio Damaso. 

Essas mudanças passam a valer a partir de março de 2022.

vários cartões de crédito juntos
Banco Central determina novas regras para cartões de crédito.Medida atinge bancos digitais e fintechs

O que faz o Banco Central?

O Banco Central do Brasil, conhecido como Bacen ou BC, é uma autarquia e, por isso, tem autonomia para realizar funções sem precisar se submeter a outro órgão público.

O BC é responsável por garantir a estabilidade da economia brasileira, além de regulamentar o sistema financeiro e manter o poder de compra da moeda nacional (o real).

Além disso, também é encarregado por autorizar instituições financeiras a funcionar, criando novas regras e atuando na fiscalização.

O que é contratação de cartão de crédito?

A contratação de cartão de crédito é a confirmação de um contrato com o objetivo de formalizar um acordo entre cliente e a instituição financeira para utilizar o cartão de crédito.

Nessa contratação os termos são fixados e devem orientar os direitos e deveres tanto do cliente quanto da instituição durante o prazo de contrato.

O que é uma conta de pagamento pré-paga?

Uma conta pré-paga é parecida com uma conta corrente, mas uma das diferenças é que a primeira é administrada por uma instituição de pagamento.

Esse tipo de conta não disponibiliza operações de crédito, como limites, financiamentos ou empréstimos, mas podem ser usadas para receber essas operações.

Além disso, a conta pré-paga também realiza operações comuns, como movimentações de dinheiro, pagamentos de boletos, pagamento através de um cartão de débito e transferências via TED.

Gostou do nosso texto sobre as mudanças na aquisição dos cartões de crédito? Então que tal continuar aprendendo e se atualizando ainda mais? Leia agora mesmo: é possível pedir para cancelar a anuidade do cartão de crédito? e fique por dentro das novidades!

Quais os direitos de quem é demitido no período de experiência? Confira!

0
Homem escrevendo em uma carteira de trabalho

Ser demitido no período de experiência é raro, mas é possível! Mas antes de saber quais são os direitos do trabalhador, vamos compreender antes o que ele é, exatamente.

Quando um novo funcionário é admitido, costuma-se colocá-lo em uma modalidade conhecida como Contrato de Experiência. O contrato de experiência tem validade máxima de 90 dias, segundo consta no artigo 445, parágrafo único da CLT.

Sua finalidade é permitir que empregador e empregado se conheçam e se testem reciprocamente antes de realizarem a contratação definitiva. Além disso, demonstra ao recém-contratado se aquele emprego está realmente de acordo com suas expectativas e objetivos.

Quando um trabalhador pode ser demitido no período de experiência?

Existem algumas possibilidades para o trabalhador ser demitido no período de experiência. O primeiro é quando o período é completado e a empresa resolve não efetivá-lo.

O segundo é quando o empregador ou empregado informam a demissão antes do prazo acordado em contrato.

As verbas que compõem as rescisórias são diferenciadas para cada um dos casos. Entenda como cada situação se comporta.

1 – Período completado sem efetivação

Quando o período inicial chega ao final e a empresa decide não contratar o colaborador ela deverá comunicá-lo. Esse é o caso em que o período foi inteiro laborado, contabilizando 90 dias entre o início do vínculo e seu término.

As verbas pagas ao empregado são as mesmas rescisórias pagas para o trabalho por tempo indeterminado (que não tem prazo estipulado de duração) com exceção do aviso prévio e da multa de 40% do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS).

Isso se deve ao fato de a CLT excluir o contrato com menos de um ano do rol daqueles que possuem direito ao aviso prévio.

Ou seja:

  • Saldo de salário;
  • 13º salário proporcional ao tempo de trabalhado;
  • Férias + 1/3 proporcional ao tempo trabalhado;
  • Levantamento do FGTS.

2 – Demissão no período de experiência

Caso a dispensa ocorra antes do término do contrato de experiência, serão devidas todas as verbas rescisórias acima descritas, bem como as seguintes:

  • Multa de 40% do saldo do FGTS;
  • Indenização equivalente a metade da remuneração que teria direito até o fim do contrato (art. 479 da CLT).

Contudo, vale ressaltar que o recebimento do seguro desemprego não está previsto como um dos direitos do trabalhador demitido no período de experiência.

