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Como declarar criptomoedas no IRPF 2021? Confira!

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no fundo da imagem um gráfico em alta e na frente moedas digitais empilhadas

Se você investiu em criptomoedas em 2020, não tem jeito: precisa declarar criptomoedas. Não há para onde correr e, caso você não declare esse investimento, poderá acabar caindo na malha fina. Mas como declarar?

Para te ajudar nessa missão, a Receita Federal divulgou a criação de alguns códigos específicos para declarar criptomoedas no Imposto de Renda. Por ser uma novidade, os contribuintes precisam estar atentos na hora de informar na declaração.

Isso porque, em 2020, para declarar os ativos digitais era necessário inserir as informações sobre as criptomoedas em “Outros Bens e Direitos”.

Além disso, também é preciso estar atento à data final para realizar a declaração do Imposto de Renda. No ano passado, os contribuintes tiveram o prazo prorrogado, mas este ano a data final será 30 de abril.

Conheça os códigos para declarar criptomoedas

A Receita Federal criou três códigos diferentes para que os contribuintes possam declarar criptomoedas na ficha de Bens e Direitos. Confira abaixo quais são eles:

-> 81: Criptoativo Bitcoin – BTC;

-> 82: Outros criptoativos, do tipo moeda digital (conhecidos como altcoins) – como Ether (ETH), XRP (Ripple), Bitcoin Cash (BCH), Tether (USDT), Chainlink (LINK) e Litecoin (LTC);

-> 89: Demais criptoativos – cripotativos não considerados criptomoedas (payment tokens), mas classificados como security tokens ou utility tokens. 

Passo a passo para declarar os investimentos em criptomoedas

Você realizou investimentos em criptomoedas e não sabe como declarar no IR? Calma, que separamos o passo a passo para você. Confira!

1º passo: ao acessar o sistema da Receita Federal e preencher as informações solicitadas, você chegará na aba “Bens e Direitos”;

2º passo: será preciso escolher um dos códigos citados acima;

3º passo: preencha o valor da compra na hora do investimento, sendo assim não é o valor atual;

4º passo: no campo “Discriminação”, será detalhada a quantidade de criptomoedas, além da corretora, incluindo o CNPJ da empresa.

Vale ainda ressaltar que é preciso informar cada criptomoeda de forma separada. Então, se você tiver mais de um tipo de ativo, deverá repetir todo o procedimento da declaração novamente. 

Como e por que declarar criptomoedas?

Você sabe como e por que será preciso declarar criptomoedas? Esse detalhe é muito importante para que você esteja atento nos detalhes 

Partindo deste princípio, é importante constatar que a tributação do investimento em criptomoedas ocorre na venda dos ativos quando o lucro for superior a R$35 mil num mês. 

imposto de Renda 2021
Declarar criptomoedas no Imposto de Renda é essencial para você não cair na malha fina

Diante disso, o investidor emite uma DARF (Documento de Arrecadação de Receitas Federais) no mês subsequente e paga o Imposto de Renda, mediante a seguinte condição:

  • Lucro abaixo de R$ 5 milhões: 15%
  • Entre R$ 5 milhões e R$ 10 milhões: 17,50%
  • Entre R$ 10 milhões e R$ 30 milhões: 20%
  • Acima de R$ 30 milhões: 22,50%

No momento da declaração do Imposto de Renda, os investidores devem ficar bem atentos. Isso porque os lucros obtidos com a venda de criptomoedas precisam ser declarados na ficha “Rendimentos Sujeitos à Tributação Exclusiva/Definitiva”, no código 12 – “outros”. 

Identificados, devem ser preenchidos o lucro de cada operação e o CNPJ da corretora.

Agora, caso o lucro não supere R$35 mil, poderá haver a isenção do Imposto de Renda. Neste cenário, o investidor não precisará fazer a DARF. 

Na hora da declaração, porém, operações e resultados precisam ser apresentados. A informação precisa estar em “Rendimentos Isentos e Não Tributáveis”, no código 5.

+ Como enviar a declaração do IRPF pelo celular

Quem precisa declarar criptomoedas?

Segundo a Receita Federal, somente o fato de possuir criptoativos não obriga uma pessoa a apresentar a declaração do Imposto de Renda. A pessoa precisará declarar caso cumpra um dos critérios da Receita a seguir como:

  • Obteve, em qualquer mês, ganho de capital na alienação de bens ou direitos sujeito à incidência do Imposto de Renda, ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e semelhantes;
  • Teve, em 31 de dezembro, a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$300 mil.

Este conteúdo te ajudou? Conseguiu entender como declarar criptomoedas no Imposto de Renda 2021? Então comente, diga o que achou e compartilhe com alguém que precisa saber sobre o assunto.

Com criptomoedas em alta, aprenda a investir em Bitcoin. Confira!

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Três fileiras de moedas Bitcoin

Quem é frequentador assíduo do mercado de investimentos, já deve ter se deparado com as criptomoedas. A principal e a mais popular delas, é o Bitcoin, que foi a primeira moeda digital descentralizada criada no mundo. Sendo assim, confira dicas de como investir em Bitcoin.

Investir em criptomoedas não é para qualquer perfil de investidor. Esse é um tipo de ativo arriscado. Por isso, é recomendado somente para perfis mais arrojados de investidores. Não é à toa que virou interesse dos investidores de Wall Street.

O Bitcoin é uma criptomoeda ponto a ponto. Isso quer dizer que, você pode ser seu próprio banco, já que toda a operação acontece de forma direta, sem a necessidade de intermediador. De acordo com o criador da criptomoeda, Satoshi Nakamoto, o bitcoin veio para permitir que “pagamentos online sejam enviados diretamente de uma parte para a outra, sem passar por uma instituição financeira”.

Mesmo com a sua popularização, o investimento em criptomoedas ainda é um mercado que possui suas particularidades. Para Luiz Calado, economista-chefe do Mercado Bitcoin, “os investidores precisam entender a dinâmica desse mercado se quiserem bons resultados em curto, médio e longo prazos”.

Calado alerta que mesmo com a alta no valor da moeda, é preciso ficar atento a como o mercado funciona. Para o economista, o perfil de quem busca investir em criptomoedas é o de quem busca lucro rápido.

