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Saiba se CNH vencida vale como documento de identificação

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mulher dirigindo um carro

Quem possui carteira de motorista costuma usá-la também como documento de identificação. Mas e quando o documento vence? Será que a CNH vencida ainda é válida? Essa pergunta é importante porque ao usar uma CNH vencida você pode ter algum problema.

Pare para pensar: se você vai viajar ou fazer algum concurso público e está com a CNH vencida, será que poderá ser impedido de realizar a viagem ou de fazer a prova? Imagina perder algo importante somente porque a sua carteira de motorista passou da validade?

+ Como tirar ou renovar a CNH? Confira o passo a passo completo!

Por esse motivo, muitos começaram a se perguntar se poderiam usar a CNH vencida como documento de identificação. Se você é uma dessas pessoas, continue lendo este artigo para descobrir a resposta.

CNH vencida pode ser usada como documento de identificação?

A resposta é sim. E a decisão de poder usar a CNH vencida como documento de identificação veio da Primeira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), no qual todos os integrantes decidiram de forma unânime.

O STJ entende que a carteira de motorista fora do prazo de validade é em relação, somente, a licença para dirigir. Por isso, em nada impede que o documento possa ser utilizado como forma de identificação.

+ CNH Social 2022: como funciona, quem tem direito e como se inscrever?

Sendo assim, de acordo com o colegiado do STF, ninguém pode ser impedido de usar a carteira de motorista vencida, muito menos para concurso público. 

E isso é válido até mesmo para caso o edital do concurso especifique que o candidato não possa utilizar o documento.

“Revela-se ilegal impedir candidato de realizar prova de concurso, sob o argumento de que o edital exigia documento de identificação dentro do prazo de validade, uma vez que não foi observado o regime legal afeto ao documento utilizado”, comunicou o relator do recurso, ministro Napoleão Nunes Maia Filho.

Qual o prazo para usar a CNH vencida?

Você já viu neste artigo que a CNH vencida não é um problema quando ela é usada como documento de identificação. Mas você precisa ficar atento ao prazo, principalmente como motorista, para não ser penalizado.

Isso porque, a partir de março de 2020, os motoristas que estavam com a CNH vencida puderam ter um prazo maior para procurar a renovação. Afinal, os postos do Detran estavam com serviços indisponíveis ou sem funcionar. 

+ Confira qual é o valor e como renovar CNH em 2022

Além disso, a medida também visava amenizar os impactos causados pela pandemia, financeiramente, à população – já que renovar a CNH vencida precisa pagar um valor.

Mas, a suspensão da obrigatoriedade de renovar a CNH vencida se encerrou em 31 de dezembro e os motoristas precisam se atentar aos prazos. 

pessoa usando cnh vencida como documento de identificação
Você pode usar a CNH vencida como documento de identificação

Geralmente, o motorista pode andar com a CNH vencida por apenas 30 dias após a data que consta no documento. É necessário procurar o quanto antes o processo de renovação junto ao Detran do seu estado.

Motoristas do RJ podem solicitar a renovação da CNH pela internet. Veja como!

Boa notícia para os motoristas do Rio de Janeiro que estão com a carteira de habilitação perto de vencer. Agora a renovação da CNH poderá ser feita pela internet. Por isso, acabará com a necessidade de realizar o agendamento prévio no Detran.

Essa é uma forma que o órgão encontrou para agilizar e oferecer mais praticidade no processo de renovação da carteira de motorista. Afinal, muitas pessoas reclamam da demora em conseguir agendar qualquer tipo de serviço no Detran.

Mas, atenção: isso não significa necessariamente que você não deverá ir a um dos postos do Detran. Você poderá ter que comparecer para colher a biometria digital e tirar uma nova foto para a CNH.

+ Saiba aqui como conseguir solicitar a renovação da CNH pela internet

O que acontece se não renovar a CNH?

Quem não renovar a CNH é punido, já que esta é uma medida obrigatória. Se o motorista não renovar o documento no prazo recebe uma multa gravíssima, conforme consta no Código de Trânsito Brasileiro (CTB). 

+ Qual é a multa em caso de evasão de pedágio e como pagar?

A multa é de R$293,47 mais perda de sete pontos na carteira. 

Além disso, o motorista tem a sua CNH recolhida, em caso de fiscalização, e o veículo fica retido até que outro motorista habilitado – e com CNH válida – se apresente para retirar o automóvel.

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Saiba como guardar dinheiro no Nubank

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menina segurando um cartão do nubank

Você conhece a atualização da ferramenta de guardar dinheiro no Nubank? Neste artigo, vamos explicar em detalhes a atualização e o recurso de organização e planejamento financeiro que pode ser ativado através do aplicativo do banco.

Com a funcionalidade, o cliente tem a possibilidade de separar um valor inicial e adicionar mais recursos a qualquer momento, quantas vezes desejar. Com isso, as operações na conta corrente poderão ser realizadas tranquilamente, sem risco de gastar o dinheiro guardado.

Por render a mesma porcentagem da quantia disponível na conta digital, o dinheiro guardado também renderá 100% do CDI, gerando valores maiores que a poupança. Contudo, caso o consumidor necessite retirar parte da quantia guardada, ele poderá mover o dinheiro para conta digital a qualquer momento, sem custos para essa operação.

Sendo assim, é possível acompanhar o saldo reservado e também o disponível na NuConta, vendo quais são os respectivos rendimentos e os gastos de ambas as funções.

Ademais, não há cobrança de nenhuma taxa para que o cliente possa utilizar a função, seguindo o padrão das demais facilidades ofertadas pela fintech.

+ Regras para rendimento do Nubank mudam. Confira todos os detalhes!

Como guardar dinheiro no Nubank pelo aplicativo

É bem fácil guardar dinheiro no Nubank. A opção de Caixinhas estará na aba planejamento do aplicativo, que tem o ícone $. Ela também pode aparecer na tela inicial do app.

Ao selecionar o botão Caixinhas, selecione a opção “Comece a guardar”. Ele então abrirá uma tela para a criação da primeira Caixinha ou adicionar mais uma, caso você já tenha uma Caixinha criada. Primeiro você vai escolher o nome dela, ou o tema, ou a meta, você escolhe o que colocar.

É possível ainda adicionar uma imagem de capa que tenha a ver com os objetivos da caixinha. Depois, você vai escolher quanto tempo pretende levar para conseguir juntar a quantidade suficiente para completar a meta.

Em seguida, já é possível salvar uma quantia que é transferida da sua conta Nu. Nessa tela ele te mostra o valor disponível na conta, assim você pode escolher quanto quer guardar. O valor precisa ser apenas maior do que R$1 (um real).

+ Saiba como funciona e como usar o resgate planejado Nubank

Na próxima tela ele escolhe o tipo de investimento mais indicado para aquela Caixinha, mas você pode mudar. É importante ler mais para entender como vai funcionar esse investimento, então é só selecionar a opção “Saiba Mais”.

Quando acabar tudo, é só selecionar a opção “Confirmar” e pronto, sua Caixinha já está criada. Ao final é só colocar a senha.

Celulares com tela do aplicativo Nubank
O Nubank possui um recurso em seu aplicativo chamado Caixinhas, que tem como objetivo ajudar o cliente a separar o seu dinheiro a depender dos planos que tem para ele

Qual o rendimento da funcionalidade?

Como dito anteriormente, ao guardar dinheiro no Nubank, ele pode ter um rendimento de 100% do CDI automaticamente todos os dias úteis. Contudo, é necessário que ele continue na conta por mais de 30 dias.

Ou seja, assim que o dinheiro completar 31 dias na conta, aquele valor já começa automaticamente a render 100% do CDI todos os dias, recebendo inclusive o rendimento retroativo dos 30 dias iniciais.

