Início Site Página 323

Franquia Carlinhos Maia: conheça a B-Burgers, quanto custa e se vale a pena

8
Fachada da hamburgueria B-Burgers

Começar a investir em franquias é algo que tem se tornado comum no mundo dos empreendimentos, inclusive no universo das celebridades: Ronaldo Fenômeno e Xuxa, por exemplo, são alguns sócios de redes dos mais diferentes setores. E Carlinhos Maia, humorista e influenciador, não ficou pra trás.

Agora, o influenciador e humorista virou sócio da B-Burgers, fundada há três anos em Aracaju, no Estado de Sergipe. O objetivo agora é expandir a rede para outros lugares do Brasil.

Quer saber mais sobre a franquia de Carlinhos Maia? Então continue a leitura deste texto!

B-Burgers: Conheça mais sobre a franquia Carlinhos Maia

Em parceria com o empreendedor Ítalo Bruno, Carlinhos Maia virou sócio da B-Burgers. Em 2021, a rede alcançou a marca de 20 unidades e o faturamento de R$1 milhão.

Recentemente a empresa, que investe no projeto de expansão, fechou sociedade com a 300 Franchising, uma aceleradora de franquias que dará suporte a marca para multiplicar seus números. 

Vale destacar que a hamburgueria foi a primeira marca do nordeste a fechar parceria com a 300 Franchising que busca empresas com potencial de expansão nacional.

De acordo com um levantamento feito pela HyperAuditor, o perfil de Carlinhos Maia no Instagram foi um dos dez com maior engajamento do Brasil no primeiro semestre de 2021.

+ Conheça as melhores franquias do Brasil para investir

Como e quanto custa investir em uma franquia da B-Burgers

O processo para fechar negócio pode ser um pouco demorado. Isso porque a lei determina que a franqueadora entregue o Circular de Oferta de Franquia (COF), ou seja, o contrato apenas poderá ser assinado após dez dias do recebimento da COF.

Após isso, os processos são de abertura da empresa, prospecção do ponto, reforma e inauguração.

Funcionários do B-Burgers
Franquia Carlinhos Maia: humorista abre rede de hamburgueria. Em 2021, a rede alcançou a marca de 20 unidades e o faturamento de R$1 milhão

De acordo com o site da B-Burgers, para se tornar um franqueado da hamburgueria é necessário preencher um formulário, que está disponível diretamente no site deles aqui.

O objetivo da empresa é que num prazo de três anos a hamburgueria esteja presente em todo país, com mil lojas espalhadas.

O investimento inicial necessário para ter uma unidade da hamburgueria é a partir de R$279 mil, de acordo com o site.

Além disso, o faturamento médio mensal é de R$150 mil. Já o lucro médio mensal é de 20%.

A perspectiva é que a B-Burgers chegue, ainda este ano, à região Sudeste. Em São Paulo, a hamburgueria terá muita concorrência pela frente.

Contudo, de acordo com a marca, o diferencial da B-Burgers é que, além do tíquete médio, a empresa tem a imagem do influenciador atrelada à marca.

Por isso, se você quer abrir uma franquia Carlinhos Maia, chegou a hora de colocar a mão na massa e começar a estudar para entender se é viável ou não ser um franqueado.

Motivos para investir na franquia B-Burguers

  • Premiada três vezes como a melhor hamburgueria artesanal pela TAC
  • Direito de uso da imagem do empresário e influencer Carlinhos Maia
  • Mix de produtos variados que atende vários públicos
  • Operação enxuta e mão de obra simplificada

Gostou deste texto? Então siga o FinanceOne nas redes sociais e esteja sempre atualizado sobre o mercado financeiro. Estamos no FacebookInstagram e Linkedin.

Conta corrente ou poupança: entenda quais são as diferenças

0
pessoa usando a biometria no caixa eletrônico do banco

Ter uma conta em banco é essencial para várias coisas que precisamos fazer. Porém, na hora de abri-la, é natural ter dúvidas sobre os seus tipos. Entenda, então, se deve optar por uma conta corrente ou poupança.

Tipos de contas

O que é conta corrente?

Qualquer pessoa maior de 18 anos pode abrir conta corrente, desde que tenha comprovante de renda e endereço fixo. Este método é usado para receber dinheiro (como salários), boletos de pagamento e realizar todos os tipos de transações comerciais.

Além disso, é comum que as financeiras ofereçam cartões aos correntistas. Ou seja, com o débito, o usuário pode pagar em dinheiro e descontar o valor da conta. Por outro lado, o crédito atua como um adiantamento e o valor só é pago quando acontece o fechamento da fatura.

Além disso, é exigida uma mensalidade para a manutenção de uma conta à ordem. Os preços variam de acordo com o plano de serviço que o cliente escolheu.

pessoa tirando dinheiro de uma máquina de banco
Você conhece as principais diferenças entre conta corrente e poupança?

Conta poupança

A poupança é bastante conhecida por ser uma forma de guardar dinheiro fazendo com que ele renda sem correr grandes riscos.

Sendo assim, o dinheiro apresenta o rendimento equivalente após 1 mês na conta do usuário. É que os depósitos têm “aniversário” e recebem juros no período. Assim o dinheiro rende!

Deve-se notar que o desempenho é menor em comparação com outros tipos de investimentos.

No entanto, muitas pessoas ainda preferem economizar para acumular uma reserva de emergência porque não há taxas e liquidez instantânea (ou seja, você pode sacar a qualquer momento, como na sua conta corrente).

+ Conta poupança: saiba o que é, como funciona e quanto rende

Vantagens: conta corrente ou poupança?

No que se refere às contas correntes, é possível apontar como o principal benefício a oferta mais abrangente de pacotes. Ou seja, você pode acessar empréstimos, comprar seguros e solicitar cartões de crédito.

Ademais, se você quiser, pode aproveitar também as formas remotas de realizar pagamentos (banco online ou aplicativo móvel).

Por outro lado, quando falamos em desvantagem, é possível citar o custo de manutenção da conta corrente. Além da taxa mensal, alguns desses serviços cobram uma taxa adicional. Por isso, é necessário verificar o contrato e se informar sobre os serviços que você realmente usa.

Em relação a poupança, também existem vantagens interessantes. As cadernetas de poupança, por exemplo, estão isentas do Imposto de Renda (IR) e do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). Assim, torna-se uma opção conveniente, econômica e de baixo custo.

Porém, existem dois pontos muito importantes para se levar em consideração a poupança. Ou seja, se a movimentação de saque acontecer antes da data em que a aplicação fecha o mês, o cliente perde os juros gerados nesse período.

Outrossim, algumas instituições costumam cobrar uma taxa se houver vários saques no mesmo mês.

Vale dizer também que, caso queira construir uma boa alternativa de renda passiva, talvez a poupança não seja a melhor opção dependendo do ganho que você espera ter. Isso porque os rendimentos são bem modestos e precisam de tempo para aumentar significativamente.