3 – Justa causa

Caso haja demissão por justa causa, os direitos do profissional ficam mais restritos, são eles:

  • salário referente aos dias trabalhados (saldo de salário);
  • pagamento do valor do FGTS, mas sem possibilidade de saque.
imagem de um boneco simbolizando trabalhador demitido
Todo trabalhador demitido no período de experiência tem direitos previstos na legislação

Quem tem estabilidade provisória?

Abaixo listamos algumas das situações de estabilidade provisória que podem ser reconhecidas. Ou seja, não pode ser demitido no período de experiência.

1 – Acidente de trabalho

O entendimento desse tipo de estabilidade provisória se encontra no artigo 118 da Lei nº 8.213/91, que não fixa restrições ou distinções quanto ao acordo trabalhista firmado.

2 – Gestante

A jurisprudência entende que a medida é uma proteção ao nascituro, de acordo com a Súmula 244, inciso III, do Tribunal Superior do Trabalho (TST):

“A empregada gestante tem direito à estabilidade provisória prevista no art. 10, inciso II, alínea b, do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, mesmo na hipótese de admissão mediante contrato por tempo determinado.”

Qual a diferença entre contrato de experiência e contrato temporário?

O contrato de experiência é um acordo de trabalho por prazo determinado, que é regido pela CLT. Encerrado o prazo, as partes decidem se vão manter o vínculo empregatício.

Já o contrato temporário é um combinado entre empresa e tomadora de serviços. É utilizado em caso de contratação de trabalhadores para uma substituição do pessoal regular, ou quando há trabalho extra.

Cada modalidade tem seu objetivo e é regida por leis distintas. As empresas devem estar atentas às normas legais que regem ambos os tipos de contrato, pois assim evitam penalizações e dores de cabeça.

Foi demitido no período de experiência? Faça os cálculos da sua rescisão trabalhista

Conheça 5 melhores plataformas para ganhar dinheiro com conteúdo online

4
pessoa com uma caneta na mão analisando um gráfico

É possível ganhar dinheiro produzindo conteúdo para a internet. Basta você ter talento para falar, explicar, se expressar e ter o que compartilhar com outras pessoas.

Veja o exemplo de Youtubers, Instagramers e blogueiros que fazem de seus hobbies uma profissão. Ganhar dinheiro com blog, Youtube e outros canais é uma realidade cada vez mais comum, que permite com que as pessoas vivam de suas paixões.

Para te ajudar, neste post vamos falar sobre conteúdos online. Vamos apresentar algumas ferramentas que você pode usar para se tornar um empreendedor digital.

5 plataformas para ganhar dinheiro como produtor de conteúdo

1 – Facebook

O primeiro passo para quem deseja usar o Facebook para ganhar dinheiro com conteúdo é abrir uma Fan Page. Sem dúvida alguma, a ferramenta é um dos mais poderosos canais de anúncios, se comparado com todas as mídias disponíveis e não somente a web.

A partir do momento em você vai aprendendo como usar o marketing no Facebook e seguindo simples passos, você verá seu tráfego crescer exponencialmente, captando muitos leads e fazendo muitas vendas.

2 – Instagram

Você provavelmente já ouviu histórias de pessoas que estão faturando com fotos e conteúdos que compartilham todos os dias no Instagram. Assim como elas, você também pode ganhar dinheiro no aplicativo.

O Instagram por si só não te dará dinheiro porque ele não remunera os usuários. O que fará você lucrar ao usar a rede social é o negócio que tem e o conteúdo publicado.

Além de disposição em aplicar uma estratégia de marketing para divulgá-lo da melhor forma possível.

+ Saiba como ganhar dinheiro com Instagram

3 – YouTube

O YouTube é, para a maioria das pessoas, um site onde se pode ver vídeos gratuitamente. Para alguns, porém, também pode ser um trabalho, uma profissão e até mesmo uma porta para a fama.

Alguns dos produtores, conhecidos como youtubers, tornam-se estrelas e chegam a ficar milionários. Afinal, quanto mais o seu canal for acessado e os vídeos visualizados maiores serão os seus ganhos.

Portanto, o negócio é atrair tráfego para o canal. Uma dica importante para quem deseja saber como ganhar dinheiro no YouTube é aplicar as técnicas de SEO em seus vídeos.

4 – Tik Tok

O aplicativo se tornou um sucesso entre os jovens. Com mais de 1,5 bilhão de downloads, a ferramenta é uma ótima oportunidade para os influenciadores interagirem com mais de 500 milhões de usuários.