“A volatilidade traz boas oportunidades ao investidor, mas o que vemos é que muitos acabam entrando na euforia e aplicando mais do que poderiam”, analisa o economista, completando: “A primeira lição para investir em criptoativos é estudar bem o comportamento do mercado e estabelecer uma meta de rentabilidade plausível, mesmo sabendo dos riscos inerentes a esse setor.”

Cofrinho de porco com várias moedas de Bitcoin enfileiradas
Só em 2020, o Bitcoin valorizou 423% em comparação com o ano anterior

O mercado de Bitcoins atualmente

No último ano, houve um crescimento acelerado de investimentos em Bitcoin. Para se ter uma ideia, o Bitcoin valorizou 423% somente em 2020, saindo de R$29.200 para R$152.760 ao final do ano. Atualmente, um Bitcoin vale aproximadamente R$335.000.

Vale lembrar que a variação do Bitcoin é semelhante a moedas físicas, como o Dólar, Euro e Libra. Ou seja, em um dia o valor da moeda pode subir ou descer, de acordo com o mercado.

Como o Bitcoin foi uma das primeiras criptomoedas, há mais confiança em sua tecnologia e na plataforma. Sua alta volatilidade deve-se por uma série de variáveis, como a lei da oferta e da procura. O que quer dizer que quanto maior a procura, maior tende a ser a cotação.

Os riscos de investir em Bitcoin

Segundo Luiz Calado, o principal risco de investir em Bitcoins é a desinformação.

“O principal risco é a desinformação sobre as boas práticas de como investir em criptoativos, tanto para o lado financeiro quanto em relação à segurança. Para quem utiliza uma plataforma confiável, como o Mercado Bitcoin, é seguro. A tecnologia em si também é segura, pois é criptografada e inviolável.” Você conhece o sistema de blockchain?

Devido à grande volatilidade do mercado, as criptomoedas são consideradas investimentos de alto risco. Assim, o investidor pode ter grandes perdas também.

“A nossa recomendação é que as pessoas estudem como a tecnologia funciona antes de aplicar e não invistam todo o seu patrimônio nos criptoativos”, indicou o especialista.

O Banco Central, autoridade monetária do Brasil, alerta que as moedas digitais não são emitidas, nem garantidas. Por esse motivo, não possuem garantia de conversão para moedas soberanas e também não são lastreadas em ativo real de qualquer espécie. Por isso é um investimento mais arriscado.

No Comunicado nº 31.379, de 16/11/2017, o Banco Central faz alertas aos investidores. A instituição destaca que a compra e a guarda dessas moedas estão sujeitas a riscos, inclusive a perda do capital investido. “O armazenamento das moedas virtuais também apresenta o risco de o detentor desses ativos sofrer perdas patrimoniais’.

Dicas para investir em Bitcoin

Diante dos riscos e das ressalvas para se investir em Bitcoin, o economista-chefe do Mercado Bitcoin, Luiz Calado, deu algumas dicas para ajudar os novos investidores.

1 – Pesquise antes de investir

Primeiramente, Calado explica que antes de comprar uma ação, os investidores fazem uma vasta pesquisa sobre o setor de atuação daquela empresa. O mesmo deve ser feito com o mercado de criptoativos. Os potenciais investidores devem pesquisar sobre a criptomoeda, seus usos e tendências de valorização.

2 – Não invista mais do que você pode perder

É importante ter ciência de que o mercado é muito volátil e não há uma regulação clara que indique qual será o seu futuro.

Então, sabendo que é possível ter altos lucros e prejuízos, a recomendação é que a pessoa comece investindo aos poucos, começando, por exemplo, com 1% de seu patrimônio.

3 – Identifique o momento de mercado

O economista explica que o mantra de quem investe na bolsa de valores é sempre tentar “comprar na baixa e vender na alta”.

Muitas pessoas se deixam levar pela emoção. Ao verem o valor da criptomoeda reduzir 10%, por exemplo, decidem vender para evitar mais perdas.

Por isso, entenda o sentimento geral do mercado, avalie os momentos de baixa e decida a melhor hora para comprar.

4 – Entenda seu perfil de investidor

Existem basicamente dois tipos de investidores em criptoativos: os que estudam a fundo e acreditam na tecnologia e os traders.

O primeiro investe sabendo que a tecnologia é tão revolucionária que, no longo prazo, poderá ter lucros se investir nela neste momento.

O segundo vê um mercado tradicional e faz análises técnicas para entrar e sair do mercado em um curto prazo, obtendo pequenos lucros.

O futuro do mercado de Bitcoins

A expectativa é de alta, já que com a pandemia, pessoas jurídicas passaram a investir em criptomoedas. Essa foi uma tentativa de não correr o risco de ter o dinheiro desvalorizado pela inflação e desvalorização de moedas físicas.

Com a alta volatilidade do mercado, a falta de uma regulação e até mesmo o fato da criptomoeda não ser convertida em ativo real de qualquer espécie, é difícil prever seu futuro.

Além disso, segundo Luiz Calado, o mercado varia muito de acordo com notícias do setor.

“Ao que tudo indica, os criptoativos caminham para fazer parte do sistema financeiro. Ainda não tem como ter uma previsão adequada de quando e como isso vai acontecer, já que muito desse futuro será definido pela regulamentação.”

Porém, mesmo não sendo possível prever como a moeda digital estará daqui a alguns meses, o economista do Mercado Bitcoin lista algumas ações que já estão previstas para a Bitcoin.

  • “A ICE, controladora da New York Stock Exchange, pretende lançar um “ecossistema global de criptoativos”. Já está em parceria com a Microsoft e com a Starbucks para aumentar o uso de criptoativos como pagamento e como investimento.”
  • “ETF de criptoativos. Pelas informações que temos, está cada vez mais próxima. Isso abriria portas para que investidores gigantes, como a Blackrock, que tem mais de US$6 trilhões em ativos sob gerenciamento, entrem nesse mercado ainda incipiente.”
  • Aumento no valor das moedas digitais tem estimulado cada vez mais empresas a aceitá-las como forma de pagamento. Isso eleva o interesse do público pelo tema, aumentando a demanda.

Gostou do nosso conteúdo? Confira agora os motivos para investir em bitcoin em 2021.

Aluguel de imóveis: veja as vantagens e desvantagens

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Chaveiro com formato de casa na cor bege

São diversos os motivos que levam uma pessoa a adotar o aluguel de imóveis. Mas será que vale a pena investir em imóveis? A resposta depende dos objetivos do investidor.

