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Auxílio Gás dos Brasileiros: qual o valor? Quem vai receber? Saiba tudo!

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Ilustração do vale-gás mostra pessoa trocando uma nota de dinheiro por um cartão com o símbolo do gás

No último dia 22 de novembro o presidente Jair Bolsonaro sancionou a lei que institui o Auxílio Gás dos Brasileiros. O novo programa vai conceder auxílio financeiro para que as pessoas comprem gás de cozinha. 

A medida foi publicada no Diário Oficial da União e ficará em vigor por cinco anos. No entanto, esse prazo só começa a contar a partir da abertura dos créditos orçamentários necessários.

Quer saber como vai funcionar o novo programa, qual o valor, quem vai receber e mais? Então continue lendo este artigo!

Como o Auxílio Gás dos Brasileiros vai funcionar?

O novo Auxílio Gás dos Brasileiros consistirá em um auxílio financeiro para ajudar famílias de baixa renda comprarem o gás de cozinha. A medida tem o objetivo de diminuir o impacto do aumento dos preços. 

Cada família beneficiada vai receber, a cada dois meses, metade do preço do botijão de 13 kg. O valor exato será definido a partir de uma média nacional, conforme explicado mais abaixo neste artigo.

Portanto, não se trata de um benefício que vai custear o gás por completo. Mas sim, uma ajuda de custo.

A previsão é que o benefício resulte em um investimento de cerca de R$592 milhões. Com isso, poderá atender duas milhões de famílias do CadÚnico.

Diversas fileiras de botijão de gás de cozinha empilhadas
Auxílio Gás dos Brasileiros vai pagar metade do botijão de 13 kg (Foto: Agência Brasil)

Qual será o valor do benefício?

Como mencionado, cada família beneficiada vai receber o equivalente a 50% do preço do gás. Esse percentual será calculado em cima da média nacional do preço do botijão de 13kg. 

O valor é estabelecido pelo Sistema de Levantamento de Preços (SLP) da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). 

Serão considerados os seis meses anteriores, conforme regras que ainda serão definidas em decreto. Portanto, ainda não foi estabelecido qual será o valor exato do Auxílio Gás dos Brasileiros.

+ Auxílio Gás: saiba como consultar pelo CPF

Atualmente, o valor médio do botijão no Brasil é de R$102,52, segundo a ANP.

De acordo com o Ministério da Economia, as próximas parcelas do vale gás serão pagas para  5,4 milhões de famílias brasileiras no valor de R$52.

Quem vai receber o Auxílio Gás dos Brasileiros?

O governo utilizará a estrutura do Auxílio Brasil para fazer os pagamentos do auxílio gás. Portanto, a família precisa estar inscrita no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico). 

Se sua família já tem o cadastro, certifique-se de que os dados estão atualizados. 

Além disso, para ter direito às parcelas bimestrais (o auxílio será pago a cada dois meses) é preciso:

  • ter renda familiar mensal per capita (por pessoa) menor ou igual a meio salário mínimo (R$550), ou 
  • morar na mesma casa de alguém que recebe o Benefício de Prestação Continuada (BPC).

Além disso, assim como outros programas do governo, o Auxílio Gás dos Brasileiros será concedido, preferencialmente, às famílias com mulheres vítimas de violência doméstica que estejam sob o monitoramento de medidas protetivas de urgência. 

A preferência de pagamento também será para a mulher responsável pela família. Isso não quer dizer que homens não podem receber. Quer dizer apenas que, havendo uma mulher na família, o benefício será depositado em seu nome.

É possível se cadastrar para receber o auxílio?

Diferentemente do que aconteceu no Auxílio Emergencial, que os brasileiros puderam realizar um cadastro, com o Auxílio Gás é um pouco diferente. Isso porque não está sendo permitido que os cidadãos façam um cadastro direto.

O benefício é para quem está inscrito no Cadastro Único e no Benefício de Prestação Continuada (BPC). 

Sendo assim, o seu cadastro precisa ser realizado nestes programas do governo.

Quando começarão os pagamentos? Como vai ser?

A operacionalização do programa social é feita pela Caixa Econômica Federal. Por isso, os pagamentos estão sendo feitos assim como o Auxílio Brasil: pela conta poupança social digital

De acordo com o Ministério da Cidadania, quando todo o programa estiver estruturado e regulamentado, será disponibilizado um link para consulta. Assim, a família poderá clicar e verificar se terá direito ao benefício. 

O valor do Auxílio Gás dos Brasileiros será depositado a cada dois meses. E o programa terá duração de cinco anos, contados a partir de seu início. 

Os pagamentos já estão sendo realizados desde dezembro do ano passado e, como dito acima, permanecerá sendo feito a cada dois meses.

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Cartão cidadão: saiba como consultar o saldo

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Mão segurando cartão cidadão

O cartão cidadão é utilizado por milhares de brasileiros para terem acesso aos benefícios sociais e trabalhistas oferecidos pelo Governo Federal. O cartão pode ser utilizado em todos os canais de pagamento autorizados pela Caixa Econômica.

Porém, a dúvida de muitas pessoas é sobre como realizar a consulta do saldo do cartão cidadão. E existem duas formas de saber quanto de dinheiro você ainda tem disponível para usar no mês: pelo telefone e pela internet.

Mas antes de falar sobre o passo a passo para consultar o saldo do seu cartão, é preciso que você saiba quais são os benefícios que estão atrelados a ele. Os principais são:

-> Bolsa Família;

-> FGTS;

-> Seguro-desemprego;

-> Abono salarial;

-> Pis/PASEP, entre outros.

Mas vale ressaltar ainda que o cartão é emitido somente para quem não possui conta ativa na instituição financeira. E ele pode ser solicitado em qualquer agência da Caixa ou pelo telefone 0800 726 0207.

Para que serve o cartão cidadão?

Para quem ainda tem dúvidas, o cartão cidadão permite que os brasileiros tenham acesso a diversos benefícios sociais e trabalhistas do Governo Federal. Este cartão tem como principal objetivo facilitar a movimentação de dinheiro de vários serviços.

Com o cartão cidadão ainda é possível realizar a consulta de saldos e extratos do FGTS, saber se você tem direito ou não ao abono salarial. Além de consultar as parcelas do seguro-desemprego e as cotas e rendimentos do PIS.

Uma informação importante é que tendo o cadastro do cartão, você pode realizar as consultas com ou sem ele. Isso é possível por meio do site da Caixa.

Passo a passo para consultar o cartão cidadão

Como já foi dito acima existem duas formas que você pode consultar o seu cartão cidadão. Confira o passo a passo de cada um deles abaixo!

Consultas pelo site da Caixa

1º passo: acesse o site do cartão cidadão da Caixa, caso você ainda não tenha o cadastro, será preciso realizar um com as informações solicitadas;

2º passo: realize o login e clique no menu superior e selecione uma das duas opções: “saque emergencial FGTS” ou “extrato”, para que você possa conferir o saldo do seu benefício;

3º passo: ao clicar na opção “PIS” você ainda consegue  ver o saldo na opção de “Consulta a pagamento”;

4º passo: também é possível consultar o saldo do Seguro Desemprego, para isso basta selecionar o benefício e escolher a opção “Consulte seu benefício”.

Consultas pelo telefone

Agora se você deseja realizar a consulta do seu saldo do cartão cidadão pelo telefone, pode entrar em contato com o SAC da Caixa pelo número 0800 726 0207. 

fachada de uma agência da Caixa
O cartão cidadão é emitido pela Caixa Econômica

Vale ressaltar que o atendimento é das 10h às 18h, de segunda a sexta-feira.

Como solicitar o cartão cidadão?

Você ainda não sabe como solicitar o cartão cidadão? Este processo é bem fácil e o FinanceOne te conta agora mesmo!

Primeiro, você precisa saber que o cartão é destinado a todos os cidadãos com direito de receber benefícios trabalhistas e/ou sociais disponíveis, mas não possuem conta na Caixa.