Nele, os espectadores têm a capacidade de doar moedas virtuais que todos dentro do aplicativo podem comprar com identificação por impressão digital ou reconhecimento facial.

Já sua a remuneração varia de acordo com fatores como o número de seguidores, taxa de engajamento, tipos de produtos ou serviços promovidos, número de vídeos produzidos, indústria e geolocalização.

+ Veja passo a passo para ganhar dinheiro no Tik Tok

5 – Blog

Para ganhar dinheiro com um blog precisamos ter uma plataforma de publicação, um software para que possa ser criado um blog.

O WordPress, por exemplo, é uma plataforma de gerenciamento de conteúdo utilizada no mundo inteiro, e melhor ainda, gratuita.

Basicamente há duas maneiras de ganhar dinheiro com um blog. A primeira forma é vendendo espaços publicitários e a segunda é vender algum tipo de produto no seu site, geralmente infoprodutos.

Contudo, nos dois casos é primordial que o blog tenha muitos acessos. Para isso, publique conteúdo relevante e que seja interessante ao público.

Além de aplicar técnicas de SEO para ranqueamento nos metabuscadores. De forma a atrair tráfego orgânico.

ganhar dinheiro
As atuais tecnologias abrem espaço para que novos creators tenham a oportunidade de ganhar dinheiro

Podcast é mais uma ferramenta para ganhar dinheiro

Assim como as imagens, o áudio é um elemento que vem se popularizando na internet. Em busca de experiências cada vez mais ágeis e eficientes, os usuários têm dado muita atenção a conteúdos sonoros.

Afinal, a mera inclusão de um player como alternativa à leitura de um texto torna o conteúdo mais atraente para a audiência, que pode apertar o play e se dedicar a outras tarefas de forma simultânea.

Um levantamento feito pela plataforma Deezer mostra isso em números. A empresa revelou que os programas de áudio sob demanda cresceram 67% no país durante este ano.

O estudo foi feito com dados de serviços de streaming como Spotify, Apple iTunes e Google Podcasts.

A própria Deezer, que distribui programas em áudio, também usou seus dados no levantamento e viu o consumo da mídia crescer 177% em sua plataforma em 2019. Descubra como ganhar dinheiro como podcast.

Gostou desse conteúdo? Então conheça o TikTok Bônus, a nova forma de ganhar dinheiro com a palataforma.

Saiba como administrar o dinheiro com inteligência

0
várias canetas e moedas em cima de um papel

Administrar o dinheiro é o grande desafio para a maioria dos brasileiros. É uma tarefa mais trabalhosa do que se imagina. Porém deve ser um exercício diário que exige muita disciplina e autoconhecimento.

Mas como fazer? O primeiro passo que qualquer pessoa que quer aprender a administrar o seu dinheiro precisa dar é cuidar das suas finanças pessoais. E isso é resultado de coisas simples, mas que muita gente ignora.

O primeiro e mais importante ponto a se fazer é ter um orçamento pessoal que te ajude a controlar seus gastos.

Registre sempre suas despesas fixas. Para isso, você pode utilizar aplicativos, cadernos ou planilhas. Ter esse registro é importante para você saber quanto da renda familiar sobra todos os meses para investir, poupar ou até mesmo gastar com atividades de lazer.

Desta maneira, tendo a administração de seu próprio dinheiro uma importância muito grande para sua estrutura e independência financeira. Algumas dicas simples e fáceis de serem cumpridas podem ser de grande ajuda e representar uma grande diferença em seu bolso.

10 dicas para administrar o dinheiro

1- Planeje

O melhor de administrar seu dinheiro é planejar os gastos sempre com antecedência. Preferencialmente com uma periodicidade definida, podendo ser feito mensalmente, por exemplo.

2 – Trace metas

Administrar seu dinheiro poderá ser uma tarefa extremamente penosa se você não tiver motivação para isso. Afinal, somos incentivados a viver apenas o presente, comprando e consumindo objetos que nos possibilitem prazeres momentâneos.

calculadora e a ponta de um lápis
É importante saber quanto você gasta por mês para poder usar o dinheiro com inteligência

Entretanto, para conquistar sonhos maiores e desfrutar de certa tranquilidade financeira, é preciso abrir mão de algumas futilidades e focar nos propósitos do futuro.