Por exemplo, o cliente faz um depósito de R$1.000 em sua conta. Porém, em 15 dias ele precisa fazer um PIX de R$500, então a conta ficará com R$500.

Quando completar 31 dias desde que ele fez o depósito, apenas esses R$500 vão começar a render 100% do CDI a partir desse dia (recebendo ainda o rendimento retroativo equivalente a R$5.000 dos 30 dias anteriores).

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CRI e CRA: como investir nas aplicações isentas de IR? Valem a pena?

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uma pequena árvore nascendo de um punhado de moedas

Se você é um investidor moderado ou conservador e quer diversificar sua carteira, precisa aprender a investir em CRI e CRA. São papéis de renda fixa, mas com um pouco mais de risco em relação a títulos públicos. Consequentemente, também são mais rentáveis.

Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) e Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) são também isentos de Imposto de Renda. Por isso estão entre os preferidos dos investidores que buscam por renda fixa.

Ambos têm uma lógica semelhante: são certificados de recebíveis. Isso quer dizer que são emitidos por empresas privadas, chamadas de securitizadoras, como um certificado de crédito a receber. 

A principal diferença entre eles está justamente no setor das operações em que são lastreados, ou seja, a origem dos recebíveis securitizados: setor imobiliário (CRI) e setor de agronegócio (CRA).

Portanto, os CRIs são lastreados por operações do mercado imobiliário, como financiamentos (residenciais, comerciais, de construções), contratos de aluguéis de longo prazo etc. 

Já os CRAs são lastreados por empréstimos relacionados à produção ou comercialização agrícola, à industrialização de produtos, insumos ou máquinas do agronegócio.

E como você investe com isso? Vamos entender!

Como funciona uma aplicação em CRI e CRA?

Investir em CRI e CRA é parecido com outras aplicações de renda fixa. Ou seja, você compra os papéis em uma instituição e recebe juros enquanto mantém seu dinheiro aplicado.

A forma de rentabilidade pode se dar de três formas: pré-fixada, pós-fixada ou atrelada à inflação. 

Quando você escolhe um CRI ou um CRA pré-fixado, já sabe desde o momento da aplicação quanto de rentabilidade vai receber ao final do prazo. Isso porque o valor dos juros são previamente determinados: 5% ao ano, 7% ao ano etc. 

Já em um papel pós-fixado, você não sabe exatamente quanto receberá ao final da aplicação. Mas sabe qual será o indicador que servirá de referência para a remuneração.

Um exemplo de indicador utilizado nesses papéis é o CDI — Certificado de Depósito Interbancário —, que é o principal índice de rentabilidade quando se fala em renda fixa. Aposto que você já viu, por exemplo, contas digitais que rendem 100% do CDI (é porque elas estão aplicando em renda fixa). 

Outro exemplo de indicador é a própria taxa Selic, que é a taxa básica de juros da economia. 

Você também pode encontrar papéis de CRI e CRA que rendem “CDI mais spread”. Isso significa que a remuneração é igual ao CDI somado a uma taxa. Essa taxa pode ser de 2% ao ano, por exemplo, ou qualquer outro percentual.

Já quando o certificado de recebíveis tem remuneração atrelada à inflação, significa que uma é parcela pré-fixada e outra pós-fixada. A primeira tem uma taxa de juros mínima estabelecida e a outra segue a variação da inflação, o IPCA — Índice de Preços ao Consumidor Amplo — ou o IGP-M — Índice Geral de Preços – Mercado.

Liquidez dos certificados de recebíveis

Se você vai investir em certificados de recebíveis, é fundamental saber sobre a liquidez destas aplicações. Tanto o CRI quanto o CRA são considerados produtos de baixa liquidez. 

Isso quer dizer que você não consegue resgatar o dinheiro investido nessas aplicações a qualquer momento, se precisar. Ou, se conseguir, poderá não obter a rentabilidade desejada ou perder dinheiro. 

Ao aplicar nesses papéis, é importante respeitar o vencimento — que você conhece já no momento em que vai aplicar. Somente respeitando esse prazo para realizar o resgate, obterá a rentabilidade desejada. 

Logo, não é uma boa ideia colocar a sua reserva de emergência, por exemplo, em certificados de recebíveis. Esse objetivo demanda investimentos com maior liquidez, como o tesouro direto, CDBs com liquidez diária, contas digitais remuneradas, etc. 

+ Confira onde deixar a reserva de emergência em 2022

Além disso, é preciso pensar se o prazo do seu CRI ou CRA condiz com o seu objetivo. Se é uma aplicação que visa uma viagem daqui a cinco anos, por exemplo, você não deve aplicar em um certificado cujo prazo é para daqui 15 anos. 

A maioria dos certificados de recebíveis vencem no longo prazo, a partir de dois anos, podendo chegar a mais de 15.

Caso invista nesses papéis e precise resgatar antes do prazo, a alternativa poderá ser o mercado secundário, onde é possível tentar vender os papéis diretamente a outros investidores interessados. Mesmo assim, a liquidez é restrita.

imagem de várias moedas empilhadas
CRI e CRA são opções de renda fixa para quem quer diversificar a carteira

Como investir em CRI e CRA?

Na B3, a Bolsa de Valores, os certificados de recebíveis são negociados no chamado Bovespa Fix. 

Trata-se do ambiente onde são listados papéis de renda fixa. Além de CRI e CRA, lá estão, por exemplo, os FIDCs — Fundos de Direitos Creditórios —, debêntures, letras financeiras.

Portanto, para investir em CRI e CRA, você precisa ter uma conta em uma corretora de valores. Por meio dela, você conseguirá comprar os papéis, seguindo um passo a passo mais simples do que parece:

  1. Acesse sua conta na corretora escolhida 
  2. Observe as opções disponíveis na plataforma de investimentos
  3. Verifique o prospecto dos certificados — documento com todas as informações importantes sobre a aplicação
  4. Solicite uma reserva (informe quantos papéis pretende comprar e lembre-se que existe um período de reserva, que costuma durar algumas semanas)
  5. Transfira o dinheiro para sua conta na corretora e execute a ordem de investimento

De modo geral, não existe um valor mínimo para investir em CRI e CRA, mas dependendo do nível de risco e do potencial de retorno, um papel pode ser exigido um valor mínimo. Muitos permitem aplicações de menos de R$1 mil, outros são mais altos.

Além disso, algumas ofertas podem ser restritas a investidores qualificados. No entanto, isso não quer dizer que investidores mais iniciantes não possam aplicar também, em ofertas adequadas para o perfil.

Taxa de administração também é algo que não é cobrado na maioria dos certificados e várias corretoras isentam os investidores de corretagem ou custódia. Mas pesquise antes de escolher a sua, pois outras podem cobrar e há preços diferentes.

A corretora também é o caminho para adquirir CRIs e CRAs que já estão circulando no mercado secundário.

Cuidados a tomar

Investir em CRI e CRA é seguro e muito recomendado, mas assim como qualquer aplicação requer sabedoria e alguns cuidados básicos. O primeiro deles é pesquisar a corretora, como já mencionado.

Além de verificar taxas e custos de operação, pesquise sobre a reputação, verifique se está abrindo conta em uma empresa confiável e autorizada. Muitas também oferecem suporte ao cliente com dúvidas ao investir, o que pode ser valioso. 

Em relação aos papéis em si, é importante verificar o nível de risco dos escolhidos, principalmente se estiver aplicando uma parte considerável do seu patrimônio. Cuidado para não se expor a muito risco, se você é um investidor com perfil conservador.

Como checar o risco? Conheça a securitizadora, a empresa que emitiu CRI ou CRA. Além disso, verifique se foi adotado o regime fiduciário, quando os créditos ficam separados do patrimônio da empresa. 