“Mas como faço para receber o meu?” Você precisa saber que a emissão do cartão está condicionada à existência de benefícios disponíveis para receber.

Por isso, a Caixa orienta ser de suma importância que o indivíduo mantenha seu endereço e telefone sempre atualizados.

Mas se você já tem uma conta individual na Caixa, seja ela corrente ou poupança, o benefício será creditado diretamente nela e não será necessário a emissão do cartão cidadão.

+ Cartão Cidadão: passo a passo de como solicitar a segunda via

Como conseguir a senha do cartão?

Se o seu cartão é novo, muito provavelmente você deve estar tentando saber como descobrir a senha para utilizá-lo. Afinal, vai ser preciso da Senha Cidadão para garantir os benefícios ali depositados.

+ Teve o cartão cidadão cancelado? Saiba como proceder

A Caixa explica que para o beneficiário fazer a Senha Cidadão, basta comparecer em uma Unidade Lotérica ou ligar para o Atendimento CAIXA ao Cidadão no 0800 726 0207. É imprescindível que esteja portando o cartão e documento oficial, que pode ser:

  • Carteira de identidade;
  • Carteira Nacional de Habilitação – modelo com foto, mesmo fora do prazo de validade, ou modelo digital;
  • Carteira profissional (Ex.: OAB, CRM, etc.);
  • CTPS – modelo informatizado;
  • Carteira funcional;
  • Identidade militar;
  • Carteira de identidade de estrangeiros;
  • Passaporte, etc.

Isso apenas em caso de comparecimento nas agências lotéricas. Se você conseguir ir diretamente em uma agência da Caixa, não haverá a obrigatoriedade de estar com o cartão cidadão, apenas com um documento oficial de identificação.

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Comprar ou alugar carros: saiba o que é melhor

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imagem de um voltante de carro

Comprar ou alugar carros, o que é melhor atualmente? Gasolina, seguro, IPVA, revisão e manutenção são somente uma parte dos itens para incluir na lista de gastos fixos.

Além disso, o trânsito e a atenção redobrada que dirigir exige, são estresses comuns que devem ser considerados na hora de tomar a decisão sobre comprar ou alugar.

Por outro lado, há a garantia de certo conforto e liberdade para sair a qualquer hora sendo dono do seu próprio carro. Sem depender de aluguel ou de chamar um motorista para te levar aos locais.

Você pode decidir e ir. Em uma emergência, pode mais facilmente conseguir resolvê-la. Vai atender às suas necessidades a qualquer momento.

Os custos para manter um veículo incluem gastos fixos, como o IPVA e o seguro DPVAT, ambos obrigatórios. Além disso, há o combustível, seja gasolina, álcool ou gás.

Não esqueça que se a compra do automóvel for por um financiamento ou consórcio, há parcelas mensais, pelo menos por alguns meses e anos. A seguir, veja as vantagens e custos para ter um carro ou para alugar um veículo.

Quanto custa ter um carro?

Um dos gastos de quem compra um veículo é o IPVA. Esse é o Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores, cobrado anualmente pelos estados e pelo Distrito Federal.

A taxa funciona como uma receita da União, Estados ou Municípios, sendo utilizada para as despesas da administração, que incluem educação, saúde, segurança, saneamento, entre outras.

O IPVA é calculado pela Secretaria de Estado de Fazenda. A guia para pagamento é disponibilizada no site do banco Bradesco e a cobrança é de acordo com um calendário. É possível parcelar o valor em até três vezes.

Outro pagamento obrigatório pelos donos de veículos é o DPVAT, seguro que indeniza vítimas de acidentes de trânsito, sejam motoristas, passageiros ou pedestres, inclusive estrangeiros.

carro branco com uma mão segurando a chave do carro
Antes de escolher entre comprar ou alugar carro é preciso levar diversos requisitos

O boleto do seguro DPVAT deve ser retirado no site da Seguradora Líder. O pagamento é realizado em cota única.

O não pagamento implica em algumas consequências. Em caso de acidente, o proprietário perde o direito à cobertura do seguro. Porém não estará isento de ressarcir as indenizações pagas às vítimas.

O veículo que estiver inadimplente poderá ter problemas também com a fiscalização, já que não será devidamente licenciado.

Ainda há outros impostos, que envolvem o licenciamento, e os gastos com manutenção. Para ter uma ideia, uma referência pode ser o Índice de Manutenção Veicular (IMV).

Criado pelo Cesvi Brasil (Centro de Experimentação e Segurança Viária), o ranking permite a comparação de veículos de uma mesma categoria. A relação é com base nos custos da manutenção mecânica recomendada pela montadora.

+ Carro importado ou nacional: o que vale a pena para você?

Quais as vantagens de alugar carros?

Segundo a Associação Brasileira das Locadoras de Automóveis (ABLA), dos 1.988.601 automóveis e veículos leves emplacados no ano de 2016, mais de 217 mil foram para locação.

As estatísticas do aluguel de veículos apontavam uma frota regional de 22.219 no Norte, 20.309 no Centro-Oeste, 61.558 no Nordeste, 447.973 no Sudeste e 108.218 no Sul.

Entre as vantagens de alugar um carro, segundo a ABLA, estão:

  • licenciamento e emplacamento por conta da empresa;
  • assim como gastos com seguros, que já vêm no valor do aluguel;
  • manutenção e a assistência 24 horas também são serviços da locadora.

Para alugar, é preciso estar com a habilitação em dia e válida. Se você quer um modelo específico, a recomendação da ABLA é procurar a locadora com antecedência.

As tarifas diárias variam de acordo com a categoria do carro ou tipo de cobertura por danos causados ao veículo. Quanto maior o período de locação, é possível que as taxas diárias fiquem menores.

Outra vantagem é a opção de pagar com o cartão de crédito. Sobre o custo benefício, a associação compara o aluguel de um modelo popular a uma corrida de táxi de um aeroporto mais afastado até regiões centrais da cidade.

Comprar ou alugar carros: qual alternativa escolher?

Antes de tomar qualquer decisão, é preciso pensar nos prós e contras para que você possa escolher a melhor opção. Por isso, é necessário saber qual é a sua necessidade de fato: ter um carro disponível 24 horas? Você realiza muitas viagens? Tem preferências de modelos?

Isso tudo deve ser levado em consideração por serem importantes na vida de uma pessoa. Vale ressaltar ainda que um erro que muitas pessoas cometem é pensar somente no valor da parcela do financiamento como único gasto.

É preciso lembrar que um veículo acaba gerando diversas despesas, como combustível e manutenção. Por esse motivo, é tão importante pensar nas suas necessidades e na da sua família antes de tomar a decisão.

Isso porque você pode acabar percebendo que isso pode gastar mais ou menos dinheiro com a opção que escolher. Pare para pensar: você pretende utilizar um carro no dia a dia, para ir ao trabalho e faculdade, será que realmente compensa optar pelo aluguel de carro?

Mas caso a sua vontade seja apenas ter um carro para viajar aos fins de semana, investir em uma compra de carro talvez não seja a melhor decisão.

Por isso, avalie todos os lados e veja qual é a melhor opção para você. Somente assim será possível tomar a decisão correta e que você não saia perdendo dinheiro.

Gostou do conteúdo? Compartilhe com um amigo que esteja pensando se deve ou não comprar um carro! 

Empréstimo na conta de água: saiba o que é, como funciona e se vale a pena

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chuveiro aberto com a água caindo

Já ficou curioso para saber se o empréstimo na conta de água vale a pena? Apesar de pouco conhecida, essa alternativa para garantir um dinheiro extra na hora do aperto pode ajudar.

Mas para não meter os pés pelas mãos, é preciso entender como funciona esse recurso e quais são suas vantagens e desvantagens. Então, se você quer ficar por dentro de todos os detalhes sobre o empréstimo na conta de água, continue lendo este artigo.

