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Empregos: veja como definir sua pretensão salarial?

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Carteira de trabalho em cima de notas de reais e moedas

Em decorrência do coronavírus, o desemprego está em alta. E quando aparece, as oportunidades costumam pedir a pretensão salarial dos candidatos. O que fazer nesse momento?

Muitos não enviam a pretensão ou colocam o famoso “a combinar”. Essa atitude pode ser interpretada pelos recrutadores como medo de “errar a mão” ao colocar um valor e acabar ficando fora do processo seletivo.

Quando uma empresa solicita essa informação, ela quer ter certeza que poderá atender as expectativas salariais dos candidatos. Isso evita, inclusive, possíveis frustrações, desgastes e otimiza o tempo de recrutamento.

Ao mesmo tempo, ela também visa atrair bons profissionais que poderiam não responder ao anúncio caso o valor anunciado não fosse considerado tão atrativo.

Pretensão salarial
Definir a pretensão salarial para vaga de emprego pode ser uma das tarefas mais difíceis

A empresa tem um orçamento a cumprir mas também está de olho no momento da economia, se a vaga em questão possui poucos candidatos ou se a oferta de mão de obra é grande.

Ao solicitar a pretensão salarial, a empresa tem condições de analisar o que o concorrente oferece no seu perfil descrito no currículo, alinhado ao valor que ele atribui a si mesmo como profissional.

5 dicas para fazer sua pretensão salarial

1 – Consulte tabelas salariais

Em primeiro lugar, é preciso ter uma noção geral do que o mercado está pagando para a sua vaga. Procure alguma tabela oficial antes de definir o seu valor.

Além de evitar que você envie uma pretensão fora da realidade, o dado serve como argumento se houver alguma negociação presencial.

2 – Considere sua posição no mercado

Para lançar um valor, o candidato também precisa refletir sobre sua situação atual. Se você tem um emprego, é uma boa ideia pedir um salário igual ou superior ao que você já recebe.

No caso de quem está fora do mercado, a dica é pedir até 10% menos, com base na sua última remuneração. Se você ganhava R$10 mil por exemplo, vale propor algo em torno de R$9 mil.

3 – Estabeleça um “mínimo viável”

Não adianta pesar apenas fatores externos para definir a sua pretensão salarial. O candidato precisa definir um mínimo que precisa ganhar para pagar suas contas e se motivar para o trabalho.

A dica do especialista é pedir um pouco a mais do que esse “piso”, para haver margem de negociação numa conversa posterior com o recrutador.

4 – Converse com seus pares

Saber quanto ganham ex-colegas de faculdade também ajuda a estimar um valor. Não dá para confiar totalmente, mas vale a comparação para saber como vai o mercado.

Isso porque essas pessoas têm algumas variáveis em comum com você, como formação acadêmica, instituição de ensino e tempo de experiência. Só não confie cegamente nessa informação, porque há muitos outros fatores em jogo.

Por mais que você procure informações para balizar a sua pretensão salarial, sempre há espaço para questionamentos. O melhor a fazer, portanto, é não cravar um número fechado.

5 – Use a expressão “na faixa de”

Dizer que você quer um salário na faixa de R$9 mil, por exemplo, demonstra flexibilidade e abertura para o diálogo. Além disso, o intervalo deixa um importante espaço para “manobras”.

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O que não fazer quando perguntarem sua pretensão salarial

1 – Informe-a apenas quando for perguntado: se o anúncio da vaga não solicitou essa informação, não cometa a gafe de enviá-la. Com certeza, o recrutador já tem um valor bem definido para a posição.

2 – Não abra o currículo com a pretensão salarial: isso pode soar como deselegante. Especialistas recomendam que o dado seja o último da página para que o recrutador tenha acesso primeiro às suas experiências e qualificações.

3 – Não se desespere na procura: mesmo sem experiência ou desempregado, não aceite a primeira proposta que aparecer, se estiver pensando em continuar a busca. Pular de vaga em vaga não é um comportamento bem visto pelos especialistas de RH.

4 – Não se menospreze ou supervalorize: não exagere na sua pretensão salarial nem a diminua muito, na tentativa de conseguir o emprego dos sonhos. Seja justo com a sua experiência e considere a descrição da vaga para avaliar o grau de responsabilidade atribuído. Reconheça o seu valor!

Este conteúdo te ajudou? Qual é a sua opinião sobre as empresas pedirem pretensão salarial na descrição das vagas? Você concorda ou discorda? Comente aqui em baixo!

Imposto de Renda: saiba como declarar saque emergencial do FGTS

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Várias notas de dinheiro e uma carteira de trabalho em cima

O Imposto de Renda 2021 teve algumas mudanças. Uma delas é a necessidade de declarar o saque emergencial do FGTS, caso você tenha tido direito na época. O valor pago em 2020 foi de até R$1.045, variando com o que tinha disponível na conta do trabalhador.

Agora você pode se perguntar: como declarar o FGTS emergencial no Imposto de Renda? Fique tranquilo, porque existe um campo para preencher com as informações corretas.

Vale ressaltar que você não pode deixar de declarar o FGTS emergencial no IR, e, caso isso aconteça, você pode acabar caindo na malha fina.

Se você está com medo de ser cobrado no IR, saiba que o saque emergencial do FGTS é um rendimento isento. É importante estar atento, porque o Governo Federal pode liberar uma nova leva do saque emergencial do FGTS, fazendo com que você precise declarar novamente o benefício no Imposto de Renda do próximo ano.

Como declarar o FGTS no Imposto de Renda 2021

Para informar o saque emergencial do FGTS no IR o processo é bem simples. E para te ajudar o FinanceOne preparou um passo a passo. Confira abaixo!

1º passo: o saque emergencial do FGTS deve ser informado na ficha “Rendimentos Isentos e Não-Tributáveis”;

2º passo: clique em “Novo” e selecione a linha 04, que significa Indenizações  por rescisão de contrato de trabalho, inclusive a título de PDV, por acidente de trabalho e FGTS;

3º passo: a fonte pagadora a ser informa é a própria Caixa Econômica, informe o CNPJ: 00.360.305/0001-04;

4º passo: confirme se o número do CNPJ está correto. Caso o número esteja errado na declaração, você será impedido de enviar a declaração para a Receita;

5º passo: se você tiver realizado mais de um saque do FGTS, some todos os valores e informe.