+ Qual será o rendimento da poupança em 2022?

Qual é o melhor tipo de conta?

Como pudemos ver, a conta corrente e a poupança possuem mecanismos diferentes para objetivos diferentes. Então, não tem como apontar o melhor, mas sim a escolha que provavelmente será mais útil para o seu objetivo.

E, geralmente, no ato de abertura da conta corrente, o banco já oferece também a possibilidade de usar uma poupança, que fica ali para o caso do cliente querer utilizar as duas opções.

Ou seja, tanto na conta corrente ou poupança, o que importa é o foco nos objetivos financeiros e uma boa gestão dos recursos. Gostou do conteúdo? Compartilhe com aqueles que precisam ter acesso a essa informação também!

Quanto ganha um médico? Confira os valores e a média do salário

0
caneta e estetoscópio em cima de prontuário médico

A medicina é uma das carreiras mais procuradas no Brasil. Entre vários motivos, a remuneração costuma ser algo que chama atenção para esse ofício. Mas você sabe quanto ganha um médico no nosso país? Confira!

Com o agravamento da crise de Covid-19, percebemos ainda mais a importância da profissão para a nossa sociedade.

Não só dos médicos, mas de todos que trabalham arduamente para ajudar na promoção de uma saúde melhor.

Isso justifica um dado do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), onde 97% dos médicos brasileiros estão empregados atualmente. Então, saiba mais sobre a profissão e remuneração no Brasil.

+ Confira 17 dicas para arrumar emprego pelo LinkedIn

Quanto ganha um médico no Brasil?

Atualmente, não há um consenso de um salário mínimo para os médicos. No entanto, a Federação Nacional dos Médicos (Fenam), recomenda uma média de R$16.106,38 para uma jornada de 20 horas semanais.

plano de saúde barato idoso tarifas carência
A profissão médica é uma das ocupações que possuem remuneração mais altas no Brasil

Porém, conforme o Site Nacional de Empregos (SINE), o salário inicial de um médico é de R$4.820 a R$8.147. Já com a progressão da carreira, a remuneração média cresce para R$11.769 a R$19.891.

Vale dizer que, ao pensar em quanto ganha um médico, é preciso entender que esse valor muda de acordo com a região. Inclusive, é no Sul que a remuneração para a classe costuma ser mais alta.

Além disso, o Conselho Regional de Medicina (CRM) reconhece 50 especialidades em que um profissional da saúde pode atuar. Contudo, naturalmente, algumas áreas possuem remunerações maiores que outras.

Confira, então, as 5 especialidades médicas que ganham mais no Brasil:

  • Nutrologia: estuda os nutrientes dos alimentos, suas funções no organismo normal e a fisiopatologia. Salário: R$22.884,58.
  • Fisiatria: trata de doenças que são capazes de causar alguma incapacidade, limitação física ou a perda de alguma habilidade em um paciente. Salário: R$21.695,88.
  • Nefrologia: fornece o diagnóstico e tratamento clínico das doenças do sistema urinário, em especial o rim. Salário: R$17.973,89.
  • Hematologia: cuida das doenças relacionadas ao sangue e aos órgãos hematopoiéticos (medula óssea, gânglios e baço). Salário: R$17.376,80.
  • Endocrinologia e Metabologia: estuda o funcionamento das glândulas do corpo e do metabolismo de carboidratos e gorduras. Salário: R$16.514,55.

Esses dados foram levantados pelo site QueroBolsa, que realizou um levantamento de uma amostragem de quase 10.000 contratações que revelaram essas informações.

+ Entenda o que é a Síndrome de Burnout e o que fazer para prevenir

Sobre a profissão

Agora que você já sabe quanto ganha um médico, é preciso entender algumas questões relativas à profissão.

Para exercer a função de médico, é necessária a formação no curso superior em Medicina. Além disso, após a formação, o profissional precisa ter um registro profissional junto ao CRM.

A faculdade de Medicina dura, em média, 6 anos. Porém, esse tempo é relativo ao ciclo básico, em que o aluno se capacita para trabalhar como generalista.

No entanto, caso deseje fazer uma especialização, é preciso cursar essa etapa e fazer a residência médica. Esse tempo extra totaliza, ao estudo, uma média de 8 ou 9 anos de curso.

O trabalho do médico não se resume apenas ao hospital. Sendo assim, ele pode atuar em serviços sociais, ensino, pesquisa científica e desenvolvimento.

Porém, costumam ter uma rotina bastante atarefada e cansativa, atuando em horários irregulares e situações estressantes. Por isso, é importante considerar toda a atuação, além de considerar apenas a remuneração.

Ou seja, além da formação que exige alguns bons anos de vida, a rotina também costuma ser bastante dedicada ao trabalho.

Por isso, se você está lendo esse artigo porque busca por essa profissão, tenha em mente que a alta remuneração é justificada, também, por toda a entrega que o profissional acaba tendo que dedicar ao seu ofício.

É claro que, dentro de uma profissão, existem muitas possibilidades de atuação. Portanto, tenha em mente a necessidade de escolha da que mais se encaixaria nos seus planos futuros, considerando todas as demandas necessárias.

Gostou de saber quanto ganha um médico? Confira também outros conteúdos sobre carreiras no nosso site!

Quanto custa uma viagem para Gramado: passagens, hospedagem e mais!

0
Prédio da prefeitura de Gramado RS

Uma viagem para Gramado é o sonho de muitos brasileiros. Mas, você sabe quanto custa viajar para a famosa cidade gaúcha do Rio Grande do Sul?

Neste artigo, FinanceOne vai explicar todos os custos, para que você comece a planejar sua viagem para Gramado o quanto antes. A cidade costuma atrair mais turistas durante a temporada de Natal, mas é uma boa opção de passeio para todas as épocas do ano.

Passeios de barco, caminhadas na floresta, alpinismo e visita a lojas de artesanatos, são apenas algumas opções de lazer que Gramado oferece a seus visitantes. Se você não quer perder a oportunidade de conhecer a cidade, confira as dicas!

Veja também: O que é melhor: fechar um pacote ou planejar viagem sozinho?

Quanto custa chegar em Gramado?

Normalmente, o ponto de partida para Gramado, para quem chega de outros estados, é Caxias do Sul ou Porto Alegre.

Mas, apesar de estar localizado a apenas 70 km de Gramado, o aeroporto de Caxias do Sul é menor, e recebe voos com menos frequência, além de ter preços de passagens mais altos. Cerca de R$100 a R$150 a mais que viajando para Porto Alegre.

No geral, as passagens aéreas variam muito, dependendo do local de partida. Saindo de locais, como Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte para Porto Alegre, por exemplo, o valor médio fica em R$350.

Mas, não é raro encontrar promoções atrativas nas companhias aéreas. A dica é ficar de olho nas ações promocionais, para não perder boas oportunidades.