CRIs e CRAs não são cobertos pelo FGC — Fundo Garantidor de Créditos — que é o fundo que garante o pagamento ao investidor, mesmo se a instituição financeira quebrar. 

Então o regime fiduciário é mais uma segurança, pois o investidor não fica exposto ao risco da securitizadora, apenas das operações incluídas nos certificados.

Como já mencionado, lembre-se também de comparar os prazos e as rentabilidades dos certificados disponíveis. Compare com os de outros investimentos de perfil de risco semelhante. 

Vantagens e desvantagens dos CRIs e CRAs

Assim como qualquer aplicação, existem vantagens e desvantagens em investir em CRI e CRA. Se vale a pena ou não, depende do seu objetivo, estratégia de investimentos e do seu perfil investidor

Vantagens:

  • maior rentabilidade que os títulos públicos e outras alternativas de renda fixa mais tradicionais
  • isenção de Imposto de Renda
  • se o papel for emitido no “regime fiduciário”, não há o risco da securitizadora

Desvantagens:

  • não possuem cobertura do FGC
  • liquidez baixa ou restrita
  • apresenta risco e requer atenção e conhecimento do investidor

FinanceOne lança curso Finanças e Investimentos Inteligentes

Investir em CRI e CRA pode fazer total diferença na sua carteira de investimentos, mas é fundamental aprender para não cair em armadilhas. Que tal se aprofundar mais neste universo?

O FinanceOne lançou o curso online Finanças e Investimentos Inteligentes, que ensina tudo que você precisa saber para começar a investir ou a diversificar a sua carteira.

As aulas são online e ministradas por Daniel Garza, educador e assessor financeiro especializado em finanças pessoais e sócio da empresa Manchester Investimentos, um dos escritórios de maior crescimento no mercado financeiro e vinculado a XP Investimentos.

O conteúdo é estruturado em:

1 – Introdução às Finanças Pessoais
2 – Introdução ao Mercado Financeiro
3 – Renda Fixa Pública
4 – Renda Fixa Privada
5 – Renda Variável Fundos
6 – Renda Variável Bolsa de Valores
7 – Estratégias de Operação em Bolsa
8 – Previdência Privada
9 – Montagem da Carteira de Investimentos
10 – Como lidar com Crises Financeiras

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Novo golpe na praça! Bandidos anunciam vendas falsas em nome da Receita Federal

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homem olhando para mesa e com as mão na cabeça preocupado

Um novo golpe que está sendo aplicado por estelionatários anuncia vendas falsas utilizando o nome da Receita Federal. O órgão emitiu um alerta para prevenir os cidadãos. 

Os golpistas veiculam anúncios na Internet de produtos apreendidos pela alfândega com preços muito abaixo do mercado e usam o nome da Receita para dar uma falsa impressão de credibilidade. 

No entanto, as alfândegas não comercializam mercadorias. 

“Essas unidades são responsáveis por gerir e executar atividades de controle aduaneiro, de atendimento e orientação ao cidadão e as relativas ao combate aos ilícitos tributários e aduaneiros, inclusive à contrafação, à pirataria, ao tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins, ao tráfico internacional de armas de fogo e munições e à lavagem e ocultação de bens, direitos e valores, observadas as competências específicas de outros órgãos.”

Os anúncios têm sido veiculados nos mais diversos canais digitais: e-mails, mensagens de celular, páginas e sites na internet. Segundo a Receita, o número desses crimes tem aumentado. 

Como não cair no golpe de vendas falsas da Receita Federal?

A Receita Federal não comercializa mercadorias, portanto qualquer anúncio de venda em seu nome ou das unidades de controle aduaneiro (as alfândegas) é falso. 

A melhor forma de se prevenir contra o golpe das vendas falsas em nome da Receita Federal é evitar clicar e comprar em anúncios suspeitos. Ou seja, aqueles que:

  • Anunciam  produtos com preço muito inferior ao prática no mercado
  • Usam o nome da Receita Federal ou das alfândegas para comercializar mercadorias
  • Links suspeitos enviados por SMS ou e-mail 

Os anúncios são veiculados como se fossem publicidades, mas os criminosos “usam de forma ilícita o nome das unidades da Receita Federal responsáveis pelas atividades de controle aduaneiro” na tentativa de simular veracidade na aplicação do golpe.

pessoa mexendo no celular na rua
Em novo golpe, bandidos fazem vendas falsas usando o nome da Receita Federal

Golpe do IOF também recebe alerta da Receita

Além do golpe das vendas falsas em nome da Receita Federal, outra armadilha recebeu um alerta do fisco: o golpe do falso IOF

Nele, os criminosos se passam por instituições financeiras e cobram IOF antecipado por PIX como condição para liberação de empréstimos. 

IOF — Imposto sobre Operações Financeiras — é o imposto federal cobrado em todas as operações financeiras de crédito e de câmbio. Em empréstimos, ele é sempre embutido nas parcelas de pagamento e não cobrado separadamente. 

Em um dos casos mais graves, a vítima chegou a pagar R$2.852,45 para os criminosos, como condição para liberação de um crédito de R$150 mil.

Por isso é importante saber que nenhum banco, corretora ou empresa de crédito pede pagamento antecipado para liberar empréstimos. Seja de um tributo ou de adiantamento de uma parcela. Esse tipo de condição geralmente é oferecida por golpistas. 

No caso do IOF, o tributo é quitado por meio de um Darf — Documento de Arrecadação de Receitas Federais —, pago pela própria instituição que concede o empréstimo ao governo. Para o tomador do empréstimo, o imposto está embutido nas parcelas de pagamento. 

+ 5 dicas para evitar golpes com empréstimo pela internet. Fique atento!

O que fazer se cair em um golpe na internet?

Seja o golpe das vendas falsas em nome da Receita Federal ou qualquer outro, a principal orientação é que a vítima procure a polícia o mais rápido possível para registrar um Boletim de Ocorrência.

Não existe mistério, basta comparecer à delegacia mais próxima. Leve um documento de identidade e todas as provas que consiga para demonstrar o crime: prints, extratos de pagamento, etc.

Também pode ser interessante anotar as datas e, se possível, ter registros de ligações telefônicas — caso elas tenham acontecido. O link da propaganda enganosa é outra prova que você pode apresentar.

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Plano de saúde com coparticipação: veja como funciona

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paciente sendo consultado pelo médico

O plano de saúde com coparticipação pode ser uma alternativa para quem deseja ter serviços médicos, sem pagar muito caro. Ele se parece com o plano de saúde tradicional, seja individual ou coletivo.

A diferença é que com a coparticipação, o usuário paga, além da mensalidade, por cada serviço utilizado.

Por exemplo, consultas, exames, procedimentos ou internações. Em geral, esse tipo de plano de saúde apresenta uma mensalidade mais baixa.

Contudo, é preciso avaliar se vale a pena contratar um plano desse tipo. Afinal, o consumidor terá que pagar uma taxa a cada vez que passar por uma consulta ou fizer um exame.

Tal taxa varia de uma seguradora para outra. Ela pode ser cobrada por meio de um valor fixo ou um percentual, determinado pelo próprio plano, conforme previsto em contrato. Ou seja, uma consulta pode custar R$20 ou 20% do valor previsto na tabela da prestadora.

De acordo com a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), a operadora é proibida de cobrar o valor integral do procedimento neste tipo de plano.

Por esse motivo, o consumidor deve ficar atento. Caso opte por esse plano, o ideal é observar atentamente o que dispõe no contrato. Sobretudo em relação ao repasse dos valores e os reajustes.

