Você que investe e até mesmo aqueles que nunca se interessaram pelo assunto, conhecem o Bitcoin e o Ethereum. No entanto, e as criptomoedas brasileiras? Existem diversas e algumas merecem atenção.
Afinal, o Senado Federal aprovou a regulamentação de criptomoedas com objetivo de trazer mais segurança e evitar fraude, o texto estabelece algumas regras e determina que o governo regulamente o uso das criptomoedas. A proposta segue para a Câmara.
Essa medida deve fazer com o país se torne um polo da indústria cripto. Além disso, a definição das regras do jogo e dos responsáveis pela fiscalização das corretoras de criptoativos irão trazer mais segurança para o investidor, o que pode aumentar a aderência dos brasileiros às criptomoedas.
Vale lembrar que mesmo sem a regulamentação, o Brasil é o representante da América Latina que reúne mais proprietários ativos de criptomoedas, à frente da Colômbia (7,7%), México (5,9%) e Argentina (4%). É o que aponta o relatório Digital Global de 221 páginas da Hootsuite e We Are Social.
5 criptomoedas brasileiras
Como visto, o mercado cripto está em alta no Brasil e nada melhor do que conhecer as principais criptomoedas brasileiras disponíveis no mercado. Confira algumas:
1 – B2U Coin (B2U)
A B2U Coin (B2U) é uma moeda virtual brasileira que foi, por meio do aplicativo BitcoinToYou, posta em pré-venda no início de setembro de 2020.
Em sua primeira fase, a proposta do B2U Bank se mostrou inovadora, já que se busca a criação de um banco digital, incluindo cartões de crédito, débito e outras aplicações financeiras.
Além disso, na fase dois, busca-se uma migração para uma blockchain própria e o protocolo de mineração Proof of Stake. A B2U Coin tem, atualmente, o preço de R$0,30.
2 – BRZ
A criptomoeda brasileira atingiu em setembro de 2020, um marco importante ao ser considerada uma stablecoin com o maior volume de negociações do mercado.
A moeda conseguiu movimentar mais de R$620 milhões em negociações. Desde 2021 a BRZ tem integração com a blockchain Solana, considerada mais veloz e econômica do que o Ethereum. O preço atual é de R$0,994415 por BRZ.
A criptomoeda Brazil Samba Token tem como objetivo desenvolver o mercado de moedas digitais, blockchains e tokens por meio de financiamento coletivo.
Ou seja, com a moeda é possível fazer uma análise de projetos que valem a pena serem financiados, com investimento seguro e boas perspectivas de crescimento.
No entanto, a moeda não é mais vendida publicamente e é listada na PancakeSwap. Sua cotação está em cerca de US$0,06.
4 – MOSS (MCO2)
A MOSS é uma empresa brasileira pioneira na tokenização de créditos de carbono. Representado pelo token MCO2, o crédito permite compensar a pegada de carbono em atividades que emitem muitos poluentes.
Parte dos valores levantados são utilizados, por exemplo, em projetos de reflorestamento da Amazônia.
A iniciativa ganhou tração principalmente em 2021 em meio a preocupação da indústria com a atividade do setor de mineração de criptomoedas. No Brasil, a MOSS ficou mais conhecida após fechar patrocínio com o Flamengo. Recentemente, a empresa também mergulhou no mundo dos NFTs.
5 – Hathor (HTR)
A Hathor (HTR) é uma moeda virtual brasileira que, desde o início de 2021, chama muita atenção no mercado de criptomoedas. Afinal, ela busca um processo mais simplificado de lançamento de tokens e pela capacidade de realizar milhões de transações por segundo.
Se a moeda só era vendida por meio de transações internas de OTC, resultando em um volume baixo de transações, a situação mudou no fim de 2020, uma vez que a cripto foi listada em uma grande corretora, a KuCoin, o que elevou o volume e o valor das transações.
Um dos atrativos do projeto é a promessa de resolver o problema das altas taxas de transações ao adotar uma blockchain híbrida, que mistura prova de trabalho com DAG, resultando em uma rede sem taxas.
O Brasil não é apenas o país mais rico da América Latina, mas também é o maior e, por sua vez, possui um dos maiores mercados de criptomoedas do mundo
Banco Central do Brasil prepara moeda virtual
O Real Virtual pode entrar na lista das criptomoedas brasileiras. Isso porque o Banco Centralrepara versão virtual da moeda brasileira ainda para este ano. O objetivo da autoridade financeira é ampliar ainda mais os meios financeiros digitais no país.
Ela provavelmente usará a tecnologia blockchain, a mesma do bitcoin, por exemplo. Mas, diferente da criptomoeda mais famosa do mundo, o ativo será uma CBDC (Moeda Digital do Banco Central, da sigla em inglês). Ou seja, controlada pela instituição.
Além disso, o real digital será idêntico ao físico, inclusive no valor, e poderá ser armazenado em carteiras digitais de instituições financeiras. Ao contrário do que acontece com o Pix e outras transferências eletrônicas, ele permitirá a movimentação de reais que existem apenas no meio virtual.
Contudo, o Real Virtual só será colocado à disposição dos usuários quando estiver consolidado, o que deve ocorrer em 2024 apenas.
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O PIX tem sido um grande aliado para os brasileiros na hora de realizar transferências de dinheiro de forma rápida. Inclusive, muitas lojas e instituições financeiras estão aderindo essa forma de pagamento. Mas será que as contas PJ cobram tarifas?
Sim, alguns bancos acabam cobrando das pessoas jurídicas que realizam as transações em Pix. Mas é claro que existe a exceção que são os microempreendedores (MEI) e empresários individuais (EI).
Fora isso, você pode sim ser cobrado em contas PJ. Mas a boa notícia é que nem todas as instituições financeiras realizam a cobrança de taxas, é possível encontrar alguns bancos que oferecem taxas isentas.
E quando essa cobrança acontece? Normalmente quando as transações são de pessoa física para empresa ou de empresa para empresa.
Mas quais são esses bancos com contas PJ que não cobram taxas para receber Pix? É o que você vai descobrir neste artigo!
4 contas PJ que não cobram taxas para receber PIX
Se você é empreendedor e não quer pagar mais taxas na hora de fazer e receber Pix, confira uma lista recheada de bancos que possuem contas PJ isentas das tarifas.
1) Nubank
O roxinho mais conhecido do Brasil não cobra taxas dos clientes que possuem contas PJ e que realizam transações por meio do Pix. E isso vale para todas as empresas que sejam MEI, EI e Eireli.
Para quem é cliente das contas PJ do Nubank os serviços oferecidos são diversos, desde transferências gratuitas e ilimitadas para contas Nubank até geração de boletos para cobranças.
Mas é importante ressaltar que para realizar saques, você precisa ir até um caixa eletrônico 24horas. Outro ponto é que o banco cobra uma taxa de R$6,50 por cada saque realizado pelo cliente.
O Nubank é um dos bancos que oferecem contas PJ com isenção de taxa de Pix
Para fazer a sua conta PJ do Nubank é só baixar o aplicativo e clicar em “abrir conta”. Depois é só seguir todos os passos solicitados na plataforma.