Basicamente, no empréstimo na conta de água o cliente solicita o empréstimo e as parcelas já vêm descontadas na fatura. A modalidade também se aplica a outras contas de insumos, como luz ou gás.

Essa é uma alternativa que pode ser considerada em um momento de necessidade, mas requer planejamento. Isso porque ao iniciar o pagamento do empréstimo será preciso arcar com as parcelas mais o valor pago mensalmente referente à conta de água.

+ 5 opções de empréstimo sem consulta ao SPC e Serasa – Confira!

O que considerar para saber se um empréstimo na conta de água vale a pena?

Quando se fala em empréstimo, a primeira avaliação a ser feita é em relação aos juros cobrados. No geral, o empréstimo na conta de água se destaca por oferecer taxas de juros mais baixas, se comparadas às de outras linhas de crédito pessoal.

Além disso, tem mais facilidade na aprovação e pode ser feito online, diminuindo as burocracias para o cliente. A Piki, por exemplo, é uma startup que oferece esse tipo de serviço online.

Para o credor o negócio também é vantajoso. A possibilidade das pessoas atrasarem o pagamento de contas de consumo básico é mais baixa.

Assim, ter o empréstimo vinculado à conta de água, por exemplo, é uma garantia a mais do recebimento das parcelas.

Para solicitar o empréstimo, primeiro é preciso verificar se a empresa que oferece o serviço de abastecimento em sua região permite esse tipo de negociação. Caso positivo, o segundo passo é procurar por empresas que trabalhem com essa linha de crédito.

É importante sempre avaliar bem as condições impostas por ambas instituições para a liberação do empréstimo antes de fechar o negócio. Outro ponto de atenção é se as taxas aplicadas estão sendo justas.

Além disso, como já especificado anteriormente, deve-se analisar se as parcelas do empréstimo mais a média de valor mensal da conta de água se adequa ao seu orçamento, para não correr o risco de fechar um mau negócio.

Mulher segura um boleto de energia em uma das mãos e verifica o bônus na conta de luz na tela do celular
Empréstimo na conta de água pode ter juros mais baixos

Quem pode solicitar o empréstimo?

Apenas o titular da conta de água pode fazer o requerimento de um empréstimo nessa modalidade. Além disso, é preciso ter mais de 21 anos, ter uma conta bancária e não estar inadimplente com a concessionária fornecedora de água.

Nesse ponto é importante destacar que a titularidade da conta bancária, assim como da conta de água, deve ser de quem solicita o empréstimo. Caso o contrário, há o risco do pedido não ser aceito.

Outros documentos que devem ser solicitados na negociação são:

  • RG;
  • CPF;
  • Comprovante de residência;
  • Comprovante de renda — extrato bancário ou declaração do imposto de renda; e
  • Carteira de trabalho.

+ Empréstimo na conta de luz: saiba como funciona, se vale a pena e como solicitar

É seguro pedir empréstimo na conta de água?

Solicitar um empréstimo na conta de água é seguro, mas tudo vai depender da forma de contratação do serviço. Quem busca por essa alternativa deve pesquisar com cuidado a empresa credora e avaliar a confiabilidade da instituição.

Assim como em diversos outros mercados, podem existir empresas e grupos fraudulentos que se aproveitam para aplicar golpes. 

Por isso, o ideal é avaliar com cuidado as propostas, prestando atenção em todas as condições apresentadas. Além disso, desconfie de ofertas de dinheiro fácil e não faça qualquer pagamento de taxa antes de assinar um contrato com a empresa.

Uma boa dica é usar a internet a seu favor e buscar como está a avaliação da empresa credora na web. Sites, como o Reclame Aqui, podem ser boas fontes para entender a experiência de outros usuários com aquela companhia.

O empréstimo na conta de água vale a pena para quem precisa de dinheiro rápido, mas não quer passar pela burocracia de solicitar um empréstimo na modalidade tradicional. Mas, o negócio deve ser feito com segurança para não gerar futuras dores de cabeça.

+ 5 melhores tipos de empréstimos disponíveis no mercado e como funcionam

Já conhecia essa opção de empréstimo? Compartilhe com os amigos e deixe suas dúvidas e opiniões nos comentários!

O que significa risco de liquidez? Entenda o que é com exemplos

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Calculadora em cima de gráficos
Horário de funcionamento da Bolsa de Valores começa às 10h

É comum um investidor iniciante se preocupar mais com os riscos de mercado e de crédito ao avaliar as melhores opções de negócio. Mas o risco de liquidez é um fator que não deve ser desconsiderado no mundo dos investimentos.

Como o próprio nome já diz, refere-se ao risco de não conseguir liquidar ou resgatar determinado montante no prazo desejado.

Quer saber mais sobre isso? Então continue lendo o artigo!

O que é liquidez nos investimentos?

Para entender melhor o conceito de risco de liquidez , é preciso relembrar do que se trata a liquidez em si.

Em termos gerais, ela está relacionada com a rapidez em que um ativo pode ser convertido em dinheiro, sem perder seu valor original, seja pela venda de bens (móveis ou imóveis) ou resgate (aplicações financeiras). 

Assim, quanto mais rápido e fácil for vender um ativo, sem grande perda de valor, maior será a sua liquidez. 

O risco de liquidez pode ser alto ou baixo, dependendo do investimento.

+ Confira 5 investimentos isentos de IR que rendem mais do que a poupança

Entendendo o risco de liquidez

O risco de liquidez está ligado às possíveis perdas inerentes à liquidez de um investimento. Assim, quanto maior o prazo de vencimento de uma aplicação financeira, maior é o risco de liquidar o ativo antes do tempo previsto.

Por exemplo, se em duas aplicações diferentes, com o mesmo prazo, a segunda gera menor perda financeira para resgate antes do vencimento, ela tem menos risco de liquidez, ainda que a outra apresente uma taxa de retorno maior.

Por isso o investidor deve avaliar se há chances de precisar resgatar o valor antecipadamente ou se não há problemas em deixá-lo rendendo durante todo o período de aplicação. Com base nessa análise ele determinará a opção mais vantajosa.

Em outras palavras, o risco de liquidez está atrelado às perdas relacionadas ao resgate antecipado de um investimento. 

E por isso a importância de analisar esse fator. Caso surja uma necessidade de resgate antes do previsto, o investidor deve estar preparado para possíveis perdas.

Um investidor pode aplicar todas as suas economias em um imóvel, mas caso surja uma emergência, não terá como resgatar o valor investido rapidamente. Para isso, teria que baixar muito o preço do imóvel para garantir uma venda mais rápida.

Mas dessa forma não obteria lucro sobre seu investimento, tendo um alto risco de liquidez.

No entanto, se esse mesmo investidor faz uma aplicação no Tesouro Direto, ainda que não alcance o rendimento desejado, é possível resgatar o valor investido mais rapidamente, sem grandes perdas.

moedas empilhadas com um relógio de parede ao fundo
Risco de liquidez pode ser alto ou baixo, dependendo do tipo de investimento

Como funciona o risco de liquidez?

Conforme já mencionado, o risco de liquidez pode ser alto ou baixo, dependendo do tipo de investimento.

Um exemplo de investimentos com baixo risco de liquidez são os CDBs com liquidez diária. Isso porque são ativos fáceis de vender e garantem resgate em poucos dias (algumas opções no mercado têm até resgate imediato). O Tesouro Direto também é uma opção.

Já os imóveis apresentam um alto risco de liquidez, por serem mais difíceis de vender. A negociação pode levar semanas, meses e até anos. 

Nesse caso, quem quer investir no setor de imóveis, sem abrir mão da liquidez, pode optar pelos fundos imobiliários.

Para gerenciar esses riscos, a melhor alternativa é apostar na diversificação da carteira de investimentos, mesclando os de alta e baixa liquidez. Assim, em um momento de emergência em que seja necessário um resgate antecipado, há opções com menor risco de liquidez.

Além disso, é sempre importante planejar e alinhar suas metas com o tipo de investimento que pretende fazer.