Pronto, você declarou o saque emergencial do FGTS no seu IR!

Qual valor e prazo para declarar o Imposto de Renda 2021?

Você está atento ao mercado financeiro? Se sim, sabe que já está contando o prazo para a declaração do Imposto de Renda 2021. Essa, inclusive, costuma ser uma das principais dúvidas dos contribuintes: qual o prazo e o valor.

Além disso, muita gente tem se perguntado: quais são as mudanças para o Imposto de Renda 2021?

O prazo para declarar começou no dia 1º de março e vai até o dia 30 de abril. Dessa forma, os contribuintes ainda têm pela frente pouco mais de um mês para agilizar esses dados e enviar a declaração com calma. 

imposto de renda
Os trabalhadores que sacaram o FGTS emergencial ano passado precisam declarar o valor no Imposto de Renda

Se você estava esperando muitas mudanças, saiba que não houve muitas de cunho significativo. Mas, uma que você já pode ter percebido é a restituição do auxílio emergencial do Governo Federal e a inclusão de benefícios como o saque emergencial.

Mas, vale citar que apenas quem recebeu o auxílio, em qualquer modalidade, e teve rendimentos tributáveis acima de R$22.847,76 precisará devolver o valor ao fisco.

Se você tem dificuldades e não sabe como declarar, o FinanceOne preparou um Guia Completo para te ajudar a preparar a declaração do Imposto de Renda em 2021.

Outro ponto é, se você for um dos obrigados a declarar e não enviar ou declarar fora do prazo, pode correr o risco de pagar uma multa, cujo valor mínimo é de R$165,74 e máximo de 20% do imposto devido.

Quem precisará declarar o Imposto de Renda 2021?

  • Quem, em 2020, obteve rendimentos tributáveis superiores a R$28.559,70. Na atividade rural, a exigência vale para receita bruta superior a R$142.798,50. 
  • Quem, até 31 de dezembro de 2020, tinha a posse ou a propriedade de bens ou direitos de valor total superior a R$300 mil. 
  • Quem passou à condição de residente no Brasil em qualquer mês do ano de 2020 e nesta condição encontrava-se em 31 de dezembro de 2020. 
  • Pessoa física que obteve ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência do imposto, ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas.

Prazo para restituição do IPRF

O próximo passo após a declaração do Imposto de Renda 2021 é receber a restituição. A Receita Federal, inclusive, já divulgou o calendário dos cinco lotes que serão organizados e pagos a partir de maio:

  • Primeiro lote: 31 de maio;
  • Segundo lote: 30 de junho;
  • Terceiro lote: 30 de julho;
  • Quarto lote: 31 de agosto; e
  • Quinto lote: 30 de setembro.

Este conteúdo te ajudou a saber mais detalhes sobre a declaração do Imposto de Renda? Então compartilhe com outras pessoas e saiba quais são os rendimentos tributáveis.

Entenda se fundo imobiliário é renda fixa ou variável

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Casa de miniatura com três fileiras de moedas em uma mesa de madeira

Quem está buscando opções de investimentos para aplicar o dinheiro tem como alternativa o fundo imobiliário. Essa pode ser uma saída para quem não gosta de investir em imóveis físicos, além de contar com mais vantagens.

Mas o que é um fundo imobiliário? Vamos explicar de uma forma bem simples: é como se fosse um condomínio de investidores, onde eles reúnem os seus dinheiros para que sejam aplicados juntos no mercado imobiliário.

Esse dinheiro costuma ser utilizado na construção ou na compra de novos imóveis, para que depois sejam locados ou arrendados.

Dessa forma, os ganhos conquistados nessas operações são divididos entre os participantes, levando em consideração a proporção que cada investidor aplicou.

Porém, o que muitos investidores se perguntam é se esse tipo de investimento é renda fixa ou variável. Você também tem essa dúvida? Então continue lendo esse artigo.

Fundo imobiliário: renda fixa ou variável?

Grande parte dos fundos imobiliários realizam, de forma regular, a distribuição dos rendimentos mensalmente. É bem provável que você tenha se lembrado de algum título público, que não é considerado renda fixa.

Assim como o fundo imobiliário. E por que ele é uma renda variável? Existem duas razões. A primeira é porque não existe uma garantia de manutenção dos rendimentos a longo prazo.

Isso porque os inquilinos podem deixar de pagar o aluguel ou até mesmo deixar o imóvel em si.

Já o segundo motivo se deve por conta da oscilação das cotas na Bolsa de Valores. E essa variação pode acontecer tanto quanto uma ação, por exemplo. Mas por que isso acontece? Simples, por conta de diversos fatores, como a gestão da carteira ou as condições do mercado.

Dessa forma, não é possível ter clareza de qual será o retorno do investimento de um fundo imobiliário, isso vale desde o início do investimento. Diferentemente, do que acontece no caso de papéis que são de renda fixa.

Quais são os tipos de fundo imobiliário?

A Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais classifica os fundos imobiliários conforme o tipo de aplicação que realizam e a estratégia de investimento que adotam.

Para quem não conhece, ainda, as carteiras ficam agrupadas desta maneira:

-> Desenvolvimento para renda: fundos que investem acima de dois terços do patrimônio líquido no desenvolvimento ou na incorporação de empreendimentos imobiliários em fase de projeto ou construção. O objetivo é o de gerar renda com locação ou arrendamento deles depois de prontos.

fundos imobiliários
O fundo imobiliário é um investimento de renda variável

-> Desenvolvimento para venda: fundos que aplicam mais de dois terços do patrimônio líquido no desenvolvimento de empreendimentos imobiliários em fase de projeto ou construção. O objetivo é vendê-los no futuro.

-> Renda: fundos que investem acima de dois terços do patrimônio líquido em empreendimentos imobiliários já construídos. O objetivo é gerar renda com locação ou arrendamento.

-> Títulos e valores mobiliários: fundos que investem mais de dois terços do patrimônio líquido em títulos como ações, cotas de sociedades, fundos de participação (FIPs), recebíveis e fundos creditórios (FIDCs) – desde que sempre ligados ao mercado imobiliário.