2) Banco Inter
A conta PJ do banco Inter é mais uma que não cobra nenhuma tarifa para o envio de PIX e pode ser uma excelente opção se você deseja abrir. Ela, inclusive, é considerada uma das mais completa do mercado.
O Inter além de oferecer gratuidade no PIX ainda oferece a realização de uma quantidade ilimitada.
Existem ainda outras excelentes vantagens, como antecipação de recebíveis; gestão de acessos e aprovações, além de 100 TEDs e 100 boletos por mês e outros benefícios mais.
Para abrir a conta PJ do Inter, basta acessar o portal do banco e clicar em “abrir conta PJ gratuita”. Em seguida, envie os seus dados para análise.
3) Banco Original
Outra excelente opção de conta PJ com PIX gratuito é a do Banco Original.
A instituição conta com excelentes vantagens e facilidades, entre elas, acessar as contas de pessoas física e jurídica em um único aplicativo.
Além disso, a conta é 100% digital e o cliente pode realizar todos os comandos pelo aplicativo. Também é possível realizar investimentos direto na conta PJ do Banco Original.
4) C6 Bank
O C6 Bank também possui uma conta PJ livre de tarifas para quem desja fazer PIX. O banco tem investido em inovações tecnológicas e permite que clientes de iOS e Android baixem o app para ter a sua conta digital.
No C6 Bank, é possível escolher entre dois tipos de conta PJ: a C6 Empresas e a C6 MEI. Ambas contam com excelentes benefícios e condições especiais.
Bancos que cobram tarifas para conta PJ no PIX
Embora muitas instituições já estejam com tarifa zero para PIX em conta PJ, muitos bancos ainda não aderiram a essa proposta e estão com taxas para quem deseja realizar pagamento nessa modalidade.
É importante saber, também, quem são essas instituições. Afinal, será importante na hora de comparar e escolher a que melhor se encaixa no seu perfil e intenções.
Entre os bancos com conta PJ que cobram tarifa para o PIX temos:
Ocartão de crédito é uma das formas de pagamento mais usadas pelos brasileiros. Porém, os consumidores devem ter atenção redobrada, para não se deixar levar pelo uso excessivo. Para isso, é essencial saber qual limite do cartão de crédito é ideal para você.
Somente no ano passado, o número de transações realizadas com cartão de crédito pelos brasileiros foi de 14,7 bilhões, o que significa um aumento de 34,5%. Os dados são da Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs).
Quando o assunto foi o pré-pago, o número é de 2,8 bilhões de transações, o que também significa uma elevação de 202,3%.
Não dá para negar que os brasileiros tem uma paixão pelo cartão de crédito. E por isso, saber qual é o limite ideal para você é tão importante.
É claro que o limite do cartão de crédito ideal para você precisa atender às suas necessidades, mas também te ajuda a evitar futuras dívidas.
Por que saber o limite do cartão de crédito ideal?
Mesmo sendo uma modalidade de crédito e de pagamento muito usada, a principal atenção que você deve ter ao usar o cartão é o valor da sua fatura.
Não pagar o valor total implica em cair no crédito rotativo, com juros muito altos. Por isso é importante saber olimite do cartão de crédito ideal.
De acordo com dados do Banco Central, os juros rotativos cobrados pelas financeiras dos cartões de crédito tiveram uma queda de 1,1 ponto percentual de dezembro para janeiro deste ano.
Sendo assim, a taxa passou de 347,4% para 346,3% ao ano. Mesmo com essa queda, o valor ainda é alto e pesa no bolso dos brasileiros. Por isso, é fundamental evitar atrasar as faturas do cartão.
O limite ideal do seu cartão de crédito é o que atende suas necessidades
Caso seja necessário, você vai precisar arcar com um valor alto de juros rotativos. Por isso, é sempre bom avaliar se vale a pena ou não parcelar o valor da fatura do cartão.
Entenda como o banco chega no limite do cartão de crédito ideal
Você já sabe que o cartão de crédito é uma das formas de pagamento mais utilizadas pelos brasileiros. Mas como as instituições financeiras chegam no limite do cartão de crédito ideal para você?
Os bancos costumam levar diversos fatores em consideração para que possam oferecer um cartão de crédito para o cliente. Confira alguns deles:
-> A renda pessoal;
-> A capacidade de pagamento;
-> O comprometimento da renda;
-> Se o cliente tem um bom score.
Vale ressaltar que cada instituição financeira tem a sua forma de realizar as avaliações e que cada uma delas levam em consideração quesitos diferentes. Porém, os citados acima são os mais comuns.
Um exemplo é que se você tem uma conta em um banco, é mais fácil conseguir um cartão nele do que em outro. Isso porque você já tem uma relação com a instituição e ela já conhece o seu histórico financeiro.
Além disso, os bancos costumam comparar o que entra e sai da sua conta para definir o limite. Esse valor é o quanto o banco está disposto a emprestar para você todo mês.
Como saber limite do cartão de crédito ideal?
Ao contratar o serviço de um cartão de crédito, o limite é determinado pela instituição emissora do cartão. Serão levados em conta sua renda, salário, entre outros fatores que podem constar na sua análise de crédito.
O limite sempre vem na fatura, mas na dúvida, é possível consultar com as Centrais de Atendimento das respectivas emissoras, e também nos sites.
Outro dado importante é que, caso você perceba que não está conseguindo controlar seus gastos, pode solicitar a redução do seu limite.
Isso é importante para evitar o endividamento ao entrar no rotativo do cartão. Além disso, é possível que o próprio banco reduza o seu limite em vista dos gastos e dívidas. Pelo menos é o que informa o Itaú, em sua página de dúvidas sobre o limite do cartão.
Fatores que influenciam os bancos a reduzir o limite do seu cartão
Você sabia que alguns fatores podem influenciar na redução do seu limite pelo banco? Entres estes, podem estar atrasos constantes no pagamento da fatura, financiamento do valor e até endividamento em outros produtos ou serviços.
Por isso é importante acompanhar em quanto está sua fatura e fazer o planejamento adequado para pagá-la em sua totalidade.
Isso vai evitar, além de um possível endividamento, que suas condições para obtenção de crédito, caso necessário, sejam prejudicadas.
Antes de solicitar também a análise de crédito para aumentar o seu limite, é importante verificar se você conseguirá realmente arcar com esses custos. Por isso, deve aprender a administrar o seu dinheiro com inteligência.
Saber o limite ideal para seu cartão de crédito é importante para programar suas finanças, evitar dívidas e até evitar problemas na hora de solicitar, por exemplo, um financiamento ou outra forma de crédito.
Você já deve ter escutado falar no aplicativo de cashback do Méliuz, mas sabia que a plataforma também oferece cartão de crédito? E o melhor, essa modalidade de pagamento conta com diversos benefícios para o cliente.
É importante que você saiba que o cartão é emitido pelo banco Pan e tem bandeira Mastercard. No aplicativo do Pan é possível visualizar diversas informações do cartão, como:
Consultar o limite do cartão;
Acompanhar compras realizadas;
Gerar código para pagamentos;
Trocar a senha, alterar a data de vencimento da fatura e muito mais.