Por exemplo, investimentos com alto risco de liquidez são os mais indicados para planos de longo prazo. Ou seja, o dinheiro aplicado não precisará ser utilizado imediatamente caso surja uma emergência.

Em contrapartida, os investimentos de baixo risco de liquidez são os mais apropriados para reserva de emergência e metas de curto prazo.

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Cartão SUS: confira o passo a passo de como consultar

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Tela azul do aplicativo Conecte Sus

Todo e qualquer brasileiro tem direito de ser atendido gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde, mais conhecido como SUS. Isso está definido na Constituição Federal e na Lei 8.080, de 1990. Além do atendimento, o SUS também oferece remédios de graça para a população brasileira. Por isso, surgem algumas dúvidas: como consultar cartão SUS? É possível?

Sim, é possível consultar uma versão digital do cartão SUS. Essa consulta pode ser feita através do aplicativo, disponível para celulares com sistemas Android ou iOS, ou também por meio do site ConectSUS.

O documento, que apresenta uma sequência de 15 números, permite a identificação de cidadãos brasileiros ao usar os serviços públicos de saúde do país. 

Veja o passo a passo para consultar o cartão SUS.

Cartão SUS: veja como consultar de forma rápida

Para ter acesso ao Cartão do SUS virtual, é necessário ter uma conta no Portal Gov.br, do Governo Federal.

Esse registro pode ser feito gratuitamente usando o número do CPF, ou ainda com dados de Internet Banking, certificado digital ou validação facial pelo app. Confira, a seguir, como fazer o cadastro e consultar o número do Cartão do SUS.

Passo a passo para consultar o cartão do SUS

  1. Entre no ConecteSUS e faça login com a conta Gov.br;
  2. Após o login, você será redirecionado de volta para o ConectSUS. Após isso, clique em “Meus dados” (caso esteja utilizando o app) ou em “Meu perfil” para ter acesso ao número do cartão;
  3. Caso queira visualizar o cartão por completo, basta clicar em “Meus cartões” no canto inferior da tela, ao lado direito. Nesse mesmo lugar é possível conferir o cartão do SUS, Certificado de vacina contra Covid-19 e a Caderneta de Vacinação.

    + Segunda via do Cartão SUS: aprenda como emitir – passo a passo

Quem tem direito de utilizar o SUS?

A Constituição Federal define que todo brasileiro tem direito a ter acesso à saúde utilizando o Sistema Único de Saúde.

Duas médicas com estetoscópio para fazer consultas no SUS
Todo brasileiro tem direito à saúde pública através do SUS. Saiba como consultar o cartão SUS

Ou seja, isso quer dizer que qualquer pessoa pode ir a uma unidade básica de saúde ou a um hospital público para receber atendimento totalmente de graça.

Vale lembrar que o SUS não se resume apenas ao atendimento básico de saúde, mas também é vigilância em saúde e fornece medicamentos.

Além disso, quem é beneficiário dos planos de saúde também possuem direito ao atendimento via SUS – nesse caso, no entanto, as operadoras dos planos privados são obrigadas pela lei a ressarcir os cofres públicos.

+ Portabilidade do plano de saúde: entenda como funciona e como fazer

Quais os outros serviços o SUS fornece?

Além da parte médica, o SUS oferece também outros serviços que beneficiam toda a população brasileira, como atendimento de emergência por acidentes através do SAMU, bem como a regulação de hemocentros, assim como transplante de órgãos.

O SUS também é responsável por financiar pesquisas epidemiológicas, importantes para ajudar o governo a avaliar quais são os riscos de ocorrer surtos ou epidemias, além de trazer dados sobre a prevenção das doenças.

Além disso, o Sistema Único de Saúde também é responsável, por meio da Anvisa, de fiscalizar a qualidade de alimentos em supermercados e restaurantes, por exemplo.

As vacinas exigidas para os bebês também são oferecidas pelo SUS, através do Programa Nacional de Imunização. O Programa tem como objetivo oferecer todas as proteções ao recém-nascido com base nas recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS).

O Brasil, por exemplo, é reconhecido mundialmente como um sucesso na vacinação infantil através do Programa Nacional de Imunização.

Quais são os remédios que o SUS fornece de graça?

Além dos serviços citados acima, o SUS também é responsável por fornecer medicação à população brasileira. Tudo isso de forma gratuita. Entre as doenças cujos medicamentos são oferecidos estão pressão alta, HIV, asma, diabetes e Alzheimer.

A lista das medicações fornecidas pelo SUS é atualizada anualmente e é conhecida como Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (Rename). Você pode conferir mais sobre o Rename aqui.

O Ministério da Saúde informou ao Comprova que, nos últimos dez anos, o número de remédios incluídos na lista aumentou em 54%.

Este texto foi útil para você? Então agora que você já sabe como consultar o cartão SUS e também entendeu como funciona o Sistema Único de Saúde, que tal compartilhar esse conteúdo nas suas redes sociais? Assim, mais pessoas terão acesso à informação e saberão como consultar o cartão.

Como funcionam os fundos de NFT? Entenda!

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Ilustração com a sigla NFT

O mercado de tokens não-fungíveis já é avaliado em mais de 39 bilhões de dólares e não se fala em outra coisa no mundo das finanças. E com o aumento da popularidade desses ativos, muitos investidores já começam a se questionar: existem fundos de NFT?

Sim, existem, embora ainda sejam poucos. Aqui no Brasil somente dois fundos aplicam com foco nesses ativos digitais atualmente e eles foram lançados há menos de um ano, pela fintech Vitreo: Coin NFT e Cripto NFT.

Em outros países, já existem mais opções de fundos que aplicam nesses tokens. Mas considerando que se tratam de um “selo de propriedade” sobre criações digitais, como obras de arte, o que será que significa se expor a esses ativos por meio de fundos?

O primeiro passo para compreender como os fundos NFT funcionam, é compreender o que são fundos propriamente.

O que são fundos de investimento?

É como fazer um investimento em conjunto e dividir os gastos e a renda das aplicações com outras pessoas. Funciona assim: um grupo de investidores (cotistas) pagam cotas e o administrador do fundo as aplica (investe). 

As aplicações do fundo podem ser em diferentes ativos, o que os torna uma boa opção de diversificação para quem não quer se expor diretamente aos ativos. 

Além disso, os fundos podem ser focados somente em renda fixa, por exemplo, ou outro tipo de investimento. E também podem ser fundos multimercado, aplicando em vários segmentos.

Muitos professores e especialistas em finanças comparam os fundos de investimento com condomínios: vários moradores (investidores) pagam uma taxa de condomínio (cota) que será administrada pelo síndico (gestor do fundo) para o bem comum naquele espaço (rentabilidade).

No caso de um fundo NFT não é diferente.

+ Investir em NFT vale a pena?

Como funciona um fundo NFT?

Um fundo de NFT tem o mesmo princípio. Ao invés de aplicar em investimentos de renda fixa, ações ou até mesmo criptomoedas, eles aplicam em tokens não-fungíveis. Se os tokens valorizarem, podem ser vendidos e os cotistas lucram.

Ou seja, ao invés do investidor comprar diretamente um token não-fungível, ele compra a cota de um fundo que aplica nesses ativos. Assim, tem direito a um percentual da (possível) rentabilidade.

Esse percentual da rentabilidade será equivalente ao valor da cota que o investidor comprou: quanto maior a cota (mais cara), maior a parcela de rentabilidade a que ele terá direito. 

Existem fundos de NFT que aplicam exclusivamente nesses ativos, mas há também aqueles que mesclam, aplicando em NFTs e ETFs, por exemplo. 

painel escrito nft ligado a outros cards
Fundos de NFT são novidade no Brasil

Quais fundos NFT existem no Brasil e no mundo?

Os primeiros fundos NFT aqui no Brasil foram lançados em outubro de 2021 pela Vitreo. O Cripto NFT e o Coin NFT, por enquanto, são as únicas opções desse tipo no mercado brasileiro. 