3 – Compre à vista

Fazer compras à vista é uma ótima estratégia para poupar dinheiro. Ela evita que você gaste aquilo que não tem e fique enrolado com o cartão de crédito. Lembre-se que muitos estabelecimentos concedem descontos para compras feitas à vista.

4 – Evite usar cartões de crédito

Essa sugestão está intimamente relacionada ao item anterior, pois é um incentivo à compra à vista. A comodidade de parcelar pode virar uma dor de cabeça. As parcelas podem conter juros e se somar a outras despesas, e você só verá o tamanho do “estrago” quando a fatura chegar.

5 – Pague suas dívidas

Para o coordenador do MBA em Gestão Financeira da Fundação Getulio Vargas (FGV), Ricardo Teixeira, quem está com dívidas deve pagá-las e colocar as contas em dia ou, pelo menos, pagar parte do que deve.

“Quem estiver endividado com o rotativo do cartão de crédito ou do cheque especial deve usar o dinheiro para quitar essas dívidas, que embutem os maiores juros do mercado. Se não estiver endividado no cartão, mas tiver outras dívidas que estão atrapalhando o orçamento, aproveite o dinheiro extra para quitar ou renegociar as parcelas, lembrando que não deve comprometer mais do que 25% da renda líquida com prestações”, orienta Ricardo Teixeira.

6 – Invista

administrar seu dinheiro

Tão importante quanto poupar, é fazer seu dinheiro render. Com a redução da taxa básica de juros para 2,75% ao ano, Ricardo Teixeira sugere investimentos em renda variável.

Segundo ele, investidores mais propensos ao risco devem aplicar no mercado de ações. “O ambiente político e econômico está mais estável e a atividade vai começar a acelerar.

7 – Compare preços

Fazendo isso você pode identificar quais produtos estão mais baratos e poderão representar uma economia em suas compras. Experimentar marcas menos conhecidas e inovar em suas compras pode ajudar a realizar uma grande economia. Pode representar um alívio para seu orçamento.

8 – Não compre por impulso

Um dos maiores vilões na administração do dinheiro é o desejo de compra por impulso. Especialmente com base em promoções ou propagandas que podem parecer tentadoras a princípio, mas que podem representar um gasto desnecessário e fora de seu poder de compra. Colocando sua situação financeira em risco.

9 – Nunca gaste mais do que ganha

Apesar de parecer uma dica comum e que todos já façam isso, é importante ressaltar que de acordo com uma pesquisa realizada pelo IBGE, mais de 68% dos brasileiros possuem despesas que superam os rendimentos.

E isso acaba acarretando em dívidas, que muitas vezes viram bola de neve. Mas por que isso acontece? A resposta é simples, muitas famílias vivem um padrão de consumo mais alto do que ganham. 

Por isso, a dica é listar todas as suas despesas mensais e montar uma planilha de orçamento. Isso é essencial para que você não gaste mais do que ganha e evita acumular dívidas. 

10 – Use apps de finanças

administrar seu dinheiro

A tecnologia também pode te dar uma mãozinha na hora de administrar o seu dinheiro. Por isso, sempre que for fazer uma compra, pesquise online para encontrar as alternativas mais adequadas a seu orçamento, afinal, na missão de poupar dinheiro, qualquer centavo conta.

Usar um aplicativo de gerenciamento de finanças pessoais no smartphone também pode ser útil para administrar seu dinheiro e não ficar no vermelho.

Selecionamos três compatíveis com os sistemas operacionais Android e iOS.

GuiaBolso

Ele se conecta diretamente à sua conta bancária e aos seus cartões de crédito. Observa ainda quaisquer transações financeiras e adicionando-as em uma lista de recebimentos e gastos. Cabe a você categorizar essas movimentações e acompanhar os relatórios para não acabar sem grana no fim do mês.

Minhas Economias

Oferece a possibilidade de você cadastrar gastos recorrentes e futuros. Isso é bastante útil para se planejar e se antecipar financeiramente. Ele permite também que você cadastre múltiplas contas no mesmo painel, algo bem útil para quem deseja juntar suas economias com as de outra pessoa.

Organizze

Permite ter uma clara noção de para onde vai a maior parte do seu dinheiro: alimentação, transporte, lazer, estudos e assim por diante. Tendo isso em vista, você consegue recalcular suas prioridades e controlar seu dinheiro de forma mais eficaz.