Como posso solicitar o cartão Méliuz?
Para quem deseja solicitar o cartão de crédito do Méliuz, o processo deve ser feito todo de forma online. Vale ressaltar que o procedimento é seguro e prático. Confira abaixo o passo a passo para você pedir o seu cartão.
1º passo: acesse o site do Méliuz e clique na opção “Quero meu cartão Méliuz”;
2º passo: agora será preciso informar alguns dados seus, como nome completo, CPF e email. Ainda há a opção para quem é deficiente visual também poder realizar a solicitação do cartão;
3º passo: depois será preciso aceitar os termos de uso e políticas da empresa e clicar em “quero o cartão”;
4º passo: pronto, o seu pedido foi solicitado! Agora é só esperar a resposta do cartão de crédito.
Qual é o limite do cartão Méliuz?
Sobre o limite a ser disponibilizado, a empresa informa que os critérios de concessão de limite do cartão são definidos pelo Banco PAN. Por isso, para obter mais informações, você precisa entrar em contato com a Central de Atendimento do banco.
Mas atenção: é muito importante que ao realizar o pedido você esteja usando um computador ou celular seu e com internet de segurança. Dessa forma, é possível evitar que os seus dados vazem e sejam utilizados por criminosos.
O cartão Méliuz conta com diversos benefícios para os clientes
Por isso, o mais indicado é que você não realize por uma rede de wifi de rua, mas sim em casa ou utilizando a sua internet móvel.
Quais são as vantagens e benefícios?
Adquirir um cartão do Méliuz não é somente mais um. Você vai contar com várias vantagens e fazer jus a benefícios que poderão ser utilizados de diversas formas.
Além disso, no site da empresa já é possível calcular o quanto poderá ser retornado de cashback de acordo com o quanto é gasto no mês. Gostou dessa novidade?
Então confira quais são os demais benefícios:
cartão de crédito sem anuidade;
até 0,8% de cashback nas compras;
1% de cashback extra nas compras em lojas online parcerias, iniciadas pelo Méliuz;
todas as vantagens de um cartão internacional Mastercard; e
o total controle do cartão diretamente do seu celular.
E esses benefícios só aumentam com o Banco Pan sendo a instituição mediadora.
Nele, você pode: acompanhar compras realizadas; consultar limite; gerar código para pagamentos; além de trocar sua senha, alterar a data de vencimento da fatura e muito mais.
Como resgatar o cashback do Méliuz?
A empresa ainda revela que é muito fácil resgatar o que se conquista através de cashback. Quer saber como? O FinanceOne revela para você!
De acordo com o Méliuz, o resgate é possível a partir de completos R$20 de saldo no extrato. A partir daí, o cliente já consegue resgatar o valor na conta corrente ou poupança, sem pagar nenhuma taxa.
Mas como resgatar? Basta acessar o seu extrato no site ou pelo aplicativo.
Para isso, vá até a aba “Sua Conta” e clique em “Resgatar”. Em seguida, basta informar os dados bancários. Nessa parte, não é preciso informar o dígito da agência apenas da conta corrente.
Regras gerais do cashback
O cashback do Méliuz possui algumas características que são importantes para que o cliente saiba como usá-lo corretamente. Sendo assim, para faturas maiores que R$750,01, é possível receber 0,5% de cashback em todas as compras, além de 1% de cashback extra nas compras onlines, usando o Méliuz.
Por outro lado, caso a sua fatura seja maior que R$ 1500,01, o cliente recebe 0,8% de cashback em todas as compras, além de 1% de cashback extra nas compras onlines, usando o Méliuz.
Por fim, vale dizer que no caso de faturas menores que R$750,00, o cashback não se aplica em todas as compras, mas o cliente ainda recebe 1% de cashback extra nas compras onlines, usando o Méliuz.
Os criptoativos chamam muita atenção na economia atual. Porém, poucas pessoas entendem, de fato, como acontece seu processo de compra e venda. Uma peça importante nesse tema é a OpenSea, maior plataforma de negociação de NFTs do mundo!
Fundada em 2017, a OpenSeafoi criada para atuar como um mercado para compra e venda de NFTs. Apesar de ser uma empresa nova em um mercado em expansão, já apresenta um patrimônio valioso e reúne um grande interesse por sua posse.
A OpenSea transformou a comercialização de NFTs bem mais simples
OpenSea: unicórnio do metaverso
Recentemente, a OpenSea foi avaliada em US$13,3 bilhões — cerca de R$75,8 bilhões — após investimentos da Paradigm e da Coatue Management. Essa interação gerou um aporte financeiro de US$300 milhões (R$1,7 bilhão).
Além disso, investidores como Ashton Kutcher, Kevin Durant e Mark Cuban também aplicaram dinheiro na empresa.
Assim, em um tempo recorde, a empresa entrou na categoria de unicórnios – startups que valem mais de U$1 bilhão – no seu quarto ano de atuação. Desde então, a OpenSea apresenta um crescimento impressionante e, de forma alguma, apresenta sinais de contenção dessa evolução.
Pelo contrário, todo o aporte financeiro é aplicado em operações que visam melhorar a experiência de negociação da plataforma. Desse modo, a empresa mantém a sua posição no topo do mercado e continua expandindo cada vez mais.
Ao se transformar em um gigante cada vez maior, a OpenSea consagra o caminho para o surgimento de novas economias que se estabelecem cada vez mais no mercado digital. É o que afirma Devin Finzer, co-fundador da empresa:
“Em 2021, o mundo despertou para a ideia de que NFTs representam os blocos básicos de construção para novas economias ponto a ponto”.
Como funciona?
Em termos mais simples, a OpenSea é uma espécie de marketplace para NFTs. Ou seja, é um ambiente de negociação do ativo. Porém, quando falamos de negociação, a questão vai além da compra e da venda. Isso porque a plataforma possui alguns recursos bem interessantes.
Na OpenSea, você pode:
Criar NFTs, mesmo que não tenha experiência para tal;
Acompanhar uma variedade de formatos e tipos de criptoativos;
Possibilidade de implementar projetos de crowdfunding, airdrops para usuários e outros;
Suporte multi-chain, incluindo Polygon e Ethereum.
Recentemente, a OpenSea também comunicou que adicionará NFTS Solana ao seu catálogo. Os entusiastas da tecnologia estavam aguardando ansiosamente a notícia, por conta de coleções famosas como a Degenerate Apes e Solana Monkey Business, por exemplo.
O mercado para OpenSea
A adição está gerando boas expectativas. Nidal Hussein, cofundador do Jambo Mambo, mercado de jogos NFT na blockchain Solana, afirmou:
“Acho que a OpenSea, incluindo o Solana NFT, estabelecerá muitos novos NFTs de primeira linha no ecossistema Solana e elevará os níveis mais altos, já que é algum tipo de comercialização.”
Vale a pena dizer que a comercialização do NFT Solana pela OpenSea também é uma jogada de mercado estratégica. Isso porque o Magic Eden, um mercado rival da OpenSea, lidera as vendas de NFTs Solana.
Dessa forma, essa empresa soma mais de 90% de participação de mercado, de acordo com dados da Dune Analysis.