Opções de transporte de Porto Alegre a Gramado

Em Porto Alegre, que fica a 120 km de Gramado, há diferentes opções de transporte até a cidade de destino, incluindo ônibus, transfer, carro alugado, uber, táxi e até voo para Canela, cidade vizinha a Gramado.

Quem opta por concluir a viagem via ônibus, deve fazer o trajeto pela condução disponibilizada pela Viação Citral, todos os ônibus saem da Rodoviária de Porto Alegre.

O turista pode conferir os horários dos ônibus e comprar a passagem com antecedência no site da Rodoviária de Porto Alegre. Também é possível adquirir o bilhete direto na loja Citral, na rodoviária ou no guichê do aeroporto.

O preço da viagem varia entre R$39,45 e R$53,90, para um trajeto de cerca de 2h30 a 3h.

Os transfers são uma opção mais prática, pois a empresa contratada fica responsável por te levar do aeroporto até o seu local de hospedagem. No entanto, os valores costumam ser mais altos, custando entre R$79 e R$200, por pessoa.

Já serviços como Uber, custam, em média, R$170. Essa pode ser uma boa opção para quem está acompanhado de mais uma ou duas pessoas, pois dá para dividir o valor pelo grupo.

O táxi fica entre as opções mais caras. Uma corrida custa cerca de R$330, mas também pode ser dividida entre três pessoas. Por fim, quem opta por fazer uma conexão aérea até Canela, pode ter que desembolsar mais R$200, aproximadamente.

Barco em um rio com vegetação em volta e uma casa ao fundo em Gramado RS
Preço de viagem a Gramado RS varia de acordo com perfil de cada viajante (Foto: Prefeitura de Gramado/RS)

Hospedagem em Gramado

Outro ponto importante na hora de definir os detalhes de sua viagem para Gramado é a hospedagem. E há opções para todos os gostos e estilos: pousadas, hotéis, resorts, aluguel de casas ou airbnb.

Para quem quer economizar, uma dica é buscar hospedagem na cidade próxima a Gramado, Canela, que fica a 7 km de distância. Inclusive, a cidade também oferece diferentes opções de lazer para os turistas.

Em Gramado, os preços dos hotéis variam de R$50 a R$350, a diária, para acomodações mais simples. Já as acomodações de luxo podem ter diárias de até R$1 mil, em período de alta temporada. em Canela, os valores costumam ir a até R$300, a diária.

Quanto custa comer em Gramado?

A gastronomia é algo que não pode ser deixado de lado quando se planeja uma visita a Gramado. Fondue, cuca, chocolate, apfelstrudel, churrasco e outras delícias fazem parte da gastronomia típica do local.

Com cerca de R$100 por dia já dá para se alimentar bem, mas sem luxos. Agora, se você quer experimentar o famoso café colonial, o valor pode ficar numa média de R$80. No entanto, trata-se de uma refeição bem completa, que vale o investimento.

Já o fondue, pode custar até R$170, dependendo da qualidade das carnes, queijo ou chocolate usado. Veja mais alguns preços:

  • Fondue: de R$50 a R$180, por pessoa;
  • Galeteria: de R$40 a R$90, por pessoa;
  • Café colonial: R$60 a R$90, por pessoa;
  • Cozinha contemporânea: a partir de R$60, por pessoa;
  • Buffet simples: a partir de R$20, por pessoa;
  • Lanches: a partir de R$25, por pessoa.

Veja também: Melhores agências de viagem online do Brasil

Qual é o preço das atrações em Gramado?

Tanto em Gramado, quanto na cidade vizinha, Canela, há uma série de atrações para todos os tipos de público. Diante de tantas opções, é preciso se planejar com antecedência para não estourar o orçamento e, ainda assim, aproveitar bastante.

Veja quanto custa as atrações mais buscadas nas duas cidades:

Mini Mundo

O parque ao ar livre com réplicas em miniatura fiéis às construções de diversas partes do mundo custa R$42. Crianças e idosos pagam meia, ou seja, R$21.

Aldeia do Papai Noel (Parque Knorr)

A Aldeia do Papai Noel é um passeio ideal para crianças. Na Aldeia tem uma casa do Papai Noel, a Fábrica de Brinquedos, Árvore dos Desejos, trenzinho, entre outras atrações, sendo algumas pagas à parte.

O ingresso custa R$39 para adultos; R$26 para crianças e R$19 para idosos.

Super Carros

No Super Carros, os visitantes têm acesso a uma exposição de carros luxuosos, de diversos modelos. Para pilotar um dos veículos, paga-se um valor à parte. O ingresso é de R$ 29,90, para adultos e R$20 para crianças e idosos.

Snowland

O primeiro parque de neve indoor das Américas, tem 16 mil metros quadrados e é dividido em dois espaços: Montanha de Neve e Vilarejo Alpino. Os valores dos ingressos podem variar em feriados e datas especiais.

Além disso, as aulas ou aluguel de esqui e snowboard têm um preço à parte. Para adultos, o ingresso custa R$169, para crianças R$139 e, para idosos, R$89.

Dreamland (Museu de Cera)

No Museu de Cera, 90 personagens ficam distribuídos por 20 cenários temáticos. Entre eles, artistas como Marilyn Monroe, Robert Pattinson e Bob Marley.

Para tirar fotos com alguns personagens, o visitante precisa pagar um valor extra. A entrada custa R$ 100, mas comprando pela internet é possível garantir descontos em combos especiais.

Fábricas de Chocolate

Em Gramado, a maior parte das fábricas de chocolate oferece visitação gratuita. Entre elas a Fábrica dos Chocolates Caracol, responsável pela criação do Reino do Chocolate.

O espaço temático oferece um passeio lúdico, que explica a história do surgimento do chocolate e explica como a iguaria é produzida. O ingresso custa R$35, mas para crianças, estudantes e idosos o valor fica em R$28.

Atrações em Canela

Canela também tem opções interessantes de lazer, sendo algumas pagas. Confira:

Cascata do Caracol e Parque do Caracol

Este é um dos cartões postais da Serra Gaúcha. Para visitar é só comprar o ingresso no Parque do Caracol por R$18 ou R$9, para crianças e idosos.

Além disso, há um bondinho, cujo valor é cobrado à parte. O valor do passeio com o bondinho fica R$46 para adultos e R$23, para crianças de 6 a 12 anos e idosos.

Ecoparque Sperry

O Ecoparque é passeio ideal para quem ama natureza. No espaço há três cachoeiras que podem ser acessadas por meio de trilhas de nível fácil. O ingresso custa R$15 e R$7,5 para crianças.

Mundo à Vapor

Mundo à Vapor é uma atração que reúne exposições das mais variadas máquinas a vapor em miniatura. Para conhecer, é preciso pagar uma entrada de R$36.

Alpen Park

Por fim, o Alpen Park é um parque que conta com diferentes atrações, como passeio com quadriciclo, cinema 4D e tirolesa, trenó, montanha russa, super salto, simuladores de carros e carro choque.

