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O que é Factor Investing e como funciona: conheça a estratégia para escolher ações

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Homem segura notas de dinheiro em frente ao computador

Já ouviu falar no termo Factor Investing? Se você investe em ações na Bolsa de Valores, é interessante conhecer essa metodologia que pode te ajudar a alcançar retornos acima do mercado.

Isso mesmo, é uma metodologia. Afinal, investir não é só uma prática de aplicar dinheiro aleatoriamente.

Existem diferentes formas, filosofias, estratégias e métodos para fazer isso. E o Factor Investing é um deles.

Mas, afinal, do que se trata?

Basicamente, Factor Investing é uma estratégia para investir em ações. Esse método é utilizado para identificar empresas e ações da Bolsa de Valores com maior potencial de ganhos no longo prazo.

Por isso, quem o aplica tem maior potencial de ganhos, podendo alcançar retornos até mesmo mais elevados que os do mercado. Além disso, foi projetado para aumentar a diversificação e gerenciar melhor os riscos do investimento.

Como funciona e como se aplica o Factor Investing?

Na tradução para o português, o nome da estratégia já entrega do que ela se trata: “fatores de investimento”. Esses fatores determinam quais serão os principais critérios para montar uma carteira, prezando pela diversificação.

Ou seja, o que determina o retorno de qualquer tipo de ativo? Quais fatores podem ser analisados na hora de escolher uma ação?

Na hora de fazer o investimento, o investidor não vai analisar ativos ou ações em si, mas sim os fatores, com base em regras e requisitos estratégicos.

Mas que fatores são esses? Falamos mais sobre eles a seguir!

Homem escolhe ações aplicando o Factor Investing
Factor Investing ajuda a construir carteira de investimentos mais diversificada e rentável

Quais são os tipos de fatores do Factor Investing?

Fica mais fácil entender o que é o Factor Investing depois que conhecer quais são esses fatores, que vão determinar a escolha dos ativos e como deve ser o retorno dessas ações.

Existem vários, mas basicamente eles podem ser divididos em dois grandes grupos: Macroeconômicos e os Fatores de Estilo.

Macroeconômicos

Entre os Fatores Macroeconômicos estão eventos mais amplos, que podem impactar todo o mercado financeiro e categorias de ativos de investimentos.

Alguns exemplos de fatores macroeconômicos são:

  • inflação
  • juros e taxas
  • crescimento econômico do país
  • crédito
  • liquidez
  • mercados emergentes

+ Como a dívida pública afeta os seus investimentos?

Fatores de Estilo

Já os Fatores de Estilo são aqueles que afetam ativos financeiros específicos. Eles podem ser classificados em fatores de: valor, momento, qualidade, volatilidade e tamanho.

Valor

Em relação a valor, por exemplo, o investidor avaliar fatores que podem indicar ações que podem estar subvalorizadas ou até supervalorizadas (valendo mais do que deveriam).

Momento

O fator momento é sobre avaliar o desempenho das ações no passado para tentar projetar como elas vão se comportar no futuro.

Qualidade

Já o fator qualidade está diretamente relacionado às qualidades da empresa, como baixo endividamento e ganhos estáveis, por exemplo.

Volatilidade

Ações com volatilidade menor (mais estáveis), em geral, são a preferência no Factor Investig. Isso porque podem alcançar retornos maiores ajustados ao risco.

Tamanho

Esse fator se refere ao tamanho das empresas. Ações de empresas menores podem apresentar tendência de crescimento e, portanto, maior potencial de retorno.

No Factor Investing, esses fatores são a base da carteira, que deve ser construída prezando pela diversificação e objetivando lucros maiores.

Alguns especialistas em finanças definem o método como um tipo de gestão que seria intermediária entre a Gestão Ativa e a Gestão Passiva.

Gostou do conteúdo? Confira mais publicações sobre investimentos em ações e bolsa de valores:

+ Investimentos em ações: quais são os impostos cobrados?
+ Como comprar ações na Bolsa de Valores em 4 passos
+ Qual a diferença entre ações e ETFs?

“Não perturbe”: veja como fazer o bloqueio de telemarketing

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Pessoa segurando um celular recebendo chamada de número desconhecido

Cansado de ligações seguidas de telemarketing? Temos uma solução! As principais operadoras de telecomunicações do país possuem a plataforma digital do Cadastro Nacional de “Não Perturbe”.

O site é um canal no qual podem se cadastrar pessoas que não desejam mais receber chamadas de telemarketing dos serviços de telefonia, de dados e de TV paga. Então, para deixar de receber essas chamadas, o consumidor deve preencher o formulário de inscrição na plataforma.

Como resultado, a suspensão das chamadas pelas empresas de telecomunicações ocorrerá em até 30 dias, contados da data do cadastramento. Por isso, a lista é única e agrega as principais empresas do setor: Algar, Claro/Net, Nextel, Oi, Sercomtel, Sky, TIM e Vivo.

Além disso, as empresas que não cumprirem o pedido do consumidor podem ser multadas em até R$ 50 milhões.

De acordo com a Anatel, somente em maio de 2021 já foram registradas mais de 190 mil reclamações referentes a ligações indesejadas.

Conforme a agência, a lista do “Não me perturbe” vale para todo o Brasil e não substitui os cadastros geridos por PROCONs em algumas Unidades da Federação.

bloqueio de telemarketing
O Não me Perturbe é um site que impede empresas de telemarketing realize ligações para o seu número

Como realizar o bloqueio de telemarketing

Antes de mais nada, para realizar o bloqueio de telemarketing, você precisa acessar o site “Não me Perturbe” e clicar em Quero me Cadastrar. Em seguida, forneça seu nome e sobrenome, CPF, e-mail e uma senha.

Feito isso, imediatamente o site envia um e-mail de confirmação para a sua caixa de entrada. Depois, confirme o seu cadastro.

Agora, volte a página do Não me Perturbe, realize seu login e acesse a sua conta. Lá, você clicará em novo bloqueio. O site automaticamente usará os dados informados em cadastro.

Logo abaixo, você terá um campo de prestadoras de serviços de telecomunicações e instituições financeiras das quais você não deseja receber ligações. Selecione as que você não possui interesse.

Caso não tenha interesse em nenhuma, selecione a caixa referente a opção Todas abaixo de empresas de telecomunicação e instituições financeiras. Por fim, clique em não sou um robô.

A princípio, depois desse cadastro as ligações serão bloqueadas em até 30 dias após o cadastro.