Com isso, considerando a amplitude que a Open Sea possui, tanto de variedade de ativos, quanto em conhecimento de mercado, a adição de NFT Solana a seu catálogo gera um novo desafio aos seus concorrentes.
Então, caso você queira acompanhar os preços e negociações de NFTs, ou até mesmo investir nesse criptoativo, a OpenSea provavelmente será o espaço que você usará para tal.
A recente compra de Neymar de mais um exemplar da coleção Bored Yatch Ape Club, por exemplo, foi intermediada pela plataforma.
Gostou de saber um pouco mais sobre a OpenSea? Fique por dentro de mais notícias sobre NFTs com a gente!
Lidar com o dinheiro fica mais fácil quando há familiaridade com o assunto. Por isso, entender sobre educação financeira é essencial para quem deseja ter uma vida mais tranquila.
Porém, apenas 21% dos brasileiros das classes A, B e C com acesso à internet tiveram alguma introdução à educação financeira na infância. O levantamento foi feito por meio da pesquisa Ibope Inteligência e encomendando pelo C6 Bank.
A pesquisa mostrou também que 38% dos entrevistados aprenderam sobre o tema na adolescência, 27% tiveram contato na juventude e apenas 14% tiveram conhecimento definanças pessoais na fase adulta.
A educação financeira tem diversos benefícios, um deles é sobre controle de gastos
E se você já ouviu falar sobre o assunto, mas não faz ideia do que significa, não se preocupe! Neste texto você vai conseguir compreender esse conceito e por que precisa entendê-lo para melhorar sua vida financeira.
Continue a leitura e saiba mais!
O que é educação financeira?
A educação financeira é um conjunto de conhecimentos que auxiliam uma pessoa a entender e aprimorar sua relação com o dinheiro.
O objetivo é que, depois de aprender, você possa ter consciência sobre o seu dinheiro, avaliando como alguns gastos afetam seu orçamento a longo prazo.
O planejamento de um orçamento mensal é um ótimo exemplo disso. Depois de cada pagamento, separe o dinheiro que será reservado às despesas regulares, tais como: água, luz, gás e aluguel.
Você também deve acompanhar gastos menores, mesmo que eles sejam realizados com menor frequência. Esses valores podem se acumular rapidamente se você não tomar cuidado.
Idealize um cenário onde todas as pessoas tenham consciência sobre o quanto ganham, controlem os gastos, economizem e não comprem por impulso. É difícil imaginar, não é?
Esse cenário está longe de ser a realidade de muitos brasileiros. E é possível enxergar a consequência disso no dia a dia: descontrole com o dinheiro e um acumulado de dívidas.
Por isso, o conhecimento financeiro proporciona que você lide melhor com o seu dinheiro sem ser controlado por ele.
E para avaliar a sua vida financeira — se ela vai mal ou está bem — , responda as seguintes perguntas:
suas contas estão em dia?
você poupa, pelo menos, 10% da sua receita líquida?
seu orçamento mensal é acompanhado com frequência?
Se você responder “não” para mais de uma pergunta, então é hora de reavaliar sobre sua vida financeira.
Comece a organizar o que entra e sai da sua conta, por exemplo. Reveja quais despesas são importantes. Desse jeito, você consegue fazer um balanço de quais serão cortadas ou não.
Lembre-se: uma boa organização é fundamental para assumir o controle da sua situação econômica.
Quais as vantagens da educação financeira?
Agora que você já sabe o que é uma educação financeira e para que ela serve, chegou a hora de conferir os seus benefícios. Vamos lá?
Poupar despesas inesperadas
O que mais prejudica qualquer planejamento é quando as despesas não esperadas aparecem no final do mês.
Às vezes, são as compras no cartão de crédito ou juros de um empréstimo que você esqueceu de anotar.
Por essa razão, uma das primeiras sugestões aqui é aprender a evitar esse tipo de surpresa.
Desfrutar melhor o orçamento
Se você tem controle do dinheiro da forma correta, consegue tirar mais proveito do seu orçamento.
É claro que isso pode envolver algumas mudanças nas suas escolhas, mas com certeza você terá uma melhora nas despesas.
Acabar com as dívidas
Ter dívidas é um pesadelo para muitas pessoas, não é mesmo? Pior ainda é quando elas vão se acumulando.
Portanto, entender sobre educação financeira e aprender a ter equilíbrio nas contas sempre será importante na hora de lidar com dinheiro.
Agora que você sabe o que é educação financeira e quais são as suas vantagens, é hora de começar a aprender mais sobre o tema.
6 dicas para começar uma educação financeira
Agora que você já sabe o que é, a importância e as vantagens, chegou a hora de saber na prática como executar a educação financeira na sua família ou até mesmo colocar na sua rotina.
Veja a seguir algumas dicas primordiais para começar agora a sua educação financeira:
#1 Faça um planejamento: coloque no papel o quanto você ganha por mês e quais são todas as suas despesas. É de suma importância que elas não sejam maiores que a sua renda.
Feito isso, separe em colunas e ordem de prioridade. Coloque quais são os gastos fixos e quais são os variáveis. Feito o cálculo total, veja o que sobra e o que reamente está disponível para você investir ou guardar.
#2 Defina prioridades: dentre todas as suas despesas, você agora precisár elencar quais são as suas prioridades, ou seja, aquelas invevitáveis e que não podem ser cortadas em hipótese alguma.
Divida o seu planejamento entre as despesas prioritárias e as que são supérfuas. Feito isso, conseguirá distinguir o que pode ser cortado para ininiciar suas economias.
#3 Economize: agora que você já separou as suas despesar, chegou a hora de cortar. Analise de forma cautelosa e faça uma reflexão sobre os seus gastos atuais. Em seguida, veja o que de fato é extremamente necessário e elimine alguns itens da sua lista.
Isso vai ajudar você a conseguir ter dinheiro sobrando, evitar imprevistos e conseguir cumprir metar ou realizar objetivos que estão de escanteio por falta de planejamento.
Outras dicas impotantes para a sua educação financeira são:
Cuidado com o consumismo: gasta demais atrapalha o seu planejamento e organização mensal;
Evite dívidas: sempre que puder compre à vista e evite parcelar; e
Comece a investir: agora que você tem uma educação financeira, faça o seu dinheiro render e aplique ele. Comece em um investimento.
Desde o dia 1º de maio está valendo o decreto que o Governo Federal realizou sobre a redução do IPI dos carros. Essa é uma iniciativa que visa reduzir os valores de alguns produtos no país, incluindo os veículos.
De acordo com o decreto 11.055, a ampliação da redução na alíquota do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) passou de 25% para 35%.
Com essa decisão, a União vai deixar de arrecadar os seguintes valores até 2024, de acordo os com dados do Ministério da Economia:
-> Em 2022: R$15,2 bilhões;
-> Em 2023: R$27,3 bilhões;
-> Em 2024: R$29,3 bilhões.
A Secretaria de Governo informou, em nota, que a desoneração é uma forma de garantir a continuidade dos estímulos à economia.