-> Híbridos: fundos cuja estratégia de investimento não se concentra em nenhuma das anteriores.

Investir em fundo imobiliário é seguro?

Essa é uma pergunta muito comum, e até mesmo quem já conhece o fundo às vezes se pega com essa dúvida. Isso acontece pela quantidade de opções dentro da categoria e pela diversidade de investimentos dentro do mercado financeiro.

Mas, fique calmo e tenha paciência na hora de tirar qualquer conclusão se um determinado investimento é vantajoso ou não, perigoso ou não. Primeiro, você precisa avaliar o seu perfil de investidor. Aí sim você será capaz de saber se vale a pena ou é seguro.

. Saiba qual é o valor mínimo para investir em fundos imobiliários

Sobre os fundos imobiliários, eles podem ser considerados investimentos regulados e acompanhados pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e pela B3, quando negociados no pregão. Isso, porém, não retira nenhuma possibilidade de nível de risco.

Dito isso, você precisa avaliar que uma crise econômica pode reduzir a ocupação dos imóveis do fundo. Logo, os rendimentos periódicos com aluguéis acabam caindo, ainda que temporariamente. Além disso, ainda pode haver redução no valor de avaliação dos imóveis – o que impactaria sobre as cotas do fundo.

Diante disso, avalie sempre todo o cenário para perceber se determinado investimento é seguro, vantajoso ou lhe causa risco.

Este conteúdo te ajudou? Se sim, então compartilhe com alguém que precisa entender sobre fundos imobiliários e tirar determinadas dúvidas que este artigo pode contribuir.

Quais são as taxas obrigatórias ao comprar um imóvel? Confira!

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chave pendurada na porta de um imóvel

Comprar um imóvel ainda é o sonho de muitos brasileiros. Prova disso é que mesmo com as incertezas e turbulências no cenário pandêmico, as vendas no país aumentaram. Por isso, antes de fechar negócio, entenda quais são as taxas obrigatórias ao comprar um imóvel.

Os dados são da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC). Eles apontam que mesmo com a pandemia, o mercado imobiliário brasileiro acumula aumento de 8,4% nas vendas de imóveis novos nos primeiros nove meses de 2020, na comparação com o mesmo período de 2019.

Isso quer dizer que, mesmo com um cenário econômico instável, as compras de imóveis continuaram sendo feitas.

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Houve um aumento de 8,4% na compra de imóveis, mesmo na pandemia

Preços dos imóveis estão em alta

O preço médio de venda dos imóveis residenciais começou o ano de 2021 com alta de 0,35% em janeiro de acordo com o FipeZap, índice que monitora os anúncios imobiliários on-line em 50 cidades brasileiras.

Comparativamente, a variação mensal do índice superou o comportamento esperado do IPCA/IBGE para o mês (+0,30%), segundo expectativa publicada no último Boletim Focus do Banco Central do Brasil.

Individualmente, as capitais monitoradas pelo Índice FipeZap de Venda Residencial registraram:

  • Maceió (+1,82%)
  • Manaus (+1,43%)
  • Curitiba (+1,15%)
  • Vitória (+0,90%)
  • Florianópolis (+0,88%)
  • Goiânia (+0,74%)
  • João Pessoa (+0,72%)
  • Brasília (+0,69%)
  • Porto Alegre (+0,62%)
  • São Paulo (+0,46%)

Em contraste, apenas 3 capitais registraram recuos: Belo Horizonte (-0,53%), Campo Grande (-0,13%) e Fortaleza (-0,13%).

No Rio de Janeiro, outro município importante para o Índice FipeZap, a variação registrada em janeiro de 2021 foi de +0,26%.

Por esse motivo, esteja atento às altas e quedas registradas por cada capital. Afinal de contas, essas altas representam muito no valor final de aquisição de imóvel.

Agora quais são as taxas obrigatórias ao comprar um imóvel?

Comprar um imóvel requer bastante planejamento financeiro. Isso porque você terá que pagar, além do valor anunciado, algumas taxas.

A que mais pesa no bolso, claro, é a do financiamento. Recentemente, a Caixa começou a prever o lançamento de uma nova possibilidade de crédito imobiliário em que não será necessário custear um valor de entrada e com prazo de pagamento de até 35 anos.

Atualmente, a linha de crédito mais divulgada pela Caixa é pelo Sistema Financeiro Habitacional (SFH), pois o mesmo oferece os principais benefícios como maior tempo para pagar, além da possibilidade de utilizar o FGTS para amortização do financiamento.

Destacamos que, para essa linha de crédito, a parcela do financiamento não deve comprometer mais de 30% da renda. E que o imóvel não ultrapasse o valor de 1,5 milhão de reais.

Além disso, quanto mais você puder pagar assim que assinar o contrato, melhores são as condições do financiamento pela Caixa. O recomendado hoje é que quem deseja adquirir um imóvel tenha ao menos 30% do valor a ser pago pelo bem, financiando o restante em suaves prestações.

ITBI

ITBI é a sigla para Imposto de Transmissão de Bens Imóveis. É um tributo municipal pago na aquisição do imóvel. A oficialização do processo de compra e venda só será feita após o seu acerto. Normalmente, a taxa é estipulada entre 2 a 3% do valor da transação.

Sem a confirmação de pagamento do ITBI, o imóvel não pode ser transferido e a documentação não é liberada. Ele está previsto na Constituição Federal e deve ser regulado pelo Município.

O ITBI é normalmente pago pelo comprador. Contudo, as duas partes podem negociar um acordo no qual o vendedor fique responsável pelo pagamento do imposto. Para evitar problemas, o ideal é consultar a legislação da sua cidade.

Taxas cartoriais

Para existir legalmente, todo imóvel precisa ter uma escritura. Nada mais é que um documento que estabelece a origem do bem e também o direito de propriedade sobre ele.

Para que a escritura seja de conhecimento público e sirva como prova de que determinada pessoa é a proprietária do imóvel, é preciso registrar no Cartório de Registro de Imóveis. Nos dois casos — da escritura e do registro — é preciso que a pessoa que está comprando pague os custos cartoriais.