Também deve ser levado em consideração o valor que você pretende lucrar e o prazo para que os ganhos comecem a acontecer.

Mas é importante ressaltar que não existe uma receita para os investimentos, isso porque tudo depende do momento e de como o mercado imobiliário está.

Vale ressaltar ainda que o mercado imobiliário sofreu com o impacto da crise econômica que o país está passando. Por isso, antes de qualquer coisa, devem ser analisadas as vantagens e desvantagens de investir no aluguel de imóveis.

Alguns fatores devem ser avaliados e levados em consideração para que você tenha resultados positivos no seu investimento.

casa de miniatura com montante de moedas
Existem vantagens e desvantagens em investir no aluguel de imóveis

Como por exemplo, a localização, o tipo de imóvel, os riscos envolvidos e até mesmo as condições de pagamento.

Conheça as vantagens de investir no aluguel de imóveis

Por mais que às vezes investir no aluguel de imóveis não pareça um negócio lucrativo, ele é considerado seguro pelos especialistas. Já que a propriedade raramente é vendida abaixo do valor que foi adquirida.

Veja abaixo algumas vantagens do aluguel de imóveis.

Rentabilidade

Por mais que a valorização do imóvel não seja alta, a rentabilidade pode ser bastante vantajosa. Mas é preciso lembrar que ele parado pode trazer prejuízo, já que existem custos com taxas e condomínios.

Mas caso você consiga alugar, terá lucros. Rentabilizando ainda mais o seu investimento inicial, ao ter comprado o imóvel.

Localização

Esse pode ser considerado um dos grandes fatores de relevância do imóvel. Por isso, antes de adquirir o seu imóvel para investimento é necessário olhar a região.

Fique de olho em locais com universidades, já que elas atraem estudantes, e centros onde existe a predominância de trabalhadores.

Segurança patrimonial

Mesmo tendo períodos no qual o mercado imobiliário esteja desaquecido e fique mais vantajoso para os compradores. É difícil passar a valer menos do que o preço pelo qual foi comprado.

E isso acontece mesmo que não haja valorização no setor. Ainda assim, é possível que os valores aumentem, devido às correções.

Valorização

Outra vantagem predominante de quem investe no aluguel de imóveis é a possibilidade de valorizar esse bem e poder deixá-lo ainda mais rentável. Mas isso, é claro, não acontece de uma hora para outra.

A valorização de qualquer bem, principalmente um imóvel, ocorre com o passar dos anos. Isso porque as localidades vão se desenvolvendo, bem como o comércio vai crescendo e mais pessoas vão adquirindo outros imóveis por perto.

Diferentemente da rural, as áreas urbanas têm um crescimento acelerado.

Saiba as possíveis desvantagens do aluguel de imóveis

Como nada na vida são flores, investir em aluguel de imóveis tem muitas vantagens, mas também traz algumas desvantagens.

E, por isso, vamos listar algumas delas para você ficar de olho e decidir de forma consciente qualquer decisão.

Localização

Você pode estar estranhando já que localização também entrou como uma vantagem. Mas, saiba que ela também pode ser um ponto negativo para quem almeja entrar nesse ramo.

Aliás, é bem comum ele ser uma desvantagem, de acordo com a localidade escolhida.

Fábricas fechadas e abandonadas, além de unidades de ensino muito próximas e outros fatores podem atrapalhar o seu investimento.

Desvalorização

Assim como um imóvel pode valorizar, na mesma medida ele pode ter um resultado contrário. E isso pode acontecer por uma série de fatores.

Dessa forma, cuidado com a escolha e fique de olho nos principais vetores e agentes que podem causar essa desvalorização.

Se tratando de imóveis, a desvalorização é um pouco mais incomum do que no caso de automóveis, por exemplo. Mas, ainda sim pode acontecer.

Um dos motivos pode ser o índice de criminalidade, muitas obras ao redor e outros fatos que podem afastar moradores e possíveis moradores.

Gastos com contas e reparos

Para quem não queria trabalho, não é bem assim que funciona. Investir em aluguel de imóveis também tem esse lado de cuidar do local.

Você vai precisar estar preparado para surgir, a qualquer momento, uma manutenção ou possível reparo – seja de emergência ou apenas para preservação.

Além disso, é preciso cuidar e arcar, ainda, com despesas e gastos essenciais, principalmente se não tiver ninguém morando no estabelecimento.

É importante destacar que contas como condomínio, taxas e impostos ficam por conta do proprietário enquanto o imóvel não for vendido ou locado.

Bom, para quem deseja investir com imóveis é importante saber que é, sim, uma boa forma de captar e ter uma renda.

Mas, como todo investimento, precisa de planejamento. Confira algumas dicas de como ganhar dinheiro com aluguel de imóveis.

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Como será feita a prova de vida do INSS em 2021? Entenda!

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Aplicativo do INSS na tela inicial em um celular

A prova de vida do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) tem novas regras e prazos para 2021. Realizada todos os anos, a comprovação de vida é exigida para a manutenção do pagamento do benefício.

A obrigatoriedade foi interrompida em março de 2020 devido à pandemia. Ela serve para evitar fraudes nos pagamentos.

Conforme o cronograma, aqueles que deveriam provar que estavam vivos em março e abril de 2020 deverão fazê-lo em maio deste ano. Já quem teria de realizar o procedimento nos mesmos meses de 2021 terão de realizá-lo em novembro.

O objetivo da prova de vida do INSS é evitar fraudes e garantir que os pagamentos estão sendo feitos para pessoas que ainda estão vivas. Normalmente, o registro é feito uma vez por ano presencialmente em agência bancária, no entanto, agora há a possibilidade de fazer pela internet.

Vale destacar que a prorrogação vale para os beneficiários residentes no Brasil e no exterior.

Como fazer a prova de vida do INSS digital

Em 2020, por causa da crise de saúde no país, o INSS lançou a prova de vida digital. Ela pode ser realizada pelo aplicativo ou site do Meu INSS.