“A presente medida objetiva estimular a economia, afetada pela pandemia provocada pelo coronavírus, com a finalidade de assegurar os níveis de atividade econômica e o emprego dos trabalhadores”, escreveu a Secretaria de Governo.
Mas o que é esse IPI? Quais produtos possuem esse imposto no seu valor? Se você tem dúvidas sobre o assunto, continue lendo este artigo!
O que é o imposto IPI?
Bom, para começar o IPI significa Imposto sobre Produtos Industrializados. Esse imposto incide tanto nos itens nacionais quanto importados, mas vale frisar que para isso eles precisam ter passado por algum processo de industrialização.
Outro ponto importante é que esse é um tributo de competência federal. Mas o que isso significa? Que somente a União pode realizar a cobrança do imposto.
Além disso, o IPI tem caráter extrafiscal que para quem não sabe tem como objetivo estimular ou desestimular determinados comportamentos sociais e econômicos do país. Um exemplo disso é aumentar ou diminuir o consumo de um produto.
Com o IPI reduzido a tendência é que os valores dos veículos fiquem um pouco mais baratos
Com a redução do IPI nos carros, o objetivo é justamente aumentar a venda de veículos novos no país. Já que no último ano, os brasileiros começaram a buscar mais pelos seminovos e usados.
Redução do IPI será só em carros? Em quais mercadorias incide?
Muita gente pensa que apenas oa automóveis são impactados pelo IPI, mas não é bem isso. O IPI incide sobre diversas mercadorias.
Para entender melhor, toda vez que uma mercadoria nacional sai de sua fábrica, o IPI é cobrado. Por isso, praticamente todos os produtos industrializados estão sujeitos a serem taxados, seja em qual modalidade se encaixar.
+ Governo Federal explica sobre redução do IPI dos carros. Veja!
Mas, é claro, existem aqueles produtos que acabam sendo considerados “imunes” e não correm risco de incidência em caso de produtos industrializados. São eles:
os livros, jornais, periódicos e o papel destinado à sua impressão;
os produtos industrializados destinados ao exterior;
o ouro, quando definido em lei como ativo financeiro ou instrumento cambial;
a energia elétrica, derivados de petróleo, combustíveis e minerais do País.
Para quem o IPI é obrigatório?
O decreto 7.212/2010 declara que o imposto do IPI será obrigatório para os seguintes:
-> O importador, quando os produtos passam pela aduana brasileira;
-> A indústria, quando as mercadorias saem do local onde foram produzidos;
-> O estabelecimento equiparado a industrial (como importadores de produtos e filiais de indústrias), quando as mercadorias saem do local;
-> Quem consumir ou mandar para empresas que não sejam jornalísticas ou editoras o papel destinado à impressão de livros, jornais e periódicos.
Como funciona o cálculo do IPI?
Se você quer saber ainda mais sobre este imposto que pode impactar o preço do seu futuro veículo, saiba como calcular o valor do IPI. Para isso, é necessário:
1° passo: consultar a tabela para saber qual é a alíquota do produto ao qual deseja calcular o IPI.
2° passo: verifique a base do cálculo. Ela costuma ser composta por:
Valor do produto + seguro + frete + demais despesas de produção.
3° passo: por último, multiplique o resultado da soma pelo valor da alíquota.
Você sabe o que é consórcio? Podemos defini-lo como um investimento feito de maneira segura e uma das formas mais econômicas e/ou inteligentes para adquirir algum tipo de bem ou serviço.
É uma modalidade de compra programada, que também pode ser uma forma de poupança. Mas, como funciona o consórcio de dinheiro?
Ele trabalha basicamente da mesma forma que o de um automóvel ou imóvel, por exemplo.
A única diferença, que também pode ser vista como uma vantagem, é que você pode escolher quando e para qual finalidade o dinheiro será utilizado.
Como fazer um consórcio de dinheiro?
É considerado para os especialistas como uma invenção brasileira, já aplicada em outros países. Os consórcios são bem interessantes para aquelas pessoas que não precisam do seu bem de imediato.
Quem tem dúvidas de como fazer, saiba que é mais fácil do que parece. Primeiro, busque instituições financeiras que sejam de confiança.
Nesse cenário do mercado, é primordial que se faça todo e qualquer tipo de transação financeira com segurança.
É preciso também questionar se a instituição possui a modalidade de consórcio. Em algumas ocasiões, as empresas até possuem consórcios de automóveis.
Nesses casos, consegue retirar uma carta e aplicar o dinheiro para outros fins. Os bancos, por exemplo, fazem esse tipo de movimentação com valores de até R$1 milhão.
Durante a adesão, é preciso considerar alguns pontos importantes. Entre eles:
Duração do plano;
Número de mensalidades;
Valor da mensalidade;
Valor da carta de crédito (a quantia, equivalente a dinheiro à vista, destinada para compra do bem ou serviço);
Número de cotas do grupo; e
Valor da taxa de administração e fundo comum, de reserva e seguro, caso haja essas cobranças.
Outra dica importante é visitar osite do Banco Central e checar se a administradora, de fato, pode funcionar. Além de pesquisar em órgãos de defesa do consumidor, para saber se há reclamações atreladas à empresa.
Além disso, é sempre importante ler com atenção o contrato antes de assinar e iniciar os pagamentos.
Como funciona o pagamento das parcelas do consórcio de dinheiro
Quem participa do consórcio de dinheiro precisa pagar as parcelas mensais para arrecadar o valor que cada um será contemplado. E muitas vezes, o preço inclui diversas taxas, que é o que pode encarecer as parcelas.
Quer saber as principais taxas incluídas nas parcelas? Confira abaixo!
-> Taxa de administração: é a quantia destinada à empresa por gerenciar os processos do consórcio;
-> Fundo comum: valor que constituirá o caixa do grupo para aquisição do bem ou serviço;
-> Fundo de reserva: valor que visa garantir que o grupo funcione mesmo com fatores adversos, como participantes inadimplentes;
-> Seguro: taxa destinada ao seguro cuja existência depende da empresa.
Dicas para realizar um consórcio de dinheiro
Não use como aplicação
É importante ressaltar que esse sistema não foi criado para esse fim. Logo, a recomendação é não aplicar com esse intuito. Ele foi criado para você comprar um bem, como uma casa ou carro.
Se você está pensando em usá-lo como forma de resgatar o dinheiro, não estará fazendo algo produtivo, mas saindo em desvantagem. Invista de outra forma, ou coloque na poupança, por exemplo.
Se você quiser sair, pode pegar o dinheiro de volta
Essa é a dúvida de muita gente quando decide entrar no consórcio. Mas, a afirmação é positiva.
Sim, é possível pegar o dinheiro de volta em até sete dias após a assinatura do contrato. O valor que foi pago será recebido em um prazo máximo de dois meses após a última contemplação.
É possível ganhar dinheiro com o consórcio?
A versatilidade sempre foi um ponto forte do consórcio de dinheiro. Além de permitir o uso da carta de crédito para a compra de qualquer bem dentro de um mesmo grupo, ele ainda é uma excelente forma de investimento.
Ou seja, quem quer ganhar dinheiro deve sempre considerá-lo. Um dos principais benefícios dos consórcios é a ausência da cobrança de juros.