Gostou desse conteúdo? Então compartilhe nas redes sociais e continue acompanhando o noticiário do FinanceOne diariamente.

Saiba se investidor anjo é considerado um sócio

0
Homem de terno escrevendo em um papel com gráficos

Muitos empreendedores têm dificuldades de se manter no mercado ou por falta de recursos para investir no negócio. Por isso, é comum encontrar pessoas que optam por pedir ajuda a um investidor anjo.

Apesar de essa ser uma prática comum, ainda existem muitas dúvidas sobre o assunto. E a principal delas se o investidor anjo pode ou não acabar se tornando sócio da empresa. Isso porque ele é uma pessoa que investe uma quantia na sua empresa.

Mas o que de fato é um investidor anjo? É uma pessoa, que pode ser tanto física quanto jurídica, que além de investir dinheiro também oferece os contatos profissionais e a experiência que possui como empreendedor.

É importante ressaltar que esse tipo de investidor não toma as decisões da empresa, mas ele pode sim oferecer o conhecimento que possui para ajudar o seu negócio.

Um investidor anjo pode ser considerado um sócio de uma empresa?

Algumas pessoas não sabem, mas existe a Lei Complementar 155/2016, que protege e beneficia tanto o empreendedor quanto o investidor anjo. E o que diferencia um do outro é justamente a participação societária no negócio.

Sendo assim, o investidor anjo não se torna sócio da empresa ao investir dinheiro no negócio. E o que isso significa? Que os investidores não são responsáveis pelas obrigações da empresa.

Um exemplo disso é que o investidor anjo não pode ser acionado para realizar o pagamento de uma dívida trabalhista ou fiscal da startup. Mas pode orientar os donos de como o problema pode ser resolvido da melhor forma.

Calculadora sobre a mesa com notas de dinheiro
Um investidor anjo não vira sócio da enpresa

O artigo 50 do Código Civil explica um pouco sobre isso: o legislador explicita sua intenção de proteger o investidor anjo e, assim, estimular os investimentos nas startups.

Além disso, para o empreendedor existe uma vantagem do investidor não ser considerado um sócio do negócio. E qual seria esse benefício? Você consegue garantir que o controle da sua startup continue nas suas mãos.

Investimento-anjo é comum em startups. Mas, quem pode realizá-lo?

O investimento-anjo é muito comum ser feito em uma startup. Se interessou em fazer um, mas não sabe se pode ou não? Então fique ligado nas dicas a seguir.

Primeiramente, você precisa saber e verificar quais são as características existentes em um investimento desse tipo. Até porque é importante você avaliar as condições de quem realmente pode aplicar o dinheiro nas empresas.

O investidor-anjo costuma ser um empresário ou ex-empresário bem sucedido – que deve ter recursos para investir uma pequena parte do patrimônio na startup que escolher. Mas o que muitos se enganam é que não necessariamente precisa ser um milionário.

+ Qual a diferença entre sócio e acionista de uma empresa

Ele apenas precisa trabalhar com aplicações que giram em torno dos 5% ou 10% do
próprio capital. É importante destacar, ainda, que o investimento-anjo costuma ser feito por grupo, de duas a cinco pessoas, o que diminui os riscos.

Dessa forma, o investimento médio fica em torno de R$100 mil a R$500 mil. Em alguns poucos casos podendo chegar a R$1 milhão.

Benefícios do investidor anjo para uma empresa

Um investidor pode trazer diversos benefícios a uma empresa, ou melhor, propósitos. Afinal, ele aplica dinheiro em negócios em que os riscos são considerados, no mínimo, proporcionais ao potencial de retorno.

+ Conheça nove formas para conseguir um investidor

Esses investidores também se tornam responsáveis por observar os impactos que as startups podem ter na sociedade. E, com isso, enxergar novas vertentes no mercado.

Além disso, ainda podem ser citadas como vantagens de um investidor anjo o fato dele:

  • gerar novas oportunidades de trabalho e de renda;
  • orientar e promover o conhecimento das futuras gerações;
  • desenvolver novas tecnologias;
  • promover inovações para melhorar a vida da sociedade.
  • receber orientação estratégica e financeira de alguém que já passou por isso antes.