Empresas que fazem parte da lista do Não me Perturbe
Acima, temos as empresas que fazem parte do cadastro do Não me Perturbe

Site permite evitar ligações de telemarketing de qualquer empresa

Depois do sucesso do bloqueio de telemarketing, a Fundação Procon de São Paulo resolveu iniciar uma pesquisa a respeito de seu serviço “Não me ligue”.

Trata-se de um site que permite aos usuários bloquear chamadas de telemarketing de qualquer empresa. Com exceção de ONGs e demais entidades filantrópicas.

O “Não me Ligue” é gratuito para o usuário. No entanto, pode render multas de quase R$ 10 milhões para quem desrespeitá-lo.

De acordo com o Procon-SP, após 30 dias da inscrição no site, as empresas estarão proibidas de ligar nos números inseridos pelos usuários.

Após se cadastrar, o consumidor recebe uma senha por e-mail. Ou seja, com ela, é possível excluir e incluir telefones.

O número cadastrado fica bloqueado por prazo indeterminado. No entanto, é possível cancelar o bloqueio a qualquer momento.

Portanto, se continuar sendo importunado, o consumidor deve acessar o cadastro e informar os números ao Procon-SP, que pode multar a companhia citada.

Outros estados também possuem cadastros de bloqueio

Brasileiros são os que mais recebem mensagens e ligações indesejadas

Ligações automáticas e mensagens de texto com publicidade indesejadas são problemas enfrentados pela maioria dos brasileiros. É o que aponta a pesquisa realizada pela Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) por meio da plataforma.

O levantamento revelou que 92,5% das pessoas relataram o recebimento de ligações indesejadas.

Do total de ligações, o estudo aborda ainda que quase metade é originada por robôs e mais de 56% são ofertas de serviços de telecomunicações.

Não por acaso, o Brasil é a nação mais afetada por esse tipo de ligação incômoda. É o que aponta o relatório do aplicativo de bloqueio de chamadas Truecaller.

Em 2017, a Índia liderava o ranking, com o usuário médio do Truecaller recebendo 22,6 ligações de spam por mês. Os Estados Unidos estavam empatados com o Brasil em segundo lugar, com 20,7.

Em 2018, no entanto, enquanto a Índia foi de 22,6 para 22,3 chamadas de spam por mês, os EUA viram uma redução ainda maior: de 20,7 para 16,9.

Já o Brasil viu seu número quase que dobrar, indo para 37,5 ligações de spam recebidas por mês por usuários do aplicativo. Alguns dados do relatório do Truecaller ajudam a explicar o salto. Conforme a empresa, as chamadas de telemarketing dispararam no Brasil neste ano.

Em 2017, esse tipo de ligação representava 12% dos principais responsáveis por spam. Já em 2018, esse número foi para 36%.

O Truecaller indica que, com as eleições de 2018, o número de reclamações também aumentou. No entanto, o grande vilão das chamadas de spam segue sendo justamente as operadoras de telefonia celular.

De acordo com o relatório, elas lideraram o ranking de principais spammers do país, com 33%, e aparecem também no topo do pódio em 2018, com 32%.

Gostou do nosso conteúdo? Confira agora como funciona o Não Perturbe dos bancos.

3 principais cuidados que você precisa ter para não cair no Golpe do Delivery

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pessoa mexendo no celular na rua
Dependendo do caso, cancelamento do consignado pode ser feito pela internet. (Fonte: Divulgação)

Você já escutou falar no Golpe do Delivery? Sabe o que é? Imagine a seguinte situação: você solicitou uma pizza por um determinado aplicativo. O valor da comida é R$65. Quando o entregador chega, você efetua o pagamento. Depois da refeição, conferindo o extrato, você descobre que a transação custou R$5.000

Essa já era uma fraude bem conhecida. No entanto, o golpe do delivery ganhou forças com a pandemia, visto que o lockdown aumentou o número de pedidos por aplicativo.

De acordo com o Procon-SP, calcula-se que do início da pandemia até julho de 2020 já somavam 125 denúncias, além de mais de 600 mil reais debitados indevidamente de clientes de aplicativos de comida.

Nessas horas, surgem inúmeras dúvidas: quem é o responsável por ressarcir os clientes? Quais cuidados tomar para não sofrer o golpe? Vou receber meu dinheiro de volta? Responderemos a essas e outras perguntas a seguir:

Entenda como funciona o Golpe do Delivery

Uma das formas para evitar cair no golpe é saber como ele funciona na prática. Acontece da seguinte forma: o consumidor realiza um pedido pelo aplicativo, que repassa as informações ao estabelecimento. 

Ao solicitar o pedido, o consumidor tem diversas possibilidades de pagamento. O golpe do delivery ocorre quando a pessoa escolhe o pagamento por meio do cartão de débito ou crédito no ato da entrega.

Quando o entregador chega ao local e disponibiliza a maquininha do cartão, na maioria dos casos relatados, o visor está quebrado ou com arranhões.

imagem de uma pessoa manuseando máquina de cartão
Verifique sempre se o visor está em perfeito estado para evitar o golpe do delivery

Essa é uma parte importante do golpe: o visor danificado impede a nítida visualização do valor que está sendo digitado. Ao ser questionado se o visor está quebrado, o entregador informa que a tela está daquela forma pois sofreu uma queda e a máquina de cartão quebrou.

É nessa hora que o entregador digita um valor superior ao correto, o que acarreta um prejuízo enorme para o consumidor. Confiando no serviço que é prestado pelo aplicativo, o cliente digita a senha. Nesse momento, o golpe é efetuado sem a menor desconfiança do cliente.

Existem também relatos que ao passar o cartão, a máquina dá erro ao confirmar a transação. Sendo assim, o cliente acaba passando mais de uma vez e sendo debitado em todas as transações.

Outro golpe envolvendo delivery

Além desse golpe, há um outro que está circulando nas redes sociais e que vale a máxima atenção! Um vídeo viralizou recentemente mostrando como funciona o novo golpe do delivery.

Nele, o entregador informa o valor da encomenda e solicita o cartão da vítima. Com uma câmera de celular ligada, o motoboy filma os dados do cartão e o insere na maquininha. Como estava escuro, o entregador se oferece para iluminar a maquininha enquanto a vítima digita a senha.

Saiba o que fazer caso caia nesse golpe

Se você caiu no Golpe do Delivery e não sabe, ou ainda não conseguiu reaver o seu dinheiro, saiba que é possível ter a quantia recuperada. Antes de mais nada, é preciso manter a calma para resolver a situação e seguir os seguintes passos.