Contudo, na ocasião, puderam realizar o procedimento apenas os beneficiários com mais de 80 anos ou que possuíam alguma dificuldade de locomoção. Agora, a ideia é acrescentar mais 5 milhões de pessoas na lista do sistema virtual.

prova de vida
Para baixar o aplicativo do Meu INSS para fazer a prova de vida basta acessar as lojas Google Play e App Store

Para isso, o próprio INSS irá entrar em contato com cada um informando a participação na prova de vida por biometria facial. O órgão irá utilizar dados do Denatran e do Tribunal Superior Eleitoral.

Além disso, aposentados, pensionistas e outros segurados que recebem os valores pelo Banco do Brasil por crédito em conta poderão fazer a prova de vida no aplicativo da Instituição. Basta:

  • Acessar o menu “Serviços”;
  • Clicar em “INSS” e depois em “Prova de Vida”;
  • Enviar foto do documento de identidade (frente e verso);
  • Enviar uma selfie.
  • A partir disso, o BB irá analisar as informações para confirmar se a comprovação foi ou não aceita. A instituição financeira também irá informar, em caso de negativa, se existem pendências e quando o beneficiário poderá refazer a prova de vida do INSS.

“Existem casos que a pessoa fez todo o procedimento e não saiu o comprovante, então que tipo de segurança essa pessoa tem? Isso gera uma dúvida que acaba tendo uma consequência enorme na vida do segurado, ele vai lá para receber no banco acreditando na comprovação e não deu certo. Esse é um ponto que deve ser melhorado”, explica o advogado, especialista em Direito do Consumidor e sócio-fundador da Holtz e Associados, Plauto Holtz.

Calendário

Para aqueles que não realizaram a prova de vida digital, o INSS divulgou um calendário que retoma as obrigações do segurado a partir de maio.

Isto é, o beneficiário deve ficar atento à data de vencimento da sua comprovação de vida e a partir de quando o benefício poderá ser bloqueado se a prova de vida não for realizada. Confira como ficou o calendário completo:

Vencimento da comprovação de vidaCompetência da retomada da rotina
março e abril/2020maio/2021
maio e junho/2020junho/2021
julho e agosto/2020julho/2021
setembro e outubro/2020agosto/2021
novembro e dezembro/2020setembro/2021
janeiro e fevereiro/2021outubro/2021
março e abril/2021novembro/2021

Cuidado com os golpistas

O INSS fez um alerta para possíveis fraudes relacionados à prova de vida. Segundo o órgão, isso tem acontecido via WhatsApp.

Algumas pessoas mal intencionadas ligam para a vítima, pedem alguns dados pessoais e depois solicitam que o cadastro seja finalizado pelo WhatsApp. Depois ele pede para que a vítima mande fotos de documentos para, supostamente, realizar a prova de vida.

Ou seja, fique atento é golpe! O INSS não faz contato por telefone e nem por WhatsApp para procedimentos deste tipo.

Ficou na dúvida? Quer complementar a sua leitura? Então veja o que é a Prova de vida do INSS e quando fazer?

Pagamento de dívidas: como fugir da cilada dos bancos na crise?

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Duas pessoas usando calculadora, tablet e analisando papéis com informações financeiras

Diversas instituições financeiras do país tomaram medidas para auxiliar clientes no pagamento de dívidas. Um exemplo foi a possibilidade de prorrogar o pagamento das contas durante a pandemia, que trouxe um alívio nesse momento de crise.

A medida se propôs a adiar o pagamento de dívidas por até 60 dias do vencimento. Entre os bancos que aderiram, estão: Itaú, Santander, Bradesco, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal. Mas será que prorrogar o pagamento é mesmo uma boa ideia?

Contudo, a resposta é pessoal e vai depender da sua situação financeira. Isso porque, ao adiar o pagamento de dívidas, você acaba pagando mais caro pelos juros.

Aliás, os consumidores que resolveram adiar o pagamento encontraram os canais de suporte e atendimentos sobrecarregados. E isso ocorreu apenas para receber uma proposta de renegociação do débito com valores superiores ao do contrato atual.

É importante deixar claro que o comunicado da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) estabelece que pessoas físicas, micro e pequenas empresas com pagamentos em dia poderão adiar as parcelas de empréstimos e financiamentos em andamento.

renegociar a dívida
Antes de aceitar a proposta do banco, é recomendado analisar a taxa de juros

Bancos haviam prometido adiar pagamento de dívidas sem multa

Quando foi divulgado que os consumidores poderiam adiar o pagamento das dívidas, algumas instituições não mencionaram as cobranças de juros.

É o caso do Itaú, que veiculou propagandas incentivando seus clientes a renegociar contratos de empréstimos, mas não informou que seriam cobrados mais juros por isso.

Os consumidores também encontraram dificuldades em obter as informações sobre como prorrogar o pagamento das contas e outros ainda tiveram o pedido negado.

Vale ressaltar que não existe um padrão de regras entre os pagamentos para o adiamento das dívidas. Por isso, ao ligar para solicitar, verifique quais são as condições oferecidas pelas instituições financeiras.

Afinal, os bancos estão realizando a renegociação do contrato e ajustando as parcelas com juros. E é importante lembrar que o Brasil possui juros de crédito elevados, por isso, evite ao máximo esse tipo de negociação.

Procure sempre por alternativas, para não acabar pagando muito além do que você devia antes.

Uma dica é fazer um levantamento de todas as suas despesas atuais para saber quais mudanças podem ser feitas, para que você consiga pagar as parcelas das suas dívidas.

Lembre-se que o isolamento social altera o orçamento das famílias, principalmente das contas básicas como água, internet e gás. Muitas pessoas podem estar economizando com combustível e transporte, porém gastando mais com comida e luz, por exemplo.

Evite o acúmulo de parcelas para o pagamento de dívidas

É evidente o momento de crise que o país tem enfrentado. A segunda onda do novo coronavírus afetou em cheio a Saúde Pública, mas também várias outras áreas, que vão do comércio à economia.

As empresas têm passado por dificuldades para manter todos os seus funcionários. Os autônomos não têm tido o mesmo sucesso, como antes da pandemia. Dessa forma, as despesas aumentam e as possibilidades diminuem.

Apesar de todos tentarem se planejar para imprevistos, a covid-19 pegou a população mundial de surpresa. Então, nesse atual cenário, a prioridade é manter o essencial para o dia a dia.

Atualmente, muitos não possuem dinheiro em reserva para se manterem seguros. Tanto é que houve a prorrogação do auxílio emergencial. Com isso, evite compras desnecessárias, dívidas e principalmente, compras parceladas.