De acordo com as características da negociação, também pode ser necessária a emissão de outros documentos pelo cartório, com custos específicos. Por exemplo, pode haver a necessidade de emitir uma Certidão Negativa de Ônus Reais. Esse documento atesta que um imóvel está livre de qualquer impedimento para a venda.

Corretora

Comprar um imóvel envolve uma série de rotinas burocráticas. Elas são necessárias para dar segurança jurídica à transação.

Um exemplo disso, é a análise da documentação do vendedor, do comprador e do próprio imóvel. Além de elaborar o contrato de compra e venda.

Para que esses serviços sejam prestados de maneira apropriada, é necessária a assessoria de um advogado, que recebe da imobiliária um valor, negociado individualmente com cada profissional.

Por fim, há ainda outros custos que dependem do local e da cidade onde você vive. Por isso, esteja por dentro do assunto e procure locais confiáveis antes de realizar uma transação tão grande como essa.

Gostou do nosso conteúdo? Saiba agora os documentos necessários para a compra de um imóvel.

Nome no SPC e Serasa: por quantos anos você pode ficar negativado?

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Calculadora ao lado de documento

Estar com o nome no SPC e Serasa é sinônimo de nome sujo na praça. Mas, calma… Apesar de demorada, a sua restrição de crédito não é eterna. Descubra agora por quanto tempo seu nome pode ficar negativado.

A inadimplência surge do não pagamento de uma conta. E essa é uma atitude muito comum dos brasileiros. De acordo com dados da Confederação Nacional da Indústria, 53% da população está endividada. Esse valor corresponde a mais da metade da população.

Estar com o nome negativado não é o ideal, mas acontece. Afinal de contas, existem coisas que não tem como prever. Um exemplo é a pandemia de covid-19, que deixou milhares de pessoas desempregadas no Brasil e no mundo.

Por outro lado, estar com o nome sujo pode atrasar planos futuros e pode até mesmo impedir você de conseguir um novo emprego. Por isso, continue lendo e entenda como funciona o retorno do nome limpo e por quanto tempo você pode ficar inadimplente.

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Cerca de 64 milhões de brasileiros estão inadimplentes hoje.

O nome no SPC e Serasa pode durar por quanto tempo?

De início, o SPC e o Serasa são instituições que atuam de forma semelhante.

O SPC, por exemplo, tem relação com comércios e lojistas. Isso quer dizer que quando você compra um bem, numa loja, e deixa de pagar uma prestação, seu nome pode vir parar aqui.

Já o Serasa é vinculado a instituições financeiras. Então quando você deixa de pagar uma parcela de empréstimo, seu nome vem parar nessa base de dados.

Ou seu nome pode ir parar em ambos, caso você compre esse bem no cartão de crédito e deixe de pagar a fatura. Neste caso, seu nome será vinculado às duas instituições, pois você deixou de exercer dois pagamentos.

Mas saiba que existe um prazo legal para que o seu nome seja mantido nessas instituições.

Conforme o Código de Defesa do Consumidor, o prazo máximo para cobrança de dívidas na justiça ou inserção do nome em cadastro de órgãos de restrição ao crédito, é de 5 anos. A contar da data em que a dívida venceu e deveria ter sido paga. 

Isso significa que a sua dívida vai desaparecer?

Não mesmo. Existe uma premissa popular de que “é só deixar a dívida que ela “caduca” em cinco anos”. Mas as coisas não funcionam bem assim…

O prazo de 5 anos diz respeito à cobrança do credor. Caso você opte pelo não pagamento da dívida, pretendendo aguardar o prazo máximo de cinco anos, saiba que você apenas não será mais cobrado pela empresa que deixou de efetuar o pagamento.

Todavia, a dívida continua existindo. E ela só deixará de existir quando efetuado o pagamento. Isso quer dizer que você deixará de estar negativado, mas ainda pode ser cobrado pela dívida.

Saiba também, que se o seu nome permanecer cadastrado no SPC ou Serasa por mais de 5 anos, você pode buscar seus direitos. Principalmente porque a negativação pode trazer consequências ruins, então você pode ter o direito de receber uma compensação em dinheiro.

+ Conheça 10 itens que você não precisa pagar nunca mais

Saiba o que você pode perder por estar com o nome no SPC e Serasa:

Certamente, ninguém deixa o nome em órgãos de restrição ao crédito porque querem. Por vezes, realmente não há como pagar a dívida e o único jeito é ir levando como está.

O acúmulo de dívidas pode trazer consequências ruins, por conta do score baixo. Listamos algumas abaixo:

  • Ter a matrícula negada em uma instituição de ensino privada;
  • Não conseguir ter um cartão de crédito;
  • Não poder abrir uma conta corrente em banco;
  • Ser reprovado em algum processo seletivo para uma vaga de emprego;
  • Receber uma negativa em um financiamento.

Entretanto, o SPC e Serasa organizam regularmente Feiras Limpa Nome com o objetivo de liquidar dívidas e devolver seu crédito.

Diante disso, assim que for possível se organizar financeiramente, espere por uma dessas feiras e limpe seu nome. Em muitas delas, não é necessário pagar a dívida por inteiro, pois há descontos e redução de juros.

Gostou do nosso conteúdo? Confira agora como consultar seu nome no SPC e Serasa pelo telefone.

Veja como solicitar o seguro-desemprego online

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Mão feminina segurando carteira de trabalho e cartão cidadão

Em tempos de crise econômica e também devido a pandemia da Covid-19, muitas empresas estão demitindo seus funcionários. Com isso, muitos trabalhadores têm direito ao seguro-desemprego, auxílio dado pelo governo federal. 

Mas para seguir a recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) e conter a propagação do coronavírus, o Sistema Nacional de Emprego (SINE) suspendeu o atendimento nas unidades em todo o país. E agora? Como solicitar o seguro-desemprego?

De fato, já era possível dar entrada no auxílio pela internet. Mas mesmo assim, a pessoa precisava comparecer a um posto de atendimento para conferir toda a documentação.

Agora, após o fechamento das unidades, todas as etapas podem ser feitas 100% online. 

Quer saber como pedir o seguro-desemprego pela internet? Continue a leitura deste texto e saiba mais! 