Cada atração é cobrada individualmente. Os valores variam de R$30 a R$99,90.

Estatua de cera mulher de vestido vermelho ao lado de um piano
Museu de Cera é uma das atrações famosas de Gramado RS (Foto: Pixabay)

Qual é a melhor época do ano para visitar Gramado?

Gramado oferece diversas opções de entretenimento durante todo o ano. Mas, entre as datas mais buscadas estão: páscoa (abril), festival de cinema de Gramado (agosto), festival de bonecos de Canela (outubro) e Natal Luz de Gramado (final de outubro a janeiro).

Os meses de novembro, dezembro e janeiro costumam ser os mais caros, por conta das festividades de Natal. Já em fevereiro e março, o fluxo de turistas diminui e os preços tendem a baixar um pouco.

Nos meses de abril e maio, Gramado tem diversas atividades voltadas para as festividades da Páscoa, também atraindo muitos turistas. Mas os meses de junho, setembro e outubro são mais calmos.

Julho também é considerado um mês de alta temporada, por conta das férias escolares.

Quanto custa uma viagem para Gramado?

O valor total da sua viagem vai depender das suas escolhas em relação a tudo que envolve essa visita. Desde as opções de transporte aos locais onde você vai se alimentar.

Assim, uma viagem para Gramado pode ser muito cara, se você for uma pessoa que preza por opções mais luxuosas. Mas, se a sua intenção for conhecer a cidade, abrindo um pouco mão do conforto, esses gastos podem diminuir bastante.

Outro ponto relevante são os passeios que você pretende realizar. É possível montar um cronograma legal, com menos opções pagas. No entanto, você também pode optar por conhecer todas as atrações que a cidade tem a oferecer, independentemente do valor.

Ou seja, seu perfil de viajante é quem vai ditar seus gastos.

Gostou de saber quanto custa uma viagem para Gramado? Compartilhe com os amigos e deixe nos comentários qual outro destino você quer saber os valores de passagem, hospedagem e outros!

Como saber se tenho ações antigas? Entenda como recuperar

35
investidor analisando ações

Você comprou uma ação com o objetivo de ter rentabilidade a longo prazo e acabou esquecendo dela e depois de uns anos lembrou que possui ações antigas. Isso já aconteceu com você? Sabe como recuperar esse tipo de ação?

As ações antigas também podem ser descobertas por conta de heranças, quando não se sabia da existência deste tipo de investimento. 

Além disso, outra dúvida que muitas pessoas passam a ter é: quem fica responsável por essas ações antigas que muitas vezes são esquecidas? Essa resposta nós já vamos te dar agora.

A responsabilidade por essas ações não é da sua corretora ou banco pelo qual você realiza as compras e vendas desse investimento. Quem é responsável de fato é a Bovespa, isso porque é ela que guarda as ações em uma estrutura eletrônica.

Como recuperar as ações antigas?

Se você descobriu que tem ações antigas e não sabe como recuperá-las, fique tranquilo porque nós iremos te ajudar.

A primeira coisa a ser feita é encontrar um documento que conste que a titularidade das ações é de fato sua. Outro ponto importante é que você precisará conseguir também o saldo atualizado destas ações.

Vale ressaltar que a lista de documentos necessários vai variar de acordo com o tipo de empresa que emitiu as ações antigas. Por exemplo, se for uma companhia aberta, será preciso ter uma certidão do banco depositário dos papéis.

+ Ações ordinárias: entenda o que são e veja dicas de como investir

Mas caso seja uma companhia fechada, você só precisará ter uma cópia da página pertinente do Livro de Registro de Ações Nominativas. Outra opção é ter em mãos a certidão emitida pela companhia.

O próprio site da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) informa que a instituição que realiza a escrituração das ações de companhia aberta tem como obrigação conceder o extrato com a posição acionária.

homem segura celular com gráfico que mostra oscilação da Bolsa de Valores
Descobrir se tem ações antigas é um processo não tão burocrático quanto parece. Descubra!

Como saber se tenho ações antigas?

Caso você tenha alguma suspeita ou indícios de ações antigas, mas está sem muitas informações, é preciso realizar uma consulta. Isso pode ser feito presencialmente ou pela internet.

+ O que são ações preferenciais (PN)? Entenda como elas funcionam

Presencialmente, compareça até uma agência de banco que possa ser responsável por essas ações. Esteja munido de RG, CPF e comprovante de residência para solicitar a consulta e ter direito a mais detalhes e comprovante que lhe garanta a posse dessas ações.

Outra forma de saber se você tem ações antigas é consultar o registro no site da CVM.

Essa consulta pode ser feita tanto pelo CNPJ ou pelo nome do grupo. Dessa forma, você consegue ter acesso a praticamente todas as informações que são públicas a respeito deste fundo, por exemplo:

  • valor diário da cota
  • número de cotistas
  • prospecto
  • lâmina
  • composição da carteira.

Além de outros dados relevantes.

Continue a sua leitura aqui no FinanceOne: veja como calcular o preço médio das ações e fique por dentro de tudo sobre o mercado financeiro!

Cadastre-se para receber a nossa newsletter e saiba todos os detalhes e novidades semanalmente.

Aluguel de iPhone: saiba quanto custará o serviço da Apple

0
pessoa manuseando celular

Acompanhar os lançamentos dos novos smartphones da Apple nem sempre é possível por conta do valor elevado dos aparelhos. Diante disso, o serviço de aluguel de iPhone ganha força no mercado nacional. 

Algumas empresas apostam nessa prática para oferecer a clientes que não podem pagar o valor cheio do aparelho recém lançado, a oportunidade de usar um iPhone de última geração, por um preço que cabe no bolso.

Veja quais são as companhias que oferecem esse serviço e entenda se vale a pena ou não apostar no aluguel de iPhone.

+ Quanto custa o iPhone SE 2022 no Brasil? Veja se vale a pena

Posso alugar um iPhone com a própria Apple?

Oficialmente, a Apple ainda não disponibiliza esse serviço, mas especulações apontam que a empresa estaria desenvolvendo planos de assinatura para o aluguel de iPhones. O valor sairia a partir de US$35, por mês. Em conversão direta, cerca de R$167,65.

De acordo com as especulações, a Apple estaria trabalhando em três opções de planos. Em cada um, o cliente poderia ficar com o aparelho por até três anos, pagando um valor fixo mensal. Veja:

  • iPhone 13: US$35/mês, durante três anos; 
  • Modelo Pro: US$45/mês, durante três anos;
  • Modelo Pro Max: US$50/mês, durante três anos.

Com isso, a empresa ainda conseguiria garantir um lucro de 57% em cima do preço de compra de um iPhone 13, por exemplo. O objetivo seria atrair novos consumidores, que não têm condições de comprar um aparelho saído de fábrica.