Dar uma desafogada nas contas é imprescindível, justamente para ajustar as dívidas e se manter dentro do orçamento. Nesse cenário, de bancos cobrando juros por adiamento, quanto menor for o seu acúmulo de dívidas, melhor.

Bancos digitais também adotam medidas em época de pandemia

Além das principais grandes instituições, alguns bancos digitais também adotaram medidas para minimizar os impactos do novo coronavírus. Entre eles, o Nubank.

O Nubank criou um fundo de 20 milhões de reais para o período da pandemia, oriundos do marketing e da fintech.

De acordo com a empresa, o objetivo é ajudar seus usuários com atendimento médico e psicológico. Além de compras em supermercados, farmácia e necessidades consideradas por eles como “básicas e essenciais”.

O Nubank fez algumas parcerias para essas medidas. Entre elas estão empresas de delivery como o iFood e Rappi, além do aplicativo de pet shop Zee Dog e do Hospital Sírio-Libanês.

Para obter alguma das vantagens, o cliente precisa entrar em contato com o Nubank, que treinou sua equipe para suporte nesse período.

Gostou do nosso conteúdo? Confira agora como negociar e reduzir juros do cartão de crédito.

Veja o que fazer em desistência de viagem pelo coronavírus

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passaporte brasileiro

É inegável que o Brasil tem enfrentado uma segunda onda do novo coronavírus. Além disso, há a luta contra novas variantes surgida por aqui. Isso fez com que muitos países restringissem a entrada de brasileiros e cancelassem voos oriundos do território.

A principal orientação no momento é que as pessoas se mantenham em casa, já que não há muitos estudos sobre a nova variante. O que se sabe é que ela é altamente contagiosa.

Essa recomendação vale para todos, principalmente, para pessoas com idade mais avançada. Afinal, em janeiro, o novo coronavírus já havia sido responsável pela morte de 142 mil idosos.

O Ministério do Turismo, juntamente com a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), estão atuando em conjunto para fazer valer as regras já estabelecidas. Por isso, é importante acompanhar as duas autarquias, pois há novas regras de acordo com o caráter emergencial.

passaporte brasileiro
Primeiro passo para desistência da viagem é tentar acordo diretamente com a companhia

Quais são os direitos do viajante?

Para voos entre 19 de março de 2020 e 31 de outubro de 2021, os passageiros que decidirem adiar a sua viagem por conta do novo coronavírus ficarão isentos da cobrança de multa contratual.

Mas essa situação só é útil caso o consumidor aceite deixar o valor pago na passagem como crédito para utilização futura na mesma empresa aérea.

Já o passageiro que decidir cancelar sua passagem aérea e optar pelo seu reembolso está sujeito às regras contratuais da tarifa adquirida. Ou seja, há a possibilidade de aplicação de eventuais multas.

Ainda que a passagem seja do tipo não reembolsável, o valor da tarifa de embarque deve ser reembolsado integralmente. O prazo para o reembolso é de 12 meses, contados da data do voo.

Alteração pela empresa aérea

Quando o cancelamento da viagem for feito pela empresa aérea, principalmente quanto ao horário do voo e o seu itinerário, o informe deve ser feito ao passageiro com 24 horas de antecedência da data do voo.

Se essa informação não for repassada dentro do prazo, a empresa deve oferecer alternativas de reembolso integral ou de reacomodação em outro voo disponível da própria empresa aérea. Nos casos em que não houver disponibilidade de voo da própria empresa, a reacomodação ocorrerá em voo de outras empresas aéreas.

Se houver falha na informação da empresa aérea e o passageiro souber da alteração somente na data ou do horário do voo quando já estiver no aeroporto para embarque, as alternativas para sua escolha também são o reembolso integral e a reacomodação.

Ainda assim, em situações de falha na informação, a empresa precisa oferecer assistência material, exceto se a alteração no voo decorrer do fechamento de fronteiras ou de aeroportos.

A assistência, aplicável somente a passageiros no Brasil, é obrigatória, de acordo com o tempo de espera, conforme demonstrado a seguir:

  • A partir de 1 hora: Facilidades de comunicação (internet, telefonemas etc.);
  • A partir de 2 horas: Alimentação (voucher, refeição, lanche, bebidas etc.);
  • Mais de 4 horas: Hospedagem (obrigatório em caso de pernoite no aeroporto) e transporte de ida e volta. Se o passageiro estiver no local de seu domicílio, a empresa poderá oferecer apenas o transporte para sua residência e dela para o aeroporto.

O Passageiro com Necessidade de Assistência Especial (PNAE) e seus acompanhantes sempre terão direito à hospedagem, independentemente da exigência de pernoite no aeroporto.

+ Lugares isolados para viajar na pandemia

Quais os efeitos do coronavírus no setor?

Durante a pandemia, o Governo Federal precisou aprovar uma medida de ajuda para o setor. Isso porque a queda brusca na demanda por serviços de transporte aéreo fez com que as empresas tivessem dificuldade em honrar seus compromissos.

Segundo levantamento realizado pelo Ministério da Infraestrutura, o setor registrou uma perda na demanda por voos domésticos de 93% e por voos internacionais de 98%.

Por esse motivo, o presidente da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), Eduardo Sanovicz, afirma que o cenário atual é, de longe, o mais grave do setor nos últimos 70 anos.

Inclusive, o valor da passagem aérea em 2020 foi o menor registrado em 20 anos, de acordo com a ANAC.

Por fim, muitas empresas têm aproveitado esse período para vender passagens e pacotes de viagens mais baratos. Essa foi uma das maneiras encontradas pelo setor para sobreviver no meio da pandemia.

Gostou do nosso conteúdo? Confira agora como solicitar vistos para viagem no meio da pandemia.

Co-fundadora do Nubank indica 10 livros para quem quer empreender

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Cristina Junqueira

Entender sobre negócios é maravilhoso! Principalmente hoje, que o aprendizado pode ser feito de outras formas, como em vídeos e palestras. Mas os livros ainda têm muito a oferecer. Por isso, confira uma lista de 10 livros para quem quer empreender selecionados por Cristina Junqueira.

Antes de mais nada, Cristina Junqueira é uma das empreendedoras mais bem-sucedidas do Brasil. Afinal, ela é ninguém mais, ninguém menos que co-fundadora do Nubank.