Ademais, toda operação de crédito embute no valor total pago pelo financiamento não apenas os juros, mas uma série de encargos, que recebem o nome de Custo Efetivo Total(CET).
Quem faz as contas antes de entrar em um financiamento percebe que o CET é capaz de dobrar o valor gasto com o bem no final do pagamento.
O consórcio de dinheiro pode ser considerado uma forma de poupança
Há a cobrança de uma taxa de administração, que remunera o trabalho da administradora.
Ainda assim, tem índices menores do que os juros praticados no mercado de crédito. Por isso, considere sempre esse aspecto antes de tomar sua decisão.
Vantagens e desvantagens do consórcio de dinheiro
Para quem quer adquirir um bem ou serviço, o consórcio de dinheiro é uma vantagem. Já que a pessoa tem a liberdade de escolher o que irá querer comprar.
Ou seja, não é preciso levar um produto ou serviço que foi escolhido pela instituição financeira.
Sendo assim, fica a critério do consorciado comprar uma moto, casa, eletrodomésticos e até mesmo viagens ou intercâmbios.
Outra vantagem desse tipo de consórcio é que ele ajuda a ter um controle sobre o dinheiro, o que não acontece com pessoas que têm a poupança.
Ele também é aconselhado para aqueles que não têm disciplina para guardar dinheiro, seja em casa ou na conta do banco.
Isso porque, nesse tipo de consórcio, você se compromete a pagar mensalidades ou parcelas. Podendo ser colocado até mesmo em débito em conta.
Os valores de cada mês serão determinados, de comum acordo, assim que a pessoa contrata o serviço.
Porém, há uma desvantagem ao utilizar o consórcio de dinheiro. Ter que esperar o sorteio ser realizado para poder pegar a quantia aplicada e comprar o bem que deseja.
Outro prejuízo que poderá ter é que nesse tipo de investimento não existe rendimento. Que é o que acontece com a poupança ou qualquer outro tipo de aplicação financeira.
Os tipos de consórcio de dinheiro
Quem se interessou por esse tipo de investimento pode escolher duas opções. A primeira é o consórcio de dinheiro contemplado, enquanto o segundo é o entre amigos.
Cada um deles tem as suas características e vantagens. Conheça qual o melhor para o seu dinheiro e invista!
Consórcio de dinheiro contemplado
Esse tipo de investimento é para quando a pessoa é sorteada. Ela terá duas opções do que poderá ser feito com o dinheiro.
A primeira alternativa é comprar o bem ou produto que deseja de imediato. Já a segunda alternativa é aplicar o dinheiro na poupança e utilizá-lo quando achar melhor.
Nesse consórcio, as pessoas podem adquirir os seguintes bens:
Veículos: poderão ser comprados caminhões, carros e motos, de qualquer ano, modelo, marca e cor, independentemente de ser novo ou usado. Fica a critério da pessoa que irá realizar a compra;
Eletrodomésticos: podem ser comprados tanto produtos de informática, como por exemplo, computadores, celulares e tablets, e eletrônicos como: televisão, rádio, câmera fotográfica, entre outros;
Casa: além da compra de um imóvel, a quantia guardada também poderá ser usada para realizar uma construção ou reforma de um apartamento;
Serviços: o dinheiro que foi guardado poderá ser revertido em uma viagem, intercâmbio, faculdade e até mesmo no planejamento de uma festa de 15 anos, casamento ou de formatura.
Consórcio de dinheiro entre amigos
Se você tem amigos que também estão querendo juntar uma determinada quantia, chame-os para esse tipo de investimento.
A vantagem desse tipo de consórcio é que não há taxa a ser cobrada mensalmente e nem de adesão pela administradora financeira.
O dinheiro que seria gasto poderá ser revertido em mais uma forma de economia.
Mas, é importante ressaltar que os amigos que você irá chamar para dividir o consórcio precisam ser de confiança e realmente empenhados em guardar a quantia.
Fique atento a algumas dicas:
– Realize um contrato entre todos os participantes do consórcio, coloque as obrigações e deveres de cada um. Além disso, também adicione as datas de pagamento do investimento, entre outros pontos que considerarem importantes.
– Escolha administradores para o setor financeiro. Essa pessoa ficará responsável por receber o dinheiro dos outros membros. E também do sorteio daqueles que foram contemplados com a quantia.
Extra: mais pontos importantes sobre o consórcio
Como já explicado, ao entrar em um consórcio, o cliente faz parte de um grupo de pessoas com objetivos em comum. Os valores e prazos devem ser de acordo com todos os integrantes porque cada um terá uma cota ativa.
A maioria dos consorciados prefere entrar em um grupo que está em fase de construção. Desse modo, garante facilidade de se organizar para fazer os pagamentos.
Há duas maneiras para entrar em grupos que estão em andamento: por cota vaga ou reposição de cota.
Nesse caso, o novo consorciado deve quitar o número de prestações já pagas pelos demais participantes. Também é possível entrar em um grupo por transferência.
Como funcionam as Assembleias
Todos os meses são realizadas reuniões pela administradora do consórcio para oferta de lances e execução de sorteios.
É comum que também sejam decididos itens necessários que dizem respeito ao funcionamento do grupo.
As assembleias são obrigatórias e estão sob fiscalização do Banco Central. Todos os participantes consorciados têm poder de decisão, sendo que estas estão sempre baseadas na maioria.
Como acontece a contemplação
Conforme você já deve saber, o consorciado possui duas maneiras de ser contemplado em um consórcio de dinheiro – ou um com qualquer outra finalidade: por meio de sorteio ou de lance.
Veja como funciona cada uma dessas modalidades:
Sorteio: essa é a forma mais comum de contemplação. Os participantes do grupo concorrem com suas cotas, onde possuem as mesmas chances de serem sorteados.
É como se fosse um bingo em que cada peça significa uma cota.
Apenas os consorciados que estão com o pagamento em dia podem participar. A administradora deve, antes de começar a realização do mesmo, informar quantas cotas serão sorteadas.
Lance: muito parecida com um leilão, essa forma de contemplação chama menos atenção dos consorciados. Apesar disso, é importante entender as regras: é necessário que o cliente faça o lance algumas horas antes da assembleia.
Quando se propõe a dar um lance, o consorciado garante ter o valor das parcelas acordadas. Ele pode antecipar mensalidades ou quitar determinada porcentagem do que falta. A proposta mais alta ganha a contemplação.
Além deste, existe o lance embutido e o lance fixo. O primeiro é uma opção na qual o cliente dá parte do valor da carta e, quando sorteado, o valor é descontado no restante do valor do serviço.
Já o lance fixo é mais comum que o embutido e diz respeito ao lance no valor mínimo que está no contrato.
Curiosidades sobre o consórcio de dinheiro
Quando surge uma nova possibilidade, geralmente, vem acompanhada com uma infinidade de dúvidas. Não é diferente quando o pensamento de adquirir um consórcio de dinheiro vem à tona.
Quais serão os tópicos que raramente são mencionados à quem deseja tomar essa nova decisão? Veja:
Burocracia
Se você tem repúdio a essa palavra e faz de tudo para que ocorra da forma mais flexível possível, pode ficar despreocupado. Os termos burocráticos são indispensáveis quando o assunto refere-se a consórcios.