Além disso, os planos dariam ao cliente a possibilidade de trocar o aparelho por um mais novo. Assim, a Apple ainda garantiria um constante fluxo de aparelhos mais antigos em bom estado de uso para revenda.

A oferta de um serviço desse tipo representaria, a longo prazo, um maior custo dos aparelhos para os consumidores e mais lucro para a Apple. 

Por exemplo, um iPhone 13 novo custa, atualmente, US$799. De acordo com os valores do plano, o mesmo aparelho após três anos de aluguel, com uma mensalidade de US$35, sairia por US$1.260.

Já os modelos Pro e Pro Max custariam US$1.620 e US$1,8 mil, respectivamente.

Vale ressaltar, que, até o momento, as informações tratam-se, apenas, de especulações, considerando que a Apple não confirmou oficialmente os rumores. Assim, ainda não há confirmação dos valores para o mercado brasileiro.

Homem segurando smartphone de capa amarela
Aluguel de iPhone permite que consumidores tenham sempre aparelhos novos (Foto: Divulgação)

Aluguel de iPhone: quais empresas já oferecem esse serviço e como funciona?

No Brasil, empresas como Allugator, Alugueira e Itaú oferecem esse serviço de aluguel de iPhone. Na Allugator e Alugueira, também é possível alugar outros dispositivos, como consoles, fones de ouvido e relógios inteligentes.

O Allugator ainda permite ao cliente continuar com o modelo alugado, com desconto na renovação, caso ele queira realizar uma nova assinatura com um novo aparelho ou comprar o iPhone alugado. 

O preço para compra leva em consideração o valor de mercado do iPhone, após o tempo de permanência com o aparelho.

Já o serviço oferecido pelo Itaú é um pouco diferente. Não se trata de um aluguel, especificamente, mas de uma parceria com a Apple, que permite adquirir os smartphones da empresa parcelando em 21 vezes.

Os participantes do programa “iPhone para Sempre” ainda realizam um pagamento final de até 30% do valor do aparelho. Mas, se você devolver ou trocar o aparelho antes do prazo final, não é preciso fazer o pagamento desses 30%. 

Para trocar o iPhone, basta escolher um novo modelo e acordar as condições de parcelamento condizentes com o valor do no smartphone. O programa é disponível, apenas, para clientes Itaú.

+ Apple lança iPhone 13: veja todos os preços do novo modelo no Brasil

Vale a pena alugar um iPhone?

Para quem costuma trocar de iPhone com frequência, considerar um aluguel pode ser uma boa opção. Dessa forma, não é preciso se preocupar em vender o aparelho usado antes de comprar um novo e o investimento é menor que a compra de um iPhone recém lançado.

Por exemplo, no Allugator, o iPhone 13 de 128 GB pode ser alugado por R$3.197, por um período de 12 meses. Já no site da Apple Brasil, o mesmo aparelho custa por R$7.599. Ou seja, se daqui um ano você quiser trocá-lo por um mais novo, compensa mais alugar.

Um ponto negativo é que o usuário não pode escolher a cor do modelo que deseja alugar, ficando limitado à disponibilidade de estoque no site. Além disso, o prazo de entrega pode variar entre 22 e 60 dias, a partir da aprovação do pagamento. 

E se você quiser cancelar sua assinatura, será preciso efetuar o pagamento do valor integral dos meses assinados mais 50% do valor para os meses restantes, caso já tenha recebido o aparelho. Por fim, só é possível alugar pelo plano anual.

Portanto, para definir se vale a pena ou não apostar nesse serviço, é preciso avaliar com cuidado as condições que as plataformas oferecem e, também, por quanto tempo pretende ficar com o aparelho. 

Se o seu objetivo é manter o mesmo iPhone por mais de um ano, a compra  costuma ser a melhor opção.

Gostou deste conteúdo? Já conhecia o serviço de aluguel de iPhone? Deixe nos comentários e compartilhe este artigo com os amigos!

Aposentadoria por incapacidade: saiba se é possível cancelar

0
Homem idoso mexe no computador sobre uma mesa com um cofre em formato de porco ao lado

Você é aposentado e não está contente com o valor que está recebendo ou está tendo problemas com o seu benefício e deseja se desfazer dele? Se você pertence a modalidade aposentadoria por incapacidade, saiba se é possível cancelar e como funciona.

Antes de mais nada, você precisa saber que é possível voltar atrás em um pedido de aposentadoria. As justificativas e pedidos de cancelamento podem ser variáveis de acordo com o tipo, mas a permissão existe.

Um dos principais motivos que levam um beneficiário aposentado a cancelar é o desapontamento com o valor da aposentadoria.

No caso da aposentadoria por incapacidade, pode haver ainda um fator crucial que é diferente das demais para motivar o cancelamento: recuperação da sua saúde ou vontade de voltar às atividades.

No decorrer deste texto, vamos te  contar se é possível – de fato – cancelar a aposentadoria por incapacidade e como funciona o pedido.

Mas o que é a aposentadoria por incapacidade?

A aposentadoria por incapacidade costuma ser concedida quando não há a possibilidade de readaptação e impossibilita que o servidor se mantenha com as suas atividades. 

No entanto, ela somente é concedida caso se comprove a sua incapacidade. Geralmente, é chamada de “aposentadoria por incapacidade permanente”. A sua comprovação é feita por meio de perícia médica obrigatória.

+ INSS pode suspender a aposentadoria? Entenda o que pode levar a isso!
+ Aposentadoria por idade: entenda como funciona

É importante dizer, também, que dependendo da natureza da incapacidade poderá ser concedido de fato o benefício da aposentadoria ou somente o auxílio-doença. Isso vai depender da perícia e das regras contidas no artigo 42 da Lei 8.213,91 que trata deste assunto.

É possível cancelar?

A resposta é sim!

O aposentado por incapacidade permanente poderá voltar atrás, mas assim como no processo de concessão do benefício, ele também precisará comprovar através de perícia médica.

Fachada da sede da Previdência Social
O cancelamento da aposentadoria por incapacidade é feito pela internet

A desistência dessa aposentadoria é possível porque ela foi feita de forma involuntária, por conta de uma necessidade e não por planejamento do servidor. Dessa forma, ficar nela pode ser uma escolha do beneficiário.

+ Estabilidade pré-aposentadoria: saiba o que é e quem tem direito

Veja três motivos que podem levar a um pedido de cancelamento da aposentadoria por incapacidade:

  • Recuperação total ou parcial da saúde; ou
  • Conseguiu idade ou tempo de trabalho para garantir uma aposentadoria melhor; ou
  • Tem vontade de continuar contribuindo sobre um valor maior.

Passo a passo para cancelar a aposentadoria por incapacidade

Se você está decidido a solicitar o cancelamento da aposentadoria por incapacidade, precisa saber que existe todo um processo para isso. E o melhor é que ele é realizado pela internet ou pelo aplicativo Meu INSS, sem a necessidade de ir até uma agência do órgão.