Passo a passo para não cair no golpe do delivery

1º passo: ligue imediatamente para o banco do seu cartão. Pergunte qual é a empresa da maquininha do cartão utilizada pelo golpista. A princípio, é nessa empresa em que está o cadastro do “entregador” e é nela que está o seu dinheiro retido.

2º passo: com o nome da empresa em mãos, entre em contato com a mesma e informe o que ocorreu. Portanto, solicite o bloqueio imediato do valor na conta do golpista. 

3º passo: em seguida, realize um boletim de ocorrência e envie para a empresa, juntamente com uma carta solicitando o estorno imediato do valor pago no cartão.

Caso você não consiga recuperar o valor com a empresa responsável pela administradora do cartão e a transação tenha sido feita na função de crédito, existe outra opção viável:

Você deve enviar uma carta para o banco que administra o cartão, junto com o boletim de ocorrência e o cupom fiscal.

Além disso, solicite ao seu banco o estorno do valor pago, alegando desacordo comercial, o que significa que há uma divergência de valor no acordo firmado entre você e a pessoa que aplicou o golpe do delivery. 

Agora, caso não tenha havido tempo hábil para recuperar o seu dinheiro, você deve entrar em contato com a empresa do aplicativo. Afinal, foi ela quem possibilitou e liberou o cadastro do golpista em sua plataforma. Diante disso, o aplicativo deverá ressarcir o cliente. Por isso, guarde os dados do entregador.

Informe ao aplicativo para que ele possa bloquear o entregador definitivamente. Assim, você evita que novas pessoas tenham o mesmo prejuízo. 

+ Como economizar nos aplicativos de delivery para comida?

Conheça 3 cuidados para não cair na farsa do Delivery

Para te ajudar a não cair no Golpe do Delivery, separamos três dicas para hora de pagar pelo seu pedido. Confira:

  • 1) Sempre que puder pague o pedido pelo aplicativo. Contudo, se não conseguir, prefira pagar ao entregador com dinheiro.
  • 2) Certifique-se que o valor digitado na máquina está correto. Se a máquina estiver danificada, recuse-se a pagar e solicite uma outra para realizar o pagamento.
  • 3) Ative no banco o serviço de informe por SMS de pagamentos realizado no débito e crédito. Assim que realizar o pagamento, confirme o valor no SMS recebido. Alguns aplicativos de cartão atuam do mesmo modo com as notificações “push”, enviadas para a tela de notificação do seu celular a partir da transação autorizada.

Agora que você já sabe tudo sobre o Golpe do Delivery, fique atento e descubra quais são os golpes mais comuns e praticados na internet.

Copom aumenta taxa Selic para 5,25%. Veja o que muda!

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Moedas empilhadas em cima de um gráfico

Pela quarta vez no ano, a taxa Selic sofreu reajuste. O Conselho de Política Monetária do Banco Central (Copom) anunciou nesta quarta-feira, 04, que elevou a taxa em 1%, passando de 4,25% para 5,25%.

Essa porcentagem da taxa Selic já era esperada pelos economistas. Isso porque o principal motivo da equipe monetária ter elevado a taxa foi de equilibrar as metas fiscais do nosso país.

Além disso, os próprios especialistas têm uma expectativa de que até o final deste ano a Selic chegue ao patamar de 7%. Vale lembrar que a taxa Selic vem sofrendo constantes aumentos desde o início deste ano.

E agora em 2021, foi a primeira vez que a Selic teve um aumento depois de seis anos. O primeiro reajuste aconteceu em março, na época ela passou de 2% para 2,75%. Em maio aconteceu um novo aumento para 3,5%. 

O último reajuste tinha acontecido no mês de junho, que foi quando a taxa chegou aos 4,25%. 

Inflação do país motivou o aumento da taxa Selic

Já falamos acima um dos motivos que levou a equipe do Copom a realizar o reajuste da taxa Selic. E outro motivo que colaborou para a decisão foi a inflação, que também tem subido e pesado no bolso dos brasileiros.

Para você ter uma ideia, de acordo com o IBGE, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) registrou uma alta de 3,77% no acumulado do ano, isso até o mês de junho. Enquanto nos últimos 12 meses, o aumento foi de 8,35%.

+ Qual impacto da Selic na poupança e investimento de renda fixa?

Mas o que pode estar elevando a inflação? O mesmo que tem tirado o sono dos brasileiros: a conta de luz e o combustível. Por conta disso, o mercado já tem uma expectativa que, esse ano, a inflação termine em 6,79%, a informação é do Boletim Focus. 

E caso essa previsão se confirme, a inflação estará acima do teto da meta.  

O Copom emitiu uma nota informando que a inflação de fato continua persistente, da mesma forma que a pressão sobre os bens industriais. Mas o que acabou causando surpresa para a equipe do comitê foi a alta da inflação dos serviços.

Calculadora em cima de gráficos
O novo valor da taxa Selic é de 5,25%

“Além disso, há novas pressões em componentes voláteis, como a possível elevação do adicional da bandeira tarifária e os novos aumentos nos preços de alimentos, ambos decorrentes de condições climáticas adversas. Em conjunto, esses fatores acarretam revisão significativa das projeções de curto prazo”, informou o comitê, ao justificar a alta de 1 ponto percentual.

Quando será a próxima reunião do Copom?

Engana-se você que pensa que para por aí. Mais mudanças podem ser anunciadas ainda este ano e durante o segundo semestre.

Após a quarta mudança em 2021, o Copom já sinalizou para uma próxima reunião. O comitê vai se reunir nos dias 21 e 22 de setembro e uma nova alta da taxa Selic está prevista.

O comitê aponta que a previsão é terminar o ano de 2021 acima do patamar chamado de “juro neutro”. Este, é o percentual de 6,5%, que é entendido dessa forma pelo Banco Central por não desacelerar a inflação.

O que significa Selic e qual é a sua função?

Para quem não está 100% por dentro, a Selic significa Sistema Especial de Liquidação e Custódia. Ela nada mais é do que um programa onde instituições financeiras do Brasil compram e vendem títulos do Tesouro Nacional.

Mas, por que taxa Selic? O nome é porque essa taxa é justamente ligada aos juros desse título público federal.

+ Com a alta da Selic, poupança volta a valer a pena?

Por este motivo que é tão baseada e motivada pela alta da inflação, já que o IPCA, índice de inflação oficial do país, acaba oscilando.

A Selic acaba atuando como uma taxa de referência econômica de controle da inflação brasileira. E, por isso, é tão monitorada pelo mercado e impacta diversos investimentos. Ela reflete diretamente nas principais situações econômicas do país e movimenta os bastidores das instituições.