Mas, nesse caso, há uma forma de tornar os trâmites mais fáceis. Para isso, a escolha de uma boa administradora para a negociação é muito importante e talvez ela possa acarretar em ótimas vantagens.
Cobrança intermediária
Assim que é realizado o acordo, os valores das parcelas são definidos e informados. Se isso não acontecer, você precisa entrar em contato com a administradora urgente.
É importante lembrar que há financiamentos em que as divisões de parcelas terão o acréscimo de juros e isso é comum.
Em contrapartida, se houver cobrança de taxas adicionais, desconfie. Isso só pode acontecer em caso de desistência ou falta de pagamento das parcelas.
Utilização do crédito para outra finalidade
O consórcio autoriza que você utilize até 10% do valor do crédito adquirido para outros fins, como pagamento de despesas que tenham relação com aquisições de bens ou serviços.
Ou seja, pode ser utilizado em registros cartoriais, instituições de registros, transferência de propriedade e tributos, por exemplo.
Pagamento com atraso
Como já foi dito, o atraso no pagamento das parcelas pode gerar cobranças de juros e até multa.
No entanto, se o número de parcelas não pagas for muito alto, você poderá ser até mesmo excluído do grupo. Então, fique atento e firme um compromisso real para não precisar sofrer tais consequências.
Transparência
O consórcio é uma ótima alternativa e o planejamento tem grande importância nessa decisão.
Fique atento a administradora que fará o acordo com você, pesquise antes, procure alguém que consiga explicar claramente como esse mercado funciona.
Busque por transparência e competência. Além disso, planeje e anote o valor das possíveis parcelas e como o contrato será realizado.
Dinheiro que pode retornar
Após o pagamento de todas as parcelas e o recebimento da carta de crédito, você pode comprar uma casa ou um apartamento e colocá-lo para alugar.
Assim você terá uma propriedade e o valor que receberá do aluguel apenas trará benefícios. O mesmo pode ocorrer com os veículos, nesse caso, é possível apenas vendê-lo.
Compre um automóvel ou uma moto por um determinado preço, revitalize-o e revenda por um valor mais alto. Isso é vantajoso para você, pois gerará lucro em seus negócios.
Ao escolher um dos planos do consórcio é importante ler todos os termos antes de assinar o contrato (Foto: Divulgação)
Como se organizar financeiramente para o consórcio
Para fazer um consórcio, seja de dinheiro, bens ou serviços, é necessário que a pessoa esteja com o orçamento organizado.
Por isso, confira algumas dicas que podem ajudar no planejamento financeiro.
#1. Anote as despesas
É recomendado listar todas as dívidas para que se tenha ciência do quanto sobra do orçamento mensal. É possível organizar os gastos por meio da planilha no Excel, aplicativos e até em um caderninho.
Para registrar todo seu sistema financeiro é necessário que entenda para onde está indo seu dinheiro e hábitos de consumo. Antes de querer juntar dinheiro é necessário quitar as contas.
#2. Pague as dívidas
As dívidas pesam no orçamento e podem te afastar do objetivo. No consórcio de dinheiro, por exemplo, também existe o lance e seu nome precisa estar limpo para que você possa receber a carta de crédito.
Comece pagando as dívidas do cartão e do cheque especial porque são as que possuem maiores taxas de juros.
#3. Fuja da tentação de comprar
Planeje suas compras e tenha disciplina. A compulsão por compras fará com que gaste dinheiro com mercadorias desnecessárias ou supérfluas.
Transformar a vida financeira será difícil para os compradores, mas deve estar aliada sempre à seguinte avaliação: “eu preciso mesmo deste produto?”. Se a resposta for não, não compre.
#4. Evite o uso do cartão
O recurso, apesar de ser um adianto nas emergências, deve ser evitado. Quando for necessário usar, não descuide de fazer o controle dos gastos.
O cartão de débito também deve receber atenção para que você não caia na armadilha do cheque especial. Prefira sempre adquirir produtos com o dinheiro.
#5. Poupe dinheiro
Corra atrás das promoções e, se possível, faça as refeições em casa ou leve marmita. Tais gastos pesam no final do mês.
Poupar dinheiro parece ser impossível, mas não é. Comece cortando gastos pequenos e veja os resultados. É possível economizar sem abrir mão da qualidade de vida.
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Para saber se o cartão de crédito Inter é bom, é importante analisar quais são os benefícios que o banco oferece para seus clientes interessados em crédito e se o seu perfil de consumidor se encaixa com o que o banco oferece.
Uma das principais vantagens do cartão de crédito Inter é a facilidade e comodidade na hora das transações, uma vez que os clientes não precisam se deslocar até um banco físico para movimentar a conta ou solicitar algum tipo de serviço.
Pensando em descomplicar, preparamos um guia especial para analisar o cartão Inter. Assim, você vai conseguir identificar se ele vale a pena ou não para você. Boa leitura!
Como funciona o cartão do Banco Inter?
O Banco Inter envia o cartão solicitado diretamente para o endereço cadastrado pelo cliente. Além disso, também é possível ter uma versão virtual do cartão. Neste caso, a numeração é diferente.
Com o cartão físico é possível realizar pagamentos por aproximação, sem a necessidade de inserir a senha.
Vale lembrar que o Inter oferece as duas funções do cartão: crédito e débito. Por isso, as compras podem ser realizadas na funcionalidade que o cliente preferir.
Os saques com cartão físico do Inter podem ser feitos no BancoRede 24 horas. Além disso, todas as compras realizadas com as versões físicas ou digitais são transformadas em pontos no programa de benefícios do cartão.
Quais são as opções de cartões de crédito do Inter
O Inter oferece três tipos de versões para os seus clientes: o Gold, Platinum e Black. Confira as vantagens de cada um a seguir!
Cartão Inter Gold: Seguro Proteção de Preço, Seguro Compra Protegida, Garantia Estendida Original, Mastercard Surpreenda, Mastercard Global Service e ofertas especiais Mastercard.
Cartão Inter Platinum: Pricelles Cities, Mastercard Airport Concierge, Assistente de Viagens, Mastercard Travel Rewards e Assistência Global de Emergência.
Cartão Inter Black: Pricelles Cities, Sala ViP Guarulhos, Mastercard Airport Experiences fornecido por LoungeKey, Boingo WiFi, Mastercard Travel Rewards, Mastercard Airport Concierge, Assistência Global de Emergência e Assistente de Viagens.
A bandeira do cartão de crédito Inter é da Mastercard e, por isso, o cliente que tiver o cartão pode aproveitar para acumular pontos no programa Mastercard Surpreenda.
Quais são as taxas e juros do cartão de crédito Inter?
Outra dúvida importante para definir se o cartão de crédito Inter vale a pena é entender quais taxas o banco cobra. Por isso, vamos falar delas a seguir.
O banco Inter não cobra taxas de anuidade, transferências, manutenção da conta, saques ou emissão de boletos. No entanto, há outras taxas que o banco cobra, como a multa de atraso da fatura, por exemplo.