Conheça as principais regras do plano com coparticipação

Saber as principais regras do plano de saúde com coparticipação é fundamental para você não ser enganado pelas empresas. Além disso, as normas foram alteradas pela ANS por meio da Resolução Normativa nº 434

Os principais pontos são:

  • A operadora é obrigada a informar claramente as taxas e regras de utilização da coparticipação;
  • O beneficiário não pode pagar 100% do valor do procedimento de saúde;
  • A operadora é livre para definir a taxa de coparticipação de cada procedimento, mas a ANS recomenda o percentual de 30%;
  • A coparticipação pode ser cobrada em qualquer procedimento.

    + Carência no plano de saúde: saiba o que é e como funciona

O que é cobrado no plano com coparticipação?

Atualmente, o plano de saúde com coparticipação é aquele em que o usuário paga uma parcela pelos serviços utilizados, além do valor fixo mensal. Entre os serviços cobrados estão:

  • Consultas médicas – A cobrança é feita por consulta. Mas vale ressaltar que o plano não pode cobrar coparticipação num retorno dentro do prazo de 30 dias.
  • Exames simples – A cobrança é feita por exame e não por coleta. Caso seja necessário fazer uma coleta de sangue, isso não quer dizer que irá pagar o valor referente a um exame.

Através de uma coleta poderão ser feitos vários tipos de exames, como: hemograma, triglicerídeos, Colesterol, Glicose, TSH, etc. Geralmente em um check-up básico é necessário fazer em torno de 10 a 15 exames simples.

  • Exames especializados – Para exames especializados, a cobrança é feita individualmente. Caso precise, por exemplo, de uma ressonância magnética, a cobrança do valor se refere a um exame especializado.
  • Internações – Mesmo caso dos exames especializados. O valor cobrado será referente à internação, indiferente se a internação for de um dia ou dez dias.

Não é possível cobrar coparticipação sobre os exames realizados em regime de internação.

É vantagem plano de saúde com co-participação?

Em decorrência da crise financeira brasileira, cerca de 70% dos brasileiros não têm plano de saúde particular. É o que dizem os dados do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) em parceria com o Ibope.

Por esse motivo, o plano de saúde com coparticipação é uma forma de trazer maior segurança a todo e qualquer usuário em um momento de crise, como a pandemia da Covid-19.

+ Plano de saúde está mais caro: veja o que fazer

Com a pequena taxa cobrada, é possível ter um plano de saúde com mensalidades mais baixas que as praticadas no mercado.

Pode ser indicado o serviço de coparticipação para quem utiliza pouco o atendimento de saúde.

Para quem o plano de saúde é indicado?

Segundo especialistas, o plano de saúde com coparticipação não vale a pena para quem tem uma doença preexistente ou para quem planeja ter um filho.

paciente sendo avaliado por enfermeira
O plano de saúde com coparticipação tem um valor mais em conta

Um plano de saúde na modalidade completa pode ser o ideal para aqueles que pretendem fazer plano familiar que inclua crianças pequenas. Isso porque a probabilidade de agendamento de consultas e exames é maior.

Geralmente, esse perfil de usuário não faz parte da população idosa. Porque requer maior atenção médica na maioria das vezes.

Além disso, com o plano completo, você pagará mensalmente o preço acordado no contrato e nenhum outro valor a mais para agendar as especialidades desejadas. Independentemente do número de procedimentos realizados mensalmente.

Confira as vantagens do plano de saúde com coparticipação

Está pensando em contratar um plano de saúde com coparticipação? Antes de fechar o contrato é importante conhecer as vantagens que poderá te oferecer. Confira abaixo!

  • A mensalidade do plano é mais em conta;
  • A cobertura é a mesma de um plano comum;
  • Ideal para quem não tem doenças crônicas, mas quer ter mais tranquilidade em relação à saúde.

Curiosidades do plano de saúde com coparticipação

De antemão, essa modalidade de plano de saúde é muito procurada por pequenas e médias empresas, assim como pelos microempreendedores individuais (MEIs). Sobretudo por conta das vantagens que a coparticipação oferece para os usuários.

O plano de saúde com coparticipação também pode ser a escolha para quem está em busca de planos individuais e/ou familiares e coletivos por adesão. Normalmente fornecidos por associações ou sindicatos.

Uma das principais vantagens desse tipo de plano é que as mensalidades são mais em conta. Isso é possível porque há o pagamento de uma taxa e de cada procedimento realizado.

Com isso, o plano com coparticipação acaba saindo mais barato quando comparado com os planos tradicionais.

Porém, mesmo com essa vantagem é importante estar atento. Isso porque o usuário desse plano paga parte do valor do procedimento. Sendo assim, a coparticipação acaba impedindo o excesso de utilização indevida por parte do segurado.

Esse é um dos motivos para que as instituições empresariais adotem esse tipo de plano de saúde. Já que não tem um excessivo número de consultas e exames.

Gostou do nosso conteúdo? Saiba agora o que avaliar na escolha do seu plano de saude.

*Colaboração: Camila Miranda

Pode vender imóvel financiado pelo Minha Casa, Minha Vida? Descubra!

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Pessoa colocando lâmpada em cima de uma pilha de moedas

Muitos brasileiros sonham com a casa própria. E uma forma de adquiri-la é por meio do programa do governo federal: Minha Casa, Minha Vida, substituído pelo Casa Verde Amarela.

Ele tem como objetivo ajudar famílias com renda mensal bruta de até R$7 mil, oferecendo taxas baixas e de subsídio. Porém, a dúvida de algumas pessoas é se pode vender imóvel financiado pelo programa.

Os motivos para uma pessoa querer vender ou até mesmo alugar um imóvel financiado pelo Minha Casa, Minha Vida podem ser inúmeros. Desde mudar de emprego e, consequentemente, cidade, até divórcio e outros.

Mas será possível vender imóvel com financiamento por esse programa?

Antes de dar uma resposta concreta para essa pergunta é necessário verificar em qual faixa você está no seu financiamento.

Dessa forma, você saberá se é possível ou não vender imóvel financiado pelo Minha Casa, Minha Vida, durante ou no fim das parcelas.

Como vender imóvel financiado pelo Minha Casa, Minha Vida

Vale lembrar que por se tratar de um programa social, a atenção precisa ser redobrada. Principalmente com as normas, pré-requisitos e condições envolvidas no contrato.

A possível venda de imóvel financiado pelo Minha Casa, Minha Vida dependerá da faixa do financiamento:

-> Faixa 1: famílias com renda mensal de até R$2 mil. Para as regiões Norte e Nordeste o limite vai até R$2.600;

-> Faixa 1,5: famílias com renda mensal bruta de até R$2.600;

-> Faixa 2: famílias com renda mensal bruta até R$4.000;

-> Faixa 3: famílias com renda mensal bruta até R$7.000 mil.

Para cada faixa de financiamento, existe uma regra diferente para vender imóvel. Na faixa 1, os beneficiários não podem vender o imóvel antes que o prazo de financiamento termine.

Sendo assim, durante os dez anos não é possível alugar, vender, ceder ou até mesmo emprestar o apartamento para outra pessoa. Só é permitido realizar esse processo caso o pagamento das parcelas seja antecipado.

Mas, se você quiser quitar o imóvel antes, terá ainda de pagar todo o saldo que falta mais o subsídio que recebeu do governo. Somente após esse processo, será possível vender ou alugar o imóvel.

Porém, nas faixas 2 e 3, os imóveis não podem ser alugados durante o financiamento, já que o programa é para moradia própria. A venda pode ser feita em qualquer momento, de duas formas.

A primeira é se o comprador pagar à vista: você deverá quitar o financiamento e depois passar o imóvel para o novo proprietário.

Já a segunda forma é no caso de quitar o financiamento. Depois será realizado um novo contrato para o comprador e, ao mesmo tempo, o seu será quitado.

Outra diferença em relação à faixa 1 é que pode ser quitado a qualquer momento. Independentemente de ter recebido o subsídio ou não. Também não será necessário devolver o subsídio.