Mas caso prefira, você pode agendar o atendimento presencial pelo telefone 135. 

Veja abaixo o passo a passo

1º passo: acesse o site ou aplicativo do Meu INSS, caso já tenha o cadastro faça o seu login, caso não faça o cadastro;

2º passo: na tela inicial, busque por “Desistência” e clique na opção “Solicitar Desistência do Benefício”;

3º passo: veja se todos os seus dados pessoais estão corretos, caso não altere-os e depois clique em “Avançar”;

4º passo: leia todas as informações e clique em “Avançar”. Depois você deverá informar se é o próprio titular do pedido ou um procurador (deve anexar a procuração);

5º passo: em seguida, no campo “Você deseja”, selecione “Desistir de aposentadoria”, depois clique em “Sim”.

Essa é uma parte do processo, depois de completar ele todo, será preciso anexar os documentos para comprovar que não efetuou o saque do benefício. Mas quais são eles? Confira a lista!

  • Carta de concessão/memória de cálculo (recebida pelo Correios ou impressa no Meu INSS);
  • Declaração da Caixa Econômica Federal ou do Banco do Brasil, informando que não houve o saque do FGTS ou PIS/PASEP;
  • No caso de empresa com acordo de cooperação com o INSS, declaração informando o não recebimento do benefício.

Depois que você anexar todos estes arquivos, clique em “Avançar”. Agora é só esperar o período de análise do INSS, que é de 30 dias, para saber se o seu pedido foi aceito ou não.

Gostou do conteúdo? Compartilhe com uma pessoa que esteja querendo cancelar a aposentadoria por incapacidade.

Como fazer o RG Digital? Veja o passo a passo e como vai funcionar!

0
Novo RG Digital ao lado do antigo

O novo RG Digital já está valendo há mais de um mês, desde o início de março. Mas ainda assim existem muitas pessoas com dúvidas, principalmente sobre como tirar a nova carteira de identidade.

Esse novo RG Digital foi criado com o objetivo de unificar os principais documentos dos brasileiros em um único. Dessa forma, não vai existir mais a necessidade de andar com vários documentos na carteira.

Com isso, essa nova identidade passará a ter informações de diversos documentos, como certidão de nascimento e casamento, CNH e CPF. Além de identificação em diversos órgãos, como é o caso do INSS.

E uma curiosidade é que apesar do novo documento se chamar RG Digital, o novo documento será físico, mas contará com uma versão digital.

Quer saber todas as informações sobre este novo documento? Continue lendo este artigo!

O que é o RG Digital?

Como já falamos acima, esse novo modelo de carteira de identidade vai unificar o número do documento em todas as unidades da federação. E isso é possível por meio do Cadastro de Pessoa Física (CPF). 

Mas o que teria levado o Governo Federal a tomar a decisão? O motivo é simples: a defasagem do atual modelo. Isso porque quando uma pessoa solicita uma segunda via em outro estado, acaba que ocorre a emissão de um número diferente.

O que acaba acarretando em uma pessoa com dois números de identidade diferentes. Vale ressaltar que com a identidade atual, é possível ter até 27 números de RG aqui no Brasil. 

Com o novo RG Digital vai unificar tudo isso, sem existir a possibilidade de duplicidade de documentos. 

mulher segurando o novo RG Digital
O novo RG Digital já está sendo emitido pelo governo

Outro ponto importante é que esse novo documento aumenta a segurança para os brasileiros. Isso porque haverá um QR Code, que permitirá a análise online e offline do documento.

RG Digital: será obrigado a troca? Entenda!

Tudo o que é novo traz dúvidas. No caso do RG Digital, não seria diferente. Muita gente quer saber se será obrigatório a troca de forma imediata.

Isso porque desde o dia 1° de março que o novo documento começou a valer e ser emitido. Mas, calma, não precisa se desesperar. O seu documento antigo continuará sendo válido por bastante tempo.

O Governo Federal informou que os cidadãos poderão permanecer usando. O RG atual continuará tendo sua validade pelos próximos dez anos para quem tem até 60 anos. Quem tem acima dessa idade, pode usá-lo por tempo indeterminado.

+ Saiba se CNH vencida vale como documento de identificação

Dessa forma, você terá bastante tempo para emitir o seu RG Digital com calma e migrar com paciência para essa novidade.

É importante lembrar, ainda, que o RG Digital não substitui outros documentos, apenas a sua identidade. Por isso, continuam sendo válidos os demais, sem exceção.

Como solicitar o RG Digital?

O processo de solicitação do RG Digital será ainda mais fácil e possível para quem já fez o cadastro biométrico na Justiça Eleitoral ou até mesmo em outros órgãos. Para ter o novo documento, é preciso ter o cadastro da biometria no banco de dados.

+ Documento nacional de identidade (DNI): veja como vai funcionar

Você pode solicitar a sua RG Digital por meio de uma unidade Poupatempo ou pelo aplicativo do Gov.br.

Para isso, faça o download do app, abra a plataforma e faça um pré-cadastro, sendo necessário informar:

  • CPF;
  • Nome;
  • Filiação;
  • Data de nascimento;
  • Endereço de e-mail;
  • Número do telefone e senha de sua escolha.

Em seguida, conclua o processo em um ponto de atendimento – seja ele virtual ou físico. Veja as opções disponíveis na sua região, se necessário.

Gostou do conteúdo? Continue lendo e veja como resolver o problema com CPF clonado.

Como a Web 3.0 pode melhorar as redes sociais?

0
pessoa usando notebook

O assunto do momento no mercado financeiro é o Twitter e, como sempre, Elon Musk. O homem mais rico do mundo não se cansa de aparecer no noticiário e está sempre engajado nos acontecimentos do mercado de cripto, foguetes, carros elétricos e agora também no mercado de redes sociais.

Depois de entrar e revolucionar os mercados de pagamento online com o Paypal, foguetes com a Space X, e carros elétricos com a Tesla, Musk agora pretende entrar de vez nas redes sociais, aparentemente não só pelo lucro, mas pela liberdade de expressão e contra a censura.

Mas será que a rede nas mãos de outro bilionário levaria de fato o Twitter rumo à liberdade de expressão?

O grande problema das redes sociais na Web 2.0

As redes sociais mais utilizadas da Web 2.0 no ocidente, Twitter, Facebook, Instagram, Tiktok e Youtube, possuem uma característica em comum à toda a Web 2.0: a centralização.

A rede ser centralizada significa que existe uma organização de capital privado por trás de sua administração e desenvolvimento e com isso as pessoas podem comprá-las ou deixar de comprá-las caso concordem ou não com as políticas de filtragem de mensagem dessas redes.

A grande questão é que há um conflito enorme de interesses entre os acionistas destas organizações, que tendem a buscar que elas faturem mais e sejam mais eficientes na geração de receita.