Conhece alguém que ainda não sabe da nova alta da taxa Selic? Então mande esse post para ele!

Caiu em golpe com cartão de crédito? Saiba o que fazer.

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Homem segurando cartão de crédito e acessando computador
Bancos podem arcar com golpes com cartão de crédito quando há falhas na segurança

Uma pesquisa da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) revelou que mais de 46% de brasileiros foram vítimas de golpe com cartão de crédito entre 2020 e 2021.

Ou seja, um universo de aproximadamente 3,65 milhões de usuários. Não bastasse isso, o dinheiro perdido com as fraudes chega a um prejuízo médio de R$478 por pessoa.

Existem diversas possibilidades de ser fraudado na hora de realizar uma compra com o cartão. Mas alguns tipos de golpes são mais comuns no Brasil e foram mais recorrentes nos últimos anos:

  • Clonagem, que consiste na cópia dos dados do cartão do usuário;
  • Falsa confirmação de dados, por meio da cópia das informações pessoais, desde o nome até o código de segurança do cartão (estelionatários conseguem obter esses dados em sites falsos);
  • Troca do cartão no momento da compra;
  • Golpe do delivery ou golpe do motoboy etc.

Mas depois que se cai em um golpe com cartão de crédito, o que fazer? Como a Lei protege esses usuários? Como prosseguir em caso de ser vítima de fraude desse tipo?

Existem alguns caminhos a tomar. E dependendo do tipo de golpe a instituição financeira deve se responsabilizar pelo dano. Saiba tudo a seguir!

O que fazer em caso de golpe com cartão de crédito?

O primeiro passo é entrar em contato com o banco para bloquear o cartão. E na maioria dos casos, ele deve assumir a responsabilidade pelos danos causados.

Acontece que, pela lei, as instituições financeiras têm a obrigação de zelar por seus clientes em caso de operações suspeitas. Por isso, em caso de cartão clonado ou roubado, o banco sempre deve se responsabilizar.

Se receber uma notificação ou perceber no extrato bancário uma compra que não realizou, é fundamental agir rápido.

Entre em contato instantaneamente com a administradora do cartão, informe sobre as movimentações que você não reconhece e peça o bloqueio do cartão. Geralmente, o valor da compra será devolvido pela administradora.

Mas tenha certeza de que a compra não foi realizada por você antes de fazer a denúncia ao banco. Lembre-se que muitas vezes o nome dos estabelecimentos vêm diferente no extrato bancário e isso pode confundir algumas pessoas.

Pessoa digita senha do cartão de crédito na maquininha
Golpes com cartão de crédito atingem mais de 3,5 milhões de brasileiros

O que fazer se o banco negar o reembolso do prejuízo?

Se o banco tentar lhe responsabilizar por coisas que fogem ao seu controle, como no caso da clonagem do cartão, é possível até mesmo entrar com uma ação de danos morais.

Registrar uma reclamação junto ao Banco Central também é uma opção. O BC não vai resolver o problema, mas notificará a instituição financeira e isso pode acelerar a resolução.

Existem alguns outros tipos de golpes, além da clonagem, em que a responsabilidade pode ficar mais nebulosa e o banco pode se negar a arcar com os prejuízos. Geralmente isso acontece quando o golpe é aplicado diretamente ao usuário, no momento da compra.

É o caso, por exemplo, do chamado golpe do delivery ou golpe do motoboy, quando o visor da maquininha vem quebrado e o entregador aproveita para cobrar um valor acima do correto.

Alguns bancos podem alegar que ausência de nexo causal, já que a “culpa” é do consumidor que passou o cartão sem checar o valor, e fato de terceiro. Mas esse tipo de alegação pode ser questionável.

Em dezembro de 2020, por exemplo, a 22ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo manteve uma condenação ao banco Itaú, que teve que pagar danos morais no valor de R$10 mil a uma cliente que foi vítima do golpe do motoboy.

O fato é que as instituições bancárias devem zelar pela segurança dos clientes e, mesmo que elas aleguem estar reforçando cada vez mais os investimentos em pesquisas e segurança, os golpes com cartão de crédito não diminuem.

Por isso, o Poder Judiciário, em muitos casos, tem se mostrado sensível às situações em que a vítima fica desprotegida.

+ Veja os golpes com cartão de crédito mais comuns

O que fazer em caso de golpe que o banco não tem responsabilidade?

Pode acontecer de uma pessoa ser vítima de golpe com cartão de crédito em que o banco realmente não tem a obrigação legal de arcar com os prejuízos. Como já destacado, sempre vale buscar ajuda legal para se certificar.

Mas nos casos em que a pessoa cai em propaganda enganosa ou estelionato, por exemplo, isso pode acontecer. Em situações assim, o usuário pode tentar cancelar a compra feita com cartão de crédito.

Se não conseguir, ainda vale a tentativa de buscar orientação e apoio da instituição financeira. Mas se ela não tiver responsabilidade sobre a operação, o usuário deverá buscar ajuda legal.

Registrar um Boletim de Ocorrência ou procurar órgãos de defesa do consumidor também são opções quando o usuário identificar que o estabelecimento tentou aplicar um golpe.

Na dúvida, em caso de ter sofrido uma fraude, sempre vale adotar os seguintes procedimentos:

  1. Buscar a instituição financeira administradora do cartão (na maioria das vezes ela deverá se responsabilizar pelo prejuízo);
  2. Cancelar o cartão ou cancelar a compra, dependendo do tipo de golpe;
  3. Se não resolver a situação no banco, registre a reclamação no Banco Central e procure ajuda legal.

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Saiba como emitir o Certificado Nacional de Vacinação contra Covid-19

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Tela azul do aplicativo Conecte Sus

O Ministério da Saúde lançou um aplicativo para controlar a vacinação da Covid-19 no Brasil. Na plataforma é possível ter acesso ao Certificado Nacional de Vacinação contra a doença.

Por este motivo, o Ministério da Saúde tem incentivado a população a baixar o Conecte SUS. Este aplicativo registra a trajetória de quem busca atendimento no Sistema Único de Saúde (SUS).

É importante ressaltar que o Conecte SUS está disponível tanto para Android quanto para iOS

Mas qual é o objetivo de ter o Certificado Nacional de Vacinação? A possibilidades dos usuários e profissionais de saúde realizarem um acompanhamento do avanço da imunização do coronavírus no Brasil.

Na plataforma, é possível que o brasileiro visualize, salve e imprima o Certificado Nacional de Vacinação.  