Pouco antes de abrir o Nubank, Cristina decidiu ler muitos livros. E esses livros incentivaram e inspiraram a Nubank a ter os ideais, bem como, os valores e a cultura que a fintech possui.

Todos os livros estão disponíveis para compra no site da Amazon. Confira abaixo e entenda como eles ajudaram a Nubank a ser o que é hoje.

livros-para-pensar-fora-da-caixa
livros para pensar fora da caixa

Escrito pelo jornalista britânico Malcolm Gladwell, Blink é, sobretudo, um livro sobre como podemos julgar, decidir e fazer escolhas sem refletir muito a respeito.

Para explicar o conceito, Malcolm Gladwell apresenta histórias impressionantes, como, por exemplo, o caso do especialista em arte que, num único relance, descobriu que uma escultura comprada por uma fortuna pelo Museu Getty era uma falsificação.

Por fim, Blink revela que, para tomar uma grande decisão, não é necessário processar mais informações ou deliberar por mais tempo, e sim desenvolver a arte de filtrar, a partir de inúmeras variáveis, as poucas informações que realmente importam.

2- Execução: A disciplina para atingir resultados

Execução: A disciplina para atingir resultados foi escrito por Larry Bossidy e Ram Charam. O livro fala, principalmente, sobre como fechar a lacuna entre os resultados prometidos e os alcançados.

Fala também sobre como realizações bem-sucedidas resultam da prática voltada para a execução: unir pessoas, estratégia e operações, que são os três processos-chave de cada negócio.

Bossidy e Charan revelam a importância do total e profundo envolvimento em uma organização e explicam por que um diálogo consistente sobre pessoas, estratégias e operações gera uma empresa baseada em honestidade e realismo.

3- Fora de Série – Outliers

Assim como Blink, Fora de Série foi escrito por Malcolm Gladwell. A obra se baseia na história de celebridades como Bill Gates, os Beatles e Mozart. O livro mostra, primordialmente, que ninguém “se faz sozinho”.

Assim como todos os que se destacam por uma atuação fenomenal são, invariavelmente, pessoas que se beneficiaram de oportunidades incríveis, vantagens ocultas e heranças culturais. Tiveram a chance de aprender, trabalhar duro e interagir com o mundo de uma forma singular.

4- Quem é promovido, quem não é e por quê

Escrito pelo norte-americano Donald Asher, o livro fala sobre o mercado de trabalho. No livro, o então consultor de carreiras mostra que dedicação integral à empresa, competência e bons resultados não são suficientes para conquistar reconhecimento e prestígio profissional.

Ainda assim, Asher comprova que para cada promoção existe uma fórmula específica que determina quem merece ascender dentro da organização.

5- Os 5 desafios das equipes

O livro escrito por Patrick Lencioni conta a história da CEO Kathryn Petersen. Recém-contratada, ela precisa gerenciar um grupo de executivos que é desunido a ponto de afetar a empresa inteira.

Em seguida, o autor oferece instruções claras e diretas para superar os obstáculos que minam o trabalho em grupo: a falta de confiança, o medo de conflitos, a falta de comprometimento, evitar responsabilizar os outros e a falta de atenção aos resultados.

6- Grandes decisões sobre pessoas

Antes de mais nada, o livro de Claudio Fernández-Aráoz fala sobre a capacidade de encontrar, contratar, integrar e reter pessoas competentes.

Grandes decisões sobre pessoas ensina a identificar em que momento uma mudança é necessária, que tipo de profissional deve procurar e onde deve procurá-lo fora ou dentro da própria empresa. A princípio, ensina ainda a avaliar pessoas e a persuadi-las a se juntar ou a permanecer em sua empresa.

7- Careerealism: The Smart Approach to a Satisfying Career

Este livro não possui tradução para o português, mas caso queira se aventurar na língua inglesa, o livro fala sobre o sentimento de insatisfação na área profissional e como lidar com esse assunto.

Como resultado, J.T. O’Donnell mostra como desenvolver uma definição autêntica de sucesso profissional que lhe trará resultados.

8- De que cor é o seu pára-quedas?

Escrito por Richard N. Bolles, o livro é um guia mundial sobre como encontrar emprego, preparar-se para abandonar o cargo que ocupa e/ou para mudar de carreira.

De que cor é o seu pára-quedas? é uma ferramenta que irá ajudar aqueles que procuram oportunidades de emprego em tempos difíceis. As suas informações podem ajudar a salvar vidas e são fundamentais para quem vai entrar ou regressar ao mercado de trabalho.

9- Faça acontecer

Escrito por Sheryl Sandberg, executiva do Facebook, o livro encoraja as mulheres a sonharem alto, assumirem riscos e se lançarem em busca de seus objetivos sem medo. 

A executiva faz uma autorreflexão sincera sobre os acertos e os erros de sua carreira, que, unidos a uma pesquisa vasta, resultaram neste livro escrito com humor e sabedoria. Faça acontecer é um manifesto feminino para homens e mulheres, fundamental para se pensar os impasses e as questões de gênero no mundo do trabalho.

10- Como avaliar sua vida?

Neste livro inovador, Clayton M. Christensen traz à tona uma série de questões: Como eu posso ter certeza de que irei encontrar a satisfação em minha carreira? Como posso ter a certeza de que as minhas relações pessoais se tornarão fontes duradouras de felicidades? Como posso evitar comprometer a minha integridade ― e ficar fora da prisão?

Dessa forma, usando lições de algumas das maiores empresas do mundo, ele fornece reflexões incríveis sobre estas questões desafiadoras.

Gostou do nosso conteúdo? Então confira agora 5 livros para pensar fora da caixa.

Crédito privado: vale a pena investir em 2021?

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Moedas simulando um gráfico crescente e alguns dedos em cima, simulando subida

O terceiro trimestre de 2021 chegou ao fim e ainda tem gente se perguntando qual investimento vale a pena para este ano. E, para te ajudar, resolvemos falar dessa vez sobre o crédito privado. 

E diferentemente do que muitos pensam, os investimentos em títulos de crédito privado terão um ano positivo. 

A conclusão foi dos participantes do painel “Quais as oportunidades em crédito privado para 2021”, em evento promovido pela plataforma de investimento Modalmais.