Como solicitar o seguro-desemprego online?

Passo a passo para pedir o seguro-desemprego

1. Acesse o Portal Emprega Brasil

2. Clique em cadastrar no menu à esquerda do site. Efetue o cadastro para obter login e senha; 

3. Preencha o formulário informando os seus dados; 

4. Assim que o acesso for autorizado, vá até a opção do seguro-desemprego; 

5. Em seguida, preencha um formulário de oito etapas com questões sobre atividades, experiência profissional e formação acadêmica. Tenha atenção na hora de informar esses dados. 

Você terá que informar também o número do requerimento do seguro-desemprego.

Esse número é composto por dez dígitos e está registrado no alto do formulário entregue pelo empregador após a demissão. 

Lembre-se que no momento de fazer o cadastro, é essencial ter a Carteira de Trabalho (CTPS) e outros documentos em mãos. Dessa maneira, você consegue realizar o registro de forma correta.

Caso contrário, se houver alguma divergência no cadastro ou informações erradas, terá que esperar 24 horas para realizar uma nova tentativa. Em alguns casos, é necessário entrar em contato com o INSS através do número 135. 

seguro-desemprego: uma carteira de trabalho com uma nota de cinquenta reais, uma de dez reais, duas de dois reais e moedas de um real, dez centavos, cinco centavos e vinte e cinco centavos.
Seguro-desemprego: saiba como solicitar o auxílio sem precisar sair de casa

Quem pode pedir o benefício do seguro-desemprego?

O seguro-desemprego é destinado aos trabalhadores formais que foram demitidos pelo empregador involuntariamente. Ou seja, sem justa causa. No entanto, para solicitar o benefício, é necessário atender alguns requisitos. São eles:

a) não possuir renda própria que seja suficiente à sua manutenção e de sua família; 

b) receber salários como pessoa jurídica ou como pessoa física relativos a:
– pelo menos 12 meses nos últimos 18 meses anteriores à data de dispensa, da primeira solicitação; ou pelo menos nove meses nos últimos 12 meses anteriores à data de dispensa, quando da segunda solicitação; ou 6 meses anteriores à data de dispensa, quando das demais solicitações;  

c) não receber qualquer benefício previdenciário de prestação continuada, como o Benefício de Prestação Continuada (BPC), salvo exceção do auxílio-acidente, auxílio-suplementar e do abono de permanência em serviço. 

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Qual o valor do seguro-desemprego?

Sempre quando o salário mínimo aumenta, normalmente no início do ano, o Ministério da Economia atualiza e divulga a nova tabela do seguro-desemprego. 

Essa tabela indica que o seu seguro-desemprego vai ser um percentual sobre a média dos salários dos últimos três meses. Para saber quanto você pode receber, veja os novos valores abaixo:

Faixa de salário médio x Forma de cálculo do seguro-desemprego

Até R$ 1.599,61 –> Multiplicar o salário médio por 0,8 (80%);

De R$ 1.599,62 até R$ 2.666,29 –> Se a média salarial exceder a R$ 1.599,61 multiplica-se por 0,5 (50%) e soma-se a R$ 1.279,69;

Acima de R$ 2.666,29 –> O valor da parcela será de R$ 1.813,03 invariavelmente.

O que fazer em caso de problemas para solicitar o auxílio?

De acordo com a Secretaria Especial de Previdência e Trabalho, pasta vinculada ao Ministério da Economia, alguns trabalhadores estão enfrentando problemas para recuperar login e senha, e assim, solicitar o seguro-desemprego online.

Mas o problema pode ser resolvido por meio da página de atendimento do Ministério da Economia.

Para isso, basta preencher o formulário com os dados pessoais e informar o problema — cadastrar senha, recuperar login ou não conseguir criar um novo login. 

Logo após o envio do formulário, serão encaminhadas para o e-mail cadastrado (no formulário) instruções para gerar uma nova senha e conseguir realizar a solicitação do seguro-desemprego normalmente. 

Viu, só? Agora você já sabe como pedir o seguro-desemprego de forma online. Seguindo o passo a passo, e confirmando todas as informações necessárias, você conseguirá solicitar seu benefício. 

O que você achou deste texto? Bom? Então compartilhe em suas redes sociais e ajude outras pessoas a entenderem como solicitar o seguro-desemprego online. 

IR 2021: como declarar redução de salário e jornada

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Pessoa escrevendo com lápis verde e usando calculadora

Um assunto que vem gerando muita dúvida em quem vai declarar o IR 2021 diz respeito ao Benefício Emergencial (BEm).

Isso porque, não havia explicações sobre como o contribuinte deveria declarar a redução de salário e jornada ou ainda para quem teve o contrato de trabalho suspenso em 2020.

Por fim, levando esses questionamentos em consideração, a Receita Federal anunciou nesta semana as novidades e principais dúvidas para quem deve prestar contas com o leão esse ano.

IR-2021
Entenda como declarar o Benefício Emergencial (BEm) no seu IR 2021

O que é o Benefício Emergencial e por que declarar no IR 2021?

O BEm foi o benefício criado pelo Governo Federal para combater o estado de calamidade pública e de emergência por conta do novo coronavírus. De início, seu objetivo foi preservar o emprego e a renda, para garantir atividades e reduzir o impacto social.

Ou seja, para recebê-lo, houve um acordo entre trabalhadores e empregadores. E para que ele se concretizasse, houve a redução de jornadas de trabalho e salário, ou a suspensão temporária do contrato de trabalho.

Isso significa que, se a empresa que você trabalha aderiu ao programa e você fez um acordo de redução da sua jornada de trabalho, é provável que você tenha recebido o benefício emergencial.

Logo, você deve declarar no IR 2021, porque os valores recebidos pelo Benefício Emergencial são considerados rendimentos tributáveis. Então, ele não deve ser deixado de lado na declaração.

Recebi o Benefício Emergencial. Devo declarar o IR 2021?

Não necessariamente. Primordialmente, só deve declarar o IR 2021 quem recebeu rendimentos tributáveis acima de R$28.559,70. Todavia, existem muitos outros critérios a considerar, como por exemplo, se alguém do seu núcleo familiar recebeu o auxílio emergencial.