Mulher segurando chave do imóvel financiado pelo minha casa minha vida
Conheça as regras para vender imóvel financiado pelo programa do governo

Possíveis punições para quem descumpre as regras

Agora que você já sabe como vender imóvel financiado pelo Minha Casa, Minha Vida, é importante saber quais são as punições para quem descumpre as regras.

Um exemplo é caso a pessoa ofereça o imóvel para venda antes do fim do financiamento ou realize um contrato de gaveta, o banco poderá pedir na justiça a retomada do imóvel.

Vale destacar que se o dono do financiamento quitar a dívida antes do fim da ação judicial, será possível conseguir evitar a perda do imóvel.

Além disso, também é importante frisar que cada pessoa só pode participar uma vez do Minha Casa, Minha Vida.

Sendo assim, se o imóvel for vendido, você não poderá se inscrever novamente no programa.

Para coibir a venda ou aluguel de imóveis que estão inseridos na faixa 1, a Caixa Econômica atua diretamente na análise da ocupação de imóveis.

O que acontece depois da entrega do empreendimento. É neste momento que a Caixa verifica se todos os imóveis estão ocupados pelos legítimos beneficiários.

O banco também atua quando recebe alguma denúncia de irregularidade no imóvel.

Regras para ser contemplado no programa

Para participar do antigo Minha Casa, Minha Vida – agora Casa Verde e Amarela -, é preciso que as pessoas cumpram requisitos específicos e de maneira rigorosa.

Isso porque muitos brasileiros procuram por este tipo de programa. Para começar é preciso que sua renda que não ultrapasse um salário mínimo.

Além disso, você ainda precisa comprovar que não tem condições de arcar com aluguel ou comprar um imóvel.

Somente depois dessa avaliação que as pessoas entram em uma fila. Com isso, é necessário esperar que a distribuição ocorra e, que também possa ser contemplado para entrar no imóvel.

Vale ressaltar que ao ser contemplado você ainda passa por outra série de exigências, para que de fato seja definido o seu imóvel.

Isso acontece para entender melhor as suas necessidades e outros pontos que devem ser levados em consideração. 

As regras também existem para quem é contemplado. É necessário que a pessoa contemplada dê conta de outras exigências para que também possa ter outros direitos garantidos. Dessa forma, evitando a perda do imóvel.

Após ser contemplado, o pagamento do imóvel deve ser realizado à financiadora, que geralmente é a Caixa Econômica. Esse pagamento é mensal e contém o valor do imóvel com as devidas correções.

É importante que a pessoa realize o pagamento, porque isso garantirá que tome posse do que vai ser seu no futuro. E ao cumprir com o pagamento é mais fácil de ter o imóvel em pouco tempo.

Como vender um imóvel do Minha Casa, Minha Vida?

Se você trabalha com imóveis e tem dificuldade de vender uma casa do Minha Casa, Minha Vida, fique atento nas dicas a seguir.

O número de pessoas que buscam adesão ao projeto cresce a cada ano. Isso tudo para realizar o sonho de ter a casa própria.

Mas, antes de fechar, o cliente geralmente busca instrução durante uma fase de muita pesquisa e planejamento. E são nesses momentos em que você consegue cativá-lo.

Você deve prepará-lo da melhor forma para entrar nesse financiamento. Isso porque muitas pessoas desistem de fechar justamente pela falta de orientação e por achar que o sonho vira um pesadelo.

1 – Explique como se inscrever

Primeiramente, você precisa estar por dentro de como funciona todo o processo de ingressar no programa.

O cliente precisa saber se ele apresenta os requisitos necessários e comprová-los. O auxílio do governo será variável de acordo com o cenário.

Em alguns casos, será necessário se dirigir até a prefeitura para dar entrada no programa. O cliente entra em uma lista de espera e aguarda a data de um sorteio para assinar o contrato.

2 – Explique o financiamento

Você terá que saber também como funciona o financiamento. E de maneira explicativa e detalhada para poder tirar as principais dúvidas do cliente.

Qual será a parte da entrada paga pelo governo? Quanto? Dá para conseguir a redução de taxas de juros?

Essas são as perguntas que possivelmente ele te fará e você precisa estar pronto para respondê-las.

3- Explique todas as regras para que ele consiga o financiamento

Além de explicar como funciona, o seu cliente precisa estar por dentro de todo o regulamento, para que o financiamento não seja invalidado.

Isso porque não basta apenas a renda como fator determinante para conseguir o financiamento.

É necessário, por exemplo, residir em município com população de no mínimo 50 mil habitantes; não possuir imóvel em seu nome ou ter financiamento de um e material de construção ativo; entre outras regras.

Essas orientações que constam no regulamento são necessárias para que o cliente não faça qualquer esforço em vão e sinta confiança no seu trabalho.

5 dicas para vender o seu imóvel mais rápido

Se você está querendo vender o seu imóvel mais rápido, existem algumas dicas que podem ajudar a valorizar o seu imóvel e te ajudar nessa missão. Quer saber quais são? Confira!

1) Faça uma descrição detalhada do imóvel

Quem quer vender um imóvel rápido pela internet sabe que anunciar de qualquer jeito não é a melhor forma. É preciso verificar se a descrição feita é de fato atrativa e se está completa. 

Na hora de realizar a descrição, a dica é você se colocar no lugar do cliente. Busque especificar em cada anúncio tudo o que você, caso fosse o comprador, gostaria de saber.

aluguéis mais rentáveis
Existem algumas formas de valorizar o seu imóvel para vendê-lo mais rápido

Também não pode ficar de fora da descrição a quantidade de quartos e banheiros no imóvel, se tem vagas ou não e se existe a possibilidade de financiamento. Vá além do que é necessário, dê detalhes sobre o acabamento do espaço e a existência de escolas e comércios nos arredores.

2) Utilize fotos de qualidade

Não adianta realizar uma descrição cheia de detalhes se as fotos do anúncio não tem uma boa qualidade, certo? Mesmo que o seu imóvel seja impecável, ele precisa ter fotos de qualidade para ser vendido mais rápido.

Você pode contratar um profissional para tirar as fotos. Mas caso isso não seja possível, a dica é tomar alguns cuidados. Arrume os ambientes e certifique-se que não tem nenhum objeto indesejado aparecendo na imagem.

Tenha atenção à iluminação é importante para que as imagens não fiquem escuras ou claras demais. Valorize os pontos fortes do imóvel, por exemplo, se a casa tem uma vista perfeita é importante fotografá-lo e colocar esse detalhe em destaque no assunto.

3) Cuidado com os valores

Pare para analisar se a casa ou apartamento realmente vale o valor que você está pedindo. É importante deixar claro que essa pergunta não pode ser respondida nem por você e nem pelos clientes. 

Isso porque é o mercado que vai definir quanto o imóvel vale. Tenha em mente que os clientes vão acabar comparando o seu imóvel com os outros da vizinhança e, se os valores forem muito maiores, provavelmente a pessoa vai querer negociar.

Por isso, é necessário que você entenda os motivos que levam o cliente a pedir o desconto no imóvel. 

4) Esteja aberto a negociações

Se o possível comprador pode pedir um desconto no valor do imóvel, é preciso que você esteja aberto a negociações. Até porque se houver muita inflexibilidade da sua parte para conversar sobre valores, o comprador pode desistir da compra.

O ideal é que você procure entender a situação do cliente. Caso o valor esteja muito abaixo do que o informado no seu anúncio de vendas, tente mostrar os seus pontos e chegar a um acordo que seja bom para as duas partes.

5) Reforme o que achar necessário

O seu imóvel está com algum dano? Então, o mais indicado é que você faça os reparos antes mesmo de colocá-lo à venda e achar o primeiro interessado no imóvel.

É importante que você faça toda a reforma que achar necessária, pinte o apartamento, verifique o encanamento e a parte elétrica, além de olhar as janelas para saber se não há nenhum vidro quebrado.