Mas quais são as aplicações de crédito privado? Algumas delas são os Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs), Debêntures de Infraestrutura, Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRAs).

Porém, poucas pessoas conhecem esse tipo de investimento e por isso as dúvidas se vale a pena ou não investir no crédito privado são comuns. Mas saiba que existem boas opções de renda fixa para quem está buscando rentabilidade.

Entenda o que é o crédito privado

Para quem não sabe, o crédito privado é um tipo de emissão de renda fixa, sendo assim é ideal para quem não gosta de correr muitos riscos. Mas do que ela é feita? 

De uma captação de dívida realizada por uma empresa que está buscando financiamento para um novo projeto, expansão das operações ou até para um capital de giro.

Dessa forma, ao investir em um destes títulos, você estará emprestando dinheiro para uma empresa em troca de um valor previamente acordado.

Mas vale ressaltar que diferentemente dos outros investimentos de renda fixa, o crédito privado têm risco maior. Porque os ativos negociados no Tesouro Direto são emitidos e garantidos pelo Governo Federal. Eles têm menor risco de crédito do país.

Enquanto isso, os ativos bancários (CDB, LCI, LCA e LC), em sua grande maioria, são garantidos pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC).

investimentos para fevereiro
Investir em crédito privado vale a pena

Porém, no caso dos créditos privados não têm este tipo de garantia. É claro que a empresa pode oferecer como garantia imóveis próprios, mas esta não é uma regra. Além disso, a execução da garantia não é tão simples quanto no caso do FGC.

Especialistas enxergam boas oportunidades de crédito privado em 2021

De acordo com os especialistas e participantes do painel, o prêmio em relação aos títulos públicos e isenção de imposto de renda tornam os investimentos em debêntures de infraestrutura, CRIs e CRAs atrativos.

Com isso, eles indicam ser uma boa oportunidade e enxergam com bons olhos os investimentos em créditos privados para este ano.

Segundo Ulisses Duarte Nehmi, da gestora de recursos Sparta,o ganho médio adicional dos títulos privados em relação aos títulos públicos está em um patamar de 1,8% ao ano.

Essa avaliação, inclusive, é sem considerar os benefícios adicionais da isenção de impostos. Com isso, o especialista está otimista para um bom desempenho em 2021.

Vale destacar, porém, que a crise financeira originada em função da pandemia do novo coronavírus causou uma venda generalizada dos títulos privados. 

Em consequência disso, o preço do mercado caiu. Logo, acontece uma diferença de rentabilidade para os papéis públicos, que subiu. Além disso, há outro ponto positivo. Neste cenário, aconteceu uma liquidez para quem quisesse se desfazer dos investimentos na época.

Fundo de crédito privado: conheça vantagens e desvantagens

Já ouviu falar em fundos de crédito privado? É um tipo de fundo no qual as pessoas podem investir, além de ser uma parte relevante do patrimônio aplicado em títulos de renda fixa de empresas privadas.

Consiste em um título de renda fixa, como qualquer outro. com prazos variados. Seguindo as regras da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), se um determinado fundo tem mais de 50% do patrimônio líquido reservado para esse tipo de emissor, deve levar o nome de “crédito privado”.

Conheça a seguir as vantagens e desvantagens do fundo de crédito privado para o seu momento de aplicar o dinheiro.

Vantagens

  • Retornos acima do mercado, acima até mesmo do CDI e de outros investimentos;
  • Os investidores podem contar com gestores profissionais para cuidar do dinheiro;
  • Quem aplica o dinheiro tem a possibilidade de diversificar, porque o fundo de crédito privado conta com diversas aplicações em renda fixa;
  • Liquidez do dinheiro boa para quem trabalha com CDBs, debêntures e letras financeiras.

Desvantagens

  • Para quem investe em títulos públicos, os riscos são maiores, o que pode ser considerado uma desvantagem para os investidores que procuram segurança;
  • O fundo de crédito privado não oferece nenhuma garantia, nem cobertura do Fundo Garantidor de Crédito (FGV);
  • Esse tipo de investimento tem tributação do tipo “come-cotas”, cobrada a cada seis meses;
  • Taxas e custos de administração maiores do que os demais investimentos. Por isso, é bom ficar atento nesses quesitos, principalmente as taxas por performance.

Este conteúdo te ajudou? Então deixe a sua opinião sobre créditos privados e compartilhe o artigo com outras pessoas que precisam saber sobre o assunto.

Consórcio Magalu: entenda o que é e como funciona

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carro branco com uma mão segurando a chave do carro

Conseguir comprar um imóvel, carro, fazer uma viagem ou construir a casa própria podem ser conquistados ao se fazer um consórcio. Para isso, existem diversas opções no mercado, como o Consórcio Magalu.

Mas muitas pessoas ainda não entendem muito bem o que isso significa e quais são as suas vantagens.

Um consórcio é a modalidade de compra baseada na união de pessoas, físicas ou jurídicas, em grupos, com a finalidade de formar poupança para a aquisição de bens móveis, imóveis ou serviços.

A formação desses grupos é feita por uma administradora de consórcios, autorizada e fiscalizada pelo Banco Central do Brasil.

A seguir, explicaremos como funciona o consórcio Magalu. Continue a leitura para saber mais!

Consórcio Magalu está a mais de 20 anos no mercado

Como falamos acima, o consórcio é um tipo de compra baseada na união de pessoas, ou seja, é uma compra compartilhada. O objetivo é reunir todo o recurso de um grupo de pessoas, possibilitando a aquisição de bens móveis, imóveis ou serviços.

O consórcio Magalu surgiu em 1992 em São Paulo. Hoje, está presente em mais de 1000 lojas da Magazine Luiza, e conta ainda com mais de 200 representantes espalhados pelo Brasil.

Nesses 26 anos, o consórcio Magalu já entregou mais de 300 mil bens e tem mais de 60 mil clientes ativos em todo o país.

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Com o consórcio Magalu é possível conquistar o sonho da casa própria

Ao participar do consórcio Magalu, você consegue adquirir um imóvel, carro ou mota, eletrodomésticos e móveis, além de serviços. As parcelas do consórcio são a partir de R$693,55.

É importante ressaltar que os valores das parcelas irão variar de acordo com o plano escolhido e contratado do consórcio Magalu.