Gostou desse conteúdo? Então compartilhe nas redes sociais e continue acompanhando o noticiário do FinanceOne diariamente para ficar por dentro de tudo do mercado financeiro.

Quais criptomoedas devem valorizar em 2021?

0
Carrinho de compra com algumas criptomoedas
Criptomoedas e tokens possuem diferenças em suas finalidades

O mercado cripto ganhou os holofotes neste mês, após o Bitcoin sofrer quedas bruscas. Porém, para o CEO da BlueBenx, Roberto Cardassi, o cenário de criptomoedas ainda é positivo e o ativo não perderá força e continuará sendo viável para investidores

“O que tem impactado no mercado são ruídos. Por exemplo, as falas de Musk, as sanções da China e também o posicionamento no Banco Central Europeu. Embora o setor já tenha consciência que os ativos digitais são voláteis, uma declaração de uma instituição desse porte acaba influenciando as oscilações de preço”, afirma Cardassi.

Ainda de acordo com o especialista, em um período de médio prazo o ativo vai voltar a subir. Cardassi lembra que o Bitcoin já demonstra sustentabilidade e consolidação no mercado, o ativo já passou por algumas crises em 2018, chegando a cair 80%.

Altcoins: o que está por vir ainda neste ano?

Nem só de Bitcoin vive o universo cripto. As altcoins estão travando uma boa luta no ranking das maiores criptomoedas de 2021.

Aliás, algumas delas podem ser interessantes opções de investimento, caso você tenha interesse em adquirir esse tipo de ativo.

Por qual motivo? Porque muitas delas têm grande potencial de crescimento e seus valores são bem mais baixos do que o do Bitcoin (por enquanto).

Vale lembrar que altcoins são todas as criptomoedas que não o próprio Bitcoin. Existem mais de 7.000 no mundo todo. Veja algumas que ganham força e que valem o investimento.

1 – Litecoin (LTC)

Lançada em 2011, esta é uma moeda descentralizada formada a partir do mesmo código do Bitcoin. Porém possui algumas diferenças, como a velocidade — que, no caso do Litecoin, é mais rápida.

2 – Ripple (XRP)

Foi criada em 2012, mas cresceu bastante nos últimos dois anos. São cerca de 40 milhões de tokens disponíveis em circulação — sendo que a mineração pode chegar até 100 bilhões.

Com números tão expressivos e um valor de mercado acumulado em mais de US$ 13 bilhões, a Ripple está na segunda posição entre as mais poderosas.

3- Ethereum (ETH)

Esta moeda completa o top 3 das mais populares, alcançando os US$ 12 bi de valorização de mercado.

A Ethereum, além de ser uma criptomoeda, também conta com uma plataforma capaz de armazenar informações criptografadas. Por conta disso, é considerada uma das mais seguras do mundo!

Ethereum
Movimento da Ethereum é bem superior ao de outras criptomoedas, como o Bitcoin, que até agora tem valorização de pouco menos de 100% no ano

4 – Binance Coin (BNB)

Assim como a Ethereum, a Binance funciona com o sistema de finanças descentralizadas, ou seja, que não precisam de um intermediador (uma corretora, por exemplo). Ao invés disso, ela utiliza contratos inteligentes em blockchains.

5 – Stellar Lumens (XLM)

Desenvolvida pelo mesmo criador da Ripple, Jed McCaleb, esta também é uma ótima fonte de investimentos. A Stellar também integra o ranking das moedas digitais mais valorizadas e, ainda, conta com uma parceria com a empresa multinacional de informática IBM.

+ Como escolher uma exchange para compra de moedas digitais?

Preço do Ethereum quadruplica em 2021

O Ehter, da rede Ethereum, foi uma das criptomoedas que mais ganharam força em 2021. O movimento de alta já tem ocorrido há algum tempo.

A valorização além de acompanhar um bom humor em geral com o mercado cripto, também reflete algumas importantes melhorias pela qual a rede Ethereum tem passado e ainda deve passar nos próximos meses.

+ 3 criptomoedas que podem seguir alta do Ethereum

Recentemente, o Ethereum passou por uma atualização chamada Berlin. Ela visou, principalmente, tornar a rede mais barata e rápida, reestruturando as taxas de transações, e por isso foi vista com grande potencial para valorizar sua moeda digital.

Ficou interessado em investir em criptomoedas? Agora é possível através da Bolsa de Valores