Lembre-se que ninguém quer comprar um imóvel para arcar com altas despesas de obras. E os pequenos detalhes podem fazer a diferença, por isso observe também as maçanetas e pisos.

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Quanto custa um visto americano em 2022? Veja todos os valores!

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pessoa segurando o passaporte

Quanto custa um visto americano em 2022? Se você está pensando em viajar para os Estados Unidos, saiba que esse é um dos primeiros itens da checklist a ser riscado. 

Isso mesmo. Quanto antes tirar o seu visto – antes mesmo de comprar pacotes, estadia, passagens etc –, mais segurança terá.

Acontece que o documento para ingresso no país pode ser negado, por diversos motivos. Se isso acontecer, é importante que você tenha um tempo pela frente antes da viagem para tentar de novo. 

Mas isso tem um custo. Quer saber quanto? Então continue lendo o artigo!

Quanto custa um visto americano em 2022?

O quanto custa um visto americano em 2022 varia de acordo com o propósito da viagem. Para turistas, por exemplo, o valor é de US$160. Já os vistos para quem tem cônjuge nos Estados Unidos, chegam a US$250. 

+ Quem tem nome no SPC pode tirar o passaporte? Saiba o que fazer!

Essa taxa é obrigatória para todas as pessoas que solicitam o documento e é chamada de MRV. 

Confira a seguir a tabela com os valores de visto americano para todas as categorias de viajantes (as letras entre parênteses são os respectivos símbolos de cada tipo de viagem).

Valor do visto (dólar)US$325US$345US$205
Propósito da viagemPetições I-130, I-600 ou I-800Petição I-140Petições I-360, DS-117 ou DS-1884

Algumas informações importante sobre a taxa MRV:

  • Não é reembolsável, nem transferível.
  • O pagamento é exigido independente da solicitação de visto resultar na emissão ou não do visto. Ou seja, mesmo se ele for negado, a taxa não será devolvida. Você precisará pagar novamente se for tentar tirar o visto de novo. 
  • A MRV vence após 365 dias. Portanto, a entrevista para obter o visto deve ser agendada e realizada dentro desse prazo

O pagamento pode ser feito tanto com cartão de crédito, quanto boleto. Mas a quitação da taxa acontece somente no segundo passo do processo de obtenção do visto, como mostramos a seguir.

Pessoa no aeroporto segurando o passaporte
Visto americano custa a partir de 160 dólares

Passo a passo para tirar o visto americano

O pagamento da MRV não é o primeiro passo para obter o visto americano. Antes disso, é necessário responder um questionário online (é preciso já ter tirado o passaporte, que é um documento diferente).

Veja o passo a passo a seguir:

  1. Descubra qual é o tipo de visto que você precisa acessando a página de categorias no site do Departamento de Estado americano (imigrante, não imigrante, turista, a trabalho etc. Verifique qual a letra correspondendo ao propósito da sua viagem)
  1. Preencha o DS-160, que é o formulário de solicitação online do visto disponível no site do Departamento de Estado americano

Importante: na hora de preencher, faça com calma. Você vai precisar dos seguintes documentos e informações: 

  • passaporte
  • informações sobre a última ida ao país
  • currículo escolar e/ou informações do trabalho atual
  • dados do itinerário da viagem

Você vai precisar fazer o agendamento da entrevista, que pode ser realizada nas cidades de Belo Horizonte, Brasília, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro e São Paulo. Ou ainda à distância, por Skype ou Call Center.

Neste momento também será informado um ID (um código formado por números). Tire print ou anote essa informação, pois precisará desse ID para acessar o seu DS-160 mais tarde.

Depois que concluir o formulário, imprima a página de confirmação de cada solicitante.

Pagando a MRV e agendando a entrevista

  1. O próximo passo para obter seu visto americano acontece no site do Centro de Atendimento ao Solicitante de Visto (CASV). Crie a sua conta de usuário neste site clicando em “Inicie sua solicitação” ou, se já tiver uma conta, clique em “Continuar”
  2. Selecione a categoria do seu visto (B12 para turista, por exemplo) e siga as orientações na tela
  3. Chegou a hora de pagar a taxa MRV, utilizando os métodos de pagamento disponíveis no país em que você reside. No Brasil, são aceitos boleto e cartão de crédito. Se estiver em grupo, cada um deve ter seu próprio DS-160 preenchido e pagar as taxas separadamente. 
  4. Guarde o comprovante de pagamento, pois ele pode ser solicitado no dia que for ao consulado para a entrevista.
  5. Selecione onde e como irá receber o seu visto e o passaporte depois da entrevista
  6. Agende a entrevista com a Seção Consular e também a data para ir ao CASV tirar a foto e colher a digital
  7. Compareça à entrevista no Consulado no dia e na hora marcada

+ Vistos para viagem em tempos de coronavírus: saiba como solicitar

O que levar para a entrevista do visto americano?

No dia da entrevista para tirar o visto americano no consulado, você poderá precisar apresentar os seguintes documentos:

  • a confirmação de entrevista e confirmação do formulário DS-160 impressos
  • Passaporte original

Outros documentos que não são obrigatórios, mas que podem se fazer necessários:

  • passaportes anteriores, caso tenha;
  • carteira de trabalho;
  • declaração de imposto de renda da pessoa física.
  • certidão de casamento (caso seja casado);
  • extratos bancários dos últimos 3 meses;
  • documento de carro;
  • documento de bens;
  • declaração da escola e/ou diploma de formação;
  • declaração de férias do empregador
  • imposto de renda da pessoa jurídica e certidão recente do CNPJ (se tiver)
  • documentos que comprovem sua situação sócio-econômica no Brasil

Se uma terceira pessoa ou organização estiver custeando a viagem:

  • documento que comprove o vínculo do pagante com o Brasil
  • os documentos recomendados acima
  • carta de custeio com reconhecimento de firma do pagante (caso não seja parente).
  • contrato social da empresa
  • extrato bancário do dos últimos 3 meses do pagante
  • Imposto de Renda do pagante da viagem

Saiba qual é a validade do visto americano

Para quem está tirando o visto americano pela primeira vez pode ficar surpreso com o tempo de validade. Isso porque o visto para turismo é, atualmente, de 10 anos. Sendo assim, neste período você poderá visitar o país diversas vezes.

Mas é válido ressaltar que ao passar pela imigração você poderá ser barrado nos Estados Unidos caso o oficial suspeite de algo. Lembre-se que ter o visto aprovado não é garantia de que você não será barrado na imigração.

+ Como funciona o visto de investidor nos EUA

Outro ponto importante que você precisa saber quando passar na imigração é que manter a calma é fundamental. Além disso, talvez seja preciso responder algumas perguntas, sendo as mais comuns:

  • Qual o motivo da sua viagem?
  • Quanto tempo vai ficar no país?
  • Onde você vai ficar?
  • Qual o seu destino final?
  • Qual a sua profissão?
  • Quanto dinheiro você tem para a viagem?
  • Você conhece alguém nos Estados Unidos?
  • Você está viajando sozinho ou acompanhado?
  • Você já esteve nos Estados Unidos anteriormente?

Responda com sinceridade todas as perguntas feitas que você não terá problemas na imigração.

Quanto tempo demora para tirar o visto americano?

Uma dúvida que muitos brasileiros possuem é sobre o tempo de demora para ter o visto americano em mãos aprovado. O tempo médio para que o passaporte volte para você é de 10 dias úteis.

Por isso, até que você o receba de volta não compre nenhuma passagem. Isso porque você só saberá se teve o visto aprovado ou não quando pegar o passaporte.

Existe renda mínima para solicitar o visto?