A princípio, o valor total de rendimentos tributáveis muda para R$ 22.847,26 e você é obrigado a restituir o valor para o Governo Federal

Se esse ano for a primeira vez em que declara o imposto, leia o nosso Guia completo para declarar o Imposto de Renda em 2021.

E como declarar o Benefício Emergencial?

A princípio, será bem simples. O valor referente ao benefício precisa constar no IR 2021 e você pode fazer pelo programa do Imposto de Renda ou pelo aplicativo “Meu imposto de renda”.

Depois disso, informe o valor recebido na ficha “Rendimentos Tributáveis Recebidos de Pessoa Jurídica”. A fonte pagadora é o CNPJ nº 00.394.460/0572-59 – Benefício Emergencial de Preservação do Emprego e da Renda.

E como fica para quem recebeu a ajuda compensatória?

A mesma lei que aprovou o Benefício Emergencial concedeu a possibilidade de uma ajuda compensatória mensal. E o que é isso?

Nessa situação, o auxílio compensatório foi o benefício emergencial de quem teve seu contrato de trabalho suspenso. Muitos empregadores adotaram o auxílio compensatório por conta da ausência de impostos.

Preciso declarar essa ajuda compensatória? Como fazer?

Se você terá que declarar o Imposto de Renda pelas regras do IR 2021, também deve informar a ajuda compensatória na declaração.

Para realizar, também é simples. Basta localizar a ficha Rendimentos Isentos e Não Tributáveis e selecionar o item 26 – Outros.

Lá, você identificará como fonte pagadora o CNPJ da empresa que realizou esse pagamento. Neste caso, o CNPJ será o da empresa que suspendeu o seu contrato.

Como ter acesso aos valores recebidos?

Para ter acesso aos valores pagos como benefício emergencial ou como ajuda compensatória, você pode acessar o aplicativo Carteira de Trabalho Digital através de seu celular ou tablet.

Com o login feito e mostrando sua página, você entra na aba Benefícios. Por fim, essa página mostrará o valor total recebido.

Assim como você pode perguntar ao seu empregador se o seu caso foi o auxílio compensatório.

Por fim, se você possuía alguma dificuldade em como declarar esses valores, entenda que tarefa esse ano será bem descomplicada.

Gostou do nosso conteúdo? Leia agora sobre a necessidade de declarar o auxílio emergencial no Imposto de Renda em 2021.

Entenda o que significa render 100% do CDI

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Caneta riscando gráficos em uma folha de papel

É bem provável que você já tenha escutado a seguinte frase: “rende 100% do CDI”, mas você sabe o que isso significa? É comum escutar falar disso porque grande parte dos investimentos tem como base essa remuneração.

E com tantos nomes diferentes no mercado financeiro, é comum se esquecer ou não saber o que significa cada termo ou frase. A primeira coisa que você precisa saber é que CDI significa Certificado de Depósito Interbancário.

Ele é um título de renda fixa que é emitido pelos bancos quando solicitam empréstimos de outros bancos. Assim, evitando que eles fechem o dia com o caixa negativo.

Mas então, o que significa render 100% do CDI? Para quem não sabe, ter o rendimento 100% do CDI significa que o investimento terá o mesmo rendimento do CDI durante o período que ficar aplicado.

Sendo assim, se o CDI tem rendimento de 2,75%, você terá o mesmo rendimento durante o período.

É taxa de CDI ou DI? 

Agora que você já sabe o que significa render 100% do CDI, está na hora de entender os dois termos das taxas: CDI ou DI? É comum escutar falar os dois nomes, mas qual de fato é o certo? 

Ou melhor, será que tem um termo correto para essa taxa? Ambos estão corretos, mas cada um tem o seu significado, que você vai conhecer a partir de agora!

Quando você está calculando a média das taxas de juros dos depósitos interbancários com prazo de um dia, o cálculo resulta na Taxa DI. Sendo assim, ela é a remuneração média que os bancos pagam para os bancos que vão emprestar o dinheiro.

Grande parte dos investimentos rendem 100% do CDI

Já no mercado de investimentos, grande parte das pessoas chamam essa taxa de CDI. Mas o que você precisa ter em mente é que ele é um certificado de depósito, o que acaba representando uma operação financeira.

Vale a pena investir com CDI em 100%?

Você entendeu o que é, a diferença com a taxa de DI e o que significa render 100%. Agora, se alguém quiser investir mesmo com este percentual, é vantajoso?

Para essa resposta, a pessoa precisará analisar e compreender alguns investimentos que a utilizam como parâmetro. A partir disso, calcule os seus rendimentos para saber se vale a pena ou não.

No geral, render 100% significa que determinado investimento terá o mesmo rendimento durante aquele período em que ficar aplicado. Logo, se o CDI é de 1,90%, o dinheiro renderá esses mesmos 1,90% pelo mesmo período. 

Mas, se a taxa variar, o valor a ser remunerado também pode mudar para mais ou para menos – de acordo com a variação. Logo, conclui-se que todos os investimentos com base na taxa DI devem ser analisados com cuidado. Isso porque nem sempre as maiores porcentagens do CDI resultam em melhores rendimentos.

Quando for decidir qual produto vai investir o seu dinheiro, fique atento nas taxas que estarão envolvidas, além dos tributos para aquele investimento. Com isso, você consegue identificar qual aplicação vai te trazer um retorno maior.

Saiba qual é o rendimento do CDI

Quer saber mais sobre o rendimento do CDI? Geralmente, é bem simples fazer esse cálculo de investimento atrelado ao CDI. Inicialmente, verifique nos sites qual é o CDI do período desejado.

Em seguida, aplique o percentual do investimento em questão e pronto. Como exemplo, em 2020 o CDI rendeu 2,75% ao ano. Portanto, se um investimento rende 100% do CDI aplicado ao longo de 2020 acaba rendendo esta mesma porcentagem. 

Veja como exemplo os rendimentos do CDI 2020 mensalmente:

MêsCDI Mensal
Janeiro0,38%
Fevereiro0,29%
Março0,34%
Abril0,28%
Maio0,24%
Junho0,21%
Julho0,19%
Agosto0,16%
Setembro0,16%
Outubro0,16%
Novembro0,15%
Dezembro0,16%
Acumulado do ano2,15%
Fonte: Banco Central

“Ou seja: a taxa CDI é calculada diariamente, mas a taxa que é considerada quando se fala de investimentos é a anual”, é o que diz o banco Nubank.