Cripto NFT é um fundo voltado para investidores qualificados com aporte mínimo de R$5 mil. A exemplo do que foi explicado acima, ele aplica apenas em tokens não-fungíveis e nenhum outro tipo de ativo. 

Ou seja, está 100% suscetível à valorização dos tokens que o compõem. Por isso é indicado para investidores com perfil mais arrojado, dispostos a correr maior risco das variações desse mercado. 

Já o Coin NFT é um fundo mais alinhado com perfis moderados de investidores ou iniciantes e investidores de varejo. Isso porque, ao contrário do primeiro fundo, esse investe em NFTs e também em EFTs, variando um pouco a cesta de ativos.

De acordo com a Vitreo, 20% do fundo é composto por tokens não-fungíveis e 80% são de ETFs de criptoativos como QBTC11, QETH11 e o HASH11. O aporte mínimo, neste caso, é de R$1 mil.

Confira o resgate, as taxas e impostos de cada um dos fundos da Vitreo:

Cripto NFT (D+10)Coin NFT (D+5)
Taxa de administração de 1,4% ao anoTaxa de administração de 0,34% ao ano
Taxa de performance – 20% sobre o que exceder 100% do IDCOTS+2%Taxa de performance fundos investidos – 20% sobre o que exceder 100% do ICE US Treasury Short Bond Index TR +2% (em reais)
Imposto de Renda (tabela de tributação regressiva e sujeito a come-cotas) e IOF

Outros fundos de tokens não-fungíveis no mundo

No mundo, também já existem outros fundos NFT. Um dos mais famosos é o Defiance Digital Revolution ETF, que compra ações de empresas que operam serviços de emissão, criação e comercialização de NFTs.

Outro exemplos são o Bitwise Blue-Chip NFT Index Fund, lançado pela norte-americana Bitwise com investimento mínimo de US$25 mil. E o fundo da financeira Wave Financial, que divide os aportes em NFTs e plataformas e protocolos de metaverso e finanças descentralizadas.

Esses fundos, assim como as próprias NFT, são novidade no mercado. Por isso é fundamental entender o assunto e estar disposto a se expor aos riscos dessas aplicações. 

Ainda que os fundos diminuam a exposição direta a esses ativos, o fator risco não desaparece. 

Além disso, existem tokens que não valem a pena, então tenha atenção para não cair em meras jogadas de marketing. Também é fundamental compreender o funcionamento do fundo antes de comprar uma cota.

O conteúdo foi útil? Então compartilhe com seus amigos que querem entrar no mundo dos tokens não-fungíveis também e deixe sua opinião nos comentários!

SPC e Serasa: veja como funciona e qual a diferença

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casal sentado no sofa analisando contas no SPC

Se tem algo que os consumidores têm medo é ouvir as palavras SPC e Serasa. As funções de ambas se confundem, pois registram dados pessoais como CPF, endereço e dívidas atrasadas. Elas atuam como empresas prestadoras de serviços.

Embora bem conhecidas no cenário mercadológico, muita gente ainda tem dúvida e confunde os conceitos e funcionalidades do Serasa e do Serviço de Proteção ao Crédito – SPC.

Em tese, costumam fornecer informações para lojas e/ou bancos para ajudar e dar mais segurança para que possam emprestar dinheiro ou efetuar algum tipo de financiamento.

Mas o SPC e o Serasa são a mesma coisa? Não! O SPC Brasil é o sistema de informações das Câmaras de Dirigentes Lojistas (CDL). É um grande banco de dados com informações sobre crédito de pessoas físicas e pessoas jurídicas. Esse banco serve quando empresas por todo o Brasil vão conceder crédito a algum consumidor.

Enquanto isso, a Serasa Experian é também um banco de dados com uma série de serviços de informações para ajudar na tomada de decisões das empresas. Então, os serviços da Serasa incluem soluções em todas as etapas de negócio, que vão da prospecção à cobrança.

O fato é que SPC e Serasa não têm como função somente checar o CPF. No entanto, possuem também soluções para auxiliar os consumidores e os negócios. Uma vez que atuam na tratativa dessa situação junto às empresas e bancos.

Vamos explicar como consultar SPC e Serasa – que agora pode ser pelo celular.  Falaremos, principalmente, qual é a diferença entre os serviços. Continue a leitura para saber mais!

+ 7 melhores opções de cartões de crédito sem consulta ao SPC e Serasa

O que é e como funciona o Serasa?

Em primeiro lugar, o Serasa é uma empresa que presta serviços e possui um grande banco de dados. Em seu sistema constam informações de cidadãos e empresas, que indicam dívidas vencidas e não pagas.

Além disso, há registros de protesto de título, ações judiciais, cheques sem fundos e outros provenientes de fontes públicas e oficiais.

As informações citadas são fornecidas às empresas e/ou bancos que contratam o serviço. Com o objetivo de dar suporte às decisões e transações, e torná-las mais seguras.

Em outras palavras, a Serasa é uma empresa privada para análise e fornecimento de informações, usadas na hora de conceder crédito a um consumidor. Muitos têm dúvidas quanto a isso, mas o Serasa não é uma empresa do governo. Criada em 1968, ela faz parte do Grupo Experian desde 2007.

Ou seja, as funções do Serasa incluem registro sobre dívidas e uma área exclusiva para pessoas físicas, o Serasa Consumidor. Nessa área é onde o usuário acompanha se seu nome está sujo e como resolver a possível negativação.

Mulher acessando o site do SPC e Serasa
Apesar de serem um grande banco de dados, os serviços do SPC e Serasa possuem suas diferenças

O que é e como funciona o SPC?

A sigla SPC significa Serviço de Proteção ao Crédito. Ele funciona como banco de dados de informação sobre crédito, que possui caráter público. É um sistema de dados das Câmaras de Dirigentes Lojistas (CDL), que é alimentado também por associações comerciais.

O sistema de consulta do SPC ajuda para que as empresas e bancos concedam crédito aos consumidores e possam iniciar negociações. Surgiu no ano de 1955 e ainda é utilizado por diversas empresas. Essas podem ter acesso ao CPF de mais de 180 milhões de pessoas.

De acordo com o Código de Defesa do Consumidor, tanto SPC quanto Serasa deverão sempre fornecer informações necessárias ao cidadão. Confira o texto abaixo:

Art. 43. O consumidor, sem prejuízo do disposto no art. 86, terá acesso às informações existentes em cadastros, fichas, registros e dados pessoais e de consumo arquivados sobre ele, bem como sobre as suas respectivas fontes.

1° Os cadastros e dados de consumidores devem ser objetivos, claros, verdadeiros e em linguagem de fácil compreensão, não podendo conter informações negativas referentes a período superior a cinco anos.

2° A abertura de cadastro, ficha, registro e dados pessoais e de consumo deverá ser comunicada por escrito ao consumidor, quando não solicitada por ele.

3° O consumidor, sempre que encontrar inexatidão nos seus dados e cadastros, poderá exigir sua imediata correção, devendo o arquivista, no prazo de cinco dias úteis, comunicar a alteração aos eventuais destinatários das informações incorretas.

4° Os bancos de dados e cadastros relativos a consumidores, os serviços de proteção ao crédito e congêneres são considerados entidades de caráter público.”

Quais as principais diferenças entre SPC e Serasa?

O SPC e Serasa possuem funções bem parecidas. No entanto, há diferenças entre as empresas que os consumidores precisam saber.

O banco de dados, por exemplo, no caso do SPC, é coletado por lojistas credenciados. Enquanto o Serasa obtém através de bancos e instituições financeiras.

Além do banco de dados, outra diferença entre as empresas de proteção ao crédito é com relação às suas fundações.

O Serasa é uma parceria entre a Associação dos Bancos do Estado de São Paulo e a Federação Brasileira das Associações de Bancos, que acabou sendo vendido ao grupo Experien.