E os gestores estratégicos e administrativos dessas organizações que possuem cargos de liderança dentro delas, porém por vezes se preocupam mais com a politização das redes do que com os resultados financeiros delas.

Com o poder e o alcance dessas redes, além de seus algoritmos poderosíssimos, fica muito fácil controlar as informações.

Supondo que um gestor, com grandes poderes de decisão dentro dessas empresas, decida configurar o algoritmo para bloquear ideias contrárias às suas para toda a rede, esta é uma decisão que pode causar manipulação ou censura em massa e eles tem estes poderes em suas mãos, se os utilizam da forma mais correta ou ética, é difícil saber.

Como a Web 3.0 muda isso?

As redes da Web 3.0 funcionam através da tecnologia blockchain, o que descentraliza a gestão e o controle dessas possíveis redes e as torna livres de decisões individuais que possam afetar uma quantidade massiva de pessoas.

A descentralização por si só já traria a liberdade de expressão à rede. O problema neste caso é o exagero, quando a liberdade de expressão ultrapassa os limites da lei e da razoabilidade e sabemos bem como as pessoas se comportam nas redes sociais.

Celular com aplicativo do Facebook e pequenos blocos ao lado escrito Social Media
Redes sociais devem passar por mudanças com a chegada da Web 3.0

Ainda assim, as decisões de filtro e bloqueio de um usuário ou uma postagem possivelmente ofensiva estaria na mão de todos os usuários com pesos e medidas equivalentes no poder de decisão.

E por que ainda não temos redes sociais na Web 3.0?

Os blockchains já existentes estão se especializando em realizar movimentos de valores e dinheiro entre pessoas e poucos blockchains se especializaram em realizar transferência de vídeos, imagens e informações entre as pessoas.

Ainda é muito custoso para o usuário e para as redes abastecer o blockchain com este tipo de informação e dado.

Caso esta realidade mude, e é muito possível que a tecnologia avance nesta direção, teremos as redes sociais da Web 3.0. A pergunta que fica é se os atuais usuários das redes sociais da Web 2.0 estarão dispostos a migrar para as redes da Web 3.0.

Nas redes sociais da Web 3.0 não só as informações estarão abertas à liberdade de expressão, mas também o desenvolvimento tecnológico da rede, com menores barreiras de entrada e focara única e exclusivamente em seus usuários.

Acredito que desta forma o grande problema das redes sociais existentes seja remediado, porém ainda há muita água pra rolar até que essas redes virem realidade.

Conheça Renato Carvalho, colunista do FinanceOne

Com vasto conhecimento sobre o mercado de moedas digitais, Renato Carvalho é colunista do FinanceOne. Semanalmente, ele traz informações importantes sobre criptomoedas. Fique de olho!

Renato é administrador com experiência como executivo do setor de educação internacional e empresas de consultoria empresarial e auditoria “BIG 4”.

Investidor de renda variável desde sua adolescência, produz conteúdo de educação financeira, mostrando o que faz com o seu próprio dinheiro “skin in the game”. Especialista em criptoativos e negócios disruptivos.

É Bacharel em Administração pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e Université Libre de Bruxelles (Bélgica) e mestre em Administração pela Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC).

Confira outros textos de Renato Carvalho, colunista do FinanceOne:

Fundo cambial vale a pena? Entenda o que é e quanto rende o investimento

0
Pessoa observando aplicações para diversificar investimentos

O Fundo Cambial é um tipo de investimento ainda pouco explorado pelos brasileiros. Mas, representa uma boa opção para quem quer diversificar sua carteira de investimentos.

Há alguns anos, os fundos cambiais eram uma exclusividade de poucos com mais poder aquisitivo. No entanto, o investimento vem se popularizando e hoje está disponível para mais pessoas.

Em contrapartida, o nível de volatilidade e o risco desse tipo de aplicação assusta alguns investidores com perfil mais conservador.

Se você está considerando fazer aplicações em um Fundo Cambial, confira este artigo na íntegra e fique por dentro de todos os detalhes sobre esse tipo de investimento.

Veja também: Guia definitivo: como montar uma carteira de investimentos

O que é um fundo cambial?

Em primeiro lugar é preciso entender do que se trata um fundo cambial, que nada mais é do que um fundo de investimento. Ou seja, uma aplicação financeira em um ativo coletivo com gestão terceirizada.

Uma das vantagens do fundo de investimento é a variedade. Por meio dessa opção, é possível investir em renda variável, renda fixa, ações, entre outros. Dessa forma, os fundos de investimentos atraem diferentes perfis de investidores.

O fundo cambial, especificamente, é um fundo de investimento, onde as aplicações são feitas em ativos atrelados a moedas estrangeiras. E este é o principal fator de risco desse investimento: a oscilação do preço das moedas estrangeiras ou do cupom cambial.

Além disso, para que seja considerado um fundo cambial, pelo menos 80% do patrimônio investido deve estar atrelado às moedas. Um dos investimentos desse tipo mais populares é o fundo cambial em dólar, por exemplo.

Várias notas de dólar espalhadas
Fundos Cambiais de dólar são os mais populares nessa modalidade de investimento (Foto: Divulgação)

Como funcionam os fundos cambiais?

De maneira geral, os fundos de investimentos funcionam de maneira parecida. Conforme já mencionado, eles são um investimento coletivo. Ou seja, vários investidores se unem para, juntos, aplicarem recursos em um ativo.

No caso dos fundos cambiais, ativos relacionados a moedas estrangeiras. Os ganhos são divididos de acordo com o percentual de investimento de cada um.

A gestão do patrimônio, ou seja, a soma dos valores investidos por cada um, fica sob a responsabilidade de um gestor profissional. É eles quem decide as movimentações dos recursos.

Isso significa que o investidor não controla quais moedas estrangeiras vão compor a carteira, mas, o gestor especializado com base em sua avaliação do mercado. Além disso, outros ativos podem ser considerados, desde que 80% estejam aplicados em moedas.

Veja também: Veja 6 erros comuns sobre Fundos de Investimentos

De maneira geral, os fundos cambiais mais populares do mercado financeiro, são os de dólar. Isso porque a moeda americana é a que possui a maior influência no mercado atualmente e os melhores rendimentos.

Ainda em relação à composição da carteira de ativos, os gestores podem adquirir títulos referenciados às moedas, que são emitidos por bancos ou empresas. Outra possibilidade é aplicar em derivativos ou outras operações que permitam replicar a variação cambial.

Assim, a performance dos fundos cambiais acompanha o desempenho da moeda de referência. Além disso, um fundo cambial pode ser composto por uma cesta de moedas variadas, como libra, iene e yuan.

As principais corretoras de investimentos do mercado têm opções de fundos cambiais. Para investir, basta ter uma conta ativa para começar a investir no fundo de sua preferência.

É importante verificar se a corretora escolhida está cadastrada nos órgãos de regulação. Outra possibilidade é contratar um gestor de fundo para auxiliar nesse processo.