Apesar de muitas pessoas acreditarem que para ter o solicitar ou ter o visto aprovado é necessário ter uma renda mínima, isso não é verídico. Porém, alguns especialistas recomendam que você tenha uma renda de pelo menos dois salários mínimos.

Mas caso não tenha, isso não significa que você não terá o visto aprovado pelo consulado americano. Afinal, não é o valor da sua renda que eles levam em consideração.

O que de fato é importante é que você consiga comprovar que possui vínculo empregatício aqui no Brasil. O consulado americano quer ter a certeza de que você voltará para o país.

Gostou do conteúdo? Então compartilhe com as pessoas que vão viajar e tirar o visto com você!

*Com colaboração de Juliana Favorito

Confira os 10 melhores países para se aposentar

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aposentada olhando papel

Aqui no Brasil, algumas regras de aposentadoria mudaram por conta da Reforma da Previdência. Mas quais serão os melhores países para se aposentar no mundo?

Para muitas pessoas, curtir o melhor da vida em outros países é uma possibilidade real. Por isso, preparamos uma lista com os 10 melhores!

As novas regras de Previdência, sancionadas pelo presidente Jair Bolsonaro, acabaram com a aposentadoria por tempo de contribuição. Porém, mantiveram a aposentadoria por idade.

Desde que entrou em vigor, a exigência é de 65 anos para homens e 62 anos para mulheres. Além disso, foi elevado o período mínimo de contribuição para 20 anos no caso de homens e 15 anos para mulheres. 

Qualidade de vida após a aposentadoria

A International Living, publicação norte-americana especializada em viagens para idosos, divulga todo ano o Annual Global Retirement Index (Índice Anual de Aposentadoria Global).

É um ranking com os melhores países para se aposentar e viver a aposentadoria. Os critérios para a escolha são, entre outros:

  • Custo de vida;
  • Benefícios para aposentados;
  • Clima;
  • Sistema de saúde.

Em 2021, Portugal liderou a lista, sendo considerado um dos melhores países para se aposentar. Outros países foram México, Panamá, Equador e Malásia.

Mas e agora em 2022? Será que o cenário se manteve o mesmo? Descubra!

Panamá é o melhor país para se aposentar

Agora em 2022 o prêmio de melhor país para se aposentar foi para o Panamá. O país fica localizado na América do Norte e faz fronteira com a Colômbia e com a Costa Rica.

O Índice Anual de Aposentadoria Global mostrou que com 1.650 dólares por mês é possível um casal viver com tranquilidade no Panamá. Para se ter uma ideia, o país preencheu todos os requisitos com nota máxima nos seguintes pontos:

  • Desburocratização para obter residência permanente;
  • Sistema tributário;
  • Opções de residência especial para os aposentados.
casal de aposentados sentado no parque
Panamá é escolhido como um dos melhores países para se aposentar

Outro ponto favorável para o país ter se tornado líder de melhor local para se aposentar é o clima tropical agradável. Isso permite que os aposentados façam atividades extras sem prejudicar a saúde.

Melhores países para se aposentar em 2022

Confira a lista completa dos 10 melhores países para se aposentar em 2022:

  • Panamá;
  • Costa Rica;
  • México;
  • Portugal;
  • Equador;
  • Colômbia;
  • França;
  • Malta;
  • Espanha; e
  • Uruguai.

Qual o país que teve a melhor qualidade de vida em 2021?

Ficou na dúvida de onde vai aproveitar a sua aposentadoria? O Social Progress Index analisou 50 indicadores referentes à qualidade de vida de 128 países.

Os indicadores analisaram três categorias: necessidades básicas, bem-estar e oportunidades. É o primeiro do gênero que enfatiza o desempenho social dos países, à parte dos fatores econômicos.

10 países com melhor qualidade de vida

1. Dinamarca: O país obteve as pontuações mais altas no que diz respeito ao saneamento básico.

2. Finlândia: Obteve as pontuações mais altas em Nutrição e Cuidados Médicos Básicos.

3. Islândia: A liberdade de expressão foi o tópico mais enaltecido.

4. Noruega: Considerado um dos países mais seguros do mundo.

5. Suíça: Bem colocado no que diz respeito ao meio ambiente.

6. Canadá: O país obteve uma boa classificação nas oportunidades de emprego.

7. Holanda: Tem uma das taxas mais baixas de homofobia.

8. Suécia: Tem as estradas mais seguras, com uma das taxas mais baixas de mortalidade do mundo.

9. Austrália: Liberdade religiosa e política foi o que mais se destacou neste país.

10. Nova Zelândia: Teve pontuação máxima (100) no que diz respeito às necessidades básicas.

E o Brasil? Como fica no sentido qualidade de vida?

Infelizmente, o Brasil não é considerado uma referência quando o assunto são os melhores países para se aposentar. Na verdade, estamos entre os mais corruptos do mundo, segundo dados da Transparência Internacional, o que atrapalha este cenário.

Com o cenário político conturbado dos últimos anos e uma série de fatores, o número de brasileiros que entregaram declarações de saída definitiva do país teve crescimento de 160%.

Muitos países gostariam de ter profissionais especializados que queiram morar e trabalhar em suas cidades. E os brasileiros são bem-vindos.

Mesmo que muitos ainda exijam o visto de permanência, muitas vezes isso é facilitado pela necessidade de mão de obra qualificada.

Você conhece alguém que decidiu se aposentar e morar fora do Brasil? Compartilhe aqui nos comentários a história.

*Colaboração: Juliana Favorito

Quero dar baixa no MEI: o que eu faço? Confira!

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Mulher utiliza notebook com tela aberta no site do Simples Nacional

A princípio, para dar baixa no MEI, o procedimento é simples e feito pela internet. Se você decidiu fechar o seu negócio ou não está atuando mais como MEI, precisará dar baixa na sua microempresa individual. Para isso, é preciso ficar atento a alguns detalhes.

Os motivos podem ser diversos para você querer encerrar a sua MEI. O empreendedor pode querer investir em outro setor que não faz parte das áreas abrangidas.

Aliás, você sabia que há dezenas de ocupações permitidas? E mais: você pode ter uma Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) principal e até 15 secundárias.

Nesse sentido, outro motivo que pode levá-lo a querer dar baixa é pelo limite de faturamento anual do MEI. Nesse caso, ocorrerá um “desenquadramento”. Ao estourar o limite anual de R$81.000,00, o MEI passará à condição de microempresa.

Por isso, há duas situações, que vamos detalhar a seguir.

Desenquadramento da condição de MEI

Antes de mais nada, para faturamento maior que R$81.000,00, mas não ultrapasse o valor de R$97.200,00, o MEI deverá recolher os DAS na condição de MEI até o mês de dezembro e recolher um DAS complementar.

A guia complementar vale pelo excesso de faturamento. Deve ser quitada no vencimento para o pagamento dos tributos do Simples Nacional relativo ao mês de janeiro do ano subsequente (em regra geral no dia 20 de fevereiro). Então, este DAS será gerado na transmissão da Declaração Anual do MEI (DASN-SIMEI).

Dois homens frente a frente negociando
O teto limite para o Microempreendedor Individual é de R$ 81.000,00

A partir de janeiro, o empreendedor passa a recolher o imposto Simples Nacional como microempresa. Os percentuais iniciais são de 4%, 4,5% ou 6% sobre o faturamento do mês, conforme atividades exercidas – Comércio, Indústria e/ou Serviços.

Agora, se o faturamento foi superior a R$97.200,00, e inferior ao limite de opção/permanência no Simples Nacional (R$4.800.000,00), o MEI muda sua condição.

Ele passará a ser microempresa (com faturamento até R$360.000,00) ou empresa de pequeno porte (caso o faturamento seja entre R$360.000,00 a R$4.800.000,00), retroativo ao mês janeiro ou ao mês da inscrição (formalização), caso o excesso da receita bruta tenha ocorrido durante o próprio ano-calendário da formalização.