Já o SPC foi fundado por um grupo composto por doze empresas. Ele é financiado pelas associações comerciais brasileiras, conforme a Câmara de Dirigentes Lojistas.

No entanto, uma das principais diferenças está relacionada à consulta do CPF. Como explicamos nos tópicos anteriores, na Serasa é possível realizar uma consulta ao CPF grátis na internet, após preencher um cadastro no Serasa Consumidor.

No SPC, precisa ir ao balcão da Entidade ou adquirir créditos para consultar no SPC Net.

Uma das principais questões para quem acessa esses serviços é ver se o nome está negativado e limpá-lo. No site Serasa Consumidor, você tem acesso ao Limpa Nome Online.

Através dele pode negociar suas dívidas de casa e ter acesso a diversos canais de negociação, como e-mail, telefone e chat.

Para limpar o nome na Serasa, é necessário acessar esse sistema. Depois, verificar as dívidas em que há a possibilidade de negociação com as empresas participantes, selecionar a opção de pagamento mais adequada a você e imprimir o boleto bancário para quitar.

Limpar o nome no SPC funciona assim: ao receber uma notificação de que há pagamentos em atraso, o consumidor pode procurar a empresa credora e realizar o pagamento desse débito pendente.

Quais são os tipos de informação fornecida pelo SPC e Serasa?

As informações fornecidas pelas empresas são distintas e variam de acordo com o que cada comerciante deseja consultar.

Essa escolha acontece mediante a situação de cada cliente, que determina qual dos dois serviços, se o SPC ou Serasa.

O Serasa está ligado mais à parte de serviços financeiros, como dívidas com bancos e instituições financeiras. Isso inclui operações com cheques sem fundos, dívidas com cartão de crédito ou financiamento em atraso.

Enquanto isso, o SPC disponibiliza informações de consumidores com dívidas no comércio em geral, o que inclui dívidas com empresas de água ou de energia.

Além de SPC e Serasa, existe também o SCPC – Serviço Central de Proteção ao Crédito, administrado pela Boa Vista Serviços.

Antigamente, todas as Câmaras de Dirigentes Lojistas estavam ligadas ao SPC. E foi aí que surgiu o SCPC, com a divisão do banco de dados.

Quais são as dúvidas sobre SPC e Serasa?

Agora que você já sabe as diferenças entre ambas as empresas de proteção de crédito e como funcionam, tire as principais dúvidas sobre os órgãos.

#1. Por quanto tempo meu nome pode ficar sujo no SPC ou Serasa?

O consumidor fica com o “nome sujo” ou negativado até que a dívida seja paga. Quando há o pagamento, a empresa credora deve solicitar a exclusão do consumidor da lista de devedores.

Se a dívida não for paga em até cinco anos e a empresa credora não utilizar meios jurídicos para que o pagamento seja feito, a restrição ao nome do consumidor é excluída automaticamente dos cadastros do SPC e Serasa.

Alguns boatos dizem que o tempo limite é de três anos, mas o prazo legal é de cinco anos. A contagem do prazo tem início a partir do vencimento da conta, ou seja, quando o consumidor disse que pagaria a dívida e não o fez.

#2. O que acontece com a renegociação?

É muito comum que as pessoas endividadas renegociem a dívida para que consigam pagar menos juros e, até mesmo, um valor menor do que o devido.

Nesse sentido, a empresa e o consumidor entram em um consenso sobre valor e formas de pagamento.

Então, quando o consumidor renegocia uma dívida, outra está sendo criada. Logo, uma nova data de pagamento, valor e parcelas podem ser alterados.

Vale lembrar que assim que o devedor faz o primeiro pagamento da renegociação seu nome, retira-se o nome do cadastro de negativados.

Ou seja, se, por algum motivo, a dívida não for quitada, o nome do consumidor volta aos órgãos de restrição ao crédito.

Dessa forma, será feita uma nova contagem de cinco anos até que o nome suma automaticamente dos sistemas.

#3. Após a prescrição, a empresa pode continuar cobrando a dívida?

O nome do devedor deve ser excluído do cadastro negativo do SPC e Serasa após os cinco anos do vencimento da dívida. Após essa data, o credor não pode cobrar judicialmente que o consumidor pague a dívida. Mas pode continuar com os processos já abertos.

Além disso, o estabelecimento continuará cobrando por meio de telefone e carta o consumidor endividado.

+ Mitos e verdades sobre prescrição de dívidas que você precisa saber

4 – Já quitei minha dívida. E agora?

De acordo com o Código de Defesa do Consumidor, o prazo para uma pessoa ter o seu nome retirado do SPC e Serasa são de cinco dias úteis, desde que a inadimplência seja regularizada.

5 Posso ter o crédito recusado pela empresa a que devia?

Não existe uma lei que obrigue uma instituição ou empresa a conceder crédito a algum consumidor, desde cartão de crédito, financiamentos e outros tipos de negociações.

Existem empresas que se negam a confiar novamente em um consumidor após o endividamento. Há outras, porém, que são mais flexíveis na concessão de crédito.

+ É preciso pagar para consultar nome no SPC?

Quais são os golpes ligados ao SPC e Serasa?

Antes de tudo, se você reparar, há dezenas de anúncios na internet e nas ruas sobre maneiras miraculosas para tirar o nome do SPC e Serasa. Portanto, cuidado com isso! 

Frases como “tire o nome sujo sem precisar pagar a dívida” são comuns no dia a dia. Mas tenha cuidado. Esse tipo de propaganda é enganosa e golpistas podem estar se aproveitando de sua ingenuidade.

Se fosse assim tão fácil, certamente seria o negócio mais lucrativo do país, já que o número de endividados aumenta no decorrer dos anos.

Recapitulando o conteúdo já dado, caso seu nome esteja em algum dos órgãos, veja como tirar rapidamente:

  • Regularize o crédito: se dirija ao estabelecimento ou faça um acordo de pagamento.
  • Aguarde a exclusão do nome no cadastro: a empresa tem até cinco dias úteis e deve conceder um documento de quitação da dívida.
  • Se após o prazo o nome do consumidor ainda estiver negativado, o mesmo poderá pedir indenização por danos morais.

Por fim, para não ter problemas, nem com SPC nem com Serasa, manter uma organização financeira é essencial.

Gostou do nosso conteúdo? Então continue navegando em nosso site e confira agora mesmo: “como limpar o seu nome no SPC ou Serasa” para ficar ainda mais por dentro do assunto!

Saiba o que é Altcoin e qual a diferença para o Bitcoin

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Fileiras de criptomoedas e várias espalhadas ao lado com gráfico ao fundo

Quem investe sabe que opções de criptomoedas no mercado não faltam. E hoje é dia de conhecer a Altcoin, que foi criado após o Bitcoin, trazendo diferentes casos de uso e ferramentas para o setor financeiro.

Em 2017, as Altcoins começaram a se destacar por conta da sua variedade e possibilidades de investimento. Por esse motivo essas moedas virtuais começaram a ganhar cada vez mais espaço no mercado financeiro.

Quer saber o que é essa criptomoeda, como ela funciona e as suas vantagens? É o que você vai ler neste artigo, além de outras informações importantes.

O que é o Altcoin? 

Para quem ainda não conhece a Altcoin, ele é uma moeda alternativa para o uso do Bitcoin. Sendo assim, todas as outras criptomoedas que não são Bitcoins são consideradas Altcoins.  Agora ficou mais fácil de entender, certo?

Dessa forma, muitas criptomoedas nasceram com o objetivo de serem utilizadas em diferentes sistemas, mas funcionando como um combustível da blockchain. Uma vantagem é que qualquer pessoa que conhece programação consegue criar uma Altacoin.

Mas vale ressaltar que para se ter sucesso na criação de qualquer moeda virtual depende de diversos fatores. Porém, para quem não sabe o código do Bitcoin é aberto e pode ser alterado por qualquer pessoa.

+ Staking de criptomoedas: descubra o que é e como funciona?

E por este motivo, é comum que programadores de diversos países tenham criado os Alticoins para serem utilizados em seus projetos. 