Descubra como funciona o aplicativo de vacinação da Covid-19

Quando um brasileiro recebe a vacina, caso esteja cadastrado no sistema, acaba tendo a dose registrada no Conect SUS. A grande vantagem é que você passa a ter na palma da mão e em tempo real as principais informações sobre a sua vacinação.

O usuário consegue consultar o tipo da vacina, lote de fabricação e a data em que tomou a dose. Isso possibilita que tanto você quanto o profissional da saúde saibam o dia exato da segunda dose da vacina.

A plataforma também vai acabar ajudando a evitar que a mesma pessoa tome doses de vacinas fabricadas em laboratórios diferentes.

+ Viagem: quais destinos estão abertos a brasileiros vacinados?

Além disso, o aplicativo permite que todo brasileiro consulte não só a vacina da Covid-19, mas todas as vacinas que foram aplicadas, tanto em rede pública quanto privada. Isso faz com que a pessoa não precise ter a carteirinha de vacinação de papel em mãos.

Outra vantagem do Conect SUS é que ele ainda mostra os dados de atendimentos e internações do paciente. Além de permitir a consulta de medicamentos e exames realizados, como o de detecção da Covid-19.

Enfermeira aplicando a vacina em uma mulher
Você pode acessar o Certificado Nacional de Vacinação pelo aplicativo do SUS

Também dá acesso ao formato digital do Cartão Nacional de Saúde, mais conhecido como Cartão SUS, que é o documento de identificação do usuário da rede pública de saúde.

+ Funcionário que recusar vacina contra Covid-19 pode ser demitido?
+ Saiba se vacinação pode ser requisito para vaga de trabalho

Sendo assim, é possível consultar toda a parte da sua saúde em único lugar. O que acaba facilitando bastante na hora que você precisar de uma informação sobre o assunto.

Como fazer o cadastro no Conect SUS?

Realizar o cadastro no Conect SUS é algo gratuito e simples. E você não vai precisar nem de muito tempo, pois além de tudo ele é bem rápido e prático.

O que você vai precisar é do número do seu CPF ou da Carteira Nacional de Saúde.

A partir daí, basta você baixar o aplicativo gratuitamente no seu tablet ou celular, ou até mesmo pelo computador. O primeiro acesso para registro baste de um dispositivo com acesso à internet.

Pelo computador, acesse o site do Conect SUS, entre no portal e faça o seu cadastro.

+ Quanto custa ir aos EUA para tomar vacina contra a Covid-19?

Só terei vacinação se tiver o aplicativo?

A resposta é não! O Ministério da Saúde já esclareceu que o uso do Conect SUS não é obrigatório para garantir a vacinação do cidadão contra à Covid-19. O objetivo da ferramenta é facilitar e proporcionar ainda mais informações sobre o imunizante.

Se você não tiver o cadastro e nem o aplicativo, basta comparecer em um posto de saúde munido de documento de identificação que contenha o seu CPF. Para isso, esteja atento ao calendário de vacinação do seu estado e/ou município de origem. 

Perceba também se você não faz parte de algum grupo prioritário. Dessa forma, você pode levar vantagem na fila e já poder ser vacinado antes da idade.

Essas informações te ajudaram? Então compartilhe nas redes sociais e ajude para que elas possam chegar até outras pessoas.

Corretora ou banco: saiba como é melhor investir

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Mulher escolhendo qual direção escolher: esquerda ou direta, representada por duas setas

Conseguiu um valor para investir e bateu a dúvida de como aplicá-lo sem perder muito dinheiro? Na atual crise econômica que o país enfrenta, antes de tomar qualquer decisão que possa afetar o capital é preciso avaliar todas as variáveis. Corretora ou banco? Já teve essa dúvida?

A principal discussão costuma ser: investir por meio de corretoras ou permanecer no básico e procurar algum banco? Você já teve que fazer essa escolha alguma vez? Se sim, o que levou em consideração nesse momento?

Uma coisa é certa: a sua atual condição financeira será crucial para essa escolha. E sim, deve ser o principal fator a ser avaliado, para que não prejudique tanto o seu capital.

imagem de uma pessoas assinando papeis de contrato
Para quem quer investir o dinheiro existem duas opções: o banco ou a corretora

Geralmente, as pessoas costumam escolher investir em bancos por uma questão mais de tradição e comodidade. É a opção mais conhecida e divulgada, além de a maioria das pessoas já possuírem uma conta corrente vinculada a uma agência bancária. O que já é mais um ponto a ser levado em consideração.

Entretanto, o que não é discutido, pesquisado e avaliado é que o investimento por meio de corretoras, em alguns casos, pode ser mais vantajoso. No banco, por exemplo, a aplicação varia de acordo com a indicação do gerente. Já nas corretoras, a oferta costuma ser mais ampla, uma vez que é possível a aplicação de diversas instituições financeiras.

Variedade em ofertas

Comparando ambas as opções, é possível chegar à conclusão de que as corretoras oferecem um leque muito maior de opções na hora de investir. Dessa forma, é possível alcançar resultados que atendam mais positivamente as suas expectativas iniciais, além de conseguir, de acordo com o modelo, ganhos ainda maiores.

O banco, por sua vez, vende os seus próprios produtos, enquanto as corretoras funcionam como se fossem um shopping com diversas opções. O conceito de investimento em corretoras, atualmente, é bem diferente do que no passado. Essas já proporcionam investimentos de diversos tipos, até mesmo de terceiros.

Essa é uma das principais características favoráveis na hora de escolher entre corretora ou banco. Ter um leque maior de opções é algo importante para que não se torne limitado.

Especificidade no que faz

Tanto bancos como corretoras, sem dúvida, devem buscar a excelência nos serviços prestados aos clientes. No entanto, quando chega a hora de avaliar a melhor opção para investir é preciso pesar o ponto especialização. E as corretoras costumam levar vantagem também nesse momento.

Nos bancos, o que ocorre é mais um tipo de função. Quem cuida dessa atividade é o gerente, que tem diversos interessados para poder atender ao mesmo tempo, simultaneamente às suas atividades diárias dentro da agência.

É um profissional eficaz, que consegue dar conta, mas não é 100% especializado no que faz e não pode dar o máximo de atenção se for necessário, pois outras obrigações o esperam. E mais, o gerente geralmente tem uma carteira de opções padronizada, que é adaptada de acordo com cada tipo de investimento.

+ Fundos imobiliários: saiba como investir

Já nas corretoras, esse panorama é um pouco diferente. Existe um assessor que é responsável apenas por esse tipo de serviço, para cuidar de investimentos. Esse profissional se dedica, principalmente, a entender e tentar comparar a rentabilidade e o risco dos produtos. Dessa forma, avalia-se que ele tem mais propriedade e consegue conhecer melhor as características de cada investimento.