Confira, a seguir, quais taxas o banco Inter cobra para quem tem o cartão de crédito:
Segunda via do cartão: a taxa é de R$15 pela segunda via do cartão em ambas as funções;
Juros rotativo: se o cliente não pagar a fatura do cartão no valor total, o Inter cobra uma multa de 5,82% ao mês;
Multa por atraso: o valor cobrado é de 2% sobre o montante da fatura, além dos juros rotativos;
Taxa de parcelamento da fatura: essa taxa é de 3,67% ao mês. A título de comparação, a mesma taxa no C6 Bank está em 6,4% ao mês.
Saiba se vale a pena ou não pedir o cartão de crédito Inter
Como solicitar o cartão Inter?
Como falamos acima, o cartão de crédito Inter é mesmo usado para movimentar a conta corrente. Ou seja, para ter acesso ao cartão é necessário abrir uma conta digital no banco.
Para abrir a conta é muito fácil: basta acessar o aplicativo do Inter. E seguir o passo a passo:
1. Coloque seu nome completo, a data de nascimento e clique em “Continuar”; 2. Insira o seu CPF, marque o “Li e concordo com os Termos e Condições” e clique em “Continuar”; 3. Após isso, o app solicitará a permissão de acesso à localização, e dados como sua data de nascimento e estado civil. Também será necessário informar dados de contato, como celular e e-mail; 4. Informe sua naturalidade e escolha o tipo de cartão que você quer receber; 5. Selecione o tipo de documento que vai enviar e tire as fotos da frente e do verso; 6. Depois você deve preencher o endereço residencial e selecionar se esse será o seu endereço de correspondência; 7. Descreva seus dados profissionais, e em seguida crie uma senha forte e fácil de memorizar. Ela deve ter entre 8 e 20 caracteres.
Pronto! O pedido para abertura de conta no banco Inter será avaliado. De acordo com o banco, o retorno é de até três dias úteis.
Definir se o cartão de crédito Inter é bom ou não depende de cada avaliação individual. Isso porque a avaliação depende do que cada cliente busca ao utilizar um cartão de crédito.
O Inter, por exemplo, tem uma cesta de serviços da conta que engloba diversas funcionalidades e sem altas cobranças de tarifas, como mencionamos acima. Inclusive, alguns pacotes não há cobrança de taxas, como a transferência via TED.
Então, de modo geral, podemos dizer que o cartão Inter é bom, mas vale a pena você mesmo conferir mais sobre os benefícios que o cartão apresenta e se ele está dentro do que você deseja. Dessa forma, você pode analisar se o cartão de crédito Inter atende suas necessidades e expectativas enquanto consumidor.
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O mundo do empreendedorismo pode conter algumas siglas e jargões diferentes, que nem sempre conhecemos com tanta facilidade. Um deles é o termo ‘B2B’, muito utilizado nesse meio.
Se você é uma das pessoas que coça a cabeça ao ouvir algo assim, essa matéria vai te ajudar a entender o que é B2B. Além disso, veremos quais são suas vantagens e principais características. Vamos lá?
O que é B2B?
Indo direto ao ponto, podemos dizer que o B2B é um modelo de negócios.
Sendo assim, nesse modelo as empresas fazem negócios com outras empresas. Isso pode ser explicado pela sigla, uma vez que B2B significa Bussiness to Bussiness.
Para que o conceito seja entendido de forma mais produtiva, veja abaixo alguns exemplos de negócios B2B:
Empresa de consultoria em design gráfico que presta serviços para uma empresa de T.I;
Negócio focado em produção de materiais hospitalares que atendem instituições de saúde privadas;
Produtora de matéria-prima para a produção de insumos de empresas do ramo alimentício.
O termo é um contraste ao modelo B2C, em que obtemos a ideia de Bussiness to Costumer, em que o foco do negócio são clientes, ou o que podemos chamar de pessoa física.
Assim como no contexto anterior, vejamos alguns exemplos de negócios B2C:
Restaurantes;
Lojas de roupas, brinquedos e eletrodomésticos;
Cinemas;
Shoppings e etc.
O B2B é o modelo de negócios em que acontece o comércio entre empresas
A diferença de B2B para B2C
A diferença do modelo de negócio B2B para B2C vai além do que se tem como cliente. Na verdade, os impactos dessa mudança geram atributos diferentes para cada modalidade.
Em primeiro lugar, o tempo de compra no modelo B2B é bem maior que no B2C. Além disso, a jornada é bem mais complexa, visto que as aquisições também apresentam um outro grau de subjetividade.
O que nos leva a entender que o ticket médio dessas operações também costuma ser bem maior quando comparadas a vendas em um modelo B2C.
A relação comercial também tende a ser mais certeira e duradoura, visto que houve todo um processo e investimento para que o negócio acontecesse.
Além de que, no modelo B2B, os produtos costumam ser mais específicos, então as empresas preferem focar em um fornecedor específico.
Dessa maneira: dada uma negociação bem feita, aquela relação comercial possui a capacidade de perdurar por muito tempo.
As vantagens e desvantagens do modelo de negócios
O modelo B2B, como já podemos ver no tópico acima, possui muitas vantagens. Entre elas, podemos destacar as três maiores:
Constância no perfil de cliente
Pense em você e nas suas necessidades. Você ainda compra suas roupas nas mesmas lojas que comprava há dois anos? Escuta as mesmas músicas? Usa o mesmo serviço de operadora? Aposto que respondeu ‘não’ para pelo menos uma das perguntas.
Isso é absolutamente normal, as pessoas mudam e suas necessidades e gostos também. Isso pode acontecer em pouquíssimo tempo e é nisso que apresenta a vantagem de ter uma empresa como cliente: essas mudanças são bem menores e menos recorrentes.
Ou seja, não é preciso ficar sempre se adaptando e buscando estratégias para conquistar novos clientes.
Recorrência e fidelidade de contrato
Como dissemos acima, um cliente B2B possui uma longa relação comercial com as empresas que possui negócios. Acaba sendo uma via de mão-dupla para ambos os lados.
Assim, o negócio não fica a mercê de uma demanda de clientela específica. Logo, os gastos e necessidades daquele empreitada podem ser melhor mensurados, pois as entradas são fixas e acontecem em uma frequência que já conhecida.
No que se refere a uma possível desvantagem, dependendo do retorno que se espera, é possível apontar o fato que é de bastante impacto nesse modelo de negócio:
Complexidade no processo de compra
Já sabemos que o processo de compra no modelo B2B é bem mais complexo em relação ao B2C.
Isso acontece porque existe um produto mais caro e impactante em jogo e, consequemente, esse processo incluirá mais participantes ativos na tomada de decisão.
Então, pode acontecer de uma empresa mobilizar grandes esforços, em amplas frentes, e acabar não conseguindo realizar uma venda.
O impacto, entretanto, é menor do que aquele cliente que simplesmente desiste de levar aquela blusa e a deixa no caixa no momento do pagamento.
Então, é como frequentemente dizemos: não existe modelo pior ou melhor, existe aquele que se adapte melhor às intenções que temos quando pensamos em empreender.
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