Como funciona o consórcio Magalu

Cada consorciado contribui mensalmente de acordo com o saldo do grupo em que ele está participando. Em seguida, são definidos quantas cotas serão contempladas dentro do grupo conforme o saldo disponível.

No consórcio Magalu existem dois tipos de lances: lance livre e lance fixo.

No lance livre o consorciado oferta um valor de lance antes da reunião. Esse valor, no entanto, precisa ser o maior para ser contemplado.

Já o lance fixo funciona assim: dentro das regras de cada grupo existe a possibilidade de ofertar 25% ou 45% do valor da carta de crédito como lance. Após isso, será contemplada a cota pelo lance fixo através da apuração da pedra chave sorteada na reunião.

+ Magazine Luiza lança plataforma que gera renda extra a autônomos

Benefícios do consórcio Magalu

Quer contratar o consórcio Magalu? Mas, antes disso, que tal conhecer as vantagens oferecidas pela empresa? Confira abaixo!

-> O consórcio Magalu é mais barato que outros meios de se obter um bem ou serviços parcelados;

-> Taxas abaixa da média do mercado e possibilidades diferenciadas de contemplação;

-> Lance livre e lance fixo com forma facilitada de pagamento embutido;

-> Mais de 60 casas entregues todo mês. Quem quiser conquistar a casa própria, pode utilizar o FGTS;

-> Mais de 800 carros e motos entregues todo mês. A aquisição dos veículos são com até 10 anos de uso;

-> Consiga alcançar todo tipo de sonho, de casamento à móveis planejados.

-> Parcelas que cabem no seu bolso e compra programada.

Como simular uma contração do consórcio

Para conseguir fazer uma simulação basta ir ao site do Consórcio Magalu. É bem fácil e possível de manusear por qualquer pessoa.

Assim que entrar no site, você verá uma opção para simular o consórcio. Solicite a proposta adicionando os seguintes dados:

  • Nome;
  • E-mail;
  • Telefone;
  • Cidade.

Além disso, você também terá que concordar com a política de privacidade do site.

Gostou do nosso texto? Então continue a visita em nosso site e leia agora mesmo: “como funciona o lance no consórcio?” para ficar ainda mais por dentro do assunto!

Desemprego no Brasil bate recorde e atinge 14,3 milhões de pessoas

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mulher preocupada com as finanças

O Brasil bateu o recorde de pessoas desempregadas no país. O IBGE divulgou na quarta-feira, 31, que no último trimestre, encerrado em janeiro, a taxa de desemprego chegou a 14,2%. Essa é a maior taxa registrada para o período desde o início da pesquisa.

Além disso, a estimativa de brasileiros desempregados no período é de 14,3 milhões, contra 11,9 milhões há um ano. Vale ressaltar que o maior número de pessoas desempregadas no país havia sido em 2017, quando foi registrado, no trimestre encerrado em março, o número de 14,1 milhões de pessoas.

De acordo com a pesquisa do IBGE, por mais que a taxa de desocupação tenha ficado estável, 14,2% quando comparado ao mês anterior, ela ainda é a mais alta para o trimestre até janeiro.

+ 8 estratégias para enfrentar o desemprego

A boa notícia é que o número de pessoas ocupadas teve um aumento de 2%, chegando a 86 milhões. Essa alta representa 1,7 milhão de brasileiros a mais no mercado de trabalho, isso em relação ao trimestre encerrado em outubro.

Desemprego no Brasil vem se mantendo estável

No levantamento anterior, que é referente ao trimestre encerrado em dezembro, a taxa de desemprego estava em 13,9%, o que representa 13,9 milhões de brasileiros fora do mercado de trabalho.

Todos os dados citados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad).

Quando comparado com o trimestre de agosto a outubro, onde a taxa era de 14,3%, o IBGE considerou que a taxa ficou estatisticamente estável. E em relação ao mesmo trimestre móvel de 2020 (11,2%), a alta foi de 3 pontos percentuais.

empresas fechadas
O número de desemprego no Brasil bateu novo recorde

“Embora a taxa de desocupação tenha ficado estável em 14,2% frente ao trimestre anterior, é a mais alta para um trimestre até janeiro”, destacou o IBGE.

A maior até então para o período de novembro a janeiro, na série iniciada em 2012, tinha sido a de 2017 (12,6%).

A mediana das previsões em pesquisa da Reuters era de que o desemprego ficaria em 14,1% no período.

Brasil tem leve crescimento no número de ocupações

Se por um lado a notícia do desemprego não é nada boa, por outro o número de ocupações teve um leve crescimento. Houve um aumento de 2% no índice de pessoas ocupadas.

De acordo com os dados divulgados, o contingente chegou a 86 milhões, o que representa 1,7 milhão de pessoas a mais no mercado de trabalho em relação ao trimestre encerrado em outubro.

Entretanto, a população ocupada ficou 8,6% abaixo da registrada há um ano. O nível de ocupação ficou em 48,7%, ou seja, menos da metade da população em idade para trabalhar estava ocupada no país.

Além disso, o IBGE destaca que a maior parte do aumento na ocupação veio do trabalho informal, com alguns destaques:

  • empregados sem carteira assinada subiu 3,6% em relação ao trimestre anterior – aumento de 339 mil pessoas;
  • trabalhadores por conta própria sem CNPJ aumentou em 4,8% no mesmo período – 826 mil pessoas a mais;
  • trabalhadores domésticos sem carteira somaram 3,6 milhões de pessoas – crescimento de 5,2% frente ao trimestre anterior.

Quais são os valores do seguro desemprego 2021?

Com o índice de desemprego em crescente, é importante ficar atento a todos os detalhes. Entre eles, o valor do seguro desemprego 2021. Você já sabe se houve reajuste?

É importante destacar que, todo início de ano, o salário mínimo sofre um reajuste e, consequentemente, o valor do seguro desemprego também muda. Essa é uma boa notícia para quem está vivendo desse benefício ou passará a depender dele.

Vale lembrar, ainda, que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), em 2020, ficou em torno de 5,45%. Com isso, o seguro desemprego 2021 teve um aumento nos valores das parcelas.

O valor máximo das parcelas deste ano será de R$1.911,84. Sendo assim o benefício teve um aumento de R$98,81 em relação ao ano passado, quando a quantia máxima era de R$1.813,03.

O novo teto será pago para os trabalhadores com salário médio acima de R$2.811,60.

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