Mas, quanto rende um fundo cambial?

O desempenho de um fundo cambial costuma variar bastante, pois acompanha a performance da moeda a qual se refere. Uma mudança brusca nos rendimentos, por exemplo, pode ocorrer, devido a volatilidade desse tipo de investimento.

Assim, o ideal é acompanhar as mudanças do mercado. Além disso, a flutuação dos demais ativos da carteira contribui para que esse investimento seja menos estável do que outras opções.

Mas, a título de exemplo, segundo dados da Associação Brasileira das Instituições do Mercado Financeiro e de Capitais (ANBIMA), em 2021, os fundos cambiais do mercado apresentaram uma rentabilidade conjunta de 8,74%.

Entenda a tributação relacionada aos fundos cambiais

Quem investe em um fundo cambial está sujeito a dois impostos: o Imposto de Renda e o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).

O Imposto de Renda incide sobre a rentabilidade da carteira, e não sobre o patrimônio inteiro. A cobrança é feita a partir do período de vencimento do produto. Os fundos cambiais podem ser divididos em:

  • Curto prazo: para papéis com vencimento abaixo de 365 dias; e
  • Longo prazo: para papéis com vencimento acima de 365 dias, em média.

Por regra, quanto mais tempo o capital ficar investido, menor será o valor da taxa de Imposto de Renda. Os valores seguem as seguintes alíquotas regressivas:

  • Até 180 dias de aplicação: 22,5%
  • De 180 dias a 360 dias de aplicação: 20%
  • De 361 a 720 dias de aplicação: 17,5%
  • Acima de 720 dias de aplicação: 15%

Além disso, vale destacar que a cobrança do Imposto de Renda no fundo cambial ocorre semestralmente, uma prática conhecida como “come-cotas”. Nesse caso, a cobrança do imposto ocorre duas vezes por ano, no último dia útil dos meses de maio e novembro.

Sempre é considerada a menor alíquota de cada categoria, tanto no curto, quanto no longo prazo.

Agora, caso o investidor queira resgatar o fundo em um período menor, com alíquotas maiores, este deve acertar a diferença do que já foi pago com o administrador do fundo. Isso porque é ele quem retém o restante no momento do saque.

O IOF é cobrado, apenas, se o resgate do investimento for feito em um período inferior a 30 dias, contados a partir da aplicação. A alíquota sobre o rendimento pode variar de 96% a 0%, dependendo do dia.

imagem de uma pessoa analisando um gráfico de investimentos
Alguns fatores podem ajudar na hora de analisar os melhores fundos cambiais (Foto: Divulgação)

Quais são os custos para se investir em fundos cambiais?

Os investimentos em um fundo cambial requer alguns custos. Por exemplo, a taxa de administração do fundo. O valor dessa taxa varia de acordo com cada instituição.

Apesar de ser apresentada como anual, sua cobrança é feita diariamente. Dessa forma, a rentabilidade de cada fundo já exclui o valor das taxas.

Vale ressaltar, que o percentual deve ser pago, independentemente do retorno no fundo cambial. Já a taxa de performance incide sobre o investimento, com base nos resultados, quando a rentabilidade supera o que foi previamente combinado, por exemplo.

Vantagens e desvantagens desse investimento

Vantagens

A vantagem do fundo cambial é, justamente, a possibilidade de incluir aplicações em ativos como as moedas estrangeiras, sem a necessidade de ter que escolher seus próprios ativos.

Assim, ainda que o investidor não tenha conhecimento suficiente para gerir essas aplicações, ele está assegurado pelo suporte de uma gestão profissional.

Além disso, o gestor vai garantir as melhores opções de investimento, proporcionando mais segurança e praticidade. Outro ponto a ser levado em consideração são as boas oportunidades de retorno.

Desvantagens

Em contrapartida, se você gosta de ter autonomia sobre suas aplicações, talvez este não seja o tipo de investimento mais recomendado. A volatilidade do câmbio também deve ser considerada, pois a rentabilidade pode ficar comprometida dependendo das oscilações.

Por fim, a administração terceirizada requer o pagamento de taxas. Dependendo do perfil do investidor, isso pode ser uma desvantagem.

Veja também: O que é hedge cambial para pessoa física? Entenda tudo sobre o tema

O que avaliar para escolher um bom fundo cambial?

Alguns pontos podem te ajudar na hora de escolher o melhor fundo cambial para seus objetivos. Confira:

Risco

As variações da moeda estrangeira escolhida é um dos principais riscos do fundo cambial. Portanto, esse deve ser um dos principais elementos a ser observado.

Nesse sentido, é importante verificar como costumam ser as valorizações e quedas das taxas de câmbio das moedas que compõem a carteira e qual o impacto disso para as cotas. Assim, é possível analisar opções com menos riscos.

Aplicação mínima

A aplicação mínima refere-se ao valor mínimo que o investidor deverá desembolsar para participar do fundo. Esta, definida por meio de uma quantidade estipulada de cotas.

Os valores costumam variar, mas as opções iniciam a partir de R$500. Para investidores mais experientes, e ousados, as opções podem chegar aos R$25 mil.

Performance

Nas páginas das corretoras o investidor pode avaliar a performance passada dos fundos cambiais e analisar as tendências. Outra opção, é consultar os dados disponibilizados pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Geralmente, fica disponível percentual alcançado nos últimos 12 meses.Essa análise ajudará aos investidores a verificar se o fundo escolhido corresponderá aos seus objetivos com aquele investimento, ainda que oscilações possam ocorrer posteriormente.

Liquidez

Nesse ponto, vale verificar as datas especificadas de conversão. Ou seja, quando o resgate das cotas estará disponível. Além disso, verifique a data de pagamento, quando a corretora envia os recursos para a conta.

Avaliação

Por fim, vale consultar a avaliação de outros investidores. Isso em relação ao fundo em si e à companhia que gerencia o investimento. Dessa forma, é possível identificar o método de trabalho da gestora e como ela se relaciona com os investidores.

Afinal, vale a pena investir em fundos cambiais?

O fundo cambial é uma alternativa mais acessível para aqueles que querem diversificar sua carteira de investimentos, mas ainda têm pouca experiência no ramo. Além disso, é uma opção com chances de rentabilidade consideráveis, mesmo com os riscos.

Os fundos cambiais também garantem praticidade, pois toda a gestão do investimento é feita por profissionais especializados. E, são uma forma de operar no mercado internacional.

Mas, por ser uma opção mais instável, investidores com perfil mais conservador podem não considerar esta uma boa alternativa. Assim, a decisão se vale a pena ou não investir em fundos cambiais depende do estilo de cada um.

De maneira geral, tomando os devidos cuidados e fazendo pesquisas prévias, esse é investimento pode atender a diferentes perfis de investidores.

Já conhecia os fundos cambiais? Compartilhe com os amigos e assine nossa Newsletter para receber outros conteúdos sobre investimentos.