Este conteúdo te ajudou? Você já sabe o que significa render 100%. Por isso, compartilhe este artigo e ajude outras pessoas que também precisam entender sobre o assunto.

CDB ou Tesouro Direto: saiba qual o melhor para investir

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Folha sobre uma mesa com documentos de investimentos

Você tem dúvidas entre CDB ou Tesouro Direto? Essa é, certamente, uma das dúvidas mais comuns para quem quer começar a investir em renda fixa. Afinal, estamos falando de dois investimentos de renda fixa e que podem render mais que a poupança, mas são diferentes.

Como sabemos, poupança rende cada vez menos. Então, muitas pessoas estão buscando novas maneiras de investir.

Mas qual será a aplicação financeira ideal para o seu perfil? Atualmente, há uma infinidade de aplicações em renda fixa e elas geram questionamentos sobre qual escolher, afinal, é o seu dinheiro que está em jogo. 

Para isso, preparamos este texto completo para você ficar por dentro sobre os investimentos em CDB ou Tesouro Direto. Continue a leitura para saber mais!

Quais são as diferenças básicas entre CDB e Tesouro Direto?

Antes de falarmos sobre as principais características do CDB e do Tesouro Direto, veja rapidamente as principais diferenças:

CDBTesouro Direto
Quem emite o título?BancosGoverno Federal
Qual é a rentabilidade?CDI / Taxa prefixadaSelic / IPCA + Taxa prefixada / Taxa prefixada
Há garantia?SimSim
Quem oferece garantia?FGCGoverno Federal
Diferenças básicas entre CDB e Tesouro Direto

A seguir, veja outras diferenças entre os dois investimentos:

O que é CDB?

CDB é a abreviação para Certificado de Depósito Bancário. É um título de renda fixa emitido pelos bancos para captar dinheiro para as operações.

Funciona da seguinte maneira: os investidores fazem uma espécie de empréstimo para o banco e, ao final da aplicação, recebem o dinheiro com a correção dos juros, os quais são calculados com base no índice de rentabilidade do CDB.

+ CDB ou CDI: qual é a diferença entre eles

Existem três tipos de CDBs disponíveis no mercado financeiro:

CDBs Híbridos

O rendimento do CDB híbrido surge da soma entre uma taxa fixa e o rendimento de um índice pós-fixado. Geralmente, a taxa pós-fixada utilizada nos CDBs híbridos é o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

CDBs Pré-fixados

A rentabilidade no pré-fixado é fixa e definida antes do investimento ser feito. Quem aplica em um CDB pré-fixado consegue calcular, por exemplo, o valor exato que vai ser recebido no final da aplicação.

CDBs Pós-fixados

Essa é a categoria mais popular entre os CDBs. Isso porque o rendimento da aplicação acompanha o Certificado de Depósito Interbancário (CDI).

Um bom exemplo são os CDBs PagBank, pois eles usam o CDI como índice de rentabilidade e, além disso, seguem as regras dos CDBs pós-fixados.

Como investir no Tesouro Direto: tutorial e dicas

O que é Tesouro Direto?

O Tesouro Direto foi lançado em 2002 pelo Tesouro Nacional. O objetivo é possibilitar a venda de títulos públicos federais para pessoas físicas, além de democratizar o acesso a esses ativos.

As aplicações iniciais têm custo bem baixo e tudo é feito usando um programa acessado pela internet.

O Tesouro Direto funciona de forma simples: o investidor empresa dinheiro ao governo federal para que sejam feitos inúmeros projetos de infraestrutura e melhorias no pais. Ao final, o investidor recebe o dinheiro investido corrigido com juros, sendo a rentabilidade.

Esse é um dos investimentos mais abrangentes do mercado financeiro, mas existem diversos tipos de aplicações que possuem diferentes regras de rentabilidade e liquidez.

Veja quais são os tipos de aplicação no Tesouro:

Títulos pré-fixados – Tesouro Pré-fixado

A rentabilidade é fixada em um valor percentual. Desse modo, o investidor conhecerá a rentabilidade antes de contratar o ativo. Um exemplo disso seria uma aplicação que rende 4,62% ao ano.

Títulos pós-fixados – Tesouro Selic

Esse investimento acompanha o desempenho da taxa Selic, que é a taxa básica de juros da economia brasileira. Quanto maior for o valor do índice, melhor será a rentabilidade do Tesouro Selic.

Títulos Híbridos – Tesouro IPCA

Nessa modalidade, a remuneração junta um índice fixo (exemplo: 2,6% ao ano) e um indicador de rendimento. Em geral, esse indicador costuma ser o IPCA, o qual mede a inflação no Brasil.  

Resumindo as diferenças entre CDB e Tesouro Direto:

CDB Tesouro Direto
RentabilidadeCDBs pós-fixados são os mais comuns, porém, também é possível encontrar CDBs prefixados e híbridosO Tesouro Direto é comumente comercializado nas três modalidades: pré-fixado, pós-fixado e híbrido
TaxasNão háTaxa de custódia de 0,25% (e poderá haver taxa cobrada pela Instituição Financeira)
LiquidezZero até o fim da carênciaAlta, mas o investidor pode perder parte do valor aplicado
Imposto de RendaSimSim
Cálculo do ImpostoTabela de IR RegressivoTabela de IR Regressivo

CDB ou Tesouro Direto: qual é o melhor?

Como você pôde perceber, não existe um investimento melhor que o outro. O ideial mesmo é encontrar aquele que se encaixa melhor nos seus objetivos como investidor.

Tanto os CDBs quanto o Tesouro Direto possuem algumas particularidades que fazem deles boas opções, porém, a decisão do que é melhor vai depender muito do seu perfil de investidor e daquilo que você espera como retorno ao aplicar seu dinheiro.

Lembre-se que diversificar os investimentos é algo muito importante. Ou seja, se você tem um dinheiro parado na poupança ou na sua casa, vale a pena pensar se é uma boa ideia investir parte dele nos CDBs e outra parte no Tesouro Direto.