É dessa forma que surge uma Altcoin: com a necessidade ou vontade de criar algo novo dentro de um espaço financeiro que é democrático. E tudo isso é baseado na lei da oferta e da procura.

Conheça os principais Altcoins

Você já deve imaginar que Altcoins espalhados por aí não faltam, certo? São mais de 7.600 criptomoedas criadas. Mas separamos as mais importantes para você conhecer!

-> Ethereum: esta é considerada a maior Altcoin por capitalização de mercado. É a primeira blockchain com foco nos contratos inteligentes e nos aplicativos descentralizados, dando início à Blockchain 2.0 e várias aplicações.

-> Litecoin: é a atualização do Bitcoin com mais velocidade para a confirmação de transações, menos taxas e uma maior escalabilidade. É a moeda de aceitação geral.

-> Ripple: tem objetivos parecidos com o do Litecoin, porém para bancos e grandes instituições financeiras. Já chegou a ser a maior Altcoin do mundo.

-> Cardano: plataforma de blockchain que integra múltiplos serviços em um único lugar por meio de contratos inteligentes e aplicativos descentralizados que rodam em sua rede. 

Altcoin x Bitcoin: qual é a diferença?

Que todas as outras criptomoedas que não são Bitcoins são consideradas Altcoins isso você já sabe. Mas, qual será que é exatamente a diferença entre elas? Por que elas não são também consideradas um Bitcoin?

Criptomoeda Bitcoin com seta de gráfico no fundo
Toda criptomoeda que não é Bitcoin é Altacoin

Primeiro, você precisa entender que ambas têm suas características e desempenhos diferentes. E, por esse motivo, muitas pessoas estão escolhendo os Altcoins, justamente para se diferenciar dos demais.

+ O que são smartcoins e como funcionam?

Principais diferenças do Altcoin em relação ao Bitcoin:

-> o Altcoin tem um algoritmo diferente;

-> estrutura de funcionamento diferenciada. Isso porque nem todas usam o Blockchain;

-> para cada Altcoin há uma estrutura de funcionamento diferente;

-> quase todas as Altcoins nasceram com o objetivo de trazer mais velocidade nas transações;

-> o preço de mercado se difere.

Quais são as vantagens das Altcoins? 

Se você está pensando em investir em uma Altcoin precisa conhecer quais são as principais vantagens que esse tipo de criptomoeda oferece, certo?

O grande benefício deste tipo de criptomoeda é que ela pode ser negociada por um valor menor do que o Bitcoin. Além da possibilidade de oferecer uma perspectiva de ganho futuro maior.

Vale ressaltar ainda que algumas Stablecoins, um dos tipos de Altcoins, podem ser comparadas com o dólar, por serem consideradas moedas fortes no mercado. Por esse motivo, essa Altcoin acaba trazendo mais segurança para quem investe.

Mas com as vantagens também surgem os riscos que esse investimento pode trazer. Isso porque a ausência de uma regulação deste tipo de criptomoeda e o critério podem acabar comprometendo a liquidez da aplicação.

+ Veja o que o vídeo da nossa especialista sobre as Altcoins

Qual é o futuro das Altcoins?

O futuro das Altcoins é bem promissor. Além disso, a moeda promete ganhar cada vez mais espaço no mercado financeiro, assim como tem sido com o Bitcoin. O seu crescimento exponencial já tem sido visto por vários especialistas como fundamental e otimista.

+ Bitcoin movimenta R$ 27 bilhões em apenas três meses no Brasil

E não só as Altcoins. As moedas digitais como um todo são bem promissoras e têm conquistado o gosto dos investidores.

A expectativa é para que, nos próximos anos, as criptomoedas dominem o mercado financeiro, inclusive muitos dizem que elas têm alta capacidade de substituir os métodos de pagamentos tradicionais.

Muitas empresas, inclusive, já aceitam pagamentos em criptomoedas. E essa tendência pode aumentar cada vez mais nos próximos anos.

Quer saber mais sobre o assunto? Confira o e-book do FinanceOne sobre criptomoedas e fique por dentro de todos os detalhes!

Confira 16 dicas para se dar bem na entrevista de emprego

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duas pessoas numa entrevista de emprego para trabalho temporário

O seu currículo está bem estruturado com todas as informações pertinentes, e já foi recebido pelo setor de RH. O seu último e-mail é um convite para participar da entrevista de emprego que acontecerá na próxima semana. E agora, o que deve ser dito?

Como se comportar e qual roupa vestir? Será que consigo fazer uma lista com os prós e contras da minha personalidade? E se me perguntarem sobre a empresa também?

As respostas para essas perguntas você encontrará aqui!

Como se dar bem na entrevista de emprego

Tudo aquilo que é novo e sai da zona de conforto traz insegurança, medo, pode reforçar a ansiedade e acaba deixando as pessoas ainda mais tensas e nervosas.

A sensação de ser avaliado contribui para que esses sentimentos fiquem aflorados. Pensando nisso, listamos 15 dicas para você se ver livre dos perrengues e se sair muito bem na entrevista de emprego.

Seguindo a cada uma delas a contratação estará muito próxima de você. Confira!

1. Pesquise sobre a empresa

Estude sobre o local que deseja trabalhar. Se você se candidatou ao cargo que está vago, é porque há um interesse por essa empresa ou instituição. Entenda sobre a missão, visão e os valores do lugar que poderá te empregar, principalmente sobre seu mercado de atuação, trajetória, público-alvo e concorrentes.

Absorva o máximo de informações que conseguir, converse com profissionais que já trabalham por lá ou que exercem a profissão no mesmo segmento.

Com esse conhecimento sobre a organização em mãos, você poderá sair na frente dos outros candidatos e causar uma boa impressão ao entrevistador.

2. Atenção às suas mídias digitais

Os recrutadores pesquisam seus candidatos nas mídias digitais e isso pode ser um fator positivo ou negativo, dependendo da forma como se comporta no mundo virtual.

Então, além da atualização dos seus perfis no Linkedin, Instagram, Facebook ou Twitter, analise-os e veja se está em conformidade com aquilo que você mostra nas entrevistas de emprego.

+ 15 dicas para arrumar emprego pelo LinkedIn

3. Saiba o que vestir

Se o local for formal, tente adequar as suas roupas a ele. Busque tons neutros, confortáveis e limpos. Você precisa estar em evidência, a sua roupa não.

Tente não exagerar em penteados, transparências, cores, perfumes ou maquiagem.

Se o ambiente for mais descontraído o leque de opções pode aumentar, mas as recomendações iniciais continuam sendo válidas.

4. Tenha seus objetivos em mente

Por que você quer trabalhar nessa empresa”? “Quais são os seus principais objetivos como novo funcionário”? “Quais são as suas expectativas para o cargo”?

Tente responder mentalmente a essas perguntas para não ser pego de surpresa na hora da entrevista.

5. Esteja preparado para responder

É difícil desvendar quais perguntas o preparador fará, mas tente pensar em boas respostas para as mais comuns. Contudo, existem algumas perguntas comuns em entrevistas e processos seletivos.

Portanto, antes da entrevista, busque quais são elas e formule respostas para cada uma delas. 

6. Esteja atento a sua comunicação verbal e não verbal

Em uma entrevista de emprego você precisa se vender, literalmente. Por isso, estar atento à sua comunicação verbal e não verbal é muito importante. Lembre-se que mesmo que você não fale, os seus gestos podem dizer muita coisa sobre você.

Dessa forma, uma dica é treinar o que você deseja falar para não gaguejar na hora. Você também pode treinar o seu tom de voz para que ele não fique muito alto e nem muito baixo, a sua fala precisa ser segura e clara para o entrevistador.

Outro fator importante é a sua postura, mantenha ela sempre alinhada e cuidado ao gesticular muito. Isso pode acabar te prejudicando.

7. Sinta-se confiante

Acredite no seu potencial, mantenha-se seguro e tente seguir todas as recomendações.