+ Qual é a melhor corretora para iniciantes e pequenos investidores

Avaliando incentivo e segurança dos investimentos

Falando de incentivo, tanto bancos como corretoras trabalham e prestam os seus serviços pensando em vendas. E isso é válido e comum para qualquer tipo de atividade que trabalha vendendo algum produto ou serviço. O esforço por metas e resultados resultam em incentivos. Porém, o que diferencia é a finalidade e como isso é realizado.

Já nos bancos, o gerente tem metas mensais a serem batidas. Embora queira sempre pensar no melhor para o seu correntista, ele também precisa correr com o seu compromisso. Logo, se ele estiver próximo de chegar ao prazo de sua meta, ele tentará fazer de tudo para finalizar a chamada captação de determinado produto.

Tanto nos bancos como nas corretoras, gerente e assessores recebem uma comissão por produto vendido e meta batida. Isso acontece com qualquer segmento de venda. O que é preciso avaliar é como esse esforço está sendo feito para o bem de ambos os lados, clientes e vendedores (bancos e corretoras).

+ As melhores franquias do Brasil para investir

Com relação aos assessores das corretoras, o objetivo principal não é apenas finalizar a captação. É preciso que o patrimônio do cliente cresça para que ele obtenha um resultado e lucros com isso. Dessa forma, o trabalho não acaba ali.

Para uma corretora, é importante também a rentabilidade dos investimentos. O cálculo é simples: quanto mais dinheiro para o assessorado, mais lucros terá o assessor.

Sobre a segurança no tipo de investimento, as duas opções são respaldadas e proporcionam ao cliente a garantia necessária para investir. No caso dos bancos, é algo que vem associado à comodidade e costuma ser muito bem avaliado pelos clientes, o que pesa no momento da escolha.

Nas corretoras, confunde-se por demandar investimentos de outras instituições financeiras. Entretanto, isso não afeta a proteção desse investimento.

Gostou desse conteúdo? Então continue a ler sobre o assunto e confira 5 corretoras para começar a investir com pouco dinheiro.

C6 tem Pix gratuito para pessoa jurídica: entenda como funciona

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celular se conectando com outras tecnologias

O Pix é gratuito para usuários do tipo pessoa física, mas para as contas de empresa (PJ) essa transação pode ter um custo. Pois as instituições financeiras possuem aval do Banco Central para realizar essa cobrança.

No entanto, encontrar Pix gratuito para pessoa jurídica também é possível, já que alguns bancos e instituições oferecem esse benefício. É o caso do banco digital C6 Bank.

A empresa é uma das que optou por manter a gratuidade para todos os clientes PJ, sem exceção. Isso significa que quem tem conta de empresa no banco, assim como quem tem conta pessoa física, não paga nada para fazer ou receber um Pix.

Esse novo método de pagamento tem gerado diversos benefícios para todos os usuários de bancos. Mas especialmente para empreendedores ele pode representar uma grande vantagem competitiva por causa da instantaneidade.

Ou seja, o dinheiro cai na hora na conta do vendedor ou do prestador de serviço. Bem mais prático que as transações tradicionais com cartão de crédito ou boleto, que podem levar mais tempo para serem liquidadas.

No caso do C6 Bank, essas transações são gratuitas e sem alterações na ferramenta. Ou seja, assim como o Pix para pessoa física, o serviço fica disponível 24 horas por dia, sete dias por semana, ao contrário de TEDs e DOCs, por exemplo.

Como cadastrar Pix gratuito para pessoa jurídica no C6 Bank?

O pagamento por Pix para pessoa jurídica é viabilizado a partir do reconhecimento de um QR Code ou de uma chave cadastrada pelo recebedor. Assim como acontece nas transações normais de pessoa física.

Confira o passo a passo:

  1. Ao abrir o aplicativo do C6 Bank
  2. Toque em Pix no menu principal e selecione “Minhas Chaves”
  3. Selecione a opção “Cadastrar chave Pix”. Crie uma chave, que pode ser o seu CNPJ, e-mail ou telefone cadastrados no banco. Se preferir usar um e-mail ou telefone diferente, basta desmarcar a opção “Usar meus dados de cadastro”
  4. Depois de selecionar ou digitar a chave que deseja criar, toque em “Confirmar”
  5. Um código de validação será enviado para o seu e-mail. Digite-o no aplicativo e informe a senha transacional para que a chave seja criada.

MEIs e PMEs podem abrir uma conta no C6 Bank diretamente pelo aplicativo do banco. De acordo com a instituição, leva até dois dias.

A conta é totalmente gratuita. Além disso, o cliente PJ tem acesso a um Cartão Business sem anuidade, 100 TEDs gratuitas por mês, pagamento de boletos ilimitados e saques grátis.

Ao abrir uma conta no C6 Bank, a empresa também pode contratar a maquininha C6 Pay dentro do próprio aplicativo. Para quem fatura mais de R$3,5 mil por mês e recebe na conta do banco, a maquininha sai de graça.

pessoa segurando celular com o símbolo do Pix na tela
Banco digital oferece Pix gratuito para pessoas jurídicas

Também é possível realizar transação pela maquininha de cartão de crédito

Para clientes do banco digital, o Pix também é gratuito na maquininha C6 Pay, a maquininha de cartão de crédito que a instituição oferece aos empreendedores.

Neste caso, o pagamento é realizado via QR Code dinâmico (um código exclusivo gerado em cada nova transação). Ele é apresentado na tela da maquininha e o valor recebido vai para a conta vinculada à C6 Pay instantaneamente.

Mas quem já tem a máquina deve habilitar a função Pix por meio da Central de Atendimento ou pelo chat no aplicativo do C6 Bank. Já os clientes novos devem solicitar a função no momento da contratação.

A função Pix está disponível para todas as maquininhas C6 Pay. Também é possível receber Pix por meio de link de pagamento.

O lojista que recebe o valor das vendas com a maquininha pode vinculá-la à conta de qualquer banco. Mas quem receber o valor em uma conta C6 Bank ganha dois anos de transações Pix ilimitadas (até abril de 2023).

Depois desse período, o cliente ainda terá direito a 100 transações gratuitas por mês. A partir do 101º pagamento, cada transação terá um custo de R$0,15.