Assim, passa a recolher os tributos devidos na forma do Simples Nacional com percentuais iniciais de 4%, 4,5% ou 6% sobre o faturamento, conforme as atividades econômicas. Nas duas situações acima, o MEI deverá solicitar obrigatoriamente o desenquadramento como MEI no Portal do Simples Nacional.

Como fazer para dar baixa no MEI?

Agora sim, como fazer para dar baixa na MEI. De acordo com a explicação do Sebrae, o primeiro passo para encerrar na MEI é solicitar o código de acesso no Portal Simples Nacional.

Esse código é gerado mediante o preenchimento do CNPJ, CPF, Título de Eleitor ou recibo de Declaração de Imposto de Renda de Pessoa Física e a data de nascimento.

Em seguida, é preciso acessar a página de Solicitação de Baixa do MEI e preencher os dados do CNPJ, CPF e código de acesso para dar início à solicitação. Após o preencher os dados, o sistema gerará uma página de confirmação.

Por fim, ao concordar com os termos, o MEI irá para uma página de conferência de dados. Se estiver tudo correto, basta confirmar.

Dar baixa na MEI é uma solicitação permanente e irreversível. Por isso, fique ciente de todas as implicações do cancelamento, antes de prosseguir. Ou seja: no futuro, é possível solicitar novo registro como MEI. Nesse caso, só não poderá aproveitar o anterior.

Ao final do procedimento de baixa no MEI, será gerado o Certificado da Condição de Empreendedor Individual, informando a baixa do seu registro. Guarde esse documento para futura referência.

Após o encerramento da microempresa individual, é obrigatória a entrega da Declaração Anual do Simples Nacional para o Microempreendedor Individual (DASN-Simei). Essa declaração é comprovando a extinção do cadastro relativo ao período do ano em que o MEI esteve ativo.

Caso o microempreendedor individual tenha parcelas atrasadas, as guias utilizadas para o pagamento desses valores mensais devem ser geradas no PGMEI. Saiba como dar baixa no MEI com débitos a seguir.

É possível dar baixa no MEI com débitos

Uma das dúvidas mais buscadas é como dar baixa no MEI com débitos. Muitos microempreendedores individuais acabam deixando de pagar a contribuição mensal obrigatória através do DAS. O que muitos não sabem é que isso não gera um encerramento imediato do registro. Ao contrário, vai deixá-lo com débitos.

A baixa automática no MEI poderá acontecer em caso de inatividade por 12 meses. No entanto, esses débitos em aberto, referentes ao período de atividade, não serão cancelados. É importante que o MEI efetue a baixa para não gerar dívidas ou aumentar as existentes. Mas, enquanto estiver em atividade, deverá quitar as contribuições obrigatórias.

Respondendo a pergunta, mesmo estando com débitos, é possível que o contribuinte dê baixa no MEI e pague a dívida em nome da pessoa física. O Portal do Empreendedor explica.

“A baixa do registro, sem quitação dos débitos, não impede que posteriormente sejam lançados ou cobrados do titular os impostos, contribuições e respectivas penalidades decorrentes da simples falta de recolhimento ou da prática comprovada e apurada em processo administrativo ou judicial de outras irregularidades praticadas”.

Tenho declarações atrasadas, o que fazer?

Caso você queira dar baixa no MEI mas está com as declarações anuais atrasadas, a primeira coisa a se fazer é justamente resolver essa situação. Somente depois disso será possível dar a baixa.

E como fazer isso? Vamos te ensinar no passo a passo abaixo!

1º passo: você deverá acessar o Portal do Empreendedor e fazer o seu login com CNPJ e senha;

2º passo: clique na opção “Declaração Anual”. Você deve informar o seu faturamento bruto do MEI, ou seja, tudo que recebeu com o MEI, sem desconto;​

3º passo: no primeiro campo, você vai colocar tudo que recebeu com atividade de comércio (se não tiver atividade de comércio, deixe zero);

4º passo: já no segundo campo, coloque tudo que recebeu com atividade de prestação de serviço (se não tiver atividade de prestação de serviço, deixe zero);

5º passo: informe se teve funcionário ou não e clique em Declarar.

Pronto, você enviou a sua Declaração Anual. Vale ressaltar que caso isso seja feito fora do prazo será necessário pagar uma multa que é enviada para o seu email.

Gostou do nosso conteúdo? Confira agora se é possível parcelar a dívida do Simples Nacional.

Quanto custa o ingresso para ir ao Zoológico de São Paulo? Veja os valores

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zoologico de sp

Passeios ao zoo são sempre uma boa pedida para levar a família, em especial em momentos de férias escolares das crianças. Por isso, se você está pesquisando sobre ingresso para o Zoológico de São Paulo, veio ao lugar certo.

Separamos todas as informações necessárias para quem está planejando um passeio ao local, com horários e preços atualizados. Confira a seguir!

Zoológico de São Paulo é o maior do Brasil

Você sabia que o Zoo de São Paulo é o maior do país em extensão territorial? São mais de 3 mil m² de área construída, além de atrações variadas para quem deseja realizar uma visita. Além dos animais residentes do local, também há parques temáticos para toda a família, como a estrutura de dinossauros robotizados em tamanho real.

Em 1994, o Zoológico de São Paulo ganhou o título de maior do Brasil e passou a figurar no Guinness Book.

Quanto custa o ingresso para o Zoo de São Paulo?

Os ingressos do Zoológico de São Paulo são divididos em duas categorias e podem ser comprados online ou pela bilheteria física do local. Com validade de até 30 dias após a compra, as modalidades consistem em:

  • Ingresso apenas para o Zoo: R$59,90 para pessoas com idades entre 15 e 59 anos e R$29,90 (meia-entrada).
  • Combo inteiro Zoo + Mundo dos Dinossauros: R$79,90 ou R$39,90 (meia-entrada).
zoologico de sp
Zoológico de São Paulo é o maior do país e tem ingresso com preços variados

Precisa agendar para visitar o zoológico?

Com visitas permitidas entre 9h e 17h, o Zoológico de São Paulo permite a entrada de crianças e adultos, além de passeios temáticos para diferentes faixas de idade. A visita não precisa ser agendada, bastando a aquisição do ingresso com antecedência pelo site. 

No entanto, se você for visitar em grupos escolares ou de trabalho, é importante entrar em contato para agendar uma visita guiada, já que o local só recebe dois grupos por dia. O e-mail para reserva de visitas educativas é [email protected]. O telefone do parque é (11) 5073-0811.

+ Conheça as 10 melhores opções de passeios gratuitos em São Paulo

+ Como se organizar financeiramente para viajar? Confira 5 dicas!

Quais animais vivem no Zoológico de São Paulo?

Atualmente, mais de 3.200 espécies de animais residem no local, entre mamíferos, aves, répteis e anfíbios. Aberto em 1958, o zoológico da capital paulista já recebeu mais de 85 milhões de pessoas e conta com uma estrutura completa para visitas e pesquisas.

Ursos, camelos, girafas, lhamas, hipopótamos, leões, araras e serpentes são alguns dos animais que fazem parte da população do parque, além de animais raros como onça-pintada, orangotango, mico-leão-preto e tigre-de-bengala. Até hoje, o local já recebeu mais de 400 animais, que são cuidados e preservados em estruturas próprias para tal.

A visita ao Zoológico de São Paulo permite conhecer animais raros e extremamente ameaçados. Além disso, é possível compreender mais da história da fauna e flora paulista e brasileira. Sediado no Parque Estadual das Fontes do Ipiranga (PEFI), o zoo também é lar para muitas espécies nativas da Mata Atlântica.

Gostou do conteúdo? Aproveite para conferir os 6 destinos mais baratos para viajar no Brasil em 2022.