Dessa forma, você será capaz de lidar com o nervosismo e não entrará em contradições ao falar.

Você já estudou e pesquisou, agora basta manter-se tranquilo e ser positivo para que as próximas etapas fluam perfeitamente.

8. Desligue o celular

Evite o momento constrangedor que poderá acontecer se o seu telefone tocar ou de repente o alarme despertar.

Antes mesmo de apresentar-se na recepção, certifique se o seu aparelho não o colocará em uma cilada.

9. Não se atrase para a entrevista

Ser pontual em uma entrevista de emprego é o básico para quem está se candidatando. Isso porque você começa a ser avaliado antes mesmo de chegar e, a pontualidade é levada em consideração.

Por isso, saia cedo de casa e se planeje para caso tenha algum imprevisto. É importante lembrar que você pode pegar trânsito no meio do caminho ou pode se perder, se não conhecer o local.

Além disso, o ideal é que você chegue com uma determinada antecedência para que possa ir ao banheiro e beber uma água, se quiser. Procure chegar 10 ou 15 minutos antes do horário marcado.

Vale ressaltar que ao chegar atrasado você estará causando uma má impressão para a empresa.

10. Seja cordial

Cordialidade, educação e gentileza nunca é demais. Portanto, cumprimente as pessoas e agradeça ao final da entrevista. Gestos simples são buscados pelas empresas e também são analisados pelo recrutador.

11. Fale sobre as suas competências

Mostre as suas habilidades, fale sobre os assuntos que você domina e que tenham a ver com a vaga que está concorrendo.

Apresente seus últimos trabalhos e especializações para que o entrevistador veja que você é um ótimo candidato ao cargo.

12. Fique atento

Não se disperse, mantenha a atenção ao que for dito. Se a entrevista ocorrer em grupo, repare no que os colegas estão dizendo.

A falta de atenção é perceptível e não saber falar sobre algo em um determinado momento por falta dela é um fator negativo.

13. Não enrole

Seja claro e objetivo ao se apresentar ou responder a uma pergunta. O entrevistador sabe quando você está apenas enrolando para tentar ganhar tempo ou alguma vantagem.

14. Seja ético

Em algum momento você terá que falar sobre o seu antigo emprego a menos que ainda não tenha tido experiências.

+ Empregos: como definir sua pretensão salarial?

Então, evite falar mal da empresa, chefe ou colegas, ao ser questionado sobre o seu desligamento ou como era realizado o trabalho anteriormente.

15. Pergunte

A entrevista é um diálogo e não há a necessidade de você se limitar a apenas responder perguntas. Quando surgir uma dúvida pergunte, não tenha medo.

Apenas mantenha a atenção para que a pergunta não seja óbvia demais.

16. Tenha em mente todo o seu histórico de trabalho

Saber falar sobre a sua trajetória profissional é fundamental para que você mostre ter conhecimento de tudo que os cargos anteriores.

Procure anotar em um papel todos os lugares que já trabalhou e as tarefas que desempenhou em cada um deles. Você não vai usar o papel na hora da entrevista, mas isso vai te ajudar a lembrar de cada trabalho seu.

menina na frente do computador
Antes de qualquer entrevista de emprego, pesquise sobre a empresa e a posição

Além disso, seja objetivo e seguro na hora de falar e dê destaque às suas conquistas dentro da empresa. Fale algo que você tenha mudado nos trabalhos anteriores.

Mas antes: em nenhum momento minta sobre ter feito algo que não aconteceu, isso vai te prejudicar caso passe na entrevista. 

E se a entrevista de emprego for online?

Com a realidade da pandemia, muitos processos seletivos passaram a ser online. Essa etapa está se tornando mais comum e, na realidade, trata-se de mais uma forma que os recrutadores têm de conhecer você.

Nelas, alguns cuidados necessários são os mesmos de uma entrevista presencial. Contudo alguns cuidados especiais são necessários.

Portanto, o ideal é seguir as normas previstas. Então, utilize essa oportunidade para despertar interesse sobre você e sua trajetória.

1. Garanta que a sua conexão está funcionando

Se a entrevista é online a sua internet precisa ser de boa qualidade, já pensou se no meio da conversa ela trava ou cai? É claro que imprevistos podem acontecer, mas é melhor tentar evitá-los, certo?

Nesses casos, a dica é ficar bem perto do modem para evitar a oscilação da internet, você pode até mesmo usar a internet do seu celular para se sentir mais seguro neste quesito.

E lembre-se que a internet pode cair uma vez, mas ficar travando toda hora pode acabar não sendo bem visto pelo recrutador.

2. Se atente ao fundo e enquadramento

Ao se preparar para a entrevista online procure sentar em um local neutro, a parede não pode chamar mais atenção que você. Evite locais que tenham muitos objetos que podem acabar fazendo com que o recrutador não preste atenção no que você está falando.

E por isso, o mais indicado é que você escolha uma parede totalmente lisa e de cor clara, que beneficiará a sua imagem na hora da entrevista. 

Outro fator fundamental é o enquadramento, já que ele vai ajudar o entrevistador a ter uma ideia sobre a sua imagem. O ideal é que a câmera pegue da altura do seu peito e o seu rosto todo, nada de cortar o rosto, hein?

3. Ambiente

Escolha um lugar silencioso e organizado para fazer a sua entrevista. Isso porque, qualquer barulho exterior pode dificultar a captação do som.

4. Aparência

Vista-se como se você fosse a uma entrevista de emprego presencial. Baseado na sua pesquisa sobre a empresa e a vaga, escolha entre uma roupa mais formal ou mais casual.

É importante que o traje não fuja do contexto ou se destaque mais do que o conteúdo.

5. Fale olhando para a câmera

Não é porque a entrevista é online que ela precisa ser fria, certo? Por isso, procure olhar para a câmera ou para a pessoa que está conversando com você. Isso mostra interesse na vaga.

E também é importante agir com naturalidade, lembre-se que por mais que a entrevista seja online, você ainda estará sendo avaliado. Então, nada de bocejar e fazer caras e bocas.

6. Conteúdo

Por mais que as entrevistas online sejam curtas, na maioria das vezes, servem para instigar o recrutador. Por isso, aparecer lendo não é uma boa ideia.

Escreva um roteiro simples e objetivo, que resuma bem quem você é, pelo menos profissionalmente. Leia várias vezes até que consiga falar para a câmera com segurança.

Não decore palavra por palavra, porque pode não parecer sincero e natural. Evite tocar nos pontos exatos do seu currículo, porque o recrutador já tem acesso a ele.

Foque em explicar os movimentos da trajetória.

Por exemplo:

  • Por que escolheu migrar para outra área?
  • Quais habilidades desenvolveu em tal etapa da carreira?
  • O que fez para se desenvolver no período em que esteve desempregado?

Contar por ordem cronológica, nesse caso, é uma boa ideia. No entanto, se você quer se diferenciar ainda mais, trace a história de uma forma criativa, que faça sentido e tenha coerência.

Por fim, tome cuidado para não deixar o vídeo relaxado ou descontraído demais.

Opte por um modelo de currículo resumido na entrevista de emprego

Antes de mais nada, um currículo bem escrito, que destaque o que realmente é relevante, pode atrair a atenção do recrutador e garantir o convite para uma entrevista de emprego.

Elencar as experiências, fornecer as informações principais e adequar os dados de acordo com o cargo a que se destina a vaga é fundamental.

Portanto, seu currículo deve ser escrito de uma forma a ser lido rapidamente, com frases curtas, linguagem simples e que não tenha mais de uma página.

O que ele deve conter?

  • Dados pessoais atualizados, como nome, sobrenome, endereço, telefones de contato e e-mail;
  • Objetivo Profissional, que esteja de acordo com o que é solicitado para a vaga;
  • Formação Acadêmica.

Conte para nós: como você costuma se sair nas entrevistas? Utilize este passo a passo e nos diga se deu certo!