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Saiba se vale a pena comprar um imóvel usado e reformar

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Pessoa entregando uma chave para outra

Quem não sonha em ter a casa própria e arrumá-la do jeito que sempre quis? Mas muitas vezes, ao comprar um imóvel, é preciso fazer alguns ajustes. Seja apenas nas cores das paredes, seja na troca de fiações e da estrutura, o novo proprietário sempre quer realizar uma mudança. Mas será que comprar um imóvel usado e reformar não é mais em conta nesses casos?

Se a escolha for por um imóvel usado, é preciso levar em consideração muitos fatores, para que isso não se torne mais um prejuízo do que um investimento. Avalie as principais informações como estado do imóvel, quais são os tipos de mudanças que deveriam ser realizadas e o custo que isso vai lhe causar.

Embora pareça ser mais vantajoso comprar um imóvel usado para reformar, o custo-benefício precisa ser favorável. Se você quer economizar e gosta de deixar as coisas do seu jeito, fique de olho nas dicas a seguir!

O que avaliar antes de comprar um imóvel usado

– Faça um planejamento financeiro para a compra do imóvel e da reforma. Tenha certeza de que você tem o dinheiro necessário para realizar todas as mudanças que deseja. Inclua também na sua planilha algum imprevisto que sempre pode surgir na obra.

– Não inicie uma reforma se você achar que não conseguirá terminá-la. Comece a obra por coisas pequenas, como por exemplo a pintura da casa e a troca de azulejos de cômodos pequenos, como o banheiro.

– Se a sua vontade é comprar uma casa ou apartamento com a intenção de ganhar dinheiro com isso, procure um que saia mais em conta. Ou seja, com o preço mais baixo. Além disso, procure alternativas baratas para a reforma. Mas é importante que o imóvel esteja apresentável para ser vendido ou alugado com um preço bom.

– Saiba qual é o seu objetivo: comprar, reformar, alugar ou vender o imóvel. Se a sua intenção é lucrar com o imóvel, foque em cores e acabamentos básicos, ou seja, tons mais neutros, o que tornará a venda ou aluguel mais fácil de ser realizado.

Além disso, outra dica é saber o público que você pretende atingir caso queira alugar ou vender a casa. Se for para uma família, pense na possibilidade de ampliar os cômodos, principalmente os quartos, por exemplo.

imóvel usado: porta marrom com chaves na fechadura
Comprar imóvel usado para reformar pode ser uma opção para quem deseja alugá-lo depois

Avalie sempre o estado do imóvel

Um dos principais detalhes que devem ser avaliados por um comprador na hora de adquirir um imóvel é o seu estado. Isso é muito importante, principalmente para quem comprá-lo usado com o intuito de reformar.

Você precisa avaliar as condições internas e externas desse imóvel e analisar como essa reforma poderá ser realizada. E mais, se todo o gasto está dentro do seu planejamento financeiro. Porque não adianta gastar mais com a reforma do que com o próprio imóvel. O retorno da obra precisa ser favorável e não negativo.

Antes de fechar a compra do imóvel, visite as instalações e veja todos os detalhes possíveis do que você acha que vai necessitar de reforma. Coloque tudo em um papel e analise o estado desse imóvel. Faça isso com vários e avalie os pequenos detalhes de todos eles, suas condições, antes de concretizar.

Além disso, você deve escolher um imóvel que seja possível habitar. Se você quer com certa urgência, busque uma opção que dê para morar mesmo com a reforma. Alguns lugares são inacessíveis, onde só é possível residir após um bom tempo de reforma. Por isso, veja quais são as reais condições antes de comprá-lo.

Leve em conta também a localização

Embora pareça ser algo que não importe muito quando o assunto é imóvel para reformar, a localização também é muito importante. Se você vai mexer e começar uma obra, precisa de um local que dê assistência e seja bem localizado. Você pode escolher fazer a reforma sozinho, mas também pode precisar de auxílio.

É bom que não seja um local tão afastado de tudo, ou que, pelo menos, tenha um comércio por perto para que possa adquirir os principais recursos. Além disso, um local muito isolado não é muito recomendável, principalmente para quem está começando uma reforma.

+ Onde é mais barato e mais caro comprar imóvel no Brasil?
+ Melhores opções de créditos para construção e reforma

O mais aconselhável é que se tenha a presença de vizinhos. Os atuais moradores sempre sabem o histórico daquele local, quem já morou, o que já fez, o que funciona e o que não é viável.

Além do mais, podem ajudar quando necessário. Isso não é garantia de sempre dar certo, mas ter a possibilidade de ser assessorado por sua vizinhança é essencial para o começo.

Qual o custo de reforma do imóvel usado?

Além de verificar o estado do imóvel e a localização na qual ele se encontra, também é necessário avaliar o tipo de reforma que deverá ser feita na casa ou no apartamento em questão. Para isso, procure um especialista para auxiliar você durante a reforma, principalmente com a base do orçamento da obra.

Procure evitar imóveis que precisem realizar reformar grandes, principalmente aquelas que a estrutura e o sistema elétrico e hidráulico estão comprometidos. Esses tipos de obras demandam mais dinheiro do proprietário e mais tempo também. Por isso, tente fazer apenas o necessário, como uma pintura ou troca de revestimento.

Vantagens de comprar um imóvel usado

Menor valor de compra

Um dos fatores que mais atraem o comprador na hora de escolher um imóvel usado para reformar é o custo, que geralmente é muito abaixo. Isso é um diferencial.

E se você está disposto a arcar com a reforma e entrar nesse desafio, é algo que vale a pena na hora da escolha, pois será muito mais viável e barato.

Personalização

Quem compra um imóvel pronto precisa esperar um tempo para deixar ele do jeito que sempre sonhou. Aos poucos, quando as coisas saem do lugar, quebram ou vão perdendo a força é que você troca ou reforma.

Já quando você compra um imóvel usado para reformar, monta do jeito que sempre quis e personaliza de acordo com o seu gosto.

Este texto foi útil para você? Então continue navegando em nosso site e leia agora mesmo: 7 dicas para reformar a casa sem gastar muito. Assim, você confere mais dicas de como conseguir reformar a sua casa! 

Cartão universitário: veja as vantagens, compare os bancos e escolha o seu

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cartões de crédito master e visa

Ser universitário traz diversas responsabilidades para os jovens e uma delas é iniciar no mundo das finanças. Para isso existe cartão universitário, que traz diversos benefícios para esse público.

Opções de cartões de crédito para os universitários no mercado não faltam. As ofertas vão desde os bancos tradicionais até os digitais, que surgiram recentemente. 

Mas como escolher o ideal para você? A única forma de saber qual é o melhor cartão universitário é comparando as opções. Assim, você conseguirá ver o que irá atender às suas necessidades da melhor forma.