Gostou do nosso texto? Então continue visitando o nosso site e leia agora mesmo: “Qual seu perfil de investidor: conservador, moderado ou arrojado?” para ficar ainda mais por dentro do assunto!

Entenda como funciona a carta de crédito do consórcio

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carta-de-credito-do-consorcio

O consórcio é uma excelente forma de juntar dinheiro e começar a se organizar para adquirir um bem. Ele serve para quem deseja adquirir imóvel, terreno ou unidade comercial. Sobre a carta de crédito do consórcio, você sabe como funciona?

Essa dúvida acontece comumente e é preciso estar atento seja para pessoas físicas e/ou jurídicas.

Uma informação importante, por exemplo, é que diferentemente dos financiamentos, os consórcios não cobram taxas de juros.

Como funciona a carta de crédito?

A carta de crédito do consórcio nada mais é do que um documento financeiro que é adquirido no momento da contemplação pelo consorciado.

Ela permite, portanto, que o bem ou serviço seja adquirido ou contratado.

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Carta de crédito do consórcio é um documento financeiro adquirido no momento da contemplação do consorciado.

A obtenção, no entanto, vai variar de acordo com o valor estipulado pelo consórcio.

Para que esse “sonho” seja concluído, são pagas parcelas mensais, conforme o prazo estipulado, podendo os consorciados participarem de assembleias.

Nesses momentos, podem ocorrer alguns sorteios que definirão o valor do crédito.

Isso geralmente acontece antes de terminar o processo de quitar a cota. O valor da carta de crédito do consórcio é correspondente ao que foi escolhido na hora da contratação.

Como funciona a contemplação da carta de crédito do consórcio

A contemplação do crédito geralmente acontece por meio de assembleias ordinárias, onde acontecem sorteios para que os integrantes recebam as suas cartas de crédito.

Além disso, a contemplação também pode acontecer através de lances. Esses lances, por sua vez, são feitos pelos consorciados e quem for o vencedor leva a carta de crédito.

O consorciado terá acesso à carta apenas após a contemplação. Nesse momento que antecede, a administradora  realiza uma análise para avaliar as garantias que são exigidas.

A contemplação do crédito costuma acontecer de maneira mensal, durante as assembleias (como já mencionado).

O consorciado precisa estar atento pois a contemplação pode acontecer a qualquer momento, desde que dentro do prazo total, já que não é estipulado um momento exato para isso.

Formas de contemplação: sorteio e lance

Você sabia que existem duas formas de contemplação para que seja entregue a carta de consórcio? São elas: por sorteio e por lance. Confira mais detalhes sobre cada modalidade:

Por sorteio

Uma das primeiras formas de adquirir a contemplação é por meio de sorteio. As administradoras podem optar por utilizar os resultados da Loteria Federal como critério de obtenção e definir o número dos sorteados.

Algumas administradoras, no entanto, preferem realizar sorteio online.

Após o sorteio, é entregue a carta de crédito do consórcio no valor do plano que foi adquirido pelo consorciado. Isso não depende do número de parcelas já quitadas.

O sorteio nada mais é do que uma forma de decidir a ordem de recebimento do crédito. Isso porque todos serão contemplados até o prazo final do grupo, tendo em vista a sua duração.

Nessa modalidade, os consorciados vinculados concorrem de maneira igualitária.

Por lance

O modo de obter a contemplação por meio de lance é diferente do sorteio e é mais semelhante a um leilão. Essa modalidade pode acontecer tanto online quanto presencialmente.

Ela funciona como uma antecipação do pagamento, com lances, podendo ser ele livre, fixo ou embutido.

É possível até mesmo pagar utilizando o saldo do FGTS, quando estiver em jogo o consórcio de imóveis.

Diferentemente do sorteio, onde a sorte é o que mais está em jogo, no lance é possível antecipar a contemplação.

– Lance livre: qualquer valor pode ser oferecido. Nesse caso, quem der o maior lance recebe a carta de crédito;

– Lance fixo: determina-se o valor a ser oferecido em contrato;

Lance embutido: é possível oferecer uma parte da carta de crédito como lance.

Opções para utilizar a carta

  • Adquirir um bem;
  • Contratar serviços;
  • Resgatar investimentos;
  • Quitar financiamento;
  • Compensação de valores.

Vantagens e validade de uma carta de crédito

Além de saber o que é a carta de crédito do consórcio e conhecer como se aplica no contexto de mercado financeiro, é importante conhecer quais são as suas vantagens.

Isso para saber até que ponto essa contemplação será vantajosa e trará benefícios.

Uma das principais vantagens do consórcio é o fato de os participantes não precisarem pagar as taxas de juros que são cobradas nas maiorias dos financiamentos.

Com o crédito do consórcio, é possível parcelar sem juros o bem, em sua totalidade, além de conseguir usar os créditos de outras formas.

Outra vantagem é a segurança no sistema de contemplação de carta de crédito, pois somente o solicitante pode utilizá-la.

Dessa forma, é possível ter claramente o controle do que será recebido.

A carta de crédito ainda possibilita uma facilidade e flexibiliza o poder das negociações no mercado, uma vez que pode ser usada como um pagamento à vista.

É possível, também, “chorar” por descontos e tentar negociar ainda outros pontos antes de finalizar qualquer trâmite.

A validade da carta de crédito do consórcio varia de acordo com o que for estipulado no contrato. Esse prazo costuma valer após aprovada a liberação do crédito.

A utilização geralmente é no prazo de 90 a 180 dias, mas pode ser também de acordo com as políticas da própria administradora.

O que avaliar antes de escolher um consórcio?

As vantagens de escolher um consórcio são muitas. Mas além de conseguir uma boa carta de crédito, além de ter diversos benefícios com essa prática, é preciso, inicialmente, saber escolher bem o consórcio.

Você sabe avaliar bem detalhes como o tipo do contrato, a administradora, os prazos, parcelas, taxas e tipos de lances?

Sem contar o planejamento financeiro que é necessário, certo?

Este conteúdo te ajudou? Então complemente a sua leitura, confira mais dicas para se planejar e saiba como e o que avaliar antes de escolher um consórcio.