Ao adquirirem um cartão dessa modalidade, os universitários conseguem diversas facilidades e até mesmo vantagens. Um exemplo é o pagamento de contas e o parcelamento do valor total da fatura do cartão.

Vale ressaltar ainda que para contratar um cartão universitário, as instituições financeiras solicitam a comprovação da sua condição de universitário.

Se você não tem como comprovar a renda, fique tranquilo. Alguns bancos não solicitam o documento e nem cobram a anuidade do cartão.

Cartão universitário: veja e compare qual é o melhor para você

Se você é universitário e está procurando um cartão para chamar de seu, o FinanceOne separou diversas opções para que você possa escolher. Confira a lista abaixo!

Banco do Brasil

O Banco do Brasil oferece um cartão universitário chamado de OuroCard Universitário Internacional. Ele é voltado para os clientes do próprio banco que possuem conta universitária

É importante frisar que o limite máximo do cartão é de até R$800 e não é necessário comprovar renda. Os cartões são das bandeiras Visa e Mastercard, estando disponíveis tanto na função débito quanto crédito.

Uma vantagem do cartão é que o prazo para pagamento de uma compra pode ser de até 40 dias. E ao utilizar o cartão de crédito, o estudante pode acumular pontos e concorrer a prêmios.

Antes de contratar um cartão é preciso verificar as taxas e os juros cobrados pelo banco. O cartão do Banco do Brasil não cobra anuidade.

As taxas variam de 1,92% a 9,79%, mensalmente no rotativo. Além de 1,91% a 9,38% por mês quando há o parcelamento de faturas.

Caixa Econômica

O cartão da Caixa Econômica é o Universitário Mastercard Internacional e pode ser solicitado pelos estudantes universitários, pós-graduandos, mestrandos ou doutorandos. Uma vantagem é que para pedir o cartão não é necessário comprovar a renda.

O pagamento da fatura pode ser realizado à vista, parcelado sem juros, com até 40 dias para pagar as compras ou em até 48 vezes com juros.

cartão de crédito da mastercad e visa
O cartão universitário oferece diversas vantagens para os clientes

Diferentemente do cartão do Banco do Brasil, o cartão de crédito universitário da Caixa tem anuidade de R$207, que pode ser dividida em 12 vezes de R$17,52. O banco oferece um desconto de 75% na primeira anuidade.

As taxas dos juros rotativos chegam a 9,6%. Por isso, é mega importante que você mantenha as contas em dia para evitar pagar valores altos de juros.

Bradesco

Outro cartão universitário é o do Banco Bradesco. Ele é mais uma alternativa que conta com inúmeros benefícios.

Um dos principais benefícios é a possibilidade de abertura do cartão sem a comprovação de renda.

Além disso, a anuidade do cartão é gratuita e o universitário garante um talão de cheque de dez folhas totalmente grátis, por mês.

O banco ainda conta com linhas de créditos exclusivas na compra de: materiais, materiais didáticos, cursos, cursos online e outros.

O cartão universitário do Bradesco não tem anuidade, mas suas taxas variam de 3,60% a 9,80% mensalmente no rotativo, além de 8,92% por mês quanto existe um parcelamento de uma fatura.

Santander

Com quatro modelos disponíveis, o cartão Universitário Santander Fit é outra opção disponível para quem busca uma alternativa neste formato. Mas, é preciso comprovar ser universitário para adquirir qualquer um dos quatro.

A boa notícia é que é possível ter zero de anuidade. Mas, para isso, o universitário precisa ter utilizado o cartão por pelo menos uma vez no mês.

E essas compras poderão ser revertidas em bônus. Há, ainda, diversos outros benefícios que podem ser adquiridos por meio do aplicativo do banco. A taxa é de R$11,61% mensais no rotativo.

+ Conta Universitária Santander: saiba quais são os serviços e vantagens

Banrisul

O Banco Banrisul também tem uma opção de cartão de crédito para os universitários. Para solicitá-lo não é preciso ter uma renda mínima.

E por ser um banco do sul, você tem a opção de ter no seu cartão os símbolos do Grêmio e Internacional. Além disso, os clientes podem optar por ter a bandeira Visa ou Mastercard.

Uma das vantagens é que você tem a opção de cartão de crédito virtual, além de você participar do programa de benefícios do BanriClube.

Porém, o cartão conta com anuidade: quem opta pelo Mastercard tem uma isenção nos seis primeiros meses, depois o valor passa a ser de R$120, podendo ser dividido em 12 vezes. Já a bandeira Visa tem anuidade de R$150, divididos em 12 vezes. 

Vale ressaltar que ambas as bandeiras dão possibilidade de desconto na anuidade.

Itaú 

Para completar a lista dos bancos tradicionais faltava o Itaú, que não fica de fora. O banco também tem essa opção entre o seu acervo de cartões.

O Itaucard, cartão de universitários do Itaú, permite que os usuários comprem de forma prática e segura, com um crédito pré-aprovado e um parcelamento de até 24 vezes fixas. 

Além disso, o cliente pode optar em pagar em até 40 dias a sua fatura, com promoções em estabelecimentos conveniados. A anuidade, no entanto, não é gratuita. Mas é um cartão com diversos benefícios e descontos, principalmente em eventos culturais e de lazer.

Geralmente, a anuidade do Itaú é de R$255 e podem ser divididas em até 12 parcelas, podendo sofrer um desconto de até 50% nos primeiros anos.

Cartões digitais

Além desses, os bancos digitais também já contam com a opção de cartão universitário, com diversos benefícios. As regras e usabilidade variam de acordo com a fintech.

Entre as empresas que já têm essa modalidade, temos Next, Inter, Digio, Nubank e outras opções. E aí, você é cliente de alguma delas?

Conheça as vantagens e desvantagens do cartão universitário

Agora que você já conhece os principais cartões para os universitários, está na hora de saber quais são as vantagens e desvantagens de ter esse tipo de cartão. Confira!

Vantagens:

-> Fácil aprovação: são mais fáceis que outros cartões, bastando a comprovação da matrícula em alguma instituição de ensino superior;

-> Sem exigência de renda mínima: muitos estudantes ainda não possuem um emprego ou estão estagiando;

-> Os bancos dão benefícios em áreas de lazer, como cinemas, teatros e restaurantes;

-> Possibilidade de empréstimos estudantis mais simples.

Desvantagens:

-> Alguns cartões precisam que você tenha conta no banco;

-> Costumam ter limites menores que os dos cartões créditos comuns;

-> Determinados cartões têm exigência de idade máxima para a contratação.

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